Especial Unicamp PROPOSTA DE REDAÇÃO - 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Especial Unicamp PROPOSTA DE REDAÇÃO - 1"

Transcrição

1 Especial Unicamp O ensino de língua portuguesa deve promover no aluno o desenvolvimento do potencial crítico, sua percepção das múltiplas possibilidades de expressão linguística, sua capacitação como leitor dos mais diversos textos representativos de nossa cultura. (PCNEM, 2006, p.55) PROPOSTA DE REDAÇÃO A prova de Redação da Unicamp sempre teve como objetivo principal avaliar a leitura e a escrita como processos integrados de construção de sentidos. Buscamos não apenas salientar a importância da escrita e da leitura para o aluno de nossa Universidade, mas também promover novas possibilidades para a escola investir em práticas mais profícuas de recepção e produção textuais. Ao apresentar duas propostas obrigatórias de produção de texto, sem que os candidatos saibam de antemão quais serão os gêneros solicitados, a prova de redação da Unicamp oferece a possibilidade de uma relação mais substantiva com a leitura e com a escrita. Cada uma das propostas é, portanto, antecedida por um enunciado que fornece as condições de produção textual, situando o candidato em relação ao propósito de sua escrita (aproveitamento do texto lido, motor gerador da razão de escrever o texto, lugar de avaliação da compreensão em leitura), ao gênero do texto que deverá ser produzido e à interlocução (enunciador e interlocutor) a ser construída. Propósito, interlocução, gênero e modalidade escrita (coesão e adequação léxico-gramatical) fornecem ao candidato as condições para a produção de seu texto e, portanto, definem os elementos balizadores para a correção. Número de linhas estipulado para cada texto: até 24 linhas. Valor de cada texto: de 0 a 24 pontos. Total da prova de Redação: 48 pontos. Só haverá anulação da prova de Redação se os dois textos forem anulados. Em face da grande diversidade de gêneros textuais, a Banca Examinadora espera que o candidato esteja preparado para produzir, entre outros, dois dos gêneros abaixo listados: carta pessoal, , diário, blog, relato pessoal, depoimento, texto de divulgação científica, relatório, texto de campanha social, artigo de opinião, notícia, reportagem, entrevista, crônica, anúncio publicitário, editorial, carta ao leitor, manifesto, abaixo-assinado, manual de instruções, verbete, resumo, resenha etc. ATENÇÃO! É importante que o candidato atente às instruções da Banca Examinadora, a fim de mobilizar os recursos mais adequados ao propósito de cada tarefa. Se lhe for solicitada a produção de um texto informativo, por exemplo, caberá ser mais direto e objetivo, em vez de preocupar-se com criatividade ou originalidade. Clareza e precisão devem caracterizar seu texto. Ao ler as instruções, recomenda-se perguntar: 1. Qual o gênero textual solicitado? 2. Em que pessoa deverá ser escrito o texto? 3. Qual o propósito do texto? 4. A quem será destinado o texto? 5. Qual a linguagem mais adequada ao texto? - 1

2 2- DEFINIÇÃO DE ALGUNS GÊNEROS TEXTUAIS QUE PODEM SER SOLICITADOS Blog: é um site cuja estrutura permite a atualização rápida a partir de acréscimos dos chamados artigos ou posts. Muitos blogs fornecem comentários ou notícias sobre um assunto em particular; outros funcionam mais como diários online. (Wikipédia) Notícia: escrito sintético sobre um assunto qualquer; relato de fatos e acontecimentos, recentes ou atuais, ocorridos no país ou no mundo, veiculado em jornal, televisão, revista etc. (Houaiss) Reportagem: atividade jornalística que compreende geralmente cobertura de acontecimento, apuração de fatos, pesquisa de assunto, interpretação de informações e redação de texto final. (Aulete) Crônica: texto literário breve, em geral narrativo, de trama quase sempre pouco definida e motivos, na maior parte, extraídos do cotidiano imediato. (Houaiss) Obs.: a crônica pode ser também reflexiva, isto é, conter as impressões pessoais do autor sobre determinado assunto. Carta: mensagem, manuscrita ou impressa, a uma pessoa ou a uma organização, para comunicar-lhe algo. (Houaiss) Obs.: a Unicamp pode, eventualmente, solicitar uma carta pessoal. Nesse caso, recomenda-se levar em conta não apenas o autor da carta (definido pela Banca), mas também o interlocutor (destinatário da carta), a fim de escolher a linguagem mais apropriada. Depoimento: declaração da testemunha sobre determinado fato, do qual tem conhecimento ou que se relacione com seus interesses e que figura no processo como prova testemunhal. (Houaiss) Obs.: a Unicamp pode vir a propor a elaboração de um depoimento num contexto diferente do jurídico. Um relato pessoal, de caráter instrutivo, é um exemplo do que pode ser solicitado. Diário: caderno, livro etc. em que alguém registra diária ou quase diariamente os acontecimentos de sua vida, seus pensamentos etc. (Aulete) Resumo: condensação em poucas palavras do que foi dito ou escrito mais extensamente. (Michaelis) Resenha: análise crítica ou informativa de um livro; recensão. (Houaiss) Entrevista: diálogo conduzido por um jornalista com o fim de realizar matéria sobre a pessoa escolhida ou assunto de sua especialidade. (Aulete) Editorial: artigo em que se discute uma questão, apresentando o ponto de vista do jornal, da empresa jornalística ou do redator-chefe; artigo de fundo. (Houaiss) Texto científico: transmite, de modo claro e inteligível, conhecimento de natureza científica. Utiliza-se de recursos variados, como exemplos, comparações, relações de causa e efeito, resultado de pesquisas e testes, dados estatísticos, circunstância etc. (Aulete) Sinopse: relato breve; síntese, sumário. Ex.: sinopse de um filme, de um livro, de uma ópera. (Houaiss) Anúncio: mensagem que procura transmitir ao público, por meio de recursos técnicos e através dos veículos de comunicação, as qualidades e eventuais benefícios de determinada marca, produto, serviço ou instituição. (Houaiss) Panfleto: texto curto, violento e sensacionalista, geralmente sobre assuntos políticos, impresso em folha avulsa ou folheto, e de distribuição limitada. (Houaiss) Folder: impresso de pequeno porte, constituído de uma só folha de papel com uma ou mais dobras, e que apresenta conteúdo informativo ou publicitário; folheto. (Houaiss) Obs.: o folder pode também ter utilidade educativa, visando a oferecer orientação sobre assuntos como saúde, prevenção, segurança etc. Pode ainda conter instruções sobre como comportar-se diante de determinada ocorrência. Abaixo-assinado: documento coletivo, de caráter público ou restrito, que torna manifesta a opinião de grupo e/ou comunidade, ou representa os interesses dos que o assinam. (Houaiss) Artigo de opinião: texto jornalístico que expõe a opinião do autor sobre determinado assunto, em geral de interesse dos leitores de periódicos como jornais e revistas. Verbete: cada uma das entradas (palavras listadas) de um dicionário, enciclopédia etc., que contém informações sobre um assunto (o significado de uma palavra, p. ex.) (Aulete) Comentário: apreciação, análise, opinião expressa sobre um fato, uma situação, uma circunstância etc. (Aulete)

