PERFIL SOCIOCULTURAL DO ALUNO DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL DO CENTRO UNIVERSITÁRIO AUGUSTO MOTTA

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1 PERFIL SOCIOCULTURAL DO ALUNO DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL DO CENTRO UNIVERSITÁRIO AUGUSTO MOTTA INTRODUÇÃO O presente estudo aborda o perfil do aluno de Serviço Social do Centro Universitário Augusto Motta (CEUNAM) no final da década de 90, buscando identificar elementos significativos no cotidiano de sua formação acadêmica, com vistas a uma melhor compreensão das necessidades e expectativas desses sujeitos. Estudos dessa natureza mostram-se relevantes à reformulação de propostas educativas que considerem a diversidade cultural na formação de profissionais competentes às exigências do mundo do trabalho. Como desenvolver capacidades de forma satisfatória adequando programa-realidade do aluno? Como garantir, em parte, as mesmas oportunidades de inserção no mercado de trabalho? Tais inquietações orientam a discussão da formação do alunonoturno/trabalhador-diurno. METODOLOGIA Elaborou-se um questionário, contendo perguntas fechadas e abertas, com o intuito de registrar os principais aspectos que norteiam o universo sócio-econômico-cultural dos alunos do curso de Serviço Social do CEUNAM, suas motivações * Mestre em Psicologia Social pela UGF e Prof. do Centro Universitário Augusto Motta. ** Mestre em Serviço Social pela PUC-Rio e Prof. do Centro Universitário Augusto Motta. 1 Nessa época, havia 1 turma do 7 o período matriculada no turno da manhã. Ana Rosa Costa Picanço Moreira * Marisy da Silva ** Na luta individual e grupal pelos privilégios sociais, o que a educação oferece, mais que a oportunidade de adquirir uma formação em si melhor ou pior, é a ocasião de adquirir símbolos de status que logo se valorizarão nos mercados de trabalho e de bem materiais e simbólicos. Enguita, 1995, p para o curso, os meios para conduzi-lo e suas perspectivas profissionais. Alguns alunos do 8o período, além de sujeitos da pesquisa, participaram também do processo de coleta de dados. Com o objetivo de inseri-los e prepará-los para a atividade, foram realizados encontros com aqueles que se apresentavam disponíveis e interessados. A coleta dos dados foi feita durante uma semana do mês de novembro de 1998, nos horários de aula, no turno da noite 1, com pequenos grupos de alunos por período. Participaram da amostragem cerca de 30% do total dos alunos, distribuídos proporcionalmente entre os 2o e 8 o períodos, totalizando 52 pessoas entrevistadas, um quantitativo menor do que o planejado, mas ainda assim significativo, dado o percentual de erro razoável apresentado (12%), segundo a fórmula para o cálculo estatístico de amostras para populações finitas. Estava prevista inicialmente a aplicação dos questionários para alunos de todos os períodos. Entretanto, na semana em que ocorreu a coleta de dados, os alunos do 1o período não estavam disponíveis. Optou-se por dar continuidade à investigação sem esses alunos, tendo em vista o pri- 15

2 meiro período conter disciplinas básicas de outros cursos, bem como a indefinição profissional que geralmente caracteriza os alunos nesse momento inicial. ANÁLISE DOS DADOS As características gerais dos alunos do CEUNAM referem-se basicamente ao modelo do estudante-trabalhador dos centros urbanos do Brasil, destacando-se uma especificidade do curso de Serviço Social: sua composição maciça pelo sexo feminino. Apuramos que 88,46% eram mulheres, contra 11,53% de homens. A predominância feminina tem suas bases na origem da profissão que, seguindo o modelo europeu, no Brasil, se caracterizou por um movimento de mulheres provenientes das camadas mais abastadas e vinculadas ao meio católico. A socialização da mulher em nossa sociedade ainda hoje é orientada por valores que privilegiam aspectos relacionados à família. Desde a maternidade, a mulher é educada para desempenhar tarefas do mundo privado, por meio dos brinquedos oferecidos (bonecas, réplicas de utensílios domésticos etc), da