Elaboração do Cadastro Arbóreo do Sistema Viário do Condomínio Vale Verde em Mineiros do Tietê SP

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1 Elaboração do Cadastro Arbóreo do Sistema Viário do Condomínio Vale Verde em Mineiros do Tietê SP Juliana Zanzini POLZATO¹ José Carlos Toledo VENIZIANI JUNIOR² Resumo Este trabalho apresenta a aplicação de metodologia fundamentada em Sistemas de informação geográfica para a realização do cadastro arbóreo do condomínio Vale Verde no Município de Mineiros do Tietê-SP. O objetivo deste levantamento foi conhecer a arborização viária existente no local e identificar as áreas do condomínio onde a arborização se mostra deficiente. A área do condomínio foi mapeada e a partir de imagens de satélite gerando um mapa base para inserção dos dados do levantamento arbóreo de campo realizado com auxílio de GPS. Os dados de campo foram tabulados e convertidos em um mapa da arborização associado a uma tabela com informações básicas sobre cada indivíduo arbóreo. Foi gerado um banco de dados georreferenciado para o condomínio que contém toda a base cartográfica do condomínio e os dados obtidos em campo. Palavras-chave: Arborização urbana; Cadastro arbóreo; Sistemas de Informação Geográfica; Sensoriamento remoto. 1. Introdução Melhorias ambientais e sustentabilidade são soluções reais para um mundo onde a preservação e a conservação ainda não representam políticas ou atitudes consolidadas. Desenvolver práticas e soluções de pequeno porte pode ocasionar um impacto positivo e garantir a longevidade e a conservação de pequenos espaços. A vegetação urbana na visão de Mello Filho (1985) é representada por conjuntos arbóreos de diferentes origens e que desempenham diferentes papéis. A arborização, em termos ambientais, apresenta aspectos positivos como melhoria do micro clima local e influência positiva no balanço hídrico, propagação das espécies de flora e o aumento no número de espécies de fauna 1. Faculdade de Tecnologia de Jahu 2. Faculdade de Tecnologia de Jahu 193

2 (GOYA, 1992). Estes benefícios ao solo e ao rio, ciclagem de nutrientes, além de proporcionar um aspecto visual e paisagístico positivo. Segundo Miller (1997) uma das maiores consequências que a ocupação inadequada antrópica pode trazer ao local onde esta se faz presente é o declínio da riqueza das espécies nativas, a perda e fragmentação de habitats e a introdução de espécies exóticas. Neste sentido a arborização surge como um fator capaz de atenuar estes impactos. Ainda segundo Miller (1997) para a implantação adequada da arborização, é necessário analisar: o porte das espécies, a sua longevidade, adaptação ao clima, rusticidade e resistência, crescimento, características das raízes, o tipo de floração e a resistência a pragas e doenças. Já em relação ao ambiente é necessário analisar as condições do ambiente, fiação aérea ou subterrânea, largura das calçadas, características das vias, entre outros. Antunes e Diniz (2005) lembram que em relação às espécies arbóreas é necessário mensurar, avaliar, monitorar e caracterizar os benefícios e objetivos estabelecidos no planejamento arbóreo. Harder (2002) afirma que para a realização de um bom diagnóstico da presença da vegetação, deve-se analisar principalmente a infra-estrutura urbana, os aspectos culturais e de memória da cidade harmonizando-os com as necessidades ecológicas que o local apresenta. Um plano de manejo de arborização urbana visa maximizar os benefícios da arborização de vias e reduzir custos públicos. Para manejo de um dado recurso tem-se a necessidade de realizar primeiramente o inventário dos mesmos. Os inventários são essenciais para localizar os pontos de plantio, identificar necessidades de manejo, podendo ser inclusive utilizado para fins de estudo científico. Também é possível o uso de inventários para gerar informações a respeito da quantidade e do valor de árvores (MILLER, 1997). O inventário permite a avaliação da arborização das vias podendo ser feito por amostragem ou total (MILANO e DALCIN, 2000). Segundo Couto (2000) existem vários métodos a serem aplicados na realização de um inventário. Podem envolver desde análises mais simples até análises mais complexas. Em ambas é fundamental realizar o armazenamento destas informações em um banco de dados, que manterá um histórico da arborização em vigor, bem como sua posição por meio de coordenadas geográficas. A informatização dos inventários permite cadastrar uma grande quantidade de informações sobre a arborização, além de aumentar a aplicabilidade dos estudos, pois facilita o acesso aos dados, a análise, a correção e o armazenamento reduzindo custos e o tempo necessário para sua elaboração (DALCIN e OLIVEIRA, 1992). O cadastro além de arquivar todas as informações sobre o indivíduo arbóreo pode disponibilizar recomendações de manejo, imagem da planta, suas características e outras informações (SILVA FILHO, 2000). 194

