ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE OEIRAS Aos vinte e cinco dias do mês de Abril de dois mil e oito, no Auditório Municipal,

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE OEIRAS. ------------- Aos vinte e cinco dias do mês de Abril de dois mil e oito, no Auditório Municipal,"

Transcrição

1 ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE OEIRAS ACTA DA 1ª. REUNIÃO DA 2ª. SESSÃO EXTRAORDINÁRIA DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE OEIRAS, REALIZADA A 25 DE ABRIL DE ACTA Nº. 5/ Aos vinte e cinco dias do mês de Abril de dois mil e oito, no Auditório Municipal, sito no Edifício da Biblioteca Municipal de Oeiras, reuniu a Assembleia Municipal de Oeiras sob a Presidência do Senhor José Eugénio Moutinho Tavares Salgado, tendo como Primeiro Secretário, a Senhora Maria Hermenegilda Ferreira e Vasconcelos Guimarães e como Segundo Secretário, a Senhora Maria da Graça Rodrigues Tavares ABERTURA DA REUNIÃO Pelas dez horas, o Senhor Presidente declarou iniciada a Primeira Reunião da Segunda Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal de Oeiras, procedendo de imediato à chamada, tendo sido verificada a presença de trinta e sete Membros (Jorge Manuel de Sousa de Vilhena, Luís Filipe Vieira Viana, Carlos Alberto Ferreira Morgado, Nuno Emanuel Campilho Mourão Coelho, Salvador António Martins Bastos Costeira, António Ricardo Henriques Costa Barros, Custódio Mateus Correia de Paiva, Maria Carolina Candeias Tomé, Arlindo Pereira Barradas, Alexis Godinho Gonçalves, António Pita de Meireles Pistacchini Moita, Abílio José da Fonseca Martins Fatela, Luís Filipe Pereira Santos, Luís Miguel de Castro Larcher Castela dos Santos Cruz, Ricardo António Sobral Lopes Ferreira Pereira, Alda Maria Reis Gouveia Lima, Carlos Jaime Fonseca Santos, José Pedro Resende Barroco, José Eugénio Moutinho Tavares Salgado, António Macieira Coelho, Jorge Manuel Madeiras Silva Pracana, José Jorge Pereira, Eduarda Maria Ribeiro de Matos Godinho, Maria da Graça Rodrigues Tavares, Fernando José Lourenço Arrobas da Silva, Vidal Diogo Fernandes Antão, Luísa Maria Diego Lisboa, Maria Hermenegilda Ferreira e Vasconcelos Guimarães, Pedro Miguel Ramos de Almeida, Eugénio Martins Barata, Manuel Caetano Félix Roldão, António José Coutinho Lopes Cabral, Daniel dos Reis Branco, Carlos Alberto de Sousa Coutinho, Catarina Tatiana Ferreira Lopes Antunes, 1

2 Francisco Manuel Vicente Figueira da Silva, Feliciano Teixeira Bernardo) desta Assembleia Municipal Os Senhores Fernando Augusto Frade dos Santos Ferreira, Nuno Ricardo de Almeida Neto, Maria Celeste Gouveia Saraiva Ferreira Dâmaso, Ana Maria Andrade Borja Santos de Brito Rocha, Marcos Sá Rodrigues, Joaquim dos Reis Marques, Luís Alberto Lopes, Pedro Afonso Nóbrega Moita de Melo e Sá, Arnaldo António Pereira, Ana Paula Ribeiro Aboim Gomes e António Vieira Grosso pediram a sua substituição para esta reunião tendo sido substituídos pelos Senhores José Henriques Marques Santana, Ricardo António Sobral Lopes Ferreira Pereira, Jorge Valle d Oliveira Batista, Fernando José Lourenço Arrobas da Silva, Eugénio Martins Barata, Manuel Caetano Félix Roldão, António José Coutinho Lopes Cabral, Catarina Tatiana Ferreira Lopes Antunes, Francisco Manuel Vicente Figueira da Silva e Feliciano Teixeira Bernardo Faltaram os Senhores Fernando Victor Beirão Alves, José Henriques Marques Santana, Jorge Valle d Oliveira Batista, Alberto Augusto Antas de Barros Júnior, Jorge Paulo de Seabra Roque da Cunha e Paulo José Frischknecht, tendo a Mesa justificado as respectivas faltas Representaram a Câmara Municipal de Oeiras, o Senhor Presidente Isaltino Afonso Morais, o Senhor Vice-Presidente Paulo César Sanches Casinhas da Silva Vistas e os Senhores Vereadores Teresa Maria da Silva Pais Zambujo, Emanuel Silva Martins, José Eduardo Leitão Pires da Costa, Rui Manuel Marques de Sousa Soeiro, Elisabete Maria de Oliveira Mota Rodrigues de Oliveira, Carlos Alberto Monteiro Rodrigues de Oliveira, Pedro Miguel dos Anjos Simões e Amílcar José da Silva Campos ORDEM DE TRABALHOS Foi estabelecida para a presente Reunião a seguinte Ordem de Trabalhos: Comemorações do 25 de Abril

3 ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE OEIRAS 3. PERÍODO DA ORDEM DO DIA O Senhor Presidente da A.M. fez o seguinte discurso: Senhor Presidente CMO Senhores Deputados Municipais Senhor Vice-Presidente Senhores Vereadores Senhores Presidentes da Direcção e Comandantes de Bombeiros Senhores Ex-Autarcas homenageados Senhores Convidados e demais autoridades civis e militares Minhas Senhoras e Meus Senhores Encontramo-nos hoje neste Auditório para comemorarmos mais um aniversário do Vinte e Cinco de Abril de mil novecentos e setenta e quatro, o trigésimo quarto, reunindo para o efeito, a Assembleia Municipal em Sessão Extraordinária Há um ano, neste mesmo auditório abordei o tema do Poder Local, procurando centrar a minha intervenção na evolução do Municipalismo, deixando a preocupação, quanto a críticas aos autarcas, quer pelo poder político, quer pelos comentadores políticos quer ainda pelos media, que vinham sendo proferidas exaustivamente, referentes a aspectos de gestão autárquica, por vezes menos correctos é certo mas ao mesmo tempo, remetendo para um absoluto silêncio o trabalho de autarcas de todos os quadrantes políticos que nos seus municípios, promoveram projectos que muito contribuíram, para o desenvolvimento das respectivas populações e do País, e por isso, consideramos, muito justamente, o Poder Local como uma das mais importantes e bem sucedidas, conquistas de Abril E se nessa minha intervenção referia a necessidade urgente de tomada de decisões, nomeadamente de carácter Legislativo que contribuísse para o prestígio e dignificação do Poder Local, que se deseja forte, competente, inovador, dinâmico, de forma a constituir a alavanca do 3

4 desenvolvimento sustentado neste século XXI, hoje, face à discussão gerada em torno do projecto de lei que visa introduzir alterações à Lei Eleitoral dos Órgãos das Autarquias Locais, parece-me oportuno fazer algumas reflexões sobre este documento As principais alterações constantes da Lei em discussão são as seguintes: Um - Método de eleição do Presidente do Órgão Executivo; a Câmara; Dois - Ao Presidente eleito é conferido o direito de constituir o Executivo Municipal; Três - Este direito não exclui a representação das listas não vencedoras; Quatro - Os Presidentes de Junta de Freguesia ficam excluídos de apreciar e votar a constituição do órgão executivo municipal, o seu programa, bem como a sua remodelação assim como de apreciar a actividade do executivo municipal, votar as opções do Plano e Orçamento e suas revisões Quanto à primeira alteração, parece-me que se pretende uniformizar a eleição do Presidente do Executivo Municipal à semelhança do que hoje a lei contempla em relação ao Presidente do Executivo das Freguesias. Isto é, o Presidente da Câmara será o cabeça da Lista vencedora para a Assembleia Municipal. Podemos considerar que se retomaria a tradição do Liberalismo Constitucional e da República. Esta forma de eleição do Presidente do executivo deveria ser introduzida, também quando oportuno, na Legislação vigente para as Regiões Administrativas A segunda alteração que referi, consiste no direito de o Presidente do Executivo Municipal escolher os Vereadores, de entre os Deputados Municipais eleitos pela sua lista, de forma a constituir maioria, sem contudo excluir a representação das listas não vencedoras, segundo uma formula que pode adulterar significativamente os resultados eleitorais porque pode conduzir a uma forte maioria nuns casos, mas também pode provocar a redução dessa mesma maioria A experiência autárquica dos últimos trinta e dois anos diz-nos que é importante esta 4

