POLÍTICAS PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO E SAÚDE NA ESCOLA: APONTAMENTOS INICIAIS SOBRE O PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA (PSE)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "POLÍTICAS PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO E SAÚDE NA ESCOLA: APONTAMENTOS INICIAIS SOBRE O PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA (PSE)"

Transcrição

1 POLÍTICAS PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO E SAÚDE NA ESCOLA: APONTAMENTOS INICIAIS SOBRE O PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA (PSE) BARBIERI, Aline Fabiane (Bolsista CAPES/UEM)) NOMA, Amélia Kimiko (Orientadora/UEM) 1. INTRODUÇÃO Neste texto, nossa intenção é apresentar resultados parciais de pesquisa de curso de mestrado em andamento que tem como objeto de investigação a política brasileira de educação e saúde na escola implementada por meio do Programa Saúde na Escola (PSE). Trata-se de uma política pública implantada durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2007, pelo decreto presidencial nº 6.286, com o propósito de consolidar no país um novo desenho de modo integral e articulado de política de educação e saúde, com vistas à formação ampla para a cidadania e o usufruto pleno dos direitos humanos. No Brasil, discursos oficiais sobre ações educativas em saúde para escolares remontam ao final do século XIX. Marcadas pelo movimento higienista, estas ações propunham medidas de asseio e higiene dos escolares, necessárias à época para que as doenças contagiosas não invadissem o espaço escolar (VALADÃO, 2004). Como componente curricular, os conteúdos relacionados à saúde e educação escolar estabeleceram-se somente em 1971, com a Lei 5.692/71. Na atualidade, a questão tem relevância destacada na legislação brasileira de educação, como esclarece Gouvêa (2001). Dentre os documentos que afirmam esta importância, podemos apontar a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394/96 (BRASIL, 1996), os Parâmetros Curriculares Nacionais (BRASIL, 1997) e as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica (BRASIL, 2010). Nestes documentos, a presença das práticas de saúde no cotidiano escolar é relacionada 1

2 com a proposta de construção da escola de qualidade, capaz de garantir o pleno desenvolvimento do educando. Como política pública, as práticas de educação em saúde ganharam espaço no Brasil a partir da década de 1990, principalmente, pela influência da concepção de Escolas Promotoras de Saúde (EPS) (VALADÃO, 2004). O marco mais recente entre as ações governamentais voltadas para a educação em saúde na escola no Brasil, de acordo com Vieira e Vieira (2011), é o Programa Saúde na Escola (PSE), que entrou em vigor no país em 2008 e vem, desde então, sendo progressivamente recebendo a adesão dos municípios brasileiros. O PSE propõe-se a contribuir para a promoção de saúde na escola, tendo a educação em saúde como um de seus pilares fundamentais. A Portaria nº 1.861/2008 define que a [...] programação das atividades do PSE que deverão ser incluídas no projeto político pedagógico de cada uma das escolas [...] para que os objetivos desta política sejam alcançados (BRASIL, 2008, p. 2). Ocorre, desta forma, o reforço da educação em saúde como mais uma tarefa a ser realizada pelo coletivo de educadores e profissionais da instituição escolar. Fundamentando-nos em pressupostos teórico-metodológicos do materialismo histórico, desenvolvemos um estudo de caráter bibliográfico e documental, construído com base em análise de documentos de políticas. Neste texto, abordamos os antecedentes históricos da política em pauta e explicitamos as principais características do Programa Saúde na Escola (PSE). 2. O MOVIMENTO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE E O SURGIMENTO DA CONCEPÇÃO DE ESCOLAS PROMOTORAS DE SAÚDE Ao tratarmos dos antecedentes históricos do PSE, nos voltamos para o movimento da nova promoção da saúde, originário do Canadá, a partir da década de 1970, visto que este configurou as bases internacionais do ideário da escola enquanto cenário promotor de saúde (VALADÃO, 2004). No contexto canadense, dentre as questões que mais preocupavam o governo e geravam insatisfação popular, estavam os serviços de saúde: demasiadamente caros se comparados à sua eficiência no 2

3 enfrentamento dos problemas de saúde da população. Experiência realizada na China demonstrava, ainda, que modelos de atenção pautados nos aspectos ambientais da saúde estavam articulados a melhores resultados (VALADÃO, 2004). Além disso, é importante considerarmos que na década de 1970, o capitalismo passou por uma das mais importantes e profundas crises 1 de sua história, que acabou por gerar consequências de impacto mundial. Como uma forma de restaurar as condições para a acumulação de capital, abaladas por esta crise, tomou força o projeto neoliberal, que recomendava o ajuste fiscal e a priorização dos gastos públicos, como uma das medidas a serem realizadas pelos estados (HARVEY, 2008). Assim, principalmente, por conta de seu melhor custo-benefício aos cofres públicos, começou a se desenvolver um novo modelo de saúde no Canadá, com enfoque nos aspectos ambientais relacionados ao processo de saúde e doença em detrimento ao modelo de saúde vigente, de caráter biomédico (VALADÃO, 2004). O chamado movimento de promoção da saúde no Canadá, formalmente inaugurado com a publicação do documento intitulado A New Perspective on the Health of Canadians, mais conhecido como Informe Lalonde em 1974, marcou o início da construção de um novo paradigma no campo de educação em saúde, formalizado na Conferência de Alma-Ata, em 1978, com a proposta de Saúde para Todos no ano 2000 (VALADÃO, 2004). Neste processo de ressignificação de conceitos e de práticas no campo da saúde pública, ocorreu em 1986, a 1ª Conferência Mundial de Promoção da Saúde, evento no qual foi elaborada a Carta de Ottawa, documento conhecido por ter revolucionado o conceito de promoção de saúde e que ainda hoje permanece como referência para a formulação de políticas públicas (LOPES; TOCANTINS, 2012). Trata-se de um documento político da Organização Mundial de Saúde (OMS), que passou a nortear internacionalmente o conceito de promoção de saúde. Nesta Carta, a promoção de saúde é definida como: [...] processo de capacitação da comunidade para atuar na melhoria de sua qualidade de vida e saúde, incluindo uma maior participação no controle deste 1 Para Marx (1983), as crises fazem parte da sociedade capitalista e podem ser entendidas como momentos em que se tem a queda da taxa de lucratividade do capital. Desta forma, por conta da necessidade de recuperação do ciclo de expansão e do controle do capital, o modo de produção tende a sofrer significativas reestruturações nestes momentos. 3

4 processo (OMS, 1986, p. 1). Definição esta que apresentou a ideia de que a saúde não era de responsabilidade exclusiva do setor da saúde, mas sim, de toda a população. Ainda de acordo com este documento, para a concretização da promoção da saúde é necessária: a) Elaboração e implementação de políticas públicas saudáveis; b) Criação de ambientes favoráveis à saúde; c) Participação comunitária; d) Desenvolvimento de habilidades pessoais e; e) Reorientação dos serviços de saúde (OMS, 1986). Valadão (2004) destaca que, a partir da 1ª Conferência Mundial de Promoção da Saúde, o conceito de promoção de saúde foi sendo progressivamente ampliado com os eventos e documentos acordados e aprovados nas Conferências Internacionais sobre Promoção da Saúde. Tais documentos são especificados no Quadro 1. QUADRO 1: As Conferências Internacionais sobre Promoção da Saúde e os documentos nelas publicados. Evento Ano/local Documento 1ª Conferência Mundial de Promoção da Saúde 1986/Ottawa Carta de Ottawa 2ª Conferência Internacional sobre Promoção de Saúde 3ª Conferência Internacional sobre Promoção de Saúde 4ª Conferência Internacional sobre Promoção de Saúde é também conhecida como a 1ª Conferência sobre Promoção de Saúde na América Latina 5ª Conferência Internacional sobre Promoção de Saúde 6ª Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde 1988/Austrália 1991/Suécia 1992/Colômbia 1997/Jacarta 2000/México Declaração de Adelaide Declaração de Sundsvall Declaração de Santafé de Bogotá. Declaração de Jacarta Declaração do México 7ª Conferência Internacional sobre Promoção de 2005/Bangkok Carta de Bangkok para a Saúde 2 Promoção de Saúde no Mundo Globalizado FONTE: Adaptado de Lopes e Tocantins (2012). 2 A 8ª Conferência Global sobre Promoção da Saúde será realizada em Helsinki, Finlândia, entre os dias 10 e 14 de junho de Para maiores informações, acessar: <http://isagsunasul.org/eventos_interna.asp?idarea=5&lang=1&idpai=5261>. 4

