AVALIAÇÃO DO EQUILÍBRIO E RISCO DE QUEDAS EM IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS E NÃO-INSTITUCIONALIZADOS

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1 AVALIAÇÃO DO EQUILÍBRIO E RISCO DE QUEDAS EM IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS E NÃO-INSTITUCIONALIZADOS Veruska Cronemberger Nogueira, 1, 2, 3, 4, Larissa Alves Pereira Lima 1, Nayana Pinheiro Machado 1, 2, 3, 4, Marcelino Martins 1, 2, 3, 5, Talvany Luis de Barros 1, Antonio Luis Martins Maia Filho 1, 3, 4,Emilia Angela Loschiavo Arisawa 3 1 Facid/Fisioterapia, R.Rio Poty, 2381, Horto Florestal, CEP , Teresina-PI, 2 Uespi/Facime, R. João Cabral, 2231, Pirajá, CEP , Teresina-PI, 3 Univap/IP&G, Av. Shishima Hifumi, 2911, Urbanova, CEP , São José dos Campos-SP, 4 Aluno(a) do curso de doutorado em Engenharia Biomédica da UNIVAP 5 Aluno do curso de mestrado em Bioengenharia da UNIVAP Resumo- No processo de envelhecimento ocorrem alterações anatômicas e fisiológicas do organismo que influenciam na diminuição da capacidade funcional, deixando os idosos mais propensos a quedas. Os idosos institucionalizados são mais dependentes e frágeis, quando comparados aos idosos nãoinstitucionalizados e tem uma incidência maior de quedas causadas por déficit de equilíbrio e fraqueza. A presente pesquisa teve por objetivo avaliar a influência da força muscular no equilibro e risco de quedas em uma população de idosos institucionalizados e não-institucionalizados. A amostra foi constituída de dois grupos, 30 não-institucionalizados e que praticam atividade física regularmente e 30 institucionalizados residentes em instituições de longa permanência. Os idosos seguiram um protocolo de avaliação onde foram mensurados: força muscular, teste de alcance funcional (TAF) e teste de equilíbrio através da Escala Equilíbrio de Berg (EEB). Os dados coletados foram analisados estatisticamente através do teste t Student para avaliar a significância dos dados com p<0,05. Os resultados obtidos evidenciaram que o equilíbrio e a presença de quedas estão relacionados com força muscular diminuída. Palavras-chave: Idoso, Equilíbrio Postural, Acidentes por Quedas, Avaliação Geriátrica e Aptidão Física. Área do Conhecimento: Ciências da Saúde e Fisioterapia Introdução O envelhecimento é um processo fisiológico, dinâmico e progressivo, no qual estão envolvidos múltiplos fatores fisiológicos, psicológicos e sociais, promovendo alterações nos diversos sistemas do corpo humano (DE SOUZA, 2007), estas manifestações são geralmente bem evidentes e facilmente observáveis (CARVALHO FILHO; PAPALÉO NETO; GARCIA, 2006). Segundo Matsudo, Matsudo e Araújo (2001) embora o crescimento da população idosa mundial seja um importante indicativo da melhoria da qualidade de vida, é bem conhecido que o processo de envelhecimento está atrelado a perdas importantes em inúmeras capacidades físicas, as quais culminam, inevitavelmente, no declínio da capacidade funcional e da independência do idoso. Thompson (2002, p.27), afirma que os idosos tornam-se cada vez mais limitados na sua capacidade de desempenhar atividades da vida diária, devido ao equilíbrio precário, resistência diminuída, fraqueza generalizada ou quedas repetidas. Para Mazzeo et al. (1998) a diminuição da massa muscular associada com à idade, sarcopenia, é o principal fator responsável pela redução da capacidade funcional do idoso, pois ocasiona diminuições na força muscular, no equilíbrio, na flexibilidade e na resistência aeróbia. Estas alterações, por sua vez, dificultam a realização de tarefas simples, presentes no cotidiano dos idosos, tais como caminhar, subir escadas e carregar pequenos objetos. De acordo com Araújo et al. (2007) o desequilíbrio é um dos principais fatores que limitam a vida do idoso, podendo levá-lo à redução da sua autonomia, visto que é um fator relevante 1

