AICEP MENSAGEM AICEP 20 ANOS QUEM VISÃO, MISSÃO ÓRGÃOS SOCIAIS LISTA DE AICEP EM UM TEMA, ACTIVIDADES DATAS 2010

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AICEP MENSAGEM AICEP 20 ANOS QUEM VISÃO, MISSÃO ÓRGÃOS SOCIAIS LISTA DE AICEP EM UM TEMA, ACTIVIDADES DATAS 2010"

Transcrição

1 2009

2 AICEP 2009 MENSAGEM DO PRESIDENTE 2 AICEP 20 ANOS EM IMAGENS 4 QUEM SOMOS 8 VISÃO, MISSÃO E ESTRATÉGIA 10 ÓRGÃOS SOCIAIS E EQUIPA 12 LISTA DE MEMBROS 14 AICEP EM NÚMEROS 18 UM TEMA, UM PERFIL 20 ACTIVIDADES AICEP 26 DATAS 2010 A RETER 34

3 A AICEP celebra neste ano de 2010, vinte anos da sua criação, durante os quais muito foi conseguido em prol dos seus membros. Tal só foi possível com a dedicação e o empenho dos anteriores corpos dirigentes, aos quais desejo deixar desde já, em meu nome pessoal e no de toda a Direcção, os meus mais sinceros agradecimentos. Durante estas duas últimas décadas, o mundo das comunicações tem assistido a uma verdadeira revolução tecnológica e organizacional que não conhece limites nem fronteiras. E se no início dos anos noventa, no sector das comunicações, os operadores tinham, por desígnio fundamental, a prestação de um serviço público e os operadores postais e de telecomunicações eram em muitos países um só, a tendência, ainda nessa década, foi para uma progressiva separação dos dois sectores, um pouco por todo o mundo. Passados dez anos do início do século XXI, um novo paradigma emerge e o que antes parecia impossível de reunir, é hoje uma convergência cada vez mais imperativa, isto se queremos um desenvolvimento mais sustentado do sector, sem disrupções para as sociedades que serve. No entanto, já há vinte anos que a AICEP tinha esta visão percussora de que as comunicações, sejam elas físicas ou electrónicas, não podem nem devem, viver de costas voltadas. Ambas fazem parte de uma mesma cadeia de proximidade com os clientes, sejam eles particulares ou comerciais, cadeia essa em que a inovação tecnológica é o denominador comum a todos os operadores. Também a regulação tem vindo a desempenhar um papel cada vez mais preponderante no mundo das comunicações nas últimas décadas, tendo-se assistido a um movimento liberalizante que nas telecomunicações há muito deixou de ser novidade, e no mundo postal terá a sua concretização total em 2011, pelo menos em quase todo o espaço comunitário europeu. Há quem acredite que a ciência é um instrumento para governarmos o mundo. Mas eu preferia ver no conhecimento cientifíco um meio para alcançarmos não domínios mas harmonias. Criarmos linguagens de partilha com os outros, inlcuindo os seres que acreditamos não terem linguagem. Como segundo pilar, temos o espaço CPLP. Neste pilar a AICEP tem vindo a afirmar a sua identidade e conquistado o seu espaço, ao radicar sempre o seu traço de união não por critérios geográficos aí somos uma Associação pluri-continental, mas sim nos seus firmes laços linguísticos e culturais que indelevelmente unem todos os associados. Esta ligação ao espaço CPLP tem de ser, desde já, ainda mais acarinhada e aprofundada, dado que, neste mundo cada vez mais global em que todos actuamos, somos obrigados a potenciar as nossas sinergias e tudo aquilo que nos une. Mia Couto in Pensatempos Mas mais do que isso, temos que ver para além de nós próprios, olhando para os países e sociedades em que estamos inseridos e que devemos servir. Teremos que ser um factor facilitador e de resposta às necessidades do espaço lusófono, num mundo futuro de convergência, entre o físico e o digital, o virtual e o real. É neste contexto de mudança que decidimos alterar os suportes de comunicação da nossa Associação. Passaremos a ter como suporte físico apenas uma revista anual que procurará dar conta das principais actividades da Associação e que viverá muito das contribuições escritas dos associados. Em paralelo, a Convergir mantém-se mas muda de formato, passando a electrónica, com periodicidade mensal e dirigida a uma lista de leitores que será fornecida pelos nossos membros. Esta Convergir, mensal, incluirá notícias relevantes de comunicações do espaço lusófono e do mundo. Nesta mesma linha, o site da AICEP foi renovado, procurando-se torná-lo mais interactivo. Em resumo, a nossa equipa está empenhada em fazer com que a AICEP continue a desenvolver o seu papel único de facilitadora dos intervenientes no sector das comunicações e que prossiga afincadamente uma clara integração na comunidade da CPLP, fazendo cada vez mais da Lusofonia a força agregadora de todos os Associados. A AICEP é o parceiro natural no sector das comunicações lusófonas. Assim tem sido durante os últimos vinte anos, estou certo que o continuará a ser no futuro. É neste contexto de evolução rápida e de modificação de paradigma em que a mudança é a única constante, que a AICEP tem de alterar a sua estratégia, baseando-a em dois pilares. Como primeiro pilar, temos todos actores do sector das comunicações sejamos nós operadores, reguladores ou indústria de interagir de forma mais profunda, procurando respostas atempadas, exequíveis, ajustadas e dotadas de uma justa relação preço/qualidade. Carlos Silva Presidente da AICEP MENSAGEM DO PRESIDENTE 04 AICEP MENSAGEM DO PRESIDENTE

4 AICEP 20 ANOS EM IMAGENS 06 AICEP AICEP: 20 ANOS EM IMAGENS

5 08 AICEP AICEP: 20 ANOS EM IMAGENS

6 A CONSTITUIÇÃO DA AICEP O acto constitutivo foi subscrito por 12 Operadores de Correios e Telecomunicações de 6 Países: Empresa Nacional de Correios e Telégrafos de Angola Empresa Nacional de Telecomunicações de Angola Empresa Pública dos Correios e Telecomunicações de Cabo Verde Direcção Geral dos Correios da Guiné-Bissau Companhia de Telecomunicações da Guiné-Bissau Empresa Nacional dos Correios de Moçambique Empresa de Telecomunicações de Moçambique CTT Correios e Telecomunicações de Portugal Telefones de Lisboa e Porto Companhia Portuguesa Rádio Marconi Empresa de Correios de São Tomé e Príncipe Companhia Santomense de Telecomunicações ALGUNS DADOS HISTÓRICOS DA AICEP ASSOCIAÇÃO DOS OPERADORES DE CORREIOS E TELECOMUNICAÇÕES DOS PAÍSES DE LÍNGUA OFICIAL PORTUGUESA A AICEP foi constituída no decorrer do III Encontro dos Operadores de Correios e Telecomunicações dos Países de Língua Oficial Portuguesa, que decorreu em Bissau, em Novembro de 1990, tendo-se, em seguida, realizado a Assembleia constituinte da nova Associação. Esta foi constituída por 12 operadores de correios e telecomunicações de Portugal e dos PALOP. Os Operadores Brasileiros concordaram com os princípios e manifestaram o seu desejo de a ela virem aderir. Nos anos seguintes realizaram-se mais duas Assembleias Plenárias, uma intercalar em Lisboa, em Junho de 1991, e outra em Maputo, em Dezembro de Em 26 de Novembro de 1993 foi celebrada formalmente, em Lisboa, a escritura de constituição e certificada a denominação adoptada AICEP. Três dias depois, no dia 29 de Novembro de 1993 e já na Cidade da Praia em Cabo Verde, é realizada a 1.ª Assembleia Geral da nova Associação já formalmente criada. Desde essa altura e até ao presente têm-se realizado com uma periodicidade anual as Assembleias Gerais ordinárias da Associação nos vários Países e Territórios do Universo AICEP, às quais se tem sempre associado, desde o início, um Fórum de reflexão sobre temas de actualidade no mundo das comunicações. Em paralelo com estes eventos, decorreram nos anos de 2000 a 2004, reuniões dos Ministros das Comunicações do espaço CPLP. A AICEP foi crescendo, tendo alargado a sua dimensão com a adesão de vários Operadores: Em 1994, os Operadores de Correios e Telecomunicações Brasileiros; Em 1996, os Operadores de Correios e Telecomunicações de Macau e a TMN, o 1.º operador Móvel a aderir à AICEP; Em 1998, a Maxitel, o 1º Operador privado a aderir à AICEP; Em 1999, a Telesp Celular do Brasil e a TV Cabo Moçambique, o 1.º Operador de TV por Cabo a aderir; Em 2000, o ICP o Regulador das Comunicações de Portugal, o 1.º Regulador a aderir; Em 2002, os Correios de Timor Leste; Em 2005, a Timor Telecom; Desde 2000 começaram a aderir os parceiros da Indústria. Hoje a AICEP é constituída por 24 Operadores de Correios e Telecomunicações, 5 Órgãos Reguladores de Comunicações, 4 Membros da Indústria/Serviços, dos 9 Países e Territórios de Língua Oficial Portuguesa. A AICEP foi pioneira ao reunir no seu seio, desde o seu início, o sector Postal e o das Telecomunicações e posteriormente, com a revisão estatutária do ano 2000, os Reguladores e a Indústria. Actualmente há uma tendência de concentração a nível mundial, tendendo os Operadores a serem empresas com uma dimensão cada vez maior e com uma lógica de actuação mais global. O CONTEXTO Desde a criação da AICEP nos anos 90, tem-se assistido a mudanças muito significativas no sector das Comunicações. No início dessa década, os Operadores do sector das comunicações eram, na sua quase totalidade, públicos, incumbentes, operavam exclusivamente nos respectivos mercados nacionais e orientavam-se por uma lógica de prestação de um serviço fundamental à comunidade nacional. Constituíam assim uma infra-estrutura importante em termos de segurança, de soberania e de defesa nacional. Na maioria dos casos com excepção de Moçambique que em 1981 foi percursor a nível mundial ao separar os sectores dos correios e telecomunicações e ao criar um órgão regulador os operadores nacionais existentes em cada País actuavam no sector postal e no das telecomunicações e funcionavam numa lógica de auto-regulação a partir de orientações emanadas do Estado. Posteriormente, em meados dos anos 90, com a emergência dos fenómenos da liberalização e das privatizações, passaram a existir vários Operadores em cada País. O sector postal e o sector das telecomunicações separaram-se e a actividade passou a ser controlada por Entidades Reguladoras mono ou multi-sectoriais. A AICEP foi pioneira ao reunir no seu seio, desde o seu início, o sector postal e o das telecomunicações e, posteriormente, com a revisão estatutária do ano 2000, os Reguladores e a Indústria. Actualmente há uma tendência de concentração a nível mundial, tendendo os Operadores a serem empresas com uma dimensão cada vez maior e com uma lógica de actuação mais global. Os Operadores de telecomunicações são, na sua quase totalidade, empresas privadas com uma estratégia orientada para os resultados. O sector postal tem vindo progressivamente a deixar de actuar em monopólio, embora a maioria das empresas sejam detidas pelos respectivos Estados. Na Europa foi fixado o ano de 2011 para a liberalização plena do sector, enquanto que no das telecomunicações a mesma ocorreu nos finais dos anos 90. A par destas transformações assiste-se, cada vez mais, a movimentos de concentração e consolidação vertical e horizontal. No sector das telecomunicações este movimento é realizado por empresas privadas enquanto no sector postal, curiosamente e ad contrarium, a concentração está a ser liderada por empresas do sector público. As mudanças neste sector têm sido surpreendentes, a nível da sua economia, das técnicas de gestão e das tecnologias, nomeadamente com o desenvolvimento exponencial de sistemas digitais. De facto, o sector das comunicações tem sido um autêntico laboratório, em que são constantemente aplicadas inovações de índole tecnológica e de gestão. Esta forte interacção entre tecnologia, gestão e economia aplicada neste nosso sector das comunicações, tem transformado o modo de funcionamento da sociedade e o nosso quotidiano. QUEM SOMOS A AICEP, em Dezembro de 1998, passou a ser União Restrita da UPU para o Espaço Lusófono, uma das 17 Uniões Restritas da UPU. É neste contexto de profundas mutações do e no sector das comunicações que a AICEP tem vivido e ao qual se tem adaptado: Ontem uma Associação de Operadores (incumbentes); Hoje uma Associação de Operadores, com Reguladores e Indústria; Amanhã uma Associação abrangente das Comunicações Lusófonas. A AICEP sempre assumiu um papel de vanguarda. A AICEP foi a 1.ª Associação Empresarial dos Países de Língua Oficial Portuguesa. É a única Associação mundial que congrega Correios, Telecomunicações, Reguladores e Indústria. Agora terá que ser, cada vez mais, o parceiro natural das Comunicações Lusófonas. 010 AICEP QUEM SOMOS

