CENTRO DE CONVIVÊNCIA PARA IDOSOS

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1 JADNA COLOMBO CENTRO DE CONVIVÊNCIA PARA IDOSOS CRICIÚMA (SC), JUNHO 2004.

2 1 JADNA COLOMBO CENTRO DE CONVIVÊNCIA PARA IDOSOS Monografia apresentada à Diretoria da Pós- Graduação da Universidade do Extremo Sul Catarinense UNESC, para a Obtenção do título de especialista Em Gestão Empresarial. Professor Orientador: Roseli Jenoveva Neto. CRICIÚMA (SC), JUNHO 2004.

3 2 AGRADECIMENTOS Quero agradecer: A Deus... Pelo sopro de vida, A Nossa Senhora... Pela sua proteção, A meu esposo e filhas... Pela dedicação e proteção, A minha Orientadora Roseli Jenoveva... Pela orientação sem medidas e por acreditar no meu trabalho. Muito Obrigada!

4 3 Devia ter amado mais Ter chorado mais Ter visto o sol nascer Devia ter arriscado mais E até errado mais Ter feito o que eu queria fazer. Queria ter aceitado As pessoas como elas são Cada um sabe a alegria E a dor que traz no coração. O acaso vai me proteger Enquanto eu andar distraído Devia ter complicado menos Trabalhado menos Ter visto o sol se pôr. Queria ter me importado menos Com problemas pequenos Ter morrido de amor. Queria ter aceitado A vida como ela é A cada um cabe alegrias E a tristeza que vier. O acaso vai me proteger Enquanto eu andar distraído... (Titãs)

5 4 RESUMO O aumento considerável do número de idosos no país e no mundo tem chamado a atenção de vários segmentos da sociedade brasileira. O mito do Brasil, como sendo um país jovem, declina rapidamente, e antes do que se esperava, caminha para outra denominação: Nação Madura. A medicina social e preventiva, a queda da taxa de mortalidade e a redução de taxa de fecundidade estão contribuindo para o aumento da perspectiva de vida. O estilo de vida, voltado para atividades físicas e de lazer, as condições socio-econômicas, trabalhos e fatores ambientais também são requisitos para essa longevidade. Normalmente, associa-se velhice a doença, e para muitas pessoas, é a aposentadoria que determina este fato. Ser aposentado num país que privilegia a mão-de-obra jovem, onde a palavra velho tem conotações desagradáveis, e é sempre usada no sentido pejorativo, onde os meios de comunicação de massa induzem a um consumo exagerado, onde o padrão de estética corporal é definido também pelo modelo de beleza e juventude utilizado pela mídia, o idoso sente-se excluído e a margem da sociedade. Diante de tantas questões analisadas, da igreja chamando a atenção para o problema do idoso, da sociedade num todo caminhando para um futuro mais maduro, é preciso que soluções e alternativas de vida e de qualidade de vida sejam apontadas. Este trabalho foi realizado baseando-se em dados e fatos reais, pesquisados no município de Criciúma. Surgiu então a idéia de se projetar um Centro de Convivência para Idosos com o intuito de atender os mais necessitados seja financeiramente, seja necessitados de carinho, afeto, ocupação, entre outros. A questão do idoso sendo desvinculada do fracasso e tomando rumos diferentes e até mesmo divertidos, onde eles possam ocupar o seu tempo com aulas de artes, culinária, passeios, jardinagem, horta e outras atividades sugeridas pelos próprios idosos durante o trabalho de campo. Uma casa especial, programada para o idoso, na parte física e também psicológica e emocional, fazendo com que eles sintam prazer em freqüentá-la, entendendo que o direito a vida é de todos, e que o prazer de viver é eterno.

