MAICON ROBERTO RODRIGUES ANÁLISE E CONCESSÃO DE CRÉDITO NA EMPRESA ITACORDA IND. E COM. DE CORDAS LTDA.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MAICON ROBERTO RODRIGUES ANÁLISE E CONCESSÃO DE CRÉDITO NA EMPRESA ITACORDA IND. E COM. DE CORDAS LTDA."

Transcrição

1 MAICON ROBERTO RODRIGUES ANÁLISE E CONCESSÃO DE CRÉDITO NA EMPRESA ITACORDA IND. E COM. DE CORDAS LTDA. Instituto Cenecista Fayal de Ensino Superior Itajaí 2007

2 2 MAICON ROBERTO RODRIGUES ANÁLISE E CONCESSÃO DE CRÉDITO NA EMPRESA ITACORDA IND. E COM. DE CORDAS LTDA. Trabalho de Conclusão de Estágio Supervisionado do Curso de Administração do Instituto Cenecista Fayal de Ensino Superior. Instituto Cenecista Fayal de Ensino Superior Itajaí 2007

3 3 ANÁLISE E CONCESSÃO DE CRÉDITO NA EMPRESA ITACORDA INDÚSTRIA E COMERCIO DE CORDAS LTDA Este trabalho de conclusão de curso foi julgado aprovado para a obtenção do grau de Bacharel em Administração de Empresas do Instituto Cenecista Fayal de Ensino Superior IFES Itajaí, 14 de junho de 2007 Prof. Wilson Reginatto Jr Coordenador de estágios Banca Examinadora Prof. Tarcisio Tomazoni Orientador Prof. Wilson Reginatto Jr Prof. Charles Helfrich

4 4 EQUIPE TÉCNICA Estagiário Maicon Roberto Rodrigues Coordenador de Estágio Wilson Reginatto Junior Coordenador de Conteúdo Tarcisio Tomazoni Orientador de Metodologia Marcello Soares Supervisor de Campo Sergio Montagna

5 AGRADECIMENTOS A Deus Agradeço principalmente a Deus, por conceder-me saúde e inspiração para completar mais essa etapa da minha vida. Aos Mestres Por terem me proporcionado crescimento pessoal e profissional. A Família Agradeço a especialmente a minha tia, por me querer bem, pelo incentivo e apoio dedicados desde o inicio dos meus estudos. A Empresa Itacorda Agradeço a empresa, pelo incentivo aos estudos concedido a mim e também a outros colaboradores, para que possam desenvolver seus talentos, e cada vez mais crescer como profissionais e como pessoas.

6 6 RESUMO O presente trabalho trata do estudo de análise e concessão de crédito da empresa Itacorda Indústria e Comércio de cordas ltda. Com a necessidade do desenvolvimento de um manual para análise e concessão de crédito da empresa Itacorda, foram apresentados diversos conceitos, como o significado da palavra crédito, a função do crédito e as técnicas que podem ser utilizadas no processo de análise e concessão de crédito. As técnicas apresentadas influenciam positivamente na liquidez da empresa.utilizando estas ferramentas as empresas estarão mais preparadas para decidirem se concedem ou não o crédito a um determinado cliente. Por fim, foram analisados os procedimentos atuais utilizados no processo de concessão de crédito da empresa Itacorda, e propostos melhorias que foram apresentadas em forma de manual a fim de padronizar e agilizar as decisões relacionadas à análise e concessão de crédito. Palavras chaves: Análise de Crédito Política de Crédito Risco de Crédito.

7 7 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO Empresa Organograma Justificativa Problema OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivo específico FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Fluxo de Caixa Capital de Giro Capital de Giro Líquido Ciclo Operacional e Ciclo financeiro Necessidade de Capital de Giro Capacidade de Auto Financiamento Necessidade de Capital de Giro com Base em Vendas Liquidez e Rentabilidade Crédito Risco de Crédito Função do Crédito Técnicas para Análise de Crédito Risco do Cliente ou Risco Intrínseco ( INTRINSIC RISK ) Crédit Score Método Rating Política de Crédito METODOLOGIA Modalidade de pesquisa Campo de Observação Instrumentos de Coleta de dados Descrição das Etapas da Investigação RESULTADOS Apresentação da Política de Concessão de Crédito da Itacorda Deficiências Sugestões CONCLUSÃO REFERÊNCIAS ANEXOS Proposta de Política de Crédito para Atendimento na Loja Ficha Cadastral para Atendimento na Loja Proposta de Política de Crédito para a Empresa Itacorda (Pessoa Jurídica) Proposta de Política de Crédito para a Empresa Itacorda (Pessoa Física) Ficha Cadastral Cliente Pessoa Jurídica... 55

8 8 LISTAS DE FIGURAS Figura 1 - Foto da empresa Itacorda...12 Figura 2 - Organograma da empresa Itacorda...12 Figura 3 - Representação do crédito associado ao risco...28 Figura 4 - Processo de concessão de crédito, método credit score...30 Gráfico 1 - Gráfico de faturamento por segmentos...42

9 9 LISTAS DE QUADROS Quadro1 - Exemplo de balanço de empresa comercial...27 Quadro2 - Classificação dos indicadores de risc rating...31 Quadro3 - Exemplo de aplicação do método rating...32

10 10 1. INTRODUÇÃO Com a intensificação do comércio, indivíduos do mundo todo transacionam bens utilizando ferramentas financeiras. Com essa movimentação surge a necessidade de crédito por parte do cliente, que através do pagamento do títulos, contribui para o fluxo de caixa da empresa credora. Para que o processo de concessão de crédito ocorra com segurança é necessário que os gerentes financeiros ou responsáveis pela análise de crédito adotem alguns procedimentos ( Políticas de Crédito ) que proporcionarão a decisão do crédito um menor risco, evitando assim a inadimplência que se não controlada, acaba comprometendo o fluxo de caixa da empresa. O estágio foi realizado na área financeira, abordando o problema: como deve ser feita a classificação de clientes, em termos de crédito, na empresa Itacorda Industria e Comércio de Cordas Ltda? A empresa, fundada em 1988, localiza-se no bairro São Nicolau Penha - no Km 110, iniciou suas atividades concentrando seu foco no setor pesqueiro, produzindo cordas torcidas de material palhinha. A preocupação com a qualidade e inovação de produtos fez com que a empresa investisse em novos e modernos equipamentos que permitiram a diversificação de sua linha de produção, possibilitando conquistar novos mercados nos mais diversos segmentos. 1.1 EMPRESA Visão Ser reconhecida como a melhor fabricante de cordas do Brasil, até Missão Oferecer soluções em cordas para nossos clientes, com inovação e qualidade, investindo em nossos talentos, respeitando parceiros, fornecedores, com responsabilidade sócio-ambiental. A empresa Atualmente a empresa conta com 83 colaboradores, produz e comercializa cordas torcidas e trançadas, atuando nos setores pesqueiro, agropecuário, transporte, construção civil e outros, nos materiais de polipropileno, polietileno, poliéster virgem (PES), poliamida, poliéster (PET),

11 11 palhinha, algodão e sisal. Todas recebem pigmentos especiais, o que dá à corda uma cor real e com muitas variedades. Além das cores e da diversidade de materiais, o grande diferencial da empresa é também a qualidade e resistência das cordas, na fabricação e adicionado um produto para dar mais brilho e resistência à corda, o que deixa o material mais macio e evita a abrasão ( desgaste excessivo ). A empresa teve um crescimento acelerado quando decidiu investir em equipamentos para confeccionar o fio com material derivado de garrafas de refrigerante. É um material encontrado com abundância no mercado e, além de gerar renda, contribui para o meio ambiente. Seus principais fornecedores são Grohpet Recicladora de Plásticos Ltda, Lahuman Indústria e Comércio de Plásticos Ltda e Barra Sul Plásticos Ltda. Presente em todo o território nacional, através de uma equipe de 50 representantes comerciais, os seus produtos podem ser encontrados nos mais diversos pontos de venda do país, e sua marca já é considerada uma referência de qualidade no mercado. Seus principais concorrentes são Riomar, Arteplas e Rodocordas. Buscando a qualidade total de seus produtos e a satisfação de seus clientes, a Itacorda trabalha com matéria-prima selecionada de alta qualidade e seus produtos somente são lançados no mercado após passarem por rigorosos testes de resistência que são realizados através de laboratórios especializados, como o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) localizado em São Paulo. Seus principais clientes são O.V.D. Importadora e Distribuidora Ltda, Ferramentas Gerais Com. e Importação Ltda, Dipsul Distribuidora Ltda e Conesul Comercial e Importadora Ltda. Estes representam em torno de 20% do faturamento. Outro fator decisivo para o crescimento da Itacorda é a preocupação com seus colaboradores. Eles recebem treinamentos constantes de forma a garantir o aperfeiçoamento contínuo e um conseqüente comprometimento com a qualidade dos produtos e serviços. Junto aos colaboradores, a Itacorda incentiva o estudo, contribuindo com 50% das despesas com educação, e mantém em suas dependências um curso noturno de Ensino Médio e Fundamental para formação escolar de seus funcionários. Consciente do seu valor na sociedade, a Itacorda procura apoiar eventos relacionados à sua área de atuação, como é o caso do patrocínio à Associação Náutica de Itajaí (ANI), o apoio a associação tem objetivo de contribuir com a preservação do meio ambiente e a cultura náutica regional, além da preocupação de formas cidadãos mais conscientes. A empresa também colabora

