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2 Revista de Imprensa (PT) - Do Papel, 01/10/2013, Bacalhau da Islândia promove-se na rede 1 2. (PT) - Fileira do Pescado Online, 28/10/2013, Mais bacalhau nos lares - Fileira do Pescado 2 3. (PT) - Local.pt Online, 30/10/2013, Bacalhau da Islândia promove-se em Portugal nas redes sociais 3 4. (PT) - Briefing Online, 30/10/2013, Bacalhau da Islândia "dá-se a provar" nas redes sociais 4 5. (PT) - Distribuição Hoje Online, 30/10/2013, Bacalhau da Islândia promove-se em Portugal nas redes sociais 5 6. (PT) - Grande Consumo Online, 30/10/2013, Bacalhau da Islândia promove-se em Portugal nas redes sociais 6 7. (PT) - Meios & Publicidade Online, 30/10/2013, Islândia quer mostrar que também tem bacalhau 7 8. (PT) - Marketeer Online, 31/10/2013, Afinal, o bacalhau é da Islândia! 8 9. (PT) - Diário de Coimbra, 03/11/2013, Bacalhau da Islândia nas redes sociais (PT) - Agroportal Online, 03/11/2013, Bacalhau da Islândia promove-se em Portugal nas redes sociais (PT) - Local.pt Online, 04/11/2013, Bacalhau da Islândia promove-se em Lisboa com a Eldhús Hús LOCAL.PT (PT) - Store Magazine Online, 04/11/2013, Bacalhau da Islândia promove-se em Portugal nas redes sociais (PT) - Essência do Vinho.com - Essência do Vinho Empresa.com, 04/11/2013, Bacalhau da Islândia promove-se esta semana, em Lisboa - Revista Wine (PT) - Briefing Online, 05/11/2013, É uma casa islandesa, com certeza (PT) - Grande Consumo Online, 05/11/2013, Bacalhau da Islândia promove-se em Lisboa com a Eldhús Hús (PT) - Distribuição Hoje Online, 05/11/2013, Bacalhau da Islândia promove-se em Lisboa com a Eldhús Hús (PT) - Dinheiro Vivo Online, 05/11/2013, Bacalhau da Islândia lança ofensiva sobre Lisboa (com vídeo) (PT) - Diário Económico, 06/11/2013, Uma casa islandesa em Lisboa para promover o bacalhau (PT) - Notícias ao Minuto Online, 06/11/2013, Embaixada "Islandeses não se limitaram a sentir pena de si próprios" durante crise (PT) - Publituris.pt, 06/11/2013, Islândia promove-se em Portugal (PT) - Público Online, 06/11/2013, A crise não abranda as vendas de bacalhau (PT) - Sol Online, 06/11/2013, Os islandeses não se limitaram a sentir pena durante a crise (PT) - Diário Económico, 07/11/2013, Riberalves vende para americana Walmart e quer entrar no México 25

3 24. (PT) - Hipersuper.pt, 07/11/2013, Bacalhau da Islândia quer conquistar portugueses (PT) - Público, 07/11/2013, A crise económica não abranda as vendas de bacalhau (PT) - Público Online, 07/11/2013, Islândia promove bacalhau no Sul da Europa (PT) - Rádio Nova Online, 07/11/2013, Islândia promove bacalhau no Sul da Europa (PT) - Alive Taste Online, 07/11/2013, Bacalhau da Islândia (PT) - Revista de Vinhos Online, 08/11/2013, Ofensiva promocional do bacalhau da Islândia (PT) - Canela & Hortelã.com, 12/11/2013, Islândia à conquista dos portugueses através do bacalhau (PT) - Blog Chocolate a Mais, 12/11/2013, O bacalhau é da (PT) - VIP, 19/11/2013, Bacalhau na Net (PT) - Local.pt Online, 27/11/2013, Bacalhau da Islândia lança concurso no Facebook LOCAL.PT (PT) - RH Turismo.net, 27/11/2013, Bacalhau da Islândia lança concurso no Facebook (PT) - Distribuição Hoje Online, 28/11/2013, Bacalhau da Islândia lança concurso no Facebook (PT) - Grande Consumo Online, 28/11/2013, Bacalhau da Islândia lança concurso no Facebook (PT) - Opção Turismo Online, 28/11/2013, Bacalhau da Islândia lança concurso no Facebook (PT) - Revista de Vinhos Online, 28/11/2013, Bacalhau da Islândia lança concurso no Facebook (PT) - Elite Negócios & Lifestyle, 01/12/2013, O rei da mesa portuguesa (PT) - Saúde à Mesa, 01/12/2013, Islândia. A sustentável leveza do ser (PT) - Volta ao Mundo, 01/12/2013, O fiel amigo islandês (PT) - Do Restaurante & do Gourmet Online, 02/12/2013, Bacalhau da Islândia lança concurso no Facebook (PT) - Sapo Online - Sabores Sapo Online, 06/12/2013, O perfeito bacalhau que vem do país do frio (PT) - Correio da Manhã - Domingo, 15/12/2013, Um natal de sabores familiares (PT) - Diário Económico, 17/12/2013, Riberalves testa bacalhau sem pele e sem espinha (PT) - Do Restaurante & do Gourmet Online, 19/12/2013, Bacalhau da Islândia lança concurso (PT) - Público Online, 22/12/2013, Pesca ajuda a Islândia a sair da crise e é o principal obstáculo à adesão à União Europeia (PT) - Público Online, 22/12/2013, Na Islândia bacalhau não é comida, é dinheiro (PT) - Público, 22/12/2013, Pesca ajuda a Islândia a sair da crise e é o principal obstáculo à adesão à UE (PT) - Aicep Portugal Global Online, 23/12/2013, Na Islândia bacalhau não é comida, é dinheiro 70

4 51. (PT) - Dinheiro Vivo (DN + JN), 28/12/2013, Islândia. Tudo o que vem à rede (agora) é mesmo peixe (PT) - Dinheiro Vivo Online, 28/12/2013, Islândia. Tudo o que vem à rede (agora) é mesmo peixe 76

5 A1 ID: Tiragem: 1200 Pág: 11 País: Portugal Cores: Cor Period.: Mensal Área: 6,16 x 15,24 cm² Âmbito: Outros Assuntos Corte: 1 de 1 Bacalhau da Islândia promove-se na rede Prova e partilha é o desafio do Bacalhau da Islândia aos consumidores portugueses, naquela que representa a primeira campanha em território nacional. Gudný Káradóttir, directora de marketing da Íslandsstofa / Promote Iceland, revela que há muito tempo que o bacalhau une portugueses e islandeses, é um elo saudável e muito saboroso que deve ser alimentado e é isso que pretendemos fazer. As redes sociais são uma ferramenta incrível de comunicação, aproximam as pessoas, estimulando o intercâmbio e o conhecimento. O nosso objectivo é também divulgar a Islândia e aproximar os dois países. Prova e partilha é o nosso lema, é um desafio, mas também é um convite à amizade. E nada melhor do que a posta de Bacalhau da Islândia para reunir os amigos. O Bacalhau da Islândia já está activo no Facebook, Twitter e Pinterest e em breve vai arrancar no YouTube. Estas redes sociais vão ser o meio preferencial de comunicação do Bacalhau da Islândia com os consumidores portugueses. Página 1

6 A2 Mais bacalhau nos lares - Fileira do Pescado Tipo Meio: Internet Data Publicação: 28/10/2013 Meio: URL: Fileira do Pescado Online / A categoria de bacalhau seco e derivados alcançou um volume de negócios de 270 milhões de euros, segundo dados da consultora AC Nielsen correspondentes ao Ano Móvel Sem 44/2012, um crescimento de 7% face ao período homólogo. No total, foram comercializados no mesmo período cerca de 37 quilos de bacalhau, mais 6%. As marcas de fabricante representam quase a totalidade do mercado (91%). As marcas próprias do distribuidor têm uma quota de mercado de 9% e no período assinalado pela consultora mantiveram-se estagnadas. A quota de mercado das marcas de fabricante cresceu 7% no período em análise. Outro dado relevante é a quota de mercado dos supermercados na venda da categoria - 68%. Os portugueses preferem o bacalhau crescido (43%), seguido do graúdo (22%) e do especial (13%). No que diz respeito aos lares, 75% compraram a categoria no último ano. Cada lar comprou bacalha cinco vezes ao longo do ano e despendeu por visita 19,33 euros. 55 mil toneladas por ano Uma delegação da AIB- Associação dos Industriais do Bacalhau deslocou-se recentemente à Islândia, a convite da ICE Salt Fish Association e da Iceland Responsible Fisheries. A viagem tinha por objectivo estreitar as relações institucionais e comerciais entre os fornecedores de bacalhau islandeses e a indústria portuguesa de transformação do bacalhau. "A Islândia tem das maiores quotas de pesca de bacalhau do mundo e o tipo de bacalhau ideal para a cura tradicional portuguesa que requer um peixe de maior tamanho", revela um comunicado da Associação. As quotas de pesca islandesas para este tipo de peixe têm vindo a aumentar e é uma tendência que vai continuar. Portugal é o país do mundo com maior consumo de bacalhau salgado seco, cerca de 55 mil toneladas por ano. Mais infrmaçãoes sobre o dossier especial aqui Fonte: Hipersuper Página 2

7 A3 Bacalhau da Islândia promove-se em Portugal nas redes sociais Tipo Meio: Internet Data Publicação: 30/10/2013 Meio: URL: Local.pt Online / LISBOA "Prova e partilha" é o desafio do Bacalhau da Islândia aos consumidores portugueses. Embora esteja presente em Portugal há muitos anos e seja considerado o melhor do mundo pelos grandes apreciadores de bacalhau, esta é a primeira vez que o Bacalhau da Islândia tem uma campanha dirigida aos consumidores portugueses. Facebook, YouTube, Twitter [...] Página 3

8 A4 Bacalhau da Islândia "dá-se a provar" nas redes sociais Tipo Meio: Internet Data Publicação: 30/10/2013 Meio: URL: Briefing Online / "Prova e partilha" este é o desafio lançado pelo Bacalhau da Islândia aos portugueses e é também o mote da primeira campanha da marca em Portugal. A campanha foca-se principalmente nas redes sociais e pretende reforçar o elo de ligação entre os portugueses e a marca. O Bacalhau da Islândia marca presença no Facebook, Twitter e Pinterest e, em breve, também no YouTube. As redes sociais vão ser o meio preferencial para promover a marca junto dos consumidores portugueses. Em comunicado, a Gudný Káradóttir, diretora de Marketing da Íslandsstofa / Promote Iceland, afirma que o bacalhau une os portugueses e os islandeses há muito tempo e isso deve ser alimentado, por isso decidiram avançar com a aposta nas redes sociais. O sector das pescas é um dos mais importantes da economia islandesa, contando com um das mais modernas e competitivas frotas pesqueiras do mundo, com base na sustentabilidade do peixe e na proteção dos ecossistemas marinhos. A pesca representa 40 por cento do valor das exportações islandesas, sendo o bacalhau a espécie mais importante. Este endereço de está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. quarta, 30 outubro :28 Página 4

9 A5 Bacalhau da Islândia promove-se em Portugal nas redes sociais Tipo Meio: Internet Data Publicação: 30/10/2013 Meio: Distribuição Hoje Online Autores: URL: Ana Rita Costa / 30 de Outubro "Prova e Partilha" é o desafio que o Bacalhau da Islândia está a colocar aos portugueses nas redes sociais. Facebook, YouTube, Twitter e Pinterest são as redes sociais que estão a divulgar todas as novidades do Bacalhau da Islândia. Gudný Káradóttir, Diretora de Marketing da Íslandsstofa / Promote Iceland, revela que "há muito tempo que o bacalhau une portugueses e islandeses, é um elo saudável e muito saboroso que deve ser alimentado e é isso que pretendemos fazer. As redes sociais são uma ferramenta incrível de comunicação, aproximam as pessoas, estimulando o intercâmbio e o conhecimento. O nosso objetivo é também divulgar a Islândia e aproximar os dois países. Prova e partilha é o nosso lema, é um desafio, mas também é um convite à amizade. E nada melhor do que a posta de Bacalhau da Islândia para reunir os amigos". A Islândia é um dos 20 maiores países de pesca do mundo, com uma capacidade de pesca 1,5 mil milhões de toneladas por ano. A pesca representa 40% do valor das exportações islandesas. Nos últimos anos, a indústria pesqueira na Islândia juntou-se para desenvolver o programa Iceland Responsible Fisheries de forma a promover os produtos de origem islandesa e a gerir as pescas nas águas do país. por Ana Rita Costa Página 5

10 A6 Bacalhau da Islândia promove-se em Portugal nas redes sociais Tipo Meio: Internet Data Publicação: 30/10/2013 Meio: URL: Grande Consumo Online / Embora o Bacalhau da Islândia esteja presente em Portugal há muitos anos, esta é a primeira vez que tem uma campanha dirigida aos consumidores portugueses. Facebook, YouTube, Twitter e Pinterest são as redes sociais que vão divulgar todas as novidades do Bacalhau da Islândia. Gudný Káradóttir, Diretora de Marketing da Íslandsstofa / Promote Iceland, revela que "há muito tempo que o bacalhau une portugueses e islandeses, é um elo saudável e muito saboroso que deve ser alimentado e é isso que pretendemos fazer. As redes sociais são uma ferramenta incrível de comunicação, aproximam as pessoas, estimulando o intercâmbio e o conhecimento. O nosso objetivo é também divulgar a Islândia e aproximar os dois países. Prova e partilha é o nosso lema, é um desafio, mas também é um convite à amizade. E nada melhor do que a posta de Bacalhau da Islândia para reunir os amigos". Página 6

11 A7 Islândia quer mostrar que também tem bacalhau Tipo Meio: Internet Data Publicação: 30/10/2013 Meio: Meios & Publicidade Online Autores: URL: Rui Oliveira Marques / 30 de Outubro de 2013 às 12:22:02 Pela primeira vez o Bacalhau da Islândia está a comunicar com os consumidores portugueses, tendo arrancado com a promoção através das redes sociais Facebook, YouTube, Twitter e Pinterest. O trabalho está a cargo da BA&N. "Há muito tempo que o bacalhau une portugueses e islandeses, é um elo saudável e muito saboroso que deve ser alimentado e é isso que pretendemos fazer. As redes sociais são uma ferramenta incrível de comunicação, aproximam as pessoas, estimulando o intercâmbio e o conhecimento. O nosso objectivo é também divulgar a Islândia e aproximar os dois países", declarou Gudný Káradóttir, directora de marketing da Íslandsstofa/Promote Iceland, entidade responsável pela iniciativa. A pesca representa 40 por cento do valor das exportações islandesas, sendo que o bacalhau vale um terço das exportações de peixe. Rui Oliveira Marques Página 7

12 A8 Afinal, o bacalhau é da Islândia! Tipo Meio: Internet Data Publicação: 31/10/2013 Meio: URL: Marketeer Online / Quinta-Feira, 31 de Outubro de 2013 pub Quinta-feira, 31 de Outubro, 2013 F acebook, YouTube, Twitter e Pinterest são as redes sociais que vão divulgar as novidades do Bacalhau da Islândia que arrancou ontem com o desafio "Prova e partilha". Trata-se da primeira campanha dirigida aos portugueses embora os produtos estejam presentes em Portugal há muitos anos. Gudný Káradóttir, directora de Marketing da Íslandsstofa / Promote Iceland, revela que há muito tempo que o bacalhau une portugueses e islandeses. É um elo saudável e muito saboroso que deve ser alimentado e é isso que pretendemos fazer. O nosso objetivo é também divulgar a Islândia e aproximar os dois países. Prova e partilha é o nosso lema, é um desafio, mas também é um convite à amizade. A Islândia é um dos 20 maiores países de pesca do mundo, com uma capacidade de pesca 1.5 mil milhões de toneladas por ano. A pesca representa 40% do valor das exportações islandesas. O bacalhau é a espécie mais importante e representa 1/3 das exportações de peixe. Facebook, YouTube, Twitter e Pinterest são as redes sociais que vão divulgar as novidades do Bacalhau da Islândia que arrancou ontem com o desafio "Prova e partilha". pub pub Marketeer - todos os direitos reservados. Uma publicação Multipublicações SGPS Página 8

