VARIAÇÕES LEXICAIS DA LINGUA GUARANI USADAS NO CONE SUL DO MS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "VARIAÇÕES LEXICAIS DA LINGUA GUARANI USADAS NO CONE SUL DO MS"

Transcrição

1 VARIAÇÕES LEXICAIS DA LINGUA GUARANI USADAS NO CONE SUL DO MS DELFINO BORVÃO 1 Prof. Kaiowá Aldeia Limão Verde/Amambai Profª. MS. Veronice Lovato Rossato Orientadora SED/MS RESUMO Este trabalho, apresentado para a conclusão do Curso de Licenciatura Indígena Teko Arandu/UFGD, em 2011, buscou levantar mudanças na língua Guarani, principalmente quanto ao processo de criação de neologismos e de empréstimos. Minhas fontes foram as palavras coletadas na aldeia Limão Verde, entre os alunos de 6º ao 9º anos da escola, caciques e lideranças, na cartilha Luz para Todos, bem como através da escuta informal. Existem palavras novas, criadas como gírias, no próprio idioma e estas precisam ser catalogadas. Há também palavras e conceitos do mundo atual que não existem em Guarani e que estão, simplesmente, sendo emprestadas do Espanhol ou do Português. É importante aumentar o corpus da língua, obedecendo ao que a política linguística do povo tem estabelecido, para que a língua da nação Guarani não desapareça. Para este trabalho foi necessário descobrir o significado de cada vocábulo ou expressão das outras línguas ou da própria língua, no campo semântico e morfológico. Palavras-chave: Língua Guarani, variações lingüísticas, escola indígena. INTRODUÇÃO Esta pesquisa teve como proposta catalogar palavras ou expressões novas que estão sendo usadas ou criadas na aldeia Limão Verde, tanto neologismos como empréstimos modificados, no contexto da língua guarani. Para neologismo, em língua Guarani, temos a seguinte tradução: Ñe'ëpyahu - Ñe'ë+pyahu: Ñe'ë= palavra e pyahu = novo. A catalogação dos neologismos desta língua indígena servirá, no espaço escolar, para traçar o esboço de uma escola de futuro. Mesmo que não sejam mudanças 1 Trabalho de Conclusão do Curso de Licenciatura Intercultural- Teko Arandu, na terminalidade Linguagens e Educação Intercultural.

2 1 radicais em curto espaço de tempo, este trabalho poderá servir para o fortalecimento de valores culturais, da língua, da identidade, na perspectiva de dar um novo sentido ao idioma nativo da nação Guarani, e a estrutura de viver desta sociedade, com suas expressões próprias, literatura. Para que uma língua não se acabe, é necessário que ela se renove e, nesse processo, a criação de neologismos é fundamental para isso. São importantes para aumentar o corpus da língua, como uma ação das políticas lingüísticas do povo guarani e kaiowá. As comunidades guarani e kaiowá têm seus próprios conhecimentos e querem perpetuá-los, através de seu modo próprio de ser e de viver, como o teko katu ( modo de ser correto ), teko marangatu ( modo de ser espiritual ), teko marane ỹ ( modo de ser puro ). No entanto, esses modos de ser e de viver estão correndo risco. Por isso, a sociedade passa por uma fase de reconstrução sociocultural, sendo a língua guarani um dos seus esteios principais e, principalmente, o elemento principal do teko marangatu, que é o modo de ser essencial desta cultura. Mas, a língua indígena está sendo deslocada pelas línguas dominantes e pelo tekopyahu, enfraquecendo-a e, com ela, enfraquece também a cultura tradicional. É preciso organizar estratégias para fortalecer e valorizar a língua guarani, primeiro no âmbito escolar e, assim, estender para o âmbito familiar e comunitário e, por fim, para o povo todo. É preciso que o povo guarani e kaiowá seja o autor desse processo. Sendo assim, este trabalho se pressupõe a ajudar a alcançar os objetivos propostos para a construção de uma escola indígena específica e diferenciados e para que o idioma Guarani não acabe sendo guardado no baú das memórias culturais do povo. Sou professor indígena da etnia kaiowá, com experiência de 21 anos no sistema da educação escolar. Minha formação do ensino médio foi magistério, superior na UGFD (Universidade Federal Grande Dourados); estas e a vivência com o Ñanderu Atanásio Teixeira me fizeram entender o mundo do teko marangatu e perceber tudo o que meu povo estava perdendo. Assim, percebi a situação da nossa língua materna e tudo o que ela significa para o nosso modo de ser e de viver. Entendi que seria necessário fazer alguma coisa para fortalecer e reverter o processo de deslocamento que a língua guarani está vivendo. Como iniciado no teko marangatu e na universidade, esse processo é importante para mim, embora talvez não seja para outro. Mas vou apostar para que dê um resultado positivo no meio da minha comunidade, começando pelo pequeno esforço da unidade escolar da aldeia Limão Verde. 1

3 2 Pesquisei com as pessoas idosas, crianças e adolescentes, professores e lideranças da comunidade Limão Verde, bem como com os Ñanderu Joechakary Kuerávy, na pessoa do Ñumoendyja, na língua guarani, que, em Português, é Atanásio Teixeira; outros ñanderu são Luiz Velário Borvão, da aldeia Jaguapire; Ailton de Oliveira e Guilherme, ambos de Limão Verde. Com estes foram feitas oficinas e entrevistas. Outras fontes vêm da minha própria observação entre as pessoas de minha comunidade e da cartilha elaborada para o Programa Luz para Todos. As palavras levantadas fazem parte do vocabulário usado na escola, no cotidiano das casas e no relacionamento íntimo, bem como nos itens de consumo, novas tecnologias, trabalho, entre outras. A aldeia Limão Verde situa-se no extremo Sul do Estado, no município de Amambai, a aproximadamente dois Km da periferia da cidade, na rodovia BR 167, que passa pelo meio da aldeia. Seus habitantes pertencem às etnias Guarani e Kaiowá e são falantes da língua étnica deste povo. A população é de, aproximadamente, 1300 pessoas. Possui escola criada e regularizada, com ensino de 1º ao 9º ano e EJA. A estrutura física é de alvenaria, equipada com livros didáticos e biblioteca, recursos didáticos convencionais, uma sala com computadores, uma quadra com cobertura, um telefone público e uma gestão própria composta de diretor e coordenadores indígenas. Atende aproximadamente 285 alunos. A aldeia também possui um postinho de saúde que atende a comunidade, mas que precisa ser melhorado. A economia se baseia principalmente no trabalho oriundo da cana de açúcar, das aposentadorias e pensões, do serviço público municipal e federal. A liderança é composta de duas pessoas, uma há 30 anos e outro há três anos. As famílias estão sem rumo, não sabendo o que querem e como fazer para resolver seus problemas. Dependem muito de programas sociais. As idéias de modernismo impulsionaram a prática do individualismo e, como conseqüência, os conhecimentos dos sábios anciãos foram desvalorizados. Com fácil acesso aos meios de comunicação e transportes, e ação de evangélicos exploradores da renda do indígena guarani, e a escola que seguia o modelo autoritário e individualista, desestruturou a organização social e familiar e, com isso, foi desacreditada a cultura e, principalmente, a família, que não tem mais o respeito, o domínio de ensinar a ser uma boa família estruturada. O problema mais grave é que os adolescentes não têm perspectiva de viver a vida livre, mas de continuar sendo oprimidos. A nova proposta de uma educação escolar indígena entra no cenário para mostrar que não é por esse caminho que os indígenas alcançariam a autonomia. 2

4 3 Segundo o Projeto Político Pedagógico, a Escola Municipal Pólo Indígena Mbo erenda Tupã i Ñandeva, além das estruturas comuns das demais escolas do Ensino Fundamental, consta com especificidades da comunidade Guarani Kaiowá para balizar um ensino intercultural e bilíngüe, visando a valorização da cultura, as reafirmações de sua diversidade, da sua identidade étnica, recuperação de suas memórias históricas, valorização de sua língua e ciências, além de possibilitar ao aluno o acesso às informações e conhecimentos valorizados pela sociedade nacional e universal, de forma a participarem ativamente como cidadãos plenos do País. A comunidade e principalmente as lideranças formais tem a plena participação na organização e estruturação da escola. A língua guarani sofreu transformações e isso é detectado nas falas dos intelectuais guarani, para quem essa influencia veio dos agentes externos. A partir da década de 1970 houve mudanças radicais na fala e, com isso, os sábios guarani se esconderam oñeñomi - sentindo-se acuados e se omitiram de ensinar ou dar informações sobre a tradição. Isso ocorreu pelo fato de que a escola reconhecia como inferiores as culturas indígenas e seus agentes. Hoje, tanto os intelectuais, como as lideranças e os rezadores ou sábios tradicionais estão empenhados em reverter esse quadro de desprestígio da língua e da cultura guarani, podendo a escola ser um espaço para isso. CONCEITOS Variação de linguagem Conforme MAIA (2006), uma mesma língua pode apresentar variações de um lugar para outro, de uma faixa etária para outro e, ainda mesmo que usada por um mesmo falante, em mesmo lugar e época, de uma situação para outra. As variações de linguagem existem no Guarani de diferentes formas: temos diferenças regionais, no som ou na ortografia. Uma fala do Kaiowá é diferente do Mbya, do Guarani de Paraguai, do RS e de SP. Isso é denominado por Maia (2006) como variação dialética étnica. No interior da aldeia também há diferenças de linguagem, em diferentes contextos, quais sejam: professores, familiares, autoridades, crianças, adolescentes e jovens. Cada segmento que compõe um grupo de pessoas tem um conhecimento de fala que é diferente de outros grupos. É interessantes notar que cada ator que faz parte de uma mesma comunidade tem linguagem diferente na fala, mas todos se entendem. 3