3 Especial Unicamp - 3

4 4-

5 - 5

6 6-

7 Simulado Unicamp Texto 1 Leia a matéria abaixo, publicada no site Imagine que você seja um professor de uma escola particular que se interessou pelo artigo sobre educação inclusiva e decidiu divulgá-lo no site de sua escola. Para isso, fez uma pequena entrevista com o fundador do Instituto Rodrigo Mendes, que assina o texto abaixo. Crie essa entrevista, marcada pelo discurso oral formal, na qual deverão constar, necessariamente: três perguntas que explorem dados importantes da matéria; e as respectivas respostas, também com base na matéria. Lembre-se de que não deverá recorrer à mera colagem de trechos do texto lido. A MIOPIA DO MODELO SEGREGADOR DE ENSINO Recentemente, visitei a escola estadual Clarisse Fecury, situada na periferia de Rio Branco (Acre). Ela atende a 611 estudantes, dos quais 27 têm algum tipo de deficiência. A natural interação entre crianças que, até pouco tempo, eram privadas do convívio social, é inspiradora. Alunos com limitações cognitivas e motoras participam da sala de aula comum e recebem atendimento especializado na própria escola, em horário complementar. As aulas de Libras (Língua Brasileira de Sinais) são frequentadas por todos, não só por crianças surdas. Liderança comunitária, investimento contínuo em formação de educadores e reuniões diárias de planejamento são algumas das estratégias que explicam o êxito da escola na criação de condições genuínas de socialização e aprendizagem. De acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pela ONU em 2006, os países devem assegurar um sistema de educação inclusiva em todos os níveis de ensino. O Brasil, signatário, aprovou uma avançada legislação a respeito no governo Lula. A diretriz é que toda criança com deficiência, transtorno global de desenvolvimento ou altas habilidades (segmentos tradicionalmente encaminhados para escolas especiais) seja matriculada na rede regular de ensino e estude em classes comuns. O atendimento especializado continua a existir, porém, como um complemento realizado no contraturno do ensino regular. Apesar de coerente com o pensamento contemporâneo sobre pedagogia e direitos humanos, temos observado uma série de grupos que resistem a esse modelo. Em resumo, argumentam que os educadores não estão preparados, as escolas não têm infraestrutura adequada e as crianças com deficiência não conseguirão acompanhar o desenvolvimento dos outros alunos, podendo até atrapalhá-los. Defendem, portanto, a permanência dessas crianças na escola especial onde, duvidosamente, seriam melhor acolhidas e teriam maiores possibilidades de aprendizagem. Para quem nunca teve a oportunidade de refletir sobre o assunto, tais argumentos podem soar razoáveis. No entanto, em primeiro lugar, não é de hoje que as pesquisas sobre o processo de aprendizagem indicam que toda criança aprende, sejam quais forem suas particularidades intelectuais, sensoriais e físicas. Esse processo é singular e significativamente estimulado pela interação com pessoas diferentes. Em segundo lugar, não há dúvida de que a construção de uma rede de ensino inclusiva é extremamente desafiadora. Entre outras coisas, exige comprometimento e disposição para mudanças estruturais. Além de ser um direito, a educação inclusiva é uma resposta inteligente às demandas do mundo contemporâneo. Incentiva uma pedagogia não homogeneizadora e desenvolve competências interpessoais. A sala de aula deveria espelhar a diversidade humana, não escondê-la. Claro que isso gera novas tensões e conflitos, mas também estimula as habilidades morais para a convivência democrática. O resultado final, desfocado pela miopia de alguns, é uma educação melhor para todos. Rodrigo Hübner Mendes, fundador do Instituto Rodrigo Mendes - 7

