Nº 4101: Tema Livre: Toques em Idosos com Alzheimer mediados por animais.

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1 Nº 4101: Tema Livre: Toques em Idosos com Alzheimer mediados por animais. Ruth Gelehrter da Costa Lopes - Doutora em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo.Professora Associada da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.Vice-coordenadora do Programa de Estudos Pós Graduados em Gerontologia.. Psicóloga, supervisora do atendimento em grupo a idosos na Clínica-escola Ana Maria Poppovic e do estágio de 7º e 8º períodos da Faculdade de Psicologia - Atendimento a Idosos em Grupo na Comunidade. Contato: Rua Apinagés 1735 CEP São Paulo - SP.Tel.: Regina Célia Gorodscy - Doutora em Psicologia Clinica pela Universidade de São PauloProfessora Associada do Curso de Psicologia da Pontifica Universidade Católica de São Paulo. Contato: Av. Macuco 550 ap.144, CEP Fone : Luciana Teixeira Villar GuimarãesAluna da Faculdade de Psicologia da PUCSP. Pesquisadora de iniciação científica, bolsista do CNPq Contato: Rua José Esperidião Teixeira 495. CEP Fone: O estudo realizado pelo grupo de pesquisa Khalaó põe em relevo a importância da atividade assistida por animais no atendimento a idosos institucionalizados. Percebe-se que idosos, por estarem diversas vezes em uma situação desgostosa em relação à vida, tendem a se afastar do convívio social, ou como é o caso de idosos institucionalizados, tendem a ser afastados deste convívio. Muitas vezes isso é decorrente da visão que a sociedade alimenta em relação aos idosos, como aqueles que vão perdendo a utilidade. È, portanto, principalmente neste momento da vida, que uma atividade com animais se torna estimuladora, afinal, como vemos na terapia com cães, estes são vistos como mais acessíveis e frágeis, necessitando de um cuidado especial, que pode ser dado pelos idosos, que assim se sentem úteis. A terapia pode se tornar ainda mais importante ao enfocar idosos com a doença de Alzheimer, os quais, devido a não só as limitações da idade como também da doença, tendem a se sentirem ainda mais desvalorizados e inúteis. Assim, a terapia assistida por animais, no caso dos idosos com Alzheimer, segue uma linha de terapia ocupacional, utilizando atividades que os tornem ativos e faça-os exercitar suas funções cognitivas, de forma a tentar conservá-las por mais tempo. 1

2 O envelhecimento demográfico traz grandes desafios à sociedade moderna. No Brasil, a explosão populacional de pessoas mais velhas e a redução de nascimentos, como aponta o último senso, exige que se promova iniciativas para que seja feita a adaptação à enorme transformação social que está provocando o fenômeno do envelhecimento, que transcende muito o que seja o âmbito das políticas sociais O estudo realizado pelo grupo de pesquisa Khalaó põe em relevo a importância da atividade assistida por animais no atendimento a idosos institucionalizados Este projeto tem como objetivo mais amplo, uma reflexão sobre as possibilidades de se relacionar com o mundo do idoso, focalizando tanto suas angustias, sentimentos de perdas e ansiedades, como, principalmente, suas possibilidades criativas e as experiências que traz da consciência de sua história pessoal. Neste sentido, atividades que enfocam sua memória/ história, podem se constituir em objeto intermediário no sentido de resignificação da vida e re-aquisição do prazer de viver, isto é mais uma possibilidade em se lidar com perdas e sentimentos depressivos.um dos objetivos de estudo do Grupo Khalaó é refletir sobre modelos clínico institucionais nos processos de envelhecimento e de responsabilidade social em idosos moradores de Instituição de Longa Permanência ILP,. Percebe-se que idosos, por estarem diversas vezes em uma situação desgostosa em relação à vida, tendem a se afastar do convívio social, ou como é o caso de idosos institucionalizados, tendem a ser afastados deste convívio. Muitas vezes isso é decorrente da visão que a sociedade alimenta em relação aos idosos, como aqueles que vão perdendo a utilidade. È, portanto, principalmente neste momento da vida, que uma atividade com animais se torna estimuladora, afinal, como vemos na terapia com cães, estes são vistos como mais acessíveis e frágeis, necessitando de um cuidado especial, que pode ser dado pelos idosos, que assim se sentem úteis. A terapia pode se tornar ainda mais importante ao enfocar idosos com a doença de Alzheimer, os quais, devido a não só as limitações da idade como também da doença, tendem a se sentirem ainda mais desvalorizados e inúteis. Assim, a terapia assistida por animais, no caso dos idosos com Alzheimer, segue uma linha de terapia ocupacional, utilizando atividades que os tornem ativos e faça-os exercitar suas funções cognitivas, de forma a tentar conservá-las por mais tempo. 2

