Colecção PLANETA DARWIN: Planeta Vivo

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Colecção PLANETA DARWIN: Planeta Vivo"

Transcrição

1

2

3

4 Colecção PLANETA DARWIN 1. Zoologia da Viagem do Beagle I. Mamíferos fósseis e vivos 2. Zoologia da Viagem do Beagle II. Peixes, anfíbios, répteis e aves 3. A Viagem do Beagle 4. Geologia da Viagem do Beagle 5. Crustáceos Cirrípedes I. Pedunculados 6. Crustáceos Cirrípedes II. Sésseis 7. A Origem das Espécies 8. Fertilização nas Orquídeas 9. Plantas Trepadeiras 10. Variação sob Domesticação I 11. Variação sob Domesticação II 12. A Ascendência do Homem 13. A Expressão das Emoções 14. Plantas Insectívoras 15. Cruzamento e Autofertilização nas Plantas 16. Variação nas Flores 17. O Poder do Movimento nas Plantas 18. Manta Morta e Minhocas 19. A Vida de Charles Darwin 20. A Origem das Espécies Ilustrada

5 A ORIGEM DAS ESPÉCIES CHARLES DARWIN

6

7 A ORIGEM DAS ESPÉCIES ATRAVÉS DA SELECÇÃO NATURAL OU A PRESERVAÇÃO DAS RAÇAS FAVORECIDAS NA LUTA PELA SOBREVIVÊNCIA CHARLES DARWIN Tradução Ana Afonso

8 FICHA TÉCNICA Tradução: Ana Afonso Revisão: Nuno Gomes Prefácio: Jorge Vieira Capa: Nuno Gomes Impressão e maquetagem: Multiponto, S.A. Planeta Vivo Tradução da 6ª edição original e última revista por Darwin: The Origin of Species by Means of Natural Selection, or the Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life. 6 th Edition, with additions and corrections to John Murray, Albermarle Street, London, Primeira edição original: 24 de Novembro de Planeta Vivo UPTEC-PMAR Avenida da Liberdade, Leça da Palmeira, Portugal Tel Fax Web: Primeira edição: Novembro de 2009 ISBN: Depósito legal: /09 Notas: Na capa estão assinalados os tentilhões de Darwin, como ficaram conhecidos os emberizídeos por ele catalogados nas Galápagos aquando da viagem do Beagle, que constituíram um de muitos indícios na gestação da sua teoria da selecção natural, embora só muito brevemente os abordasse em A Viagem do Beagle e apenas os incluisse genericamente e sem especial relevo entre as aves daquele arquipélago em A Origem das Espécies. Na contracapa, está representada a árvore da vida, incluída no Notebook B, de , no qual dissertou sobre a transmutação das espécies, e que se tornou no embrião da sua teoria da selecção natural, muito antes da publicação da obra aqui transcrita. No texto, N. da T. são as notas da tradutora e N. do E. as do editor.

9 INTRODUÇÃO À COLECÇÃO PLANETA DARWIN Charles Darwin nasceu em 12 de Fevereiro de 1809 e publicou pela primeira vez aquela que viria a ser uma das obras mais revolucionárias da história, A Origem das Espécies, em 24 de Novembro de Por este motivo, 2009 tornou-se num ano simbólico por passarem 200 anos do seu nascimento e 150 da publicação daquela obra. A International Union of Biological Sciences (IUBS) estabeleceu 2009 como o Ano Darwin e promoveu uma série de eventos comemorativos que se multiplicaram por todo o mundo, incluindo Portugal, onde numerosas entidades homenagearam, de diversas formas, este naturalista: palestras, exposições, publicações evocativas, etc. A Planeta Vivo quis associar-se às comemorações, editando em português a obra integral de Darwin, cuja colecção apelidou de Planeta Darwin. Esta colecção é composta pelas suas 20 obras de carácter científico, uma autobiografia e uma edição especial de A Origem das Espécies, reunidas em 20 volumes, tendo sido excluídos os artigos, notas e outras publicações avulso, tanto individuais como colectivas. O objectivo é permitir ao público lusófono usufruir da sua vasta obra, já que actualmente apenas alguns títulos se encontram disponíveis. As obras de Darwin são todas elas extensas e complexas e exigem um trabalho de tradução demorado. Por isso, este projecto estendeu-se por cinco anos, tendo sido editados os volumes à cadência de um por trimestre. A colecção está organizada por ordem cronológica das primeiras edições originais, mas a edição não seguiu essa ordem, começando por A Origem das Espécies, que corresponde ao sétimo volume e cuja edição em 24 de Novembro de 2009 coincidiu simbolicamente com os 150 anos passados da data da primeira edição original, no mesmo dia de Diversos factores contribuiram para esta ordem de edição: importância das obras, disponibilidade de outras versões em português, dificuldades de tradução, entre outros. Todavia, os 20 volumes que constituem a colecção estão numerados, de modo a constituirem um todo coerente para quem desejar obter a obra integral e conhecer a ordem de edição original. A Origem das Espécies é a obra de Darwin que mais impacto teve, por colocar em questão a ideia assente da criação divina das espécies e admitir que elas evoluem e se podem transformar noutras, o que implicitamente incluiria o homem. Darwin evitou cuidadosamente esta questão nesta obra, por achar que na altura da primeira edição a discussão estaria inquinada e sujeita a preconceitos, mas as bases já as tinha elaborado, ainda que só viesse discutir este assunto delicado 12 anos mais tarde, na sua outra obra seminal, A Ascendência do Homem, banindo definitivamente a nossa espécie do centro da criação e transformando-nos em animais quase tão banais como os outros. As reacções a estas obras foram violentas, mas os seus detractores foram perdendo argumentos, até que a genética moderna, iniciada com Mendel em 1865 (cujo trabalho permaneceu desconhecido de Darwin e da maioria dos naturalistas até ao final do séc. XIX), passando pela genética populacional de Wright, Fisher e Haldane, de , a bioquímica do DNA de Watson, Crick e Wilkins, em 1953, até à genética molecular dos nossos dias, cujo último avanço é

10 a descodificação do genoma de numerosas espécies, veio corroborar a maioria das asserções de Darwin, que nem sequer conhecia os mecanismos de transmissão de caracteres e só podia especular, baseado nas suas muitas evidências e grande poder de observação e síntese. Na década de 40 do séc. XX, Mayr, Simpson e Dobzhansky refundaram o Darwinismo, acrescentando-lhe a componente genética e fundando a Teoria Sintética da Evolução, também conhecida por Neodarwinismo, tal como lhe chamou George John Romanes. Mas Darwin não se cingiu a estas duas obras, e o seu contributo para as ciências naturais é tão diverso que inclui a geologia, a paleontologia, a ecologia, a taxonomia, a agronomia, a produção animal e vegetal, a botânica, a anatomia, a fisiologia, a pedologia e até a psicologia. Esta última foi abordada em A Expressão das Emoções, que estudou o comportamento humano 18 anos antes de Freud ter editado o seu primeiro livro, e que é hoje uma referência na Psicologia contemporânea. Outras obras relevantes versam sobre a domesticação, a reprodução das orquídeas, a formação dos solos, os cirrípedes actuais e fósseis, ou a origem dos recifes de coral, tendo em todas estas áreas Darwin dado um contributo decisivo para conhecer os fundamentos de tão diferentes disciplinas. Manta Morta e Minhocas explicou a formação dos solos e foi a sua última obra, constituindo um inesperado sucesso editorial na sua época. Darwin abriu a mente para a diversidade biológica, ou para utilizar um termo actual e em voga, a biodiversidade, na sua famosa viagem à volta do mundo a bordo do Beagle, navio inglês que tinha a missão de reconhecer a costa sul-americana mas que acabou por dar a volta ao globo, ao longo de quase cinco anos, e originaria um peculiar livro de aventuras, A Viagem do Beagle ou Viagem de um Naturalista à Volta do Mundo, uma colecção de livros sobre a fauna observada nessa viagem, Fauna da Viagem do Beagle, que seria a primeira obra do autor, e três obras sobre a geologia dos locais visitados, compilados nesta colecção como Geologia do Beagle. É certo que já antes manifestara profundo interesse pela história natural e essa viagem apenas viria ampliar os seus conhecimentos e a compreensão dos fenómenos naturais. Nessa longa viagem, teve acesso a uma enorme diversidade de espécies, vivas e fósseis, e de estruturas geológicas, que os seus conhecimentos anteriores como naturalista e a sua enorme curiosidade viriam a cimentar numa visão holística da natureza e que lhe permitiria questionar (mais tarde) a origem das espécies, bem como explicar as maravilhosas estruturas, belas e complexas que as constituem, através da luta pela sobrevivência e a selecção natural. E conseguiu compreender, mesmo sem saber como, que os caracteres parentais podem ser transmitidos aos descendentes (hoje sabemos que é através dos genes) e que podem sofrer modificações (mutações), originando a diversidade de indivíduos, que é a matéria-prima da selecção natural. Esse raciocínio, aparentemente simples, não pode deixar de nos maravilhar, por estar muito longe do pensamento da época. Só Wallace tinha conjecturado de forma semelhante, mas sem a capacidade argumentativa de Darwin. Tão radical é esta ideia que, ainda hoje, existe uma corrente que teima em questionar a evolução das espécies, apesar de todas as evidências a seu favor. Esta é a visão dos criacionistas, que fazem interpretações literais da bíblia, ou distorcem ou omitem factos para tornar as suas afirmações credíveis. Mas o criacionismo não

