Dupla personalidade?

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1 [ toma nota ] Queres ser delegado do Mundo Universitário e fazer a ponte entre o jornal e a tua faculdade? Manda os teus contactos e nome da tua faculdade para: [ formação ] Contacto, um programa de estágios internacionais a descobrir P. 6 [ fugas ] Um fim-de- -semana em Évora para retemperar energias P. 7 [ jukebox ] Kalaf, o poeta- -cantor que está a reinventar o panorama musical português P. 14 [ cultura ] Senhoras e senhores o Fantasporto comemora 25 anos P. 16 A próxima edição do Mundo Universitário sai a 28 de Fevereiro. Director: Gonçalo Sousa Uva Segunda-feira, 14 de Fevereiro de 2005 N.º 12 Quinzenal distribuição gratuita Rita Mendes Petra Viana Dupla personalidade? P. 10 Legislativas 2005 P. 4

2 2 14 FEVEREIRO 2005 [ notícias ] Quatro novos "masters" A Comissão Europeia seleccionou 17 novas pós-graduações em 69 universidades de 18 países europeus, entre as quais quatro portuguesas, para a atribuição da bolsa Erasmus Mundus, destinada a alunos e investigadores de países não comunitários. Os novos "masters" começarão no ano lectivo 2005/ 2006 e juntam-se aos 19 já existentes. A novidade em Portugal é a adesão da Faculdade de Motricidade Humana, da Universidade Técnica de Lisboa (onde funcionará o "master" europeu em Engenharia dos Media para a Educação), podendo receber alunos estrangeiros. Bruxelas aprovou ainda as pós-graduações em Caminhos nas Humanidades Europeias, na Universidade Nova de Lisboa, Vintage, Vinha, Vinho e Ordenamento do Território, na UTAD, e Ciência da Alimentação, Tecnologia e Nutrição, na Universidade Católica. Actualmente, Portugal pode receber alunos estrangeiros bolseiros do Erasmus Mundus com "masters" em Programação, Lógica de Computadores na Universidade Nova de Lisboa; Fundamentos do Direito Europeu na Universidade Católica Portuguesa, Quaternário e Pré-história na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, e Educação Superior e Ciência dos Materiais na Universidade de Aveiro, para um período de dois anos. O programa Erasmus Mundus é semelhante ao Erasmus para alunos universitários, mas alarga o leque da população alvo a outros países e às pós-graduações e prolonga a duração até dois anos. ACC apresenta caderno reivindicativo O presidente da direcção-geral da Associação Académica de Coimbra (AAC), Fernando Gonçalves, [ intervenção ] Quem tem vontade de votar? Estamos em 2005, ano de eleições. Quando deveríamos estar no auge da democracia, 30 anos passados sobre o final da ditadura, estamos cercados de demagogia. Quando deveríamos lutar para trazer até nós o melhor da globalização, da cultura, da educação, temos partidos a disputarem quem dá mostras de maior falta de compostura, de honra e de sentido patriótico. É vergonhoso! Quem tem vontade de votar? Eu não tenho! E não sei o que fazer, dado que sou contra a abstenção porque demonstra, tão somente, falta de interesse pelo país. Mas, neste momento, também sou contra votar em qualquer um dos candidatos presentes. Não há ninguém que tenha apresentado um programa de governo capaz, um plano pensado e estruturado, que comprove o mínimo de boas intenções, no que diz respeito ao futuro. Entre muitos outros problemas graves, temos estudantes a pagarem propinas altíssimas, enquanto a faculdade não lhes oferece mais do que as cadeiras e algumas "celebridades" como professores (sem desmerecer o mérito dos mesmos). Há falta de meios técnicos e humanos e os alunos a perambularem nos corredores, a tremerem de frio por falta de aquecimento nas instalações. Peço desculpa, mas a notoriedade dos professores e a fama das faculdades não nos traz de volta as propinas mal investidas, nem nos aquecem os pés. O que é preciso é empenho, dedicação e liderança. O que é preciso é o que nós não temos cá. Luciana Ferreira. Painel de Ouro disse estar chocado com a falta de «uma verdadeira discussão» sobre a educação, na campanha para as eleições legislativas do próximo dia 20. De acordo com a notícia do Público de 9 de Fevereiro, o líder estudantil afirmou que «é inconcebível que nesta fase não se discuta a educação e o ensino superior». Em conferência de imprensa, a AAC apresentou o caderno reivindicativo" da Academia, que pretende funcionar como contributo para uma «nova política da educação» e que, a partir de agora, vai ser divulgado em várias entidades da cidade e da região. Intitulado Investir na Educação Por um País de Futuro, o documento, de 29 páginas, revela a posição da AAC em relação a aspectos como a função social do Ensino Superior, financiamento, acção social escolar, qualidade, autonomia e gestão das instituições, internacionalização e emprego. Pós-graduação pioneira A Escola Superior de Tecnologias e Artes de Lisboa está a aceitar inscrições para a primeira pós-graduação em Design de Embalagem, em Portugal. Terá início no dia 4 de Março, em horário pós-laboral, e terá a duração total de 244 horas. Esta formação é apoiada pelo Centro Nacional de Embalagem e conta com a participação de importantes empresas nacionais, como é o caso da Tetra Pak, da Compal e dos Correios de Portugal, entre outras empresas. O objectivo é partilharem o seu know-how e oferecerem estágios profissionais aos alunos no final. Para mais informações e inscrições: ESTAL Escola Superior de Tecnologias e Artes de Lisboa tel Outlaw Golf2 e Robotach: Invasion para a tua PS2 17 Boxe com fartura para falar de companheirismo 18 Trial, quando a perícia ultrapassa a velocidade Agenda Universitária UNIVERSIDADE DE LISBOA Imagiologia Molecular com Radionuclídeos: Algumas aplicações à Medicina 15 de Fevereiro UNIVERSIDADE DO PORTO Dias abertos da Física e Química 16 de Fevereiro UNIVERSIDADE DE AVEIRO Jornadas de Tradução e Terminologia em Biologia/ Imunologia 18 de Fevereiro UNIVERSIDADE DE COIMBRA Tsunamis - Vulnerabilidades e Desafios na Orla Costeira 25 de Fevereiro INST. SUPERIOR DE PSICOLOGIA APLICADA Do Chegar e do Estar, Problemas e Perspectivas da Imigração em Portugal 25 de Fevereiro O Mundo Universitário deve-se também ao apoio e contributo das marcas apresentadas no Painel de Ouro. 18 Ficha Técnica: Título registado no I.C.S. sob o nº Propriedade: Moving Media Publicações Lda Empresa nº Matrícula nº da C.R.C. de Lisboa NIPC Conselho de Gerência: António Stilwell Zilhão; Francisco Pinto Barbosa; Gonçalo Sousa Uva Chefe de Redacção: Raquel Louçã Silva Colaboradores: Ana Deslandes; Andreia Arenga; Miguel Aragão; Diogo Torgal Ferreira, Martim d Araújo Jorge, João Mscarenhas e Geraldes Lino Projecto Gráfico: Sara del Rio Paginação: Joana Túlio Revisão: Adriana Duarte Sá Ilustradores: André Laranjinha, Bruno Franquet e Carlos Pontes Sede Redacção: Estrada da Outurela nº 118 Parque Holanda Edifício Holanda Carnaxide Tel: Fax: Tiragem: Periodicidade: Quinzenal Distribuição: Gratuita Impressão: Lisgráfica, Impressão e Artes Gráficas, S.A; Morada: Casal Sta. Leopoldina Queluz de Baixo 2745 Barcarena