5 ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE OEIRAS alteração que confere ao Presidente do Executivo, a designação dos seus Vereadores, de entre os Deputados Municipais e a possibilidade de remodelação do seu executivo quando o entender necessário, mas não há razão para que a constituição do executivo municipal não deva fazer-se da mesma forma que o executivo da Freguesia, isto é, o Presidente do Executivo, deve propor à Assembleia Municipal a sua lista de vereadores, resultante ou não, de negociação, conforme as situações Outra questão que se pode e deve colocar à discussão, é se os executivos, quer municipais, quer de freguesia, devem conter elementos da oposição ou das listas não vencedoras, transformando-se em mini parlamentos, com possíveis consequências bloqueadoras, por vezes geradoras de instabilidade É portanto defensável que os executivos quer municipais, quer da freguesia, quer futuramente, da região administrativa sejam monocolores desde que haja uma redução do número de vereadores e de vogais, mas acompanhada de um aumento das responsabilidades das respectivas Assembleias que permitam a fiscalização e o controlo dos executivos A última alteração, por sinal sensível, reporta-se à exclusão dos Presidentes de Junta em relação a algumas apreciações e votações nas Assembleias Municipais Os Presidentes de Junta integram as Assembleias Municipais nos termos do Artigo duzentos e cinquenta e um da Constituição da República e por isso, são Deputados Municipais que como tal, devem apreciar e votar nos mesmos termos e da mesma forma que os deputados eleitos directamente para a Assembleia Municipal Este Projecto de Lei, procurando retirar aos Presidentes de Junta a capacidade para apreciar e votar determinados aspectos referentes ao executivo municipal veio levantar a questão, os Presidentes de Junta devem ou não integrar as Assembleias Municipais? Sendo a Freguesia uma Autarquia Local, como o Município ou a Região Administrativa, parece não fazer sentido a integração, na Assembleia de outra Autarquia, no caso 5

6 o Município, dos Presidentes do Executivo das Freguesias, porque a sua integração nas Assembleias Municipais não deixa de constituir, interferência de um órgão executivo, num órgão deliberativo, o que não se verifica em qualquer outro órgão deliberativo seja a que nível for Daí que surjam vozes, no sentido de defenderem a não participação dos Presidentes de Juntas de Freguesia nas Assembleias Municipais e curiosamente, o próprio Presidente da Associação Nacional de Freguesias tem dito na Comunicação Social que abdica da presença nas Assembleias Municipais, desde que sejam aumentadas as competências das Juntas de Freguesia e os correspondentes meios humanos e financeiros Mas a integração dos Presidentes das Juntas de Freguesia nas Assembleias Municipais produz ainda um outro efeito que é o de, em cerca de cento e oito municípios, originar um acréscimo significativo do número de Deputados Municipais, por força do dispositivo legal que determina "o número dos eleitos tem de ser superior ao número de Presidentes de Junta, mais um", quando o triplo dos membros da Câmara é inferior ao número de Freguesias Vou dar apenas quatro ou cinco exemplos; desta situação: Município Almeida; Eleitores - oito mil quinhentos e noventa e sete; Membros da Câmara - cinco; Freguesias - vinte e nove; Membros da A.M. - cinquenta e nove Município Vinhais; Eleitores - doze mil duzentos e sessenta e três; Membros da Câmara - sete; Freguesias - trinta e cinco; Membros da A.M. - setenta e um Município Barcelos; Eleitores - noventa e sete mil oitocentos e trinta e sete; Membros da Câmara - nove; Freguesias - oitenta e nove; Membros da A.M. - cento e setenta e nove Município Oeiras; Eleitores - cento e trinta e sete mil seiscentos e noventa e cinco; Membros da Câmara - onze; Freguesias - dez; Membros da A.M. - quarenta e três Município Sintra; Eleitores - duzentos e sessenta e cinco mil novecentos e trinta e 6

7 ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE OEIRAS nove; Membros da Câmara - onze; Freguesias - vinte; Membros da A.M. - cinquenta e três Há portanto uma grande desproporção entre os Municípios no que tange às Assembleias Municipais, significando que a composição destas, quando depende do número de Freguesias, pode contribuir e contribuirá por certo, para que a força política vencedora para a Assembleia, possa não obter a maioria, nessa Assembleia, ou possa aumentar significativamente essa maioria Parece-me importante, que as Freguesias estejam representadas nas respectivas Assembleias Municipais. Neste sentido entendo dever adoptar-se o regime previsto, na Lei número cinquegésima sexta/noventa e um de treze de Agosto, para as Regiões Administrativas de acordo com a qual, as Assembleias Regionais são constituídas por representantes das Assembleias Municipais, eleitos em colégio eleitoral e por membros directamente eleitos pelos cidadãos recenseados, em função que quer uns quer outros, do número de eleitores da região, sendo que estes últimos serão sempre, o dobro dos primeiros, mais um Trata-se, na minha opinião, de uma solução equilibrada para a constituição das Assembleias Municipais que consistiria na eleição de membros pelas Assembleias das Freguesias e de membros eleitos pelos cidadãos recenseados, no município, em função do respectivo número de eleitores, em alternativa à integração dos Presidentes de Junta, sendo certo que para tal, haveria que se proceder à alteração do Artigo duzentos e cinquenta e um da Constituição da República Constata-se, contudo, que em reunião da Assembleia da República do passado dia dezasseis, este projecto de Lei que tenho vindo a citar, Lei Eleitoral para os Órgãos das Autarquias Locais, não foi aprovado, por não ter sido possível reunir uma maioria de dois/três dos deputados e por isso, a situação actual vai manter-se Não deixa contudo de ser necessária a introdução de alterações à Lei Eleitoral para os Órgãos das Autarquias de forma não só, a uniformizar, simplificar e a contemplar as três 7

8 Autarquias Locais pois julgo que se aproxima o tempo para a implementação das Regiões Administrativas Entendi útil, hoje, nesta sessão da Assembleia Municipal onde, com Liberdade e em Democracia, procurei transmitir a Vossas Excelências estas minhas reflexões sobre uma lei que poderia ter constituído o arranque para a reformulação da legislação que rege as Autarquias Locais, dando-lhes mais responsabilidades em áreas como a educação, a acção social, a saúde e o ordenamento do território, mas também uma maior responsabilização perante as Assembleias Municipais, começando por promover a qualidade e a estabilidade dos governos Locais Concretizando defendo a aprovação de um Diploma Legal que regulamenta o Ordenamento Jurídico das Três Autarquias Locais, nos seus múltiplos aspectos Termino felicitando os ex-autarcas que hoje vão ser muito justamente distinguidos pelo Município de Oeiras como forma de agradecimento pelo trabalho, dedicação e grande disponibilidade que cidadãs e cidadãos deram, em prol das respectivas comunidades Locais Muito obrigado pela atenção que me dispensaram Viva o Vinte e Cinco de Abril Viva Portugal O Senhor Francisco Silva (BE) fez o seguinte discurso: É um enorme prazer estar aqui hoje, visto que sou de uma geração pós Vinte e Cinco de Abril, não tenho a carga que muitos de vocês têm, mas guardo respeito por quem me permitiu a liberdade de poder falar sobre o que acho conveniente, sem qualquer tipo de limitação Abril Amordaçado A revolução de Abril de mil novecentos e setenta e quatro resultou de um sentimento geral de descontentamento que atravessava diversos estratos sociais e ainda as esferas militares Foi uma revolução pelo direito a existir como ser individual, que muitos reclamaram. 8

9 ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE OEIRAS O povo saiu à rua para ter direito a sonhar, deixando-nos de herança um sistema democrático com vários defeitos e virtudes Por isso temos hoje o direito a eleger os nossos representantes, a criticá-los ou aplaudi-los Existem vários partidos com diferentes ideologias, existem fóruns cívicos de discussão e intervenção, enfim, um sem número de espaços onde o cidadão comum pode exercer o poder que a democracia representativa lhe confere que não existiam antes da revolução No entanto a cada eleição que passa há uma abstenção crescente que não pode deixar de nos causar alguma confusão, como é que se andou a lutar durante tanto tempo por alguns direitos, agora muita gente prescinde mesmo de os usufruir Há uma grande parte dos cidadãos que prescindem do seu voto e consequentemente de participar na escolha daqueles que vão dirigir os diversos órgãos políticos nacionais Estes cidadãos deixaram de acreditar na democracia que temos e isso é grave e merecedor de atenta análise da qual só me vou debruçar num ponto que me parece ser o mais pertinente Quando o nosso País se apresenta refém de uma suspeição generalizada de corrupção, de clientelismo e de favores pessoais não há quem não fique desencantado com a democracia pois fica-se com a sensação que o poder não está no voto Em Portugal tem havido uma tão grande falta de vergonha que tudo se faz ás claras É vê-los trocar um assento político por um assento num qualquer Conselho de Administração numa qualquer grande empresa ou até num órgão de comunicação social É a continuação da promiscuidade revoltante entre empreiteiros e autarquias que todos conhecem, todos falam e todos os tribunais absolvem, porque para os poderosos os julgamentos não têm fim, as provas não têm validade, as testemunhas não são credíveis Os surrealismos sucedem-se em processos judiciais que reduziriam Kafka a um mero 9

10 cronista de revistas cor-de-rosa, se a justiça não funciona, a liberdade não é possível, todos sabemos isso Tal como em mil novecentos e setenta e quatro levantou-se uma vaga de fundo contra a manietação das liberdades individuais e colectivas, é importante hoje que os portugueses assumam a responsabilidade que têm perante a herança de Abril e se revoltem contra as algemas invisíveis da democracia que têm sido a corrupção e o clientelismo partidário Não se continuem a enganar com o facilitismo do roubo mas faço O desenvolvimento tem de ser pautado pelas necessidades dos cidadãos, das suas aspirações e desejos e não imposto pelas necessidades de um ou outro empresário, amigo ou contribuinte da campanha eleitoral Não hajam ilusões: retribuir favores e contributos a uns não podem ser compatíveis com políticas orientadas para o bem de todos. Mais cedo ou mais tarde a máscara cai e vamos encontrar um país vendido aos privados através de mil e uma parceria público-privadas, criadas com resultados altamente duvidosos A falta de controlo da parte pública sobre a parte privada da parceria tem sido um factor determinante para minar o interesse público, ou seja, o interesse de todos nós nestas parcerias Em caso de prejuízos o ónus recai maioritariamente na parte pública, ou seja, todos nós No entanto, seja o Estado para escapar ao défice ou as Autarquias para desapertar o cinto da Lei das Finanças Locais, ambos têm encontrado neste modelo de engenharia financeira a base para o seu desenvolvimento sustentado Tudo isto aliado a uma imensa falta de transparência nos demais concursos públicos e processos de decisão, alimentam uma economia paralela que vai fazendo parte da paisagem económica do nosso País, não basta ser sério