5 Os citados documentos disseminaram a compreensão das doenças como fontes de iniquidades e como obstáculos para o desenvolvimento humano e a justiça social e, apesar de não terem status de leis, tornaram-se regras em âmbito mundial, afirmando protocolos e intenções de países economicamente desenvolvidos e organismos multilaterais integrantes da Organização das Nações Unidas (ONU) (LOPES; TOCANTINS, 2012). Com a ampliação do conceito de promoção da saúde, realizado durante as Conferências assinaladas, reforçou-se também o ideário da escola enquanto ambiente potencialmente promotor de saúde e construíram-se as bases para o surgimento da concepção de Escolas Promotoras de Saúde (EPS). Vale destacar que, em 1995, foi lançada oficialmente a Iniciativa Regional de Escolas Promotoras de Saúde pela Organização Pan-americana de Saúde (OPAS), época em que a nova promoção da saúde já estava bem estabelecida (BRASIL, 2007a). Na perspectiva da EPS, entende-se que a saúde deve começar a ser construída na escola, visando contribuir com a garantia de direitos de crianças, adolescentes e jovens. A concepção é que as Escolas Promotoras de Saúde [...] se pautam em práticas de educação e saúde no sentido integral do processo [...], que são consolidadas [...] com metodologias participativas, que possibilitam a construção de ambientes mais saudáveis na comunidade escolar, que estimulam o acesso aos serviços de saúde, reorientados para a promoção da saúde [...] (BRASIL, 2007a, p. 23). De forma geral, segundo Valadão (2004), o Brasil acompanhou de perto as orientações e mudanças internacionais. Para a autora, prova disso são as coincidências significativas existentes entre a Carta de Ottawa e o relatório final da VIIIª Conferência Nacional de Saúde (1986), que marcaram o início da disseminação do ideário das EPS no Brasil, tais como: a) afirmação do direito universal à saúde; b) foco na equidade; c) valorização da participação dos cidadãos; d) valorização da interdisciplinaridade; e) intersetorialidade e; f) controle social para a construção da democracia. 5

6 3. AS ESCOLAS PROMOTORAS DE SAÚDE NO BRASIL E O SURGIMENTO DO PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA A partir da década de 1990, iniciou-se um esforço nacional para a implementação do conceito de Escolas Promotoras de Saúde, tendo como umas de suas expressões a implementação do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE), em 2004, e a Política Nacional de Promoção de Saúde, aprovada em 2006, cujos fundamentos remontam à Carta de Ottawa (BRASIL, 2006). Quais os motivos que impulsionaram este esforço nacional para a implementação deste ideário? Com o momento de abertura política no Brasil ocorrido na década de 1980, que se deu por conta do término da ditadura civil-militar em 1985, iniciou-se um movimento de intensas lutas sociais pela redemocratização do país, tendo como primeiro passo a promulgação de uma nova Constituição Federal, em 1988, também conhecida como constituição cidadã por ter assegurado diversos direitos sociais, dentre eles, o da educação e saúde (ADRIÃO; CAMARGO, 2007). Outra grande conquista da época foi o Sistema Único de Saúde (SUS), instituído em 1990, com a Lei Orgânica da Saúde (BRASIL, 1990). Este foi, então, um momento de grande efervescência social, marcado pela luta por direitos e maior participação popular nas diversas esferas da sociedade e de governo. E, não demorou para que a iniciativa de EPS fosse socialmente aceita no Brasil, levando-se em consideração que o discurso central da concepção de EPS pautava-se na proposta de proporcionar e fortalecer a participação social da escola e da população, contribuindo para a garantia de direitos à saúde e educação de crianças, adolescentes e jovens (BRASIL, 2007a). Também é importante considerar as implicações da disseminação e implementação do ideário neoliberal no Brasil, iniciado com a eleição de Fernando Collor de Mello, em 1989, e efetivado por meio de reformas 3, a partir da década de 3 Para a orientação do processo de implementação das medidas neoliberais nos países latino-americanos, foi realizado o Consenso de Washington, em 1989, onde organismos internacionais de Bretton Woods (FMI, Bird e BM), funcionários do governo americano, economistas e governantes latino-americanos se reuniram para avaliar as medidas a serem tomadas para a reforma econômica dos países da América Latina (MONTAÑO; DURIGUETTO, 2011). 6

7 1990, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Tais reformas, propaladas como medidas modernizadoras fundamentais à retomada do crescimento econômico, apresentaram como ordem do dia medidas como as de ajuste fiscal, direcionadas à restrição dos gastos estatais, principalmente pela redução do financiamento das políticas sociais, reconstrução da base tributária e privatização de empresas públicas. Receituário que acabou por gerar drásticas consequências sociais, não somente no Brasil, mas em toda a América Latina (MONTAÑO; DURIGUETTO, 2011). No tocante ao campo da saúde pública, a política econômica neoliberal veio comprometer significativamente o alcance dos objetivos do SUS. Para ilustrar esta situação na atualidade, destaca-se que com a emenda 29 4, regulamentada pelo senado em 2011, que pretendeu definir os percentuais mínimos de investimento em saúde por União, estados e municípios, tinhase, em janeiro de 2012, a previsão de que se investisse 10% do orçamento na saúde. No entanto, manteve-se o investimento vinculado à variação de 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) contrariando esta emenda (DIÁRIO DO PARANÁ, 2012). Em fevereiro de 2012, um novo corte foi realizado: mais de 5 bilhões de reais foram retirados do orçamento que iriam diretamente para a saúde. Ainda neste ano, segundo informações divulgadas pelo Ministério do Planejamento, o maior corte no orçamento foi no Ministério da Saúde, cerca de R$ 5,4 bilhões 5. Assim, do ponto de vista econômico, podemos entender que o ideário das EPS consistiu em uma estratégia compensatória, de baixo custo, importante frente ao desmonte do Sistema Único de Saúde (SUS) que começava a ganhar evidência na década de Além disso, outro aspecto decisivo para a disseminação da concepção de EPS foi a grande proximidade do Brasil com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS 6 ), agência que, como salientado anteriormente, teve papel destacado no desenvolvimento e disseminação das ideias das EPS, juntamente com a OMS. 4 Maiores informações podem ser acessadas em: <http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/12/senadoaprova-regulamentacao-da-emenda-29.html>. 5 Disponível em: <http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/02/maior-corte-no-orcamento-de-r-54- bilhoes-foi-no-ministerio-da-saude.html>. 6 Organismo internacional de saúde pública, integrante da Organização das Nações Unidas (ONU), que tem a incumbência de melhorar as condições de saúde dos países das Américas. Vale destacar que o Brasil é país-membro da ONU desde outubro de 1945, tendo a ONU representação fixa no Brasil desde 1947 (ONU, 2013). 7

8 4. O PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA E SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS O Programa Saúde na Escola (PSE) é uma política pública voltada à Intersetorialidade, implantada no Brasil em 2007, pelo decreto presidencial nº 6.286, que se propõe a consolidar um novo desenho de política de educação e saúde, tratando de forma integral e articulada estes complexos, com vistas à formação ampla para a cidadania e usufruto pleno dos direitos humanos, fundamentando-se em três princípios: 1) Intersetorialidade: realizada pelo desafio da gestão compartilhada, em que os saberes científicos, populares e locais são levados em consideração, incluindo os sujeitos e a participação numa troca dialógica (diálogo), encontro que se produz o novo. 2) Territorialidade: respeito às diversidades locais, às linguagens locais, aos alimentos locais, às expressões artísticas locais, com a inclusão do que há de diverso e diferente e garantia do enfrentamento das vulnerabilidades/territórios vulneráveis. 3) Integralidade: encontro de saberes guiados por políticas de garantia da saúde e educação como um direito universal (BUENO, 2012, p. 13). Desenvolvida de forma articulada ao Programa Saúde da Família (PSF), é divulgada como uma política de caráter intersetorial, uma vez que se dá mediante articulação entre Ministério da Saúde (MS) e Ministério da Educação (MEC) (BRASIL, 2007). Segundo os documentos orientadores desta política, a escola é compreendida enquanto um espaço amplo, portanto, cenário não somente do processo de ensinoaprendizagem, mas de relações sociais que interferem diretamente na produção social da saúde. Por isso, o PSE se propõe a contribuir para a construção de uma escola capaz de proporcionar o desenvolvimento integral dos estudantes e promover o acesso da comunidade escolar em programas de saúde de modo a formar cidadãos críticos e capacitados para o enfrentamento das vulnerabilidades que possam comprometer o desenvolvimento dos educandos (BRASIL, 2011). Os objetivos do PSE são expostos no Decreto nº 6.286, de 5 de dezembro de 2007, que institui o Programa Saúde na Escola (PSE) e dá outras providências, conforme citação a seguir: 8