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4 4 14 FEVEREIRO 2005 [ flash ] Todos A 30 de Novembro de 2004 o Presidente da República dissolveu a Assembleia da República e o Governo de Santana Lopes caiu. Depois do alvoroço político, aproxima-se o momento dos portugueses dizerem de sua justiça. Será que as eleições antecipadas do próximo dia 20 vão despertar o interesse dos jovens e contrariar os dados que indicam que a às urnas maioria não exerce o direito de voto? Em conversa com elementos das várias juventudes partidárias quisemos perceber quais as suas prioridades no que toca a Política de Juventude. por Raquel Louçã Silva Bloco de Esquerda MU Quais as vossas preocupações centrais em relação à juventude? Pedro Pombeiro, da Coordenadora Nacional dos Jovens do Bloco de Esquerda A questão do trabalho precário preocupa-nos bastante e penso que isso afecta grande parte dos jovens. A maioria não tem formação universitária e, como não-qualificados, sujeitam-se a condições de trabalho com ordenados maus, que não propiciam a estabilidade necessária que uma vida precisa quando se está no começo. O problema do emprego temporário, dos contratos a prazo e das próprias capacidades que as pessoas têm em lutar pelos seus direitos no local de trabalho é uma preocupação nossa bastante forte. Além disso, o Ensino Superior, pelo caminho que tem levado, também é uma das nossas batalhas. Apesar de a Constituição dizer que o ensino deve ser tendencialmente gratuito, sabemos que cada vez se paga mais para estudar e se tem menos condições. A verdade é que o acesso ao Ensino Superior não está ao alcance de todos os jovens. MU São contra as propinas? PP Sim. As pessoas quando pagam impostos pagam para o Estado lhes prestar alguns serviços, tais como a educação ou a saúde. Não faz sentido estar a pagar duas vezes o mesmo serviço. Ainda por cima quando, em muitas faculdades do país, o que se paga, em vez de ser canalizado para investir em melhores condições, vai para pagar ordenados. MU A favor ou contra o Processo de Bolonha? PP O Processo é complexo e ainda não o discutimos aprofundadamente ao ponto de tomarmos uma posição. Mas parece-nos que o ponto que diz que os alunos seriam avaliados a um nível europeu, isso pode permitir algumas deturpações, dado os moldes da educação em Portugal hoje. Se temos condições de acesso e de estudo diferentes dos outros países europeus, pode ser um bocado falso sermos avaliados pelos mesmos parâmetros. CDU MU Quais as vossas preocupações centrais em relação à juventude? Miguel Tiago, da Juventude Comunista Portuguesa A questão do trabalho e dos direitos no emprego é um ponto esencial. Estamos perante uma ofensiva contra os trabalhadores e particularmente contra os jovens trabalhadores porque são a linha da frente e têm muito poucos direitos. Consideramos que tem de se revogar o actual código do trabalho. É preciso dignificar o trabalho e o trabalhador e isso também passa pelo aumento dos salários. A Educação é outra prioridade. Achamos que é urgente revogar a lei do financiamento do Ensino Superior, porque é uma lei elitista e que faz com que se caminhe para a privatização, de forma a que só fique ao alcance daqueles que podem pagá-lo. MU Defendem a gratuitidade absoluta? MT Sim. O que passa pela abolição imediata das propinas. Acreditamos que através de um sistema fiscal justo, que combata a fraude fiscal e que faça com que quem possa pagar pague mais, é perfeitamente possível garantir essa gratuitidade. MU E o Processo de Bolonha? MT Enquadramo-lo numa estratégia internacional de aplicar a visão mercantilista ao ensino superior. Na prática a lei do ensino superior, como o Estado a diminuir a sua comparticipação na formação dos estudantes, é já uma convergência para Bolonha. Depois, as licenciaturas, passando a ter só três anos, na prática passarão a ser bacharelatos, ainda que tenham o nome de licenciatura. O estudante que teria direito a uma comparticipação do Estado de quatro ou cinco anos passa a ter apenas direito a três anos. Os ciclos de formação avançada, o segundo e terceiro ciclo, são da responsabilidade do estudante. Achamos que isto vai totalmente contra as suas necessidades e que as entidades empregadoras vão saber perfeitamente que a licenciatura passou a três anos e vão dar preferência a quem tem o segundo ciclo de formação, que é já só para quem o pode pagar. Achamos que a matriz do Processo de Bolonha, tal como está, não deve avançar, o que não quer dizer que sejamos contra a criação de um espaço de compatibilidade entre as instituições europeias. Além disso os estudantes devem ser convenientemente informados e ouvidos no avanço do processo.

5 14 FEVEREIRO [ flash ] Mundo Universitário Preocupações base em termos de juventude? Bruno Ventura, Presidente da Comissão política da distrital de Lisboa da Juventude Social Democrata Achamos que há questões sociais que estão hoje em cima da mesa que devem de facto ser abordadas e que têm que ver com a questão do aborto, da homossexualidade ou da regulamentação da actividade da prostituição. Depois é preciso inovar a acção política no que diz respeito à educação porque é uma questão transversal à juventude portuguesa. É preciso tornar a educação mais profissionalizante, apostar na especialização desde o ensino básico e no ensino superior de qualidade, com claras saídas no mercado de trabalho. Outros dois temas que são sintomáticos estão relacionados com o combate ao desemprego e a conquista do primeiro emprego e facilitar o acesso à habitação. PSD MU É possível uma aposta na educação de uma forma menos dispendiosa? BV Acho que é claramente possível e que, hoje em dia, de uma forma genérica, a juventude está muito menos preocupada com preconceitos ideológicos do tempo revolucionário e que o que lhe interessa mesmo é a qualidade do ensino. Portanto há um caminho de melhorar a educação sem aumentar os seus custos que tem a ver, em primeiro lugar, com a própria gestão das instituições. MU As propinas fazem sentido? BV Sim, tem é que haver uma repercussão na qualidade do ensino e das instituições. No domínio do ensino superior foram feitas muitas reformas, no entanto no domínio da gestão devemos avançar ainda mais. MU O Processo de Bolonha é todo vantagens? BV O processo advém de um processo de integração comunitária e a diminuição de anos de curso, a aposta nas pós-graduações e a agilização entre os sistemas de ensino de outros países com o nosso é, de facto, um processo muito bem sucedido. Portugal deve estar na linha da frente. MU Os socialistas defendem que o Estado deve ajudar a custear o segundo ciclo de formação... BV O segundo ciclo de ensino superior é um ciclo complementar. Se houver a possibilidade clara de o Estado conseguir ajudar os estudantes nessa matéria muito bem, agora não contem connosco para esse tipo de demagogia quando problemas anteriores ainda não estão resolvidos. PS MU Quais as vossas preocupações centrais em relação à juventude? Pedro Vaz, da Juventude Socialista A educação emprego e habitação, tudo problemas relacionados com a emancipação dos jovens. Em Portugal, sai-se cada vez mais tarde de casa dos pais, o emprego chega mais tarde, estabilizar a vida do ponto de vista pessoal e de trabalho é cada vez mais difícil. Por isso, defendemos que nesta legislatura se faça um plano nacional de emancipação jovem onde se possa identificar em concreto quais são as áreas que se tem de atacar e de que forma se podem implementar medidas para que as coisas mudem. Em termos de habitação é preciso que haja uma construção a custos controlados, para que se possa pôr à venda habitações a custo de construção, isso iria alterar o mercado imobiliário e ajudar a acabar com a especulação. Depois é preciso que haja incentivos ao arrendamento jovem. Actualmente, para que isso aconteça, o jovem tem de apresentar declarações de rendimentos de um ano. Achamos que o Estado deve conceder esse apoio desde logo e que depois, se for o caso, no final desse ano fazem-se os acertos. No que diz respeito ao desemprego, é vergonhoso o número de desempregados em Portugal e de haver uma taxa de jovens, nomeadamente qualificados, das mais altas da Europa. MU E em termos de educação? PV Aqui há que separar um pouco aquilo que são as propostas do Partido Socialista e as da Juventude Socialista. No entanto, há uma que é comum e que tem a ver com o financiamento do segundo ciclo do Ensino Superior, que vem no seguimento do Processo de Bolonha. É preciso assegurar que haja um financiamento do Estado nesse segundo ciclo, para que as despesas não recaiam única e exclusivamente sobre as pessoas que o frequentem. Até porque achamos que o ensino por si deve ser progressivamente gratuito, mas neste momento não temos condições no país para que o Estado assuma um financiamento integral. PP MU Quais as vossas prioridades em termos de Política de Juventude? João Almeida, presidente da Juventude Popular Para nós Política de Juventude não é o Estado ajudar os jovens e tratá-los como inferiores sociais. O que tem que acontecer é que alguém por ser jovem tenha as mesmas condições para poder competir. Ao nível do Ensino Superior achamos que deve rapidamente ser implementado o Sistema de Bolonha para que em termos de competitividade, principalmente a nível Europeu, Portugal não se atrase ainda mais. Defendemos a dignificação do ensino politécnico para que possa ser uma clara alternativa e para que possamos ter mais quadros médios. Depois achamos que o emprego jovem não deve ser patrocinado, mas sim a empresa jovem. Muito mais importante do que pagar a empresas para porem os jovens a trabalhar é ajudá-los a criarem as suas próprias empresas, porque isso cria novos postos de trabalho e as empresas que existem ao estarem a criar empregos para os jovens se calhar estão a substituir pessoas mais velhas, que ainda estão em idade activa. Achamos ainda que devem ser apoiados os talentos. Portugal é um país que tem recurso limitados, é periférico e naquilo que pode ser competitivo é no que fazemos de diferente. MU E em relação ao financiamento do Ensino Superior? JA Pensamos que deve caminhar cada vez mais para um financiamento ao aluno e à família e cada vez menos à instituição. Defendemos uma lógica de liberdade de ensino, em que não pode haver distinções entre públicas e privadas, universitárias ou politécnicas, mas sim entre aquelas que têm qualidade e as que não têm. MU E o financiamento do segundo ciclo com Bolonha? JA Aí o Estado deve definir áreas prioritárias e contratualizar o financiamento em relação a essas áreas para assim orientar também aquilo que são os desígnios estratégicos do país. Não temos capacidade de formar e sermos competitivos em todas as áreas. Na lógica de Bolonha, acho que o segundo ciclo é importante para definir quais são as áreas em que o Estado investe.