atitude dos pais com relação ao comportamento (não falar alto, não brincar na rua etc), em contraste com os meninos que, desde cedo, são estimulados a transpor esse mundo, assumir atividades do mundo público, da rua. Dessa forma, nesse processo de socialização, as mulheres são levadas a se identificar com aspectos relacionados ao cotidiano e à família, mais especificamente com os seus cuidados. Isso parece justificar a presença maciça de mulheres em determinados cursos, tais como Pedagogia, Psicologia, Serviço Social, Enfermagem, Nutrição, notadamente. Dentro da Medicina, a Pediatria é a área que concentra o maior número de mulheres. Para Grassi (1990), o desenvolvimento das profissões femininas, em especial do Serviço Social, se deu paralelamente à necessidade de um maior controle, moralização e disciplina das classes populares, visando formar uma cultura proletária a partir do âmbito familiar. Para a autora, as atividades assistenciais estão intimamente relacionadas à cotidianidade e ao mundo privado, esferas de domínio das mulheres. Estas funciones objetivas de la Asistencia Social, que se ligam a otras más amplias de la política social em su conjunto y que refieren al consenso y la legitimación del Estado y del sistema social, no aparecen, sin embargo, de manera explícita, sino que se vehiculizan a través de lo que puede llarmarse la ideologia del amor (GRASSI, 1990, p. 99). Nessa mesma linha de raciocínio, Iamamoto (1994) analisa as imagens social e profissional do Serviço Social. Estão de tal forma marcadas pelos estereótipos construídos em torno da mulher que a atuação profissional acaba sendo encarada como uma alternativa à vida doméstica e à participação política. (p. 49) Assim, prossegue a autora: A figura da mãe, da educadora e do sacerdote se mesclam na imagem social dessa profissão, de precária base técnico-científica, que historicamente tendeu a valorizar dons, os atributos de classe naturalizados como essenciais à tarefa educativa e moralizadora junto às classes subalternas (IAMAMO- TO, 1994, p. 49). A idade dos alunos variou entre 19 e 55 anos, havendo um predomínio na faixa entre 26 e 39 anos. Nota-se uma freqüência relativamente baixa tanto na faixa entre 15 e 19 quanto na de 39 a 55 anos. Tais dados revelam que o aluno busca a faculdade noturna após alcançar uma certa estabilidade funcional, permitindo-lhe custear seus estudos. Tudo indica que essas características se aproximam de outros cursos dessa natureza. No que se refere à naturalidade da amostra pesquisada, detectou-se que a grande maioria era procedente da região sudeste, sendo o Rio de Janeiro o Estado que mais se destaca, com 55,76%, seguido de Minas Gerais (5,76%) e Espírito Santo (1,92%). Esta predominância revela que a faculdade noturna existe para atender as necessidades do aluno trabalhador da região, tanto que 53,84% residiam no próprio bairro da instituição e nos circunvizinhos, compreendidos pelas Regiões Administrativas X, XI e XIV, posto que optou-se por adotar essa divisão territorial do município do Rio de Janeiro. Verificou-se, também, que outros índices significativos provinham de bairros que oferecem linhas diretas de ônibus. Estudo realizado por Simões (1999), nesse mesmo campo, constatou que 56,53% possuem carro. 16

3 Com relação à situação conjugal, 63,46% informaram ser solteiros, contra 23,07% de casados e 12,54% de outras situações. A maioria não tem filhos e mora com os pais, possibilitando maior investimento nos estudos. O fato de grande parte dos alunos residir com os pais retrata um fenômeno atual provocado principalmente por questões de ordem econômica, qual seja, o prolongamento da adolescência, entendida como fase de certa dependência do a- dulto. Neste caso, pode-se inferir que o quantitativo elevado de alunos que moravam em casa própria (71,15%), na verdade, diz respeito a uma conquista de seus pais. O Brasil em que seus pais construíram o patrimônio era outro país. Do início do século até 1973, época em que o Brasil colhia os frutos de sua industrialização e vivia a euforia