A Política e a Regulamentação sobre as Tecnologias Sem Fios da CRASA

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1 A Política e a Regulamentação sobre as Tecnologias Sem Fios da CRASA 1 P ágina

2 Setembro de O termo Sem Fios nestas directrizes abrange ambos os serviços sem fios terrestres e por satélite usados para as comunicações. 2 Estas directrizes assentam substancialmente nas Directrizes Políticas e Regulamentares do Fórum Global de VSAT para os Serviços por Satélite e estudo por parte do Fórum Global de VSAT e IDRC sobre os aspectos sociais e económicos da tecnologia de satélite e vários documentos da CEPT. 2 P ágina

3 Tabela de Conteúdo Reconhecimentos 6 Lista de Acrónimos 7 Parte A Antecedentes Sumário Executivo 9 I. Introdução/Preâmbulo 12 II. Implicações de Tecnologias Sem Fios para o Desenvolvimento 12 II. Âmbito da Regulamentação dos Serviços de Telecomunicações Sem Fios e via Satélite Serviços Fixos (Terrestre) 15 a. Ponto-para-Ponto 15 b. Ponto-para-Multiponto 17 c. Acesso Fixo sem fios 17 d. Multiponto-para-Multiponto Serviços Móveis e Sem Fios 19 a. Serviços Celulares Móveis 19 b. WLAN e RLAN nas Bandas Respectivas de 2.4 GHz e 5 GHz 21 c. Outros Serviços Sem Fios 22 i. Bluetooth 22 ii. WiMax Serviços de Satélite 24 a. Serviços Fixos via Satélite 25 b. Serviços Móveis via Satélite 27 III. Uma análise geral da Política e Regulamentação Internacional de Satélites Nações Unidas 30 a. União Internacional das Telecomunicações Organização Mundial do Comércio 31 IV. Tendências na Regulamentação de Satélites e Serviços de Telecomunicações Sem Fios Ásia e o Pacífico Europa América do Norte África 33 V. Regulamentação de Satélites e Serviços de Telecomunicações Sem Fios na Região da SADC 34 PARTE B Recomendações Políticas e Regulatórias VI. Objectivos da Directriz 37 VII. Regulamentação de Satélites e Serviços de Telecomunicações Sem Fios, Política a Princípios Transparência Acesso Competitivo Neutralidade de serviço Neutralidade de Tecnologia Protegendo a Segurança Pública 39 VIII. Direitos de Aterragem 39 3 P ágina

4 1. Caso de política de Céu Aberto Presença/ausência comercial 40 IX. Questões de Gestão do Espectro Introdução Objectivos de Gestão do espectro 41 a. Eficiência Técnica 41 b. Eficiência Económica Influência da UIT e da CMR Atribuição de Frequências Versus Isenção de Licença Coordenação de Frequências Transfronteiriças 45 a. Harmonização dos planos de bandas de frequências 45 b. Serviços diferentes 45 c. Procedimentos para a Coordenação de Frequências Transfronteiriças Participação da UIT 45 X. Licenciamento Propósito de Licenciamento Métodos de Concessão de Licenças Tipos de Licenças 47 a. Licenças por Categoria/Autorizações Gerais ou Registo 47 b. Licenças Individuais 48 c. Licença Global 48 d. Licença do Espectro Procedimento de atribuição de licenças 48 a. Condições de atribuição de licenças 49 b. Prova de origem e documentos comprovativos Validade efectiva da licença Princípios governando o Licenciamento de Serviços via Satélite Princípios governando o Licenciamento da Banda Indústrial e Científica Coordenação de Questões Aduaneiras entre os Membros da CRASA Reconhecimento Mútuo das Homologações 53 XI. Taxas de Licenciamento 55 XII. Transparência e Procedimentos Agilizados 57 XIII. Execução da Regulamentação dos Serviços de Telecomunicações Sem Fios Incentivos à Indústria Programas Educativos Processos Judiciais/Acções Legais Inspecção 59 Parte C Recomendações Recomendações 62 i. Recomendações Gerais 62 ii. Harmonização Regional 63 iii. Questões de Licenciamento 67 iv. Aceitação Mútua de Resultados de testes 65 v. Taxas de Licenciamento 67 vi. Transparência e Procedimentos Agilizados 68 vii. Execução 68 4 P ágina

5 Parte D. Anexos, Apêndices e Glossário de Termos 69 Anexo I Formulário de Pedido Genérico para Licença de Estação Terrestre de Comunicações via Satélite 70 Glossário de Termos 75 5 P ágina

6 Reconhecimentos Os Membros do Sub-Comité para a Regulamentação dos Serviços de Telecomunicações Sem Fios da CRASA que contribuíram para este documento: Mike Kuntiya, MACRA David Railo, ICASA Mamodupi Mohlala, ICASA Mlindi Joe Kgamedi, ICASA Sipho Tsotetsi, ICASA Hilario Tamele, INCM Thapelo Mogopa, CRASA Nicodemus Mwazya, SATA Johan Smit, Telkom SA/SATA Lishan Adam, CATIA O Sub-Comité gostaria de agredecer as seguintes pessoas: Claire Sibthorpe- Gestora do Programa CATIA Mike Jensen Consultor Independente Geoff Daniell, Correspondente SSA, GVF e O Programa CATIA do Departamento para o Desenvolvimento Internacional para Apoio Financeiro 6 P ágina

