UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL. Karla Francisca de Macedo Marília Rafaela Santos Lopes

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1 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL Karla Francisca de Macedo Marília Rafaela Santos Lopes IDOSO E APOSENTADORIA POR IDADE: UM ESTUDO SOBRE A ATUAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NO PROGRAMA DE PREPARO PARA APOSENTADORIA NA EMPRESA PETROBRAS Recife 2014

2 Karla Francisca de Macedo Marília Rafaela Santos Lopes IDOSO E APOSENTADORIA POR IDADE: UM ESTUDO SOBRE A ATUAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NO PROGRAMA DE PREPARO PARA APOSENTADORIA NA EMPRESA PETROBRAS Monografia apresentada à coordenação do curso de Serviço Social da Universidade Católica de Pernambuco, elaborada sob a orientação do (a) professor (a) Ms. Simone Barreto, como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Serviço Social. Recife 2014

3 Karla Francisca de Macedo Marília Rafaela Santos Lopes IDOSO E APOSENTADORIA POR IDADE: UM ESTUDO SOBRE A ATUAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NO PROGRAMA DE PREPARO PARA APOSENTADORIA NA EMPRESA PETROBRAS Monografia apresentada á coordenação do curso de Serviço Social da Universidade Católica de Pernambuco, elaborada sob a orientação do(a) professor (a) Ms. Simone Barreto, como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Serviço Social. BANCA EXAMINADORA Profª Ms. Simone Barreto Lourenço da Silva Orientadora ProfªDrª Sheilla Nadíria Rodrigues Rocha Examinadora Recife, Novembro de 2014

4 À Deus, por seu infinito amor, todas as bênçãos e nos carregar em seus braços nos momentos mais difíceis. A todos os sujeitos que valorizam o atendimento, necessidades dos idosos como sendo fundamental e essencial à liberdade, dignidade e respeito. Karla Francisca de Macedo Marília Rafaela Santos Lopes

5 AGRADECIMENTOS Agradecemos Primeiramente a Deus, por seu infinito amor, todas as bênçãos alcançadas, saúde, força, determinação, fé e coragem para prosseguir adiante, em meio a tantos obstáculos encontrados em nosso caminho. A todos os nossos professores, pela paciência e dedicação ao lecionar e transmitir seus conhecimentos para conosco, durante essa trajetória de 5 (cinco) anos na Universidade, em especial à nossa professora e orientadora Simone Barreto, pelo carinho, por estar sempre à disposição, pelo comprometimento e pelas orientações aos quais nos foram fundamentais, para a conclusão desta monografia. Karla Macedo Agradeço primeiramente a Deus, por seu infinito amor e misericórdia, quando algumas vezes sentindo-me desacreditada e triste em meio a tantas dificuldades enfrentadas ao longo de minha vida, me fez acreditar em meu potencial e vivenciar a delicia de me formar como Assistente Social. Aos meus pais, Maria José da Silva (Leda) e Valfrido Francisco de Macedo (Nido), por todas as oportunidades oferecidas, pelo amor e apoio incondicional, pela segurança e pela educação que me proporcionaram uma base de valores sólidos. Aos meus irmãos (as), Keite, Betânia, Cris, Ricardo e Jefferson, aos meus sobrinhos (as), cunhados (as), aos meus Tios (as) e a todos os meus familiares que não foram mencionados aqui, agradeço de coração a alegria diária que cada um de vocês me concederam durante essa trajetória. A minha querida amiga, Monica Santana que sempre me ajudou, apoiou e esteve ao meu lado quando eu mais precisei, muito obrigada por suas preciosas palavras de conforto e incentivo. Aos meus amigos (as) da Faculdade do Recife, da Universidade Católica de Pernambuco, a colega Carla Magna pela força que me deu. Ao Instituto Nacional do Seguro Social- INSS onde pude estagiar com a equipe do Programa de Educação Previdenciária- PEP, Jorge, Marília, Lindinalva, Adriana Rolim, a qual foi minha supervisora de estágio em Serviço Social e Ana Gonçalves, pessoas maravilhosas que tive a honra de conhecer. Aos professores (as) e todos aqueles (as)