do milagre econômico, uma massa enorme de brasileiros conseguiu subir pelo menos um degrau na escala social. Há vinte anos, só 11% dos brasileiros podiam queixar-se de estar vivendo em condições piores que seus pais. [...] Hoje, mais de 60% estão na mesma situação que seus pais, ou, o que é pior, amargam a frustração de ter rolado escala social abaixo (Veja, s/d, apud OLIVEIRA, 1998, p. 86). De um modo geral, as casas apresentavam estrutura física satisfatória, contemplando os principais cômodos (sala, quarto, cozinha e banheiro), visto que a maioria dispunha de 5 a 8 cômodos (78,85%), comportando até 6 pessoas (96,15%). Quanto à infra-estrutura dos bairros, foram apontados elevados índices de satisfação acerca dos equipamentos sociais básicos (94,23%), saneamento básico (96,15%), energia elétrica e transporte (98,07%). Existem estudos que revelam estar o nível econômico intimamente relacionado aos aspectos sociais e culturais. Sobre este ponto, constatou-se que a renda familiar do aluno variou, principalmente, entre 3 e 10 salários-mínimos, totalizando um percentual de 63,46%. Já a renda individual do aluno oscilou entre 1 e 10 salários-mínimos (80,45%). Outras pesquisas têm demonstrado que a população de baixa renda, quando consegue realizar o nível superior, o faz em universidades particulares, na medida em que o acesso à rede pública mostra-se um privilégio das camadas mais favorecidas economicamente, apontando para um dos grandes paradoxos da educação brasileira. De acordo com Pinheiro (1991), os estudantes pobres, que em geral tiveram uma formação precária de 1o e 2 o graus nas próprias escolas do governo, não conseguem entrar na universidade gratuita e ingressam nas faculdades particulares. Em contrapartida, aqueles de classes mais abastadas, ao buscarem a universidade pública, não o fazem necessariamente pela gratuidade, e sim pela qualidade. Netto (1993) considera que os assistentes sociais hoje, ao contrário do início da trajetória da profissão, pertencem às novas camadas médias urbanas. Não é classe média não, é camada média urbana. Predominantemente assalariado, com uma série de valorizações de cima e uma série de constrangimentos de baixo (p. 75). Embora não se tenha aferido nesta pesquisa a procedência dos alunos em termos de ensino médio, no que tange à esfera pública ou privada, o Diagnóstico Institucional (CEUNAM, 1999) mostrou que a grande maioria é oriunda de unidades educacionais privadas. Por outro lado, identificamos que o curso técnico-profissionalizante foi a modalidade preferida pelos alunos, atingindo um percentual de 51,92%. Isto pode explicar a necessidade de garantir uma profissão/especialização visando ao ingresso no mercado de trabalho. Do expressivo percentual de 80,76% de alunos inseridos no mercado, 78,57 possuíam vínculo empregatício. Dentre as funções desenvolvidas com maior freqüência, destacamos as administrativas (42,85%), seguidas das práticas educativas, gerenciais e de enfermagem, todas com os mesmos índices de 11,90%. Essas práticas estavam distribuídas entre os setores privado, com 57,14%, e o público, com 38,09%. Embora 28,57% dos alunos não tenham respondido à questão, pode-se verificar um grande contingente atuando no setor privado, apontando para o campo da saúde como o de maior concentração (16,66%), acompanhado por 7,14% na área educacional. Tais escores podem sugerir uma estreita relação entre os campos profissionais e possibilidades de atuação do Serviço Social. Ainda sobre a questão do trabalho, a maioria realizava jornada de trabalho entre 20 e 40 horas semanais (59,52%), o que certamente limitava o tempo de dedicação aos estudos. Como salienta Carvalho (1994): 17