6 6 14 FEVEREIRO 2005 [ formação ] Uma questão de CONCTACTO E de repente vais trabalhar para fora, só não sabes para onde. É uma das particularidades do programa Contacto, que financia estágios internacionais e aposta na formação de jovens licenciados. Pena é não haver mais iniciativas como esta em Portugal. por Diogo Torgal Ferreira Instituto governamental tutelado pelo Ministério da Economia, o Icep Portugal tem na promoção da internacionalização da economia portuguesa uma das missões principais. Para tal, lançou, em 1997, o Programa de Estágios Internacionais Na sua oitava edição, e com o objectivo de criar quadros capazes de acrescentarem valor nas empresas portuguesas presentes em vários pontos do mundo, o Contacto tem-se revelado um verdadeiro sucesso. Só peca pelo número relativamente reduzido de vagas nas últimas três edições nunca foram recrutados mais de 120 estagiários. Destinado a recém-licenciados, obrigatoriamente com menos de 30 anos, assume como grande particularidade o facto de nenhum dos candidatos poder escolher o país ou a cidade para onde irá estagiar. São várias as fases de selecção que é preciso ultrapassar e há requisitos básicos que é preciso preencher. Destaque para a fluência no inglês (oral e escrito) e em uma de outras quatro línguas francês, italiano, espanhol ou alemão; domínio na área de informática na óptica do utilizador; disponibilidade para viver no estrangeiro; capacidade de adaptação e de relacionamento interpessoal. Há uma clara preferência por indivíduos com uma formação base nas áreas da economia, engenharia, gestão, marketing e informática, mas, devido às solicitações de recursos humanos que as empresas participantes efectuam junto do Icep, o instituto tem igualmente promovido estágios em sectores como o design, comunicação social, novas tecnologias, direito, relações internacionais e biotecnologia. Quatro passos A estrutura do estágio divide-se em quatro fases distintas. Na primeira realiza-se um curso de Gestão Internacional, efectuado em Portugal, ministrado por professores universitários e por individualidades conhecidas, quer no mundo empresarial nacional quer internacional. Durante duas semanas de regime intensivo, os Uma história real Depois de terminar o seu curso em Gestão de Empresas, Luís Dias acabou por integrar o programa Contacto na sua sétima edição. «Decidi inscrever-me, comecei a passar as várias etapas de selecção e acabei por ser seleccionado», conta Luís, que tomou conhecimento da iniciativa através de um amigo que se tinha inscrito na edição anterior. Para o ex-aluno do Instituto Superior de Gestão a incerteza em relação ao país para onde iria estagiar acabou por ser um factor motivador, acrescentando que é indispensável «ter espírito de aventura para te envolveres numa coisa deste género». Foi trabalhar para Barcelona, inserido numa das empresas do Grupo Amorim, e não tem dúvidas em afirmar que este tipo de programas é fundamental na formação profissional dos jovens, sublinhando que o Contacto «é um programa que ajuda a ganhar dinâmica profissional, acabando o estágio com os horizontes mais abertos e com uma mentalidade totalmente diferente». Pelos vistos vale a pena. estagiários complementam a sua formação base com matérias relativas à gestão e política internacionais. Na segunda, inicia-se a parte prática do programa. Durante um mês e meio os estagiários são integrados nas empresas, grupos ou organizações para que foram seleccionados, a fim de aprenderem melhor a cultura da empresa esta fase tem como grande finalidade uma perfeita e eficaz inserção na filial do estrangeiro. Decorridas as duas primeiras fases do programa, serve-se então o "prato forte" da agenda Contacto, o mesmo é dizer, o estágio no estrangeiro. As multinacionais e organizações internacionais portuguesas recebem os jovens licenciados durante um período de nove meses. O grande objectivo é potenciar o desenvolvimento de aptidões profissionais, de dinâmica empresarial e de criação de toda uma estrutura individual que os prepare para a sua actividade futura. Em suma, a criação de novos quadros empresariais portugueses, que, esse sim, acaba por ser o objectivo central do programa. Findo o período de estágio no estrangeiro, cada edição é formalmente encerrada reunindo o grupo de estagiários com a equipa científica do programa e a equipa do Icep para uma sessão de avaliação final conjunta. De acordo com estatísticas e depoimentos de ex-participantes, o Programa é um enorme êxito e constitui uma mais valia para os licenciados escolhidos, tanto a nível profissional como pessoal. Com efeito, este tipo de experiência é inestimável, pelo que é de lamentar não haver mais programas do género em Portugal. Os jovens profissionais acabados de sair da faculdade ficariam a ganhar e, consequentemente, o país e a sua economia. O Contacto insere-se num tipo de qualificação profissional que não tem preço, sendo urgente as autoridades competentes investirem mais em estruturas de formação do género. Mantém-te informado em Quadro resumo das edições Contacto Ano Candidatos Candidatos Seleccionados % do total 1997 / / / / / / / Total

7 ESCAPADELA 14 FEVEREIRO [ fugas ] «Eu não sei que tenho em Évora, que de Évora me estou lembrando...». Canta o Fado, repete quem já por lá passou. Serão as ruas caiadas de branco e o sol a espreitar mesmo em dias de frio apertado? Será o prazer de umas migas regadas com o vinho da região? O que será que Évora tem? por Raquel Louçã Silva ALENTEJANA Agora que o stress dos exames ficou para trás e o segundo semestre já vem a caminho, o Mundo Universitário propõe um fim-de-semana em Évora. Ideal para retemperar energias e descobrir pequenos prazeres. Convences um grupo de amigos e, vamos imaginar que saem de Lisboa num sábado de manhã, é só apanhar a A6 e em coisa de uma hora estão no Alentejo. Basta chegar a horas de apreciar um belo almoço. E o que não falta é restaurantes para degustar os sabores tradicionais da refião. O Fialho, afamado tanto pelos prémios de culinária alcançados tanto em Portugal como a nível europeu é uma boa opção. E que pedir? Migas com carne de porco pode ser uma excelente aposta, até porque o passeio da tarde ajuda a digerir os menos habituados ao tempero alentejano. Claro que não há migas sem um vinho tinto da região a acompanhar. E, no final, ninguém pode levantar-se da mesa antes de saborear os típicos doces conventuais. São uma perdição. O segredo é perderes-te Dizem os roteiros turísticos que a cidade tem tantos monumentos imprescindíveis para visitar, que para tal seria necessário vários dias. Afinal, Évora foi classificada Património Mundial pela Unesco. Mas, como a proposta é um fim-de-semana, o MU fez uma selecção. Para isso, aconselhou- -se com um futuro profissional de turismo, nascido e criado em Évora há 22 anos. José Elias, estudante do curso de Turismo e Desenvolvimento, na Universidade de Évora, diz que o truque para descobrir a sua cidade é «estar de olhos abertos e perder- -se». A ideia é andar a pé e descobrir o que está para além dos guias, apesar de haver monumentos obrigatórios. Começando a caminhada na Praça do Giraldo, basta subir a Rua 5 de Outubro e estamos no Templo Romano. Mais conhecido por Templo de Diana, data do séc. I e é o ex-libris da cidade. Passar pela Sé é igualmente obrigatório. Trata-se da maior catedral portuguesa e subir ao terraço proporciona uma imponente vista panorâmica sobre a cidade. De seguida, por que não passar pela Capela dos Ossos? Situada no prolongamento da Casa do Capítulo, antigo convento franciscano, apresenta paredes e pilares completamente revestidos por ossadas. No total, contam-se cerca de cinco mil crânios. Finalmente, aconselhamos uma visita à Universidade, afinal o edifício do séc. XVI é Monumento Nacional. Da tasca à discoteca Se o passeio se prolongou até ao entardecer que tal petiscar na tasca do "Manel dos Potes", lá para os lados da Universidade? Trata-se de um local emblemático para os estudantes da cidade porque é ali que se faz a recepção ao caloiro e aconselha-se os petiscos do Ti Manel a toda a gente. Linguiça assada, moelinhas, enfim a ideia do fim-de-semana também passa por esquecer as dietas. Com o anoitecer apetece sair. A noite de Évora faz-se essencialmente de barzinhos, por isso a ideia é ir saltando de um lado para o outro. E como fica tudo dentro do centro histórico nem se põe em causa quem tem de ser o amigo 100 por cento cool do grupo, anda-se a pé e já está. Fica aqui a sugestão de um possível roteiro nocturno. O Bar da Universidade (associação de estudantes de dia, bar pela noite dentro) pode ser um bom sítio para começar. Depois é circular. Jardim da cerveja, Jonas e, entretanto, se a fome apertar podes passar pelo Burladero, onde se servem petiscos até ás três da manhã. Finalmente, para quem quer prolongar a noite, há sempre a possibilidade de ainda ir dar um pé de dança até à Praxis (a discoteca mítica de Évora, mais que não seja porque tem resistido à passagem do tempo). Com várias pistas de dança e um espaço ao ar livre, o grupo de amigos pode ser grande e dispersar-se à vontade sem terem que se separar e ir para sítios diferentes. Pelos caminhos do vinho Domingo já cheira a regresso, mas enquanto o dia não acaba ainda há muito para descobrir. A riqueza de Évora não está só na cidade em si, mas igualmente nas cidades vizinhas. Por isso deixamos a sugestão de um percurso possível dentro da Rota dos Vinhos do Alentejo. Reguengos, Redondo, Estremoz e finalizando Borba. Uma forma de descobrir a beleza de outras terras que circundam Évora e que são, ao mesmo tempo, zonas vitivinícolas afamadas. A visita ao Museu Regional do Vinho Alentejano ou à Enoteca, ambos em Redondo, é obrigatória. A todos aqueles que aceitarem o desafio da escapadela alentejana, votos de que se divirtam muito. Dicas Quem não se desloca em transporte próprio pode recorrer à Rede Nacional de Expressos que tem carreiras de autocarro regulares para Évora, a partir de qualquer ponto do país. Está a decorrer a "Campanha Alentejo à Mesa", com promoções nos restaurantes e entidades hoteleiras aderentes. Aconselha-se a visita aos sites: PUB

