Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social

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1 Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social

2 Informações sobre benefícios sociais garantidos por lei Gorete Pereira Deputada Federal

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4 Câmara dos Deputados Gorete Pereira Deputada Federal Informações sobre benefícios sociais garantidos por lei Informações aos cidadãos idosos e aos portadores de necessidades especiais sobre benefícios assegurados pela legislação federal. Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social Centro de Documentação e Informação Coordenação de Publicações Brasília

5 CÂMARA DOS DEPUTADOS 53ª Legislatura - 1ª Sessão Legislativa SÉRIE SEPARATAS DE DISCURSOS, PARECERES E PROJETOS Nº 8/2007 Revisão: Gabinete da Deputada Gorete Pereira Diagramação e capa: Racsow Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social

6 Sumário Apresentação... 7 Compra de carro com isenção de impostos... 9 Isenção do Imposto de Renda na aposentadoria...12 Licença para tratamento de saúde Auxílio-doença...14 Aposentadoria por invalidez...17 Benefício assistencial ao idoso e ao deficiente LOAS...19 Quitação do financiamento da casa própria...22 Passe livre (transporte gratuito)...25 Prioridade no andamento de processos...28 Dicas importantes...29 Doenças graves previstas em Lei...31 Direitos dos pacientes...33 Datas comemorativas...36 Sítios úteis...36 Organizações da Sociedade Civil...37 Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social

7 Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social

8 Apresentação Esta cartilha objetiva estimular o exercício dos direitos, fornecendo informações importantes aos cidadãos idosos e aos portadores de necessidades especiais sobre benefícios, assegurados pela legislação federal, que, ao serem alcançados, facilitam e melhoram substancialmente a qualidade de vida dos seus usuários. Nesta publicação, com uma linguagem simples, prestamos informações sobre os procedimentos que o cidadão deve adotar para ter acesso a benefícios como a isenção de imposto para aquisição de carros novos, quitação do financiamento da casa própria, transporte gratuito, isenção do Imposto de Renda na aposentadoria e andamento prioritário de processo judicial, por exemplo. Nossa experiência comprova que muitas pessoas, que se encontram nessas situações, desconhecem esses direitos e deixam de utilizá-los, o que nos motivou a fazer esta publicação, pois temos certeza que estamos dando uma contribuição para minimizar as dificuldades porque passam idosos e portadores de deficiência. Esperamos que esta cartilha seja um instrumento eficaz para você Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social

9 exercer seus direitos e que esse exercício possa proporcionar a você e a seus familiares uma vida melhor e mais digna. Boa leitura e um forte abraço, Gorete Pereira Deputada Federal Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social

10 Compra de carro com isenção de impostos Isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) As pessoas portadoras de deficiência física, visual, mental severa ou profunda, ou autistas, ainda que menores de dezoito anos, poderão adquirir, diretamente ou por intermédio de seu representante legal, com isenção do IPI, automóvel de passageiros ou veículo de uso misto, de fabricação nacional. Para a verificação da condição de pessoa portadora de deficiência física e visual, deverá ser observado: no caso de deficiência física, o disposto no art. 1º da Lei nº 8.989, de 1995, com as alterações da Lei nº , de 2001, e da Lei nº , de 2003, e no Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999; no caso de deficiência visual, o disposto no 2º do art. 1º da Lei nº 8.989, de 1995, com as alterações da Lei nº , de 2001, e da Lei nº , de A condição de pessoa portadora de deficiência mental severa ou profunda, ou a condição de autista, será atestada conforme critérios e 10 Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social