4 O aluno matriculado no período noturno, na sua grande maioria, já está engajado no trabalho assalariado durante o dia, quase sempre em turno de 8 horas. O estudo à noite parece representar um prolongamento da jornada de trabalho, por mais 4 a 5 horas tanto para o aluno, como, muitas vezes, para o professor (p. 12). A realidade do aluno trabalhador tem apontado para algumas dificuldades na universidade quando este tenta conciliar as atividades profissionais com as acadêmicas, como o cansaço e a limitada participação no curso que, muitas vezes, são interpretados como preguiça e descaso, constitutivos individuais, desconsiderando a influência das condições socioeconômicas. Foram destacadas como situações em que o fato de o aluno trabalhar pesa desfavoravelmente: o reduzido tempo para o estudo (23,83%) e a realização do estágio (22,38%). Atividades extraclasses, como visitas a instituições, pesquisas de campo, eventos científicos e trabalhos de grupo também foram salientadas (14,92%). Por conta de sua condição de trabalhador, 63,46% dos alunos somente dispunham dos finais de semana para estudar (fazer leitura de textos, revisão da matéria e exercícios propostos), sendo que 64,17% o faziam em suas residências. Outros 11,53% somente conseguem estudar ou durante 1 hora por dia ou somente às vésperas de provas. Ainda como espaços alternativos para o estudo, foram destacados a Biblioteca do CEUNAM (16,41%), o local de trabalho (14,92%) e o campo de estágio (4,47%). A alternativa de tempo mais viável para realização do estágio curricular foi o período em que os alunos não estavam trabalhando, ou seja, principalmente, nos fins de semana, dias de folga e horários anteriores ou posteriores à jornada de trabalho, perfazendo um percentual total de 34,61. Somente 11,53% disseram que não apresentavam dificuldade para estagiar. No que se refere à consulta sobre o acesso à bibliografia indicada, foram considerados os números de respostas que podem ser relativos a mais de uma resposta de um mesmo aluno. No caso, a maioria (57,69%) delas apontou para a utilização de xerox, visto que os textos são atuais e normalmente encontrados em bibliotecas de grande porte e livrarias. Apesar de o custo dos livros ser alto, e que poderia dificultar sua aquisição pelos alunos, 20,51% das respostas que foram dadas tinham como 2a opção a compra de livros. A Biblioteca do CEUNAM também foi considerada como espaço de pesquisa, por meio da consulta de livros (50%), revistas especializadas (11,11%) e jornais (5,55%). 1/3 das respostas excluíram a Biblioteca como espaço de pesquisa. De acordo com estes alunos, esse espaço poderia oferecer material mais atualizado e diversificado, imprescindível para uma universidade que se propõe a transcender os limites do ensino. É inegável a importância da leitura de jornais e revistas para o aluno de Serviço Social se manter atualizado, seja ela diária ou semanal. Constatouse que 50% dos alunos eram assinantes de algum texto. Dentre eles, 30% eram assinantes do Jornal O Globo e 30% da Revista Veja. Já a pesquisa realizada por Simões (op.cit.) verificou que os alunos costumam ler jornais em média 3,7 por semana, e 2,27 de revistas por mês. Levando-se em consideração a realidade sócio-econômica desses alunos, conclui-se que o percentual é elevado. Porém, em se tratando de um curso de ciências sociais, analisa-se que essa prática deveria ser intensificada. Outra fonte de enriquecimento tem sido a participação em encontros científicos. A coordenação do curso tem estimulado os alunos a freqüentarem espaços de divulgação e discussão de pesquisas e práticas sociais, com o intuito de contribuir para o desenvolvimento da criatividade e autonomia do futuro profissional. Assim, 86,53% dos alunos já haviam participado de pelo menos um desses eventos, seja no próprio CEUNAM seja em outro espaço acadêmico. 2 No que diz respeito às atividades culturais e de lazer, identificou-se que as apontadas como efetivamente desenvolvidas diferem-se ligeiramente daquelas citadas como as que os alunos mais se identificam. Tanto num caso como no outro, sobressaíram-se as atividades que, dado o baixo custo, não pesam no orçamento, como encontrar amigos e passear ao ar livre. No entanto, opções como idas ao cinema (17,65%) e ao teatro 2 Do ano de 1996 até a data de coleta de dados haviam sido realizados, no espaço da instituição, III Semanas de Serviço Social, 24 Oficinas versando sobre os mais variados temas, privilegiando a discussão do exercício profissional em tempos de globalização, I Encontro de Pesquisa, III Encontros de Supervisores, entre outras atividades 18