13 A9 ID: Bacalhau da Islândia nas redes sociais Tiragem: 9311 País: Portugal Period.: Diária Âmbito: Regional Pág: 23 Cores: Cor Área: 8,33 x 13,25 cm² Corte: 1 de 1 Campanha abrange todas as redes sociais MARKETING Prova e partilha é o desafio do Bacalhau da Islândia aos consumidores portugueses. Embora esteja presente em Portugal há muitos anos e seja considerado o melhor do mundo pelos grandes apreciadores de bacalhau, esta é a primeira vez que o Bacalhau da Islândia tem uma campanha dirigida aos consumidores portugueses. Facebook, YouTube, Twitter e Pinterest são as redes sociais que vão divulgar todas as novidades do Bacalhau da Islândia. Gudn Káradóttir, directora de Marketing da Íslandsstofa / Promote Iceland, considera que «há muito tempo que o bacalhau une portugueses e islandeses». «As redes sociais são uma ferramenta incrível de comunicação, aproximam as pessoas, estimulando o intercâmbio e o conhecimento. O nosso objetivo é também divulgar a Islândia e aproximar os dois países. Prova e partilha é o nosso lema, é um desafio, mas também é um convite à amizade», refere. Página 9

14 A10 Bacalhau da Islândia promove-se em Portugal nas redes sociais Tipo Meio: Internet Data Publicação: 03/11/2013 Meio: URL: Agroportal Online / "Prova e partilha" é o desafio do Bacalhau da Islândia aos consumidores portugueses. Embora esteja presente em Portugal há muitos anos e seja considerado o melhor do mundo pelos grandes apreciadores de bacalhau, esta é a primeira vez que o Bacalhau da Islândia tem uma campanha dirigida aos consumidores portugueses. Facebook, YouTube, Twitter e Pinterest são as redes sociais que vão divulgar todas as novidades do Bacalhau da Islândia. Gudný Káradóttir, Diretora de Marketing da Íslandsstofa / Promote Iceland, revela que "há muito tempo que o bacalhau une portugueses e islandeses, é um elo saudável e muito saboroso que deve ser alimentado e é isso que pretendemos fazer. As redes sociais são uma ferramenta incrível de comunicação, aproximam as pessoas, estimulando o intercâmbio e o conhecimento. O nosso objectivo é também divulgar a Islândia e aproximar os dois países. Prova e partilha é o nosso lema, é um desafio, mas também é um convite à amizade. E nada melhor do que a posta de Bacalhau da Islândia para reunir os amigos". O Bacalhau da Islândia já está activo no Facebook, Twitter e Pinterest e em breve vai arrancar no YouTube. Estas redes sociais vão ser o meio preferencial de comunicação do Bacalhau da Islândia com os consumidores portugueses. O sector das pescas é um dos mais importantes da economia islandesa, que tem uma das mais modernas e competitivas frotas pesqueiras de todo o mundo, baseada na sustentabilidade do peixe e na protecção dos ecossistemas marinhos. A Islândia é um dos 20 maiores países de pesca do mundo, com uma capacidade de pesca 1.5 mil milhões de toneladas por ano. A pesca representa 40% do valor das exportações islandesas. O sector das pescas representa mais de 40% das exportações islandesas. O bacalhau é a espécie mais importante e representa 1/3 das exportações de peixe. A Islândia tem focado o seu investimento nesta área no desenvolvimento de produtos inovadores e métodos de processamento avançados com equipamento de alta tecnologia de forma a garantir a qualidade e frescura dos seus produtos. Nos últimos anos, tem havido uma procura crescente por fontes renováveis e sustentáveis, incluindo no sector das pescas. A indústria pesqueira na Islândia juntou-se para desenvolver o programa Iceland Responsible Fisheries de forma a promover os produtos de origem islandesa e a gerir as pescas nas águas do país. Página 10

15 A11 Bacalhau da Islândia promove-se em Lisboa com a Eldhús Hús LOCAL.PT Tipo Meio: Internet Data Publicação: 04/11/2013 Meio: URL: Local.pt Online / LISBOA - A Eldhús é uma casa (hús) de pesca tipicamente islandesa que vai estar em Lisboa esta quarta e quinta-feira para promover o Bacalhau da Islândia. Os pastéis de bacalhau vão abrir o apetite a quem passar pela casa Eldhús que vai estar na Gare do Oriente, na Av. D. João II, em Lisboa para receber as visitas de todos os lisboetas que querem saber mais sobre aquilo que é considerado o melhor bacalhau do mundo. Séculos de tradição e águas com correntes marítimas muito propícias ao desenvolvimento do bacalhau fazem da Islândia o melhor local do mundo para a faina deste peixe, que tem nos portugueses os maiores e melhores apreciadores do mundo. A Eldhús Hús é típica na Islândia, pequena e de cor garrida. Nos últimos meses, a Eldhús viajou por toda a Islândia para divulgar a gastronomia local a convidados e turistas. Agora está a viajar pelo sul da Europa e depois de uma paragem em Barcelona chega a Lisboa para dar a provar o bacalhau islandês. O Natal é a época em que os portugueses mais consomem bacalhau, indispensável na consoada em família e, por isso, a Eldhús é também um convite para provar e partilhar o segredo do bacalhau da Islândia, reconhecido pelos principais apreciadores como o melhor do mundo. Terra de pescadores, a Islândia tem no sector das pescas um dos seus principais motores económicos, com um peso de 11% no produto interno bruto do país. Baseada na sustentabilidade e na proteção do ecossistema marinho, a Islândia tem uma das mais competitivas e modernas indústrias pesqueiras do mundo. Só no ano passado, a Islândia exportou 749 mil toneladas de peixe, sendo o bacalhau o mais importante, representando 31% deste total. A Europa é o principal destino das exportações islandesas de peixe. Página 11

16 A12 Bacalhau da Islândia promove-se em Portugal nas redes sociais Tipo Meio: Internet Data Publicação: 04/11/2013 Meio: URL: Store Magazine Online / Detalhes O Bacalhau da Islândia acaba de lançar a sua primeira campanha promocional em Portugal, denominada "Prova e partilha", através do Facebook, Twitter, Pinterest e YouTube, redes sociais nas quais estão a ser divulgadas as novidades sobre este produto. "Há muito tempo que o bacalhau une portugueses e islandeses, é um elo saudável e muito saboroso que deve ser alimentado e é isso que pretendemos fazer. As redes sociais são uma ferramenta incrível de comunicação, aproximam as pessoas, estimulando o intercâmbio e o conhecimento. O nosso objetivo é também divulgar a Islândia e aproximar os dois países (...)", afirma a diretora de Marketing da Íslandsstofa/Promote Iceland, Gudný Káradóttir. O Bacalhau da Islândia já está ativo no Facebook, Twitter e Pinterest e em breve vai arrancar no YouTube. A Islândia é um dos 20 maiores países de pesca do mundo, com uma capacidade 1.5 mil milhões de toneladas/ano. A pesca representa 40 por cento do valor das exportações islandesas e o bacalhau é a espécie mais importante, representando 1/3 das exportações de peixe. Fonte: BAN Página 12

17 A13 Bacalhau da Islândia promove-se esta semana, em Lisboa - Revista Wine Tipo Meio: Internet Data Publicação: 04/11/2013 Meio: URL: Essência do Vinho.com - Essência do Vinho Empresa.com / Português que se preze é consumidor de bacalhau e muitos garantem que há mais de mil e uma formas de o confecionar. "Prova e partilha" é o lema da campanha promocional que o bacalhau da Islândia está a lançar em Portugal. A Eldhús Hús é uma casa de pesca típica na Islândia, pequena e de cor garrida. Nos últimos meses, a Eldhús viajou pela Islândia, a divulgar a gastronomia local a convidados e turistas. Agora está a viajar pelo sul da Europa e depois de uma paragem em Barcelona chega a Lisboa para dar a provar o bacalhau islandês. Na Avenida João II, junto à Gare do Oriente, os pastéis de bacalhau vão certamente abrir o apetite aos lisboetas e visitantes da capital que por ali circulem. Terra de pescadores, a Islândia tem uma das mais competitivas e modernas indústrias pesqueiras do mundo e o setor representa 11% no produto interno bruto do país. Só no ano passado, a Islândia exportou toneladas de peixe, sendo o bacalhau o mais importante, representando 31% deste total. A Europa é o principal destino das exportações islandesas de peixe. Acrescente-se que Portugal é o terceiro maior consumidor de peixe do mundo, precisamente atrás da Islândia e do Japão. Redação WINE - A Essência do Vinho Página 13

18 A14 É uma casa islandesa, com certeza Tipo Meio: Internet Data Publicação: 05/11/2013 Meio: URL: Briefing Online / Chama-se Eldhús e é uma casa de pesca tipicamente islandesa. Vai assentar arraiais durante dois dias, esta quarta e quinta-feiras, em Lisboa, para promover o bacalhau da Islândia. Estará na Gare do Oriente para abrir o apetite dos portugueses. Haverá pastéis de bacalhau e informação sobre o bacalhau islandês, numa ação que visa estimular o consumo deste produto na época natalícia. A Eldús está em Lisboa depois de já ter viajado pela Islândia para divulgar a gastronomia local. Deslocou-se entretanto para o sul da Europa, com uma paragem em Barcelona. A Europa é o principal destino das exportações islandesas de peixe mil toneladas o ano passado, sendo que 31 por cento corresponderam a bacalhau. Este endereço de está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. terça, 05 novembro :56 Página 14

19 A15 Bacalhau da Islândia promove-se em Lisboa com a Eldhús Hús Tipo Meio: Internet Data Publicação: 05/11/2013 Meio: URL: Grande Consumo Online / A Eldhús é uma casa (hús) de pesca tipicamente islandesa que vai estar em Lisboa esta quarta e quinta-feira para promover o bacalhau da Islândia. Os pastéis de bacalhau vão abrir o apetite a quem passar pela casa que vai estar na Gare do Oriente, na Av. D. João II, em Lisboa, para receber as visitas de todos os lisboetas que queiram saber mais sobre o bacalhau da Islândia. A Eldhús viajou por toda a Islândia para divulgar a gastronomia local a convidados e turistas. Agora está a viajar pelo sul da Europa e, depois de uma paragem em Barcelona, chega a Lisboa para dar a provar o bacalhau islandês. Terra de pescadores, a Islândia tem no sector das pescas um dos seus principais motores económicos, com um peso de 11% no Produto Interno Bruto do país. Baseada na sustentabilidade e na proteção do ecossistema marinho, a Islândia tem uma das mais competitivas e modernas indústrias pesqueiras do mundo. Só no ano passado, a Islândia exportou 749 mil toneladas de peixe, sendo o bacalhau o mais importante, representando 31% deste total. A Europa é o principal destino das exportações islandesas de peixe. Página 15

20 A16 Bacalhau da Islândia promove-se em Lisboa com a Eldhús Hús Tipo Meio: Internet Data Publicação: 05/11/2013 Meio: Distribuição Hoje Online Autores: URL: Ana Rita Costa / 4 de Novembro O Bacalhau da Islândia vai promover-se em Lisboa nos próximos dias com uma casa de pesca tipicamente islandesa, a Eldhús Hús. Serão oferecidos pastéis de bacalhau a quem passar pela casa Eldhús que vai estar na Gare do Oriente, na Av. D. João II, em Lisboa. A Eldhús Hús é típica na Islândia e nos últimos meses viajou por toda a Islândia para divulgar a gastronomia local a convidados e turistas. Agora está a viajar pelo sul da Europa e depois de uma paragem em Barcelona chega a Lisboa para dar a provar o bacalhau islandês. A Islândia tem no sector das pescas um dos seus principais motores económicos, com um peso de 11% no produto interno bruto do país. Só no ano passado, a Islândia exportou 749 mil toneladas de peixe, sendo o bacalhau o mais importante, representando 31% deste total. por Ana Rita Costa Página 16

21 A17 Bacalhau da Islândia lança ofensiva sobre Lisboa (com vídeo) Tipo Meio: Internet Data Publicação: 05/11/2013 Meio: URL: Dinheiro Vivo Online / 05/11/ :36 Dinheiro Vivo Bacalhau da Islândia lança ofensiva sobre Lisboa (com vídeo) Filme "A Aldeia" D.R. 05/11/ :36 Dinheiro Vivo Com o Natal cada vez mais próximo, muitas são as marcas que não perdem tempo em comunicar. O Bacalhau da Islândia é um desses casos ao lançar dia 6 de novembro uma ofensiva sobre a capital para promover o bacalhau islandês. Assim, através da chegada da Eldhús, uma casa (hús) de pesca tipicamente islandesa, à Gare do Oriente, na Av. D. João II, em Lisboa, o Bacalhau da Islândia vai oferecer pastéis de bacalhau à portuguesa a quem por ali passar. Ler mais: No Intendente já não há gente de má fama. Há o Secadegas e ainda Melhor pastel de bacalhau de Cascais é vendido em...carcavelos A Eldhús Hús viajou, nos últimos meses, por toda a Islândia para divulgar a gastronomia local a convidados e turistas. Agora está a viajar pelo sul da Europa e depois de uma paragem em Barcelona chega a Lisboa para dar a provar o bacalhau islandês. O objetivo da ação é mostrar que este "é o melhor bacalhau do mundo", graças a séculos de tradição e águas com correntes marítimas muito propícias ao desenvolvimento do bacalhau. A Islândia tem no sector das pescas um dos seus principais motores económicos, que pesa 11% no seu produto interno bruto. "Baseada na sustentabilidade e na proteção do ecossistema marinho, a Islândia tem uma das mais competitivas e modernas indústrias pesqueiras do mundo", refere a marca em comunicado. Só em 2012, a Islândia exportou 749 mil toneladas de peixe, com o bacalhau a representar 31% deste total. A Europa é o principal destino das exportações islandesas de peixe. A Islândia tem no sector das pescas um dos seus principais motores económicos, que pesa 11% no seu produto interno bruto Página 17

22 Tiragem: Pág: 38 A18 ID: País: Portugal Period.: Diária Âmbito: Economia, Negócios e. Cores: Cor Área: 18,27 x 4,64 cm² Corte: 1 de 1 DESTAQUE DO DIA Uma casa islandesa em Lisboa para promover o bacalhau AembaixadadaIslândiaeaIcelandStofa(entidadequepromoveasexportações do país) realizam hoje uma acção de activação da marca Islândia e do bacalhau islandês em Portugal, grande consumidor deste peixe sobretudo na época natalícia que se aproxima. Prova e partilha é o mote da campanha que passa pela instalação de uma casa típica daquele país Eldhus em frente ao CC Vasco da Gama (Lisboa). A aposta nas pescas e no cluster do mar é parte da estratégia da Islândia para dar a volta à economia após a falência financeira do país. Página 18

