CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO PARANÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM TECNOLOGIA MESTRADO EM INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

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1 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO PARANÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM TECNOLOGIA MESTRADO EM INOVAÇÃO TECNOLÓGICA A ESCOLA E O NOVO AMBIENTE ECONÔMICO: UMA ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE AS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR FAE/CDE (BRASIL) E BALDWIN-WALLACE COLLEGE (EUA) CURITIBA 1999

2 LUIZ FERNANDO R. CAMPOS A ESCOLA E O NOVO AMBIENTE ECONÔMICO: UMA ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE AS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR FAE/CDE (BRASIL) E BALDWIN-WALLACE COLLEGE (EUA) Dissertação apresentada para a obtenção de grau de Mestre em Tecnologia: Ênfase em Inovação Tecnológica, do Programa de Pós- Graduação em Tecnologia do Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná. Orientador: Professor Doutor Carlos Artur Krüger Passos CURITIBA 1999 ii

3 AGRADECIMENTOS A Deus, inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. A meus pais, Alberto e Diva, que, muito mais que instrução, deram-me educação. A minha esposa Cleide, incentivadora constante, incansável companheira de todas as horas. A meus mui amados filhos, Maria Fernanda, Maria Luiza e Luiz Guilherme, pacientes e compreensivos com minha ausência. Ao professor Carlos Artur Krüger Passos, por sua dedicação, orientação e enorme paciência durante todo o processo de elaboração desta dissertação. Aos professores João Augusto Bastos e Sonia Ana Leszczynski pelo apoio que me foi dado durante minha permanência no Programa de Mestrado. Aos colegas de Mestrado, grandes companheiros de estudos e que muito me ensinaram com suas experiências de vida. À FAE/CDE, na pessoa do professor Judas Tadeu Grassi Mendes, pelo incentivo aos estudos e trabalhos na vida acadêmica, como também pelo apoio à editoração da presente dissertação. À professora Viviane Maria Penteado Garbelini, por comentários e sugestões sempre pertinentes à área pedagógica. A todos que direta ou indiretamente contribuíram para o desenvolvimento desta dissertação. iii

4 SUMÁRIO RESUMO... vi ABSTRACT... vii INTRODUÇÃO O NOVO AMBIENTE ECONÔMICO A GLOBALIZAÇÃO A REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA EM CURSO AS NOVAS FORMAS DE GESTÃO A EDUCAÇÃO DOS CIDADÃOS E O NOVO AMBIENTE SÓCIO-ECONÔMICO A EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA A EDUCAÇÃO PERMANENTE EDUCAÇÃO DE EMPREENDEDORES A ESCOLA E O NOVO AMBIENTE EDUCACIONAL A ESCOLA FLEXÍVEL A ESCOLA ATUALIZADA A ESCOLA PEDAGOGICAMENTE MODERNIZADA ANÁLISE DE UM CASO PARTICULAR A FAE/CDE COMO INSTITUIÇÃO EDUCACIONAL Histórico Missão da FAE/CDE Programa de Graduação Programa de Pós-Graduação A INSTITUIÇÃO BALDWIN-WALLACE COLLEGE Histórico Missão da Baldwin-Wallace College Programa de Graduação Programa de Pós-graduação Participação da Comunidade Elementos para uma Comparação CONSIDERAÇÕES FINAIS iv

5 5.1 PROPOSTAS INTERNAS Cursos Corpo Docente Corpo Discente Processo de Avaliação ALUMNI SOCIEDADE FUTURA REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS v