3 O diagnóstico da doença de Alzheimer condena o idoso a uma antecipação de perda gradual da autonomia decorrente da perspectiva de declínio funcional progressivo.a família ao conhecer o diagnóstico, pode reagir aumentando a força de seus vínculos de amor e solidariedade, como,de seus vínculos negativos, com desagregação e hostilidade. Muitos idosos com DA.são institucionalizados.e cuidados apenas em suas atividades da vida diária. Preferimos utilizar o termo doença ou situação de Alzheimer. O termo demência advem da palavra latina dementia com significado de loucura em geral. Segundo Messy (1992) referindo-se a Foucault o termo desapareceu da terminologia médica para persistir no Código Penal. No século XIX são criados asilos e outras formas de tratamento para substituir as coerções físicas. Neste século também, o termo demênciaé aplicado aos distúrbios mentais que evoluem progressivamente em direção a uma alteração definitiva das funções intelectuais. A doença de Alzheimer propriamente dita é caracterizada por uma perda da memória, desorientação espaço temporal, perturbações da linguagem, hipertimia ou distúrbio do humor com agitação motora, primícia da morte psíquica. Segundo Messy, a diminuição da memória associada com déficit cognitivo é sinônimo de mau envelhecimento que os gerontólogos tentam prevenir, É reduzida à capacidade de memorizar, como se o velho, sem memória não tivesse mais psiquismo. Messy lembra que a primeira abordagem do aparelho psíquico proposta por Freud, a noção de inconsciente foi desenvolvida a partir do esquecimento. O envelhecimento seja normal, seja patológico sempre se remete ao corpo As modificações do corpo ligadas à idade avançada pedem uma contínua reconstrução da imagem corporal, assim como de seu re-investimento afetivo, em termos de autoestima. Em relação à imagem corporal, frequentemente ocorre o que Messy, 1992, denomina por espelho quebrado, isto é, a não-identificação de uma imagem externa com a imagem interna que as pessoas tem de si - mesmo. Isto ocorre tanto em termos do reconhecimento e identificação de outras pessoas ( tia, velha, avó ) como muitas vezes, da própria pessoa em espelho que evita o se defrontar. Grande parte das pessoas referem não se sentirem velhas, mas serem designadas como velhas pelos outros. A identificação de si - mesmo como velho geralmente ocorre após algum acontecimento que propicia um marco na história daquela pessoa, especialmente 3