5 (14,28%), que ocuparam 2o e 3 o lugar, respectivamente, no leque entre as atividades de identificação, foram substituídas, nas atividades efetivamente desenvolvidas, por assistir televisão (24,49%) e ler (16,33%). Verificou-se que quase a totalidade dos alunos (90,38%) dispunha de vídeo, quando se perguntou acerca de determinados equipamentos domésticos. O alto índice levantado possivelmente traduz o modo mais viável para articular o mundo do desejo com o mundo real, onde a esfera econômica novamente delimita este último. Assim, os alunos conseguem suprir sua necessidade cultural de assistir a filmes. Ainda sobre os outros equipamentos pesquisados, como meios para a realização dos trabalhos acadêmicos, 50% dos alunos disseram ter máquina de escrever e 38,46% possuíam computador, contra 61,54 que não o possuíam. É interessante notar que 77% dos alunos responderam que a realização pessoal é a principal motivação para a escolha do curso, contra apenas 13,11% que optaram pela categoria perspectivas de trabalho. Se levados em consideração os baixos níveis de renda levantados, tal opção é ainda mais surpreendente. Como realização pessoal, entende-se o desafio de passar pela universidade, ainda que o resultado desse esforço não redunde necessariamente em ascensão social, de adquirir conhecimentos que proporcionem um melhor entendimento do mundo e favoreçam a dinâmica social. Isto não quer dizer que a expectativa de colocação profissional não esteja embutida na meta de realização pessoal. Chama-se a atenção para o fato de que, como foi levantado, trata-se de alunos mais velhos que já exercem uma atividade profissional que lhes garante o suprimento das necessidades de sobrevivência. Assim, o curso tem a finalidade de agregar outros conhecimentos aos até então adquiridos, além de conferir mais status às suas vidas. A necessidade da aquisição desses conhecimentos via espaço escolar ou educação formal parece estar relacionada à crescente valorização da escola neste século. Durante muito tempo, na sociedade ocidental, a escola era acessível apenas às elites, o que contribuiu para consolidar a mentalidade de que a mesma é o espaço privilegiado do saber. Numa escala evolutiva, a graduação (e de certa forma os cursos de pós-graduação) ocupa, no imaginário popular, o lugar máximo, o ápice desse processo, criando toda uma mítica em torno, estimulando e desafiando o imaginário social para alcançá-la. Para Iamamoto (1994), na escolha da profissão, a busca da remuneração econômica caminha paralelamente a outros ideais que não devem ser desprezados. [...] busca-se também uma profissão que veicule vantagens simbólicas, no campo da solidariedade humana, da realização pessoal, da oportunidade de realizar uma vocação, inspirada em motivações religiosas ou claramente políticas. Trata-se de uma profissão que incorpora a mística do servir, da ajuda, guiada por valores nobres e altruístas, de caráter não-utilitário (p. 48). Seguindo o raciocínio acima, é perfeitamente compreensível que um elevado percentual (92,3%) tenha afirmado que o curso está correspondendo às expectativas, até porque o conjunto de disciplinas abre um leque de opções intelectuais e culturais indispensáveis à formação de um raciocínio mais elaborado. Além do alto índice de aprovação das expectativas em relação ao curso, constatou-se que os a- lunos viram muitos pontos positivos na dinâmica do mesmo. Neste aspecto, foram obtidas 55 respostas, classificadas da forma abaixo: Resposta sinalizando a inexistência de aspecto mais importante: (1,82%) Conjunto de respostas pontuando aspectos positivos sobre a relação entre o conteúdo programático (incluindo as atividades complementares) e o corpo docente; (60%). Conjunto de respostas apontando para a oportunidade de crescimento pessoal, bem como a ampliação da capacidade de análise da realidade sócioeconômica, vislumbrando a possibilidade de intervenção efetiva e abrangente (38,18%). Detendo-se nas razões levantadas, foi possível identificar ainda como os alunos pensam que tais aspectos podem contribuir para o alcance de seus objetivos. Neste ponto, expectativas de aprimoramento de análise da realidade social se sobrepuseram àquelas de crescimento pessoal, traduzidas por termos como conhecer-se melhor. De modo geral, destacaram-se as respostas que enfa- 19