11 ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE OEIRAS A coberto de um pseudo-desenvolvimento, as elites políticas num provincianismo cego abriram todas as áreas ao negócio e à especulação Seja a água, a saúde, os transportes, a educação, nada é gratuito, nada é público, tudo é oportunidade de transformar direitos adquiridos em bens a adquirir Vão assim fechando as portas que Abril abriu, reservando o direito de admissão a sócios ou a um consumo mínimo obrigatório Cinicamente poder-se-ia dizer que os abstencionistas são os que já perceberam como é que esta coisa da política funciona. Nada mais errado Esta coisa da política e da representação democrática funciona com o voto caros concidadãos Quanto menos pessoas votam mais fácil se torna para um grupo de interesses dominar a esfera política Quanto mais os cidadãos se alheiam da participação política, mais espaço sobra para o carreirismo e caciquismo deixando o serviço público passar para servir-se do público É chegada a altura de correr com os responsáveis pela actual situação do país, prisioneiro dos favores e hipotecado aos privados Os responsáveis pela degradação dos sistemas judicial e de saúde e pôr a democracia não singrar refém da corrupção Os mesmos responsáveis pelas obras púbicas com adjudicações duvidosas de necessidade questionável e pela destruição da classe média e das oportunidades dos portugueses A política e as pessoas não podem continuar a ser um negócio Sabemos que não foi para isso que o povo lutou, cabe-nos pegar no que foi conseguido e voltar para a rua Nada acabou dia Vinte e Cinco de Abril de mil novecentos e setenta e quatro. Nada. Mas começou um caminho novo para nós e para o nosso País

12 Apenas se arrancaram umas páginas negras da nossa História para deixar um caderno em branco e uma caneta para que os próximos escrevam uma história mais bonita, mais livre e com um final feliz Agora é preciso coragem para pegar na caneta e não copiar o que já foi escrito inúmeras vezes É preciso coragem para continuar Abril onde os Capitães o deixaram Recebemos a liberdade e o direito para tal, imitemos a vontade, a força e a coragem de então Num País que também era cinzentão, triste, oprimido um dia alguém ousou gritar: Basta! Um a um os portugueses foram repetindo esse grito até o fazerem em uníssono Provavelmente nunca imaginaram que esse grito teria eco trinta anos depois A minha geração tem um grande desafio: usar a herança de Abril para construir um Portugal mais justo, mais solidário, mais sério, com valores diferentes dos que hoje pautam a vida política e social do País Fazer uma revolução de ideias, de pessoas de idades e de mentalidades que acabe de vez com este fenómeno que não nos deixa ir mais além Quebrar o ciclo da corrupção em Portugal será libertar o País para uma liberdade plena de direitos mas para isso será necessário cada um assumir primeiro os seus deveres como parte integrante e interessada da nossa democracia Uma revolução que ponha o País de volta no caminho certo, que assuma a política como o meio para um Portugal mais solidário, mais justo, mais integrador e acima de tudo mais digno de todos os que combateram para que hoje possamos descer a Avenida da Liberdade e lembrar uns aos outros que A Luta Continua! A Senhora Catarina Antunes (CDU) fez o seguinte discurso:

13 ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE OEIRAS Bom dia a todos Senhor Presidente da Assembleia Senhor Presidente da Câmara e Senhores Vereadores Senhores Membros Municipais Meus Senhores e minhas Senhoras Um novo caminho foi aberto há trinta e quatro anos, naquele dia Vinte de Cinco de Abril de mil novecentos e setenta e quatro A revolução de Abril e o processo que uniu o povo e o Movimento das Forças Armadas, ficará para sempre registado na história, como o que de mais progressista e belo ocorreu em Portugal Não foi fruto ao acaso. Foi fruto da luta de muitos anos dos trabalhadores e do povo português, foi fruto dos que resistiram, dando muito de si, alguns a própria vida, para tornar possível um futuro de liberdade, democracia e progresso social Na resistência estavam envolvidos muitos democratas, mas os comunistas e o seu partido, foram quem sempre esteve na primeira linha da luta, eram quem transportava e promovia a confiança no futuro, como consequência eram os principais alvos da repressão, não haverá silenciamento, escrita da história ou usurpação da memória praticada por ministros, historiadores ou fazedores de opinião que o possa esconder, foi também fruto dos militares de Abril Nesta altura é necessário lembrar a PIDE, a repressão, a prisão, a tortura, o assassínio, a censura, a guerra com o seu rasto de destruição e morte, o Estado ao serviço de uma pequena minoria, a pobreza, a miséria, a fome, as gritantes injustiças sociais, o analfabetismo e o atraso. É necessário lembrar tudo isto como marcas desse tempo de regime fascista que se abateu durante quarenta e oito anos sobre Portugal e o seu povo, mas o novo caminho foi aberto há trinta e quatro anos, naquele dia Vinte e Cinco de Abril de mil novecentos e setenta e quatro, 13

14 abriu-se um caminho para um tempo de alegria, progresso, desenvolvimento, liberdade e democracia, um tempo extraordinário que em poucos meses promoveu avanços progressistas sem paralelo. Abril institucionou a liberdade e a democracia, a viva organização e a acção dos partidos políticos Abril permitiu a institucionalização do poder local democrático que representou um factor fundamental de desenvolvimento, progresso local e regional, promoveu a participação de milhares de cidadãos na vida pública Abril desencadeou grandes transformações para promover o desenvolvimento, a reforma agrária que deu trabalho a dezenas de milhares de trabalhadores, a nacionalização de sectores básicos e estratégicos Abril consagrou o direito dos trabalhadores, à greve, à contratação colectiva, à liberdade sindical Abril promoveu a melhoria das condições de vida, através do salário mínimo, subsídio de desemprego, mês de férias, entre outros exemplos Abril respondeu às necessidades e aspirações do povo, acesso à saúde, descentralização do ensino, garantia da segurança social, direitos das mulheres e dos jovens, promoção de um desenvolvimento equilibrado do País Abril impulsionou a criação, fluição, promoção da cultura e do desporto Abril pôs fim à guerra colonial, assegurou a paz, a libertação de outros povos, a criação de novas pátrias Abril foi um tempo de concretização, sonhos, aspirações, progresso, esperança sem limites de um projecto que ainda é preciso cumprir. Mas os sucessivos governos dos últimos trinta anos de partidos que também fizeram e votaram a constituição de Abril, traíram os seus próprios programas e as importantes conquistas de Abril, acabando por comprometer o futuro do País e conduziu aos graves problemas da actualidade, onde há trinta e quatros anos, naquele dia 14

15 ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE OEIRAS Vinte e Cinco de Abril de mil novecentos e setenta e quatro um novo caminho foi aberto para a criação de condições, para que as populações festejassem avanços, hoje o que se verifica são recuos na liberdade, na democracia, são vários exemplos actuais de políticas contrárias a Abril e à sua constituição As atitudes intimidatórias e persecutórias sobre quem protesta e luta pelos seus direitos, sejam eles dirigentes sindicais, trabalhadores da administração pública, professores e estudantes A tentativa de condicionar o direito de viva organização, intervenção e actividade partidária, com a lei dos partidos e do financiamento dos partidos O impedimento da democracia dentro das empresas, perseguindo a actividade sindical, limitando o direito à greve, ameaçando com despedimento, redução dos direitos a todos os que lutam por melhores condições de vida Ataque à contratação colectiva, elevado nível de desemprego e a destruição do aparelho produtivo comprometem o direito ao trabalho As injustiças e desigualdades sociais, que cada vez são maiores, e que confirmam uma política de submissão do poder político ao poder económico, onde os lucros de capital contrastam escandalosamente com os baixos salários, reformas e pensões, ataca o estado e as suas funções sociais, como verificamos no caso da saúde, educação, cultura ou mesmo da justiça Direitos sociais que ao invés de serem tendencialmente gratuitos, são sim tendencialmente pagos, como tal cada vez mais negados à larga maioria da população. Aqui mesmo em Oeiras esses ataques aos direitos, são também sentidos pela população, seja com a falta de extensões de saúde em algumas freguesias, encerramento de SAC e SAP, seja inclusivamente de farmácias e alteração dos seus horários nocturnos, seja com a ameaça de encerramento de escolas, os graves problemas ao nível dos transportes, etc., são vários os 15