6 que cruzaram em minha vida de uma maneira tão especial, permanecendo até os dias de hoje, participando de alguma forma na construção e realização deste tão desejado sonho, de carregar o meu diploma de Bacharel em Serviço Social, pela Universidade Católica de Pernambuco (ingrediente fundamental para minha felicidade). Gostaria de agradecer também à Marília Lopes, minha parceira de monografia e amiga, que junto comigo realizou a conclusão desse trabalho acadêmico, posso resumir essa parceria em duas palavras: União e amizade. À PETROBRAS e sua equipe do Serviço Social em especial, Adriana, Luciana e Suzana que me ajudaram e tornaram viável o repasse das informações referente à temática escolhida, para elaboração desta monografia. Marília Lopes Após tantos obstáculos enfrentados ao longo desta caminhada, com força de vontade, perseverança e acima de tudo muito comprometimento finalmente consegui realizar este feito, no entanto nada teria conquistado se não fosse a presença de alguns envolvidos que me ajudaram durante esta minha trajetória. Quem me acompanhou compreende que esta vitória é muito mais que um título, é um capítulo da minha vida traçado e almejado há treze anos. Agradeço à Deus pela dádiva da vida, autor do meu destino, meu guia, pelo fim de mais essa etapa, pelos sonhos que se concretizam, por ter me dado força e coragem nos momentos mais difíceis, inteligência, perseverança, persistência e sabedoria, pois sem ele eu não teria traçado o meu caminho e feito a minha escolha pelo Serviço Social. A minha mãe Maria de Jesus (In Memorian) minha heroína, que infelizmente não pode estar presente neste momento tão feliz da minha vida, mas sinto-a me guiando e me incentivando a não desistir dos meus objetivos. Obrigada pelos seus ensinamentos e valores passados. Obrigada por tudo! Saudades eternas! A meu pai Ismael Lopes pelo apoio, acompanhamento, incentivo e subsídios fornecidos para que eu pudesse e ainda possa galgar meus ideais. Em vocês me espelhei o prazer de estudar. A vocês rogo todas as noites a minha existência.

7 A minha querida Avó Tenória, minha fortaleza por ter me ensinado ao longo de minha existência, as práticas do bom viver e pelos grandiosos gestos de cuidado que teve comigo no decorrer desta conquista. Vó, és minha base, meu alicerce! A minha tia Maria Auxiliadora e meus irmãos Bráulio e Bruno pelo apoio, compreensão e incentivo ao longo desses anos. A meu sobrinho Breno Lopes que em muitos finais de semana me proporcionou seu carinho e seu sorriso tão lindo, que contribuíram sendo válvulas de escape e entretenimento quando estava sufocada pelo cotidiano. Família, eu amo vocês! Aos meus amigos, que são anjos que Deus colocou na minha vida, em especial à Fernanda Lopes. Não sei o que seria de mim se não os tivesse para sempre me ouvir, dar-me forças e compartilhar os momentos difíceis vivenciados durante esta trajetória. Sei o quanto torceram pelo meu sucesso! A amiga e companheira Karla Macedo, que muito contribuiu para o desenvolvimento deste trabalho. Costumamos dizer que fomos o apoio uma da outra. Obrigada por persistir junto comigo este lindo sonho, obrigada por me acompanhar até aqui e fazer colher hoje os bons frutos que plantamos. A professora e orientadora Simone Barreto, pela imensa bagagem fornecida de um conhecimento que é inesgotável, pelo apoio e por acreditar sempre em nosso potencial. Seus valores vão além do profissional: conduta, respeito, serenidade, equilíbrio, calma, especialmente nos momentos de angústia e aflição. Guardarei para sempre os seus ensinamentos. A Mikaella Cordeiro, colega e supervisora de estágio do Espaço Criança Esperança que ascendeu em mim a paixão pelo Serviço Social. Ao meu chefe imediato do HSE, Carlos Augusto pelo incentivo e liberação nos horários de expediente, sempre que precisei me ausentar para frequentar as atividades deste trabalho. Aos meus colegas do setor, que sempre resolviam as pendências para que eu ficasse mais livre. Obrigada a todos por tamanha compreensão. À todos, meu profundo agradecimento. Muito Obrigada por tudo, pela paciência, pela amizade, por me sentir amada, pelos ensinamentos que levarei para sempre, por contribuir com a Marília Lopes que sou hoje. Obrigada Serviço Social por ter me escolhido!!