2 para ocorrência de quedas. Soares et al. (2003) afirmam que a institucionalização representa um fator de risco para quedas, pois os idosos nesta condição são na maioria fragilizados e quando comparados aos idosos que vivem na comunidade são considerados bem mais dependentes. Kura et al. (2004) e Berlezi et al. (2006) relatam em seus estudos que o exercício físico atua como forma de prevenção e reabilitação da saúde do idoso, fortalecendo a aptidão física, melhorando sua independência e autonomia por reduzir o risco de quedas, possibilitando melhor execução das atividades funcionais. Este estudo tem o objetivo de avaliar a influência da força muscular no equilíbrio e risco de quedas em uma população de idosos institucionalizados e não-institucionalizados Metodologia O projeto de pesquisa foi submetido à apreciação e aprovação do Comitê de Ética e Pesquisa (CEP) da Faculdade Integral Diferencial e obedeceu as normas para da Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde de 10/10/1996. O presente estudo foi delineado como uma pesquisa transversal, descritiva, comparativa com abordagem quantitativa, onde participaram 30 idosos institucionalizados e 30 idosos nãoinstitucionalizados, no município de Teresina, Piauí, que optaram voluntariamente assinando o termo de consentimento livre esclarecido. A pesquisa foi realizada em quatro instituições direcionadas a idosos: Centro de Convivência da Terceira Idade (CCTI), Casa Frederico Ozanan, Casa São José e Abrigo São Lucas, sendo que as três últimas citadas são instituições de longa permanência, e todas localizadas no município de Teresina. Esse estudo tem como sujeito à população de idosos de ambos os sexo que estão vinculados a estas instituições. A amostra foi do tipo intencional constituída de 60 idosos, sendo 30 não-institucionalizados (Grupo A) freqüentadores do CCTI e 30 institucionalizados (Grupo B) residentes nas instituições de longa permanência. O processo de coleta de dados consistiu de um protocolo de avaliação que obedeceu a seguinte sequência: identificação do idoso (iniciais do nome, idade, gênero e grupo pertencente à pesquisa (A ou B), Teste de Alcance Funcional (TAF), Teste do Equilíbrio de Berg (TEB) e mensuração da força muscular de membros inferiores. O equilíbrio foi avaliado por meio da Escala de Equilíbrio de Berg (EEB), que avalia o desempenho funcional do equilíbrio baseado em 14 itens comuns à vida cotidiana, e Teste de Alcance Funcional (TAF), que avalia o controle postural dinâmico. A força muscular foi medida através do Teste Muscular Manual (TMM), sendo testados os seguintes grupos musculares: extensores e flexores de quadril, extensores e flexores de joelho e dorsiflexores e flexores plantares de tornozelo. Os resultados coletados foram comparados entre os grupos formados usando o teste t de Student, através do programa estatístico Graph Pad Prism 3.0 (para dados paramétricos), considerando a significância p 0,05. Resultados Considerando os resultados obtidos após a aplicação do TAF, o grupo A apresentou a média de 30,65 cm ± 3, 62 cm (Figura 1). Apenas 6,66% dos idosos deste grupo foram apontados como tendo duas vezes mais risco de quedas do que os idosos que obtiveram pontuação maior que 25,4 cm (93,34%) que é considerada normal. Nenhum idoso deste grupo obteve pontuação que o classificasse com risco de queda quatro vezes maior do que os idosos que conseguiram valores normais. No TAF, a média do Grupo B foi de 13,26cm ± 9,49cm (Figura 1). O TAF apontou 80% destes idosos como propensos a quedas, sendo que 63,33% deles apresentaram risco quatro vezes maior e 16,67% duas vezes maior de queda em relação aos que obtiveram pontuação normal. Apenas 20% dos idosos deste grupo obtiveram pontuação maior que 25,4 cm, ou seja, sem propensão de quedas. TAF (cm) ***p<0,001 Grupo A Grupo B FIGURA 1: Comparação das Médias dos TAF (cm) dos Idosos Não-Institucionalizados e Institucionalizados. *** 2

