PODER JUDICIÁRIO ESTADO DO RIO DE JANEIRO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Vigésima Sétima Câmara Cível/Consumidor

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1 APELAÇÃO CÍVEL nº APELANTE : LABORATÓRIO VOLTA REDONDA (ANACLIN LABORATÓRIO MÉDICO) APELADA : JÉSSICA DE JESUS CHAVES RELATOR : DES. ANTONIO CARLOS DOS SANTOS BITENCOURT E M E N T A APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER CUMULADA COM REPARAÇÃO POR DANOS MORAIS. ERRO EM EXAME MÉDICO LABORATORIAL. FALHA NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO. DANO MORAL CONFIGURADO. RECURSO DA PARTE RÉ A QUE SE NEGA PROVIMENTO, na forma do art. 557, caput, do CPC. 1 É cediço que a relação entre médico e paciente é contratual e encerra, como regra geral, obrigação de meio, o que significa dizer que o profissional não se responsabiliza pelo resultado final do procedimento, se obrigando apenas a empregar todos os meios ao seu alcance para consegui-lo. Assim, se o médico não alcançar o resultado esperado, mas for diligente nos meios empregados para tanto, não será considerado inadimplente. Todavia, não se pode olvidar que, em se tratando de exames laboratoriais, a obrigação assumida pelo laboratório é de resultado, e se este não for obtido, o devedor será considerado inadimplente e deverá responder pelas perdas e danos sofridas pelo consumidor. 1

2 2 No caso, constata-se a flagrante contradição entre o resultado do exame realizado pelo apelante e a análise conclusiva realizada pelo perito nomeado, asseverando a ocorrência de equívoco por parte dos réus. 3 - Assim, mostrando-se induvidosa a falha da ré apelante diante de um diagnóstico errado, impondo à autora desnecessário sofrimento, é inegável o dano moral indenizável. 4 - No que toca ao quantum, é cediço que a indenização por danos morais deve ser fixada de acordo com os parâmetros impostos pelos princípios da proporcionalidade e da razoabilidade, observando os critérios que balizam seu arbitramento, como a repercussão do dano e a possibilidade econômica do ofensor e da vítima, de modo que se atenda ao caráter preventivo-pedagógico-punitivo da reparação, mas não se permita o enriquecimento sem causa. 5 - Assim, considerando-se a gravidade dos fatos, entendo acertada a indenização arbitrada em favor da autora em R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos reais), posto que em consonância com o entendimento desta E. 27ª Câmara Cível/Consumidor sobre a matéria. D E C I S Ã O M O N O C R Á T I C A Adoto na forma regimental o relatório constante às fls. 01 e 02 da sentença - doc , e acrescento tratar-se de recurso de apelação doc , interposto por LABORATÓRIO VOLTA REDONDA (ANACLIN LABORATÓRIO MÉDICO) contra decisão que julgou parcialmente procedente o pedido autoral,... para condenar os réus Lapec e Anaclin, solidariamente, a pagarem à autora a quantia de R$ 3.500,00 (três mil 2

3 e quinhentos reais), corrigida monetariamente da sentença e com juros de mora da citação, a título de reparação por dano moral,.... Condenou, ainda, a parte ré ao pagamento das despesas processuais e honorários advocatícios arbitrados em 10% do valor da condenação. Afirma a apelante, que... embora a perícia tenha verificada a ocorrência de erro, vale salientar que o resultado emitido pelo laboratório apelante não fez quaisquer conclusões acerca de possíveis doenças da apelada, mas tão somente exprimiu o fator RJ de seu tipo sanguíneo, não causando qualquer tipo de dano à mesma..., com o que pretende a reforma da sentença julgando-se totalmente improcedentes os pedidos formulados na inicial. É o relatório. Decido: Conheço do recurso interposto, porquanto preenchidos os pressupostos de admissibilidade recursal. Impõe-se o julgamento monocrático como forma de solução mais célere do procedimento recursal, haja vista tratar-se de recurso veiculando questões conhecidas deste Tribunal, cuja solução possui parâmetros delineados pela jurisprudência. JÉSSICA DE JESUS CHAVES, demandou em face de LAPEC LABORATÓRIO DE ANÁLISES E PESQUISAS CLÍNICAS LTDA, LABORATÓRIO MÉDICO DAGNOLAB CENTER LTDA e ANACLIN LABORATÓRIO VOLTA 3

