Percepção da capacidade funcional de idosos: do incremento da força à força das conexões significativas

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1 1 UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA Percepção da capacidade funcional de idosos: do incremento da força à força das conexões significativas FABIANO MARQUES CAMARA Dissertação apresentada à Universidade São Judas Tadeu, como requisito parcial para a obtenção do grau de Mestre em Educação Física, sob a orientação da prof a. dr a. Marília Velardi. SÃO PAULO 2005

2 2 AGRADECIMENTOS Todos aqueles que me conhecem, sabem da minha simpatia pela complexidade, pelo caos, pelos sistemas, enfim, por aquilo que é tecido junto, que é complexus. Assim, embora pareça que esta seja a minha dissertação, o meu trabalho, ele é também de todas as pessoas que o teceram comigo nesses quase dois anos de dedicação. É por isso que me sinto profundamente agradecido por ter compartilhado desta tessitura com muitas pessoas que, sem as quais, este trabalho não teria nascido. À minha sustentação primária, meus pais, que por mais de uma vez não mediram esforços para a realização de um sonho e, tenho certeza, sufocaram muitos de seus próprios para a realização do meu, só pai e mãe mesmo! E a meu irmão que também, mesmo sem paciência, me suportou nesses longos meses! Outra pessoa que também tenho certeza que se desdobrou em muitas para poder me acompanhar foi minha Sheila, que com todo seu amor e paciência, me forneceu todas as suas forças quando as minhas pareciam ter se esgotado. A ela que me inspirou me e me acolheu nos momentos mais difíceis, sem hesitar e que superou com graça minhas ausências. É por isso que lhe ofereço meu sincero, muito obrigado! Te amo muito! Minha família aumentou mesmo, mas geralmente ganhamos tios e tias postiças. Eu, no entanto, ganhei até mãe. Agradeço à Marilia, minha mãe acadêmica, que me deixou seguir meu caminho com a mais autêntica autonomia, em seu sentido mais complexo! Como ela me ensinou! E obrigado por agüentar todas as minhas viagens! Por falar em família, como ela mesma se intitulou, agradeço muito a minha tia Miranda por me propiciar sua companhia e, literalmente, me doar todo seu conhecimento de professora, momentos de estágio que não esquecerei jamais! Aumentando ainda mais minha árvore genealógica, agradeço à Vilma, que foi também uma super mãe na pós graduação. Me ensinou, me acolheu, me aconselhou, e, acima de tudo, confiou em mim. Muito obrigado professora! Ao professor Durval que expressou uma alegria de pai ao me parabenizar pelo ingresso no mestrado, cuja sinceridade jamais esquecerei. Obrigado pelo infinito apoio!

3 3 A minha irmãzinha acadêmica, a GG (tudo bem vai, Alessandra!), que me apoiou sem descanso em toda essa caminhada. Obrigado pelo apoio, ensinamentos e pela paciência com minhas intermináveis reflexões...! Aos meus professores de graduação com que tive a honra de dividir a sala de aula: Bello, Ailton, Bete que ajudaram, com certeza, a fortalecer minha autonomia! À Licca, pelos ensinamentos na sala dos professores! À professora Sandra, que me ensinou, me incentivou e confiou em mim,incondicionalmente! À professora Sheila, que me ensinou a epistemologiar com prazer! Aos professores Romeu, Eliana, Mochi, Kátia e Regina, por doar sem restrições todo seu conhecimento. À Simone e a Selma pelo atendimento (e paciência!) impecável. Ao professor Paulo Farinatti, pelas reflexões...! A todos os colegas de mestrado, especialmente ao Lucinar, Daniel, Demilto e Ari pela incansável garra transmitida! Aos amigos do GREPES, especialmente a Suse, Renatinha e Márcio pela IMENSA ajuda na coleta de dados. Aos alunos do RIC e da graduação, pelo incessante aprendizado. E, não poderia deixar de citar, meus agradecimentos àqueles que com suas obras engrandeceram minha formação e, a seu modo, me inspiraram. Assim como fiz com todos atrevo me a chamá los pelo primeiro nome: Maurice, Edgar, Humberto, Paulo, João, Fritjof, Manuel e Oliver! Àqueles também que percorreram meu fone de ouvido, em horas e horas de escrita: Wolfang, Ludwig Van, Nicollo, Edu, Kiko, Joe, Steve, Allan, SRV, Eric e Yngwie. Aos idosos que participaram da pesquisa, porque só mesmo eles para exibirem tamanho bom humor e cumplicidade para levantar peso logo às sete da manhã! Muitíssimo obrigado! À Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e a Universidade São Judas Tadeu (USJT) pelo apoio financeiro.