9 Art. 2º São objetivos do PSE: I - promover a saúde e a cultura da paz, reforçando a prevenção de agravos à saúde, bem como fortalecer a relação entre as redes públicas de saúde e de educação; II - articular as ações do Sistema Único de Saúde - SUS às ações das redes de educação básica pública, de forma a ampliar o alcance e o impacto de suas ações relativas aos estudantes e suas famílias, otimizando a utilização dos espaços, equipamentos e recursos disponíveis; III - contribuir para a constituição de condições para a formação integral de educandos; IV - contribuir para a construção de sistema de atenção social, com foco na promoção da cidadania e nos direitos humanos; V - fortalecer o enfrentamento das vulnerabilidades, no campo da saúde, que possam comprometer o pleno desenvolvimento escolar; VI - promover a comunicação entre escolas e unidades de saúde, assegurando a troca de informações sobre as condições de saúde dos estudantes; e VII - fortalecer a participação comunitária nas políticas de educação básica e saúde, nos três níveis de governo (BRASIL, 2007, p. 1). Assim, a escola é entendida enquanto um espaço privilegiado para a educação e saúde e, por isso, esta política propõe, em síntese, o alargamento do papel da instituição escolar no processo de atendimento, prevenção e educação em saúde, com vistas a contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população brasileira, por meio da educação para a cidadania e saúde (BRASIL, 2007; BRASIL, 2011). Segundo o MEC (2013), o público alvo desta política são estudantes da Educação Básica, gestores e profissionais de educação e saúde, comunidade escolar, estudantes da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica e da Educação de Jovens e Adultos. São diretrizes do PSE: I. Tratar a saúde e educação integrais como parte de uma formação ampla para a cidadania e o usufruto pleno dos direitos humanos; II. Permitir a progressiva ampliação intersetorial das ações executadas pelos sistemas de saúde e de educação com vistas à atenção integral à saúde de crianças e adolescentes; III. Promover a articulação de saberes, a participação dos educandos, pais, comunidade escolar e sociedade em geral na construção e controle social das políticas públicas da saúde e educação; IV. Promover a saúde e a cultura da paz, favorecendo a prevenção de agravos à saúde, bem como fortalecer a relação entre as redes públicas de saúde e de educação; V. Articular as ações do Sistema Único de Saúde (SUS) às ações das redes de educação pública de forma a ampliar o alcance e o impacto de suas ações relativas aos educandos e suas famílias, otimizando a utilização dos espaços, equipamentos e recursos disponíveis; VI. Fortalecer o enfrentamento das vulnerabilidades, no campo da saúde, 9

10 que possam comprometer o pleno desenvolvimento escolar; VII. Promover a comunicação, encaminhamento e resolutividade entre escolas e unidades de saúde, assegurando as ações de atenção e cuidado sobre as condições de saúde dos estudantes; VIII. Atuar, efetivamente, na reorientação dos serviços de saúde para além de suas responsabilidades técnicas no atendimento clínico, para oferecer uma atenção básica e integral aos educandos e à comunidade (BRASIL, 2011, p. 07). Segundo manual de orientações do Programa, a ideia central do PSE é desenvolver em cada sujeito a capacidade de interpretar o cotidiano e atuar de forma a incorporar atitudes e comportamentos adequados a uma boa qualidade de vida (BRASIL, 2011). Neste contexto, os profissionais de educação e de saúde devem ter atitude de empoderamento dos princípios básicos da promoção da saúde, bem como toda a comunidade escolar. Para alcançar seus objetivos e metas, o PSE está estruturado em três grandes componentes que devem ser articulados ao projeto político-pedagógico das escolas (BRASIL, 2011): I- Avaliação clínica e psicossocial: voltado à obtenção de informações sobre o crescimento, desenvolvimento e saúde mental das crianças, adolescentes e jovens. Estratégias: a) Avaliação antropométrica; b) Atualização do calendário vacinal; c) Detecção precoce de hipertensão arterial sistêmica (HAS); d) Detecção precoce de agravos de saúde negligenciados (prevalentes na região: hanseníase, tuberculose, malária etc.); e) Avaliação oftalmológica; f) Avaliação auditiva; g) Avaliação nutricional; h) Avaliação da saúde bucal; i) Avaliação psicossocial. Importante destacar que neste componente estão inseridas as ações do: a) Projeto Olhar Brasil 7, lançado em 2007 pelo MS e MEC, que tem por objetivo melhorar o rendimento escolar e qualidade de vida dos estudantes; b) Política Nacional de Alimentação e Nutrição 8, aprovada em 1999, pautada na compreensão do direito humano universal à alimentação e nutrição e; c) Política Nacional de Saúde Bucal 9, lançada em 2004, com vistas à melhoria da qualidade de vida da população. 7 Acessar: <<http://portal.saude.gov.br/portal/saude/area.cfm?id_area=1298>>. 8 Acessar: <<http://nutricao.saude.gov.br/politica.php>>. 9 Acessar: << 10

11 II Promoção e prevenção da saúde: visa contribuir para que os educandos façam escolhas mais saudáveis à saúde e de serem protagonistas de sua própria saúde. Estratégias: a) Ações de segurança alimentar e promoção da alimentação saudável; b) Promoção das práticas corporais e atividade física nas escolas; c) Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE): educação para a saúde sexual, saúde reprodutiva e prevenção das DST/AIDS; d) Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE): prevenção ao uso de álcool e tabaco e outras drogas; e) Promoção da cultura de paz e prevenção das violências; f) Promoção da saúde ambiental e desenvolvimento sustentável. As estratégias são elencadas segundo as prioridades de cada território. Faz-se importante ressaltar que o SPE é um projeto que vem sendo implementado nos Estados e municípios brasileiros desde 2003, com o objetivo de reduzir vulnerabilidades de adolescentes e jovens às DSTs, HIV/Aids e hepatites virais, ao uso de álcool e outras drogas e gravidez na adolescência. Trata-se de uma iniciativa integrada entre MS e MEC, apoiada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). Em 2007, o SPE passa a integrar o Componente II do PSE, sendo a principal estratégia de educação para a saúde sexual, reprodutiva, prevenção de DST/Aids e combate a drogas 10. No que se refere ao incentivo à realização de atividades físicas, o PSE prevê parcerias com: a) Programa Segundo Tempo (PST) 11 ; b) Projeto Esporte e Lazer da 10 Na verdade, o SPE deve ser entendido enquanto parte de uma força tarefa mundial para o combate ao HIV/AIDS. Neste contexto, é importante destacar o apoio direto dado ao SPE/PSE pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), componente do sistema da Organização das Nações Unidas (ONU). O UNAIDS foi estabelecido em 1994 e mantém representação no Brasil desde 2000, sendo resultado de parceria entre a ONU e o Governo Federal. Este programa tem como objetivos encorajar, mobilizar e apoiar países para alcançar o acesso universal à prevenção, tratamento e cuidados no que concerne ao HIV (UNAIDS, 2013). Também é relevante destacar que a preocupação com o combate ao HIV/AIDS está presente em alguns documentos internacionais que exerceram e exercem forte influência no Brasil, como por exemplo, o Marco Estratégico para a UNESCO no Brasil (2006) e nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, mais especificamente no objetivo de número 6: Combater o HIV/AIDS, a malária e outras doenças. 11 Segundo o Ministério do Esporte (BRASIL, 2013a, online): O Segundo Tempo tem por objetivo democratizar o acesso à prática e à cultura do Esporte de forma a promover o desenvolvimento integral de crianças, adolescentes e jovens, como fator de formação da cidadania e melhoria da qualidade de vida, prioritariamente em áreas de vulnerabilidade social.. 11

12 Cidade (PELC) 12 ; c) Programa Escola Aberta 13 ; d) Programa Academia da Saúde 14 e demais projetos locais de esporte e lazer. III Formação: Busca a formação dos gestores e das equipes de educação e de saúde que atuam no PSE. Estratégias: a) Formação do Grupo de Trabalho Intersetorial (GTI); b) Formação de Jovens Protagonistas para o PSE/SPE; c) Formação de profissionais da educação e saúde nos temas relativos ao Programa Saúde na Escola; d) Curso de Prevenção do Uso de Drogas para Educadores de Escolas Públicas; e) Rede Universidade Aberta do Brasil. A implantação do PSE nas cidades se dá via adesão dos municípios aos objetivos e diretrizes deste programa segundo a área de abrangência das Equipes de Saúde da Família (ESF). Os municípios interessados devem registrar sua manifestação de interesse e apresentar um projeto Municipal de Saúde na Escola ao MEC e MS, projeto no qual devem conter as metas do município para as ações de educação e saúde (BRASIL, 2010). Vale salientar que o Programa prevê repasse de 70% do valor total do recurso financeiro destinado ao PSE imediatamente após a assinatura do Termo de Compromisso pelo município, e os 30% restantes são pagos após o cumprimento de 70% das metas firmadas. A verificação do cumprimento das metas do PSE pelos municípios é realizada por meio do Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle (SIMEC) (BRASIL, 2011). Uma vez aderido o PSE, os municípios devem formar Grupos de Trabalho Intersetorial (GTIs), que tem a incumbência de realizar um mapeamento da rede do Sistema Único de Saúde (SUS) de Atenção Básica, do PSF e suas ESF e a rede de ensino existente na cidade. Além disso, o GTI tem a função de elaborar um diagnóstico das necessidades da cidade e definir as atribuições das ESF e das escolas em cada região da cidade (BRASIL, 2011). 12 De acordo com informações disponibilizadas pelo Ministério do Esporte (BRASIL, 2013b, online), o PELC foi criado em 2003 e [...] tem a finalidade de desenvolver uma proposta de política pública e social que atenda às necessidades de esporte recreativo e de lazer da população.. 13 Trata-se de um Programa do MEC, em cooperação com a UNESCO, que busca incentivar a abertura de escolas públicas de educação básica, especialmente nos finais de semana, localizadas em territórios de vulnerabilidade social (BRASIL, 2013c, online). 14 Criado em 2011, este Programa tem por objetivo: contribuir para a promoção da saúde da população a partir da implantação de polos com infraestrutura, equipamentos e quadro de pessoal qualificado para a orientação de práticas corporais e atividade física e de lazer e modos de vida saudáveis. (BRASIL, 2013d, online). 12