8 Texto 2 Imagine que você seja um estudante do Ensino Médio que, ao navegar em uma página da internet especializada em saúde, se depara com uma reportagem que revela um aumento no número de jovens contaminados pela Aids. Você decide, então, criar um folder, a ser distribuído na escola em que você estuda. No folder, você deverá: destacar o aumento do número de jovens infectados pelo vírus HIV; apontar três causas desse aumento; oferecer dicas de prevenção da contaminação; incentivar os jovens a buscarem informação, indicando os locais onde poderão obter orientação. Uma geração que desconhece a Aids Dúvidas sobre a doença representam 85% das perguntas enviadas a uma rede social gerenciada pelo governo e que tem os jovens como público-alvo. O aumento no índice de pessoas com idade entre 15 e 24 anos infectadas pelo vírus da Aids, confrontado com o fato de as principais dúvidas registradas em rede social montada pelo governo estarem relacionadas ao tema, mostra que a doença ainda é uma incógnita entre os jovens brasileiros. O perfil do Ministério da Saúde na internet dedicado a perguntas e respostas, o Formspring, é recheado de questionamentos com relações ao vírus, aos sintomas, ao diagnóstico e às formas de contágio. Um levantamento realizado pela pasta a pedido do Correio mostra que, de 1º de dezembro de 2011 a 15 de janeiro deste ano, 85% das 475 perguntas registradas na rede foram relacionadas à Aids e a outras doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). A falta de informação não é novidade para a coordenadora do Instituto Vida Positiva, Vicky Tavares. Segundo ela, os números só mostram que os jovens não entendem a gravidade da doença. "Eles acham que nunca serão contaminados. Quem tem menos de 30 anos não viveu o horror da doença nas décadas de 1980 e 1990", frisa. Vicky acredita que o fato de existir tratamento e de ter como controlar a doença faz com que os jovens assumam outras prioridades. "Eles têm mais medo da gravidez do que da Aids", destaca. O último Boletim Epidemiológico (ano-base 2010) mostra que, enquanto o índice de pessoas infectadas em todo o país estabilizou, o número de casos entre jovens passou de em 2005 para em O Distrito Federal é um exemplo desse aumento. De modo geral, houve queda nos registros de casos da doença na capital do país, mas [houve] um avanço no número de mortes de jovens de 15 a 24 anos soropositivos de dois casos em 2006 para sete em Em todas as faixas etárias, foram registradas 116 mortes, o mesmo índice de Soropositivo, Roberto Pereira*, 15 anos, contraiu a doença no parto. Ele conta que seus amigos não têm ideia do que seja ter Aids nem acreditam estar sujeitos ao vírus. "Eles acham que só quem é magro tem HIV. Pensam que meninas bonitas nunca poderão contaminar alguém. Alguns ainda acham que é mentira, que a transmissão não é fácil", afirma o jovem alto e de porte atlético. O psicólogo e coordenador do Polo de Prevenção à DST/Aids da Universidade de Brasília, Mário Ângelo Silva, explica que existe uma relação muito estreita entre o aumento no número de infectados e a falta de consciência do risco, considerando que os jovens estão em uma situação de maior vulnerabilidade por estarem iniciando a vida sexual. A desinformação aliada ao preconceito, segundo ele, faz com que os jovens, quando têm dúvidas sobre a doença, procurem canais de comunicação que vão além da família, dos médicos e dos professores. "A dificuldade no acesso aos postos de saúde é grande, tanto para conseguir preservativo quanto para tirar dúvidas. Em alguns casos, é preciso marcar uma consulta. Isso faz com que os jovens apelem para esses canais, muitas vezes de forma anônima, para que possam mostrar quais preocupações e problemas estão enfrentando", destaca. "O assunto ainda é um tabu e também não faz parte do que é discutido na escola". *Nome fictício Disponível em: 8-

Primeiro Segmento equivalente à alfabetização e às quatro primeiras séries do Ensino Fundamental (1ª à 4ª série).

Primeiro Segmento equivalente à alfabetização e às quatro primeiras séries do Ensino Fundamental (1ª à 4ª série). INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A EJA 1- Você se matriculou em um CURSO DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA). Esse curso tem a equivalência do Ensino Fundamental. As pessoas que estudam na EJA procuram um curso

Leia mais

I Seminário Nacional de Controle Social A sociedade no acompanhamento da gestão pública Brasília, 25, 26 e 27 de Set/2009

I Seminário Nacional de Controle Social A sociedade no acompanhamento da gestão pública Brasília, 25, 26 e 27 de Set/2009 I Seminário Nacional de Controle Social A sociedade no acompanhamento da gestão pública Brasília, 25, 26 e 27 de Set/2009 Observatório da Educação participação e controle da sociedade civil nas políticas

Leia mais

Falta preparo para inclusão de crianças com deficiência na escola regular

Falta preparo para inclusão de crianças com deficiência na escola regular Entrevistas PARTICIPAÇÃO, DIREITOS E CIDADANIA Falta preparo para inclusão de crianças com deficiência na escola regular 1 DE JUNHO DE 2015 A inclusão da pessoa com deficiência na escola regular está prevista

Leia mais

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA LEITURA NA PONTA DA LÍNGUA E ESCRITA NA PONTA DO LÁPIS

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA LEITURA NA PONTA DA LÍNGUA E ESCRITA NA PONTA DO LÁPIS PROJETO DE LEITURA E ESCRITA LEITURA NA PONTA DA LÍNGUA E ESCRITA NA PONTA DO LÁPIS A língua é um sistema que se estrutura no uso e para o uso, escrito e falado, sempre contextualizado. (Autor desconhecido)

Leia mais

Curso de Especialização em GESTÃO EM SAÚDE MENTAL

Curso de Especialização em GESTÃO EM SAÚDE MENTAL Curso de Especialização em GESTÃO EM SAÚDE MENTAL ÁREA DO CONHECIMENTO: Saúde. NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em Gestão em Saúde Mental. PERFIL PROFISSIONAL: Entender

Leia mais

Curso de Especialização EM ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL

Curso de Especialização EM ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL Curso de Especialização EM ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL ÁREA DO CONHECIMENTO: Educação Gestão Educacional NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em Administração

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA OS GRUPOS QUE ESTÃO PRODUZINDO UMA: REPORTAGEM Tipos de Textos Características

Leia mais

II PRÊMIO OCB/MS DE JORNALISMO

II PRÊMIO OCB/MS DE JORNALISMO O II PRÊMIO OCB/MS DE JORNALISMO é um programa institucional desenvolvido pelo Sistema OCB-SESCOOP/MS - Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado no Mato Grosso do Sul e Serviço Nacional

Leia mais

SITUAÇÃO DE PRODUÇÃO DA RESENHA NO ENSINO SUPERIOR

SITUAÇÃO DE PRODUÇÃO DA RESENHA NO ENSINO SUPERIOR RESENHA Neste capítulo, vamos falar acerca do gênero textual denominado resenha. Talvez você já tenha lido ou elaborado resenhas de diferentes tipos de textos, nas mais diversas situações de produção.

Leia mais

TRABALHO PEDAGÓGICO NA PERSPECTIVA DE UMA ESCOLA INCLUSIVA. Profa. Maria Antonia Ramos de Azevedo UNESP/Rio Claro. razevedo@rc.unesp.