6 5 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Proporção da população por grandes grupos de idade Figura 2 Proporção da população idosa de 1991 a Figura 3 Expectativa de vida de 1991 para Figura 4 Responsável pela decisão de encaminhamento ao asilo Figura 5 Preferência de moradia Figura 6 Necessidade afetivas Figura 7 Atividades diárias no asilo Figura 8 Sexo... 41

7 6 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO Objetivos Objetivo geral Objetivos específicos O PROCESSO DE ENVELHECER Envelhecer, um processo de vida O envelhecimento corporal A religião do idoso Os ganhos da terceira idade Preparação para o envelhecimento LEGISLAÇÃO BRASILEIRA REFERENTE AO IDOSO PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS A natureza da pesquisa Caracterização da pesquisa: tipo, método e modo de investigação Universo e amostragem Técnica de coleta de dados Método DESCRIÇÃO, ANÁLIS E DAS INFORMAÇÕES COLETADAS E APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA Análise da entrevistas Proposta Estruturação Manutenção CONCLUSÃO REFERÊNCIAS... 50

8 7 1 INTRODUÇÃO No Brasil, a população com mais de 60 anos aumentou de 4%, em 1940, para 8,6%, em Em 2002, a estimativa era de 15 milhões de brasileiros com mais de 60 anos, sendo que, em 2020, o percentual de idosos no Brasil deverá atingir a cifra de 15%. Hoje, o ser humano vive mais, e a sociedade não sabe o que fazer com essa parcela da população. (CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL, 2002). A velhice é uma etapa da vida e é também a mais longa. E viver muito e bem é um direito do ser humano. Todos querem viver mais, mas, ninguém quer ser velho. Aliás, ter vida longa sempre foi uma aspiração da humanidade. Porém, quando alcançada, passa a ser uma questão social. A palavra velho na maioria das vezes traz consigo um conjunto imenso de conotações pejorativas. Numa sociedade que idolatra a juventude, a beleza e a força física, ser velho significa em alguns casos estar envolvido em um universo de rejeição. No entanto, o aumento da vida é uma conquista da humanidade. Nos últimos cinqüenta anos, a participação da população maior de 65 anos no total da população nacional dobrou. Ainda nessa perspectiva, a proporção da população mais idosa, a de 80 anos e mais, também está aumentando, alterando a composição etária dentro do próprio segmento. No Brasil, já é considerável o número de pessoas centenárias. O crescimento do contingente idoso é resultante de altas taxas de crescimento, em razão da alta fecundidade registrada no passado, da redução da mortalidade, da melhoria de infra-estrutura sanitária e dos avanços científicos. (CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL, 2002). Conforme a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (2002), ressalta que garantidos e melhorados os ganhos nas práticas de saúde, pode-se esperar que as expectativas

9 8 de vida mais elevadas ao redor de 75 anos para ambos os sexos, passem para 90 e 100 anos num futuro bem próximo. Esse fato não é apenas característico da população brasileira. O envelhecimento da população se coloca como um notável fenômeno mundial. Era de se desejar que a longevidade fosse acompanhada de melhor qualidade de vida para os idosos. No Brasil, porém, enquanto a média de vida é de 68 anos, a média de idade com qualidade de vida é de 60 anos. (CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL, 2002). Além disso, o abandono do idoso no Brasil se evidencia na precariedade dos serviços e programas sociais e de saúde para os anciãos, particularmente para os de baixa renda. O desejo de contribuir para a melhoria da qualidade de vida deste segmento da sociedade foi a motivação deste estudo. Para elaboração desta proposta, foram estabelecidos os seguintes objetivos. 1.1 Objetivos Objetivo geral Demonstrar para as pessoas e sociedade em geral sobre a responsabilidade de todos em relação às pessoas idosas, de modo que cada um se sinta motivado a assumir o seu papel no resgate da dignidade humana Objetivos específicos despertar a solidariedade com as pessoas idosas, reconhecer-lhes os direitos e envolvêlos na luta para que seus direitos sejam respeitados;

10 9 planejar linhas de ação educativa das pessoas para o envelhecimento; propor a realização de parcerias com entidades, paróquia, Diocese, sociedade, escolas, grupo de jovens, no sentido de compreender melhor a realidade dos idosos do Brasil e da nossa comunidade e juntos encontrar caminhos para superação dos problemas existentes em ralação ao idoso; conscientizar as pessoas, para que embasados em sua sabedoria, sejam construtoras de novos relacionamentos e novas estruturas, que assegurem valorização integral às pessoas idosas e respeito aos seus direitos. Dentro deste contexto e tendo em vista os objetivos estabelecidos, o estudo será estruturado da seguinte forma: O referencial teórico, parte I, busca-se conhecer um pouco mais sobre a realidade do idoso, o processo de envelhecimento, a religião e os ganhos em que ele pode ter na terceira idade. Na parte II, a Legislação brasileira referente ao idoso, vem esclarecer os direitos dos mesmos, amparando-os tanto por parte dos familiares como do Estado. Os direitos dos idosos, como passe livre nos transportes coletivos urbanos, de ter acompanhamento no caso de internação hospitalar, assim como o atendimento preferencial em repartições públicas, bancos etc., são garantidos em leis. A parte III é a análise da pesquisa de campo e a apresentação da proposta.