7 Há vinte anos no momento da sua constituição a AICEP foi visionária quando congregou os seus Membros não por critérios geográficos, mas sim pela proximidade da língua e das culturas. Há vinte anos no momento da sua constituição a AICEP foi visionária quando integrou no seu seio os Operadores de Comunicações, independentemente de serem postais ou de telecomunicações, demonstrando uma clara visão de convergência e complementaridade entre as duas vertentes do sector. Foi também visionária quando congregou os seus Membros não por critérios geográficos, mas sim pela proximidade da língua e das culturas. No actual estádio de desenvolvimento das comunicações, a rela ção entre Operadores e Reguladores das Comunicações é cada vez mais forte, complexa e interactiva. Assim, a AICEP deverá rea fir mar o seu posicionamento virado ao futuro e deverá encarar os Operadores e os Reguladores como órgãos distintos mas complementares, de um mesmo corpo que são as Comunicações. Permanecendo visionária, a AICEP deverá pois manter e liderar a actual convergência dos sectores no espaço lusófono. VISÃO A AICEP é: A Associação das Comunicações da Lusofonia; O Espaço de Convergência dos Parceiros do Sector das Comunicações. MISSÃO Operação Institucional Responsabilidade Social Regulação PILARES DE BASE Em articulação entre Operadores e Reguladores. Operação Acções com vista à melhoria da Operação dos membros AICEP, nomeadamente, nas áreas da rede, gestão, organização, quali da de de serviço e respectivos meios tecnológicos de suporte, numa perspectiva de divulgação de boas práticas, de convergência e complementariedade inter-sectorial. Regulação Acções com vista à informação, à reflexão e ao conhecimento dos aspectos regulatórios, nomeadamente: definições de obrigações dos Operadores, de igualdade de acesso, de regime de licencia mento e de padrões de qualidade numa perspectiva de divulgação de boas práticas e tendo em conta uma visão integrada inserida em contextos sócio-económicos específicos. PILARES TRANSVERSAIS Numa visão integrada e de futuro do sector das Comunicações. Institucional Acções baseadas nas relações institucionais e de parceria com as entidades e organismos das Comunicações e da Lusofonia com vista a ser o Parceiro das Comunicações Lusófonas e a ter um papel mais relevante no debate de ideias gerador e promotor de consensos, bem como na construção final das decisões. Assim, promove e apoia o Desenvolvimento Sustentável das Comunicações da Lusofonia, através de: Partilha de informação e reflexão; Acções de formação; Projectos de desenvolvimento; Promoção e participação em projectos de interesse comum; Divulgação de iniciativas e de melhores práticas. ESTRATÉGIA A estratégia alicerça-se em 4 pilares comple men tares e inter-activos: Pilares de base: Operação; Regulação. Pilares transversais: Institucional; Responsabilidade Social. Responsabilidade Social Acções orientadas para 3 vertentes significativas de responsa bilidade social, nomeadamente para com: a Sociedade, dado o carácter estruturante do sector para o de sen volvimento socioeconómico sustentado dos Países; os Colaboradores, pelo facto de os Membros da AICEP serem, em cada País, grandes empregadores; o Ambiente, em virtude dos impactos do sector a nível do eco-sistema. PRINCÍPIOS DE BOA GOVERNAÇÃO A Associação orientar-se-á, permanentemente, na sua gestão e acção quotidiana por uma Optimização dos Recursos e por uma Melhoria da Comunicação Externa. Optimização dos recursos Os recursos de que a Associação dispõe para a sua acção (humanos e financeiros) são objecto permanente de uma racionalização e boa gestão, não só, por serem escassos, mas também por forma, a concederem um retorno acrescido às contribuições, quer dos Membros quer de outros financiadores. A optimização dos recursos é um imperativo da gestão quotidiana da Associação. VISÃO, MISSÃO E ESTRATÉGIA Melhoria da comunicação externa A AICEP e o universo em que se insere, constituído pelos seus Membros (Operadores, Reguladores, Indústria), pelas Entidades com quem se articula estreitamente (CPLP, UPU, UIT e outros Organismos das Comunicações e não só), desenvolve inúmeras acções, iniciativas e eventos. Importa criar agora, através de uma procura criativa e inovadora, novos suportes de informação para, de forma mais profunda, alargada e regular, divulgar e partilhar as iniciativas próprias e as de terceiros. Assim se desenvolverá uma coesão mais forte entre os seus Membros, incrementando simultaneamente a notoriedade da Associação. Melhorar, Inovar e Alargar a Comunicação é um desígnio de toda a Associação e dos seus Membros. 12 AICEP VISÃO, MISSÃO E ESTRATÉGIA

8 ÓRGÃOS SOCIAIS Os órgãos da Associação são a Assembleia Geral, a Direcção e o Conselho Fiscal. Foram eleitos, para um mandato de três anos, na Assembleia Geral realizada no Funchal, em 27 de Abril de A Assembleia Geral, órgão máximo da Associação, é constituída por todos os membros efectivos que se encontrem no exercício dos seus direitos e é dirigida por uma mesa, composta por um Presidente, um Vice-Presidente e um Secretário. Presidente Vice-Presidente Secretário Manuel Frexes TV Cabo Moçambique Humberto Bettencourt Santos CVT Cabo Verde Telecom Alberto Mello Mattos ECT Correios do Brasil A Direcção é constituída por um Presidente e quatro Vogais, sendo dois dos vogais Vice-Presidentes representantes dos sectores de Correios e de Telecomunicações. Presidente Vice-Presidente Telecomunicações Vice-Presidente Correios Vogal Vogal Carlos Silva João Avelino Manuel Atelano Fonseca Joaquim Carvalho Ana Isabel Sequeiros CTT Correios de Portugal AT Angola Telecom CCV Correios de Cabo Verde TDM Telecomunicações de Moçambique PT Portugal Telecom O Conselho Fiscal é constituído por um Presidente e dois Vogais, sendo um dos membros revisor oficial de contas. Direcção e Secretário-Geral Outubro 2009 Presidência Vogal Vogal ROC Wilson Ten Jua Francisco Esperança Vitor Vergamota CST Companhia Santomense Telecomunicações ENCTA Correios de Angola SROC Oliveira e Vergamota SECRETÁRIO-GERAL E EQUIPA Secretário-Geral Colaboradores Rui Marques Área Administrativa/Secretariado Lucília Iria e Maria Alexandra Pinto Área de Contabilidade Luis Portinha Área de Comunicação Joana Sintra ÓRGÃOS SOCIAIS E EQUIPA Conselho Fiscal Outubro AICEP ÓRGÃOS SOCIAIS

9 OPERADORES DE CORREIOS Correios de Cabo Verde, S.A.R.L. Correios da Guiné-Bissau Correios de Macau Correios de Moçambique, E.P. Correios de Timor Leste CTL CTT Correios de Portugal, S.A. Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos ECT Empresa de Correios de São Tomé Empresa Nacional de Correios e Telégrafos de Angola Correios de Angola E.P OPERADORES DE TELECOMUNICAÇÕES Angola Telecom, EP CST Companhia Santomense de Telecomunicações GT Companhia de Telecomunicações da Guiné-Bissau, S.A.R.L. CV Móvel CV Telecom, S.A. Guinétel Rede Móvel mcel Moçambique Celular Movicel Portugal Telecom, SGPS TDM Telecomunicações de Moçambique S.A.R.L. Timor Telecom TVcabo Moçambique TV Cabo Angola UNITEL VIVO 5 ÓRGÃOS REGULADORES DE COMUNICAÇÕES ANACOM Autoridade Nacional de Comunicações (de Portugal) AGER Autoridade Geral de Regulação ICGB Instituto das Comunicações da Guiné-Bissau INACOM Instituto Angolano das Comunicações INCM Instituto Nacional das Comunicações de Moçambique 4 MEMBROS DA INDÚSTRIA Alcatel Lucent ANAUMOSE Sistemas Intergráficos Atena T ATENA Serviços de Telecomunicações, SA Ericsson LISTA DE MEMBROS 16 AICEP LISTA DE MEMBROS

10 A AICEP DEVE REAFIR MAR O SEU POSICIONAMENTO VIRADO AO FUTURO E ENCARAR OS OPERADORES E OS REGULADORES COMO ÓRGÃOS DISTINTOS MAS COMPLEMENTARES DO MESMO CORPO QUE SÃO AS COMUNICAÇÕES FALTA NOME Afonso Viola Atena T ATENA Serviços de Telecomunicações, SA 2. Amilcar Safeca UNITEL 3. António Beato Teixeira Alcatel Lucent 4. António Mendes Empresa de Correios de São Tomé 5. António Pires Correia Cabo Verde Telecom 6. António Serra ANAUMOSE Sistemas Intergráficos 7. Atelano Fonseca Correios de Cabo Verde, S.A.R.L. 8. Burgo Seidi Correios da Guiné-Bissau 9. Carlos Brito Movicel 10. Carlos Henrique Custódio Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos ECT 11. Carlos Nuno Leite CV Móvel 12. Derby, Way Meng Lau Correios de Macau 13. Domingos Pedro António INACOM Instituto Angolano das Comunicações 14. Estanislau Mata Costa CTT Correios de Portugal, S.A. 15. Francisco Esperança Empresa Nacional de Correios e Telégrafos de Angola Correios de Angola E.P. 16. Henrique Granadeiro Portugal Telecom, SGPS 17. Humberto Bettencourt Santos Cabo Verde Telecom 18. Isidoro Rodrigues Companhia de Telecomunicações da Guiné-Bissau, S.A.R.L. 19. Isidoro Silva INCM Instituto Nacional das Comunicações de Moçambique 20. João Avelino Manuel Angola Telecom, EP e TV Cabo Angola 21. João Frederico Barros Guinétel Rede Móvel 22. Joaquim Carvalho TDM Telecomunicações de Moçambique S.A.R.L. TVcabo Moçambique 23. Jose Amado da Silva ANACOM Autoridade Nacional de Comunicações (Portugal) 24. José Jardim Companhia Santomense de Telecomunicações 25. Luís Rêgo Correios de Moçambique, E.P. 26. Mamudo Ibraimo TDM Telecomunicações de Moçambique S.A.R.L. 27. Manuel Capitão Amaro Timor Telecom 28. Mussa Djassi ICGB Instituto das Comunicações da Guiné-Bissau 29. Orlando Fernandes Autoridade Geral de Regulação 30. Paulo Varela TVcabo Moçambique TV Cabo Angola 31. Pedro Queirós Ericsson 32. Roberto Lima VIVO 33. Rui Fraga Correios de Timor Leste CTL 34. Salvador Adriano mcel Moçambique Celular 35. Zeinal Bava Portugal Telecom, SGPS 18 AICEP LISTA DE MEMBROS

11 A percepção do peso dos membros da AICEP como parceiros naturais das comunicações torna-se mais real quando traduzida em números. Estes demonstram a força de sermos solidários e a dimensão do quanto valemos quando estamos juntos. O MUNDO AICEP REPRESENTA EM 5 CONTINENTES O UNIVERSO LUSÓFONO REPRESENTA TRABALHADORES 17,5% Telecomunicações 0,5% Reguladores 10,711 MILHÕES DE KM2 COM DE RECEITA milhões de euros 82% Correios 243 milhões PORTUGAL 32% Correios DE FALANTES LUSÓFONOS MACAU 5% Correios CABO-VERDE GUINÉ-BISSAU 68% Telecomunicações milhões de euros DE INVESTIMENTO 95% Telecomunicações SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE 28% Correios BRASIL ANGOLA MOÇAMBIQUE TIMOR-LESTE AICEP EM NÚMEROS 72% Telecomunicações milhões de euros DE RESULTADOS 20 AICEP AICEP EM NÚMEROS