23 A19 Embaixada "Islandeses não se limitaram a sentir pena de si próprios" durante crise Tipo Meio: Internet Data Publicação: 06/11/2013 Meio: URL: Notícias ao Minuto Online / 19:03-06 de Novembro de 2013 Por Lusa O conselheiro da Embaixada da Islândia para Portugal, Axel Nikulásson, disse que, apesar do colapso do país em 2008, as pessoas nunca se limitaram a sentir pena de si próprias, mentalidade que permitiu "à hunting nation" começar a sair da crise. "As pessoas não se limitaram a sentar e a sentir pena de si próprias. É talvez a mentalidade de uma 'hunting nation' [que se dedica à caça, neste caso pescas]. Fomos sempre à procura de mais qualquer coisa", disse em entrevista à agência Lusa, Axel Nikulásson, conselheiro da Embaixada da Islândia, situada em Londres mas responsável pelas relações com Portugal. Tal como Portugal vive agora uma crise económico-financeira, também a Islândia colapsou em Axel Nikulásson lembra a queda de 90% da banca de um dia para o outro e diz que a persistência dos islandeses, a aposta na inovação, a desvalorização da moeda, assim como o regresso às bases e, logo à indústria das pescas, foram essenciais para o início do fim da crise. "Penso que as infraestruturas e a força da sociedade foram postas à prova, mas nunca desmoronámos. Tivemos protestos, mas nunca nos separámos. No pico do 'boom' [crise], os ativos dos bancos representavam cerca de 10 vezes o Produto Interno Bruto (PIB), o que é inacreditável, e de um dia para o outro basicamente colapsou", disse. Axel Nikulásson considera que a decisão de não resgatar a banca foi o que mais contribuiu para juntar as pessoas: "Repensámos tudo e apercebemo-nos de que tínhamos de voltar às bases e fazer aquilo que melhor fazemos, ou seja, voltar às pescas". Falando "como islandesa", também a diretora de Marketing da agência Iceland Responsible Fisheries, Guoný Káradóttir, contou que "quando as pessoas perderam os seus empregos, começaram de repente a fazer coisas, a usar a cabeça e as mãos, dando-se um 'boom' na inovação". "Muitas empresas chamaram várias pessoas para falar sobre inovação. Penso que isto até foi bom até para a autoestima. Houve até um 'boom' de bebés em As crises, muitas vezes, juntam as pessoas, quer ao nível familiar quer ao nível dos negócios", destacou. O foco consistiu "em aproveitar todo o peixe e não deitar nada fora" e esta atitude levou a novos negócios, desde o fabrico de produtos antialérgicos para a pele, a aposta na biotecnologia e na indústria do 'design', entre outros exemplos. Por outro lado, explica Axel Nikulásson, a desvalorização temporária da moeda em 52% de um dia para o outro, possível pelo facto de o país escandinavo não pertencer à zona euro, tornou a Islândia "muito competitiva". "Além disso, encontrávamo-nos numa boa posição quanto às pescas e conseguimos usar isso a nosso favor, sem pôr em perigo os nossos 'stoks'. Aí o bacalhau era a nossa marca mais importante", disse o conselheiro, afirmando que o bacalhau representa 31% do total das exportações de peixe (sendo que os produtos marítimos representam 42% do total das exportações). Ainda não livre da crise, a Islândia está, contudo, "perto da superfície e já consegue ver o sol", diz Axel Nikulásson, que salienta que nem tudo se conseguiu sem ajuda, tendo o país beneficiado de um programa do Fundo Monetário Internacional (FMI). E, tal como em Portugal, que se encontra sob um programa de assistência financeira, foi necessário introduzir austeridade. "Tem de haver alguma austeridade. Fechámos sete em 27 embaixadas e todos os ministérios cortavam, cortavam. Tivemos um aumento da emigração, mas já começamos a ver as pessoas a regressar", afirmou Axel Nikulásson, acrescentando que na Islândia foi preciso cortar despesas, travar a fuga de capitais e pagar a dívida, entre outras medidas. Página 19

24 Os responsáveis islandeses vão estar em Portugal até quinta-feira com a Eldhús, uma casa (hús) de pesca tipicamente islandesa, na Gare do Oriente, em Lisboa, para "visitar os amigos" e assim promover o país escandinavo e as pescas, um setor que representa 11% do seu PIB. "Estamos a visitar os amigos, lembrar que estamos aqui e é isso que estamos a fazer. E já agora provar o bacalhau", concluiu. O 'cluster' do mar representa 25% do PIB e as exportações de produtos marítimos atingiram em 2012 na Islândia um valor histórico de 1,7 mil milhões de euros em Para 2014, a Islândia espera já um crescimento económico de 2,7%, devendo o défice situar-se nos 3,5%. Já o desemprego deverá baixar para 4,5%, apesar de o responsável islandês considerar este ainda um valor elevado para o país. Página 20

25 A21 Islândia promove-se em Portugal Tipo Meio: Internet Data Publicação: 06/11/2013 Meio: URL: Publituris.pt / A Islândia encontra-se esta quarta e quinta-feira a promover o bacalhau, um dos seus ex-libris mais conhecidos pelos portugueses, junto à Gare do Oriente, em Lisboa. Guony Karadóttir, responsável da Promoção Internacional da Islândia, explicou ao Publituris, que "esta é a nossa maneira de falar sobre a fonte do bacalhau e da Islândia em geral". Através da promoção de um dos principais ingredientes utilizados na gastronomia portuguesa, a Islândia tenta também despertar a curiosidade dos portugueses em conhecer melhor a sua origem. A responsável referiu que a Islândia é conhecida por ser um país seguro, pela sua natureza, cultura, turismo de aventura e também pela gastronomia, que foi identificada recentemente como uma das características mais memoráveis de quem visita o destino. De 2011 para 2012, o turismo na Islândia cresceu 19%. No que refere ao número de turistas portugueses no destino "é ainda muito residual", justificado pelo facto do destino não contar com voos directos desde Lisboa. No entanto, a responsável refere que "está na altura dos portugueses visitarem a Islândia, de onde provêm o bacalhau". Página 21

26 A22 A crise não abranda as vendas de bacalhau Tipo Meio: Internet Data Publicação: 06/11/2013 Meio: Público Online Autores: URL: Ana Rute Silva / 06/11/ :27 A crise não abranda as vendas de bacalhau Por Ana Rute Silva 06/11/ :27 Riberalves aumentou exportações na ordem dos 500% nos últimos cinco anos. O mercado nacional cresceu 4% nos primeiros seis meses do ano. Rui Soares Não há crise que abane um dos hábitos gastronómicos mais característicos dos portugueses. As vendas de bacalhau cresceram 4% no primeiro semestre e, no caso da Riberalves, que tem na Moita a maior fábrica do mundo de produção de bacalhau seco e bacalhau demolhado e ultracongelado, o aumento do negócio foi ainda maior: 9%, de acordo com Ricardo Alves, administrador da empresa portuguesa, fundada há 28 anos. As perspectivas para o Natal são, por isso, animadoras. "O bacalhau está com um preço bastante competitivo e as expectativas são as melhores. É uma tradição que os portugueses não vão perder", diz ao PÚBLICO, acrescentando que em cada 100 casas, 85 consumiram bacalhau no último ano. "Se compararmos, por exemplo com a Coca-Cola, que está presente em 55% dos lares, a penetração é maior", afirma. O segundo semestre representa, em média, cerca de 60% das vendas totais. A queda no consumo privado, notada em quase todos os produtos alimentares, parece ser uma excepção no caso do bacalhau. Ricardo Alves diz que os portugueses estão a comer mais este peixe, importado da Noruega, Islândia, Canadá ou Estados Unidos (a Riberalves compra 50% do bacalhau que é vendido pela Islândia a Portugal). "Estamos a ganhar clientela e consumidores. Cada português consome, em média, sete quilos de produto acabado", resume. Para captar mais consumidores, a empresa vai investir numa campanha em parceria com o chef José Avillez e promover o seu bacalhau demolhado. Os valores do investimento não foram divulgados, mas esta é a primeira vez que a Riberalves planeia uma campanha a três anos e se associa a uma figura pública. "O bacalhau congelado e demolhado não era associado a nenhuma marca até há 10 ou 13 anos. Mas veio abrir novos mercados", sublinha. Nos últimos cinco anos, as vendas para o estrangeiro aumentaram uns expressivos 500% e já valem 45% das vendas (em 2011 o peso das exportações era de 35%), o equivalente a cerca de 60 milhões de euros. "O Brasil é o mercado número um a seguir a Portugal", adianta Ricardo Alves. Em 2012, a empresa vendeu toneladas de produto e obteve um volume de negócios de 136,8 milhões de euros, uma subida de 7,4% em relação a No total, emprega 400 trabalhadores em Portugal e 50 espalhados pelo mundo em estruturas comerciais. Além da produção de bacalhau, o Grupo Riberalves detém a Novo Dia Cafés e a Riberalves imobiliária. O projecto mais recente é o da Adega Mãe, em Ventosa, Torres Vedras. A empresa foi fundada e é liderada por João Alves, que aos 26 comprou ao sogro a Garrafeira do Oeste. Já antes comercializava bacalhau na mercearia do pai em São Pedro da Cadeira e foi neste produto que se especializou. Ana Rute Silva Página 22

27 A23 Os islandeses não se limitaram a sentir pena durante a crise Tipo Meio: Internet Data Publicação: 06/11/2013 Meio: URL: Sol Online / 6 de Novembro, 2013 O conselheiro da Embaixada da Islândia para Portugal, Axel Nikulásson, disse que, apesar do colapso do país em 2008, as pessoas nunca se limitaram a sentir pena de si próprias, mentalidade que permitiu "à hunting nation" começar a sair da crise. "As pessoas não se limitaram a sentar e a sentir pena de si próprias. É talvez a mentalidade de uma 'hunting nation' [que se dedica à caça, neste caso pescas]. Fomos sempre à procura de mais qualquer coisa", disse em entrevista à agência Lusa, Axel Nikulásson, conselheiro da Embaixada da Islândia, situada em Londres mas responsável pelas relações com Portugal. Tal como Portugal vive agora uma crise económico-financeira, também a Islândia colapsou em Axel Nikulásson lembra a queda de 90% da banca de um dia para o outro e diz que a persistência dos islandeses, a aposta na inovação, a desvalorização da moeda, assim como o regresso às bases e, logo à indústria das pescas, foram essenciais para o início do fim da crise. "Penso que as infra-estruturas e a força da sociedade foram postas à prova, mas nunca desmoronámos. Tivemos protestos, mas nunca nos separámos. No pico do 'boom' [crise], os activos dos bancos representavam cerca de 10 vezes o Produto Interno Bruto (PIB), o que é inacreditável, e de um dia para o outro basicamente colapsou", disse. Axel Nikulásson considera que a decisão de não resgatar a banca foi o que mais contribuiu para juntar as pessoas: "Repensámos tudo e apercebemo-nos de que tínhamos de voltar às bases e fazer aquilo que melhor fazemos, ou seja, voltar às pescas". Falando "como islandesa", também a directora de Marketing da agência Iceland Responsible Fisheries, Guoný Káradóttir, contou que "quando as pessoas perderam os seus empregos, começaram de repente a fazer coisas, a usar a cabeça e as mãos, dando-se um 'boom' na inovação". "Muitas empresas chamaram várias pessoas para falar sobre inovação. Penso que isto até foi bom até para a auto-estima. Houve até um 'boom' de bebés em As crises, muitas vezes, juntam as pessoas, quer ao nível familiar quer ao nível dos negócios", destacou. O foco consistiu "em aproveitar todo o peixe e não deitar nada fora" e esta atitude levou a novos negócios, desde o fabrico de produtos antialérgicos para a pele, a aposta na biotecnologia e na indústria do 'design', entre outros exemplos. Por outro lado, explica Axel Nikulásson, a desvalorização temporária da moeda em 52% de um dia para o outro, possível pelo facto de o país escandinavo não pertencer à zona euro, tornou a Islândia "muito competitiva". "Além disso, encontrávamo-nos numa boa posição quanto às pescas e conseguimos usar isso a nosso favor, sem pôr em perigo os nossos 'stoks'. Aí o bacalhau era a nossa marca mais importante", disse o conselheiro, afirmando que o bacalhau representa 31% do total das exportações de peixe (sendo que os produtos marítimos representam 42% do total das exportações). Ainda não livre da crise, a Islândia está, contudo, "perto da superfície e já consegue ver o sol", diz Página 23

28 Axel Nikulásson, que salienta que nem tudo se conseguiu sem ajuda, tendo o país beneficiado de um programa do Fundo Monetário Internacional (FMI). E, tal como em Portugal, que se encontra sob um programa de assistência financeira, foi necessário introduzir austeridade. "Tem de haver alguma austeridade. Fechámos sete em 27 embaixadas e todos os ministérios cortavam, cortavam. Tivemos um aumento da emigração, mas já começamos a ver as pessoas a regressar", afirmou Axel Nikulásson, acrescentando que na Islândia foi preciso cortar despesas, travar a fuga de capitais e pagar a dívida, entre outras medidas. Os responsáveis islandeses vão estar em Portugal até quinta-feira com a Eldhús, uma casa (hús) de pesca tipicamente islandesa, na Gare do Oriente, em Lisboa, para "visitar os amigos" e assim promover o país escandinavo e as pescas, um setor que representa 11% do seu PIB. "Estamos a visitar os amigos, lembrar que estamos aqui e é isso que estamos a fazer. E já agora provar o bacalhau", concluiu. O 'cluster' do mar representa 25% do PIB e as exportações de produtos marítimos atingiram em 2012 na Islândia um valor histórico de 1,7 mil milhões de euros em Para 2014, a Islândia espera já um crescimento económico de 2,7%, devendo o défice situar-se nos 3,5%. Já o desemprego deverá baixar para 4,5%, apesar de o responsável islandês considerar este ainda um valor elevado para o país. Lusa/SOL Página 24

29 A25 ID: Tiragem: País: Portugal Period.: Diária Âmbito: Economia, Negócios e. Pág: 40 Cores: Cor Área: 28,81 x 32,67 cm² Corte: 1 de 1 Paulo Figueiredo GRUPO-CHAVE Riberalves A Riberalves nasceu em 1985 pelas mãos de João Alves que aproveitou os nomes dos dois filhos Ricardo e Bernardo para baptizar a empresa. O fundador, na companhia da mulher Manuel, responsável pela componente financeira, primeiro apostou no negócio de cash & carry, mas a partir de 1990 centrou-se no sector do bacalhau. A primeira fábrica foi inaugurada em 1993 em Torres Vedras e a partir de 2003, com a compra da empresa Comimba, no concelho da Moita, reforça a capacidade de produção em 60%. Hoje, e já com o filho Ricardo como manager, o grupo está no negócio dos vinhos com a AdegaMãe responsável pela marca Dory, e no sector do café com a empresa Novo Dia. A riberalves emprega 450 mil pessoas nas fábricas da Moita (nafoto)edetorresvedras. Riberalves vende para americana Walmart e quer entrar no México Indústria alimentar As exportações para 20 países já representam 45% das vendas do grupo de Torres Vedras. Dírcia Lopes O grupo Riberalves, que produz bacalhau seco e demolhado ultracongelado, definiu como estratégia de crescimento o reforço das exportações. O administrador do grupo e filho do fundador, Ricardo Alves, revelou ao Diário Económico, à margem de um encontro com jornalistas, que já vendemos bacalhau ultracongelado da marca Riberalves para a Walmart [cadeia de retalho norte-americana], sendo que já representa 1% das vendas do grupo. A empresa também já prepara um novo destino de expansão: o México. Já estamos nos Estados Unidos desde 2011 mas agora queremos abrir no México, onde vamos fazer a primeira de prospecção de mercado em 2014, assegura Ricardo Alves, para quem existe mercado no México. A aposta da Riberalves nas exportações resultou já na presença em 20 países, desde o Brasil um dos principais mercados externos com um peso de 33% -, An- gola e França. As vendas internacionais, que englobam ainda países como o Congo, Moçambique ou Austrália, representam 45% da facturação. Só nos últimos seis anos cresceram 511%. Para este desempenho, a empresa conta não só com o contributo do tradicional bacalhau seco processado nas fábricas de Torres VedrasedaMoita eonovodemolhado ultracongelado. O grupo tem uma capacidade VENDAS EM milhões Para este ano, o grupo português antecipa um crescimento de vendas entre 8% e 9% para os 145 milhões de euros PAÍSES DE EXPORTAÇÃO 20 A Riberalves exporta para 20 países, destacando-se França, Brasil, Angola, Moçambique, Austrália, Congo, entre outros. de armazenagem de produto acabado de 20 mil toneladas e as 40 mil toneladas de matéria-prima que recebe por ano são pescadas na Islândia, Noruega, Rússia e Estados Unidos. Durante a visita à fábrica da Moita, adquirida em 2003, Ricardo Alves lembrou que Portugal consome 30% do bacalhau pescado a nível mundial, ou seja cerca de 350 mil toneladas. Em vésperas de mais um período do Natal, o gestor salienta que esta é uma época fundamental para o consumo de bacalhau. Os últimos cinco meses do ano representam 60% das vendas, mas o gestor realça que o consumo já se estende pelos vários meses. Em 2012, Outubro foi o melhor mês de vendas. O IVA a 6% sobre o bacalhau continua a ser uma ajuda, assim como a redução de 20% no preço do produto. A empresa de Torres Vedras, que emprega 450 pessoas, antecipa um crescimento de vendas entre 8% e 9% para 2013, atingindo 145 milhões de euros. Uma evolução suportada pelo mercado português e pelas exportações. Ricardo Alves garante ter registado o melhor semestre de sempre, com uma facturação de 60 milhões. Para 2014, além da entrada no México, o objectivo passa por consolidar o negócio em Portugal, França, Brasil e Angola. Marca própria vale 25% A Riberalves fornece produtos de marca própria para os principais retalhistas instalados em Portugal desde Continente, Lidl ou Auchan, à excepção do grupo Jerónimo Martins. Apesar de admitir que este segmento de produtos está a inverter, pela primeira vez, a tendência de crescimento, o gestor sublinha que é inevitável estar presente para ganhar escala. Nesta fase, a marca própria representa 25% das vendas do grupo. A Riberalves apostou ainda numa parceria com o chefe José Avillez que participa a partir de hoje num anúncio que promove o bacalhau demolhado ultracongelado que estará no ar nos canais de televisão. Brasil vale 33% das vendas O Brasil é um dos principais mercados de exportação da Riberalves, ao representar 33% das vendas. Para se adaptar às especificidades deste mercado, o grupo de Torres Vedras desenvolveu um tronco de bacalhau seco sem pele e sem espinhas cujo destino é um grupo retalhista no mercado brasileiro que preferiram revelar o nome. O primeiro contentor com este produto chegou há duas semanas ao país. Ricardo Alves acredita que é rentável. Não tenho dúvidas que vai crescer muito. Para responder ao desafio brasileiro, o grupo teve de contratar mais 50 colaboradores que retiram a pele e as espinhas de forma manual. No Brasil os picos do consumo de bacalhau são na Páscoa e Natal. É um mercado que tem vindo a crescer muito, salienta Ricardo Alves. Página 25