11 requisitos definidos pela Portaria Interministerial SEDH/MS nº 2, de 21 de novembro de O direito à aquisição com o benefício da isenção poderá ser exercido apenas uma vez a cada dois anos, sem limite do número de aquisições, observada a vigência da Lei nº 8.989, de Considera-se adquirente do veículo com isenção do IPI a pessoa portadora de deficiência ou o autista que deverá praticar todos os atos necessários ao gozo do benefício, diretamente ou por intermédio de seu representante legal. Isenção do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) São isentas do IOF as operações de financiamento para a aquisição de automóveis de passageiros de fabricação nacional de até 127 HP de potência bruta, quando adquiridos por pessoas portadoras de deficiência física, atestada pelo Departamento de Trânsito do Estado onde residirem em caráter permanente, cujo laudo de perícia médica especifique: tipo de defeito físico e a total incapacidade do requerente para dirigir automóveis convencionais, habilitação do requerente para dirigir veículo com adaptações especiais, descritas no referido laudo. O benefício somente poderá ser utilizado uma única vez. Para habilitar-se, a pessoa portadora de deficiência física, visual, mental severa ou profunda ou o autista deverá apresentar, diretamente ou por intermédio de seu representante legal, requerimento acompanhado dos documentos a seguir relacionados, à unidade da Secretaria da Receita Federal (SRF) de sua jurisdição, dirigido ao Delegado da Delegacia da Receita Federal (DRF) ou ao Delegado da Delegacia da Receita Federal de Administração Tributária (Derat), autoridade competente para deferir o pleito: Laudo de Avaliação, na forma dos Anexos IX, X ou XI, da Instrução Normativa nº 607, de 2006, emitido por prestador de: serviço público de saúde; ou serviço privado de saúde, contratado ou conveniado, que integre o Sistema Único de Saúde (SUS). Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social 11

12 Poderá ser considerado, para fins de comprovação da deficiência, laudo de avaliação atestando a existência e o tipo de deficiência, obtido junto ao Departamento de Trânsito. Declaração de Disponibilidade Financeira ou Patrimonial da pessoa portadora de deficiência ou do autista, apresentada diretamente ou por intermédio de seu representante legal, compatível com o valor do veículo a ser adquirido; declaração na forma dos Anexos XII ou XIII, da Instrução Normativa nº 607, de 2006, se for o caso; documento que comprove a representação legal, se for o caso; e documento que prove regularidade da contribuição previdenciária, expedido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Caso o INSS não emita o referido documento, o interessado deverá: comprovar, por intermédio de outros documentos, a referida regularidade; ou apresentar declaração, sob as penas da lei, de que não é contribuinte ou de que é isento da referida contribuição; original e cópia simples ou cópia autenticada da carteira de identidade do requerente ou do representante legal. Caso a pessoa portadora de deficiência ou o autista não seja o condutor do veículo, por qualquer motivo, poderão ser indicados até 3 (três) condutores autorizados, sendo permitida a substituição, desde que o beneficiário da isenção, diretamente ou por intermédio de seu representante legal, informe a autoridade competente, apresentando a indicação de outro (s) condutor (es) autorizado (s) em substituição àquele (s). A indicação de condutor(es) não impede que a pessoa portadora de deficiência conduza o veículo, desde que esteja apto para tanto, observada a legislação específica. Penalidade: a aquisição do veículo com o benefício fiscal, realizada por pessoa que não preencha as condições estabelecidas na legislação, bem assim a utilização do veículo por pessoa que não seja a beneficiária da isenção, salvo o condutor autorizado, sujeitará o adquirente ao pagamento do tributo dispensado, acrescido de juros e multa de mora, sem prejuízo das sanções penais cabíveis. 12 Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social

13 Isenção do imposto de renda na aposentadoria Os portadores de doenças graves são isentos do Imposto de Renda desde que se enquadrem cumulativamente nas seguintes situações: os rendimentos sejam relativos a aposentadoria, pensão ou reforma (outros rendimentos não são isentos), incluindo a complementação recebida de entidade privada e a pensão alimentícia; e seja portador de uma das seguintes doenças: AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) Alienação mental Cardiopatia grave Cegueira Contaminação por radiação Doença de Paget em estados avançados (Osteíte deformante) Doença de Parkinson Esclerose múltipla Espondiloartrose anquilosante Fibrose cística (Mucoviscidose) Hanseníase Nefropatia grave Hepatopatia grave Neoplasia maligna Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social 13