5 4 Empréstimo Para o pesquisador BARBOSA (1996), um termo só será considerado empréstimo propriamente dito, quando numa fase ulterior à da adoção (...) pela integração e generalização, tiver alcançado alta freqüência e distribuição regular entre falantes, a ponto de não ser mais sentido como estrangeirismo. Os empréstimos surgem na comunidade guarani a partir do contato com outras línguas: Português, Castelhano ou Espanhol e, por último, também algo do Inglês exemplo (chorti). As influências vieram, primeiramente, do Paraguai, depois da Missão Evangélica Caiuá e dos chefes de posto da FUNAI, e, recentemente, da escola e meios de comunicação. Aproximadamente 70% dos habitantes da aldeia Limão Verde sutentam a língua materna, com objetivo de viver no seu territorio. No entanto, na fala do povo guarani kaiowá, o Portugues se tornou Guarani, pois está usando muitos empréstimos nesta língua. Mas é comum criar palavras novas a partir de um empréstimo acrescentado por um particula ou expressão guarani. Ex: piolakue (piola =corda; kue= passado - eram cordas; vakapipopo (vakapi = couro de vaca; popo = pula - bola). Também há muitos empréstimos ressemantizados, quer dizer que, em Guarani, aparecem com o significado original alterado (Ex: asuplika = explicar; apondera = admirar), ou com o som da palavra modificado de acordo com o jeito guarani de falar (Ex: fexão = feijão; kavara = cabra; vandizo= bandido; Zorazo = Dourados; vosa = bolsa; fófro = fosforo; pendrai = pendrive; musikea = baile.). Este é um grande problema para o Guarani e para as tentativas de reforçar a língua: em vez de criar, o povo apenas empresta. Entre os Guarani, quem inventa neologismo não é sempre pessoa escolarizada, geralmente são pessoas humildes, mais tradicionais. Os empréstimos vêm de muito tempo e agora se intensificam. Por exemplo: careca, quando, em Guarani, pode ser akã perõ (cabeça pelada); hoje se usa professora, em Português, que antes era maetra (maestra), do castelhano; nomes de semana como lune, marte, miercule, jueve, vierne, savazo, zomingo; año, hora, méziko (médico) ou makumbéro (usado pelos evangélicos) para se referir ao ñanderu (rezador, curandeiro). Neologismo Neologismo é um fenómeno linguístico que consiste na criação de uma palavra ou expressão nova, ou na atribuição de um novo sentido a uma palavra já existente. Pode ser fruto de um comportamento espontâneo, próprio do ser humano e da linguagem, ou artificial, para fins pejorativos ou não. Chama-se de neologismo o processo de criação de novas palavras na 4

6 5 língua. Você já reparou que, de tempos em tempos, novas palavras surgem - seja nos telejornais, descrevendo uma nova tecnologia, por exemplo, seja nas ruas, por meio de gírias. (Wikpédia, apud Hickler, Back e Ricardo, 2011). O Ñanderu Atanasio (2010) diz que as falas dos antigos são diferentes desde a época de 1980 para hoje, as crianças já não falam mais: Ymaguarëve ñe ë ha e iñanbuevoi pe ko ayvérupi yjoysyha ha e mitãngery ndokuaa porãvéima. (...) uma mesma língua pode apresentar variações de um lugar para outro, de uma faixa etária para outro, e, ainda mesmo que usada por um mesmo falantes, em mesmo lugar e época, de uma situação para outra. (MAIA,Marcus, 2006) Normalmente, a mídia traz perspectivas linguísticas diferenciadas dos vocábulos, principalmente na adição de sufixos e prefixos aos vocábulos, como em vietnização. (...) A neologia do português existe porque a língua é viva, ou seja, é passível de mudanças constantes que podem vir a ser determinantes. Neste último caso, o neologismo criado passa a ser incorporado no dicionário de determinado idioma. (Wikpedia, Segundo a enciclopédia Wikpedia (2010), existem três tipos de neologismo: o semântico, o lexical e o sintático: O semântico é quando a palavra já existe, mas ganha uma nova conotação, um novo significado: Estou a fim de Fulano. (estou interessado). Beltrano, não vai dar, deu zebra. (algo não deu certo). Vou fazer um bico. (trabalho temporário). O lexical é quando uma nova palavra e um novo conceito são criados: dibobis (tranquilo), furunfá (ter relação), catilanga (mulher feia), etc. O lexical ainda pode ser quando incorporamos letras a uma palavra que já existe: lambuzão (pessoa que se lambuza demais), abobado (aquele que é bobo, sonso), internetês (a língua da internet), fubazento (que provém de fubá, e quer dizer homem sem graça e feio), etc. Já o sintático, é quando a expressão ou frase tem um significado específico: De cabo a rabo (do começo ao fim), Fazer um furo (noticiar primeiro), Fazer cera (fingir que trabalha), Fogo no rabo (excitado),etc. (Wikpedia, Conforme MAIA (2006), o neologismo pode ser usado, desde que na fala, porque é próprio dela. Portanto, é certo criar palavras, desde que a pessoa tenha bom senso de saber onde e quando usar. Para o Ñanderu Biguá (2010), quando falamos, de um jeito organizado, o entendimento é coerente, por isso, há diferença de quem é falante guarani e kaiowá : Ja eramo ñe eropyta rehe ojoysy porãmba voiniko ohovo upevagui katutuete iñambue mbue oiporuva te ykuery oayvu. 5

7 6 Por ser um fenomeno linguístico de um povo, os Guarani também criam suas próprias palavras que não existiam ou incorporam um novo sentido às palavras já existentes. É muito importante saber quais são os significados das palavras, de onde surgiram, entender a morfologia, isto é, os morfemas que formam a palavra, que dão um novo significado, formando uma palavra nova. Segundo o dicionário Wilipédia, a vivacidade de uma língua está ligada à capacidade de seus falantes de criar novas palavras, ampliar o vocabulário, ou de emprestar dar às palavras que já existem novos sentidos. (Wikipédia,.org/wiki neologismo/origem:wikipédia, 2011) Na década de 1980 a 1990, o choque cultural e linguistico foi maior, o que levou os indígenas a se agarrar a novas palavras da outra língua, mesmo sem entender seus significados, e muito diferentes daquelas que eram usadas ou criadas no tempo antigo. Mas o processo de nomear as coisas na oralidade é o mesmo. A era da educação escolar indigena diferenciada e específica, que começou em 1988 e vai até o presente, valorizou e legitimou o uso das linguas indígenas na escola. Mas para adotar essa nova mentalidade escolar e linguística, vai ainda uns dez a vinte anos. Também temos nomes de determinadas expressões usadas nos diferentes contextos e ambientes. Por exemplo: aichïñaraingo, como linguagem para mimar o bebê. Temos também a linguagem escolar, usada no âmbito da escrita e da fala pelos alunos. Temos palavras usadas no espaço de trabalho para designar diferentes profissões: mbo ehára (professor), kuerávy (médico e enfermeiro). Ao longo deste tempo de 20 anos de desenvolvimento da educação escolar com formação de pessoas intelectuais surgem na edição de livros ou para dar significado no registro da formalidade da escrita na língua Guarani. Temos palavras que são usadas no âmbito do espaço de trabalho e essas expressões são usadas e ditas pelos intelectuais Guarani em diferentes profissões onde a língua indígena ocupa uma função de trabalho na escola. Ao longo deste tempo de 20 anos de desenvolvimento da educação escolar com formação de pessoas, foram editados alguns livros, que fazem o registro formal da escrita na língua Guarani, como a cartilha Tynynýi Ñe ë Ñemoasãi, da Campanha Luz para Todos (2008). No contexto das relações entre os Guarani, isso acontece de forma natural, por prazer e felicidade e é nesse momento de partilha e num ambiente de conversa informal que surgem as criações das expressões para determinadas falas de humor ou de alegria, que depois são apropriadas e usadas pela maioria da comunidade. Essas 6