13 O PSE é desenvolvido por meio de visitas permanentes das ESF às escolas participantes. Nestas visitas são realizadas intervenções com vistas a: a) avaliar as condições de saúde dos educandos; b) elaborar ações conjuntas entre as ESF e comunidade escolar e; c) promover ações de educação permanente em saúde, atividade física e capacitação profissional para o monitoramento da saúde dos estudantes (VIEIRA; VIEIRA, 2011; BRASIL, 2011). Segundo Cavichioli (2013), em 2012, municípios já haviam aderido ao PSE, contemplando escolas e envolvendo ESF. Desta forma, quase 12 milhões de educandos foram atendidos pelas ações do PSE, totalizando investimento de R$ 120 milhões. Também em 2012, foi instituída a Semana Anual de Mobilização Saúde na Escola (Semana Saúde na Escola), pela Portaria nº 357, que já conta com a participação de 1948 municípios (BRASIL, 2012; BUENO, 2012). E a previsão é que este Programa se amplie ainda mais. O projeto de lei que cria o Plano Nacional de Educação (PNE, ), que ainda está em tramitação no Congresso Nacional, apresenta dez diretrizes objetivas e 20 metas, seguidas das estratégias para sua concretização. Dentre as metas deste plano, encontra-se a de número sete, que busca fazer com que a educação brasileira atinja melhores resultados no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). E, dentre as estratégias para isso, encontram-se as de: 7.9) Ampliar programas e aprofundar ações de atendimento ao estudante, em todas as etapas da educação básica, por meio de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde. [...] 7.21) Promover a articulação dos programas da área da educação, de âmbito local e nacional, com os de outras áreas como saúde, trabalho e emprego, assistência social, esporte, cultura, possibilitando a criação de uma rede de apoio integral às famílias, que as ajude a garantir melhores condições para o aprendizado dos estudantes. 7.22) Universalizar, mediante articulação entre os órgãos responsáveis pelas áreas da saúde e da educação, o atendimento aos estudantes da rede pública de educação básica por meio de ações de prevenção, promoção e atenção à saúde. 7.23) Estabelecer ações efetivas especificamente voltadas para a prevenção, atenção e atendimento à saúde e integridade física, mental e moral dos profissionais da educação, como condição para a melhoria da qualidade do ensino (BRASIL, 2011, p. 9-10). 13

14 Também no ano de 2011, o MS lançou o Plano de Ações Estratégicas para o Combate às Doenças Crônicas e Degenerativas, com vistas a vigorar no Brasil até 2022 (BRASIL, 2011a). Neste documento, a articulação entre educação e saúde é exaltada tendo em vista os altos índices de doenças crônico-degenerativas e pelo fato destas estarem relacionadas a um conjunto de comportamentos adotados desde tenra idade. Dentre os eixos para o alcance das metas nacionais propostas neste plano, a ampliação das ações do PSE está prevista no eixo Promoção da Saúde, como podemos visualizar no documento: II. Programa Saúde na Escola: Universalização do acesso ao incentivo material e financeiro do PSE a todos os municípios brasileiros, com o compromisso de ações no âmbito da avaliação nutricional, avaliação antropométrica, detecção precoce de hipertensão arterial, sistêmica, promoção de atividades físicas e corporais, promoção da alimentação saudável e de segurança alimentar no ambiente escolar (BRASIL, 2011a, p. 26). Ainda em 2011, foi publicado o Plano Brasil Sem Miséria 15, por meio do Decreto nº 7.492, que incluiu o PSE no eixo de atuação Acesso a Serviços, como uma das frentes de ações no combate à miséria no Brasil. Entretanto, é importante destacar que mesmo antes da inclusão do PSE neste Plano, este Programa já pretendia contribuir neste combate, como podemos observar em um de seus documentos orientadores: O apoio institucional dos Estados aos municípios é imprescindível para o avanço na implementação do PSE no Brasil e qualificação da saúde e da educação, contribuindo para a superação da miséria no nosso país (BRASIL, 2011, p. 9). O PSE também está articulado ao Plano Brasil Carinhoso, lançado em 2012, que integra o Programa Brasil Sem Miséria, e está aliado ao plano de governo voltado ao combate à obesidade, doenças crônicas, crack e, segundo Bueno (2012), a universalização do PSE está prevista para Maiores informações: <http://www.brasilsemmiseria.gov.br/legislacao>. 14

15 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS Como apresentado, o PSE trata-se da expressão mais atual das Escolas Promotoras de Saúde no Brasil. Configurada como política pública de caráter intersetorial, foi elaborada com pretensões voltadas ao melhoramento da qualidade de vida da população brasileira e enfrentamento das vulnerabilidades sociais. Quanto aos antecedentes históricos do PSE, vimos que estes remontam ao movimento da nova promoção de saúde, desencadeado no contexto canadense a partir da década de 1970, tendo em vista a necessidade de contensão de gastos com serviços sociais, imposta como resposta à crise mundial, bem como à insatisfação popular com o modelo de atenção em saúde vigente, centrado no modelo biomédico. Este movimento acabou por originar a concepção de Escolas Promotoras de Saúde, que se disseminou no Brasil a partir da década de 1990, principalmente como uma estratégia compensatória das consequências das investidas neoliberais no campo da saúde, pela proximidade do Brasil com organismos internacionais, especialmente, a Organização Pan-Americana da Saúde e a Organização Mundial da Saúde e pelas reivindicações sociais pela garantia de direitos, que ainda se faziam presentes. Evidencia-se que a configuração da política expressa pelo PSE sustenta-se em fundamentos e diretrizes que não são exclusivamente gestados em âmbito nacional. Por isso, é de suma relevância considerar as vinculações de abrangência mundial com uma agenda internacionalmente construída e investigar as possíveis articulações da política em foco com políticas que atendem aos interesses hegemônicos do capital internacional. 5. REFERÊNCIAS ADRIÃO, Theresa; CAMARGO, Rubens Barbosa. A gestão democrática na Constituição Federal de In: OLIVEIRA, Romualdo Portela; ADRIÃO, Theresa (Orgs.). Gestão, financiamento e direito à educação. 3. ed. São Paulo: Xamã, p BRASIL. Decreto nº 6.286, de 5 de dezembro de Institui o Programa Saúde na Escola - PSE, e dá outras providências. Disponível em: 15

16 <<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato /2007/decreto/d6286.htm>>. Acesso em: 05 de fevereiro de BRASIL. Ministério da Saúde/Organização Panamericana da Saúde. Escolas Promotoras de Saúde: experiências no Brasil. Brasília: Ministério da Saúde, 2007a. Disponível em: << sil_p1.pdf>>. Acesso em: 26 de abril de BRASIL. Lei nº 8.080, de 19 de setembro de Disponível em: << Acesso em: 26 de abril de BRASIL. Ministério da Educação. Agenda Educação e Saúde / Programa Saúde na Escola. Brasília: Programa Saúde na Escola, BRASIL. Ministério da Educação. Programa Escola Aberta. 2013c. Disponível em: <<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=16738&it emid=811>>. Acesso em: 19 de abril de BRASIL. Ministério da Educação. Programa Saúde na Escola Disponível em: <<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=16795&it emid=1128>>. Acesso em: 18 de abril de BRASIL. Ministério da Saúde. 8ª Conferência Nacional de Saúde Relatório Final Disponível em: << Acesso em: 26 de abril de BRASIL. Portaria nº 357, de 1º de março de Disponível em: << Acesso em: 15 de maio de BRASIL. Ministério da Saúde. Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não-Transmissíveis (DCNT) no Brasil a. Disponível em: << ol.pdf>>. Acesso em: 18 de abril de BRASIL. Ministério da Saúde. Política nacional de promoção da saúde. Brasília: Ministério da Saúde, Disponível em: << Acesso em: 26 de abril de BRASIL. Ministério da Saúde. Programa Academia da Saúde. 2013d. Disponível em: <<http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/visualizar_texto.cfm?idtxt=37078 >>. Acesso em: 19 de abril de