11 é uma teoria, antes uma crença, já que não pode ser submetido ao método científico e corroborado por análises independentes, tornando-se, por isso, inútil a discussão em torno deste tema. Interessa mais compreender o contributo de Darwin para as ciências biológicas contemporâneas e para a sociedade em geral, que é muito abrangente e está ainda em grande parte por descobrir pelo público português, por não ter disponível na sua língua as obras daquele naturalista. Esperemos que esta colecção possa despertar interesse pelos temas estudados por Darwin, a quem a Biologia tanto deve, e cuja abordagem inovadora o coloca entre os maiores pensadores da humanidade. Uma tradução é uma adaptação e uma visão particular de quem traduz e revê. Por isso, para facilitar a leitura e a compreensão, alguns dos termos originais de Darwin não foram literalmente traduzidos, porque não tinham correspondência em português, porque cairam em desuso, ou ainda porque criariam ruído na leitura. Por exemplo, Darwin aplica recorrentemente o termo organic beings, cuja tradução directa seria seres orgânicos. Embora correcto, este termo é pouco usual na língua portuguesa contemporânea e é substituído pelo termo comum seres vivos, que tem também correspondência directa no francês, língua estrangeira privilegiada pelos naturalistas portugueses até meados do séc. XX. Outro termo frequente é organisation, que Darwin aplica indiscriminadamente à organização do indivíduo, ou seja, a sua estrutura ou organismo, e à organização taxonómica dos seres vivos, pelo que nem sempre se respeitou a tradução literal. Outro ainda, refere-se ao termo shell, aplicado genericamente a bivalves e gasterópodes, que são duas classes de moluscos. O termo concha não tem correspondência directa a estes grupos, pois em português refere-se apenas ao invólucro desses animais, que até serve de referência para a classificação das espécies, mas não pode ser aplicado como sinónimo de caracóis, amêijoas, ostras ou outros moluscos. E os exemplos poderiam continuar. Caso o leitor assinale alguma incorrecção ou melhor forma de expressão de alguns termos, agradecemos a sua contribuição para uma futura revisão. As obras incluídas nesta colecção foram traduzidas a partir das últimas versões corrigidas por Darwin. Ainda que alguns autores considerem, por exemplo, a primeira edição de A Origem das Espécies como mais sintética e elegante, o facto é que só a partir da terceira Darwin introduziu a nota histórica, e na sexta e última por si revista incluiu um capítulo inteiro (sete) para responder a críticas à sua teoria, bem como um glossário, precioso para entender muitos dos termos utilizados nessa obra. E mesmo a sexta edição, de 1872, sofreu posteriores correcções e adendas, sendo reeditada em 1876, o que tecnicamente corresponderia a uma sétima edição revista, embora o editor mantivesse o número seis na reedição. É esta a versão aqui traduzida. Estas revisões e acrescentos devem ter sido importantes, pois, mesmo as reedições actuais, baseadas na primeira edição original, incluem a nota histórica e o glossário, num misto editorial pouco claro. O nosso entendimento é que se Darwin sentiu necessidade de corrigir e acrescentar as novas edições é porque seria importante fazê-lo, pelo que respeitamos essa vontade. O mesmo é válido para os outros títulos que foram alvo de reedições por ele revistas. Gostaria, por fim, de agradecer à equipa de tradutores, aos prefaciadores e revisores, bem como ao Dr. John van Wyhe, director do The Complete Work of

12 Charles Darwin Online (que pode ser consultado em que tornou possível este projecto ao disponibilizar em formato digital todas as edições originais de Charles Darwin, bem como traduções em diversas línguas, incluindo a colecção Planeta Darwin, podendo esta última ser também consultada no site da Planeta Vivo, Nuno Gomes Editor da Planeta Vivo

13 PREFÁCIO DA EDIÇÃO PORTUGUESA DE A ORIGEM DAS ESPÉCIES Muito se tem escrito com grande profundidade sobre a vida e obra de Charles Darwin, ao que não é alheio o facto de, para muitos autores, A Origem das Espécies ser um dos mais importantes livros científicos alguma vez escrito. Por esta razão, é uma honra para qualquer investigador prefaciar a tradução em português de uma obra que dispensa qualquer prefácio. Enquanto obra científica, A Origem das Espécies é peculiar. Note-se que a primeira edição, publicada a 24 de Novembro de 1859, tinha um título diferente, Sobre a Origem das Espécies através da Selecção Natural, ou a Preservação das Raças Favorecidas na Luta pela Sobrevivência. No entanto, o aspecto mais importante deste trabalho científico será porventura o carácter de resumo necessariamente imperfeito que o próprio autor atribui na introdução. São muitas as alusões espalhadas por toda a obra a dados e conclusões que Darwin tenciona publicar em data oportuna. Teve várias edições, todas elas sem surpresa para um trabalho continuamente em construção com correcções e alterações significativas introduzidas pelo autor. A expressão sobrevivência do mais apto, por exemplo, ocorre pela primeira vez apenas na quinta edição. A sexta edição inglesa de 1872, a última exaustivamente revista pelo autor, inclui um capítulo totalmente novo, que Darwin aproveita como espaço para dar resposta a múltiplas críticas. Em 1876, Darwin fez ainda algumas correcções à sexta edição; é esta a edição aqui traduzida. O seu carácter de resumo talvez justifique a ausência das muitas tabelas, figuras, gráficos e equações matemáticas que se espera encontrar em qualquer texto científico. A ausência de uma linguagem científica especializada em muito terá contribuído para o interesse mostrado por um público não especialista relativamente ao seu conteúdo. Note-se, a título de exemplo, que a segunda edição (a de maior tiragem) foi de exemplares, e que durante a vida do autor foram publicadas traduções em onze línguas. Talvez Darwin tenha feito um esforço deliberado neste sentido. É sabido, por exemplo, que Charles Darwin pretendia que a sexta edição fosse uma edição popular e muito menos dispendiosa do que a primeira. Mas não só. Charles Darwin utilizou abundantemente observações feitas em animais e plantas domesticadas de forma a suportar o conceito central da obra o papel das pequenas variações hereditárias na luta pela sobrevivência dos indivíduos e consequente modificação gradual das espécies. Deste modo, os seus contemporâneos, mesmo aqueles que não tinham uma formação científica formal, estariam certamente familiarizados com os exemplos usados pelo autor. Note-se que, na altura, a maioria dos naturalistas acreditava não se poder tirar conclusões sobre a Natureza a não ser a partir do estudo de espécies que vivem em estado selvagem. Charles Darwin, obviamente, discordava deste postulado. Mais ainda, acreditava que as pequenas variações hereditárias que os criadores de raças de animais e plantas seleccionavam, consciente ou inconscientemente, também aparecem na Natureza, embora pouca

14 evidência houvesse na altura para suportar tal crença. Como é sabido, a publicação de A Origem das Espécies teve um impacto muito para além da esfera da Biologia. Muitos leitores acreditavam que esta obra desafiava as concepções religiosas mais profundas. No entanto, Charles Darwin foi sempre um homem respeitado e uma das figuras científicas mais veneradas do seu tempo, inclusivamente no seu país natal. Como tal, foi sepultado na Abadia de Westminster, em Londres, em 1882, uma honra raramente concedida a homens de Ciência. O leitor contemporâneo tem a vantagem de ler a sexta edição desta obra a 133 anos de distância, e à distância de 150 anos da publicação da sua primeira edição. Desde então, a Biologia Evolutiva floresceu e desenvolveu-se a ponto de, em 1973, Theodosius Dobzhansky escrever: Nada em biologia faz sentido excepto à luz da evolução. Nos nossos dias, a comparação em várias espécies, incluindo a humana, de um dado gene, órgão, ou sistema, é comummente praticada a fim de se tentar solucionar os mais variados problemas nas áreas da Biologia e da Medicina. Porque tudo faz mais sentido à luz da evolução das ideias, aconselho a leitura de A Origem das Espécies a todos os especialistas e não especialistas que sempre tenham querido entender como nasce e como se apresenta com uma clareza surpreendente uma teoria revolucionária. Porto, Outubro de 2009 Jorge Vieira

15 A ORIGEM DAS ESPÉCIES Charles Darwin

16

17 Mas quanto ao mundo material, podemos pelo menos chegar a este ponto: podemos compreender que os acontecimentos não se produzem pela intervenção isolada do poder Divino, manifestando-se em cada caso particular, mas antes pela acção de leis gerais. Whewell, Bridgewater Treatises O único sentido preciso da palavra natural é a qualidade de ser estabelecido, fixo ou estável; pois tudo o que é natural exige e pressupõe um agente inteligente para o tornar assim, isto é, para o produzir continuamente ou em intervalos determinados, enquanto tudo o que é sobrenatural ou miraculoso é produzido uma só vez. Butler, Analogy of Revealeci Religion Assim, para concluir, não deixeis qualquer homem crer ou sustentar, devido a uma falta de sobriedade ou a uma moderação mal aplicada, que um homem pode ir longe ou atingir grande conhecimento da palavra de Deus, ou do livro das obras de Deus, isto é, em religião ou em filosofia; mas deixai que todo o homem se esforce por progredir e ser cada vez mais proficiente numa e noutra, numa jornada interminável. Bacon, Advancement of Learning Down, Beckenham, Kent, Primeira Edição, 24 de Novembro Sexta Edição, Janeiro de Sexta Edição revista e aumentada, 1876, da qual é feita esta tradução (N. da T.).