6 tizam a mudança de percepção ao longo do curso. Essa tendência permite a interpretação de que tanto o conjunto de disciplinas quanto a forma utilizada pelos professores para trabalhá-las estão propiciando aos alunos o exercício de repensar a realidade. É sabido que os alunos, de modo geral, e não apenas os de Serviço Social, entram para a faculdade desprovidos de uma visão crítica da realidade social. Isto é resultado de um tipo de socialização orientada por valores ideológicos que visam a justificar e não questionar a forma como a sociedade está estruturada. Para tanto, contribuem a escola, a família, as religiões e outros mecanismos de reprodução das relações sociais. Entretanto, nos cursos ligados à área humana, normalmente, o contato com conteúdos das diversas disciplinas orientados por uma perspectiva crítica permite ao aluno repensar os paradigmas e valores norteadores de sua visão de mundo, levando-o a se posicionar frente à sociedade, identificando-se politicamente com as questões das classes populares, por vezes, independentemente da classe social originária. Em contrapartida, no que tange aos aspectos negativos relativos ao curso, há questões a serem contornadas. Optou-se novamente por classificar as respostas encontradas, num total de 61, que foram agrupadas em 7 categorias. É importante salientar que nem todos esses aspectos estão diretamente vinculadas ao curso, haja vista um percentual significativo (27,87%) de respostas que dizem respeito à instituição CEUNAM. Neste conjunto, destacaram-se respostas que apontaram as aulas aos sábados como fator negativo, seguidas daquelas que fazem referência ao curto espaço de tempo entre a 1a e a 2a avaliação bimestral. Atualmente, entretanto, a carga horária acadêmica do curso de Serviço Social está concentrada de segunda a sexta-feira, somente à noite, uma tendência encontrada também em outros cursos da Instituição. As respostas concernentes ao conteúdo programático fazem referência, por um lado, ao excesso de teoria das disciplinas, em especial na de Informática que, para os alunos, deveria conter elementos mais práticos. Por outro, apontam a necessidade de maior tempo dedicado às disciplinas de Português e Política Social. Já a diversidade das respostas quanto à organização do curso não permitiu a identificação de prevalências. Neste conjunto foram agrupadas as respostas cuja solução e/ou encaminhamento fosse, de alguma forma, de responsabilidade da coordenação do curso. Houve respostas sinalizando para problemas na relação professor aluno, com ênfase na forma como os professores de outras áreas conduzem as disciplinas. Contudo, foi lembrada também a falta de didática de alguns professores do curso, tanto em sala de aula como fora dela. A antecipação para os primeiros semestres da disciplina de Pesquisa foi considerada como negativa, bem como o fato de a Monografia passar a ser apresentada em público. Atrasos para começar as aulas, antecipação do horário de saída e pouco tempo para entregar trabalhos também foram aspectos lembrados pelos alunos como interferindo negativamente na dinâmica do curso. Foram apontados ainda: ausência de visitas, com professores, a instituições; falta de trabalho de campo no início do curso; poucas informações sobre o curso; poucas pesquisas extraclasse, com ênfase nos livros. Tais insatisfações acabam se referindo à estrutura e funcionamento dos cursos noturnos, em geral, os quais concentram as atividades acadêmicas no horário de aula, visto que esse é o único período de tempo disponível para a turma. Sendo assim, certas atividades apontadas extrapolam o universo