8 7 palavras são usadas geralmente no ambiente de trabalho, principalmente, onde é feito o corte de cana-de-açúcar ou num aglomerado de pessoas em roda de tereré. Giria A linguagem das ruas, ou melhor, dos grupos sociais, já é caracterizada pelo surgimento de novos termos nunca vistos antes ou influenciados por outros, mas que por si sós possuem um significado, é o caso das gírias. A gíria, é um fenômeno de linguagem especial usada por certos grupos sociais pertencentes à uma classe ou a uma profissão em que se usa uma palavra não convencional para designar outras palavras formais da língua com intuito de fazer segredo, humor ou distinguir o grupo dos demais criando uma linguagem própria (jargão). É empregada por jovens, crianças e adultos de diferentes países e classes sociais, e observa-se que seu uso cresce entre os meios de comunicação de massa. Trata-se de um fenómeno sociolinguístico cujo estudo pode ser feito sob duas perspectivas: gíria de grupo e gíria comum. Um exemplo prático, muito usado no Brasil, é o caso do termo "refri" onde se faz uso de um neologismo, uma vez que esta palavra é uma criação relativamente recente (Significa uma gíria para "refrigerante"). (WIKIPÉDIA. Apud Vilarinho). Os exemplos a seguir mostram algumas girias mais usadas no cotidiano: neperõ = trabalhador da cana por trabalhar pelado; mbuse = homem que não liga para sexo ou mulher, na volta trabalho, nome genérico de tratamento de pessoas que não tem afinidade com a feminilidade); ndo usei/nomokõsei/ = beberrão; ipura = exibido; pura = quer ser observado, elegante; puto, ha etevoi = homossexual; ojokytya = mulher sapatão; ijapayayava= necessidade especial; porã, porãmba= feio; mitã guasu = homem com quem a esposa trai o marido); mbuse = homem que não liga para sexo ou mulher na volta trabalho nome genérico de tratamento de pessoas que não tem afinidade com a feminidades).; ndo usei/nomokõsei/ = beberrão; ipura = isibido; pura = quer ser observado, elegante ; puto, ha etevoi = homossexual; ojokytya = mulher sapatão; ijapayayava= necessidade especial; porã, porãmba= feio ou prestigio de renome. Adolfinho Nelson, liderança de Limão Verde, diz que este tipo de palavras são ñe e rei ojeporuve (palavrão). Algumas palavras são criadas para decifrar códigos de segredo ou para designação social, familiar e de tratamento. No contexto das relações íntimas também surgem muitas palavras de prazer e felicidade. A gíria dos Guarani Kaiowá é usada em diferentes ambientes como sendo uma das formas de proporcionar lazer, humor e alegria, provocando risos e gargalhadas. Essas criações surgem em ambiente de roda de tereré, doméstico familiar; chimarrão; no momento de demonstrar afeto, como quando 7

9 8 as mulheres mexem no cabelo de outro para procurar piolho mesmo não tendo o piolho na cabeça; em festas religiosas e brincadeiras tradicionais: guachiré, guahu, e jeroky, que são lugares mais comuns onde são criadas as falas; no descanso e almoço no trabalho de usina de cana-de-açúcar pelos neperõ (trabalhador da cana), e pelo estudo de intelectuais guarani que são os professores guarani kaiowá. Exemplo: Che rova que é igual a ironizar o outro; che igual dizer a ele ou a alguém; mostrar com o dedo sem falar nada e o outro só balança a cabeça como resposta. Como qualquer sociedade tem seus sistema de lazer, que proporcionam prazer e alegria, o Guarani tem esse sistema para distrair o tempo e nesse momento surgem as criações da fala guarani. A gíria em Guarani também está presente nos ñe'ẽnga, que tem a finalidade de zoar do outro, debochar, desconsiderar e desrespeitar. Temos alguns exemplos: piru (magro) usado ironicamente para pessoas gordas; porã (bonito), dito para alguém feio; puto significa homossexual, e ojokytyva para mulher homossexual. A gíria também reina até no momento religioso do ritual do jeroky, onde os líderes religiosos são venerados como os mediadores entre o ser humano e os deuses. Tudo tem a ver com o modo de viver do teko marangatu, que é o modo de ser religioso dos Guarani e Kaiowá. Geralmente as falas deles vêm sendo reveladas para determinadas pessoas que são dignas de saber e essas pessoas divulgam para que todos usem. Exemplo: sapukái (grito) para referir-se aos evangélicos. Pessoas que mexem com drogas também criam códigos para se comunicar apenas entre eles. Por exemplo: Ecorreriape (para dizer que alguém está sendo ameaçado). LISTA DE NEOLOGISMOS E EMPRÉSTIMOS COLETADOS O estudo da morfologia dessas palavras está apenas sendo iniciado. Por isso, a tabela está incompleta. Nº Palavras Origem Morfologia Significado em Português 1. Akãmbagua akã = cabeça mba=coisa martelo 2. Arakatu éi ara= céu katu= verdadeiro, sensato 3. Arapotĩ ara = céu potï = limpido céu azul céu azul 8

10 9 4. Ao i ao = vestimenta i = pequeno 5. Apilha Empréstimo de pilhar 6. Apykahai apyka=banco hái = grafia 7. Apondera Empréstimo com significado modificado 8. Apykaru apyka = assento ru = pai 9. Asuplika Empréstimo com significado modificado A= desinência de 1ª pessoa do singular camisinha (preservativo) Flagrar, descobrir carteira de escola Admirar Mesa Explico 10. Chavulai Chavurro Chavu = baixo burro (animal) (empréstimo de lai = lerdo vurro) 11. Chity chi= barulho de pólvora Fósforo ty= lugar 12. Ei Antes eira Mel 13. Embeze Empréstimo em vez de 14. Ekópilo, Empréstimo Helicóptero ekópito 15. Elara Empréstimo helada = gelada Geada 16. Epirito vai Empréstimo com Epirito= espírito diabo, demônio inclusão de uma Vai =Marã= mal palavra guarani 17. Fechao Empréstimo feijão 18. Guachuatai Ferro fundido facão 19. Gua y Nome genérico de facão facão 20. Ha evy, ha e= ela vy= costume amante 21. Haihasa y hai = escrever sa y = cores 22. Harriero Empréstimo do castelhano 23. Ikuña i = 3ª pessoa kuña = mulher (mulher dele) 24. Ipura Empréstimo i = 3ª pessoa do singular modificado pura = sínico, exibido (adjetivo) 25. Jaryra Ja= colar Ryra = substância gelatinosa 26. Joapyha joapy = emenda 27. Kachita Empréstimo do português calcinha 28. Kasõ i empréstimo do castelhano + guarani ha= aquilo que kasõ = calça i = pequeno colorir homem amante elegante, ser mais que o outro, que se mostra superior, exibido silicone solda, cola calcinha cueca 29. Kavajupiru kavaju = cavalo bicicleta piru = magro 30. Ku éta oku e = movimentar-se bicicleta 9

11 10 ta = futuro 31. Kuretĩgue kure= porco tĩ = nariz gue = kue = não é mais tomada de energia 32. Ka arovapy ka a+rova+py ka a = mato, erva bioma rova = face py = raiz conjunto do mato 33. Kevranto Empréstimo quebranto 34. Kachivéo A palavra original é Pyryru chinelo 35. Kuchã ku= língua colher chã= côncavo 36. Kupichu ku=canto do galo galo pichu= do guarani pichai = cabelo enroldado, armado. Pichu para o galo, pois ele levanta as penas. 37. Kuretï kuretï = nariz de porco tomada de energia joguaha joguaha= parecido 38. Kuampiro Empréstimo de Vampiro português 39. Kuairu Kuã= dedo anel Iru= companheiro 40. Kururuveve kururu= sapo helicóptero veve= voa 41. Letrina Empréstimo Latrina banheiro 42. Lucumento = Empréstimo documento 43. Lovo Empréstimo lontra 44. Mba epu apu a modificado de lobo mba e = coisa /objeto pu = som apu a = redondo 45. Mangulio = Empréstimo Armadilha tocaia 46. Me ẽnga = me = Marido namorado(a), noivo(a). 47. Mba epu mba e = objeto/coisa aparelho de som pu = som 48. Mbo ehára mbo e = ensinar professor ha= aquele Mbo épy Mbo épy (Kaiowá) mbo e=ensinar lição Mbo épe (guarani) pe= em 51. Mbohovai mbo= mandar fazer interpretar hovai= estar diante, face 52. Mbojereha mbo = que faz manivela, roda jere=girar ha = aquilo que 53. Mbusia Empréstimo Morsília morsilia 54. Mbyapeha mbyape=alisar ha= aquele que faz 55. Mbuse Mbu= é o ato de cair Se= querer CD massagista Homem que vem da usina que não liga para mulher, só quer saber de beber. hermafrodita 56. Mofroito Empréstimo Opção sexual como gay e hermafrodita 57. Momba Mo= por dentro Orgasmo mba (pa) = fim 58. Nambiguasu nambi= orelha orelhão de telefone 10

12 11 guasu = grande 59. Neperõ perõ = pelado Trabalhador de usina gíria de ser trabalhador iniciante 60. Ñumbéu ñu = campo gado mbé = rembé = labio u = lamber 61. Ndoje uséi não quer mais comer homem que não está 62. Obasea Empréstimo modificado basear-se 63. Opiropea o = 3ª pessoa do singular piropo = (em castelhano) ea = desinência em Port. que transforma um nome em verbo. 64. Opurea Empréstimo modificado o = 3ª pessoa do singular pura = sínico,isibido ea = desinência em Port. que transforma um nome em verbo. 65. Oñeapykano O = 3ª pessoa Plural ñe = se fazer apyka = acento nõ = forro= (esperma) interessado em sexo imaginar Debochar, zoar exibir-se,gritar-se fecundar 66. Pyryru py = pé Calçado ryru= recipiente 67. Pendrai Empréstimo Pendrive 68. Petỹvai petỹ= fumo Droga vai = maligno 69. Pyguasu py = pé Trator guasu = grande (pneu grande) 70. Pytu Originalmente é sopro Onda de rádio ou magnética. 71. Rova pitibu Empréstimo com rova = rosto serio, bravo inclusão de palavra pitibul = cão bravo guarani 72. Rupi a Palavra antiga Ovo de galinha (originalmente) 73. Sakandu resa+kandu resa=olho kandu= canto óvulo, gravidez Cavalo (com olhos de lado) 74. Sapatu Empréstimo Calçado Sapato 75. Sapikua sapi= couro Sacola kua= buraco 76. Sapituka Antigamente era Olhos virados Olho de epiléptico saguyry 77. Taguatoresay taguato = aguia/gavião bebida alcoólica resa= olho y = fluído/ água/líquido (cachaça) 78. Takéo Parede 79. Tapehũ tape = estrada Asfalto hũ = preto 80. Tesajoapy tesa = olhos joapy = auxílio Óculos 11