18

19 ÍNDICE ÍNDICE RESENHA HISTÓRICA INTRODUÇÃO Capítulo I VARIAÇÃO SOB DOMESTICAÇÃO CAUSAS DE VARIABILIDADE EFEITOS DOS HÁBITOS E DO USO OU DESUSO DAS PARTES; VARIAÇÃO CORRELACIONADA; HEREDITARIEDADE CARACTERES DAS VARIEDADES DOMÉSTICAS; DIFICULDADE DE DISTINÇÃO ENTRE VARIEDADES E ESPÉCIES; ORIGEM DAS VARIEDADES DOMÉSTICAS A PARTIR DE UMA OU MAIS ESPÉCIES RAÇAS DO POMBO DOMÉSTICO; SUAS DIFERENÇAS E SUA ORIGEM PRINCÍPIOS DE SELECÇÃO ANTERIORMENTE APLICADOS E SEUS EFEITOS SELECÇÃO INCONSCIENTE CIRCUNSTÂNCIAS FAVORÁVEIS AO PODER DE SELECÇÃO DO HOMEM Capítulo II VARIAÇÃO EM ESTADO SELVAGEM VARIABILIDADE DIFERENÇAS INDIVIDUAIS ESPÉCIES DUVIDOSAS AS ESPÉCIES COMUNS, DISPERSAS E DE GRANDE DISTRIBUIÇÃO SÃO AS QUE VARIAM MAIS AS ESPÉCIES DOS GÉNEROS MAIORES EM CADA REGIÃO VARIAM MAIS FREQUENTEMENTE QUE AS ESPÉCIES DOS GÉNEROS MAIS PEQUENOS MUITAS DAS ESPÉCIES PERTENCENTES AOS GÉNEROS MAIORES ASSEMELHAM-SE A VARIEDADES PORQUE ESTÃO MUITO PRÓXIMAS UMAS DAS OUTRAS, AINDA QUE DE MODO DESIGUAL, E PORQUE TÊM UMA DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA RESTRITA RESUMO Capítulo III LUTA PELA SOBREVIVÊNCIA A SUA RELAÇÃO COM A SELECÇÃO NATURAL EXPRESSÃO LUTA PELA SOBREVIVÊNCIA USADA NUM SENTIDO LATO AUMENTO DOS INDIVÍDUOS EM PROGRESSÃO GEOMÉTRICA NATUREZA DOS OBSTÁCULOS AO AUMENTO DE INDIVÍDUOS RELAÇÕES COMPLEXAS ENTRE OS ANIMAIS E ENTRE AS PLANTAS NA LUTA PELA SOBREVIVÊNCIA A LUTA PELA SOBREVIVÊNCIA É MAIS INTENSA ENTRE INDIVÍDUOS E VARIEDADES DA MESMA ESPÉCIE Capítulo IV SELECÇÃO NATURAL, OU A SOBREVIVÊNCIA DO MAIS APTO... 85

20 SELECÇÃO NATURAL SELECÇÃO SEXUAL EXEMPLOS DA ACÇÃO DA SELECÇÃO NATURAL OU DA SOBREVIVÊNCIA DO MAIS APTO CRUZAMENTO DE INDIVÍDUOS CIRCUNSTÂNCIAS FAVORÁVEIS À PRODUÇÃO DE NOVAS FORMAS ATRAVÉS DA SELECÇÃO NATURAL EXTINÇÃO CAUSADA PELA SELECÇÃO NATURAL DIVERGÊNCIA DE CARACTERES EFEITOS PROVÁVEIS DA ACÇÃO DA SELECÇÃO NATURAL NOS DESCENDENTES DE UM ANTEPASSADO COMUM ATRAVÉS DA DIVERGÊNCIA DOS CARACTERES E DA EXTINÇÃO RITMO A QUE A ORGANIZAÇÃO DOS SERES VIVOS TENDE A PROGREDIR CONVERGÊNCIA DE CARACTERES RESUMO DO CAPÍTULO Capítulo V LEIS DA VARIAÇÃO EFEITO DA ALTERAÇÃO DAS CONDIÇÕES EFEITO DO AUMENTO DO USO OU DESUSO DAS PARTES PROVOCADO PELA SELECÇÃO NATURAL ACLIMATAÇÃO VARIAÇÕES CORRELACIONADAS COMPENSAÇÃO E ECONOMIA DE CRESCIMENTO AS ESTRUTURAS MÚLTIPLAS, RUDIMENTARES E POUCO ORGANIZADAS SÃO VARIÁVEIS UMA PARTE EXTRAORDINARIAMENTE DESENVOLVIDA NUMA ESPÉCIE QUALQUER, EM COMPARAÇÃO COM A MESMA PARTE NAS ESPÉCIES AFINS, TENDE A SER ALTAMENTE VARIÁVEL OS CARACTERES ESPECÍFICOS SÃO MAIS VARIÁVEIS QUE OS CARACTERES GENÉRICOS OS CARACTERES SEXUAIS SECUNDÁRIOS SÃO VARIÁVEIS ESPÉCIES DISTINTAS APRESENTAM VARIAÇÕES ANÁLOGAS. É FREQUENTE UMA VARIEDADE DE UMA ESPÉCIE ASSUMIR UM CARÁCTER PRÓPRIO DE UMA ESPÉCIE AFIM, OU REGREDIR A ALGUNS DOS CARACTERES DE UM ANTEPASSADO DISTANTE RESUMO Capítulo VI DIFICULDADES DA TEORIA DIFICULDADES DA TEORIA DA DESCENDÊNCIA COM MODIFICAÇÕES AUSÊNCIA OU RARIDADE DE VARIEDADES INTERMÉDIAS ORIGEM E TRANSIÇÕES DOS SERES VIVOS QUE TÊM ESTRUTURAS E HÁBITOS PECULIARES ÓRGÃOS MUITO PERFEITOS E COMPLEXOS MODOS DE TRANSIÇÃO DIFICULDADES ESPECIAIS DA TEORIA DA SELECÇÃO NATURAL ACÇÃO DA SELECÇÃO NATURAL SOBRE ÓRGÃOS APARENTEMENTE POUCO IMPORTANTES

21 ATÉ QUE PONTO É VERDADEIRA A DOUTRINA UTILITÁRIA; COMO SE ADQUIRE BELEZA RESUMO: A TEORIA DA SELECÇÃO NATURAL INCLUI A LEI DA UNIDADE DE TIPO E DAS CONDIÇÕES DE EXISTÊNCIA Capítulo VII OBJECÇÕES DIVERSAS À TEORIA DA SELECÇÃO NATURAL Capítulo VIII INSTINTO OS INSTINTOS SÃO COMPARÁVEIS COM OS HÁBITOS MAS DIFEREM NA SUA ORIGEM MODIFICAÇÕES HEREDITÁRIAS DE HÁBITOS OU DE INSTINTOS EM ANIMAIS DOMESTICADOS INSTINTOS ESPECIAIS OBJECÇÕES À TEORIA DA SELECÇÃO NATURAL APLICADA AOS INSTINTOS: INSECTOS NEUTROS OU ESTÉREIS RESUMO Capítulo IX HIBRIDISMO DISTINÇÃO ENTRE A ESTERILIDADE DOS PRIMEIROS CRUZAMENTOS E A DOS HÍBRIDOS GRAUS DE ESTERILIDADE LEIS QUE REGEM A ESTERILIDADE DOS PRIMEIROS CRUZAMENTOS E DOS HÍBRIDOS ORIGEM E CAUSAS DA ESTERILIDADE DOS PRIMEIROS CRUZAMENTOS E DOS HÍBRIDOS DIMORFISMO E TRIMORFISMO RECÍPROCOS A FERTILIDADE DAS VARIEDADES CRUZADAS E DOS SEUS DESCENDENTES MESTIÇOS NÃO É UNIVERSAL COMPARAÇÃO ENTRE HÍBRIDOS E MESTIÇOS, INDEPENDENTEMENTE DA SUA FERTILIDADE RESUMO Capítulo X IMPERFEIÇÃO DOS REGISTOS GEOLÓGICOS AUSÊNCIA ACTUAL DE VARIEDADES INTERMÉDIAS LAPSO DE TEMPO DECORRIDO, CALCULADO A PARTIR DA TAXA DE DEPOSIÇÃO SEDIMENTAR E DA INTENSIDADE DA EROSÃO POBREZA DAS NOSSAS COLECÇÕES PALEONTOLÓGICAS AUSÊNCIA DE NUMEROSAS VARIEDADES INTERMÉDIAS NUMA FORMAÇÃO APARECIMENTO ABRUPTO DE GRUPOS INTEIROS DE ESPÉCIES AFINS APARECIMENTO ABRUPTO DE GRUPOS DE ESPÉCIES AFINS NOS ESTRATOS FOSSILÍFEROS MAIS ANTIGOS Capítulo XI SUCESSÃO GEOLÓGICA DOS SERES VIVOS APARECIMENTO LENTO E SUCESSIVO DE ESPÉCIES NOVAS EXTINÇÃO