30 A26 Bacalhau da Islândia quer conquistar portugueses Tipo Meio: Internet Data Publicação: 07/11/2013 Meio: URL: Hipersuper.pt / A Europa é o principal destino das exportações islandesas de peixe e Portugal não é excepção Este conteúdo é de acesso exclusivo a assinantes. - Se já é assinante faça login. - Se ainda não é assinante, preencha o formulário de registo Página 26

31 A27 ID: Tiragem: País: Portugal Period.: Diária Âmbito: Informação Geral RUI SOARES Pág: 22 Cores: Cor Área: 10,41 x 30,05 cm² Corte: 1 de 1 Perspectivas de venda no Natal são animadoras A crise económica não abranda as vendas de bacalhau Comércio Ana Rute Silva Riberalves aumentou exportações na ordem dos 500% nos últimos cinco anos. O mercado nacional cresceu 4% no semestre Não há crise que abane um dos hábitos gastronómicos mais característicos dos portugueses. As vendas de bacalhau cresceram 4% no primeiro semestre e, no caso da Riberalves, que tem na Moita a maior fábrica do mundo de produção de bacalhau seco e bacalhau demolhado e ultracongelado, o aumento do negócio foi ainda maior: 9%, de acordo com Ricardo Alves, administrador da empresa portuguesa, fundada há 28 anos. As perspectivas para o Natal são, por isso, animadoras. O bacalhau está com um preço bastante competitivo e as expectativas são as melhores. É uma tradição que os portugueses não vão perder, diz ao PÚ- BLICO, acrescentando que em cada cem casas, 85 consumiram bacalhau no último ano. Se compararmos, por exemplo com a Coca-Cola, que está presente em 55% dos lares, a penetração é maior, afirma. O segundo semestre representa, em média, cerca de 60% das vendas totais. A queda no consumo privado, notada em quase todos os produtos alimentares, parece ser uma excepção no caso do bacalhau. Ricardo Alves diz que os portugueses estão a comer mais este peixe, importado da Noruega, Islândia, Canadá ou Estados Unidos (a Riberalves compra 50% do bacalhau que é vendido pela Islândia a Portugal). Estamos a ganhar clientela e consumidores. Cada português consome, em média, sete quilos de produto acabado, resume. Para captar mais consumidores, a empresa vai investir numa campanha em parceria com o chef José Avillez e promover o seu bacalhau demolhado. Os valores do investimento não foram divulgados, mas esta é a primeira vez que a Riberalves planeia uma campanha a três anos e se associa a uma figura pública. O bacalhau congelado e demolhado não era associado a nenhuma marca até há 10 ou 13 anos. Mas veio abrir novos mercados, sublinha. Nos últimos cinco anos, as vendas para o estrangeiro aumentaram uns expressivos 500% e já valem 45% das vendas (em 2011 o peso das exportações era de 35%), o equivalente a cerca de 60 milhões de euros. O Brasil é o mercado número um a seguir a Portugal, adianta Ricardo Alves. Em 2012, a empresa vendeu toneladas de produto e obteve um volume de negócios de 136,8 milhões de euros, uma subida de 7,4% em relação a No total, emprega 400 trabalhadores em Portugal e 50 espalhados pelo mundo em estruturas comerciais. Além da produção de bacalhau, o Grupo Riberalves detém a Novo Dia Cafés e a Riberalves imobiliária. O projecto mais recente é o da Adega Mãe, em Ventosa, Torres Vedras. A empresa foi fundada e é liderada por João Alves, que aos 26 comprou ao sogro a Garrafeira do Oeste. Já antes comercializava bacalhau na mercearia do pai em São Pedro da Cadeira e foi neste produto que se especializou. Página 27

32 A28 Islândia promove bacalhau no Sul da Europa Tipo Meio: Internet Data Publicação: 07/11/2013 Meio: Público Online Autores: URL: Camilo Soldado / 07/11/ :12 Islândia promove bacalhau no Sul da Europa Por Camilo Soldado 07/11/ :12 Sector das pescas islandês atingiu 42% das exportações em 2012 Infografia A crise não abranda as vendas de bacalhau Depois de Barcelona, a Éldhus, uma pequena casa tradicional islandesa, parou nesta quarta feira na Gare do Oriente, em Lisboa, para lembrar que o bacalhau não vem só da Noruega. Reiquiavique quer aumentar exportações para Portugal. A crise do subprime nos Estados Unidos, em 2008, levou ao colapso do sector bancário islandês, arrastando o país para uma crise económica. A directora de marketing da Iceland Responsible Fisheries, Gudny Karadóttir, recorda a importância do sector das pescas para a recuperação islandesa: "Quando a crise económica se abateu sobre a Islândia, o peixe continuou lá, não se foi embora". Com uma zona económica exclusiva de 758 mil quilómetros quadrados (pouco menos de um milhão do que Portugal), Gudny Karadóttir explica que, "tradicionalmente, o peixe é importante para o país, mas também o é economicamente". No ano de 2012, este sector contribuiu em 11% para o Produto Interno Bruto islandês, sendo que o sector das pescas representou 42% das exportações (o valor mais alto de sempre, apenas ultrapassado pelo turismo e exportação de alumínio). Actualmente, este sector emprega 9000 pessoas, ou seja, 5,3% da população activa. As exportações destes produtos representaram 269 mil milhões de coroas islandesas (perto de 1700 milhões de euros), um valor que significa um aumento de 6,8% em relação ao ano de O número dois da embaixada islandesa em Londres, Axel Nikulásson justifica estes números com planeamento a longo prazo. "É uma indústria privada que não planeia o negócio para o dia seguinte, mas para o século seguinte", desenvolve. Se, em média, o preço do bacalhau é mais elevado do que o norueguês, Nikulásson responde com "maior qualidade" do produto, através de um "sistema de controlo rigoroso". A Islândia exportou, em 2012, 749 mil toneladas de peixe, sendo que toneladas vieram para Portugal (91% das quais foram em bacalhau). O principal destino das exportações do sector de pescas são países europeus (78,7% em 2012 segundo o instituto nacional de estatística islandês) e o país que mais adquire é o Reino Unido. A próxima paragem da pequena casa típica é no País Basco, em Bilbau. Camilo Soldado Página 28

33 A29 Islândia promove bacalhau no Sul da Europa Tipo Meio: Internet Data Publicação: 07/11/2013 Meio: URL: Rádio Nova Online / 07 de Novembro de 2013 via Depois de Barcelona, a Éldhus, uma pequena casa tradicional islandesa, parou nesta quarta feira na Gare do Oriente, em Lisboa, para lembrar que o bacalhau não vem só da Noruega. Reiquiavique quer aumentar exportações para Portugal. A crise do subprime nos Estados Unidos, em 2008, levou ao colapso do sector bancário islandês, arrastando o país para uma crise económica. A directora de marketing da Iceland Responsible Fisheries, Gudny Karadóttir, recorda a importância do sector das pescas para a recuperação islandesa: "Quando a crise económica se abateu sobre a Islândia, o peixe continuou lá, não se foi embora". Com uma zona económica exclusiva de 758 mil quilómetros quadrados (pouco menos de um milhão do que Portugal), Gudny Karadóttir explica que, "tradicionalmente, o peixe é importante para o país, mas também o é economicamente". No ano de 2012, este sector contribuiu em 11% para o Produto Interno Bruto islandês, sendo que o sector das pescas representou 42% das exportações (o valor mais alto de sempre, apenas ultrapassado pelo turismo e exportação de alumínio). Actualmente, este sector emprega 9000 pessoas, ou seja, 5,3% da população activa. As exportações destes produtos representaram 269 mil milhões de coroas islandesas (perto de 1700 milhões de euros), um valor que significa um aumento de 6,8% em relação ao ano de O número dois da embaixada islandesa em Londres, Axel Nikulásson justifica estes números com planeamento a longo prazo. "É uma indústria privada que não planeia o negócio para o dia seguinte, mas para o século seguinte", desenvolve. Se, em média, o preço do bacalhau é mais elevado do que o norueguês, Nikulásson responde com "maior qualidade" do produto, através de um "sistema de controlo rigoroso". A Islândia exportou, em 2012, 749 mil toneladas de peixe, sendo que toneladas vieram para Portugal (91% das quais foram em bacalhau). O principal destino das exportações do sector de pescas são países europeus (78,7% em 2012 segundo o instituto nacional de estatística islandês) e o país que mais adquire é o Reino Unido. A próxima paragem da pequena casa típica é no País Basco, em Bilbau. Página 29

34 A30 Bacalhau da Islândia Tipo Meio: Internet Data Publicação: 07/11/2013 Meio: URL: Alive Taste Online / Já a pensar no Natal dos portugueses que não passam sem o melhor prato de bacalhau, Bacalhau da Islândia promove-se em Lisboa com a Eldhús Hús A Eldhús é uma casa (hús) de pesca tipicamente islandesa que vai estar em Lisboa esta quarta e quinta-feira para promover o Bacalhau da Islândia. Os pastéis de bacalhau vão abrir o apetite a quem passar pela casa Eldhús que vai estar na Gare do Oriente, na Av. D. João II, em Lisboa para receber as visitas de todos os lisboetas que querem saber mais sobre aquilo que é considerado o melhor bacalhau do mundo. Séculos de tradição e águas com correntes marítimas muito propícias ao desenvolvimento do bacalhau fazem da Islândia o melhor local do mundo para a faina deste peixe, que tem nos portugueses os maiores e melhores apreciadores do mundo. A Eldhús Hús é típica na Islândia, pequena e de cor garrida. Nos últimos meses, a Eldhús viajou por toda a Islândia para divulgar a gastronomia local a convidados e turistas. Agora está a viajar pelo sul da Europa e depois de uma paragem em Barcelona chega a Lisboa para dar a provar o bacalhau islandês. O Natal é a época em que os portugueses mais consomem bacalhau, indispensável na consoada em família e, por isso, a Eldhús é também um convite para provar e partilhar o segredo do bacalhau da Islândia, reconhecido pelos principais apreciadores como o melhor do mundo. Terra de pescadores, a Islândia tem no sector das pescas um dos seus principais motores económicos, com um peso de 11% no produto interno bruto do país. Baseada na sustentabilidade e na proteção do ecossistema marinho, a Islândia tem uma das mais competitivas e modernas indústrias pesqueiras do mundo. Só no ano passado, a Islândia exportou 749 mil toneladas de peixe, sendo o bacalhau o mais importante, representando 31% deste total. A Europa é o principal destino das exportações islandesas de peixe. Vídeo em português sobre a casa Eldhús em: Novembro 7, 2013 Página 30

35 A31 Ofensiva promocional do bacalhau da Islândia Tipo Meio: Internet Data Publicação: 08/11/2013 Meio: URL: Revista de Vinhos Online / Há mais de um século que o bacalhau da Islândia aparece nas mesas dos portugueses, mas poucos consumidores saberão, sequer, que a nação insular do círculo polar árctico é uma das maiores exportadoras deste peixe. E que é opinião generalizada entre os especialistas que o bacalhau da Islândia é o melhor (por isso é também mais caro, cerca de 10 por cento, em relação ao que é pescado na Noruega ou na Rússia, as outras grandes potências do sector). Para avivar a consciência dos portugueses acerca desta realidade, realizou-se em Lisboa uma ofensiva promocional do bacalhau da Islândia. A mensagem centra-se na tradição e na identidade desta indústria, nuclear para a economia islandesa, mas também na dimensão humana de uma actividade que faz parte do tecido social do país. "Prova e partilha" é o lema da campanha. O bacalhau da Islândia ganhou esta aura de excelência graças a uma série de factores. O primeiro é que o peixe não migra, como noutras zonas, pelo que pode ser apanhado todo o ano (e não apenas durante quatro meses) e, uma vez que a pesca é feita perto da costa, o peixe pode ser processado no mesmo dia em que sai do mar. Depois, há o cuidado posto no tratamento do pescado e a preocupação de respeitar as preferências do cliente, que variam de país para país. Portugal, que importa cerca de 15 mil toneladas anuais da Islândia, consome quase um terço de todo o bacalhau apanhado no mundo (um quilo de peixe fresco corresponde a apenas 280g de produto salgado, que representa a fatia de leão das importações portuguesas). E a sua tradição gastronómica à volta do "fiel amigo" - do qual se diz haver 1001 receitas. - roça a obsessão. Nada que tenha paralelo lá bem a Norte do Atlântico. Os islandeses têm o bacalhau, os portugueses sabem cozinhá-lo como ninguém. A ideia é que se encontrem mais vezes. Página 31

36 A32 Islândia à conquista dos portugueses através do bacalhau Tipo Meio: Internet Data Publicação: 12/11/2013 Meio: URL: Canela & Hortelã.com / A cerca de um mês do Natal, a Islândia visitou Portugal para promover uma das suas maiores riquezas: o bacalhau, iguaria muito apreciada na quadra que se aproxima e não só. A iniciativa teve como mote Prova e Partilha e decorreu na semana passada na Gare do Oriente, em Lisboa. À espera dos visitantes, uma Eldhús, pequena cada típica islandesa, cujo nome significa cozinha e que depois de percorrer toda a Islândia, anda agora a circular pelo Sul da Europa, oferecendo a oportunidade de todos provarem o famoso acepipe. Para além desta iniciativa, o bacalhau da Islândia está já a promover-se nas redes sociais, a saber Facebook, Twitter e Pinterest, com o YouTube a juntar-se-lhes em breve. O setor das pescas é um dos mais importantes da economia islandesa, representando quase metade das exportações do país, com o bacalhau a abarcar um terço das mesmas. Alta tecnologia, uma moderna frota pesqueira aliam-se a uma crescente procura por fontes renováveis e sustentáveis nas pescas. A pensar nisso mesmo, a indústria pesqueira islandesa juntou forças para desenvolver o programa Iceland Responsible Fisheries, que promove os produtos de origem islandesa e gera as pescas nas águas do país. O bacalhau é também o argumento utilizado pela Islândia, para despertar o interesse dos portugueses para o país como possível destino turístico. Cultura, Gastronomia e Segurança são alguns dos pontos fortes deste país nórdico, cujo número de visitantes cresceu 19% de 2011 para 2012, segundo os seus responsáveis da área do Turismo. Texto de Alexandra Gil Fotos de Sara Santos Página 32