3 O geoprocessamento e os sistemas de informação geográfica auxiliam no planejamento e gestão ambiental facilitando a avaliação espacial do território, de forma a sistematizar e integrar mais facilmente as informações sobre uma localidade, além de reduzir custos (VASCONCELLOS, 2002). Segundo Rosa (2007) o uso do sensoriamento remoto possibilita a obtenção de informações de caráter geológico, geomorfológico, geográfico, pedológico, hidrológico, agrícola, de qualidade ambiental e etc. Sendo utilizado para as mais variadas áreas do conhecimento. O método de obtenção de dados é fundamentado na captação da reflexão da luz solar por toda a superfície terrestre, esta energia é captada e registrada por um sensor. O produto do sensor é uma imagem passível de ser interpretada que viabiliza a elaboração de mapas de uma maneira rápida, confiável e eficiente. O GNSS (Global Navigation Sattelite System) ou Sistema de Navegação por Satélite é um sistema de rádio navegação baseado em satélites onde se pode obter qualquer tipo de informação sobre localização, velocidade e tempo, a qualquer hora, sob qualquer condição atmosférica e em qualquer local do globo terrestre (MONICO, 2008). O sistema GNSS mais utilizado é o GPS (Global Position System) ou Sistema de Posicionamento Global, que foi desenvolvido inicialmente pelas forças armadas dos Estados Unidos da América para uso militar a partir de Com o tempo o uso deste sistema foi aberto à comunidade civil sendo empregado em diversos campos como transporte, defesa civil, esportes e lazer, topografia e geodésia e para o mapeamento e geoprocessamento (ROSA 2007). Verificamos que as técnicas de levantamento de indivíduos arbóreos demandam o uso das geotecnologias (geoprocessamento, sensoriamento remoto e posicionamento por satélites) permitindo a construção de bancos de dados georreferenciados subsidiando a elaboração de cadastros arbóreos com a finalidade de inventariar, analisar e gerenciar a arborização viária urbana. 2. Material e Métodos Para a realização deste trabalho foram utilizados: GPS de navegação Garmim-Etrex. Imagem da Digital Globe; catalogo ID: F504 disponível no Google Earth (data: 22/07/2008) acesso em 20/10/2011. Softwares: Auto Cad Map 2010; Quantum GIS; Google Earth. Cartas topográficas do IGC na escala 1: folhas SF-22-Z-B-VI- NO-A e SF-22-Z-B-VI-NO-B. Bases Cartográficas do IBAMA; Instituto Florestal e IBGE em formato digital (acervo do Laboratório de Análise da Informação Espacial - LAIE da Fatec Jahu). 195

4 O condomínio de casas de veraneio Vale Verde é um bairro do Município de Mineiros do Tietê; localizado em área rural e distante 15 km da área urbana sede do município. Situado às margens do rio Tietê, distante poucos quilômetros da Hidrelétrica da Barra Bonita. O condomínio é dotado de atrativos naturais em virtude do relevo, clima e vegetação, atraindo pessoas desta e de outras cidades da região, constituindo um dos pontos turísticos do município. (figura 1) Está situado na área rural do município, porém é um bairro de características urbanas como iluminação, fiação elétrica, fiação telefônica, ruas e avenidas, sistema de drenagem de água, coleta de lixo, entre outras. Tem como componente o fato de as vias não serem pavimentadas. Figura 1 Mapa de localização da área de estudo. Fonte: Imagem disponível no Google Earth (data: 22/07/2008); Cartas do IGC escala 1: folhas SF-22-Z-B-VI- NO-A e SF-22-Z-B-VI-NO-B; Bases Cartográficas do IBAMA; Instituto Florestal e IBGE. A imagem de satélite do Google foi obtida a partir de acesso ao servidor de imagens do Google por meio do software Quantum GIS sendo a mesma posteriormente georreferenciada, e na sequencia inserida no software Auto Cad Map 2010, para o procedimento da fotointerpretação e digitalização das informações disponíveis na imagem. Este procedimento possibilitou o levantamento das informações relativas à localização das quadras, avenidas, cam- 196

