COMUNICADO DE IMPRENSA

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1 CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA 12800/1/12 REV 1 (OR. en) PRESSE 345 PR CO 45 COMUNICADO DE IMPRENSA 3183.ª reunião do Conselho Negócios Estrangeiros Bruxelas, 23 de julho de 2012 Presidente Catherine ASHTON Alta Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança IMPRENSA Rue de la Loi 175 B 1048 BRUXELAS Tel.: +32 (0) / 6319 Fax: +32 (0) /1/12 REV 1 1

2 Principais resultados do Conselho O Conselho debateu os últimos acontecimentos na vizinhança meridional da UE, em particular na Síria e na Líbia, tendo condenado firmemente a utilização cada vez maior da força pelo regime sírio. Instou mais uma vez o regime sírio a pôr cobro imediatamente à matança de civis, a retirar o exército sírio das cidades sitiadas e a permitir uma transição pacífica. Em reação à escalada de violência, o Conselho reforçou a aplicação do embargo de armas da UE contra a Síria assim como as sanções contra o regime sírio. Relativamente à Líbia, o Conselho congratulou-se com a forma pluralista e globalmente pacífica como decorreram as eleições para o Congresso Geral Nacional em 7 de julho, e felicitou vivamente o povo líbio por esta etapa importante do processo de transição. Reiterou igualmente a disponibilidade da UE para prestar mais assistência à Líbia, especialmente nos domínios da segurança e da gestão das fronteiras. O Conselho inteirou-se da situação no Sudão e no Sudão do Sul, um ano após a independência do Sudão do Sul, e reiterou o seu firme apoio à implementação total e incondicional do Roteiro da União Africana para a resolução dos conflitos pós-secessão entre os dois países. Esse roteiro abriria a estes últimos uma perspetiva muito mais positiva. O Conselho manifestou a sua preocupação com a degradação da situação no Mali e com o seu impacto negativo na paz e estabilidade regionais e internacionais. Convidou a Alta Representante e a Comissão a apresentarem propostas com vista a um regresso gradual à cooperação para o desenvolvimento bem como a preverem o apoio à eventual projeção no Mali de uma força de estabilização da CEDEAO bem preparada, com mandato do Conselho de Segurança das Nações Unidas e em concertação com um governo de união nacional e com a União Africana. O Conselho saudou os progressos alcançados no domínio da Política Comum de Segurança e Defesa (PCSD) desde as conclusões do Conselho de 1 de dezembro de 2011, nomeadamente no que se refere ao lançamento iminente de três novas Missões PCSD, bem como à programação em curso do apoio da UE à segurança nas fronteiras da Líbia, tendo sublinhado o impacto concreto das Missões e Operações PCSD no terreno. Por fim, o Conselho considerou animadores os progressos realizados na implementação do Acordo Político Global no Zimbabué, e acordou em que essas medidas justificam a suspensão imediata das medidas aplicadas nos termos do artigo 96.º do Acordo de Cotonu. Tal suspensão permitirão que a UE trabalhe diretamente com o Governo de União Nacional a fim de desenvolver novos programas de assistência /1/12 REV 1 2

3 ÍNDICE 1 PARTICIPANTES... 4 PONTOS DEBATIDOS Vizinhança meridional... 4 Sudão e Sudão do Sul... 4 Mali/Sael... 4 República Democrática do Congo... 4 Política Comum de Segurança e Defesa... 4 Parceria Oriental... 4 China... 4 Política energética e política externa Nos casos em que tenham sido formalmente adotadas pelo Conselho declarações, conclusões ou resoluções, o facto é indicado no título do ponto em questão e o texto está colocado entre aspas. Os documentos cuja referência se menciona no texto estão acessíveis no sítio Internet do Conselho Os atos adotados que são objeto de declarações para a ata que podem ser facultadas ao público vão assinalados por um asterisco; estas declarações estão disponíveis no sítio Internet do Conselho acima mencionado ou podem ser obtidas junto do Serviço de Imprensa /1/12 REV 1 3