8 8 14 FEVEREIRO 2005 [ play ] Tiros e e Jogadores de golfe que espancam os caddies e mechs com motos que parecem hovercrafts. Assim vai o mundo virtual. Algumas vezes óptimo, outras bem, muitas menos mal. por Miguel Aragão OUTLAW GOLF2 PS2 Mulheres em biquini, uma pitada de humor para maiores de 18 e outra de violência gratuita são os ingredientes da Hipnotix para transformar o golfe num desporto de massas. Mas, se à partida a ideia de espancar o caddie não desperta o mínimo interesse, e até causa alguma repugnância, também se propõe um desafiante e equilibrado jogo de golfe. De longe melhor e maior do que o original, Outlaw Golf 2 (OG2) oferece oito circuitos, em vez dos três do antecessor. Não esperem, porém, nada do calibre do PGA Tour, tipo Augusta National ou Pebble Beach. Contem antes com refinarias industriais em Nova Jersey, locais secretos de testes nucleares e outros que tais. O modo Exibição pode ser enfrentado através de 13 jogos com regras distintas. Num pick up sticks, por exemplo, quando se ganha o buraco, conquista-se a possibilidade de eliminar um dos tacos do saco do adversário. Mas o maior desafio está no modo Tour, onde se escolhe uma personagem com características próprias e se enfrenta uma série de competições. Para não variar, à medida que se vai evoluindo e acumulando triunfos, surgem as recompensas novos circuitos, conjuntos de tacos e até guarda-roupas. Atravessar os Tours específicos de cada personagem não é, contudo, tarefa fácil, graças à inteligência artificial (IA) dos adversários. Apesar de se aproximar dos seus congéneres Tiger Woods e Links, a mecânica de OG2 possui pormenores que enriquecem a experiência do golfe virtual. O jogo recorre a um swing analógico, através de movimentos dos sticks para cima e para baixo, enquanto o ecrã exibe um medidor de potência. O sistema não é tão sensível às movimentações laterais como o de Tiger Woods PGA Tour 2005, o que o torna muito menos susceptível a erros de trajectória. Quando no green, ao pressionar o quadrado, acede-se à trajectória virtual que a bola irá tomar. Mas, e se nesse momento se optar por corrigir a rota, a indicação desaparece. Pode- -se defini-la três vezes antes de cada tacada, depois é o "seja o que Deus quiser". Outra das particularidades de OG2 é o medidor de compostura/ calma. Escusado será dizer que é fácil perdê-la, em grande medida quando a pancada não lhe sai de feição. Para recuperar a postura basta jogar com algum acerto ou, em casos de desespero, espancar o caddie, por meio de um mini-jogo baseado no ritmo. No capítulo dos gráficos, as personagens ganham realce pelas suas engraçadas e naturais animações. Aos cenários, por outro lado, falta brilho e definição. Do online destaca-se a possibilidade de ser enfrentado tanto em ecrã dividido como por turnos. Gostámos mais do golfe outlaw da Hipnotics pelos toques de originalidade na mecânica e no humor, e menos, pelo que apresenta nos gráficos e no som. Tacos ROBOTACH: INVASION PS2 Expulsar as forças malignas da Terra não é tarefa fácil, muito menos quando vestimos a pele de um mech com visão distorcida e que ouve vozes. Invasion é um shooter que decorre na terceira série Robotech cartoons japoneses, conhecida nos Estado Unidos por New Generation, e em Terras do Sol Nascente por Génesis Climber Mospeada. Para o caso, interessa que Locke pertence ao clã dos REF, criados pelos humanos para recuperarem a Terra. Pertence, não. Pertencia. É que a acção tem lugar quatro anos após o seu rapto pelos Invid. Agora, Locke não conserva qualquer memória da vida passada. Sabe-se apenas, através dos outros resistentes, que caiu do céu, qual salvador da pátria, qual Messias robotizado e motoqueiro. A acção decorre em dois moldes bem distintos. Num, na primeira pessoa, caminhamos em cenários futuristas e enchemos de chumbo tudo o que aparece pela frente. Noutro, Locke assume a faceta motard e continua a fazer tiro ao alvo a tudo o que aparece pela frente. Na primeira pessoa, e a pé, a progressão é bastante linear, em grande parte devido ao sistema de pontaria. À primeira vista em tudo semelhante aos FPS clássicos. Um dos sticks opera as pernas da geringonça e o outro os olhos. Mas virando a câmara na direcção do inimigo, a mira bloqueia-o automaticamente, o que facilita em grande escala a prospecção do terreno. Bonito, bonito era se os segmentos em que a moto entra em acção decorressem com a mesma fluidez. Quando assumimos o controlo da duas rodas, deparamo-nos com um jogo desequilibrado. A máquina avança de forma imprecisa e pouco rápida, dando a sensação que viajamos no ar. Já para não falar nos mísseis que a equipam, e que quando acertam no alvo (o que é muito raro), infligem poucos danos ao inimigo. Apesar de oferecer cenários bem desenhados e variados, o aspecto de Invasion não é dos melhores que por aí andam. Ainda assim, vale-se da variedade dos diversos palcos de guerra e intercala espaços reduzidos com áreas de perder de vista de forma equilibrada. Feitas as contas, o universo Robotech oferece um manancial de alternativas que podiam aqui ter sido melhor aproveitadas. Salva-se a acção na primeira pessoa e o desenho de quase todos os níveis. Perde-se pelo aspecto menos cuidado e pela confusa e desorientada "duas rodas".

9 É comprar, 14 FEVEREIRO [ 5.ª dimensão ] Para todos os gostos. Aqui na nossa banca de prendas e afins encontra-se de tudo. É só escolher... e levar. Insatisfeito há quem fique. Diogo Torgal Ferreira é comprar! "TRY ME SUCKA!!" É impossível ficar indiferente a esta pérola. Ter uma série de "bocas" clássicas de Mr. T armazenadas numa espécie de porta chaves "falante", e poder ouvi-las quando se quiser, é o sonho de muitos. Quem não se lembra e vibrou com Clubber Lang em o Rocky III, ou com B. A. Baracus nos Soldados da Fortuna? Desde um "Shut up, fool!", a um "Don t make me mad" seguido de grunhidos, o Mr. T in Your Pocket assegura a memória de um verdadeiro ícone. Salvé Mr. T! PVP: a partir de 13 A bíblia dos solteirões Nos dias de hoje não está nada fácil acompanhar os movimentos no "mercado" das solteiras e solteiros. Podem acontecer mil e uma situações e nada melhor do que ter um manual de sobrevivência sempre à mão. O Worst Case Scenario Survival Handbook Sex & Dating, apresenta soluções para as ocasiões difíceis desde como manusear um soutien mais difícil de desapertar, até como lidar com a incómoda situação de acordar de manhã ao lado de alguém cujo nome não vem à cabeça. Salve-se quem puder! PVP: a partir de Afundar é que não! Para o tipo "stressadinho" não há prenda melhor. O cesto de basquete para anexar ao caixote do lixo pode ser um escape extraordinário. Depois de horas e horas a fazer apontamentos para aquele exame "tramado" o gozo que não deve dar amarrotar as folhinhas e encestar quando a saga dos exames já lá vai! Cesto feito e ouve-se o público delirar com os três pontos conseguidos. A ovação parece que limpa a alma. PVP: a partir de Binóculos digitais É uma das últimas modas no campo das "engenhocas" electrónicas: câmaras digitais com o suporte de binóculos. O novo modelo da Meade está preparado tanto para fotografia como para vídeo e é perfeito para desportos, concertos, natureza e muito mais. Com 32 MB de memória e compatibilidade com o Windows, sem necessidade de software adicional, são a perdição de quem gosta de se deixar levar pela beleza de uma imagem. Escrita radiofónica A pensar que já não havia mais nada para inventar... e chega-nos esta esferográfica equipada com rádio FM. Impecável para quem gosta de trabalhar ou escrever em qualquer lado e a qualquer hora, sem dispensar a musiquinha, o noticiário ou um relato de futebol. Equipada com headphones, a "caneta FM" tem feito assinalável furor por terras americanas e ameaça repetir o êxito em Portugal. PVP: a partir de Tecnologia RETRO Concebida pela Minox destaca-se por ser uma réplica de muitíssimo bom gosto da clássica Leica M3, modelo sagrado da marca suíça. Possibilitando fotos em quatro formatos, a câmara é compatível tanto com o PC como com o Mac e já traz todo o software necessário. Direccionada para autênticos aficcionados da fotografia, destaca-se, desde logo, pelo design moderno. PVP: a partir de

