DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS DE 2010 (Contas não auditadas)

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1 Abril

2 DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS DE (Contas não auditadas) Por antecipação à apresentação das demonstrações financeiras de, que oportunamente serão colocadas à disposição dos senhores accionistas e do público em geral, divulgamos a seguinte informação: DESTAQUES Resultado liquido consolidado atribuível ao Grupo de,6 milhões, crescendo,9%; Resultados financeiros de -,6 milhões, melhorando relativamente aos - 6, milhões em 9; EBITDA de 88, milhões, +,%, representando um aumento da margem de 9,% para 9,9%; Volume de negócios de 89, milhões, um decréscimo de,% relativamente ao ano anterior, com a redução no mercado nacional (-,%) a ser parcialmente compensada com a performance positiva alcançada na actividade internacional (+,8%); Assinatura do contrato de concessão do troço Poceirão-Caia da Linha de Alta Velocidade Lisboa/Madrid; Submissão para Tribunal Arbitral da disputa com o Estado de Israel no contrato de concessão do Metro de Telavive; Aquisição de uma participação de controlo na sociedade Energia Própria, S.G.P.S.,S.A. ; Carteira de encomendas de.668 milhões. Indicadores Financeiros Consolidado ( milhares) 9* Var. Volume de Negócios ,% Portugal ,% Mercado Externo ,8% EBITDA ,% Margem EBITDA 9,9% 9,% +,8 p.p. Resultados Operacionais ,% Margem Operacional,6%,% +, p.p. Resultados Financeiros ,% Result. Exerc. Atribuível ao Grupo.7.9 +,9% Dívida Líquida (Net-Debt) ,8% * Todos os comparativos homólogos estão reexpressos por virtude da adopção da IFRIC

3 ANÁLISE DA ACTIVIDADE VOLUME DE NEGÓCIOS (VN) CONSOLIDADO. O VN do Grupo atingiu 89, milhões, menos,% que no ano anterior. Esta redução, de cerca de, milhões em valor absoluto, foi determinada pelo decréscimo de actividade de construção no mercado nacional, sendo consequência, do ponto de vista macroeconómico e sectorial, de uma conjuntura adversa, a que se adicionaram complexidades administrativas e burocráticas relacionadas com obras públicas adjudicadas e que condicionaram o respectivo ritmo de execução dos trabalhos. A recuperação verificada no º semestre (o relatório do º semestre indicava uma redução do VN de,7 milhões, -,%) foi insuficiente para neutralizar esses efeitos. A actividade da SDC no mercado externo cresceu,8%, o que associado ao decréscimo de,% da actividade doméstica, acentuou a subida da quota do VN internacional do Grupo para 7,%. Nos mercados externos há a registar incrementos muito significativos em quase todos os mercados, com realce para os Estados Unidos (+8,%) e Moçambique (+7,%) alicerçados sobretudo na execução de obras de infra-estruturas de transportes. De destacar a actividade em Angola que, partindo de uma base já elevada, continuou a crescer (+,%), tendo passado a ser o primeiro mercado da área de Construção e aproximando-se em termos globais da contribuição de Portugal no conjunto da actividade do Grupo. Volume de Negócios por Mercado Geográfico Mercado ( ) % 9* % Var. Portugal 8.,6%.67 7,7% -,% Angola.86 8,6% 6.98,6%,% E.U.A ,8% ,% 8,% S. Tomé e Príncipe 6.8,7%.66,%,7% Moçambique 8.7,%.98,% 7,% Guiné-Bissau,%.,% -,% Roménia.876,9%.,9% -,% Outros 8.9,%.89,6% 7,6% Total 89.8,% 9.78,% -,% *Valores reexpressos Em termos de contribuição de cada área de negócio para o VN consolidado, é de realçar o aumento significativo do volume e peso da actividade da área de Concessões, em detrimento da área de Construção, que sofreu uma redução em valor absoluto. A área de Indústria também aumentou significativamente, enquanto a Imobiliária, apesar de quase ter duplicado o seu VN, representa menos de % do total. Volume de Negócios por Área de Negócio % 9* % Var. Volume de Negócios 89.8,% 9.78,% -,% Construção ,% 87. 9,6% -8,% Indústria 9.,% 8.,% 8,9% Concessões.,% ,% 69,% Imobiliária.67,6% 7.977,8% 8,% Grupo + S. Partil..9,% 9.86,% 7,8% Eliminações ,% ,9% - *Valores reexpressos O projecto da Auto-Estrada Transmontana, já referido aquando do RG do º. Semestre, é determinante neste contexto

