TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA

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1 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA 1. GABINETE DO DESEMBARGADOR JOÃO ALVES DA SILVA DECISÃO MONOCRÁTICA AGRAVO DE INSTRUMENTO N /001 AGRAVANTE :CIGA Construções e Incorporações Ltda (Adv. Danilo de Sousa Mota) AGRAVADO :Condomínio Solar de Intermares II (Adv. Elmiro Farias Neto e outros) AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO EXECUTÓRIA DE OBRIGAÇÃO DE FAZER. CONSTRUTORA OBRIGADA A FAZER REPAROS EM IMÓVEL COMERCIALIZADO. FIXAÇÃO DE MULTA DIÁRIA POR ATRASO NO CUMPRIMENTO DA OBRIGAÇÃO. VALOR DENTRO DA RAZOABILIDADE. RECURSO EM CONFRONTO COM JURISPRUDÊNCIA PACÍFICA DO STJ. APLICAÇÃO DO ART. 557, DO CPC. SEGUIMENTO NEGADO. Em razão do caráter coercitivo e inibitório das astreintes, o vn 1/4., fixado deve ser significativamente razoável para evitar possíve descumprimento do provimento judicial. O artigo 557 do Código de Processo Civil permite ao relator negar seguimento ao recurso através de decisão monocrática, quando este estiver em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. Trata-se de Agravo de Instrumento interposto por Ciga Construções e Incorporações Ltda contra decisão lançada nos autos da ação de obrigação de fazer em que contende contra Condomínio Solar de Intermares II, que reduziu a fixação de multa diária pelo descumprimento da obrigação de R$ 1.000,00 (mil reais) para R$ 100,00 (cem reais). Que recorre da citada decisão entendendo que o valor encontrado a título de astreintes ainda se apresenta excessivo diante da obrigação de sanação dos vícios do imóvel. Informações pelo Juízo a quo. (fls. 221/222) Indeferido o efeito suspensivo. (fls. 233/235) Intimada, a parte recorrida não apresentou contra-razões.(fl.239) (fls. 240/242) A Procuradoria de Justiça não opinou sobre o mérito da demanda.

2 É o que o importa relatar. Decido. Cuida-se de Agravo de Instrumento aforado pela Ciga Construções e Incorporações Ltda contra decisão proferida na Ação de Execução de Obrigação de Fazer, que lhe move o Condomínio Solar de Intermares II. Os autos acusam que houve deliberação para que a Construtora demandada sanasse todos os vícios na construção da citada edificação, assinalando prazo de 120 (cento e vinte) dias para seu devido cumprimento, sob pena de multa diária de R$ 1.000,00 (mil reais). Pois bem, tendo em vista o não cumprimento do avençado pela agravante, a parte ex adversa, até para compelir a conclusão das citadas reformas exigiu o cumprimento do avençado na esfera judicial, especialmente no que toca a cobrança de multa diária, que neste momento já somava a considerável importância de R$ ,00 (quinhentos e cinquenta e dois mil reais). Percebendo o Juizo a que, que malgrado a recalcitrância do devedor em concluir a totalidade dos consertos do imóvel, não há de se admitir que o valor da multa encontre montante desproporcional ao da própria obrigação principal. Nesse contexto, o Magistrado processante, decidiu por reduzir o valor da multa diária para R$ 100,00 (Cem reais), totalizando agora o valor das astreintes em RS 55,200,00 (Cinquenta e cinco mil e duzentos reais), assinalando prazo de (quinze) dias sob pena de multa de dez por cento sobre esse valor. De fato, recurso não está a merecer provimento e, de plano, a teor do art. 557, 1 2 A do CPC. Prima facie, cabe de bom alvitre esclarecer que a imposição de multa em caso de descumprimento de ordem judicial, consiste em obrigação de fazer ou não-fazer, independe, portanto, do pedido da parte interessada, e encontra respaldo na legislação processual vigente. O art. 461, 4 2 do CPC assim disciplina: "o juiz poderá, na hipópese do parágrafo anterior ou na sentença, impor multa diária ao réu, independente de pedido do autor, se for suficiente ou compatível com a obrigação, 110 fixando-lhe prazo razoável para cumprimento do preceito" Tal possibilidade também é assegurada pelo Código de Defesa do Consumidor, no seu art. 84, 4 2, que reproduz o conteúdo acima transcrito. Nesse sentido, destaco o seguinte arresto: "MULTA COERCITIVA. FIXACAO PELO JUIZ. POSSIBILIDADE. Multa fixada como coerção para o cumprimento da decisão judicial. Desnecessidade de pleito expresso. Medida que consulta a efetividade do processo. Previsão legal. Arts. 461, 4, CPC e 84, "caput", e 3 e 4, CDC. Negaram provimento". Agr. Inst. Ne ,TJ;RS, RELATOR: CARLOS RAFAEL DOS SANTOS JÚNIOR, JULGADO EM 26/0:1,' 2002