7 Lista de Acrónimos 3G 3ª geração [sistema celular] AP Access Point Ponto de Acesso bps bits per second bits por segundo BS Base Station Estação base CDMA Code Division Multiple Access - Acesso Múltiplo por Divisão de Código CEPT European Conference of Postal and Telecommunications Conferência Europeia das Administrações Postais e Telecomunicações DBS Direct Broadcasting Satellites Satélites para Transmissão/Radiodifusão Directa DCF Distributed Coordination Function - Função de Coordenação Distribuída DCS Dynamic Channel Selection Selecção de Canal Dinâmico DECT Digital Enhanced Cordless Telecommunications - Telecomunicações Digitais Sem Fios Aperfeiçoadas DFS Dynamic Frequency Selection Selecção Dinâmica de Frequência DS Direct Sequence Sequência Directa DSSS Direct Sequence Spread Spectrum Espectro de Propagação por Sequência Directa DTH Direct to Home - Difusão directa ao domicílio DVB Digital Video Broadcasting - Radiodifusão Vídeo Digital DVB-RCS DVB Return Channel via Satellite Canal de Retorno via Satélite EAP Extensible Authentication Protocol Protocolo de Autênticação Extensível EDGE Enhanced Data for GSM Evolution Dados Aperfeiçoados para a Evolução do GSM EIRP Effective Isotropic Radiated Power Potência Irradiada Isotrópica Efectiva ETSI European Telecommunications Standards Institute Instituto Europeu de Normalização das Telecomunicações ERC European Radiocommunications Committee Comité Europeu das Radiocomunicações FCC Federal Communications Commission Comissão Federal de Comunicações FDMA Frequency Division Multiple Access - Divisão de Acesso Múltiplo de Frequência FSS Fixed Satellite System Sistema Fixo via Satélite FWA Fixed Wireless Access Acesso Fixo Sem Fios, Gbps Gigabits per second Gigabits por segundo GEO Geostationary Earth Orbit (satellite) Satélite de Órbita Terrestre Geoestacionária GHz Giga Hertz - Giga Hertz GMSK Gaussian Minimum Shift Keying - Deslocamento de Frequência Minima Gaussiana GPRS General Packet Radio Service Serviço Geral de Radiocomunicações por Pacotes GPS Global Positioning System - Sistema de Posicionamento Global GSM Global System for Mobile - Sistema Global para Comunicações Móveis HIPERLAN High Performance Radio Local Area Network Rede de Área Local de Rádio de Alto Desempenho IEEE Institute of Electrical and Electronics Engineers Instituto de Engenheiros Eléctrotécnicos e Electrónicos IMT-2000 International Mobile Telecommunications Telecomunicações Móveis Internacionais 2000 IP-VSAT IP-based VSAT systems - Sistemas VSAT baseados em Protocolo de Internet IP Internet Protocol Protocolo de Internet IR Infrared - Infravermelhos ISM Industrial, Scientific and Medical Industrial, Científico e Médico. ISP Internet Service Provider Forneceder de Serviços de Internet ITU International Telecommunications Union União Internacional das Telecomunicações Kbps kilobits per second kilobits por segundo 7 P ágina

8 khz kilohertz - kilohertz LAN Local Area Network Rede de Área Local LMDS Local Multipoint Distribution System Sistema de Distribuição Local multiponto LOS Line of sight Linha de Visão MAC Medium Access Control Controle de Acesso Médio MAN Metropolitan Area Networks Redes de Áreas Metropolitanas Mbps Megabits per second Megabitz por segundo MHz Mega Hertz - Mega Hertz MMDS Multi-channel Multipoint Distribution System Sistema de Distribuição Multiponto com Vários Canais MPEG Motion picture expert group (video compression standards) - Grupo de Especialistas em Imagens em Movimento (padrões de compressão de vídeo) MSS Mobile Satellite Systems Sistemas Móveis via Satélite PAN Personal Area Networks Redes de Área Pessoais PCS Personal Communications Services Serviços de Comunicações Pessoais PDA Personal Digital Assistant Assistente Digital Pessoal POTS Plain Old Telephone Service Telefonia Convencional PTT Public Telecommunications Operator Operador Público de Telecomunicaçoes QoS Quality of Service Qualidade de Serviço RA UK Radio-communications Agency Agência de Radiocomunicações do Reino Unido RLAN Radio Local Area Network Rede Radioeléctrica de Área Local RF Radio Frequency - Radiofrequência RFT Radio Frequency Transceiver Transreceptor de Radiofrequência SIP Session Initiated Protocol Protocolo de Iníciação de Sessão TDM Time Division Multiplexing - Multiplexão por Divisão de Tempo TDMA Time Division Multiple Access Acesso múltiplo por Divisão de Tempo TPC Transmit Power Control - Controle de Potência de Transmissão TVRO Television Receive Only - Televisão somente para captação UMTS Universal Mobile Telecommunications Services - Sistema Universal de Telecomunicações Móveis VoIP Voice over IP - Voz sobre PI VSAT Very Small Aperture Terminal Terminal de Abertura Muita Pequena WAN Wide Area Network Redes de Grande Extensão WCDMA Wideband CDMA - Acesso Múltiplo por Divisão de Código em Banda Larga WRC/CMR World Radio Conference - Conferência Mundial de Radiocomunicações WAS Wireless Access Systems Sistemas de Acesso sem fios WEP Wireless Equivalent Privacy - Privacidade equivalente a Redes Cabeadas WiFi Wireless Fidelity Fidelidade Sem Fios WiMax Worldwide Interoperability for Microwave Access Forum - Fórum da Interoperabilidade Mundial para Acesso por Microondas W-ISPs Wireless Internet Service Providers Fornecedores de Serviço de Internet Sem Fios WLAN Wireless Local Area Network - Rede Local Sem Fios WPAN Wireless Personal Area Network - Rede Pessoal ou de Curta Distância Sem Fios WMAN Wireless Metropolitan Area Network Rede Metropolitana Sem Fios WSIS World Summit on the Information Society - Cimeira Mundial das Nações Unidas sobre a Sociedade de Informação WTO World Trade Organization Organização Mundial do Comércio 8 P ágina

9 PARTE A Antecedentes Sumário Executivo O objectivo destas presentes orientações é para delinear as recomendações políticas e regulamentares para implantação das tecnologias sem fios na região da SADC. Deve dar-se particular destaque à tecnologia VSAT e LAN sem fios devido às suas implicações para o fornecimento de acesso à informação e comunicação na região. As directrizes recomendam um regime regulamentar e de políticas que permitam aos países da SADC extrair os maiores benefícios sociais e económicos do uso das tecnologias sem fios e fazer recomendações para a revisão de questões políticas abrangentes, tais como a autorização para o uso do espectro da radiofonia e registos, licenciamento e outras medidas que possam encorajar a inovação, o investimento e uso destas tecnologias. As tecnologias via satellite e móveis terrestres têm demonstrado um potencial considerável para o desenvolvimento económico atendendo que prometem a entrega de informação às pessoas que mais necessitam em todo o lado e a todo o momento. A falta de acesso acessível à conectividade de telefone e internet para a maioria escassamente espalhada no continente Africano, que não se encontram perto, nem de pequenos centros urbanos, tem sido um problema porque é agora sobejamente conhecido, que a produtividade de agregados familiares pobres tem que aumentar se quiserem sair da situação de pobreza. Aumentar a produtividade é difícil sem o acesso atempado à informação, a capacidade para interagir e aprender dos outros, ou a capacidade para interagir com os mercados, governos e outros recursos. O crescimento económico não pode ser atingido sem a melhoria da eficiência de instituições, mercados e empresas através da aprendizagem contínua. Simultaneamente, a entrega de informação e comunicação por parte somente do governo não é sustentável devido à falta de recursos e prioridades divergentes. Perante este desafio e os recursos limitados disponíveis para investimento em TICs para o desenvolvimento, abordagens privadas que possam ser sustentáveis e autosuficientes, ou mesmo rentáveis, têm um valor estratégico óbvio. Ao criar um ambiente propício, os governos podem permitir que quem quer que seja estabeleça os seus próprios hotspots ou plataformas por satélite de comunicação e informação baseadas na Internet, aumentando assim as possibilidades para o empreendedorismo e fluxo de conhecimento e recursos. As tecnologias VSAT de baixo custo inovadoras e extensões sem fios terrestres tais com o WiFi e WiMax têm um papel substâncial no aumento de acesso a oportunidades em África. Os VSATs são rápidos e fáceis de estabelecer e manter, são insensíveis à distância e promovem o uso eficiente do espectro. As tecnologias WiFi e WiMax oferecem a vantagem de baixarem o custo de actualização e expansão das redes de dados estruturais em áreas mal servidas com transmissões sem fios ponto-a-ponto disponíveis até 50km e distribuição de último troço ou redes vizinhas. Conforme a tecnologia evolui, a tecnologia sem fios tem-se tornado numa solução de último troço eficaz e de baixo custo para aqueles que mais necessitam de um acesso universal. As experiências na Ásia e na América Latina têm provado que praticamente qualquer comunidade de aldeia, empresário, pequena empresa, insituição pública ou membro do público (ex. através de um cíbercafé rural) podem ser conectados imediatamente, onde quer que eles estejam, ou independentemente da distância que se encontram da infraestrutura fixa. Os empreendimentos novos e criativos podem tornar as areas rurais mais rentáveis e sustentáveis e servidas de forma para ir ao encontro dos objectivos de desenvolvimento nacionais. No entanto, isto requer criatividade e inovação em termos de acesso universal bem como políticas públicas favoráveis. 9 P ágina