4 4 SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS RESUMO ABSTRACT APRESENTAÇÃO vi vii ix xi 1. INTRODUÇÃO REVISÃO DE LITERATURA Capacidade funcional de idosos 2.2 A percepção Ouvir com seu corpo todo: a sinestesia do corpo vivido Mãos imprestáveis: a expressão situacional A espacialidade e a transcendência MÉTODO Os participantes O programa Seleção e capacitação dos professores Capacidade funcional percebida Caderno de campo Entrevista narrativa Procedimento para realização da entrevista A fase da análise Força muscular Caderno de campo e a entrevista 34

5 5 4. RESULTADOS Sujeito A Sujeito B Sujeito C Sujeito D Sujeito E Sujeito F Sujeito G Sujeito H DISCUSSÃO CONCLUSÃO 135 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXOS

6 6 Figura 1 Desempenho da força muscular do sujeito A nos exercícios propostos 46 Figura 2 Desempenho da força muscular do sujeito B nos exercícios propostos 56 Figura 3 Desempenho da força muscular do sujeito C nos exercícios propostos 67 Figura 4 Desempenho da força muscular do sujeito D nos exercícios propostos 80 Figura 5 Desempenho da força muscular do sujeito E nos exercícios propostos 89 Figura 6 Desempenho da força muscular do sujeito F nos exercícios propostos 96 Figura 7 Desempenho da força muscular do sujeito G nos exercícios propostos 103 Figura 8 Desempenho da força muscular do sujeito H nos exercícios propostos 109 Figura 9 Figura de Zollner 130 LISTA DE FIGURAS

7 7 RESUMO Percepção da capacidade funcional de idosos: do incremento da força à força das conexões significativas São vastas as publicações na literatura que apontam para as relações positivas entre a capacidade funcional (CF) dos idosos e o desenvolvimento da força muscular, considerada capacidade física fundamental e predominante para a execução das ações diárias. Baseados nessa premissa, muitos programas de atividades físicas para idosos têm priorizado o desenvolvimento da força muscular, atendendo aos posicionamentos que sugerem prescrições de atividades para esse grupo. Tais programas determinam o grau de funcionalidade do idoso a partir de uma avaliação funcional baseada na aplicação de testes físicos e instrumentos de auto avaliação. No entanto, pude observar que os resultados da clássica avaliação funcional, realizadas no Projeto Sênior para a Vida Ativa, não demonstravam melhoras significativas na funcionalidade dos idosos participantes, fato que prenuncia certa discrepância com aquilo que se tem apresentado na literatura. Por outro lado, os idosos relatavam, com freqüência, que se sentiam funcionalmente mais capazes. Em vista disso, questionei porque os relatos dos idosos diferiam daquilo que fora observado com relação aos testes. Para buscar explicações sobre essa situação, recorri ao estudo da percepção de Merleau Ponty, que considera que toda percepção é habitada por um sentido é nossa forma de conhecimento do mundo e está relacionada a um contexto de vida. Mediante essas constatações, o objetivo da presente investigação é compreender a percepção da CF de idosos participantes de um programa de treinamento resistido. Buscando criar condições para a compreensão da percepção da CF foi desenvolvido um programa de exercícios resistidos, que contou com a participação de oito idosos com mais de sessenta anos. Com o intuito de identificar possíveis mudanças na percepção da CF com relação ao desenvolvimento da força muscular, os dois primeiros meses do programa foram realizados com uma freqüência semanal de dois dias, e, nos dois meses seguintes, a freqüência foi reduzida para um dia. Essa variação na progressão foi tida como uma situação importante para compreender a percepção da CF. Assim sendo, ao final do programa, foi realizada uma entrevista narrativa com cada participante, com vistas à compreensão da CF percebida. Tais entrevistas foram registradas por uma câmera de vídeo e analisadas por técnicas de análise de discurso. A partir dessas análises pude observar que as ações funcionais relatadas como sendo melhores, exibiam um significado que se conecta com uma situação vivida. Sentir se funcionalmente capaz mostrou se, em alguns casos, através da possibilidade de exercer papéis como o de mãe ou o de cuidadora. Em outros