4 OUTROS PONTOS APROVADOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS Processo para pôr termo à transição na Somália... 4 Líbano... 4 Zimbabué... 4 Convenção sobre as armas biológicas e toxínicas... 4 Relações com a antiga República jugoslava da Macedónia... 4 Relações com Israel... 4 Assembleia Geral das Nações Unidas... 4 Cooperação com o Conselho da Europa... 4 Relações com a Jordânia... 4 Um Médio Oriente sem armas de destruição maciça... 4 Luta contra a proliferação de mísseis balísticos... 4 Estratégia da UE contra a Proliferação de Armas de Destruição Maciça... 4 Prevenção do comércio ilícito de armas ligeiras e de pequeno calibre... 4 POLÍTICA COMUM DE SEGURANÇA E DEFESA Cooperação com a Organização Conjunta de Cooperação em matéria de Armamento... 4 Acordos sobre o estatuto da missão... 4 COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO Reafetação de fundos no âmbito do 10.º Fundo Europeu de Desenvolvimento... 4 Contribuições financeiras para o Fundo Europeu de Desenvolvimento... 4 Convenção relativa à assistência alimentar... 4 ASSUNTOS ECONÓMICOS E FINANCEIROS Assistência financeira à Espanha... 4 JUSTIÇA E ASSUNTOS INTERNOS UE-Ucrânia Emissão de vistos /1/12 REV 1 4

5 PARTICIPANTES Alta Representante: Catherine ASHTON Bélgica: Didier REYNDERS Bulgária: Nickolay MLADENOV República Checa: Karel SCHWARZENBERG Dinamarca: Villy SØVNDAL Alemanha: Michael G. LINK Estónia: Urmas PAET Irlanda: Lucinda CREIGHTON Grécia: Dimitrios KOURKOULAS Espanha: Gonzalo DE BENITO SECADES França: Laurent FABIUS Itália: Giuliomaria TERZI DI SANT'AGATA Chipre: Erato KOZAKOU MARCOULLIS Letónia: Edgars RINKĒVIČS Lituânia: Audronius AŽUBALIS Luxemburgo: Jean ASSELBORN Hungria: János MARTONYI Malta: Tonio BORG Países Baixos: Uri ROSENTHAL Áustria: Michael SPINDELEGGER Polónia: Radosław SIKORSKI Portugal: Paulo PORTAS Alta Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança Vice Primeiro Ministro e Ministro dos Negócios Estrangeiros, do Comércio Externo e dos Assuntos Europeus Primeiro Vice Primeiro Ministro e Ministro dos Negócios Estrangeiros Ministro Adjunto, Ministério Federal dos Negócios Estrangeiros Ministra Adjunta encarregada dos Assuntos Europeus, Gabinete do Primeiro Ministro (Taoiseach) e Ministério dos Negócios Estrangeiros e do Comércio Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros Vice Primeiro Ministro, Ministro dos Negócios Estrangeiros Vice Primeiro Ministro e Ministro dos Negócios Estrangeiros Vice Chanceler e Ministro Federal dos Assuntos Europeus e Internacionais Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros 12800/1/12 REV 1 5

6 Roménia: Andrei MARGA Eslovénia: Karl Viktor ERJAVEC Eslováquia: Miroslav LAJČÁK Finlândia: Erkki TUOMIOJA Suécia: Carl BILDT Reino Unido: William HAGUE Vice Primeiro Ministro, Ministro dos Negócios Estrangeiros Ministro de Estado, e da Commonwealth Comissão: Štefan FÜLE Andris PIEBALGS Kristalina GEORGIEVA Günther OETTINGER Membro Membro Membro Membro O Governo do Estado aderente esteve representado do seguinte modo: Croácia: Vesna PUSIĆ Ministra dos Negócios Estrangeiros e dos Assuntos Europeus 12800/1/12 REV 1 6