específico do CEUNAM, constituindose em um aspecto global, de ordem social e econômica, vivenciado em outras instituições que o- fereçam cursos noturnos. Os aspectos envolvendo o estágio foram responsáveis por significativo percentual do conjunto de respostas, indicando a preocupação dos alunos com essa prática. As respostas variaram desde a dificuldade de conseguir local para estagiar, devido principalmente às poucas alternativas apresentadas, até a dificuldade de articulação teoria-prática, bem como o pouco tempo ou não oportunidade de uma troca de experiências mais intensa entre estagiários. Mas o que chamou a a- tenção foi a prevalência de respostas sinalizando a inexistência de uma preparação ao estágio. Ou seja, o aluno sente-se despreparado para enfrentar esse momento acadêmico. Outros não se sentem apoiados pela disciplina de Estágio na experiên- 20

7 cia que realizam. Tais colocações parecem estar calcadas em um paradigma linear, próprio da visão dicotômica da realidade, onde a teoria é pensada como um conjunto de verdades absolutas e universais, anterior a qualquer prática. Em contrapartida, de acordo com a visão dialética, teoria e prática são consideradas, na proposta curricular, o núcleo articulador da formação do profissional, na medida em que os dois elementos são trabalhados de forma integrada, constituindo uma unidade indissociável. A teoria não se apresenta como um conjunto de regras e normas. É formulada e trabalhada a partir do conhecimento da realidade concreta. Quanto à prática, ela é ponto de partida e, também, de chegada (FÁVERO, 1996, p. 65). Há quem tenha levantado a pequena relação entre o supervisor e o curso e, também, que o estágio começa tarde. Como alternativa para superar o hiato teoriaprática no processo de formação, reformulou-se a grade curricular inserindo atividades de pesquisa permanentemente. Portanto, compartilha-se com Alves e Garcia (1996) sobre a relevância do viés investigativo na formação e atuação profissional: a prática não entendida apenas como atividade, mas também, e principalmente, como acumulação e transmissão de conhecimentos apriorísticos, vistos como apropriação refletida da prática (p. 79). Nota-se que nos aspectos negativos elencados que alguns impedimentos são decorrentes da condição de trabalhador de nosso aluno. No caso do estágio, por exemplo, além da dificuldade natural de ofertas, a maioria das instituições que abre campo para tal experiência, de modo geral, impõe uma jornada incompatível com a disponibilidade de tempo do aluno. Essa exigência normalmente está relacionada ao horário de funcionamento dessas instituições.existem outros aspectos que acabam reduzindo as possibilidades de encontrar campo de prática. Alguns deles estão relacionados aos cuidados tomados pela Coordenação de Estágio visando validar a experiência no processo de aprendizagem. Entre eles, destaca-se a preocupação em eleger instituições cujos profissionais de Serviço Social estejam realmente disponíveis para realizar a supervisão do aluno, ajudando-o no desafio de fazer as aproximações necessárias entre a teoria e a prática e participando das atividades inerentes a esse exercício. Porém, normalmente observa-se certa resistência dos profissionais nesse sentido, haja vista que a atividade de supervisor, além de não ser remunerada, é assumida como uma tarefa a mais pelos mesmos. Na percepção dos alunos, existem alguns obstáculos para a conclusão do curso. Neste aspecto, as respostas também variaram bastante, sobressaindo-se, no entanto, as questões relacionadas às dificuldades de conciliar atividades (34,38%), seguidas daquelas em que o problema financeiro é a maior dificuldade. Tais índices estão diretamente relacionados tanto ao fato de nosso aluno precisar exercer atividades remuneradas para garantir a sua sobrevivência, bem como a de sua família, restando-lhe pouco tempo para a dedicação aos estudos, quanto às rendas individual e familiar auferidas. Assim, o escore de 14,06% de respostas referindo-se à inexistência de qualquer obstáculo pode estar