10 Isto quer dizer que os regulamentos têm que acompanhar estes desenvolvimentos. Os governos deverão criar ambientes conducentes à promoção do acesso a tecnologias sem fios para o desenvolvimento focando na gestão do espectro e de emissões de potência, promovendo a implantação de padrões para os protocolos de comunicação e apoiando a investigação e desenvolvimento em novas tecnologias de comunicação. Conforme aumenta a demanda para um padrão estabelecido de tecnologias sem fios tais como o Wifi, a regulamentação terá que mudar para permitir o seu uso e ampla aceitação. Os padrões fornecem uma interoperabilidade internacional e oportunidade para atingir as economias de escala e de âmbito, mas nada disto é possível sem o espectro necessário. O sucesso dos produtos sem fios pode ser impedido por restrições colocadas sobre o seu uso pelos regulamentos governamentais. As tecnologias sem fios terrestres apresentam vários desafios regulatórios desde a importação, venda e instalação de equipamento sem fios, taxas, limites de potência até ao uso eficaz da banda de frequências que têm que ser abordadas por parte dos decisores políticos. Em geral: Os regulamentos e decisões deverão ser tomadas sobre as taxas de licenciamento de várias tecnologias sem fios. A importação ou fabricação de equipamentos de rádio e dos equipamentos terminais de telecomunicações para revenda requer o registo de fornecedores e regulamentação sobre as restrições de vendas quer as tecnologias sejam vendidas com quaisquer restrições ou sem nenhumas. Os reguladores deverão legislar a quantidade de Potência Isotrópica de Radiação Equivalente (EIRP), os equipamentos a 2.4 GHz WLAN ou 5 GHz RLAN são permitidos a fim de assegurar o uso continuado e disponibilidade destas bandas para seu uso. A regulamentação tambem deverá ser clara sobre as bandas isentas de taxas e o uso gratuíto das bandas ISM para fins comerciais. A Comissão Europeia emitiu uma recomendação para encorajar os estados membros de fornecerem acesso WLAN isento de licença às redes públicas e serviços de comunicação electrónica nas bandas disponíveis de 2.4-GHz e 5-GHz. Isto não é vinculativo para os estados membros, mas é consistente com a Directiva de Autorização (vinculativa), que obriga todos os estados membros de permitirem o acesso isento de licença ao espectro quando o risco de interferência prejudicial é insignificante. Para além disto, a ligação aos serviços de satélite está cada vez mais a ser fornecida por Terminais de Abertura Muita Pequena (VSAT). A descida dos custos e aumento de largura de banda está a impulsionar a procura para terminais VSAT para as empresas, usuários domésticos e instituições, levantando assim as questões políticas e regulatórias associadas. Outros factores decisivos incluem: O desejo por parte dos governos para assegurar que todos os seus cidadãos sejam capazes de obter os serviços da UIT equivalentes, independentemente da sua localização geográfica. Isto tambem é impulsionado pelo desejo de travar o processo de urbanismo que é bastante destrutivo, especialmente nos países em desenvolvimento. O desejo de grandes corporações para redes redundantes e alternativas, independentemente da infraestrutura terrestre. A necessidade para uma ligação que esteja sem disponível, independentemente dos constrangimentos geográficos e políticos. A necessidade crescente para serviços de alta-velocidade e conectividade multimédia directamente para os usuários finais. As necessidades para conectividade cada vez mais utilizando os desafios regulatórios de VSAT actuais desde a gestão das frequências de radiocomunicações, licenciamento, aprovação do tipo de equipamento, estabelecimento de taxas de licenciamento até ao fornecimento de informação transparente sobre os procedimentos de licenciamento. 10 P ágina

11 Os terminais VSAT operam em três bandas principais, nomeadamente: C-band (4-6 GHz), Ku-band (10-20 GHz) e Ka-band (20-30 GHz) que necessitam abordagens diferentes de licenciamento. Maior parte dos sistemas televisivos via VSAT e DBS em operação actualmente utilizam porções da Ku-band. Normalmente, qualquer sistema via satellite sera composto por quatro entidades principais, que possam ter que ser autorizadas antes que um serviço possa ser entregue ao usuário final. As entidades a serem autorizadas para cada uma destas partes incluem a) o operador do Segmente Espacial; b) o operador da rede por satélite, que opera uma ou mais Estações de Acesso ou Estações de Controlo geridos por computador (Centros) ou outras estações terrestres.; c) o Fornecedor de Serviço de Satélite; d) entidades que estejam licenciadas para utilizarem equipamento VSAT individual. Estas últimas requerem regimes de licenciamento diferentes. O reconhecimento mútuo do tipo de aprovação tem-se tornado importante a fim de facilitar a instalação de terminais de VSAT transfronteiriços. A informação sobre questões de licenciamento deverão estar prontamente disponíveis e as aplicações deverão ser fáceis e transparentes. Estas directrizes propõem recomendações para a remoção de barreiras estruturais para a difusão de tecnologias e serviços de comunicação sem fios. As questões discutidas incluem a protecção da segurança pública, a gestão do espectro, licenciamento, direitos de aterragem, transparência e execução. As directrizes fornecem sugestões para estabelecer procedimentos para uma harmonização política regional incluíndo uma isenção geral e para a aceitação mútua de resultados de testes e aprovações tipo para equipamento de rádio em conformidade com a regulamentação de aprovação tipo nacional e melhores práticas internacionais. Além disso, as directrizes delineam estratégias para simplificar e racionalizar os procedimentos de licenciamento através da criação de serviços balcão único que organizam informação sobre regulamentação e requisitos de licenciamento e fornecem um modelo geral para facilitar os esforços das administrações em desenvolverem e fiscalizarem as políticas e regulamentação sobre sistemas e serviços sem fios baseado nas experiências de organizações regionais tais como a Comissão Ínter-Americana de Telecomunicações (CITEL) nas Américas, a Telecomunicações do Pacífico Asiático (APT) e o Foro de Cooperação Económica do Pacífico Asiático (APEC) na Ásia e a Conferência Europeia dos Correios e Telecomunicações (CEPT) na Europa. 11 P ágina