13 Tikarẽ tĩ = nariz Foice karẽ= torto 82. Tysýi tysýi serie, seriado, ano escolar (originalmente, qualquer tipo de fila) 83. Tynynyi Vem do Guarani Tyny = choque Eletricidade tyñy = týny Nýi = ñyvyi = espírito, energia que faz viver. 84. Vacia empréstimo Bacia 85. Vakapipopo vakapi = couro curtido Bola opopo = pula pula 86. Vakaypi vaka = gado gado que não engorda 87. Varrero Empréstimo do castelhano ypi = couro seco barreiro, lamaçal CONSIDERAÇÕES FINAIS As palavras catalogadas servirão, no espaço escolar, para traçar o esboço de uma escola de futuro, mesmo que não haja mudança em curto espaço de tempo, mas também para a apropriação de valores da língua, identidade e cultura. A língua não acaba, e nesse processo de transformação, ela adquire características que se moldam ao tempo atual. A escola tem o papel de repassar os conhecimentos e de construir novos, e pode ajudar a criar neologismos e divulgá-los, para perpetuar corpus e o sistema lingüístico guarani. A comunidade guarani e kaiowá tem seus próprios conhecimentos e quer perpetuá-los, através de seu modo próprio de ser e de viver, como o Tekokatu ( modo de ser correto ), Teko Marangatu( modo de ser espiritual ), Teko marane ỹ ( modo de ser puro ). No entanto, esses modos de ser e de viver estão correndo risco. Por isso, a sociedade passa por uma fase de reconstrução sociocultural, sendo a língua Guarani um dos seus esteios principais e, principalmente, a base do Teko Marangatu, que é o modo de ser essencial desta cultura. Mas, a língua étnica está sendo deslocada pelas línguas dominantes e pelo Tekopyahu, enfraquecendo-a e com ela, enfraquece também a cultura tradicional. É importante ressaltar que o que está descrito aqui contém pouco volume de catalogação como sendo início de um trabalho que pretendo aprofundar em outro espaço de pesquisa. Me foram cobradas as referências de pesquisas já realizadas anteriormente, como o Montoya, por exemplo. Mas isso eu não consegui fazer, porém, mesmo de 12

14 13 forma superficial, já é um elemento muito importante como início de uma longa caminhada de revitalizar o que sobrou ao longo dos cinco séculos. A estratégia é fortalecer e valorizar a língua guarani, primeiro no âmbito escolar e, assim, estender para o âmbito familiar e comunitário e, por fim, para o povo todo. É preciso que o povo guarani e kaiowá ponha em prática este processo. O processo de restauração da língua guarani na aldeia passa por três atitudes básicas: conscientizar sobre os direitos lingüísticos; ter um projeto social de qualidade, formação tradicional e acadêmica; e assumir de vez a identidade sócio-cultural guarani e kaiowá. Sendo assim, a vitalidade deste trabalho se propõe a ajudar a alcançar os objetivos das políticas lingüísticas e afirmação de identidade e cultura do povo, através da pesquisa iniciada aqui. A escrita, no contexto do povo guarani e kaiowá, quando assumida e firmada, é um instrumento muito valoroso pelo fato de estarem garantindo um espaço onde podemos repensar a educação, e o processo educativo escolar ser parceiro para realizar o trabalho de equipe. Espero que meus netos, os netos do meus descendentes cheguem um dia a dizer: a língua guarani é a minha raiz que eu tenho orgulho de falar. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BARBOSA,M A. Léxicos,produção e criatividade.são Paulo:Plêiade,1996. MAIA, Marcus. Manual de linguística: subsidio para formação de professores indígenas na área de linguagem nº 04. Brasilia: novembro TYNYNÝI ÑE Ë ÑEMOASÃI. Guarani kaiowa, mbo ehára kuéra. Campanha Luz para todos. Dourados, VOCABULARIO GUARANI/KAIOWÁ, AGF/SED. Disciplina de língua e linguística. Aluno Analisa, Edna, Eliana, Elizeu, Gerald, Huto; Dourados:

1 A Internet e sua relação com a linguagem na atualidade: algumas informações introdutórias

1 A Internet e sua relação com a linguagem na atualidade: algumas informações introdutórias 1 A Internet e sua relação com a linguagem na atualidade: algumas informações introdutórias Objetivamos, com esse trabalho, apresentar um estudo dos processos de importação lexical do português que ocorrem

Leia mais

Anexo 2.1 - Entrevista G1.1

Anexo 2.1 - Entrevista G1.1 Entrevista G1.1 Entrevistado: E1.1 Idade: Sexo: País de origem: Tempo de permanência 51 anos Masculino Cabo-verde 40 anos em Portugal: Escolaridade: Imigrações prévias : São Tomé (aos 11 anos) Língua materna:

Leia mais

5 ADOLESCÊNCIA. 5.1. Passagem da Infância Para a Adolescência

5 ADOLESCÊNCIA. 5.1. Passagem da Infância Para a Adolescência 43 5 ADOLESCÊNCIA O termo adolescência, tão utilizado pelas classes médias e altas, não costumam fazer parte do vocabulário das mulheres entrevistadas. Seu emprego ocorre mais entre aquelas que por trabalhar

Leia mais

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais

Educação escolar indígena

Educação escolar indígena Educação escolar indígena O principal objetivo desta apresentação é fazer uma reflexão sobre a cultura indígena kaingang, sobre as políticas educacionais integracionistas e sobre a política atual, que

Leia mais

Conversando com os pais

Conversando com os pais Conversando com os pais Motivos para falar sobre esse assunto, em casa, com os filhos 1. A criança mais informada, e de forma correta, terá mais chances de saber lidar com sua sexualidade e, no futuro,

Leia mais

A felicidade do adolescer

A felicidade do adolescer A felicidade do adolescer Clodolina Martins* Indianara Ramires Machado* Thaisa Dias* Zuleica da Silva Tiago* Desenvolvemos o projeto A felicidade do adolescer: o adolescente conhecendo a si mesmo 1, na

Leia mais

PLANEJAMENTO (Cantiga de Roda /Trava-língua /Adivinhas)

PLANEJAMENTO (Cantiga de Roda /Trava-língua /Adivinhas) PLANEJAMENTO (Cantiga de Roda /Trava-língua /Adivinhas) Professora: Juceli Pola Competências Objetivo Geral Objetivos Específicos Leitura; oralidade; memória; raciocínio; ritmo; dramatização. * Proporcionar

Leia mais

ABCEducatio entrevista Sílvio Bock

ABCEducatio entrevista Sílvio Bock ABCEducatio entrevista Sílvio Bock Escolher uma profissão é fazer um projeto de futuro A entrada do segundo semestre sempre é marcada por uma grande preocupação para todos os alunos que estão terminando

Leia mais

Transcrição de Entrevista nº 5

Transcrição de Entrevista nº 5 Transcrição de Entrevista nº 5 E Entrevistador E5 Entrevistado 5 Sexo Feminino Idade 31 anos Área de Formação Engenharia Electrotécnica e Telecomunicações E - Acredita que a educação de uma criança é diferente

Leia mais

PLANO DE AÇÃO OFICINA DE SENSIBILIZAÇÃO DOS PROFESSORES SOBRE O CONCURSO TEMPOS DE ESCOLA

PLANO DE AÇÃO OFICINA DE SENSIBILIZAÇÃO DOS PROFESSORES SOBRE O CONCURSO TEMPOS DE ESCOLA PLANO DE AÇÃO OFICINA DE SENSIBILIZAÇÃO DOS PROFESSORES SOBRE O CONCURSO TEMPOS DE ESCOLA PROPOSTA DE AÇÃO Sensibilizar os professores sobre a importância de incentivar seus alunos a participarem do Concurso

Leia mais

PEDRO, TIAGO E JOÃO NO BARQUINHO ISRC BR MKP 1300330 Domínio Público

PEDRO, TIAGO E JOÃO NO BARQUINHO ISRC BR MKP 1300330 Domínio Público PEDRO, TIAGO E JOÃO NO BARQUINHO ISRC BR MKP 1300330 Domínio Público Pedro, Tiago, João no barquinho Os três no barquinho no mar da Galiléia Jogaram a rede Mas não pegaram nada Tentaram outra vez E nada

Leia mais

L0NGE, atrás em monte, sol cair e céu ficar em fogo. Fraco, Eu

L0NGE, atrás em monte, sol cair e céu ficar em fogo. Fraco, Eu 5 L0NGE, atrás em monte, sol cair e céu ficar em fogo. Fraco, Eu subir monte, pés d Eu molhados em erva fria. Não haver erva em cima em monte. Só haver terra, em volta, monte como cabeça de homem sem cabelo.