3 Portanto, comprovada a possibilidade de fixação de astreinte, passo a analisar o quantunz arbitrado na decisão combatida. Com é sabido, a finalidade principal da imposição de astreinte é desestimular a parte do descumprimento da obrigação imposta, a cobrança da penalidade é acessória. Nessa linha de raciocínio, é que se entende que o valor da multa deve ser significante ao ponto de reprimir eventual intenção de descumprir o imposto judicialmente. Sempre salutar trazermos à baila os ensinamentos de Nelson Nery Jimior, que leciona: "O juiz não deve ficar com receio de fixar o valor em quantia alta, pensando no pagamento. O objetivo das astreintes não é obrigar o réu a pagar o valor da multa, mas obrigá-lo a cumprir a obrigação na forma específica. A multa é apenas inibitória. Deve ser alta para que o devedor desista de seu intento de não cumprir a obrigação específica. Vale dizer, o devedor deve sentir ser preferível cumprir a obrigação na forma específica a pagar o alto valor da multa fixada pelo juiz". Ademais, entendendo o julgador pela pertinência da imposição da multa, e ante à ausência de critérios objetivos para a determinação do montante, incumbe-lhe estipular o valor que considere suficiente e compatível com a obrigação, à vista do caso concreto. Na hipótese dos autos entendo que bem andou o Magistrado ao reduzir o valor da multa diária e consequentemente do quantum total das astreintes pelos dias que ultrapassaram o prazo estipulado naquela decisão. Ora, se não pretendia a recorrente dispender tal numerário para pagamento de multa, caberia a mesma cumpri-la dentro do prazo estipulado, que, ao meu sentir mostrou-se suficiente para sua conclusão dos trabalhos. O valor de RS 100,00 (cem reais) diários revela-se compatível com a condição econômica da agravante e a situação concreta., Aliás, em casos análogos esta tem sido o corrente entendimento dos Tribunais, nesse sentido, destaco: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECURSO ESPECIAL. EXCLUSÃO DO NOME DOS AGRAVADOS DE CADASTROS DE INADIMPLENTES. OBRIGAÇÃO DE FAZER - DESCUMPRIMENTO. MULTA DIÁRIA (ASTREINTES). POSSIBILIDADE. ART. 461, 4.g, DO CPC. VALORAÇÃO DA MULTA. REEXAME DE PROVAS, IMPOSSIBILIDADE. SÚMULA 07/STJ. 1. A decisão que manda excluir do cadastro de proteção ao crédito o nome do devedor, por tratar de obrigação de fazer, admite a fixação de multa diária por seu descumprimento. (Precedente: AgRg no Ag n.q /RS, Rel. Min. Humberto Gomes de Barros, DJU de 31/10/2007) 2. A valoração do quantum das astreintes revela-se matéria cujo conhecimento é inviável por esta Corte Superior, porquanto inequívoca operação de cunho fático, diante do enunciado sumular n. 07 desta Corte, in verbis: 'A pretensão de simples reexame de prova não enseja recurso especial' 3. A imposição de