12 I. Introdução O objectivo destas presentes orientações é para delinear as recomendações políticas e regulamentares para implantação das tecnologias sem fios na região da SADC. Deve dar-se particular destaque à tecnologia VSAT e LAN sem fios devido às suas implicações para a divulgação da Internet na região. Estas directrizes revêem o ambiente regulatório moldando o uso e licenciamento de tecnologias sem fios e VSAT nos estados membros da CRASA. A CRASA e a SADC aprovaram uma série de princípios políticos e regulatórios, subsequentemente implementados através do desenvolvimento de directrizes regionais propostas abordando tais áreas tais como tarifas, interconexão, gestão do espectro de radiofrequências, numeração, serviços universal e acesso universal. As presentes directrizes dão continuidade às leis modelo, directrizes políticas e regulamentação e abordam a regulamentação sobre tecnologias sem fios baseada nas experiências de todo o mundo, particularmente na Europa, Austrália e América Latina. A primeira parte das directrizes oferece uma visão geral das tecnologias sem fios, regulamentação, tendências políticas e experiências aos níveis nacional, regional e internacional. A segunda parte das directrizes oferece recomendações políticas. II. Implicações das Tecnologias Sem Fios É sobejamente reconhecido que o acesso à informação e conhecimento através da comunicação acessíveis representa uma oportunidade significativa para o desenvolvimento social e económico, para a cooperação e integração regional, e para o aumento da participação de todos numa sociedade de informação global emergente. O abordar das deficiências no acesso aos serviços de comunição de baixo custo é considerado como um imperativo urgente para o melhoramento da qualidade de vida das populações na região da SADC, especialmente nas áreas remotas e rurais aonde maior parte da população ainda reside. Todavia, o Mercado regional encontra-se fragmentado em muitos mercados nacionais pequenos, e as economias de escala limitadas têm combinado com os níveis de baixo rendimento para reduzir os incentivos para os operadores de telecomunicações em oferecerem serviços generalizados. Agravado pelos baixos níveis de concorrência no sector, tem resultado em baixos níveis de investimento na infraestrutura. O custo dos serviços mais avançados tais como a largura de banda da Internet é geralmente mais caro do que em países desenvolvidos. Como resultado do mesmo, mesmo aonde o acesso esteja disponível, os custos frequentemente permanecem bastante altos, especialmente fora das áreas urbanas. Embora existam um número crescente de iniciativas para expandir a infraestrutura terrestres, estas são habitualmente confinadas às cidades principais ao longo dos eixos principais. Felizmente, a tecnologia sem fios apresenta uma solução importante a este ponto de estrangulamento. As tecnologias sem fios podem melhorar imediatamente o acesso à comunicação, mesmo nos vastos terrenos inacessíveis nesta região. Por exemplo, os sistemas por satélite usando os satélite da Ku-band sobre o continente Africano tornam agora possível obter largura de banda em qualquer parte da região cerca de dez vezes mais barato do que anteriormente disponível dos sistemas mais antigos de C-band. Os preços para alguns Terminais de Abertura Muita Pequena (VSAT s) são agora menos que $2000, e as mensalidades podem ser tão baixas como $1500 para o acesso à Internet. Com as economias de escala disponíveis a partir dos satélites que abrangem todo o continente, estes preços por terminal poderão baixar até aos $750, e as mensalidades menos que $100. Embora estes custos sejam atractivos e aceitáveis para consumidores com altos níveis de rendimentros em areas rurais,, ive and acceptable to high-end customers living in the rural areas (ex. Reservas de caça privadas, empresas, escólas, etc.) estes custos no entanto ainda estão fora do alcançe da maioria das comunidades de baixo rendimentos. Estratégias de acesso universais concertadas que combinam iniciativas do sector privado rural inovadoras (ex.cooperativas rurais) e tecnologias sem fios avançadas poderão finalmente tornar possível o acesso a informação, mesmo para as comunidades rurais menos favorecidas. As tecnologias de satélite tornam possível o fornecimento de acesso univeral a serviços de Internet de alta velocidade dentro de um prazo razoável e a um 12 P ágina

13 custo acessível. Comparado com as soluções por cabo, as tecnologias por satélite oferecem a vantagem de capacidades de transmissão de ponto-para-multiponto de ampla cobertura, e de transmissão sem descontinuidades, independentemente da infraestrutura terrestre. Consequentemente, e de uma forma accesível e atempada, a tecnologia por satélite poderia trazer serviços de Internet em banda larga para os países da SADC e a áreas rurais e remotas aonde a infraestrutura terrestre é práticamente inexistente ou a sua intalação é deveras proibitiva em termos de custo. Para além disto, a indústria via satélite já tem recursos consideráveis e o potencial para fornecer serviços em banda larga universais. As extensões locais de satélite sem fios fixas em banda larga tais como a WiFi e WiMax prometem a criação de Redes Comunitárias Locais que promove o desenvolvimento económico de comunidades rurais, melhorando os padrões de vida, médicos e educacionais. 1. Por exemplo, as novas tecnologias WiMax oferecem a vantagem de diminuição de custo para actualização e expansão de redes de dados estruturais em áreas mal servidas com transmissões sem fios ponto-a-ponto disponíveis até 50km, enquanto ponto-paramultiponto ao longo de um raio de 5 a 7km permite uma distribuição mais acessível para o último troço. As experiências na Ásia e na América Latina têm provado que praticamente qualquer comunidade de aldeia, empresário, pequena empresa, insituição pública ou membro do público (ex. através de um cíbercafé rural) podem ser conectados imediatamente, onde quer que eles estejam, ou independentemente da distância que se encontram da infraestrutura fixa. Os empreendimentos novos e criativos podem tornar as areas rurais mais rentáveis e sustentáveis e servidas de forma para ir ao encontro dos objectivos de desenvolvimento nacionais. No entanto, isto requer criatividade e inovação em termos de acesso universal bem como políticas públicas favoráveis. Os regulamentos têm que acompanhar estes desenvolvimentos. Conforme abaixo descrito, as políticas nacionais variam consideravelmente e a maioria dos regulamentos são menos permissívas à expansão de serviços inovadores. Os governos deverão criar ambientes conducentes à promoção do acesso a tecnologias sem fios para o desenvolvimento focando na gestão do espectro e de emissões de potência, promovendo a implantação de padrões para os protocolos de comunicação e apoiando a investigação e desenvolvimento em novas tecnologias de comunicação. Actualmente existem poucas, se é que existe algumas, políticas regionais em matéria de satélites e muito pouca harmonização regulatória em matéria de tecnologia sem fios na SADC, para além do Plano de Atribuição de Frequências da SADC. Embora alguns países, tais como Moçambique e o Botsuana, que liberalizaram os seus mercados de satélites, mesmo nestes casos, existe frequentemente ou uma restrição sobre o número de operadores ou sobre o tráfego internacional, ou existem taxas de licenciamento onerosas sobre o equipamento. As análises recentes indicam que existe uma experiência bastante limitada em termos de regulamentação sobre a tecnologia sem fios 2, particularmente nas bandas Industriais, Científicas e Médicas (ISM). 1 Best, Michael. A Revolução Sem Fios e o Acesso Universal, em UIT (2003), Tendências na Reforma de Telecomunicações 2 Maria Isabel A. S. Néto, 2004, Redes Sem Fios para o Mundo em Desenvolvimento: A Regulamentação e Uso de Bandas de Radiofrequências isentas de licença em África, Uma Têse MSc., Instituto de Tecnologia de Massachusetty, 13 P ágina