Leia mais

Guia do Professor / Vozes da Cidade / Conhecendo.../ Eduardo Guimarães. Conhecendo a Cidade

Guia do Professor / Vozes da Cidade / Conhecendo.../ Eduardo Guimarães. Conhecendo a Cidade 1 Guia do Professor Episódio Conhecendo a Cidade Programa Vozes da Cidade Apresentação Como já vimos nos trabalhos desenvolvidos para o episódio 1, os trabalhos para o episódio 2 também trazem várias questões

Leia mais

Chantilly, 17 de outubro de 2020.

Chantilly, 17 de outubro de 2020. Chantilly, 17 de outubro de 2020. Capítulo 1. Há algo de errado acontecendo nos arredores dessa pequena cidade francesa. Avilly foi completamente afetada. É estranho descrever a situação, pois não encontro

Leia mais

As 11 dúvidas mais frequentes

As 11 dúvidas mais frequentes As 11 dúvidas mais frequentes Deyse Campos Assessora de Educação Infantil dcampos@positivo.com.br Frequentemente recebemos solicitações de professores de escolas que estão utilizando o Sistema Positivo

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Plano de Trabalho Docente 2014

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Plano de Trabalho Docente 2014 ETEC Monsenhor Antônio Magliano Código: 088 Município: Garça Área de conhecimento: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias

Leia mais

PLANO DE CURSO REFERENCIAL LÍNGUA PORTUGUESA/GESTAR 6ª SÉRIE (7º ANO)

PLANO DE CURSO REFERENCIAL LÍNGUA PORTUGUESA/GESTAR 6ª SÉRIE (7º ANO) PLANO DE CURSO REFERENCIAL LÍNGUA PORTUGUESA/GESTAR 6ª SÉRIE (7º ANO) Processo Avaliativo Unidade Didática PRIMEIRA UNIDADE Competências e Habilidades Aperfeiçoar a escuta de textos orais - Reconhecer

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA DE ESTADO E EDUCAÇÃO-SEED COLÉGIO ESTADUAL MARCELINO CHAMPAGNAT-ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROGRAMA DE

GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA DE ESTADO E EDUCAÇÃO-SEED COLÉGIO ESTADUAL MARCELINO CHAMPAGNAT-ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROGRAMA DE GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA DE ESTADO E EDUCAÇÃO-SEED COLÉGIO ESTADUAL MARCELINO CHAMPAGNAT-ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL-PDE PROJETO DE INTERVENÇÃO NA ESCOLA-PDE

Leia mais

Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores.

Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores. Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores. Prof. Ms. Deisily de Quadros (FARESC) deisily@uol.com.br Graduando Mark da Silva Floriano (FARESC) markfloriano@hotmail.com Resumo: Este artigo apresenta

Leia mais

MEU TIO MATOU UM CARA

MEU TIO MATOU UM CARA MEU TIO MATOU UM CARA M eu tio matou um cara. Pelo menos foi isso que ele disse. Eu estava assistindo televisão, um programa idiota em que umas garotas muito gostosas ficavam dançando. O interfone tocou.

Leia mais

Palavras-chave: Toponímia, linguística, memória, imigração italiana, Belo Horizonte.

Palavras-chave: Toponímia, linguística, memória, imigração italiana, Belo Horizonte. MARCAS DA ITÁLIA NA TOPONÍMIA DE BELO HORIZONTE Resumo Zuleide Ferreira Filgueiras 1 Esta comunicação tem como objetivo apresentar os principais resultados da dissertação de mestrado A presença italiana

Leia mais

O discurso de mídia em relação a mulher 1

O discurso de mídia em relação a mulher 1 O discurso de mídia em relação a mulher 1 GLÁUCIA PEREIRA DE SOUZA UNIVERSIDADE CATOLICA DE BRASILIA O objetivo desta comunicação é fazer uma primeira discussão sobre o discurso da mídia em relação à mulher,

Leia mais

2ª SEMANA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA MARÇO

2ª SEMANA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA MARÇO Design & Saúde Financeira para maiores de 50 anos Vera Damazio Laboratório Design Memória Emoção :) labmemo (: O que Design tem a ver com Saúde Financeira para maiores de 50 anos? E o que faz um Laboratório

Leia mais

A PROPOSTA SOLINHO 1 : DESENVOLVENDO ASPECTOS MUSICAIS E SOCIAIS ATRAVÉS DA AULA DE VIOLÃO EM GRUPO. Igor Luiz Medeiros 2. igorluiz.m@hotmail.

A PROPOSTA SOLINHO 1 : DESENVOLVENDO ASPECTOS MUSICAIS E SOCIAIS ATRAVÉS DA AULA DE VIOLÃO EM GRUPO. Igor Luiz Medeiros 2. igorluiz.m@hotmail. A PROPOSTA SOLINHO 1 : DESENVOLVENDO ASPECTOS MUSICAIS E SOCIAIS ATRAVÉS DA AULA DE VIOLÃO EM GRUPO Igor Luiz Medeiros 2 igorluiz.m@hotmail.com Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Artes, Filosofia

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

SEXUALIDADE: DESATANDO OS NÓS NA ADOLESCÊNCIA

SEXUALIDADE: DESATANDO OS NÓS NA ADOLESCÊNCIA SEXUALIDADE: DESATANDO OS NÓS NA ADOLESCÊNCIA Por Marcos Ribeiro* Um pouco dessa história começa por volta dos 10/12 anos, quando meninos e meninas começam a sofrer as primeiras transformações físicas,

Leia mais

Os encontros de Jesus. sede de Deus

Os encontros de Jesus. sede de Deus Os encontros de Jesus 1 Jo 4 sede de Deus 5 Ele chegou a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, que ficava perto das terras que Jacó tinha dado ao seu filho José. 6 Ali ficava o poço de Jacó. Era mais ou

Leia mais

Vida nova Jovens contam como superaram doenças graves. Depois de um câncer de mama aos 23 anos, Dolores Cardoso teve um filho, escreveu um livro e

Vida nova Jovens contam como superaram doenças graves. Depois de um câncer de mama aos 23 anos, Dolores Cardoso teve um filho, escreveu um livro e Sexta Vida nova Jovens contam como superaram doenças graves. Depois de um câncer de mama aos 23 anos, Dolores Cardoso teve um filho, escreveu um livro e mudou o rumo da vida profissional FOLHA DA SEXTA

Leia mais

Lembro-me do segredo que ela prometeu me contar. - Olha, eu vou contar, mas é segredo! Não conte para ninguém. Se você contar eu vou ficar de mal.

Lembro-me do segredo que ela prometeu me contar. - Olha, eu vou contar, mas é segredo! Não conte para ninguém. Se você contar eu vou ficar de mal. -...eu nem te conto! - Conta, vai, conta! - Está bem! Mas você promete não contar para mais ninguém? - Prometo. Juro que não conto! Se eu contar quero morrer sequinha na mesma hora... - Não precisa exagerar!

Leia mais

APÊNDICE A - Músicas

APÊNDICE A - Músicas APÊNDICE A - Músicas Músicas 1 GUT GUT SEM PARAR Adaptação ao meio líquido Bebeu a água da piscina toda Fui ver quem era, era o João Ele bebia a água da piscina Ele fazia gut gut gut gut gut sem parar

Leia mais

Há muito tempo eu escuto esse papo furado Dizendo que o samba acabou Só se foi quando o dia clareou. (Paulinho da Viola)

Há muito tempo eu escuto esse papo furado Dizendo que o samba acabou Só se foi quando o dia clareou. (Paulinho da Viola) Diego Mattoso USP Online - www.usp.br mattoso@usp.br Julho de 2005 USP Notícias http://noticias.usp.br/canalacontece/artigo.php?id=9397 Pesquisa mostra porque o samba é um dos gêneros mais representativos

Leia mais

LC 19_1-10 OS ENCONTROS DE JESUS ZAQUEU O HOMEM QUE QUERIA VER JESUS

LC 19_1-10 OS ENCONTROS DE JESUS ZAQUEU O HOMEM QUE QUERIA VER JESUS 1 LC 19_1-10 OS ENCONTROS DE JESUS ZAQUEU O HOMEM QUE QUERIA VER JESUS Lc 19 1 Jesus entrou em Jericó e estava atravessando a cidade. 2 Morava ali um homem rico, chamado Zaqueu, que era chefe dos cobradores

Leia mais

Unidade II Cultura: a pluralidade na expressão humana Aula 13.1 Conteúdo: Outras formas de narrar: o conto

Unidade II Cultura: a pluralidade na expressão humana Aula 13.1 Conteúdo: Outras formas de narrar: o conto 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Unidade II Cultura: a pluralidade na expressão humana Aula 13.1 Conteúdo: Outras formas de narrar: o conto 3 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO

Leia mais

GÍRIA, UMA ALIADA AO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA ESTRANGEIROS Emerson Salino (PUC-SP) lpsalino@uol.com.br João Hilton (PUC/SP)