7 PONTOS DEBATIDOS Vizinhança meridional O Conselho analisou a situação na vizinhança meridional da UE, em particular na Síria, na Líbia e no Egito. Síria O Conselho adotou as seguintes conclusões: "1. A UE está ao lado do povo sírio neste momento crucial da sua luta corajosa e pacífica pela liberdade, dignidade, democracia e direitos humanos. A UE está consternada com os horrendos assassinatos perpetrados na aldeia de Tremseh a 12 de julho de Condena energicamente o crescente uso da força por parte do regime, incluindo a utilização de artilharia pesada e os bombardeamentos de zonas povoadas, em flagrante violação das suas obrigações nos termos do Plano Annan e das Resoluções 2042 e 2043 do CSNU. A UE apela a que seja efetuada de imediato uma investigação internacional independente. Insta o regime sírio a pôr imediatamente termo à matança de civis, a retirar o exército sírio das cidades sitiadas e a permitir uma transição pacífica no interesse do país. Ninguém pode deixar de respeitar o direito humanitário internacional. A UE está extremamente preocupada com a recente intensificação da violência, nomeadamente em Damasco, que atesta a necessidade urgente de uma transição política capaz de responder às aspirações do povo sírio e trazer de novo a estabilidade ao país. A UE continua a apoiar a soberania, independência, unidade nacional e integridade territorial da Síria. 2. A UE continua profundamente preocupada com os efeitos de contágio da crise síria nos países vizinhos, em termos de segurança e estabilidade. Exorta o regime sírio a respeitar a integridade territorial e a soberania dos seus vizinhos. A brutalidade do regime tem tido efeitos trágicos na Síria e graves repercussões nos países vizinhos. 3. A UE recorda o seu total apoio à missão e ao plano em seis pontos, que é indispensável pôr em prática, do Enviado Especial Conjunto da ONU e da Liga dos Estados Árabes, Kofi Annan. Saúda os resultados da reunião do Grupo de Ação que se realizou em Genebra em 30 de junho de 2012 e, em particular, o apelo à criação de uma instância governativa de transição com plenos poderes executivos, constituída por representantes da oposição e do governo e formada por acordo mútuo. A UE incita Kofi Annan a prosseguir o seu trabalho em prol da implementação deste plano de transição, nomeadamente em colaboração com o Grupo de Ação, e insta todas as partes a apoiarem esses esforços /1/12 REV 1 7

8 A UE saúda também os resultados da terceira reunião do Grupo dos Amigos do Povo Sírio, realizada a 6 de julho em Paris, na qual se fizeram representar mais de cem países e organizações e que demonstrou o crescente consenso da comunidade internacional a favor da transição democrática na Síria, aguardando com expectativa a próxima reunião deste mesmo Grupo. A UE sublinha que deverão ser excluídos todos aqueles cuja presença comprometeria a transição e que, neste contexto, não há lugar para o Presidente Assad no futuro da Síria. 4. A UE lamenta profundamente que o Conselho de Segurança das Nações Unidas não tenha conseguido chegar a acordo sobre uma resolução que avalizaria o comunicado do Grupo de Ação e as medidas previstas para impor o cumprimento do Plano Annan em conformidade com o artigo 41.º da Carta das Nações Unidas. A UE lamenta que o Conselho de Segurança da ONU não tenha assim cumprido com as suas responsabilidades apoiando os esforços do Enviado Especial Conjunto. A UE apela a uma atuação unânime dos membros do Conselho de Segurança da ONU, incluindo a Rússia e a China, para dar mais peso e mais eficácia à pressão internacional e assegurar que a inobservância persistente das suas decisões anteriores terá consequências sérias. 5. A UE saúda a decisão de renovar o mandato da UNSMIS por um período final de trinta dias, tendo em conta as recomendações do Secretário-Geral da ONU no sentido de reconfigurar a missão e também as implicações operacionais da perigosa situação que se vive na Síria em termos de segurança. A UE recorda que as autoridades sírias são responsáveis por garantir a segurança da missão. A UE está pronta a prestar o apoio necessário para garantir o êxito da missão de supervisão. 6. A UE continua extremamente apreensiva com a situação dos direitos humanos e as violações do direito humanitário internacional na Síria. As violações sistemáticas e generalizadas dos direitos humanos cometidas pelo regime demonstram o seu evidente desprezo pelos direitos humanos. A UE está ainda preocupada com as recentes informações sobre a alegada utilização de munições de fragmentação contra os civis. A UE reafirma o seu apoio à Comissão de Inquérito Internacional Independente para a Síria e às suas investigações das alegadas violações do direito humanitário internacional para que sejam chamados a prestar contas os responsáveis por essas violações, incluindo as que podem ser consideradas crimes contra a humanidade. A UE recorda que todos os responsáveis por violações dos direitos humanos generalizadas, sistemáticas e flagrantes deverão responder pelos seus atos. A UE congratula-se com a adoção da resolução do Conselho dos Direitos Humanos da ONU adotada em 6 de julho sobre a situação dos direitos humanos na Síria /1/12 REV 1 8