5 po de futebol, fragmentos florestais, parque, orla e reservatório da barragem de Barra Bonita. As cartas topográficas do IGC 1: em formato digital foram ajustadas no Auto Cad Map 2010 e serviram de base para a obtenção das curvas de nível e obtenção de pontos de controle de campo para o ajuste a imagem ao sistema geodésico das cartas topográficas com o DATUM Córrego Alegre da Zona 22 UTM para o hemisfério Sul. Os dados obtidos por meio da fotointerpretação da imagem foram inseridos no software Quantum GIS, servindo de base para a construção do banco de dados georreferenciado do condomínio permitindo o planejamento dos trabalhos de campo a serem realizados e a correta inserção dos dados obtidos para a confecção do mapa de arborização das vias do condomínio. A metodologia empregada no levantamento de campo consistiu na realização de análise quantitativa através do levantamento arbóreo, verificando o número total de indivíduos arbóreos das vias e suas coordenadas geográficas ou localização. Para a realização do levantamento arbóreo foram percorridas todas as quadras e avenidas do condomínio. Foram inventariadas todas as árvores das vias do condomínio. Foi utilizado um receptor GPS Garmim modelo E-trex para a obtenção das coordenadas UTM relativas ao posicionamento dos indivíduos arbóreos que ocupam o sistema viário do condomínio. Os dados obtidos no levantamento de campo foram anotados em planilhas conforme modelo apresentado na figura 2. Na sequencia foram digitados em planilhas do software Microsoft Excel e organizados em função do número das quadras, recebendo identificadores relacionados a esta numeração As planilhas eletrônicas forma salvas como arquivos do tipo CSV (Comma Separated Values) e importadas no software Quantum GIS e convertidas para o formato ESRI Shapefile (SHP) associados a arquivos em formato do DBASE (DBF), evidenciando assim os locais onde estão cada uma das árvores. Ainda no Excel foi elaborado o calculo do índice de arborização de cada quadra em função da relação entre o número indivíduos e o perímetro da quadra. Quadra ou avenida Código Coordenada X Coordenada Y Nº do ponto no GPS Figura 2 Modelo da planilha do levantamento de campo. 197

6 3. Resultados e Discussão Observando o mapa do condomínio obtido (figura 2) é possível notar o resultado da fotointerpretação realizada. Foram destacadas no mapa as vinte e quatro quadras e os canteiros centrais das três avenidas que formam o condomínio, sendo incluída a numeração relativa a cada uma das quadras. As quadras ocupam um total de 61,1 % da área do condomínio. O condomínio ainda apresenta um fragmento florestal localizado na região nordeste, que ocupa uma área de 3621 m² correspondendo a apenas 0,6% da área total do condomínio. Figura 3 Mapa base do condomínio Vale Verde. Fonte: do Google Earth (data: 22/07/ 2008); Cartas do IGC escala 1: folhas SF-22-Z-B-VI-NO-A e SF-22-Z- B-VI-NO-B. 198

7 A área de praia ocupa área de m² ou 23 % do condomínio, mas vale lembrar que durante o período de março a setembro as comportas da barragem permanecem fechadas e esta área é ocupada pela água do reservatório em sua quase totalidade somente ficando disponível para utilização no período de setembro a março. O condomínio também apresenta outras áreas de lazer, como o campo de futebol (1505 m²) e o parque infantil (1616m²). A Tabela 1 apresenta a área ocupada pelos diferentes tipos de uso do solo que ocorrem no condomínio. Tabela 1 Área dos diferentes usos do solo encontrada no condomínio Vale Verde no Município de Mineiros do Tietê - SP. Elemento Área (m²) % do Total Quadras Parque infantil Fragmento Florestal Campo de Futebol Praia Sistema viário Condomínio Fonte: Dados obtidos pela autora. Observando o mapa de arborização viária do condomínio (figura 4) é possível identificar a localização de cada árvore em cada quadra ou canteiro central de avenida que estão marcadas através dos pontos indicados no mapa, permitindo a visualização das áreas mais e menos arborizadas. Numa análise preliminar é possível observar que existem quadras que apresentam um grande conjunto de árvores, enquanto outras apresentam poucos indivíduos, evidenciando os locais prioritários para o plantio. Nas avenidas o número de árvores apresenta distribuição mais regular. Foram mapeadas árvores distribuídas ao longo do sistema viário. A Tabela 2 apresenta os totais de indivíduos levantados em cada quadra bem como o valor dos respectivos perímetros. Conforme a tabela a quantidade de árvores por quadra varia muito, algumas apresentam um grande número de árvores, e outras um número reduzido. Essa diferença de quantidade depende diretamente da iniciativa dos proprietários em contribuir com o plantio das árvores nas vias na frente de suas propriedades. A quadra que apresentou um maior número de árvores foi a de número 1, que possui 78 indivíduos, trata-se de uma quadra que possui perímetro relativamente grande (550,35 m), porém existem outras com extensão maior 199