17 BRASIL. Ministério da Saúde/Ministério da Educação. PASSO A PASSO PSE Programa Saúde na Escola: Tecendo caminhos da Intersetorialidade. Brasília: Ministério da Saúde, Disponível em: <<http:// /dab/docs/legislacao/passo_a_passo_pse.pdf>>. Acesso em: 18 de abril de BRASIL. Ministério do Esporte. Projeto Esporte e Lazer da Cidade. 2013b. Disponível em: <<http://www.esporte.gov.br/snelis/esportelazer/default.jsp>>. Acesso em: 19 de abril de BRASIL. Ministério do Esporte. Segundo Tempo. 2013a. Disponível em: <<http://www.esporte.gov.br/snelis/segundotempo/default.jsp>>. Acesso em: 19 de abril de BRASIL. Política Nacional de Promoção da Saúde Disponível em: <<http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/pactovolume7.pdf>>. Acesso em : 26 de abril de BRASIL. Projeto de Lei Aprova o Plano Nacional de Educação para o decênio , e dá outras providências Disponível em: <<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&id=16478&itemid=1107>>. Acesso em: 18 de abril de BUENO, Denise. Programa Saúde na Escola (PSE): Desafios da Intersetorialidade. Ministério da Saúde. Seminário Integrado da Política de Saúde na Escola Fortaleza/CE 21 de junho de Disponível em: <<ttp://www.itarget.com.br/newclients/undimece.org.br/2011/extra/download/apresentacao.pdf>>. Acesso em: 12 de maio de CAVICHIOLI, Silvia. Ministro Padilha lança semana de mobilização em escola do DF Disponível em:<http://www.blog.saude.gov.br/ministro-padilha-lancasemana-de-mobilizacao-em-escola-do-df/>. Acesso em: 17 de abril de DIÁRIO DO PARANÁ. Emenda 29 é alvo de crítica nos Estados Disponível em: EMENDA+29+E+ALVO+DE+CRITICAS+NOS+ESTADOS.html. Acesso em: 14 de maio de FIGUEIREDO, Túlio Alberto Martins; MACHADO, Vera Lúcia Taqueti; ABREU, Margaret Mirian Scherrer. A saúde na escola: um breve resgate histórico. Ciência & Saúde Coletiva, v. 15, n. 2, 2010, p GOUVÊA, Leda Aparecida Vanelli Nabuco. Educação para a saúde na legislação educacional no Brasil. Seminário Nacional Estado e políticas Sociais no Brasil. Cascavel, HARVEY, David. O neoliberalismo: história e implicações. São Paulo: Loyola,

18 LOPES, Rosane; TOCANTINS, Florence Romijin. Promoção da saúde e a educação crítica. Interface Comunic., Saúde, Educ., v. 16, n. 40, p , jan./mar MARX, K. O Capital: crítica da economia política. São Paulo: Abril Cultural, MONTAÑO, Carlos; DURIGUETTO, Maria Lúcia. Estado, Classe e Movimento Social. São Paulo: Cortez, NAÇÕES UNIDAS E A RESPOSTA À AIDS NO BRASIL - UNAIDS Disponível em: << Acesso em: 17 de abril de ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS ONU. ONU no Brasil Disponível em: << Acesso em: 26 de abril de ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS - ONU. Objetivos do Milênio ODM Disponível em: << Acesso em: 18 de abril de ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A EDUCAÇÃO, A CIÊNCIA E A CULTURA - UNESCO. Marco Estratégico para a UNESCO no Brasil, Brasília, Disponível em: << Acesso em: 18 de abril de VALADÃO, Marina Marcos. Saúde na Escola: um campo em busca de espaço na agenda intersetorial. Tese (Doutorado) apresentada à Universidade de São Paulo Faculdade de Saúde Pública. São Paulo, VIEIRA, Ana Clara da Cunha; VIEIRA, Valéria da Silva. A necessidade de capacitação dos profissionais do programa saúde na escola para inclusão de orientações posturais preventivas no âmbito escolar. Ciência em Tela. V. 4, n. 2, Disponível em: <<http://www.cienciaemtela.nutes.ufrj.br/artigos/0211_vieira.pdf>>. Acesso em: 18 de abril de

TRANSVERSALIDADE. 1 Educação Ambiental

TRANSVERSALIDADE. 1 Educação Ambiental TRANSVERSALIDADE Os temas transversais contribuem para formação humanística, compreensão das relações sociais, através de situações de aprendizagens que envolvem a experiência do/a estudante, temas da

Leia mais

Ministério da Saúde. Ministério da Educação. Março 2013

Ministério da Saúde. Ministério da Educação. Março 2013 Saúde Março 2013 ADESÕES SEMANA SAÚDE NA ESCOLA Guia de Sugestões de Atividades para a Semana Saúde na Escola disponível em: www.saude.gov.br/pse CRONOGRAMA 2013 Semana Saúde na Escola Adesão - 20/02

Leia mais

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 01 - Promoção da cultura do respeito e da garantia dos direitos humanos de

Leia mais

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE Um modelo de assistência descentralizado que busca a integralidade, com a participação da sociedade, e que pretende dar conta da prevenção, promoção e atenção à saúde da população

Leia mais

PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009

PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009 PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009 Institui no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições

Leia mais

PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios. Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015

PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios. Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015 PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015 Ação Educativa Organização não governamental fundada por um

Leia mais

Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Educação Secretaria do Meio Ambiente Órgão Gestor da Política Estadual de Educação Ambiental

Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Educação Secretaria do Meio Ambiente Órgão Gestor da Política Estadual de Educação Ambiental Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Educação Secretaria do Meio Ambiente Órgão Gestor da Política Estadual de Educação Ambiental PROJETO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Leia mais

estender-se para outras áreas, tais como a assistência social, cultura, esporte e lazer, consolidando a participação e o protagonismo local.

estender-se para outras áreas, tais como a assistência social, cultura, esporte e lazer, consolidando a participação e o protagonismo local. Tudo o que acontece no mundo, seja no meu país, na minha cidade ou no meu bairro, acontece comigo. Então, eu preciso participar das decisões que interferem na minha vida. Herbert Souza, Betinho O lugar

Leia mais

Carvalho Goretti Moreira Leal de, Themis; Ribas Almeida, Milene. Brasil RESUMO

Carvalho Goretti Moreira Leal de, Themis; Ribas Almeida, Milene. Brasil RESUMO ID:862 PROJETO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA AMPLIANDO AS AÇÕES DE PREVENÇÃO EM DST/AIDS E HEPATITES VIRAIS JUNTO À POPULAÇÃO ESCOLAR: UM ESPAÇO PARA FORMAÇÃO PROFISSIONAL E PROMOÇÃO DA SAÚDE Carvalho Goretti

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA PSE

PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA PSE 2013 PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA PSE RELATÓRIO ANUAL DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO PSE NO ANO DE 2013. Janeiro/2014 PREFEITURA MUNICIPAL DO SURUBIM SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

PROGRAMA DE SAÚDE NA ESCOLA

PROGRAMA DE SAÚDE NA ESCOLA PROGRAMA DE SAÚDE NA ESCOLA 1 INTRODUÇÃO O Programa Saúde na Escola PSE foi instituído pelo Decreto Presidencial Nº. 6.286/2007 como uma política intersetorial Ministério da Saúde e Educação na perspectiva

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Lei n o 9.795, de 27 de Abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso

Leia mais

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012 BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012 Educação e Sustentabilidade Tatiana Feitosa de Britto A Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) tem como tema o futuro que queremos,

Leia mais

Construindo Alianças e Parcerias entre Saúde e Educação para Promover o Direito à Saúde Sexual e Reprodutiva de Adolescentes e Jovens

Construindo Alianças e Parcerias entre Saúde e Educação para Promover o Direito à Saúde Sexual e Reprodutiva de Adolescentes e Jovens Construindo Alianças e Parcerias entre Saúde e Educação para Promover o Direito à Saúde Sexual e Reprodutiva de Adolescentes e Jovens Contribuições do Ministério da Educação O Brasil tem 162.576 escolas

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

Mais informações: www.saude.gov.br/academiadasaude http://www.atencaobasica.org.br/comunidades/academia-da-saude

Mais informações: www.saude.gov.br/academiadasaude http://www.atencaobasica.org.br/comunidades/academia-da-saude Ministério da Saúde Brasília - DF 2014 Ministério da Saúde Brasília - DF 2014 CARTILHA INFORMATIVA Quais são as políticas que subsidiam o Programa Academia da Saúde? Política Nacional de Atenção Básica

Leia mais

Carta-Compromisso pela. Garantia do Direito à Educação de Qualidade. Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil

Carta-Compromisso pela. Garantia do Direito à Educação de Qualidade. Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil 1 Carta-Compromisso pela Garantia do Direito à Educação de Qualidade Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil Para consagrar o Estado Democrático de Direito, implantado pela Constituição

Leia mais

PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA (PSE): Saúde e educação integral das crianças, adolescentes e jovens

PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA (PSE): Saúde e educação integral das crianças, adolescentes e jovens PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA (PSE): Saúde e educação integral das crianças, adolescentes e jovens O que é o PSE? O PSE é uma política intersetorial do Saúde e do, instituído em 2007, por decreto presidencial.