12 12 com instituições de caridade de sua região, no sentido de contribuir para a inclusão social do indivíduo carente. Na figura 1 a seguir, foto da empresa Itacorda. Figura 1 Foto da empresa Itacorda Fonte: Itacorda 1.2 Organograma A figura 2 apresenta a forma hierárquica em que à empresa esta organizada. Organograma da empresa Itacorda. Fonte: Itacorda

13 Justificativa Buscando equilibrar os objetivos de maximização do lucro da organização com a necessidade de crédito por parte dos clientes é que se faz necessário um estudo em análise de crédito na empresa Itacorda Industria e Comercio de Cordas Ltda. Diante do aumento do índice de inadimplência no país, tona-se necessário adotar uma política de crédito que possa prevenir problemas futuros que venham a prejudicar o crescimento que a empresa vem obtendo durante os seus 19 anos de existência. 1.4 Problema Como deve ser feita a classificação dos clientes pessoa jurídica e pessoa física, em termos de crédito, na empresa Itacorda Indústria e Comércio de Cordas Ltda?

14 14 2. OBJETIVOS 2.1 OBJETIVO GERAL Manualizar a política de crédito para pessoa jurídica e pessoa física na empresa Itacorda Indústria e Comércio de Cordas Ltda. 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Apresentar a política de concessão de crédito atual para pessoa física e pessoa jurídica. Apresentar as deficiências da política de crédito pessoa jurídica. Apresentar sugestões e elaborar manual de política de crédito pessoa jurídica e pessoa física.

15 15 3.FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA. 3.1 Fluxo de Caixa Segundo Assaf Neto; Silva (1997, p.35) Conceitualmente o fluxo de caixa é um instrumento que relaciona os ingressos e saídas de recursos monetários no âmbito de uma empresa em um determinado período de tempo. A partir da elaboração do fluxo de caixa é possível prognosticar eventuais excedentes ou escassez de caixa, determinando-se medidas saneadoras a serem tomadas. Entende-se que o fluxo de caixa possibilita planejar e controlar os recursos financeiros de uma empresa. Servindo também como indicador para análise gerencial, ele torna-se indispensável no processo de tomada de decisões financeiras. As organizações que convivem com o prejuízos, não são as únicas que podem apresentar problemas em seu fluxo de caixa. As empresa lucrativas também podem apresentar problemas em ocasiões como: lançamentos de novos produtos, fases de expansão da atividade, modernização da produção etc.empresas que decidem por saldos de caixa mais reduzidos, podem ter conseqüências como perdas de descontos financeiros vantajosos pela incapacidade de efetuar compras a vista junto aos fornecedores. Por outro lado, saldos de caixas mais altos, ao mesmo tempo que promovem segurança financeira para a empresa, apuram maior custo de oportunidade. Segundo Assaf Neto; Silva (1997, p.36), Este é o dilema risco e rentabilidade presentes nas finanças das empresas. Em algumas organizações, o fluxo de caixa é visto como uma abordagem tática, ou seja, é aquela que se referencia ao fluxo de caixa como um instrumento de utilidade restrita e acompanhamento.ele aparece como cumpridor de determinações mais amplas e complexas.quando a diretoria, em sua reunião semanal, discute a situação de caixa da empresa e analisa alternativas para proteger pagamentos e antecipar entradas, esta caminhando na direção das decisões táticas. Em outras, o fluxo de caixa na verdade tem um alcance maior, este pode ser chamado de abordagem estratégica: é aquela que afeta o nível de negócios da empresa não só a curto prazo. Tem efeito sobre questões ligadas as decisões realmente estratégicas da empresa. O exemplo mais objetivo esta ligado a uma construtora que utiliza o fluxo de caixa em suas reuniões de diretoria para discutir questões ligadas aos novos projetos de investimentos ( FREZATTI, 1997, p. 25 ). O fluxo de caixa não deve ser como uma preocupação exclusiva da área financeira. Deve haver comprometimento de todos os setores da empresa com os resultados líquidos de caixa, destacando-se: a área de produção, ao promover alterações nos prazos de fabricação dos

16 16 produtos, determina novas alterações nas necessidades de caixa. De forma idêntica o custo de produção têm importantes reflexos sobre o caixa; As decisões de compras devem ser tomadas de maneira ajustada com a existência de saldos disponíveis no caixa, ou seja, deve haver preocupação com relação a sincronização dos fluxos de caixa, avaliando-se os prazos concedidos para pagamento das compras com aqueles estabelecidos para recebimento de vendas; Políticas de cobrança mais ágeis e eficientes, que permitirem colocar recursos financeiros mais rapidamente a disposição da empresa, constituem-se um importante reforço de caixa; A área de vendas, junto com a meta de crescimento da atividade comercial deve ter um controle mais próximos sobre os prazos concedidos e hábitos de pagamentos dos clientes, de maneira a não pressionar negativamente o fluxo de caixa. Em outras palavras, é recomendado que toda decisão envolvendo vendas deve ser tomada somente após previa avaliação de suas implicações sobre os resultados de caixa ( ex: prazo de cobrança, despesas com publicidade e propaganda etc.); A área financeira deve avaliar criteriosamente o perfil de seu endividamento, de forma que os desembolsos necessários ocorram concomitantemente à geração de caixa da empresa Uma adequada administração dos fluxos de caixa espera-se obter resultados positivos para a empresa, devendo ser focalizada como um segmento lucrativo para seus negócios. A melhor capacidade de geração de recursos de caixa promove a empresa uma menor necessidade de financiamento dos investimentos em giro, reduzindo seu custo financeiro. A demonstração do fluxo de caixa, apesar de ser umas das demonstrações financeiras mais úteis, não é divulgada pelas empresas. Como é uma demonstração exclusivamente de uso interno, sua abordagem é quase sempre esquecida nas obras de análise de balaços. Quase sempre os problemas de insolvência ou iliquidez ocorrem por falta de adequada administração do fluxo de caixa, daí a importância de sua análise ( MATARAZZO, 1998, p. 368 ). Seguindo as tendências internacionais, o fluxo de caixa pode ser incorporado as demonstrações financeiras tradicionalmente publicadas pelas empresas. Assim, podemos adotar a estrutura de caixa a seguir que tem sido aceita a nível internacional. Basicamente, o relatório de fluxo de caixa deve ser segmentado em três grandes áreas: Atividades Operacionais: O segmento das atividades operacionais é composto em sua totalidade da acumulação dos dados de recebimentos e pagamentos oriundos da