22 ALTERAÇÕES QUASE INSTANTÂNEAS DAS FORMAS VIVAS NO GLOBO AFINIDADES DAS ESPÉCIES EXTINTAS ENTRE SI E COM AS FORMAS VIVAS ESTADO DE DESENVOLVIMENTO DAS FORMAS ANTIGAS COMPARADO COM O DAS FORMAS VIVAS SUCESSÃO DOS MESMOS TIPOS, NAS MESMAS REGIÕES, DURANTE OS PERÍODOS TERCIÁRIOS SUPERIORES RESUMO DESTE CAPÍTULO E DO ANTERIOR Capítulo XII DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA A DISTRIBUIÇÃO ACTUAL NÃO PODE SER ATRIBUÍDA A DIFERENÇAS NAS CONDIÇÕES FÍSICAS CENTROS ÚNICOS DE SUPOSTA CRIAÇÃO MEIOS DE DISPERSÃO DISPERSÃO DURANTE O PERÍODO GLACIAR PERÍODOS GLACIARES ALTERNADOS NO NORTE E NO SUL Capítulo XIII DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA (continuação) DISTRIBUIÇÃO DAS ESPÉCIES DE ÁGUA DOCE ESPÉCIES DAS ILHAS OCEÂNICAS AUSÊNCIA DE ANFÍBIOS E MAMÍFEROS TERRESTRES NAS ILHAS OCEÂNICAS RELAÇÕES ENTRE AS ESPÉCIES DAS ILHAS E AS DO CONTINENTE MAIS PRÓXIMO RESUMO DESTE CAPÍTULO E DO ANTERIOR Capítulo XIV AFINIDADES MÚTUAS DOS SERES VIVOS; MORFOLOGIA; EMBRIOLOGIA; ÓRGÃOS RUDIMENTARES CLASSIFICAÇÃO SEMELHANÇAS ANÁLOGAS NATUREZA DAS AFINIDADES QUE INTERLIGAM OS SERES VIVOS MORFOLOGIA DESENVOLVIMENTO E EMBRIOLOGIA ÓRGÃOS RUDIMENTARES, ATROFIADOS E ABORTADOS RESUMO Capítulo XV RECAPITULAÇÃO E CONCLUSÕES RECAPITULAÇÃO DAS OBJECÇÕES LEVANTADAS CONTRA A TEORIA DA SELECÇÃO NATURAL CONCLUSÕES GLOSSÁRIO

23 RESENHA HISTÓRICA ACERCA DOS PROGRESSOS DA OPINIÃO PÚBLICA SOBRE A ORIGEM DAS ESPÉCIES, ANTES DA PUBLICAÇÃO DA PRIMEIRA EDIÇÃO DESTA OBRA Traçarei aqui um breve esboço acerca do progresso da opinião sobre a origem das espécies. Muito recentemente, a grande maioria dos naturalistas ainda acreditava que as espécies eram produções imutáveis e tinham sido criadas separadamente. Esta teoria foi habilmente sustentada por muitos autores. Por outro lado, alguns naturalistas acreditavam que as espécies sofrem modificações, e que as formas de vida existentes são descendentes de formas preexistentes por geração ordinária (sexuada). Se pusermos de lado as alusões feitas pelos escritores clássicos 1, o primeiro autor que tratou este assunto com um espírito científico nos tempos modernos foi George-Louis Leclerc, Conde de Buffon. Mas, como as suas opiniões variaram muito em períodos diferentes, e como ele não se refere às causas nem aos meios de transformação das espécies, não necessito de entrar aqui em detalhes sobre os seus pontos de vista. Jean-Baptiste Lamarck foi o primeiro a despertar grande atenção para o assunto, devido às conclusões a que chegou. Este naturalista, merecidamente célebre, publicou as suas teorias pela primeira vez em Desenvolveu-as bastante em 1809, na sua Filosofia Zoológica 2 e, mais tarde, em 1815, na introdução à sua Histoire Naturelle des Animaux sans Vertèbres. Nestas obras, sustenta a doutrina de que todas as espécies, incluindo o homem, descendem de outras espécies. Foi o primeiro a prestar o eminente serviço de chamar a atenção para a probabilidade de todas as mudanças no mundo orgânico, tal como no inorgânico, resultarem de uma lei, e não de uma intervenção miraculosa. Lamarck parece ter sido conduzido à conclusão de que as espécies se modificam gradualmente, principalmente pelos seguintes motivos: a dificuldade em distinguir espécies e variedades; a quase perfeita gradação 1 Na sua obra Physicae Auscultationes (livro 2, cap. 8), depois de observar que a chuva não cai para fazer crescer o milho, tal como não o faz para o estragar quando o agricultor está a fazer a sua desfolhada ao ar livre, Aristóteles aplica o mesmo argumento aos organismos; e acrescenta (segundo tradução de Clair James Grece, que foi quem primeiro me indicou a passagem): Portanto, o que é que impede as diferentes partes [do corpo] de terem esta relação meramente acidental na natureza? Como os dentes, por exemplo, que crescem por necessidade os da frente afiados, adaptados para dividir, e os molares planos, para mastigar a comida, pois não foram formados em função deste propósito, mas resultado de acidente. E o mesmo quanto às outras partes que parecem estar adaptadas para um determinado propósito. Assim, sempre que todas as coisas juntas (isto é, todas as partes de um todo) ocorreram como se tivessem sido feitas em função de alguma coisa, foram preservadas, tendo sido apropriadamente constituídas por uma espontaneidade interna; ao passo que quaisquer coisas que não tenham sido assim constituídas pereceram e continuam a perecer. Vislumbramos aqui o princípio da selecção natural, mas os apontamentos de Aristóteles sobre a formação dos dentes demonstram quão pouco ele o compreendeu. 2 Referem-se em português apenas os títulos das obras de que se conhece tradução portuguesa. Charles Darwin refere o número da página a que corresponde a maioria das citações, mas não dispomos das edições que se refere, pelo que foram eliminadas essas referências (N. da T.). 21

24 de formas em certos grupos; e a analogia das produções domésticas. No que respeita aos meios de modificação, atribuiu alguma importância à acção directa das condições físicas de vida e ao cruzamento das formas já existentes, e muita importância ao uso e ao desuso, ou seja, aos efeitos do hábito. O autor parecia atribuir a esta última causa todas as belas adaptações na natureza, como o longo pescoço da girafa, que lhe permite pastar nos ramos das árvores. Mas acreditava igualmente numa lei do desenvolvimento progressivo; assim, todas as formas de vida tendem a progredir, e Lamarck tenta justificar a existência actual de seres vivos simples afirmando que estas formas são criadas por geração espontânea. 3 Como consta da sua biografia, La Vie d Étienne Geoffroy Saint-Hilaire, escrita pelo seu filho, já em 1795 Geoffroy suspeitava que aquilo a que chamamos espécies são várias degenerações do mesmo tipo. Contudo, só em 1828 publicou a sua convicção de que as mesmas formas não tinham sido perpetuadas desde a origem de todas as coisas. Geoffroy parece ter confiado sobretudo nas condições de vida, ou meio ambiente, como causa de mudança. Foi cauteloso a tirar conclusões, e não acreditava que as espécies existentes estejam actualmente a sofrer modificações; e, como acrescenta o seu filho, É, portanto, um problema inteiramente reservado ao futuro, supondo mesmo que o futuro se deve ocupar dele. Em 1813, o Dr. William Charles Wells leu perante a Royal Society of London um trabalho sobre uma mulher branca cuja pele se assemelha parcialmente à de um negro 4, mas esse texto só foi publicado em 1818, no seu famoso Two Essays: upon a Single Vision with Two Eyes, the other on Dew. Neste trabalho, reconhece distintamente o princípio da selecção natural, e foi o primeiro a reconhecê-lo, mas aplica-o unicamente às raças humanas, e apenas a certos caracteres. Após comentar que os negros e os mulatos gozam de uma imunidade a certas doenças tropicais, observa, em primeiro lugar, que todos os animais tendem a variar em algum grau, e, segundo, que os agricultores aperfeiçoam os seus animais domesticados através da selecção. Depois, acrescenta: mas o que, neste último caso, é feito por arte, parece ser feito com igual eficácia, embora mais lentamente, pela natureza, na formação de variedades da espécie humana adaptadas à região que habitam. Entre as variedades acidentais do homem, que teriam ocorrido entre os primeiros habitantes, poucos e 3 Retirei a data da primeira publicação de Lamarck da excelente obra de Isidore Geoffroy Saint-Hilaire sobre este assunto (1859, Histoire Naturelle Générale, tomo II). Neste trabalho, são integralmente descritas as conclusões de Buffon sobre o mesmo tema. É curioso como em Zoonomia (vol. I), publicada em 1794, o meu avô, Dr. Erasmus Darwin, antecipou as teorias e os pressupostos erróneos de Lamarck. Segundo Isidore Geoffroy, não há dúvida que Goethe era um partidário extremo de teorias similares, como demonstrado na introdução a um trabalho escrito em 1794 e 1795, mas que não foi publicado senão muito tempo depois. Goethe observou explicitamente (Goethe als Naturforscher, do Dr. Karl Meding) que, para os naturalistas, a questão futura seria, por exemplo, como é que os bois obtiveram os seus chifres, e não para que são usados. Que Goethe, na Alemanha, o Dr. Darwin, na Inglaterra, e Geoffroy Saint-Hilaire, em França, tenham chegado à mesma conclusão sobre a origem das espécies nos anos 1794 e 1795 é um exemplo bastante singular de como teorias similares podem surgir mais ou menos simultaneamente. 4 Nome do artigo: An Account of a Female of the White Race of Mankind, Part of Whose Skin Resembles That of a Negro; With Some Observations on the Causes of the Differences in Colour and Form between the White and Negro Races of Men (N. da T.). 22

Perspectivas da Evolução das Espécies

Perspectivas da Evolução das Espécies X SEMINÁRIO FILOSOFIA DAS ORIGENS 2 a 4 de junho de 2011 Perspectivas da Evolução das Espécies Marcia Oliveira de Paula Centro Universitário Adventista de São Paulo Diretrizes Curriculares para o Curso

Leia mais

das espécies Chegamos à aula 50! Durante as aulas do Os trabalhos de Charles Darwin

das espécies Chegamos à aula 50! Durante as aulas do Os trabalhos de Charles Darwin A evolução das espécies A UU L AL A Chegamos à aula! Durante as aulas do telecurso, você viu vários temas relacionados com a Biologia: genética, botânica, zoologia, fisiologia, ecologia entre outros. Finalizaremos