14 A racionalização das taxas de licenciamento é outra questão chave na região. As taxas elevadas de licenças de equipamento de satélite poderá ter tido sentido quando o equipamento custava mais que $20,000 e o custo da largura de banda milhares de dólares mensais a ser utilizado maior parte das vezes para multinacionais e escritórios de grandes empresas. Atendendo ao potencial para a implantação omnipresente de serviços de satélite a baixo custo para pequenas empresas, são necessárias estratégias de licenciamento apropriadas para toda a região, se o potencial da tecnologia é para ser alcançado rápidamente. A fim de atingir este objectivo, muitas das actuais restrições sobre o uso privado de tecnologias sem fios e VSAT internacionais terão que ser revistas conforme estas directrizes e os reguladors de telecomunicações nacionais terão que adoptar quadros de licenciamento comuns para os serviços terrestres e por satélite baseado nas experiências mundiais. Para além disso, o processo para obtenção de licenças para ambos o fornecimento de serviços terrestre e por satélite tem sido de facto moroso e ineficiente. A fim de eliminar os estrangulamentos demorados no submetimento de candidaturas de licenças múltiplas, e para assegurar que as economias de escala em toda a região são atingidas, os reguladores poderão fazer uso da Internet para colaborarem na criação de um serviço balcão único - One-Stop-Shop (OSS) para pedido de licenças e a disseminação de informação. Baseado na experiência existente em termos de acordos de licença comuns na Europa e nas Américas, e através da adopção de novos padrões de software baseados na Web, é agora possível para cada país de têr um sistema de pedido de licença online, gerido pelo seu próprio regulador nacional, enquanto a disseminação de informação e pedido de licença podem ser consolidados aos níveis sub-regional e de todo o continente. Por exemplo, todos os reguladores relevantes poderiam receber uma cópia de um pedido de licença de fornecedor de serviço de satélite. Não existe uma tecnologia sem fios específica que poderá resolver todos os problemas de desenvolvimento da Internet na região. No futuro se assistirá a uma mistura de várias tecnologias e os mercados deverão ser permitidos a determinarem, ao longo do tempo, quais tecnologias são mais adequadas para aplicações específicas. Torna-se importante manter assim, princípios políticos regulatórios gerais que facilitariam a expansão dos serviços sem fios na região da SADC. Estas directrizes visam propor recomendações políticas gerais para facilitar a difusão de tecnologias por satélite na região. III. Âmbito do Serviço Sem Fios e a sua Regulamentação O fornecimento de acesso a comunicações, particularmente à Internet, requer dois componentes de infraestrutura de rede complementar: uma conexão de retorno para trazer a conexão da Internet para a cidade ou região, e um mecanismo de distribuição para tornar a conexão de retorno disponível para a cidade ou região. A tecnologia por satélite é o mecanismo principal para obter a conectividade da Internet de retorno para bastantes países Africanos, embora a fibra óptica esteja a tornar-se cada vez mais disponível. A DSL está a tornar-se disponível em algumas áreas urbanas, mas para a maioria das áreas rurais, as ligações em banda larga sem fios terrestre e por satélite são maior parte das vezes a única escolha para a distribuição do acesso às casas. Existe um grande número de implementações sem fios terrestres e por satélite e a tecnologia está a evoluir dia após dia. O Artigo 1 das Regulamentações de Radiocomunicações da UIT lista as categorias de serviço diferentes, que compreende os Serviços de Radiocomunicações. A definição da UIT de um serviço de radiocomunicação está descrito como um serviço envolvendo a transmissão, emissão e/ou recepção de ondas de radiofrequência para efeitos específicos de telecomunicações. Um total de quarenta serviços de radiocomunicações estão definidos, desde os serviços fixos confrome listados no Artigo 1.20 até ao Artigo 1.60 definindo os serviços especiais. O Artigo 1 essencialmente subdivide os serviços de radiocomunicações ao longo das fronteiras terrestres e de satélite, e é esta distinção fronteiriça que é elaborada adicionalmente nesta secção. Nem todos os quarenta serviços específicos listados no Artigo 1 estão discutidos nestas directrizes, embora ênfase é colocado sobre estes serviços que têm uma implantação mundial/regional omnipresente. Os serviços mais bem conhecidos, que incluem os serviços fixo, fixo por satélite, serviços móveis e serviços móveis por satélite estão discutidos neste documento. 14 P ágina