4 vivência de perdas, tais como, a morte de um ente querido, a entrada na menopausa, a saída de um filho, um tombo na rua, um acidente vascular, uma aposentadoria,.. A ameaça da dependência, da perda de autonomia, do espaço de liberdade pessoal é associada a sentimentos insuportáveis de enfraquecimento e de degradação. Freqüentemente as sensações corporais ligadas ao envelhecimento fazem com que os indivíduos tenham a representação de traição. O seu corpo não quer segui-lo. Os reflexos perderam a rapidez; a respiração está mais curta; os movimentos finos são mais difíceis; as pernas não sustentam mais; os órgãos dos sentidos não permitem as sensações plenas de outrora. Acrescentamos que muitas destas vivências transformamse em representações diretamente relacionadas aos valores de produtividade e incitação pela produção de nossa sociedade. As perdas de ação e movimento em processos de demência nem sempre se iniciam por perdas anatômicas e fisiológicas. Muitas vezes é a perda do uso funcional e da imagem corporal conseqüentes à falta de motivação em viver e em lidar com as perdas é que precedem às mesmas. A pessoa entra em desânimo e vai deixando de andar, de se mover, de engolir, e perdendo o saber fazer, apagando de sua imagem corporal, não apenas, as possibilidades de uso funcional, mas, de relações, dores e prazeres. A falta de memória pode ser provocada pelo excesso de informações, pela depressão, pela ansiedade, pelo estresse. Quando a pessoa não está presente ao seu momento existencial, ou vivencia crises de identidade, mudanças, conflitos, momentos de passagem, além de não ter concentração, com certeza, sua memorização também está comprometida ( início de alfabetização, para algumas crianças, adolescência, menopausa, viuvez, aposentadoria, etc). Por outro lado, o eu se preserva à medida que reconhece a si - próprio. Deste modo, quando a memória se deteriora, também a unidade que sustenta a identidade é rompida. Goldfarb ( 1998) refere que a reminiscência é a insistência da história que como a arte de um tecelão, vai tecendo as lembranças do ser singular desse sujeito. A reminiscência contribui para se achar os elos entre o passado e o presente e para a formação, re- significação e manutenção da identidade. Podemos lembrar aquele nome que estava na ponta da língua ou encontrar a solução de um problema em estudo, ou então mergulhar em um mundo de imagens, metáforas e símbolos que ordenados pela reminiscência e pela mágica das associações expressam muito do que somos, desejamos ou tememos em determinado momento que tem conexão com o presente, passado 4

5 pessoal, familiar, coletivo e, até mesmo, a avaliação probabilística de comportamentos futuro. Montagu (1986) refere que o toque tem diversas funções, o que varia de acordo com a cultura. Assim pode-se demonstrar através dele sexualidade, agressividade, religiosidade e também carinho. O tato pode ser visto portanto, como uma língua de vocabulário extenso, pela qual comunicamos as sensações e tudo aquilo que não pode ser posto em palavras. Seguindo essa linha o corpo também expressa muito sobre a cultura e do indivíduo, podendo ser usado como forma de expressão e identificação como o caso das tatuagens e assessórios. A pele traz sinais ostensivos do envelhecimento, como manchas, enrugamento, que afastam as pessoas ao toque, diferentemente da pele de um bebê que desperta toques e beijos. Com a idade ocorre ainda, alterações nas terminações nervosas táteis resultando numa perda de velocidade de reação a estímulos sensoriais e dolorosos. Isso, no entanto, não diminui a necessidade do idoso de receber estimulação tátil, que na verdade é ainda mais importante já que esta influi em aspectos psicológicos e psiconeuroimunológicos de certa forma debilitados pela idade e pela reação da sociedade ao envelhecimento. Porém este é o contato mais negligenciado com o aparecimento da idade. A memória corporal permite a descoberta do entrar em contato consigo mesmo ao tocar e ser tocado, de usufruir de sua memória flutuante, de entrar na viagem imaginativa que inclui o prazer e a poética de interligar o passado e o presente. Corpos e mentes estão muito ligados. Problemas fisiológicos geram distúrbios psicológicos, assim como problemas psicológicos podem aparecer como sintomas físicos. Muitas vezes nesse caso, a perda dos movimentos não é de origem anátomo-fisiológica, mas sim oriunda da perda da vontade de viver, da perda do uso funcional e da imagem corporal, assim em um processo de desanimo a pessoa vai deixando de andar, de se mover, de engolir, e perdendo o saber fazer, vai apagando de sua imagem corporal, não apenas, as possibilidades de uso funcional, mas, de relações, dores e prazeres. È, portanto, principalmente neste momento da vida, que uma atividade com animais se torna estimuladora, afinal, como vemos na terapia com cães, estes são vistos como mais acessíveis e frágeis, necessitando de um cuidado especial, que pode ser dado pelos idosos, que assim se sentem úteis. A terapia pode se tornar ainda mais importante ao 5