16 exemplos Abril é a revolução, são as suas realizações e conquistas, são os seus valores e projectos, o Vinte e Cinco de Abril é o combate à resignação, conformismo, impossibilidades, inevitabilidades. A vida hoje reclama uma decidida intervenção em defesa dos valores e das conquistas de Abril, fazendo frente ao avanço de políticas, práticas e concepções que corroem a vida do País e ferem a dignidade do nosso povo. Por isso aquele dia Vinte e Cinco de Abril de mil novecentos e setenta e quatro, há trinta e quatro anos, que justamente comemoramos hoje aqui na Assembleia Municipal assinala-se essencialmente na rua, nas comemorações populares, prolongando-se no Primeiro de Maio Dia do Trabalhador, para sempre ligado à revolução de Abril Aquele dia Vinte e Cinco de Abril de mil novecentos e setenta e quatro, há trinta e quatro anos, afirma-se na luta de todos os dias das populações e trabalhadores, representa a imensa força transformadora da participação e da luta contra as injustiças pela construção de um futuro melhor Viva a liberdade e a democracia! Viva o Vinte e Cinco de Abril! Viva a revolução! O Senhor Vidal Antão (PS) fez o seguinte discurso: Senhor Presidente da Câmara Municipal de Oeiras Senhor Presidente da Assembleia Municipal Senhores Vereadores Senhores Deputados Municipais Prezados convidados Minhas Senhoras e meus Senhores Passaram trinta e quatro anos sobre a data histórica que devolveu a Portugal a 16

17 ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE OEIRAS liberdade e a democracia e com elas a dignidade de todo um Povo que durante os quarenta e oito anos antecedentes havia sido remetido a um estatuto de menoridade política Com efeito, a revolução libertadora do Vinte e Cinco de Abril levada a cabo pelo Movimento das Forças Armadas, e que logo recolheu o apoio generalizado do Povo Português, veio pôr termo a um regime caduco e totalitário que não respeitava os mais elementares direitos de cada ser humano. Direitos tão básicos como a liberdade de pensamento e de opinião, a liberdade de associação, a liberdade de imprensa e a liberdade de exercício da greve, e que foram constitucionalmente garantidos após o Vinte e Cinco de Abril, eram reprimidos pela polícia política, pela censura e pela prisão O movimento libertador do Vinte e Cinco de Abril veio, pois, em boa hora, pôr termo a um regime que, para além de não respeitar a democracia política, censurava, perseguia, prendia e torturava todos os cidadãos que se lhe opunham, ao mesmo tempo que se encontrava isolado na cena internacional devido ao seu cariz totalitário e à sua política colonial Política colonial que durante treze anos arrastou o país para um conflito sem solução e que em cada ano que passava era menos compreendido pelos portugueses, muitos dos quais, devido a graves carências sociais, eram obrigados a emigrar para ganharem em outros países o sustento que em Portugal ia faltando para eles a para as suas famílias O Vinte e Cinco de Abril de mil novecentos e setenta e quatro veio pois ao encontro da vontade de todo um Povo e foi por este recebido com uma alegria tão espontânea que, estou certo, todos os que tiveram a grata satisfação de viver aquele acontecimento não mais o irão esquecer A revolução do Vinte e Cinco de Abril trouxe na sua génese a necessidade de democratizar, descolonizar e desenvolver o País É certo que depois de quarenta e oito anos de regime ditatorial não foi sem alguns erros, sem alguns problemas e sem tentações totalitárias de alguns que a democratização política 17

18 do País e que a descolonização se efectuaram Mas no presente e no futuro, é contudo no desenvolvimento de Portugal que nos devemos centrar O Partido Socialista, como partido da esquerda democrática e progressista, sempre lutou por um Portugal mais desenvolvido, mais justo e solidário Mesmo nos momentos mais difíceis, o PS sempre defendeu um Estado Social forte e sustentável, à altura das necessidades e expectativas dos Portugueses E, minhas senhoras e meus senhores, apraz-me registar aqui e hoje, quando comemoramos o Vinte e Cinco de Abril, todo o trabalho e espírito reformador que, com coragem e determinação, o Partido Socialista tem trazido à sociedade portuguesa nos mais variados sectores A Reforma da Segurança Social, que conferiu sustentabilidade ao sistema público e recusou as propostas privatizadoras da Direita A modernização da Administração Pública, e o mais amplo processo de desburocratização do Estado, situando Portugal como referência europeia O plano tecnológico, a profunda reforma do ensino superior e do sistema científico, o investimento, sem precedentes, na inovação e na tecnologia O programa Novas Oportunidades, e a mais ambiciosa aposta de sempre na escola pública e na melhoria das qualificações dos portugueses As novas políticas sociais, com o complemento solidário para idosos, as políticas de apoio à natalidade ou o programa PARES Os maiores aumentos de sempre do salário mínimo nacional, acordados em sede de concertação social A despenalização do aborto, a lei de paridade, a reforma da Assembleia da República e a lei de limitação de mandatos

19 ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE OEIRAS O Tratado de Lisboa e o aprofundamento inadiável da construção europeia E, acima de tudo, o esforço com resultados, de rigor e recuperação das finanças públicas, que a direita havia deixado num estado calamitoso e decadente Minhas senhoras e meus senhores, estas são marcas de rigor, responsabilidade, consciência social e modernidade que resultam de um trabalho reformador notável que deve prosseguir e ser aprofundado com vista a um maior desenvolvimento do País Mas hoje quero ainda lembrar o facto do Vinte e Cinco de Abril ter instituído o poder local democrático como o garante e instrumento das populações ao serviço da resolução dos problemas que mais de perto se lhe colocam E por isso, cumprir o Vinte e Cinco de Abril, enquanto autarcas eleitos pela população, é termos sempre em vista o progresso económico e social do nosso concelho e do nosso País O PS, nesta Assembleia Municipal, tem pugnado pela transparência dos métodos de governação autárquica e por uma melhoria dos instrumentos de controlo e fiscalização, favorecendo a participação cívica dos munícipes Porque para nós a qualidade da democracia e a representatividade locais mede-se pela relação de confiança entre eleitos e eleitores Os autarcas do PS trabalham também para a implementação de novas políticas sociais de âmbito local, modernas e ambiciosas, que respondam efectivamente às necessidades dos munícipes mais desprotegidos e desfavorecidos, e melhorem a todos a qualidade de vida Minhas Senhoras e meus Senhores Permitam-me, finalmente, uma palavra de homenagem a um dos homens que mais contribuiu para hoje estarmos aqui, em liberdade, comemorando o Vinte e Cinco de Abril Um homem vertical que teve o poder nas mãos faz hoje trinta e quatro anos. Que não quis honrarias e que se remeteu à sua condição de militar

20 Uma palavra de homenagem à memória desse heróico capitão de Abril que foi Salgueiro Maia e que merece o nosso profundo respeito e admiração pela sua inigualável coragem e pela sua intransigência moral e ética Minhas senhoras e meus senhores Atingida a maturidade democrática, penso, sinceramente, que o nosso Povo e as gerações futuras continuarão, sempre a rever-se na data histórica e simbólica que o Vinte e Cinco de Abril representa Como dizem os versos intemporais de Ary dos Santos: "Agora que já floriu a esperança na nossa terra as portas que Abril abriu nunca mais ninguém as cerra" O objectivo da Revolução dos Cravos no que respeita ao desenvolvimento do País permanece actual e terá que ser realizado continuamente, com muito trabalho, tendo em vista o aprofundamento da democracia e dos direitos sociais e cívicos dos portugueses O Partido Socialista continuará como sempre a acreditar nos ideais que o Vinte e Cinco de Abril tão bem representa. O desenvolvimento económico e o progresso social de Portugal e dos Portugueses assim o exigem Viva o Vinte e Cinco de Abril! Viva a República Portuguesa! O Senhor Jorge Pracana (PSD) fez o seguinte discurso: Senhor Presidente da Assembleia Municipal Senhores Deputados Municipais Senhor Presidente da Câmara Municipal de Oeiras Senhores Vereadores

25 de Abril de 2015 Comemoração dos 41 anos da Revolução dos Cravos

25 de Abril de 2015 Comemoração dos 41 anos da Revolução dos Cravos 25 de Abril de 2015 Comemoração dos 41 anos da Revolução dos Cravos Intervenção da Deputada Municipal do PSD Célia Sousa Martins Senhora Presidente da Assembleia Municipal, Senhor Presidente da Câmara

Leia mais

Senhor Ministro da Defesa Nacional, Professor Azeredo Lopes, Senhora Vice-Presidente da Assembleia da República, Dra.

Senhor Ministro da Defesa Nacional, Professor Azeredo Lopes, Senhora Vice-Presidente da Assembleia da República, Dra. Senhor Representante de Sua Excelência o Presidente da República, General Rocha Viera, Senhor Ministro da Defesa Nacional, Professor Azeredo Lopes, Senhora Vice-Presidente da Assembleia da República, Dra.

Leia mais

V Fórum Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis. As Desigualdades em Saúde e o Planeamento Saudável. Montijo 14 de Novembro de 2014

V Fórum Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis. As Desigualdades em Saúde e o Planeamento Saudável. Montijo 14 de Novembro de 2014 V Fórum Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis As Desigualdades em Saúde e o Planeamento Saudável Montijo 14 de Novembro de 2014 1. Saudação Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal do Montijo Exmo. Sr.

Leia mais

Esta esperança, este sonho e este legado aos vindouros também tem de ser concretizado no Cartaxo.