Leia mais

Previsões só no fim do jogo: selecção natural irrelevante

Previsões só no fim do jogo: selecção natural irrelevante Previsões só no fim do jogo: selecção natural irrelevante Suponhamos que o leitor tem uma característica que lhe dá uma ligeira vantagem na luta pela sobrevivência. Por exemplo, um pescoço maior, que lhe

Leia mais

Professor(a): Marco Rossellini Disciplina: Biologia Aluno(a): Ano: 3 EM Nº: Data: / / Bimestre: 3º NOTA: Exercícios - Geekie

Professor(a): Marco Rossellini Disciplina: Biologia Aluno(a): Ano: 3 EM Nº: Data: / / Bimestre: 3º NOTA: Exercícios - Geekie 1) Leia os trechos seguintes, extraídos de um texto sobre a cor de pele humana. A pele de povos que habitaram certas áreas durante milênios adaptou-se para permitir a produção de vitamina D. À medida que

Leia mais

Os Sete Termos Sinônimos de Deus Satisfazem a Necessidade que o Mundo Tem de um Novo Sistema de Referência

Os Sete Termos Sinônimos de Deus Satisfazem a Necessidade que o Mundo Tem de um Novo Sistema de Referência Os Sete Termos Sinônimos de Deus Satisfazem a Necessidade que o Mundo Tem de um Novo Sistema de Referência Joel Jessen Traduzido para o Português do Brasil por Guita R. Herman a partir da versão inglesa

Leia mais

CRIACIONISMO E EVOLUCIONISMO

CRIACIONISMO E EVOLUCIONISMO CRIACIONISMO E EVOLUCIONISMO INTRODUÇÃO Síntese sobre a Teoria da Evolução Química. Criacionismo (fundamentado na fé e na religião). É a primeira explicação para perguntas sobre a origem do Universo, da

Leia mais

http://groups-beta.google.com/group/digitalsource

http://groups-beta.google.com/group/digitalsource http://groups-beta.google.com/group/digitalsource Charles Darwin Origem das espécies Tradução de Joaquim Dá Mesquita Paul Médico e Professor Variação das espécies no estado doméstico. Variação no estado

Leia mais

Tudo começou em África

Tudo começou em África Tudo começou em África (Expresso: 25-04-1998) Análises do D A confirmam a origem africana da espécie humana, uma ideia já defendida no século passado por Charles Darwin e Thomas Henry. A nossa árvore genealógica

Leia mais

Lista de Exercícios (BIO-LEO)

Lista de Exercícios (BIO-LEO) Lista de Exercícios (BIO-LEO) 1. (Fgv 2015) As estruturas ilustram os ossos das mãos ou patas anteriores de seis espécies de mamíferos, não pertencentes obrigatoriamente ao mesmo ecossistema. V. A recombinação

Leia mais

SUMÁRIO CAPÍTULO I O QUE SÃO ESPÉCIES E O QUE SE ENTENDE POR SUA ORIGEM 19 Definição de espécie, 19 Os primeiros transmutacionistas, 20 A opinião científica antes de Darwin, 21 O problema antes de Darwin,

Leia mais

SOBRE A EVOLUÇÃO LINGÜÍSTICA

SOBRE A EVOLUÇÃO LINGÜÍSTICA SOBRE A EVOLUÇÃO LINGÜÍSTICA Gabriel de Ávila Othero 1 gabnh@terra.com.br... o tempo altera todas as coisas; não existe razão para que a língua escape a essa lei universal. Ferdinand de Saussure 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

Hebe Laghi de Souza. DARWIN e KARDEC

Hebe Laghi de Souza. DARWIN e KARDEC Hebe Laghi de Souza DARWIN e KARDEC U M D I Á L O G O P O S S Í V E L CAMPINAS SP 2007 Sumário prefácio...xvii Capítulo 1 novos conhecimentos... 1 Dois livros, duas teorias um novo rumo...1 Detonando o

Leia mais

História do pensamento evolutivo

História do pensamento evolutivo Biologia Evolutiva História do pensamento evolutivo Victor Martin Quintana Flores Evolução significa mudança a em seres vivos por descendência com modificação Evolução significa mudança, mudança na forma

Leia mais

O QUE É A METAFÍSICA?

O QUE É A METAFÍSICA? Álvaro de Campos O QUE É A METAFÍSICA? O QUE É A METAFÍSICA? Na opinião de Fernando Pessoa, expressa no ensaio «Athena», a filosofia isto é, a metafísica não é uma ciência, mas uma arte. Não creio que

Leia mais

FILOSOFIA. Fernando Pessoa FILOSOFIA

FILOSOFIA. Fernando Pessoa FILOSOFIA Fernando Pessoa FILOSOFIA FILOSOFIA Se há um assunto eminentemente filosófico é a classificação das ciências. Pertence à filosofia e a nenhuma outra ciência. É só no ponto de vista mais genérico que podemos

Leia mais

A teoria evolutiva de LAMARCK

A teoria evolutiva de LAMARCK CONCEITOS EM GENÉTICA A teoria evolutiva de LAMARCK Rosana Tidon Laboratório de Biologia Evolutiva, Departamento de Genética e Morfologia, Instituto de Ciências Biológicas, Universidade de Brasília Autor

Leia mais

[Projecto «Olisipo»] Fernando Pessoa. [Projecto «Olisipo»]

[Projecto «Olisipo»] Fernando Pessoa. [Projecto «Olisipo»] Fernando Pessoa [Projecto «Olisipo»] [Projecto «Olisipo»] Mau grado o desenvolvimento, sobretudo recente, do comércio e da indústria portugueses, Portugal não existe ainda como colectividade comercial

Leia mais

Centro de Ensino Médio Setor Leste Disciplina: Biologia Professor: João Couto Aluno: Bruce do Souza Melo Turma: 2 N. -Taxonomia-

Centro de Ensino Médio Setor Leste Disciplina: Biologia Professor: João Couto Aluno: Bruce do Souza Melo Turma: 2 N. -Taxonomia- Centro de Ensino Médio Setor Leste Disciplina: Biologia Professor: João Couto Aluno: Bruce do Souza Melo Turma: 2 N -Taxonomia- Taxionomia Os biólogos têm especial interesse pelo estudo dos organismos

Leia mais

Áudio. GUIA DO PROFESSOR Mendel, o pai da genética - Parte I. Os fundamentos da hereditariedade: Biografia de Gregor Mendel

Áudio. GUIA DO PROFESSOR Mendel, o pai da genética - Parte I. Os fundamentos da hereditariedade: Biografia de Gregor Mendel Mendel, o pai da genética - Parte I Conteúdos: Tempo: Objetivos: Descrição: Produções Relacionadas: Os fundamentos da hereditariedade: Biografia de Gregor Mendel 5 minutos para cada áudio. Avaliar se o

Leia mais

EXERCÍCIO RESOLVIDO ORIENTAÇÕES RESUMO TEÓRICO EXERCÍCIOS PROPOSTOS. BIOLOGIA II Prof.: Vinícius (Minguado) LISTA 3.b - TEORIAS EVOLUTIVAS

EXERCÍCIO RESOLVIDO ORIENTAÇÕES RESUMO TEÓRICO EXERCÍCIOS PROPOSTOS. BIOLOGIA II Prof.: Vinícius (Minguado) LISTA 3.b - TEORIAS EVOLUTIVAS BIOLOGIA II Prof.: Vinícius (Minguado) LISTA 3.b - TEORIAS EVOLUTIVAS ORIENTAÇÕES Essa lista é a continuação da lista 3.a, com mais exercícios sobre teorias evolutivas. Como sempre, resolva as questões

Leia mais

Programa de Filosofia nos 6 e 7 anos

Programa de Filosofia nos 6 e 7 anos Escolas Europeias Bureau du Secrétaire général du Conseil Supérieur Unité pédagogique Referência: 1998-D-12-2 Orig.: FR Versão: PT Programa de Filosofia nos 6 e 7 anos Aprovado pelo Conselho Superior de

Leia mais

10 A demonstração nos programas de Matemática: Uma análise transversal

10 A demonstração nos programas de Matemática: Uma análise transversal 10 A demonstração nos programas de Matemática: Uma análise transversal Cecília Costa Departamento de Matemática da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Pedro Tadeu ESTIG Instituto Politécnico de

Leia mais

Controlo interno das instituições de auditoria do governo

Controlo interno das instituições de auditoria do governo SEMINÁRIO SOBRE O DESENVOLVIMENTO DE TÉCNICAS DE AUDITORIA 26 27.02.2009 Controlo interno das instituições de auditoria do governo Autor: Lau Tak Kun (Terence) Comissariado da Auditoria de Macau Índice

Leia mais

TÉCNICAS/MÉTODOS DE ENSINO. 1. Objectivos 2. Selecção dos conteúdos 3. Métodos a serem usados

TÉCNICAS/MÉTODOS DE ENSINO. 1. Objectivos 2. Selecção dos conteúdos 3. Métodos a serem usados TÉCNICAS/MÉTODOS DE ENSINO 1. Objectivos 2. Selecção dos conteúdos 3. Métodos a serem usados 1 Método : Caminho para se chegar a um determinado lugar alcançar objetivos estabelecidos no planeamento. Os

Leia mais

INDIVIDUALISMO ÉMILE DURKHEIM. * Os fatos sociais são regras jurídicas, morais e sistemas financeiros.