6 enfocar idosos com a doença de Alzheimer, os quais, devido a não só as limitações da idade como também da doença, tendem a se sentirem ainda mais desvalorizados e inúteis. os exercitar suas funções cognitivas, de forma a tentar conservá-las por mais tempo. Pensando na dificuldade com que algumas pessoas lidam com o toque e o contato em si, alguns grupos deram então, origem a projetos que enfocavam a relação homem-animal, na qual há uma facilidade maior de aproximação, e que a questão do toque e do carinho, é fundamental. Nestes projetos pessoas institucionalizadas, crianças doentes, idosos e pessoas carentes no geral, são colocadas em contato com animais e quebrando a barreira da insegurança no contato estabelecem com maior facilidade uma relação que envolve o toque, a confiança e o estímulo para a execução de atividades, tais como as de cuidado com o animal. Os animais passam por testes e são treinados para aprender também como melhor reagir diante de pessoas debilitadas. Esta convivência trás diversos benefícios, tais como: Diminuição da pressão sanguínea e freqüência cardíaca, calmante e anti-depressivo, melhora do sistema imunológico, estímulo da interação social, melhora da capacidade motora, diminui a quantidade de medicamentos utilizados e melhora a auto-confiança e auto-estima. Trabalhar com animais torna-se vantajoso devido ao constante feedback fornecido por eles, no qual há sempre uma demonstração a respeito da aprovação ou não de nossas atitudes. Da mesma forma o animal possui alta capacidade de receber projeções psicológicas, o que o faria ser utilizado para expressar certas atitudes e atingir outras pessoas. Tal comportamento é ruim quando se pensa no bem estar do animal e nos riscos de um ataque ao agressor, no entanto pode ser usado de forma positiva em terapias, com animais preparados e com o devido treinamento para tais situações. Ramos et al( 1999) dedicaram-se ao estudo do simbolismo animal nas mais diferentes culturas e épocas. O objetivo foi mostrar que a energia dos animais se manifesta simbolicamente no homem., sob a forma de forças variadas e significativas. Desde tempos imemoriais as pessoas procuram por visões e mensagens do Grande Espírito. A forma mais comum desde então é o contato mais íntimo com a natureza através de uma interação com os animais. as plantas e as pedras. Nas religiões antigas existem registros de rituais do homem e do animal em todos os hemisférios. Cada ser humano traz em si todos os animais e a mensagem característica de cada um deles traduz uma referência a 6