Esta esperança, este sonho e este legado aos vindouros também tem de ser concretizado no Cartaxo. Trinta e quatro anos depois do 25 de Abril de 1974, importa comemorar Abril e afirmar os valores da Democracia e da Liberdade. Nada pode motivar ou impedir o livre exercício dos direitos e deveres de cidadania.

Leia mais

Exma. Senhora Presidente da Assembleia Municipal, Exmas. Senhoras e Senhores Deputados Municipais,

Exma. Senhora Presidente da Assembleia Municipal, Exmas. Senhoras e Senhores Deputados Municipais, Exma. Senhora Presidente da Assembleia Municipal, Exmas. Senhoras e Senhores Deputados Municipais, Exmo. Senhor Presidente da Câmara e Senhoras e Senhores Vereadores, Exmos. Senhores Presidentes de Junta

Leia mais

ESPAÇO(S) E COMPROMISSOS DA PROFISSÃO

ESPAÇO(S) E COMPROMISSOS DA PROFISSÃO ESPAÇO(S) E COMPROMISSOS DA PROFISSÃO 18 de Novembro de 2010 Teatro Municipal de Almada Senhora Presidente da Associação dos Profissionais de Serviços Social, Dr.ª Fernanda Rodrigues Senhoras e Senhores

Leia mais

Senhor Embaixador dos Estados Unidos da América, Exmo. Senhor Presidente do Conselho de Administração da Oeiras International School,

Senhor Embaixador dos Estados Unidos da América, Exmo. Senhor Presidente do Conselho de Administração da Oeiras International School, Senhor Embaixador dos Estados Unidos da América, Excelência, Exmo. Senhor Presidente do Conselho de Administração da Oeiras International School, Exma. Senhora Directora da Oeiras International School,

Leia mais

MOÇÃO Solidariedade com os trabalhadores da Gestnave/Ereta

MOÇÃO Solidariedade com os trabalhadores da Gestnave/Ereta Deliberações de 1 de Fevereiro de 2008 1 de Fevereiro de 2008 Auditoria externa das Contas Aprovada a contratação da Sociedade de Revisores Oficiais de Contas Sebastião & Santos, para prestação de serviços

Leia mais

MENSAGEM DE ANO NOVO. Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008

MENSAGEM DE ANO NOVO. Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008 MENSAGEM DE ANO NOVO Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008 Portugueses No primeiro dia deste Novo Ano, quero dirigir a todos uma saudação amiga e votos de boa saúde e prosperidade. Penso especialmente

Leia mais

Exma. Sra. Presidente do Conselho Geral Transitório Exmos. Srs. Conselheiros Exmos. Srs. Professores Exmos. Srs. Funcionários Caros amigos e amigas

Exma. Sra. Presidente do Conselho Geral Transitório Exmos. Srs. Conselheiros Exmos. Srs. Professores Exmos. Srs. Funcionários Caros amigos e amigas Exma. Sra. Presidente do Conselho Geral Transitório Exmos. Srs. Conselheiros Exmos. Srs. Professores Exmos. Srs. Funcionários Caros amigos e amigas Em primeiro lugar gostaria de expressar o meu agradecimento

Leia mais

Intervenção do Partido Socialista. AMO de 2015-04-25. Senhor Presidente da Assembleia Municipal, Senhoras e Senhores Deputados Municipais,

Intervenção do Partido Socialista. AMO de 2015-04-25. Senhor Presidente da Assembleia Municipal, Senhoras e Senhores Deputados Municipais, Intervenção do Partido Socialista AMO de 2015-04-25 Senhor Presidente da Assembleia Municipal, Senhor Presidente da Câmara, Senhoras e Senhores Vereadores, Senhoras e Senhores Deputados Municipais, Senhores

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

O GOVERNO. Art.º 182º da Constituição da República Portuguesa

O GOVERNO. Art.º 182º da Constituição da República Portuguesa O GOVERNO Art.º 182º da Constituição da República Portuguesa «O Governo é o órgão de condução da política geral do país e o órgão superior da Administração Pública.» 1 Pela própria ideia que se retira

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Vice - Presidência do Governo Gabinete do Vice-Presidente

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Vice - Presidência do Governo Gabinete do Vice-Presidente Senhor Presidente da Assembleia Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente Senhora e Senhores Membros do Governo Permitam-me que, pela primeira vez que tenho a honra de intervir nesta Assembleia,

Leia mais

O que são Direitos Humanos?

O que são Direitos Humanos? O que são Direitos Humanos? Técnico comercial 4 (1º ano) Direitos Humanos são os direitos e liberdades básicas de todos os seres humanos. O principal objetivo dos Direitos Humanos é tratar cada indivíduo

Leia mais

Apresentação e Discussão do Orçamento Retificativo para 2012

Apresentação e Discussão do Orçamento Retificativo para 2012 Apresentação e Discussão do Orçamento Retificativo para 2012 Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira Excelentíssimas Senhoras e Senhores Deputados A proposta do Orçamento

Leia mais

INTERVENÇÃO ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA 2008.10.02. José Pedro AGUIAR-BRANCO

INTERVENÇÃO ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA 2008.10.02. José Pedro AGUIAR-BRANCO INTERVENÇÃO ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA 2008.10.02 José Pedro AGUIAR-BRANCO Senhor Presidente Srs. Ministros Senhoras e Senhores Deputados 1. A segurança e a justiça constituem um pilar fundamental do Estado

Leia mais

Permitam-me algum informalismo e que leve à risca o Protocolo.

Permitam-me algum informalismo e que leve à risca o Protocolo. 1 - Gostaria de pedir um minuto de silêncio em memória de todos os Bombeiros já falecidos e particularmente de Franquelim Gonçalves, que faleceu no desempenho das suas funções; 25 de maio Inauguração do

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA 7.ª revisão 2005 (excertos) Princípios fundamentais. ARTIGO 10.º (Sufrágio universal e partidos políticos)

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA 7.ª revisão 2005 (excertos) Princípios fundamentais. ARTIGO 10.º (Sufrágio universal e partidos políticos) CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA 7.ª revisão 2005 (excertos) Princípios fundamentais ARTIGO 10.º (Sufrágio universal e partidos políticos) 1. O povo exerce o poder político através do sufrágio universal,

Leia mais

Código de Contratos Públicos. Dois anos de vigência. Ordem dos Engenheiros, 3 de Fevereiro de 2011

Código de Contratos Públicos. Dois anos de vigência. Ordem dos Engenheiros, 3 de Fevereiro de 2011 BASTONÁRIO Código de Contratos Públicos. Dois anos de vigência Ordem dos Engenheiros, 3 de Fevereiro de 2011 Exmo Sr. Presidente da Região Sul, Engº. Carlos Mineiro Aires Exmo. Senhor. Presidente do InCI,

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NOTA JUSTIFICATIVA

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NOTA JUSTIFICATIVA NOTA JUSTIFICATIVA Em conformidade com os poderes regulamentares que lhes são atribuídos pelos artigos 112º n.º 8 e 241º da Lei Constitucional, devem os Municípios aprovar os respectivos regulamentos municipais,

Leia mais

Conferência de Imprensa OE - SE - SIPE - SERAM - SEP. 17 de Fevereiro 15H30. SANA Lisboa Hotel. Comunicado conjunto

Conferência de Imprensa OE - SE - SIPE - SERAM - SEP. 17 de Fevereiro 15H30. SANA Lisboa Hotel. Comunicado conjunto Conferência de Imprensa OE - SE - SIPE - SERAM - SEP 17 de Fevereiro 15H30 SANA Lisboa Hotel Comunicado conjunto Senhores jornalistas, Em primeiro lugar queremos agradecer a vossa presença. Ao convocar

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 68 Discurso na cerimónia de lançamento

Leia mais

Mudança - PS,BE,PND,MPT, PTP e PAN

Mudança - PS,BE,PND,MPT, PTP e PAN Autárquicas 2013 Funchal Situação Política, financeira, económica e social O Concelho do Funchal vive uma situação dramática, a pior desde a implementação da democracia, da autonomia e do poder local democrático.