8 que apresentam menor quantidade de árvores. A quadra que apresentou menor número de árvores foi a de número 9, (20 árvores), sendo uma quadra de perímetro relativamente grande (579,34 m) e que apresenta arborização deficiente. Em relação aos canteiros centrais das avenidas existentes no local (tabela 3) verificou-se que a quantidade de árvores encontradas nos canteiros centrais das avenidas varia em função da extensão, sendo que a Avenida 1 apresenta uma extensão pequena (177,27 m), por isso o número reduzido de árvores (9), já a avenida 3 é a que apresenta a maior extensão (1158,72m) ocupando toda a orla do condomínio, apresenta quantidade de árvores total de 49. Figura 4 Mapa da arborização viária do Condomínio Vale-Verde: Fonte Imagem da Digital Globe catalogo ID: F504 disponível no Google Earth (data: 22/ 07/2008); Cartas do IGC escala 1: folhas SF-22-Z-B-VI-NO-A e SF-22- Z-B-VI-NO-B e trabalhos de campo realizados no mês de outubro de

9 Em observações de campo, não foram levantadas as espécies arbóreas, porém foi possível notar a presença de Mangueiras, Canelinhas, Murtas, Coqueiros, Pinheiros, Jambeiros, Amoreiras, Dama da noite, Quaresmeiras, Palmeiras, Ficus e Paineiras. Também foram observadas algumas árvores nativas mais raras como o Pau-Brasil, Oiti-boi. Tabela 2 Quantidade de árvores e perímetros das respectivas quadras do condomínio Vale Verde no município de Mineiros do Tietê - SP. Número de árvores Perímetro (m) Quadra ,35 m Quadra ,44 m Quadra ,70 m Quadra ,87 m Quadra ,17 m Quadra ,07 m Quadra ,64 m Quadra ,16 m Quadra ,34 m Quadra ,61 m Quadra ,74 m Quadra ,42 m Quadra ,79 m Quadra ,55 m Quadra ,70 m Quadra ,36 m Quadra ,24 m Quadra ,99 m Quadra ,09 m Quadra ,18 m Quadra ,87 m Quadra ,19 m Quadra ,68 m Quadra ,26 m Fonte: Dados obtidos em trabalhos de campo realizados no mês de outubro de

10 Tabela 3 Quantidade de árvores encontradas nos canteiros centrais das avenidas do condomínio Vale Verde e suas extensões. Número de árvores Extensão (m) Avenida ,27 m Avenida ,23 m Avenida ,72 m Fonte: Dados obtidos em trabalhos de campo realizados no mês de outubro de Com o objetivo de facilitar a realização de uma análise comparativa em termos de arborização das vias do condomínio foi calculado o índice de arborização dividindo o número de árvores, pelo perímetro das quadras e pela extensão dos canteiros organizando os valores em um gráfico (figura 5). Figura 5 Gráfico dos índices de arborização viária do Condomínio Vale Verde. Fonte: Fonte: Dados obtidos em trabalhos de campo realizados no mês de outubro de Analisando o Gráfico é possível perceber que os índices variaram de maneira significativa. A quadra de número 4 foi a que apresentou o melhor índice de arborização, porém algumas quadras apresentaram índices acima da média enquanto outras apresentaram valores baixos. A quadra de número 9 foi a que apresentou maior déficit. A análise geral do gráfico permite identificar quantitativamente as áreas do condômino deficitárias no aspecto da arborização indicando os pontos nos quais devem ser centrados esforços para melhorar a arborização viária do condomínio. 202

11 A partir do levantamento realizado foi organizado um banco de dados em formato digital que pode ser disponibilizado para a administração municipal e para a administração do condomínio. O banco de dados foi estruturado utilizando-se o software Quantum GIS que é um software livre possibilitando sua utilização sem a necessidade da aquisição de licenças de uso. O banco de dados inicialmente desenvolvido pode ser ampliado, permitindo a inserção de qualquer informação que se julgue necessária. O aspecto mais importante está relacionado à arborização viária, que é o foco do trabalho, sendo possível alimentar o banco de dados com informações adicionais sobre todos os indivíduos arbóreos levantados, tais como espécie, altura de fuste DAP etc. Além da inclusão de informações sobre os indivíduos pré-cadastrados, também existe a possibilidade de inserir e excluir indivíduos e editar as informações relativas aos mesmos. O banco de dados obtido (figura 6) poderá ser utilizado como uma ferramenta de apoio a decisão aprimorando a gestão do condomínio Vale Verde e permitindo a melhoria da qualidade ambiental e por conseqüência da qualidade de vida dos condôminos. Figura 6 Tela do Software Quantum GIS apresentando o banco de dados georreferenciado do Condomínio Vale Verde. Fonte: Imagem disponível no Google Earth (data: 22/07/2008); Cartas do IGC escala 1: folhas SF-22-Z-B-VI-NO-A e SF- 22-Z-B-VI-NO-B e trabalhos de campo realizados no mês de outubro de

12 4. Conclusões A solução dos problemas ambientais passa pelo levantamento da situação real dos diversos aspectos ambientais relevantes para garantir um ambiente sustentável que propicie a qualidade de vida para toda a sociedade possibilitando uma relação harmônica entre sociedade e natureza. Existem diversas metodologias empregadas para a avaliação ambiental sendo mais utilizadas aquelas fundamentadas no emprego de técnicas de geoprocessamento e sensoriamento remoto. A metodologia utilizada para a quantificação da arborização viária e elaboração do banco de dados do condomínio Vale Verde no município de Mineiros do Tietê mostrou-se bastante apropriada. Possibilitou a verificação da distribuição espacial da arborização do condomínio. Verificaram-se locais onde os índices de arborização foram relativamente altos ou próximos a média. Em outros locais foi possível de perceber que esses índices apresentaram valores reduzidos, indicando um déficit na arborização destas áreas. Por meio da aplicação da metodologia de obtenção de informações foi possível montar um banco de dados georreferenciado da área do condomínio que inclui além de informação sobre a arborização viária do condomínio demais aspectos relevantes como mapas de quadras, mapa de áreas de lazer fragmento florestal etc. Este banco de dados elaborado pode oferecer subsídios para uma melhoria na qualidade da gestão ambiental do condomínio permitindo a inserção de mais informações além de possibilitar o desenvolvimento de diversos tipos de análise ambiental que envolva dados espaciais. 5. Referências DALCIN, E. C.; OLIVEIRA, T.W. Gerenciamento informatizado de arboretos umo esperiência no centro educacional residencial Gávea IBM Brasil. In: ENCONTRO NACIONAL SOBRE ARBORIZAÇÃO URBANA. Prefeitura Municipal de Vitória. Vitória, DINIZ L. M. C.; Antunes, E. C. Reestruturação da Arborização do Bairro Central da cidade de Inhumas GO, UCG, Disponível em : <http://www.ucg.br/ucg/prope/cpgss/ ArquivosUpload/36/file/REESTRUTURA%C3%87%C3%83O%20DA%20ARBORIZA% C3%87%C3%83O%20DO%20BAIRRO.pdf> GOYA, C.R. Relato histórico da arborização na cidade de São Paulo. In: CONGRESSO NACIONAL SOBRE ARBORIZAÇÃO URBANA. Prefeitura Municipal de Vitória. Vitória, HARDER, I. C. F. Inventário Quali-quantitativo da Arborização e Infra-estrutura daspraças da Cidade de Vinhedo (SP). Piracicaba-SP MELLO FILHO, L.E. de. Arborização Urbana, In: ENCONTRO NACIONAL SOBRE ARBORIZAÇÃO URBANA, 1985, Porto Alegre. Anais Porto Alegre: Secretaria Municipal de Meio Ambiente,

13 MILANO, M.S.; DALCIN, E. Arborização de vias públicas. Rio de Janeiro: Light, MILLER, J.M. Restoration, reconciliation, and reconnecting with nature nearby. Biological Conservation. New Jersey: Prentice-Hall. New Jersey, MONICO, J. F. G. Posicionamento pelo GNSS: Descrição, fundamentos e aplicações. Editora da UNESP ROSA, ROBERTO. Introdução ao Sensoriamento Remoto-6ª ed. Uberlândia: EDUFU SILVA FILHO, D.F. Cadastramento informatizado, sistematização e análise da arborização de vias públicas da área urbana de jaboticabal. Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Jaboticabal, VASCONCELLOS, R. P. O Uso do Geoprocessamento na Quantificação de Fragmentos Naturais e Mapeamento de Áreas de Preservação Permanente em Unidades De Conservação - Estudo de Caso da Mata Escura, Belo Horizonte. Monografia (Especialização). Programa de pesquisa e pós-graduação em Cartografia. UFMG Disponível em: <http:// pinto%20vasconcellos.pdf> Acesso em: 01 set

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