14 Paralisia irreversível e incapacitante Tuberculose ativa Não há limites, todo o rendimento é isento. Nos casos de Hepatopatia Grave somente serão isentos os rendimentos auferidos a partir de 01/01/2005. Informações e documentos necessários estão listados no site da Receita Federal - Situações que não geram isenção: Não gozam de isenção os rendimentos decorrentes de atividade, isto é, se o contribuinte for portador de uma moléstia, mas ainda não se aposentou; Não gozam de isenção os rendimentos decorrentes de atividade empregatícia ou de atividade autônoma, recebidos concomitantemente com os de aposentadoria, reforma ou pensão; A isenção também não alcança rendimentos de outra natureza como, por exemplo, aluguéis recebidos concomitantemente com os de aposentadoria, reforma ou pensão. 14 Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social

15 Licença para tratamento de saúde auxílio-doença Benefício concedido ao segurado impedido de trabalhar por doença ou acidente por mais de 15 dias consecutivos. Trabalhadores com carteira assinada: os primeiros 15 dias são pagos pelo empregador, e a Previdência Social paga a partir do 16º dia de afastamento do trabalho. Contribuinte individual (empresário, profissionais liberais, trabalhadores por conta própria, entre outros): a Previdência paga todo o período da doença ou do acidente (desde que o trabalhador tenha requerido o benefício). Para ter direito ao benefício, o trabalhador tem de contribuir para a Previdência Social por, no mínimo, 12 meses. Esse prazo não será exigido em caso de acidente de qualquer natureza (por acidente de trabalho ou fora do trabalho). Para concessão de auxílio-doença é necessária a comprovação da incapacidade em exame realizado pela perícia médica da Previdência Social. Terá direito ao benefício sem a necessidade de cumprir o prazo mínimo de contribuição, desde que tenha qualidade de segurado, o trabalhador acometido de: tuberculose ativa Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social 15

16 hanseníase alienação mental neoplasia maligna cegueira paralisia irreversível e incapacitante cardiopatia grave doença de Parkinson espondiloartrose anquilosante nefropatia grave doença de Paget (osteíte deformante) em estágio avançado, síndrome da deficiência imunológica adquirida (Aids) ou contaminado por radiação (comprovada em laudo médico). O trabalhador que recebe auxílio-doença é obrigado a realizar exame médico periódico e participar do programa de reabilitação profissional prescrito e custeado pela Previdência Social, sob pena de ter o benefício suspenso. Não tem direito ao auxílio-doença quem, ao se filiar à Previdência Social, já tiver doença ou lesão que geraria o benefício, a não ser quando a incapacidade resulta do agravamento da enfermidade. Quando o trabalhador perde a qualidade de segurado, as contribuições anteriores só são consideradas para concessão do auxílio-doença após nova filiação à Previdência Social e se houver pelo menos quatro contribuições que, somadas às anteriores, totalizem no mínimo 12. O auxílio-doença deixa de ser pago quando o segurado recupera a capacidade e retorna ao trabalho ou quando o benefício se transforma em aposentadoria por invalidez. Data do início do pagamento: a partir do 16º dia de afastamento do trabalho para o empregado; a partir da data da incapacidade para os demais segurados ou a partir da data de entrada do requerimento, quando o benefício for solicitado após o 30º dia do início da incapacidade; Valor do benefício: 16 Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social

17 Corresponde a 91% do salário de benefício. O segurado especial (trabalhador rural) terá direito a um salário mínimo, se não contribuiu facultativamente. O salário de benefício dos trabalhadores inscritos até 28 de novembro de 1999 corresponderá à média dos 80% maiores salários de contribuição, corrigidos monetariamente, desde julho de Para os inscritos a partir de 29 de novembro de 1999, o salário de benefício será a média dos 80% maiores salários de contribuição de todo o período contributivo. Informações, formulários e documentos solicitados para requerer auxílio-doença: consulte o site ou uma Agência da Previdência Social. Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social 17