10 10 14 FEVEREIRO 2005 [ ídolos ] «A Casa é o meu grito do Ipiranga» Ela já fez televisão, rádio, escreveu para a imprensa escrita e agora experimenta o teatro tanto na versão de autora, como de actriz. Nada demove Rita Mendes de encontrar novas maneiras de se expressar. Afinal de contas, tudo é comunicação. por Diogo Torgal Ferreira Mundo Universitário: Qual o perfil da Rita Mendes? Rita Mendes: A Rita Mendes tem 28 anos. Embora tenha nascido em Lisboa e ser alfacinha de gema, sou filha de mãe algarvia e pai nortenho, havendo aqui uma mistura engraçada. Desde sempre quis fazer alguma coisa ligada à área da comunicação, e na altura de escolher um curso optei por Comunicação Social. Na época não consegui entrar e acabei por ir para Sociologia, que era a área que mais me facilitaria a passagem para Comunicação Social. Acabei por conseguir fazê-lo no meu segundo ano, transferindo-me para o Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP), curso de Jornalismo. Aí também no segundo ano, eu e mais três amigas tivemos a hipótese de fazer um casting para um programa de televisão. As coisas correram bem e aos 18 anos comecei a fazer o Templo de Jogos na SIC, que durou uns dois anos. Na altura era um projecto que encarava como hobby, até que fui convidada para apresentar o Portugal Radical (PR), e aí sim tive que tomar uma opção de vida. Já tinha 20 ou 21 anos e era muito complicado conciliar os estudos com o programa. Passei a dedicar-me quase a 100% à televisão e acabei por desistir do curso de jornalismo. É a história da minha vida universitária... não acabei nem Sociologia, nem Jornalismo. MU: E depois do PR? RM: Depois do PR e de uma pausa para descansar, recebi um telefonema de um senhor chamado Rui Unas, a dizer que tinha um projecto novo, num canal chamado CNL e queria trabalhar comigo em alguma coisa. É assim que surge o Curto Circuito (CC) que fiz durante um ano e meio, até o programa passar para a SIC Radical. Depois de vários projectos televisivos e rádio, voltei ao CC durante mais seis meses, e de há dois anos para cá decidi fazer uma pausa na televisão. MU: Mesmo com dois cursos inacabados, achas que a experiência universitária ajudou no teu percurso? RM: Sem dúvida que sim, tanto que voltei para o curso de Sociologia passados seis anos, coisa que está a dar-me muito mais gozo do que antes. Estou lá porque quero e não por nenhuma outra razão. Tiro muito mais proveito de todo o processo. Só para te dar um exemplo da importância da universidade na minha carreia, a minha primeira experiência com rádio foi no ISCSP. Embora fosse um projecto experimental, nunca o teria feito se não estivesse na faculdade. MU: Eras uma boa aluna? RM: Sempre fui uma estudante média... média-alta quando precisava de fazer as cadeiras. Comigo houve mais falta de tempo que outra coisa. No caso de Sociologia, teria conseguido terminá-lo. Em relação a Comunicação Social, como era um curso muito prático, era mais complicado porque implicava uma presença constante. MU: Já passaste pela rádio, televisão, imprensa escrita e agora teatro. Em qual destas áreas te sentes mais à vontade? RM: Tenho que responder a televisão, porque foi onde eu "nasci" para a comunicação. Não me posso esquecer que fiz programas diários em directo com a duração de três horas durante um ano. Sinto-me quase como peixe na água. Agora se me perguntas o que eu mais gosto de fazer, tenho de te dizer que é a escrita. Gosto de escrever para depois executar. MU: Como é que surgiu o projecto da peça de teatro A CASA?

11 14 FEVEREIRO [ ídolos ] RM: Esta peça é o meu grito do Ipiranga. Sempre me interessei por teatro, leitura, poesia e os meus pais são daqueles que sempre me incutiram o gosto por estas áreas. Mesmo que não a nível profissional escrevi sempre em casa. Com o tempo, várias pessoas do ramo começaram a perguntar-me porque é que eu não publicava alguns dos meus textos. Ao ver que pessoas da área achavam que as minhas coisas tinham interesse, achei que poderia haver algum "sumo" no que escrevo. Então desde há dois anos, comecei a trabalhar num texto com contornos de romance, mas que depois começou a evoluir para o teatro. Comecei a ler livros sobre dramaturgia, e a juntar a isso, a sorte de ter um namorado actor, fez com que o processo começasse a ter uma direcção muito concreta. Com um actor fantástico em casa, a ideia passou pela adaptação das ideias que já tinha, e escrever algo para o Martinho [Martinho Silva]. Já com o processo mais avançado, sem nunca pensar em representar o papel feminino da peça, o Martinho que também é o encenador perguntou-me se eu não queria ficar com o papel. MU: Já tinhas tido alguma experiência como actriz? RM: Na área da representação não é propriamente uma estreia. Já tinha feito um curso de cinema/ teatro/ tv com a duração de um ano com a Thaís Campos, dois workshops de representação e entrei em duas curtas metragens: uma de Gonçalo luz que se chama Crónica Feminina e outra do Frederico Curado, Telefona-me. Mas teatro é teatro. É a arte maior da representação, e nesse campo a minha estreia é absoluta. MU: A experiência de pisar um palco como actriz intimida-te? RM: Intimida sempre. Mesmo considerandome uma comunicadora, acho que a arte de representar é diferente. A representação é a forma mais apurada de comunicação. Há todo um rigor, os ensaios, a repetição, tudo coisas que me estão a dar uma disciplina que eu não tinha. Tudo tem uma razão de ser em palco, o corpo, a voz. É óbvio que tenho algum medo da experiência, mas considero que ter medo é desafiante. MU: Fala-nos um pouco sobre a peça. RM: A CASA vem um pouco do meu lado emotivo e sentimental. Preocupa-me muito RITA TAMBÉM É PETRA saber que as pessoas cada vez menos dão importância aos sentimentos, têm medo de falar deles e têm paciência umas para as outras. É um bocadinho sobre isso que fala a peça. Decidi centrar-me nas relações amorosas, onde qualquer desentendimento dá azo a que acabes uma relação. A peça fala de um casal, ele fotógrafo, ela florista. Vivem os dois num bairro trendy da cidade, com um vivência cosmopolita. Uma vida muito agradável, até ao dia em que ele acorda e ela não está em casa sem se perceber porquê. O resto da peça são os dois dias seguintes ao seu desaparecimento, em que ele desesperadamente tenta saber o que se passou. Acaba por ser um drama com alguma ironia e comicidade à mistura. MU: Uma vez que esta edição do MU vai sair no dia dos namorados, uma pergunta impõe-se: como é isto de trabalhar com o teu namorado? RM: Sempre foi um risco e nós sempre o soubemos. Mas curiosamente, apesar das inevitáveis discussões, as coisas têm corrido muito bem. O facto de tudo isto me estar a fazer muito bem a nível pessoal - porque realmente estou a gostar muito do que estou a fazer, ajuda a que as coisas cheguem a bom porto. Mas claro que é preciso sempre distinguir o que é pessoal e o que é profissional. MU: Quem é Petra Viana? RM:APetra Viana é a Ana Rita Petra Viana de Campos Mendes. Não é um heterónimo, mas o conceito acaba por ser esse. Quem souber que sou eu... sabe até porque eu não escondo o que escrevo e tenho muito orgulho no que crio. Quem não souber tem que se informar. Mas por outro lado, a Petra talvez reflicta aquela vertente mais intimista e reflexiva da Rita. MU: Em que se inspira a Petra Viana quando escreve? RM: Inspira-se muito nas relações pessoais. A Petra tem muito aquela aspiração de tocar as pessoas com as coisas que escreve. Tenta sempre mudar um certo estado de coisas, sempre para melhor. MU: Como é que surge a participação de Yen Sung e James Wall na banda sonora da peça? RM: Todo o projecto não teve um único apoio monetário, sendo construído por amor à camisola. A Yen já é minha amiga A CASA é a estreia absoluta de Rita Mendes no teatro, peça na qual assume um duplo papel. Além de protagonizar uma das duas personagens ("Ela"), a "comunicadora", como gosta de se definir, também escreveu o texto assinado sob o nome Petra Viana. Como co-protagonista, Rita conta com o namorado e companheiro Martinho Silva, que interpreta a personagem masculina ("Ele"). Martinho também assume as rédeas da encenação de uma peça que fala sobretudo de relações humanas, de relações amorosas e do facto de a vida de alguém ser feita de encontros e desencontros... de encantos e desencantos. Somente com duas personagens em acção, também participam no projecto Yen Sung e James Wall com a música original, encarregando-se Dino Alves do styling de cena e do figurino. A peça estará em cena na sala Estúdio do Teatro da Trindade em Lisboa, de 24 de Fevereiro a 26 de Março. Bilhetes a 8 euros. há algum tempo e quando o projecto começou a tomar forma, houve muitos amigos que se interessaram de imediato. Ela foi uma dessas pessoas e ficou toda entusiasmada, porque ainda não tinha feito nada para teatro. Eu e o Martinho obviamente alinhámos. Depois, certo dia, a Yen veio ter comigo muito envergonhada e perguntou-me se o namorado dela, o James, também podia participar no projecto. Eu achei a ideia fantástica e de facto não podia fazer mais sentido. A peça fala de relações, é um casal que contracena em palco e nada mais natural que ter duas pessoas que namoram a fazer a banda sonora. Tudo se encaixou. MU: A peça vai estrear em Lisboa no fim do mês? Há planos para levar A CASA a mais cidades do país? RM: Claro que sim. Acho que Lisboa neste momento funciona mais, para que se fale do projecto. A partir daí, já estamos agendados para levar a peça ao Porto, em princípio para o auditório do Ballet Teatro. Depois já estão estabelecidos contactos para irmos a Évora, Covilhã e algumas faculdades do país, tudo possibilidades ainda em aberto. Curiosamente tivemos um contacto fantástico de Angola. Ligaram- -me de Luanda a saber da possibilidade de apresentar a peça por lá, coisa que não será muito difícil até porque o nosso cenário cabe dentro de uma mochila. MU: Depois desta aventura no teatro, o que é que o futuro te reserva? RM: Há um projecto em televisão, mas desta vez na área da produção. Acho que já dei a cara por muito tempo, e tenho-me apercebido que estar do outro lado das câmaras dá outras bases e outro estofo. Não me importaria nada de o fazer, principalmente se para a frente das câmaras for alguém em quem eu acredito. Seria lá para Março/Abril, mas neste momento não quero adiantar muito mais. De resto, estou muito naquela posição de ver o que é que isto da peça dá: se a crítica aceita ou não aceita, se as pessoas gostam ou não gostam. O meu sonho seria mesmo conseguir formar um colectivo que se assemelhe mais ou menos a uma companhia de teatro, onde eu me pudesse exprimir de várias formas. Neste momento sinto que estou a fazer exactamente o que quero, e gostaria de continuar. Mas uma coisa é certa: escrever é para continuar.