6 RESUMO Os países mais desenvolvidos mostraram um crescimento econômico no período como nunca houvera acontecido. A razão disso era a produção em massa, representando até então a melhor forma existente de transformação de insumos em produtos (ou serviços). O intenso intercâmbio comercial entre os vários países produziu a internacionalização do capitalismo, fenômeno esse chamado de globalização. Para sobrepujar a grande concorrência, atendendo um mercado cada vez mais exigente, necessário era produzir em uma escala menor, sem desconsiderar os impactos econômicos. Em complemento às novas formas de gestão foram agregados esforços educacionais, convocando todos os envolvidos, sem exceção, ao comprometimento com as possíveis melhorias a serem alcançadas. O Japão, e mais precisamente a empresa automobilística Toyota, foi um marco no mercado econômico mundial, servindo de modelo na década de 1980 para muitas indústrias americanas e européias nesse processo de melhoria de qualidade e produtividade. A educação formal pode auxiliar o país inserido neste novo ambiente socio-econômico, apontando para o seu necessário redirecionamento, fornecendo as condições de atualização prática, permanecendo no mercado somente os profissionais que a cultivarem sistematicamente. Estando os dirigentes das universidades, conscientes desta necessidade e da sua capacidade de orientação, buscam formar os futuros tomadores de decisão e, espera-se, a partir daí, um envolvimento da sociedade em geral, cidadãos, empresas, governo, organizações nãogovernamentais, para que se possa alcançar esse grau de cidadania, que forja cidadãos emancipados, criativos, inovativos, pró-ativos. Como competitividade tem-se mostrado mais um resultado dos investimentos em inovação, isto, em última instância, significa maior nível educacional. Após as informações obtidas com a direção da FAE/CDE (Faculdade Católica de Administração e Economia/Centro de Desenvolvimento Empresarial), aconteceu o levantamento de dados que, somado à experiência vivenciada pelo autor por meio de visita feita a BWC (Baldwin-Wallace College - USA), serviu para análise deste estudo de caso. Ao final do trabalho, acredita-se que a FAE/CDE possa colaborar na efetivação das propostas aqui apresentadas, promovendo assim um estreitamento de relações produtivas com a comunidade. vi

7 ABSTRACT Most developed countries have shown economic growth between like never before. This was due to mass production, representing the best process of transforming inputs into products (or services) up to this time. The intensive trade between countries provided an internationalization of capitalism the so-called globalization phenomenon. In order to overcome competition and attending to market needs, it was necessary to produce on a minor scale while considering economical impacts. In addition to new managerial systems educational efforts were added, leading all people involved to a commitment to all possible improvements, without exception. Japan, and more precisely the automotive industry called Toyota, was a trend setter in the economic market worldwide, being a model in the 80 s for many American and European industries in this quality and productivity process. A formal education helps the country which is in this new social-economic environment, showing new direction, giving the conditions for a practical updating and being in the market as the only ones who can adjust themselves. If the universities managers are aware of these needs and if its orientation capability is guiding to build decision makers, there is expected an involvement in the general society: citizen, enterprises, government, nongovernment organizations, in order to reach a citizenship level that makes emancipated, creative, innovative and pro-active citizens. As competitiveness is being shown as a result of innovation investments this means higher education levels. After obtaining information with FAE/CDE directors, it took place an data survey and an experience taken by the author by means of visiting Baldwin- Wallace College (USA) in order to analyze this study case. At the end of this work it is believed that FAE/CDE may effect the presented proposals, shortening productive relations within community. vii

8 1 INTRODUÇÃO Durante os primeiros meses de estudo no mestrado em Inovação Tecnológica pertencente ao Programa de Pós-graduação em Tecnologia (PPGTE) do Centro de Educação Tecnológica do Paraná (CEFET-PR), foram sendo analisados com mais detalhes quais seriam as melhores possibilidades de pesquisa e respectivo desenvolvimento para o trabalho ora apresentado. Muitos fatores contribuíram para a escolha deste tema, quais sejam o envolvimento do autor direta ou indiretamente com a indústria automobilística no período , o estudo nas áreas econômicas, tanto na graduação quanto na pós-graduação lato sensu e, recentemente, o trabalho como professor na área da economia industrial, e também como profissional envolvido no planejamento estratégico da FAE/CDE - Faculdade Católica de Administração e Economia/Centro de Desenvolvimento Empresarial. Talvez a mais forte das motivações tenha sido a participação em julho de 1998, no intercâmbio promovido pela FAE/CDE com a Baldwin-Wallace College. Na oportunidade, foi possível comparar empiricamente as instituições brasileira e norteamericana, que possuem muitos pontos em comum, como sendo escolas de negócios, têm tradição e suporte religioso e ambas estão inseridas em cidades de porte populacional equivalente, sendo tais instituições eleitas objeto de estudo feito e apresentado neste trabalho. O objetivo principal do estudo é mostrar a realidade de dois ambientes acadêmicos semelhantes, porém em países diferentes. Como objetivos secundários são mostradas a participação da sociedade norteamericana na escola de nível superior e também a sua relação com as empresas da região onde encontra-se instalada. A metodologia empregada foi uma análise comparativa feita por meio de um estudo de caso, com base na literatura pedagógica e nas diretrizes que norteiam tais