4 REDONDA LTDA, buscando seja esclarecido qual o seu tipo sanguíneo, a condenação dos réus na devolução em dobro do valor pago pelos exames e ao pagamento de indenização pelos danos morais, no valor de R$ 7.000,00 e ao pagamento das custas processuais e honorários advocatícios. Para tanto aduz, em síntese, que no ato da matrícula escolar, foi solicitado dentre vários documentos, o exame de tipo sanguíneo; que se submeteu ao exame de sangue no 3 réu (Anaclin), em 21/03/2006, obtendo o resultado de que seu tipo sanguíneo era "O" negativo; entretanto, que recordando de outro exame anteriormente realizado, teve dúvida e repetiu o referido exame no laboratório do 2 réu (Diagnolab), em 24/03/2006, obtendo o resultado de tipo sanguíneo "O" positivo; que diante da divergência, se dirigiu ao laboratório do 1 réu (Lapec), no dia 10/05/2006, obtendo o resultado de "O" negativo; que diante do ocorrido, repetiu novamente os exames em todos os laboratórios mencionados, obtendo os mesmos resultados informados. O Juízo de primeiro grau julgou parcialmente procedentes os pedidos nos seguintes termos fls. 03 e 04 do doc : (...)Para dirimir a controvérsia instaurada nos autos em relação ao tipo sanguíneo da autora, foi deferida a produção de prova pericial, além da produção de prova oral. No curso da instrução processual, foram juntados pela parte autora, a pedido do perito nomeado, novos exames realizados nos laboratórios Bronstein e em laboratório oficial do Sistema único de Saúde (fls. 4

5 208/210 e 234/236), com o resultado do tipo sanguíneo da autora sendo "O", fator RH positivo. Em sua análise conclusiva, o perito nomeado assinalou que o grupo sanguíneo da autora seria "O" fator RH "positivo", asseverando a ocorrência de equívoco por parte dos 1 e 3 réus, conforme petição de fls Saliente-se que em audiência de instrução e julgamento (fls. 252), a parte autora requereu a desistência da ação em relação ao 2 réu (Diagnolab), sendo proferida sentença de extinção em relação ao referido réu. Em relação aos réus remanescentes, da análise do conjunto probatório fica evidente a falha na prestação de seus serviços, devendo ser ressaltado que tal falha se repetiu nos novos exames realizados pela autora (fls. 15 e 17), cujos resultados equivocados foram mantidos. (...). Por fim, rejeito o pedido de devolução dos valores pagos pelos exames, considerando que sequer restou informado nos autos o valor efetivamente pago pelos exames, sem embargo de que não foram acostados os comprovantes de pagamento. Em face do exposto, JULGO PARCIALMENTE PROCEDENTE O PEDIDO, na forma do art.269, I, do Código de Processo Civil, para condenar os réus Lapec e Anaclin, solidariamente, a pagarem à autora a quantia de R$3.500,00 (três mil e quinhentos reais), corrigida monetariamente da sentença e com juros de mora da citação, a titulo 5

6 de reparação por dano moral. Condeno a parte ré nas custas processuais e nos honorários advocaticios, os quais arbitro de 10% (dez por cento) do valor da condenação.(...). Busca o apelante LABORATÓRIO VOLTA REDONDA (ANACLIN), a reforma da sentença julgando-se totalmente improcedentes os pedidos formulados na inicial, afirmando ter exprimido, tão somente, o fator RH do tipo sanguíneo da apelada, não causando qualquer tipo de dano à mesma. O caso dos autos retrata nítida relação de consumo, em virtude da perfeita adequação aos conceitos de consumidor por equiparação (art. 2º), fornecedor (art. 3º, caput) e serviço (art. 3º, 2º), contidos na Lei 8.078/90. Diante disso, parte-se da premissa de que eventual responsabilidade da ré por possíveis danos provocados ao consumidor é de natureza objetiva pelo defeito na prestação do serviço, que se configurado, responde o fornecedor independentemente da comprovação de existência de culpa, nos termos do art. 14, caput, do CDC. É cediço que a relação entre médico e paciente é contratual e encerra, como regra geral, obrigação de meio, o que significa dizer que o profissional não se responsabiliza pelo resultado final do procedimento, se obrigando apenas a empregar todos os meios ao seu alcance para consegui-lo. Assim, se o médico não alcançar o resultado esperado, mas for diligente nos meios empregados para tanto, não será considerado inadimplente. 6