8 RESUMO A transição para a aposentadoria pode ser vivenciada como uma oportunidade para a realização de projetos pessoais. O presente trabalho tem como objetivo evidenciar um estudo acerca da atuação do Serviço Social no Programa de Preparo Para Aposentadoria na Empresa PETROBRAS, Boa Viagem, Recife. A escolha do objeto de pesquisa se deu a partir da inserção de uma das autoras deste trabalho como estagiária na instituição, o que despertou a curiosidade em conhecer e refletir com maior aprofundamento o exercício profissional neste espaço. Adotou-se metodologicamente a abordagem qualitativa, utilizando-se como técnica a análise de conteúdos bibliográficos e documentais. Considerando o idoso como expressão da questão social, onde os aspectos sociais da velhice remetem diretamente aos papéis sociais que estes assumiram durante toda a sua vida, a aposentadoria surge como período de transformação para esta nova etapa, no que diz respeito a novas escolhas. Enfatizaremos a atuação e contribuição do Serviço Social no Programa PPA frente ao redimensionamento das questões vinculadas à condição de aposentado, destacando como motivador este momento de reflexão e mudanças. Palavras chave: Idoso, Aposentadoria, Questão Social, Serviço Social, PPA.

9 ABSTRACT The transition to retirement can be experienced as an opportunity for personal projects. This paper aims to show a study on the performance of Social Work Program to Prepare For Retirement at the Company PETROBRAS, Boa Viagem, Recife. The choice of the research subject was given from the insertion of one of the authors of this work as an intern at the institution, which aroused the curiosity to learn and reflect with greater depth professional practice in this space. We adopted a qualitative methodological approach, using as technical analysis of bibliographic and documentary content. Considering the elderly as an expression of social issues where the social aspects of aging speak directly to the social roles they took throughout his life, retirement comes as a period of transformation for this new stage, with respect to new choices. Emphasize the role and contribution of social work in front of the PPA Program resizing linked to the status of retiree issues, highlighting how motivating this moment of reflection and change. Keywords: Aging, Retirement, Social Issues, Social Service, PPA.

10 LISTA DE SIGLAS Assistência Multidisciplinar em Saúde- MAS Assessoria e Benefícios- ASTEB Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social- BPC Barris de óleo por dia- BPD Conselho nacional do Idoso- CNDI Conselho Estadual do Idoso- CEDI Conselho Nacional de Petróleo- CNP Divisão de Relações Industriais- DRIN Fundação Petrobras de Seguridade Social- PETROS Instituto Nacional do Seguro Social- INSS Índice de desenvolvimento humano- IDH Lei Orgânica da Assistência Social- LOAS Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome- MDS Organizações não Governamentais- ONGS Programa de Prevenção e Recuperação da Dependência Química- PRODEQ Programa Resgate do Potencial Laborativo- PRPL Programa Petrobras Jovem Aprendiz- PPJ Programa de Preparo para Aposentadoria- PPA Política Nacional do Idoso- PNI Programa de Assistência ao Empregado- PASSE Percentual de Programas Executados- PPE Rede Nacional Proteção e Defesa da Pessoa Idosa- RENADI Recursos Humanos- R.H Sistema Único de Assistência Social- SUAS Sistema Único de Saúde- SUS

11 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...09 CAPÍTULO 1- MARCOS LEGAIS DO SEGMENTO IDOSO E SEUS DESDOBRAMENTOS Marcos Legais Desdobramentos das Legislações Garantidoras dos Direitos do Idoso Serviço Social e o Segmento Idoso: Das Protoformas até a Reconceituação Constituição de 1988 aos Dias Atuais...20 CAPÍTULO 2- A PETROBRAS, O SERVIÇO SOCIAL E O PROGRAMA DE PREPARO PARA APOSENTADORIA- PPA Histórico da Instituição PETROBRAS A atuação do Serviço Social na Empresa PETROBRAS Surgimento do PPA na Empresa PETROBRAS e sua Importância nas Organizações...29 CAPÍTULO 3- PREPARAÇÃO PARA APOSENTADORIA: DESAFIOS A ENFRENTAR O despertar para um novo caminho Metodologias e estratégias utilizadas acerca do Programa de Preparo Para Aposentadoria e o enfrentamento da nova realidade Programa de Preparo Para Aposentadoria: Momento de aceitação e reflexão acerca do processo do envelhecimento...37 CONSIDERAÇÕES FINAIS...47 REFERÊNCIAS...50 REEFÊNCIAS...50 ANEXO A Lista de Cidades, onde tem sede da PETROBRAS e que ANEXO A Lista de Cidades, onde tem sede da PETROBRAS e que implementaram implementaram o PPA...54 PPA...54 ANEXO B Modelo de Ficha de Avaliação PPA