15 Atendendo que os estados Membros dentro da SADC estão localizados fisicamente dentro da Região 1 da UIT, por conseguinte, a atribuição do espectro para os serviços de radiocomunicações está alinhada com as Atribuições de Radiocomunicações da UIT conforme publicado para a Região1. Para além disso, atendendo que a Europa se encaixa na Região 1, as atribuições comuns adoptadas pela SADC exploram a posição Europeia de recolher os maiores benefícios associados às atribuições comuns estas incluem as economias de escala relativamente ao custeamento de equipamento, disponibilidade de equipamento e a manutenção de uma tecnologia avançada, para referir apenas alguns. A secção seguinte apresenta uma perspectiva geral de tecnologias e serviços sem fios e por satélite, bem como questões regulatórias pertinentes. 1. Serviços Fixos A definição de um serviço fixo é de um serviço de radiocomunicações entre pontos fixos específicos na forma de feixes de radio direccionados. Os serviços fixos podem ser categorizados adicionalmente como sendo serviços de ponto-para-ponto ou multiponto, que incluem o Acesso Fixo Sem Fios, ponto-para-multiponto e multipontopara-multiponto (tambem conhecido como uma rede em malha complexa). a. Ponto-para-Ponto As ligações ponto-para-ponto (PTP) são geralmente designadas como ligações fixas e são usadas em numerosas aplicações incluíndo elementos de redes celulares de retorno tais como as estações base dentro da rede de telecomunicações celular ou dentro da PSTN (Rede de Telecomunicações Comutada Pública), fornecendo comunicações para os serviços tais como distribuidores de electricidade, construção de rotas de condutas que agem como encaminhamento alternativo para a fibra óptica para assistência em catástrofes em caso de cheias, e muitos mais. As ligações PTP variam em capacidade de largura de banda e de banda de frequência de operação. As bandas de Frequência Média 3 e Alta Frequência 4 estão geralmente limitadas a ligações internacionais e intercontinentais para voz e para dados de muito baixa velocidade (poucas centenas de bits por segundo). A banda de VHF 5 não é usada habitualmente para ligações PTP. Na parte inferior da banda de UHF 6, tipicamente mesmo acima dos 1 GHz, ligações de capacidade baixa e média são implantadas que vão desde as capacidades fracionais E1 até às múltiplas E1. Embora alguns sistemas analógicos mais antigos ainda existam na rede de radiocomunicações, os sistemas digitais dominam em termos das bandas de frequência mais altas e de mais alta capacidade. As ligações da capacidade média e alta são geralmente implantadas em ambas as camada de acesso e transporte da rede. 1 Frequência Média, refer-se à gama de frequências dos 300 khz aos 3000 khz 4 Frequência Alta, refer-se à gama de frequências dos 3 MHz aos 30 MHz 5 Frequência Muito Alta, refer-se à gama de frequências dos 30 MHz aos 300 MHz 6 Frequência Ultra Alta, refer-se à gama de frequências dos 300 MHz aos 3000 MH 15 P ágina

16 Nas frequências médias UHF de 2 GHz até à parte superior da gama UHF aos 3 GHz, multiplas E1 (ex. 16E1 ou E3) usadas nos sistemas PDH são usadas predominantemente, STM-1 ao STM-16 nos sistemas SDH, Fast Ethernet/Gigabit Ethernet FE/GE, ATM acima do SDH (AoSDH) ou Ethernet acima do SDH (EoSDH) são mais comuns na gama de frequências SHF 7 e EHF 8. Embora as modulações digitais dominam e prevalecem em maior parte dos sistemas de telecomunicações actuais, os sistemas analógicos ainda predominam para as aplicações de baixa frequência e de banda estreita. As ligações PTP de baixa capacidade são geralmente implantadas na camada de acesso da rede, particularmente em áreas rurais, aonde é de facto mais comum uma densidade de assinante mais baixa. Embora exista uma tendência nos países desenvolvidos para mover as ligações fixas para bandas de frequências acima dos 3 GHz, a África tem requisitos únicos em termos de pouca população dispersa por um vasto território tornando a neccesidade para ligações PTP de baixa abaixo dos 1 GHz essencial. As ligações sem fios PTP do serviço fixo tornarão um média de transporte importante na arquitectura de redes móveis 3G UMTS. As capacidades PDH aplicam-se para areas rurais até às estações base de retorno 3G. As PTP STM-1-4 de mais alta capacidade podem ser usadas para ligar estações base mais pequenas a estações base maiores, funcionando assim como pontos de concentração de tráfego estas estações base maiores depois implantam comutadores que transportam o tráfego concentrado em áreas de maior densidade populacional via STM-4-16 de volta ao controlador da estação base conhecido como Controlador de Nó de Rádio (RNC) 9. Atendendo que os novos padrões de rede sem fios são baseados em pacotes, os dados dos usuários não sempre é constante a natureza explosiva de dados em pacote resulta em circeuitos de retorno E1 ou T1 de estações base que são somente moderadamente utilizados, resultando na ineficiência de utilização da largura de banda. Atendendo que os circuitos de retorno baseados em Multiplexão por Divisão de Tempo (TDM) actualmente usados na rede 2G/2.5G têm falta de capacidades de multiplexão optimizadas, inerentes nas redes de dados, uma solução melhor é para se usar ATM ou IP para retorno. Isto permite ao operador da rede de exceder as suas subscrições atendendo que estas interfaces podem suportar eficientente as explosões de tráfego de dados. Resumidamente, as redes 3G irão necessitar de retorno baseados em ATP e IP das estações bases, comparado com os circuitos baseados em TDM tais como os E1/E3 actualmente usados nas redes 2G. Na era da Internet, as redes de base migrarão cada vez mais para IP de sistemas antigos existentes tais como os PDH/SDH, ATM, Frame Relay, etc. A nova arquitectura de rede é baseada no TCP/IP e Ethernet. Os novos sistemas IP de radiocomunicações sem fios tiram partido da infraestrutura de IP, que consistem, em regra geral, de comutadores e roteadores, e são elaborados para se enquadrarem no tráfego de IP, resultando numa utilização máxima dos recursos do espectro e desempenho da Qualidad de Serviço (QoS) aceitável. As radiocomunicações IP sem fios permite a transmissão IP sobre uma interface aérea RF para o acesso à Internet. As ligações PTP são principalmente bidirecionais e são capazes de oferecer comunicações full-duplex, embora unidireccionais, as ligações simplex tambem são possíveis conforme encontradas nas ligações de vídeo. 7 Frequência Super Alta, refer-se à gama de frequências dos 3 GHz aos 30 GHz 8 Extremely High Frequency, refer-se à gama de frequências dos 30 GHz aos 300 GHz 9 Relatório CEPT ECC 19, Materiais de orientação para avaliação dos requisitos do espectro do serviço fixo para fornecer infraestrutura para apoio das redes UMTS/IMT As ligações ponto-para-ponto fazem uso de todos os esquemas de acesso disponíveis, que partilham o recurso RF em método de tempo, frequência ou código entre os usuários estes são, respectivamente, TDMA, FDMA e CDMA (que inclui a Sequência Directa CDMA e o sistema de salto de frequência CDMA). Outra categoria de acesso múltiplo para redes em pacote são os protocolos tipo Aloha. Uma camada de Controle de Acesso Médio (MAC) arbitra as contenções do recurso de RF a fim de impedir os utilizadores de transmitirem dados em pacote simultâneamente. Para os meios de comunicação sem fios terrestres, aplica-se o Acesso Múltiplo com Sentido de Colisão com prevenção de colisão (CSMA-CA) em vez de o Acesso Múltiplo de Ssentido de Colisão com Detecção 16 P ágina