INDIVIDUALISMO ÉMILE DURKHEIM. * Os fatos sociais são regras jurídicas, morais e sistemas financeiros. INDIVIDUALISMO ÉMILE DURKHEIM Fato Social - Exterioridade (o fato social é exterior ao indivíduo). - Coercitividade. - Generalidade (o fato social é geral). * Os fatos sociais são regras jurídicas, morais

Leia mais

Hans J. Vermeer Skopos and commission in translational action

Hans J. Vermeer Skopos and commission in translational action Hans J. Vermeer Skopos and commission in translational action 1 Synopsis? Introdução de conceitos importantes para a Skopostheorie de Vermeer: Skopos - termo técnico para o objectivo ou propósito da tradução;

Leia mais

Seleção Natural e adaptação AULA 6

Seleção Natural e adaptação AULA 6 Seleção Natural e adaptação AULA 6 A teoria da seleção natural! Provavelmente uma das mais importantes ideiasna história da humanidade! Explicação para o surgimento das adaptações dos organismos e para

Leia mais

A especiação: o surgimento de novas espécies

A especiação: o surgimento de novas espécies Disciplina: Ciências Série: 2ª série EM - 1º TRIM Professora: Ivone Azevedo da Fonseca Assunto: Formação das Espécies A ESPECIAÇÃO A especiação: o surgimento de novas espécies Especiação é o nome dado

Leia mais

:: Cuidados na Elaboração de uma Redação Científica

:: Cuidados na Elaboração de uma Redação Científica :: Cuidados na Elaboração de uma Redação Científica José Mauricio Santos Pinheiro em 21/04/2005 Os princípios indispensáveis à redação científica podem ser resumidos em quatro pontos fundamentais: clareza,

Leia mais

Ecologia Geral. Padrões geográficos em comunidades

Ecologia Geral. Padrões geográficos em comunidades Ecologia Geral Padrões geográficos em comunidades Padrões geográficos em comunidades O que seriam padrões geográficos? As grandes regiões zoogeográficas Origem a partir dos trabalhos de Alfred Russel Wallace

Leia mais

Contextualizando. Capítulo 2

Contextualizando. Capítulo 2 Capítulo 2 A Teoria Sintética Introdução Você já deve ter notado que para Darwin estar correto é preciso uma condição básica: tem de haver diferenças entre os organismos de uma determinada espécie, de

Leia mais

Biologia e Geologia, 11.º Ano Evolução Biológica EVOLUÇÃO BIOLÓGICA

Biologia e Geologia, 11.º Ano Evolução Biológica EVOLUÇÃO BIOLÓGICA EVOLUÇÃO BIOLÓGICA 1. Unicelularidade e Multicelularidade o Dos Procariontes aos Eucariontes o Da Unicelularidade à Multicelularidade 2. Mecanismos da Evolução o Evolucionismo vs. Fixismo o Selecção Natural,

Leia mais

Se parece difícil dar uma explicação satisfatória acerca da verdadeira relação de um grande artista com sua nação, tal dificuldade é elevada ao

Se parece difícil dar uma explicação satisfatória acerca da verdadeira relação de um grande artista com sua nação, tal dificuldade é elevada ao Prefácio1 O autor do presente trabalho sentiu-se no dever de contribuir para a celebração do centenário de nascimento de nosso grande Beethoven e, visto que nenhuma outra oportunidade digna de tal celebração

Leia mais

BIOLOGIA IACI BELO. Como duas espécies distintas podem evoluir para formas idênticas?

BIOLOGIA IACI BELO. Como duas espécies distintas podem evoluir para formas idênticas? BIOLOGIA IACI BELO www.iaci.com.br ASSUNTO: EVOLUÇÃO CONVERGENTE Série: 3EM Como duas espécies distintas podem evoluir para formas idênticas? por Joshua Clark - traduzido por HowStuffWorks Brasil Há cerca

Leia mais

CARTA DA ALUNA DA ESCOLA E.B. 2,3 DE PAREDES

CARTA DA ALUNA DA ESCOLA E.B. 2,3 DE PAREDES CARTA DA ALUNA DA ESCOLA E.B. 2,3 DE PAREDES (Beatriz Regina Martins Soares) Ex. mo Sr. Charles Darwin, Sem querer subestimar a sua restante obra, são os seus relatos sobre as Galápagos os que mais me

Leia mais

Clonagem A Medicina regenerativa vai ser uma realidade nos próximos anos

Clonagem A Medicina regenerativa vai ser uma realidade nos próximos anos Clonagem A Medicina regenerativa vai ser uma realidade nos próximos anos Entrevista concedida pelo Prof. Carolino Monteiro à revista Oxigénio A classe científica dividiu-se perante o anúncio do nascimento

Leia mais

COMO ELABORAR UM RELATÓRIO CIENTÍFICO

COMO ELABORAR UM RELATÓRIO CIENTÍFICO COMO ELABORAR UM RELATÓRIO CIENTÍFICO 1. O que é um relatório? Um relatório de uma actividade prática, é uma exposição escrita de um determinado trabalho ou experiência laboratorial. Não é apenas uma descrição

Leia mais

CAPÍTULO I Disposições gerais

CAPÍTULO I Disposições gerais Resolução da Assembleia da República n.º 1/2001 Aprova, para ratificação, a Convenção para a Protecção dos Direitos do Homem e da Dignidade do Ser Humano face às Aplicações da Biologia e da Medicina: Convenção

Leia mais

1. Motivação para o sucesso (Ânsia de trabalhar bem ou de se avaliar por uma norma de excelência)

1. Motivação para o sucesso (Ânsia de trabalhar bem ou de se avaliar por uma norma de excelência) SEREI UM EMPREENDEDOR? Este questionário pretende estimular a sua reflexão sobre a sua chama empreendedora. A seguir encontrará algumas questões que poderão servir de parâmetro para a sua auto avaliação

Leia mais

COMO ESCREVER UM ENSAIO FILOSÓFICO 1. Artur Polónio CENTRO PARA O ENSINO DA FILOSOFIA SOCIEDADE PORTUGUESA DE FILOSOFIA

COMO ESCREVER UM ENSAIO FILOSÓFICO 1. Artur Polónio CENTRO PARA O ENSINO DA FILOSOFIA SOCIEDADE PORTUGUESA DE FILOSOFIA 1 Artur Polónio Índice 1. O que é um ensaio filosófico? 2. O que se espera que um estudante mostre ao escrever um ensaio? 3. Como escolher o título do ensaio? 4. Como se prepara um ensaio? 5. Como se deve

Leia mais

A METAFÍSICA DE ISAAC NEWTON

A METAFÍSICA DE ISAAC NEWTON 28 A METAFÍSICA DE ISAAC NEWTON Bruno Camilo de Oliveira RESUMO: Analisamos o manuscrito Peso e Equilíbrio dos Fluidos, de Isaac Newton, datado da virada da década de 1660 para a de 1670. Num momento de

Leia mais

A origem da vida: não tente fazer isto em casa

A origem da vida: não tente fazer isto em casa A origem da vida: não tente fazer isto em casa Na sua obra magistral, A Origem das Espécies (ou, usando o título completo, Sobre a Origem das Espécies através da Selecção Natural, ou a Preservação das

Leia mais

Metodologia Científica

Metodologia Científica Metodologia Científica Prof. William Costa Rodrigues FAETEC/IST Paracambi 2007 Metodologia Científica: Conceitos e Definições É um conjunto de abordagens, técnicas e processos utilizados pela ciência para

Leia mais

Relatório de Avaliação da Acção de Formação

Relatório de Avaliação da Acção de Formação Relatório de Avaliação da Acção de Formação Este relatório resulta da análise de um questionário online administrado a todos os formandos de forma anónima. O questionário continha questões fechadas, que

Leia mais

SOBRE GESTÃO * A Definição de Gestão

SOBRE GESTÃO * A Definição de Gestão SOBRE GESTÃO * A Definição de Gestão Chegar a acordo sobre definições de qualquer tipo pode ser uma tarefa de pôr os cabelos em pé, e um desperdício de tempo. Normalmente requer compromissos por parte

Leia mais

Desenvolvimento Cognitivo

Desenvolvimento Cognitivo Desenvolvimento Cognitivo Psicologia do Desenvolvimento Jean Piaget elaborou uma teoria do desenvolvimento a partir do estudo da inteligência da criança e do adolescente. A sua teoria permitiu que se acabasse

Leia mais

Economia da Saúde CONCEITOS E COMPORTAMENTOS

Economia da Saúde CONCEITOS E COMPORTAMENTOS Economia da Saúde CONCEITOS E COMPORTAMENTOS Economia da Saúde CONCEITOS E COMPORTAMENTOS 3ª Edição 2013 Pedro Pita Barros ÍNDICE ECONOMIA DA SAÚDE CONCEITOS E COMPORTAMENTOS autor Pedro Pita Barros editor

Leia mais

COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO

COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO DEFINIÇÕES OPERACIONAIS E INDICADORES COMPORTAMENTAIS Pag. 1 Elaborada por Central Business Abril 2006 para o ABRIL/2006 2 COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO

Leia mais

Estudo aponta que cão domesticado surgiu no Oriente Médio

Estudo aponta que cão domesticado surgiu no Oriente Médio Estudo aponta que cão domesticado surgiu no Oriente Médio Pesquisadores analisaram DNA de cachorros e lobos para desmistificar origem asiática 18 de março de 2010 15h 47 Reuters Os ancestrais dos cachorros

Leia mais

Parece claro que há uma, e uma só, conclusão a tirar destas proposições. Esa conclusão é:

Parece claro que há uma, e uma só, conclusão a tirar destas proposições. Esa conclusão é: Argumentos Dedutivos e Indutivos Paulo Andrade Ruas Introdução Em geral, quando se quer explicar que géneros de argumentos existem, começa-se por distinguir os argumentos dedutivos dos não dedutivos. A

Leia mais

ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO VODAFONE PORTUGAL. CAPÍTULO I Disposições Gerais

ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO VODAFONE PORTUGAL. CAPÍTULO I Disposições Gerais ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO VODAFONE PORTUGAL CAPÍTULO I Disposições Gerais ARTIGO PRIMEIRO (Natureza) A Fundação Vodafone Portugal, adiante designada abreviadamente por Fundação, é uma instituição de direito

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

Epigenética e Memória Celular

Epigenética e Memória Celular Epigenética e Memória Celular Por Marcelo Fantappié Fonte www.revistacarbono.com A epigenética é definida como modificações do genoma que são herdadas pelas próximas gerações, mas que não alteram a sequência

Leia mais

2 O tempo e o espaço na filosofia moderna e a origem do argumento kantiano

2 O tempo e o espaço na filosofia moderna e a origem do argumento kantiano 2 O tempo e o espaço na filosofia moderna e a origem do argumento kantiano Spinoza nos Pensamentos Metafísicos estabelece a distinção entre duração e tempo, isto é, do ente em ente cuja essência envolve

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE MODELOS MATEMÁTICOS PARA A ESTIMAÇÃO DA PROCURA DE TRANSPORTES. José M. Viegas (Março 2000)

A UTILIZAÇÃO DE MODELOS MATEMÁTICOS PARA A ESTIMAÇÃO DA PROCURA DE TRANSPORTES. José M. Viegas (Março 2000) A UTILIZAÇÃO DE MODELOS MATEMÁTICOS PARA A ESTIMAÇÃO DA PROCURA DE TRANSPORTES José M. Viegas (Março 2000) I - A NECESSIDADE DO RECURSO AOS MODELOS MATEMÁTICOS PARA A ESTIMAÇÃO DA PROCURA DE TRANSPORTES

Leia mais

O DNA é formado por pedaços capazes de serem convertidos em algumas características. Esses pedaços são

O DNA é formado por pedaços capazes de serem convertidos em algumas características. Esses pedaços são Atividade extra Fascículo 2 Biologia Unidade 4 Questão 1 O DNA é formado por pedaços capazes de serem convertidos em algumas características. Esses pedaços são chamados de genes. Assinale abaixo quais

Leia mais

Estatuto da Agência Internacional da Energia Renovável

Estatuto da Agência Internacional da Energia Renovável Estatuto da Agência Internacional da Energia Renovável As Partes deste Estatuto, desejando promover a difusão e a crescente utilização da energia renovável com vista ao desenvolvimento sustentável, inspiradas

Leia mais

CONHECIMENTO DA LEI NATURAL. Livro dos Espíritos Livro Terceiro As Leis Morais Cap. 1 A Lei Divina ou Natural

CONHECIMENTO DA LEI NATURAL. Livro dos Espíritos Livro Terceiro As Leis Morais Cap. 1 A Lei Divina ou Natural CONHECIMENTO DA LEI NATURAL Livro dos Espíritos Livro Terceiro As Leis Morais Cap. 1 A Lei Divina ou Natural O que é a Lei Natural? Conceito de Lei Natural A Lei Natural informa a doutrina espírita é a

Leia mais

Saber dar e receber Feedback

Saber dar e receber Feedback Saber dar e receber Feedback Imagem de http://sestudo.blogspot.com/ Um presidente da Câmara de Nova Iorque, Ed Koch, passeava nas ruas da cidade e perguntava às pessoas o que achavam do seu desempenho

Leia mais

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE (2004) 20 QUESTÕES ACERCA DE PRODUTOS ALIMENTARES GENETICAMENTE MODIFICADOS (GM)

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE (2004) 20 QUESTÕES ACERCA DE PRODUTOS ALIMENTARES GENETICAMENTE MODIFICADOS (GM) ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE (2004) 20 QUESTÕES ACERCA DE PRODUTOS ALIMENTARES GENETICAMENTE MODIFICADOS (GM) Estas perguntas e respostas foram preparadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em resposta

Leia mais

A MODELAÇÃO DE LEIS E TEORIAS CIENTÍFICAS

A MODELAÇÃO DE LEIS E TEORIAS CIENTÍFICAS A MODELAÇÃO DE LEIS E TEORIAS CIENTÍFICAS O ESPÍRITO HUMANO PROCURA LEIS E TEORIAS CIENTÍFICAS AO MENOS POR DOIS MOTIVOS Porque lhe dão um certo tipo de compreensão do real Porque lhe oferecem esquemas

Leia mais

Guia de utilização da Base de Dados

Guia de utilização da Base de Dados Guia de utilização da Base de Dados Introdução Este guia tem por objetivos a apresentação do conteúdo da base de dados relativa às traduções de textos de economia incluída no website do EE-T, bem como

Leia mais

Jorge Dantas Amorim É POSSÍVEL CONHECER A VERDADE?

Jorge Dantas Amorim É POSSÍVEL CONHECER A VERDADE? Jorge Dantas Amorim É POSSÍVEL CONHECER A VERDADE? É importante deixar claro que este texto tratará do problema da verdade a partir de uma abordagem filosófica, mais especificamente esta problemática será

Leia mais

Prova Escrita de Geografia A

Prova Escrita de Geografia A Exame Nacional do Ensino Secundário Decreto-Lei n.º 74/004, de 6 de Março Prova Escrita de Geografia A 0.º e.º Anos de Escolaridade Prova 79/.ª Fase 0 Páginas Duração da Prova: 0 minutos. Tolerância: 30

Leia mais

A Genética Mendeliana

A Genética Mendeliana MATERIAL DE APOIO A Genética Mendeliana O conceito de um fator hereditário como determinante das características de um indivíduo foi introduzido primeiramente por Gregor Mendel em 1865, embora ele não

Leia mais

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA 11ª, 12ª e 13ª classes Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário Ficha Técnica Título Programa de Metodologia do Ensino de História - 11ª, 12ª

Leia mais

Manual Prático de Avaliação do Desempenho

Manual Prático de Avaliação do Desempenho Tendo em conta o planeamento das actividades do serviço, deve ser acordado conjuntamente entre o superior hierárquico e o trabalhador, o plano individual e os objectivos definidos para o período em avaliação.

Leia mais

A Dimensão Cultural e o Espaço uma leitura geográfica. Elis Miranda

A Dimensão Cultural e o Espaço uma leitura geográfica. Elis Miranda A Dimensão Cultural e o Espaço uma leitura geográfica Elis Miranda Professora do Mestrado em Planejamento Regional e Gestão de Cidades Universidade Cândido Mendes - Campos. O livro Introdução à Geografia

Leia mais

É possível não crer em Deus?

É possível não crer em Deus? É possível não crer em Deus? Apresentação disponível em www.searadomestre.com.br Adriana Pizzutti dos Santos É possível não crer em Deus? Adriana Pizzutti dos Santos Ateísmo Ateu é quem não crê na existência

Leia mais

Exercícios de Evidências da Evolução

Exercícios de Evidências da Evolução Exercícios de Evidências da Evolução Material de apoio do Extensivo 1. (Unesp) No filme Avatar, de James Cameron (20th Century Fox, 2009), os nativos de Pandora, chamados Na Vi, são indivíduos com 3 metros

Leia mais

BIOLOGIA EVOLUÇÃO PROF ESTEVAM

BIOLOGIA EVOLUÇÃO PROF ESTEVAM BIOLOGIA EVOLUÇÃO PROF ESTEVAM TESTES 1) (Santos) Muitos antibióticos, inicialmente usados com sucesso contra bactérias patogênicas, parecem ter perdido sua eficiência. Um mesmo antibiótico, usado para

Leia mais

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Participamos num processo acelerado de transformações sociais, políticas e tecnológicas que alteram radicalmente o contexto e as

Leia mais

Resenha. Jackson de SOUZA 1

Resenha. Jackson de SOUZA 1 Resenha As armas da persuasão: como influenciar e não se deixar influenciar (CIALDINI, Robert B. [tradução de Ivo Korytowski]; Rio de Janeiro: Sextante, 2012) Jackson de SOUZA 1 Embora todos queiram tomar

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA A IMPORTÂNCIA DA LEITURA Quem não possui o hábito da leitura, precisa desenvolvê-lo, pois é difícil uma formação de qualidade sem muita leitura. Como você costuma selecionar seu material de leitura? O

Leia mais

PONTOS DE VISTA SOBRE PIAGET COMO EPISTEMOLÓGICO

PONTOS DE VISTA SOBRE PIAGET COMO EPISTEMOLÓGICO 1 Introdução PONTOS DE VISTA SOBRE PIAGET COMO EPISTEMOLÓGICO Piaget é fundamentalmente um epistemólogo, não um psicólogo. Por isso, merece, segundo o nosso ponto de vista, a atenção dos filósofos. Teve,

Leia mais

SÓ ABRA QUANDO AUTORIZADO.