3 No teste da EEB, o Grupo A obteve média de 53,2 pontos ± 2,7 pontos (Figura 2). Sete idosos obtiverem pontuação máxima da escala (56 pontos) e 100% dos idosos do grupo A foram considerados independentes e com baixo risco queda (45 a 56 pontos). No teste da EEB, o Grupo B obteve média de 13,26 pontos ± 8,81 pontos (Figura 2). Apenas 10% de idosos deste grupo foram considerados independentes e com baixo risco de quedas, 53,33% foram considerados com alto risco de quedas e 36,67% têm de médio a alto risco de quedas. EEB (pontos) ***p<0,001 FIGURA 2: Comparação das Médias da pontuação da EEB (pontos) dos Idosos Não- Institucionalizados e Institucionalizados. No TMM de membros inferiores a média geral do grupo A foi: 4,38 ± 0,62 para extensores de quadril, 4,40 ± 0,62 para flexores de quadril, 4,41 ± 0,50 para extensores de joelho, 4,53 ± 0,50 para flexores de joelho, 4,60 ± 0,62 para flexores plantares e 4,30 ± 0,65 para dorsiflexores. Por outro lado, a média geral do grupo B foi: 3,46 ± 0,50 para extensores de quadril, 3,40 ± 0,49 para flexores de quadril, 3,28 ± 0,58 para extensores de joelho, 3,23 ± 0,43 para flexores de joelho, 3,36 ± 0,55 para flexores plantares e 3,23 ± 0,44 para dorsiflexores. Discussão Grupo A Grupo B *** McArdle, Katch e Katch (1998) afirmam que a perda de força entre idosos está associada diretamente com a sua mobilidade e ao desempenho físico limitado, assim como, com aumentos na incidência de acidentes sofridos por aqueles com fraqueza muscular e equilíbrio precário. Segundo Perracini e Ramos (2002) o teste de alcance funcional avalia a habilidade de controlar o movimento do centro de gravidade sobre uma base de sustentação fixa, mensurando os limites de estabilidade quando o indivíduo está em pé. Nota-se que o Grupo B (Figura 1) apresentou resultado extremamente significante (p<0,001) em relação ao Grupo A, provavelmente devido a influência da força muscular diminuída no Grupo B, considerando que Silveira, Matas e Perracini (2006) acreditam que a diminuição da força muscular dos membros inferiores, principalmente dos flexores plantares e dorsoflexores, possa influenciar no teste de alcance funcional, assim como, o medo de quedas, a flexibilidade das articulações do tornozelo e quadris. É importante ressaltar que vários estudos apontam para uma relação entre equilíbrio e o número de quedas e, além disso, as alterações de equilíbrio nos idosos provocam a ptofobia (medo de cair), o que diminui a participação destes indivíduos em tarefas domésticas e atividades sociais. Tal fato acarreta em decréscimo da força muscular, causando cansaço e diminuição da velocidade para a realização das atividades. Essas dificuldades fazem com que o idoso passe mais tempo sentado ou em repouso, gerando um ciclo vicioso que aumenta o risco de incapacidade funcional nestes indivíduos (REBELATTO et al., 2008). Para Aguiar et al. (2008) a Escala de Equilíbrio de Berg é o teste que apresenta maior confiabilidade na previsão de risco de quedas, já que exige que a pessoa realize 14 manobras que envolvem equilíbrio e função. Nos resultados apresentados (Figura 2), foram observados uma diferença extremamente significativa (p<0,001) entre os dois grupos, comprovando que os idosos institucionalizados são mais dependentes e muito mais frágeis, diferentemente dos idosos nãoinstitucionalizados que tendem a ter melhor estado de saúde e independência. Como consequência estes permaneceram mais ativos, apresentando um menor índice de queda, e segundo Paschoal e Lima (2006), a ocorrência destas estão mais relacionadas aos riscos ambientais, considerados fatores extrínsecos modificáveis. Nos resultados encontrados por Ferrantin et al. (2007) os idosos institucionalizados apresentaram menor mobilidade funcional que os idosos nãoinstitucionalizados, podendo, por decorrência, estar expostos a maior risco de quedas, confirmando com os resultados desta pesquisa que mostra que todos os idosos do Grupo B tem 100% de risco de cair. A institucionalização por si só já representa um fator de risco para quedas, visto que idosos institucionalizados necessitam de atenção, suporte e serviços especializados, pois a grande maioria é fragilizada e apresenta morbidades físicas ou mentais, tornando-os mais propensos a quedas. Pelo isolamento social, inatividade física e processos psicológicos, subentende-se que quanto 3