12 12 14 FEVEREIRO 2005 [ noites e copos ] COM O APOIO DE: Lisboa Ainda no rescaldo do Carnaval, alguns foram mesmo apanhados com a máscara. Do Docks, ao Nuts, passando pelo W, sempre em grande! INVESTE EM TI MESMO! FAZ O TEU BOOK FOTOGRÁFICO NA CENTRALFACES - people. Publicidade - Castings - Trabalhos Temporários e muito mais! Para mais informações:

13 14 FEVEREIRO [ noites e copos ] Pelo norte tudo mais calmo. Flashes na noite do bar Minister. Vila Real

14 14 14 FEVEREIRO 2005 [ jukebox ] Para uma revolução de Na era da cultura urbana, Kalaf é um performer, cantor e poeta com uma nova atitude, que subverte e vicia. Move-se no território do spoken word, palavras em poesia que dão forma ao seu sentir urbano. Para nos ligar à corrente da revolução de mentalidades. por Cristina Carvalho mentalidades Chamam-lhe poeta-cantor e os olhos mais atentos ao pulsar da renovada cena musical portuguesa estão postos nele. Kalaf, um angolano com nome de príncipe é uma das vozes activas responsáveis pela oxigenação do actual panorama musical a que (felizmente) assistimos. Não por ser um excelente cantor ou instrumentista: a sua arte é outra, o spoken word ou a poesia falada. Na verdade, a história do spoken word não é recente. Nos Estados Unidos, já nos anos setenta Gil Scott-Heron o fazia para apelar à revolução de mentalidades, ou Ursula Rucker, mais recentemente, entre muitos outros. Por cá, o bálsamo é dado por Kalaf. Com as palavras exalta sentimentos, conta histórias e cruza mensagens de esperança e união, tendo a música como veículo. «A música é um refúgio, um abrigo onde nos sentimos mais seguros, claros escuros» apela à tolerância e promete abrigo nas palavras em poesia que dão forma ao seu sentir urbano. Há nove anos deixou a casa de Benguela e rumou a Portugal, queria vir tirar um curso superior. Guarda de Angola as memórias de uma infância feliz em casa o rádio sempre ligado e foi ainda por paragens africanas que descobriu a poesia, que declamava às meninas bonitas do liceu. Chegado a Lisboa, teve o primeiro contacto com o hip-hop: era o estímulo que precisava para começar a escrever. Um apaixonado pela cidade e pelas suas histórias, agora é Lisboa que inspira os seus poemas. Mas em Kalaf cabe o mundo todo. Mil e um projectos «A música sempre foi uma plataforma para escoar os meus poemas», conta Kalaf. Numa curiosa experiência, as suas palavras debutaram num encontro com acordes rock, mas não tardou a abraçar outros universos musicais. O processo criativo não tem regras: as palavras podem surgir antes, depois ou em simultâneo com a música numa jam session. Assume-se como um construtor de conceitos, canta e é cantado por outros. Nos últimos anos, tem sido cúmplice em alguns dos melhores projectos da produção nacional de vanguarda, encarnando a costela africana do mundo lusófono da Lisboa mestiça. Primeiro, foi o encontro com a Cooltrain Crew, colectivo de DJ criado em 1997 que assumiu um papel fulcral na geração e dinamização do movimento jungle e drum' n' bass nacional. Mas esse foi apenas o primeiro de muitos encontros que se seguiram. Empresta a voz quente ao colectivo Spaceboys, em voos que cruzam o espaço unindo a magia ancestral do funk, soul e dub à liberdade intergalática das linhas electrónicas. Cantou com Kika Santos nos Loopless e criou o projecto Katta (alvíssaras a quem souber do seu paradeiro!). Colabora com o colectivo FusionLab de DJ Riot e Lil'John, seus parceiros na inovadora e destemida aventura de recriação do fado Havemos de ir a Viana. Um compromisso com a herança musical nacional para gáudio dos egos mais pós-modernistas. É poeta e mestre da palavra falada em Bulllet, o projecto comandado por Armando Teixeira. Com as suas imagens faladas aqui ilustra um ambiente em que o hip-hop instrumental é a base de uma narrativa onde os ecos do dub, jazz, soul e funk constroem a banda sonora de um filme de espiões dos anos setenta. E não acaba por aqui. Em parceria com o produtor Zé Nando Pimenta (mais conhecido por Type) edita em 2004 A Fuga pela label portuense Meifumado. Este disco une a poesia ao jazz, funk e hip-hop num registo denso e sem precedentes na área do spoken word. Estratégia de sobrevivência Mas foi com a edição do álbum Strategies and Survival, concebido e produzido numa semana, que Kalaf mais deu que falar. Em 1-Uik Project alia-se ao companheiro de guerra João Barbosa (Lil' John) na criação de um manual de estratégias de sobrevivência. Elogiado pelo público e pela crítica, é um registo surpreendente em reacção à inércia vivida no mercado musical. Materializa a crença partilhada por ambos de que a evolução criativa passa por simplificar a forma como a música nasce e chega ao público, eliminando as contingências não musicais. Munidos desse espírito, criaram juntos uma editora a Enchufada para ligar todos à corrente. Trata- -se de um verdadeiro laboratório onde se cruzam músicos de formação jazz, hip-hop, amantes do vinil e todos aqueles que têm curiosidade em procurar o que de novo se anda a fazer na cena musical lisboeta. Através da inovação dos instrumentos de trabalho que utilizam, e procurando a antecipação de novas tendências, são a prova de que existe um espaço a preencher na música nacional e talentos com potencial que ultrapassam largamente as nossas fronteiras. É esta a missão da Enchufada: uma plataforma de lançamento e desenvolvimento artístico, garantindo a contemporaneidade do acto de criação. Kalaf é performer, cantor, poeta. Uma nova atitude que subverte, contagia e vicia. Para a necessária revolução de mentalidades... Esperemos que seja para ficar.

15 A estrear 14 FEVEREIRO [ jukebox ] PUB TORI AMOS The Beekeeper É o regresso da Cornflake Girl aos escaparates musicais, desta vez com o lançamento do sétimo álbum de originais, intitulado The Beekeeper. Passados mais de dois anos de silêncio editorial, a cantora/compositora norte-americana apresenta-se com um novo disco produzido pela própria. De acordo com Amos, houve o estabelecimento de uma nova relação com o seu inseparável piano. Na verdade, é um disco onde continua a exprimir a sua espiritualidade feminina e onde também há lugar para o som de órgãos vintage, percussões afro-cubanas e coros Gospel. Tendo como primeiro single Sleeps with Butterflies, o disco confirma Tori Amos como uma das mais interessantes e criativas autoras da música americana dos últimos dez anos, assumindo-se herdeira legítima de senhoras como Joni Mitchell ou Kate Bush. THIEVERY CORPORATION The Cosmic Game E a máquina continua bem oleada, não dando quaisquer mostras de querer abrandar. Com o lançamento do álbum mais político até à data, o duo composto por Rob Garza e Eric Hilton continua a sua missão de misturar e confundir os mais variados géneros musicais com elementos de música electrónica. EmThe Cosmic Game, quarto álbum de originais da dupla de Washington D.C., encontramos hip-hop, dub, bossa-nova, soul, jazz e mesmo rock alternativo. «Queríamos ir mais longe em relação ao que já tínhamos feito anteriormente, e por isso, fomos mais fundo no que toca a temáticas e sons», conta Rob Garza. Talvez por isso tenha havido lugar a colaborações menos óbvias, entre as quais David Byrne, Flaming Lips de Wayne Coyne e, imagine-se, Perry Farrell o líder dos Jane's Addiction participa no primeiro single do disco Revolution Solution. Agenda Concertos KATE WALSH Santiago Alquimista 14 de Fevereiro Bilhetes de 10 (single) a 15 (casal) GRAND DETROIT PUBAHS + YEN SUNG + JOÃO BARBOSA Lux Frágil 17 de Fevereiro LUKE SLATER + PITBULL + PLAGIA Clube Lua 18 de Fevereiro DA WEASEL Coliseu de Lisboa 18 de Fevereiro Bilhetes de 12.5 a 22.5 Coliseu do Porto 26 de Fevereiro Bilhetes de 10 a 22.5 DEAD COMBO Galeria Zé dos Bois 18 e 19 de Fevereiro FANTAS SOUND 2005 Teatro Sá da Bandeira de 25 de Fevereiro a 4 de Março Bilhetes a 15 a 20 TELEPOOMUZIK + DJ ANTIPOP + SEPH Clube Lua 25 de Fevereiro PASSATEMPO THE TEMPLE O Mundo Universitário tem para te oferecer 10 CD do álbum Diesel Dog Sound, dos THE TEMPLE. Para participar, basta responderes acertadamente à seguinte pergunta: Em que cidade europeia a banda gravou o álbum Diesel Dog Sound? Responde com a indicação do teu nome e contacto telefónico para até às 16 horas do dia 24 de Fevereiro. Os 10 vencedores serão sorteados de entre as respostas certas e posteriormente notificados por . Consulta a lista de vencedores, a partir de 25 de Fevereiro, em