TRABALHO PEDAGÓGICO NA PERSPECTIVA DE UMA ESCOLA INCLUSIVA. Profa. Maria Antonia Ramos de Azevedo UNESP/Rio Claro. razevedo@rc.unesp. TRABALHO PEDAGÓGICO NA PERSPECTIVA DE UMA ESCOLA INCLUSIVA Profa. Maria Antonia Ramos de Azevedo UNESP/Rio Claro. razevedo@rc.unesp.br O que é educação inclusiva? Inclusão é um processo de aprendizagem

Leia mais

Vamos começar nossos estudos e descobertas????????

Vamos começar nossos estudos e descobertas???????? Aula 07 RESUMO E RESENHA Vamos iniciar nossos estudos???? Você já deve ter observado que pedimos que leia determinados textos e escreva o que entendeu, solicitamos que escreva o que o autor do texto quis

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

MS divulga retrato do comportamento sexual do brasileiro

MS divulga retrato do comportamento sexual do brasileiro MS divulga retrato do comportamento sexual do brasileiro Notícias - 18/06/2009, às 13h08 Foram realizadas 8 mil entrevistas com homens e mulheres entre 15 e 64 anos. A análise das informações auxiliará

Leia mais

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos!

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! Documento final aprovado por adolescentes dos Estados do Amazonas, da Bahia, do Ceará, do Mato Grosso,

Leia mais

MEDIA TRANNING. Giovana Cunha. Coordenadora de Rádio e TV - TST giovana.cunha@tst.jus.br

MEDIA TRANNING. Giovana Cunha. Coordenadora de Rádio e TV - TST giovana.cunha@tst.jus.br MEDIA TRANNING Giovana Cunha COMO AGIR DIANTE DA IMPRENSA É muito comum o entrevistado se queixar que o jornalista não reproduziu corretamente as informações fornecidas na entrevista. O jornalista normalmente

Leia mais

Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental

Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental Resumo Este projeto propõe a discussão da Década de Ações para a Segurança no Trânsito e a relação dessa com o cotidiano dos alunos, considerando como a prática

Leia mais

1» A revolução educacional e a educação em valores 11

1» A revolução educacional e a educação em valores 11 Sumário Introdução 9 1» A revolução educacional e a educação em valores 11 Introdução 12 As causas da revolução educacional 12 O triplo desafio pedagógico 14 Da transmissão à educação 15 O que pretende

Leia mais

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PORTUGUESA DE LÍNGUA. Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) MARÇO

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PORTUGUESA DE LÍNGUA. Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) MARÇO EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA PORTUGUESA MARÇO 2013 Expectativas de Aprendizagem de Língua Portuguesa dos anos iniciais do Ensino Fundamental 1º ao 5º ano Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1º

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO TEMPOS DE ESCOLA 2015 (7ª EDIÇÃO)

REGULAMENTO DO CONCURSO TEMPOS DE ESCOLA 2015 (7ª EDIÇÃO) REGULAMENTO DO CONCURSO TEMPOS DE ESCOLA 2015 (7ª EDIÇÃO) 1. Regulamento do Concurso Tempos de Escola 2015 1.1. O concurso O Concurso Tempos de Escola - 7ª edição é uma iniciativa do Instituto Votorantim,

Leia mais

Colégio Monteiro Lobato

Colégio Monteiro Lobato Colégio Monteiro Lobato Disciplina: Anual 2013 Redação Professor (a): Barbara Venturoso Série: 6º ano Turma: A PLANEJAMENTO ANUAL 2013 Plano de curso Conteúdos Procedimentos Objetivos Avaliações 1º Trimestre

Leia mais

ANÁLISE DOS TERMOS DE DESIGNAÇÃO PARA INCLUSÃO EDUCACIONAL NO WEBJORNALISMO

ANÁLISE DOS TERMOS DE DESIGNAÇÃO PARA INCLUSÃO EDUCACIONAL NO WEBJORNALISMO ANÁLISE DOS TERMOS DE DESIGNAÇÃO PARA INCLUSÃO EDUCACIONAL NO WEBJORNALISMO PALAVRAS-CHAVE: Análise, Educação, Inclusão. Lucas Lameira Martins RESUMO Este artigo tem como objetivo apresentar um trabalho

Leia mais

As 11 dúvidas mais frequentes

As 11 dúvidas mais frequentes As 11 dúvidas mais frequentes Deyse Campos Assessora de Educação Infantil dcampos@positivo.com.br Frequentemente recebemos solicitações de professores de escolas que estão utilizando o Sistema Positivo

Leia mais

Curso de Especialização em SUPERVISÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL

Curso de Especialização em SUPERVISÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL Curso de Especialização em SUPERVISÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL ÁREA DO CONHECIMENTO: Educação NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em Supervisão e Orientação Educacional.

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

inglês MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DE EDIÇÕES SM Comparativos Curriculares SM língua estrangeira moderna ensino médio

inglês MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DE EDIÇÕES SM Comparativos Curriculares SM língua estrangeira moderna ensino médio MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DE EDIÇÕES SM língua estrangeira moderna Comparativos Curriculares SM inglês ensino médio A coleção Alive High Língua Estrangeira Moderna Inglês e o currículo do Estado de Goiás

Leia mais

Crack: o drama de uma escolha 1. Isadora Nicastro Schwanke JULIÃO 2 Ana Paula MIRA 3 Universidade Positivo, PR

Crack: o drama de uma escolha 1. Isadora Nicastro Schwanke JULIÃO 2 Ana Paula MIRA 3 Universidade Positivo, PR Crack: o drama de uma escolha 1 Isadora Nicastro Schwanke JULIÃO 2 Ana Paula MIRA 3 Universidade Positivo, PR RESUMO Esse trabalho se propõe a explicar o processo de produção da reportagem Crack: o drama

Leia mais

A INCLUSÃO ESCOLAR DE UM ALUNO SURDO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO DO CARIRI ORIENTAL DA PARAÍBA

A INCLUSÃO ESCOLAR DE UM ALUNO SURDO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO DO CARIRI ORIENTAL DA PARAÍBA A INCLUSÃO ESCOLAR DE UM ALUNO SURDO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO DO CARIRI ORIENTAL DA PARAÍBA 1.0 INTRODUÇÃO JUSCIARA LOURENÇO DA SILVA (UEPB) VIVIANA DE SOUZA RAMOS (UEPB) PROFESSOR ORIENTADOR: EDUARDO