37 A33 O bacalhau é da Tipo Meio: Internet Data Publicação: 12/11/2013 Meio: URL: Blog Chocolate a Mais / Nov Arrumado em Divulgação É certo e sabido que a minha parte preferida de uma refeição é a sobremesa mas depois há pratos que chegam lá perto Muito perto. Este é um deles Adoro bacalhau e o que provei esta semana é assim uma coisaaaaa! Estive na pequena casinha Eldhús na gare do Oriente, uma casa tradicional islandesa que anda a viajar para nos dar a conhecer melhor o bacalhau da Islândia, que embora esteja presente em Portugal há muitos anos e seja considerado o melhor do mundo pelos grandes apreciadores de bacalhau, na verdade nós aqui não sabemos bem nem ligamos muito de onde vem o bacalhau que comemos. Prova e partilha é o desafio e como eu gostei muito de provar estou a partilhar A verdade é que faz diferença, ou isso ou porque foi cozinhado pelo chefe Cordeiro. Seja como for vão aparecer por aqui mais umas receitazinhas de bacalhau que agora com o tempo mais fresco está mesmo a pedir. Se ainda não se deliciaram com o bacalhau da Islândia podem ficar com um bom gostinho pelas fotos. Eu posso assegurar que estava mesmooooo muito bom, sendo que a única coisa que não levou bacalhau nesta refeição foi a sobremesa mas ainda assim merece sempre uma foto Página 33

38 A34 ID: Tiragem: País: Portugal Period.: Semanal Âmbito: Sociedade Pág: 73 Cores: Cor Área: 10,22 x 7,65 cm² Corte: 1 de 1 Página 34

39 A35 Bacalhau da Islândia lança concurso no Facebook LOCAL.PT Tipo Meio: Internet Data Publicação: 27/11/2013 Meio: URL: Local.pt Online / LISBOA - "Do que és capaz para ires à Islândia?" é o desafio para o concurso que o Bacalhau da Islândia lançou no Facebook. Até ao final do ano, os seguidores da página do Bacalhau da Islândia no Facebook podem concorrer para se habilitarem ao primeiro prémio: uma viagem para duas pessoas a Reiquiavique. Para concorrer basta postar uma receita de Bacalhau da Islândia. As dez receitas que obtiverem o maior número de "likes" serão apreciadas por um júri, constituído por Guðný Káradóttir, da Iceland Responsible Fisheries, Mafalda Pinto Leite do blogue "Dias com Mafalda" e Isabel Zibaia Rafael do blogue "Cinco Quartos de Laranja". O júri escolhe o vencedor que ganha uma viagem à Islândia para duas pessoas. O concurso de receitas insere-se numa campanha de promoção que o Bacalhau da Islândia está a realizar em vários países do Sul da Europa, incluindo Portugal. Guðný Káradóttir, diretora de marketing da Iceland Responsible Fisheries, salienta "que os portugueses adoram bacalhau e o que pescamos na Islândia é perfeito, pela sua textura e sabor únicos, para os mil e um pratos de bacalhau que existem na gastronomia portuguesa. Queremos eleger a melhor receita de bacalhau do mundo, pode ser uma receita antiga ou uma receita inovadora porque sabemos que os portugueses estão sempre a encontrar novas formas de saborear o bacalhau. O nosso desafio é precisamente convidar os portugueses a provar e partilhar o Bacalhau da Islândia". A pesca é um dos principais sectores de atividade na economia islandesa e representa 11% do Produto Interno Bruto e o cluster do mar é responsável por 42% das exportações. O bacalhau é o peixe que mais contribui (1/3) para as exportações de peixe da Islândia. No ano passado, Portugal comprou à Islândia mais de 13 mil toneladas de peixe, a maioria bacalhau. A Islândia tem uma das mais modernas e competitivas indústrias pesqueiras do mundo, baseada na sustentabilidade das espécies e na proteção do ecossistema marítimo. Com 1.5 milhões de toneladas de peixe pescado por ano, a Islândia ocupa um lugar nos 20 maiores países pesqueiros do mundo. Para enfrentar a crise financeira mundial que levou o país a declarar falência, a Islândia apostou fortemente no desenvolvimento de produtos inovadores, em métodos de processamento avançados e equipamento de lata tecnologia para garantir a qualidade e frescura dos seus produtos marítimos. A indústria das pescas criou a Iceland Responsible Fisheries, um programa que promove a indústria pesqueira islandesa, a origem dos seus produtos e a gestão a longo prazo das suas espécies. Página 35

40 A36 Bacalhau da Islândia lança concurso no Facebook Tipo Meio: Internet Data Publicação: 27/11/2013 Meio: URL: RH Turismo.net / "De que és capaz para ir à Islândia?" é o desafio para o concurso que o Bacalhau da Islândia lançou no Facebook. Até ao final do ano, os seguidores da página do Bacalhau da Islândia no Facebook podem concorrer para se habilitarem ao primeiro prémio: uma viagem para duas pessoas a Reiquiavique. Para concorrer basta postar uma receita de Bacalhau da Islândia. As dez receitas que obtiverem o maior número de "likes" serão apreciadas por um júri, constituído por Guðný Káradóttir, da Iceland Responsible Fisheries, Mafalda Pinto Leite do blogue "Dias com Mafalda" e Isabel Zibaia Rafael do blogue "Cinco Quartos de Laranja". O júri escolhe o vencedor que ganha uma viagem à Islândia para duas pessoas. Para participar basta ir a: https://www.facebook.com/bacalhaudaislandia O concurso de receitas insere-se numa campanha de promoção que o Bacalhau da Islândia está a realizar em vários países do Sul da Europa, incluindo Portugal. Guðný Káradóttir, diretora de marketing da Iceland Responsible Fisheries, salienta "que os portugueses adoram bacalhau e o que pescamos na Islândia é perfeito, pela sua textura e sabor únicos, para os mil e um pratos de bacalhau que existem na gastronomia portuguesa. Queremos eleger a melhor receita de bacalhau do mundo, pode ser uma receita antiga ou uma receita inovadora porque sabemos que os portugueses estão sempre a encontrar novas formas de saborear o bacalhau. O nosso desafio é precisamente convidar os portugueses a provar e partilhar o Bacalhau da Islândia". A pesca é um dos principais sectores de atividade na economia islandesa e representa 11% do Produto Interno Bruto e o cluster do mar é responsável por 42% das exportações. O bacalhau é o peixe que mais contribui (1/3) para as exportações de peixe da Islândia. No ano passado, Portugal comprou à Islândia mais de 13 mil toneladas de peixe, a maioria bacalhau. A Islândia tem uma das mais modernas e competitivas indústrias pesqueiras do mundo, baseada na sustentabilidade das espécies e na proteção do ecossistema marítimo. Com 1.5 milhões de toneladas de peixe pescado por ano, a Islândia ocupa um lugar nos 20 maiores países pesqueiros do mundo. Para enfrentar a crise financeira mundial que levou o país a declarar falência, a Islândia apostou fortemente no desenvolvimento de produtos inovadores, em métodos de processamento avançados e equipamento de lata tecnologia para garantir a qualidade e frescura dos seus produtos marítimos. A indústria das pescas criou a Iceland Responsible Fisheries, um programa que promove a indústria pesqueira islandesa, a origem dos seus produtos e a gestão a longo prazo das suas espécies. Página 36

41 A37 Bacalhau da Islândia lança concurso no Facebook Tipo Meio: Internet Data Publicação: 28/11/2013 Meio: Distribuição Hoje Online Autores: URL: Ana Rita Costa / 28 de Novembro "De que és capaz para ir à Islândia?" é o desafio lançado pelo Bacalhau da Islândia no Facebook. Até ao final do ano, os seguidores da página do Bacalhau da Islândia no Facebook podem concorrer para se habilitarem a uma viagem para duas pessoas a Reiquiavique. Para concorrer basta postar uma receita de Bacalhau da Islândia. As dez receitas que obtiverem o maior número de "likes" serão apreciadas por um júri, constituído por Guðný Káradóttir, da Iceland Responsible Fisheries, Mafalda Pinto Leite do blogue "Dias com Mafalda" e Isabel Zibaia Rafael, do blogue "Cinco Quartos de Laranja". O júri escolhe o vencedor que ganha uma viagem à Islândia para duas pessoas. Guðný Káradóttir, diretora de marketing da Iceland Responsible Fisheries, salienta "que os portugueses adoram bacalhau e o que pescamos na Islândia é perfeito, pela sua textura e sabor únicos, para os mil e um pratos de bacalhau que existem na gastronomia portuguesa. Queremos eleger a melhor receita de bacalhau do mundo, pode ser uma receita antiga ou uma receita inovadora porque sabemos que os portugueses estão sempre a encontrar novas formas de saborear o bacalhau. O nosso desafio é precisamente convidar os portugueses a provar e partilhar o Bacalhau da Islândia". por Ana Rita Costa Página 37

42 A38 Bacalhau da Islândia lança concurso no Facebook Tipo Meio: Internet Data Publicação: 28/11/2013 Meio: URL: Grande Consumo Online / "De que és capaz para ir à Islândia?" é o desafio para o concurso que o Bacalhau da Islândia lançou no Facebook. Até ao final do ano, os seguidores da página do Bacalhau da Islândia no Facebook podem concorrer para se habilitarem ao primeiro prémio: uma viagem para duas pessoas a Reiquiavique. Para concorrer basta postar uma receita de Bacalhau da Islândia. As dez receitas que obtiverem o maior número de "likes" serão apreciadas por um júri, constituído por Guðný Káradóttir, da Iceland Responsible Fisheries, Mafalda Pinto Leite do blogue "Dias com Mafalda" e Isabel Zibaia Rafael do blogue "Cinco Quartos de Laranja". O júri escolhe o vencedor que ganha uma viagem à Islândia para duas pessoas. Guðný Káradóttir, diretora de marketing da Iceland Responsible Fisheries, salienta "que os portugueses adoram bacalhau e o que pescamos na Islândia é perfeito, pela sua textura e sabor únicos, para os mil e um pratos de bacalhau que existem na gastronomia portuguesa. Queremos eleger a melhor receita de bacalhau do mundo, pode ser uma receita antiga ou uma receita inovadora porque sabemos que os portugueses estão sempre a encontrar novas formas de saborear o bacalhau. O nosso desafio é precisamente convidar os portugueses a provar e partilhar o Bacalhau da Islândia". Página 38

43 A39 Bacalhau da Islândia lança concurso no Facebook Tipo Meio: Internet Data Publicação: 28/11/2013 Meio: URL: Opção Turismo Online / "Do que és capaz para ires à Islândia?" é o desafio para o concurso que o Bacalhau da Islândia lançou no Facebook. Até ao final do ano, os seguidores da página do Bacalhau da Islândia no Facebook podem concorrer para se habilitarem ao primeiro prémio: uma viagem para duas pessoas a Reiquiavique. Para concorrer basta postar uma receita de Bacalhau da Islândia. As dez receitas que obtiverem o maior número de "likes" serão apreciadas por um júri, que escolherá o vencedor que ganha uma viagem à Islândia para duas pessoas. Para participar basta ir a: https://www.facebook.com/bacalhaudaislandia O concurso de receitas insere-se numa campanha de promoção que o Bacalhau da Islândia está a realizar em vários países do Sul da Europa, incluindo Portugal Página 39

44 A40 Bacalhau da Islândia lança concurso no Facebook Tipo Meio: Internet Data Publicação: 28/11/2013 Meio: URL: Revista de Vinhos Online / "De que és capaz para ir à Islândia?" é o desafio para o concurso que o bacalhau da Islândia lançou no Facebook. Até ao final do ano, os seguidores da página do Bacalhau da Islândia no Facebook podem concorrer para se habilitarem ao primeiro prémio: uma viagem para duas pessoas a Reiquiavique. Para concorrer basta postar uma receita de bacalhau da Islândia. As dez receitas que obtiverem o maior número de "likes" serão apreciadas por um júri, constituído por Guðný Káradóttir, da Iceland Responsible Fisheries; Mafalda Pinto Leite, do blogue "Dias com Mafalda"; e Isabel Zibaia Rafael, do blogue "Cinco Quartos de Laranja". O júri escolherá o vencedor, que ganha uma viagem à Islândia para duas pessoas. Para participar basta ir a: https://www.facebook.com/bacalhaudaislandia. O concurso de receitas insere-se numa campanha de promoção que o bacalhau da Islândia está a realizar em vários países do Sul da Europa, incluindo Portugal. Página 40

45 A41 ID: Tiragem: País: Portugal Period.: Mensal Âmbito: Economia, Negócios e. Pág: 24 Cores: Cor Área: 21,75 x 29,27 cm² Corte: 1 de 7 Página 41

46 ID: Tiragem: País: Portugal Period.: Mensal Âmbito: Economia, Negócios e. Pág: 25 Cores: Cor Área: 21,89 x 29,57 cm² Corte: 2 de 7 Página 42

47 ID: Tiragem: País: Portugal Period.: Mensal Âmbito: Economia, Negócios e. Pág: 26 Cores: Cor Área: 21,63 x 31,39 cm² Corte: 3 de 7 Página 43

48 ID: Tiragem: País: Portugal Period.: Mensal Âmbito: Economia, Negócios e. Pág: 27 Cores: Cor Área: 21,92 x 30,83 cm² Corte: 4 de 7 Página 44

49 ID: Tiragem: País: Portugal Period.: Mensal Âmbito: Economia, Negócios e. Pág: 28 Cores: Cor Área: 22,18 x 30,41 cm² Corte: 5 de 7 Página 45

50 ID: Tiragem: País: Portugal Period.: Mensal Âmbito: Economia, Negócios e. Pág: 29 Cores: Cor Área: 22,01 x 29,83 cm² Corte: 6 de 7 Página 46

51 ID: Tiragem: País: Portugal Period.: Mensal Âmbito: Economia, Negócios e. Pág: 1 Cores: Preto e Branco Área: 5,43 x 4,68 cm² Corte: 7 de 7 Página 47

52 A48 ID: Tiragem: País: Portugal Period.: Mensal Âmbito: Saúde e Educação Pág: 20 Cores: Cor Área: 20,77 x 27,74 cm² Corte: 1 de 2 Página 48

53 ID: Tiragem: País: Portugal Period.: Mensal Âmbito: Saúde e Educação Pág: 21 Cores: Cor Área: 20,63 x 27,67 cm² Corte: 2 de 2 Página 49

54 A50 ID: Tiragem: País: Portugal Period.: Mensal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 44 Cores: Cor Área: 21,92 x 28,03 cm² Corte: 1 de 1 Página 50