9 2 instituições. Complementam as informações ora apresentadas, os dados obtidos pelo diário feito pelo autor durante o intercâmbio. Assim, pretende-se apresentar tal experiência norte-americana na FAE/CDE, com o propósito de colaborar no processo de direção dessa escola, reforçando-se a necessidade e os impactos possibilitados pelo planejamento estratégico, no contexto da globalização. Para dar conta do tema, este estudo encontra-se estruturado em cinco capítulos. O primeiro deles está centrado em uma reflexão sobre a transformação de conceitos e direcionamento para o novo ambiente econômico, em função do processo de globalização. Tal processo, influenciado pela revolução tecnológica em curso, somado às novas formas de gestão, serviu como suporte analítico para o desenvolvimento desta dissertação. No capítulo 2 o autor trata da educação neste novo ambiente socioeconômico, apontando para o seu necessário redirecionamento. Em complemento ao exposto, no capítulo 3 o enfoque está voltado para a escola e o novo ambiente educacional. O intuito é mostrar que a universidade, essa escola que não deixa de ser empresa, inserida no contexto socio-econômico, deverá estar atenta para, além do ensino teórico, fornecer ao seu público as condições de atualização prática. O exame das duas instituições de ensino superior FAE/CDE (Brasil) e Baldwin-Wallace College (EUA) constitui o foco no capítulo 4. Nele encontram-se a origem de ambas as entidades, seus respectivos programas de ação, em especial a oferta de pós-graduação. O último capítulo apresenta, a partir da análise comparativa, alguns elementos para reflexão e propostas a serem implementadas, voltados à estrutura e funcionamento da FAE/CDE. Finalizando, é importante salientar a complexidade dos estudos aqui tratados, até mesmo em função das rápidas mudanças percebidas em seu contorno, e as inúmeras possibilidades de interpretação e análise que eles permitem. Este trabalho constitui apenas a tentativa de explorar uma dessas possibilidades.

10 3 1 O NOVO AMBIENTE ECONÔMICO 1.1 A GLOBALIZAÇÃO É senso comum, e também científico que o ser humano é um animal social, que necessita estabelecer relações das mais variadas ordens. Com efeito, ao longo dos tempos, gradativa e constantemente foi ampliando seu mundo, que se resumia até o local onde pudesse alcançar e retornar são e salvo. E para prover sua subsistência lançou mão do trabalho conjunto e da troca de produtos. Dava início assim, ao chamado "comércio", a mola propulsora utilizada para satisfazer suas necessidades, em maior ou menor escala. Somando necessidade e ambição, o homem tem feito do comércio um meio para expandir suas fronteiras. Foi assim com as tribos nômades, com os antigos egípcios, com o poderoso império romano, com as grandes navegações dos portugueses, espanhóis, holandeses, dentre vários outros. Continua sendo assim na atualidade; porém, hoje o indivíduo comercializa não somente na sua aldeia, mas em todos os pontos do planeta. O globo é um só mercado. Globalização pode ser entendida como um estágio mais avançado do processo histórico de internacionalização, caracterizado como uma etapa de forte aceleração da mudança tecnológica, rápida difusão de um novo padrão de organização da produção e da gestão, avanço da concentração dos mercados dentro dos blocos regionais, aprofundando a centralização do capital, e difusão desigual da mudança tecnológica (Estados Unidos, Japão, Europa). Freqüentemente abordada pelas ciências sociais, a globalização é sempre citada "pelos gurus de gestão, jornalistas e políticos. É dito que vivemos numa época na qual grande parte da vida social é determinada por processos globais, onde as culturas, as economias e as barreiras nacionais estão se dissolvendo". (HIRST & THOMPSON, 1998, p.1)