Leia mais

Voluntariado. Cabe na sua vida. Ser voluntário #issomudaomundo NOTÍCIAS. Ação Estudar Vale a Pena mobiliza mais de 800 voluntários Itaú Unibanco

Voluntariado. Cabe na sua vida. Ser voluntário #issomudaomundo NOTÍCIAS. Ação Estudar Vale a Pena mobiliza mais de 800 voluntários Itaú Unibanco NOTÍCIAS Ação Estudar Vale a Pena mobiliza mais de 800 voluntários Itaú Unibanco Mobilizar. Colaborar. Transformar. Muitas foram as motivações que levaram você e mais 791 colaboradores Itaú Unibanco (e

Leia mais

COMO TORNAR O ESTUDO E A APRENDIZAGEM MAIS EFICAZES

COMO TORNAR O ESTUDO E A APRENDIZAGEM MAIS EFICAZES COMO TORNAR O ESTUDO E A APRENDIZAGEM MAIS EFICAZES 1 Eficácia nos estudos 2 Anotação 2.1 Anotações corridas 2.2 Anotações esquemáticas 2.3 Anotações resumidas 3 Sublinha 4 Vocabulário 5 Seminário 1 EFICÁCIA

Leia mais

PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº, DE 2009

PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº, DE 2009 PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº, DE 2009 Acrescenta o art. 220-A à Constituição Federal, para dispor sobre a exigência do diploma de curso superior de comunicação social, habilitação jornalismo, para

Leia mais

Coordenadora Institucional Profª Helenise Sangoi Antunes. Coordenadora Adjunta Profª Liane Teresinha Wendling Roos

Coordenadora Institucional Profª Helenise Sangoi Antunes. Coordenadora Adjunta Profª Liane Teresinha Wendling Roos SONHE Seja o que você quer ser, porque você possui apenas uma vida e nela só se tem uma chance de fazer aquilo que quer. Tenha felicidade bastante para fazê-la doce. Dificuldades para fazê-la forte. Tristeza

Leia mais

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO FACULDADE DE ESTUDOS SOCIAIS DO ESPÍRITO SANTO FACULDADE PIO XII REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ( 6º PERÍODO/2013-7º PERÍODO/2014-8º PERÍODO/2014 ) Cariacica 2013/2014 FACULDADE DE ESTUDOS

Leia mais

Curso de Especialização em PEDAGOGIA SOCIAL E ELABORAÇÃO DE PROJETOS

Curso de Especialização em PEDAGOGIA SOCIAL E ELABORAÇÃO DE PROJETOS Curso de Especialização em PEDAGOGIA SOCIAL E ELABORAÇÃO DE PROJETOS ÁREA DO CONHECIMENTO: Educação. Administração. NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em Pedagogia Social

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DA BAHIA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DA BAHIA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DA BAHIA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO Manual com normas para solicitação de produção e publicação de material informativo jornalístico no site, lista de

Leia mais

TRABALHO INTERDISCIPLINAR 9º ANO 2013

TRABALHO INTERDISCIPLINAR 9º ANO 2013 TRABALHO INTERDISCIPLINAR 9º ANO 2013 1. Tema As relações interpessoais na atualidade. 2. Delimitação do tema As relações humanas e a socialização. 3. Problema Qual a importância das relações interpessoais

Leia mais

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1.1 APRESENTAÇÃO O Plano de Comunicação e Participação Social subsidiará a elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana, criando as bases para

Leia mais

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES EDIT MARIA ALVES SIQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA). Resumo Diferentes instrumentos de avaliação (ENEM, SIMAVE) tem diagnosticado o despreparo dos alunos

Leia mais

Diretrizes Curriculares ENADE 2012. Curso de: Publicidade e Propaganda

Diretrizes Curriculares ENADE 2012. Curso de: Publicidade e Propaganda Diretrizes Curriculares ENADE 2012 Curso de: Publicidade e Propaganda MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA PORTARIA MEC Nº207 DE 22 DE JUNHO DE

Leia mais

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA!

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! NOSSA VISÃO Um mundo mais justo, onde todas as crianças e todos os adolescentes brincam, praticam esportes e se divertem de forma segura e inclusiva. NOSSO

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Médio Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: SÃO CARLOS Área de conhecimento: Ciências da Natureza e suas Tecnologias. Componente Curricular: BIOLOGIA Série:

Leia mais

necessidades destes alunos, a despeito das tendências jurídico-normativas e das diretrizes educacionais. Em face disso, este estudo analisou a

necessidades destes alunos, a despeito das tendências jurídico-normativas e das diretrizes educacionais. Em face disso, este estudo analisou a A FORMAÇÃO CONTINUADA E O CONHECIMENTO DOS PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA SOBRE O TEMA DA INCLUSÃO DOS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS LIMA, Lana Ferreira de UFG GT-15: Educação Especial Introdução

Leia mais

Curso de Especialização em GESTÃO EM SAÚDE DA PESSOA IDOSA

Curso de Especialização em GESTÃO EM SAÚDE DA PESSOA IDOSA Curso de Especialização em GESTÃO EM SAÚDE DA PESSOA IDOSA ÁREA DO CONHECIMENTO: Administração e Serviço social. NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em Gestão em Saúde da Pessoa

Leia mais

Protagonismo Juvenil 120ª Reunião da CNAIDS. Diego Callisto RNAJVHA / Youth Coalition for Post-2015

Protagonismo Juvenil 120ª Reunião da CNAIDS. Diego Callisto RNAJVHA / Youth Coalition for Post-2015 Protagonismo Juvenil 120ª Reunião da CNAIDS Diego Callisto RNAJVHA / Youth Coalition for Post-2015 E como está a juventude HOJE aos olhos da sociedade? - 22% perderam a virgindade antes dos 15 anos - 18%

Leia mais

Modelo de Plano de Ação

Modelo de Plano de Ação Modelo de Plano de Ação Para a implementação da Estratégia Multimodal da OMS para a Melhoria da Higiene das Mãos Introdução O Modelo de Plano de Ação é proposto para ajudar os representantes de estabelecimentos

Leia mais

Kit de Apoio à Gestão Pública 1

Kit de Apoio à Gestão Pública 1 Kit de Apoio à Gestão Pública 1 Índice CADERNO 3: Kit de Apoio à Gestão Pública 3.1. Orientações para a reunião de Apoio à Gestão Pública... 03 3.1.1. O tema do Ciclo 4... 03 3.1.2. Objetivo, ações básicas

Leia mais

Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos.

Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos. Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos. Daiane Pacheco-USC pedagogia - daiaspacheco@gmail.com; Carla Viviana-USC pedagogia- vivianamaximino@hotmail.com; Kelly Rios-USC

Leia mais

INÉDITO! COM ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO

INÉDITO! COM ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO GRUPO SANTA RITA INSCRIÇÕES ABERTAS! PÓS-GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO LATO SENSU MENSALIDADE R e R$ MEC CURSOS AUTORIZADOS s o lu ç ã o C N E /C n ES 1, º. 7 149, /2 6 / 8 FACULDADES EDUCAÇÃO COM ÁREAS DE

Leia mais

Ajuda ao SciEn-Produção 1. 1. O Artigo Científico da Pesquisa Experimental

Ajuda ao SciEn-Produção 1. 1. O Artigo Científico da Pesquisa Experimental Ajuda ao SciEn-Produção 1 Este texto de ajuda contém três partes: a parte 1 indica em linhas gerais o que deve ser esclarecido em cada uma das seções da estrutura de um artigo cientifico relatando uma

Leia mais

MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA

MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA ORIENTAÇÕES PARA OS ESTUDOS EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Caro (a) Acadêmico (a), Seja bem-vindo (a) às disciplinas ofertadas na modalidade a distância.

Leia mais

Elaboração de pauta para telejornal

Elaboração de pauta para telejornal Elaboração de pauta para telejornal Pauta é a orientação transmitida aos repórteres pelo pauteiro, profissional responsável por pensar de que forma a matéria será abordada no telejornal. No telejornalismo,

Leia mais

Oficina inaugural de produção textual sobre o texto narrativo

Oficina inaugural de produção textual sobre o texto narrativo Oficina inaugural de produção textual sobre o texto narrativo Caro Monitor, Esta oficina tem como objetivo geral favorecer o primeiro contato do aluno da EJA Ensino Fundamental com o tipo textual que será

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

A Educação Bilíngüe. » Objetivo do modelo bilíngüe, segundo Skliar:

A Educação Bilíngüe. » Objetivo do modelo bilíngüe, segundo Skliar: A Educação Bilíngüe Proposta de educação na qual o bilingüismo atua como possibilidade de integração do indivíduo ao meio sociocultural a que naturalmente pertence.(eulália Fernandes) 1 A Educação Bilíngüe»

Leia mais

Guia do aluno Informações Básicas

Guia do aluno Informações Básicas Guia do aluno Informações Básicas Pensando no processo de aproximação entre você e as tecnologias digitais que assegurarão um bom desempenho, criamos este guia com dicas para que você saiba como começar

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/ NÚCLEO DE APOIO À INCLUSÃO DO ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/ NÚCLEO DE APOIO À INCLUSÃO DO ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS Nome da Instituição: Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/ NÚCLEO DE APOIO À INCLUSÃO DO ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS Responsável pelo preenchimento das informações: HELIANE

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA Diretoria de Políticas de Formação, Materiais Didáticos e Tecnologias para a Educação Básica Coordenação Geral de Materiais Didáticos PARA NÃO ESQUECER:

Leia mais

Módulo 4 Criando Exemplos para Aprendizagem

Módulo 4 Criando Exemplos para Aprendizagem Módulo 4 Criando Exemplos para Aprendizagem Este Caderno de Anotações é usado para o do Programa Intel Educar. No decorrer do curso você pode registrar seus pensamentos on-line ou em uma cópia impressa

Leia mais

Curso de Especialização em GESTÃO E LOGÍSTICA HOSPITALAR

Curso de Especialização em GESTÃO E LOGÍSTICA HOSPITALAR Curso de Especialização em GESTÃO E LOGÍSTICA HOSPITALAR ÁREA DO CONHECIMENTO: Administração e Saúde. NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em Gestão e Logística Hospitalar.

Leia mais

Prêmio Vivaleitura. Dicas para se inscrever no. e outros projetos...

Prêmio Vivaleitura. Dicas para se inscrever no. e outros projetos... Dicas para se inscrever no Prêmio Vivaleitura e outros projetos... 2011 Vaga Lume R. Aspicuelta, 678 Vila Madalena São Paulo SP 05433-011 (11) 3032-6032 www.vagalume.org.br falecom@vagalume.org.br 1) Apresentação

Leia mais

Faculdade de Direito Ipatinga Núcleo de Investigação Científica e Extensão NICE Coordenadoria de Extensão. Identificação da Ação Proposta

Faculdade de Direito Ipatinga Núcleo de Investigação Científica e Extensão NICE Coordenadoria de Extensão. Identificação da Ação Proposta Faculdade de Direito Ipatinga Núcleo de Investigação Científica e Extensão NICE Coordenadoria de Extensão Identificação da Ação Proposta Área do Conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas Área Temática:

Leia mais

1 Briefing de Criação

1 Briefing de Criação 1 Briefing de Criação Antecedentes do processo de criação Para se criar uma campanha ou mesmo uma única peça é imprescindível que antes seja feito um briefing para orientar o trabalho do planejamento,

Leia mais

Mediakit Janeiro/2015

Mediakit Janeiro/2015 Mediakit Janeiro/2015 Quem somos? O Viajadora é um blog feito por duas amigas de infância que gostam de viajar gastando o mínimo possível, mas aproveitando ao máximo. De tanto dar dicas para os amigos,

Leia mais

SÉRIES INDICADAS 8.º e 9.º ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio.

SÉRIES INDICADAS 8.º e 9.º ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio. SÉRIES INDICADAS 8.º e 9.º ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio. RESUMO Nós, jovens brasileiros, é uma continuidade do conhecido Este jovem brasileiro, sucesso do portal por 6 edições consecutivas.

