A EXPERIMENTAÇÃO DE A PAIXÃO SEGUNDO G. H.: UM OLHAR RIZOMÁTICO PARA A ESCRITA DE CLARICE LISPECTOR

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1 A EXPERIMENTAÇÃO DE A PAIXÃO SEGUNDO G. H.: UM OLHAR RIZOMÁTICO PARA A ESCRITA DE CLARICE LISPECTOR Jhony Adelio Skeika 1 Silvana Oliveira 2 Introdução Segundo Antonio Candido et al (1972, p ), a marcha do romance moderno (do século XVIII ao século XX) foi em direção à complicação crescente na psicologia das personagens. Essa revolução da narrativa moderna caracteriza-se centralmente numa passagem do enredo complicado com personagem simples, para o enredo simples (coerente, uno) com personagem complicada. É neste contexto que a escritora Clarice Lispector escreve, propondo a experimentação de suas personagens sob uma sondagem introspectiva, o que muitos já puderam chamar de fluxo de consciência. O livro A Paixão segundo G. H. 3, publicado em 1964, apresenta impressões, digressões e monólogos interiores de G.H., personagem principal, uma escultora que é confrontada pela vida involuntária e primária de uma barata. Clarice, então, descreve o conflito interior da personagem que vive o drama de uma desorganização profunda daquilo que ilusoriamente parecia organizado. G.H. perde sua terceira perna, sua estabilização como sujeito, sua montagem humana (LISPECTOR, 2009, p. 10, 11), e isso é desencadeado pelo encontro epifânico com uma barata núcleo neutro de vida pulsante no guarda-roupa do quarto da empregada. De acordo com Affonso Romano de Sant Anna (apud MORAES 2008, p. 2), epifania é o relato de uma experiência que a princípio se mostra simples e rotineira, mas que acaba por mostrar toda a força de uma inusita- 1 Mestrando; Universidade Estadual de Ponta Grossa; 2 Doutora; Universidade Estadual de Ponta Grossa; 3 Também será usada a abreviação APSGH para se referir à obra.

2 da revelação. G. H., diante do inseto vivo e depois agonizante, descreve a nova percepção do mundo, vida, amor, etc., que lhe fora revelada ao contato com a existência neutra da barata. Clarice Lispector articula tudo isso em um texto caótico, que mistura fatos, impressões, monólogos e digressões, o que torna a interpretação da narrativa mais um processo de experimentação textual do que propriamente fixação de sentidos. Para Gilles Deleuze e Félix Guattari (1995, p. 12), não se perguntará nunca o que o livro quer dizer, significado ou significante, não se buscará nada compreender num livro, perguntar-se-á com o que ele funciona, em conexão com o que ele faz ou não passar intensidades, em que multiplicidades ele se introduz e metamorfoseia a sua. Esses filósofos franceses propõem uma matriz teórico-analítica que pode ser tomada como uma metodologia da experimentação, aplicável a várias áreas do conhecimento. Eles sugerem a formação de uma figura que possa representar isso, uma efígie que sustente a ideia de um processo de conectividade, multiplicidade, heterogeneidade, mapeamentos e rupturas. Tais autores propõem também um contraponto, um sistema pivotante que não compreende a multiplicidade, que necessita de uma forte unidade inicial para poder gerar raízes secundárias por uma lógica binária, a lei do Uno que se torna dois, depois dois que se tornam quatro... (DELEUZE; GUATTARI, 1995, p. 13). A imagem da árvore pode ser associada a esse sistema, já que possui uma unidade vertical, um ponto inicial e um limite. Já no chamado sistema-radícula, ou raiz fasciculada, há o aborto da raiz principal sucumbida pela multiplicidade de ramificações não delimitadas que se espalham horizontalmente. Um tal sistema poderia ser chamado de rizoma. Um rizoma como haste subterrânea distingue-se absolutamente das raízes e radículas. Os bulbos, os tubérculos, são rizomas. Plantas com raiz ou radícula podem ser rizomórficas num outro sentido inteiramente diferente: é uma questão de saber se a botânica, em sua especificidade, não seria inteiramente rizomórfica. Até animais o são, sob sua forma matilha; ratos são rizomas. As tocas o são, com todas