12 9 INTRODUÇÃO A preparação para a aposentadoria consiste, basicamente, na busca de novas áreas de interesse para a pessoa, incentivando-a a conhecer suas limitações, descobrir potencialidades e prevenir possíveis conflitos. Para tanto, é necessário resgatar outras atividades, as quais podem, inclusive, propiciar mais prazer do que as anteriores, estabelecer novos laços afetivos, descobrir ou redescobrir desejos, enfim, ter novos projetos de futuro. Ciente que o trabalho é o principal organizador da vida humana, o estudo em questão tem como objetivo analisar a atuação do Serviço Social no Programa de Preparo para Aposentadoria - PPA na Empresa PETROBRAS, Boa Viagem Recife, que contribui positivamente para o bem estar daqueles que enfrentam a transição para a aposentadoria. A motivação da pesquisa deu-se ao fato de desejar conhecer a importância do trabalho, sua ruptura na vida dos indivíduos que se aposentam, e o fazer profissional do Serviço Social frente a esta realidade. Para o desenvolvimento do trabalho foi realizada pesquisa bibliográfica e documental com leitura, análise e interpretação de dados. Destaca-se, neste estudo, que o envelhecimento bem sucedido está atrelado às chances que o indivíduo tem para manter-se na sociedade como sujeito de direitos e que a questão da aposentadoria é um processo de reflexão e discussão como importância do projeto de vida. Enfatizou-se também o fazer profissional do Serviço Social frente ao PPA, onde foram desenvolvidas as habilidades e competências dos profissionais a partir de seus saberes, apresentando olhares e perspectivas que perpassam a expressão social do idoso, reconhecendo-os como sujeito, presumindo seu devido valor. Para o desenvolvimento de nossa pesquisa começaremos no primeiro capítulo a retratar os marcos legais do segmento idoso, os desdobramentos das leis que garantem seus direitos e o serviço social enquanto meio interventivo neste âmbito. No segundo capítulo, discutiremos sobre a empresa PETROBRAS, desde o seu surgimento, a inserção do profissional Assistente Social nesta organização, advindos das constantes transformações que a sociedade vem sofrendo, sobretudo nas relações de trabalho. Discorreremos também, sobre o

13 10 Programa de Preparo para Aposentadoria - PPA na empresa e sua importância nas organizações. No terceiro capítulo são apresentados os resultados do objeto de estudo, que foram baseados na análise da pesquisa. O capítulo finaliza com algumas sugestões que poderão favorecer o engrandecimento do programa e a continuidade do mesmo. Desta forma, conclui-se que o Programa de Preparo para Aposentadoria surtiu resultados favoráveis. Propicia a possibilidade de preparar-se adequadamente para esta nova fase, assim como favorece também o amadurecimento para esta decisão, onde o empregado pode vislumbrar oportunidade de delinear possíveis caminhos para o seu futuro. Pensar também no Pós-Carreira, seria demonstrar um investimento imprescindível da instituição no empregado, valorizando assim, esse momento de transição e readaptação de vida.

14 1- MARCOS LEGAIS DO SEGMENTO IDOSO E SEUS DESDOBRAMENTOS Marcos Legais O primeiro marco de conquistas referente aos direitos dos idosos ocorreu em 10 de dezembro de 1948, quando a Assembléia Geral das Nações Unidas adotou e proclamou a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Afirma que, todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos, que não haverá distinção de raça, sexo, cor, língua, religião, política, riqueza ou de qualquer outra natureza. Segundo a Declaração Universal, os direitos dos idosos estão contemplados no artigo 25. 1, onde destaca: Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem-estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança, em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência em circunstâncias fora de seu controle. O número de idosos vem aumentando em escala mundial e cada vez mais o amparo legal é um dos dispositivos para a garantia dos direitos. Considerando os que foram proclamados na Declaração Universal dos Direitos Humanos, os países com índice de desenvolvimento humano-idh baixo, passam a enfrentar um grande desafio. No Brasil, grande parte do segmento acima de 60 anos se caracteriza como um grupo dependente economicamente dos programas de saúde, sociais e educacionais. São as políticas sociais públicas que garantem segurança para que os direitos básicos sejam garantidos. Do ponto de vista social, o envelhecimento reflete uma inter-relação de fatores individuais e sociais, fruto da educação, trabalho e experiência de vida. A sociedade determina, a cada faixa etária, funções específicas que o sujeito deve desempenhar tais como estudo, trabalho, matrimônio, aposentadoria, e outras. No Brasil, a Constituição Federal de 1988, lei fundamental do Estado, declara todos os direitos e deveres dos cidadãos, independentemente da idade. Vale ressaltar que, o legislador constituinte trouxe a inovação ao