55 A51 Bacalhau da Islândia lança concurso no Facebook Tipo Meio: Internet Data Publicação: 02/12/2013 Meio: URL: Do Restaurante & do Gourmet Online / "De que és capaz para ir à Islândia?" é o desafio para o concurso que o Bacalhau da Islândia lançou no Facebook. Até ao final do ano, os seguidores da página do Bacalhau da Islândia no Facebook podem concorrer para se habilitarem ao primeiro prémio: uma viagem para duas pessoas a Reiquiavique. Para concorrer basta postar uma receita de Bacalhau da Islândia. As dez receitas que obtiverem o maior número de "likes" serão apreciadas por um júri, constituído por Guðný Káradóttir, da Iceland Responsible Fisheries, Mafalda Pinto Leite do blogue "Dias com Mafalda" e Isabel Zibaia Rafael do blogue "Cinco Quartos de Laranja". O júri escolhe o vencedor que ganha uma viagem à Islândia para duas pessoas. O concurso de receitas insere-se numa campanha de promoção que o Bacalhau da Islândia está a realizar em vários países do Sul da Europa, incluindo Portugal. Guðný Káradóttir, diretora de marketing da Iceland Responsible Fisheries, salienta "que os portugueses adoram bacalhau e o que pescamos na Islândia é perfeito, pela sua textura e sabor únicos, para os mil e um pratos de bacalhau que existem na gastronomia portuguesa. Queremos eleger a melhor receita de bacalhau do mundo, pode ser uma receita antiga ou uma receita inovadora porque sabemos que os portugueses estão sempre a encontrar novas formas de saborear o bacalhau. O nosso desafio é precisamente convidar os portugueses a provar e partilhar o Bacalhau da Islândia". A pesca é um dos principais sectores de atividade na economia islandesa e representa 11% do Produto Interno Bruto e o cluster do mar é responsável por 42% das exportações. O bacalhau é o peixe que mais contribui (1/3) para as exportações de peixe da Islândia. No ano passado, Portugal comprou à Islândia mais de 13 mil toneladas de peixe, a maioria bacalhau. A Islândia tem uma das mais modernas e competitivas indústrias pesqueiras do mundo, baseada na sustentabilidade das espécies e na proteção do ecossistema marítimo. Com 1.5 milhões de toneladas de peixe pescado por ano, a Islândia ocupa um lugar nos 20 maiores países pesqueiros do mundo. Para enfrentar a crise financeira mundial que levou o país a declarar falência, a Islândia apostou fortemente no desenvolvimento de produtos inovadores, em métodos de processamento avançados e equipamento para garantir a qualidade e frescura dos seus produtos marítimos. A indústria das pescas criou a Iceland Responsible Fisheries, um programa que promove a indústria pesqueira islandesa, a origem dos seus produtos e a gestão a longo prazo das suas espécies. Página 51

56 A52 O perfeito bacalhau que vem do país do frio Tipo Meio: Internet Data Publicação: 06/12/2013 Meio: URL: Sapo Online - Sabores Sapo Online / Um concurso de receitas no Facebook e uma ação de charme junto da imprensa fazem parte de uma estratégia para dar a conhecer melhor o bacalhau da Islândia. O prémio é uma viagem para duas pessoas a Reiquiavique, sendo as 10 receitas mais votadas avaliadas por Guðný Káradóttir, da Iceland Responsible Fisheries, Mafalda Pinto Leite, do blogue "Dias com Mafalda", e Isabel Zibaia Rafael, do blogue "Cinco Quartos de Laranja". A viagem será sempre uma boa oportunidade para conhecer um país que tem nas pescas mais de 5% da sua população ativa. O bacalhau está de tal forma presenta na vida dos islandeses que há até um ditado popular: "a vida é ela própria um peixe salgado". Quase todas as famílias têm alguma ligação com o mar e é comum os adolescentes passarem o verão a trabalhar, seja num barco de pesca, seja na salga do peixe ou a filetar os lombos. Contudo, o bacalhau era tradicionalmente reservado para exportação e nem toda a gente tinha acesso ao seu sabor, visto ser um peixe caro. "Arenque era comida, bacalhau era dinheiro" adiantou Axel Nikulásson, da embaixada da Islândia. Quem ficou a ganhar foram os portugueses que souberam reconhecer o valor nutricional e gastronómico desta mercadoria. "Nós (islandeses) sabemos como pescar e salgar, vocês (portugueses) sabem como cozinhar", resumiram os representantes da comitiva da Iceland Responsible Fisheries. Esta entidade foi criada pela indústria das pescas para promover a indústria pesqueira islandesa, a origem dos seus produtos e a gestão a longo prazo das suas espécies. "O tratamento, limpeza e cura é feito de forma irrepreensível. É 10% mais caro, mas vale a pena", confirmou o representante da Riberalves, um dos principais importadores do bacalhau islandês. A zona de pesca da Islândia orgulha-se de ter os bancos mais ricos de peixe do mundo. No ano passado, Portugal comprou à Islândia mais de 13 mil toneladas de peixe, a maioria bacalhau. Mais importante, toda esta pesca é baseada num sistema sustentável e que tem como objetivo a proteção do ecossistema marítimo, patente no logotipo que representa a certificação de pesca responsável e já reconhecido pela FAO (Agência das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura). Página 52

57 Tiragem: Pág: 26 A53 País: Portugal Period.: Semanal Cores: Cor Área: 19,35 x 28,37 cm² ID: Domingo Âmbito: Informação Geral Corte: 1 de 8 Página 53

58 Tiragem: Pág: 27 País: Portugal Cores: Cor Period.: Semanal Área: 18,95 x 27,91 cm² ID: Domingo Âmbito: Informação Geral Corte: 2 de 8 Página 54

59 Tiragem: Pág: 28 País: Portugal Cores: Cor Period.: Semanal Área: 19,35 x 28,59 cm² ID: Domingo Âmbito: Informação Geral Corte: 3 de 8 Página 55

60 Tiragem: Pág: 29 País: Portugal Cores: Cor Period.: Semanal Área: 19,35 x 28,25 cm² ID: Domingo Âmbito: Informação Geral Corte: 4 de 8 Página 56

61 Tiragem: Pág: 30 País: Portugal Cores: Cor Period.: Semanal Área: 19,18 x 28,66 cm² ID: Domingo Âmbito: Informação Geral Corte: 5 de 8 Página 57

62 Tiragem: Pág: 32 País: Portugal Cores: Cor Period.: Semanal Área: 19,59 x 29,08 cm² ID: Domingo Âmbito: Informação Geral Corte: 6 de 8 Página 58

63 Tiragem: Pág: 1 País: Portugal Cores: Cor Period.: Semanal Área: 19,18 x 18,78 cm² ID: Domingo Âmbito: Informação Geral Corte: 7 de 8 Página 59

64 Tiragem: Pág: 1(Principal) País: Portugal Cores: Cor Period.: Semanal Área: 3,30 x 5,36 cm² ID: Domingo Âmbito: Informação Geral Corte: 8 de 8 Página 60

65 A61 ID: Projecto Empresa 1 Tiragem: País: Portugal Period.: Diária Âmbito: Economia, Negócios e. Fotos: Paulo Figueiredo 14 milhões de euros Previsão de EBITDA para 2013 no negócio do bacalhau - Riberalves e Riberalves Angola. Pág: 32 Cores: Cor Área: 29,29 x 32,91 cm² Corte: 1 de 2 3 Riberalves testa bacalhau sem pele e Estratégia Grupo está já em 20 países e prepara entrada no México. Core business do grupo é o bacalhau mas a empresa tem Alda Martins Há produtos onde a tradição ainda é o que era. Em Portugal o bacalhau é um desses casos. Há cerca de 500 anos que o fiel amigo é consumido pelos portugueses. E em larga escala - cada português consome em média 7,5 quilos de bacalhau por ano. Números que fazem do país o maior consumidor do mundo e que servem de alavanca para as empresas do sector, como a Riberalves, no mercado desde Apesar do sucesso do produto, Ricardo Alves, administrador da Riberalves e o filho mais velho do fundador João Alves, que trabalha no negócio da família desde 2004, reconhece que houve uma grande alteração que determinou o rumo da empresa a partir de 1 A fábrica da Moita foi adquirida em 2003 na sequência do lançamento do bacalhau demolhado ultracongelado. 2 A AdegaMãe é o mais recente projecto do grupo e foi inaugurada em Os portugueses são os maiores consumidores de bacalhau do mundo. Em média, cada um consome, por ano, 7,5 quilos do produto limpo. 2000: O lançamento do bacalhau demolhado ultracongelado. Para quem duvida da qualidade deste tipo de produtos, Ricardo Alves assegura que no demolhado ultracongelado só utilizam bacalhau pescado na Islândia que é o melhor. A título de curiosidade esclarece que na Riberalves o bacalhau é demolhado a sete graus e congelado a menos 40 graus. E a título de comparação esclarece que em casa quando se congela um produto fresco demora mais de 24 horas. Foi o sucesso do bacalhau demolhado ultracongelado que fez disparar as vendas do grupo, onde o negócio do bacalhau representa 95% da facturação total do grupo (45% dessa fatia diz respeito ao demolhado ultracongelado). O grupo tem uma capacidade de armazenagem de produto acabado de 20 mil toneladas e as 40 mil toneladas de matéria- -prima (recebe por ano bacalhau pescado na Islândia, Noruega, Rússia e EUA). A inovação do demolhado ultracongelado impulsionou a aquisição de uma segunda fábrica na Moita, em 2003, ao pé de Setúbal. A que acresce a sede em Torres Vedras, onde estão instalados os serviços administrativos, comerciais e outra parte relevante do processo fabril. Além destas duas unidades, há uma outra em Angola, um dos mercados estratégicos para o grupo. Presente em 20 países, com Portugal e Brasil a liderarem o apetite e a engrossarem as vendas da Riberalves, Ricardo Alves está seguro que o principal caminho é o mercado da Saudade a que se juntam países como a França, grande destino de emigração portuguesa. Onde existirem portugueses nós queremos estar, acrescenta. Talvez por isso, tenham chegado mais recentemente, em 2011, aos Estados Unidos numa parceira com a gigante mundial de retalho Walmart. O administrador refere que o próximo mercado a abordar, já em 2014, será o México. Para já, empresa de Torres Vedras, que emprega 470 pessoas entre a Riberalves e a Riberalves Angola - antecipa receitas que pode variar entre 146 e 151 milhões de euros em 2013 e um EBITDA, também ele superior ao de 2012, na ordem dos 12 a 14 milhões de euros. O bacalhau é o core business do grupo mas o imobiliário, os cafés e o vinho são outros interesses deste negócio familiar da Zona Saloia. Um Página 61

66 Tiragem: País: Portugal Pág: 33 Cores: Cor ID: Etv Period.: Diária Âmbito: Economia, Negócios e. Área: 29,12 x 30,09 cm² Corte: 2 de 2 ENTREVISTA JOÃO ALVES Presidente e fundador do grupo Riberalves Acredito que Portugal e a Europa vão voltar a uma situação mais estável O fundador da Riberalves acredita que a crise em Portugal vai passar. Eu confio no futuro, diz o empresário. sem espinha negócios na área do vinho, café, e imobiliário. 470 Número de colaboradores no negócio do bacalhau - Riberalves e Riberalves Angola. sonho de João Alves desde que em menino começou a trabalhar com o pai na mercearia onde se vendia de tudo um pouco mas, sobretudo, bacalhau. Fora da actividade principal da Riberalves, o projecto mais recente é da adega. Idealizada em 2008 foi inaugurada em Bernardo Alves, também administrador da Riberalves e o filho mais novo do fundador do grupo, é o responsável por esta área de negócio. Temos capacidade para 1,5 milhões de litros entre barricas e cubas. Actualmente, vinificamos cerca de 500 a 600 toneladas de uva por ano, refere. Um projecto que está a dar os primeiros passos mas que já conquistou alguns prémios. Primeiro com o Pinta Negra e depois com o Dory Reserva Um negócio que Bernardo Alves quer fazer crescer e continuar a internacionalizar mas que nunca será o core da actividade do grupo. No entanto, o vinhos da AdegaMãe, talcomooscafésnovodia integrados no grupo em podem correr o mundo e acompanhar o negócio de maior potencial. A família Alves têm ainda interesses no sector imobiliário, com a Riberalves Imobiliária. E para os verdadeiros apreciadores de bacalhau pode haver outras novidades no futuro. Ricardo Alves não esconde que já estão a testar um novo produto sem pele e sem espinha que tem grande procura no Brasil. Em Portugal poderá ser vendido mas será mais difícil as pessoas ainda gostam de um lombinho de bacalhau todo perfeito, diz o administrador da Riberalves. Porque é que escolheu este negócio? Talvez por o meu pai ter um estabelecimento, mercearia na altura, que trabalhava com bacalhau mas em pequena escala. E eu trabalhei com ele desde os 14, 15 anos e gostei da actividade. O bacalhau fascinou-me. Foi crescendo a trabalhar com ele? Sim.Atéirparaatropa.Três anos na tropa que deram para eu pensar bem na minha vida. E depois só de uma vez disse: pai vou casar, vou estabelecer-me por minha conta a risco. Tinha 27 anos. Foi muito difícil ou os tempos eram mais fáceis? Naquela altura foi mais fácil, não sei se pela idade. A empresa que adquiri tinha o nome de garrafeira do Oeste e não tinha nada a ver com bacalhau. Porque é que adquiriu esse negócio? Para iniciar a actividade. Era do meu sogro e ele também se quis retirar e vendeu a garrafeira que eu paguei com uns trocos que o meu pai me deu quando casei. Foram sete anos na garrafeira do Oeste. Constitui então a Riberalves com o nome dos meus filhos.oricardoeobernardo Alves. Dei continuidade à garrafeira do Oeste e fiz um cash and carry que foi vendido, mais tarde, ao grupo Jerónimo Martins. Com a construção da primeira fábrica o negócio deu, de facto, um salto considerável. Nessa altura era fácil o financiamento? Nessa altura comecei a ter mais apoios porque o investimento foi grande e, embora eu tivesse vendido o cash em carry, investi cinco vezes mais que o dinheiro que recebi. Se o meu pai hoje voltasse dizia que eu não estava bom da cabeça. O meu pai tinha essa tendência. O passo sempre mais curto que a perna. Esse cuidado e ter um apoio financeiro são duas condições fundamentais para um bom negócio? Claro que são. E depois o que é preciso mais? Depois é preciso ir à procura da sorte. Acredita no futuro deste país? Claro que acredito. O meu pai quando abriu a mercearia tinha 20 e tal anos e o pai meu avô - disse-lhe: Não vale a pena abrires uma mercearia porque o tempo de ganhar dinheiro já passou. Estamos a falar dos anos 40. Eu confio no futuro. E é impensável eu transmitir aos meus filhos e aos jovens que as Eu confio no futuro. E é impensável eu transmitir aos meus filhos e aos jovens que as coisas não continuam a evoluir. coisas não continuam a evoluir. Mas quando olha para o estado do país e para o ciclo recessivo que estamos a passar. Acha que o vamos ultrapassar? Com certeza. Com o Governo que temos? Para mim a política já é mais difícil. (risos) Mas eu acredito que PortugaleaEuropavãovoltar,e se Deus quiser ainda será no meu tempo, a uma situação mais estável. Que leve os jovens a acreditar porque, não há dúvida, que eles hoje andam um pouco desiludidos e tem razões para isso. Quando ouve o ministro da economia falar de um plano de desenvolvimento para a economia. Acredita nele? Não me queria alongar muito a dar opiniões a esse respeito mas acho que se perde muito tempo com coisas que deitam pouco sumo. Onde imagina que está o seu grupo daqui a 25 anos? Gostaria que estivesse numa posição como a actual mas para isso teremos que crescer mais, para acompanhar a evolução. O que me preocupa sempreéasituação económica, a credibilidade, o posicionamento de mercado. Qualéoseupratodebacalhau favorito? Assado com batatas a murro e bacalhau com grão. Página 62

67 A63 Bacalhau da Islândia lança concurso Tipo Meio: Internet Data Publicação: 19/12/2013 Meio: URL: Do Restaurante & do Gourmet Online / "De que és capaz para ir à Islândia?" é o desafio para o concurso que o Bacalhau da Islândia lançou no Facebook. Até ao final do ano, os seguidores da página do Bacalhau da Islândia no Facebook podem concorrer para se habilitarem ao primeiro prémio: uma viagem para duas pessoas a Reiquiavique. Para concorrer basta postar uma receita de Bacalhau da Islândia. As dez receitas que obtiverem o maior número de "likes" serão apreciadas por um júri, constituído por Guðný Káradóttir, da Iceland Responsible Fisheries, Mafalda Pinto Leite do blogue "Dias com Mafalda" e Isabel Zibaia Rafael do blogue "Cinco Quartos de Laranja". O júri escolhe o vencedor que ganha uma viagem à Islândia para duas pessoas. Guðný Káradóttir, diretora de marketing da Iceland Responsible Fisheries, salienta "que os portugueses adoram bacalhau e o que pescamos na Islândia é perfeito, pela sua textura e sabor únicos, para os mil e um pratos de bacalhau que existem na gastronomia portuguesa. Queremos eleger a melhor receita de bacalhau do mundo, pode ser uma receita antiga ou uma receita inovadora porque sabemos que os portugueses estão sempre a encontrar novas formas de saborear o bacalhau. O nosso desafio é precisamente convidar os portugueses a provar e partilhar o Bacalhau da Islândia". A pesca é um dos principais sectores de atividade na economia islandesa e representa 11% do Produto Interno Bruto e o cluster do mar é responsável por 42% das exportações. O bacalhau é o peixe que mais contribui (1/3) para as exportações de peixe da Islândia. No ano passado, Portugal comprou à Islândia mais de 13 mil toneladas de peixe, a maioria bacalhau. Página 63