11 10 2 O PROCESSO DE ENVELHECER 2.1 Envelhecer, um processo de vida Segundo Beauvoir (1990, pp ), Etapas sucessivas compõem a vida humana, cada uma com suas características. Velhice não é apenas uma questão pessoal de desgaste físico. É, em certo sentido, o ponto mais alto da existência, embora, na linguagem mais freqüente, seja comum falar de decadência ou declínio, como específicos da idade avançada. Se não acontecer algum acidente ou doença que antecipe o fim, o envelhecimento fará parte obrigatória da vida pessoal. Senescência é como se denomina o processo normal de envelhecimento. Ela não tem um início claro, nem se dá por igual para as diferentes pessoas. Fatores hereditários, ambientais e circunstâncias históricas da vida de cada um compõem o envelhecimento pessoal. São consideradas velhas aquelas pessoas que sentem diminuídas suas potencialidades vitais, efeito do desgaste produzido pela idade que avança. Pode-se dizer que chegou à velhice quem vive mais os processos degenerativos que os construtivos. Beauvoir (1990, pp ), diz ainda que: O envelhecimento desenrola-se desde o início da vida e prossegue ao longo da existência. Há fases de latência, nas quais ele é praticamente imperceptível, e outras de maior aceleração e evidência. São três as fases de evolução mais acentuada. A primeira, lá pelos 25 anos. Acontece aí uma decadência mais rápida, nem sempre perceptível para o sujeito, e em seguida ela prossegue de maneira lenta e regular. Depois dos 55 anos, acelera-se novamente a senescência, com deteriorização das capacidades. Então o sujeito percebe as perdas e começa a ficar inquieto. Anos mais tarde, em torno dos 75 anos, as perdas vitais se transformam no ritmo habitual, com diminuição de vigor, quebra do estado emocional, acentuado desinteresse da vida cotidiana. A ONU estabeleceu a convenção de que a pessoa além dos sessenta anos seja velha. Mas, na realidade, cada indivíduo tem seu ritmo próprio de senescência. As indicações

12 11 de idade só podem ser aproximadas. Há pessoas que bem antes dos sessenta estão envelhecidas e abatidas. Outras chegam bem adiante ainda vigorosas. Fatores de ordem hereditária e do ambiente determinam o ritmo do envelhecimento de cada um. Não se deve confundir senescência com senilidade. A senescência ou a velhice pode ser saudável, seja como processo, seja como estado pessoal. Alguém pode ser bastante velho, um ancião, e estar com muita saúde. A senilidade, ao contrário, é o estado doentio e acidental de grande desgaste e disfunção do organismo e do psiquismo, produzido por fatores degenerativos, tais como a esclerose. A velhice se faz presente em todas as dimensões do ser. O organismo do homem idoso tem singularidades que lhe são próprias. (HERMÓGENES, 1996, p.77). E Beauvoir (1990, p.129), termina dizendo que: É no corpo que aparecem as características mais evidentes do envelhecer. A senescência vai modificando também a conduta: os relacionamentos pessoais já não são os mesmos de períodos anteriores da vida, todo o afetivo e o emocional do sujeito têm outras feições e expressões, a presença entre os parentes, amigos e conhecidos tomam formas distintas, a própria história pessoal e até o sentido da existência passam a apresentar outros significados. A sociedade, por sua vez, reserva ao idoso novos lugares, papéis e status, dando-lhe um tratamento bem diverso do que lhe concedia nas etapas anteriores de sua vida. 2.2 O envelhecimento corporal Campos (1998, p.45), salienta que o corpo humano tem de passar pelo processo da existência que significa: ser gerado, nascer, viver, desgastar-se e morrer. O envelhecimento está inscrito em nossas células desde o nosso momento inicial no útero materno. Estamos geneticamente programados para isso. E esse processo começa logo no início da vida própria. Quando nascemos, algumas células e funções do organismo já cumpriram sua parte e estão marcadas pelo envelhecimento e prontas para a morte. A dinâmica da vida será um constante eliminar de células usadas e mortas e sua respectiva