8 8 participantes, a percepção da CF revelou se pela supressão de dores em atividades cotidianas que representavam momentos dolorosos na história de suas vidas. Outro ponto importante refere se à relação entre a CF e a força muscular. Alguns idosos experimentaram uma manutenção da sua força no período com a freqüência semanal reduzida, todavia sentiam se mais fracos para a realização dos exercícios. Isso denota que a CF percebida não depende de níveis de força alcançados e pode depender de toda uma situação vivida. Diante disso, conclui se que a CF percebida refere se a ações funcionais que exibem um significado para o idoso. Assim, incrementar o desempenho de suas habilidades funcionais parece não ser suficiente, ou nem mesmo necessário, para que o idoso perceba essa melhora em seu cotidiano. Palavras chave: percepção; capacidade funcional; idoso; força; exercício resistido.

9 9 ABSTRACT Perception of functional capacity of elders: from the strength increase to the strength of the significant connections There are several literary publications pointing out to the positive relation between the functional capacity (FC) of elders and the development of the muscle strength, considered fundamental and predominant physical capacity to perform daily actions. Based in this assumption, many physical activity programs addressed to elders have been giving priority to the development of muscle strength, observing positions which suggest the prescription of activities for this group. Such programs determine the degree of functionality of the elder, as of a functional evaluation based in the application of physical tests and self evaluation instruments. However, I was able to observe that the results of the classical functional evaluation made within the Senior Project for Active Life have not shown significant improvements in the functionality of the participating elders, fact which evidences a certain discrepancy with what is being presented in the literature. On the other side, the elders frequently reported they felt more functionally capable. As a consequence thereof, I have questioned why the elders reports differed from what had been observed in relation to the tests. In order to seek explanations on this situation, I have resorted to the perception study of Merleau Ponty, which considers that all perception is qualified by a sense, is our means of knowing the world and is related to a life context. Through such determinations, the objective of the present investigation was to understand the FC perception of elders participating of a resisted training program. Seeking to create conditions to understand the FC perception, a resisted exercise program was developed, counting on the participation of eight elders over sixty years of age. For the purpose of identifying possible changes of the FC perception in relation to the development of muscle strength, the first two months of the program were performed with weekly frequency of two days and for the two subsequent months the frequency was reduced to one day. This variation of the progress was deemed an important situation to understand the FC perception. Therefore, at the end of the program, a narrative interview was made with each participant, aiming at understanding the FC perceived. Such interviews were recorded by a video camera and analyzed by speech analysis techniques. From such analysis, I was able to observe that the functional actions reported as best showed a significance connected to an experienced situation. To feel functionally able has proven to be, in some cases, the possibility of exercising roles such as that of mother or caretaker. For other participants, the FC perception was revealed by the suppression of pains during day to day activities, which represented painful moments in the life history

10 10 of such elders. Another important point refers to the relation between FC and muscle strength. Some elders experienced a maintenance of their strength during the period of reduced weekly frequency, however they felt weaker when doing the exercises. This shows the perceived FC does not depend on the levels of strength reached and may depend on a whole experienced situation. In face of the above, I conclude that the perceived FC refers to functional actions which are meaningful for the elder. Thus, to increment the performance of their functional capacities does not seem to be sufficient or even necessary for the elder to perceive such improvement in his day to day life. Key words: perception; functional capacity; elder; strength; resistance exercises.