7 sentimentos internos, que se manifestam no corporal, no gestual e no postural. Algumas metáforas: "Bravo como uma onça", "voraz como um lobo", "gorda como uma baleia".evidenciam esta interação sincrônica. As autoras destacam a profundidade, a riqueza e a intensidade com que os símbolos influenciam a vida do ser humano, desde os primórdios até os tempos atuais, sendo que destes eram absorvidas mensagens que orientavam nos dando direção, proteção e cura.. animal é mítico, onírico. A natureza da relação entre o homem e o animal é de origem espiritual. É o nosso instinto animal, nosso lado mais forte e menos racional.. O contato com o animal interior de poder transforma um corpo fraco em corpo vigoroso, aumenta a resistência a doenças, a acuidade mental, e a autoconfiança, possibilita o auto-conhecimento. Cada animal traz seus talentos, ou uma essência espiritual, O cachorro é associado popularmente à lealdade, à habilidade para amar, estar a serviço, incondicionalmente. Tem, também, a função de Psicopompo, isto é, guia do homem na noite da morte, após ter sido seu companheiro no dia da vida. O projeto Cão do idoso é promovido pela Organização Brasileira de Interação Homem- Animal Cão Coração (O.B.I.H.A.C.C.), CRMV /J, que é uma entidade filantrópica sem fins lucrativos (ONG) e foi qualificada como OSCIP, pelo Ministério Justiça. Foi fundado no ano 2000 no mês de agosto, com o objetivo de realizar a Terapia assistida com animais (TAA) e a Atividade assistida com animais (AAA) na cidade de São Paulo. O Projeto contribui com as casas de repouso e abrigos para idosos. O programa objetiva atender os idosos em diversas necessidades, tais como emocionais, mentais, físicas e sociais. Essa terapia, é usada como estímulo para diversos tratamentos. Segundo relatos do projeto, têm sido testemunhados muitos aspectos positivos gerados no decorrer do tratamento, especialmente com idosos, surgindo assim, um aumento visível dos canais de percepção do idoso, o que o torna mais receptivo ao meio que vive. O cão é o mediador da expressão e formalização dos conteúdos que o assistido tem dificuldade de expressar por outros meios. Deve, por este motivo, ser escolhido levando em conta as necessidades dos assistidos, passando por uma avaliação de seu comportamento, para que não possa haver situações desagradáveis no futuro como mordidas, latidos em momentos inadequados, brigas com outros cães, dificuldade em manterem-se quietos, ou mesmo a falta de interesse na interação com idosos. 7

8 Não há restrição quanto à raça dos cães, sendo apenas necessário que passe na avaliação de comportamento e no período de teste, em que são observados em ação nas atividades com idosos durante três visitas. Devem também estar com suas vacinas e exames que comprovem sua saúde (dermatológicos, parasitológicos e etc) sempre em dia. Os donos devem sempre levá-los muito limpos às visitas,. Esse animal passará a ser o caminho pelo qual o assistido poderá expressar de forma simbólica seus sentimentos, pensamentos e conceitos de forma que possa, inclusive, descobrir aspectos seus antes desconhecidos e se reconhecer neste processo. Este é um processo demorado e complexo que pode encontrar muitas resistências, já que envolve mudança de comportamento. É uma atividade voltada para o singular de cada assistido buscando a flexibilização de suas relações com o mundo. Nela se estabelece uma relação compreensiva e genuína geradora de vínculo. O estabelecimento do vínculo se dá de acordo com a capacidade empática do profissional, ou seja, capacidade de se colocar no lugar do outro e ocorre dentro de um processo que inicia com a identificação, chegando à alteridade. Inicialmente, sente-se o que o assistido sente, em seguida, passa-se a ocupar lugares complementares para então, diferenciar-se de tais lugares. Com o auxílio do vínculo estabelecido nessa relação de contato diversos conteúdos emergem e são trabalhados. Trabalha-se, por exemplo, a questão da comunicação, que pode ser realizada de forma verbal ou não (gestos, olhares) de forma que o assistido aprende a expressão emoções e idéias de forma adequada. Busca-se um entendimento no qual o profissional deve aprender a interpretar expressões faciais, movimentos dos olhos e corpo, postura, aparência e entonação de voz de modo a lidar cada vez melhor com o assistido. É a afetividade que determina formas de reação e atitudes gerais de cada um, percebendo cada vivência como agradável ou não de forma diferente para cada indivíduo. O presente estudo,descritivo, qualitativo, partiu da observação do comportamento de três idosas, com diagnóstico de Doença de Alzheimer, no período de três meses anotadas em diário de campo. Estas observações do comportamento frente aos animais foram transformadas em dados qualitativos. A investigação fenomenológica trabalha sempre com o que faz sentido para o sujeito, com o qualitativo. Encontramos em Bicudo (2000) modelo para conduzirmos nossa investigação de dados qualitativos com 8