68 A64 Pesca ajuda a Islândia a sair da crise e é o principal obstáculo à adesão à União Europeia Tipo Meio: Internet Data Publicação: 22/12/2013 Meio: Público Online Autores: URL: Raquel Martins / Durante anos, o sonho de qualquer jovem islandês era trabalhar no sector financeiro e tornar-se milionário. Até 2008, este sonho tornou-se realidade para alguns. O sector da pesca foi-se mantendo na sombra deste sonho, desvalorizado pelos mais jovens. Trabalhar numa fábrica de peixe era a ameaça com que se acenava a um filho pouco estudioso. Um pouco como em Portugal se dizia "olha que vais para as obras". Depois do colapso da banca, os islandeses voltaram a dar atenção aos sectores que sempre ali estiveram e que durante anos e anos foram a base da economia da ilha. As pescas são agora a menina dos olhos do governo islandês e a principal razão que levou à suspensão das negociações para a adesão à União Europeia no Verão deste ano. "A crise ajudou-nos a voltar à base e ao que melhor sabemos fazer", nota o ministro das Pescas, Sigurdur Ingi Jóhannsson, durante um almoço com jornalistas espanhóis e portugueses, no centro de Reiquivique. E é peremptório quanto à adesão União Europeia (UE). "A Islândia tem muito a ensinar à União Europeia, estamos mais avançados ao nível da pesca sustentável", diz, evitando temas mais polémicos como o recente diferente sobre as quotas de cavala. "A União Europeia devia repor os seus stocks de pesca em vez de pressionar a Islândia a pescar menos quantidade", limita-se a responder. O sector das pescas tem um peso de 11% no PIB do país e emprega 5,3% da força de trabalho, percentagem que sobe para os 10% quando se olha para todas as actividades relacionadas com o mar. É por isso que o tema da adesão à UE gera algum desconforto no país: 60% dos islandeses não querem a adesão e os restantes 40% defendem as negociações, mas não têm a certeza se querem fazer parte da união. Em Setembro, o governo dissolveu a equipa de negociadores que liderava as conversações. A decisão não é um recuo definitivo, é mais um esperar para ver como evolui a crise na Europa, assim com a política de pescas. Johann Sigurjonsson, director do Instituto de Pesquisa Marinha, é claro quanto às razões que levaram à suspensão temporária das negociações. "Se não mantivermos o controlo da nossa política de pescas não será possível aderirmos à UE", frisa, para depois acrescentar que outro problema é o facto de a Islândia limitar fortemente o investimento estrangeiro no sector das pescas. Os investidores estrangeiros não podem ter mais de 49% de uma empresa de pescas. Gunnar Tómasson, um dos donos da terceira maior empresa de pescas deste país, faz parte da maioria dos islandeses que estão contra a adesão. Gunnar conhece bem o sector e não admite que Bruxelas lhe venha impor um sistema de quotas que, na sua opinião, põe em risco a indústria. Gunnar (na Islândia todos são tratados pelo primeiro nome, do presidente ao pescador) tomou o primeiro contacto com esta indústria aos oito anos, quando fazia umas horas, depois da escola, na empresa do pai. A história da Thorbjorn, criada em 1953 na cidade piscatória de Grindavik, é um exemplo do que tem sido a evolução de um sector que, nas últimas décadas, viveu ofuscado pelo brilho da alta finança. A empresa que exporta bacalhau para Portugal, Espanha e Itália, esteve nas mãos da família Tómasson durante muito anos até ter sido colocada em bolsa. Em 2004, descontentes com o rumo que a economia e a empresa tomavam, Gunnar e os irmãos decidiram adquirir 90% das acções e tomar as rédeas da empresa. Os Tómasson não embarcaram no deslumbramento do dinheiro fácil. Foi isso que lhes permitiu atravessar a crise sem grandes sobressaltos. No entanto, durante os anos do colapso financeiro, a empresa teve de tomar medidas drásticas e os seus barcos passaram a levar directamente o peixe fresco a Inglaterra, dispensando intermediários. Mas mesmo nessa altura, com o desemprego em níveis nunca antes vistos, Gunnar recorda que continuava a ser difícil encontrar quem quisesse passar três semanas no mar. Gunnar tem agora entre os 150 pescadores que emprega, alguns jovens - e menos jovens - que perderam o emprego na banca depois do colapso. Todos trabalham no mar - onde os salários são elevados. Nas fábricas de transformação de peixe trabalham Página 64

69 maioritariamente polacos, filipinos e tailandeses. Com Gunnar trabalha um dos seus três filhos, os outros dois estão fora do país. Também a saída para o estrangeiro é comum na Islândia e ganhou expressão com a crise de 2008 que deixou o país à beira da bancarrota e provocou uma onda de emigração, principalmente para a Noruega. Convencer os jovens a olhar para a pesca como um sector de futuro não é tarefa fácil. Que o diga Robert Ragnarsson, o presidente da câmara de Grindavik, uma das cidades com maior taxa de população até aos 18 anos e que luta para que eles depois da faculdade voltem e encontrem o seu lugar nas empresas da região ou no turismo, que tem vindo a desenvolver-se mais recentemente em torno de um spa natural, a Lagoa Azul. A cidade, em conjunto com as empresas, relançou a escola de pescas, que pretende formar quadros médios para as empresas da região. Robert, 37 anos, antevê que "dentro de dez anos, as fábricas só terão trabalhadores estrangeiros", o que na sua opinião, acabará por implicar um menor envolvimento nas empresas e pôr em causa a sustentabilidade do sector. Grindavik tem 70% a 80% da sua economia assente nas pescas, mas Robert não descura o turismo e "o elevado potencial de desenvolvimento que ainda tem". Grindavik, que fica a cerca de 40 quilómetros da capital, tem falta de hotéis e o presidente da câmara espera que esse seja outro pólo de atracção dos jovens da cidade. Investir na inovação Perante o peso das pescas na economia islandesa, a aposta do país é na sustentabilidade. Existe um sistema de quotas definidas anualmente pelo governo, tendo como base as recomendações do Instituto de Pesquisa Marinha, que determina a quantidade de peixe capturada. Cada empresa não pode ter mais do que 10% da quota total. "Não há outro caminho do que estar focado no longo prazo", nota Johann Sigurjonsson, director daquele instituto, que explica que ao longo dos últimos anos as quotas têm permitido controlar as populações de peixes e aumentar a longevidade das fêmeas. "Durante a crise, a indústria e o governo decidiram juntar-se para promover a pesca sustentável", nota o ministro das Pescas que acumula com a pasta da indústria. Outra coisa que a crise trouxe consigo foi uma maior pressão para valorizar tudo o que sai do mar. Nada se desperdiça. É proibido rejeitar peixe no mar e nas fábricas de processamento de peixe tudo é utilizado. Isso levou a que nos últimos anos se tenha desenvolvido à volta das pescas um sector inovador, que emprega jovens qualificados e apostado em novos produtos. É na área da inovação que o emprego tem crescido. A Zymtec é uma das empresas que está a crescer à custa da inovação. Desenvolveu um produto a partir das enzimas do bacalhau que é usado nos cosméticos e produtos farmacêuticos, tendo parceiros em vários países europeus. Bjarki Stefansson é o director de pesquisas da empresa e faz parte dos jovens que vêem na inovação o futuro, longe do sonho da alta finança que atraiçoou muitos. Uma portuguesa perto do pólo Teresa Silva chegou à Islândia um ano antes da crise estalar. Com uma licenciatura em biologia marinha no bolso, veio ter com o pai, depois de passar oito meses à procura de trabalho em Portugal sem sucesso. Durante quase três anos trabalhou numa fábrica de peixe. Agora está a terminar um doutoramento sobre o krill (crustáceos semelhantes aos camarão) com uma bolsa paga pelo Instituto de Pesquisa Marinha, em Reiquiavique. Grávida de quatro meses, não tenciona regressar a Portugal. A família mudou-se toda para os pólos. "A nossa vida é aqui", diz sentada à secretária do gabinete com uma vista rasgada sobre as montanhas nevadas. Como ela estão os cerca de 400 portugueses que vivem em Reiqiavique. Teresa não se incomoda com o facto de no inverno amanhecer já perto das 10 da manha e anoitecer a partir das três e meia da tarde. Prefere destacar as 15 piscinas de que pode usufruir em Reiquiavique. O equivalente à ida ao café em Portugal. Toda a gente vai à piscina ao final do dia, com a família ou com os amigos. Não é só a pesca que se está a reafirmar na Islândia. O turismo é cada vez mais um sector de futuro. Também por isso, a capital Reiquiavique está em transformação. O antigo porto regenera-se com restaurantes, bares, hotéis com ar acabado de estrear. Essa zona da cidade está na moda e à noite enche-se de jovens e executivos. No início de Dezembro, a cidade estava enfeitada para o Natal. A riqueza da Islândia está nas suas águas e também na sua paisagem. Pedra vulcânica decorada, nesta altura, pela brancura da neve. Não há árvores na ilha, e os pinheiros são importados da vizinha Dinamarca. A jornalista viajou a convite da Promote Iceland 22/12/ :43 Raquel Martins Página 65

70 A66 Na Islândia bacalhau não é comida, é dinheiro Tipo Meio: Internet Data Publicação: 22/12/2013 Meio: Público Online Autores: URL: Raquel Martins / "Arinca é comida, bacalhau é dinheiro". Esta expressão popular ilustra bem a dependência da Islândia em relação ao bacalhau e, por arrasto, em relação aos países do Sul da Europa, com Espanha e Portugal à cabeça. Há famílias inteiras que pescam, preparam e embalam o bacalhau, mas à mesa este peixe praticamente não entra. Quanto muito é consumido fresco e, mais recentemente, os novos chefes têm olhado para este produto com mais interesse. A Islândia começou a exportar bacalhau para Portugal no início do século passado. Em troca, a Islândia aprovou uma excepção à lei seca e permitia a importação de vinho português. Em 1915 foram exportadas 108 toneladas de bacalhau salgado, pouco mais de 0,4% da exportação total deste produto, mostram os dados da agência para a promoção da Islândia, Promote Iceland, o equivalente à AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal). Vinte anos depois, já eram exportadas mais de 19 mil toneladas, o que representava 30% das exportações de bacalhau seco. O auge foi atingido no início da década de 1980, quando as exportações de bacalhau seco para Portugal representava 65% do total, atingindo as toneladas. Daí em diante, as exportações têm vindo a reduzir-se e em 2012 não chegaram às toneladas (33% do total). Apesar dessa queda, a relação com Portugal vem de longe e tem vindo a cimentar-se. Grindavik uma das principais cidades piscatórias, a cerca de 40 quilómetros da capital tem um acordo de amizade com a cidade de Ílhavo, cuja população de pescadores se dedicava à pesca do bacalhau no Atlântico Norte, ao largo da Islândia. Desde Outubro passado, a Islândia lançou uma campanha para reforçar a posição nos mercados-chave e tradicionalmente associados ao consumo de bacalhau salgado, tentando retirar alguma quota de mercado ao bacalhau da Noruega, com forte implantação em Portugal. O objectivo, explicou ao PÚBLICO Gudny Kárádótir, a directora de marketing da agência, é a diferenciação pela "qualidade e frescura dos produtos" pescados na Islândia, admitindo que pela quantidade a batalha estaria perdida à partida. Nunca como no ano passado o volume de negócios gerados pelas exportações de produtos do mar foi tão elevado. A Islândia exportou 1700 milhões de euros de produtos do mar, o que representa 42% do total das exportações, seguindo-se o alumínio, que vale 36% do total. O bacalhau é espécie mais valiosa, representando 31% do total das exportações de peixe da Islândia em E no segmento do bacalhau salgado, Portugal é o principal mercado. A jornalista viajou a convite da Promote Iceland 22/12/ :39 Raquel Martins Página 66

71 Tiragem: Pág: 30 A67 ID: País: Portugal Period.: Diária Âmbito: Informação Geral Cores: Cor Área: 27,21 x 30,48 cm² Corte: 1 de 3 Pesca ajuda a Islândia a sair da crise e é o principal obstáculo à adesão à UE O sector das pescas foi votado para segundo plano com o fascínio do país pelas finanças, mas a crise de 2008 fez com que a Islândia olhasse com mais atenção para os seus recursos naturais Internacional Raquel Martins, em Reiquiavique Durante anos, o sonho de qualquer jovem islandês era trabalhar no sector financeiro e tornar-se milionário. Até 2008, este sonho tornou-se realidade para alguns. O sector da pesca foi-se mantendo na sombra deste sonho, desvalorizado pelos mais jovens. Trabalhar numa fábrica de peixe era a ameaça com que se acenava a um filho pouco estudioso. Um pouco como em Portugal se dizia: Olha que vais para as obras!.... Depois do colapso da banca, os islandeses voltaram a dar atenção aos sectores que sempre ali estiveram e que durante anos e anos foram a base da economia da ilha. As pescas são agora a menina-dos-olhos do Governo islandês e a principal razão que levou à suspensão das negociações para a adesão à União Europeia no Verão deste ano. A crise ajudou-nos a voltar à base e ao que melhor sabemos fazer, nota o ministro das Pescas, Sigurdur Ingi Jóhannsson, durante um almoço com jornalistas espanhóis e portugueses, no centro de Reiquiavique. E é peremptório quanto à adesão União Europeia (UE). A Islândia tem muito a ensinar à União Europeia, estamos mais avançados ao nível da pesca sustentável, diz, evitando temas mais polémicos como o recente diferente sobre as quotas de cavala. A União Europeia devia repor os seus stocks de pesca, em vez de pressionar a Islândia a pescar menos quantidade, limita-se a responder. O sector das pescas tem um peso de 11% no PIB do país e emprega 5,3% da força de trabalho, percentagem que sobe para os 10% quando se olha para todas as actividades relacionadas com o mar. É por isso que o tema da adesão à UE gera algum desconforto no país: 60% dos islandeses não querem a adesão e os restantes 40% defendem as negociações, mas não têm a certeza se querem fazer parte da união. Em Setembro, o Governo dissolveu a equipa de negocia- dores que liderava as conversações. A decisão não é um recuo definitivo, é mais um esperar para ver como evolui a crise na Europa, assim como a política de pescas. Johann Sigurjonsson, director do Instituto de Pesquisa Marinha, é claro quanto às razões que levaram à suspensão temporária das negociações. Se não mantivermos o controlo da nossa política de pescas, não será possível aderirmos à UE, frisa, para depois acrescentar que outro problema é o facto de a Islândia limitar fortemente o investimento estrangeiro no sector das pescas. Os investidores estrangeiros não podem ter mais de 49% de uma empresa de pescas. Sobreviver em águas agitadas Gunnar Tómasson, um dos donos da terceira maior empresa de pescas deste país, faz parte da maioria dos islandeses que estão contra a adesão. Gunnar conhece bem o sector e não admite que Bruxelas lhe venha impor um sistema de quotas que, na sua opinião, põe em risco a indústria. Gunnar (na Islândia todos são tratados pelo primeiro nome, do presidente ao pescador) tomou o primeiro contacto com esta indústria aos oito anos, quando fazia umas horas, depois da escola, na empresa do pai. A história da Thorbjorn, criada em 1953 na cidade piscatória de Grindavik, é um exemplo do que tem sido a evolução de um sector que, nas últimas décadas, viveu ofuscado pelo brilho da alta finança. A empresa que exporta bacalhau para Portugal, Espanha e Itália esteve nas mãos da família Tómasson durante muito anos até ter sido colocada em bolsa. Em 2004, descontentes com o rumo que a economia e a empresa tomavam, Gunnar e os irmãos decidiram adquirir 90% das acções e tomar as rédeas da empresa. Os Tómasson não embarcaram no deslumbramento do dinheiro fácil. Foi isso que lhes permitiu atravessar a crise sem grandes sobressaltos. No entanto, durante os anos do colapso financeiro, a empresa teve de tomar medidas drásticas e os seus barcos passaram a levar directamente o peixe fresco a Inglaterra, dispensando O sector das pescas tem um peso de 11% no PIB do país e emprega 5,3% da força de trabalho Na Islândia o bacalhau não é comida, é dinheiro é comida, bacalhau é dinheiro. Esta expressão popular ilustra bem a Arinca dependência da Islândia em relação ao bacalhau e, por arrasto, em relação aos países do Sul da Europa, com Espanha e Portugal à cabeça. Há famílias inteiras que pescam, preparam e embalam o bacalhau, mas à mesa este peixe praticamente não entra. Quando muito, é consumido fresco e, mais recentemente, os novos chefes têm olhado para este produto com mais interesse. A Islândia começou a exportar bacalhau para Portugal no início do século passado. Em troca, a Islândia aprovou uma excepção à Lei Seca e permitia a importação de vinho português. Em 1915 foram exportadas 108 toneladas de bacalhau salgado, pouco mais de 0,4% da exportação total deste produto, mostram os dados da agência para a promoção da Islândia, Promote Iceland, o equivalente à AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal). Vinte anos depois, já eram exportadas mais de 19 mil toneladas, o que representava 30% das exportações de bacalhau seco. O auge foi atingido no início da década de 1980, quando as exportações de bacalhau seco para Portugal representava 65% do total, atingindo as toneladas. Daí em diante, as exportações têm vindo a reduzirse e em 2012 não chegaram às 8500 toneladas (33% do total). Apesar disso, a relação com Portugal vem de longe e tem vindo a cimentar-se. Grindavik uma das principais cidades piscatórias, a cerca de 40 quilómetros da capital, e tem um acordo de amizade com Ílhavo, cujos pescadores se dedicavam à pesca do bacalhau no Atlântico Norte, ao largo da Islândia. Desde Outubro passado, a Islândia lançou uma campanha para reforçar a posição nos mercados-chave e tradicionalmente associados ao consumo de bacalhau salgado, tentando retirar alguma quota de mercado ao bacalhau da Noruega, com forte implantação em Portugal. O objectivo, explicou ao PÚBLICO Gudny Kárádótir, Página 67