15 12 estabelecer direitos à pessoa idosa, até então não previstos em outro texto constitucional. A Constituição Federal criou um modelo de proteção social, elaborada nos moldes de Seguridade Social, que envolve a previdência, a saúde e a assistência. Diante disso, a Assistência Social passa a ser entendida como direito e não como filantropia, integra o sistema de seguridade social como política pública não contributiva e, portanto, direito do cidadão e dever do Estado. Foi a partir da Constituição de 1988 que a Assistência Social teve grandes avanços. Temos o surgimento da promulgação da Lei Orgânica da Assistência Social-LOAS, lei nº 8.742/93, a qual trouxe formas de afirmar direitos sociais possibilitando, em determinados casos, a concessão de benefício assistencial, cujo objetivo é garantir o mínimo necessário para o brasileiro viver com dignidade. Através da LOAS, surgiu a regulamentação do Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social- BPC. Trata-se de um benefício da Política de Assistência Social, que integra a Proteção Social Básica no âmbito do Sistema Único de Assistência Social- SUAS. É coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome- MDS e operacionalizado pelo Instituto Nacional do Seguro Social-INSS. O beneficio é concedido a quem dela necessitar, independentemente de contribuição à Seguridade Social, previsto na Constituição Federal no inciso V, artigo. 203 e regulamentado pela LOAS no capítulo IV, seção I, artigo 20. Esse benefício é dirigido às pessoas com deficiência, incapacitadas para a vida independente e para o trabalho e aos idosos a partir de 65 anos ou mais, que não possuam meios para prover sua subsistência, nem de tê-la provida por sua família. Garante o direito a um salário-mínimo mensal e também está em destaque no Estatuto do Idoso, nos artigos 33 a 36, amparado pela Assistência Social. Apesar disso, essa política pouco vem contribuindo para a construção da cidadania, pois aqueles que se encontram abaixo da linha de pobreza possuem tantas necessidades básicas não atendidas, que um salário-mínimo não seria suficiente para lhes garantir uma vida com mais dignidade. Em seguida, entra em vigor mais uma conquista da classe trabalhadora idosa, a Política Nacional do Idoso PNI, a qual foi uma das primeiras leis que surgiram para atender às necessidades dos idosos em 4 de janeiro de 1994,

16 sob o nº 8.842, regulamentada pelo Decreto n 1.948, de 3 de Julho de 1996, a qual normatizou os direitos sociais. 13 De acordo com Teixeira (2008, p.100) destaca-se que: As políticas dirigidas aos idosos buscam atender às demandas relacionadas às condições de vida, suprir os meios de subsistência dos trabalhadores velhos. Nesse período, o envelhecimento do trabalhador é identificado e associado à situação de pobreza, a qual essas políticas visavam combater, além de outras, como saúde, habitação que objetivavam melhorar as condições de existência dos idosos. A Política Nacional do Idoso é definida como sendo uma legislação moderna, que reforça a característica brasileira de legislação complexa, amplia significativamente os direitos dos idosos, tendo em vista que na LOAS as prerrogativas de atenção a este segmento haviam sido garantidas de forma restrita. Entretanto, se apresenta com nítido caráter formal, legalista, que não se expressa em ações efetivas de proteção. Essa lei não prioriza o Estado como garantidor desses direito, mas sim, como normatizador, regulador, cofinanciador, dividindo as responsabilidades da proteção social com a sociedade civil, através de ações desenvolvidas por Organizações não Governamentais - ONGS, comunidade, família ou entes municipais. Sendo assim, torna-se clara a participação da sociedade civil como espaço de efetivação de serviços e proteção social ao idoso. Outro importante instrumento de garantia de direitos humanos conquistado pelos idosos através de movimentos sociais foi o Estatuto do Idoso regulamentado em 1º de outubro de 2003, pela Lei nº , em que cria mecanismos necessários à regulamentação dos direitos assegurados às pessoas com mais de 60 anos idade. A lei visa transformar e garantir aos idosos, os direitos civis, políticos e sociais. Enfatiza a responsabilização da família, do Estado e da Sociedade Civil, ao pleno atendimento das necessidades dos idosos. No âmbito desse Estatuto, os principais direitos do idoso encontram-se no título I artigo 3º, o qual preceitua: É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do poder público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à