Leia mais

Município de Vieira do Minho

Município de Vieira do Minho CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE VIEIRA DO MINHO REGIMENTO INTERNO A lei nº 159/99, de 14 de Setembro estabelece no seu artigo19º, nº 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os conselhos

Leia mais

Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007. Conteúdo e desafios

Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007. Conteúdo e desafios Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007 Conteúdo e desafios Os Tratados Tratado de Paris (CECA) 18 de Abril de 1951 Tratados de Roma (CEE e CEEA) 25 de Março de 1957 Acto Único Europeu 17 de Fevereiro 1986

Leia mais

Declaração Política. (Em defesa da Liberdade e da Democracia)

Declaração Política. (Em defesa da Liberdade e da Democracia) Declaração Política (Em defesa da Liberdade e da Democracia) O maior dos Presidentes americanos, Abraham Lincoln, definiu, uma vez, a democracia e a liberdade como o governo do povo, pelo povo e para o

Leia mais

POSIÇÃO DA UGT SOBRE A ACTUAÇÃO DO FMI EM PORTUGAL

POSIÇÃO DA UGT SOBRE A ACTUAÇÃO DO FMI EM PORTUGAL POSIÇÃO DA UGT SOBRE A ACTUAÇÃO DO FMI EM PORTUGAL O crescimento económico e a redução do desemprego são hoje os grandes desafios que a Europa enfrenta. Em Portugal, a situação económica e social é hoje

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO y Câmara Municipal de Redondo CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO O DL 7/2003, de 15 de Janeiro, que prevê a constituição do Conselho Municipal de Educação, regulou as suas competências

Leia mais

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA NOTA JUSTIFICATIVA A Lei 159/99, de 14 de Setembro, estabelece no seu artigo 19.º, n.º 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os Conselhos locais de Educação. A Lei 169/99, de 18

Leia mais

Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento

Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento A Lei de Bases do Sistema Educativo assume que o sistema educativo se deve organizar de forma a descentralizar, desconcentrar

Leia mais

IX Colóquio Os Direitos Humanos na Ordem do Dia: Jovens e Desenvolvimento - Desafio Global. Grupo Parlamentar Português sobre População e

IX Colóquio Os Direitos Humanos na Ordem do Dia: Jovens e Desenvolvimento - Desafio Global. Grupo Parlamentar Português sobre População e IX Colóquio Os Direitos Humanos na Ordem do Dia: Jovens e Desenvolvimento - Desafio Global Grupo Parlamentar Português sobre População e Cumprimentos: Desenvolvimento Assembleia da República 18 de Novembro

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 65 Discurso na solenidade do Dia

Leia mais

Regimento do Conselho Municipal de Educação

Regimento do Conselho Municipal de Educação Considerando que: 1- No Município do Seixal, a construção de um futuro melhor para os cidadãos tem passado pela promoção de um ensino público de qualidade, através da assunção de um importante conjunto

Leia mais

MUNICIPIO DE ALMADA. Assembleia Municipal MOÇÃO/DELIBERAÇÃO. (Cooperativas em Almada: A Alternativa para o Consumo e Economia Locais)

MUNICIPIO DE ALMADA. Assembleia Municipal MOÇÃO/DELIBERAÇÃO. (Cooperativas em Almada: A Alternativa para o Consumo e Economia Locais) MOÇÃO/DELIBERAÇÃO (Cooperativas em Almada: A Alternativa para o Consumo e Economia Locais) Uma cooperativa é uma associação autónoma de pessoas que se unem, voluntariamente, para satisfazer aspirações

Leia mais

Há cabo-verdianos a participar na vida política portuguesa - Nuno Sarmento Morais, ex-ministro da Presidência de Portugal

Há cabo-verdianos a participar na vida política portuguesa - Nuno Sarmento Morais, ex-ministro da Presidência de Portugal Há cabo-verdianos a participar na vida política portuguesa - Nuno Sarmento Morais, ex-ministro da Presidência de Portugal À margem do Fórum promovido pela Associação Mais Portugal Cabo Verde, que o trouxe

Leia mais

Eduardo Branco, presidente da APAN. É preciso. regressar. ao consumo. Pág. 30

Eduardo Branco, presidente da APAN. É preciso. regressar. ao consumo. Pág. 30 Eduardo Branco, presidente da APAN É preciso regressar ao consumo Pág. 30 Fátima de Sousa jornalista fs@briefing.pt "A quadratura do círculo é sermos mais eficientes, ou seja, conseguirmos fazer mais com

Leia mais

-------- Aos três dias do mês de Março do ano de dois mil e três reuniu no Salão Nobre dos Paços do Município, a Câmara Municipal de Vila Pouca de

-------- Aos três dias do mês de Março do ano de dois mil e três reuniu no Salão Nobre dos Paços do Município, a Câmara Municipal de Vila Pouca de -------- Aos três dias do mês de Março do ano de dois mil e três reuniu no Salão Nobre dos Paços do Município, a Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar, em reunião ordinária para apreciação e deliberação

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JOVENS AUTARCAS SOCIALISTAS

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JOVENS AUTARCAS SOCIALISTAS ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JOVENS AUTARCAS SOCIALISTAS Capítulo I Da denominação, Fins, Duração e Sede Artigo 1.º Designação É constituída uma associação denominada Associação Nacional de Jovens

Leia mais

VOLUNTARIADO E CIDADANIA

VOLUNTARIADO E CIDADANIA VOLUNTARIADO E CIDADANIA Voluntariado e cidadania Por Maria José Ritta Presidente da Comissão Nacional do Ano Internacional do Voluntário (2001) Existe em Portugal um número crescente de mulheres e de

Leia mais

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO FUNDÃO Publicação II SÉRIE N.º 98 20 de Maio de 2010 Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão Preâmbulo A Lei de Bases do Sistema Educativo

Leia mais

ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE SÁTÃO

ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE SÁTÃO 1 ATA DA PRIMEIRA REUNIÃO DA REALIZADA NO DIA DEZASSEIS DO MÊS DE OUTUBRO DO ANO DE DOIS MIL E TREZE Após a instalação dos respetivos órgãos municipais, o Sr. Presidente da Assembleia Municipal cessante

Leia mais

(Só faz fé a versão proferida)

(Só faz fé a versão proferida) Exmo. Senhor Presidente do Centro Desportivo e Cultural de Londres, Exmo. Senhor Embaixador, Exmo. Senhor Cônsul Geral, Exmo. Senhor Adido Social, Exmo. Senhor Conselheiro das Comunidades Madeirenses,

Leia mais

- CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE LAGOS - PREÂMBULO

- CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE LAGOS - PREÂMBULO PREÂMBULO A Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei nº 46/86 de 14 de Outubro) consagrou a interacção com a comunidade educativa local como um pilar fundamental da política educativa. Por essa razão o nº

Leia mais

país. Ele quer educação, saúde e lazer. Surge então o sindicato cidadão que pensa o trabalhador como um ser integrado à sociedade.

país. Ele quer educação, saúde e lazer. Surge então o sindicato cidadão que pensa o trabalhador como um ser integrado à sociedade. Olá, sou Rita Berlofa dirigente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Brasil, filiado à Contraf e à CUT. Quero saudar a todos os trabalhadores presentes e também àqueles que, por algum motivo, não puderam

Leia mais

ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE CONDEIXA-A-NOVA ACTA Nº 2/2009 REUNIÃO ORDINÁRIA DE 2009/04/27

ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE CONDEIXA-A-NOVA ACTA Nº 2/2009 REUNIÃO ORDINÁRIA DE 2009/04/27 ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE CONDEIXA-A-NOVA ACTA Nº 2/2009 REUNIÃO ORDINÁRIA DE 2009/04/27 mod. EXP 14.1 Aos vinte e sete dias do mês de Abril do ano de dois mil e nove, reuniu no Salão Nobre dos Paços do

Leia mais

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL DOS AÇORES SESSÃO PLENÁRIA DE 11 a 13 NOVEMBRO DE 2002 Intervenção do Deputado Cabral Vieira

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL DOS AÇORES SESSÃO PLENÁRIA DE 11 a 13 NOVEMBRO DE 2002 Intervenção do Deputado Cabral Vieira ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL DOS AÇORES SESSÃO PLENÁRIA DE 11 a 13 NOVEMBRO DE 2002 Intervenção do Deputado Cabral Vieira O Plano e o Orçamento constituem documentos de grande importância para a economia

Leia mais

A União Europeia vive, hoje, uma verdadeira questão social. Uma questão que é, ao mesmo tempo, económica, financeira e política. São muitas as razões:

A União Europeia vive, hoje, uma verdadeira questão social. Uma questão que é, ao mesmo tempo, económica, financeira e política. São muitas as razões: DISCURSO DE S. EXA A PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA NA CONFERÊNCIA DE PRESIDENTES DOS PARLAMENTOS DA UNIÃO EUROPEIA NICÓSIA, CHIPRE Sessão III: Coesão social em tempos de austeridade o que podem

Leia mais

Semelhanças entre os Hospitais SA e os Hospitais EPE Pág. 1

Semelhanças entre os Hospitais SA e os Hospitais EPE Pág. 1 Semelhanças entre os Hospitais SA e os Hospitais EPE Pág. 1 A TRANSFORMAÇÃO DOS HOSPITAIS SA EM HOSPITAIS EPE, A PRIVATIZAÇÃO DA SAÚDE EM PORTUGAL E O PROGRAMA DO GOVERNO PS PARA A ÁREA DA SAÚDE RESUMO

Leia mais

10 ANOS DEPOIS: O CONTRIBUTO DOS PROGRAMAS SOCIAIS NA CONSTRUÇÃO DO ESTADO SOCIAL EM TIMOR-LESTE

10 ANOS DEPOIS: O CONTRIBUTO DOS PROGRAMAS SOCIAIS NA CONSTRUÇÃO DO ESTADO SOCIAL EM TIMOR-LESTE REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE GABINETE DO PRIMEIRO-MINISTRO ALOCUÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE KAY RALA XANANA GUSMÃO POR OCASIÃO DA SESSÃO DE

Leia mais

MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais

MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais Intervenção de SEXA o Secretário de Estado Adjunto do Ministro

Leia mais

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: UM DESAFIO PARA A IGUALDADE E AUTONOMIA

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: UM DESAFIO PARA A IGUALDADE E AUTONOMIA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA UM DESAFIO PARA A IGUALDADE E AUTONOMIA CENTRO CULTURAL DE BELÉM 3 DE DEZEMBRO DE 2009 MARIA GUIDA DE FREITAS FARIA 1 AGRADEÇO