12 UM TEMA, UM PERFIL Eng.ºJoão Avelino Augusto Manuel Presidente do Conselho de Administração e Director Geral da Angola Telecom O Engenheiro João Avelino Augusto Manuel nasceu em Luanda em 11 de Junho de É quadro da Angola Telecom há 33 anos, onde tem exercido várias funções técnicas e de Direcção. Traçamos o perfil do seu trajecto pessoal e profissional, assim como da sua visão sobre o mundo das comunicações. Como aparece e se inicia no mundo das comunicações? Nasço para o mundo das comunicações em 1976 quando me candidato a um emprego na antiga DSCT, Direcção dos Serviços de Correios e Telecomunicações, tutelada pela Secretaria de Estado das Comunicações. No período pós 25 de Abril de 1975 com a saída de quadros para o exterior do país, o sector das telecomunicações ficou seriamente afectado, e foi necessário recrutar jovens angolanos. Sou nessa altura admitido num grupo de 4 a 5 jovens. Somos enviados para o então Centro de formação da Aeronáutica Civil, situado no CCR (Centro de Controlo Regional), no término da pista do actual Aeroporto 4 de Fevereiro. A fase inicial da minha carreira passou por uma formação intensiva em electrónica, nesse Centro, com instrutores nacionais e outros especialmente recrutados no estrangeiro. E assim começou a minha carreira... Um ano depois sou transferido para a Região Sul, com sede no Lubango, onde fiquei a chefiar o Sector de HF, designadamente o Centro OC/31, responsável pela zona sul. Teve então início a minha carreira de gestão na empresa, uma carreira que forçosamente foi sofrendo transformações ao longo do tempo. Como vê a evolução do mundo das comunicações (global)? Como sabem as comunicações são dos sectores que maior índice de crescimento tem tido nos últimos anos. Os países em vias desenvolvimento e subdesenvolvidos são precisamente onde mais se tem vindo a sentir o impacto do crescimento das telecomunicações, dada a exiguidade de infra-estruturas que tinham até então. É um facto que muito há ainda por fazer nesses territórios, alguns com dimensões semi-continentais. Acresce que, à semelhança de outros sectores, o crescimento ao nível das comunicações tem estado sujeito a vários vectores de mudança e de pressão. A pressão cada vez maior dos clientes, o avanço e a convergência tecnológica, a liberalização dos mercados, a privatização e menor envolvimento do Estado, Regulamentação, os vínculos de natureza política, etc., são entre outros, os vectores que têm animado todo o puzzle de crescimento que temos vindo a assistir no mundo das comunicações, em especial das telecomunicações. As relações entre Operadores, fabricantes e fornecedores de serviços têm vindo a sofrer alterações substanciais, fruto das modificações do mercado e da convergência tecnológica. Concorrentes de ontem, aliados de hoje, sócios de amanhã! É assim que o xadrez se tem caracterizado. E quem não se adaptar rapidamente a esta dinâmica corre sério risco de perder o negócio!!! É evidente que todo este Mercado Global implica incontornáveis oportunidades e ameaças. Mas em minha opinião o mais importante é que cada parceiro saiba diferenciar os elementos que podem potenciar a sua posição, seja ele operador, fabricante ou vendedor de serviços. O sector das telecomunicações tem por natureza tendência para ser globalizado e como sabemos, a economia mundial aponta cada vez mais para um rápido crescimento da livre circulação dos capitais, dos bens e serviços, da informação, bem como para a livre deslocação dos agentes animadores e das empresas. Por isso, as estratégias, modelos de organização e políticas de produção, têm de ser pensadas em termos globais, sem no entanto perder de vista o enquadramento e as premissas locais. 22 AICEP UM TEMA, UM PERFIL

13 TRAJECTO PESSOAL E FORMAÇÃO Licenciado em Engenharia Electrotécnica, pela Universidade Agostinho Neto. Frequência de vários cursos, dentre outros, nas áreas de : Funções Técnicas e Directivas Empresariais; Gestão da Formação; Estudos em Telecomunicações; Gestão de Projectos; Gestão Estratégica e Empresarial; Seminários para Altos Dirigentes das Telecomunicações; Finanças para não Financeiros. TRAJECTO PROFISSIONAL De Técnico de radiocomunicações e chefe Regional; De Instrutor do Centro de Formação de Telecomunicações da ex-enatel; De Setembro/81 a Março/82 Director Adjunto do Centro de Formação de Telecomunicações da ex-enatel; De Março/82 a Outubro/93 Director do Centro de Formação de Telecomunicações da ex-enatel; De Agosto/93 a Julho/96 Director dos Serviços Móveis da ex-enatel, em regime de acumulação de funções; De Janeiro/98 a Julho/2000 Director Comercial e de Marketing da Angola Telecom, em regime de acumulação de funções; De Março/93 a Agosto/2001 Director Geral Adjunto da Angola Telecom; Desde Maio/2001 Presidente do Conselho de Administração e Director Geral da Angola Telecom; De Director do Instituto Nacional de Telecomunicações, ITEL, em regime de acumulação de funções; De Junho/98 a Junho/2007 Membro do Conselho de Gerência da MULTITEL; Presidente do Conselho de Gerência da MOVICEL, desde a sua criação em Setembro/2002, até Agosto/2009, após a sua privatização; Presidente não executivo, do Conselho de Gerência da TV Cabo, desde a sua criação, em Setembro 2002; Membro não executivo, do Conselho de Administração da Movicel, desde Novembro de 2009; De Maio/02 a Maio/03 Presidente rotativo da SATA (Associação dos Operadores de Telecomunicações dos Países membros da SADC). ACTIVIDADE DOCENTE Instrutor do Centro de formação de Telecomunicações da ENATEL, em 1980 e 1982; Colaborador docente da Faculdade de Engenharia da Universidade Agostinho Neto no período ; Docente no Instituto Nacional de Telecomunicações, Como vê a evolução das comunicações em África? Provavelmente o continente Africano representa a esperança de sobrevivência e de crescimento dos grandes fornecedores de equipamentos e serviços. E porquê? Dada a dimensão dos recursos financeiros, materiais e humanos necessários para que este continente se aproxime dos indicadores de comunicações fixados pelos seus próprios Governos e pelos organismos internacionais. Assim e em minha opinião, o grande desafio reside definitivamente na criação de redes estruturantes e de acesso, para permitir que cada cidadão tenha acesso aos serviços básicos de comunicação, e contribuir desta forma para a redução do fosso digital, para a inclusão digital de cada cidadão. Mas a inclusão digital só poderá ser um facto, se todos pusermos mãos à obra e isto ao nível da instalação de infra-estruturas, da educação e formação informática, da disponibilização de energia eléctrica primária, lá onde for necessário, a preços acessíveis, etc. Mas para o alcançarmos há todo um trabalho prévio e gigantesco a realizar. Tal como acima referi, enquanto os países desenvolvidos já atingiram a maturação e uma penetração assinalável, ao nível por exemplo, das telecomunicações, África ainda constitui um mercado por descobrir e com um elevado potencial para investimentos. História e evolução da AICEP (enquanto decano e fundador da AICEP) A AICEP tem conhecido ao longo da sua existência várias fases de transformação, mas sempre preservando a sua base original. Como todos sabemos, a AICEP nasce tradicionalmente como uma Associação reservada a Operadores de Correios e Telecomunicações. Face aos desenvolvimentos que se foram verificando no mundo das comunicações, e a necessidade de uma maior interacção entre os diversos players desse universo, sentiu-se a necessidade de adequar o modelo original da AICEP, sobretudo ao nível da composição dos seus membros. Foi assim que, num movimento profundamente reflectido e diria mesmo corajoso, se decidiu pela abertura da Associação a outros membros que não apenas os Operadores de Correios e Telecomunicações. Inicialmente começámos com a entrada dos órgãos Reguladores e posteriormente, a Indústria, e os fornecedores de serviços. Mas esta reconversão da composição da Associação não foi de forma alguma pacífica. Muitos e variados foram os debates à volta desta transformação, mas por fim o bom senso reinou e resultou finalmente na estrutura actual de membros. A AICEP é, em minha opinião, uma Associação sui-generis quanto aos seus integrantes, mas é precisamente esta composição que a mantém viva e lhe confere uma dinâmica muito própria. (...) Os Fóruns e os Seminários de Alta Direcção, têm criado uma oportunidade única para trocar experiências entre os Administradores e demais executivos dos Operadores membros da Associação. A AICEP é, em minha opinião, uma Associação sui-generis quanto aos seus integrantes, mas é precisamente esta composição que a mantém viva e lhe confere uma dinâmica muito própria. Como muitos de vós sabeis a minha trajectória pessoal na AICEP também já vem de longe. Vejamos então as principais datas do meu percurso na AICEP: em 1993, Presidente do Conselho Fiscal (Cabo Verde); em 1997, Vogal da Direcção (STP); em 2000, Vice-Presidente da Direcção (Bahia); em 2003, Vice-Presidente da Direcção (Luanda); em 2006, Vice-Presidente da Direcção (Maceió) e em 2009, Vice-Presidente da Direcção (Funchal). Ao longo de todos estes anos tive o prazer e a honra de trabalhar e de privar com dezenas de pessoas que fizeram parte do mundo da AICEP. Nestas relações de trabalho tive o privilégio de lidar com políticos, reguladores, membros dos operadores de Telecomunicações, e dos Correios, prestadores de serviços, membros da indústria, o incansável staff da sede da AICEP, e tantos outros anónimos. Lembro-me com nostalgia e emoção, de todos e de cada um deles. Lamentavelmente alguns já não se encontram entre nós, pelo que aproveito para lhes render a minha mais profunda e sentida homenagem. Para não ferir susceptibilidade ao omitir involuntariamente alguém, desejo ainda e aqui expressar os meus mais sinceros agradecimentos a toda a família AICEP. Aprendi e continuo a aprender imenso com todos e cada um de vós. Importa manter a chama da AICEP acesa. Lembro aqui que todos os membros associados têm nos seus efectivos dezenas de colaboradores que já passaram pelas acções de formação da AICEP, ao longo de todos estes anos de existência da Organização. Os Fóruns e os Seminários de Alta Direcção, têm criado uma oportunidade única para trocar experiências entre os Administradores e demais executivos dos Operadores membros da Associação. 24 AICEP UM TEMA, UM PERFIL