9 7. Recordando que a principal responsabilidade pela crise atual cabe às autoridades sírias, a UE adverte contra uma maior militarização do conflito e violência sectária que trarão apenas mais sofrimento à Síria e ameaçam ter um impacto trágico na região. A este respeito, a UE manifesta preocupação com a proteção dos civis, em especial os grupos vulneráveis e comunidades religiosas. A UE está igualmente preocupada com o afluxo de armas à Síria. Por conseguinte, a UE apela a todos os Estados para que se abstenham de fornecer armas ao país. A UE está seriamente preocupada com a potencial utilização de armas químicas na Síria. 8. A UE saúda o Pacto Nacional e a Visão Política Comum para a transição na Síria divulgados na sequência da conferência da oposição síria realizada no Cairo em de julho sob a égide da Liga Árabe, e incentiva todos os grupos a continuar a participar neste processo. A UE continua a instar todos os grupos da oposição a que ponham de lado as divergências e acordem num conjunto de princípios comuns, começando a trabalhar para uma transição inclusiva, ordeira e pacífica na Síria. A UE insta todos os grupos da oposição a que continuem a apoiar os esforços de Kofi Annan e a que estejam preparados para liderar e aplicar o plano de transição concebido pelo Grupo de Ação para a Síria em 30 de junho. Todos os sírios devem ter o seu lugar na nova Síria e gozar dos mesmos direitos, independentemente da sua origem, convicções políticas, religião, crença ou género. 9. É com agrado que a UE toma nota de que começou a ser aplicado na Síria o plano humanitário de resposta, conforme confirmado pelo quarto Fórum Humanitário sobre a Síria que teve lugar a 16 de julho. Todavia, tendo em conta a deterioração da situação humanitária no país, a UE apela a todas as partes para que autorizem o acesso seguro e sem restrições dos trabalhadores humanitários, já que os esforços humanitários têm de ser intensificados, para que respeitem o direito humanitário internacional, nomeadamente o respeito e a proteção dos civis, e para que facilitem a implementação de tréguas humanitárias que permitam a prestação de ajuda humanitária em condições de segurança. A UE está pronta a prestar um maior apoio, incluindo financeiro, aos países vizinhos, nomeadamente ao Líbano e à Jordânia, para que estes possam acolher os refugiados da Síria que em número cada vez maior fogem à violência naquele país. A UE aumentará a assistência humanitária aos sírios, incluindo as pessoas deslocadas internamente e os refugiados, e apela a todos os países para que façam o mesmo /1/12 REV 1 9

10 10. A UE aprovou hoje a designação de novas pessoas e entidades que ficam sujeitas a medidas restritivas, em particular membros do exército e dos serviços de informações e de segurança diretamente implicados na repressão contra a população civil. A UE aprovou também medidas destinadas a reforçar a execução do embargo às armas. A UE continuará a aplicar a sua política de imposição de medidas adicionais contra o regime, e não contra a população civil, enquanto perdurar a repressão. Continuará também a insistir junto da comunidade internacional para que se associe aos seus esforços, tomando medidas para aplicar e executar as medidas restritivas contra o regime sírio e os seus apoiantes. Neste contexto, a UE congratula-se com a terceira reunião do grupo internacional para as sanções que se realizou em Doa, em 19 de julho. A UE exorta todos os sírios a distanciarem-se da política repressiva do regime a fim de facilitar a transição política. Neste sentido, a UE congratula-se com a recente deserção de altos quadros do regime. 11. A UE recorda que está disposta a desenvolver, logo que seja iniciada uma verdadeira transição democrática, uma nova e ambiciosa parceria com a Síria em todos os domínios de interesse comum, designadamente mobilizando assistência, fortalecendo os laços comerciais e económicos e apoiando a justiça transicional e a transição política." Em reação ao recurso cada vez maior à violência na Síria, o Conselho reforçou a aplicação do embargo de armas da UE contra a Síria assim como as sanções contra o regime sírio. Para mais informações, consultar o comunicado de imprensa 12776/12. Líbia O Conselho adotou as seguintes conclusões: "1. A UE congratula-se com a forma pluralista e globalmente pacífica como decorreram as eleições para o Congresso Geral Nacional na Líbia em 7 de julho de 2012 e tomou nota do dos resultados preliminares anunciados em 17 de julho. A UE elogia as autoridades líbias, nomeadamente a Alta Comissão Nacional de Eleições, pela sua preparação e gestão. A UE congratula vivamente o povo líbio por esta etapa importante do processo de transição e considera que estas eleições históricas deverão lançar os fundamentos para o futuro desenvolvimento democrático da Líbia /1/12 REV 1 10