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 29 Discurso na cerimónia de premiação

Leia mais

Direita admite mudanças na lei para criminalizar a má gestão. Direita admite mudanças na lei para criminalizar a má gestão

Direita admite mudanças na lei para criminalizar a má gestão. Direita admite mudanças na lei para criminalizar a má gestão Direita admite mudanças na lei para criminalizar a má gestão Diário de noticias, por Hugo Filipe Coelho 17-10-11 Direita admite mudanças na lei para criminalizar a má gestão Dinheiro público. PSD e CDS

Leia mais

NOS ÚLTIMOS 4 ANOS TIVEMOS DE RESPONDER A UMA SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA. A UM PROGRAMA DE EMERGÊNCIA FINANCEIRA, SOUBEMOS RESPONDER COM A CRIAÇÃO DE UM

NOS ÚLTIMOS 4 ANOS TIVEMOS DE RESPONDER A UMA SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA. A UM PROGRAMA DE EMERGÊNCIA FINANCEIRA, SOUBEMOS RESPONDER COM A CRIAÇÃO DE UM DISCURSO PROGRAMA DE GOVERNO 9.11.2015 MSESS PEDRO MOTA SOARES - SÓ FAZ FÉ VERSÃO EFECTIVAMENTE LIDA - SENHOR PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA SENHORAS E SENHORES DEPUTADOS NOS ÚLTIMOS 4 ANOS TIVEMOS

Leia mais

Os combatentes agradecem reconhecidos a presença de V. Exas.

Os combatentes agradecem reconhecidos a presença de V. Exas. DIA DO COMBATENTE NA BATALHA, EM 14 DE ABRIL DE 2007 GENERAL JOAQUIM CHITO RODRIGUES Exmo. senhor Ministro da Defesa Nacional. Digna-se V. Exa. presidir a esta cerimónia evocativa do Dia do Combatente

Leia mais

Regimento do Conselho Municipal de Educação de Braga

Regimento do Conselho Municipal de Educação de Braga Regimento do Conselho Municipal de Educação de Braga A lei de bases do sistema educativo assume que o sistema educativo se organiza de forma a descentralizar, desconcentrar e diversificar as estruturas

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 38 Discurso na cerimónia do V Encontro

Leia mais

Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal de Odivelas

Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal de Odivelas Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal de Odivelas Sessão Solene Comemorativa da Implantação da República 05.10.2010 A Revolução Republicana de 1910 Ao assinalarmos cem anos sobre a Revolução Republicana

Leia mais

Cerimónia Oficial da XIII - Edição do Festival Músicas do Mundo 22 de Julho 2011. Caros Sineenses Visitantes e participantes do F.M.

Cerimónia Oficial da XIII - Edição do Festival Músicas do Mundo 22 de Julho 2011. Caros Sineenses Visitantes e participantes do F.M. Câmara Municipal Presidência Cerimónia Oficial da XIII - Edição do Festival Músicas do Mundo 22 de Julho 2011. Caros Sineenses Visitantes e participantes do F.M.M de Sines Bem vindos à nossa grande festa

Leia mais

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite que a FCT me dirigiu para

Leia mais

MANUAL DO JOVEM DEPUTADO

MANUAL DO JOVEM DEPUTADO MANUAL DO JOVEM DEPUTADO Edição 2014-2015 Este manual procura expor, de forma simplificada, as regras do programa Parlamento dos Jovens que estão detalhadas no Regimento. Se tiveres dúvidas ou quiseres

Leia mais

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 89/XI RECOMENDA AO GOVERNO MEDIDAS URGENTES NO ÂMBITO DA PREVENÇÃO E RESPOSTA À VIOLÊNCIA EM ESPAÇO ESCOLAR

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 89/XI RECOMENDA AO GOVERNO MEDIDAS URGENTES NO ÂMBITO DA PREVENÇÃO E RESPOSTA À VIOLÊNCIA EM ESPAÇO ESCOLAR Grupo Parlamentar PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 89/XI RECOMENDA AO GOVERNO MEDIDAS URGENTES NO ÂMBITO DA PREVENÇÃO E RESPOSTA À VIOLÊNCIA EM ESPAÇO ESCOLAR A questão da violência no espaço escolar tem vindo

Leia mais

Em recente balanço feito nas negociações tidas em 2009, constatamos

Em recente balanço feito nas negociações tidas em 2009, constatamos DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA O DIÁLOGO SOCIAL NO BRASIL: O MODELO SINDICAL BRASILEIRO E A REFORMA SINDICAL Zilmara Davi de Alencar * Em recente balanço feito nas negociações tidas em 2009, constatamos

Leia mais

Por Uma Questão de Igualdade

Por Uma Questão de Igualdade Por Uma Questão de Igualdade Senhor Presidente Senhoras e Senhores Deputados Senhoras e Senhores membros do Governo Nos últimos 5 anos a Juventude Socialista tem vindo a discutir o direito ao Casamento

Leia mais

ACTA Nº 24 Acta da Sessão extraordinária do dia 18 de Março de 2005 -------- Aos dezoito dias do mês de Março de dois mil e cinco, pelas vinte horas

ACTA Nº 24 Acta da Sessão extraordinária do dia 18 de Março de 2005 -------- Aos dezoito dias do mês de Março de dois mil e cinco, pelas vinte horas ACTA Nº 24 Acta da Sessão extraordinária do dia 18 de Março de 2005 -------- Aos dezoito dias do mês de Março de dois mil e cinco, pelas vinte horas e cinquenta e cinco minutos, no Edifício dos Paços do

Leia mais

Conselho Municipal de Educação

Conselho Municipal de Educação 1 Regimento do (CME) do Município de Vila Nova de Paiva A Lei 159/99, de 14 de Setembro estabelece no seu artigo 19, n.º2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os conselhos locais

Leia mais

Exmos. Senhores Membros do Governo (Sr. Ministro da Saúde - Prof. Correia de Campos e Sr. Secretário de Estado da Saúde -Dr.

Exmos. Senhores Membros do Governo (Sr. Ministro da Saúde - Prof. Correia de Campos e Sr. Secretário de Estado da Saúde -Dr. Exmos. Senhores Membros do Governo (Sr. Ministro da Saúde - Prof. Correia de Campos e Sr. Secretário de Estado da Saúde -Dr. Francisco Ramos) Ex.mo Senhor Presidente da Comissão Parlamentar da Saúde, representado

Leia mais

ELEIÇÕES REGIONAIS ELEIÇÃO DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA

ELEIÇÕES REGIONAIS ELEIÇÃO DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA ELEIÇÕES REGIONAIS 2 0 1 5 ELEIÇÃO DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA O que é uma eleição? Uma eleição é quando votamos para escolher quem nos vai representar e falar em nosso nome.

Leia mais

Declaração ao país. António José Seguro. 19 de Julho de 2013. Boa tarde. Durante esta semana batemo-nos para que:

Declaração ao país. António José Seguro. 19 de Julho de 2013. Boa tarde. Durante esta semana batemo-nos para que: Declaração ao país António José Seguro 19 de Julho de 2013 Boa tarde. Durante esta semana batemo-nos para que: Não houvesse mais cortes nas reformas e nas pensões Não houvesse mais despedimentos na função

Leia mais

Senhor Presidente da Assembleia, Senhoras e Senhores Deputados, Senhor Presidente, Senhora e Senhores membros do Governo.

Senhor Presidente da Assembleia, Senhoras e Senhores Deputados, Senhor Presidente, Senhora e Senhores membros do Governo. Intervenção proferida pelo Deputado Luís Henrique Silva, na Sessão Plenária de Novembro de 2006 Senhor Presidente da Assembleia, Senhoras e Senhores Deputados, Senhor Presidente, Senhora e Senhores membros

Leia mais

Acta da reunião ordinária da Câmara Municipal do Concelho de Vila Velha de Ródão levada a efeito em vinte e quatro de Maio de dois mil.

Acta da reunião ordinária da Câmara Municipal do Concelho de Vila Velha de Ródão levada a efeito em vinte e quatro de Maio de dois mil. FL 46 ACTA DE / /20 Acta da reunião ordinária da Câmara Municipal do Concelho de Vila Velha de Ródão levada a efeito em vinte e quatro de Maio de dois mil. Acta º12 --------Aos vinte e quatro dias do mês

Leia mais

Tendo isso em conta, o Bruno nunca esqueceu que essa era a vontade do meu pai e por isso também queria a nossa participação neste projecto.

Tendo isso em conta, o Bruno nunca esqueceu que essa era a vontade do meu pai e por isso também queria a nossa participação neste projecto. Boa tarde a todos, para quem não me conhece sou o Ricardo Aragão Pinto, e serei o Presidente do Concelho Fiscal desta nobre Fundação. Antes de mais, queria agradecer a todos por terem vindo. É uma honra

Leia mais

A NACIONALIZAÇÃO DO AMBIENTE. João de Quinhones Levy 1

A NACIONALIZAÇÃO DO AMBIENTE. João de Quinhones Levy 1 A NACIONALIZAÇÃO DO AMBIENTE João de Quinhones Levy 1 Diariamente temos tomado conhecimento da constituição de novas empresas da holding IPE na Área do Ambiente, ou através do IPE Águas de Portugal, ou

Leia mais

CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL.

CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL. CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 15-1999 309 CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL. Artigo 9.º (Tarefas fundamentais do Estado) São tarefas fundamentais do Estado:. a) Garantir a independência

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO E SUSTENTABILIDADE

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO E SUSTENTABILIDADE Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO E SUSTENTABILIDADE Aprovado em 18 de Junho de 2015 REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO E SUSTENTABILIDADE

Leia mais

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA Clodoaldo Meneguello Cardoso Nesta "I Conferência dos lideres de Grêmio das Escolas Públicas Estaduais da Região Bauru" vamos conversar muito sobre política.

Leia mais

DELIBERAÇÕES APROVADAS EM MINUTA E PARA EFEITOS IMEDIATOS

DELIBERAÇÕES APROVADAS EM MINUTA E PARA EFEITOS IMEDIATOS DELIBERAÇÕES APROVADAS EM MINUTA E PARA EFEITOS IMEDIATOS (Nos termos do nº3 do artº 92º do Decreto-Lei nº 169/99, de 18/09) --------- Reunião de 29 de Maio de 2007 --------- --- PEDIDOS DE ISENÇÃO DE

Leia mais

FREGUESIA DE ARRUDA DOS VINHOS

FREGUESIA DE ARRUDA DOS VINHOS FREGUESIA DE ARRUDA DOS VINHOS lano de Activida e es Orçamento PPI 2012 À INTRODUCÃO Para cumprimento do disposto na alínea a) do n 2 do artigo 34 da lei n 169/99 de 18 de Setembro, na redacção que lhe

Leia mais

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Aprovado pela Câmara em 6/02/2003, alterado em Reunião de Câmara de 18/09/2003 Aprovado pela Assembleia Municipal em

Leia mais

Município de Alfândega da Fé Câmara Municipal

Município de Alfândega da Fé Câmara Municipal REGIMENTO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PG.01_PROC.07_IMP.08 DDS SECTOR DA ACÇÃO SOCIAL E EDUCAÇÃO 1 de 9 REGIMENTO PREÂMBULO Considerando que a Lei n.º 159/99, de 14 de Setembro, estabelece no seu artigo

Leia mais

IX Colóquio Direitos Humanos na Ordem do Dia promovido pelo Grupo Parlamentar Português para a População e Desenvolvimento

IX Colóquio Direitos Humanos na Ordem do Dia promovido pelo Grupo Parlamentar Português para a População e Desenvolvimento IX Colóquio Direitos Humanos na Ordem do Dia promovido pelo Grupo Parlamentar Português para a População e Desenvolvimento Lançamento do Relatório 2014 do UNFPA Painel: Jovens em Portugal Da Oportunidade

Leia mais

POSIÇÃO DA UGT Audição sobre o Futuro da Europa

POSIÇÃO DA UGT Audição sobre o Futuro da Europa POSIÇÃO DA UGT Audição sobre o Futuro da Europa A UGT saúda o debate em curso na Comissão dos Assuntos Europeus sobre o Futuro da Europa e, particularmente, sobre o futuro do Tratado Constitucional. O

Leia mais

Registamos, com afeto, a presença de Vossa Excelência, nesta cerimónia uma honra ímpar para este Instituto.

Registamos, com afeto, a presença de Vossa Excelência, nesta cerimónia uma honra ímpar para este Instituto. Senhor Ministro da Administração Interna. Excelência. Registamos, com afeto, a presença de Vossa Excelência, nesta cerimónia uma honra ímpar para este Instituto. Excelentíssimo Senhor Vice-Procurador Geral

Leia mais

Senhor Presidente. Senhor Presidente,

Senhor Presidente. Senhor Presidente, Intervenção proferida pelo Deputado Clélio Meneses aquando da discussão do Plano e Orçamento para 2012. Senhor Presidente Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente, Senhora e Senhores Membros do

Leia mais

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 Adão Augusto, Consultor 12-02-2015 1. Contextualização. Os projectos sociais fazem parte de um sistema complexo de relações que envolvem

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2008 PRINCIPAIS ASPECTOS

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2008 PRINCIPAIS ASPECTOS GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2008 PRINCIPAIS ASPECTOS I. INTRODUÇÃO O Governo apresentou ao Conselho Económico e Social o Projecto de Grandes Opções do Plano 2008 (GOP 2008) para que este Órgão, de acordo com

Leia mais

DISCURSO PROFERIDO POR VÍTOR CALDEIRA, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU

DISCURSO PROFERIDO POR VÍTOR CALDEIRA, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU ECA/09/69 DISCURSO PROFERIDO POR VÍTOR CALDEIRA, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU ******* APRESENTAÇÃO DO RELATÓRIO ANUAL RELATIVO AO EXERCÍCIO DE 2008 À COMISSÃO DO

Leia mais

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES COMISSÃO DE POLÍTICA GERAL INTRODUÇÃO

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES COMISSÃO DE POLÍTICA GERAL INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO A Comissão de Política Geral reuniu no dia 11 de junho de 2014, na delegação de Ponta Delgada da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, a fim de apreciar, relatar e dar parecer

Leia mais

--- DATA DA REUNIÃO: Vinte de abril de dois mil e doze. -------------------------------

--- DATA DA REUNIÃO: Vinte de abril de dois mil e doze. ------------------------------- REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE S. JOÃO DA MADEIRA AT A N º 1 0 /2012 - ABRIL --- DATA DA REUNIÃO: Vinte de abril de dois mil e doze. ------------------------------- --- LOCAL DA REUNIÃO:

Leia mais

INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS?

INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS? INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS? HOTEL TIVOLI LISBOA, 18 de Maio de 2005 1 Exmos Senhores ( ) Antes de mais nada gostaria

Leia mais

Transcrição de Entrevista n º 24

Transcrição de Entrevista n º 24 Transcrição de Entrevista n º 24 E Entrevistador E24 Entrevistado 24 Sexo Feminino Idade 47 anos Área de Formação Engenharia Sistemas Decisionais E - Acredita que a educação de uma criança é diferente

Leia mais

visão global do mundo dos negócios

visão global do mundo dos negócios Senhor Primeiro Ministro Senhor Ministro da Saúde Senhor Presidente da AM Senhor Presidente do CA da Lenitudes Senhores Deputados Srs. Embaixadores Srs. Cônsules Senhores Vereadores e Deputados Municipais

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 21 Discurso na cerimónia de instalação

Leia mais

Coligação Democrática Unitária. Intervenção Sessão Solene 25 de Abril na Assembleia Municipal

Coligação Democrática Unitária. Intervenção Sessão Solene 25 de Abril na Assembleia Municipal Coligação Democrática Unitária Intervenção Sessão Solene 25 de Abril na Assembleia Municipal Estamos a poucos dias de comemorar o 34.º aniversário do 25 de Abril de 1974. Data maior na história do século

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE PAREDES

CÂMARA MUNICIPAL DE PAREDES CÂMARA MUNICIPAL DE PAREDES QUADRIÉNIO 2006/2009 ACTA DA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL 2009/08/05 ÍNDICE REUNIÃO DE 2009/08/05 JUSTIFICAÇÃO DE FALTA 5 APROVAÇÃO DA ACTA DA REUNIÃO DE 29/07/2009

Leia mais

RESOLUÇÃO PROPOSTA DE LEI DO CÓDIGO DE TRABALHO CONTINUA INACEITÁVEL NEGOCIAÇÃO DEVE PROSSEGUIR

RESOLUÇÃO PROPOSTA DE LEI DO CÓDIGO DE TRABALHO CONTINUA INACEITÁVEL NEGOCIAÇÃO DEVE PROSSEGUIR RESOLUÇÃO PROPOSTA DE LEI DO CÓDIGO DE TRABALHO CONTINUA INACEITÁVEL NEGOCIAÇÃO DEVE PROSSEGUIR 1. Desde que em Julho passado o Governo anunciou a apresentação de um projecto de Código Laboral, decorreram

Leia mais

É aprovado o Regulamento dos Núcleos Distritais ou Regionais do Projecto VIDA, anexo a este despacho e que dele faz parte integrante.

É aprovado o Regulamento dos Núcleos Distritais ou Regionais do Projecto VIDA, anexo a este despacho e que dele faz parte integrante. PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS E MINISTÉRIOS DA DEFESA NACIONAL, DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA, DA JUSTIÇA, DA EDUCAÇÃO, DA SAÚDE E DO EMPREGO E DA SEGURANÇA SOCIAL. Despacho conjunto. - Considerando

Leia mais

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas 10 de Junho de 2010

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas 10 de Junho de 2010 INTERVENÇÃO DO SENHOR PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE OEIRAS Dr. Isaltino Afonso Morais Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas 10 de Junho de 2010 LOCAL: Figueirinha, Oeiras REALIZADO

Leia mais

Esta Assembleia Geral confia nos trabalhos do Conselho Fiscal, nomeadamente no resultado das diligências por este tomadas, e suas condutas.

Esta Assembleia Geral confia nos trabalhos do Conselho Fiscal, nomeadamente no resultado das diligências por este tomadas, e suas condutas. ATA NÚMERO TRÊS Ao vigésimo sétimo dia do mês de Maio de dois mil e quinze, pelas dez horas realizou-se, nos termos do artigo 25 dos estatutos da AEFEUP, a Assembleia Geral Extraordinária número dois na

Leia mais