14 BREVE HISTÓRIA DAS (TELE)COMUNICAÇÕES ANGOLANAS 1874 Autorização da ligação telegráfica com Portugal 1877 Publicado o Regulamento provisório do serviço telegráfico 1885 Instalação dos primeiros 50 telefones 1886 Inaugurado o Serviço Telegráfico Submarino entre Lisboa e Luanda 1889 Inaugurado o cabo submarino entre Luanda e o cabo da Boa Esperança, com amarração em Moçamedes (actual Namibe) e Benguela 1918 Início das comunicações radiotelegráficas 1927 Primeiro Serviço radioeléctrico entre Luanda e Lisboa 1952 Estabelecimento de circuitos radiotelgráficos entre Luanda-Kinshasa e Luanda-Brazaville 1963 Estabelecimento de ligações por feizes hertzianos em VHE, entre as principais cidades de Angola 1974 Adesão à INTELSAT- Entrada em serviço da Estação terrena do Cacuaco (Funda), para comunicações via satélite 1975 Criação da Secretaria de Estado das Comunicações 1976 Adesão de Angola à União Internacional de Telecomunicações, UIT 1979 Criação da Empresa Pública, EPTEL, concessionária para o serviço telefónico internacional 1979 Passagem da tutela das comunicações para o Ministério dos Transportes e Comunicações 1980 Separação dos Correios das Telecomunicações. Criação da ENATEL, Empresa Nacional de Telecomunicações, concessionário para o serviço telefónico doméstico 1985 Aprovação da primeira Lei das Telecomunicações 1989 Implementação do Instituto Nacional de Telecomunicações, ITEL, para a formação 1993 Fusão da ENATEL e da EPTEL - Criação da Angola Telecom 1995 Adesão à RASCOM - Organização Pan-Africana de Comunicações por Satélite 1997 Criação do Ministério dos Correios e Telecomunicações 1998 Adesão ao Cabo Submarino SAT Criação do INACOM, órgão Regulador 2001 Introdução das tecnologias de acesso sem fio 2009 Introdução das tecnologias NGN, em Angola 2008 Início da construção e instalação do cabo submarino doméstico, de fibra óptica ADONES 2009 Adesão ao Cabo Submarino WACS 2010 Passagem da tutela das telecomunicações para o Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação (...) A convergência é um fenómeno imparável e incontornável que tem vindo a alterar os modelos de gestão das empresas e a postura dos próprios consumidores, estes cada vez mais exigentes. Como encara a cada vez maior Convergência? Definitivamente a convergência é um fenómeno imparável e incontornável que tem vindo a alterar os modelos de gestão das empresas e a postura dos próprios consumidores, estes cada vez mais exigentes. As premissas políticas e as exigências do mercado estão a ditar o ritmo e a natureza da convergência. E esta cada vez maior convergência tecnológica impõe forçosamente novos desafios e novas soluções de serviços às novas lideranças. Para dar um exemplo e a nível das telecomunicações, é feita cada vez maior referência à Integração fixo-móvel. Por outro lado, o aparecimento das NGN (Next Generation Network), também resulta da convergência de várias plataformas de voz e dados, antes separadas. Estes breves exemplos ilustram claramente o quanto estamos perante novas oportunidades e novos desafios. Novas estratégias estão a ser desenvolvidas focalizadas quer na optimização do desempenho, na exploração de oportunidades de crescimento interno e externo, assim como na prevenção do chamado customer churn. Estou convicto que os resultados da convergência, até agora demonstrados, são claramente positivos, nomeadamente no que tange a optimização de recursos. As sinergias obtidas da convergência têm resultado em maiores receitas, assim como poupanças ao nível do CAPEX e OPEX. Vejo a convergência como um fenómeno absolutamente irreversível, incontornável mesmo, pois assenta fundamentalmente na pressão do mercado. Estamos definitivamente assistindo a uma mudança de paradigma que está a trazer transformações a todos os níveis, e a AICEP poderá continuar, estou certo, a ter um papel nessas transformações dado o seu focus na formação e na troca de experiências. 26 AICEP UM TEMA, UM PERFIL

15 Apesar dos constrangimentos orçamentais, o ano de 2009 foi um ano com um significativo número de actividades descentralizadas pelos diversos espaços geográficos da AICEP. Apenas não foi possível organizar os seminários Altos Dirigentes AICEP e Regulação das Comunicações. A sua realização está dependente de uma melhor situação financeira da Associação e de uma nova definição de modelo de realização. Assim, e de forma resumida, as actividades desenvolvidas pela AICEP foram as seguintes: CURSO PLANEAMENTO ESTRATÉGICO E CONTROLO DE GESTÃO Formação para os Responsáveis e Quadros das Áreas de Planeamento e de Controlo de Gestão dos Operadores de Telecomunicações Moçambicanos Membros da AICEP Dado o grande interesse demonstrado por parte das empresas participantes na 1.ª edição deste curso baseado na experiência da Cabo Verde Telecom que se constituiu um estudo de caso sobre a aplicação do Balanced Scored Card ao processo de Planeamento e Controlo das empresas de comunicações foi decidido organizar em Maputo e Luanda uma 2.ª e 3.ª edição do mesmo. O referido curso Planeamento Estratégico e Controlo de Gestão destinado aos Operadores Moçambicanos e Angolanos de Telecomunicações Membros da AICEP, realizou-se em Maputo, na semana de 2 a 6 de Março, e em Luanda, na semana de 9 a 13 de Novembro. Em Moçambique estiveram presentes 30 participantes: 15 da TDM, 14 da mcel e 1 da TV Cabo de Moçambique, todos eles ligados ao processo de planeamento e controlo de gestão. Em Angola estiveram presentes 26 participantes: 4 dos Correios; 10 da Angola Telecom; 5 da Movicel; 2 da Unitel; 2 da TV Cabo Angola; 3 do INACOM, todos eles ligados ao processo de planeamento e controlo de gestão. Os temas tratados nesta acção foram, entre outros, os seguintes: Planeamento Estratégico, Desenvolvimento das Comunicações Correios, Desenvolvimento das Comunicações Telecomunicações, BSC Balance Score Card e Casos Práticos. A monitoria esteve a cargo do Eng. José Luís Livramento e do Dr. Luís Madalena. A organização administrativa dos Cursos esteve a cargo da AICEP e do Instituto de Formação das Telecomunicações da TDM no curso de Moçambique e da Direcção de Recursos Humanos da Angola Telecom no curso de Angola. ACTIVIDADES AICEP 28 AICEP ACTIVIDADES AICEP

16 CURSO GESTÃO PARA GESTORES REGIONAIS Formação em Gestão Geral para os Gestores das Províncias, das Regiões e das Filiais dos Membros Angolanos e Moçambicanos da AICEP Realizaram-se em Luanda de 23 a 27 de Março e em Maputo de 28 de Setembro a 2 de Outubro respectivamente, a 4.ª e a 5.ª edições dos cursos de Gestão para os Gestores das Regiões, das Províncias e das Filiais. Os destinatários destas acções de formação são os Directores das estruturas descentralizadas dos Membros da AICEP em cada um dos Países. São os Responsáveis das Províncias, das Regiões e das Filiais. A organização administrativa destes cursos esteve a cargo da DRH da Angola Telecom e do Instituto de Formação das Telecomunicações da TDM. O curso é composto por 4 módulos, a saber: Módulo Desenvolvimento das Comunicações, Módulo Gestão Financeira, Módulo Gestão de Recursos Humanos, Módulo Gestão Comercial e Marketing. CURSO CICLO OPERATIVO DO CORREIO Formação para Chefias e Quadros das áreas operacionais dos Correios dos Membros da AICEP Realizou-se em Lisboa, nas instalações do Centro de Formação dos CTT, de 26 a 30 Outubro 2009, um curso destinado aos Técnicos Postais Directores e Chefias dos Operadores de Correios Membros da AICEP. A organização do curso esteve a cargo da AICEP e dos Correios de Portugal, sendo a monitoria feita por quadros destes últimos. Estiveram presentes 10 participantes dos Correios de Angola; Cabo Verde; Guiné-Bissau; Moçambique e Timor-Leste. Este curso pretende formar os participantes nas várias áreas que compõe o ciclo do correio. As matérias tratadas foram, entre outras, ciclo produtivo do correio, protecção da receita, tratamento de envios internacionais e alfândega, qualidade indicadores e formas de medição sistemas de informação e diversas visitas a Centros de Distribuição, MailTec e Corepost. Os Correios ficam assim PROJECTO BASE DE DADOS DE ENDEREÇOS POSTAIS dotados de uma ferramenta Este projecto co-financiado pela AICEP e UPU, visou dotar os 5 Correios africanos que lhes permitirá organizar do Universo AICEP de uma ferramenta simples na sua operacionalização mas a sua distribuição e serem muito eficaz e que permita organizar a base de clientes (e de potencias clientes) dos Correios em cada País. (poderem vir a ser) os responsáveis pela Esta 1.ª fase consistiu na concepção e construção de uma aplicação informática constituição, manutenção de base de dados que permitisse a constituição de uma Base de Dados dos Endereços Postais dos Clientes dos Correios, na aquisição do equipamento (computadores e gestão da base de dados e equipamentos GPS) e na formação dos técnicos que operam com o sistema. de endereços dos cidadãos em cada País. Os Correios ficam assim dotados de uma ferramenta que lhes permitirá organizar a sua distribuição e serem (poderem vir a ser) os responsáveis pela constituição, manutenção e gestão da base de dados de endereços dos cidadãos em cada País. Após esta fase o projecto prosseguirá em cada País com a continuação da identificação e respectivo carregamento dos dados (físicos e geográficos) dos endereços dos clientes e dos potenciais clientes. PROJECTO PIDEP MOÇAMBIQUE Este projecto permitiu realizar uma reflexão estratégica e elaborar um conjunto de planos de acções que possibilitaram equacionar as linhas de desenvolvimento futuro do Sector Postal Moçambicano e dos Correios de Moçambique. O PIDEP Plano Integrado de Reforma e Desenvolvimento Postal é um Plano que tem as seguintes principais características: é um plano Director, de âmbito nacional, detalhado; integra todo o processo produtivo; e é flexível, pois permite ser adaptado a cada situação considerada. Neste PIDEP para os Correios de Moçambique as várias fases do trabalho consideradas foram desenvolvidas em 4 momentos distintos: 1. Elaboração do Projecto entre a AICEP e a UPU; 2. Análise do sector postal moçambicano e do seu enquadramento legal; 3. Desenvolvimento do plano director entre a equipa moçambicana em Maputo e os consultores em Portugal e na Republica do Congo; 4. Discussão final do Plano Director com os Dirigentes dos Correios e do Órgão Regulador e apresentação e entrega do documento final a Sua Excelência o Ministro das Comunicações de Moçambique e restantes Autoridades das Comunicações. Colaboraram pelos CTT e pela UPU o Dr. Carlos Vaz e o Dr. Aubin Kimbolo dos Correios do Congo e, pela AICEP o Dr. Rui Marques. O Sector Postal Moçambicano ficou dotado de um instrumento norteador da sua actividade elaborado pelos Consultores da UPU e da AICEP e pelos Dirigentes Postais Moçambicanos. O Ministro dos Transportes e Comunicações, Eng.º Paulo Zucula, recebeu, em 26 de Fevereiro de 2009, o Plano Integral de Reforma e Desenvolvimento Postal Moçambique (PIDEP). O plano, que abrange o período de 2009 a 2012, foi entregue oficialmente ao Governo moçambicano pelo Presidente da Associação dos Operadores de Correios e Telecomunicações dos Países e Territórios de Língua Oficial Portuguesa (AICEP), Dr. Manuel Frexes. Este plano não vai ser letra morta, frisou o ministro, para realçar o cometimento do Governo moçambicano na sua implementação. 30 AICEP ACTIVIDADES AICEP

17 PRÉMIO FUNDAÇÃO PORTUGUESA DAS COMUNICAÇÕES Prémio anual a que podem concorrer os colaboradores das Empresas e Organismos Membros da AICEP Ao prémio FPC referente ao ano 2008 concorreram seis trabalhos de várias áreas de especialidade. O júri, constituído por representantes da ANACOM, AICEP, Correios de Portugal, Fundação Portuguesa das Comunicações e Portugal Telecom, atribuiu o 1.º prémio ao trabalho: Ver claramente visto pela rede telefónica da PT internet em tempo real. O premiado foi o Eng. Carlos Costa da ANACOM que recebeu o prémio durante a Sessão de Abertura do XVII Fórum AICEP, realizado no Funchal em Abril ASSEMBLEIA GERAL ANUAL 2009 Realizou-se no Funchal no dia 27 Abril 2009 a Assembleia Geral Anual Ordinária da Associação, que examinou uma ordem de trabalhos relativa à gestão corrente da Associação. Os documentos referentes às contas de 2008, ao relatório de gestão de 2008, ao plano de actividades para 2009, ao orçamento para 2009, às quotas para 2009, foram analisados, discutidos e aprovados. Os Membros Angolanos da AICEP propuseram que a AG e o Fórum em 2010 fossem realizados em Angola. Foram eleitos os novos Órgãos Sociais que vão dirigir a Associação até à AG DIRECÇÃO E CONSELHO FISCAL Em Março 2009, realizaram-se em Lisboa, na sede da AICEP, as reuniões do Conselho Fiscal (CF) e da Direcção para ultimar a Assembleia Geral (AG) e o Fórum que se realizaram no final de Abril de Em Maio realizou-se, por áudio-conferência, a 1.ª Reunião da nova Direcção eleita na AG de Abril 2009, para nomeação do novo Secretário-Geral. Em Outubro realizaram-se as reuniões da Direcção e do Conselho Fiscal, em Lisboa, na sede da AICEP, para discussão dos assuntos decorrentes da AG, nomeadamente, a discussão da proposta da estratégia a seguir pela Associação, tendo os novos elementos do CF tomado conhecimento do processo contabilístico seguido na AICEP. Assembleia-Geral anual AICEP Funchal 2009 Prémio Fundação Portuguesa das Comunicações O Presidente da Câmara do Funchal entrega o prémio ao Engº Carlos Costa da ANACOM Assembleia-Geral anual AICEP Funchal AICEP UM TEMA, UM PERFIL