11 11 APRESENTAÇÃO O presente relatório de pesquisa visa descrever o trajeto percorrido pelo pesquisador para compreender a percepção da capacidade funcional de idosos, mediante o desenvolvimento de um programa de treinamento resistido. Em sua introdução destaca se a problemática sentida pelo pesquisador, sustentada posteriormente por dados da literatura sobre as características que permeiam os estudos sobre a capacidade funcional de idosos. Tendo em vista, ainda, que a percepção é fio condutor das indagações levantadas, apresenta se a opção do referencial teórico da fenomenologia. A revisão literária é divida em dois blocos: o primeiro refere se ao estudo da capacidade funcional do idoso, desde sua conceituação até suas relações com a prática de exercícios, particularmente com os exercícios resistidos. Tem se como meta, neste momento, investigar como tais relações têm sido identificadas, quais instrumentos e formas de avaliação têm sido apresentados, bem como quais são as implicações nos estudos sobre a funcionalidade do idoso. O segundo bloco foi tecido com vistas a apresentar o referencial adotado para o estudo da percepção. Nesse ponto, o principal referencial adotado é a fenomenologia da percepção de Merleau Ponty, que traz um legado de estudos sobre a corporeidade e uma teoria geral de percepção. Na próxima seção, descreve se a trajetória que levou à consecução do método adotado para conceber a pesquisa proposta. Traçam se, neste ponto, as características dos participantes, a fundamentação teórica que sustenta a opção pela entrevista narrativa, o processo de capacitação dos professores atuantes na pesquisa e o programa de exercícios desenvolvido. Além disso, descreve se todo o percurso de análise das entrevistas e dos dados que se referem ao comportamento da força muscular dos participantes. Em seguida, são apresentados os resultados obtidos. Foi realizada uma análise individual de cada entrevista, mediante o recorte de trechos que foram considerados cruciais para a compreensão da funcionalidade de cada participante. Ademais, estão presentes, nessa seção, as figuras com os resultados do comportamento da força muscular dos participantes, que permitem estabelecer as relações propostas no bloco introdutório. Tendo em vista a descrição dos resultados, o passo seguinte conforma se pela discussão desses achados. Destacam se, em um primeiro momento, as relações entre

12 12 os dados caracterizados como objetivos e a literatura consultada. Em seguida, traçamse as discussões referentes às informações subjetivas com o referencial da percepção adotado. Por fim, discorre se sobre as implicações desses resultados para a compreensão da capacidade funcional percebida.

13 13 1. INTRODUÇÃO Seres humanos ou máquinas? Desde meados da década passada, deparei me com essa questão. Tal indagação teve sua gênese nas vivências e experiências em ambientes habitados pacificamente, ou não, mas em conjunto, pelos entes enunciados na questão precedente. Esses questionamentos permearam e fomentaram inquietações e anseios que, por conseguinte, colocariam a nu, mesmo que eu nem desconfiasse, meu olhar sobre o mundo. Algumas experiências profissionais na área da engenharia tiveram papel fundamental nesse cisalhamento paradigmático, mesmo que eu ainda nem suspeitasse disso. Ainda no início da minha carreira, fui solicitado a treinar grupos de funcionários na empresa em que trabalhava, a partir do conteúdo técnico sobre qual versava minha atuação. O treinamento foi dirigido a pessoas com baixo nível de escolarização, para os quais deveria ajustar minhas ingênuas mas bem intencionadas lições. Foi uma tarefa árdua, mas o contato com o ser humano tornou a infinitamente prazerosa. Naquele momento, não tinha nem idéia de que tal experiência levar me ia à percepção daquela incompreensível afinidade que sentia pelas pessoas. Mas havia muito que aprender sobre os humanos e, especialmente, sobre mim. Do trabalho com as máquinas para o desejo de compreender o humano, por exemplo, não poderia dizer que foi um caminho longo, tendo em vista nossa objetividade em relação ao tempo, e também seria incompleto e, de certa forma até mentiroso se relatasse que foi uma transição tranqüila. Outra experiência que pode também fomentar a ruptura com mecanicismo, rumo à humanização, foi a oportunidade de supervisionar um grupo de mais de trinta pessoas. Naquele momento, eu tinha plena certeza de que minhas habilidades com as máquinas estavam longe de contemplar a problemática da convivência social, do poder, do trabalho. Por outro lado, obtive importante sucesso no cargo de supervisor, o que para mim parecia deveras improvável. Muito embora, tal satisfação teve pouca mas intensa duração. Assim, a certeza do insucesso não foi comprovada e, como diria Pedro Demo, a partir daquele momento, eu só possuía certeza sobre minha incerteza (DEMO, 2002). Debrucei me novamente às máquinas, cedendo à opressão do sistema e, assim, acentuaram se minhas angústias sobre qual caminho seguir. No entanto, esse conflito levou me à reflexão e ao auto conhecimento. Pude experimentar as dificuldades e os prazeres da capacidade exclusivamente humana de transcendência, na medida em que caminhei rumo a escancarar um outro lado, ou melhor, aquele que era minha única face, ainda reprimida. Essas breves, mas