17 educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária. 14 Dentre esses direitos sociais, está o direito de atenção integral à saúde do idoso, fundamentalmente de responsabilidade do Estado, através do Sistema Único de Saúde-SUS. O Estatuto do Idoso, em seu capítulo IV, Art. 15 ressalta a questão do Direito à Saúde: É assegurada a atenção integral à saúde do idoso, por intermédio do SUS- Sistema Único de Saúde, garantindo-lhe o acesso universal e igualitário, em conjunto articulado e contínuo de ações e serviços, para a prevenção, proteção e recuperação da saúde, incluindo a atenção especial às doenças que afetam preferencialmente os idosos. Todos esses princípios discorridos no item anterior, estão regulamentados na consolidação dos direitos dos idosos, direitos esses, conquistados através de articulações e movimentos sociais, os quais se opõem ao conservadorismo e luta contra o capital. O assistente social é convocado a atuar na construção da cidadania e da democracia, buscando a participação social e política dos membros da sociedade civil, numa dimensão socioeducativa em torno do trabalho e dos sujeitos coletivos. No capítulo seguinte, debruçaremo-nos no que diz respeito aos desdobramentos das legislações, as quais garantem proteção e os direitos dos idosos. 1.2 Desdobramentos das Legislações Garantidoras dos Direitos do Idoso Segundo definição do Estatuto do Idoso, lei n , de 1º de outubro de 2003, idoso é toda pessoa com idade igual ou superior a sessenta anos. A população de idosos no Brasil vem aumentando continuadamente em decorrência de fatores como redução da fecundidade e aumento na expectativa de vida. Um dos grandes desafios atualmente é de como envelhecer com dignidade e como exercer cidadania plena relacionada à pessoa idosa. No que diz respeito(s) a algumas das mais importantes conquistas, verificamos no item anterior a existência de diversas leis garantidoras de direitos que, por razão da sua existência, promoveram a criação de diversos dispositivos de fortalecimento da população idosa.

18 15 O Conselho do Idoso foi um dos importantes desdobramentos dos dispositivos legais. Criado pela lei nº 218, de 26 de dezembro de 1991, tem como competência fiscalizar as entidades privadas prestadoras de serviços de assistência aos idosos e, também, coordenar a elaboração da proposta orçamentária para promoção e assistência social do idoso. O Conselho Nacional do Idoso- CNDI é composto por 28 conselheiros titulares e 28 suplentes. O colegiado é formado por 14 representantes de instituições da sociedade civil organizada e 14 representantes do poder executivo federal. Já o Conselho Estadual do Idoso- CEDI, foi criado pelo decreto n , de 27 de setembro de 1995, e alterado pelo decreto n , de 25 de setembro de 2001, com o objetivo de ser um órgão deliberativo e normativo, integrante da estrutura da Secretaria de Cidadania, responsável pela política de promoção, proteção e defesa dos direitos do idoso. Os Conselhos surgem estimulando a sociedade civil a participar e ter conhecimento de seus direitos, adquirindo informações que facilitem e melhorem sua qualidade de vida, assim como um envelhecimento bem sucedido. Os Conselhos também contribuem para a ampliação do espaço público do idoso como salienta Bredemeier (2003, p.83): Os conselhos, pela sua intrínseca ligação com as políticas pública e sociais, apresentam como lugares onde o público alvo das mesmas políticas, através de sua representação, tem um lugar de assento. Dedicam-se à luta em defesa dos direitos da pessoa idosa. Podem avançar na formulação de novos direitos e em sua implementação, auxiliando, ainda, na fiscalização do cumprimento destes. Bredemeier (2003, p. 88) também afirma que a importância de se buscar novos referenciais para a discussão em torno dos conselhos, é importante, pois com elas se podem vislumbrar novas oportunidades de uso deste espaço. O Estatuto do Idoso e a Política Nacional do Idoso destacam pontos relevantes que asseguram os direitos deste segmento. O Art. 4º do Estatuto enfatiza que: Nenhum idoso será objeto de qualquer tipo de negligência, discriminação, violência, crueldade ou opressão, e todo