17 de Colisão (CSMA-CD) para redes com fio. Nas ligações PTP full-duplex, a Duplexação por Divisão de Frequências (FDD) é o método de duplexagem mais popular usado para compor as ligações de transmissão e de recebimento. A FDD requer um par de frequências e permite ao transmissor e receptor de transmitir simultâneamente. A duplexação por Divisão de Tempo (TDD) tambem está disponível para PTP embora usada menos frequentemente do que a FDD. A TDD é usada em modo meio-duplex, necessitando somente uma única frequência para transmitir e receber o receptor tem que aguardar pela carga útil transmitida por parte do transmissor antes que possa efectuar a entrega da sua própria carga útil. b. Ponto-para-Multiponto Os sistemas ponto-para-ponto (PTMP) são capazes de permitir vários clientes (multipontos) de terem serviço através de uma estação base de distribuição central (ponto) sobre uma vasta área, desta forma a rede é capaz de suportar um número de ligações PTP simultâneas, daí o termo ponto-para-multiponto. Tal como os sistemas PTP empregam características tecnológicas diferentes para realizarem uma implantação concebida, o mesmo se aplica aos sistemas PTMP: Os sistemas PTMP diferem em capacidades e escolha de banda de frequência a fim de atingir uma cobertura de distância variável, métodos de acesso, arquitectura de sistema (PTMP e MP-MP), acordos duplex (FDD ou TDD) e fluxo de tráfego cima/baixo assimétrico conforme encontradas para o acesso baseado no IP. A maior parte dos padrões abertos, tais como aqueles publicados pelo ETSI e IEEE categorizam os serviços PTMP de acordo com a gama de banda de frequências. Os reguladores têm que decidir como é que os vários padrões podem ser adoptados dentro dos seus respectivos países, atribuições do espectro, padrões de certificação de aprovação de tipo de equipamento, tipo de licenciamento, por exemplo nómada, móvel ou móvel limitado ou licença nacional/localizada e tipo de tráfego permitido. ex. voz, voz e dados ou só dados, Os serviços PTMP tambem serão aplicados à arquitectura de rede 3G, UMTS/IMT-2000, para uso como um meio de transporte;- específicamente, o PTMP é mais eficiente em termos de frequência do que o PTP em áreas de maior densidade populacional aonde o PTMP é usado para recolher a partir de múltiplas estações base 3G para recolha e transporte em estações base de maior concentração. Os reguladores terão que considerar a possibilidade de abrirem novas bandas de frequência ainda não utilizadas, para que os operadores possam solicitar as licenças do espectro relevantes a fim de permitir o uso da tecnologia pertinente para assistir na criação da infraestrutura para as redes 3G. c. Acesso Fixo Sem Fios (FWA) A evolução do FWA significa que os sistemas disponíveis mais recentes que oferecem dezenas de megabits de EDT, são melhor classificados como Banda Larga FWA ou BFWA. Estes sistemas são capazes de oferecer serviços diferenciados que permite aos portadores de seleccionarem uma mistura de mercados residenciais, SOHO e SME. A BFWA tem a capacidade de oferecer uma variedade de exigências de largura de banda e diferenciar entre as qualidades de serviços necessárias para as diferentes aplicações. Daí, as aplicações tais como a voz, conexão DSL que compete em termos de banda como as ofertas ADSL com fios, entrega E1 múltipla, transmissão de vídeo em tempo real, etc. estão prontamente disponíveis nestas tecnologias. Vários relatórios estão disponíveis que consideram as questões de melhoramento de sistemas PTMP co-existentes em várias bandas e para métodos de duplexação diferentes. (FDD e/ou TDD) Para permitir implantações diferentes de FWA por parte de vários operadores a fim de co-existirem sem sofrerem de degradação causada pela interferência, encontram-se disponíveis directrizes, que orientarão os reguladores e 17 P ágina

18 operadores em como melhor proceder no licenciamento do espectro a cada operador. As licenças aos operadores deverão ser concedidas para permitir as atribuição/ões em bloco, dependendo no método de duplexação permitido, ou pode ser concedido geográficamente para permitir a implantação regional. d. Multiponto-para-Multiponto Conforme os sistemas PTMP têm evoluido, versões mais recentes das especificações do sistema PTMP têm incorporado o que é conhecido como multiponto-para-multiponto (MP-MP) para uma implementação opcional. Uma rede MP-MP tambem é conhecida como uma rede em malha e diferem significativamente das redes PTMP numa rede MP-MP, todos os terminais são parecidos e iguais em posição e as transmissões podem ser realizadas entre quaisquer duas estações. A única excepção é o terminal em si, que forma o ponto de acesso à rede de base (ponto de injecção em malha), que poderia em algumas implementações, controlar a programação das transmissões de dados dentro da própria rede. Todas as variantes da rede em malha consistem de um conjunto de estações, cada uma das quais podem ter uma ligação com uma ou mais outras estações. As estações são conhecidas como nodos, e poderão agir como repetidores com acesso local para dados em pacote. A maior parte destas estações podem ser localizadas nas instalações de clientes. O encaminhamento de tráfego é efectuado através de um ou mais nodos (geralmente não mais do que 3) para cada nodo, que está associado ao ponto de acesso da rede de base. Na fase inicial, uma rede em malha poderá necessitar de um número de nodos semente para gerarem um determinado nível de cobertura. Cada nodo dentro da rede aumenta a cobertura para potenciais novos assinantes e terminais existentes podem ser mais frequentemente reencaminhados nesta rede adhoc estabelecida, optimizando assim melhor a rede. Se a carga na rede aumenta, especialmente hops (saltos) próximos do ponto de acesso, o aleviamento da carga pode ser realizado acrescentando um nodo adicional com uma nova ligação de retorno para tornar esta num novo ponto de acesso de base da rede. Esta acção dividirá a rede em malha em dois conjuntos em malha com mais capacidade disponível próximo do ponto de acesso, que poderá resultar num encurtamento da duração de saltos individuais. 10 Relatório CEPT ECC 32, Mecanismos para melhorar a co-existência de sistemas multiponto (MP),Out Relatório CEPT ECC 33, A Análise sobre a co-existência de células FWA na banda de GHz,Maio Relatório CEPT ECC 99, A Análise sobre a co-existência de duas células FWA nas bandas de GHz e GHz 18 P ágina