11 4 Alguns estudiosos têm procurado determinar quando a globalização efetivamente começou a ocorrer. Existe uma certa divergência, pois não é ela um fato isolado, mas sim um processo que aglutina inúmeros fatores em constante aprimoramento. Muitos citam como data inicial o acordo feito em Bretton Woods, New Hampshire, EUA em 1944, onde os "arquitetos da economia mundial" pregavam um mercado livre, mas os movimentos de capital não deveriam ser livres. Outros tentam situar temporalmente globalização como atividade econômica "(...) somente desde a Segunda Guerra Mundial, e particularmente durante os anos 60. A era dos pós 60 foi caracterizada, por um lado, pela emergência das atividades das companhias multinacionais e, por outro, pelo rápido crescimento do mercado internacional". (HIRST & THOMPSON, 1998, p.18) Já outros autores sugerem momentos diferentes, tais como anos 50 (Robertson), 60 (Oman), 70 (Baumann) e 80 (vários). (SCHERER, 1997, p ) Se é polêmica a demarcação de sua origem, seu entendimento não o é. A globalização é a expressão de um mundo sem fronteiras, resultante das quedas de barreiras (comerciais e não-comerciais) existentes no intercâmbio internacional. É uma nova etapa do processo de mundialização do capitalismo. 1 A economia mundial capitalista tem sido objeto de rápidas e importantes transformações, principalmente durante os anos 80, sendo caracterizada por um processo de internacionalização bastante intenso e profundo da vida social, cultural, política e econômica. Tem sido marcado por uma etapa de grande aceleração de alteração dos processos tecnológicos, alteração essa, caracterizada pela difusão das inovações telemáticas (conjunto de técnicas e serviços que associam as telecomunicações e a informática), juntamente com o aparecimento de um novo 1 O capitalismo é um regime econômico de uma sociedade humana, marcado pelo grande desenvolvimento dos meios de produção em que os trabalhadores não são os proprietários de tais meios. Esse sistema de produção tem como fundamento a propriedade privada e a liberdade de mercado, estando presente principalmente nos países industrializados.

12 5 padrão organizacional para gestão e produção de bens e prestação de serviços, isto significa dizer a passagem da produção em massa para a produção enxuta. Como características desse novo processo, têm-se as cadeias de suprimento e distribuição por meio de redes capazes de reduzir estoques, perdas, períodos de altas e baixas no volume de produção, conseqüentemente tornando os processos produtivos mais rápidos, eficientes e, portanto, mais eficazes. Por outro lado, a alta velocidade de difusão desse novo padrão (organização e gestão) vem acentuando a importância do comércio regional, uma vez que a sistemática just in time, 2 em contraposição ao sistema just in case, 3 e a adaptabilidade às demandas do mercado exigem dos produtores, fornecedores, clientes e consumidores uma certa proximidade física. Considerando-se o avanço da concentração dos mercados dentro dos blocos regionais, nota-se uma contínua centralização do capital, o que tem contribuído para o aparecimento de um volume significativo de setores oligopolizados em nível mundial. Vários são os setores em que isto pode ser notado, tais como informática, eletrônica, química e petroquímica, cosméticos e indústria farmacêutica, porém é na indústria automotiva que o oligopólio mundial é mais evidente, aparecendo o domínio de não mais que dez produtores internacionais, que competem globalmente. A intensa e desigual mudança tecnológica, a diferenciação das estruturas industriais e empresariais entre os países ditos de Primeiro Mundo e os emergentes, resultam em grandes e permanentes desequilíbrios comerciais, caracterizando um cenário multicentrado (EUA, Alemanha e Japão), com grande grau de complexidade e interdependência, focado cada vez mais nas transações comerciais e financeiras. 2 Just in time (no momento exato): "forma de administração da produção industrial e de seus materiais, segundo a qual a matéria-prima e os estoques intermediários necessários ao processo produtivo são supridos no tempo certo e na quantidade exata". (FRANZOI, Nara Lisboa. In: CATTANI, Antonio David. Trabalho e tecnologia: dicionário crítico. Petrópolis : Vozes, 1997). 3 Just in case (para quando for o caso): "forma tradicional de administração da produção e de estoques baseada na organização de fábrica em seções fixas (tornos, fresas, montagem etc.) e na noção de lotes econômicos. Está diretamente associada aos modelo fordista e taylorista de organização fabril". (FRANZOI, Nara Lisboa. In: CATTANI, Antonio David. Trabalho e tecnologia: dicionário crítico. Petrópolis : Vozes, 1997).