4 maior o tempo de institucionalização, maior a debilidade do idoso (SANTOS; ANDRADE, 2005). Conclusão Os resultados do presente estudo demonstraram que os idosos institucionalizados apresentaram, nas variáveis analisadas, valores inferiores quando comparados aos observados em idosos não-institucionalizados, sendo que o desequilíbrio pode estar relacionado com a diminuição da força muscular. Visto que, os idosos institucionalizados que eram sedentários, apresentaram redução da força muscular, alto déficit de equilíbrio e maior risco de quedas. Desta forma, conclui-se que os idosos residentes em instituições de longa permanência possuem maior risco funcional de quedas que os idosos não-institucionalizados, devido à inatividade, instabilidade postural e baixo nível nas variáveis antropométricas e neuromotoras. Portanto, sugere-se o desenvolvimento de ações multidisciplinares que promovam treinamento físico para manutenção da capacidade funcional, melhorando todos os aspectos da aptidão física e também favorecendo respostas positivas sobre o equilíbrio corporal e o risco de quedas. Referências - AGUIAR, J.L.N. et al. Análise do equilíbrio e redução do risco de quedas em idosos institucionalizados após programa de exercícios fisioterapêuticos. Rev Digital, Buenos Aires, Ano 13, n. 119, abr Disponível em: Acesso em: 07 out ARAÚJO, C.R.M. et al. Avaliação do equilíbrio em idosos institucionalizados através da escala de equilíbrio de berg. Rev Cien da FAMINAS, Muriaé, v. 3, n. 1, sup. 1, p. 189, jan./abr Disponível em: BS-189.pdf. Acesso em: 22 fev BERLEZI, E.M. et al. Comparação antropométrica e do nível de aptidão física de mulheres acima de 60 anos praticantes de atividade física regular e não-praticantes. Rev Bras Geriatr Gerontol, Rio de Janeiro, v. 9, n. 3, Disponível: Acesso em: 03 abr CARVALHO FILHO, E.T.; PAPALÉO NETTO, M.; GARCIA, Y.M. Biologias e teorias do envelhecimento. In: CARVALHO FILHO, E.T.; PAPALÉO NETTO, M. Geriatria: Fundamentos, clínica e terapêutica. 2 ed, São Paulo: Atheneu, Cap.1. - DE SOUZA, A. F. Contribuição da atividade física na promoção da qualidade de vida em indivíduos idoso f. Trabalho de Conclusão do Curso (Especialização em Gerontologia) Escola de Saúde Pública do Ceará, Fortaleza, Disponível em: ocadownload&view=category&id=37:esp.- gerontologia&itemid=15. Acesso em: 10 out KURA, G.G. et al. Nível de atividade física, IMC e índices de força muscular estática entre idosas praticantes de hidroginástica e ginástica. Rev Bras Ciên Envelhecimento Humano, Passo Fundo, v. 1, n. 2, p.30-40, jul./dez Disponível em: Acesso em: 27 mar MCARDLE, W.D.; KATCH, F.I.; KATCH, V.L. Fisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho humano. 4 ed. Tradução Giuseppe Taranto. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, MATSUDO, S.M.M.; MATSUDO, V.K.R; ARAÚJO, T.L. Perfil do nível de atividade física e capacidade funcional de mulheres maiores de 50 anos de idade de acordo com a idade cronológica. Rev Bras Ativ Fís Saúde, [S.I.], v.6, n. 1, p , Disponível em: Acesso em: 27 fev MAZZEO et al. Exercise and physical activity for older adults. Med Sci Sports Exerc, [S.I.], v.30, n. 6, p , jun Disponível em: Acesso em:07 out PASCHOAL, S.M.; LIMA, E.M. Quedas. In: CARVALHO FILHO, E.T.; PAPALÉO NETTO, M. Geriatria: Fundamentos, clínica e terapêutica. 2 ed, São Paulo: Atheneu, Cap PERRACINI, M.R.; RAMOS, L.R. Fatores associados a quedas em uma coorte de idosos residentes na comunidade. Rev Saúde Pública, v. 36, n. 6, p , Disponível em: d=s &lng=pt&nrm=iso&tln g=pt. Acesso em: 30/09/

5 - SANTOS, M. L. C.; ANDRADE, M. C. Incidência de quedas relacionada aos fatores de riscos em idosos institucionalizados. Rev Baiana de Saúde Pública, Bahia, v. 29, n. 1, p , jan./jun Disponível em: <http: Acesso em: 10 ago SILVEIRA, K.R.M.; MATAS, S.L.A.; PERRACINI, M.R. Avaliação do desempenho dos testes functional reach e lateral reach em amostra populacional brasileira. Rev Bras Fisioter, São Carlos, v. 10, n. 4, p , out./dez Disponível em: Acesso em: 07 out REBELATTO, J.R. et al. Equilíbrio estático e dinâmico em indivíduos senescentes e o índice de massa corporal. Rev Fisioter Mov, v. 21, n. 3, p , jul./set THOMPSON, L.V. Alterações fisiológicas associadas ao envelhecimento. In: GUCCIONE, Andrew A. Fisioterapia geriátrica. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, Cap. 3. 5

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