3 suas funções de hábitat, de provisão, de deslocamento, de evasão e de ruptura. O rizoma nele mesmo tem formas muito diversas, desde sua extensão superficial ramificada em todos os sentidos até suas concreções em bulbos e tubérculos. Há rizoma quando os ratos deslizam uns sobre os outros. Há o melhor e o pior no rizoma: a batata e a grama, a erva daninha. Animal e planta, a grama é o capim-pé-de-galinha (DELEUZE; GUATTARI, 1995, p. 15). A noção de rizoma proposta Deleuze e Guattari é uma matriz teórica potencialmente capaz de se acoplar a diversas áreas do conhecimento, produzindo um método de análise. Segundo os autores, há seis características que regem o rizoma: os princípios de conexão, heterogeneidade, multiplicidade, ruptura a-significante, cartografia e decalcomania. O objetivo deste estudo, então, é propor uma aproximação da noção de rizoma à literatura, mais precisamente à escrita de Clarice Lispector, no recorte que diz respeito ao livro A Paixão Segundo G. H., de modo a articular uma experimentação do texto pelos princípios rizomáticos. Rizoma e texto Em 1 de fevereiro de 1977, Clarice Lispector concedeu uma entrevista ao jornalista Julio Lerner para o programa Panorama da TV Cultura. Ao responder a pergunta sobre quais dos seus trabalhos mais atingiam o público jovem, a escritora diz: Depende, depende inteiramente. Por exemplo, o meu livro A Paixão Segundo G. H., um professor de português do D. Pedro II veio lá em casa e disse que leu quatro vezes o livro e não sabe do que se trata. No dia seguinte uma jovem de 17 anos, universitária, disse que este livro é o livro de cabeceira dela. Quer dizer, não dá pra entender (...). Ou toca ou não toca, quer dizer, suponho que entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato 4. 4 Transcrição da fala de Clarice Lispector feita pelos autores deste artigo.

4 Clarice reconhece a natureza funcional de seus escritos, em especial APSGH, um livro considerado comumente de difícil interpretação. Para ela, a experimentação do texto, entrar em contato, sentir, deixar ser tocado seria a principal exigência de leitura. Isso acontece porque o texto permite diferentes entradas de diferentes formas, não fechando em um sentido único, mas autorizando diversas leituras, múltiplas conexões. Os princípios de conectividade e heterogeneidade propostos por Deleuze e Guattari (1995, p. 15) podem ser vistos nas inúmeras aberturas que há no texto, começando pelos seis travessões que abrem e fecham o livro, conferindo-lhe um caráter de obra não concluída e sem ponto inicial. Ainda há a ocorrência dessa marca na página 52 5 onde há a presença de quinze travessões logo após o ato de esmagar a barata contra a porta do guarda-roupa e na página 167 mais três traços precedendo a citação do texto de Apocalipse, o que, segundo Nilson Dinis (2001, p. 33), desafia o leitor que procura por uma linearidade na interpretação. A Paixão Segundo G. H. autoriza múltiplas conexões com outros textos, tanto que seria possível fazer uma leitura desse livro evocando outros escritos da própria Clarice ou fazer leituras filosóficas, talvez religiosas, ontológicas, etc., já que é um livro que mistura fatos e impressões interiores dispostos sem ordem pré-determinada. Talvez seja essa a característica do texto que fez com que aquele professor de português, que leu quatro vezes o livro, não conseguisse propor uma interpretação. Quem sabe seja esse o movimento da obra: propiciar uma experiência de experimentação estética pela leitura, autorizando múltiplas impressões e sentidos. Deleuze e Guattari mencionam que um rizoma possibilita diferentes entradas em diversos pontos, pois não há haste central, nem ponto de partida ou final, não há unicidade nem um número apreensível de multiplicidades. Um rizoma pode ser rompido, quebrado em um lugar qualquer (DELEUZE; GUATTARI, 1995, p. 18). Sob essa ótica, um texto enquanto rizoma permitira uma atitude não linear de leitura, fazendo saltos, retrocessos, ligações com elementos externos, sem que haja perda ou desiquilíbrio no sentido daquilo que o autor escreve. 5 LISPECTOR, C. A Paixão Segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 2009.