13 6 Conforme COUTINHO (1995, p.25), os principais pontos esclarecedores a respeito da natureza da globalização são: aceleração intensa e desigual da mudança tecnológica entre as economias centrais; reorganização dos padrões de gestão e produção de tal forma a combinar os movimentos de globalização e regionalização; difusão desigual da revolução tecnológica, reiterando os desequilíbrios comerciais e de balanço de pagamentos, resultando num policentrismo econômico que substitui a bipolaridade nuclear do pósguerra e se expressa na fragilização do dólar vis-à-vis o fortalecimento do iene e do marco; significativo aumento do número de oligopólios globais, dos fluxos de capitais e da interpretação patrimonial (investimentos "cruzados" e aplicações financeiras por não-residentes) dentro da tríade; a ausência de um padrão monetário mundial estável, no contexto de taxas cambiais flutuantes, magnifica a especulação e os mecanismos de neutralização (derivativos) não são, entretanto, capazes de prevenir a possibilidade de rupturas sistêmicas. O conceito de globalização vem sendo utilizado amplamente como referência a uma quantidade enorme de fenômenos e situações, mormente desde os anos 70, pois estariam mostrando uma "redefinição nas relações internacionais em diferentes áreas da vida social, como a economia, as finanças, a tecnologia, as comunicações, a cultura, a religião etc.". (SCHERER, 1997, p.114) Fatos marcantes da nossa história, entre as décadas de 1980 e 1990, foram determinantes no processo de mudanças políticas e econômicas no ambiente mundial. Alguns como a queda do muro de Berlim, o fim da Guerra Fria, o fim do socialismo real, o fortalecimento do capitalismo na forma do neoliberalismo, o desaparecimento da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, a formação de blocos econômicos regionalizados, tais como Mercosul, Nafta, União Européia, a Terceira Revolução Industrial ou Tecnológica, levaram alguns analistas e cientistas políticos quanto às mudanças sociais e econômicas a um ponto de perplexidade nunca antes imaginado. Pelo uso corrente da palavra "globalização" tem-se a idéia que isto é algo novo. Em verdade, o mundo sempre foi "globalizado", dependendo do ângulo que se enfoca, mas nunca foi tão efetivo, tão notório como tem sido nas últimas décadas. Isto porque todo o globo está, de uma forma ou de outra, ligado entre si, quer economicamente (vide as influências das bolsas de valores por todo o mundo nas transações comerciais internacionais), quer em termos de comunicação (vide telejornalismo, Internet e outros).

14 7 Em termos gerais, o acesso a mercadorias e produtos internacionais tem sido muito fácil, na atualidade, para o consumidor em geral. Em qualquer supermercado de porte razoável, é possível "montar" uma refeição "internacional" adquirindo produtos das mais variadas partes do mundo: macarrão da Itália, arroz dos Estados Unidos, queijos da França, azeite de Portugal ou Espanha, sucos do Chile e chocolates da Suíça, dentre um sem-número de opções disponíveis. Além disso, existe uma tendência de padronização de demanda, sob vários aspectos, tais como o tecnológico, o organizacional e o mercadológico, conduzindo a uma fragmentação produtiva e a uma múltipla oferta de produtos e serviços. Um exemplo de efeito do impacto causado pela globalização em países emergentes foi a crise financeira ocorrida no México em dezembro de Apesar de seguir as orientações do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional desregulamentando a economia, fazendo abertura econômica e pondo em prática uma política de privatizações de suas empresas estatais, perdeu, de um dia para outro, bilhões de dólares em capital transferido para outros mercados financeiros. Essa crise teve as seguintes conseqüências típicas conhecidas: inflação, recessão, aumento do desemprego e falência de empresas. Vive-se um momento muito particular na história. A globalização exige das empresas nacionais um enorme esforço de adaptação à nova realidade do mercado mundial: métodos cada vez mais apurados de administração empresarial, novas tecnologias, baixos custos de produção, mão-de-obra altamente qualificada, capital financeiro eficazmente controlado, requisitos estes que nem sempre elas estão aptas a possuir. Nesse sentido, "A globalização ao tornar mais livre o espaço de circulação da riqueza e da renda dos grupos integrados, desarticulou a velha base tributária das políticas keynesianas e submeteu a capacidade de endividamento do Estado ao poder de veto dos mercados financeiros". (BELLUZZO, 1995, p.19) Pode-se dizer que o Brasil é uma economia bastante internacionalizada e está caminhando para que essa característica se acentue, em vista do processo de globalização vivenciado.