14 14 marcantes experiências puderam trazer à tona um desejo tal que, reprimido por uma vontade, suprimia, por poucos mas arrastados anos, minha autonomia. Nesse panorama, em que vivia (ou sobrevivia), um insight repentino, talvez motivado pelo êxito inesperado na relação com as pessoas, levou me a romper definitivamente com essa aspiração forçada às engenharias. E, após pouco tempo em tal área, optei pelos caminhos ainda não bem reconhecidos da Educação Física, rumo a atingir o outro pólo de minha questão inicial, os seres humanos. Essa ruptura com as ciências exatas, com as máquinas e com o cálculo não foi concretizada a partir de um desempenho insatisfatório nessa área, mas por uma hesitação quase sufocante de compreender o ser humano. Desde então, passei a olhar ao meu redor, a observar o mundo através de outro prisma ainda obscuro, mas recíproco. Essa empreitada numa nova área do conhecimento, a Educação Física, levou me quase que diretamente ao fascínio pelos mecanismos fisiológicos do nosso organismo. Tal foco de estudo poderia levar me à nobreza aproximar me ia de seus exímios conhecedores, os médicos. Não obstante, esse foco de investigação tornou se o pilar central, quase único, hegemônico, do início de minha atuação técnica e acadêmica e, se me aproximei da Medicina, me distanciei da Educação Física e do ser humano, fato que, a princípio, eu nem desconfiava. Digo que me distanciei da Educação Física, porque algumas decepções, que eu nem tenho coragem de relatar, escancararam que, mesmo atuando diretamente com pessoas, eu não os tratava como seres humanos e insistia em conhecer e dominar tais máquinas vivas, portanto, mecanismos. Conhecia, cada vez mais, os processos de tal máquina, mas estava longe de contemplar sua totalidade. O que seria uma relação centrípeta, circular ao ser humano, tornava se aos poucos uma relação centrífuga e mecanicista. Olhava apenas para a parte, não compreendia o sistema. E renegava assim, sem saber, a complexidade humana. Ainda no período da graduação, reflexões e debates acerca do olhar abrangente e livre de determinismos que a Educação Física deve ter, se quiser atingir os seres humanos em sua total complexidade e singularidade, atraíam me incessantemente. Não seria por menos, então, que as discussões acerca da promoção da saúde ganhariam minha atenção. O humanismo inerente a esse ideário começava a me mostrar a minha verdadeira e, até então, suprimida visão de mundo. Essas leituras e discussões foram fomentadas nas reuniões de que participei e ainda participo com o Grupo de Estudo e Pesquisa Sênior, que foca as relações entre o processo de envelhecimento e a Educação Física na perspectiva da promoção da saúde. A constituição desse grupo pôde dar subsídios importantes para a implantação

15 15 e o desenvolvimento do Projeto Sênior para Vida Ativa 1. O referido projeto é um programa de Educação Física para idosos, que tem como foco a educação para a saúde através da prática de atividades físicas. Suas ações são embasadas no ideário da promoção da saúde e na teoria da velhice bem sucedida. No desenvolvimento do Projeto Sênior, já embebido pela humanização que propõe o ideário da promoção da saúde, pude olhar para os idosos também através de sua carcaça biológica. E, em meio à prática de atividades físicas e de ensino, os inúmeros relatos dos participantes sobre suas aspirações, desejos, problemas, percepções, suscitaram meu olhar. Dentre os diversos relatos com os quais pude tomar contato, aqueles sobre a melhoria no desempenho das atividades da vida diária, denominada como capacidade funcional, levaram me à profundas inquietações e dúvidas. Claro que seria natural, esperado e, até, gratificante que os idosos melhorassem sua condição física, com potencial efeito sobre sua funcionalidade, mas o que mais me intrigava é que, a partir das avaliações funcionais realizadas, os acréscimos de desempenho físico eram mínimos. Ao debruçar me na literatura sobre a capacidade funcional e a atividade física, pude notar, com clareza, que melhoras na aptidão física, em especial na força muscular, trazem importantes incrementos no resultado da avaliação funcional. É vasta a literatura sobre o assunto. Pode se citar o trabalho clássico de Fiatarone et al. (1994), por exemplo, que documentaram, que em apenas em 10 semanas de treinamento de força muscular, ocorreram incrementos importantes na capacidade funcional. Além disso, a extensa revisão literária apresentada por Kell, Bell e Quinney (2001) também deixa claro que incrementos na força muscular propiciam melhor desempenho nas atividades do cotidiano, além de reduzir a incidência de quedas e risco de morte. Da mesma forma, autores como Spirduso (1995) e Evans (1999) enfatizaram a intima relação entre força muscular e desempenho funcional. Nesse sentido, pude compreender o motivo da posição de status quo que assume a relação entre força muscular e capacidade funcional, cuja a correlação intensa tornou se premissa básica de qualquer pesquisa sobre esse assunto, quase um axioma. Incontestável, intocável. Ora, já que é tão bem estabelecida essa correlação, porque a percepção dos idosos participantes do projeto Sênior sobre sua capacidade funcional apresentava certa discrepância nos resultados das avaliações? Será que sua percepção estaria equivocada? 1 As atividades do Grupo de Estudo e Pesquisa Sênior iniciaram se em 2000, e as do Projeto Sênior para Vida Ativa (que a partir daqui será denominado apenas de Projeto Sênior ), em 2002, ambos na Universidade São Judas Tadeu.