5 Estamos diante de outra estética, diferente daquela clássica, que opera por simetria e lógica; temos então uma nova proposta para a abordagem do fenômeno literário: a de não fechar em sentidos pré-organizados, mas assumir um caráter de obra porosa, com suas possíveis e ilimitadas linhas de entrada e saída. Todo rizoma compreende linhas de segmentaridade segundo as quais ele é estratificado, territorializado, organizado, significado, atribuído, etc.; mas compreende também linhas de desterritorialização pelas quais ele foge sem parar. Há ruptura no rizoma cada vez que linhas segmentares explodem numa linha de fuga, mas a linha de fuga faz parte do rizoma. Estas linhas não param de se remeter umas às outras (DELEUZE; GUATTARI, 1995, p. 18) A abertura de A Paixão de Segundo G. H às diversas entradas interpretativas faz com que a obra funcione em um estado movente. Deleuze e Guattari (loc. cit) afirmam que acontece a desterritorialização pelas linhas de fuga, conexões externas que readéquam a proposta inicial a outras linhas de fuga de outros sistemas. Por exemplo, quando aproximo a filosofia de Sartre ao romance A Paixão Segundo G. H. eu estou desterritorializando a primeira função da filosofia para reterriorializá-la na literatura, o que gera uma nova proposta de leitura do livro e uma possível reiteração dos pensamentos filosóficos por esse processo. Assim, temos o texto ficcional sendo desterritorializado para formar uma imagem, um decalque de filosofia, que, por sua vez, se reterritorializa sobre esta imagem; a filosofia também se desterritorializa tornando-se parte da abordagem literária e transformando-se em motor de leitura e produção de sentidos. Temos um devir-filosofia da obra literária e um devir-obra literária da Filosofia, cada um destes devires assegurando a desterritorialização de um dos termos e a reterritorialização do outro, os dois devires se encadeando e se revezando segundo uma circulação de intensidades que empurra a desterritorialização cada vez mais longe (DELEUZE; GUATARRI, 1995, p. 19).

6 Os autores afirmam que não há imitação e nem semelhança, isso querendo ser a causa do princípio de conectividade, mas há uma explosão de duas séries heterogêneas na linha de fuga composta de um rizoma comum (loc. cit.). Neste caso, a filosofia seria um platô, um ponto de entrada por meio do qual é possível se deter ou até romper para novas aberturas, no caso do livro: novas interpretações, novas abordagens, novas experimentações. Os autores afirmam que um livro é um agenciamento, que está somente em conexão com outros agenciamentos. A grande questão é saber com que outra máquina a máquina literária pode estar ligada, e deve ser ligada, para funcionar (DELEUZE; GUATTARI, 1995, p. 12). APSGH pode ser visto como um sistema rizomático por fazer mapas com possibilidades de leitura. Um mapa não reproduz um inconsciente fechado sobre ele mesmo, ele o constrói (ibid., p. 22). Diferentemente do mapa, o decalque copia, representa e sua lógica está ligada ao principio de hereditariedade, a busca de um eixo genético, um pivô. Já um mapa faz rizoma. É aberto, conectável em todas as suas dimensões, desmontável, reversível, suscetível de receber modificações constantemente (op. cit.). A filosofia cria um mapa com o texto literário e não se reproduz nele. A Paixão Segundo G. H. não é um decalque, não reproduz sentidos pré-dispostos na estrutura da escrita, nas intensões da autora, mas cria mapas a partir da experimentação do texto pelas leituras. Porém, Deleuze e Guattari perguntam: nós não restauramos um simples dualismo opondo os mapas aos decalques, como um bom e um mau lado? Não é próprio do mapa poder ser decalcado? (...) é uma questão de método: é preciso sempre projetar o decalque sobre o mapa (ibid., p. 23). Como os autores sugerem a necessidade de aproximar a ideia de árvore ao rizoma, ou melhor, identificar no rizoma estruturas de árvore e nas árvores o surgimento de rizomas, nos é coerente considerar para a leitura de APS- GH o contexto literário e cultural no qual o livro é escrito, bem como a prédisposição de leitura com base no Existencialismo e a tradição deste tipo de romance como em Proust, Joyce e Virgínia Wolf.