4 multa diária fixada em R$ 100,00 (cem reais) não se revela, in casu, em dissonância com os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade, pelo que inarredável a aplicação do verbete sumular n.q 07/STJ. Agravo regimental a que se nega provimento. 2 RECURSO ESPECIAL. PROCESSO CIVIL. FAZENDA PÚBLICA. OBRIGAÇÃO DE FAZER. FIXAÇÃO DE MULTA DIÁRIA. CABIMENTO. PRECEDENTES. Esta Corte Superior de Justiça pacificou o entendimento de que, na obrigação de fazer, é permitido ao juiz, de ofício ou a requerimento da parte, fixar multa diária cominada à Fazenda Pública pelo descumprimento da obrigação no prazo estipulado. Precedentes. A respeito da mencionada multa, lecionam Nelson Nery Junior e Rosa Maria de Andrade Nery que "o objetivo das astreintes não é obrigar o réu a pagar o valor da multa, mas obrigá-lo a cumprir a obrigação na forma específica. A multa é apenas inibitória. (...) Vale dizer, o devedor deve sentir ser preferível cumprir a obrigação na forma específica a pagar o alto valor da multa fixada pelo juiz". Dessa forma, deve ser mantida a imposição da multa diária de R$ 100,00 (cem reais) ao Estado do Rio Gran do Sul para que providencie a internação hospitalar do filho da autora. Recurso especial improvido. 3 AGRAVO DE INSTRUMENTO. ASTRAEINTES. INCIDÊNCIA DO ART. 461, 4Q E ART. 273 AMBOS DO CPC. OBRIGAÇÃO DE FAZER E/OU NÃO FAZER. ADMINISTRADORA DE CARTÕES DE CRÉDITO OBRIGADA A NÃO CADASTRAR USUÁRIA EM RAZÃO DE ORDEM JUDICIAL PROFERIDA EM SEDE DE ANTECIPAÇÃO DE TUTELA. MANUTENÇÃO DO VALOR ARBITRADO PARA A MULTA. AUSÊNCIA DOS PRESSUPOSTOS AUTORIZADORES DA REVOGAÇÃO DA TUTELA DEFERIDA. NÃO HÁ FALAR EM PERIGO NA DEMORA E/OU VEROSSIMILHANÇA DAS ALEGAÇÕES. 1. DOS FATOS. A agravada ingressou com ação revisional de contrato de cartão de crédito, postulando - em sede de tutela antecipada - que a agravante fosse obrigada a não cadastrá-la, bem assim, para que evitasse qualquer registro durante o processamento da referida demanda. A tutela foi deferida pelo magistrado singular, agregando-se pena pecuniária pelo descumprimento no valor de R$100,00, por dia de transgressão. (...) 3. VALOR DA MULTA. O valor arbitrado pelo magistrado singular de R$100,00, por dia de transgressão, afigura-se razoável, e encontra-se de acordo com os parâmetros fixados por esta Eg. Câmara. 'LIÇÕES DOUTRINÁRIAS. AGRAVO DESPROVIDO". AgRg no Ag / SC AGR REG 2005/ Ministro CARLOS FERNANDO MATHIAS (JUIZ FEDERAL CONVOCADO DO TRF P REGIÃO) Data do Julgamento 04/ REsp / RS RECURSO ESPECIAL 2005/ Relator(a) Ministro FRANCIULLI NETTO (1117) Órgão Julgador SEGUNDA TURMA Data do Julgamento 04.'08/2005 AGRAVO DE INSTRUMENTO N' , NONA CÂMARA CÍVEL, TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RS, RELATOR: NEREU JOSÉ GIACOMOLLI, JULGADO EM 03;03/2004

5 "AGRAVO DE INSTRUMENTO. RESPONSABILIDADE CIVIL. DECISÃO MONOCRÁTICA. Pedido para exclusão de multa diária fixada a titulo de descumprimento de ordem judicial ou sua redução, eis que fixada em valor elevado. Agravo parcialmente provido, para reduzir a multa para o valor de R$ 100,00 (cem reais) dia".' Diante do exposto, nego seguimento ao presente agravo, monocraticamente, conforme autoriza o disposto no art. 557 do CPC, por encontrar-se a decisão pelo Juizo de 1 2 grau razoável e em perfeita harmonia com a jurisprudência consolidada deste Tribunal e do Superior Tribunal de Justiça. Publique-se. Intimem-se. João Pessoa, 13 de novembro de Desembargado R Alves da Silva AGRAVO DE INSTRUMENTO N , NONA CÂMARA CÍVEL, TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RS, RELATOR: LUÍS AUGUSTO COELHO BRAGA, JULGADO EM 03/11;2003

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