13 12 substituição por outras novas. Nos anos da infância e da juventude, são mais numerosas as células novas que as eliminadas. Mas, à medida que os anos avançam, o corpo vai perdendo vitalidade, ou seja, a capacidade de substituição reduz-se em ritmo crescente. Campos (1998, pp.35-38), diz também que: Teorias diferentes tentam explicar as causas fundamentais do envelhecimento. Uma delas afirma que o processo está na própria programação genética: as células do organismo perdem progressivamente a capacidade ordenada de subdivisão e criação de novas células até um momento em que se acaba a proliferação celular. Outra teoria diz que o envelhecimento é a conseqüência de um acúmulo de erros do organismo, erros que levam à deteriorização. O uso prejudicaria a eficiência dos mecanismos de correção genética, sendo atingido também o funcionamento do sistema imunológico. Tanto uma como outra teoria dizem que a longevidades do indivíduo seria hereditária. Isto é, herdamos de nossos pais as características que nos permitem viver até tantos e tantos anos. O certo é que, a uma altura da vida, o organismo todo começa a ser mais claramente afetado pelo desgaste progressivo. Não se trata de uma doença. Mas as enfermidades podem ser mais freqüentes daí por diante, pois vão se debilitando as defesas naturais. Acontece então a diminuição da taxa metabólica, ficando mais lentas e fracas as trocas de energia corporal. As energias usadas não são inteiramente retomadas. Aumenta o cansaço, é menor a capacidade de resistência física e mais lenta a recuperação. As artérias e as veias perdem elasticidade e se estreitam. A circulação é cada vez mais difícil. Com isso, o organismo recebe menos oxigênio, fluidos e alimentos carregados pelo sangue. O rompimento dos vasos sangüíneos pode acontecer com mais facilidade, com prejuízos menores ou maiores, conforme a área afetada. 2.3 A religião do idoso Os idosos, diferentemente dos demais que estão envolvidos com o corre-corre do cotidiano, têm tempo para o cultivo da vida interior. A terceira idade, por várias razões, tende

14 13 a fazer a pessoa mais contemplativa. Seu interesse maior já não está no imediatismo prático do momento que passa e já não são tantas as expectativas de novidades. O idoso volta-se mais e mais para aquelas dimensões fundamentais da existência, para o definitivo, para o eterno, para Deus. Na velhice, há mais tempo e mais gosto para a oração e para a meditação, para o pensar na vida e na morte e para descobrir seus significados. (CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL, 2002). O dia-a-dia da existência humana até a fase jovem adulta é muito mais fortemente marcado pelos nascimentos, pelos encontros de novas pessoas, pelos relacionamentos que vão acontecendo ao longo do tempo. Mas o velho já experimenta a outra face da convivência, são as perdas e os distanciamentos, é a morte que vai dizimando parentes, amigos, colegas e conhecidos. Amplia-se a solidão, e a morte se faz presente e já não pode passar despercebida. A pessoa idosa a cada dia é levada a estar mais consciente de que sua vida tem um limite, limite que se aproxima. Ela já não conta simplesmente quantos anos tem de vida, mas sim quantos anos ainda terá. Invertem-se os cálculos. O fim, que se anuncia inevitável, põe em questão o sentido da existência e a validade do vivido. Ao mesmo tempo, desperta a atenção para a eternidade. Se o ancião teve um passado frustrante, se não conseguiu nutrir-se de entusiasmo e alma no transcorrer dos anos jovens e adultos, dificilmente poderá cultivar uma velhice com sabor e gosto. Aí ele terá reforçada a desesperança de quem não conseguiu pôr sentido naquilo que viveu e realizou. Olhando para o caminho percorrido, ficará com a impressão de que andou por veredas penosas e que muito pouco resta de seus passos dados. Cada um vive a seu modo e em sua medida própria as dimensões religiosas de seu momento. A comunidade cristã deve ser o lugar onde uns e outros, todos os idosos, encontrem o apoio e o auxílio de que necessitam para viver dentro da fé as realidades próprias.