relacionado àquelas situações nas quais os alunos não possuem vínculo empregatício (11,9%). Nesta mesma proporção (14,06%), foram identificadas respostas colocando a disciplina Monografia como fator obstaculizante para a conclusão do curso. É importante esclarecer que a referida disciplina, ao longo da história do curso, tem sido motivo de preocupação entre os alunos, principalmente nos últimos períodos. Contudo, tal preocupação intensificou-se, com a alteração da grade curricular ocorrida no segundo semestre do ano de 1998, que, entre outras modificações introduzidas nas disciplinas de Pesquisa, colocou como exigência a defesa oral da disciplina de Monografia. Silva (1997), salienta que a Monografia/Trabalho de Conclusão de Curso se constitui em um instrumento sistematizador de práticas profissionais, porém, muitas vezes desvinculado da prática de pesquisa, a qual poderia criar todo um contexto para a atualização/revisão das práticas desenvolvidas, fundamental para a transformação da realidade. A defesa pública tem possibilitado a divulgação do trabalho teórico-prático do corpo discente, abrindo espaço de discussão das experiências de estágio conciliadas com as de pesquisa e contribuindo para a construção de uma postura mais madura para alunos e professores frente à forma- 21

8 ção profissional. Também é significativo afirmar que, de certa forma, essa experiência tem contribuído para a continuação dos estudos em programas de pós-graduação. Como analisam Kerscher & Kerscher (1998): A monografia está relacionada com a conclusão de um curso, portanto com o final de uma etapa almejada. Todo curso, seja de graduação, especialização ou MBA em como meta preparar o aluno para o objetivo que o fomentou. O final de um curso [...] vem acompanhado de um sentimento de insegurança. O desconhecido causa insegurança. [...] Os momentos de independência e a conseqüente liberdade causam insegurança, principalmente porque está associada à responsabilidade por um futuro que no momento não é conhecido ou apenas vagamente vislumbrado e pelo qual se espera que as novas habilidades sejam demonstradas (p. 51). Em relação às expectativas futuras, um número significativo de respostas contemplou atuar como assistente social (39,72%) e continuar estudando (30,13%), seja em cursos de atualização, pós-graduação ou outros cursos. Ainda 15,05% das respostas referem-se a prestar concursos públicos. Tal percentual sugere que a realização profissional se encontra inserida na realização pessoal e que o curso de Serviço Social do CEUNAM tem possibilitado aos seus alunos a busca de novos espaços na sociedade. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CARVALHO, C. P. de. Ensino Noturno: realidade e ilusão. 7. ed. SP: Cortez, ENGUITA, M. F. O discurso da qualidade e a qualidade do discurso. In: GENTILI, P. A. A; SILVA, T. T. da (org.). Neoliberalismo, qualidade total e educação visões críticas. 2. ed. Petrópolis: Vozes, FÁVERO, M. de L. de A. Universidade e estágio curricular: subsídios para discussão. In: ALVES, N. (org.). Formação de Professores: pensar e fazer. 4. ed. São Paulo: Cortez, GRASSI, E. Profesiones femeninas: la reproducción de la desigualdad. Serviço Social e Sociedade 32, São Paulo: Cortez, IAMAMOTO, M. V. Renovação e Conservadorismo no Serviço Social. 2. ed. São Paulo: Cortez, KERSCHER, M. A & KERSCHER, S. A. Monografia: como fazer. Rio de Janeiro: Thex, MARTINS, C. B. O público e o privado na educação superior brasileira nos anos 80. São Paulo: Papirus, NETTO, J. P. Teoria, método e história na formação profissional. Painel ocorrido na XXIV Convenção da Associação Nacional de Ensino em Serviço Social. Cadernos ABESS 1. São Paulo: Cortez, SILVA, J. O. Educação, processo de trabalho e Serviço Social. Porto Alegre: Dacasa, SIMÕES, Pedro. Perfil dos Alunos de Serviço Social Alunos da SUAM. Relatório de Pesquisa. Escola de Serviço Social da UFRJ, Rio de Janeiro, VIEIRA, S. L. O discurso sobre a universidade nos anos 80. Cadernos CEDES, São Paulo: Papirus,

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