18 XVII FÓRUM AICEP Nos dias 27 a 29 Abril deslocaram-se à Madeira Altos Dirigentes dos Membros da AICEP, os Órgãos Sociais da Associação, Oradores e Convidados para participarem no XVII Fórum AICEP. A comitiva teve recepções oficiais na Câmara Municipal do Funchal, na Reitoria da Universidade e na Presidência do Governo Regional por sua Ex.ª o Senhor Presidente da Região Autónoma da Madeira. No decorrer dos trabalhos do 1.º dia do Fórum, na tarde do dia 27 Abril, foi entregue o Prémio Fundação Portuguesa das Comunicações. Foi realizado, na Reitoria da Universidade da Madeira, o lançamento Mundial do livro A Herança Africana em Portugal, editado pelo Clube do Coleccionador dos Correios e apoiado pelos CTT, da autoria da Prof.ª Doutora Isabel Castro Henriques. As intervenções no XVII Fórum foram proferidas por um distinto e muito qualificado leque de oradores que a AICEP convidou e que nos honraram com a sua aceitação e presença. Foram importantes momentos de reflexão e debate que nos permitiram alargar as perspectivas sobre os temas em análise subordinados ao tema genérico do XVII Fórum Geração i-com, a geração da internet, a geração dos novos clientes e utilizadores das Comunicações. Na sessão de abertura estiveram presentes e usaram da palavra o Dr. Manuel Frexes Presidente da Direcção da AICEP, o Dr. Estanislau Mata e Costa Presidente dos CTT e Presidente do XVII Fórum AICEP e o Dr. Miguel Albuquerque Presidente da Câmara Municipal do Funchal. Na tarde do dia 27 Abril realizou-se o 1.º Painel subordinado ao tema genérico do Fórum Geração i-com. As intervenções no XVII Fórum foram proferidas por um distinto e muito qualificado leque de oradores que a AICEP convidou e que nos honraram com a sua aceitação e presença. Foram importantes momentos de reflexão e debate que nos permitiu alargar as perspectivas sobre os temas em análise subordinados ao tema genérico do XVII Fórum Geração i-com, a geração da internet, a geração dos novos clientes e utilizadores das Comunicações. O Painel, moderado pelo Dr. José Pereira Gouveia, foi constituído pelos seguintes oradores: Eng. Alcino Lavrador; Dr. Filipe Montargil; Dr. Manuel Correia de Jesus; Dr.ª Sónia Gomes da Silva. Na manhã do 2.º dia de trabalhos realizaram-se dois Painéis, um sobre Regulação das Comunicações: Simetrias e Assimetrias entre Correios e Telecomunicações, moderado pelo Dr. Carlos Silva e em que foram oradores: o Dr. Mário de Freitas da ANACOM, o Eng. Carlos Oliveira do INACOM e o Eng. Isidoro Silva do INCM, e outro, moderado pelo Dr. Joaquim Carvalho, sobre Indústria das Comunicações: que respostas para os futuros clientes, os da geração i-com, em que foram oradores a Eng.ª Paula Teixeira da Ericsson, o Eng. José Carlos Ferreira da Atena T e o Eng. António Neto da Alcatel-Lucent. Na tarde do dia 28 Abril realizaram-se dois painéis, um sobre Correios e outro sobre Telecomunicações, em que foram intervenientes, respectivamente, o Dr. Hernâni Santos e o Eng. José Saraiva Mendes. Após as intervenções de enquadramento sobre os desafios que se colocam aos sectores postal e de telecomunicações nos aspectos relativos à organização, à capacitação de RH e às tecnologias, foram organizados debates em grupo que permitiram extrair um conjunto de conclusões que foram apresentadas e debatidas no painel realizado na manhã do 3ª dia de trabalhos. Após esta apresentação e discussão das conclusões obtidas em cada um dos painéis seguiu-se a sessão de encerramento em que usaram da palavra o Dr. Manuel Frexes na sua qualidade de Presidente da Direcção cessante e o Dr. Estanislau Mata e Costa na sua dupla qualidade de Presidente do XVII Fórum e Presidente dos CTT Correios de Portugal. Vista da Plateia no XVII Fórum AICEP Funchal 2009 XVII Fórum AICEP Intervenção de Dr. Estanislau Mata Costa Funchal AICEP ACTIVIDADES AICEP

19 JANEIRO 18 A 20 JANEIRO 30.º ANIVERSÁRIO DA UPAP PAPU - União Postal Pan-Africana MARÇO 18 A 22 MARÇO Montevideo, Uruguai CONSELHO CONSULTIVO E EXECUTIVO DA UPAEP UPAEP - União Postal das Américas, de Espanha e de Portugal ABRIL 12 A 30 ABRIL Berna, Suiça COP CONSELHO DE OPERAÇÕES POSTAIS UPU - União Postal Universal 19 ABRIL Luanda, Angola ASSEMBLEIA GERAL-ORDINÁRIA AICEP - Associação dos Operadores de Correios e Telecomunicações dos Países e Territórios de Língua Oficial Portuguesa 19 E 20 ABRIL Luanda, Angola XVIII FÓRUM AICEP CONVERGENTES E CONECTADOS AICEP - Associação dos Operadores de Correios e Telecomunicações dos Países e Territórios de Língua Oficial Portuguesa MAIO 5 A 7 MAIO Cracóvia, Polónia ASSEMBLEIA PLENÁRIA CERP - Comité Europeu de Regulamentação Postal 10 A 14 MAIO Geneva, Suiça FÓRUM CONFERÊNCIA MUNDIAL DA SOCIEDADE DE INFORMAÇÃO 2010 UIT - União Internacional de Telecomunicações 14 MAIO Shangai, R.P. China UIT-T-SEMINÁRIO SOBRE AS TIC «CONSTRUIR CIDADES DE FUTURO» UIT - União Internacional de Telecomunicações 24 MAIO A 4 JUNHO Hyderabad, Índia WTDC 10 CONFERÊNCIA MUNDIAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO DAS TELECOMUNICAÇÕES UIT - União Internacional de Telecomunicações JUNHO 21 A 25 JUNHO Nairobi, Quénia GRUPO DE ESTUDO 12 GRUPO REGIONAL PARA A ÁFRICA UIT - União Internacional de Telecomunicações 21 A 25 JUNHO Nairobi, Quénia GRUPO DE ESTUDO 5 GRUPO REGIONAL PARA A ÁFRICA UIT - União Internacional de Telecomunicações 23 A 30 JUNHO Bali, Indonésia CONSELHO EXECUTIVO APPU - União Postal Ásia e Pacífico SETEMBRO 7 A 9 SETEMBRO Lisboa, Portugal 12.ª CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE A INTERACÇÃO ENTRE OS HOMENS E OS COMPUTADORES (MÓVEL HC ) ANACOM - Autoridade Nacional de Comunicações 21 A 23 SETEMBRO Nairobi, Quénia CONFERÊNCIA ESTRATÉGICA UPU - União Postal Universal OUTUBRO 1 A 10 OUTUBRO EXPOSIÇÃO FILATÉLICA PORTUGAL A 22 OUTUBRO Vera Cruz, México PP-10 CONFERÊNCIA PLENIPOTENCIÁRIOS UIT - União Internacional de Telecomunicações 6 A 8 OUTUBRO Copenhaga, Dinamarca POSTEXPO UPU - União Postal Universal 13 E 14 OUTUBRO Vaduz, Liechtenstein ASSEMBLEIA PLENÁRIA DA POSTEUROP POSTEUROP - Associação de Operadores Postais Públicos Europeus 25 OUTUBRO A 10 NOVEMBRO CA CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO UPU - União Postal Universal NOVEMBRO NOVEMBRO (DATA A DEFINIR) Lisboa, Portugal CONGRESSO DAS COMUNICAÇÕES APDC - Associação Portuguesa para o Desenvenvolvimento das Comunicações 29 DE NOV. A 3 DE DEZ. Genebra, Suiça REGULAMENTAÇÃO DE RÁDIO COMUNICAÇÕES UIT - União Internacional de Telecomunicações DEZEMBRO 6 E 7 DEZEMBRO Genebra, Suiça SEMINÁRIO SOBRE SEGURANÇA UIT - União Internacional de Telecomunicações DATAS 2010 A RETER 36 AICEP DATAS A RETER

20 AICEP 2009 Edição AICEP Associação dos Operadores de Correios e Telecomunicações dos Países e Territórios de Língua Oficial Portuguesa Design Folk Design Impressão Norprint Tiragem 1000 exemplares 2010

Estatutos da. Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

Estatutos da. Comunidade dos Países de Língua Portuguesa Estatutos da (com revisões de São Tomé/2001, Brasília/2002, Luanda/2005 e Bissau/2006) Artigo 1º (Denominação) A, doravante designada por CPLP, é o foro multilateral privilegiado para o aprofundamento

Leia mais

V Reunião de Ministros do Turismo da CPLP

V Reunião de Ministros do Turismo da CPLP V Reunião de Ministros do Turismo da CPLP Intervenção do Secretário Executivo da CPLP Senhor Presidente, Senhores Ministros, Senhor Secretário de Estado do Turismo, Senhores Embaixadores Senhores Representantes

Leia mais

Estatutos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

Estatutos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa Estatutos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (com revisões de São Tomé/2001, Brasília/2002, Luanda/2005, Bissau/2006 e Lisboa/2007) Artigo 1º (Denominação) A Comunidade dos Países de Língua

Leia mais

PT Compras: Central de Negociação e Compras da Portugal Telecom. 17 de Junho de 2010

PT Compras: Central de Negociação e Compras da Portugal Telecom. 17 de Junho de 2010 PT Compras: Central de Negociação e Compras da Portugal Telecom 17 de Junho de 2010 Agenda Missão e História da PT Compras Centralização da Função Compras Modelo de Compras da Portugal Telecom Um Modelo

Leia mais

Seminário Redes do Conhecimento e Conhecimento em Rede

Seminário Redes do Conhecimento e Conhecimento em Rede MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Gabinete do Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional Intervenção do Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional

Leia mais

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Participamos num processo acelerado de transformações sociais, políticas e tecnológicas que alteram radicalmente o contexto e as

Leia mais

Inscrições e pedido de informações: acege@acege.pt ou 217 941 323

Inscrições e pedido de informações: acege@acege.pt ou 217 941 323 Portugal tem futuro! Liderar com responsabilidade Introdução: A ACEGE em parceria com a CIP e o IAPMEI está a desenvolver o programa Liderar com Responsabilidade, que quer potenciar a acção dos líderes

Leia mais

SESSÃO DE ENCERRAMENTO DO VENTURE CAPITAL IT 2006

SESSÃO DE ENCERRAMENTO DO VENTURE CAPITAL IT 2006 SESSÃO DE ENCERRAMENTO DO VENTURE CAPITAL IT 2006 Jaime Andrez Presidente do CD do IAPMEI 10 de Maio de 2006 Minhas Senhoras e meus Senhores, 1. Em nome do Senhor Secretário de Estado Adjunto, da Indústria

Leia mais

2º CONGRESSO DAS EMPRESAS E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS. Lisboa, 9 e 10 de julho de 2015. Sessão de Abertura. António Saraiva, Presidente da CIP

2º CONGRESSO DAS EMPRESAS E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS. Lisboa, 9 e 10 de julho de 2015. Sessão de Abertura. António Saraiva, Presidente da CIP 2º CONGRESSO DAS EMPRESAS E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS Lisboa, 9 e 10 de julho de 2015 Sessão de Abertura António Saraiva, Presidente da CIP Bom Dia, Senhoras e Senhores Embaixadores, Senhores Representantes

Leia mais

Intervenção do Secretário Executivo da. Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) Embaixador Murade Murargy

Intervenção do Secretário Executivo da. Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) Embaixador Murade Murargy Conferência 1º Fórum União de Exportadores CPLP CPLP: Comunidade de povos abrangente auto-sustentável Lisboa, 26 e 27 de junho de 2015 Sessão de Encerramento 27 de junho de 2015 Intervenção do Secretário

Leia mais

ESTATUTO DA ASSEMBLEIA PARLAMENTAR DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA

ESTATUTO DA ASSEMBLEIA PARLAMENTAR DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA ESTATUTO DA ASSEMBLEIA PARLAMENTAR DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Nós, representantes democraticamente eleitos dos Parlamentos de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné- Bissau, Moçambique, Portugal,

Leia mais

1º FÓRUM UNIÃO DE EXPORTADORES CPLP 26 E 27 DE JUNHO DE 2015 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA. JUNTOS IREMOS LONGE www.uecplp.org

1º FÓRUM UNIÃO DE EXPORTADORES CPLP 26 E 27 DE JUNHO DE 2015 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA. JUNTOS IREMOS LONGE www.uecplp.org 1º FÓRUM UNIÃO DE EXPORTADORES CPLP 26 E 27 DE JUNHO DE 2015 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA JUNTOS IREMOS LONGE www.uecplp.org CONCEITO Realização do 1º Fórum União de Exportadores CPLP (UE-CPLP) que integra:

Leia mais

E F P D E G PALOP Eduardo Cruz

E F P D E G PALOP Eduardo Cruz E F P D E G PALOP Eduardo Cruz Formedia edcruz@formedia.pt 312 Experiências de formação presencial e à distância de empresários e gestores nos PALOP Desde 2001, a Formedia Instituto Europeu de Formação

Leia mais

DECLARAÇÃO EMPRESARIAL DE LUANDA

DECLARAÇÃO EMPRESARIAL DE LUANDA DECLARAÇÃO EMPRESARIAL DE LUANDA Por iniciativa da Confederação Empresarial da CPLP e das associações empresariais dos PALOP, realizou-se em Luanda, República de Angola, a 17 de Julho de 2014, o Fórum

Leia mais

Diagnóstico de Competências para a Exportação

Diagnóstico de Competências para a Exportação Diagnóstico de Competências para a Exportação em Pequenas e Médias Empresas (PME) Guia de Utilização DIRECÇÃO DE ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL Departamento de Promoção de Competências Empresariais Índice ENQUADRAMENTO...