15 8 Também pertencente a essa conjuntura econômica, o país abriu-se para o mercado externo, tem uma política de privatizações e ofertou uma série de vantagens para que companhias transnacionais aqui se instalassem. Com relação à indústria brasileira, seu atraso tecnológico manifesta-se principalmente na defasagem de equipamentos e das tecnologias de processo e de produto, na pequena disseminação de modernas técnicas de gestão, e no reduzido investimento em atividades de Pesquisa & Desenvolvimento. Esse atraso também está presente "no inexpressivo desenvolvimento das indústrias ou atividades representativas dos novos paradigmas tecnológicos com exceção parcial da informática, inclusive equipamentos de automação". (SUZIGAN, 1992, p.102) Porém, a instabilidade macroeconômica e a inflação ocorrida no Brasil dos anos 80 promoveram "o enfraquecimento do já limitado esforço de desenvolvimento científico e tecnológico, inclusive formação de recursos humanos no país. A exceção a essa regra foi o conjunto de iniciativas do extinto MCT entre 1986 e 1989, incrementando substancialmente os recursos para concessão de bolsas (estudo e auxílio-pesquisa) e para o desenvolvimento de tecnologias de ponta ". (SUZIGAN, 1992, p.98) Em termos de gestão administrativa, a globalização dos mercados "requer a compreensão, pela alta administração da companhia, de todas as amplas forças que caracterizam os mercados contemporâneos". (GODINHO, 1998, p.10) Muitas empresas, e mesmo vários países, ainda consideram mão-de-obra barata e grande quantidade de matéria-prima disponível como suficientes para se manter no mercado, nacional ou internacional, de forma competitiva. Estas variáveis, porém, estão sendo consideradas "cada vez menos como uma vantagem comparativa para a magnitude que representa uma diminuição da participação do valor adicionado em virtualmente todos os produtos". (CARDOSO, 1996) É certo que, em tempos de globalização, "reabre-se a problemática do trabalho" (IANNI, 1996, p.22), e o problema do desemprego em níveis internacionais

16 9 vem se agravando desde 1973 "com suas raízes nos desdobramentos do sistema financeiro e comercial internacional". (EATWELL, 1996, p.42) 1.2 A REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA EM CURSO Com a globalização, as técnicas de gestão até então utilizadas também passaram a sofrer profundas alterações. Até há bem pouco tempo, era comum existir no meio empresarial este dilema: investir no funcionário, com retorno questionável e a longo prazo, ou melhorar o nível tecnológico de máquinas e equipamentos disponíveis para produção, com uma certa dose de garantia de retorno sobre o investimento. LANDES (s.d.) afirma ser o conhecimento "a única commodity que pode ser distribuída sem o empobrecimento daquele que a distribui", mas, por outro lado, se "uma sociedade não possui aquele tipo de espírito que gera tecnologia, ela (sociedade) não irá absorver nem técnica nem conhecimento". De acordo com HORKHEIMER (1976, p.26), (...) parece que enquanto o conhecimento expande o horizonte da atividade e do pensamento humano, a autonomia do homem enquanto indivíduo, a sua capacidade de opor resistência ao crescente mecanismo de manipulação de massas, o seu poder de imaginação e o seu juízo independente sofreram uma aparente redução. O avanço dos recursos técnicos de informação é acompanhado de um processo de desumanização. Atualmente, ao lado das informações técnicas, tem-se valorizado o ser pensante como também o ser sentimento. Nessa perspectiva, as gerações em construção não devem ser esquecidas. Essa preocupação é mostrada por GOLEMAN (1995, p.7), quando afirma que é preciso: "dar mais atenção à competência emocional e social de nossas crianças e de nós mesmos, e cultivar com mais vigor essas aptidões do coração humano, (...) não apenas como um antídoto, mas também como medida preventiva contra crimes violentos, suicídios, abusos de drogas e outros indicadores de mal-estar emocional". Com efeito, muitas são as mudanças a serem consideradas na atualidade. É sabido que "ao término de um período de decadência sobrevem o ponto de mutação" (CAPRA, 1982, p.5) e estamos passando por esse ponto tanto na área tecnológica quanto na comportamental. Por isso mesmo, a efetiva participação do trabalhador na empresa poderia torná-lo um elemento comprometido com o processo de produção.