GÍRIA, UMA ALIADA AO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA ESTRANGEIROS Emerson Salino (PUC-SP) lpsalino@uol.com.br João Hilton (PUC/SP) GÍRIA, UMA ALIADA AO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA ESTRANGEIROS Emerson Salino (PUC-SP) lpsalino@uol.com.br João Hilton (PUC/SP) RESUMO A língua sofre constantemente uma invasão de novos vocábulos que

Leia mais

A GARANTIA DO ENSINO DA LÍNGUA TERENA E ARTES E CULTURA TERENA NO MUNICÍPIO DE AQUIDAUANA

A GARANTIA DO ENSINO DA LÍNGUA TERENA E ARTES E CULTURA TERENA NO MUNICÍPIO DE AQUIDAUANA A GARANTIA DO ENSINO DA LÍNGUA TERENA E ARTES E CULTURA TERENA NO MUNICÍPIO DE AQUIDAUANA Arcenio Francisco Dias Neste artigo iremos apresentar o ensino da Língua Terena e Artes e Cultura Terena no município

Leia mais

Como utilizar este caderno

Como utilizar este caderno INTRODUÇÃO O objetivo deste livreto é de ajudar os grupos da Pastoral de Jovens do Meio Popular da cidade e do campo a definir a sua identidade. A consciência de classe, ou seja, a consciência de "quem

Leia mais

IV SEMINARIO DE POVOS INDIGENA E SUSTENTABILIDADE SABERES TRADICIONAL E FORMAÇAO ACADEMICA ARLEM BARBOSA DOS SANTOS

IV SEMINARIO DE POVOS INDIGENA E SUSTENTABILIDADE SABERES TRADICIONAL E FORMAÇAO ACADEMICA ARLEM BARBOSA DOS SANTOS IV SEMINARIO DE POVOS INDIGENA E SUSTENTABILIDADE SABERES TRADICIONAL E FORMAÇAO ACADEMICA ARLEM BARBOSA DOS SANTOS DIAGNOSTICO SOCIO-ECONOMICO DA COMUNIDADE SÃO JORGE/RR: UMA EXPERIENCIA ACADEMICA Trabalho

Leia mais

EXPERIÊNCIAS DO PROGRAMA DO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA KRAHÔ/CAPES/INEP/UFT

EXPERIÊNCIAS DO PROGRAMA DO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA KRAHÔ/CAPES/INEP/UFT 269 EXPERIÊNCIAS DO PROGRAMA DO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA KRAHÔ/CAPES/INEP/UFT Joilda Bezerra dos Santos (UFT) joildabezerra@uol.br 1 Raylon da Frota Lopes (UFT) railonfl@hotmail.com 2

Leia mais

ATIVIDADES PARA O DIA DO ÍNDIO 19 DE ABRIL

ATIVIDADES PARA O DIA DO ÍNDIO 19 DE ABRIL ATIVIDADES PARA O DIA DO ÍNDIO 19 DE ABRIL Pintura facial pg. 02 Saia indígena pg. 02 Dança indígena pg. 02 Passeio pela floresta pg. 02 Modelo de cocar para o do livro Natureza e Sociedade 5 anos pg.

Leia mais

AULA CRIATIVA DE HISTÓRIA - FOLCLORE

AULA CRIATIVA DE HISTÓRIA - FOLCLORE AULA CRIATIVA DE HISTÓRIA - FOLCLORE Mesmo não acreditando na Educação Criativa, o professor pode fazer uma experiência para ver o resultado. É o caso da professora deste relato. Glorinha Aguiar glorinhaaguiar@uol.com.br

Leia mais

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento;

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Objetivo geral Promover a igualdade no mundo do trabalho e a autonomia

Leia mais

Roteiro de Áudio. SOM: abertura (Vinheta de abertura do programa Hora do Debate )

Roteiro de Áudio. SOM: abertura (Vinheta de abertura do programa Hora do Debate ) 1 Roteiro de Áudio Episódio 1 A língua, a ciência e a produção de efeitos de verdade Programa Hora de Debate. Campanhas de prevenção contra DST: Linguagem em alerta SOM: abertura (Vinheta de abertura do

Leia mais

AUTORES E ILUSTRADORES: FELIPE DE ROSSI GUERRA JULIA DE ANGELIS NOGUEIRA VOGES

AUTORES E ILUSTRADORES: FELIPE DE ROSSI GUERRA JULIA DE ANGELIS NOGUEIRA VOGES AUTORES E ILUSTRADORES: FELIPE DE ROSSI GUERRA JULIA DE ANGELIS NOGUEIRA VOGES 1ºC - 2011 APRESENTAÇÃO AO LONGO DESTE SEMESTRE AS CRIANÇAS DO 1º ANO REALIZARAM EM DUPLA UM TRABALHO DE PRODUÇÃO DE TEXTOS

Leia mais

Para a grande maioria das. fazer o que desejo fazer, ou o que eu tenho vontade, sem sentir nenhum tipo de peso ou condenação por aquilo.

Para a grande maioria das. fazer o que desejo fazer, ou o que eu tenho vontade, sem sentir nenhum tipo de peso ou condenação por aquilo. Sonhos Pessoas Para a grande maioria das pessoas, LIBERDADE é poder fazer o que desejo fazer, ou o que eu tenho vontade, sem sentir nenhum tipo de peso ou condenação por aquilo. Trecho da música: Ilegal,

Leia mais

consulta participativa de opinião

consulta participativa de opinião consulta participativa de opinião Interesses e perspectivas dos jovens da Brasilândia, Cachoeirinha e Freguesia do Ó CONSULTA PARTICIPATIVA DE OPINIÃO: INTERESSES E PERSPECTIVAS DOS JOVENS DA BRASILÂNDIA,

Leia mais

Entrevista Noemi Rodrigues (Associação dos Pescadores de Guaíba) e Mário Norberto, pescador. Por que de ter uma associação específica de pescadores?

Entrevista Noemi Rodrigues (Associação dos Pescadores de Guaíba) e Mário Norberto, pescador. Por que de ter uma associação específica de pescadores? Entrevista Noemi Rodrigues (Associação dos Pescadores de Guaíba) e Mário Norberto, pescador. Por que de ter uma associação específica de pescadores? Noemi: É a velha história, uma andorinha não faz verão,

Leia mais

A História do. Luca Rischbieter. Discussão 4. No Capítulo 4 da História do Pequeno Reino. Ideias e Sugestões

A História do. Luca Rischbieter. Discussão 4. No Capítulo 4 da História do Pequeno Reino. Ideias e Sugestões Desenhar, modelar, pintar: brincadeiras especiais No Capítulo 4 da História do Pequeno Reino Aparecem no castelo materiais para desenhar, pintar e modelar que, juntamente com os brinquedos, passam a fazer

Leia mais

8º ANO ENSINO FUNDAMENTAL PORTUGUÊS GABARITO

8º ANO ENSINO FUNDAMENTAL PORTUGUÊS GABARITO 8º ANO ENSINO FUNDAMENTAL PORTUGUÊS GABARITO 1. A alternativa que melhor completa a frase abaixo é: Até agora, você queria conhecer os das coisas existentes. Daqui para a frente, acrescente outra pergunta:

Leia mais

o pensar e fazer educação em saúde 12

o pensar e fazer educação em saúde 12 SUMÁRIO l' Carta às educadoras e aos educadores.................5 Que história é essa de saúde na escola................ 6 Uma outra realidade é possível....... 7 Uma escola comprometida com a realidade...

Leia mais

MATÉRIA DE CONTEÚDO (semioticamente amorfa) SUBSTÂNCIA DE CONTEÚDO (semioticamente formada) FORMA DE CONTEÚDO FORMA DE EXPRESSÃO

MATÉRIA DE CONTEÚDO (semioticamente amorfa) SUBSTÂNCIA DE CONTEÚDO (semioticamente formada) FORMA DE CONTEÚDO FORMA DE EXPRESSÃO MATÉRIA DE CONTEÚDO (semioticamente amorfa) SUBSTÂNCIA DE CONTEÚDO (semioticamente formada) SIGNO FORMA DE CONTEÚDO FORMA DE EXPRESSÃO SUBSTÂNCIA DE EXPRESSÃO (semioticamente formada) MATÉRIA DE EXPRESSÃO

Leia mais

ENTRE FERAS CAPÍTULO 16 NOVELA DE: RÔMULO GUILHERME ESCRITA POR: RÔMULO GUILHERME

ENTRE FERAS CAPÍTULO 16 NOVELA DE: RÔMULO GUILHERME ESCRITA POR: RÔMULO GUILHERME ENTRE FERAS CAPÍTULO 16 NOVELA DE: RÔMULO GUILHERME ESCRITA POR: RÔMULO GUILHERME CENA 1. HOSPITAL. QUARTO DE. INTERIOR. NOITE Fernanda está dormindo. Seus pulsos estão enfaixados. Uma enfermeira entra,

Leia mais

Guia do Professor / Vozes da Cidade / Conhecendo.../ Eduardo Guimarães. Conhecendo a Cidade

Guia do Professor / Vozes da Cidade / Conhecendo.../ Eduardo Guimarães. Conhecendo a Cidade Guia do Professor / Vozes da Cidade / Conhecendo.../ Eduardo Guimarães 1 Guia do Professor Episódio Conhecendo a Cidade Programa Vozes da Cidade Apresentação Como já vimos nos trabalhos desenvolvidos para

Leia mais

Pesquisa Instituto Avon / Data Popular. Violência contra a mulher: o jovem está ligado?