Leia mais

ESTATUTOS LISTA DOS MEMBROS FUNDADORES ASSOCIAÇÃO DE SUPERVISORES DE SEGUROS LUSÓFONOS (ASEL)

ESTATUTOS LISTA DOS MEMBROS FUNDADORES ASSOCIAÇÃO DE SUPERVISORES DE SEGUROS LUSÓFONOS (ASEL) ESTATUTOS E LISTA DOS MEMBROS FUNDADORES DA (ASEL) ESTATUTOS Artigo 1º Denominação, Objectivos, Sede e Duração 1. A associação adopta a denominação de ASSOCIAÇÃO DE SUPERVISORES DE SEGUROS LUSÓFONOS (ASEL),

Leia mais

MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS. Coerência das Políticas: O Desafio do Desenvolvimento. Sessão Pública ABERTURA

MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS. Coerência das Políticas: O Desafio do Desenvolvimento. Sessão Pública ABERTURA MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS Coerência das Políticas: O Desafio do Desenvolvimento Sessão Pública 19.01.2011 Assembleia da República ABERTURA Senhor Presidente da Comissão dos Negócios Estrangeiros

Leia mais

PIONEIROS POR CABO DA TV. Foi na Madeira que. em Portugal. Hoje. vemos a ZON por dentro p. 16 e 17. nasceu a TV por cabo

PIONEIROS POR CABO DA TV. Foi na Madeira que. em Portugal. Hoje. vemos a ZON por dentro p. 16 e 17. nasceu a TV por cabo PIONEIROS DA TV POR CABO Foi na Madeira que nasceu a TV por cabo em Portugal. Hoje vemos a ZON por dentro p. 16 e 17 Pioneiros na distribuição de TV por cabo em Portugal A ZON Madeira tem quadros Jovens

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE. Rev.: 02. Data: 05-07-2013. Mod.41/00. pág. 1

MANUAL DA QUALIDADE. Rev.: 02. Data: 05-07-2013. Mod.41/00. pág. 1 MANUAL DA QUALIDADE Rev.: 02 Data: 05-07-2013 pág. 1 Designação Social: Dupliconta Sociedade de Contabilidade, Consultadoria e Gestão Lda. Morada: Caminho do Pilar, Conjunto Habitacional do Pilar, Lote

Leia mais

INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS?

INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS? INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS? HOTEL TIVOLI LISBOA, 18 de Maio de 2005 1 Exmos Senhores ( ) Antes de mais nada gostaria

Leia mais

PACTO SOCIAL DO MONTE DESENVOLVIMENTO ALENTEJO CENTRAL, A.C.E. CAPTULO PRIMEIRO DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO PRIMEIRO. (Denominação)

PACTO SOCIAL DO MONTE DESENVOLVIMENTO ALENTEJO CENTRAL, A.C.E. CAPTULO PRIMEIRO DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO PRIMEIRO. (Denominação) PACTO SOCIAL DO MONTE DESENVOLVIMENTO ALENTEJO CENTRAL, A.C.E. CAPTULO PRIMEIRO DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO PRIMEIRO (Denominação) O Agrupamento adopta a denominação de Monte - Desenvolvimento Alentejo Central,

Leia mais

OCPLP Organização Cooperativista dos Povos de Língua Portuguesa. Proposta de Plano de Atividades e Orçamento 2014-2015

OCPLP Organização Cooperativista dos Povos de Língua Portuguesa. Proposta de Plano de Atividades e Orçamento 2014-2015 Proposta de Plano de Atividades e Orçamento 2014-2015 1 Índice: I Enquadramento II Eixos de Intervenção Estratégica III Proposta de Orçamento IV Candidaturas a Programas de Apoio 2 I Enquadramento Estratégico

Leia mais

PROGRAMA. 1 julho (3ª feira) 30 junho (2ª feira)

PROGRAMA. 1 julho (3ª feira) 30 junho (2ª feira) PROGRAMA 30 junho (2ª feira) 9h00 9h30 12h15 12h30 15h00 18h00 20h00 Sessão de Abertura João Caboz Santana (Presidente da Direção da AICEP) Membro do Governo da República de Angola (a confirmar) Contributo

Leia mais

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Eng. Mário Lino por ocasião da Cerimónia de Abertura do Diálogo Estratégico sobre as Tecnologias da Informação e

Leia mais

Revisor Oficial de Contas, desde 1990.

Revisor Oficial de Contas, desde 1990. 1. Dados pessoais Nome: Vitor Manuel Batista de Almeida Data de nascimento: 14 de Julho de 1956 Naturalidade: Lisboa Residência: Calçada das Lages, Lote 3, Nº 61-A, 14º C 1900-291 Lisboa Telefone casa:

Leia mais

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO::

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO:: ::ENQUADRAMENTO:: :: ENQUADRAMENTO :: O actual ambiente de negócios caracteriza-se por rápidas mudanças que envolvem a esfera politica, económica, social e cultural das sociedades. A capacidade de se adaptar

Leia mais

-AUDITORIA- PROTECÇÃO DE DADOS PESSOAIS. A sua protecção, com os melhores especialistas.

-AUDITORIA- PROTECÇÃO DE DADOS PESSOAIS. A sua protecção, com os melhores especialistas. -AUDITORIA- PROTECÇÃO DE DADOS PESSOAIS A sua protecção, com os melhores especialistas. Porquê a auditoria ao tratamento de dados pessoais? A regulamentação do tratamento de dados pessoais é uma área complexa

Leia mais

Discurso do Governador do Banco de Cabo Verde, Doutor João Serra, na Conferência Internacional Novas Abordagens da Regulação e da Supervisão na

Discurso do Governador do Banco de Cabo Verde, Doutor João Serra, na Conferência Internacional Novas Abordagens da Regulação e da Supervisão na Discurso do Governador do Banco de Cabo Verde, Doutor João Serra, na Conferência Internacional Novas Abordagens da Regulação e da Supervisão na Mitigação de Riscos, no Salão de Banquetes da Assembleia

Leia mais

CONCURSOS INTERNACIONAIS COMO OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO Skyna Hotel 22 de Junho de 2015

CONCURSOS INTERNACIONAIS COMO OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO Skyna Hotel 22 de Junho de 2015 LUANDA PROGRAMA AVANÇADO PARA DECISORES CONCURSOS INTERNACIONAIS COMO OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO Skyna Hotel 22 de Junho de 2015 2.ª EDIÇÃO Inscrições e mais informações em: www.ambienteonline.pt/luanda-concursos-internacionais-2015

Leia mais

A Presidência de Timor-Leste da CPLP: uma Visão para o Futuro. Centro de Convenções de Díli

A Presidência de Timor-Leste da CPLP: uma Visão para o Futuro. Centro de Convenções de Díli ALOCUÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO MINISTRO DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE, KAY RALA XANANA GUSMÃO, POR OCASIÃO DO SEMINÁRIO GLOBALIZAÇÃO ECONÓMICA CA E OPORTUNIDADES DE INVESTIMENTO:

Leia mais

O ensino e a cooperação na investigação para o turismo entre os países lusófonos: uma reflexão

O ensino e a cooperação na investigação para o turismo entre os países lusófonos: uma reflexão O ensino e a cooperação na investigação para o turismo entre os países lusófonos: uma reflexão Alexandre Panosso Netto Escola de Artes, Ciências e Humanidades Universidade de São Paulo Fábia Trentin Departamento

Leia mais

Fundo Mundial para o Ambiente

Fundo Mundial para o Ambiente Check upon delivery Só a versão proferida faz fé Fundo Mundial para o Ambiente Comunicação Apresentada por Monique Barbut, directora geral e presidente Fundo Mundial do Ambiente Em visita à Guiné-Bissau

Leia mais

DA COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO DO MERCADO DAS MULTILATERAIS FINANCEIRAS

DA COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO DO MERCADO DAS MULTILATERAIS FINANCEIRAS PROJECTO DE ACTA DA 1ª REUNIÃO DA COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO DO MERCADO DAS MULTILATERAIS FINANCEIRAS Aos sete dias do mês de Abril de dois mil e dez, realizou-se nas instalações da AICEP Agência para

Leia mais

Seminário de Empreendedorismo nos Países de. Língua Oficial Portuguesa

Seminário de Empreendedorismo nos Países de. Língua Oficial Portuguesa Seminário de Empreendedorismo nos Países de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e Brasil Empreendedorismo Língua Oficial Portuguesa Dia 22 de Novembro de 2011

Leia mais

Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais

Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais conteúdos: Programa de formação avançada centrado nas competências e necessidades dos profissionais. PÁGINA 2 Cinco motivos para prefirir a INOVE RH como o seu parceiro, numa ligação baseada na igualdade

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau)

Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau) Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau) Plano de Acção para a Cooperação Económica e Comercial (2007-2009) 2ª Conferência Ministerial, 2006

Leia mais

Formação em Gestão de Fundos de Investimento Imobiliário 2009. 28 e 29 de Outubro Hotel Trópico, Luanda

Formação em Gestão de Fundos de Investimento Imobiliário 2009. 28 e 29 de Outubro Hotel Trópico, Luanda Formação em Gestão de Fundos de Investimento Imobiliário 2009 28 e 29 de Outubro Hotel Trópico, Luanda Formação em Gestão de Fundos Imobiliários A formação em Gestão de Fundos de Investimento Imobiliário

Leia mais

DE DOCUMENTO ELABORADO PELO GRUPO DE TRABALHO REUNIDO EM SANTA CRUZ DE LA SIERRA, BOLÍVIA, ENTRE OS DIAS 3 E 5 DE MAIO DE

DE DOCUMENTO ELABORADO PELO GRUPO DE TRABALHO REUNIDO EM SANTA CRUZ DE LA SIERRA, BOLÍVIA, ENTRE OS DIAS 3 E 5 DE MAIO DE A REDE on-line (PROJECTO DE DOCUMENTO ELABORADO PELO GRUPO DE TRABALHO REUNIDO EM SANTA CRUZ DE LA SIERRA, BOLÍVIA, ENTRE OS DIAS 3 E 5 DE MAIO DE 2006) SUMÁRIO: I. INTRODUÇÃO; II. OBJECTIVOS DA REDE on-line

Leia mais

CPLP VII REUNIÃO DE MINISTROS DA EDUCAÇÃO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Luanda, 30 de Março de 2012 DECLARAÇÃO FINAL