17 17 demonstração de resultados. São gastos e receitas das atividades de industrialização e comercialização dos produtos ou serviços da empresa. Atividades de Investimento: Este segmento leva-nos aos dados do ativo permanente ou realizável a longo prazo, enfocando o conceito de ativo com aplicação de recursos. Devem ser registrados os valores de saída para pagamento dos novos investimentos, bem como os valores de entrada por venda de bens ativados anteriormente. Atividades de Financiamento: O segmento de atividades de financiamento leva-nos aos dados do exigível a longo prazo e do patrimônio liquido, enfocando o conceito de passivo como fontes de recurso. Devemos incluir também os dados dos empréstimos e financiamentos contidos no passivo circulante. Como valores de entrada devemos considerar os novos empréstimos obtidos, bem como a eventuais integralizações de capitais. Os valores de saídas referem-se à amortização dos empréstimos, tanto das parcelas do principal quanto dos juros, eventuais pagamentos a titulo de devolução de capital, e os valores de pagamentos de remuneração aos acionistas e sócios, a títulos de dividendos, lucros distribuídos e participações nos lucros ( PADOVEZZE, 1997, p. 67 ). As empresas devem considerar o fluxo de caixa como um instrumento gerencial, afim de auxiliar no processo de tomadas de decisões. Na verdade o simples reconhecimento disso já e um grande passo para que os gestores do negócio possam dispor de informações adequadas 3.2 Capital de Giro ( CG ) A administração do capital de giro faz parte de um processo continuo de tomada de decisões voltadas para a preservação da liquidez da empresa, mas que também podem afetar a sua rentabilidade. O capital de giro (CG) constitui indicador de importância fundamental para julgar a situação de equilíbrio ou desequilíbrio financeiro da empresa. Uma empresa está em equilíbrio financeiro quando seu gerenciamento produz fluxos financeiros de entrada dimensionados e distribuídos ao longo do tempo, de tal modo que permitam enfrentar as dificuldades financeiras correspondentes aos fluxos financeiros de saída. Ao contrário, encontra-se em situação de desequilíbrio financeiro, quando a gestão produz entradas relacionadas às receitas em montante insuficiente e/ou distribuídos no tempo de tal forma que não cubra as necessidades financeiras relativas às necessidades de desembolso ( TOMAZONI, 2005, p. 29 ). Alcançar o equilíbrio financeiro é indispensável para a sobrevivência das organizações, Pode-se encontrar empresas que estão em condições de equilíbrio econômico ( receitas superiores aos custos ) e que podem enfrentar dificuldades financeiras devido a má administração de entrada e saídas de recursos. A administração do capital de giro corresponde às operações de gerenciamento dos seus principais elementos: gerenciamento de liquidez, dos créditos aos clientes, dos estoques e das diversas formas de passivos de curto prazo.

18 18 O Termo giro refere-se aos recursos correntes ( curto prazo ) da empresa, geralmente identificados como aqueles capazes de serem convertidos em caixa no prazo máximo de um ano. O capital de giro ou capital circulante é representado pelo ativo circulante, isto é, pelas aplicações correntes, identificadas geralmente pelas disponibilidades, valores a receber e estoques. Num sentido mais amplo, o capital de giro representa os recursos demandados por uma empresa para financiar suas necessidades operacionais identificadas desde a aquisição de matérias primas (ou mercadorias) até o recebimento pela venda do produto acabado ( ASSAF NETO; SILVA, 1997, p. 14 ). A definição do montante de capital de giro que a empresa deve dispor, é uma tarefa com sensíveis repercussões sobre o sucesso dos negócios, exercendo influências sobre a liquidez e rentabilidade das empresas. Sob determinado enfoque uma empresa deve investir em capital de giro enquanto o retorno marginal dos ativos correntes se mantiver acima do custo dos recursos alocados para seu financiamento. A importância e o volume do capital de giro para uma empresa são determinados principalmente pelo volume de vendas, o qual é lastreado pelos estoques, valores a receber e caixa; sazonalidades dos negócios, que determina variações na necessidades de recursos ao longo do tempo; fatores cíclicos da economia, como recessão, comportamento do mercado e etc.; tecnologia, principalmente aos custos e tempo de produção; e políticas de negócios; centradas em alterações na condição de venda, de crédito, produção etc. A boa administração do fluxo de caixa resulta em saúde financeira para a empresa, ao/de contrário, as empresas correm um sério risco de não conseguir cumprir com os compromissos financeiros. Assaf Neto; Silva (1997. p. 13), afirmam que o capital de giro tem participação relevante no desempenho operacional das empresas, cobrindo geralmente mais da metade de seus ativos totais investidos. Uma administração inadequada do capital de giro resulta normalmente em sérios problemas financeiros, contribuindo efetivamente para a formação de uma situação de insolvência. 3.3 Capital de Giro Liquido ( CGL ) Segundo Tomazoni (2005 p. 29) O CGL é obtido pela diferença entre o ativo circulante e o passivo circulante. Reflete a folga financeira da empresa e, dentro de um conceito mais rigoroso, o CGL representa o volume de recursos de longo prazo que se encontra financiando os ativos concorrentes.

19 19 CGL = Ativo Circulante Passivo Circulante ou CGL = ( Patrimônio Liquido + Exigível a Longo Prazo ) ( Ativo Permanente + Realizável a Longo Prazo) 3.4 Ciclo Operacional e Ciclo Financeiro O Ciclo operacional corresponde ao período de tempo compreendido entre a aquisição da matéria-prima (caso de uma indústria) ou de uma mercadoria (caso de um comércio) e o recebimento pela venda efetuada. Podemos dividir este ciclo em fases operacionais, o prazo entre a aquisição pela empresa e a venda da mercadoria ao cliente é denominado prazo médio de estocagem( PME ). Onde: PME= Estoques x 360 x CPV CPV vendas CPV: custo do produto vendido Este é o tempo médio que a empresa leva para receber as vendas efetuadas a prazo. Em caso que ocorram pagamentos à vista, não há o prazo médio de recebimento de vendas ( PMRV ), Onde: Clientes = Duplicatas a receber Vendas = Vendas brutas ou Liquidas PMRV = clientes x 360 vendas CICLO OPERACIONAL = PME = PMRV

20 20 Este é o prazo médio que a empresa leva para pagar suas compras a prazo. Prazo médio de pagamentos a fornecedores ( PMPF ). Onde: PMPF = Fornecedores x 360 x Compras Compras RB RB = Receita bruta Pode-se considerar ainda que as vendas efetuadas durante o mês geram impostos que devem ser pagos. Estes, por sua vez, são recolhidos em dias específicos apenas no mês subseqüente. Os prazos que os trabalhadores e o fisco concedem à empresa são benéficos para o caixa. Estes são denominados prazo médio de pagamento de despesas operacionais ( PMPDOp ). Para o caso dos trabalhadores e as demais despesas comerciais e de vendas, onde: PMPDOp = (Salários + Encargos) x 360 RB RB = Receita bruta Considera-se ainda o prazo médio de recolhimento de obrigações fiscais ( PMROF ), para o caso do pagamento de impostos incidentes sobre as vendas e encargos trabalhistas. PMROF = Obrigações Fiscais x 360 x Imp. Sobre Receita Bruta Imp. Sobre Receita Bruta RB RB = Receita bruta Se subtrairmos do ciclo operacional o somatória dos prazos de pagamento concedidos por fornecedores, empregados e fisco, chegaremos ao conceito de Ciclo Financeiro. CICLO FINANCEIRO = ( PME + PMRV ) ( PMPF + PMPDOp + PMROF )

21 21 O ciclo operacional varia em função do setor de atividade e das características de atuação da empresa. Inúmeras empresas têm ciclo operacional com prazo inferior a um ano. Nestes casos, o ciclo operacional repete várias vezes no ano evidenciando maior giro ( rotação ) para os investimentos operacionais (TOMAZONI, 2005, p.30). 3.5 Necessidade de Capital de Giro A Necessidade de Capital de Giro é considerada a chave para a administração financeira de uma empresa. Segundo Matarazzo (1998. p. 342) A Necessidade de capital de Giro NCG, assim dignada, é não só um conceito fundamental parar análise da empresa do ponto de vista financeiro, ou seja, análise de caixa, mas também de estratégias de financiamento, crescimento e lucratividade. De forma prática, segundo Tomazoni (2005), quando no ciclo financeiro, as saídas de caixa ocorrem antes da entrada, a operação da empresa cria uma necessidade de aplicação permanente de fundos. Denomina-se de Necessidade de Capital de Giro ( NCG ) esta aplicação permanente de fundos. NCG = ACC PCC 3.6 Capacidade de Autofinanciamento Variações positivas da NCG de um período para o outro representam necessidade de aumento nos passivos permanentes ( Capitais de terceiros de longo prazo e capital próprio ). Uma gestão financeira criteriosa deverá financiar os aumentos na NCG com sua capacidade de autofinanciamento. Esta por sua vez, é representada pela soma dos lucros retidos ( parcela do lucro liquido não distribuída ) e da depreciação / amortização ( despesas que não representam saídas efetivas de recursos): AUTOFINANCIAMENTO = LUCROS RETIDOS + DEPRECIAÇÃO