17 10 Foi possível às principais economias industriais do mundo reencontrar o caminho do crescimento econômico após um período de crise de 1973 a 1983, caracterizado por estagflação, 4 choques de preços do petróleo, taxas de juros e instabilidade financeira e redução nas taxas de produtividade. No período compreendido entre 1983 e 1990 houve uma ligeira expansão da economia mundial capitalista, marcada pela estabilidade de preços. Por maior que tenha sido a cooperação entre as grandes potências capitalistas nestes últimos anos, não foi o suficiente para assegurar a manutenção de investimentos na área produtiva. Foram ainda necessários o desenvolvimento e a difusão de um volumoso conjunto de inovações tecnológicas, de grande impacto sobre as estruturas industriais das economias capitalistas de maior importância. A utilização da microeletrônica para o desenvolvimento tecnológico de novos produtos e serviços auxiliou sobremaneira na formação de um conjunto de inovações, capazes de se inserir fortemente em todos os setores da economia, direta ou indiretamente. Começava a formação de um novo paradigma tecnológico. Conforme COUTINHO (1992, p.71), pode-se destacar as (...) sete principais tendências novas que vêm emergindo no cenário mundial nos últimos anos e que devem ganhar corpo ao longo dos anos 90, a partir da vigorosa expansão do complexo eletrônico. São elas: (1) o peso crescente do complexo eletrônico; (2) um novo paradigma de produção industrial a automação integrada flexível; (3) revolução nos processos de trabalho; (4) transformação das estruturas e estratégias empresariais; (5) as novas bases da competitividade; (6) a "globalização" como aprofundamento da internacionalização; e (7) as "alianças tecnológicas" como nova forma de competição. Devido ao grau de importância dessas tendências, elas são abordadas a seguir, de uma forma sucinta. 4 Situação simultânea de estagnação (paralização quase que total do comércio) com inflação (alta geral de preços) na economia de um país.

18 11 O Peso Crescente do Complexo Eletrônico O conjunto do chamado "complexo eletrônico" vem ganhando uma expressão quantitativa bastante significativa. Seu rápido crescimento leva a aumentar ainda mais sua participação no valor agregado, no emprego e formação de rendas das economias capitalistas mais avançadas. Razões há para se crer que as potencialidades de acumulação produtiva de capitais, com relação à lucratividade e ao dinamismo dos sistemas industriais avançados, estão diretamente proporcionais ao avanço quanto à diversificação e integração do complexo eletrônico da estrutura industrial. Da mesma forma, a crescente diminuição da distância entre a base técnica do sistema de bens de capital e a microeletrônica tende a fundi-los num grande complexo eletrônico-mecatrônico. Um Novo Paradigma de Produção Industrial A Automação Integrada Flexível Necessário se faz salientar os significativos impactos impostos pela microeletrônica e sua base tecnológica sobre os processos de produção industrial. A eletromecânica, base da transformação mediante automação dedicada, repetitiva e não programável, cede lugar à eletrônica que, por meio de microprocessadores, passa a gerenciar os sistemas de máquinas operatrizes, no todo ou em partes. Os processos contínuos de produção, agora contando com os CLP (controladores lógicos programáveis), possibilitam a otimização total ou parcial dos sistemas produtivos com controle e automação do processo industrial em tempo real. Os processos de automação discretos interrompíveis, antes com grande utilização da automação mecânica, agora com os CLP, permitem a programação otimizada da produção, utilizando-se do CAM (computer aided manufacturing). Com relação aos processos de produção fragmentada, foi possível substituir certas operações manuais repetitivas, estressantes e/ou perigosas por trabalho robotizado, obtendo por conseqüência um melhor rendimento.