9 rigor. Interessa-nos, através das anotações em diário de campo, compreender a rede de significados que expressa as vivências das pessoas estudadas. Dados Observados: Estudo 1 sexo feminino, 83 anos, semi dependente em AVD: A senhora atendida costuma falar pouco e constantemente está sonolenta. Demonstra gostar muito dos cães o que pode ser observado nas atividades com estes, pois,: demonstra maior animação do que normalmente e fala um pouco mais As lembranças que revela têm sempre alguma associação afetiva o cão que pegou no colo, a foto que tirou com ele, dos cães que demonstrou gostar mais. Ao ver o cachorro Fred repete "que lindinho"e sinaliza identificar o observador como alguém conhecido.. Lembra do cão através dos estímulos sensoriais e emoções provindas do contato com o animal. Possivelmente, também, este contato afetivo permite a evocação de recordações passadas. Observamos que a irmã procura evitar a sua participação nas atividades, ou mesmo nas entrevistas, alegando que estas a incomodariam. Assim, nem sempre pode participar da atividade e receber os estímulos do contato com os animais. Esta interferência, porque evidencia uma relação de manutenção do estado de Alzheimer pelo cuidador famíliar e de ciúmes em relação aos dos cuidadores institucionais. Estudo 2 Sexo feminino, 82 anos. Semi-dependente em AVD). Observamos que constituiu um laço afetivo mais forte com alguns cães (Mili, Fred e Aníbal) o que pode ser visto pela quantidade de vezes em que esses cães aparecem em seu discurso e pela facilidade maior em responder perguntas relacionadas a eles. A cadela Mili é associada em sua rememoração como o cão que sempre fica em seu colo, sua descrição costuma ser sempre assertiva. O cão produz estimulação da pele, do tato e do contato que eliciam sensações, imagens mentais e emoções. Esse contato evoca memórias relacionadas a estes acontecimentos, tem conteúdo e associações afetivas e são lembradas com maior facilidade. Os cães Mili e Aníbal são mencionado como cães que gostam dela e, portanto, também são os de que mais gosta. Fred é relacionado em suas lembranças como o cão que se parecia com um cachorro que possuiu. Sem dúvidas, o cão constitui um vínculo afetivo 9

10 que facilita a memorização e evocação de memórias, uma ligação que trás associações de outras experiências. Estudo 3 Sexo feminino, 77 anos.semi-dependente em AVD: pão). Apresenta-se sempre bem disposta e falante. Demonstra gostar muito dos cães e se esforçar para lembrar informações ao seu respeito. Desde o início se mostra participativa nas atividades. Nas entrevistas, refere lembrar-se da observadora, sem, entretanto, lembrar o seu nome. Denomina-a: amiga dos cachorros Contatava de modo carinhoso e sorria ao encontrar a observadora, chamando-a de linda, o que demonstra o estabelecimento de uma ligação afetiva, a partir do animal. Confunde bastante um cão com o outro e, em alguns momentos, parece se esforçar para lembrar e inventa algumas características, o que tem se mostrado positivo para sua atividade cognitiva :fala mais e tende a lembrar-se mais nestes momentos. Em seu discurso deixa clara sua preferência por Mili, que chama de Mini, por dizer que se lembra de uma cachorra que teve cujo nome era Mini Tuca. Ao relatar essa lembrança conta um pouco sobre sua cachorra, mostrando como um estímulo afetivo forte pode evocar memórias de outras experiências. Este afeto, é, provavelmente, o responsável pelas descrições corretas em relação à Mili, o que não acontece com tanta freqüência com os outros cães. Atribui aos cães sentimentos e características humanas. Atribui aos cães temperamento e personalidade. Considerações Finais O estudo propõe a reflexão sobre a importância da atividade assistida por animais para o atendimento de idosos institucionalizados que vivenciam contato social restrito. Os dados observados mostram que os animais mobilizaram afetos e comportamento que avaliamos como projetivos. De alguma forma o cuidado com os animais eliciou nas idosas uma vontade de maior cuidado pessoal. Apresentaram-se melhor cuidadas corporalmente para participarem das atividades assistidas com animais..no contato com os animais verbalizavam mais, lembraram de situações anteriores e utilizaram recursos imaginativos, atribuindo traços de personalidade e temperamento aos animais. As idosas foram consideradas e acolhidas.em suas falas.o relacionamento afetivo com os cães e a atitude de acolhimento da observadora favoreceu o resgate da capacidade de estímulo de suas lembranças. Observou-se aumento da espontaneidade verbal e do humor na comunicação das senhoras. 10