22 Necessidade de Capital de Giro com Base em Dias de Vendas A NCG mantem estreita relação com o ciclo financeiro da instituição. Quanto maior o ciclo financeiro, maior a NCG. Assim, podemos calcular a NCG de duas maneiras: a) relacionando ao nível de vendas e ao ciclo financeiro, b) discriminando-a em seus prazos médios componentes, com base em dias de vendas. NCG = VB x CF 360 VB = Vendas Brutas CF = Ciclo Financeiro 3.8 Liquidez e Rentabilidade Uma empresa apresenta boa liquidez quando seus ativos e passivos são administrados convenientemente, não é necessário manter valores parados em caixa para liquidar compromissos a vencer em futuro. No ponto de vista da rentabilidade isto não é aconselhável, uma vez que tais recursos não são gratuitos. O importante é manter os fluxos de entradas e de saídas de caixa sob controle e conhecer antecipadamente as épocas em que ira faltar dinheiro. As empresas precisam do crédito concedido por seus fornecedores e pelas instituições financeiras. Se a empresa não honrar com os compromissos financeiros assumidos a empresa sofrerá restrições de crédito e terá dificuldades na manutenção do ritmo normal de suas operações. A situação poderá agravar-se até ao ponto da decretação de sua falência. A insolvência de uma empresa pode surgir devido a excesso de imobilizações ou de estoques, a concessão aos clientes de prazos muitos logos para pagamento ou, a utilização de fontes de financiamento inadequadas. Observa-se então que a capacidade da empresa cumprir seus compromissos financeiros é afetada tanto pela composição das fontes de fundos, quanto pela composição dos ativos ( BRAGA, 1995, p. 29 ).

23 23 O índice de Liquidez representa o quão sólida é a base financeira da empresa. Desta forma, uma empresa que tem um bom índice de liquidez têm probabilidade maior de honrar seus compromissos quando lhe for concedido crédito, do contrário, a probabilidade é menor. Pode- se dizer que a rentabilidade representa o grau de êxito econômico obtido por uma empresa em relação ao capital investido nela. Se desejarmos medir exclusivamente a rentabilidade das operações, relacionar o lucro operacional com o valor do ativo operacional. Com isso estaríamos aferindo a eficiência na gestão dos recursos próprios e de terceiros, independentemente dos custos financeiros e outros fatores. Uma medida mais abrangente corresponde a taxa obtida da relação entre o lucro liquido e o capital próprio que indica a remuneração alcançada pelos proprietários durante o exercício social da empresa. Nesta taxa já se encontram computadas as despesas financeiras os resultados não operacionais e a tributação do imposto de renda. Para que essa taxa de retorno possa ser devidamente avaliada devemos cotejá-la com a expectativa dos acionistas que envolve a consideração do disco assumido e das demais oportunidades de ganho existentes no mercado para o mesmo grau de risco ( BRAGA, 1995, p. 30 ). Para as empresas que utilizam capital de terceiros ou fontes e mecanismos de financiamentos, um fator importante que deve ser observado cuidadosamente é a relação custo do capital de giro e a rentabilidade proporcionada. O desafio para a administração financeira das empresas é conseguir o equilíbrio entre a liquidez adequada e a rentabilidade satisfatória. 3.9 Crédito A atividade de gerir e analisar crédito tem um importante papel no contexto socioeconômico do país. A missão das empresas consiste principalmente em entender e satisfazer as necessidades humanas, respeitando os princípios e compromissos das organizações. Nesta contexto, aparece o crédito com o papel de avaliar as atividades dos clientes, de identificar suas necessidades, de avaliar o risco de crédito e de subsidiar a decisão e a formalização da operação A palavra crédito,dependendo do contexto do qual se esteja tratando, tem vários significados. Num sentido restrito e especifico,crédito consiste na entrega de um valor presente mediante uma promessa de pagamento, em uma ou mais parcelas, num prazo futuro definido de comum acordo entre as partes ( SILVA, 2006, p. 39 ).

24 24 Outros relacionam crédito com a palavra confiança, ou seja, a confiança de que a promessa de pagamento será honrada. A confiança é um elemento necessário porém não é suficiente para uma decisão de crédito, para uma boa análise de crédito, deve-se tomar por base as informações que a empresa já possui em seu cadastro e as que poderá conseguir através de consultas junto a fornecedores, bancos e outras instituições. Ao final, para auxiliar na decisão de crédito, deve-se levar em conta também o parecer do vendedor que é peça importante junto a decisão de conceder o crédito, pois o mesmo está diretamente em contato com o cliente e pode repassar ao responsável pela decisão informações positivas ou negativas em relação a estrutura, os hábitos, e até mesmo o caráter do cliente. O entendimento da atividade de uma empresa nos remete à busca de situação cooperada entre as áreas de crédito e de negócios. Segundo Silva (2006.p.30), é necessário que os profissionais de negócios tenham adequada compreensão do impacto de risco de crédito e de que os profissionais de crédito entendam que a empresa vive de bons negócios. A compreensão do ciclo do negócio de forma completa e harmônica é uma necessidade que cabe não apenas a uma determinada área da organização, mas sim, a todos profissionais de desenvolvimento de produção, de vendas, de crédito e de cobrança, entre outras atividades. Uma análise de crédito bem elaborada acumula um conjunto de informações sobre o cliente, que facilita a identificação de produtos e/ou serviços que atendam com eficácia as necessidades deste cliente. Segundo Leoni (1998.p.112) o acumulo das informações obtidas dos clientes auxiliam na tomada de decisão de crédito, formando um dossiê que dará suporte para a tomada de decisões seguras e conscientes. Em uma visão mais abrangente, o crédito deve ser considerado como parte integrante do próprio negócio da empresa. Ele é um instrumento tão importante na vida das pessoas e das empresas que é comum que as lojas estabeleçam políticas de preços para venda de seus produtos para pagamento em três, quatro ou mais vezes. Na indústria o crédito facilita as vendas tornando o produto mais acessível aos clientes. Caso não houvesse a possibilidade de se obter o crédito, a quantidade de compradores poderia ser muito menor e, conseqüentemente, o lucro do fabricante também seria reduzido. O crédito também cumpre um importante papel econômico social, possibilita às empresas aumentarem seu nível de atividade, estimula o consumo influenciando na demanda, ajuda as pessoas a obterem moradia, bens e até alimentos e facilita a

Administrando o Fluxo de Caixa

Administrando o Fluxo de Caixa Administrando o Fluxo de Caixa O contexto econômico do momento interfere no cotidiano das empresas, independente do seu tamanho mercadológico e, principalmente nas questões que afetam diretamente o Fluxo

Leia mais

A IMPORTANCIA DA GESTÃO DE CAPITAL DE GIRO RESUMO

A IMPORTANCIA DA GESTÃO DE CAPITAL DE GIRO RESUMO A IMPORTANCIA DA GESTÃO DE CAPITAL DE GIRO Flávio Augusto da Silva Dias flavinhokaf@hotmail.com Julio Cesar Sgarbi Julio.uru@hotmail.com RESUMO Com a busca de melhores resultados e maximização dos lucros

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

Basicamente, o relatório de fluxo de caixa deve ser segmentado em três grandes áreas:

Basicamente, o relatório de fluxo de caixa deve ser segmentado em três grandes áreas: CASHFLOW OU FLUXO DE CAIXA 1. CONCEITO É um demonstrativo que reflete dinamicamente o fluxo do disponível da empresa, em um determinado período de tempo. 2. FINALIDADES 2.1. Evidenciar a movimentação dos

Leia mais

CENTRO DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA I CAPITAL DE GIRO

CENTRO DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA I CAPITAL DE GIRO CENTRO DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA I CAPITAL DE GIRO 1 Fundamentos sobre Capital de Giro O objetivo da Administração Financeira de Curto

Leia mais

Determinação do Capital de Giro

Determinação do Capital de Giro Determinação do Capital de Giro Foco da Palestra Orientar e esclarecer os conceitos básicos para determinação e gerenciamento do Capital de Giro da empresa. Classificar e analisar as fontes e aplicações

Leia mais

Conceito. Praticamente todos os indivíduos e organizações recebem ou levantam, gastam ou investem dinheiro.