16 16 Para esclarecer essa dúvida, poderia utilizar as lentes do positivismo, assumir uma premissa mecanicista e propor algumas soluções sobre a discrepância entre o resultado da avaliação funcional e o relato dos idosos observados no Projeto Sênior; tentaria elidir ao máximo os aspectos subjetivos; sufocaria as ambigüidades; levaria ao extremo todos os pressupostos deterministas como: validar outros instrumentos, desenvolver testes mais específicos, estratificar minuciosamente a amostra da pesquisa, valer me de todos os esforços para me convencer de que seria possível a verdade absoluta, a realidade cristalina, o método infalível. Teria, sempre, como horizonte, a causalidade exposta, e continuaria, assim, tentando mecanizar o humano, o que seria, definitivamente, um contra senso frente a sua complexidade. Essa experiência mostrou me o quanto compartilhava de uma visão fragmentada do ser humano e que precisava olhar por outros vieses para compreendê lo. Dessa forma, o envolvimento com o grupo de estudo e o projeto ajudou me a olhar a questão do envelhecimento e, por conseguinte, do ser humano, pela ótica da complexidade humana. Aprendi que podia, sim, imerso no campo de conhecimento da Educação Física, compreender outros domínios do ser humano, para além do biologismo que assola a área há muito, e tentar rejuntar os fragmentos de homem forçosamente desconectados pela visão positivista de mundo. Nas reflexões suscitadas pela participação no grupo de estudo e no projeto, pude compreender que podia e que, acima de tudo, necessitava contemplar o ser humano em sua totalidade, entendendo o para além de seu funcionamento fisiológico, compreendendo a sua subjetividade, o que o torna, de fato, humano. Dessa forma, ficou claro, para mim, que os estudos sobre capacidade funcional e força muscular, exemplificada há pouco, aspira, o tempo todo, à objetividade, à neutralização, à validação, à comprovação. Deixa pouco espaço para aquilo que, de fato, o caracteriza como humano, negligenciando o diálogo, o sentimento, a percepção, seus olhares. Tratar a capacidade funcional do idoso, eximindo as características humanas, é, então, negar ao ser humano os caracteres essenciais que o definem como tal; é fechar os olhos para sua complexidade. Edgar Morin já ensinava que atingir a complexidade significa atingir a binocularidade mental e abandonar o pensamento caolho (MORIN, 2003, p.215). Dessa forma, pelas lentes da promoção da saúde e da teoria da complexidade, deparei com a visão de um homem complexo, dotado de plasticidade e flexibilidade, um ser vivo movido por uma dinâmica não linear, aberto ao mundo e à transcendência, enfim, um sujeito autônomo (CAPRA, 1982). Nesse sentido, se quisermos compreender a capacidade funcional do idoso, a complexidade enunciada não deve ser esquecida, renegada ou abafada, mas evidenciada.