Leia mais

NOTA TÉCNICA 16 2013. Política Nacional de Educação Popular em Saúde

NOTA TÉCNICA 16 2013. Política Nacional de Educação Popular em Saúde NOTA TÉCNICA 16 2013 Política Nacional de Educação Popular em Saúde Brasília, 20 de maio de 2013 INTRODUÇÃO A Política Nacional de Educação Popular em Saúde PNEP-SUS foi apresentada e aprovada no Conselho

Leia mais

Escola de Políticas Públicas

Escola de Políticas Públicas Escola de Políticas Públicas Política pública na prática A construção de políticas públicas tem desafios em todas as suas etapas. Para resolver essas situações do dia a dia, é necessário ter conhecimentos

Leia mais

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA!

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! NOSSA VISÃO Um mundo mais justo, onde todas as crianças e todos os adolescentes brincam, praticam esportes e se divertem de forma segura e inclusiva. NOSSO

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura

Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura TERMO DE REFERÊNCIA (TOR) N.º e Título do Projeto BRA 06/005 A Educação Como Fator de Coesão Social Natureza do Serviço Modalidade Localidade de Trabalho Consultoria Produto Brasília/DF Objetivo da Contratação

Leia mais

saúde na educação, um bom exemplo disto é o Programa Saúde na Escola - PSE.

saúde na educação, um bom exemplo disto é o Programa Saúde na Escola - PSE. PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA EXERCÍCIO DA INTERSETORIALIDADE E DA TRANSDISCIPLINARIDADE INTRODUÇÃO Autores: JULIANA RODRIGUES DE SOUZA ARAÚJO Aluna de Pós-Graduação em Geografia UFPE, Mestrado Email: juuenf@gmail.com

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS EDUCAÇÃO BÁSICA ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL EDUCAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SISTEMA DE JUSTIÇA E SEGURANÇA EDUCAÇÃO E MÍDIA Comitê Nacional de Educação

Leia mais

Mobilização e Participação Social no

Mobilização e Participação Social no SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Mobilização e Participação Social no Plano Brasil Sem Miséria 2012 SUMÁRIO Introdução... 3 Participação

Leia mais

a Resolução CONAMA nº 422/2010 de 23 de março de 2010, que estabelece diretrizes para as campanhas, ações e projetos de educação ambiental;

a Resolução CONAMA nº 422/2010 de 23 de março de 2010, que estabelece diretrizes para as campanhas, ações e projetos de educação ambiental; Portaria Normativa FF/DE N 156/2011 Assunto: Estabelece roteiros para elaboração de Plano Emergencial de Educação Ambiental e de Plano de Ação de Educação Ambiental para as Unidades de Conservação de Proteção

Leia mais

ANÁLISE DE POLÍTICAS PÚBLICAS BRASILEIRAS DE EDUCAÇÃO E SAÚDE NA ESCOLA: O PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA

ANÁLISE DE POLÍTICAS PÚBLICAS BRASILEIRAS DE EDUCAÇÃO E SAÚDE NA ESCOLA: O PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA ANÁLISE DE POLÍTICAS PÚBLICAS BRASILEIRAS DE EDUCAÇÃO E SAÚDE NA ESCOLA: O PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA Aline Fabiane Barbieri (Universidade Estadual de Maringá) alinefb_90@yahoo.com.br Amélia Kimiko Noma

Leia mais

Elaine Lourenço 1 Betânia Freitas 2

Elaine Lourenço 1 Betânia Freitas 2 O PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA (PSF), NO ÂMBITO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) E SUA INTERFACE COM O PROGRAMA DE ATENDIMENTO INTEGRAL À FAMÍLIA (PAIF) DO SISTEMA ÚNICO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL (SUS) Elaine

Leia mais

PLANEJAMENTO E AVALIAÇAO DE SAÚDE PARA IDOSOS: O AVANÇO DAS POLITICAS PÚBLICAS

PLANEJAMENTO E AVALIAÇAO DE SAÚDE PARA IDOSOS: O AVANÇO DAS POLITICAS PÚBLICAS PLANEJAMENTO E AVALIAÇAO DE SAÚDE PARA IDOSOS: O AVANÇO DAS POLITICAS PÚBLICAS Renata Lívia Silva F. M. de Medeiros (UFPB) Zirleide Carlos Felix (UFPB) Mariana de Medeiros Nóbrega (UFPB) E-mail: renaliviamoreira@hotmail.com

Leia mais

Como se Tornar um Município Amigo do Idoso. Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso

Como se Tornar um Município Amigo do Idoso. Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso Como se Tornar um Município Amigo do Idoso Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso 2 3 GERALDO ALCKMIN Governador do Estado de São Paulo ROGERIO HAMAM Secretário de Estado de Desenvolvimento

Leia mais

Ministério da Saúde Área Técnica de Saúde Mental Álcool e outras Drogas Miriam Di Giovanni Curitiba/PR - 12/11/2010

Ministério da Saúde Área Técnica de Saúde Mental Álcool e outras Drogas Miriam Di Giovanni Curitiba/PR - 12/11/2010 Saúde da População em Situação de Rua, com foco em Saúde Mental Consultório de Rua Ministério da Saúde Área Técnica de Saúde Mental Álcool e outras Drogas Miriam Di Giovanni Curitiba/PR - 12/11/2010 Saúde

Leia mais

Esporte como fator de inclusão de jovens na sociedade FGR: Gustavo:

Esporte como fator de inclusão de jovens na sociedade FGR: Gustavo: Esporte como fator de inclusão de jovens na sociedade Entrevista cedida à FGR em Revista por Gustavo de Faria Dias Corrêa, Secretário de Estado de Esportes e da Juventude de Minas Gerais. FGR: A Secretaria

Leia mais

EIXO DE TRABALHO 01 DIREITO A CIDADANIA, PARTICIPAÇÃO SOCIAL E POLÍTICA E A REPRESENTAÇÃO JUVENIL

EIXO DE TRABALHO 01 DIREITO A CIDADANIA, PARTICIPAÇÃO SOCIAL E POLÍTICA E A REPRESENTAÇÃO JUVENIL EIXO DE TRABALHO 01 DIREITO A CIDADANIA, PARTICIPAÇÃO SOCIAL E POLÍTICA E A REPRESENTAÇÃO JUVENIL Proposta I Fomentar a criação de grêmios estudantis, fóruns de juventude, diretórios centrais de estudantes,

Leia mais

Promoção da Saúde: da prevenção de doenças à defesa da vida

Promoção da Saúde: da prevenção de doenças à defesa da vida Promoção da Saúde: da prevenção de doenças à defesa da vida Antônio Ivo de Carvalho Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca / FIOCRUZ Setembro de 2007 Promoção da saúde Novo paradigma de pensamento

Leia mais

PL 8035/2010 UMA POLÍTICA DE ESTADO. Plano Nacional de Educação 2011/2020. Maria de Fátima Bezerra. Deputada Federal PT/RN

PL 8035/2010 UMA POLÍTICA DE ESTADO. Plano Nacional de Educação 2011/2020. Maria de Fátima Bezerra. Deputada Federal PT/RN PL 8035/2010 Plano Nacional de Educação 2011/2020 UMA POLÍTICA DE ESTADO Maria de Fátima Bezerra Deputada Federal PT/RN Presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal O PNE foi construído

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

Documento referencial: uma contribuição para o debate

Documento referencial: uma contribuição para o debate Documento referencial: uma contribuição para o debate desenvolvimento integração sustentável participação fronteiriça cidadã 1. Propósito do documento O presente documento busca estabelecer as bases para

Leia mais

Plano de Ação. Colégio Estadual Ana Teixeira. Caculé - Bahia Abril, 2009.