19 12 Já para os processos de produção manufatureiro-artesanal, a utilização de máquinas operatrizes e alguns centros de usinagem que faziam uso de comandos numéricos (CN) e comandos numéricos computadorizados (CNC), permitiram um grande avanço do processo produtivo mecânico artesanal para um patamar avançado e flexível de automação programável. A evolução em direção ao estágio avançado de automação flexível integrada por computadores hierárquicos (CIM computer integrated manufacturing) vem se fortalecendo ao longo dos anos 90, juntamente com as técnicas de projeto (CAD computer aided design) e de engenharia (CAE computer aided engineering). Fica assim demonstrado como a mecânica e a eletrônica digital podem se fundir profundamente, propiciando uma radical reestruturação no setor de produção de bens e prestação de serviços. Revolução nos Processos de Trabalho A revolução dentro das organizações com relação aos processos de trabalho já é uma realidade, marcada por características flexíveis, polivalentes, transformando a empresa em um organismo complexo, vivo, capaz de aprender e de ajustar-se. Essa mudança conceitual permite uma verdadeira e crescente flexibilidade na produção, conseqüentemente será possível fornecer uma grande gama de produtos customizados, mantendo-se as economias de escala sem perder as de escopo. Caracterizada pelas economias líderes de mercado, essa flexibilidade demonstra como é possível competir em qualidade e em diferenciação de produtos, simplificando-os ou sofisticando-os, conforme assim determine o mercado. A seguir, alguns pontos marcantes deste processo revolucionário: a) contraposta à programação rígida, a programação flexível exige da força de trabalho fabril uma participação direta no processo, operando e reprogramando os ajustes que se fizerem necessários; b) é necessária uma compreensão global do processo produtivo, portanto, um nível de qualificação amplo e polivalente é mandatório por parte dos operários;

20 13 c) redução dos níveis hierárquicos (gerência, engenharia e produção estão mais próximos); d) investe-se mais em softwares, treinamento, qualificação, coordenação e controle do processo produtivo, juntamente com as necessidades de marketing e design, aprofundando-se, portanto, o nível de conhecimento da empresa; e) substituição do operário que "apenas aperta parafusos durante longos períodos no limite de suas forças" por aquele trabalhador que é "polivalente, flexível, participativo e principalmente comprometido com o que faz"; f) interação entre fornecedor, produtor e consumidor, diminuindo as distâncias entre si, melhorando o canal de comunicação, o comprometimento entre as partes e satisfação geral. Tudo isso é muito interessante, porém novos processos e equipamentos somente alcançarão o desempenho desejado se as forças de trabalho, intelectual e física estiverem preparadas para desempenhar esses novos papéis com eficácia. Transformação das Estruturas e Estratégias Empresariais As modificações de relevância que vêm ocorrendo nas estruturas e nas estratégias das empresas têm como base vários fatores, tais como as formas flexíveis de produção e sua evolução; a oferta de bens diferenciados com preços acessíveis, propiciando uma maior participação no mercado; maior integração entre as áreas da empresa por meio de Intranet; maior e melhor interação entre produtores, fornecedores, clientes e parceiros de negócios, mesmo entre concorrentes. (Entende-se por parceiros de negócios uma relação muito maior que a simples transação comercial entre cliente e fornecedor. Entre parceiros de negócios deve existir influência, cooperação e comprometimento entre as partes, onde os procedimentos de uma delas devem contribuir para o crescimento empresarial da outra e vice-versa.)

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