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO PLANO DE ENSINO. Modalidade de Ensino: Componente Curricular: Comunicação e Linguagem

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO PLANO DE ENSINO. Modalidade de Ensino: Componente Curricular: Comunicação e Linguagem 1 IDENTIFICAÇÃO Curso: INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO Licenciatura em Química Componente Curricular: Comunicação e Linguagem PLANO DE ENSINO Modalidade de Ensino: Superior

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID DETALHAMENTO DO SUBPROJETO 1. Unidade: 2. Área do Subprojeto: Dourados 3. Curso(s) envolvido(s) na proposta: Letras - Inglês Obs.: Para proposta

Leia mais

Curso de Especialização em EDUCAÇÃO INCLUSIVA, ESPECIAL E POLÍTICAS DE INCLUSÃO

Curso de Especialização em EDUCAÇÃO INCLUSIVA, ESPECIAL E POLÍTICAS DE INCLUSÃO Curso de Especialização em EDUCAÇÃO INCLUSIVA, ESPECIAL E POLÍTICAS DE INCLUSÃO ÁREA DO CONHECIMENTO: Educação NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em Educação Inclusiva, Especial

Leia mais

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Na parte final da fase 1 do projecto Processo de Avaliação em Contextos Inclusivos foi discutido o conceito processo de avaliação inclusiva e prepararam-se

Leia mais

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE 2013 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE PADI DA FACULDADE DE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÃDO

Leia mais

POLÍTICA DE VOLUNTARIADO DA CEMIG SAÚDE

POLÍTICA DE VOLUNTARIADO DA CEMIG SAÚDE POLÍTICA DE VOLUNTARIADO DA CEMIG SAÚDE Av. Barbacena, 472 8º andar Barro Preto CEP: 30190-130 Belo Horizonte/MG Tel.: 3253.4917 E-mail: renata.gontijo@cemigsaude.org.br Portal Corporativo: www.cemigsaude.org.br

Leia mais

Faculdade Campo Limpo Paulista. Projeto Práticas de Letramento 2013

Faculdade Campo Limpo Paulista. Projeto Práticas de Letramento 2013 Faculdade Campo Limpo Paulista Projeto Práticas de Letramento 2013 Fernando Roberto Campos fevereiro de 2013 I Apresentação O projeto Práticas de Letramento é realizado na Faccamp desde 2009, tem como

Leia mais

Mídia kit Outubro/2015

Mídia kit Outubro/2015 Mídia kit Outubro/2015 Quem somos? O Viajadora é um blog feito por duas amigas de infância que gostam de viajar gastando o mínimo possível, mas aproveitando ao máximo. De tanto dar dicas para os amigos,

Leia mais

A realidade dos alunos trazida para a sala de aula. Ao ser perguntado Que possibilidade(s) de escrita(s) os seus alunos

A realidade dos alunos trazida para a sala de aula. Ao ser perguntado Que possibilidade(s) de escrita(s) os seus alunos INTERAÇÕES EM SALA DE AULA Autor: CARDON, Felipe Raskin Felipe Raskin Cardon 1 Resumo: Neste Estudo Piloto, relacionar-se-ão algumas citações do artigo A construção social da linguagem escrita na criança,

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA, LICENCIATURA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O presente

Leia mais

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Guia do Educador CARO EDUCADOR ORIENTADOR Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 2. PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Objetivo GERAL 5 METODOLOGIA 5 A QUEM SE DESTINA? 6 O QUE

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL (Capítulo X, artigo 38º, ponto 4, portaria 60/2012 de 29 de Maio)

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL (Capítulo X, artigo 38º, ponto 4, portaria 60/2012 de 29 de Maio) PROGRAMA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL (Capítulo X, artigo 38º, ponto 4, portaria 60/2012 de 29 de Maio) PROGRAMA de EDUCAÇÃO ESPECIAL O presente documento destina-se a fazer cumprir o disposto no Decreto Legislativo

Leia mais

MIDIA KIT. Aqui você fica atualizado. www.noticiasdealagoinhas.com.br

MIDIA KIT. Aqui você fica atualizado. www.noticiasdealagoinhas.com.br MIDIA KIT Aqui você fica atualizado. www.noticiasdealagoinhas.com.br Sobre nosso site O Notícias de Alagoinhas hoje é o portal mais completo da cidade. Somos um Canal de comunicação online que integra

Leia mais

Os requisitos de patenteabilidade, previstos na Lei de Propriedade Industrial 9.279/96, são:

Os requisitos de patenteabilidade, previstos na Lei de Propriedade Industrial 9.279/96, são: Quais os requisitos de patenteabilidade? Os requisitos de patenteabilidade, previstos na Lei de Propriedade Industrial 9.279/96, são: (1) Novidade - a matéria objeto da pesquisa precisa ser nova, ou melhor,

Leia mais

Você conhece a Medicina de Família e Comunidade?

Você conhece a Medicina de Família e Comunidade? Texto divulgado na forma de um caderno, editorado, para a comunidade, profissionais de saúde e mídia SBMFC - 2006 Você conhece a Medicina de Família e Comunidade? Não? Então, convidamos você a conhecer

Leia mais

SEXUALIDADE NA EDUCAÇÃO: PRÁTICAS INTEGRATIVAS SOBRE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

SEXUALIDADE NA EDUCAÇÃO: PRÁTICAS INTEGRATIVAS SOBRE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS SEXUALIDADE NA EDUCAÇÃO: PRÁTICAS INTEGRATIVAS SOBRE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS Renata de Barros Oliveira (UFPE/CAV) José Phillipe Joanou Santos (UFPE/CAV) Janaina Patrícia Dos Santos (Escola Estadual

Leia mais

Como adquirir os materiais didáticos do Moderna.Compartilha

Como adquirir os materiais didáticos do Moderna.Compartilha Como adquirir os materiais didáticos do Moderna.Compartilha MODERNA.COMPARTILHA: INTEGRAR TECNOLOGIA E CONTEÚDOS A FAVOR DO APRENDIZADO. Os alunos deste século estão conectados com novas ideias, novas

Leia mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL: Dúvidas, Mitos e Verdades.