11 2. A UE saúda os importantes trabalhos desenvolvidos pelo Conselho Nacional de Transição líbio, presidido por Abdul Jalil, e pelo Governo provisório, liderado pelo Primeiro-Ministro Abdurrahim al-keib, muitas vezes em circunstâncias extremamente difíceis. A UE aguarda com expectativa a oportunidade de trabalhar com o Governo da Líbia que será nomeado na sequência da constituição do Congresso Geral Nacional e espera que o processo de nomeação mantenha a dinâmica da transição e permita que o novo Governo líbio possa iniciar os seus trabalhos o mais rapidamente possível. 3. A Líbia iniciará dentro em breve o processo de elaboração de uma nova constituição, que será um documento crucial para moldar o futuro Estado líbio. Importa, pois, assegurar que o processo de elaboração seja inclusivo e transparente e que a nova constituição reflita as aspirações do povo líbio à dignidade e à justiça, assegurando o respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais para todos, mulheres e homens, incluindo a proteção das minorias, e pelos valores democráticos. 4. Ao mesmo tempo, a UE salienta que é fundamental respeitar o Estado de direito e defender os direitos humanos e liberdades fundamentais de todas as mulheres e homens durante o processo de transição. Reitera o seu apelo às autoridades para que analisem e investiguem os casos de tortura e detenção ilegal de que há notícia e assegurem que os responsáveis sejam chamados a responder pelos seus atos. A UE insta o Governo central da Líbia a assumir a um ritmo mais acelerado o inteiro controlo sobre todos os locais de detenção. 5. A UE reconhece que a Líbia está confrontada com graves problemas de segurança. A UE reitera a sua disponibilidade para prestar assistência suplementar, nomeadamente, se necessário, no âmbito da PCSD, nos domínios da segurança e da gestão das fronteiras, em estreita cooperação com as novas autoridades democráticas da Líbia e em coordenação com a missão de apoio da ONU na Líbia (UNSMIL) e a restante comunidade internacional. A definição de fronteiras seguras e estáveis é um fator essencial para assegurar a boa gestão das migrações. A UE salienta a importância do desarmamento, desmobilização e reintegração no período pós-conflito e reitera a preocupação que lhe suscita a proliferação de armas e material conexo de todos os tipos a que faz referência a Resolução 2017 (2011) do CSNU. Frisa que é necessária uma resposta assente numa estreita coordenação com os parceiros internacionais e os países da região e recorda a relevância que assume neste particular a Estratégia da UE para o Sael /1/12 REV 1 11

12 6. A UE reitera a sua determinação em continuar a reforçar as suas relações com a Líbia, país vizinho fundamental para a Europa, com o qual a UE deseja estabelecer relações mutuamente vantajosas a longo prazo, nomeadamente no âmbito da Política Europeia de Vizinhança e de iniciativas regionais como a União para o Mediterrâneo. A UE apoia ainda o reforço das sinergias com outras iniciativas regionais como o Fórum do Mediterrâneo Ocidental. Continuará a prestar um forte apoio à Líbia em toda uma série de setores, tal como se afirmou nas conclusões do Conselho dos Negócios Estrangeiros de 10 de outubro de 2011, na preocupação de assegurar um futuro pacífico, democrático e próspero ao povo deste país. Além disso, a UE apoia inteiramente a intensificação dos esforços de integração regional em todo o Magrebe, nomeadamente através da União do Magrebe Árabe e está pronta a apoiar este processo." Egito A Alta Representante informou sucintamente os Ministros sobre a sua recente viagem ao Egito /1/12 REV 1 12