15 14 A comunidade de fé precisa ajudar o velho a viver de maneira positiva a realidade das perdas e da diminuição da vitalidade. A fé cristã lembra a todos nós e a todas as idades que esta vida é transitória e que não temos aqui morada permanente. A fé, a esperança e o amor constituem a força cristã que torna possível enfrentar a perda progressiva de vitalidade e as dores do envelhecimento. O idoso, hoje, como inútil peso morto, sofre a tristeza de quem deixa de ocupar um lugar na vida social. Porém, a comunidade cristã deve ser onde ele tem o direito de ser alguém significativo, aí ele não é simplesmente alguém atendido e que recebe conforto e cuidados. Ele é um membro vivo, com missão própria a cumprir. Na comunidade bem constituída, as pessoas envelhecidas contribuem com sua presença específica. Muitas pessoas idosas podem contribuir ativamente em diversos desempenhos pastorais. São pessoas experientes, com disponibilidade de tempo e de interesse. Segundo Lapenta (1996, p.62), A comunidade, enfim, dever ser o lugar aonde aquele que chegou à velhice encontra condições para viver as dimensões religiosas da existência, que caminha para o fim. Dando aos idosos o papel de sujeitos religiosos de suas vidas e não apenas de objetos de cuidados assistenciais, e criando para eles possibilidades de socialização e convivência ativa, a comunidade estará mais adequada a este momento histórico de crescimento populacional e de modificações sociais tão profundas para a terceira idade. A prática cristã em vivência comunitária tornará ricos e muito válidos os dias derradeiros da existência. De acordo com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (2002, p.76), Tão intensas e complexas modificações do ser pessoal e social do idoso levam consequentemente a uma religiosidade também com manifestações outras que as anteriores. Tem por isso o idoso uma necessidade de ocupar um lugar próprio na comunidade cristã e de ali ser tratado em conformidade com as características específicas de seu momento existencial.

16 Os ganhos da terceira idade Hermógenes (1996, p.135), coloca que um bom número de velhos mantém o vigor físico e mental e a ele somam uma visão mais sábia da existência, a partir da experiência e dos valores que cultivam. A experiência da humanidade ensina que o passar do tempo humaniza a existência. Quanto mais anos vive uma pessoa mais ela se faz humana, mais se faz pessoa. Só o tempo e a idade transmitem a sabedoria de vida! Saber envelhecer é a obra-mestra da sabedoria e uma das partes mais difíceis da grande arte de viver. (CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL, 2002, p.89). Podemos ver isso pelas atitudes da grande maioria dos anciãos. Uns tantos fatores, muito próprios da situação de quem já viveu mais, chegam com alguma facilidade a permitir à pessoa idosa um conjunto de atitudes mais ricas de humanidade. O idoso é aquele que conquistou a experiência de vida que lhe dá uma plenitude natural. O sentido mais global da existência lhe concede uma visão de conjunto diante dos parcialismos dos momentos e das pequenas circunstâncias de cada instante. Segundo Hermógenes (1996, pp ), Nem todos os velhos se fazem amargos e ressentidos. Quando são tranqüilos e serenos, eles ampliam a confiança nos circunstantes e também se tornam mais capazes de aceitar com simplicidade a ajuda alheia. A dependência física e familiar pode ser vivenciada com a naturalidade de quem não se tranca no isolamento egocêntrico. Entre as gerações, pode brotar uma forma enriquecedora e conivente de amor. O idoso fomenta a solidariedade entre os membros da família. Ele olha com simpatia os jovens que se preparam para enfrentar o futuro. O idoso ajuda-nos a perceber que a vida humana é algo mais que a atividade, que o ativismo, e que a felicidade está para além do êxito, do imediatismo. Quem já vive há mais tempo raramente é precipitado. É Prudente, sensato, sólido, sabe esperar, sabe perder...porque já conhece os limites da realidade humana e da fragilidade própria e alheia.