17 17 Isto posto, por uma via que aspira à objetividade, à redução e à quantificação, não seria possível entender aqueles relatos intrigantes dos idosos sobre sua capacidade funcional. Já que parecia que a percepção da capacidade funcional denotava um sentido especial para cada um, mais presente nas entrelinhas do que nas linhas, nos silêncios do que nas falas, nas expressões e na subjetividade, o modelo de capacidade funcional do positivismo não responderia à altura para a compreensão da funcionalidade percebida pelos idosos. O fenômeno estava ali, diante dos meus olhos, ao alcance das minhas mãos. Não havia nada de científico, nem de senso comum que o comprovasse, que elidisse toda a possibilidade de uma vertigem pessoal, mas, de fato, eu tinha que assumir que o fenômeno ocorrera. Deveria livrar me das amarras do reducionismo, já que a percepção da capacidade funcional pelos idosos revelava o humanismo que esquecera outrora e que eu não podia mais recusar. Não poderia, então, deixar o fenômeno da capacidade funcional percebida pelos idosos desvanecer, nem taxá lo como uma simples curiosidade empírica, uma exceção da regra. Mesmo que não obtivesse da literatura explicações ou hipóteses sustentadas, deveria debruçar para descobrir outro caminho, que me permitisse enveredar no fenômeno, desvelá lo. Parecia, então, que a percepção da capacidade funcional seria o fenômeno a ser investigado. Desse modo, recorri à obra derivada da tese de doutoramento de Merleau Ponty, a fenomenologia da percepção. A essência da percepção, para Merleau Ponty (1999), está no poder pré objetivo do corpo, um poderio que nos leva ao conhecimento do mundo, mas que nunca será definitivo, porque transcende infinitamente no curso do tempo, ou seja, nunca atingiremos a certeza de uma percepção. O corpo do qual fala o filósofo não é aquele análogo ao mecanismo do relógio, aquele que os mecanismos fisiológicos ou as gravuras da anatomia descrevem com uma pretensa clareza apodítica, mas, sim, aquele corpo vivenciado no mundo. É um corpo que, através de sua motricidade, torna se um termo simbólico do mundo e revela sua percepção através de suas potencialidades expressivas, que trazem consigo sempre um significado e todo o rastro de sua história. Assim, toda a percepção e, naturalmente, toda a forma de expressão estão permeadas de significações, de sentido, seja ela um gesto, uma fala, uma atividade da vida diária. E é essa percepção e essa teia de significados atribuídos ao que se vive que constituem, de maneira inexorável, o ser humano. Nesse ponto, retomo as preciosas informações da literatura e as minhas observações no Projeto Sênior. De fato, é bem coerente que o aumento da força

18 18 muscular pode propiciar incrementos funcionais, já que as atividades do cotidiano exigem muito mais da força muscular que qualquer outra capacidade física. Mas, ao refletir sobre esse pressuposto, pude levantar mais alguns questionamentos. Talvez melhorar nos testes de capacidade funcional não signifique que o idoso passe a perceber essa melhora no seu cotidiano. Será que o treinamento resistido tem essa varinha de condão? As tendências das pesquisas positivas são promissoras e até bem estabelecidas, mas no âmbito de uma visão científica complexa, como seria o comportamento da capacidade funcional percebida pelos idosos? Dessa forma, ao olhar o mundo sobre outro prisma, passei a contestar o que a ciência positivista da Educação Física tinha como incontestável. Para tais estudos, não haveria mais sentido por à prova a idéia da causalidade entre força muscular e capacidade funcional, pois o mundo objetivo não faz esses questionamentos. Mas, ao abduzir minha visão sobre o mundo, pude, de fato, duvidar e contestar tal hegemonia do treinamento resistido sobre as relações entre a capacidade funcional e o envelhecimento. Essas conclusões nas correlações entre testes funcionais e de força, tão aceitas e inquestionáveis, manteriam sua hegemonia a partir da visão do idoso? Não é intenção dirimir os efeitos benéficos da melhora nos níveis de força muscular sobre fatores biológicos que podem ser atingidos, mas considerar o que essa atividade traz no tocante à capacidade funcional percebida pelo idoso. Parece importante, também, ressaltar até que ponto esses estudos levam em conta a condição humana como fator crucial de avaliação de sua eficácia. Assim, seria mais pertinente por à prova uma certeza que, aos olhares do pensamento cartesiano, parecia indubitável. Todavia, à luz do ideário da promoção da saúde, que evidencia a autonomia e a participação do sujeito nos determinantes de sua saúde, sob o pano de fundo da teoria da complexidade, que levanta uma visão de homem complexo e transcendente, bem como pela fenomenologia, que faz com que o pesquisador recoloque o homem em sua existência, poderia se dar a compreensão da capacidade funcional percebida pelos idosos em sua imanente complexidade. Mas as narrativas que me inquietaram inicialmente e que poderiam desvelar tais percepções, já tinham ocorrido. Assim, eu necessitava de um novo ambiente de prática de atividade física para que pudesse ir ao fenômeno e, prontamente, interrogálo para poder, então, conhecê lo, descrevê lo e, especialmente, compreendê lo. No entanto, não seria qualquer prática que possibilitaria tal desvelamento, mas, sim, uma que pudesse motivar situações para a percepção da capacidade funcional percebida. Ao levantar as possibilidades e caminhos para a prática do treinamento resistido, deparei me com uma possibilidade de progressão que tem sido pouco estudada nos