7 Todavia, não se pode olvidar que, em se tratando de exames laboratoriais, a obrigação assumida pelo laboratório é de resultado, e se este não for obtido, o devedor será considerado inadimplente e deverá responder pelas perdas e danos sofridas pelo consumidor. O cerne da questão, evidentemente, está na verificação do erro no laudo advindo do exame assim como dos danos advindos desde erro. É necessário sempre se ter em mente que a área médica é complexa e integrada por profissionais com longo tempo de intenso estudo necessário ao exercício da atividade, cabendo ao profissional médico - e não ao paciente - a tomada de conclusões acerca do resultado do exame que, como não poderia deixar de ser, também é elaborado por profissional da área médica ante o uso de equipamento específico disponibilizado para fins médicos. No caso, constata-se a flagrante contradição entre o resultado do exame realizado pelo apelante e a análise conclusiva realizada pelo perito nomeado, asseverando a ocorrência de equívoco por parte dos réus. Assim, mostrando-se induvidosa a falha da ré apelante diante de um diagnóstico errado, impondo à autora desnecessário sofrimento, é inegável o dano moral indenizável. 7

8 No que toca ao quantum, é cediço que a indenização por danos morais deve ser fixada de acordo com os parâmetros impostos pelos princípios da proporcionalidade e da razoabilidade, observando os critérios que balizam seu arbitramento, como a repercussão do dano e a possibilidade econômica do ofensor e da vítima, de modo que se atenda ao caráter preventivo-pedagógico-punitivo da reparação, mas não se permita o enriquecimento sem causa. Assim, considerando-se a gravidade dos fatos, entendo acertada a indenização arbitrada em favor da autora em R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos reais), posto que em consonância com o entendimento desta E. 27ª Câmara Cível/Consumidor sobre a matéria, conforme precedente abaixo colacionado: Apelação. Cível. Indenizatória. Erro em exame médico laboratorial. Falha na prestação do serviço. Dano moral. 1. O caso dos autos retrata nítida relação de consumo, em virtude da perfeita adequação aos conceitos de consumidor por equiparação (art. 2º), fornecedor (art. 3º, caput) e serviço (art. 3º, 2º), contidos na Lei 8.078/90. Diante disso, parte-se da premissa de que eventual responsabilidade da ré por possíveis danos provocados ao consumidor é de natureza objetiva pelo defeito na prestação do serviço, que se configurado, responde o fornecedor independentemente da comprovação de existência de culpa, nos termos do art. 14, caput, do CDC. 2. Em se tratando de exames laboratoriais, a obrigação assumida pelo laboratório é de resultado, e se este não for obtido, o devedor será considerado inadimplente e deverá responder pelas perdas e danos sofridas pelo consumidor. 3. No caso, constata-se a flagrante contradição entre o resultado do exame realizado pelo réu e o exame posterior, mostrando-se induvidosa a falha na prestação do serviço da ré. 8

9 4. Assim, mostrando-se induvidosa a falha da ré diante de um diagnóstico errado, impondo ao autor desnecessário sofrimento, é inegável o dano moral indenizável. Quantum indenizatório arbitrado em R$2.000, Provimento ao recurso. (Apelação Cível nº Rel. Des. Marcos Alcino de Azevedo Torres - J: ). Por tais fundamentos e na forma do art. 557, caput, voto no sentido de NEGAR PROVIMENTO ao apelo, mantendo-se na íntegra, a sentença recorrida. Rio de Janeiro, 27 de agosto de DES. ANTONIO CARLOS DOS SANTOS BITENCOURT RELATOR 9

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