17 16 Hermógenes (1996, p. 305), continua dizendo que: O idoso é um contemplativo da vida, predisposto à meditação, à reflexão, à oração. Sua sensibilidade o faz atento às pequenas coisas, ao fraco, aos gestos simples da convivência. Desenvolvem maior serenidade diante dos golpes da vida. Na sua fragilidade, eles estão abertos à ternura que facilita a aproximação. Com mais facilidade criam a seu redor um ambiente de acolhimento, de postura solidária. Já não são mais ameaçadores, agressivos, já não lutam pelo poder. O passar dos anos amansa as pessoas. Gente idosa já aprendeu com os erros, falhas, limites e pecados, próprios e alheios. Foi vital a experiência do fracasso, que permite desenvolver o espírito de penitência e de conversão, que leva à busca do bem. Essa experimentação sofrida do mal faz do idoso um ser mais tolerante e compreensivo. Com sua cota de bondade e de paciência, ele cria condições para a continuidade entre o passado e o futuro. A sabedoria da vida, unida à fragilidade que não leva mais às aventuras, faz do velho alguém que se permite gastar o tempo simplesmente em viver. Ele é menos tentado pela eficácia, pela eficiência e produtividade; pode valorizar o bom e o belo das pequenas coisas, pode dar-se o direito de usufruir o prazer do que lhe agrada. A data de 27 de setembro foi escolhida para a comemoração do Dia Nacional do Idoso. Neste momento, presto sinceras homenagens a todos os idosos brasileiros, almejando-lhes um futuro de mais respeito, dignidade e bem-estar. No Brasil, as comemorações pelo Dia do Idoso se iniciaram há mais de 35 anos. Foi a instituição denominada Lar de Idosos Luíza de Marillac que festejou pela primeira vez essa data. A história registra que no século XVII, na França, foram iniciados os primeiros trabalhos em favor dos idosos por Luíza de Marillac, hoje Santa Luíza de Marillac. Ela era leiga da instituição Filhas da Caridade, fundada por São Vicente de Paulo. No instante que comemoramos o Dia Nacional do Idoso, faço uma homenagem especial às pessoas envelhecidas que tem se destacado no cenário esportivo e cultural do País, como as apresentadoras Hebe Camargo e Inezita Barroso, a atriz Dercy Gonçalves, a escritora Raquel de Queiroz e o treinador de futebol Zagalo. Esses ilustres brasileiros, todos com idade superior a 70 anos de idade, mas em plena atividade, dão um exemplo a todos os idosos do Brasil de que é possível estar completamente integrado à sociedade, contribuindo ativamente para a construção do país que queremos 1. (QUINTANILHA, 2001). 1 Pronunciamento alusivo à celebração do Dia Nacional do Idoso, comemorado em 27 de Setembro, proferido pelo Senador Leomar Quintanilha (Presidente da Subcomissão Permanente do Idoso) na sessão do Senado Federal de 27 de Setembro de 2001.

18 Preparação para o envelhecimento Conforme Bize e Vallier (1985, pp ), A preparação para o envelhecimento deve ser uma atitude de vida que envolve a todos nós, individual e coletivamente, criando assim condições para melhor compreendermos essa etapa da vida. Podemos prevenir determinadas situações, mas, acima de tudo, devemos construir desde cedo meios e a consciência para o aumento de uma longevidade digna. A primeira e básica é a partilha de informações acerca dessa fase da vida. A formação humana verdadeira se dá na educação para o amor, o cuidado e a promoção da vida. É fundamental, portanto, que nesse processo educativo, visando à preparação para um envelhecimento digno, se envolvam todas as idades. Devemos informar a todos que envelhecer com saúde consiste em adotarmos comportamentos e estilos de vida saudáveis desde a juventude. Podemos e devemos construir a vida adulta e a velhice. Nesse contexto propõe-se: apoiar, desenvolver, reivindicar programas de ações básicas de saúde, incluindo nesses programas a saúde do idoso. Isso implica a capacitação de agentes nessa área para uma abordagem adequada. A preparação para a aposentadoria também é importante. Por isso, devem ser desenvolvidos programas de preparação para a aposentadoria aos trabalhadores e seus familiares, criando-se espaço de discussão, reflexão e esclarecimento de dúvidas, para que todos os trabalhadores tenham oportunidade de planejar sua aposentadoria e usufruir dessa fase engajando-se em atividades profissionais ou voluntárias. Inclui-se nesse contexto o desenvolvimento de programas para trabalhadores já aposentados, particularmente aqueles que formam a imensa maioria carente de qualquer orientação. Bize e Valier (1985, p.101), colocam que: Essas tarefas devem ser compartilhadas entre governo, empresários e sociedade civil. Por isso, são de fundamental importância na busca da realização de um trabalho eficaz que realmente chegue às famílias e comunidades, envolvendo-as no protagonismo de sua própria transformação social.