EDUCAÇÃO ESPECIAL: Dúvidas, Mitos e Verdades. EDUCAÇÃO ESPECIAL: Dúvidas, Mitos e Verdades. EDUCAÇÃO ESPECIAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA É A MESMA COISA? Educação Especial Modalidade de ensino que perpassa todos os níveis, sendo ofertada aos alunos com

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE ACOMPANHAMENTO E ORIENTAÇÃO DO ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES CAPÍTULO I

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE ACOMPANHAMENTO E ORIENTAÇÃO DO ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES CAPÍTULO I REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE ACOMPANHAMENTO E ORIENTAÇÃO DO ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES Dispõe sobre o Acompanhamento e Orientação do Estágio do Curso Superior de

Leia mais

Serviço Público. Manutenção e Suporte em Informática

Serviço Público. Manutenção e Suporte em Informática Serviço Público Manutenção e Suporte em Informática Wilson Pedro Coordenador do Curso de Serviço Público etec_sp@ifma.edu.br Carla Gomes de Faria Coordenadora do Curso de Manutenção e Suporte em Informática

Leia mais

NORMAS DE ESTÁGIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA

NORMAS DE ESTÁGIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA 2015 SUMÁRIO 1 - DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 3 2 - OBJETIVO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO... 3 3 - ACOMPANHAMENTO E ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO... 4 4 - EXEMPLO DE ÁREAS PARA REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO...

Leia mais

ACOMPANHAMENTO GERENCIAL SANKHYA

ACOMPANHAMENTO GERENCIAL SANKHYA MANUAL DE VISITA DE ACOMPANHAMENTO GERENCIAL SANKHYA Material exclusivo para uso interno. O QUE LEVA UMA EMPRESA OU GERENTE A INVESTIR EM UM ERP? Implantar um ERP exige tempo, dinheiro e envolve diversos

Leia mais

PROJETO DE VIDA O PAPEL DA ESCOLA NA VIDA DOS JOVENS

PROJETO DE VIDA O PAPEL DA ESCOLA NA VIDA DOS JOVENS PROJETO DE VIDA O PAPEL DA ESCOLA NA VIDA DOS JOVENS O que é ensinado nas escolas prepara os alunos para concretizarem seus projetos na vida adulta? Para achar a resposta, entrevistamos jovens egressos

Leia mais

O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR: TRÊS ASPECTOS PARA CONSIDERAR

O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR: TRÊS ASPECTOS PARA CONSIDERAR Título do artigo: O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR: TRÊS ASPECTOS PARA CONSIDERAR Área: Gestão Coordenador Pedagógico Selecionadora: Maria Paula Zurawski 16ª Edição do Prêmio Victor Civita Educador

Leia mais

Esfera: 10 Função: 12 - Educação Subfunção: 367 - Educação Especial UO: 26298 - Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação

Esfera: 10 Função: 12 - Educação Subfunção: 367 - Educação Especial UO: 26298 - Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Programa 1374 Desenvolvimento da Educação Especial Numero de Ações 16 Ações Orçamentárias 0511 Apoio ao Desenvolvimento da Educação Especial Produto: Projeto apoiado UO: 26298 - Fundo Nacional de Desenvolvimento

Leia mais

:: Legislação. Unidade: Câmara de Educação Básica. Número: 79/2009 Ano: 2009. Ementa:

:: Legislação. Unidade: Câmara de Educação Básica. Número: 79/2009 Ano: 2009. Ementa: :: Legislação Unidade: Câmara de Básica Número: 79/2009 Ano: 2009 Ementa: Estabelece normas para a Especial, na Perspectiva da Inclusiva para todas as etapas e Modalidades da Básica no Sistema Estadual

Leia mais

REFLEXÕES PEDAGÓGICAS

REFLEXÕES PEDAGÓGICAS REFLEXÕES PEDAGÓGICAS A forma como trabalhamos, colaboramos e nos comunicamos está evoluindo à medida que as fronteiras entre os povos se tornam mais diluídas e a globalização aumenta. Essa tendência está

Leia mais

REDAÇÃO DISSERTAÇÃO AULA 5. Professora Sandra Franco

REDAÇÃO DISSERTAÇÃO AULA 5. Professora Sandra Franco REDAÇÃO AULA 5 Professora Sandra Franco DISSERTAÇÃO 1. Definição de Dissertação. 2. Roteiro para dissertação. 3. Partes da dissertação. 4. Prática. 5. Recomendações Gerais. 6. Leitura Complementar. 1.

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão Diretoria de Políticas de Educação Especial Inclusão A concepção da inclusão educacional expressa o conceito

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR

ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR INTRODUÇÃO Raquel de Oliveira Nascimento Susana Gakyia Caliatto Universidade do Vale do Sapucaí (UNIVÁS). E-mail: raquel.libras@hotmail.com

Leia mais

O estudante de Pedagogia deve gostar muito de ler e possuir boa capacidade de concentração porque receberá muitos textos teóricos para estudar.

O estudante de Pedagogia deve gostar muito de ler e possuir boa capacidade de concentração porque receberá muitos textos teóricos para estudar. PEDAGOGIA Você já deve ter ouvido alguém falar que o nível educacional de um povo é muito importante para o seu desenvolvimento e que a educação faz muita diferença na vida das pessoas, não é mesmo? Por

Leia mais

NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL - NOR 312

NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL - NOR 312 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL COD: NOR 312 APROVAÇÃO: Resolução DIREX Nº 009/2012 de 30/01/2012 NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO 1/17 ÍNDICE

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Médio ETEC PROF MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: TUPÃ/SP Área de conhecimento: LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS Componente Curricular: LÍNGUA ESTRANGEIRA

Leia mais

ESCOLA, LEITURA E A INTERPRETAÇÃO TEXTUAL- PIBID: LETRAS - PORTUGUÊS

ESCOLA, LEITURA E A INTERPRETAÇÃO TEXTUAL- PIBID: LETRAS - PORTUGUÊS ESCOLA, LEITURA E A INTERPRETAÇÃO TEXTUAL- PIBID: LETRAS - PORTUGUÊS RESUMO Juliana Candido QUEROZ (Bolsista) 1 ; Natália SILVA (Bolsista) 2, Leila BRUNO (Supervisora) 3 ; Sinval Martins S. FILHO (Coordenador)

Leia mais