Pesquisa Instituto Avon / Data Popular. Violência contra a mulher: o jovem está ligado? Pesquisa Instituto Avon / Data Popular Violência contra a mulher: o jovem está ligado? Com quem falamos? Jovens brasileiros Mulheres Homens Pesquisa online Autopreenchimento Amostra nacional de 16 a 24

Leia mais

Pesquisa Instituto Avon / Data Popular. Violência contra a mulher: o jovem está ligado?

Pesquisa Instituto Avon / Data Popular. Violência contra a mulher: o jovem está ligado? Pesquisa Instituto Avon / Data Popular Violência contra a mulher: o jovem está ligado? Com quem falamos? Jovens brasileiros Mulheres Homens Pesquisa online Autopreenchimento Amostra nacional de 16 a 24

Leia mais

Setembro/2015. Novas Doações do Prof. Charles Bicalho!

Setembro/2015. Novas Doações do Prof. Charles Bicalho! Setembro/2015 Novas Doações do Prof. Charles Bicalho! PRÊMIO Culturas Indígenas. Brasília: Ministério da Cultura; São Paulo: Sesc SP, 2007- v. MÕGMÕKA yõgkutex. Belo Horizonte: INCTI (Instituto de Inclusão

Leia mais

A RELEVÂNCIA DA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA BILINGUE E SUAS IMPLICAÇÕES SOCIAIS NUMA PERSPECTIVA INTERCULTURAL.

A RELEVÂNCIA DA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA BILINGUE E SUAS IMPLICAÇÕES SOCIAIS NUMA PERSPECTIVA INTERCULTURAL. A RELEVÂNCIA DA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA BILINGUE E SUAS IMPLICAÇÕES SOCIAIS NUMA PERSPECTIVA INTERCULTURAL. FIGUEIREDO, Flaviana Pereira RESUMO: A pesquisa foi realizada na escola Cacique João Batista

Leia mais

Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008

Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008 IDENTIFICAÇÃO Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008 Humberto Cordeiro Carvalho admitido pela companhia em 1 de julho de 1981. Eu nasci em 25 de maio de 55 em Campos do Goytacazes. FORMAÇÃO Segundo grau Escola

Leia mais

Transcriça o da Entrevista

Transcriça o da Entrevista Transcriça o da Entrevista Entrevistadora: Valéria de Assumpção Silva Entrevistada: Ex praticante Clarice Local: Núcleo de Arte Grécia Data: 08.10.2013 Horário: 14h Duração da entrevista: 1h COR PRETA

Leia mais

PROVA TEMÁTICA/2014 Conhecimento e Expressão nas Artes e nas Ciências

PROVA TEMÁTICA/2014 Conhecimento e Expressão nas Artes e nas Ciências PROVA TEMÁTICA/2014 Conhecimento e Expressão nas Artes e nas Ciências 5 ANO / ENSINO FUNDAMENTAL MATRIZ DE REFERÊNCIA DE LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS. (LÍNGUA PORTUGUESA E REDAÇÃO) Competência

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO 1

PROJETO PEDAGÓGICO 1 PROJETO PEDAGÓGICO 1 Projeto Pedagógico Por Beatriz Tavares de Souza* Silêncio criativo Em Catador de Palavras, o jovem leitor tem a oportunidade de escolher as palavras mais adequadas que o ajudarão a

Leia mais

PROJETO PROFISSÕES. Entrevista com DJ

PROJETO PROFISSÕES. Entrevista com DJ Entrevista com DJ Meu nome é Raul Aguilera, minha profissão é disc-jóquei, ou DJ, como é mais conhecida. Quando comecei a tocar, em festinhas da escola e em casa, essas festas eram chamadas de "brincadeiras

Leia mais

Muito prazer Curso de português do Brasil para estrangeiros

Muito prazer Curso de português do Brasil para estrangeiros Muito prazer Curso de português do Brasil para estrangeiros Exercícios de gramática do uso da língua portuguesa do Brasil Sugestão: estes exercícios devem ser feitos depois de estudar a Unidade 11 por

Leia mais

Igreja Amiga da criança. Para pastores

Igreja Amiga da criança. Para pastores Igreja Amiga da criança Para pastores Teste "Igreja Amiga da Criança" O povo também estava trazendo criancinhas para que Jesus tocasse nelas. Ao verem isso, os discípulos repreendiam aqueles que as tinham

Leia mais

ulher não fala muito Mulher pensa alto

ulher não fala muito Mulher pensa alto ulher não fala muito Mulher pensa alto bla bla PROF. GRETZ Mulher não fala muito. Mulher pensa alto. Reflexões bem humoradas para uma ótima vida a dois Florianópolis 2014 1. Silêncio 7 2. Percepção 13

Leia mais

UMA ANÁLISE DOS EMPRÉSTIMOS DO PORTUGUÊS NA ESCRITA DE ESTUDANTES GUARANI-KAIOWÁ DO 9º ANO DA ESCOLA ÑANDEJARA PÓLO ALDEIA TE YIKUE 1

UMA ANÁLISE DOS EMPRÉSTIMOS DO PORTUGUÊS NA ESCRITA DE ESTUDANTES GUARANI-KAIOWÁ DO 9º ANO DA ESCOLA ÑANDEJARA PÓLO ALDEIA TE YIKUE 1 UMA ANÁLISE DOS EMPRÉSTIMOS DO PORTUGUÊS NA ESCRITA DE ESTUDANTES GUARANI-KAIOWÁ DO 9º ANO DA ESCOLA ÑANDEJARA PÓLO ALDEIA TE YIKUE 1 Elizabete Fernandes 2 Resumo: O objetivo deste texto é mostrar os resultados

Leia mais

FACULDADE EÇA DE QUEIROS. Edna Cristina do Nascimento. Marineide Gonçalves. Tâmara de Oliveira PROJETO PEDAGÓGICO JANDIRA

FACULDADE EÇA DE QUEIROS. Edna Cristina do Nascimento. Marineide Gonçalves. Tâmara de Oliveira PROJETO PEDAGÓGICO JANDIRA FACULDADE EÇA DE QUEIROS Edna Cristina do Nascimento Marineide Gonçalves Tâmara de Oliveira PROJETO PEDAGÓGICO JANDIRA MARÇO 2012 FACULDADE EÇA DE QUEIROS PROJETO PEDAGÓGICO SOBRE O LIVRO: MENINA BONITA

Leia mais

Prefeito de São Bernardo do Campo: Hoje tem um show no Cedesc, às 18 horas (incompreensível).

Prefeito de São Bernardo do Campo: Hoje tem um show no Cedesc, às 18 horas (incompreensível). , Luiz Inácio Lula da Silva, durante a inauguração da República Terapêutica e do Consultório de Rua para Dependentes Químicos e outras ações relacionadas ao Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack São

Leia mais

Bumba meu boi. Conhecer a diversidade cultural brasileira. Conhecer a lenda do bumba meu boi. Conhecer a origem das danças e folguedos.

Bumba meu boi. Conhecer a diversidade cultural brasileira. Conhecer a lenda do bumba meu boi. Conhecer a origem das danças e folguedos. e ucáçá~o I fa til Justificativa O projeto possibilita à criança conhecer e comparar os diferentes grupos sociais e suas tradições históricas. Consiste em apresentar atividades com a intenção de propiciar

Leia mais

Unidade 2: A família de Deus cresce José perdoa

Unidade 2: A família de Deus cresce José perdoa Olhando as peças Histórias de Deus:Gênesis-Apocalipse 3 a 6 anos Unidade 2: A família de Deus cresce José perdoa História Bíblica: Gênesis 41-47:12 A história de José continua com ele saindo da prisão

Leia mais

Daniel no mundo do silêncio

Daniel no mundo do silêncio Guia para pais Daniel no mundo do silêncio Walcyr Carrasco série todos juntos ilustrações de Cris Eich Daniel perde a audição nos primeiros anos de vida, e sua família dá todo o apoio para ele se comunicar

Leia mais

O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO

O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO INTRODUÇÃO Francisca das Virgens Fonseca (UEFS) franciscafonseca@hotmail.com Nelmira Santos Moreira (orientador-uefs) Sabe-se que o uso

Leia mais

Teologia e Prática da Espiritualidade. Unidade 01: Espiritualidade e espiritualidades. Introdução

Teologia e Prática da Espiritualidade. Unidade 01: Espiritualidade e espiritualidades. Introdução Teologia e Prática da Espiritualidade Unidade 01: Espiritualidade e espiritualidades Introdução Esta primeira unidade se trata de uma tentativa de encontrar definições possíveis para a espiritualidade,

Leia mais

Circuito de Oficinas: Mediação de Leitura em Bibliotecas Públicas

Circuito de Oficinas: Mediação de Leitura em Bibliotecas Públicas Circuito de Oficinas: Mediação de Leitura em Bibliotecas Públicas outubro/novembro de 2012 A leitura mediada na formação do leitor. Professora Marta Maria Pinto Ferraz martampf@uol.com.br A leitura deve