CPLP VII REUNIÃO DE MINISTROS DA EDUCAÇÃO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Luanda, 30 de Março de 2012 DECLARAÇÃO FINAL CPLP VII REUNIÃO DE MINISTROS DA EDUCAÇÃO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Luanda, 30 de Março de 2012 DECLARAÇÃO FINAL Os Ministros da Educação, ou os seus representantes, de Angola, Brasil,

Leia mais

Rio de Janeiro, 5 de Dezembro de 2003

Rio de Janeiro, 5 de Dezembro de 2003 Intervenção de Sua Excelência a Ministra da Ciência e do Ensino Superior, na II Reunião Ministerial da Ciência e Tecnologia da CPLP Comunidade dos Países de Língua Portuguesa Rio de Janeiro, 5 de Dezembro

Leia mais

Os Empresários, as Empresas e a Inclusão Social. João Oliveira Rendeiro Presidente da Associação EIS Empresários pela Inclusão Social

Os Empresários, as Empresas e a Inclusão Social. João Oliveira Rendeiro Presidente da Associação EIS Empresários pela Inclusão Social Os Empresários, as Empresas e a Inclusão Social João Oliveira Rendeiro Presidente da Associação EIS Empresários pela Inclusão Social Conferência "Compromisso Cívico para a Inclusão" Santarém, 14 de Abril

Leia mais

Excelências Senhoras e Senhores,

Excelências Senhoras e Senhores, Excelência Sr. Blaise Campaoré - Presidente do Burkina Faso, Excelência Sr. Jean Ping, Presidente da Comissão da União Africana, Sr. Soumaila Cissé Presidente da Comissão Económica dos Estados da África

Leia mais

Palestra: A CPLP E A EDUCAÇÃO. (Escola Stuart Carvalhais - 7 de Março de 2007)

Palestra: A CPLP E A EDUCAÇÃO. (Escola Stuart Carvalhais - 7 de Março de 2007) Palestra: A CPLP E A EDUCAÇÃO (Escola Stuart Carvalhais - 7 de Março de 2007) Excelentíssimos membros do Conselho Directivo, excelentíssimos professores, caríssimos alunos, É com enorme satisfação que

Leia mais

APGC. Associação Portuguesa de Gestão Cultural. Pacto Social

APGC. Associação Portuguesa de Gestão Cultural. Pacto Social APGC Associação Portuguesa de Gestão Cultural Pacto Social Constituída por escritura pública a 09 de Novembro de 2001 Capítulo I Denominação, Natureza, Sede, Objecto, Missão e Objectivos Artigo 1.º - Denominação

Leia mais

MISSÃO EMPRESARIAL AO MÉXICO 19-27 Fev. 2016

MISSÃO EMPRESARIAL AO MÉXICO 19-27 Fev. 2016 PROJECTO CONJUNTO DE INTERNACIONALIZAÇÃO MÉXICO 2015-2016 MISSÃO EMPRESARIAL AO MÉXICO 19-27 Fev. 2016 INSCRIÇÕES ATÉ 15 DE JANEIRO 2016 Promotor: Co-financiamento: Monitorização: Foto: Miguel Moreira

Leia mais

Pequenas e médias empresas:

Pequenas e médias empresas: Pequenas e médias empresas: Promovendo ligações empresariais efectivas entre as grandes e as pequenas e médias empresas para o desenvolvimento de Moçambique Comunicação de Sua Excelência Armando Emílio

Leia mais

REDE DE INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO EM SAÚDE DA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA EM IST, VIH E SIDA (RIDES IST - SIDA CPLP)

REDE DE INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO EM SAÚDE DA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA EM IST, VIH E SIDA (RIDES IST - SIDA CPLP) REDE DE INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO EM SAÚDE DA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA EM IST, VIH E SIDA (RIDES IST - SIDA CPLP) 1 REDE DE INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO EM SAÚDE DA COMUNIDADE DE

Leia mais

A sustentabilidade da economia requer em grande medida, a criação duma. capacidade própria de produção e fornecimento de bens e equipamentos,

A sustentabilidade da economia requer em grande medida, a criação duma. capacidade própria de produção e fornecimento de bens e equipamentos, REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE -------- MINISTÉRIO DA ENERGIA GABINETE DO MINISTRO INTERVENÇÃO DE S.EXA SALVADOR NAMBURETE, MINISTRO DA ENERGIA, POR OCASIÃO DA INAUGURAÇÃO DA FÁBRICA DE CONTADORES DA ELECTRO-SUL

Leia mais

curso de especialização em gestão

curso de especialização em gestão F OR M A Ç Ã O A V A N Ç A D A curso de especialização em gestão FORMAÇÃO ESPECÍFICA PARA MEMBROS DA ORDEM DOS ENGENHEIROS Enquadramento O CEGE/ISEG é um centro de investigação e projectos do ISEG Instituto

Leia mais

11 Forum Panafricano sobre Modernização dos Serviços Públicos e Instituições do Estado

11 Forum Panafricano sobre Modernização dos Serviços Públicos e Instituições do Estado Reino de Marrocos Ministério da Função Pública e Modernização da Administração Centro Africano de Formação e Resquisa em Administração para o Desenvolvimento Fundação para o Reforço de Capacidades em Africa

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO F O R M A Ç Ã O A V A N Ç A D A CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO FORMAÇÃO ESPECÍFICA PARA MEMBROS DA ORDEM DOS ENGENHEIROS ENQUADRAMENTO O CEGE/ISEG é um centro de investigação e projectos do ISEG Instituto

Leia mais

MLM Master in Law and Management

MLM Master in Law and Management MLM Master in Law and Management diploma CONJUNTO novaforum.pt MLM Master in Law and Management Os participantes que completem com aproveitamento a componente lectiva do Programa receberão um Diploma de

Leia mais

DECLARAÇÃO DE LISBOA

DECLARAÇÃO DE LISBOA DECLARAÇÃO DE LISBOA A 2 de junho de 2014, em Lisboa, Portugal, por iniciativa da Confederação Empresarial da CPLP (CE-CPLP), em parceria com a CPLP, o Millennium BCP e a SOFID Sociedade para o Financiamento

Leia mais

III ASSEMBLEIA PARLAMENTAR DA CPLP (AP CPLP) PARLAMENTO NACIONAL DE TIMOR-LESTE. Díli, Timor-leste. 20 a 23 de Setembro de 2011

III ASSEMBLEIA PARLAMENTAR DA CPLP (AP CPLP) PARLAMENTO NACIONAL DE TIMOR-LESTE. Díli, Timor-leste. 20 a 23 de Setembro de 2011 III ASSEMBLEIA PARLAMENTAR DA CPLP (AP CPLP) PARLAMENTO NACIONAL DE TIMOR-LESTE Díli, Timor-leste 20 a 23 de Setembro de 2011 1 Enquadramento Teve lugar, em Díli (República Democrática de Timor - Leste),

Leia mais

Brochura GrowUpServices

Brochura GrowUpServices Brochura GrowUpServices 1. O QUE FAZEMOS 1. Quem Somos 03-12-2015 3 1. Quem Somos A GROWUPSERVICES é uma marca da GROWUPIDEAS e que actua na área da consultoria de negócios. Entre os seus sócios acumulam-se

Leia mais

Decreto-Lei n.º 164/2007 de 3 de Maio

Decreto-Lei n.º 164/2007 de 3 de Maio Decreto-Lei n.º 164/2007 de 3 de Maio No quadro das orientações definidas pelo Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado (PRACE) e dos objectivos do Programa do Governo no tocante à

Leia mais

A Importância dos Recursos Humanos (Gestão de

A Importância dos Recursos Humanos (Gestão de A Importância dos Recursos Humanos (Gestão de Pessoas) na Gestão Empresarial Marketing Interno Licenciatura de Comunicação Empresarial 3º Ano Docente: Dr. Jorge Remondes / Discente: Ana Teresa Cardoso

Leia mais

VISABEIRA GLOBAL > Telecomunicações Energia Tecnologia Construção. VISABEIRA INDÚSTRIA > Cerâmica e Cristal Cozinhas Recursos Naturais

VISABEIRA GLOBAL > Telecomunicações Energia Tecnologia Construção. VISABEIRA INDÚSTRIA > Cerâmica e Cristal Cozinhas Recursos Naturais 1 VISABEIRA GLOBAL > Telecomunicações Energia Tecnologia Construção VISABEIRA INDÚSTRIA > Cerâmica e Cristal Cozinhas Recursos Naturais VISABEIRA TURISMO > Hotelaria Entretenimento & Lazer Restauração

Leia mais

MINISTÉRIO DO AMBIENTE

MINISTÉRIO DO AMBIENTE REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DO AMBIENTE O Ministério do Ambiente tem o prazer de convidar V. Exa. para o Seminário sobre Novos Hábitos Sustentáveis, inserido na Semana Nacional do Ambiente que terá

Leia mais

ENTRE O MINISTÉRIO DA ECONOMIA, DO PLANO E INTEGRAÇÃO REGIONAL DA GUINÉ-BISSAU

ENTRE O MINISTÉRIO DA ECONOMIA, DO PLANO E INTEGRAÇÃO REGIONAL DA GUINÉ-BISSAU PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA ECONOMIA, DO PLANO E INTEGRAÇÃO REGIONAL DA GUINÉ-BISSAU A ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA - CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA (AIP-CCI) E A A ELO - ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA

Leia mais

CRA Timor Companhia de Representação e Advocacia CRA Portugal CRA Timor CRA Timor CRA Portugal. CRA Timor CRA Timor CRA Timor

CRA Timor Companhia de Representação e Advocacia CRA Portugal CRA Timor CRA Timor CRA Portugal. CRA Timor CRA Timor CRA Timor A CRA Timor Companhia de Representação e Advocacia, escritório de advogados pioneiro na República Democrática de Timor-Leste, foi fundada em Janeiro de 2006 pelos sócios da CRA Portugal, um prestigiado

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA PLANIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO. SÍNTESE DA 15 a SESSÃO PLENÁRIA DO OBSERVATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA PLANIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO. SÍNTESE DA 15 a SESSÃO PLENÁRIA DO OBSERVATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA PLANIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO SÍNTESE DA 15 a SESSÃO PLENÁRIA DO OBSERVATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO Maputo, Abril de 2014 ÍNDICE I. INTRODUÇÃO... 3 II. TEMAS APRESENTADOS...

Leia mais

ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL DE PROGRAMAS PESCAS NO.VA/NPCA/11/25

ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL DE PROGRAMAS PESCAS NO.VA/NPCA/11/25 ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL DE PROGRAMAS PESCAS NO.VA/NPCA/11/25 A União Africana (UA), estabelecida como órgão singular continental Pan-Africano, procura assegurar a vanguarda do processo da rápida integração

Leia mais

formação financiamento

formação financiamento INTERVENÇÃO DO PRESIDENTE DA AEP - ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE PORTUGAL, JOSÉ ANTÓNIO BARROS, NA CONFERÊNCIA «EMPREENDEDORISMO UMA SOLUÇÃO PARA A CRISE», A VISÃO DO EMPREENDEDORISMO EM PORTUGAL, NO CENTRO

Leia mais

I CONFERÊNCIA ENERGIA PARA O DESENVOLVIMENTO DA CPLP. Sessão de Abertura. Lisboa, 24 de junho de 2015

I CONFERÊNCIA ENERGIA PARA O DESENVOLVIMENTO DA CPLP. Sessão de Abertura. Lisboa, 24 de junho de 2015 I CONFERÊNCIA ENERGIA PARA O DESENVOLVIMENTO DA CPLP Sessão de Abertura Lisboa, 24 de junho de 2015 Intervenção do Secretário Executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) Embaixador Murade

Leia mais

ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL PRINCIPAL DE PROGRAMAS (ANALISTA NA ÁREA DA SEGURANÇA ALIMENTAR NO.VA/NPCA/11/04

ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL PRINCIPAL DE PROGRAMAS (ANALISTA NA ÁREA DA SEGURANÇA ALIMENTAR NO.VA/NPCA/11/04 ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL PRINCIPAL DE PROGRAMAS (ANALISTA NA ÁREA DA SEGURANÇA ALIMENTAR NO.VA/NPCA/11/04 A União Africana (UA), estabelecida como órgão singular continental Pan-Africano, procura assegurar

Leia mais

Discurso de Sua Excelência o Governador do Banco de Cabo Verde, no acto de abertura do XIII Encontro de Recursos Humanos dos Bancos Centrais dos