72 ID: Tiragem: País: Portugal Period.: Diária Âmbito: Informação Geral Pág: 31 Cores: Cor Área: 27,21 x 30,68 cm² Corte: 2 de 3 1,6% A economia sofreu uma forte contracção em 2009, ano em que caiu 6,8%. Este ano, a Islândia, que desvalorizou a sua moeda, vai crescer 1,6% 4,8% O desemprego está a recuar. O pico foi de 7,6%, atingido em 2010, e este ano já chegará aos 4,8% INTS KALNINS/REUTERS a directora de marketing da agência, é a diferenciação pela qualidade e frescura dos produtos pescados na Islândia, admitindo que pela quantidade a batalha estaria perdida à partida. Nunca como no ano passado o volume de negócios gerados pelas exportações de produtos do mar foi tão elevado. A Islândia exportou 1700 milhões de euros de produtos do mar, o que representa 42% do total das exportações, seguindo-se o alumínio, que vale 36%. O bacalhau é a espécie mais valiosa, com 31% das exportações de peixe da Islândia em E, no segmento do bacalhau salgado, Portugal é o principal mercado. intermediários. Mas mesmo nessa altura, com o desemprego em níveis nunca antes vistos, Gunnar recorda que continuava a ser difícil encontrar quem quisesse passar três semanas no mar. Gunnar tem agora entre os 150 pescadores que emprega, alguns jovens e menos jovens que perderam o emprego na banca depois do colapso. Todos trabalham no mar onde os salários são elevados. Nas fábricas de transformação de peixe trabalham maioritariamente polacos, filipinos e tailandeses. Com Gunnar trabalha um dos seus três filhos, os outros dois estão fora do país. Também a saída para o estrangeiro é comum na Islândia e ganhou expressão com a crise de 2008 que deixou o país à beira da bancarrota e provocou uma onda de emigração, principalmente para a Noruega. Convencer os jovens a olhar para a pesca como um sector de futuro não é tarefa fácil. Que o diga Robert Ragnarsson, o presidente da Câmara de Grindavik, uma das cidades com maior taxa de população até aos 18 anos e que luta para que eles depois da faculdade voltem e encontrem o seu lugar nas empresas da região ou no turismo, que tem vindo a desenvolver-se mais recentemente em torno de um spa natural, a Lagoa Azul. A cidade, em conjunto com as empresas, relançou a escola de pescas, que pretende formar quadros médios para as empresas da região. Robert, de 37 anos, antevê que dentro de dez anos, as fábricas só terão trabalhadores estrangeiros, o que, na sua opinião, acabará por implicar um menor envolvimento nas empresas e pôr em causa a sustentabilidade do sector. Grindavik tem 70% a 80% da sua economia assente nas pescas, mas Robert não descura o turismo e o elevado potencial de desenvolvimento que ainda tem. Grindavik, que fica a cerca de 40 quilómetros da capital, tem falta de hotéis e o presidente da câmara espera que esse seja outro pólo de atracção dos jovens da cidade. Investir na inovação Perante o peso das pescas na economia islandesa, a aposta do país é na sustentabilidade. Existe um sistema de quotas definidas anualmente pelo Governo, tendo como base as recomendações do Instituto de Pesquisa Marinha, que determina a quantidade de peixe capturada. Cada empresa não pode ter mais do que 10% da quota total. Não há outro caminho senão estar focado no longo prazo, nota Johann Sigurjonsson, director daquele instituto, que explica que ao longo dos últimos anos as quotas têm permitido controlar as populações de peixes e aumentar a longevidade das fêmeas. Durante a crise, a indústria e o Governo decidiram juntar-se para promover a pesca sustentável, nota o ministro das Pescas, que acumula com a pasta da indústria. Outra coisa que a crise trouxe consigo foi uma maior pressão para valorizar tudo o que sai do mar. Nada se desperdiça. É proibido rejeitar peixe no mar e nas fábricas de transformação de peixe tudo é utilizado. Isso levou a que nos últimos anos se tenha desenvolvido à volta das pescas um sector inovador, que emprega jovens qualificados e apostado em novos produtos. É na área da inovação que o emprego tem crescido. A Zymtec é uma das empresas que estão a crescer à custa da inovação. Desenvolveu um produto a partir das enzimas do bacalhau que é usado nos cosméticos e produtos farmacêuticos, tendo parceiros em vários países europeus. Bjarki Stefansson é o director de pesquisas da empresa e faz parte dos jovens que vêem na inovação o futuro, longe do sonho da alta finança que atraiçoou muitos. Portuguesa perto do pólo Teresa Silva chegou à Islândia um ano antes da crise estalar. Com uma licenciatura em Biologia Marinha no bolso, veio ter com o pai, depois de passar oito meses à procura de trabalho em Portugal sem sucesso. Durante quase três anos trabalhou numa fábrica de peixe. Agora está a terminar um doutoramento sobre o krill (crustáceos semelhantes aos camarão) com uma bolsa paga pelo Instituto de Pesquisa Marinha, em Reiquiavique. Grávida de quatro meses, não tenciona regressar a Portugal. A família mudou-se toda para os pólos. A nossa vida é aqui, diz sentada à secretária do gabinete com uma vista rasgada sobre as montanhas nevadas. Como ela estão os cerca de 400 portugueses que vivem em Reiquejavique. Teresa não se incomoda com o facto de no Inverno amanhecer já perto das 10 da manha e anoitecer a partir das três e meia da tarde. Prefere destacar as 15 piscinas de que pode usufruir em Reiquejavique. O equivalente à ida ao café em Portugal. A jornalista viajou a convite da Promote Iceland Na Islândia não se fala da crise, mas ainda há sinais dela Raquel Martins A crise? Qual crise? É com uma pergunta que os islandeses respondem quando se pergunta pelos sinais da crise que estalou no país em 2008, quando os três principais bancos do país faliram. Apesar de o desemprego ainda estar em níveis elevados, face ao que era habitual, e do elevado nível de endividamento das famílias, a ideia que fica é que o pior já passou e, pouco a pouco, a economia levanta-se. O segredo, dizem-nos, é olhar em frente e lançar mãos-à-obra. Mas também ter uma moeda para desvalorizar. Estamos a dar a volta à crise, comenta um empresário das pescas, sector exportador que beneficiou com a desvalorização da coroa islandesa. Magnus Jonsson, directorgeral da Iceland Seafood em Barcelona, cidade onde vive há quase duas décadas, lembra que comparado com os países do Sul da Europa, a Islândia não se pode queixar. Mas claro que tem um mecanismo nas mãos que Portugal ou Espanha não têm, pôde desvalorizar a moeda. Em Outubro de 2008, os três principais bancos islandeses (Landsbanki, Kaupthing e Glitnir) entraram em colapso e o governo decretou um forte controlo de capitais, impedindo que os estrangeiros levassem o dinheiro que tinham depositado na banca islandesa para fora do país, e a coroa islandesa perdeu 85% do seu valor face ao euro, beneficiando sobretudo o seu sector exportador (maiori- A crise deixou os islandeses mais desconfiados tariamente peixe e alumínio). No final desse ano a Islândia entrou em falência. Pediu um empréstimo ao FMI e a população saiu à rua, contrariando a imagem de povo pouco dado a manifestações, recusando-se a pagar pela especulação dos bancos. Os depósitos dos islandeses foram garantidos e o país orgulha-se de ter mantido e até aumentado a protecção social, tendo com contrapartida aumentado os impostos sobre a banca e os mais ricos. Os islandeses orgulham-se de terem tomado a rédeas do destino da sua ilha, que alberga menos de 322 mil habitantes, numa área um pouco maior do que Portugal. O antigo primeiro-ministro sentou-se no banco dos réus acusado de ter sido negligente e pactuado com a especulação da banca. Foi considerado culpado por não ter agendado reuniões de emergência quando tudo já se encaminhava para o colapso que acabou por se verificar, mas acabou ilibado da acusação de negligência. Na semana passada, três antigos dirigentes do Kaupthing foram condenados por fraudes, com penas entre os três e os cinco anos e meio de prisão. Os indicadores dão sinais de melhorias. Depois de, em 2009, a economia ter caído 6,8%, este ano chegará ao fim com um crescimento de 1,6% e no próximo ano o governo espera um ligeiro aumento para 1,7%, mas muito longe das taxas de crescimento de 6% anteriores à crise. O desemprego está a recuar. Depois de ter atingido o pico de 7,6% em 2010, este ano já chegará aos 4,8% e no próximo ano espera-se que continue a recuar, embora lomge da taxa de 2,3% registada em A recente decisão do primeiroministro, Sigmundr David Gunnlaugsson, de perdoar em 13% o crédito à habitação contraído pelas famílias, é visto como uma forma de aliviar o enorme peso que recai sobre os seus orçamentos mensais e deixa empresários e famílias expectantes. A medida será escalonada por um período de quatro anos e financiada por um imposto a lançar sobre a banca. Não se notam entusiasmos esfusiantes com a medida. Querem esperar para ver. Além de outras coisas, a crise deixou os islandeses mais desconfiados em relação aos políticos. Página 68

73 ID: Pesca ajuda Islândia a sair da crise, mas é obstáculo à adesão Durante anos, as pescas foram esquecidas, mas com a crise tudo mudou p30/31 Tiragem: País: Portugal Period.: Diária Âmbito: Informação Geral Pág: 64 Cores: Cor Área: 10,49 x 3,89 cm² Corte: 3 de 3 Página 69

74 A70 Na Islândia bacalhau não é comida, é dinheiro Tipo Meio: Internet Data Publicação: 23/12/2013 Meio: URL: Aicep Portugal Global Online / "Arinca é comida, bacalhau é dinheiro". Esta expressão popular ilustra bem a dependência da Islândia em relação ao bacalhau e, por arrasto, em relação aos países do Sul da Europa, com Espanha e Portugal à cabeça. Há famílias inteiras que pescam, preparam e embalam o bacalhau, mas à mesa este peixe praticamente não entra. Quanto muito é consumido fresco e, mais recentemente, os novos chefes têm olhado para este produto com mais interesse. A Islândia começou a exportar bacalhau para Portugal no início do século passado. Em troca, a Islândia aprovou uma excepção à lei seca e permitia a importação de vinho português. Em 1915 foram exportadas 108 toneladas de bacalhau salgado, pouco mais de 0,4% da exportação total deste produto, mostram os dados da agência para a promoção da Islândia, Promote Iceland, o equivalente à AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal). Vinte anos depois, já eram exportadas mais de 19 mil toneladas, o que representava 30% das exportações de bacalhau seco. O auge foi atingido no início da década de 1980, quando as exportações de bacalhau seco para Portugal representava 65% do total, atingindo as toneladas. Daí em diante, as exportações têm vindo a reduzir-se e em 2012 não chegaram às toneladas (33% do total). Apesar dessa queda, a relação com Portugal vem de longe e tem vindo a cimentar-se. Grindavik uma das principais cidades piscatórias, a cerca de 40 quilómetros da capital tem um acordo de amizade com a cidade de Ílhavo, cuja população de pescadores se dedicava à pesca do bacalhau no Atlântico Norte, ao largo da Islândia. Desde Outubro passado, a Islândia lançou uma campanha para reforçar a posição nos mercadoschave e tradicionalmente associados ao consumo de bacalhau salgado, tentando retirar alguma quota de mercado ao bacalhau da Noruega, com forte implantação em Portugal. O objectivo, explicou ao PÚBLICO Gudny Kárádótir, a directora de marketing da agência, é a diferenciação pela "qualidade e frescura dos produtos" pescados na Islândia, admitindo que pela quantidade a batalha estaria perdida à partida. Nunca como no ano passado o volume de negócios gerados pelas exportações de produtos do mar foi tão elevado. A Islândia exportou 1700 milhões de euros de produtos do mar, o que representa 42% do total das exportações, seguindo-se o alumínio, que vale 36% do total. O bacalhau é espécie mais valiosa, representando 31% do total das exportações de peixe da Islândia em E no segmento do bacalhau salgado, Portugal é o principal mercado. A jornalista viajou a convite da Promote Iceland :39 Público Página 70

75 A71 Dinheiro Vivo (DN + JN) ID: Tiragem: País: Portugal Period.: Semanal Âmbito: Economia, Negócios e. Pág: 4 Cores: Cor Área: 26,79 x 33,64 cm² Corte: 1 de 5 Página 71

76 Dinheiro Vivo (DN + JN) ID: Tiragem: País: Portugal Period.: Semanal Âmbito: Economia, Negócios e. Pág: 5 Cores: Cor Área: 27,30 x 32,60 cm² Corte: 2 de 5 Página 72

77 Dinheiro Vivo (DN + JN) ID: Tiragem: País: Portugal Period.: Semanal Âmbito: Economia, Negócios e. Pág: 6 Cores: Cor Área: 27,07 x 32,89 cm² Corte: 3 de 5 Página 73

78 Dinheiro Vivo (DN + JN) ID: Tiragem: País: Portugal Period.: Semanal Âmbito: Economia, Negócios e. Pág: 7 Cores: Cor Área: 27,38 x 34,23 cm² Corte: 4 de 5 Página 74

79 Dinheiro Vivo (DN + JN) ID: Tiragem: País: Portugal Period.: Semanal Âmbito: Economia, Negócios e. Pág: 1 Cores: Cor Área: 8,13 x 2,21 cm² Corte: 5 de 5 Página 75

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