18 Aposentadoria por invalidez Benefício concedido aos trabalhadores que, por doença ou acidente, forem considerados pela perícia médica da Previdência Social incapacitados para exercer suas atividades ou outro tipo de serviço que lhes garanta o sustento. Não tem direito à aposentadoria por invalidez quem, ao se filiar à Previdência Social, já tiver doença ou lesão que geraria o benefício, a não ser quando a incapacidade resultar no agravamento da enfermidade. Quem recebe aposentadoria por invalidez tem que passar por perícia médica de dois em dois anos, se não, o benefício é suspenso. A aposentadoria deixa de ser paga quando o segurado recupera a capacidade e volta ao trabalho. Para ter direito ao benefício, o trabalhador tem que contribuir para a Previdência Social por no mínimo 12 meses, no caso de doença. Se for acidente, esse prazo de carência não é exigido, mas é preciso estar inscrito na Previdência Social. Pagamento: Se o trabalhador estiver recebendo auxílio-doença, a aposentadoria por invalidez será paga a partir do dia imediatamente posterior ao da cessão do auxílio-doença. Se o trabalhador não estiver recebendo auxílio-doença: 18 Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social

19 Empregados - a partir do 16º dia de afastamento da atividade ou a partir da data de entrada do requerimento, se entre o afastamento e o pedido decorrerem mais de 30 dias. Demais segurados - a partir da data da incapacidade ou a partir da data de entrada do requerimento, quando solicitado após o 30º dia de afastamento do trabalho. Se a Previdência Social for informada oficialmente da internação hospitalar ou do tratamento ambulatorial, após avaliação pela perícia médica, a aposentadoria começa a ser paga no 16º dia do afastamento ou na data de início da incapacidade, independentemente da data do pedido. Valor Mensal do Benefício: A aposentadoria por invalidez corresponde a 100% do salário de benefício, caso o trabalhador não esteja em auxílio-doença. O salário de benefício dos trabalhadores inscritos até 28 de novembro de 1999 corresponderá à média dos 80% maiores salários de contribuição, corrigidos monetariamente, desde julho de Para os inscritos a partir de 29 de novembro de 1999, o salário de benefício será a média dos 80% maiores salários de contribuição de todo o período contributivo. O segurado especial (trabalhador rural) terá direito a um salário mínimo, se não contribuiu facultativamente. Se o trabalhador necessitar de assistência permanente de outra pessoa, atestada pela perícia médica, o valor da aposentadoria será aumentado em 25% a partir da data do seu pedido. Informações, formulários e documentos solicitados para requerer aposentadoria por invalidez: consulte o site ou uma Agência da Previdência Social. Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social 19

20 Benefício assistencial ao idoso e ao deficiente LOAS Benefício destinado a pessoas que não têm condições financeiras de contribuir para a Previdência Social. Têm direito ao amparo assistencial os idosos a partir de 65 anos de idade que não exerçam atividade remunerada e os portadores de deficiência incapacitados para o trabalho e para uma vida independente. Para ter direito ao benefício, é preciso comprovar renda mensal per capita inferior a um quarto do salário mínimo. Além disso, essas pessoas não podem ser filiadas a um regime de previdência social nem receber benefício público de espécie alguma. Para cálculo da renda familiar é considerado o número de pessoas que vivem na mesma casa: cônjuge, companheiro, pais, filhos (inclusive enteados e tutelados menores de idade) e irmãos não emancipados, menores de 21 anos e inválidos. O benefício assistencial pode ser pago a mais de um membro da família desde que comprovadas todas as condições exigidas. Nesse caso, o valor do benefício concedido anteriormente será incluído no cálculo da renda familiar. O benefício deixará de ser pago quando houver recuperação da capacidade para o trabalho ou quando a pessoa morrer. O benefício 20 Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social

21 assistencial é intransferível e, portanto, não gera pensão aos dependentes. Não é pago 13º salário A apresentação do CPF é obrigatória para o requerimento dos benefícios da Previdência Social. Caso não possua, providencie-o junto à Receita Federal, Banco do Brasil ou Agência dos Correios. O benefício pode ser solicitado nas Agências da Previdência Social mediante o cumprimento das exigências legais e a apresentação dos seguintes documentos: Número de Identificação do Trabalhador NIT (PIS/PASEP) ou número de inscrição do Contribuinte Individual/Doméstico/Facultativo/Trabalhador Rural, se possuir; Documento de Identificação (Carteira de Identidade e/ou Carteira de Trabalho e Previdência Social); Cadastro de Pessoa Física - CPF; Certidão de Nascimento ou Casamento; Certidão de Óbito do esposo (a) falecido (a), se o beneficiário for viúvo (a); Comprovante de rendimentos dos membros do grupo familiar; Tutela, no caso de menores de 21 anos filhos de pais falecidos ou desaparecidos; Representante Legal (se for o caso), apresentar: Cadastro de pessoa Física - CPF; Documento de Identificação (Carteira de Identidade e/ou Carteira de trabalho da Previdência Social) Formulários: Requerimento de Benefício Assistencial Lei 8.742/93 Declaração sobre a Composição do Grupo e da Renda Familiar do Idoso e da Pessoa Portadora de Deficiência Procuração, se for o caso, acompanhada de identificação e CPF do procurador. Exigências cumulativas para o recebimento deste tipo de benefício: Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social 21

22 Para o idoso, idade mínima de 65 anos (Art. 38 da Lei 8.742/93 c/c art. 1º Lei 9.720/98); Para o deficiente, parecer da Perícia-Médica comprovando a deficiência (Art. 20 da Lei 8.742/93); Renda mensal da família ser inferior a ¼ (um quarto) do salário-mínimo vigente na data do requerimento ( 3º do art. 20 da Lei 8.742/93); Não estar recebendo benefício pela Previdência Social ou por outro regime previdenciário ( 4º do art. 20 da Lei 8.742/93). 22 Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social

23 Quitação do financiamento da casa própria Quando se adquire uma casa financiada pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), há um seguro, pago com as prestações mensais, destinado a quitar o financiamento em caso de invalidez ou morte. O seguro entra com a mesma proporção que o mutuário tirou da renda para o financiamento. Por exemplo: se na composição da renda contribuiu com 50%, terá a metade do imóvel quitada; os 50% restantes da prestação mensal serão pagos pela família. Se entrou com 100% da renda, o imóvel será totalmente quitado. O seguro do SFH entende invalidez total e permanente como incapacidade total ou definitiva para o exercício da ocupação principal e de qualquer outra atividade laborativa, causada por acidente ou doença, desde que ocorrido o acidente, ou adquirida a doença que determinou a incapacidade, após a assinatura do contrato de compra da casa própria. Tratando-se do segurado aposentado por tempo de serviço ou não vinculado a órgão previdenciário, a invalidez será comprovada por questionário específico respondido pelo médico do adquirente da casa e a perícia médica realizada e custeada pela Seguradora. Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social 23

24 Não aceitando a decisão da seguradora, o doente comprador de casa financiada deverá submeter-se à junta médica constituída por três membros. O doente deverá levar laudos, exames, atestados médicos, guias de internação e quaisquer outros documentos de que disponha relacionados com o mal que não permite que exerça seu trabalho. Nos casos de invalidez permanente, cuja documentação tenha sido complementada junto à seguradora, em um mês deverá ser quitado o financiamento ou parte dele. Para os casos de invalidez permanente, a instituição (banco, COHAB ou Caixa) que fez o financiamento, encaminhará à seguradora os seguintes documentos: aviso de Sinistro Habitacional preenchido, inclusive com a data da Relação de Inclusão (RI) em que constou a última alteração contratual averbada antes do sinistro; declaração de Invalidez Permanente em impresso padrão da seguradora, preenchida e assinada pelo órgão previdenciário para o qual contribua o Segurado; carta de concessão da aposentadoria por invalidez permanente, emitida pelo órgão previdenciário; publicação da aposentadoria do Diário Oficial, se for funcionário público; quadro nosológico se o financiado for militar; comunicado de Sinistro devidamente preenchido e assinado, com firma reconhecida do médico assistente do doente; contrato de financiamento; alterações contratuais, se houver; declaração específica com indicação expressa da responsabilidade de cada financiado, o valor com que o doente entrou na composição da renda familiar para a compra da casa, se o contrato de financiamento não a contiver de forma expressa; ficha de Alteração de Renda (FAR), se houver, em vigor 24 Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social

25 na data do sinistro; demonstrativo de evolução do saldo devedor; demonstrativo de pagamento de parcelas, ou planilha de evolução da dívida, ou documento indicando o valor e a data da liberação. Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social 25

26 Passe livre (transporte gratuito) Têm direito ao Passe Livre os Portadores de deficiência física, mental, auditiva ou visual comprovadamente carentes. É considerado carente aquele com renda familiar mensal per capita de até um salário mínimo. Para calcular a renda, faça o seguinte: Veja quantos familiares residentes em sua casa recebem salário. Se a família tiver outros rendimentos que não o salário (lucro de atividade agrícola, pensão, aposentadoria, etc.), esses devem ser computados na renda familiar. Some todos os valores. Divida o resultado pelo número total de familiares, incluindo até mesmo os que não têm renda, desde que morem em sua casa. Se o resultado for igual ou abaixo de um salário mínimo, o portador de deficiência será considerado carente. Os documentos necessários para solicitar o Passe Livre são: cópia de um documento de identificação. Pode ser um dos seguintes: Certidão de Nascimento ou Certidão de Casamento ou 26 Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social

27 Certificado de Reservista (dispensa) ou Carteira de Identidade ou Carteira de Trabalho e Previdência Social ou Título Eleitoral Atestado (laudo) da Equipe Multiprofissional do Sistema Único de Saúde (SUS), comprovando a deficiência ou incapacidade do interessado. Requerimento com declaração de que possui renda familiar mensal per capita igual ou inferior a um salário mínimo nacional. Atenção: quem fizer declaração falsa de carência sofrerá as penalidades previstas em lei. Para solicitar o Passe Livre, o interessado deverá preencher os formulários e anexar um dos documentos acima relacionados. Os formulários devem ser enviados ao seguinte endereço: Ministério dos Transportes, Caixa Postal CEP Brasília (DF). Neste caso, as despesas de correio serão por conta do beneficiário; ou Escrevendo para o endereço acima, informe o seu endereço completo para que o Ministério dos Transportes possa lhe remeter o kit do Passe Livre. A remessa ao Ministério dos Transportes, dos formulários preenchidos, junto com a cópia do documento de identificação e o original do Atestado (laudo) da Equipe Multiprofissional do Sistema Único de Saúde (SUS), é gratuita e deve ser feita no envelope branco, com o porte pago. Não aceite intermediários. Você não paga nada para solicitar o Passe Livre. O Passe Livre é aceito no Transporte coletivo interestadual convencional por ônibus, trem ou barco, incluindo o transporte interestadual semi-urbano. O Passe Livre do Governo Federal não vale para o transporte urbano ou intermunicipal dentro do mesmo estado, nem para viagens em ônibus executivo e leito. Para conseguir autorização de viagem nas empresas, basta apresentar a carteira do Passe Livre do Governo Federal junto com a carteira de identidade nos pontos-de-venda de passagens, até três horas Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social 27

28 antes do início da viagem. As empresas são obrigadas a reservar, a cada viagem, dois assentos para atender às pessoas portadoras do Passe Livre do Governo Federal. Se as vagas já estiverem preenchidas, a empresa tem obrigação de reservar a sua passagem em outra data ou horário. Caso você não seja atendido, faça a sua reclamação pelo telefone (61) O Passe Livre não dá direito ao acompanhante viajar de graça. O transporte dentro do mesmo Estado vai depender da lei estadual. Nas cidades, a isenção de pagamento ou transporte gratuito depende de lei municipal. Procure a Câmara Municipal de sua cidade para saber se a lei existe. Em caso negativo, procure o prefeito e peça para mandar projeto de lei à Câmara Municipal concedendo esse direito. Informações: Posto de atendimento - SAN Quadra 3 Bloco N/O térreo - Brasília/DF telefones: (61) Caixa Postal CEP Brasília/DF Reclamações: ou Caixa Postal CEP Brasília/DF 28 Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social