Plano de Ação. Colégio Estadual Ana Teixeira. Caculé - Bahia Abril, 2009. Plano de Ação Colégio Estadual Ana Teixeira Caculé - Bahia Abril, 2009. IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR Unidade Escolar: Colégio Estadual Ana Teixeira Endereço: Av. Antônio Coutinho nº 247 bairro São

Leia mais

Art. 2º - São diretrizes da Política Municipal de Educação Alimentar e Combate à Obesidade:

Art. 2º - São diretrizes da Política Municipal de Educação Alimentar e Combate à Obesidade: PROJETO DE LEI N. 426/2013 ESTADO DO AMAZONAS ESTABELECE diretrizes para a Política Municipal de Educação Alimentar Escolar e Combate à Obesidade, e dá outras providências. Art.1º - O Poder Público Municipal,

Leia mais

GUIA DE ARGUMENTOS DE VENDAS

GUIA DE ARGUMENTOS DE VENDAS GUIA DE ARGUMENTOS DE VENDAS O Plano Diretor é uma lei municipal que estabelece diretrizes para a ocupação da cidade. Ele deve identificar e analisar as características físicas, as atividades predominantes

Leia mais

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 Ulisses F. Araújo 2 A construção de um ambiente ético que ultrapasse

Leia mais

Edital nº 001/2010/GSIPR/SENAD / MS PLANO INTEGRADO DE ENFRENTAMENTO AO CRACK E OUTRAS DROGAS

Edital nº 001/2010/GSIPR/SENAD / MS PLANO INTEGRADO DE ENFRENTAMENTO AO CRACK E OUTRAS DROGAS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL SECRETARIA NACIONAL DE POLITICAS SOBRE DROGAS MINISTÉRIO DA SAÚDE Comitê Gestor do Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e outras drogas

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

154 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO

154 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO 154 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO Washington, D.C., EUA 16 a 20 de junho de 2014 CE154.R17 Original: inglês RESOLUÇÃO CE154.R17 ESTRATÉGIA PARA COBERTURA UNIVERSAL DE SAÚDE A 154 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO,

Leia mais

ATUAÇÃO DA FAO NA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR

ATUAÇÃO DA FAO NA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR ATUAÇÃO DA FAO NA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR II Encontro Nacional de Experiências Inovadoras em Alimentação Escolar 50 ANOS Sr. José Tubino Representante da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação

Leia mais

Ministério da Saúde Ministério da Educação

Ministério da Saúde Ministério da Educação Ministério da Saúde Ministério da Educação Orientações sobre o Programa Saúde na Escola para a elaboração dos Projetos Locais O presente documento apresenta aos profissionais e gestores da saúde pública

Leia mais

(Publicada no D.O.U em 30/07/2009)

(Publicada no D.O.U em 30/07/2009) MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS RESOLUÇÃO N o 98, DE 26 DE MARÇO DE 2009 (Publicada no D.O.U em 30/07/2009) Estabelece princípios, fundamentos e diretrizes para a educação,

Leia mais

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE IV. CÂMARA TEMÁTICA DA EDUCACÃO, CULTURA E DESPORTOS Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE Meta 1 Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola; Meta 2 Até 2010, 80% e,

Leia mais

PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA. Orientações Gerais sobre as ações de Saúde Bucal no Programa Saúde na Escola

PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA. Orientações Gerais sobre as ações de Saúde Bucal no Programa Saúde na Escola PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA Orientações Gerais sobre as ações de Saúde Bucal no Programa Saúde na Escola A avaliação e promoção de saúde bucal é ação essencial que integra o Componente I do Programa Saúde

Leia mais

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME Os desafios da Educação Infantil nos Planos de Educação Porto de Galinhas/PE Outubro/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores

Leia mais

Plano Decenal SUAS 2005-2015 e o Plano Decenal 2016-2026: Como fazer a análise do SUAS que temos como projetar o SUAS que queremos

Plano Decenal SUAS 2005-2015 e o Plano Decenal 2016-2026: Como fazer a análise do SUAS que temos como projetar o SUAS que queremos Plano Decenal SUAS 2005-2015 e o Plano Decenal 2016-2026: Como fazer a análise do SUAS que temos como projetar o SUAS que queremos luziele.tapajos@ufsc.br PLANEJAR O SUAS Definir horizontes da proteção

Leia mais

BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA E ENVELHECIMENTO ATIVO: CONQUISTAS E DESAFIOS

BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA E ENVELHECIMENTO ATIVO: CONQUISTAS E DESAFIOS BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA E ENVELHECIMENTO ATIVO: CONQUISTAS E DESAFIOS Cristiane Cinat Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP - Franca cricriblue@hotmail.com Introdução

Leia mais

A SAÚDE NO GOVERNO LULA PROGRAMA DE GOVERNO

A SAÚDE NO GOVERNO LULA PROGRAMA DE GOVERNO A SAÚDE NO GOVERNO LULA PROGRAMA DE GOVERNO ÍNDICE Diagnóstico Princípios Básicos: 1- Redefinição da atuação pública na saúde 2-Saúde como direito de todos 3-Estabilidade e continuidade das políticas de

Leia mais

UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE UNIPLAC PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO E APOIO COMUNITÁRIO

UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE UNIPLAC PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO E APOIO COMUNITÁRIO UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE UNIPLAC PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO E APOIO COMUNITÁRIO Projeto do Curso de Extensão ORGANIZAÇÃO CURRICULAR NA EDUCAÇÃO

Leia mais

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA,

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, Carta de Campinas Nos dias 17 e 18 de junho de 2008, na cidade de Campinas (SP), gestores de saúde mental dos 22 maiores municípios do Brasil, e dos Estados-sede desses municípios, além de profissionais

Leia mais

Política Nacional sobre Drogas e o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Crack, é possível vencer. SALVADOR/BA ABRIL de 2012

Política Nacional sobre Drogas e o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Crack, é possível vencer. SALVADOR/BA ABRIL de 2012 Política Nacional sobre Drogas e o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Crack, é possível vencer SALVADOR/BA ABRIL de 2012 MARCOS HISTÓRICOS 1998: Adesão do Brasil aos princípios diretivos

Leia mais

MEDIDA PROVISÓRIA Nº 416, DE 2008

MEDIDA PROVISÓRIA Nº 416, DE 2008 MEDIDA PROVISÓRIA Nº 416, DE 2008 NOTA DESCRITIVA FEVEREIRO/2008 Nota Descritiva 2 2008 Câmara dos Deputados. Todos os direitos reservados. Este trabalho poderá ser reproduzido ou transmitido na íntegra,

Leia mais

Seminário de Atualização de ACS A AÇÃO DOS ACS NOS CUIDADOS DE SAÚDE NA COMUNIDADE

Seminário de Atualização de ACS A AÇÃO DOS ACS NOS CUIDADOS DE SAÚDE NA COMUNIDADE Seminário de Atualização de ACS A AÇÃO DOS ACS NOS CUIDADOS DE SAÚDE BUCAL DA FAMÍLIA: A BOCA E A SAÚDE NA COMUNIDADE Seminário de Atualização de ACS A AÇÃO DOS ACS NOS CUIDADOS DE SAÚDE BUCAL DA FAMÍLIA:

Leia mais

O papel dos conselhos na afirmação do Pacto pela Saúde

O papel dos conselhos na afirmação do Pacto pela Saúde Informativo interativo eletrônico do CNS aos conselhos de Saúde Brasília, junho de 2006 Editorial O papel dos conselhos na afirmação do Pacto pela Saúde A aprovação unânime do Pacto pela Saúde na reunião

Leia mais

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 1.413, DE 10 DE JULHO DE 2013

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 1.413, DE 10 DE JULHO DE 2013 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 1.413, DE 10 DE JULHO DE 2013 Redefine as regras e critérios

Leia mais

SUAS e Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SISAN: Desafios e Perspectivas para a Intersetorialiade

SUAS e Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SISAN: Desafios e Perspectivas para a Intersetorialiade SUAS e Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SISAN: Desafios e Perspectivas para a Intersetorialiade XIV ENCONTRO NACIONAL DO CONGEMAS Fortaleza, 22 e 23 de março de 2012 História recente

Leia mais

Capacitação Gerencial PST

Capacitação Gerencial PST Capacitação Gerencial PST Secretaria Nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social SNELIS Ministério do Esporte Direito Social É dever do estado fomentar práticas desportivas formais e não formais:

Leia mais

Diretrizes Consolidadas sobre Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Cuidados em HIV para as Populações-Chave

Diretrizes Consolidadas sobre Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Cuidados em HIV para as Populações-Chave Diretrizes Consolidadas sobre Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Cuidados em HIV para as Populações-Chave Gabriela Calazans FCMSCSP, FMUSP II Seminário Nacional sobre Vacinas e novas Tecnologias de Prevenção

Leia mais

CE150/INF/6 (Port.) Anexo A - 2 - A. DETERMINANTES SOCIAIS DA SAÚDE. Introdução

CE150/INF/6 (Port.) Anexo A - 2 - A. DETERMINANTES SOCIAIS DA SAÚDE. Introdução Anexo A - 2 - A. DETERMINANTES SOCIAIS DA SAÚDE Introdução 1. A Assembleia Mundial da Saúde, mediante a Resolução WHA62.14 (2009), Reduzir as desigualdades de saúde mediante ações sobre os determinantes

Leia mais

3.1 Planejar, organizar e realizar oficinas de mapeamento participativo utilizando técnicas de educação popular e promoção da saúde;

3.1 Planejar, organizar e realizar oficinas de mapeamento participativo utilizando técnicas de educação popular e promoção da saúde; EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 05/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 05/2012 TIPO: MELHOR TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

A INSERÇÃO DO PROFISSIONAL BIOMÉDICO NO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NO CONTEXTO DO PET/SAÚDE

A INSERÇÃO DO PROFISSIONAL BIOMÉDICO NO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NO CONTEXTO DO PET/SAÚDE A INSERÇÃO DO PROFISSIONAL BIOMÉDICO NO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NO CONTEXTO DO PET/SAÚDE MAIA, Indiara da 1 ; RUCKERT, Tatiane Konrad 2 ; BARBOSA, Elisa Gisélia dos Santos 3 ; KAEFER, Cristina T.