19 18 3 LEGISLAÇÃO BRASILEIRA REFERENTE AO IDOSO O livro Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (2002), nos mostra que o Brasil dispõe de uma legislação considerada avançada de atendimento às pessoas envelhecidas, assegurando-as no próprio texto constitucional o amparo ao idoso. Tanto por parte de seus familiares como por parte do Estado. Os direitos dos idosos, como o de passe livre nos transportes coletivos urbanos, de ter acompanhante no caso de internação, assim como o atendimento preferencial em repartições públicas, empresas concessionárias de serviços públicos, bancos etc., são garantidos em leis. Lei nº 8.842, de 4 de Janeiro de 1994: outras providências. Dispõe sobre a política nacional do idoso, cria o Conselho Nacional do Idoso e dá O presidente da república Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Capítulo I Da finalidade Art. 1º - A política nacional do idoso tem por objetivo assegurar os direitos sociais do idoso, criando condições para promover sua autonomia, integração e participação efetiva na sociedade. Art. 2º - Considera-se idoso, para os efeitos desta Lei, a pessoa maior de 60 anos de idade.

20 19 Capítulo II Dos princípios e das diretrizes Seção I Dos princípios Art. 3º - A política Nacional de o idoso reger-se-á pelos seguintes princípios: a família, a sociedade e o Estado têm o dever de assegurar ao idoso todos os direitos de cidadania, garantindo sua participação na comunidade, defendendo sua dignidade, bem-estar e o direito a vida; o processo de envelhecimento diz respeito à sociedade em geral, devendo ser objeto de conhecimento e informação para todos; o idoso não deve ser o principal agente e o destinatário das transformações a serem efetivadas através desta política; as diferenças econômicas, sociais, regionais e, particularmente, as contradições entre o meio rural e o urbano do Brasil deverão ser observadas pelos poderes públicos e pela sociedade em geral, na aplicação desta Lei. Seção II Das diretrizes Art. 4º - Constituem diretrizes da política nacional do idoso: - viabilização de formas alternativas de participação, ocupação e convívio do idoso, que proporcionem sua integração às demais gerações; - participação do idoso, através de suas organizações representativas, na formulação, implementação e avaliação das políticas, planos, programas e projetos a serem desenvolvidos; - priorização do atendimento ao idoso através de suas próprias famílias, em detrimento do atendimento asilar, a exceção dos idosos que não possuam condições que garantam sua própria sobrevivência;

21 20 - descentralização político-administrativa; - capacitação e reciclagem dos recursos humanos nas áreas de geriatria e gerontologia e na prestação de serviços; - implementação de sistema de informações que permita a divulgação da política, dos serviços oferecidos, dos planos, programas e projetos em cada nível de governo; - estabelecimento de mecanismos que favoreçam a divulgação de informações de caráter educativo sobre os aspectos biopsicossociais do envelhecimento; - priorização do atendimento ao idoso em órgãos públicos e privados prestadores de serviços, quando desabrigados e sem família; - apoio a estudos e pesquisas sobre as questões relativas ao envelhecimento. Parágrafo único É vedada a permanência de portadores de doenças que necessitem de assistência médica ou de enfermagem permanente em instituições asilares de caráter social. Capítulo III Da organização e gestão Art. 5º - Competirá ao órgão ministerial responsável pela assistência e promoção social a coordenação geral da política nacional do idoso, com a participação dos conselhos nacionais, estaduais, do Distrito Federal e municipais do idoso. Art. 6º - Os conselhos nacional, estaduais, do Distrito Federal e municipais do idoso serão órgãos permanentes, paritários e deliberativos, compostos por igual número de representantes dos órgãos e entidades públicas e de organizações representativas da sociedade civil ligadas à área. Art. 7º - Compete aos Conselhos de que trata o artigo anterior à formulação, coordenação, supervisão e avaliação da política nacional do idoso, no âmbito das respectivas instâncias político-administrativas.

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