29 Prioridade no andamento de processos Código de Processo Civil que regula o andamento dos processos na Justiça foi alterado para conceder tramitação prioritária de qualquer processo (cível, criminal ou trabalhista), em qualquer instância, a todas as pessoas com idade igual ou superior a 65 anos, ou seja, o processo dessas pessoas deve andar um pouco mais depressa que os demais. O Estatuto do Idoso diminuiu a idade para usufruir desse direito, quem tem a partir de 60 anos e, além disso, estendeu o direito aos processos e procedimentos administrativos. Em outras palavras, o doente que tem qualquer processo na Justiça, contra qualquer pessoa, órgão público ou empresa, recebe o benefício de maior rapidez no andamento. Para isso, basta fazer um requerimento exigindo seu direito. Mesmo que o doente não tenha 60 anos poderá requerer o benefício, pois tem menor expectativa de vida, em razão da doença grave que é portador. O pedido deve ser feito pelo advogado que cuida do processo e depende de despacho do juiz. Caso o juiz defira o pedido, o processo judicial poderá terminar antes do normal e o doente, se ganhar a ação, poderá gozar da decisão judicial. É bom lembrar que, por causa da lentidão do Judiciário, muitas vezes a decisão final acaba beneficiando apenas os herdeiros. Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social 29

30 Dicas importantes Guarde em local seguro todos os documentos pessoais e os relativos ao tratamento. Atestados, laudos, exames, biópsias, etc, são importantes, pois servem para instruir os processos para fazer valer seus direitos. Tire cópia de todos os documentos e autentique em cartório. Guarde os originais em lugar seguro. Lembre-se que o documento autenticado tem o mesmo valor que o original. Por isso, é importante manter sempre o original e utilizar as cópias autenticadas. Faça seu requerimento ou pedido sempre em duas vias e guarde o protocolo, que deve ser entregue a você no ato, datado e assinado por quem recebeu. Guarde bem essa via. Os prazos são contados sempre a partir dessa data. Exames Laudos Autorizações Radiografias Tomografias Certidão de nascimento (do paciente e de seus dependentes) Certidão de casamento ou divórcio 30 Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social

31 Carteira de Trabalho e Previdência Social Carnês de contribuições previdenciárias Contratos de planos de saúde, de seguro e de financiamento da casa própria Cartão do PIS/PASEP Extratos do FGTS Declarações do Imposto de Renda Contracheques Carta de concessão de aposentadoria Receitas médicas e notas de compra de medicamentos Qualquer outro documento que possa comprovar a existência de direitos Laudo Histopatológico Carteira de Identidade CPF Cópia do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo CRLV Cópia da Carteira Nacional de Habilitação Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social 31

32 Doenças graves previstas em lei As leis brasileiras consideram doenças graves as relacionadas abaixo e seus portadores têm os direitos explicados nesta cartilha. Em todos os casos, são sempre necessários laudos médicos e exames comprovando a existência da doença. Alguns direitos, como expostos nesta cartilha, só existem quando há doença cujas características impedem a pessoa de obter e conservar um emprego adequado (invalidez). Doenças graves: moléstia profissional esclerose-múltipla tuberculose ativa; hanseníase; neoplasia maligna (câncer); alienação mental; cegueira; paralisia irreversível e incapacitante; cardiopatia grave; doença de Parkinson; 32 Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social

33 espondilartrose anquilosante; nefropatia grave; estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante); síndrome de deficiência imunológica adquirida (AIDS); fibrose cística (mucoviscidose) e contaminação por radiação. Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social 33

34 Direitos dos pacientes (Com base na Lei Estadual nº , de 17/03/1999, do Estado de São Paulo, e do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Os pacientes, portadores de qualquer doença, deverão ter assegurados os seguintes direitos: Ter um atendimento digno, atencioso e respeitoso. Ser identificado e tratado pelo nome e sobrenome e não por números, códigos ou de modo genérico, desrespeitoso. Ter resguardado o sigilo de seus dados pessoais, desde que não acarrete riscos a terceiros ou à saúde pública. Poder identificar as pessoas responsáveis direta e indiretamente por sua assistência, através de crachás visíveis, legíveis e que contenham: a) nome completo; b) função; c) cargo; e d) nome da instituição. Receber informações claras, objetivas e compreensíveis sobre: a) suspeitas diagnósticas; b) diagnósticos realizados; c) ações terapêuticas; d) riscos, benefícios e inconvenientes provenientes das medidas diagnósticas e terapêuticas propostas; e) duração prevista do tratamento proposto; f) a necessidade ou não de anestesia, o tipo de anestesia a ser aplicada, o instrumental a ser utilizado, as partes do corpo 34 Gorete Pereira, a Deputada Federal do Social

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