19 atentado aos seus direitos, por ação ou omissão, será punido na forma da lei. A violência contra o idoso em sua maioria acontece dentro de suas próprias casas. Essa violência pode acontecer de várias formas, desde a psicológica, que é reflexo do descaso, tanto como agressões físicas. Outro aspecto a se considerar é a negligência, que pode ser provocada por vários motivos, são eles: financeiros, preconceito, conflitos intergeracionais na convivência, entre outros. Em muitos casos, os idosos são submetidos a condições desumanas, privados da alimentação e de cuidados indispensáveis. Visando ao bem-estar da pessoa idosa, a fim de assegurar-lhe a segurança plena, surgem as Delegacias de Proteção à Pessoa Idosa, que têm como objetivo atender prioritariamente este segmento. O surgimento deste desdobramento foi uma nova forma de lutar contra os crimes e injustiças cometidos contra esta parcela da população. Há unidades que estão preparadas para receber qualquer tipo de crimes contra idosos, como as denúncias de maus tratos físicos e morais, apropriação de bens e abandono, entre outros. É dever de todo cidadão comunicar às autoridades competentes qualquer tipo de abuso que se tenha conhecimento e, assim feita a denúncia, as delegacias apuram os delitos. O número de Delegacias ainda é bem pequeno, visto que o aumento no número de idosos cresce com o passar dos anos. Apesar de o Estatuto do Idoso ter entrado em vigor há dez anos, ainda há grandes desafios a serem superados para garantir a proteção dos direitos das pessoas da terceira idade e efetivar a implementação de políticas públicas. Algumas Delegacias funcionam em locais onde estão vários órgãos de justiça e polícia do Estado. O fato de trabalharem em conjunto agiliza os processos e ações. Assim como os Conselhos e as Delegacias, as Conferências Nacionais da Pessoa Idosa surgem como um novo desdobramento das legislações, destacando as garantias legais asseguradas a este segmento. As Conferências têm como objetivo avaliar as políticas públicas, verificar os avanços ocorridos em um espaço de tempo determinado, assim como acompanhar o que foi estabelecido sobre os direitos da pessoa idosa. Avaliam e definem também diretrizes para a política. Ocorrem a cada dois anos e os debates incluem temas referentes ao envelhecimento, assim como são propostas ações para serem efetivadas em prol do atendimento das 16

20 17 necessidades e direitos do segmento. Para sua organização é necessário constituir uma Comissão Organizadora com representantes do Governo, do Judiciário e do Legislativo, e dos idosos, preferencialmente conselheiros. A I Conferência Nacional da Pessoa Idosa realizou-se entre os dias 23 a 26 de Maio de 2006, e teve como tema principal: "Construindo a Rede Nacional Proteção e Defesa da Pessoa Idosa" - RENADI. O objetivo foi definir as estratégias para implementação da Rede de Proteção e de Defesa da Pessoa Idosa. A II Conferência Nacional da Pessoa Idosa foi realizada entre os dias 18 a 20 de Março de 2009, e teve como tema principal: Avaliação da Rede Nacional de Proteção e Defesa da Pessoa Idosa: avanços e desafios. Teve como objetivo avaliar o processo de reestruturação e construção da Rede Nacional de Proteção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, identificando as metas cumpridas, os avanços e desafios do processo de implementação das políticas destinadas a garantir os direitos da pessoa idosa. A III Conferência Nacional da Pessoa Idosa foi realizada entre os dias 23 a 25 de Novembro de 2011 e teve como tema principal: "O Compromisso de Todos por um Envelhecimento Digno no Brasil". Seu objetivo foi debater temas relevantes para o campo do envelhecimento, assim como os avanços e desafios da Política Nacional do Idoso, visando sua efetivação. As conferências surgem como forma de criar oportunidades de convivência, proporcionando experiências múltiplas. Sua maior finalidade é exercer o direito de participar do mundo, resgatando o senso de dignidade da vida e o reconhecimento da pessoa idosa como cidadão digno de respeito. Percebe-se um grande avanço na garantia de direitos e atendimento às necessidades deste segmento. Evidencia-se também o grande desafio de garantir que, de fato, sejam oferecidas as condições adequadas para que os idosos sejam reconhecidos como seres autônomos, capazes de um exercício pleno dos direitos de cidadania.

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