16 16 14 FEVEREIRO 2005 [ cultura ] Fantas! Parabéns, Duas semanas. 250 sessões. Vem aí mais um Fantasporto. Em ano de Bodas de Prata, a 25.ª edição do Festival Internacional de Cinema do Porto está de parabéns e promete não desiludir. por Raquel Louçã Silva A maratona de cinema do Fantástico começa a 21 de Fevereiro e estende-se por várias salas do gande Porto, até 7 de Fevereiro. Na comemoração de uns adultos 25 anos, o Fantas inova ao surgir com algumas novidades. Anima-te, uma secção oficial dedicada ao cinema de animação, é uma delas. Uma espécie de rebuçado para a grande maioria dos espectadores que colocaram o género no top das preferências do festival. Porto em Curtas é outra secção em estreia absoluta. Engloba todas as curtas-metragens que encaixem no terreno do fantástico e não só, na «tentativa de dignificação merecida de um formato tão mal tratado em Portugal e no Mundo», como afirma César Nóbrega da organização. Mas, sem dúvida, que a jóia da coroa é a secção oficial. Aí é difícil destacar nomes, mas, mesmo assim, a programação arriscou. «Perturbador e demencial como o cinema de David Lynch» e «ambientado num universo digno de Kafka», Vinzent do alemão Ayassi é um dos eleitos. Assim como Primer, de Sahane Carruth, ou não tivesse sido o grande vencedor da último edição do festival americano de cinema independente, Sundance. Paralelamente às sessões da competição oficial decorre a 15.ª edição da Semana dos Realizadores. Sem estar sujeita a qualquer obrigatoriedade temática, cabem nomes como Alexander Pane que, depois de About Schmidt, regressa com Sideways. Haverá igualmente uma amostragem do novo panorama cinemetográfico português e este ano o produtor Tino Navarro é o homenageado. Por isso quem ainda não viu Adão e Eva ou Tentação tem agora uma excelente oportunidade para fazê-lo. O cinema espanhol é outra das grandes apostas. Logo na noite de abertura oficial aconselha-se Rottweiler de Brian Yuzna. Como diz Nóbrega, é um filme que «abre uma nova dimensão do terror gore, combinando o medo generalizado destes perigosos cães de guarda, com uma temática próxima da ficção científica». Mas o cinema alemão também não foi esquecido Secção Cinema Alemão para o séc. XXI; nem tão pouco as novidades que vêm do outro lado do mundo Secção Orient Express. A complementar o cinema propriamente dito, está o Fantas em Sons, com concertos que vão da música clássica à electrónica, sem descurar o jazz ou o rock. O Baile de Vampiros no Sá da Bandeira, a 5 de Março, contará com as fortes presenças de The Gift, bem como do famoso DJ chileno Ricardo Villalobos, entre outros. De pedra e cal Ser um espaço cultural de promoção e conhecimento do cinema fantástico de todas as partes do mundo, bem como um pólo onde coabitem bem todas as formas de arte em torno do cinema. Este foi sempre o objectivo do Fantasporto desde a sua primeira edição, em Agora que, entre a competição, antestreias e retrospectivas somam-se 5000 filmes exibidos, a constante luta pela promoção do cinema português e europeu, ou de qualquer outra parte do mundo, desde que distanciado dos padrões mais comerciais, parece estar a ser conseguida. Espaço alternativo, o Fantas foi conquistando o respeito no mercado cultural nacional e internacional. A revista Variety colocou-o no top sessenta festivais mais importantes do mundo. Parabéns, Fantas! ANGOULÊME BD À grande e à francesa Inquestionavelmente, o Festival Internacional de Banda Desenhada de Angoulême (cidade do sudoeste de França) é o mais importante evento bedéfilo europeu. A componente comercial, distribuída por três enormes tendas (as "bulles" ou balões) é provavelmente superior à das "Comic Convention" americanas. Em termos artísticos bem se pode classificá-lo como o de maior nível mundial. Acresce ainda a sua notável longevidade, visto ter atingido, entre 27 e 30 de Janeiro, a 32.ª edição anual. Concerto de desenhos No quadrante artístico, destacou-se uma performance de indiscutível ineditismo: um conjunto de desenhadores encarregavase, todos os dias, da execução pública de uma banda desenhada destinada a homenagear a personagem Little Nemo, comemorando os 100 anos após a data da sua criação. Perfeitamente planificada, a coisa funcionava assim: cada desenhador, que lera previamente o argumento, concebia a sua vinheta numa prancha focada por uma câmara, o que permitia ao público seguir a evolução (ampliada) da bd projectada num ecrã. Fascinante. Exposições Os núcleos exposicionais distribuem-se por vários edifícios: Teatro Municipal, Hotel de Ville, Catedral, Museu do Papel, Centre National de la Bande Dessinée et de l'image CNBDI, entre outros. São quase todos no centro histórico da cidade, sendo os mais distantes servidos por autocarros gratuitos. Vale bem a pena ver as exposições permanentes do acervo do CNBDI. Quanto às realizadas para esta edição, apenas sobressaiu pela qualidade a dedicada a Hugo Pratt/ Corto Maltese. Prémios A lista engloba quinze especialidades, entre as quais se premeia o melhor álbum ("Poulet aux prunes", da iraniana Marjane Satrapi, autora já traduzida em Portugal), melhores desenho e argumento, melhor bd alternativa (onde se incluem os fanzines). O grande prémio coube ao veterano Wolinski, que será presidente em 2006, sucedendo ao jovem Zep, o deste ano. Geraldes Lino Agenda Cultural PORTO "Bordallo Pinheiro: um génio sem fronteiras" exposição A justa homenagem, no centenário da morte do criador do mítico Zé Povinho. Museu Nacional da Imprensa. Tel Até 31 de Maio LISBOA "Looking Both Ways. Das esquinas do olhar. Arte da diáspora Africana Contemporânea" exposição O trabalho de artistas dos vários cantos de África, que vivem e trabalham em vários países europeus, num resultado do território emocional que liga os dois continentes. Fundação Calouste Gulbenkian. Telf Até 3 de Abril. Entrada livre. ALMADA 9.ª Mostra de Teatro de Almada Almada continua a respirar teatro por todos ao lados ver como ganhar bilhetes na caixa ao lado. Até 27 de Fevereiro. GANHA BILHETES! A propósito da 9.ª Mostra de Teatro de Almada, o MU oferece cinco bilhetes duplos aos primeiros leitores que chegarem às bilheteiras do Auditório Fernando Lopes Graça com um exemplar do jornal, até 15min. antes do início do espectáculo. LISSÃO - Novo Núcleo de Teatro da Faculdade de Ciências e Tecnologia, 22 de Fev. 21h30. WHY CAN I BE ME - Grupo Murmuri, 25 de Fev. 21h30. "O AUTOCARRO" - Grupo Teatro & Teatro, 26 de Fev. 16h. AS CADEIRAS - Grupo Cénico da Incrível Almadense, 26 de Fev. 21h30 CHOVE SOBRE O RIO DE AURÉLIA - Grupo O Grito, 27 de Fev. 21h30

17 14 FEVEREIRO [ 7.ª arte ] No RINGUE Por um SONHO Depois de Mistic River, Clint Eastwood está de volta ao grande ecrã naquele que já é considerado o melhor filme da sua carreira Million Dollar Baby. Não é um filme sobre boxe. É a história de uma mulher que sonha ser lutadora profissional. por Andreia Arenga Maggie Fitzgerald (Hilary Swank) é empregada de balcão desde os 13 anos, mas a sua maior paixão é o boxe. Criada no seio de uma família pobre e desencorajadora, Maggie encontra nos ringues a única forma de felicidade que conhece. E, Apesar de já ter 31 anos e ser considerada demasiado velha para começar uma carreira profissional, não desiste de perseguir o seu sonho até ao fim. Para isso, procura Frankie Dunn (Clint Eastwood), um treinador de boxe profissional que lê poesia e gere um antigo ginásio com fama de ter lançado vários campeões da modalidade para o estrelato. Maggie vê em Frankie alguém que a pode ajudar a alcançar o seu objectivo. Contudo, o treinador mostra-se demasiado conservador e recusa-se a treinar uma rapariga. Na verdade, as razões de Frankie vão para além desse preconceito e são bastante mais profundas. Perseguido pela culpa de um conflito que acabou por afastá-lo da filha, o treinador teme lançar-se numa ligação mais próxima com Maggie, que possa despoletar alguma espécie de sentimento paternal. Mas, apesar da recusa inicial, a rapariga insiste e passa a frequentar o ginásio do treinador, tentando provar-lhe que o seu esforço não será em vão. É então que Scrap (Morgan Freeman), um ex-lutador que trabalha no ginásio, repara em Maggie e decide ajudá-la. Ele parece ser o único a acreditar no talento da rapariga e ensina-lhe alguns truques de forma a melhorar a sua técnica. Com o tempo o treinador teimoso acaba por concordar em ajudá-la e entre os dois nasce uma ligação profunda de amor. Frankie encontra em Maggie a filha que perdeu e ela a sombra de um pai que nunca teve. Intemporal Adaptado a partir do conto de F. X. Toole, Millian Dollar Baby, o 25.º filme de Clint Eastwood, convenceu a crítica e conta com cinco nomeações para os Óscares melhor realizador, melhor filme, melhor actor principal, melhor actriz principal, melhor actor secundário, melhor montagem e melhor argumento adaptado. Apesar de ser uma história passada no presente, Clint Eastwood tentou captar o ambiente vivido nos anos 50, 60 e 70 de modo a dar um sentimento de intemporalidade à história. Muitas cenas foram gravadas durante a noite, por isso o filme desenrola-se em cenários escuros e as personagens movem-se por entre as sombras, ajudando-as a penetrar nos seus destinos privados. De acordo com o realizador, o filme é rico não apenas devido à capacidade multifacetada dos actores, mas sobretudo pela força das personagens que enfrentam todos os seus medos na esperança de realizarem os seus maiores sonhos. Million Dollar Baby não é um filme sobre boxe. É, essencialmente, uma história de amor que explora o lado mais humano das três personagens que se cruzam. A relação de amor paternal que nasce entre Frankie e Maggie e a lealdade que une Scrap e Frankie. O filme conta a história de cada um e consegue criar uma empatia especial com o público. A ESTREAR O Amigo Oculto Depois do suicídio da mulher, um viúvo (Robert De Niro) e a filha Emily (Dakota Fanning) tentam reconstruir as suas vidas. Entretanto, Emily refugia-se da dor em Charlie, um amigo imaginário, o que acaba por trazer consequências inesperadas. Estreia a 17 de Fevereiro O Mercador de Veneza Adaptado do original de Shakespeare, o filme conta com a presença de Al Pacino e Jeremy Irons nos principais papéis. Estreia a 17 de Fevereiro Mar Adentro Nomeado para a categoria de "Melhor Filme Estrangeiro", o filme explora a questão da eutanásia. Spaniard Rámon Sampedro (Javier Bardem) lutou durante 30 anos pelo direito de acabar com a sua vida em dignidade. Estreia a 24 de Fevereiro TV Levanta-te e ri renova-se O apresentador do programa de standup comedy Levanta-te e ri, Marco Horácio, anunciou que o programa vai apresentar novidades já a partir de Março. Em declarações ao Correio da Manhã de 10 de Fevereiro, sublinhou a futura aposta do programa em novos talentos da música portuguesa. O Levanta-te e Ri vai apostar numa nova imagem e em mais duplas de humoristas. Marco Horácio disse ainda que estão a preparar «uma série de datas especiais», nomeadamente na centésima emissão que vai para o ar em Abril. Ainda em matéria de humor, o apresentador revelou que estão previstos mais 13 novos episódios de Manobras Privadas. Mais humor e música é o novo lema. Ela teve que suar! Não é fácil ser uma lutadora de boxe. Que o diga Hillary Swank que, para conseguir entrar na pele de Maggie, teve que treinar árdua e intensivamente durante três meses seguidos, no Gleason's Gym, em Brokly. «Entrar num ringue de boxe e combater, nunca foi algo que compreendesse até começar a treinar para este filme. Só compreendemos e respeitamos algo ou alguém verdadeiramente, quando nos colocamos nessa situação», contou Hillary numa entrevista presente no site oficial de Million Dollar Baby. A actriz contou com a preciosa ajuda do lendário treinador Hector Roca, distinguido pela International Boxing Digest como um dos melhores treinadores de boxe do mundo, tendo levado ao estrelato campeões como Iran Barkley, Arturo Gatti, Regilio Tuur ou Buddy McGirt.

18 18 14 FEVEREIRO 2005 [ radical ] MÁQUINAS VOADORAS Perícia, equilíbrio e pouca velocidade são os requisitos para se ser o melhor. Parece estranho falar de motas sem que o acelerador conte muito, mas o Trial é mesmo assim. Uma verdadeira prova-espectáculo onde a paciência e a cautela dominam sobre a velocidade. por Martim d'araújo Jorge Já imaginaste uma moto que sobe rochas, blocos de cimento e até cascatas de água? Não? Pois bem; parece tarefa difícil, mas o Trial é mesmo isso: difícil. Ao invés de atingirem velocidades alucinantes e colocarem as motos de lado nas curvas, os pilotos desafiam a lei da gravidade e tentam fazer as suas máquinas ultrapassar os mais complicados obstáculos, isto claro, sempre sem cair. A modalidade mãe do Trial Indoor, corre- -se por rochas, montes e vales. Autênticas paredes naturais, onde até o mais equilibrado dos seres humanos tem dificuldade em manter-se de pé. Mas, estes verdadeiros artistas de circo ao ar livre ultrapassam todos os obstáculos com tal perícia que até parece fácil. As provas são um misto de habilidade e regularidade, já que se dividem em secções abertas e controladas, de forma a avaliar a destreza e a resistência dos pilotos. As motas, especialmente preparadas para este tipo de competição, percorrem pistas variadas com diferentes graus de dificuldade. Desde pedras, valas, subidas e descidas íngremes, tudo serve para dificultar a vida. Naturalmente, o factor tempo conta e quanto mais rápido melhor. Convém é não esquecer que as penalizações são mais que muitas e vão desde colocar o pé no chão (um ou os dois pés), até às atitudes incorrectas com os juízes de percurso (estão sempre presentes). O sucesso é terminar a prova sem qualquer penalização. O fracasso é acumular pelo menos cinco faltas ou ser mesmo excluído. Trial Indoor A nova coqueluche do Trial, é uma prova organizada em local fechado (pavilhão), ao contrário da modalidade mãe. Mas esta é praticamente a única diferença entre as duas provas, se bem que no Trial Indoor ainda conte menos a velocidade, porque a habilidade e regularidade é controlada em todas as secções. Igualmente muitíssimo difíceis de ultrapassar, os obstáculos dentro de portas são naturalmente artificiais e compostos por enormes blocos de madeira ou cimento, rodas gigantes ou enormes cascatas de água. Tudo colocado e preparado para dificultar ao máximo a vida dos pilotos. A prova é pensada para dar espectáculo. Uma primeira volta, em que os pilotos correm em grupos de três, determina os duelos para a corrida a dois: o sexto contra o quinto, o quarto contra o terceiro e, claro, os dois primeiros frente-a- -frente. Na terceira e última volta, os três melhores classificados defrontam-se pela ordem inversa da classificação da primeira volta, enfrentando um tempo limite para cada zona controlada. Também aqui as penalizações podem ser determinantes. Qualquer contacto com o solo (que não seja feito com as rodas ou com a protecção do cárter) merece castigo e deixar o motor ir abaixo ou receber auxílio exterior é outra das penalizações que podem colocar os artistas fora de prova. Pavilhão ao rubro No próximo dia 26 de Fevereiro, Lisboa recebe mais uma vez a etapa do Campeonato Mundial de Trial Indoor, naquela que será a oitava prova da presente temporada. A capital portuguesa alberga o evento pela sexta vez, a provar que as edições anteriores foram autênticos sucessos (tanto em termos desportivos como de adesão do público). No Pavilhão Atlântico irão estar os mais destemidos pilotos da actualidade: Adam Raga (vencedor da última edição e da etapa portuguesa do Trial ao ar livre já esta temporada), Doug Lampkin e o japonês Takahisa Fujinami (segundo e terceiro classificados na prova do ano passado). O rol de pilotos conta ainda com Albert Cabestany e Marc Freixa e Jeroni Fajardo (o último em substituição do britânico Graham Jarvis), faltando ainda saber quem serão os convidados para fechar a competição. De referir que o evento conta sempre com vários espectáculos "satélites". Um deles, e habitualmente o que atrai maiores atenções, é o Freestyle. Na época passada, o português Humberto Ribeiro (vice-campeão mundial da modalidade) deu um autêntico show aos muitos milhares de espectadores presentes no Atlântico. Um piloto, uma potente máquina e uma recta são os elementos necessários ao Freestyle o resto é o piloto a tentar superar-se nas mais loucas acrobacias. Desde sucessões de "oitos" com um pé no chão, à posição "surfista" em cima da moto, tudo serve para animar a multidão. Para terminar, o ano passado Ribeiro assinou o seu próprio nome no piso do pavilhão com a sua Hornett 900. Para este ano, qual será a cereja no topo do bolo? Espera-se, pelo menos, o mesmo nível de adrenalina e entusiasmo. CURIOSIDADE Face ao sucesso internacional e à loucura vivida em torno da prova realizada no Pavilhão Atlântico, a Federação Nacional de Motociclismo decidiu abrir a época desportiva de 2005, precisamente com uma estreia: o 1.º Trial Indoor a contar para o Troféu Nacional, no passado dia 15 de Janeiro. Ocasião para os astros portugueses mostrarem que também sabem dominar as máquinas e ultrapassar os obstáculos. A prova organizada pelo Moto Clube de Paços de Ferreira contou com oito pilotos e deu a vitória a André Garcia (Campeão Nacional de Trial), que terminou as primeiras nove zonas sem sofrer qualquer penalização. Registo apenas para a segunda etapa do nacional realizada no Montijo, a 29 de Janeiro, que voltou a terminar com mais uma vitória de André Garcia.

19 14 FEVEREIRO [ BD ]

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