4 Construção. Acentuou-se significativamente o peso relativo do mercado externo que, tendo crescido,9% face a 9, passou a representar 6,9% do VN da área de Construção, verificando-se uma descida acentuada do mercado nacional (- 98, milhões para 88,8 milhões, ou -%). Este facto deve-se à restrição da procura no mercado interno, cujos efeitos se fizeram sentir de forma acentuada na redução do VN individual da subsidiária Contacto (- 69, milhões), mas também no da Sociedade de Construções Soares da Costa (-,6 milhões). Nos mercados internacionais a redução na Roménia, também bastante significativa, e na Guiné-Bissau (sem projectos em actividade em, quando no ano anterior tinha em execução a Ponte sobre o rio Cacheu), foi compensada pelo crescimento importante dos mercados de Moçambique, Estados Unidos e Angola (crescendo 9,9%, incluindo actividade intra-grupo, sobre uma base já elevada do ano anterior e representando,% do VN total da área de Construção). VN da área de Construção por Mercado Geográfico (inclui valores intra grupo) Market % 9 % Var. Portugal ,% 86.99,% -,% Angola 6.,% 9.7 7,7% 9,9% E.U.A ,9% 6.7 7,% 8,6% Moçambique 6.,%.98,% 6,% Guiné-Bissau,%.,% -,% Roménia.876,%. 6,% -,% Outros 7.969,% 7.9,9%,% Total 8.6,% 87.,% -8,% Em Portugal, dois importantes factos marcaram o ano, com impacto a nível da actividade: (i) o projecto da auto-estrada Transmontana sofreu atrasos, por questões relacionadas com a concessão do Visto do Tribunal de Contas (entretanto já resolvidos); (ii) o início efectivo da fase de produção da linha de alta velocidade Poceirão-Caia, também por causas próximas à concessão do Visto do Tribunal de Contas, avançou a um ritmo lento. A actividade de construção em Angola contribuiu em com 6, milhões de VN, crescendo 9,9% relativamente ao ano anterior (em termos brutos, ou seja, incluindo VN intra-grupo) e ocupando o lugar de primeiro mercado, ultrapassando a contribuição do mercado de construção doméstico. Pese o agravamento do ambiente económico, reflectido na redução dos investimentos, redução de liquidez no mercado financeiro e aumento das taxas de juro, a actividade atingiu um nível bastante elevado, ultrapassando as expectativas formuladas no início do ano. Nos Estados Unidos, a actividade Prince durante situou-se no segmento da construção de infraestruturas de transporte para clientes públicos, consolidando, assim, uma alteração estratégica importante desde que foi adquirida pelo Grupo. Esta diversificação concede à Prince a oportunidade de ser competitiva em projectos de maior valor acrescentado, constituindo uma sinergia importante resultante da integração no Grupo. Destaque-se, pela relevância em termos de valor, as obras executadas na US (SR) e a US Sarasota para o Florida Department of Transportation, a concepção e construção das estradas SR SR, em Orlando, para a mesma entidade e a Fall Line Freeway para a Georgia Department of Transportation. A actividade em Moçambique merece uma referência não só pelo acréscimo significativo do VN e rentabilidade mas pela relevância, qualidade e importância das obras/projectos que tem em

5 desenvolvimento: a obra, a executar em consórcio, da Vila dos X Jogos Africanos, já angariada durante o ano; também em consórcio, a reabilitação de dois lotes da Estrada, na província de Gaza; início dos trabalhos de construção no âmbito da concessão, outorgada pelo Estado de Moçambique às Estradas de Zambeze da nova Ponte de Tete. Na Roménia, para além de uma forte redução do nível de investimento público que condicionou significativamente a evolução do mercado de construção, também as condições climatéricas adversas foram um entrave à actividade. Foram concluídas em, no âmbito do consórcio com a MAEC, a obra, de estradas, de Lugoj e a obra, de infra-estruturas de águas e esgotos, de Pitesti. Em parceria com a empresa espanhola ISIS Europa, foram iniciados e concluídos, em, os trabalhos do Parque Eólico de Pestera e do Parque Eólico de Cernavoda, para a EDP Renováveis. Mantém-se em execução, a obra de Galati (infraestruturas de águas e esgotos), cuja conclusão se prevê até Setembro de. Indústria. Embora tenha vindo a perder expressão no âmbito do Grupo, enquanto área autónoma de negócios, na sequência da integração já realizada em exercício anterior na Construção das participadas da área da electricidade, climatização e hidráulica (Clear e Clear Angola) e da fusão na construtora da empresa da carpintaria (Maxbela), registou em uma evolução positiva do seu VN (+8,9%), fundamentalmente suportada pela performance da Somafel (sector ferroviário), que mais do que duplicou o seu VN, recuperando do ano anormalmente difícil de 9. Concessões. A forte subida do VN desta área (+69,%) esteve fundamentalmente relacionada com o impacto (via IFRIC) da continuação do desenvolvimento da infra-estrutura da Transmontana. A recusa inicial do visto prévio do Tribunal de Contas ao contrato de Subconcessão, ainda durante 9, foi resolvida em Julho, tendo sido então necessário renegociar o prazo de execução do contrato, processo cujas consequências no plano da disponibilidade plena dos financiamentos se prolongou até ao início de pelo que só durante o º trimestre a obra retomou um ritmo satisfatório. Ultrapassadas estas dificuldades, será um ano de plena actividade neste projecto, em muito contribuindo para o VN da área de negócio. O principal contribuinte, em termos de resultados operacionais, desta área é a concessão da auto-estrada da Beira Interior (Scutvias) cuja actividade se desenrolou com normalidade e em linha, no essencial, com o modelo económico-financeiro, assistindo-se a um ligeiro acréscimo do volume de tráfego na ordem da unidade percentual; o VN cresceu,%. A Scutvias iniciou em finais de as negociações com os representantes do concedente tendentes à implementação do regime de cobrança electrónica de portagens cuja entrada em vigor está prevista para Abril de, colocando um fim ao regime SCUT. Imobiliário. O crescimento de 8,% do VN desta área foi substancialmente devido à empresa Soarta que, não tendo realizado qualquer transacção em 9, obteve em um VN de 8, milhões relacionados com a venda de várias fracções respeitantes aos empreendimentos imobiliários desenvolvidos em Alcântara, Lisboa. Merece destaque a conclusão, durante o último trimestre do ano, do empreendimento Cais da Fontinha, em Gaia, que se encontra em fase de comercialização, prosseguindo, e estando perto da conclusão, o projecto do condomínio residencial da Talatona, em Angola. Não sendo a área imobiliária, em Portugal, uma área nuclear na estratégia, este segmento acompanha, todavia, as orientações de diversificação geográfica do Grupo, perspectivando-se, a médio prazo, o reforço da sua presença em Angola e o alargamento da sua actividade ao mercado brasileiro.

6 6 RENTABILIDADE. O EBITDA consolidado do Grupo atingiu 88, milhões em crescendo, em valor absoluto, % face ao ano anterior. A margem EBITDA registou uma evolução positiva, alcançando 9,9% face a 9,% em 9. Mesmo considerando que o valor do ano anterior fora negativamente afectado pelo montante, não recorrente, de, milhões, relacionado com o encerramento de uma empresa da área imobiliária, a margem consolidada continua a registar uma evolução positiva de 9,% para 9,9%. Para esta performance consolidada contribui essencialmente a rentabilidade alcançada na área de Construção: que melhorou de 6,% para 6,6%, uma evolução conseguida em condições de mercado agressivas mas que foi suportada pelo mix de obras (mais actividade internacional) e pelo impacto da construção da Transmontana. A área de Indústria revelou também um comportamento bom, alcançando uma margem positiva (via melhoria na actividade ferroviária), enquanto as vendas do projecto Soarta-Alcântara levaram a margem da Imobiliária a melhorar significativamente a sua contribuição. A margem das Concessões encontra-se fortemente condicionada pelo impacto contabilístico (IFRIC ) da fase de construção da concessão da Transmontana, embora a margem da Scutvias tenha mantido o nível esperado, situando-se na casa dos 9% (9,8% em 9, em base comparável). O EBIT consolidado foi de 9,9 milhões, menos,% do que no ano anterior, mas representando uma margem ligeiramente superior:,6% face a,% em 9. De destacar a melhoria na contribuição da área de Concessões (+,7%), enquanto o contributo da área de Construção caiu,9%, embora praticamente mantendo a mesma margem face ao ano anterior (,%). Rentabilidade por Área de Negócio milhares % Margem 9 % Margem Var. EBITDA 88.,% 9,9% 8.66,% 9,%,% Construção.7 6,% 6,6% 6. 6,% 6,% -,% Indústria 88,%,8% -86 -,% -,% - Concessões. 8,%,%. 8,7%,9%,6% Imobiliário. 6,% 7,7%,%,% - Grupo + S. Parti ,% -6,% -.6 -,% -,% -7,6% Eliminações -. -,8% ,7% - - EBIT 9.89,%,6%.79,%,% -,% Construção. 66,6%,% ,%,% -,9% Indústria -97 -,9% -,9% ,% -,7% 7,% Concessões ,8% 9,% 9. 7,%,%,7% Imobiliário.886 7,8% 6,6% 7,% 8,9% - Grupo + S. Partil ,7% -,% -. -,9% -,% 6,6% Eliminações -. -6,7% ,7% - - Nota: A margem está calculada em relação ao VN de cada segmento. Resultados Financeiros. Os Resultados Financeiros situaram-se em -,6 milhões, melhorando ligeiramente face aos -6, milhões de 9. Neste âmbito, merece referência a realização de uma maisvalia importante com a alienação da participação (representativa de % do capital) que o Grupo detinha no Banco Africano de Investimentos e que mais do que compensou o efeito da evolução de outras rubricas financeiras. As diferenças cambiais, não tendo um efeito líquido expressivo face ao grau de internacionalização do Grupo ( -, milhões em ), evoluíram negativamente, em comparação com o ano anterior ( +, milhões). O custo líquido de financiamento ficou praticamente inalterado, uma vez que o aumento registado nos juros pagos (passando de 9,9 para,9 milhões), foi acompanhado pelos juros obtidos.

7 7 Resultado Líquido. O Resultado consolidado do exercício, atribuível ao Grupo, cifrou-se em,6 milhões (, milhões no ano anterior), traduzindo um crescimento de,9% e corresponde a uma taxa de rentabilidade líquida de,7%. O Conselho de Administração da Grupo Soares da Costa irá propor aos accionistas em assembleia-geral o pagamento de dividendos de, por acção preferencial (.8 x,, totalizando 7,9) e de,7 por acção ordinária com direito a dividendo ( considerando o número de acções próprias a.., 8.9, temos x,7, totalizando.6.7,). Dívida Líquida. A dívida líquida remunerada situava-se a.. em 7,9 milhões nos quais se inclui o valor de 96, milhões de dívida sem recurso, do segmento de negócio das concessões. Este valor, praticamente inalterado face ao do º semestre ( 79,7 milhões), compara com 67,9 milhões no final de 9. O projecto da Auto-Estrada Transmontana (modelo do activo financeiro), o investimento financeiro na Self-Energy e nas mini-hídricas, o desenvolvimento dos projectos imobiliários em Angola, e, em especial, o aumento no saldo dos clientes não permitiram ainda, não obstante a estratégia definida e já posta em prática de alienação de activos não estratégicos (em que a venda da participação no BAI se integra), uma evolução mais favorável do nível de endividamento. O rácio de dívida líquida sobre EBITDA foi, em, 8,x face a 7,8x em 9 (8,7x no final do º semestre com base no EBITDA anualizado). Evolução Divida Líquida e Rácio Dívida Liquida/ EBITDA Dívida Líquida ( milhões),6 66, 67,9 7,9 Divida Liquida / EBITDA (x) 8,7 7, 7,9 8, Investimento. O valor do investimento em activos fixos tangíveis ascendeu, em, ao montante de 9, milhões ( 8, milhões em 9). Importa, neste âmbito, assinalar que as novas regras de contabilização das concessões ao não assumirem como activos próprios o investimento na construção das infra-estruturas necessárias à exploração da concessão, introduzem uma alteração de análise subestimando na realidade o verdadeiro esforço que, agora, surge disperso pelo Balanço (em activos intangíveis e em activos financeiros). O montante referido diz respeito fundamentalmente a investimento em equipamento básico na área de construção, a um esforço de melhoria nas infra-estruturas de apoio à produção, com particular destaque para o novo estaleiro de Viana, em Angola. Posição Financeira Consolidada. Para além das alterações contabilísticas decorrentes da entrada em vigor em da Interpretação IFRIC, patentes na reexpressão da demonstração da posição financeira consolidada de..9 e que se projectam para o exercício de, importa destacar a inclusão do Grupo Self Energy no perímetro de consolidação e que influencia, assim, pela primeira vez, a Demonstração da Posição Financeira Consolidada de.., embora ainda sem influência na Demonstração de Resultados. O total do Activo cresceu 6, milhões, para.667, milhões, com a variação a distribuir-se num aumento de 68, milhões no activo não corrente e 78, milhões no activo corrente. No aumento do activo não corrente a principal variação respeita às Dívidas de Terceiros que aumentam, milhões, respeitando à tradução na DPFC dos activos financeiros associados ao tratamento contabilístico das concessões, neste caso, especialmente da subconcessão da Auto-Estrada Transmontana, mas também da Auto-Estradas do Zambeze, em Moçambique. Refere-se também o aumento do goodwill por via da aquisição do Grupo Self Energy. Os activos por impostos diferidos cresceram,9 milhões estando

8 8 fundamentalmente associados aos instrumentos financeiros de cobertura e, portanto, com o respectivo contrabalanço nos capitais próprios. A nível do activo corrente a principal variação ocorreu em Clientes, + 8, milhões, que se revelou ao longo de (no final do º Semestre já atingia,6 milhões), e que traduz um agravamento da situação financeira e de liquidez da generalidade do tecido industrial, particularmente vivido no sector da construção, e avolumado no caso do Grupo, por via de atrasos na regularização da dívida de alguns clientes com obras em Angola. Já os inventários registam uma redução de,8 milhões, motivada por uma diminuição dos produtos e trabalhos em curso, cujo efeito é parcialmente anulado pelo aumento dos outros activos correntes, rubrica associada aos movimentos de especialização de exercício e ao grau de acabamento dos projectos de construção plurianuais. O Capital Próprio elevou-se de,7 milhões para 9, milhões. As principais alterações respeitam aos seguintes factores: (i) O resultado consolidado, atribuível ao Grupo, de,6 milhões; (ii) A distribuição aos accionistas de dividendos por aplicação do resultado de 9 na sequência da deliberação da assembleiageral ordinária de 6.. de 6,9 milhões; (iii) A aquisição e alienação de acções próprias durante o exercício e a detenção de 8.9 acções a.. motivaram registos nos capitais próprios com uma influência negative de, milhões; (iv) O registo, líquido de impostos diferidos, da variação no justo valor de derivados de cobertura de - 8, milhões; (v) Outras variações (diferenças de conversão cambial, ajustamentos em capitais próprios de associadas, etc.) no valor de,6 milhões. Ao aumento do Activo em 6, milhões correspondeu um aumento do Passivo de 9,9 milhões, concentrado no passivo corrente ( = + 6, milhões), uma vez que o passivo não corrente apenas aumentou, milhões. Para além das rubricas que contribuem para a dívida líquida, as principais variações ocorrem nos instrumentos financeiros derivados, essencialmente da área de concessões, que passam a ter um valor de, milhões (,9 milhões em 9) e os outros passivos correntes, relacionados com as obras de carácter plurianual, que assumem na Demonstração da Posição Financeira o valor de,6 milhões ( = + 8,6 milhões). CARTEIRA DE ENCOMENDAS PERSPECTIVAS As restrições e escassez dos meios de financiamento públicos e privados e os objectivos de consolidação orçamental reflectem-se numa debilidade dos níveis de investimento, elevada selectividade dos projectos e em adiamentos e atrasos no ritmo da sua implementação. O Grupo conseguiu, ainda assim, em importantes adjudicações que permitem manter a sua carteira num nível de relativo conforto. Em Portugal merecem destaque: projecto de concepção e construção da primeira linha ferroviária de alta velocidade; Pousada da Cidadela de Cascais; Pousada da Serra da Estrela; bloco de rega de Aljustrel, bloco de rega de Pedrogão; várias obras no âmbito do Programa de Modernização do Parque Escolar e acessos rodoviários à plataforma logística de Lisboa Norte (Brisa). Justifica-se ainda uma referência ao Consórcio SALVEO, liderado pela Soares da Costa, que foi seleccionado provisoriamente como o preferido para a construção e concessão do novo Hospital Oriental de Lisboa. Em Angola são de destacar, entre outras adjudicações: ª fase de execução do Projecto Luanda Towers (em consórcio); Edifício do º. Congresso da futura sede do BESA; acabamentos e especialidades do Hotel da Ilha; várias obras industriais na base logística e portuária de Luanda.

9 9 Em Moçambique o reforço da carteira foi muito positivo merecendo realce particular no quadro da política de PPP s (parcerias público-privadas) da República de Moçambique, a adjudicação da concessão da nova Ponte de Tete a um consórcio onde a Soares da Costa se integra. São ainda de referir a adjudicação de dois troços no âmbito da construção e reabilitação da Estrada e a adjudicação da construção da Vila dos Jogos Pan-Africanos (em consórcio). Nos Estados Unidos o desempenho da área comercial em teve um sucesso relevante com a angariação de obras no valor global de $ milhões relativos à adjudicação de sete novos projectos na área das infra-estruturas rodoviárias nos Estados da Florida e na Geórgia. Este volume de carteira permite perspectivar um bom crescimento no VN durante. Deram-se ainda passos significativos noutras vertentes de negócio com a formação de parcerias para concurso a projectos de concepção-construção e de PPP. Neste âmbito, a Prince e a Soares da Costa Concessões fazem parte da short-list para o projecto West by Northwest em Atlanta no valor total de $, mil milhões. Finalmente, estando o Grupo em litígio com o Estado de Israel em relação ao projecto do Metro de Telavive, optamos por excluir este projecto da carteira de encomendas, que apresenta a seguinte composição: Carteira de Encomendas ( ) Dez. 9 % T % Dez. % Var. 9 Total.9.,.7.88, , 9,8% Portugal 68.,% 7.,% 7.67,,7% Angola ,% 9.9 6,% 6.8 6,8 -,6% EUA 96. 6,%.97,% 97.,8,8% Moçambique 7.6,8% 9.8,% 7.,,% Roménia.,%.6,7% 7.9, -77,% S. Tomé e P. 8.98,%.6,9%.6,9-9,6% Costa Rica.87,% 7.,7%.8,6 9,7% Outros ,% 78.,% 67.9, -8,% Perspectivas e Objectivos para. O clima macroeconómico geral e sectorial, de procura limitada e de desequilíbrio persistente, leva a uma concorrência agressiva, em especial no mercado nacional, o que coloca desafios importantes e exigentes. A carteira de encomendas da SDC permite atenuar os efeitos directos desta conjuntura, mas o adiamento de alguns projectos e o ritmo de execução mais lento de outros não deixam de ter reflexos na actividade económica geral e também na actividade operacional do Grupo. Em, perspectiva-se um bom comportamento dos mercados dos Estados Unidos e de Moçambique, alguma melhoria da actividade de Portugal, enquanto em Angola, se espera a manutenção do volume de actividade apesar de o nível de partida ser elevado Por outro lado, será o primeiro ano de plena consolidação da área de Energia & Ambiente de que se aguarda um contributo interessante. Num clima de maior incerteza sobre as variáveis económicas, a que se têm vindo a associar, ultimamente, situações de menor estabilidade política em certas regiões, a produção de informação financeira prospectiva envolve riscos acrescidos. Sem prejuízo de se reconhecer a existência de factores exógenos, que podem ser fortemente condicionantes, o Grupo considera ser razoável definir como meta para o seu

10 VN de um valor perto de mil milhões de euros, com a geração de uma margem EBITDA de aproximadamente %. SOARES DA COSTA NA BOLSA O ano de foi negativo para a evolução as acções da sociedade, que caíram % em termos acumulados neste período. Esta tendência de queda foi uma constante em todos os trimestres do ano, mas acentuou-se nos três últimos meses, com uma descida de %. Desta forma, a.., cada acção da sociedade valia,, correspondendo a uma capitalização bolsista de 86, milhões versus 9, milhões no final do ano anterior. Alguns Indicadores Comportamento da Acção Soares da Costa (acções ordinárias) Cotação início período,9,6,9,69 Cotação final período,,9,6,9 Cotação máxima,7,,,87 Cotação mínima,9,9,8,69 Nº acções transaccionadas (milhões) 9, 86,8 8,, Valor acumulado acções transaccionadas ( milhões),8 9,, 87, Fonte: Euronext A contribuir para esta evolução esteve a performance negativa da actividade de construção e obras públicas em Portugal, a incerteza e falta de visibilidade que caracterizam o futuro do sector. Adicionalmente, na perspectiva dos investidores e dos mercados financeiros, as questões relacionadas com o endividamento externo do país, défice público e fraca evolução macroeconómica, também retiram atractividade e aumentaram o risco de investimento nas empresas portuguesas, embora muitas já com uma parte significativa da sua actividade fora do mercado doméstico, como é o caso da Soares da Costa. Este sentimento dos mercados em relação ao investimento do país, também se reflectiu negativamente na liquidez das acções cotadas na Euronext Lisbon, com especial impacto nas empresas com pequena capitalização bolsista, como é também o caso da sociedade. Assim, durante o exercício foram transaccionadas cerca de 9, milhões de acções da Soares da Costa, uma descida de 68% face ao ano anterior, e correspondendo a um valor de transacção acumulado de,8 milhões, menos 7% do que 9, espelhando não só a menor liquidez como também a já mencionada queda do preço de cotação. Ainda assim, fruto de uma performance positiva das maiores capitalizações, que beneficiaram de factores específicos, o índice de referência do Euronext Lisbon, o PSI, valorizou 8% em, com um valor transaccionado acumulado no ano de quase mil milhões, mais % do que no ano anterior.

11 Evolução da Cotação da Soares da Costa e Volume Transaccionado Diário ( milhares).... Resultados 9 AssinaturaPoceirão-Caia TGV Adjudicação obras em Moçambique Apresentação Plano Estratégico Adjudicações Prince 9 7 Resultados T Adjudicação Vila Jogos em Moçambique Resultados H Lítigio Metro Telavive / Adjudicação mini-hidricas / Resultados T / 9 / 7 / / / Venda % BAI / 8 / 6 / / / Dez9 Jan/ Fev/ Mar/ Abr/ Mai/ Jun/ Jul/ Ago/ Set/ Out/ Nov/ Dez/ Fonte: Euronext Porto, de Abril de O Representante para as Relações com o Mercado, António Manuel Sousa Barbosa da Frada

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13 DEMONSTRAÇÃO DA POSIÇÃO FINANCEIRA CONSOLIDADA EM DE DEZEMBRO DE e 9 NÃO CORRENTE (Valores em unidades de Euro) A C T I V O -Dec- -Dec-9 -Dec-9 Activo Líquido Activo Líq. Reexpress o Activo Líquido Activos intangíveis: Goodwill 87,6, 8,768, 8,768, Activos intangíveis 67,,98 7,69,9,6,7,99,987,8,7 8,,9 Activos fixos tangíveis: Terrenos e edifícios,8, 8,,777 8,7,867 Equipamento básico 7,,688 69,7, 69,7, Activos fixos tangíveis em curso 6,8,86,9,6 7,77, Outros activos fixos tangíveis,,96 7,78, 7,78, 7,7, 76,9, 6,,688 Propriedades de inves timento,6,9 6,,869 6,,869 Inves timentos financeiros: Inves timentos financeiros em equivalência patrimonial,,8 9,96, 9,96, Empréstimos a empresas ass ociadas 9,7,9,98,7,98,7 Outros investimentos financeiros,7,,,6,,6,7,6,,,, Activos por impos tos diferidos 9,8,76 7,, 6,986, Dívidas de terceiros 69,9, 7,,9 - CORRENTE Total do activo não corrente 768,,77 7,, 7,9,98 Inventários 8,6,787 8,,8 8,,8 Dívidas de terceiros: Clientes,7,8 7,78,6 7,78,6 Impos to s obre o rendimento do exercício,6,8,8,,8, Outras dívidas de terceiros,69, 6,9,9 6,9,9 7,8,887,67,8,67,8 Outros activos correntes 6,87,7,99,88,, Caixa e s eus equivalentes 96,,67 9,8,7 9,8,7 Total do activo corrente 899,,6 8,998,8 8,,9 Total do activo,667,,9,,9,86,,,9

14 (Valores em unidades de Euro) CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO -Dec- -Dec-9 -Dec-9 reexpress o CAPITAL PRÓPRIO Capital social 6,, 6,, 6,, Acções próprias (97,78) - - Reservas e res ultados transitados (,86,98) (9,79,) (,,6) Resultado líquido do período,7,96,9,,9, Capital próprio atribuível ao Grupo,86,,667,89 9,76, Interes ses minoritários,7,9,,,, PASSIVO NÃO CORRENTE Total do capital próprio 9,7,,67,,8,9 Provisões 7, 69,67 69,67 Empréstimos: Empréstimos obrigacionis tas,,,,,, Empréstimos bancários,,9 8,7,69 8,7,69,,9 8,7,69 8,7,69 Dívidas a terceiros: Fornecedores de inves timento,66, 6,8,6 6,8,6 Outros dívidas a terceiros,,7,9,98,9,98 Pass ivos por impos tos diferidos,6,7 8,,89 7,7,8 CORRENTE DEMONSTRAÇÃO DA POSIÇÃO FINANCEIRA CONSOLIDADA EM DE DEZEMBRO DE e 9 Total do passivo não corrente 8,89, 77,6,89 77,7,68 Empréstimos: Empréstimos bancários 7,7,68 9,,76 9,,76 Outros empréstimos obtidos 6,67,77 7,98,6 7,98,6 9,7,9,,88,,88 Dívidas a terceiros: Fornecedores 6,69,7 9,,667 9,,667 Fornecedores de inves timento 8,68, 9,,8 9,,8 Adiantamentos de clientes,6,8,9,99,9,99 Impos to s obre o rendimento do exercício,,6,7,78,,96 Outros dívidas a terceiros,,,9,6,9,6 9,,8 9,898,6 9,,8 Ins trumentos financeiros derivados,,9,9,9,9,9 Outros pass ivos correntes,6,9,9,8,67, Total do passivo corrente 97,6,7 8,876, 86,7,76 Total do passivo,8,97,799,88,7,,9,77, Total do capital próprio e passivo,667,,9,,9,86,,,9

15 DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS CONSOLIDADOS SEPARADA PARA OS PERÍODOS FINDOS EM DE DEZEMBRO DE E 9 (Valores em unidades de Euro) DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS -Dec- -Dec-9 -Dec-9 reexpress o Vendas e pres tação de serviços (Volume de negócios) 89,8,6 9,78,79 96,6,6 Variação nos inventários da produção (7,6,8) 6,6,9 6,6,9 Outros ganhos operacionais 7,6,,,8,,7 Rendimentos e ganhos operacionais 9,7,6,,67,,,79,868 Custo das mercadorias vendidas e matérias consumidas (76,7,8) (,9,9) (,9,9) Fornecimentos e servi ços externos (6,878,7) (8,78,67) (,,97) Gas tos com o pess oal (6,8,76) (6,99,7) (6,99,7) Gas tos de depreciação e de amortização e perdas de imparidade (,8,79) (,8,) (7,8,8) Provis ões e ajustamentos de valor (,,) (,,) (,,) Outras perdas operacionais (,,6) (,8,8) (,8,8) Gastos e perdas operacionais (8,66,9) (99,8,7) (9,8,88) Resultado operacional das actividades continuadas 9,89,6,79, 9,,98 Custo líqui do do financiamento (,66,99) (,68,7) (,,) Ganhos e perdas em empresas as sociadas 9,9,77,8,77,8 Outros ganhos e perdas financeiros,9,9 (,9,) (,9,) Resultado financeiro (,98,) (6,,76) (,89,8) Resultado antes de impostos 6,9,99,77,68,, Impostos s obre o rendimento (,) (,677,9) (,87,9) Resultado consolidado do período,97,67,99,677,6,69 Atribuível ao Grupo,7,96,9,,9, Atribuível a interes ses minoritários,7,7,7 Res ultado por acção das actividades continuadas: Bás ico Diluído Res ultado por acção: Bás ico Diluído

16 6 DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS CONSOLIDADOS SEPARADA PARA OS TRIMESTRES DE DE OUTUBRO A DE DEZEMBRO DE E 9 (Valores em unidades de Euro) DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS º Trimestre º Trimestre º Trimestre 9 - Reexpresso 9 Vendas e prestação de s erviços (Volume de negócios) 6,99,8 9,6,6 7,6, Variação nos inventários da produção (8,96,99),,,, Outros ganhos operacionais 7,7,6 6,9, 6,6, Rendimentos e ganhos operacionais,6,9 9,6,87 7,,97 Cus to das mercadorias vendidas e matérias cons umidas (,7,866) (,6,86) (,6,86) Fornecimentos e serviços externos (,,78) (,,76) (8,,) Gastos com o pessoal (9,,8) (8,8,67) (8,8,67) Gastos de depreciação e de amortização e perdas de imparidade (8,,) (8,7,) (9,98,9) Provis ões e ajustamentos de valor (,98,) (8,6) (,978,8) Outras perdas operacionais (9,,7) (7,8,6) (7,8,6) Gastos e perdas operacionais (,6,9) (,,7) (,88,9) Resultado operacional das actividades continuadas,79,,7,6,867,78 Cus to líquido do financiamento (6,6,) (7,8,) (7,,77) Ganhos e perdas em empres as ass ociadas,96 98, 98, Outros ganhos e perdas financeiros,9,67 (8,6) (8,6) Resultado financeiro (,9,87) (8,6,) (7,66,) Resultado antes de impostos 8,,69,66,9,,77 Impostos sobre o rendimento,6,88 (,) (,6) Resultado consolidado do período 9,96,88,9,89,99, Atribuível ao Grupo 9,87,67,9,9,9,86 Atribuível a interes ses minoritários 9, 6,69 6,69 Resultado por acção.6..6

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