Discurso de Sua Excelência o Governador do Banco de Cabo Verde, no acto de abertura do XIII Encontro de Recursos Humanos dos Bancos Centrais dos Discurso de Sua Excelência o Governador do Banco de Cabo Verde, no acto de abertura do XIII Encontro de Recursos Humanos dos Bancos Centrais dos Países de Língua Portuguesa 24 e 25 de Março de 2011 1 Senhor

Leia mais

Plataforma de Cooperação da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) na Área Ambiental

Plataforma de Cooperação da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) na Área Ambiental Plataforma de Cooperação da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) na Área Ambiental I. Contexto Criada em 1996, a reúne atualmente oito Estados Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique,

Leia mais

I REUNIÃO DE MINISTROS DA ENERGIA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Cascais, 23 de junho de 2015. Declaração de Cascais

I REUNIÃO DE MINISTROS DA ENERGIA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Cascais, 23 de junho de 2015. Declaração de Cascais I REUNIÃO DE MINISTROS DA ENERGIA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Cascais, 23 de junho de 2015 Declaração de Cascais Os Ministros responsáveis pela Energia da Comunidade dos Países de Língua

Leia mais

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN]

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Frederico Mendes & Associados Sociedade de Consultores Lda. Frederico Mendes & Associados é uma

Leia mais

APEX- APOIO À PROMOÇÃO DA EXPORTAÇÃO DAS PME 2012

APEX- APOIO À PROMOÇÃO DA EXPORTAÇÃO DAS PME 2012 APEX- APOIO À PROMOÇÃO DA EXPORTAÇÃO DAS PME 2012 A aposta no apoio à internacionalização tem sido um dos propósitos da AIDA que, ao longo dos anos, tem vindo a realizar diversas acções direccionadas para

Leia mais

PROJECTO DE FUSÃO. Marinha Grande, 24 de Abril de 2007

PROJECTO DE FUSÃO. Marinha Grande, 24 de Abril de 2007 Este documento, apresentado como Modelo de Projecto de Fusão, resulta de um caso (processo de fusão) real. Na conjuntura actual, em que as entidades empresariais cada vez mais encaram processos de reorganização

Leia mais

Primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde arranca em Portugal

Primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde arranca em Portugal Primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde arranca em Portugal É hoje apresentada publicamente a primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde a funcionar em Portugal.

Leia mais

Regulamento Interno da Comissão Especializada APIFARMA VET

Regulamento Interno da Comissão Especializada APIFARMA VET Regulamento Interno da Comissão Especializada APIFARMA VET De harmonia com o disposto no artº 36º. dos Estatutos da APIFARMA é elaborado o presente Regulamento interno que tem por objectivo regulamentar

Leia mais

GESTÃO PATRIMONIAL. Conheça as Alterações Legislativas da. Adopte Medidas que lhe permitirão controlar e optimizar os Activos 3ª EDIÇÃO CURSO

GESTÃO PATRIMONIAL. Conheça as Alterações Legislativas da. Adopte Medidas que lhe permitirão controlar e optimizar os Activos 3ª EDIÇÃO CURSO 3ª EDIÇÃO CURSO Conheça as Alterações Legislativas da GESTÃO PATRIMONIAL Adopte Medidas que lhe permitirão controlar e optimizar os Activos LUANDA 9 e 10 de JUNHO de 2014 Conheça e analise o regime jurídico

Leia mais

Sociedade da Informação coloca novos desafios ao consumidor

Sociedade da Informação coloca novos desafios ao consumidor Sociedade da Informação coloca novos desafios ao consumidor Lisboa, 20 de Junho Comércio electrónico, segurança dos dados pessoais, regulação e mecanismos de protecção foram alguns dos temas discutidos

Leia mais

Evaluación del Plan de Comunicación del Programa Operativo de Cooperación Territorial del Sudoeste Europeo (SUDOE) 2007 2013

Evaluación del Plan de Comunicación del Programa Operativo de Cooperación Territorial del Sudoeste Europeo (SUDOE) 2007 2013 Evaluación del Plan de Comunicación del Programa Operativo de Cooperación Territorial del Sudoeste Europeo (SUDOE) 2007 2013 UNIÓN EUROPEA 1 de junio de 2011 3. SUMÁRIO EXECUTIVO A avaliação do Plano de

Leia mais

Percepção de Portugal no mundo

Percepção de Portugal no mundo Percepção de Portugal no mundo Na sequência da questão levantada pelo Senhor Dr. Francisco Mantero na reunião do Grupo de Trabalho na Aicep, no passado dia 25 de Agosto, sobre a percepção da imagem de

Leia mais

Soluções de Financiamento para a Internacionalização

Soluções de Financiamento para a Internacionalização Soluções de Financiamento para a Internacionalização por João Real Pereira Internacionalização para Moçambique Oportunidades e Financiamento 15 de Março de 2012 Braga Sumário 1. O que é a SOFID? Estrutura

Leia mais

Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público. Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio

Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público. Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio Tendo em conta a história económica do nosso País após a independência, a propriedade pública ainda ocupa um lugar muito

Leia mais

SOUSA GALITO, Maria (2010). Entrevista ao Embaixador Miguel Costa Mkaima. CI-CPRI, E T-CPLP, º8, pp. 1-6.

SOUSA GALITO, Maria (2010). Entrevista ao Embaixador Miguel Costa Mkaima. CI-CPRI, E T-CPLP, º8, pp. 1-6. SOUSA GALITO, Maria (2010). Entrevista ao Embaixador Miguel Costa Mkaima. CI-CPRI, E T-CPLP, º8, pp. 1-6. E T-CPLP: Entrevistas sobre a CPLP CI-CPRI Entrevistado: Embaixador Miguel Costa Mkaima Entrevistador:

Leia mais

FORTALECENDO REDES DA SOCIEDADE CIVIL NO DIÁLOGO POLÍTICO INTERNACIONAL PARA UM AUMENTO DA SEGURANÇA ALIMENTAR RELATÓRIO DE VIAGEM OU MISSÃO

FORTALECENDO REDES DA SOCIEDADE CIVIL NO DIÁLOGO POLÍTICO INTERNACIONAL PARA UM AUMENTO DA SEGURANÇA ALIMENTAR RELATÓRIO DE VIAGEM OU MISSÃO FORTALECENDO REDES DA SOCIEDADE CIVIL NO DIÁLOGO POLÍTICO INTERNACIONAL PARA UM AUMENTO DA SEGURANÇA ALIMENTAR RELATÓRIO DE VIAGEM OU MISSÃO Nome: João N. Pinto Designação / Trabalho / Título: Participação

Leia mais

ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO VODAFONE PORTUGAL. CAPÍTULO I Disposições Gerais

ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO VODAFONE PORTUGAL. CAPÍTULO I Disposições Gerais ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO VODAFONE PORTUGAL CAPÍTULO I Disposições Gerais ARTIGO PRIMEIRO (Natureza) A Fundação Vodafone Portugal, adiante designada abreviadamente por Fundação, é uma instituição de direito

Leia mais

Encontro na Ordem. Reforma do Direito das Sociedades Comerciais

Encontro na Ordem. Reforma do Direito das Sociedades Comerciais Reforma do Direito das Sociedades Comerciais Encontro na Ordem Realizou-se no passado dia 15 de Março mais um Encontro na Ordem, desta vez subordinado ao tema Reforma do Direito das Sociedades Simplificação

Leia mais

12. Da discussão e dos seminários, surgiu um consenso sobre as ideias seguintes

12. Da discussão e dos seminários, surgiu um consenso sobre as ideias seguintes Conclusões «Inovação e sustentabilidade ambiental. A inovação e a tecnologia como motor do desenvolvimento sustentável e da coesão social. Uma perspectiva dos governos locais». 1. O Fórum irá estudar,

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU NOS DOMÍNIOS DO EQUIPAMENTO, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES.

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU NOS DOMÍNIOS DO EQUIPAMENTO, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Decreto n.º 28/98 de 12 de Agosto Protocolo de Cooperação entre a República Portuguesa e a República da Guiné-Bissau nos Domínios do Equipamento, Transportes e Comunicações, assinado em Bissau em 11 de

Leia mais

PAZ, FRAGILIDADE E SEGURANÇA A AGENDA PÓS-2015 E OS DESAFIOS À CPLP

PAZ, FRAGILIDADE E SEGURANÇA A AGENDA PÓS-2015 E OS DESAFIOS À CPLP PAZ, FRAGILIDADE E SEGURANÇA A AGENDA PÓS-2015 E OS DESAFIOS À CPLP 7 Maio 10 Horas NÚCLEO DE ESTUDANTES DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS ORGANIZAÇÃO: COM A PARTICIPAÇÃO: Paz, Fragilidade e Segurança A A G E

Leia mais

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 Adão Augusto, Consultor 12-02-2015 1. Contextualização. Os projectos sociais fazem parte de um sistema complexo de relações que envolvem

Leia mais

Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação

Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação Neste curso serão abordadas as melhores práticas que permitem gerir estrategicamente a informação, tendo em vista a criação de valor para

Leia mais

Minhas senhoras e meus senhores.

Minhas senhoras e meus senhores. Minhas senhoras e meus senhores. Em primeiro lugar, gostaria de transmitir a todos, em nome do Senhor Secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, a satisfação pelo convite que

Leia mais

PROPOSTA DE LEI N.º 101/IX CRIA O SISTEMA INTEGRADO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Exposição de motivos

PROPOSTA DE LEI N.º 101/IX CRIA O SISTEMA INTEGRADO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Exposição de motivos PROPOSTA DE LEI N.º 101/IX CRIA O SISTEMA INTEGRADO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Exposição de motivos Tendo em consideração que a Administração Pública tem como objectivo fundamental

Leia mais

MESA DA ASSEMBLEIA GERAL

MESA DA ASSEMBLEIA GERAL MESA DA ASSEMBLEIA GERAL Informação a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 289.º do Código das Sociedades Comerciais FRANCISCO XAVIER ZEA MANTERO é natural de Lisboa, onde nasceu em 25 de Dezembro

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES 2014

PLANO DE ACTIVIDADES 2014 PLANO DE ACTIVIDADES 2014 A - INTRODUÇÃO O ano de 2013 que agora termina, foi decisivo para a continuidade da Fundação do Desporto. O Governo, através do Sr. Ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares,

Leia mais

MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais

MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais Intervenção de SEXA o Secretário de Estado Adjunto do Ministro

Leia mais

O presente documento constitui o Regulamento da 7ª edição do Prémio Boas Práticas no Sector Público.

O presente documento constitui o Regulamento da 7ª edição do Prémio Boas Práticas no Sector Público. 7ª edição Prémio Boas Práticas no Sector Público O presente documento constitui o Regulamento da 7ª edição do Prémio Boas Práticas no Sector Público. Aconselhamos a sua leitura antes de iniciar o processo

Leia mais

ESTATUTOS REVISTOS DO INSTITUTO INTERNACIONAL DA LÍNGUA PORTUGUESA. Artigo 1.º Objecto

ESTATUTOS REVISTOS DO INSTITUTO INTERNACIONAL DA LÍNGUA PORTUGUESA. Artigo 1.º Objecto Decreto n.º 19/99 Estatutos Revistos do Instituto Internacional da Língua Portuguesa, adoptados na Praia, Cabo Verde, aos 17 de Julho de 1998, pelos Governos da República de Angola, da República Federativa

Leia mais

SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS

SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS Sistema de Incentivos às Empresas O que é? é um dos instrumentos fundamentais das políticas públicas de dinamização económica, designadamente em matéria da promoção da

Leia mais

APRENDER COM A DIVERSIDADE CURSO DE FORMAÇÃO APRENDER COM A DIVERSIDADE. Promoção da Aprendizagem Intercultural em Contextos de Educação Não Formal

APRENDER COM A DIVERSIDADE CURSO DE FORMAÇÃO APRENDER COM A DIVERSIDADE. Promoção da Aprendizagem Intercultural em Contextos de Educação Não Formal CURSO DE FORMAÇÃO APRENDER Promoção da Aprendizagem Intercultural em Contextos de Educação Não Formal 18 DE FEVEREIRO A 13 DE MARÇO DE 2008 A inducar (http://www.inducar.pt) é uma organização de direito

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais