que esta for, de alguma forma, obstáculo ao ressarcimento

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "que esta for, de alguma forma, obstáculo ao ressarcimento"

Transcrição

1 Desconsideração da personalidade jurídica 3. Desconsideração da personalidade jurídica sempre que esta for, de alguma forma, obstáculo ao ressarcimento dos consumidores O CDC foi além, consagrando, no 5º do art. 28, cláusula normativa altamente genérica, com o claro propósito de evitar que a autonomia patrimonial fosse, de algum modo, obstáculo ao ressarcimento dos consumidores. Prevê o parágrafo citado: Também poderá ser desconsiderada a pessoa jurídica sempre que sua personalidade for, de alguma forma, obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores Teoria maior e teoria menor da desconsideração No Brasil, a prática jurisprudencial criou, a propósito da desconsideração da pessoa jurídica, duas teorias diferenciadas. São elas a teoria maior (em suas vertentes subjetiva e objetiva) e a teoria menor Teoria maior Como regra geral, o ordenamento jurídico brasileiro adotou a teoria maior da desconsideração (Código Civil, art. 50; STJ, REsp , Rel. Min. Nancy Andrighi, 3 a T, DJ 10/11/09). Isso significa que, de modo geral, para ser aplicada a teoria, é preciso que haja desvio de finalidade caracterizado pelo uso abusivo fraudulento (teoria maior subjetiva). Também será aplicada a teoria se houver confusão patrimonial, isto é, se inexistir, no campo dos fatos, separação entre o patrimônio da pessoa jurídica e o dos seus sócios (teoria maior objetiva). Nesse contexto, a teoria maior da desconsideração, regra geral no sistema jurídico brasileiro, não pode ser aplicada com a mera demonstração de estar a pessoa jurídica insolvente para o cumprimento de suas obrigações. Exige-se, aqui, para além da prova da insolvência, ou a demonstração de desvio de finalidade (teoria subjetiva da desconsideração), ou a demonstração de confusão patrimonial (teoria objetiva da desconsideração) (STJ, REsp , Rel. Min. Nancy Andrighi, 3 a T, DJ 29/03/04) Teoria menor A teoria menor não exige prova da fraude ou do abuso de direito. Nem é necessária a prova da confusão patrimonial entre os bens da pessoa jurídica e física. Basta, nesse sentido, que o credor (consumidor, no caso) demonstre a inexistência de bens da pessoa jurídica, aptos a saldar a dívida. É uma teoria mais ampla, mais benéfica, certamente, ao consumidor. E foi ela a adotada pelo CDC, no art. 28, 5º. 225

2 Felipe P. Braga Netto Os contornos da teoria menor da desconsideração foram didaticamente delineados em acórdão do STJ: A teoria menor da desconsideração, acolhida em nosso ordenamento jurídico excepcionalmente no Direito do Consumidor e no Direito Ambiental, incide com a mera prova de insolvência da pessoa jurídica para o pagamento de suas obrigações, independentemente da existência de desvio de finalidade ou de confusão patrimonial. Para a teoria menor, o risco empresarial normal às atividades econômicas não pode ser suportado pelo terceiro que contratou com a pessoa jurídica, mas pelos sócios e/ou administradores desta, ainda que estes demonstrem conduta administrativa proba, isto é, mesmo que não exista qualquer prova capaz de identificar conduta culposa ou dolosa por parte dos sócios e/ou administradores da pessoa jurídica. A aplicação da teoria menor da desconsideração às relações de consumo está calcada na exegese autônoma do 5º do art. 28, do CDC, porquanto a incidência deste dispositivo não se subordina à demonstração dos requisitos previstos no caput do artigo indicado, mas apenas à prova de causar, a mera existência da pessoa jurídica, obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores (STJ, REsp , Rel. Min. Nancy Andrighi, 3 a T, DJ 29/03/04). Mais recentemente, o STJ teve a oportunidade de afirmar que no contexto das relações de consumo, em atenção ao art. 28, 5º, do CDC, os credores não negociais da pessoa jurídica podem ter acesso ao patrimônio dos sócios, mediante a aplicação da disregard doctrine, bastando a caracterização da dificuldade de reparação dos prejuízos sofridos em face da insolvência da sociedade empresária (STJ, REsp , Rel. Min. Paulo de Tarso Sanseverino, 3ª T., DJ 12/09/11). O art. 28, 5º, do CDC embora fuja do rigor conceitual da teoria da desconsideração, pelo menos dos contornos inicialmente formulados propicia, sem dúvida, uma proteção mais generosa ao consumidor, mostrando-se harmônico com o sistema de consumo. A assim chamada teoria menor da desconsideração tem, portanto, acolhida no CDC. 4. Críticas ao art. 28 do CDC Existem, na doutrina, severas críticas à dicção do art. 28 do CDC, argumentado os críticos, em essência, que tal redação é demasiadamente ampla, fugindo dos contornos corretos que definem a teoria da desconsideração da personalidade jurídica. É preciso ponderar, entretanto, que tal amplitude foi proposital, em harmonia com o desejo de resguardar, o mais amplamente possível, o consumidor, deixando para segundo plano as disputas acadêmicas. O CDC, em seu propósito de conferir uma tutela ampla ao consumidor, preferiu a tutela prática às discussões abstratas. A falência, estado de insol - vência, encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração não seriam, a rigor, casos da teoria da desconsideração da perso nalidade 226

3 Desconsideração da personalidade jurídica jurídica. Apesar dessa ponderação técnica, é algo fora de dúvida que eles estão, por opção explícita do legislador, na órbita do art. 28, e a personalidade da pessoa jurídica poderá ser afastada também nestes casos para proteger o consumidor. 5. Sociedades integrantes de grupos societários, socie Dades controladas, sociedades consorciadas e so -ciedades coligadas O CDC, nos parágrafos 2º, 3º e 4º trata da desconsideração em relação aos grupos societários e sociedades controladas ( 2º), em relação às sociedades consorciadas ( 3º) e sociedades coligadas ( 4º). Cabe repetir, aqui, a crítica acima esboçada, no sentido de que os dispositivos pouco ou nada têm com a teoria da desconsideração da pessoa jurídica. Buscam apenas, para proteger o consumidor, alargar a esfera de responsabilidade passiva por danos ao consumidor, indo de uma pessoa jurídica a outra. O 2º estabelece: As sociedades integrantes dos grupos societários e as sociedades controladas são subsidiariamente responsáveis pelas obrigações decorrentes deste Código. Decidiu, a propósito, a jurisprudência: Havendo gestão fraudulenta e pertencendo a pessoa jurídica devedora a grupo de sociedades sob o mesmo controle e com estrutura meramente formal, o que ocorre quando as diversas pessoas jurídicas do grupo exercem suas atividades sob unidade gerencial, laboral e patrimonial, é legítima a desconsideração da personalidade jurídica da devedora para que os efeitos da execução alcancem as demais sociedades do grupo e os bens do sócio majoritário. Impedir a desconsideração da personalidade jurídica nesta hipótese implicaria prestigiar a fraude à lei ou contra credores (STJ, REsp , Rel. Min. Nancy Andrighi, 3ª T., p. 24/06/02). O 3º, a seguir, prescreve: As sociedades consorciadas são solidariamente responsáveis pelas obrigações decorrentes deste Código. E o 4º completa: As sociedades coligadas só responderão por culpa. Nestas últimas sociedades coligadas inexiste poder de controle de uma sociedade sobre a outra, havendo, tão-somente, participação. Para que as coligadas respondam umas sobre atos das outras, esclarece o CDC, é preciso que se lhes prove a culpa. A rigor, não haveria ato próprio, e sim de outrem, daí porque o CDC exigiu a prova da culpa. Diga-se, a propósito, que este ao lado da responsabilidade subjetiva dos profissionais liberais, prevista no art. 14, 4º é o único caso de responsabilidade subjetiva consagrada no CDC. Julgou o STJ: Caracterizada a confusão patrimonial entre sociedades formalmente distintas, é legítima a desconsideração da personalidade jurídica da 227

4 Felipe P. Braga Netto falida para que os efeitos do decreto falencial alcancem as demais sociedades envolvidas. Impedir a desconsideração da personalidade jurídica nesta hipótese implicaria prestigiar a fraude à lei ou contra credores (STJ, RMS , Rel. Min. Nancy Andrighi, 3ª T., p. 22/09/03). A jurisprudência, no entanto, tem frisado que o credor não pode, por decisão sua, endereçar a ação contra os sócios, se não houve decisão acerca da desconsideração da personalidade jurídica. Nesse sentido: A despersonalização da pessoa jurídica é efeito da ação contra ela proposta; o credor não pode, previamente, despersonalizá-la, endereçando a ação contra os sócios (STJ, Resp , Rel. Min. Ari Pargendler, 3ª T., p. 05/08/02). 6. O juiz pode declarar a indisponibilidade dos bens na própria sentença declaratória de falência? Questão de alta significação prática indaga se é dado ao magistrado, nos autos da ação de falência, reconhecer a necessidade de aplicação da teoria da desconsideração, e fazê-lo, de ofício, nos próprios autos. Entendemos ser possível tal prática, desde que, naturalmente, seja oportunizado à parte que sofrerá seus efeitos a produção de prova, em homenagem ao contraditório. Decidiu, a propósito, o STJ: Está correta a desconsideração da personalidade jurídica da Sociedade Anônima falida quando utilizada por sócios controladores, diretores e ex-diretores para fraudar credores. Nesse caso, o juiz falimentar pode determinar medida cautelar de indisponibilidade de bens daquelas pessoas, de ofício, na própria sentença declaratória de falência, presentes os requisitos do fumus boni iuris e os do periculum in mora (STJ, Resp , Rel. Min. Nancy Andrighi, 3ª T., p. 14/03/05). 7. A aplicação da teoria significa encerramento das atividades da pessoa jurídica? Ponto pacífico, em relação à teoria da desconsideração, é que ela não importa em encerramento das atividades da pessoa jurídica. Em outras palavras, a aplicação da teoria da desconsideração não implica desconstituição do registro da pessoa jurídica. Esta continuará a sê-lo, apenas os atos fraudulentos são afastados para ensejar a execução contra os reais responsáveis pelos danos. O Ministro Ruy Rosado de Aguiar, a propósito, ponderou: Assim, estou me pondo de acordo com os que admitem a aplicação da doutrina da desconsideração, para julgar ineficaz a personificação societária sempre que for usada com abuso de direito, para fraudar a lei ou prejudicar terceiros. Ou, em outras palavras: o juiz pode decretar a suspensão episódica da eficácia do ato constitutivo da pessoa 228

5 Desconsideração da personalidade jurídica jurídica, se verificar que ela foi utilizada como instrumento para a realização de fraude ou abuso de direito (STJ, REsp , Rel. Min. Ruy Rosado de Aguiar, 4ª T., j. 21/05/96, p. DJ 26/08/96). O Ministro, muito corretamente, aludiu à suspensão episódica da eficácia do ato constitutivo. É o que realmente ocorre. 8. Aplicação da teoria da desconsideração pela administração pública É possível que a teoria da desconsideração (disregard doctrine) seja aplicada no direito administrativo. Caso a administração pública, em qualquer dos seus níveis (federal, estadual ou municipal) perceba que a pessoa jurídica está sendo usada como mecanismo de burla em suas relações com o poder público, a personalidade poderá ser afastada, para se atingir o real estado de coisas, desde que seja facultada ao administrado a defesa em processo administrativo regular. A jurisprudência já teve oportunidade de analisar a hipótese: A constituição de nova sociedade, com o mesmo objeto social, com os mes mos sócios e com o mesmo endereço, em substituição a outra declarada inidônea para licitar com a Administração Pública Estadual, com o objetivo de burlar à aplicação da sanção administrativa, constitui abuso de forma e fraude à Lei de Licitações, Lei nº 8.666/93, de modo a possibilitar a aplicação da teoria da descon sideração da personalidade jurídica para estenderem-se os efeitos da sanção admi nistrativa à nova sociedade constituída. A Administração Pública pode, em observância ao princípio da moralidade administrativa e da indisponibilidade dos interesses públicos tutelados, desconsiderar a personalidade jurídica de sociedade constituída com abuso de forma e fraude à lei, desde que facultado ao administrado o contraditório e a ampla defesa em processo administrativo regular. (STJ, ROMS 15166, Rel. Min. Castro Meira). 9. A questão da sociedade irregular ou de fato Se estivermos diante de sociedade irregular ou de fato aquela cujo procedimento de personificação não se completou não teremos necessidade de invocar o art. 28, porque nas sociedades irregulares ou de fato a responsabilidade dos sócios já existe, não sendo necessário propor, anteriormente, ação contra a socie dade. Inexiste, portanto, nesses casos, autonomia patrimonial. 10. Há necessidade de propositura de ação autônoma? Repitamos aqui o que já dissemos antes. Não é preciso que seja proposta ação específica para reconhecer a desconsideração. Isso poderá ser feito incidentalmente no próprio processo de execução. A jurisprudência não discrepa desse entendimento: A aplicação da teoria da desconsideração da personalidade jurídi ca 229

6 Felipe P. Braga Netto dispensa a propositura de ação autônoma para tal. Verificados os pressupostos de sua incidência, poderá o juiz, incidentemente no próprio processo de execução (singular ou coletiva), levantar o véu da personalidade para que o ato de expropriação atinja os bens particulares de seus sócios, de forma a impedir a concretização de fraude à lei ou contra terceiros (STJ, RMS, , Rel. Min. Nancy Andrighi, 3ª T., p. 02/08/04). Posteriormente tal orientação foi confirmada (STJ, REsp , Rel. Min. Jorge Scartezzini, 4 a T, DJ 20/11/06). Mais recentemente, apontou-se: A jurisprudência da Corte, em regra, dispensa ação autônoma para se levantar o véu da pessoa jurídica, mas somente em casos de abuso de direito cujo delineamento conceitual encontra-se no art. 187 do CC/02, desvio de finalidade ou confusão patrimonial, é que se permite tal providência. Adota-se, assim, a teoria maior acerca da desconsideração da personalidade jurídica, a qual exige a configuração objetiva de tais requisitos para sua configuração (STJ, REsp , Rel. Min. Luis Felipe Salomão, 4 a T., DJ 30/11/09). É oportuno voltar ao tema. A teoria maior da desconsideração limita seu âmbito de atuação àqueles casos em que houver abuso de direito ou fraudes. Já a teoria menor da desconsideração que tem sua base normativa no CDC, art. 28, parte final, e sobretudo em seu parágrafo quinto tem um campo de atuação mais vasto. Para que ela ocorra, bastaria que o credor demonstrasse a inexistência de bens sociais e a solvência de qualquer sócio, atribuindo-se, portanto, a este, a obrigação que era da pessoa jurídica. A teoria menor da desconsideração que o STJ afastou no caso acima defende que a mera insuficiência de bens da empresa bastaria para que os bens pessoais dos sócios fossem chamados a responder pelas dívidas da sociedade. A teoria menor não exige a prova da fraude ou do abuso de direito. 11. Desconsideração inversa A desconsideração da personalidade jurídica objetiva, justamente, evitar utilizações indevidas e abusivas da pessoa jurídica. Isso pode ocorrer por variadas e criativas formas. A doutrina e, mais recentemente, a jurisprudência alerta para a possibilidade da desconsideração inversa. Ocorreria, aqui, portanto, o esvaziamento do patrimônio pessoal do sócio, que passaria a integralizar a pessoa jurídica. A situação é mais freqüente no direito de família, em separações judiciais (o marido, digamos, para evitar partilhar integralmente os bens, passa, ardilosamente, parte considerável do que possui para a empresa que controla). Não é impossível, contudo, sua configuração em relações de consumo. Em tese, a ocorrência, embora improvável, pode se dar. Sabemos que o fornecedor de 230

7 Desconsideração da personalidade jurídica produtos ou serviços pode ser pessoa física ou jurídica. Se ele, de algum modo, para deixar de cumprir suas obrigações perante o consumidor, transfere bens do patrimônio pessoal para a sociedade (que não participou das relações de consumo), a desconsideração inversa pode ter lugar. É possível, em situações tais, atingir os bens da sociedade em razão de dívidas próprias do sócio controlador. Desde que, naturalmente, estejam configurados os requisitos da desconsideração. É nesse sentido que caminha a recente jurisprudência: A desconsideração inversa da personalidade jurídica caracteriza-se pelo afastamento da autonomia patrimonial da sociedade para, contrariamente ao que ocorre na desconsideração da personalidade propriamente dita, atingir o ente coletivo e seu patrimônio social, de modo a responsabilizar a pessoa jurídica por obrigações do sócio controlador (STJ, REsp , Rel. Min. Nancy Andrighi, 3 a T, DJ 22/06/10). O art. 28, 5º, do CDC que, como vimos, assegura que também poderá ser desconsiderada a pessoa jurídica sempre que sua personalidade for, de alguma forma, obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores, interpretado de modo teleológico, não se opõe à desconsideração inversa. 12. Questões de Concursos 01. JUIZ/24R/2007 Considerando as disposições do Código de Defesa do Consumidor, assinale a alternativa INCORRETA: a) É direito básico do consumidor a inversão do ônus da prova a seu favor, no processo civil, quando, a critério do Juiz, for verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente, segundo as regras ordinárias de experiência. b) O Juiz poderá desconsiderar a personalidade jurídica da sociedade quando, em detrimento do consumidor, houver abuso de direito, excesso de poder, infração da lei, fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social. A desconsideração também será efetivada quando houver falência, estado de insolvência, encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração. c) As sociedades integrantes dos grupos societários e as sociedades controladas são subsidiariamente responsáveis pelas obrigações decorrentes do Código de Defesa do Consumidor. d) As sociedades consorciadas e as sociedades coligadas são subsidiariamente responsáveis pelas obrigações decorrentes do Código de Defesa do Consumidor. e) Para efeitos do Código de Defesa do Consumidor, entende-se por interesses ou direitos individuais homogêneos os decorrentes de origem comum. 02. MAGISTRATURA/MT/2004 Um dos maiores avanços estabelecidos pelas normas de proteção ao consumidor foi a tipificação de situações que autorizam o juiz a desconsiderar a personalidade jurídica, por atos praticados por sociedade, em prejuízo do consumidor. Supondo que as situações apresentadas nas opções a seguir tenham 231

8 Felipe P. Braga Netto sido prejudiciais ao consumidor, o magistrado não estará, entretanto, autorizado a desconsiderar a personalidade jurídica de uma sociedade quando esta a) cobrar, inadvertidamente, tributo maior do que o devido na operação de consumo. b) agir em descumprimento do seu próprio contrato social. c) infringir uma lei. d) cometer ato ilícito. 03. MAGISTRATURA/SP/2002 Julgue o item a seguir: Poderá ser desconsiderada a pessoa jurídica quando, de alguma forma, a sua personalidade representar obstáculo ao ressarcimento de prejuízo causado aos consumidores. 04. Mpf/procurador da república/15º concurso O Código de Defesa do Consumidor, quanto ao princípio desconsideração da personalidade jurídica, a) não o adota; b) adota-o somente nos casos de inversão do ônus da prova como instrumento de defesa do consumidor; c) adota-o expressamente; d) é omisso por se tratar de princípio contido no âmbito do direito comercial. 05. Magistratura/rn/1998 Julgue se a afirmação abaixo está certa ou errada. Em matéria de proteção ao consumidor, é correto afirmar que poderá ser desconsiderada pelo juiz a personalidade jurídica da sociedade quando, ocorrendo ofensa aos direitos do consumidor, verificar-se violação dos estatutos ou contrato social. 06. OAB/MT/2004 A respeito da desconsideração da personalidade jurídica é correto afirmar que: a) não pode ser efetivada, em nenhuma hipótese, após a decretação da falência; b) tem lugar apenas nos casos de violação da lei ou dos estatutos sociais; c) pode ser desconsiderada a pessoa jurídica sempre que a personalidade for, de alguma forma, obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores; d) o abuso de direito e o excesso de poder não a autorizam. 07. OAB/GO/2005 Consoante disposições da Lei n (Código de Defesa do Consumidor), assinale a afirmativa inteiramente correta: a) As sociedades integrantes dos grupos societários e as sociedades controladas não são subsidiariamente responsáveis pelas obrigações decorrentes do Código de Defesa do Consumidor. b) Conforme disposto na Lei nº 8.078/90 (CDC), as sociedades consorciadas não são responsabilizadas pelas obrigações, de forma solidária. c) A pessoa jurídica não poderá ser desconsiderada quando sua personalidade for obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores. d) As sociedades coligadas só responderão por culpa. 08. DEF/CE Julgue se a afirmação abaixo está certa ou errada. As sociedades consorciadas somente responderão pelos danos causados aos consumidores mediante a apuração da culpa na participação do evento danoso. 232

9 Desconsideração da personalidade jurídica 09. DEF/CE Julgue se a afirmação abaixo está certa ou errada. O Código de Defesa do Consumidor adota a teoria menor da desconsideração da personalidade jurídica, bastando a demonstração da insolvência da pessoa jurídica para o pagamento de suas obrigações, independentemente da existência de desvio de finalidade ou de confusão patrimonial. 10. (MPE/ES/PROMOTOR/2010). Ao tratar da desconsideração da pessoa jurídica, o CDC estabeleceu que as sociedades integrantes dos grupos societários, as sociedades controladas e as consorciadas são solidariamente responsáveis pelas obrigações decorrentes do diploma legal já mencionado. (Cabe lembrar uma vez que o tema é recorrente em provas objetivas que as sociedades integrantes dos grupos societários e as sociedades controladas são subsidiariamente responsáveis). 11. (Defensoria Pública/AL/CESPE/2009) Caso algum consumidor ajuíze ação de reparação de danos materiais e morais contra pessoas jurídicas que integrem um grupo societário, as referidas sociedades serão solidariamente responsáveis pela reparação dos danos carreados ao consumidor. 12. (Juiz Substituto/PR/PUC/2010). Pela previsão do artigo 28 do Código de Defesa do Consumidor, o juiz poderá desconsiderar a personalidade jurídica da sociedade quando, em detrimento do consumidor, houver abuso de direito, excesso de poder, infração da lei, fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social. Sobre a desconsideração da personalidade jurídica no CDC, é correto afirmar: a) Também poderá ser desconsiderada a pessoa jurídica sempre que sua personalidade for, de alguma forma, obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores. b) As sociedades integrantes dos grupos societários e as sociedades controladas são solidariamente responsáveis pelas obrigações decorrentes do Código de Defesa do Consumidor. c) As sociedades consorciadas são subsidiariamente responsáveis pelas obrigações decorrentes do Código de Defesa do Consumidor. d) As sociedades coligadas só responderão por dolo. 13. (MAGISTRATURA/2010/MS/FCC) Nas ações judiciais que tenham por objeto controvérsia regida pelo Código de Defesa do Consumidor, a) as sociedades integrantes do mesmo grupo societário e as sociedades controladas pelo fornecedor respondem, subsidiariamente, em relação ao fornecedor. b) as sociedades consorciadas respondem solidariamente com o fornecedor, pois, de acordo com a Lei das Sociedades por Ações, o consórcio não tem personalidade jurídica e as consorciadas assumem obrigações apenas em nome próprio. c) a desconsideração da personalidade jurídica pode ser determinada pelo juiz apenas a pedido do Ministério Público. d) a desconsideração da personalidade jurídica de sociedade falida, se decretada, não poderá atingir os administradores da sociedade fornecedora. e) a desconsideração da personalidade jurídica exige, em todos os casos, a prova da ocorrência de fraude e abuso de poder de controle. 233

10 Felipe P. Braga Netto (Embora o tema não seja exatamente de consumidor, cabe esclarecer que os consórcios não têm personalidade jurídica, e as consorciadas respondem cada uma por suas obrigações, sem presunção de solidariedade, nos termos do art. 278, 1º, da Lei de Sociedade por Ações Lei nº 6.404/76. A respeito do item e, lembremos que nem todos os casos de desconsideração exigem fraude ou abuso de poder. Os casos, por exemplo, contemplados na teoria menor da desconsideração CDC, art. 28, 5º não exigem tais pressupostos). 14. MPF/PROCURADOR DA REPÚBLICA/17º CONCURSO Desconsideração da personalidade jurídica no direito brasileiro. Conceito. Previsão legal. (Tratamos do tema nos tópicos 1, 2,3, 4.) GABARITO 01. D 05. C 09. C 13. A 02. A 06. C 10. E C 07. D 11. E 04. C 08. E 12. A 13. SINÓTICO DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA - O CDC foi a primeira lei, no Brasil, a prever explicitamente a teoria da desconsideração da personalidade jurídica (CDC, art. 28). - O Código Civil, atualmente, também a prevê (CC, art. 50). - Há quem se refira à teoria menor da desconsideração (CDC, art. 28, 5º), que consistiria em aplicar a desconsideração diante da mera prova da insolvência da pessoa jurídica, ainda que ausente o abuso de direito ou a fraude. - A despersonalização é efeito da decisão judicial, o que significa que o credor não deve, previamente, por conta própria, endereçar a ação apenas contra os sócios (STJ, REsp ). - Sociedades integrantes de grupos societários e sociedades controladas respondem subsidiariamente (CDC, art. 28, 2º). - As sociedades consorciadas respondem solidariamente (CDC, art. 28, 3º). - As sociedades coligadas só respondem com culpa (CDC, art. 28, 4º). - O juiz pode declarar a indisponibilidade dos bens na própria sentença declaratória de falência (STJ, REsp ). - A aplicação da teoria da desconsideração não significa extinção da pessoa jurídica. A suspensão da personalidade é episódica (STJ, REsp ). 234

Pessoa jurídica: Constituída regularmente Sujeito de direitos e obrigações. Responsabilidade dos sócios ou acionistas: limitada ou ilimitada.

Pessoa jurídica: Constituída regularmente Sujeito de direitos e obrigações. Responsabilidade dos sócios ou acionistas: limitada ou ilimitada. Pessoa jurídica: Constituída regularmente Sujeito de direitos e obrigações. Responsabilidade dos sócios ou acionistas: limitada ou ilimitada. Obrigação: débito compromisso do devedor responsabilidade -

Leia mais

DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA

DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA FÁTIMA NANCY ANDRIGHI Ministra do Superior Tribunal de Justiça O estudo do instituto da DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA, exige a compreensão do que a

Leia mais

Questão 1. Sobre a ação de responsabilidade prevista no art. 159 da Lei das Sociedades Anônimas e sobre a Teoria da Aparência:

Questão 1. Sobre a ação de responsabilidade prevista no art. 159 da Lei das Sociedades Anônimas e sobre a Teoria da Aparência: PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS DIREITO EMPRESARIAL P á g i n a 1 Questão 1. Sobre a ação de responsabilidade prevista no art. 159 da Lei das Sociedades Anônimas e sobre a Teoria da Aparência: I. A ação

Leia mais

Configuração de grupo econômico e responsabilidade tributária. Fabiana Del Padre Tomé Doutora e professora PUC/SP

Configuração de grupo econômico e responsabilidade tributária. Fabiana Del Padre Tomé Doutora e professora PUC/SP Configuração de grupo econômico e responsabilidade tributária Fabiana Del Padre Tomé Doutora e professora PUC/SP O cenário atual Redirecionamento de execuções fiscais contra empresas do grupo econômico

Leia mais

A responsabilidade tributária na dissolução das sociedades. Cristiano Carvalho Pós-Doutor U.C. Berkeley e Livredocente

A responsabilidade tributária na dissolução das sociedades. Cristiano Carvalho Pós-Doutor U.C. Berkeley e Livredocente A responsabilidade tributária na dissolução das sociedades Cristiano Carvalho Pós-Doutor U.C. Berkeley e Livredocente USP Responsabilidade Limitada Origens na Roma antiga; Desenvolvimento na Europa medieval/renascentista

Leia mais

Questões da Prova de Direito Civil MPU - Professor Lauro Escobar

Questões da Prova de Direito Civil MPU - Professor Lauro Escobar Acerca da responsabilidade civil, julgue os itens subsecutivos. 81 Caso o paciente morra em decorrência de ter recebido tratamento médico inadequado, a teoria da perda de uma chance poderá ser utilizada

Leia mais

RESULTADOS DA TEORIA DA DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA

RESULTADOS DA TEORIA DA DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA ISBN 978-85-61091-05-7 V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 RESULTADOS DA TEORIA DA DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA Josyane Mansano 1 ; Marcos

Leia mais

TEORIA GERAL DO DIREITO EMPRESARIAL

TEORIA GERAL DO DIREITO EMPRESARIAL Direito Societário É subárea do direito empresarial que disciplina a forma de exercício coletivo de atividade econômica empresária; Importante observação sobre as questões da primeira fase da OAB: 25%

Leia mais

DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA E BAIXA DE SOCIEDADE

DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA E BAIXA DE SOCIEDADE DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA E BAIXA DE SOCIEDADE É sabido - e isso está a dispensar considerações complementares - que a pessoa jurídica tem vida distinta da dos seus sócios e administradores.

Leia mais

Responsabilidade Civil dos Administradores das Sociedades. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Responsabilidade Civil dos Administradores das Sociedades. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Responsabilidade Civil dos Administradores das Sociedades Administrador Administrador é a pessoa a quem se comete a direção ou gerência de qualquer negócio ou serviço, seja de caráter público ou privado,

Leia mais

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR » Cacildo Baptista Palhares Júnior Advogado em Araçatuba (SP) Questões comentadas de direito do consumidor da prova objetiva do concurso de 2010 para Defensor da Bahia Com referência ao CDC, julgue os

Leia mais

Responsabilidade Civil nas Atividades Empresariais. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Responsabilidade Civil nas Atividades Empresariais. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Responsabilidade Civil nas Atividades Empresariais Para Reflexão Ao indivíduo é dado agir, em sentido amplo, da forma como melhor lhe indicar o próprio discernimento, em juízo de vontade que extrapola

Leia mais

RESPONSABILIDADE PESSOAL DOS SÓCIOS ADMINISTRADORES NOS DÉBITOS TRIBUTÁRIOS QUANDO DA DISSOLUÇÃO IRREGULAR DA SOCIEDADE

RESPONSABILIDADE PESSOAL DOS SÓCIOS ADMINISTRADORES NOS DÉBITOS TRIBUTÁRIOS QUANDO DA DISSOLUÇÃO IRREGULAR DA SOCIEDADE compilações doutrinais RESPONSABILIDADE PESSOAL DOS SÓCIOS ADMINISTRADORES NOS DÉBITOS TRIBUTÁRIOS QUANDO DA DISSOLUÇÃO IRREGULAR DA SOCIEDADE Carlos Barbosa Ribeiro ADVOGADO (BRASIL) VERBOJURIDICO VERBOJURIDICO

Leia mais

Inserindo-se no tema maior objeto do presente Encontro a recuperação

Inserindo-se no tema maior objeto do presente Encontro a recuperação RECUPERAÇÃO JUDICIAL E EMPREGADOS. BREVES COMENTÁRIOS Gisela de Castro Chamoun * Inserindo-se no tema maior objeto do presente Encontro a recuperação judicial e seus reflexos nos créditos trabalhistas

Leia mais

O TORMENTOSO TEMA DA DESCONSIDERAÇÃO INVERSA DA PERSONALIDADE JURÍDICA

O TORMENTOSO TEMA DA DESCONSIDERAÇÃO INVERSA DA PERSONALIDADE JURÍDICA O TORMENTOSO TEMA DA DESCONSIDERAÇÃO INVERSA DA PERSONALIDADE JURÍDICA Gina Copola (abril de 2.013) I - A doutrina pátria tem se debruçado com afinco nos últimos anos sobre o controvertido tema relativo

Leia mais

Responsabilidade Tributária: dissolução irregular, subsidiariedade, solidariedade e substituição tributária

Responsabilidade Tributária: dissolução irregular, subsidiariedade, solidariedade e substituição tributária Responsabilidade Tributária: dissolução irregular, subsidiariedade, solidariedade e substituição tributária Pós-Doutora pela Universidade de Lisboa; Doutora pela PUC/SP; Mestre pela UFC; Professora Graduação

Leia mais

PARECER N, DE 2009. RELATOR: Senador FLEXA RIBEIRO

PARECER N, DE 2009. RELATOR: Senador FLEXA RIBEIRO PARECER N, DE 2009 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, em decisão terminativa, sobre o PLS n 260, de 2003, de autoria do Senador Arthur Virgílio, que altera art. 13 da Lei nº 8.620, de 5

Leia mais

Direito Civil Dr. Márcio André Lopes Cavalcante Juiz Federal

Direito Civil Dr. Márcio André Lopes Cavalcante Juiz Federal Direito Civil Dr. Márcio André Lopes Cavalcante Juiz Federal Escola Brasileira de Ensino Jurídico na Internet (EBEJI). Todos os direitos reservados. 1 Principais julgados do 1 o Semestre de 2013 Julgados

Leia mais

Modelo esquemático de ação direta de inconstitucionalidade genérica EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Modelo esquemático de ação direta de inconstitucionalidade genérica EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL Modelo esquemático de ação direta de inconstitucionalidade genérica EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL Legitimidade ativa (Pessoas relacionadas no art. 103 da

Leia mais

São Paulo - SP Av. Nove de Julho, 5.109 3º Andar (55 11) 3254 0050 www.porto.adv.br

São Paulo - SP Av. Nove de Julho, 5.109 3º Andar (55 11) 3254 0050 www.porto.adv.br São Paulo - SP Av. Nove de Julho, 5.109 3º Andar (55 11) 3254 0050 www.porto.adv.br 86º ENIC: 2014 Comissão de Obras Públicas - COP Lei Anticorrupção Lei nº 12.846, de 01/08/2013 PORTO ADVOGADOS www.porto.adv.br

Leia mais

Conteúdo: Pessoa Jurídica: Entes Despersonalizados; Desconsideração da Personalidade Jurídica. - PESSOA JURÍDICA -

Conteúdo: Pessoa Jurídica: Entes Despersonalizados; Desconsideração da Personalidade Jurídica. - PESSOA JURÍDICA - Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Civil (Parte Geral) / Aula 09 Professor: Rafael da Motta Conteúdo: Pessoa Jurídica: Entes Despersonalizados; Desconsideração da Personalidade Jurídica. - PESSOA

Leia mais

SOCIEDADE LIMITADA. Sociedade Limitada. I - responsável integralmente e ilimitadamente pelas dívidas assumidas em seu próprio nome

SOCIEDADE LIMITADA. Sociedade Limitada. I - responsável integralmente e ilimitadamente pelas dívidas assumidas em seu próprio nome Sociedade Limitada I - responsável integralmente e ilimitadamente pelas dívidas assumidas em seu próprio nome II a limitação refere-se aos sócios 2. Responsabilidade dos Sócios I - Decreto 3.708/19 (sociedade

Leia mais

Ampliação do Conceito de Estabelecimento e a Responsabilidade Solidária. Lei Nº 13.918 de 22 de dezembro de 2009. Setembro/2010. www.simonaggio.adv.

Ampliação do Conceito de Estabelecimento e a Responsabilidade Solidária. Lei Nº 13.918 de 22 de dezembro de 2009. Setembro/2010. www.simonaggio.adv. Ampliação do Conceito de Estabelecimento e a Responsabilidade Solidária Lei Nº 13.918 de 22 de dezembro de 2009 Setembro/2010 1 O ESTABELECIMENTO E O CÓDIGO CIVIL O estabelecimento como objeto de direito

Leia mais

7. Tópicos Especiais em Responsabilidade Civil. Tópicos Especiais em Direito Civil

7. Tópicos Especiais em Responsabilidade Civil. Tópicos Especiais em Direito Civil 7. Tópicos Especiais em Responsabilidade Civil Tópicos Especiais em Direito Civil Introdução A Responsabilidade Civil surge em face de um descumprimento obrigacional pela desobediência de uma regra estabelecida

Leia mais

Limitações na ação de consignação em pagamento. Sumário: 1 Conceito. 2 Sua disciplina legal. 3 Limites da ação em consignação em pagamento.

Limitações na ação de consignação em pagamento. Sumário: 1 Conceito. 2 Sua disciplina legal. 3 Limites da ação em consignação em pagamento. Limitações na ação de consignação em pagamento Kiyoshi Harada* Sumário: 1 Conceito. 2 Sua disciplina legal. 3 Limites da ação em consignação em pagamento. 1 Conceito O que significa consignação em pagamento?

Leia mais

União estável e a separação obrigatória de bens

União estável e a separação obrigatória de bens União estável e a separação obrigatória de bens Quando um casal desenvolve uma relação afetiva contínua e duradoura, conhecida publicamente e estabelece a vontade de constituir uma família, essa relação

Leia mais

Código de Defesa do Consumidor. Continuação aula anterior Vício e Defeito Teoria da desconsideração da pessoa jurídica

Código de Defesa do Consumidor. Continuação aula anterior Vício e Defeito Teoria da desconsideração da pessoa jurídica Código de Defesa do Consumidor Continuação aula anterior Vício e Defeito Teoria da desconsideração da pessoa jurídica EXCLUSÃO DA RESPONSABILIDADE- Art. 12,parag.3o. CDC Fornecedor prova que não colocou

Leia mais

A RESPONSABILIDADE PESSOAL DOS SÓCIOS DE RESPONSABILIDADE LIMITADA, CONTRALADORES E ADMINISTRADORES DA SOCIEDADE FALIDA

A RESPONSABILIDADE PESSOAL DOS SÓCIOS DE RESPONSABILIDADE LIMITADA, CONTRALADORES E ADMINISTRADORES DA SOCIEDADE FALIDA SÓCIOS ILIMITADAMENTE RESPONSÁVEIS (Art. 81 da LRF). A RESPONSABILIDADE PESSOAL DOS SÓCIOS DE RESPONSABILIDADE LIMITADA, CONTRALADORES E ADMINISTRADORES DA SOCIEDADE FALIDA (Art. 82 da LRF). DESCONSIDERAÇÃO

Leia mais

Responsabilidade Civil de Provedores

Responsabilidade Civil de Provedores Responsabilidade Civil de Provedores Impactos do Marco Civil da Internet (Lei Nº 12.965, de 23 abril de 2014) Fabio Ferreira Kujawski Modalidades de Provedores Provedores de backbone Entidades que transportam

Leia mais

Encontro Temático do NEATS PUC/SP sobre a Nova Lei Geral das Parcerias da Administração com as Organizações da Sociedade Civil Lei nº 13.

Encontro Temático do NEATS PUC/SP sobre a Nova Lei Geral das Parcerias da Administração com as Organizações da Sociedade Civil Lei nº 13. Encontro Temático do NEATS PUC/SP sobre a Nova Lei Geral das Parcerias da Administração com as Organizações da Sociedade Civil Lei nº 13.019/2014 Sanções administrativas LUIS EDUARDO PATRONE REGULES Advogado.

Leia mais

INFORMATIVO. num. num. pessoa jurídica seja utilizada como véu protetor de realizações fraudulentas por parte dos sócios ou administradores.

INFORMATIVO. num. num. pessoa jurídica seja utilizada como véu protetor de realizações fraudulentas por parte dos sócios ou administradores. BOLETIM INFORMATIVO EDIÇÃO N 12 09 / 2014 BOLETIM INFORMATIVO EDIÇÃO N 2 11 / 2013 INFORMATIVO num Editorial - 12ª Edição Prezado Leitor, Nesta edição do Informativo Mensal do Escritório Ribeiro da Luz

Leia mais

SOCIEDADE ENTRE CÔNJUGES

SOCIEDADE ENTRE CÔNJUGES DIREITO SOCIETÁRIO DIREITO SOCIETÁRIO Sociedade empresária/ Empresário individual Distinção entre a sociedade simples e a sociedade empresária objeto social art.982 CC/02 Duas exceções p.único do art.982

Leia mais

PROJETO DE LEI N o, DE 2012 (Do Sr. Romero Rodrigues) O Congresso Nacional decreta:

PROJETO DE LEI N o, DE 2012 (Do Sr. Romero Rodrigues) O Congresso Nacional decreta: PROJETO DE LEI N o, DE 2012 (Do Sr. Romero Rodrigues) Permite ao terceiro prejudicado intentar ação diretamente contra o segurador. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Esta Lei faculta ao terceiro prejudicado

Leia mais

Da TUTELA ANTECIPADA. Des. ANA MARIA DUARTE AMARANTE BRITO

Da TUTELA ANTECIPADA. Des. ANA MARIA DUARTE AMARANTE BRITO Da TUTELA ANTECIPADA Des. ANA MARIA DUARTE AMARANTE BRITO ANTECIPAÇÃO DE TUTELA - REQUISITOS Art. 273. O juiz poderá, a requerimento da parte, antecipar, total ou parcialmente, os efeitos da tutela pretendida

Leia mais

Classificação da pessoa jurídica quanto à estrutura interna:

Classificação da pessoa jurídica quanto à estrutura interna: Classificação da pessoa jurídica quanto à estrutura interna: São consideradas universitas personarum, quando forem uma associação de pessoas, atenderem aos fins e interesses dos sócios. (fins mutáveis)

Leia mais

ANTONIO CARLOS ANTUNES JUNIOR www.antunes.adv.br antunes@antunes.adv.br

ANTONIO CARLOS ANTUNES JUNIOR www.antunes.adv.br antunes@antunes.adv.br A DESCONSIDERAÇÃO DA PESSOA JURÍDICA POR DÍVIDAS TRABALHISTAS ANTONIO CARLOS ANTUNES JUNIOR www.antunes.adv.br antunes@antunes.adv.br Apresentação Palestrante: Antonio Carlos Antunes Junior Pós-graduado

Leia mais

RECURSOS DIREITO TRIBUTÁRIO- ALEXANDRE LUGON PROVA 2 ATRFB (ÁREA GERAL) -DIREITO TRIBUTÁRIO

RECURSOS DIREITO TRIBUTÁRIO- ALEXANDRE LUGON PROVA 2 ATRFB (ÁREA GERAL) -DIREITO TRIBUTÁRIO RECURSOS DIREITO TRIBUTÁRIO- ALEXANDRE LUGON QUESTÃO 1 1 - Responda às perguntas abaixo e em seguida assinale a opção correta. I. É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios cobrar

Leia mais

Visão panorâmica do processo falimentar. O processo de falência tem 3 fases:

Visão panorâmica do processo falimentar. O processo de falência tem 3 fases: FALÊNCIA (LEI 11.101/05) Visão panorâmica do processo falimentar O processo de falência tem 3 fases: 1. Fase pré falencial Vai da petição inicial até a sentença, já que até antes da sentença ainda não

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br O objeto social e os limite da atuação do administrador da sociedade empresarial. A teoria do ato ultra vires Amanda Alves Moreira* 1. INTRODUÇÃO As sociedades comerciais, na situação

Leia mais

Gabarito 1: Gabarito 2: Gabarito 3: Gabarito 4: 87 B 90 B 65 B 65 B PARECER

Gabarito 1: Gabarito 2: Gabarito 3: Gabarito 4: 87 B 90 B 65 B 65 B PARECER Prova Objetiva Disciplina: D6 - DIREITO EMPRESARIAL Gabarito 1: Gabarito 2: Gabarito 3: Gabarito 4: 87 B 90 B 65 B 65 B PARECER Primeiramente, ressalta-se que boa parte dos recursos interpostos pelos candidatos

Leia mais

Em nossa visão a prova de Direito Civil para Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil (ESAF AFRFB/2012) não comporta qualquer possibilidade de anulação de questões. Foi bem objetiva, sendo que todas

Leia mais

2ª ATIVIDADE: (TRABALHO MANUSCRITO): COMENTÁRIO LIVRE EM 10 LINHAS REFERENTE A UMA PESQUISA LEGISLATIVA.

2ª ATIVIDADE: (TRABALHO MANUSCRITO): COMENTÁRIO LIVRE EM 10 LINHAS REFERENTE A UMA PESQUISA LEGISLATIVA. MATRÍCULA: CURSO: SEMESTRE: UNIDADE: ENTREGA / / - PRAZO LIMITE AV1. Vide dicas MDE: Material Didático Estácio. 1ª ATIVIDADE: Pesquisar um tema referente a matéria na biblioteca e redigir um artigo nos

Leia mais

Da dissolução da sociedade e do vínculo conjugal

Da dissolução da sociedade e do vínculo conjugal Da dissolução da sociedade e do vínculo conjugal Capítulo 3 Da dissolução da sociedade e do vínculo conjugal Leia a lei: arts. 1.571 a 1.582 CC. Como se trata de uma relação de base contratual, o casamento

Leia mais

Responsabilidade Tributária. Dissolução Irregular como Infração à Lei. Prof. Marcus Lívio

Responsabilidade Tributária. Dissolução Irregular como Infração à Lei. Prof. Marcus Lívio Responsabilidade Tributária. Dissolução Irregular como Infração à Lei Prof. Marcus Lívio CTN Art. 135. São pessoalmente responsáveis pelos créditos correspondentes a obrigações tributárias resultantes

Leia mais

Responsabilidade Tributária de

Responsabilidade Tributária de Responsabilidade Tributária de Sócios e Administradores Responsabilidade Societária Responsabilidade d Tributária i Responsabilidade Previdenciária Planejamento Pessoa Jurídica (Sociedade) / Sócio / Administrador

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº DE 2011

PROJETO DE LEI Nº DE 2011 PROJETO DE LEI Nº DE 2011 Altera a Lei nº 8.137, de 27 de dezembro de 1990, a Lei 8.666, de 21 de junho de 1993 e a Lei nº 8.884, de 11 de junho de 1994. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º O art. 4º

Leia mais

Responsabilidade Civil Engenheiros e Arquitetos E&O e D&O

Responsabilidade Civil Engenheiros e Arquitetos E&O e D&O Responsabilidade Civil Engenheiros e Arquitetos E&O e D&O AsBEA Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura Encontro Regional AsBEA 2010 Nada a perder, algo a ganhar... Algo a ganhar, pouco a

Leia mais

EMPRESA INDIVIDUAL DE RESPONSABILIDADE LIMITADA

EMPRESA INDIVIDUAL DE RESPONSABILIDADE LIMITADA 174 EMPRESA INDIVIDUAL DE RESPONSABILIDADE LIMITADA KATYLENE COLLYER PIRES DE FIGUEIREDO¹ Inspirada na Palestra dos Professores Leonardo Marques e Monica Gusmão. Está em vigor desde janeiro a Lei nº 12.441,

Leia mais

CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA CÍVEIS FALIMENTARES, DE LIQUIDAÇÕES EXTRAJUDICIAIS, DAS FUNDAÇÕES E DO TERCEIRO SETOR

CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA CÍVEIS FALIMENTARES, DE LIQUIDAÇÕES EXTRAJUDICIAIS, DAS FUNDAÇÕES E DO TERCEIRO SETOR CONSULTA N.º 09/2013 OBJETO: Juízo Competente Para Deferir Pedido de Recuperação Judicial INTERESSADA: 1ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DO FORO REGIONAL DE ARAUCÁRIA/PR CONSULTA N. 09/2013: 1. Cuida-se de consulta

Leia mais

O MÉDICO COMO EMPRESÁRIO DE CONSULTÓRIOS, CLÍNICAS E HOSPITAIS

O MÉDICO COMO EMPRESÁRIO DE CONSULTÓRIOS, CLÍNICAS E HOSPITAIS O MÉDICO COMO EMPRESÁRIO DE CONSULTÓRIOS, CLÍNICAS E HOSPITAIS QUAIS SÃO SEUS RISCOS E RESPONSABILIDADES? Thaissa Taques EMPRESAS MÉDICAS Quando a sociedade vai mal o sócio também padece, e vice-versa

Leia mais

A inserção injusta causa às pessoas / consumidores danos de ordem moral e em algumas vezes patrimonial, que, reconhecida gera o direito à reparação.

A inserção injusta causa às pessoas / consumidores danos de ordem moral e em algumas vezes patrimonial, que, reconhecida gera o direito à reparação. 1.1 - Introdução Infelizmente o ajuizamento de ações de indenização por danos materiais e principalmente morais em face de empresas por inclusão indevida do nome de seus clientes em órgãos de proteção

Leia mais

DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA. Carlos Alberto de Assis Góes 1

DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA. Carlos Alberto de Assis Góes 1 DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA Carlos Alberto de Assis Góes 1 A desconsideração da personalidade jurídica, tema instigante no meio jurídico e empresarial, incentiva-nos a tentar compreender

Leia mais

DECISÃO DO STJ NO RECURSO ESPECIAL Nº 1196671 Relatora Ministra ASSUSETE MAGALHÃES Trata-se de Recurso Especial interposto por MARIA ALICE MARQUES

DECISÃO DO STJ NO RECURSO ESPECIAL Nº 1196671 Relatora Ministra ASSUSETE MAGALHÃES Trata-se de Recurso Especial interposto por MARIA ALICE MARQUES DECISÃO DO STJ NO RECURSO ESPECIAL Nº 1196671 Relatora Ministra ASSUSETE MAGALHÃES Trata-se de Recurso Especial interposto por MARIA ALICE MARQUES RIPOLL DE MACEDO e OUTROS, com fundamento no art. 105,

Leia mais

Redirecionamento da Execução Fiscal

Redirecionamento da Execução Fiscal Redirecionamento da Execução Fiscal Autora: Aline Teresinha Ludwig Juíza Federal Substituta da 1ª Vara Federal e Juizado Especial Federal Criminal e Previdenciário da Subseção Judiciária de Uruguaiana/RS

Leia mais

LEI Nº 12.846/2013 A LEI ANTICORRUPÇÃO. S e m i n á r i o r e a l i z a d o n o F e l s b e r g A d v o g a d o s e m 0 5 / 0 2 / 2 0 1 4

LEI Nº 12.846/2013 A LEI ANTICORRUPÇÃO. S e m i n á r i o r e a l i z a d o n o F e l s b e r g A d v o g a d o s e m 0 5 / 0 2 / 2 0 1 4 LEI Nº 12.846/2013 A LEI ANTICORRUPÇÃO S e m i n á r i o r e a l i z a d o n o F e l s b e r g A d v o g a d o s e m 0 5 / 0 2 / 2 0 1 4 01. Introdução E v y M a r q u e s e v y m a r q u e s @ f e l s

Leia mais

Liberty International Underwriters Specialty Casualty

Liberty International Underwriters Specialty Casualty Liberty International Underwriters Specialty Casualty RESPONSABILIDADE DE ADMINISTRADORES D&O Liberty Mutual Insurance Company (LMIC) Proprietary and Confidential Fundada no ano de 1912 em Boston, EUA

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA PROJETO DE LEI N o 5.423, DE 2009 Acrescenta dispositivo à Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, estabelecendo

Leia mais

Perícia contábil em Ação Civil Pública, relativa a ato de improbidade administrativa e enriquecimento sem causa de Servidor Público.

Perícia contábil em Ação Civil Pública, relativa a ato de improbidade administrativa e enriquecimento sem causa de Servidor Público. Perícia contábil em Ação Civil Pública, relativa a ato de improbidade administrativa e enriquecimento sem causa de Servidor Público. Prof. MSc. Wilson Alberto Zappa Hoog i Resumo: Apresentamos uma breve

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO

DIREITO ADMINISTRATIVO DIREITO ADMINISTRATIVO RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO Atualizado até 13/10/2015 RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO NOÇÕES INTRODUTÓRIAS Quando se fala em responsabilidade, quer-se dizer que alguém deverá

Leia mais

Questões comentadas e atualizadas com a jurisprudência do STF e STJ

Questões comentadas e atualizadas com a jurisprudência do STF e STJ Questões comentadas e atualizadas com a jurisprudência do STF e STJ LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 1 Essa obra, abrange todo o aspecto legal sobre Improbidade Administrativa; 2 Os profissionais

Leia mais

Decadência e Prescrição em Matéria Tributária

Decadência e Prescrição em Matéria Tributária CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO TRIBUTÁRIO Decadência e Prescrição em Matéria Tributária F A B I A N A D E L P A D R E T O M É G O I Â N I A, 1 1 / 0 4 / 2 0 1 5 CICLO DE POSITIVAÇÃO DO DIREITO CONSTITUIÇÃO

Leia mais

Algumas Considerações sobre Assistência à Saúde

Algumas Considerações sobre Assistência à Saúde 254 Algumas Considerações sobre Assistência à Saúde Luiz Eduardo de Castro Neves 1 Nos dias atuais, em que há cada vez mais interesse em bens de consumo, é, sem dúvida, nos momentos em que as pessoas se

Leia mais

A NECESSIDADE DE INSERÇÃO DA EMPRESA INDIVIDUAL DE RESPONSABILIDADE LIMITADA (SOCIEDADE UNIPESSOAL) NO ORDENAMENTO JURÍDICO BRASILEIRO

A NECESSIDADE DE INSERÇÃO DA EMPRESA INDIVIDUAL DE RESPONSABILIDADE LIMITADA (SOCIEDADE UNIPESSOAL) NO ORDENAMENTO JURÍDICO BRASILEIRO A NECESSIDADE DE INSERÇÃO DA EMPRESA INDIVIDUAL DE RESPONSABILIDADE LIMITADA (SOCIEDADE UNIPESSOAL) NO ORDENAMENTO JURÍDICO BRASILEIRO A questão da aceitação, no direito brasileiro, da empresa individual

Leia mais

CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO Rafael Carvalho Rezende Oliveira 2ª para 3ª edição

CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO Rafael Carvalho Rezende Oliveira 2ª para 3ª edição A 3ª edição do livro CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO foi atualizada com o texto do PL de novo CPC enviado pelo Congresso Nacional à sanção presidencial em 24.02.2015. Em razão da renumeração dos artigos

Leia mais

Sumário NOTA À TERCEIRA EDIÇÃO... 15 NOTA PRÉVIA... 19 PREFÁCIO... 21 APRESENTAÇÃO... 23

Sumário NOTA À TERCEIRA EDIÇÃO... 15 NOTA PRÉVIA... 19 PREFÁCIO... 21 APRESENTAÇÃO... 23 Sumário NOTA À TERCEIRA EDIÇÃO... 15 NOTA PRÉVIA... 19 PREFÁCIO... 21 APRESENTAÇÃO... 23 CAPÍTULO I... 25 1. Novos riscos, novos danos... 25 2. O Estado como responsável por danos indenizáveis... 26 3.

Leia mais

RESPONSABILIDADE CIVIL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

RESPONSABILIDADE CIVIL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA RESPONSABILIDADE CIVIL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 1 Suponha se que Maria estivesse conduzindo o seu veículo quando sofreu um acidente de trânsito causado por um ônibus da concessionária do serviço público

Leia mais

Profa. Joseane Cauduro. Unidade I DIREITO SOCIETÁRIO

Profa. Joseane Cauduro. Unidade I DIREITO SOCIETÁRIO Profa. Joseane Cauduro Unidade I DIREITO SOCIETÁRIO Introdução A unidade I aborda: empresa e empresário; formação das sociedades; tipos de sociedades. Objetivos da disciplina: apresentar aos estudantes

Leia mais

RECURSO ESPECIAL Nº 612.800 - RO (2003/0210339-4)

RECURSO ESPECIAL Nº 612.800 - RO (2003/0210339-4) RECURSO ESPECIAL Nº 612.800 - RO (2003/0210339-4) RELATOR RECORRENTE ADVOGADOS RECORRIDO ADVOGADO : MINISTRO ANTÔNIO DE PÁDUA RIBEIRO : BANCO DO BRASIL S/A : ÂNGELO AURÉLIO GONÇALVES PARIZ DONIZETI ELIAS

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br Tutela antecipada e suspensão da exigibildade do crédito tributário Eduardo Munhoz da Cunha* Sumário:1. Introdução. 2. A possibilidade de concessão de tutela antecipada contra a

Leia mais

Prova Objetiva Disciplina: Direito Civil

Prova Objetiva Disciplina: Direito Civil ALT. C GAB. 1 GAB. 2 GAB. 3 GAB. 4 QUESTÃO 68 81 16 8 Alegam os recorrentes que a questão comporta várias alternativas erradas, pois contraria dispositivo constitucional (art. 5 o., inciso XXXI) e infraconstitucional,

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL X EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL X EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Em ação de indenização, em que determinada empresa fora condenada a pagar danos materiais e morais a Tício Romano, o Juiz, na fase de cumprimento de sentença, autorizou

Leia mais

RESPONSABILIDADE CIVIL DOS ADMINISTRADORES:

RESPONSABILIDADE CIVIL DOS ADMINISTRADORES: RESPONSABILIDADE CIVIL DOS ADMINISTRADORES: E A CORPORATE GOVERNANCE MARIA DA CONCEIÇÃO CABAÇOS ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL DO MINHO 18 de Novembro de 2015 PRESSUPOSTOS DA RESPONSABILIDADE CIVIL Para que os

Leia mais

Tipos societários P A U L A F R E I R E 2 0 1 2

Tipos societários P A U L A F R E I R E 2 0 1 2 Tipos societários P A U L A F R E I R E 2 0 1 2 Espécies: empresárias ou simples Sociedade em nome coletivo; Sociedade em comandita simples; Sociedade em comandita por ações. Sociedade limitada; Sociedade

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo Registro: 2014.0000104277 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 9000088-33.2009.8.26.0562, da Comarca de Santos, em que é apelante

Leia mais

O NOVO DIVÓRCIO À LUZ DA PROBLEMÁTICA PROCESSUAL

O NOVO DIVÓRCIO À LUZ DA PROBLEMÁTICA PROCESSUAL O NOVO DIVÓRCIO À LUZ DA PROBLEMÁTICA PROCESSUAL Vinícius Paulo Mesquita 1) Notas Introdutórias Com a promulgação da E.C. 66/10, a chamada PEC do Divórcio, a doutrina pátria passou a sustentar em sua grande

Leia mais

A Responsabilidade civil objetiva no Código Civil Brasileiro: Teoria do risco criado, prevista no parágrafo único do artigo 927

A Responsabilidade civil objetiva no Código Civil Brasileiro: Teoria do risco criado, prevista no parágrafo único do artigo 927 A Responsabilidade civil objetiva no Código Civil Brasileiro: Teoria do risco criado, prevista no parágrafo único do artigo 927 Marcela Furtado Calixto 1 Resumo: O presente artigo visa discutir a teoria

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ UNIDADE VII CIÊNCIAS CONTÁBEIS TEMA: SOCIEDADE LIMITADA PROFª: PAOLA SANTOS SOCIEDADE LIMITADA

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ UNIDADE VII CIÊNCIAS CONTÁBEIS TEMA: SOCIEDADE LIMITADA PROFª: PAOLA SANTOS SOCIEDADE LIMITADA UNIDADE VII CIÊNCIAS CONTÁBEIS TEMA: SOCIEDADE LIMITADA PROFª: PAOLA SANTOS SOCIEDADE LIMITADA 1. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL A sociedade limitada é o tipo societário de maior presença na economia brasileira.

Leia mais

RESUMO. A responsabilidade da sociedade é sempre ilimitada, mas a responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas.

RESUMO. A responsabilidade da sociedade é sempre ilimitada, mas a responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas. RESUMO 1)Sociedade Limitada Continuação 1.1) Responsabilidade do sócio dentro da sociedade limitada. A responsabilidade da sociedade é sempre ilimitada, mas a responsabilidade de cada sócio é restrita

Leia mais

DA RESPONSABILIDADE CIVIL DO MÉDICO por Jackson Domenico e Ana Ribeiro - RESPONSABILIDADE CIVIL OBJETIVA E SUBJETIVA

DA RESPONSABILIDADE CIVIL DO MÉDICO por Jackson Domenico e Ana Ribeiro - RESPONSABILIDADE CIVIL OBJETIVA E SUBJETIVA DA RESPONSABILIDADE CIVIL DO MÉDICO por Jackson Domenico e Ana Ribeiro - RESPONSABILIDADE CIVIL OBJETIVA E SUBJETIVA A responsabilidade civil tem como objetivo a reparação do dano causado ao paciente que

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br A mudança do direito empresarial no direito brasileiro Elias Jacobsen Bana Com o advento do novo Código Civil em 2002, todo o sistema societário que antes existia passou a vigorar

Leia mais

PAINEL 2 Ações de Nulidade e Infrações e seu Cabimento: Estratégias no Cenário Brasileiro. Guilherme Bollorini Pereira 19 de agosto de 2013

PAINEL 2 Ações de Nulidade e Infrações e seu Cabimento: Estratégias no Cenário Brasileiro. Guilherme Bollorini Pereira 19 de agosto de 2013 PAINEL 2 Ações de Nulidade e Infrações e seu Cabimento: Estratégias no Cenário Brasileiro Guilherme Bollorini Pereira 19 de agosto de 2013 Esse pequeno ensaio tem por objetivo elaborar um estudo a respeito

Leia mais

DISSOLUÇÃO IRREGULAR DA PESSOA JURÍDICA INFRAÇÃO À LEI MEIOS DE PROVA. Paulo Ricardo de Souza Cardoso

DISSOLUÇÃO IRREGULAR DA PESSOA JURÍDICA INFRAÇÃO À LEI MEIOS DE PROVA. Paulo Ricardo de Souza Cardoso DISSOLUÇÃO IRREGULAR DA PESSOA JURÍDICA INFRAÇÃO À LEI MEIOS DE PROVA Paulo Ricardo de Souza Cardoso MATRIZ LEGAL: ü Art. 135 do CTN (Lei no 5.172/1966) ü Art. 158 da Lei das S/A (Lei no 6.404/1976) ü

Leia mais

OAB 1ª Fase Direito Civil Responsabilidade Civil Duarte Júnior

OAB 1ª Fase Direito Civil Responsabilidade Civil Duarte Júnior OAB 1ª Fase Direito Civil Responsabilidade Civil Duarte Júnior 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. RESPONSABILIDADE CIVIL É A OBRIGAÇÃO QUE INCUMBE A ALGUÉM DE

Leia mais

a) conjunto de atos administrativos tendentes ao reconhecimento de uma situação jurídica pertinente à relação entre o Fisco e o contribuinte

a) conjunto de atos administrativos tendentes ao reconhecimento de uma situação jurídica pertinente à relação entre o Fisco e o contribuinte Unidade VIII I. PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO 1. Acepções e espécies a) conjunto de atos administrativos tendentes ao reconhecimento de uma situação jurídica pertinente à relação entre o Fisco e o

Leia mais

RESPONSABILIDADE ADMINISTRATIVA, CIVIL E PENAL NA SUPERVISÃO DOS FUNDOS DE PENSÃO. Rio de Janeiro, 11 de agosto de 2015

RESPONSABILIDADE ADMINISTRATIVA, CIVIL E PENAL NA SUPERVISÃO DOS FUNDOS DE PENSÃO. Rio de Janeiro, 11 de agosto de 2015 RESPONSABILIDADE ADMINISTRATIVA, CIVIL E PENAL NA SUPERVISÃO DOS FUNDOS DE PENSÃO Rio de Janeiro, 11 de agosto de 2015 1 RESPONSABILIDADES TRIPARTITES RESPONSABILIDADE ADMINISTRATIVA RESPONSABILIDADE CIVIL

Leia mais

Desembaraço aduaneiro, fraude praticada por terceiros e pena de perdimento, análise de uma situação concreta

Desembaraço aduaneiro, fraude praticada por terceiros e pena de perdimento, análise de uma situação concreta Desembaraço aduaneiro, fraude praticada por terceiros e pena de perdimento, análise de uma situação concreta Por Tácio Lacerda Gama Doutor em Direito pela PUC/SP Um caso concreto A União Federal move ação

Leia mais

COMPENSAÇÃO NO DIREITO TRIBUTÁRIO

COMPENSAÇÃO NO DIREITO TRIBUTÁRIO COMPENSAÇÃO NO DIREITO TRIBUTÁRIO Rafael da Rocha Guazelli de Jesus * Sumário: 1. Introdução 2. O Instituto da Compensação 3. Algumas legislações que tratam da compensação 4. Restrições impostas pela Fazenda

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.236.916 - RS (2011/0031160-9) RELATORA RECORRENTE RECORRIDO INTERES. : MINISTRA NANCY ANDRIGHI : TECNOVIDRO INDÚSTRIA DE VIDROS LTDA : AIR PAULO LUZ E OUTRO(S) : LEONOR MASSOLINI

Leia mais

Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Paraná 2ª TURMA RECURSAL JUÍZO C

Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Paraná 2ª TURMA RECURSAL JUÍZO C JUIZADO ESPECIAL (PROCESSO ELETRÔNICO) Nº201070510020004/PR RELATORA : Juíza Andréia Castro Dias RECORRENTE : LAURO GOMES GARCIA RECORRIDO : UNIÃO FAZENDA NACIONAL V O T O Dispensado o relatório, nos termos

Leia mais

Curso Resultado. Jurisprudência ordenada por matérias e assuntos Processo Civil

Curso Resultado. Jurisprudência ordenada por matérias e assuntos Processo Civil Curso Resultado Jurisprudência ordenada por matérias e assuntos Processo Civil Atualizado em 18 de dezembro de 2015 Sumário Ação coletiva / civil pública Ação contra seguradora Ação de adjudicação compulsória

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO fls. 1 DECISÃO Processo nº: 0005814-34.2013.8.26.0229 Classe - Assunto Recuperação Judicial - Recuperação judicial e Falência Requerente: Mabe Brasil Eletrodomésticos Ltda Tipo Completo da Parte Nome da

Leia mais

Conflitos entre o Processo Penal E o Processo Administrativo sob O ponto de vista do médico. Dr. Eduardo Luiz Bin Conselheiro do CREMESP

Conflitos entre o Processo Penal E o Processo Administrativo sob O ponto de vista do médico. Dr. Eduardo Luiz Bin Conselheiro do CREMESP Conflitos entre o Processo Penal E o Processo Administrativo sob O ponto de vista do médico Dr. Eduardo Luiz Bin Conselheiro do CREMESP PRÁTICA MÉDICA A prática médica se baseia na relação médicopaciente,

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 437.853 - DF (2002/0068509-3) RELATOR : MINISTRO TEORI ALBINO ZAVASCKI RECORRENTE : FAZENDA NACIONAL PROCURADOR : DANIEL AZEREDO ALVARENGA E OUTROS RECORRIDO : ADVOCACIA BETTIOL S/C

Leia mais

RESOLUÇÃO EXTRAJUDICIAL DE PROMESSA DE COMPRA E VENDA IMOBILIÁRIA POR INADIMPLEMENTO ABSOLUTO DO QUESTÕES ATUAIS E OUTRAS NEM TÃO ATUAIS...

RESOLUÇÃO EXTRAJUDICIAL DE PROMESSA DE COMPRA E VENDA IMOBILIÁRIA POR INADIMPLEMENTO ABSOLUTO DO QUESTÕES ATUAIS E OUTRAS NEM TÃO ATUAIS... RESOLUÇÃO EXTRAJUDICIAL DE PROMESSA DE COMPRA E VENDA IMOBILIÁRIA POR INADIMPLEMENTO ABSOLUTO DO COMPRADOR QUESTÕES ATUAIS E OUTRAS NEM TÃO ATUAIS... Rubens Leonardo Marin SECOVI / SP 11/05/2015 O problema:

Leia mais

Brasília (DF), 25 de novembro de 2013(Data do Julgamento) RECURSO ESPECIAL Nº 1.411.293 - SP (2013/0341500-6)

Brasília (DF), 25 de novembro de 2013(Data do Julgamento) RECURSO ESPECIAL Nº 1.411.293 - SP (2013/0341500-6) RECURSO ESPECIAL Nº 1.411.293 - SP (2013/0341500-6) RELATORA RECORRENTE RECORRIDO : MINISTRA NANCY ANDRIGHI : MAGALY APARECIDA SALORNO : ANA APULA PICCHI DANCONA VIVIANE DUARTE GONÇALVES E OUTRO(S) : SUL

Leia mais

TERCEIRIZAÇÃO. Autor: Ivaldo Kuczkowski, Advogado Especialista em Direito Administrativo e Conselheiro de Tributos da Empresa AUDICONT Multisoluções.

TERCEIRIZAÇÃO. Autor: Ivaldo Kuczkowski, Advogado Especialista em Direito Administrativo e Conselheiro de Tributos da Empresa AUDICONT Multisoluções. TERCEIRIZAÇÃO Autor: Ivaldo Kuczkowski, Advogado Especialista em Direito Administrativo e Conselheiro de Tributos da Empresa AUDICONT Multisoluções. INTRODUÇÃO Para que haja uma perfeita compreensão sobre

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA ATRASO OU NÃO ENTREGA DE MATERIAL PERMANENTE

PROCEDIMENTOS PARA ATRASO OU NÃO ENTREGA DE MATERIAL PERMANENTE PROCEDIMENTOS PARA ATRASO OU NÃO ENTREGA DE MATERIAL PERMANENTE 1 - O servidor encarregado pelo recebimento deverá solicitar ao servidor lotado no Setor de Patrimônio de cada Unidade, que entre em contato

Leia mais

DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA. Fabrício Pedroso Rodrigues de Oliveira Aluno do 2º ano do Curso de Direito da UNESP (Franca-SP)

DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA. Fabrício Pedroso Rodrigues de Oliveira Aluno do 2º ano do Curso de Direito da UNESP (Franca-SP) DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA Fabrício Pedroso Rodrigues de Oliveira Aluno do 2º ano do Curso de Direito da UNESP (Franca-SP) Sumário: 1. Introdução 2. Conceitos 2.1 Pessoa Natural 2.2 Pessoa

Leia mais

Direito Processual Civil II - Turma A

Direito Processual Civil II - Turma A Direito Processual Civil II - Turma A Regência: Professor Doutor Miguel Teixeira de Sousa 4 de Junho de 2015 Duração: 2h A intentou contra B e C uma ação, na secção cível do Tribunal da comarca do Porto.

Leia mais

11/11/2010 (Direito Empresarial) Sociedades não-personificadas. Da sociedade em comum

11/11/2010 (Direito Empresarial) Sociedades não-personificadas. Da sociedade em comum 11/11/2010 (Direito Empresarial) Sociedades não-personificadas As sociedades não-personificadas são sociedades que não tem personalidade jurídica própria, classificada em: sociedade em comum e sociedade

Leia mais