13 Sudão e Sudão do Sul O Conselho registou a evolução no Sudão e no Sudão do Sul e adotou as seguintes conclusões: Adotou as seguintes conclusões: "1. A UE reitera o seu forte apoio ao Roteiro da UA para o Sudão e o Sudão do Sul e à Resolução 2046 (2012) do Conselho de Segurança das nações Unidas e insta as partes a implementarem integral e incondicionalmente o Roteiro e a Resolução 2046 dentro dos prazos previstos. 2. O roteiro já produziu alguns resultados positivos, nomeadamente a redução significativa das hostilidades ao longo da fronteira, a retirada das forças do Sudão e do Sudão do Sul da região de Abyei com exceção da polícia sudanesa encarregada de controlar as instalações petrolíferas e o reinício das conversações entre as partes sob a égide do Painel de Implementação de Alto Nível da UA. É imperativo que as partes tomem agora as restantes iniciativas definidas no Roteiro e na RCSNU para solucionar todas as questões pendentes até 2 de agosto, prazo fixado pela RCSNU Neste contexto, a UE congratula-se com a reunião que teve lugar em 14 de julho entre os presidentes do Sudão e do Sudão do Sul. 3. O Sudão e o Sudão do Sul encontram-se numa importante encruzilhada. A implementação integral do Roteiro e da RCSNU abriria uma perspetiva muito mais positiva para ambos os países, em termos de relações de boa vizinhança entre o Sudão e o Sudão do Sul e de melhores relações com a restante comunidade internacional, incluindo a União Europeia, o que permitiria que esta estudasse a possibilidade de conceder mais apoio. O não cumprimento, pelo contrário, teria consequências negativas, nomeadamente a adoção de medidas adequadas nos termos do artigo 41.º da Carta das Nações Unidas. A UE faz um apelo aos Governos do Sudão e do Sudão do Sul para que aproveitem esta oportunidade e demonstrem a liderança necessária para construir uma relação forte e mutuamente vantajosa para os dois países. 4. A UE está profundamente preocupada com a deterioração da situação humanitária nas regiões do Cordofão do Sul e do Nilo Azul. Insta o governo do Sudão a implementar as disposições sobre o Cordofão do Sul e no Nilo Azul previstas no Roteiro e na RCSNU e, em particular, a permitir o acesso imediato e sem entraves das organizações humanitárias internacionais para prestarem ajuda às populações civis afetadas nessas zonas /1/12 REV 1 13

14 5. A UE apela ao Governo do Sudão e ao SPLM (Norte) a que retomem as conversações sem mais demora a fim de alcançarem um acordo político negociado para o conflito nas regiões do Cordofão do Norte e do Nilo Azul, com base no Acordo Quadro de 28 de junho de 2011, tendo em vista estabelecer um diálogo nacional inclusivo que responda às necessidades e aspirações de todos os cidadãos sudaneses num quadro aberto e democrático. 6. A UE apoia a promoção por parte da UA de uma abordagem holística da questão da paz, justiça e reconciliação, bem como a prioridade a dar à democratização tanto no Sudão como no Sudão do Sul, como condição sine qua non para a estabilidade e uma governação justa." Mali/Sael O Conselho analisou a situação na região do Sael e mais especialmente no Mali, e adotou as seguintes conclusões: "1. A União Europeia (UE) está extremamente preocupada com a degradação da situação no Mali e com o seu impacto negativo na paz e estabilidade regionais e internacionais. 2. A UE está apreensiva com o surgimento, no Norte do Mali, de uma base controlada por grupos terroristas e extremistas violentos, nacionais e internacionais, que atuam em concertação com redes criminosas internacionais, incluindo redes de traficantes de droga. A UE condena firmemente as exações de que são vítimas as populações das regiões do Norte do Mali e insta os movimentos armados a cessarem de imediato esses atos de violência; manifesta a preocupação que lhe inspiram as informações que apontam para uma multiplicação das violações dos direitos humanos, bem como das deslocações forçadas de populações civis. A UE condena os atos revoltantes de profanação, degradação e destruição de sítios do património mundial no Mali. Condena também firmemente os raptos. Todos os indivíduos e grupos que cometeram crimes deverão prestar contas dos seus atos perante a justiça. 3. A UE está preocupada com a contínua degradação da situação humanitária. As condições de insegurança no Norte do Mali, que têm repercussões nos países vizinhos já afetados pela crise alimentar, continuam a engendrar novas deslocações de populações e limitam o nível de assistência. A UE recorda aos grupos armados a obrigação de garantir a segurança de todos os intervenientes humanitários, bem como o acesso livre e sem entraves às regiões do Norte do país. A UE continuará a prestar ajuda humanitária às populações fragilizadas pelo conflito, em consonância, nomeadamente, com a parceria da UE pela resiliência no Sael (Aliança Global pela Iniciativa Resiliência, AGIR) /1/12 REV 1 14