SÓ ABRA QUANDO AUTORIZADO. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS BIOLOGIA 2 a Etapa SÓ ABRA QUANDO AUTORIZADO. Leia atentamente as instruções que se seguem. 1 - Este Caderno de Prova contém cinco questões, constituídas de itens e

Leia mais

Matemática Aplicada às Ciências Sociais

Matemática Aplicada às Ciências Sociais DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA Matemática Aplicada às Ciências Sociais Ensino Regular Curso Geral de Ciências Sociais e Humanas 10º Ano Planificação 2014/2015 Índice Finalidades... 2 Objectivos e competências

Leia mais

ESTUDO DE CASO - PLANEJAMENTO E MÉTODOS 1

ESTUDO DE CASO - PLANEJAMENTO E MÉTODOS 1 ESTUDO DE CASO - PLANEJAMENTO E MÉTODOS 1 Alberto Albuquerque Gomes 2 O estudo de caso tem sido escolhido, de forma recorrente, como alternativa para pesquisas sobre o fenômeno educativo. Porém, nem sempre

Leia mais

Capítulo 3 Clonagem de plantas proliferação de meristemas e organogénese... 75 3.1. Introdução... 75 3.2. Tipos de meristemas... 76 3.2.1.

Capítulo 3 Clonagem de plantas proliferação de meristemas e organogénese... 75 3.1. Introdução... 75 3.2. Tipos de meristemas... 76 3.2.1. Sumário 7 Apresentação... 13 Lista de abreviaturas... 16 Capítulo 1 Introdução Geral... 19 1.1. O problema da alimentação à escala planetária... 19 1.2. O conceito de Biotecnologia... 27 1.3. A utilização

Leia mais

CONVENÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE DIVERSIDADE BIOLÓGICA

CONVENÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE DIVERSIDADE BIOLÓGICA CONVENÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE DIVERSIDADE BIOLÓGICA António Gonçalves Henriques CONVENÇÃO SOBRE DIVERSIDADE BIOLÓGICA CONCEITOS DE BASE Biodiversidade ou Diversidade Biológica é o conjunto das diferentes

Leia mais

5910224 Evolução dos Conceitos da Física FFCLRP USP Prof. Antônio C. Roque - Origem

5910224 Evolução dos Conceitos da Física FFCLRP USP Prof. Antônio C. Roque - Origem A Origem do Pensamento Científico O ser humano levou milhões de anos para evoluir até o estado atual. Essa evolução levou ao aparecimento de capacidades artísticas, religiosas e científicas na mente humana,

Leia mais

VAMOS DEIXAR UMA coisa bem clara desde já: você não

VAMOS DEIXAR UMA coisa bem clara desde já: você não Os Programas FAT: a verdadeira causa do seu excesso de peso 1 VAMOS DEIXAR UMA coisa bem clara desde já: você não está gordo porque come demais. Você não é fraco, preguiçoso, indisciplinado, tampouco se

Leia mais

CONSULTORIA POSITIVA

CONSULTORIA POSITIVA O consultor é uma pessoa que, pela sua habilidade, postura e posição, tem o poder de influenciar as pessoas, grupos e organizações, mas não tem o poder directo para produzir mudanças ou programas de implementação.

Leia mais

Canguilhem e as ciências da vida

Canguilhem e as ciências da vida Canguilhem e as ciências da vida 679 CANGUILHEM, G. Estudos de História e de Filosofia das Ciências: concernentes aos vivos e à vida Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2012 1 Lizandro Lui 1 Instituto

Leia mais

Princípios de selecção e melhoramento genético

Princípios de selecção e melhoramento genético Introdução Para qualquer criador a melhoria da qualidade das suas aves deverá ser uma necessidade constante. Se, em parte, isso se consegue pela melhoria e atenção dadas a diversos aspectos como o alojamento

Leia mais

LEVANTAMENTO DOS DONS ESPIRITUAIS

LEVANTAMENTO DOS DONS ESPIRITUAIS LEVANTAMENTO DOS DONS ESPIRITUAIS INSTRUÇÕES: I Nas páginas seguintes, responda a cada afirmação do Levantamento de Dons Espirituais, utilizando a escala abaixo: 3 = CONSTANTEMENTE, DEFINITIVAMENTE CERTO.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO RESENHA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO RESENHA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO RESENHA TRAVERS, J; MILGRAM, S. An experimental study of the small problem. Sociometry. Vol. 32, Issue 4 (Dec.

Leia mais

Escola Secundária com 3º CEB de Coruche EDUCAÇÃO SEXUAL

Escola Secundária com 3º CEB de Coruche EDUCAÇÃO SEXUAL Escola Secundária com 3º CEB de Coruche 0 EDUCAÇÃO SEXUAL INTRODUÇÃO A Educação da sexualidade é uma educação moral porque o ser humano é moral. É, também, uma educação das atitudes uma vez que, com base

Leia mais

b : nas representações gráficas de funções do tipo

b : nas representações gráficas de funções do tipo do as suas escolhas a partir daí. Nesta situação, tendem a identificar as assímptotas verticais, as assímptotas horizontais e a associar as representações analítica e gráfica que têm estas características

Leia mais

ÉTICA e PAISAGEM Fundação Calouste Gulbenkian. 19 de Setembro de 2011 Alexandre d Orey Cancela d Abreu alexandreoc.abreu@gmail.com

ÉTICA e PAISAGEM Fundação Calouste Gulbenkian. 19 de Setembro de 2011 Alexandre d Orey Cancela d Abreu alexandreoc.abreu@gmail.com ÉTICA e PAISAGEM Fundação Calouste Gulbenkian 19 de Setembro de 2011 Alexandre d Orey Cancela d Abreu alexandreoc.abreu@gmail.com Paisagem: designa uma parte do território, tal como é apreendida pelas

Leia mais

ATHANASIUS PAPATHOPOULOS* *Estudante ERASMUS no ISPV em 1996/1997. Instituição de origem: Universidade Aristóteles - Florina, Grécia.

ATHANASIUS PAPATHOPOULOS* *Estudante ERASMUS no ISPV em 1996/1997. Instituição de origem: Universidade Aristóteles - Florina, Grécia. O SISTEMA ESCOLAR GREGO ATHANASIUS PAPATHOPOULOS* *Estudante ERASMUS no ISPV em 1996/1997. Instituição de origem: Universidade Aristóteles - Florina, Grécia. É meu objectivo, neste texto, fazer uma apresentação

Leia mais

Tema 5. Crescimento e renovação celular. UNIDADE 1. Crescimento e renovação celular

Tema 5. Crescimento e renovação celular. UNIDADE 1. Crescimento e renovação celular Tema 5. Crescimento e renovação celular Crescimento e renovação celular Distinção entre DNA e RNA quanto às suas características estruturais e funcionais. Reconhecimento de que os organismos necessitam

Leia mais

Enem, fantasias e verdades. Rommel Fernandes

Enem, fantasias e verdades. Rommel Fernandes 2014 Enem, fantasias e verdades. Rommel Fernandes Enem, fantasias e verdades. 3 Eu sou Rommel Fernandes, Diretor de Ensino do Bernoulli, e vou expor um tema interessantíssimo, que envolve o Enem. O exame

Leia mais

Ateoria que Nelson Goodman tece sobre a metáfora distancia-se da maioria

Ateoria que Nelson Goodman tece sobre a metáfora distancia-se da maioria Uma abordagem da metáfora em Nelson Goodman Manuel Bogalheiro Universidade da Beira Interior, Portugal Ateoria que Nelson Goodman tece sobre a metáfora distancia-se da maioria das concepções tradicionais

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA Na defesa dos valores de integridade, da transparência, da auto-regulação e da prestação de contas, entre outros, a Fundação Casa da Música,

Leia mais

Relatório Final da Acção de Formação

Relatório Final da Acção de Formação Acção de Formação: Sustentabilidade na Terra e Energia na Didáctica das Ciências Contexto: utilização da Web 2.0 aplicada à didáctica do ensino das Ciências Relatório Final da Acção de Formação Centro

Leia mais

19/03/2012. Evolução, Ciência e Sociedade. Conceitos: Fato e Teoria na Evolução. Biologia Evolutiva na pesquisa básica e aplicada

19/03/2012. Evolução, Ciência e Sociedade. Conceitos: Fato e Teoria na Evolução. Biologia Evolutiva na pesquisa básica e aplicada Evolução, Ciência e Sociedade Biologia Evolutiva na pesquisa básica e aplicada Conceitos: Fato e Teoria na Evolução Professor Fabrício R Santos fsantos@icb.ufmg.br Departamento de Biologia Geral, UFMG

Leia mais

Os Descobrimentos, a comunicação a nível global e a Conquista do Espaço

Os Descobrimentos, a comunicação a nível global e a Conquista do Espaço Os Descobrimentos, a comunicação a nível global e a Conquista do Espaço Este ponto é aqui. É a nossa casa. Somos nós, numa imagem tirada a partir de 6 mil milhões de quilómetros da Terra pela sonda Voyager

Leia mais

A PRESENÇA NEGRA NO PARÁ: RESENHA DE UM

A PRESENÇA NEGRA NO PARÁ: RESENHA DE UM R E S E N H A A PRESENÇA NEGRA NO PARÁ: RESENHA DE UM TRABALHO PIONEIRO SALLES, VICENTE. O NEGRO NO PARÁ. SOB O REGIME DA ESCRAVIDÃO. 3ª EDIÇÃO. BELÉM: INSTITUTO DE ARTES DO PARÁ, 2005. JOSÉ MAIA BEZERRA

Leia mais

Tendo considerado o relatório do Secretário-Geral sobre a revista elaborar Carta Mundial da Natureza,

Tendo considerado o relatório do Secretário-Geral sobre a revista elaborar Carta Mundial da Natureza, Carta Mundial para a Natureza A Assembleia Geral, Tendo considerado o relatório do Secretário-Geral sobre a revista elaborar Carta Mundial da Natureza, Recordando que, na sua resolução 35/7 de 30 de outubro

Leia mais