A descolonização de Angola: migração e adaptação de portugueses e brancos angolanos no Rio de Janeiro

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A descolonização de Angola: migração e adaptação de portugueses e brancos angolanos no Rio de Janeiro"

Transcrição

1 A descolonização de Angola: migração e adaptação de portugueses e brancos angolanos no Rio de Janeiro ISABEL DE SOUZA LIMA JUNQUEIRA BARRETO Entre 1961 e 1974, deu-se a guerra de independência de Angola. Com a Revolução dos Cravos, iniciada com o 25 de Abril de 1974, que põe fim ao regime ditatorial do Estado Novo ( ), inicia-se um processo de negociações que encerra o conflito. Uma das medidas estabelecidas é a formação de um governo de transição (formado pelos três movimentos independentistas, FNLA, MPLA e UNITA e por autoridades lusitanas). Tal medida prepararia a mais rica das colônias portuguesas no século XX para a sua emancipação política. A relação entre os movimentos de libertação, entretanto, era marcada por hostilidades. Ao longo do ano de 1975, rebentam combates entre os três movimentos, no prenúncio do que viria a ser uma sangrenta e longa guerra civil. Devido ao clima de insegurança instalado no país, ao longo daquele ano, sobretudo no segundo semestre, deu-se o êxodo da minoria branca residente. A questão racial era entendida como fator de mobilização das massas. Viriato da Cruz, um dos principais nomes do Movimento Popular Pela Libertação de Angola, o MPLA, havia declarado, em entrevista a um jornal inglês, que O racismo das massas é o elemento mais dinâmico do nacionalismo africano. Não fomos nós que o criamos. Ele existe por virtude da opressão que os africanos têm sofrido durante séculos em contato com os colonialistas europeus. Rejeitar esse elemento como fator de luta seria politicamente errado (...). De resto, os líderes africanos não são racistas. Alguns deles, mesmos, são casados com mulheres europeias (CRUZ, apud BITTENCOURT, 2002: 187). A questão do lugar dos brancos na sociedade angolana, uma vez conseguida a independência era delicada. Nessa mesma entrevista Viriato da Cruz declarou que os brancos em Angola teriam após a independência, os mesmos direitos civis da maioria negra, porém não teriam privilégios. Marcelo Bittencourt mostra que em cartas trocadas com Lúcio Lara, outro dos nomes de destaque do movimento, Viriato da Cruz defende a incorporação de militantes brancos (BITTENCOURT: 2002: ). Doutoranda do Departamento de História da Universidade Federal Fluminense.

2 3 No que se refere ao posicionamento político da minoria branca Adolfo Maria 1, em entrevista concedida ao historiador Fernando Pimenta esclarece que havia uma escassa minoria dentro da população branca muito politizada opositora do salazarismo e que era favorável a independência política de Angola não importando o regime político em vigor em Portugal. A partir da década de 1940 é possível dividir o posicionamento político dentro desse grupo em três diferentes vertentes. A primeira delas, formada por simpatizantes da ditadura salazarista. A segunda era composta por portugueses, opositores do regime, radicados em Angola ou que para lá foram deportados por razões políticas. Esse era o grupo mais politizado. A terceira era formada por angolanos brancos nacionalistas e ou independentistas, que tinham pouca ou nenhuma ligação. Esses grupos, entretanto, eram minoritários dentro da população branca, no geral politicamente amorfa e incapaz de encontrar alternativa ao papel que Lisboa lhe reservou: ser um instrumento do regime colonial. (PIMENTA, 2006: 35) Quanto as ideias relativas a independência, Adolfo Maria destaca para além do grupo politicamente amorfo, cinco posicionamentos. São eles: desprezo pela metrópole e hostilidade com os colonos recém-chegados, porém com pouca ou sem familiaridade com o conceito de independência; o desejo pela independência, mas com Angola sendo governada por membros da minoria branca, integrando a elite mestiça e negra assimilada 2, visão essa compartilhada por esse grupo; a defesa, feita por um setor conservador da burguesia branca, de uma independência de tipo rodesiano, ou seja, o país seria governado por membros da minoria branca somente; um grupo liberal da burguesia branca de Angola, que defendia uma independência para a totalidade da população, mas com a elite branca como condutora e finalmente um grupo reduzido de intelectuais progressistas, muito influenciado por ideias de esquerda, defensores da entrega do poder à maioria negra. No que se refere à atuação dos brancos nacionalistas, destaque é dado à FUA, Frente de Unidade Angolana. A FUA teve uma existência efêmera, apenas dois anos ( ), mas tem um papel determinado no processo da independência de Angola. Seus membros freqüentaram os mesmos Liceus de muitos dirigentes do MPLA, por isso tentou aproximar-se desse movimento para com ele colaborar na luta pela independência. Entre Agosto e Dezembro de 1962, em Paris e entre Janeiro e Agosto de 1963, em Argel, teve uma atividade 1 2 Adolfo Maria Nascido em Angola, filho de imigrantes transmontanos que se envolveu na luta anticolonial ingressando primeiro na FUA, Frente de Unidade Angolana, e posteriormente membro do MPLA, Movimento Popular de Libertação de Angola. Categoria utilizada para designar grupos de influência cultural europeia nativos das colônias portuguesas que formavam um estrato social intermediário na estrutura daquelas sociedades.

3 4 intensa. 3 No período parisiense membros de ambos os movimentos se reuniram para encontrar formas de colaboração, porém sem sucesso. Apesar da sua atuação em prol da independência de Angola, ainda na cidade luz seus membros se precipitaram e publicaram um documento denominado Programa e Estatutos, que era, pode-se dizer, um programa de governo para Angola. Tal ato levou a uma desconfiança dos demais movimentos, pois a Rodésia governada por Ian Smith, já despontava e estava na dianteira das preocupações das lideranças nacionalistas, tanto em Angola quanto em Moçambique. Tal fato minou qualquer possibilidade de entendimento com o MPLA e a possibilidade de um termino distinto da guerra de independência. Fatores que contribuíram para o desfecho foram, por exemplo, a geopolítica internacional, marcada pela Guerra Fria, que leva os movimentos de libertação a se aliarem a lados opostos e o desenrolar dos eventos em Portugal após a queda do Estado Novo. Com a Revolução dos Cravos houve o início das negociações para a independência, como mostra Rui Pena Pires: Em Abril de 1974, com a queda do regime autoritário são criadas condições para uma rápida descolonização. O caráter abrupto das mudanças então desencadeadas, a incapacidade de o Estado português assegurar o controlo eficaz do processo de transição para a Independência, bem como em alguns casos, a situação de guerra civil e o conflito racial visando uma rápida africanização do poder econômico e político, vão provocar durante o ano de 1975 o êxodo dos brancos radicados nas colónias (...). (PIRES, 1998:184) No momento em que o regime do Estado Novo é derrubado em Portugal os brancos angolanos estavam fortalecidos. A primeira reação à Revolução dos Cravos foi-lhe favorável, pois, associavam a ditadura a constrangimento e ineficiência. Acreditavam que pouco iria ser modificado quando Spínola, como novo presidente de Portugal declarou que conduziria pessoalmente a descolonização de Angola e nomearia Silvino Silvério Marques como governador dessa província. Mudanças seriam, entretanto, feitas. Tal fato levou a conflitos entre brancos e negros. Na metade de 1974 os conflitos entre brancos e negros em Angola estavam no centro da cena política. Aqueles que apoiavam as teses estado novistas ou soluções federalistas passaram segundo Carolina Peixoto a tentar golpes para evitar a 3 A FUA publicou em um espaço de três meses três números de um jornal denominado Kovaso, distribuído clandestinamente em Angola; dirigiu exposições aos chefes da OUA, Organização da Unidade Africana; enviou estudos sobre Angola a diferentes organismos na Europa, na própria África e nos Estados Unidos; estabeleceu contatos com grupos franceses e belgas e fizeram contatos com pessoas ligadas a Angola, que residiam neste território, de Portugal e dos Estados Unidos (TORRES, 2000).

4 5 transferência do poder para os movimentos de libertação com intuito de manter os privilégios e a estrutura da sociedade colonial. Aderiram então a movimentos clandestinos que postulavam uma solução rodesiana, ou seja, o poder político para a comunidade branca. (PEIXOTO, 2009) Outras soluções foram também debatidas. Havia brancos, como apontado por Adolfo Maria (e mestiços) que faziam oposição a Salazar, que tinham uma orientação liberal democrática, ocasionalmente socialista. Estes estavam representados por movimentos democráticos. O primeiro partido político a buscar apoio da comunidade branca foi o PCDA (Partido Cristão Democrático de Angola). Tendo surgido em Maio de 1974 defendia uma descolonização consensual. Através disso buscava atrair assimilados, figuras políticas africanas que não se envolveram nos movimentos de libertação e os brancos economicamente menos favorecidos. No dia 19 de Julho de 1974 foi fundada a FRA (Frente de Resistência de Angola), representando setores do capital angolano. Reivindicavam uma abertura de conversações entre os movimentos de libertação e a comunidade branca. (PEIXOTO, 2009) O processo de transição que marca este momento configurou-se como bastante delicado. Os três movimentos e as autoridades portuguesas se reuniram no Algarve entre 10 e 15 de Janeiro de Definiram-se aí os procedimentos da transferência do poder político para os angolanos. Este ficou conhecido como Acordo de Alvor. Agendou-se a independência angolana para 11 de Novembro de Até então haveria um governo transitório, dirigido por um colegiado de três membros, representando cada um os três movimentos de libertação. O governo português seria representado por um alto-comissário nomeado pelo presidente da República. Este não poderia intervir no governo. Em 31 de Janeiro de 1975, o governo de transição entra em vigor. Entretanto, logo as discordâncias entre os movimentos de libertação ficaram evidentes. Os três movimentos tiveram diferentes estratégias para serem aceitos pela comunidade branca. Quanto a isso, Adolfo Maria revela a Fernando Pimenta que: Desde 1974 e sobretudo início de 1975 que havia militantes brancos em cada um dos três movimentos até havia famílias em que as pessoas estavam repartidas pelos três movimentos. Aliás ocorreu uma coisa curiosa. Em 1974/1975, os movimentos mais antibrancos, isto é, a FNLA e a UNITA, foram os que se mostraram mais abertos à entrada de brancos nas suas fileiras como militantes e quadros. Subitamente a FNLA passou a ter muitos brancos talvez mais do que o próprio MPLA possivelmente porque a FNLA não tinha implantação urbana, e

5 6 como tal, precisava de brancos para se implantar nas cidades. Além disso, a FNLA estaria ideologicamente mais próxima da maioria dos brancos (pelo contrário o MPLA representava o 'papão comunista') (PIMENTA, 2006: ) Ainda segundo Adolfo Maria, em seu depoimento a Fernando Pimenta, uma vez que pelos Acordos de Alvor seriam realizadas eleições, a maioria da população branca estava se sentindo segura. Houve, entretanto, grupo dentre a minoria branca (e também alguns negros e mestiços) que tinham comprometimento com a repressão colonial, que partiu de Angola logo que se deram os Acordos de Alvor. A grande maioria dos brancos indicava que permaneceria em Angola. (PIMENTA, 2006: ). A insegurança aumenta já no princípio de Em Abril a situação piora na capital, há troca de tiros, raptos e assassinatos entre membros dos três movimentos. O êxodo da minoria branca, nessa altura, ainda não começa. Acreditando que tal situação seria passageira, embarcam para Lisboa mulheres e crianças, o que ocorre em grande número a partir de Junho. Os homens ficam. A medida que a situação se agravava muitos brancos levam seus bens para os portos com intuito desses serem levados a Portugal. O pânico toma conta a partir da Batalha de Luanda, entre Julho-Agosto de Nessa batalha o MPLA expulsa a UNITA e a FNLA da capital. O ápice do êxodo ocorre entre os meses de Setembro, Outubro e Novembro de (PIMENTA, 2006). Os aeroportos de Angola ficam cada vez mais lotados de pessoas em fuga, companhias estrangeiras (entre elas a Varig), também auxiliam na retirada desta população. Ainda segundo mesmo autor: A tragédia do êxodo dos brancos angolanos. Que recorda a fuga traumática dos pied-noirs argelinos em 1962 afetou cerca de pessoas, as quais se estabeleceram sobretudo, em Portugal, mas também no Brasil, África do Sul, Rodésia do Sul, etc. Estima-se que pouco mais de (10%) brancos permaneceram em Angola após a Independência, em 11 de Novembro de (PIMENTA, 2004: 26) Em Portugal, ao longo daquele ano chegam por volta de meio milhão de portugueses radicados nas colônias. De Angola, colônia com uma população branca mais expressiva, chegam 61% desse total. Houve, entretanto, quem optasse por não ir para a Europa. Parte dos que deixaram Angola veio para o Brasil. O afluxo de refugiados é tão expressivo, que não só a imprensa cobre a chegada, mas entre os meses de Outubro e Novembro o governo Ernesto Geisel monta uma força-tarefa em São Paulo e no Rio de Janeiro. Esta, formada por

6 7 representantes de três ministérios (Relações Exteriores, Trabalho e Justiça) tem como finalidade regularizar os papéis de permanência dos recém-chegados em um prazo de três a cinco dias quando o prazo normalmente é de quarenta e cinco a cinquenta dias e ajudar-lhes a conseguir um emprego e fornecer-lhes documentos (muitos aqui chegaram sem nenhuma documentação) e houve quem, além disso, chegasse apenas com a roupa do corpo. O exame de telegramas trocados entre a embaixada brasileira em Portugal e o Ministério das Relações Exteriores permite perceber o desenrolar da posição brasileira quanto à recepção desses imigrantes. A emigração de portugueses vindos dos territórios africanos em processo de descolonização, sobretudo Angola e Moçambique, era uma possibilidade desde fevereiro de As autoridades portuguesas estavam desejosas de uma solução para a questão dos deslocados, pois, estimavam o significativo aumento do fluxo migratório de colonos e militares desmobilizados em direção a Portugal, que na época enfrentava altos índices de desemprego. Em Maio daquele ano outra preocupação era a emigração, para outros países, entre eles o Brasil, de mão-de-obra qualificada da metrópole, não apenas de deslocados da descolonização. Esse fluxo poderia vir a se agravar nos meses subseqüentes. Uma das causas seria o aumento do retorno de portugueses, principalmente de Angola. Em Junho, ANI, Agência Nacional de Informações, através do consulado português no Rio de Janeiro obteve informações de que entre Abril e Maio daquele ano inscreveram-se 601 e 640 pessoas respectivamente. Tinham essa intenção de fixar residência. O perfil profissional era de mãode-obra altamente qualificada em busca de oportunidade de trabalho. Desde meados de Junho, quatro vôos da TAP saíam diariamente de Luanda em direção a Lisboa com mil ou mais passageiros. Desses vôos três eram destinados a dar vazão a uma lista de candidatos a deixar Angola. Lista esta, na qual estavam inscritas cerca de duzentas mil pessoas. Desde o 25 de Abril, teriam deixado Angola cerca de pessoas. O êxodo recrudesceu entre Maio e Junho após os surtos de violência que caracterizaram o período. Em Agosto um telegrama informa que um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Portugal declarou que era provável que o Brasil viesse a conceber visto de permanência para cerca de portugueses procedentes de Portugal, Angola e Moçambique ao longo de Em Setembro representante do distrito do Huambo entrou em contato com autoridades diplomáticas brasileiras em Lisboa para tratar da emigração direta de cerca de 500 portugueses residentes em Nova Lisboa (atual Huambo). A operação seria feita em dois vôos charter entre aquela cidade e o Rio de Janeiro ainda naquele mês. A mesma autoridade portuguesa retornou à embaixada brasileira dias depois para comunicar que já

7 8 havia sido fretado um DC-8 da Ranger Air International que transportaria mais 700 pessoas em quatro vôos de Nova Lisboa para o Rio de Janeiro. Os telegramas não esclarecem se se tratava de operações distintas ou se àquelas 500 iniciais se juntaram mais 200. Telegrama datado de 3 de Outubro informa que na imprensa portuguesa foi noticiado que um vôo charter chegou ao Rio de Janeiro procedente de Angola com 150 passageiros, não informa, entretanto se se tratava de deslocados do grupo em questão. Neste o embaixador Carlos Alberto da Fontoura pediu esclarecimentos das autoridades de Brasília sobre o grupo de recém chegados. Telegrama datado de 16 de Setembro informava que havia já naquela altura do ano em território metropolitano cerca de retornados, sendo que vinham de Angola. Telegrama do dia seguinte informa que autoridades portuguesas vinham ao Brasil para negociar com o Itamaraty sobre a possibilidade de o Brasil acolher portugueses residentes em Angola. Havia entretanto, preocupação em se exercer um controle e impor restrições para a entrada de portugueses seja a partir da Europa ou de Angola. Em Outubro, telegrama datado do dia 09 informava haver grande insatisfação entre os retornados e que a maioria estava disposta a passar por um novo processo migratório, sobretudo para o Brasil. O documento informa que havia um número crescente de candidatos à emigração para o Brasil procurando a embaixada brasileira e as repartições consulares em Lisboa e na cidade do Porto. Segundo o texto, 75 % deles seriam capacitados tecnicamente e que contavam com recursos próprios para instalação e manutenção inicial no país. Meses depois, em 5 de Dezembro, o Itamaraty é informado que o Instituto de Apoio aos Retornados Necionais (sic) (IARN) estava arcando com as despesas de transporte para o Brasil de deslocados das antigas colônias. A agência da Varig em Lisboa informou que entre 2 de Outubro e 4 de Dezembro recebeu do instituto 110 consultas a respeito do preço de passagens entre Lisboa e Rio de Janeiro. É importante que se diga que, entre os que aportam no Brasil, nem todos são portugueses ou angolanos brancos. Há, embora em menor número, negros e mestiços. Houve também o envolvimento das associações portuguesas no auxílio para arranjarem casa e emprego. Este ficou a cargo delas, após o encerramento da Força Tarefa. No que se refere a números eram milhares. A revista Veja, cita seis mil refugiados segundo estatísticas do Itamaraty, o jornal O

8 9 Globo, que a embaixada portuguesa divulgou que no primeiro semestre daquele ano, 4.418, pessoas chegaram ao Brasil. 4 Cabe aqui fazermos algumas reflexões acerca do fenômeno das migrações e do êxodo. Há poucos estudos sobre este grupo de imigrantes no Brasil. 5 Além desses estudos, a imprensa da época é muito importante para se compreender como se deu a chegada no contexto brasileiro. Fontes igualmente importantes são relatos orais desses imigrantes. Informações dadas pelos próprios atores possibilitam a compreensão do evento em questão. A migração, como apontam Zeila Demartini e Alice Beatriz Lang: é um fenômeno complexo, podendo ser visto como um fato coletivo e como uma experiência pessoal. Pode ser estudada de várias formas, sob perspectivas as mais diversas e com base em fontes também diversas: fontes escritas (dados censitários, imprensa, correspondência, documentos vários, romances, etc.), fontes orais, fontes iconográficas, observação participante. As fontes podem ser preexistentes ou criadas pelo pesquisador. (DEMARTINI e LANG, 2008: 212) Aprofundando a questão do migrante e abordando a questão do exílio, Cláudia Cardoso procura compreender o universo desses indivíduos a partir de uma abordagem fenomenológica. Ser um exilado é estar em contato com a ruptura e a perda. Uma das muitas situações possíveis de origem do fenômeno do exílio é a fuga de uma situação de guerra. No que se refere à experiência de imigrante, baseada na visão de Abdelmalek Sayad Cardoso mostra que as experiências do emigrante e do imigrante se inscrevem no deslocamento no espaço. De acordo com Sayad a emigração tem uma relação dialética com a imigração. Dessa forma: para o autor a dualidade de um mesmo fenômeno, a emigração e a imigração, se mostra, na medida em que um determinado conjunto de circunstâncias sociais leva a que a população de um determinado local e época dê origem, do mesmo modo, a uma forma também particular de imigração em outro lugar, ideia que ilustra as diferentes fases migratórias que marcam a ida dos colonos portugueses para Angola. Desta forma, pode-se caracterizar o fenômeno como um processo não uniforme, regulado por ondas distintas ao longo do tempo. Seguindo o raciocínio do autor, os diversos grupos pertencentes a estas idades de imigração se distinguem 4 Essas informações foram obtidas a partir de periódicos da época, como a Revista Veja, edições 371 e 376 de 15/10/1975 e 19/11/1975, respectivamente e do Jornal O Globo, edição de 02/09/ Todos os estudos se concentram em São Paulo e foram levados à cabo por pesquisadores do Centro de Estudos Rurais e Urbanos, CERU.

9 10 dentro da comunidade imigrante, perpetuando a existência de diferentes categorias de emigrantes e imigrantes. (CARDOSO, 2008: 23-24) A pesquisa realizada pelos pesquisadores de São Paulo aponta questões que têm guiado nosso estudo. Através da metodologia da História Oral coletamos depoimentos sobre as histórias de vida desses imigrantes, pois: Enquanto os historiadores estudam os atores da história à distância, a caracterização que fazem de suas vidas, opiniões e ações sempre estará sujeita a ser descrições defeituosas, projeções da experiência e da imaginação do próprio historiador: uma forma erudita de ficção. A evidência oral, transformando os objetos do estudo em sujeitos, contribui para uma história que não só é mais rica, mais viva e mais comovente, mas também mais verdadeira. (THOMPSON, 2002: 137) A pesquisa tem se baseado em entrevistas de história de vida. A utilização deste método permite perceber como a partir da memória o indivíduo reconstitui sua vivência e elabora sua identidade. Como estamos tratando de indivíduos que viveram uma experiência traumática, optamos por analisar a relação entre memória identidade e histórias de vida, a partir da reflexão de Michael Pollack. Em artigo sobre este tema o autor explica que, os elementos que constituem a memória, seja ela individual ou coletiva são de dois tipos: os acontecimentos vividos pessoalmente e os vividos por tabela. Além deles a memória é reconstituída por personagens e por lugares. Em meio a estes três fatores a memória: é um elemento constituinte do sentimento de identidade, tanto individual como coletiva, na medida em que ela é também um fator extremamente importante do sentimento de continuidade e de coerência de uma pessoa ou de um grupo em sua reconstrução de si. (POLLACK, 1992: 204) Desta forma, nas memórias dos entrevistados ouvidos até agora, temos o seguinte quadro no que se refere à adaptação ao novo contexto: para alguns foi mais fácil, para outros mais difícil, sobretudo no que se refere à recepção pelos brasileiros, que seriam na visão deles pouco acolhedores diante de, por exemplo, diferenças linguísticas. As diferenças culturais também são apontadas como fator de dificuldade de adaptação nos primeiros tempos. Ambos foram fatores que levaram muitos a emigrarem novamente:

10 11 o brasileiro talvez não compreendia ou acharam graça ou outros porque era da índole deles faziam aquela piada Ah é portuguesa é? porque às vezes até ficava com certa vergonha de dizer pelo receio da pessoa vir a dizer algo que a gente não gostasse de ouvir. Porque às vezes a gente ouvia Ah porque portugu... vai embora, portugu...mas tu tá fazendo, ta fazendo o quê quer dizer às vezes a gente às vezes quer falar Ah, mas eu não to adaptando não to... não sei não consigo gostar disto ou daquilo desta maneira Ah então veio pra qui fazer o quê? quer dizer isso tudo são maneiras que a gente não não aceita, porque você, a gente ia pra África do Sul, a gente vinha pra qui ou pra ali a gente falava, mas a pessoa que estivesse conosco ela não nos dava essa piada, ela tentava ajudar Não, não faça isso, não faça e às vezes a gente ouvindo, ouvindo essa piada a gente se sentia como que levando um empurrão. Tanto que muita gente, muito angolano chegou a ir embora do Brasil Tinha muito Angolano aqui, mas uma grande parte deles foi pra Lisb, foi pra Portugal e eles voltaram pra Angola, Moçambique, não conseguiam se adaptar aqui. Gostavam, mas não se adaptavam. Eu fui uma das pessoas que custei a adaptar (S.T.) Para outros, a língua, o clima, o acolhimento inicial que receberam de parentes ou de pessoas desconhecidas, foram fatores que favoreceram a adaptação. Vejamos agora o que alguns deles nos dizem: Então, quando nós chegamos e viemos por essa facilidade, já termos alguém aqui para nos receber, não é? Já tinha pelo menos um lugar pra você ficar, né? Pela facilidade da língua, que também dá uma ajuda bem grande, imagina um lugar onde a gente não, não sabe falar a língua. Viemos pra cá. Viemos pra casa do meu tio. Ficamos dois anos e meio com ele ( ). Depois que a gente saiu dessa situação, aí a gente foi viver com os próprios recursos. Foi muito melhor ( ). (O.G.) A adaptação, como coloca Denise Rollemberg é um processo penoso agravado por carências materiais, desconhecimento da língua (no caso aqui estudado diferenças entre o português falado no Brasil e em Portugal), da cultura e da burocracia, pela falta de documentos e não raro, pela falta de possibilidade de exercer a profissão de origem. As cidades de chegada para a maioria foram o Rio de Janeiro e São Paulo, posteriormente fixaram-se em outras cidades como Salvador, São Luís do Maranhão, Porto Alegre e Florianópolis, por exemplo. Quanto ao período de chegada dos nossos entrevistados há

11 12 aqueles que desembarcaram aqui ainda em Dezembro de 1974, outros durante o ano de 1975 e também no ano seguinte. Segundo Demartini e Cunha: Os.velhos. e.novos. colonos vindos de Angola tiveram o Brasil como destino desde o início da guerra colonial, no início dos anos Alguns militantes nacionalistas (não somente brancos, mas também mestiços, negros e indo-portugueses) vieram como fugitivos da repressão do regime salazarista, e formam ainda hoje uma rede, hoje internacional, de amigos. Vieram de diversas regiões daquele território. Evidentemente, mais de grandes cidades como Luanda, Nova Lisboa (hoje Huambo) e Benguela, mas também de outros lugares, tais como Cabinda, Bié, Cuanza Sul e Huíla. Mas é notável a quantidade de portugueses e luso-africanos encontrados em todo o Brasil. oriunos sobretudo de Luanda e Huambo. e vindos em meados dos anos 1970, sobretudo em 1975, altura de sua fuga da guerra civil angolana iniciada pela intensa luta armada pelo poder entre os movimentos de libertação. (DEMARTINI; CUNHA, 2008: 131) Os imigrantes criaram laços aqui. Devemos salientar também que a pesquisa encontra-se em andamento. As questões acima apontadas poderão ainda aprofundadas em novos depoimentos e outros informantes ainda serão ouvidos ao longo da pesquisa, ampliando o quadro analisado. Novas questões, portanto, podem vir a ser incorporadas. Bibliografia: BITTENCOURT, Marcelo. "Estamos Juntos". O MPLA e a luta anticolonial ( ), Niterói, Universidade Federal Fluminense, 2002, Tese de Doutorado. CARDOSO, C.R.E. Diáspora e Regresso: os imigrantes luso-angolanos no Brasil. São Paulo, Universidade de São Paulo, 2008, Dissertação de Mestrado. DEMARTINI, Z.B.F.; CUNHA, D.O. Os colonos da África portuguesa sob o regime colonial e seu deslocamento para o Brasil no pós-independência, Cadernos CERU, série 2, v. 19, n. 1, junho LANG, A. B. S. G. ; DEMARTINI, Zeila de Brito Fabri. Imigrantes portugueses em São Paulo: história oral. In: Maria Izilda Matos; Fernando de Sousa; Alexandre Hecker. (Org.). Deslocamentos & Histórias: os portugueses. Bauru: EDUSC/CEPESE, 2008, v., p MAC QUEEN, Norrie. A descolonização da África Portuguesa: a revolução metropolitana e a dissolução do Império, Mem Martins, Editorial Inquérito, 1998.

12 13 MEIHY, José Carlos Sebe Bom; HOLANDA, Fabíola. História Oral: como fazer, como pensar, São Paulo, Contexto, PEITOTO, C.B.T. Limites do Ultramar Português possibilidades para Angola: o debate político em torno do problema colonial ( ), Niterói, 2009, Dissertação de Mestrado. PIMENTA, Fernando. Ideologia Nacional dos brancos Angolanos ( ), VIII Congresso Luso-Afro-Brasileiro de Ciências Sociais, Coimbra, Angola no Percurso de um Nacionalista: conversas com Adolfo Maria, Porto: Edições Afrontamento, PIRES, POLLACK, Michael. Memória e Identidade Social, Revista Estudos Históricos, Rio de Janeiro, vol. 5, n. 10, p ROLLEMBERG, Denise. Exílio entre Raízes e Radares, Rio de Janeiro, Record, TELEGRAMAS Confidenciais. Série Brasil-Portugal (1975). Arquivo Histórico do Itamaraty, Ministério das Relações Exteriores, Brasília-DF. THOMPSON, Paul. A voz do Passado: História Oral, Rio de Janeiro, Paz e Terra, TORRES, Adelino. Preâmbulo, In: DÁSKALOS, Sócrates. Um testemunho para a História de Angola do Huambo ao Huambo, Lisboa, Veja, 2000.

Construção do Espaço Africano

Construção do Espaço Africano Construção do Espaço Africano Aula 2 Colonização Para melhor entender o espaço africano hoje, é necessário olhar para o passado afim de saber de que forma aconteceu a ocupação africana. E responder: O

Leia mais

EDUCAÇÃO ENTRE TRÊS CONTINENTES: PORTUGUESES E LUSO-AFRICANOS EM TERRAS BRASILEIRAS RESUMO

EDUCAÇÃO ENTRE TRÊS CONTINENTES: PORTUGUESES E LUSO-AFRICANOS EM TERRAS BRASILEIRAS RESUMO 2563 EDUCAÇÃO ENTRE TRÊS CONTINENTES: PORTUGUESES E LUSO-AFRICANOS EM TERRAS BRASILEIRAS Zeila de Brito Fabri Demartini Universidade Metodista de São Paulo RESUMO Essa comunicação aborda uma temática ainda

Leia mais

DESLOCAMENTOS DE PORTUGUESES E LUSO-AFRICANOS PARA SÃO PAULO

DESLOCAMENTOS DE PORTUGUESES E LUSO-AFRICANOS PARA SÃO PAULO DESLOCAMENTOS DE PORTUGUESES E LUSO-AFRICANOS PARA SÃO PAULO ZEILA DE BRITO FABRI DEMARTINI * 1 Introdução Os movimentos políticos e as guerras nas colônias portuguesas da África na década de 1970 foram

Leia mais

Professor Thiago Espindula - Geografia. África

Professor Thiago Espindula - Geografia. África África A seguir, representação cartográfica que demonstra a localização da África, em relação ao mundo. (Fonte: www.altona.com.br) Europeus partilham a África A Conferência de Berlim, entre 1884 e 1885,

Leia mais

LUÍS REIS TORGAL. SUB Hamburg A/522454 ESTADO NOVO. Ensaios de História Política e Cultural [ 2. IMPRENSA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA

LUÍS REIS TORGAL. SUB Hamburg A/522454 ESTADO NOVO. Ensaios de História Política e Cultural [ 2. IMPRENSA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA LUÍS REIS TORGAL SUB Hamburg A/522454 ESTADOS NOVOS ESTADO NOVO Ensaios de História Política e Cultural [ 2. a E D I Ç Ã O R E V I S T A ] I u IMPRENSA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA 2 0 0 9 ' C O I M B R

Leia mais

Exercícios Migrações Internacionais

Exercícios Migrações Internacionais Exercícios Migrações Internacionais Material de apoio do Extensivo 1. Nas últimas décadas do século XX, o número de migrantes internacionais aumentou de forma significativa [ ] por causa das disparidades

Leia mais

Anexo 2.1 - Entrevista G1.1

Anexo 2.1 - Entrevista G1.1 Entrevista G1.1 Entrevistado: E1.1 Idade: Sexo: País de origem: Tempo de permanência 51 anos Masculino Cabo-verde 40 anos em Portugal: Escolaridade: Imigrações prévias : São Tomé (aos 11 anos) Língua materna:

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS - HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL 6º ANO

PLANO DE ESTUDOS - HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL 6º ANO PLANO DE ESTUDOS - HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL 6º ANO O aluno, no final do 6º ano, deve ser capaz de: Conhecer e compreender as características do império português dos séculos XVII e XVIII Conhecer

Leia mais

1) Em novembro de 1807, a família real portuguesa deixou Lisboa e, em março de 1808, chegou ao Rio de Janeiro. O acontecimento pode ser visto como:

1) Em novembro de 1807, a família real portuguesa deixou Lisboa e, em março de 1808, chegou ao Rio de Janeiro. O acontecimento pode ser visto como: 1) Em novembro de 1807, a família real portuguesa deixou Lisboa e, em março de 1808, chegou ao Rio de Janeiro. O acontecimento pode ser visto como: a) incapacidade dos Braganças de resistirem à pressão

Leia mais

Revista de História ISSN: 0034-8309 revistahistoria@usp.br Universidade de São Paulo Brasil

Revista de História ISSN: 0034-8309 revistahistoria@usp.br Universidade de São Paulo Brasil Revista de História ISSN: 0034-8309 revistahistoria@usp.br Universidade de São Paulo Brasil Queler, Jefferson José DÁVILA, JERRY. HOTEL TRÓPICO: O BRASIL E O DESAFIO DA DESCOLONIZAÇÃO AFRICANA (1950-1980

Leia mais

TV Ciência: Que modelos de ajuda para a eliminação da pobreza em Moçambique propõe?

TV Ciência: Que modelos de ajuda para a eliminação da pobreza em Moçambique propõe? TV Ciência: É considerado que as forças da globalização e marginalização são responsáveis por criarem dificuldades ao desenvolvimento. Pode concretizar esta ideia? Jessica Schafer: A globalização como

Leia mais

O R A D O R E S B R E V Í S S I M O C U R R Í C U L O

O R A D O R E S B R E V Í S S I M O C U R R Í C U L O O R A D O R E S B R E V Í S S I M O C U R R Í C U L O P R I M E I R O P A I N E L Jorge Querido Nasceu na vila de Assomada em Santiago de Cabo Verde. Foi ativista e dirigente na CEI e coordenador da Secção

Leia mais

GEOGRAFIA. Prof. Marcus

GEOGRAFIA. Prof. Marcus GEOGRAFIA Prof. Marcus Migração e xenofobia Migração Trata-se de um fluxo de pessoas. Existe por diversos motivos, como: Fluxos globais, regiões superpovoadas, desemprego, desorganização, desigualdade,

Leia mais

Construção de Identidades entre imigrantes portugueses e brancos de Angola no Rio de Janeiro

Construção de Identidades entre imigrantes portugueses e brancos de Angola no Rio de Janeiro Construção de Identidades entre imigrantes portugueses e brancos de Angola no Rio de Janeiro Isabel de Souza Lima Junqueira Barreto Resumo: Ao longo do ano de 1975 chegaram ao Brasil milhares de imigrantes

Leia mais

A RESISTÊNCIA PORTUGUESA EM SÃO PAULO: O JORNAL PORTUGAL DEMOCRÁTICO E A COLUNA O OBSCURANTISMO SALAZARISTA (1964-1970)

A RESISTÊNCIA PORTUGUESA EM SÃO PAULO: O JORNAL PORTUGAL DEMOCRÁTICO E A COLUNA O OBSCURANTISMO SALAZARISTA (1964-1970) HISTÓRIA CULTURAL: ESCRITAS, CIRCULAÇÃO, LEITURAS E RECEPÇÕES Universidade de São Paulo USP São Paulo SP 10 e 14 de Novembro de 2014 A RESISTÊNCIA PORTUGUESA EM SÃO PAULO: O JORNAL PORTUGAL DEMOCRÁTICO

Leia mais

2. (Pucrs 2014) Considere as afirmações abaixo sobre a crise do Antigo Sistema Colonial e a Independência do Brasil (1822).

2. (Pucrs 2014) Considere as afirmações abaixo sobre a crise do Antigo Sistema Colonial e a Independência do Brasil (1822). 1. (Enem 2014) A transferência da corte trouxe para a América portuguesa a família real e o governo da Metrópole. Trouxe também, e sobretudo, boa parte do aparato administrativo português. Personalidades

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 77 Discurso na cerimónia de lançamento

Leia mais

NAPOLEÃO BONAPARTE. Pode-se dividir seu governo em três partes: Consulado (1799-1804) Império (1804-1815) Governo dos Cem Dias (1815)

NAPOLEÃO BONAPARTE. Pode-se dividir seu governo em três partes: Consulado (1799-1804) Império (1804-1815) Governo dos Cem Dias (1815) NAPOLEÃO BONAPARTE 1 Profª Adriana Moraes Destaca-se política e militarmente no Período Jacobino. DIRETÓRIO Conquistas militares e diplomáticas na Europa defesa do novo governo contra golpes. Golpe 18

Leia mais

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA Clodoaldo Meneguello Cardoso Nesta "I Conferência dos lideres de Grêmio das Escolas Públicas Estaduais da Região Bauru" vamos conversar muito sobre política.

Leia mais

Dr. João Thienne. África: Angola. Nomes: Gabriela Cruz Dias Nº 12. Giani Souza Nº 14. Milena Santos Nº 29 3º A. Profª Elisa

Dr. João Thienne. África: Angola. Nomes: Gabriela Cruz Dias Nº 12. Giani Souza Nº 14. Milena Santos Nº 29 3º A. Profª Elisa Dr. João Thienne África: Angola Nomes: Gabriela Cruz Dias Nº 12 Giani Souza Nº 14 Milena Santos Nº 29 3º A Profª Elisa Nova Odessa, 2014 Sumário Introdução...1 Origem...2 Principais Protagonistas...2 MPLA...4

Leia mais

COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150

COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 PLANEJAMENTO ANUAL DE HISTÓRIA 8º ANO PROFESSOR: MÁRCIO AUGUSTO

Leia mais

História B Aula 21. Os Agitados Anos da

História B Aula 21. Os Agitados Anos da História B Aula 21 Os Agitados Anos da Década de 1930 Salazarismo Português Monarquia portuguesa foi derrubada em 1910 por grupos liberais e republicanos. 1ª Guerra - participação modesta ao lado da ING

Leia mais

CONFLITOS ATUAIS. Metade dos países africanos estão em guerra. Metade das guerras no mundo são na África.

CONFLITOS ATUAIS. Metade dos países africanos estão em guerra. Metade das guerras no mundo são na África. África CONFLITOS ATUAIS Metade dos países africanos estão em guerra. Metade das guerras no mundo são na África. ORIGENS HISTÓRICAS.Ódio tribal exacerbado por três séculos de Tráfico Negreiro: Mercantilismo.

Leia mais

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO ( Aprovados em Conselho Pedagógico de 15 outubro de 2013 ) No caso específico da disciplina de História e Geografia de Portugal, do 6ºano de escolaridade, a avaliação

Leia mais

Migrações Alguns números

Migrações Alguns números Migrações Alguns números Dados gerais: Mundo» Há 232 milhões de migrantes internacionais no mundo (ONU, 2013), ou 3.2% da população mundial» Os migrantes internacionais compõem 10.8% da população das regiões

Leia mais

Brasileira percorre 7 mil quilômetros para contar histórias de refugiados africanos

Brasileira percorre 7 mil quilômetros para contar histórias de refugiados africanos Brasileira percorre 7 mil quilômetros para contar histórias de refugiados africanos por Por Dentro da África - quarta-feira, julho 29, 2015 http://www.pordentrodaafrica.com/cultura/brasileira-percorre-7-mil-quilometros-para-contar-historias-derefugiados-africanos

Leia mais

Sessão 3: Envolvendo empregadores e sindicatos

Sessão 3: Envolvendo empregadores e sindicatos Sessão 3: Envolvendo empregadores e sindicatos Senhor Ministro Chris Alexander, Senhoras e senhores, Primeiramente, gostaria cumprimentar a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)

Leia mais

Os brasileiros precisam conhecer a história dos negros. (textos e fotos Maurício Pestana)

Os brasileiros precisam conhecer a história dos negros. (textos e fotos Maurício Pestana) Os brasileiros precisam conhecer a história dos negros (textos e fotos Maurício Pestana) Responsável pelo parecer do Conselho Nacional de Educação que instituiu, há alguns anos, a obrigatoridade do ensino

Leia mais

Congresso da Cidadania. Ruptura e Utopia para a Próxima Revolução Democrática

Congresso da Cidadania. Ruptura e Utopia para a Próxima Revolução Democrática Congresso da Cidadania. Ruptura e Utopia para a Próxima Revolução Democrática Celebramos os 40 anos do 25 de Abril. Durante um ano celebrámos os valores de Abril de Liberdade, de Justiça, de Solidariedade.

Leia mais

Palavras-chave: PIBID; Ditadura civil-militar; História Oral; memória; entrevistas.

Palavras-chave: PIBID; Ditadura civil-militar; História Oral; memória; entrevistas. A DITADURA LÁ EM CASA : APRENDENDO HISTÓRIA A PARTIR DE ENTREVISTAS Heloisa Pires Fazion Rebecca Carolline Moraes da Silva (PIBID/História/UEL) Resumo: A ditadura militar tornou-se um fato marcante na

Leia mais

DISCURSO SOBRE LEVANTAMENTO DA PASTORAL DO MIGRANTE FEITO NO ESTADO DO AMAZONAS REVELANDO QUE OS MIGRANTES PROCURAM O ESTADO DO AMAZONAS EM BUSCA DE

DISCURSO SOBRE LEVANTAMENTO DA PASTORAL DO MIGRANTE FEITO NO ESTADO DO AMAZONAS REVELANDO QUE OS MIGRANTES PROCURAM O ESTADO DO AMAZONAS EM BUSCA DE DISCURSO SOBRE LEVANTAMENTO DA PASTORAL DO MIGRANTE FEITO NO ESTADO DO AMAZONAS REVELANDO QUE OS MIGRANTES PROCURAM O ESTADO DO AMAZONAS EM BUSCA DE MELHORES CONDIÇÕES DE VIDA DEPUTADO MARCELO SERAFIM

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 21 Discurso na cerimónia de instalação

Leia mais

O Fetiche do Emprego: Relações de Trabalho e Migração na Faixa de Fronteira entre o Estado do Amapá e a Guiana Francesa.

O Fetiche do Emprego: Relações de Trabalho e Migração na Faixa de Fronteira entre o Estado do Amapá e a Guiana Francesa. UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAP S-GRADUAÇÃO GRUPO DE PESQUISA: MIGRAÇÃ ÇÃO, TRABALHO E POLÍTICAS PÚBLICAS P NA AMAZÔNIA O Fetiche do Emprego: Relações de Trabalho e

Leia mais

Realizar exames supletivos com o apoio da representação diplomática brasileira

Realizar exames supletivos com o apoio da representação diplomática brasileira Propostas da Comunidade Brasileira na Bélgica para a II Conferência Brasileiros no mundo, Palácio do Itamaraty, Rio de Janeiro, dias 14, 15 e 16 de Outubro de 2009 Considerando os Documentos propositivos

Leia mais

SOCIEDADE E DIREITO EM REVISTA

SOCIEDADE E DIREITO EM REVISTA CINE LEGAL - APRENDENDO COM FILMES O TERMINAL Heloisa Helena de Almeida Portugal 1 Esperar às vezes é sinal de sabedoria, de escolher o momento, de se preparar; esperar, porém, pode ser muleta para fazer

Leia mais

1. A Revolução Republicana e a Queda da Monarquia

1. A Revolução Republicana e a Queda da Monarquia 1. A Revolução Republicana e a Queda da Monarquia As principais razões que levaram à Revolução Republicana e queda da monarquia foram: Apesar do desenvolvimento industrial verificado na 2ª metade do século

Leia mais

PROGRAMA DE HISTÓRIA. 10ª Classe

PROGRAMA DE HISTÓRIA. 10ª Classe PROGRAMA DE HISTÓRIA (NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS) 10ª Classe Formação de Professores para o Pré-Escolar e para o Ensino Primário Opção: Ensino Primário Ficha Técnica Título Programa de História

Leia mais

UNIVERSIDADE AGOSTINHO NETO FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS III COLÓQUIO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS TERMOS DE REFERÊNCIA

UNIVERSIDADE AGOSTINHO NETO FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS III COLÓQUIO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS TERMOS DE REFERÊNCIA UNIVERSIDADE AGOSTINHO NETO FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS III COLÓQUIO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS ESTADO, NAÇÃO, NACIONALISMO E IDENTIDADE NACIONAL NOS PAÍSES AFRICANOS DE LÍNGUA OFICIAL PORTUGUESA

Leia mais

A nova lei anti-secessão e as relações entre a China e Taiwan. Análise Segurança

A nova lei anti-secessão e as relações entre a China e Taiwan. Análise Segurança A nova lei anti-secessão e as relações entre a China e Taiwan Análise Segurança Bernardo Hoffman Versieux 15 de abril de 2005 A nova lei anti-secessão e as relações entre a China e Taiwan Análise Segurança

Leia mais

Migrações O vaivém da população pelo mundo. Mapa que indica os principais destinos de migrantes (países maiores- distorção)

Migrações O vaivém da população pelo mundo. Mapa que indica os principais destinos de migrantes (países maiores- distorção) Migrações O vaivém da população pelo mundo Mapa que indica os principais destinos de migrantes (países maiores- distorção) Migração ou Movimento Populacional: Ocorre o tempo todo no mundo Pessoas mudam-se

Leia mais

«Os brancos estão para ficar»? Antonio Peciccia

«Os brancos estão para ficar»? Antonio Peciccia recensão «Os brancos estão para ficar»? Antonio Peciccia Myra F. Burton (ed.) Foreign Relations of the United States 1969 1976, Volume XXVIII. Southern Africa Office of Historian do Departamento de Estado

Leia mais

Mestrados ENSINO PÚBLICO. 1. ISCTE Instituto Universitário de Lisboa

Mestrados ENSINO PÚBLICO. 1. ISCTE Instituto Universitário de Lisboa Mestrados ENSINO PÚBLICO 1. ISCTE Instituto Universitário de Lisboa Mestrado em Ciência Política O mestrado em Ciência Política tem a duração de dois anos, correspondentes à obtenção 120 créditos ECTS,

Leia mais

CRISE DO ESCRAVISMO. O Brasil foi o último país da América Latina a abolir a escravidão.

CRISE DO ESCRAVISMO. O Brasil foi o último país da América Latina a abolir a escravidão. CRISE DO ESCRAVISMO A Dinamarca foi o primeiro país Europeu a abolir o tráfico de escravos em 1792. A Grã-Bretanha veio a seguir, abolindo em 1807 e os Estados Unidos em 1808. O Brasil foi o último país

Leia mais

TEXTO DO ACORDO ENTRE O GOVERNO PORTUGUÊS E OS MOVIMENTOS DE LIBERTAÇÃO

TEXTO DO ACORDO ENTRE O GOVERNO PORTUGUÊS E OS MOVIMENTOS DE LIBERTAÇÃO TEXTO DO ACORDO ENTRE O GOVERNO PORTUGUÊS E OS MOVIMENTOS DE LIBERTAÇÃO O Estado Português e a Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), Movimento, Popular de Libertação de Angola (MPLA) e a União

Leia mais

CONHECIMENTO DE LÍNGUAS / knowledge of languages

CONHECIMENTO DE LÍNGUAS / knowledge of languages Curriculum Vitae CRISTINA PORTELLA portella53@gmail.com NOME / name Maria Cristina Portella Ribeiro DATA DE NASCIMENTO / date of birth 20/01/1953 LOCAL DE NASCIMENTO / Place of birth Rio de Janeiro / Brasil

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA ISABEL DE SOUZA LIMA JUNQUEIRA BARRETO

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA ISABEL DE SOUZA LIMA JUNQUEIRA BARRETO UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA ISABEL DE SOUZA LIMA JUNQUEIRA BARRETO MIGRANTES DA DESCOLONIZAÇÃO: PORTUGUESES E LUSO-ANGOLANOS

Leia mais

Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal de Odivelas

Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal de Odivelas Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal de Odivelas Sessão Solene Comemorativa da Implantação da República 05.10.2010 A Revolução Republicana de 1910 Ao assinalarmos cem anos sobre a Revolução Republicana

Leia mais

Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas. Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas NETP/RS traficodepessoas@ssp.rs.gov.

Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas. Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas NETP/RS traficodepessoas@ssp.rs.gov. Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas NETP/RS traficodepessoas@ssp.rs.gov.br 51-3288 1936 NETP/RS Secretaria da Segurança Pública do Estado É um dos programas

Leia mais

Angola; católicos; Estado Novo português; independência política.

Angola; católicos; Estado Novo português; independência política. 9 Resumo Este artigo destaca a estratégia adotada pelo Estado Novo português (1933-1974) em prol da defesa da soberania política colonial em Angola que se traduziu na censura na prisão e no exílio dos

Leia mais

PROCESSO SELETIVO VESTIBULAR 2015/2 DIREITO HISTÓRIA

PROCESSO SELETIVO VESTIBULAR 2015/2 DIREITO HISTÓRIA HISTÓRIA Questão 01 (Imagem disponível em: . Acesso em: 02 maio 2015) Leia atentamente o fragmento de texto a seguir:

Leia mais

PROJETO ESTUDO SOBRE A MIGRAÇÃO HAITIANA AO BRASIL DIÁLOGO BILATERAL Pesquisa Brasil. Brasília, 08 de abril de 2014

PROJETO ESTUDO SOBRE A MIGRAÇÃO HAITIANA AO BRASIL DIÁLOGO BILATERAL Pesquisa Brasil. Brasília, 08 de abril de 2014 PROJETO ESTUDO SOBRE A MIGRAÇÃO HAITIANA AO BRASIL DIÁLOGO BILATERAL Pesquisa Brasil Brasília, 08 de abril de 2014 Estudo utiliza três metodologias distintas, a saber: Análise de informações de registros

Leia mais

Acerca da Luta Armada

Acerca da Luta Armada VALOR E VIOLÊNCIA Acerca da Luta Armada Conferência Pronunciada no Anfiteatro de História da USP em 2011 Wilson do Nascimento Barbosa Professor Titular de História Econômica na USP Boa noite! Direi em

Leia mais

Crises na Colônia Portuguesa e a Chegada da Família Real. Prof.ª viviane jordão

Crises na Colônia Portuguesa e a Chegada da Família Real. Prof.ª viviane jordão Crises na Colônia Portuguesa e a Chegada da Família Real Prof.ª viviane jordão INTRODUÇÃO Na segunda metade do século XVIII, novas ideias começaram a se difundir pela América portuguesa. Vindas da Europa,

Leia mais

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS. Idade na admissão.

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS. Idade na admissão. REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO Código Entrevista: 2 Data: 18/10/2010 Hora: 16h00 Duração: 23:43 Local: Casa de Santa Isabel DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS Idade

Leia mais

Seu futuro. está no Canadá!

Seu futuro. está no Canadá! Seu futuro está no Canadá! CRONOGRAMA DO PROCESSO DE IMIGRAÇÃO CANADÁ Análise de perfil do candidato; Encaminhamento para aulas específicas de francês e/ou inglês Classes Preparação para entrevista consular

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE HISTÓRIA

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE HISTÓRIA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE HISTÓRIA Nome Nº Ano Data: Professor: Piero/ Thales Nota: (valor 2,0) 2º semestre a) Introdução Neste semestre, sua média foi inferior a 6,0 e você não assimilou os conteúdos

Leia mais

Professor cooperante em S. Tomé e Príncipe entre 1981 e 1987. Professor do ensino secundário em Portugal entre 1987 e 1990

Professor cooperante em S. Tomé e Príncipe entre 1981 e 1987. Professor do ensino secundário em Portugal entre 1987 e 1990 CURRICULUM VITAE Nome: Augusto Manuel Saraiva do Nascimento Diniz Local e data de nascimento: Lisboa, 28 de Março de1959 Nacionalidade: Portuguesa ACTIVIDADE PROFISSIONAL Professor cooperante em S. Tomé

Leia mais

MENOS ASSISTENCIALISMO, MAIS PEDAGOGIA. Moysés Kuhlmann: carências da educação infantil vão desde instalações à formação dos professores.

MENOS ASSISTENCIALISMO, MAIS PEDAGOGIA. Moysés Kuhlmann: carências da educação infantil vão desde instalações à formação dos professores. MENOS ASSISTENCIALISMO, MAIS PEDAGOGIA Moysés Kuhlmann: carências da educação infantil vão desde instalações à formação dos professores. 2 Ao lado das concepções do trabalho pedagógico para a infância,

Leia mais

Jaime Wright por Dom Paulo Evaristo Arns

Jaime Wright por Dom Paulo Evaristo Arns Jaime Wright por Dom Paulo Evaristo Arns "Éramos dois contratados de Deus" JOSÉ MARIA MAYRINK (Jornal do Brasil - 13/6/99) SÃO PAULO - Campeão da defesa dos direitos humanos durante os anos da ditadura

Leia mais

Entrevista à Coordenadora Nacional do PAR Programa de Apoio à Reconstrução Por Pedro Cardoso (Jornalista), 2004

Entrevista à Coordenadora Nacional do PAR Programa de Apoio à Reconstrução Por Pedro Cardoso (Jornalista), 2004 Entrevista à Coordenadora Nacional do PAR Programa de Apoio à Reconstrução Por Pedro Cardoso (Jornalista), 2004 Podíamos estar muito mais longe do que estamos, revela a Coordenadora Nacional do PAR em

Leia mais

ENTREVISTA CONFISSÃO DE JONUEL GONÇALVES: O NOMADISMO POR VEZES CANSA

ENTREVISTA CONFISSÃO DE JONUEL GONÇALVES: O NOMADISMO POR VEZES CANSA www.ceid.edu.ar - admin@ceid.edu.ar Buenos Aires, Argentina ENTREVISTA CONFISSÃO DE JONUEL GONÇALVES: O NOMADISMO POR VEZES CANSA Texto adebayo vunge Fotos quintiliano dos santos Novo Jornal (Luanda, Angola)

Leia mais

Prova Escrita de História e Geografia de Portugal

Prova Escrita de História e Geografia de Portugal PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Decreto-Lei nº 139/2012, de 5 de julho Prova Escrita de História e Geografia de Portugal 6º Ano de Escolaridade Prova 05 / 2.ª Fase 12 Páginas Duração da Prova: 90 minutos.

Leia mais

Rio de Janeiro, 3 de junho de 2008

Rio de Janeiro, 3 de junho de 2008 Rio de Janeiro, 3 de junho de 2008 IDENTIFICAÇÃO Elias Nunes Júnior, 20 do 10 de 1958. Nasci em Bom Jesus de Itabapoana, interior do estado. FORMAÇÃO Eu sou formado em Ciências Contábeis, tenho Pós em

Leia mais

Mestrados ENSINO PÚBLICO. 1-ISCTE Instituto Universitário de Lisboa

Mestrados ENSINO PÚBLICO. 1-ISCTE Instituto Universitário de Lisboa Mestrados ENSINO PÚBLICO 1-ISCTE Instituto Universitário de Lisboa *Mestrado em Ciência Política O mestrado em Ciência Política tem a duração de dois anos, correspondentes à obtenção 120 créditos ECTS,

Leia mais

E F P D E G PALOP Eduardo Cruz

E F P D E G PALOP Eduardo Cruz E F P D E G PALOP Eduardo Cruz Formedia edcruz@formedia.pt 312 Experiências de formação presencial e à distância de empresários e gestores nos PALOP Desde 2001, a Formedia Instituto Europeu de Formação

Leia mais

As Novas Migrações Internacionais

As Novas Migrações Internacionais As Novas Migrações Internacionais As novas migrações ganharam novas direções, as realizações partem de países subdesenvolvidos para países desenvolvidos, e o novo modelo de migração internacional surge

Leia mais

Exerc ícios de Revisão Aluno(a): Nº:

Exerc ícios de Revisão Aluno(a): Nº: Exerc íciosde Revisão Aluno(a): Nº: Disciplina:HistóriadoBrasil Prof(a).:Cidney Data: deagostode2009 2ªSériedoEnsinoMédio Turma: Unidade:Nilópolis 01. QuerPortugallivreser, EmferrosqueroBrasil; promoveaguerracivil,

Leia mais

Escola Básica e Secundária das Lajes do Pico História e Geografia de Portugal 2º Ciclo Ano Lectivo 2007/2008

Escola Básica e Secundária das Lajes do Pico História e Geografia de Portugal 2º Ciclo Ano Lectivo 2007/2008 Escola Básica e Secundária das Lajes do Pico História e Geografia de Portugal 2º Ciclo Ano Lectivo 2007/2008 Conteúdos Ano Lectivo Período Lectivo Tema A-A península Ibérica: dos primeiros povos à formação

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural, I.P.

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural, I.P. O Discurso Oficial do Estado sobre a Emigração dos Anos 60 a 80 e a Imigração dos Anos 90 à Actualidade Vanda Santos Outubro de 2004, Estudo OI 8 Observatório da Imigração de Portugal Alto Comissariado

Leia mais

SÉCULO XVII A INGLATERRA INCENTIVOU A COLONIZAÇÃO DAS TERRAS NORTE- AMERICANAS INCENTIVANDO A VINDA DE EMIGRANTES INGLESES

SÉCULO XVII A INGLATERRA INCENTIVOU A COLONIZAÇÃO DAS TERRAS NORTE- AMERICANAS INCENTIVANDO A VINDA DE EMIGRANTES INGLESES A GUERRA DE INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA ANTECEDENTES SÉCULO XVII A INGLATERRA INCENTIVOU A COLONIZAÇÃO DAS TERRAS NORTE- AMERICANAS INCENTIVANDO A VINDA DE EMIGRANTES INGLESES NESSA ÉPOCA

Leia mais

PLANO DE ENSINO DE HISTÓRIA 5ª. SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL 1º BIMESTRE

PLANO DE ENSINO DE HISTÓRIA 5ª. SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL 1º BIMESTRE PLANO DE ENSINO DE HISTÓRIA 5ª. SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL 1º BIMESTRE - Sistemas sociais e culturais de notação de tempo ao longo da história, - As linguagens das fontes históricas; - Os documentos escritos,

Leia mais

CONTRIBUTOS PARA O DISCURSO DO SR. PRIMEIRO MINISTRO EM PORTUGAL ESTRATÉGIA E POLÍTICAS PARA A EMIGRAÇÃO

CONTRIBUTOS PARA O DISCURSO DO SR. PRIMEIRO MINISTRO EM PORTUGAL ESTRATÉGIA E POLÍTICAS PARA A EMIGRAÇÃO CONTRIBUTOS PARA O DISCURSO DO SR. PRIMEIRO MINISTRO EM PORTUGAL ESTRATÉGIA E POLÍTICAS PARA A EMIGRAÇÃO PASSADO: OS PRIMEIROS PASSOS 1 Procura e estabelecimento de um relacionamento profícuo com os países

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 106 Discurso na cerimónia de entrega

Leia mais

AS INTERFACES DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA

AS INTERFACES DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA 1 AS INTERFACES DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA Marigeli Polidoro Dias 1 Andreia Ines Dillenburg 2 Denise Santos do Amaral 3 Luana Zimmer Sarzi 4 Fabiane Adela Tonetto Costas

Leia mais

Gestão de Redes Sociais

Gestão de Redes Sociais Gestão de Redes Sociais Célia Schlithler Introdução Gerir é administrar, dirigir, governar. Então seria este o termo mais apropriado para as redes sociais? Do mesmo modo que governança, este termo está

Leia mais

Thais Lara Marcozo Severo Set. 2012

Thais Lara Marcozo Severo Set. 2012 Thais Lara Marcozo Severo Set. 2012 MIGRAÇÕES INTERNACIONAIS MIGRAÇÃO IMIGRANTES EMIGRANTES VOLUNTÁRIOS FORÇADOS CONFLITOS ARMADOS MOTIVAÇÃO ECONÔMICA PERSEGUIÇÃO CATÁSTROFES AMBIENTAIS REFUGIADO MOLDES

Leia mais

"Aqui Também é Portugal"

Aqui Também é Portugal A 337669 "Aqui Também é Portugal" A Colónia Portuguesa do Brasil e o Salazarismo Heloísa Paulo Quarteto 2000 índice Prefácio 13 Introdução 17 Parte I A visão da emigração e do emigrante no ideário salazarista

Leia mais

INTERVENÇÃO DO SECRETÁRIO DE ESTADO ADJUNTO E DA DEFESA NACIONAL PAULO BRAGA LINO COMEMORAÇÕES DO DIA DO COMBATENTE, EM FRANÇA

INTERVENÇÃO DO SECRETÁRIO DE ESTADO ADJUNTO E DA DEFESA NACIONAL PAULO BRAGA LINO COMEMORAÇÕES DO DIA DO COMBATENTE, EM FRANÇA INTERVENÇÃO DO SECRETÁRIO DE ESTADO ADJUNTO E DA DEFESA NACIONAL PAULO BRAGA LINO COMEMORAÇÕES DO DIA DO COMBATENTE, EM FRANÇA Richebourg/La Couture, 13 de abril de 2012 Monsieur le Préfet du Pas-de-Calais

Leia mais

1963. A SUDENE COMPREENDIDA À

1963. A SUDENE COMPREENDIDA À cad_08.qxd:layout 1 5/13/11 10:02 AM Page 63 63 1963. A SUDENE COMPREENDIDA À LUZ DOS EFEITOS DA GUERRA FRIA UMA ANÁLISE DO JORNAL O ESTADO DE S. PAULO AUGUSTO W. M. TEIXEIRA JR.* Celso Furtado é um dos

Leia mais

OS CURSOS PRÉ-VESTIBULARES POPULARES

OS CURSOS PRÉ-VESTIBULARES POPULARES COMO CITAR ESTE TEXTO: Formato Documento Eletrônico (ISO) NASCIMENTO, Alexandre do. Os Cursos Pré-Vestibulares Populares. [Acesso em dd/mm/aaaa]. Disponível em http://www.alexandrenascimento.com. OS CURSOS

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca VISITA A ANGOLA Jantar no Futungo

Leia mais

Provão. História 5 o ano

Provão. História 5 o ano Provão História 5 o ano 61 Os reis portugueses governaram o Brasil à distância, até o século XIX, porém alguns acontecimentos na Europa mudaram essa situação. Em que ano a família real portuguesa veio

Leia mais

Descolonização Afroasiática

Descolonização Afroasiática Aula 50 Descolonização Afroasiática 1 Fatores Setor 1602 2 Casos Nacionais 3 China ealvespr@gmail.com Objetivo da aula Analisar o quadro geral da descolonização afroasiática após a Segunda Guerra Mundial.

Leia mais

Oficiais de Ligação do Ministério da Administração Interna e Oficiais de Ligação de Imigração

Oficiais de Ligação do Ministério da Administração Interna e Oficiais de Ligação de Imigração Oficiais de Ligação do Ministério da Administração Interna e Oficiais de Ligação de Imigração Oficiais de Ligação do Ministério da Administração Interna A existência de Oficiais de Ligação do Ministério

Leia mais

Ei-los que partem. Virão um dia ricos ou não contando histórias de lá de longe onde o suor se fez em pão virão um dia ou não

Ei-los que partem. Virão um dia ricos ou não contando histórias de lá de longe onde o suor se fez em pão virão um dia ou não Ei-los que partem Ei-los que partem novos e velhos buscando a sorte noutras paragens noutras aragens entre outros povos ei-los que partem velhos e novos Ei-los que partem de olhos molhados coração triste

Leia mais

UNVERSDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE GABINETE DO REITOR COMISSÃO DA VERDADE TRANSCRIÇÃO DE ENTREVISTA

UNVERSDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE GABINETE DO REITOR COMISSÃO DA VERDADE TRANSCRIÇÃO DE ENTREVISTA UNVERSDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE GABINETE DO REITOR COMISSÃO DA VERDADE TRANSCRIÇÃO DE ENTREVISTA Entrevista realizada em: 5.6.2013 Hora: 16h30min. Local: Sala do prof. Almir Bueno CERES Caicó/RN

Leia mais

1º ano. A reconquista ibérica e as grandes navegações Capítulo 10: Item 2 A revolução comercial Capítulo 12: Item 3 O Novo Mundo Capítulo 10: Item 2

1º ano. A reconquista ibérica e as grandes navegações Capítulo 10: Item 2 A revolução comercial Capítulo 12: Item 3 O Novo Mundo Capítulo 10: Item 2 1º ano O absolutismo e o Estado Moderno Capítulo 12: Todos os itens A reconquista ibérica e as grandes navegações Capítulo 10: Item 2 A revolução comercial Capítulo 12: Item 3 O Novo Mundo Capítulo 10:

Leia mais

PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA TREZE COLÔNIAS Base de ocupação iniciativa privada: Companhias de colonização + Grupos de imigrantes = GRUPOS DISTINTOS [excedente da metrópole;

Leia mais

RESOLUÇÃO SOBRE O CONTEÚDO DE TRABALHO NAS ORGANIZAÇÕES DE BASE DO PARTIDO

RESOLUÇÃO SOBRE O CONTEÚDO DE TRABALHO NAS ORGANIZAÇÕES DE BASE DO PARTIDO RESOLUÇÃO SOBRE O CONTEÚDO DE TRABALHO NAS ORGANIZAÇÕES DE BASE DO PARTIDO 1 FICHA TÉCNICA Regulamento Geral de Organização e Funcionamento das Estruturas do MPLA Edição: COMITÉ CENTRAL DO MPLA Ano de

Leia mais

Por Daniel Favero (*) - 02 Nov 2011

Por Daniel Favero (*) - 02 Nov 2011 Por Daniel Favero (*) - 02 Nov 2011 Diferentemente do que se imagina, Dilma Rousseff não participou do maior roubo praticado por organizações de esquerda para financiar a luta armada contra a ditadura

Leia mais

A América Central continental Guatemala, Costa Rica, Honduras, Nicarágua e El Salvador já foram parte do

A América Central continental Guatemala, Costa Rica, Honduras, Nicarágua e El Salvador já foram parte do p. 110 A América Central continental Guatemala, Costa Rica, Honduras, Nicarágua e El Salvador já foram parte do México até sua independência a partir de 1823; Em 1839 tornam-se independentes fracasso da

Leia mais

Como os refugiados e imigrantes se adaptam no Brasil

Como os refugiados e imigrantes se adaptam no Brasil Como os refugiados e imigrantes se adaptam no Brasil O mundo tem passado por uma série de dificuldades nos últimos anos. Junto com crises financeiras que, muitas vezes, esvaziam países, nos vemos também

Leia mais

Papel dos Bacharéis na formação do Estado nacional (slides) sobre texto de José Murilo de Carvalho

Papel dos Bacharéis na formação do Estado nacional (slides) sobre texto de José Murilo de Carvalho Papel dos Bacharéis na formação do Estado nacional (slides) sobre texto de José Murilo de Carvalho Diferença verificada na libertação das colônias espanhola e portuguesa. 1) Manutenção da unidade política

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Formação do bacharel em direito Valdir Caíres Mendes Filho Introdução O objetivo deste trabalho é compreender as raízes da formação do bacharel em Direito durante o século XIX. Será

Leia mais

FEMINISMOS PLURAIS E FEMINISMOS EM ÁFRICA

FEMINISMOS PLURAIS E FEMINISMOS EM ÁFRICA FEMINISMOS PLURAIS E FEMINISMOS EM ÁFRICA FEMINISMO Filosofia de vida da qual deriva uma atitude crítica frente aos factos e perante a sociedade Tomada de consciência Resposta que conduz à mudança, a partir

Leia mais

Lidando com o sistema africano de proteção dos direitos humanos e dos povos 1

Lidando com o sistema africano de proteção dos direitos humanos e dos povos 1 Lidando com o sistema africano de proteção dos direitos humanos e dos povos 1 José H. Fischel de Andrade 2 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS Fundamentos e Vertentes do Direito Internacional dos Direitos Humanos

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores ALUNOS DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM LÍNGUA INGLESA: UM OLHAR SOBRE SUAS PRÁTICAS DOCENTES

Leia mais

Folha Informativa nº 135

Folha Informativa nº 135 Folha Informativa nº 135 VISITA DA AACDN AO MUSEU DO AR EM SINTRA No seguimento do XII Congresso da AACDN, teve lugar, no dia 27 de Outubro, uma visita às instalações do Museu do Ar, situado na Base Aérea

Leia mais

Prova de Conhecimentos Específicos

Prova de Conhecimentos Específicos HISTÓRIA Prova de Conhecimentos Específicos 1 a QUESTÃO: (2,0 pontos) Ao analisar a Corte de Luis XIV na França, o pensador alemão Norbert Elias afirmou: Numa sociedade em que cada manifestação pessoal

Leia mais