15 4. A UE está preocupada com a lentidão com que tem decorrido a transição política em Bamaco. São de lamentar a difícil constituição de um governo que congregue as forças políticas e a sociedade civil, a não dissolução efetiva do CNRDRE 1, assim como a incapacidade do exército e das forças de segurança para desempenharem as suas funções soberanas de defesa da integridade territorial e proteção das instituições democráticas e das populações. São necessários progressos rápidos para garantir o regresso efetivo à ordem constitucional no Mali e a estabilidade no Norte do país. A UE denuncia as agressões de jornalistas no Mali; condena estas tentativas de intimidação e recorda o seu apego a uma imprensa livre e pluralista. A UE está pronta a adotar sanções seletivas contra quem continue a ameaçar o processo de transição democrática, a paz, a segurança e a estabilidade no Mali. 5. A UE subscreve as conclusões da cimeira de Uagadugu de 7 de julho de 2012 entre as partes interessadas malianas, o Grupo Regional de Contacto e a União Africana (UA), nomeadamente o apelo endereçado ao Presidente interino para que forme um governo de união nacional antes de 31 de julho de 2012, e a elaboração de um roteiro. A UE exorta o Presidente a trabalhar em estreita colaboração com a CEDEAO para determinar que contributo poderá dar para a proteção do processo político de transição e as instituições do Estado e para ajudar o Mali a reconstituir forças armadas capazes de garantir a legalidade do Estado de direito em todo o território do país. 6. A UE apoia plenamente a Resolução 2056 do Conselho de Segurança das Nações Unidas e o respetivo seguimento, bem como as iniciativas da CEDEAO que apontam como chave para a resolução do problema a constituição de um novo governo de união nacional, que congregue os intervenientes políticos e a sociedade civil do Mali. 7. A UE mantém-se plenamente mobilizada e continua a trabalhar em estreita coordenação com a ONU, a UA, a CEDEAO e os outros parceiros regionais e internacionais pertinentes; exorta os países vizinhos do Mali a desempenhar um papel ativo e complementar da ação de mediação da CEDEAO e da UA a fim de garantir uma solução regional duradoura. 8. A UE e os seus Estados-Membros comprometem-se a prosseguir, em todas as suas vertentes, a execução da Estratégia da UE para a Segurança e o Desenvolvimento do Sael (Estratégia do Sael) no Níger e na Mauritânia, países que importa preservar do contágio. Nessa perspetiva, o Conselho saúda o lançamento, a 1 de agosto de 2012, da missão da PCSD EUCAP SAEL Níger, que contribuirá para a formação e aconselhamento das forças de segurança interna do Níger e para reforçar a coordenação regional com o Mali e a Mauritânia no domínio da segurança. 1 CNRDRE: Comité Nacional para o Restabelecimento da Democracia e a Reconstituição do Estado /1/12 REV 1 15

16 9. A fim de prosseguir a execução da Estratégia do Sael no Mali, o Conselho convida a AR/VP e a Comissão a apresentarem propostas concretas que visem: retomar gradualmente a cooperação para o desenvolvimento incluindo o apoio ao processo eleitoral, de modo devidamente adaptado à evolução do contexto que resulta da saída da crise, acompanhando e incentivando a aplicação por um governo de união nacional de um roteiro consensual assim que estiverem reunidas as condições necessárias; prever o apoio à eventual projeção no Mali de uma força de estabilização da CEDEAO bem preparada, com mandato do Conselho de Segurança das Nações Unidas e em concertação com o governo de união nacional e com a UA; contribuir, com o acordo do governo de união nacional e em coordenação com este e com outros parceiros, nomeadamente as Nações Unidas, a UA e a CEDEAO, para a reestruturação das forças de segurança e de defesa malianas, sob controlo civil, em consonância com a Estratégia do Sael. O Conselho solicita que sejam elaboradas alternativas para o efeito, inclusive no quadro da PCSD, tendo em vista a próxima reunião do Conselho; apoiar a ação de mediação da CEDEAO, em concertação com a UA, a ONU, os países da região e outros intervenientes internacionais; reapreciar, em cooperação com os Estados-Membros e tendo em vista a sua rápida execução, o conjunto de ações em matéria de governação, segurança, desenvolvimento e resolução de conflitos previstas pela Estratégia do Sael para o Norte do Mali, de modo a acompanhar eficazmente o processo de negociação no Norte e os esforços de mediação e a resposta às necessidades das populações afetadas". República Democrática do Congo O Conselho inteirou-se da situação na República Democrática do Congo, nomeadamente na sequência do recente surto de violência no Kivu Norte /1/12 REV 1 16

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