Leia mais

FOME ZERO. O papel do Brasil na luta global contra a fome e a pobreza

FOME ZERO. O papel do Brasil na luta global contra a fome e a pobreza FOME ZERO O papel do Brasil na luta global contra a fome e a pobreza Seminário Internacional sobre Seguro de Emergência e Seguro Agrícola Porto Alegre, RS -- Brasil 29 de junho a 2 de julho de 2005 Alguns

Leia mais

Capítulo I Dos Princípios. Art. 2º - A Política de Assuntos Estudantis do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas

Capítulo I Dos Princípios. Art. 2º - A Política de Assuntos Estudantis do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas REGULAMENTO DA POLÍTICA DE ASSUNTOS ESTUDANTIS DO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS CEFET-MG Aprovado pela Resolução CD-083/04, de 13/12/2004 Capítulo I Dos Princípios Art. 1º - A

Leia mais

Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais

Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais Estatuto da Criança e do Adolescente: 18 anos, 18 Compromissos A criança e o adolescente no centro da gestão municipal O Estatuto

Leia mais

FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS. Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília

FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS. Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília Nome do Evento: Fórum Mundial de Direitos Humanos Tema central: Diálogo e Respeito às Diferenças Objetivo: Promover um

Leia mais

CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986

CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 CARTA DE OTTAWA PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 A Primeira Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde, realizada em Ottawa, Canadá, em novembro

Leia mais

ANEXO XI Saúde Indígena Introdução

ANEXO XI Saúde Indígena Introdução ANEXO XI Saúde Indígena Introdução A Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas, aprovada na 114ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Saúde (em 8/11/2001) e sancionada pelo Ministro

Leia mais

ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO

ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL ANEXO IV Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO 1-Promoção dos Direitos de Crianças e Adolescentes Buscar apoio das esferas de governo (Federal e Estadual)

Leia mais

Prof. MS. Ellen H. Magedanz

Prof. MS. Ellen H. Magedanz Prof. MS. Ellen H. Magedanz As transformações nos padrões de saúde/doença constituíram-se em uma das características do último século, estão associadas às mudanças na estrutura etária populacional. América

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 885, DE 2015

PROJETO DE LEI N.º 885, DE 2015 COMISSÃO DE EDUCAÇÃO PROJETO DE LEI N.º 885, DE 2015 Dispõe sobre a obrigatoriedade da concessão de Kit básico de Higiene pessoal nas escolas públicas e dá outras. Autor: Deputado MÁRIO HERINGER Relator:

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA Secretaria da Saúde do Estado da Bahia Superintendência de Atenção Integral à Saúde SAIS Diretoria de Atenção Básica DAB

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA Secretaria da Saúde do Estado da Bahia Superintendência de Atenção Integral à Saúde SAIS Diretoria de Atenção Básica DAB DAB Nota Técnica n 05/2012 Orienta sobre o acesso, o cadastro, a liberação de senhas, registro, monitoramento e validação das ações do Programa Saúde na Escola no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução

Leia mais

Saúde pública de qualidade para cuidar bem das pessoas: direito do povo brasileiro

Saúde pública de qualidade para cuidar bem das pessoas: direito do povo brasileiro Saúde pública de qualidade para cuidar bem das pessoas: direito do povo brasileiro Objetivos da 15ª. Reafirmar, impulsionar e efetivar os princípios e diretrizes do SUS- saúde como DH Mobilizar e estabelecer

Leia mais

Protocolo de Gestão Integrada de Serviços, Benefícios e Transferências de Renda no âmbito do Sistema Único de Assistência Social

Protocolo de Gestão Integrada de Serviços, Benefícios e Transferências de Renda no âmbito do Sistema Único de Assistência Social Protocolo de Gestão Integrada de Serviços, Benefícios e Transferências de Renda no âmbito do Sistema Único de Assistência Social Ms. Waleska Ramalho Ribeiro - UFPB A concepção republicana do SUAS requer

Leia mais

Mapeamento de Experiências Municipais e Estaduais no campo do Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa

Mapeamento de Experiências Municipais e Estaduais no campo do Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa COMEMORAÇÃO DOS 29 ANOS DO ICICT/FIOCRUZ Mapeamento de Experiências Municipais e Estaduais no campo do Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa O papel da COSAPI no incentivo de experiências exitosas de

Leia mais

Fundo de População das Nações Unidas. GIFE - Rede Temática Saúde 14 de julho de 2015

Fundo de População das Nações Unidas. GIFE - Rede Temática Saúde 14 de julho de 2015 Fundo de População das Nações Unidas GIFE - Rede Temática Saúde 14 de julho de 2015 Fundo de População das Nações Unidas Cooperação Internacional para o Desenvolvimento Expansão das liberdades individuais

Leia mais

DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO

DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ROSINALDO PANTOJA DE FREITAS rpfpantoja@hotmail.com DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO RESUMO: Este artigo aborda o Projeto político pedagógico e também

Leia mais

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995)

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) 1. Nós, os Governos, participante da Quarta Conferência Mundial sobre as

Leia mais

EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS

EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS Garantir a elaboração e implementação da política e do Plano Decenal

Leia mais

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global Página Artigo: 6º Parágrafo: Único Inciso Alínea EMENDA MODIFICATIVA O parágrafo único do Artigo 6º do PL n 8035 de 2010, passa a ter a seguinte redação: Art. 6º... Parágrafo único. O Fórum Nacional de

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA SE-001/2011

TERMO DE REFERÊNCIA SE-001/2011 TERMO DE REFERÊNCIA SE-001/2011 Objeto da contratação Consultor sênior Título do Projeto Projeto BRA 07/010 Designação funcional Duração do contrato Consultoria por produto 04 meses Data limite para envio

Leia mais

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares: uma política de apoio à gestão educacional Clélia Mara Santos Coordenadora-Geral

Leia mais

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004 REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor Brasília, outubro de 2004 FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS FENAJ http://www.fenaj.org.br FÓRUM NACIONAL DOS PROFESSORES DE JORNALISMO - FNPJ

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REDAÇÃO DO PROJETO DE LEI Aprova o Plano Municipal de Educação - PME e dá outras providências. O Prefeito do Município de vereadores decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Faço

Leia mais

14 de novembro. Em 2012, o tema proposto é "Diabetes: Proteja Nosso Futuro" Ações do Ministério da Saúde

14 de novembro. Em 2012, o tema proposto é Diabetes: Proteja Nosso Futuro Ações do Ministério da Saúde 14 de novembro Em 2012, o tema proposto é "Diabetes: Proteja Nosso Futuro" Ações do Ministério da Saúde Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) no

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO TERMO DE REFERÊNCIA PARA AVALIAÇÃO EXTERNA DO PROJETO EDUCANDO COM A HORTA ESCOLAR 1. Breve Histórico do Projeto de Cooperação Técnica

Leia mais

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS Art. 1. A Política de Assistência Estudantil da Pós-Graduação da UFGD é um arcabouço de princípios e diretrizes

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA. PROJETO DE LEI N o 6.845, DE 2010 (Apenso o Projeto de Lei n o 6.887, de 2010) I - RELATÓRIO

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA. PROJETO DE LEI N o 6.845, DE 2010 (Apenso o Projeto de Lei n o 6.887, de 2010) I - RELATÓRIO COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI N o 6.845, DE 2010 (Apenso o Projeto de Lei n o 6.887, de 2010) Institui o Programa Nacional do Esporte Solidário para o Idoso PNESI, e dá outras

Leia mais

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337.

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337. PROGRAMA TÉMATICO: 6229 EMANCIPAÇÃO DAS MULHERES OBJETIVO GERAL: Ampliar o acesso das mulheres aos seus direitos por meio do desenvolvimento de ações multissetoriais que visem contribuir para uma mudança

Leia mais