Conceito. Praticamente todos os indivíduos e organizações recebem ou levantam, gastam ou investem dinheiro. Plano de Ensino Conceito A Função Financeira nas Empresas Utilização das informações contábeis Áreas de Decisões Financeiras Objetivos do Administrador Financeiro Organização da Função Financeira Estrutura

Leia mais

Análise das Demonstrações Contábeis

Análise das Demonstrações Contábeis Análise das Demonstrações Contábeis Prof. José MANOEL da Costa As demonstrações contábeis para usuário externo, publicadas aos usuários em geral, como já visto, são publicadas conforme princípios e normas

Leia mais

GPME Prof. Marcelo Cruz

GPME Prof. Marcelo Cruz GPME Prof. Marcelo Cruz Política de Crédito e Empréstimos Objetivos Compreender os tópicos básicos da administração financeira. Compreender a relação da contabilidade com as decisões financeiras. Compreender

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO

ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO 1 ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO 1 QUOCIENTES DE RENTABILIDADE Os Quocientes de Rentabilidade servem para medir a capacidade econômica da empresa, isto é, evidenciam o grau de êxito econômico obtido pelo

Leia mais

SUMÁRIO FLUXO DE CAIXA...3 FATORES QUE AFETAM O FLUXO DE CAIXA...4 DESEQUILÍBRIO FINANCEIRO...6 ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA...7

SUMÁRIO FLUXO DE CAIXA...3 FATORES QUE AFETAM O FLUXO DE CAIXA...4 DESEQUILÍBRIO FINANCEIRO...6 ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA...7 FLUXO DE CAIXA SUMÁRIO FLUXO DE CAIXA...3 INTRODUÇÃO...3 CICLO DO FLUXO DE CAIXA...4 FATORES QUE AFETAM O FLUXO DE CAIXA...4 FATORES INTERNOS...4 FATORES EXTERNOS...5 DESEQUILÍBRIO FINANCEIRO...6 SINTOMAS...6

Leia mais

Palavras Chaves: Prazos, rotação, estoques, débitos, créditos, pagamentos, recebimentos, ciclo, atividade, gestão financeira.

Palavras Chaves: Prazos, rotação, estoques, débitos, créditos, pagamentos, recebimentos, ciclo, atividade, gestão financeira. 1 Tatiana Melo da Gama RESUMO O presente artigo tem a proposta de apresentar uma breve abordagem sobre a Análise dos Índices de Prazos Médios, dando ênfase para a sua importância na gestão financeira de

Leia mais

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira Aula 3 Gestão de capital de giro Introdução Entre as aplicações de fundos por uma empresa, uma parcela ponderável destina-se ao que, alternativamente, podemos chamar de ativos correntes, ativos circulantes,

Leia mais

FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO

FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO Lúcia de Fátima de Lima Lisboa RESUMO O presente artigo apresenta o fluxo de caixa como uma ferramenta indispensável para a gestão financeira

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO 1.1. Capital de Giro O Capita de Giro refere-se aos recursos correntes de curto prazo pertencentes à empresa. Dessa forma, o capital de giro corresponde aos recursos

Leia mais

Capital de giro. Capital de giro. Administração. Índices Financeiros e Capital de Giro. Prof: Marcelo dos Santos

Capital de giro. Capital de giro. Administração. Índices Financeiros e Capital de Giro. Prof: Marcelo dos Santos Administração Prof: Marcelo dos Santos Índices Financeiros e Capital de Giro A administração do capital de giro envolve basicamente as decisões de compra e venda tomadas pela empresa, assim como suas atividades

Leia mais

DIAGNÓSTICO FINANCEIRO DE UMA PEQUENA E MÉDIA INDÚSTRIA - CTAE

DIAGNÓSTICO FINANCEIRO DE UMA PEQUENA E MÉDIA INDÚSTRIA - CTAE UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL CTAE DIAGNÓSTICO

Leia mais

FLUXO DE CAIXA. Entradas a) contas à receber b) empréstimos c) dinheiro dos sócios

FLUXO DE CAIXA. Entradas a) contas à receber b) empréstimos c) dinheiro dos sócios FLUXO DE CAIXA É a previsão de entradas e saídas de recursos monetários, por um determinado período. Essa previsão deve ser feita com base nos dados levantados nas projeções econômico-financeiras atuais

Leia mais

O que é Finanças? 22/02/2009 INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS CORPORATIVAS

O que é Finanças? 22/02/2009 INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS CORPORATIVAS Prof. Paulo Cesar C. Rodrigues E mail: prdr30@terra.com.br INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS CORPORATIVAS O que é administração financeira? Qual sua importância para as corporações? Como são tomadas as decisões financeiras?

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS NAS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS

A IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS NAS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS A IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS NAS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS Claudio Barbosa Cardoso Orientador: Benedito Giovani Martins de Paula Linha de Pesquisa: Demonstrações Financeiras Universidade

Leia mais

Planejamento e Controle do Lucro Empresas de Pequeno e Médio Porte

Planejamento e Controle do Lucro Empresas de Pequeno e Médio Porte Planejamento e Controle do Lucro Empresas de Pequeno e Médio Porte Profa. Dariane Reis Fraga Castanheira darianer@fia.com.br www.fia.com.br/proced Profa. Dariane Reis Fraga Castanheira 1 Objetivo Planejamento

Leia mais

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DO CAPITAL DE GIRO E DA NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO NA GESTÃO DOS NEGÓCIOS UM ESTUDO APLICADO NA EMPRESA VIVO S/A.

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DO CAPITAL DE GIRO E DA NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO NA GESTÃO DOS NEGÓCIOS UM ESTUDO APLICADO NA EMPRESA VIVO S/A. ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DO CAPITAL DE GIRO E DA NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO NA GESTÃO DOS NEGÓCIOS UM ESTUDO APLICADO NA EMPRESA VIVO S/A. KOMATSU, Solange Akemy (TCC Ciências Contábeis) FECILCAM,

Leia mais

Análises de demonstrações financeiras

Análises de demonstrações financeiras Análises de demonstrações financeiras Professor: Me. Claudio Kapp Junior Email: juniorkapp@hotmail.com Análise da demonstrações financeiras Demonstrações: Importante veículo de comunicação entre empresa

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Turno/Horário Noturno PROFESSOR: Salomão Soares AULAS Apostila nº.

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Turno/Horário Noturno PROFESSOR: Salomão Soares AULAS Apostila nº. Disciplina Contabilidade e Sistemas de Custos CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS TURMA 5º CCN Turno/Horário Noturno PROFESSOR: Salomão Soares AULAS Apostila nº. 01 Introdução

Leia mais

Ciclo Operacional. Venda

Ciclo Operacional. Venda Sumário 1 Introdução... 1 2 Dinâmica dos Fluxos de Caixa... 2 3 Capital Circulante Líquido (CCL) e Conceitos Correlatos... 4 4 Necessidade de capital de giro (NCG)... 6 5 Saldo em Tesouraria (ST)... 9

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA EM UMA ORGANIZAÇÃO

A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA EM UMA ORGANIZAÇÃO A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA EM UMA ORGANIZAÇÃO Nádia Nascimento Cardoso 1, Carla Cristina Ferreira de Miranda orientadora 2 1 Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas Universidade do Vale Paraíba,

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN PROCESSO SELETIVO PARA ESTÁGIO REMUNERADO EM CIÊNCIAS

Leia mais

BREVE INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS CONTÁBEIS E DE ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES

BREVE INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS CONTÁBEIS E DE ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES BREVE INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS CONTÁBEIS E DE ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES BALANÇO PATRIMONIAL: é a representação quantitativa do patrimônio de uma entidade. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO

Leia mais

Prezado empreendedor,

Prezado empreendedor, Prezado empreendedor, Caderno do Empreendedor Este é o Caderno do Empreendedor, criado para facilitar o dia-a-dia da sua empresa. Com ele você poderá controlar melhor suas despesas, saber quanto está vendendo

Leia mais

Contabilidade Financeira

Contabilidade Financeira Contabilidade Prof. Dr. Alvaro Ricardino Módulo: Contabilidade Básica aula 04 Balanço Patrimonial: Grupo de Contas II Aula 4 Ao final desta aula você : - Conhecerá os grupos de contas do Ativo e Passivo.

Leia mais

se o tratamento foi adequado, ficaremos curados e felizes por termos solucionado a doença que estava nos prejudicando. No campo empresarial a

se o tratamento foi adequado, ficaremos curados e felizes por termos solucionado a doença que estava nos prejudicando. No campo empresarial a Gestão Financeira Quando temos problemas de saúde procuramos um médico, sendo ele clínico geral ou especialista, conforme o caso. Normalmente, selecionamos um médico bastante conhecido e com boas referências

Leia mais

SIND PME 4.0 SIMULAÇÃO INDUSTRIAL DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS

SIND PME 4.0 SIMULAÇÃO INDUSTRIAL DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SIND PME 4.0 SIMULAÇÃO INDUSTRIAL DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS MANUAL DA EMPRESA TODOS OS DIREITOS SÃO RESERVADOS À BERNARD SISTEMAS LTDA. BERNARD SISTEMAS LTDA. Florianópolis, Julho de 2007. Todos os

Leia mais

SUCESSO EM ALGUMAS EM OUTRAS... XXXXX. Salário para boa condição de vida. Leva à PRODUTIVIDADE que é buscada continuamente

SUCESSO EM ALGUMAS EM OUTRAS... XXXXX. Salário para boa condição de vida. Leva à PRODUTIVIDADE que é buscada continuamente ADMINISTRAR ----- NÃO É ABSOLUTO. SUCESSO EM ALGUMAS EM OUTRAS... INTEGRAÇÃO = PESSOAS / EMPRESAS = ESSENCIAL SATISFAÇÃO FINANCEIRA RESULTANTE DA SINERGIA Leva à PRODUTIVIDADE que é buscada continuamente

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA E CONTABILIDADE DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO Janilson Laane Maio/2011 Objetivos 1. Apresentar o conceito e em que contexto está

Leia mais

O caso da loja de confecção da dona Marieta da Modda

O caso da loja de confecção da dona Marieta da Modda GESTÃO FINANCEIRA Quando temos problemas de saúde procuramos um médico, sendo ele clínico geral ou especialista, conforme o caso. Normalmente, selecionamos um médico bastante conhecido e com boas referências

Leia mais

COMO A GIR NA CRI $E 1

COMO A GIR NA CRI $E 1 1 COMO AGIR NA CRI$E COMO AGIR NA CRISE A turbulência econômica mundial provocada pela crise bancária nos Estados Unidos e Europa atingirá todos os países do mundo, com diferentes níveis de intensidade.

Leia mais

1. Introdução. A avaliação faz parte de nossas vidas em diversas áreas.

1. Introdução. A avaliação faz parte de nossas vidas em diversas áreas. 1. Introdução Avaliação A avaliação faz parte de nossas vidas em diversas áreas. Quando optamos por entrar em uma academia de ginástica precisamos passar por uma avaliação física. Passamos por avaliação

Leia mais

HENCORP COMMCOR DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. Parecer dos auditores independentes

HENCORP COMMCOR DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. Parecer dos auditores independentes HENCORP COMMCOR DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. Parecer dos auditores independentes Demonstrações contábeis Em 31 de dezembro de 2009 e 2008 HENCORP COMMCOR DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS

Leia mais

Gestão Capital de Giro

Gestão Capital de Giro Gestão Capital de Giro Conceito Capital de giro (ou de capital circulante), identifica os recursos que giram (circulam) várias vezes em determinado período. É formado basicamente por três importantes ativos

Leia mais

Faculdade Carlos Drummond de Andrade Profa. Katia de Angelo Terriaga

Faculdade Carlos Drummond de Andrade Profa. Katia de Angelo Terriaga Faculdade Carlos Drummond de Andrade Profa. Katia de Angelo Terriaga CONTABILIDADE GERENCIAL ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA ATRAVÉS DE ÍNDICES Importância da Análise Através de Indicadores. Visa obter através

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS De acordo com o comando a que cada um dos itens de 51 a 120 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

Como elaborar o fluxo de caixa pelo método indireto? - ParteII

Como elaborar o fluxo de caixa pelo método indireto? - ParteII Como elaborar o fluxo de caixa pelo método indireto? - ParteII Montando o fluxo de caixa pelo método indireto Situações especiais na montagem do fluxo de caixa Caso prático completo Como utilizar os quadros

Leia mais

INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS

INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS ANA BEATRIZ DALRI BRIOSO¹, DAYANE GRAZIELE FANELLI¹, GRAZIELA BALDASSO¹, LAURIANE CARDOSO DA SILVA¹, JULIANO VARANDAS GROPPO². 1 Alunos do 8º semestre

Leia mais

CONTRATO DO CLIENTE AO SISTEMA DE CARTÃO PRÓPRIO REDE VIVO SUPERMERCADOS

CONTRATO DO CLIENTE AO SISTEMA DE CARTÃO PRÓPRIO REDE VIVO SUPERMERCADOS CONTRATO DO CLIENTE AO SISTEMA DE CARTÃO PRÓPRIO REDE VIVO SUPERMERCADOS O presente documento contempla as cláusulas aplicadas no Contrato para aquisição de mercadorias do mix de produtos de todas as lojas

Leia mais

Análise da Política de Crédito Adotada pelas Microempresas Varejistas de Confecções do Município de Solânea-PB como Dispositivo de Marketing e Vendas

Análise da Política de Crédito Adotada pelas Microempresas Varejistas de Confecções do Município de Solânea-PB como Dispositivo de Marketing e Vendas Análise da Política de Crédito Adotada pelas Microempresas Varejistas de Confecções do Município de Solânea-PB como Dispositivo de Marketing e Vendas Amilca Ferreira Santos (UFPB) adm.amilka@gmail.com

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Financeiro

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Financeiro Módulo Financeiro Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre todos os itens do Módulo Financeiro. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no todo ou em partes do material

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA para FICAR NO Azul

GESTÃO FINANCEIRA para FICAR NO Azul GESTÃO FINANCEIRA para ficar no azul índice 03 Introdução 04 Capítulo 1 O que é gestão financeira? 06 Capítulo 2 Gestão financeira e tomada de decisões 11 13 18 Capítulo 3 Como projetar seu fluxo financeiro

Leia mais

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS.

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. I. BALANÇO ATIVO 111 Clientes: duplicatas a receber provenientes das vendas a prazo da empresa no curso de suas operações

Leia mais

FLUXO DE CAIXA. Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante)

FLUXO DE CAIXA. Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante) FLUXO DE CAIXA Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante) Brainstorming: Chuva de ideias ou Toró de parpite: O QUE É FLUXO DE CAIXA? (Objetivo: Saber

Leia mais

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Introdução Definir o papel da gestão financeira; Conceitos de Gestão Financeira; Assim como sua importância na gestão de uma organização;

Leia mais

Analise de Rentabilidade. Prof. Peter Wilson

Analise de Rentabilidade. Prof. Peter Wilson Analise de Rentabilidade Prof. Peter Wilson 1 Fases de Crescimento e Desenvolvimento Alto Receita Baixo Tempo 2 Fonte: Venture 1000.com O Consumo do Caixa Apresenta Diferentes Dinâmicas em cada Estágio

Leia mais

Administração Financeira: princípios,

Administração Financeira: princípios, Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Ana Paula Mussi Szabo Cherobim Antônio Barbosa Lemes Jr. Claudio Miessa Rigo Material de apoio para aulas Administração Financeira:

Leia mais

ANÁLISE DO DESEMPENHO ECONÔMICO-FINANCEIRO DE EMPRESAS DA REGIÃO DO VALE DO TAQUARI - RS

ANÁLISE DO DESEMPENHO ECONÔMICO-FINANCEIRO DE EMPRESAS DA REGIÃO DO VALE DO TAQUARI - RS CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS ANÁLISE DO DESEMPENHO ECONÔMICO-FINANCEIRO DE EMPRESAS DA REGIÃO DO VALE DO TAQUARI - RS Geisibel Costa da Silva Lajeado, outubro de 2014 Geisibel

Leia mais

FLUXO DE CAIXA. Administração Financeira aplicação de recursos. distribuição CONCEITOS. Fluxo de caixa previsão de: ingressos desembolsos

FLUXO DE CAIXA. Administração Financeira aplicação de recursos. distribuição CONCEITOS. Fluxo de caixa previsão de: ingressos desembolsos 1 FLUXO DE CAIXA O fluxo de caixa é o instrumento que permite a pessoa de finanças planejar, organizar, coordenar, dirigir e controlar os recursos financeiros de sua empresa para determinado período. captação

Leia mais

Contabilidade Avançada Fluxos de Caixa DFC

Contabilidade Avançada Fluxos de Caixa DFC Contabilidade Avançada Demonstração dos Fluxos de Caixa DFC Prof. Dr. Adriano Rodrigues Normas Contábeis: No IASB: IAS 7 Cash Flow Statements No CPC: CPC 03 (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa Fundamentação

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA CAPÍTULO 33 Este Capítulo é parte integrante do Livro Contabilidade Básica - Finalmente Você Vai Entender a Contabilidade. 33.1 CONCEITOS A demonstração dos fluxos de caixa evidencia as modificações ocorridas

Leia mais

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira Aula 2 Gestão de Fluxo de Caixa Introdução Ao estudarmos este capítulo, teremos que nos transportar aos conceitos de contabilidade geral sobre as principais contas contábeis, tais como: contas do ativo

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA ORÇAMENTÁRIA EXEMPLO OLHANDO DE PERTO AULA 04: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA ORÇAMENTÁRIA EXEMPLO OLHANDO DE PERTO AULA 04: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA ORÇAMENTÁRIA AULA 04: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO TÓPICO 02: CICLO OPERACIONAL Além da já comentada falta de sincronização temporal, o capital de giro convive com duas

Leia mais

PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 26 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 26 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 26 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 1 Objetivos e considerações gerais sobre as Demonstrações Financeiras Conteúdo

Leia mais

UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 31

UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 31 UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 31 AVALIANDO A EVOLUÇÃO DO CICLO DE CAIXA DA EMPRESA Cálculo e interpretação dos prazos médios de recebimento de vendas, giro de estoques e prazo médio de pagamento de compras.

Leia mais

FUNÇÃO FINANCEIRA DE UM EMPREENDIMENTO AGROPECUÁRIO

FUNÇÃO FINANCEIRA DE UM EMPREENDIMENTO AGROPECUÁRIO FUNÇÃO FINANCEIRA DE UM EMPREENDIMENTO AGROPECUÁRIO Odilio Sepulcri 1 Conforme ROSE 1, pode-se representar a administração de uma empresa, de uma forma geral, dividindo em três níveis: operações, estratégia

Leia mais

Análise financeira da carteira de recebíveis

Análise financeira da carteira de recebíveis Análise financeira da carteira de recebíveis Por Carlos Alexandre Sá A análise e interpretação do desempenho da carteira de recebíveis é de extrema importância não só para o pessoal da área financeira,

Leia mais

FINANÇAS A B C D A R$ 24.000,00. B R$ 12.000,00. C R$ 2.000,00. D R$ 0,00.

FINANÇAS A B C D A R$ 24.000,00. B R$ 12.000,00. C R$ 2.000,00. D R$ 0,00. ESPE/Un SERE 2013 Nas questões a seguir, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a Folha de Respostas, único documento válido para

Leia mais

1 Administração de caixa

1 Administração de caixa 3 Administração Financeira Edison Kuster Nilson Danny Nogacz O que é realmente importante saber para uma boa administração financeira? Esta pergunta é comum entre os empresários, em especial aos pequenos

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Julgue os itens a seguir, a respeito da Lei n.º 6.404/197 e suas alterações, da legislação complementar e dos pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). 71 Os gastos incorridos com pesquisa

Leia mais

Contabilidade Geral e de Custos Correção da Prova Fiscal de Rendas do Estado do Rio de Janeiro Prof. Moraes Junior. CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS

Contabilidade Geral e de Custos Correção da Prova Fiscal de Rendas do Estado do Rio de Janeiro Prof. Moraes Junior. CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS 81 Assinale a alternativa que apresente a circunstância em que o Sistema de Custeio por Ordem de Produção é indicado. (A) O montante dos custos fixos é superior ao valor

Leia mais

Um Modelo de Sistema de Informação Contábil para Mensuração do Desempenho Econômico das Atividades Empresariais

Um Modelo de Sistema de Informação Contábil para Mensuração do Desempenho Econômico das Atividades Empresariais 1 UM MODELO DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO CONTÁBIL PARA MENSURAÇÃO DO DESEMPENHO ECONOMICO DAS ATIVIDADES EMPRESARIAIS Autor: Reinaldo Guerreiro Professor Assistente Doutor do Departamento de Contabilidade

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA NAS EMPRESAS DE PEQUENO PORTE

A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA NAS EMPRESAS DE PEQUENO PORTE A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA NAS EMPRESAS DE PEQUENO PORTE Alexandre Prólico Szpyra 1 alexandre.prolico@battistella.com.br Everton Luiz do Nascimento 2 everton@tha.com.br Fabiano Salles de Andrade 3

Leia mais

FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS

FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS NOTA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Curso: Administração de Empresas Turma: Disciplina: Administração Financeira Professor : Maxwell Lucena / Aluno(a): Maxwe R.A.: Assinatura: Data: / / 1ª. Questão

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis 12.1. Introdução O artigo 176 da Lei nº 6.404/1976 estabelece que, ao fim de cada exercício social, a diretoria da empresa deve elaborar, com base na escrituração mercantil, as

Leia mais

Prefácio, xvii. Parte I Ambiente da Análise Financeira, 1

Prefácio, xvii. Parte I Ambiente da Análise Financeira, 1 Prefácio, xvii Parte I Ambiente da Análise Financeira, 1 1 Amplitude da análise financeira, 3 1.1 Visão estratégica da empresa, 3 1.2 Que é análise financeira de empresas, 6 1.3 Análise financeira e áreas

Leia mais

Gerenciando o Fluxo de Caixa com Eficiência

Gerenciando o Fluxo de Caixa com Eficiência Gerenciando o Fluxo de Caixa com Eficiência 08 a 11 de outubro de 2014 08 a 11 de outubro de 2014 Custo financeiro alto CENÁRIO ATUAL Concorrência cada vez mais competitiva Consumidores que exigem maiores

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC)

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC) 1 de 5 31/01/2015 14:52 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC) A Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) passou a ser um relatório obrigatório pela contabilidade para todas as sociedades de capital aberto

Leia mais

ANÁLISE FINANCEIRA VISÃO ESTRATÉGICA DA EMPRESA

ANÁLISE FINANCEIRA VISÃO ESTRATÉGICA DA EMPRESA ANÁLISE FINANCEIRA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA NAS EMPRESAS INTEGRAÇÃO DOS CONCEITOS CONTÁBEIS COM OS CONCEITOS FINANCEIROS FLUXO DE OPERAÇÕES E DE FUNDOS VISÃO ESTRATÉGICA DA EMPRESA Possibilita um diagnóstico

Leia mais

Planejamento Financeiro Empresarial

Planejamento Financeiro Empresarial Planejamento financeiro empresarial 1 Planejamento Financeiro Empresarial Hinara Araújo Thé Prof: Héber Lavor Moreira E-mail: heber@peritocontador.com.br Resumo: Este artigo refere-se ao planejamento financeiro

Leia mais

AVALIANDO SE O CRÉDITO É PROBLEMA OU SOLUÇÃO

AVALIANDO SE O CRÉDITO É PROBLEMA OU SOLUÇÃO AVALIANDO SE O CRÉDITO É PROBLEMA OU SOLUÇÃO 08 a 11 de outubro de 2014 08 a 11 de outubro de 2014 Objetivos Orientar os empreendedores sobre a importância da permanente gestão empresarial e sua direta

Leia mais

1. CONCEITOS 2. OBJETIVOS

1. CONCEITOS 2. OBJETIVOS 1. CONCEITOS A Demonstração do Fluxo de Caixa demonstra a origem e a aplicação de todo o dinheiro que transitou pelo Caixa em um determinado período e o resultado desse fluxo (Iudícibus e Marion, 1999).

Leia mais

ROTEIRO DE LEVANTAMENTO DE DADOS E INFORMAÇÕES PARA UM DIAGNÓSTICO INTEGRADO DE PEQUENA E MÉDIA INDÚSTRIA

ROTEIRO DE LEVANTAMENTO DE DADOS E INFORMAÇÕES PARA UM DIAGNÓSTICO INTEGRADO DE PEQUENA E MÉDIA INDÚSTRIA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO - DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL

Leia mais

capítulo 5 O CONTROLE FINANCEIRO DA ORGANIZAÇÃO Senhores, aqui estão os relatórios financeiros do ano passado. Podemos pagar nossas dívidas?

capítulo 5 O CONTROLE FINANCEIRO DA ORGANIZAÇÃO Senhores, aqui estão os relatórios financeiros do ano passado. Podemos pagar nossas dívidas? 22 capítulo 5 O CONTROLE FINANCEIRO DA ORGANIZAÇÃO A Contabilidade é o instrumento que as empresas usam para controlar suas finanças e operações. E os demonstrativos contábeis balanço patrimonial e demonstração

Leia mais

Boa sorte, vcs estão de parabéns muito bem estruturado o trabalho de vcs...

Boa sorte, vcs estão de parabéns muito bem estruturado o trabalho de vcs... 1. Aplicar tudo em primeira pessoa (verbos); 2. Aproveitar o maximo do autor de livros finaneceiros, Gitmam ; 3. No item Problema alterar na primeira linha uma àrea para algo como recurso ou instrumento,

Leia mais

Estrutura de Gerenciamento de Risco de Crédito

Estrutura de Gerenciamento de Risco de Crédito Estrutura de Gerenciamento de Risco de Crédito Março de 2011 Gerência de Risco de Crédito Diretoria de Economia e Riscos Diretoria Executiva de Administração e Finanças Banco Cooperativo Sicredi 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

AULA 04 EXERCÍCIO 06 - ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (FINANCEIRAS ):

AULA 04 EXERCÍCIO 06 - ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (FINANCEIRAS ): Contabilidade Gerencial e Controladoria Prof. Oscar Scherer Dia 23/03/2012. AULA 04 EXERCÍCIO 06 - ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (FINANCEIRAS ): Parte importante da administração financeira, devendo

Leia mais

POLÍTICA DE CRÉDITO DA COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS SERVIDORES DA SEGURANÇA PÚBLICA DE SÃO PAULO - CREDIAFAM

POLÍTICA DE CRÉDITO DA COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS SERVIDORES DA SEGURANÇA PÚBLICA DE SÃO PAULO - CREDIAFAM POLÍTICA DE CRÉDITO DA COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS SERVIDORES DA SEGURANÇA DAS DEFINIÇÕES 1. A política de crédito da Cooperativa de Crédito Mútuo dos Servidores da Segurança Pública de São Paulo

Leia mais

ATIVO CLASSIFICAÇÃO 1.1. FUNDAMENTO LEGAL: ATIVO

ATIVO CLASSIFICAÇÃO 1.1. FUNDAMENTO LEGAL: ATIVO 1. ATIVO E SUA MENSURAÇÃO De acordo com Iudícibus e Marion (1999), as empresas fazem uso de seus ativos para manutenção de suas operações, visando a geração de receitas capazes de superar o valor dos ativos

Leia mais

Para poder concluir que chegamos a: a) registrar os eventos; b) controlar o patrimônio; e c) gerar demonstrações

Para poder concluir que chegamos a: a) registrar os eventos; b) controlar o patrimônio; e c) gerar demonstrações Contabilidade: é objetivamente um sistema de informação e avaliação, destinado a prover seus usuários com demonstrações e análise de natureza econômica financeira. tratar as informações de natureza repetitiva

Leia mais

PATACÃO DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA.

PATACÃO DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. 1. CONTEXTO OPERACIONAL A Patacão Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. ( Distribuidora ) tem como objetivo atuar no mercado de títulos e valores mobiliários em seu nome ou em nome de terceiros.

Leia mais

FACULDADE DE PARÁ DE MINAS Curso de Administração. Ramon Magalhães Pinto

FACULDADE DE PARÁ DE MINAS Curso de Administração. Ramon Magalhães Pinto FACULDADE DE PARÁ DE MINAS Curso de Administração Ramon Magalhães Pinto A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA E SUA APLICAÇÃO NA GESTÃO FINANCEIRA DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS Pará de Minas 2014 Ramon Magalhães

Leia mais

Necessidade de Capital de Giro, Compras, Vendas e Regressão Linear.

Necessidade de Capital de Giro, Compras, Vendas e Regressão Linear. Necessidade de Capital de Giro, Compras, Vendas e Regressão Linear. MAXIMILLIANO DA SILVA MARINHO Graduando Do Curso De Ciências Contábeis Da UFPA maxi_marinho@yahoo.com.br Heber Lavor Moreira Prof Orientador

Leia mais

CONTABILIDADE E TURISMO NOÇÕES PRELIMINARES 25/10/2012. Informações iniciais. Definição de contabilidade. Grupos de interesse.

CONTABILIDADE E TURISMO NOÇÕES PRELIMINARES 25/10/2012. Informações iniciais. Definição de contabilidade. Grupos de interesse. CONTABILIDADE E TURISMO Glauber Eduardo de Oliveira Santos Informações iniciais Bibliografia básica IUDÍCIBUS, S. et al. Contabilidade Introdutória. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2006. 9 cópias na biblioteca

Leia mais

CONTABILIDADE E TURISMO

CONTABILIDADE E TURISMO Capítulo 1 CONTABILIDADE E TURISMO Glauber Eduardo de Oliveira Santos Capítulo 1 Informações iniciais Bibliografia básica IUDÍCIBUS, S. et al. Contabilidade Introdutória. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2006.

Leia mais

Organizando e administrando o negócio

Organizando e administrando o negócio NEGÓCIO CERTO COMO CRIAR E ADMINISTRAR BEM SUA EMPRESA Organizando e administrando o negócio Manual Etapa 4/Parte 1 Boas vindas! Olá, caro empreendedor! É um prazer estar com você nesta etapa de sua viagem

Leia mais

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade?

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade? Nas atividades empresariais, a área financeira assume, a cada dia, funções mais amplas de coordenação entre o operacional e as expectativas dos acionistas na busca de resultados com os menores riscos.

Leia mais

4 - POLÍTICAS DE RISCO DE CRÉDITO

4 - POLÍTICAS DE RISCO DE CRÉDITO 1. INTRODUÇÃO Este documento objetiva esclarecer as normas, políticas e procedimentos de controle utilizados pelo Banco Tricury S/A no processo de gestão de Risco de Crédito das operações, consoante a

Leia mais

Análise dos Demonstrativos Contábeis Índices de Endividamento Cristhiane Carvalho Téles

Análise dos Demonstrativos Contábeis Índices de Endividamento Cristhiane Carvalho Téles Universidade Federal do Pará Centro Sócio Econômico Análise dos Demonstrativos Contábeis Professor: Heber Lavor Moreira Análise dos Demonstrativos Contábeis Índices de Endividamento Cristhiane Carvalho

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE «21. A respeito das funções da Contabilidade, tem-se a administrativa e a econômica. Qual das alternativas abaixo apresenta uma função econômica? a) Evitar erros

Leia mais

SIND 4.0 SIMULAÇÃO INDUSTRIAL MANUAL DA EMPRESA TODOS OS DIREITOS SÃO RESERVADOS À BERNARD SISTEMAS LTDA.

SIND 4.0 SIMULAÇÃO INDUSTRIAL MANUAL DA EMPRESA TODOS OS DIREITOS SÃO RESERVADOS À BERNARD SISTEMAS LTDA. SIND 4.0 SIMULAÇÃO INDUSTRIAL MANUAL DA EMPRESA TODOS OS DIREITOS SÃO RESERVADOS À BERNARD SISTEMAS LTDA. BERNARD SISTEMAS LTDA. Florianópolis, Fevereiro de 2007. Todos os direitos são reservados. Nenhuma

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO FINANCEIRA: BALANÇO PATRIMONIAL Blume Pfleger Valmira Trapp Fernandes

DEMONSTRAÇÃO FINANCEIRA: BALANÇO PATRIMONIAL Blume Pfleger Valmira Trapp Fernandes DEMONSTRAÇÃO FINANCEIRA: BALANÇO PATRIMONIAL Blume Pfleger Valmira Trapp Fernandes RESUMO: Dentro do plano de contas de uma empresa, o Balanço Patrimonial, deve ser produzido de maneira minuciosa e exata,

Leia mais

ANÁLISE DA ESTRUTURA DE LIQUIDEZ PROPOSTA POR FLEURIET: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA LOCALIZA RENT A CAR

ANÁLISE DA ESTRUTURA DE LIQUIDEZ PROPOSTA POR FLEURIET: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA LOCALIZA RENT A CAR 0 ANÁLISE DA ESTRUTURA DE LIQUIDEZ PROPOSTA POR FLEURIET: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA LOCALIZA RENT A CAR Gabriela de Castro Gaudêncio Cassimiro 1 Thiago Moura de Carvalho 2 Rosália Gonçalves Costa Santos

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA MÓDULO I

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA MÓDULO I 1 CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA MÓDULO I 2 ESSE CURSO FOI CRIADO E É PROMOVIDO PELA INSTITUIÇÃO Todos os Direitos Reservados 3 Bem Vindo ao Curso! 1- O Que é Fluxo de Caixa _Fatores que Afetam

Leia mais