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL CURSO DE ENFERMAGEM EDUCAÇÃO EM SAÚDE: O ADOLESCENTE CONHECENDO A SI MESMO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL CURSO DE ENFERMAGEM EDUCAÇÃO EM SAÚDE: O ADOLESCENTE CONHECENDO A SI MESMO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL CURSO DE ENFERMAGEM EDUCAÇÃO EM SAÚDE: O ADOLESCENTE CONHECENDO A SI MESMO DOURADOS-MS 2011 Douglas de Lima Schautz Frederico Jorge Pontes de Moraes Indianara

Leia mais

Trabalhando com Projetos

Trabalhando com Projetos Trabalhando com Projetos Educar para a diversidade étnica e cultural investigação e ação Ricardo Luiz da Silva Fernandes Educar para a compreensão da pluralidade cultural é a luta para construção da igualdade

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE INDIANISTAS; EXPERIÊNCIA NO MÉDIO SOLIMÕES E AFLUENTES

POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE INDIANISTAS; EXPERIÊNCIA NO MÉDIO SOLIMÕES E AFLUENTES 197 POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE INDIANISTAS; EXPERIÊNCIA NO MÉDIO SOLIMÕES E AFLUENTES DUSILEK, Alessandra 1 INTRODUÇÃO: Este relato de experiência é fruto de participação de um projeto de oferta de atendimento

Leia mais

EDUCAÇÃO INDÍGENA INTRODUÇÃO

EDUCAÇÃO INDÍGENA INTRODUÇÃO EDUCAÇÃO INDÍGENA Gonçalves,Emily 1 Mello,Fernanda 2 RESUMO: Falar da educação dos índios nos dias atuais requer uma breve análise histórica deste povo. Precisamos reconhecer que nesses 508 anos, os povos

Leia mais

Projeto Minha Identidade

Projeto Minha Identidade Projeto Minha Identidade Esta apostila é a primeira a ser desenvolvida com as crianças do Espaço Voar e tem como objetivo fortalecer o senso de identidade da criança como indivíduo, oferecendo situações

Leia mais

CNS - ISERJ: RETRATOS DA RESISTÊNCIA DISCENTE. Palavras-chave: Curso Normal Superior (CNS), perfil, pretensões e motivações.

CNS - ISERJ: RETRATOS DA RESISTÊNCIA DISCENTE. Palavras-chave: Curso Normal Superior (CNS), perfil, pretensões e motivações. 24 CNS - ISERJ: RETRATOS DA RESISTÊNCIA DISCENTE Profª Ms Angela Maria Venturini Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro/ISERJ RESUMO O Curso Normal Superior (CNS) do Instituto Superior de Educação

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Médio EtecPaulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos - SP Área do conhecimento: Linguagens, códigos e suas tecnologias Componente curricular: Inglês Série:

Leia mais

- ENSINO. Texto 1. selva. Esse. Tempo. 1) feroz bravo.

- ENSINO. Texto 1. selva. Esse. Tempo. 1) feroz bravo. PROFESSOR: EQUIPEE DE PORTUGUÊS BANCO DE QUESTÕES - LÍNGUA PORTUGUESA - 2 ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ======== ========= ========= ========= ========= ========= ======== ======== ========= == Texto 1 OLHA

Leia mais

MOISÉS NO MONTE SINAI Lição 37

MOISÉS NO MONTE SINAI Lição 37 MOISÉS NO MONTE SINAI Lição 37 1 1. Objetivos: Ensinar que quando Moisés aproximou-se de Deus, os israelitas estavam com medo. Ensinar que hoje em dia, por causa de Jesus, podemos nos sentir perto de Deus

Leia mais

Anexo XXXIII Peça teatral com fantoches

Anexo XXXIII Peça teatral com fantoches Anexo XXXIII Peça teatral com fantoches Amanda (entra procurando os amigos) Lucas!? Juninho!? Chico!? Onde estão vocês? Ai meu Deus. Preciso encontrar alguém por aqui. (para o público) Ei pessoal, vocês

Leia mais

QUEM É A PESSOA IDOSA?

QUEM É A PESSOA IDOSA? INTRODUÇÃO Líder, este caderno é seu, para cadastrar e acompanhar as pessoas idosas no domicílio. Ele contém os principais indicadores que nos levam a conhecer a realidade na qual vivem as pessoas, permitindo

Leia mais

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO Rebeca Vieira de Queiroz Almeida Faculdade Saberes Introdução O presente texto é um relato da experiência do desenvolvimento do projeto

Leia mais

13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS

13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS 13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS A importância da formação pessoal e social da criança para o seu desenvolvimento integral e para a

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Plano de Trabalho Docente 2015

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Plano de Trabalho Docente 2015 ETEC Monsenhor Antônio Magliano Código: 088 Município: Garça Área de conhecimento: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias

Leia mais

Histórias de. Comunidade de Aprendizagem. Histórias de Comunidade de Aprendizagem 1

Histórias de. Comunidade de Aprendizagem. Histórias de Comunidade de Aprendizagem 1 Histórias de Comunidade de Aprendizagem Histórias de Comunidade de Aprendizagem 1 Introdução O projeto Comunidade de Aprendizagem é baseado em um conjunto de atuações de êxito voltadas para a transformação

Leia mais

PEDAGOGIA SURDA. Por SHIRLEY VILHALVA - Surda / Professora Técnica do CAS/SED/MS E-mail: svilhalva@brturbo.com.br

PEDAGOGIA SURDA. Por SHIRLEY VILHALVA - Surda / Professora Técnica do CAS/SED/MS E-mail: svilhalva@brturbo.com.br PEDAGOGIA SURDA Por SHIRLEY VILHALVA - Surda / Professora Técnica do CAS/SED/MS E-mail: svilhalva@brturbo.com.br Alfabetizar alunos com Culturas diferentes é um choque tanto para o professor ouvinte como

Leia mais

PORTUGUÊS CIDA BISPO

PORTUGUÊS CIDA BISPO TIPO 1 PORTUGUÊS CIDA BISPO 7º UNIDADE IV Orientações: Não será aceita a utilização de corretivo; não será permitido o empréstimo de material durante a avaliação; use somente caneta esferográfica azul

Leia mais

O IDOSO EM QUESTÃO: ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS MOSTRAM SUA VISÃO SOBRE O QUE É SER IDOSO NA ATUALIDADE

O IDOSO EM QUESTÃO: ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS MOSTRAM SUA VISÃO SOBRE O QUE É SER IDOSO NA ATUALIDADE ISSN: 1981-3031 O IDOSO EM QUESTÃO: ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS MOSTRAM SUA VISÃO SOBRE O QUE É SER IDOSO NA ATUALIDADE Eva Pauliana da Silva Gomes 1. Givanildo da Silva 2. Resumo O presente

Leia mais

PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA

PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA Adriana Zanela Nunes (UFRJ) zannelli@bol.com.br, zannelli@ig.com.br zannelli@ibest.com.br

Leia mais

Notícias do grupo. REUNIÃO DE PAIS 1º ANO B e C 1º SEMESTRE/2011 PROFESSORAS:CRIS E JULIANA 21/3/2011

Notícias do grupo. REUNIÃO DE PAIS 1º ANO B e C 1º SEMESTRE/2011 PROFESSORAS:CRIS E JULIANA 21/3/2011 REUNIÃO DE PAIS 1º ANO B e C 1º SEMESTRE/2011 PROFESSORAS:CRIS E JULIANA Notícias do grupo QUANDO EU TINHA UM ANO, EU ESTAVA APENAS COMEÇANDO. QUANDO EU TINHA DOIS, EU ERA QUASE NOVO. QUANDO EU TINHA TRÊS,

Leia mais

GANHADO O MUNDO SEM PERDER A FAMILIA

GANHADO O MUNDO SEM PERDER A FAMILIA TEXTO: 1 SAMUEL CAPITULO 3 HOJE NÃO É SOBRE SAMUEL QUE VAMOS CONHECER, SABEMOS QUE SAMUEL foi o último dos juízes e o primeiro dos profetas. Ele foi comissionado para ungir asaul, o primeiro rei, e a David,

Leia mais

Linguística P R O F A. L I L L I A N A L V A R E S F A C U L D A D E D E C I Ê N C I A D A I N F O R M A Ç Ã O

Linguística P R O F A. L I L L I A N A L V A R E S F A C U L D A D E D E C I Ê N C I A D A I N F O R M A Ç Ã O Linguística P R O F A. L I L L I A N A L V A R E S F A C U L D A D E D E C I Ê N C I A D A I N F O R M A Ç Ã O U N I V E R S I D A D E D E B R A S Í L I A Conceito Ciência que visa descrever ou explicar

Leia mais

Concurso Literário. O amor

Concurso Literário. O amor Concurso Literário O Amor foi o tema do Concurso Literário da Escola Nova do segundo semestre. Durante o período do Concurso, o tema foi discutido em sala e trabalhado principalmente nas aulas de Língua

Leia mais

A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II

A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II Meditação Crianças de 10 a 11 anos NOME: DATA: 03/03/2013 PROFESSORA: A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II Versículos para decorar: 1 - O Espírito de Deus me fez; o sopro do Todo-poderoso me dá vida. (Jó 33:4)

Leia mais