19 Dentro das especificaçõs PTMP, a opção MP-MP é geralmente definida como sendo opcional para implementação. As opções de antena para as redes em malha são 1) Omnidirecionais ou antenas sectoriais que permitem uma evolução de rede simples e económica sem a necessidade para a reorientação de antenas sempre que seja acrescido um novo nodo. Para além das antenas omnidorecionais e sectoriais, existe a possibilidade do uso de grupos de antes direcionais para melhor controlar as interferências bem como aumentar o ganho do sistema e 2) antenas de redes em malha direcionais, que exibem uma directividade moderada parecida com as estações usadas nas redes PTMP. Atendendo que estas antenas direcionais necessitam de uma reorientação conforme a rede vai crescendo, não é de facto prático fazer isto manualmente, daí a necessidade para um mecanismo controlado remotamente a fim de realizar esta operação. As três opções para atingir o controlo remoto poderão ser a) através de um sistema de comutação de controlo remoto entre uma série de antenas fixas, b) através da direcção electromecânica de antenas direcionais e c) agrupamento de antenas electrónicas. Os reguladores terão que eventualmente focar no modo em que a gestão do espectro destas redes ad-hoc MP-MP é regulada e gerida, especialmente para um registo de Atribuição nacional (ROA). Os limítes de potência e critério de interferência terão que tambem ser considerados e alguns limites implementados. As especificações técnicas de equipamento em conformidade com os padrões harmonizados para MP-MP terão que ser consideradas. 2. Serviços móveis O Artigo 1 dos Regulamentos de Radiocomunicações da UIT define um serviço móvel como sendo um serviço de radiocomunicações entre estações móveis e terrestres, ou entre estações móveis. Em termos gerais, as comunicações móveis são entre os assinantes de serviços de comunicações móveis e uma rede fixa ou comunicações entre os próprios assinantes de comunicações móveis. As comunicações móveis oferecem bastantes serviços e podem ser subdividos nas seguintes categorias 13 : Serviços Móveis Terrestres comunicações entre uma estação base fixa e uma estação móvel ambulante. Um exemplo são as comunicações móveis celulares e as Redes Local Sem Fios (WLAN) ou as Redes Locais via Rádio (RLANs). Outros exemplos de serviços móveis terrestres incluem Rádio Móveis de Acesso Público (PAMR) e Rádio Móveis Privados (PMR) Móvel Maritimo comunicações para Salvaguarda da Vida Humana no Mar (SOLAS)/Sistema Mundial de Socorro e Segurança Marítima (GMDSS), comunicações gerais entre terra e embarcações em mar e comunicações entre as próprias embarcações Móvel aeronáutico comunicações entre terra e aeronaves, e comunicações entre as próprias aeronaves a. Celular móvel Atendendo que as comunicações móveis, conforme descrito no ponto 1 acima, têm sofrido o maior crescimento ao longo nos últimos anos, e tiveram um impacto significativo sobre os serviços de telecomunicações, ênfase é colocado nesta categoria de comunicações móveis. 13 Relatório de Inquérito das Radiocomunicações da Austrália No.22, 1 de Julho de 2002, Capítulo 2 19 P ágina

20 Os serviços celulares móveis 2G e 2.5G são fornecidos em redes GSM e CDMA 14 nos países da SADC, e em um caso, o serviço celular móvel 3G já se encontra a ser implantado (Angola, CDMA2000 1X). Na África do Sul, os Operadores de Celulares Móveis (MCO s) já iniciaram as experimentações com os sistemas UMTS WCDMA e EDGE systems. Em maior parte dos casos, os operadores têm licenças de celulares móveis que permite a itinerância nacional, enquanto as licenças de itnerância regional, que restringe a mobilidade para uma determinada área, tambem são possíveis. Os serviços móveis 2G são serviços de banda estreita, que são geralmente considerados como fornecendo serviços de voz e de dados básicos, tais como o SMS. Os serviços móveis 2.5G tendem prestar uma maior funcionalidade e taxas de dados mais elevadas. As tecnologias 2.5G usam o mesmo espectro das redes 2G mas ainda encontram-se limitadas pela transferência/produção de dados para serviços em tempo real tais como as vídeo conferências ou o baixar de arquivos (download) de gráficos completos da Internet. Os serviços móveis 3G tendem prestar comunicações em banda larga capazes de transmissão de multimédia, vídeo e outras aplicações sedentas de largura de banda. A capacidade da largura de banda dos serviços móveis 3G permite serviços em banda larga completos tais como visualizadores de alta performance, vídeo conferência e acesso á Internet. As redes 3G não originam ou terminam num circuito comutado tradicional, mas inclui conteúdo proveniente da Internet e outras redes com base em pacotes. Um aspect importante para os Reguladores gerir é o caminho da migração a ser seguido em direcção à rede móvel de Terceira Geração. A UIT definiu cinco tecnologias para os serviços móveis 3G: IMT-DS, que é uma tecnologia CDMA Espectro Alargado (DS), W-CDMA, FDD IMT-MC, que é uma tecnologia CDMA Portadoras Múltiplas (MC), CDMA2000, FDD IMT-TC, que é uma tecnologia TDMA/CDMA, Código de Tempo (TD), TD-SCDMA, TDD IMT-SC, que é uma tecnologia Portador Único (SC), UWC-136, FDD IMT-FT, que é uma tecnologia TDMA/FDMA Frequência de Tempo (FT), TDD Atendendo, e tal como mencionado, as maiores implantações em termos mundias de 2G e 2.5G bem como nos países da SADC são baseados em padrões GSM ecdmaone (IS-95a,b), a eventual migração ao nível do 3G, será o IMT-DS and IMT-MC. O GSM evoluirá para o UMTS via EDGE e Dados Através de Circuitos Comutados de Alta Velocida (HSCSD), enquanto o CDMAone evoluirá para o Acesso de Pacote de Downlink de Alta Velocidade (HSDPA) via CDMA20001x /CDMA2000 1x EV-DO ou CDMA2000 1xEV-DV. Claramente, a harmonização sobre a escolha de tecnologia poderá ser benéfico para o desenvolvimento económico da região da SADC, embora a imposição de qualquer escolha específica não seja obrigatório e deverá ser deixada aos Operadores de Telecomunicações. Os Reguladores ainda têm que prever uma possibilidade da co-existência de uma ou mais tecnologias IMT-2000, provavelmente em espectro de atribuição em bloco, com mecanismos de partilha coexistentes para evitar a interferência. De um ponto de vista Regulador, os seguintes aspectos são importantes para assegurar uma concorrência justa nos serviços móveis: i. Acesso ao espectro nas bandas de frequência: Método de Duplexação tambem a ser determinado, ou seja, TDD ou FDD para cada operador. As bandas chave IMT-2000 atribuídas internacionalmente para operações terrestres e por satellite têm que ser suprimidas de sistemas de 2 GHz PTP antigos ou outros sistemas. 14 lista Angola, Mauríçias, RDC e a Zâmbia como tendo serviços 2G CDMA IS-95A/B. A Angola tambem tem um serviço 3G CDMA2000 1x. 20 P ágina

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