19 19 idosos. Tem se cogitado que a redução da freqüência semanal para um dia possibilitaria a manutenção da força adquirida em período precedente com uma freqüência semanal maior (FLECK e KRAEMER, 1999; MCCARRICK e KEMP, 2000; TRAPPE, WILLIAMSON e GODARD, 2002; TUCCI et al, 1992). O contato com essas publicações fez me conjeturar sobre alguns efeitos dessa redução na freqüência sobre a capacidade funcional percebida. Tendo em vista a complexidade que envolve o fenômeno, já que estamos lidando com seres humanos e sua imanente subjetividade, será que, mesmo que a força se mantenha com uma freqüência semanal reduzida, essa constância reproduzir se ia com relação à percepção da capacidade funcional? Dito de outro modo, um idoso poderia experimentar um aumento de força concomitante a uma percepção de melhoria de sua funcionalidade no primeiro período. No entanto, se houver a manutenção da força durante o período de redução da freqüência semanal, será que, ele ainda continuaria a perceber sua funcionalidade como satisfatória? No princípio, esse questionamento soara me como algo infundado, como um fantasma que me perturbava constantemente, quase um demônio. Mesmo ainda não sabendo, essas perturbações me despiriam mais um pouco dessa armadura positivista que ainda me cobria. Tais questões pareciam infundadas, impuras, sem lógica, uma mera aposta. Todavia isso ofenda os positivistas mais fervorosos, que advogam cegamente uma neutralidade ingênua, Morin (2003) tirara me desse aparente sufoco através da sua descrição da noção de thematha, proposta por Gerald Holton. Thematha são aquelas idéias bizarras, impuras, que estimulam a curiosidade e impulsionam as ações de investigação do pesquisador, algo quase obsessivo, impulsivo, do desejo, que apesar de não cientificamente explicável pelos moldes clássicos está no núcleo e é indispensável a todo conhecimento científico. E isso não se resume apenas à ciência, mas o mundo se organiza em torno de desejos (ALVES, 2004). E, se não formos assim, diria Morin (2003), seremos apenas burocratas da pesquisa, funcionários, reprodutores de procedimentos ditos corretos, que agregam quantitativamente, mas não reconstroem o conhecimento qualitativamente 2. Desse modo, as reflexões de Morin (2003) puderam me tranqüilizar e dar fôlego para que eu contemplasse o entendimento das questões levantadas que, se num primeiro momento, pareciam distanciar me da ciência, levaram me, entretanto, ao seu núcleo obscuro, mas indispensável. Tive condições, assim, de apostar que um treinamento de força com redução da freqüência semanal poderia proporcionar uma situação interessante para conhecer a percepção da capacidade funcional do idoso. 2 Esse núcleo não científico também foi apresentado por Lakatos como núcleo duro da ciência, algo não científico, mas indispensável a ela (MORIN, 2003).

20 20 Nesse sentido, é necessário fazer a pesquisa, ir ao fenômeno para desvelá lo, por a prova tais conjecturas, percepções, desejos. Desse modo, essas conjecturas inevitáveis e, de certa maneira, pulsionais, mais relativas ao desejo do que à vontade, imbuíra se em meu pensamento. Dessa forma, o objetivo desta pesquisa é compreender os significados da percepção da capacidade funcional de idosos participantes de um programa de exercícios resistidos intencionalmente modulado para buscar relações entre a capacidade funcional percebida e esse tipo de atividade, ao enveredar no fenômeno, partindo do olhar de seus atores, os idosos. Isso posto, deve ficar claro, ainda, que não é meta desta investigação propor um novo instrumento de medição da capacidade funcional percebida, mesmo que seus resultados incitem a isso. Rubem Alves afirma que em ciência não existe garantia alguma de que tal pressuposição seja válida. Não começamos com garantias [...] Uma vez feita a aposta... pagamos pra ver. Fazemos a pesquisa. Experimentamos (ALVES, 2004, p.52, grifo nosso). Assim, na ciência, é natural apostar, conjecturar. Essa é a proposta vital do presente estudo.

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