11 O estudo ressalta a importância da introdução e participação ativa do cuidador familiar com os cuidadores institucionais em programas institucionais. A terapia assistida por animais mostrou possibilidades de campo de se trabalhar conteúdos sobre a relação dos familiares com as idosas com as expectativas e conceitos que têm sobre a doença de Alzheimer, a partir do contato afetivo com o animal. Referências Bibliográficas ARAÚJO, A. H. de. Intervenção com animais de estimação e a rede social de idosos institucionalizados. São Paulo, Trabalho de conclusão de curso de psicologia. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. BICUDO M. A. V. Fenomenologia: confrontos e Avanços São Paulo: Ed. Cortez, 2000 BERZINS, M.; Viana da Silva, A. Velhos, cães e gatos: interpretação de uma relação. São Paulo, Dissertação (Mestrado em Gerontologia). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. BOBBIO, N. "Os Valores e os Direitos Humanos dos Idosos Dependentes Crônicos". Trad. Anita Aratangy In Eutanásia do Abandono. Turim: Rosenberg & Sellier, FRIEDMANN, É. The Animal Human Bond: Health and Wellness. In: Animal Assisted Therapy Theoretical Foundations and Guidelines for Practice. Broklyn, New York: Academic Press, GOLDFARB, D. C. Corpo, Tempo e Envelhecimento. São Paulo: Casa do Psicólogo, LOPES, R. J. Cães teriam ajudado a moldar os humanos. Folha de São Paulo, São Paulo, pág A18, 07, maio, MESSY, J. A Pessoa Idosa não Existe. São Paulo: ed. Aleph, MONTAGU, A. Tocar O Significado Humano da Pele. São Paulo: Summus Editorial,

12 RAMOS, D.; DE BIASE, M; MONTEIRO,B., M H; RODRIGUES, M P.; SAUAIA, N. M,P; SAYEGH, R.,R,; MALTA S M. C T, Os animais e a psique. São Paulo: Summus Editorial, 2005 Anexo 1 CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO Título do estudo: Atividade Assistida por animais em idosos com Alzheimer Aluna de iniciação científica: Luciana Teixeira Villar Guimarães Orientadora: Prof.ª Dr.ª Regina Célia Gorodscy e Prof. Drª Ruth G. Lopes Declaro que os objetivos e detalhes desse estudo foram-me completamente explicados, isto é, investigar quais os benefícios propiciados por terapia assistida com animais em idosos com diagnóstico de AlzheimerTendo em vista que a atividade assistida por animeis é uma abordagem terapêutica, será investigado como é feito do tratamento sobre o contato e a memória imediata destes idosos. Entendo que não sou obrigado(a) a participar do estudo e que posso descontinuar minha participação, a qualquer momento, sem ser em nada prejudicado. Meu nome não será utilizado nos documentos pertencentes a este estudo e a confidencialidade dos meus registros será garantida. As pesquisadoras comprometem-se me comunicar os resultados. Desse modo, concordo em participar do estudo e cooperar com o pesquisador. Nome do pesquisado: Nome: Data: / /20. Testemunha: Nome: Data: / /20. Pesquisador: Nome: Data: / /20. RG: Assinatura: RG: Assinatura: RG: Assinatura: 12

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