7 É importante o fato de Deleuze e Guattari relativizarem a noção de rizoma, já que pensar em um método uno e autossuficiente, em que tudo poderia ser entendido através dele, seria estruturar novamente o que eles mesmos se propõem a desestruturar: As linhas de fuga, inclusive elas, não vão reproduzir, a favor de sua divergência eventual, formações que elas tinham por função desfazer ou inverter? (DELEUZE; GUATTARI, 1995, p. 23). Pensar APSGH como um tipo de rizoma que autoriza múltiplas leituras, entradas, linhas de fuga, estratos, conexões, etc., o que gera no texto um caráter de obra mais experimentável que interpretável, não pode ser, e aqui se pretende não ser, uma verdade sobre a obra. Mas antes de tudo, reconhecer aquilo que já foi dito e redito sobre esse texto, sabendo que a visão aqui proposta deve ser relativizada sob a luz de outros estudos, afinal é o caminho do meio o lugar de trânsito do rizoma. Um rizoma não começa nem conclui, ele se encontra sempre no meio, entre as coisas, inter-ser, intermezzo. A árvore é filiação, mas o rizoma é aliança, unicamente aliança. A árvore impõe o verbo ser, mas o rizoma tem como tecido a conjunção e... e... e... (...). Entre as coisas não designa uma correlação localizável que vai de uma para outra e reciprocamente, mas uma direção perpendicular, um movimento transversal que as carrega uma e outra, riacho sem início e fim, que rói suas margens e adquire velocidade do meio (DELEUZE; GUATTARI, 1995, p 37). Rizoma e personagem Não, meu amor, não era bom como o que se chama bom. Era o que se chama ruim. Muito ruim mesmo. Pois, minha raiz, que só agora eu experimentava, tinha gosto de batatatubérculo, misturada com terra de onde fora arrancada No entanto esse gosto ruim tinha uma estranha graça de vida que só posso entender se a sentir de novo e só posso explicar de novo sentindo. Avancei mais um passo.

8 Mas em vez de ir adiante, de repente vomitei o leite e o pão que havia comido de manhã ao café (...). A despeito de mim, depois de vomitar eu ficara serena, com a testa refrescada, e fisicamente tranquila (LISPECTOR, 2009, p Sem grifos no original) G. H., personagem principal, passa por um processo de desterritorialização em relação ao território do humano. Ao ser confrontada por uma manifestação de vida mais baixa que a vida humana, a existência de uma barata, a personagem descreve o movimento de desumanização que lhe é imposto involuntariamente. Para viver o caos é preciso se desvencilhar de sua humanidade, vomitar seu sustento humano para poder comungar do corpo branco e neutro da vida da barata, da pura vida. Ela deixa sua identidade una e inteligível, que até então lhe era uma verdade, para experimentar um mundo rizomático, caótico, que lhe dá vertigem, ânsia, nojo. A ideia de vertigem em face da questão identitária na contemporaneidade pode ser relacionada ao mundo dos sentidos e sua irredutibilidade à lógica do mesmo, ou seja, daquilo que nos é familiar. A ideia de abismo advém de nossa compreensão teórica sobre a linguagem, não como solo seguro e firme ou estrutura sólida, mas como espaço labiríntico e movente. Tal aspecto de nossas práticas discursivas fica mais latente quando, ao nos confrontarmos com o outro estrangeiro, não reconhecemos fronteiras familiares de significados onde nos ancorar (MOITA LOPES; FABRÍCIO, 2008, p. 14). Se fosse possível descrever o sentido mais insólito com que G. H. é confrontada, este seria a noção desconfortante do caos, da vida que é potencialmente tudo e nada, a multiplicidade em múltiplas conexões que desnuda toda ideia de pertencimento, identidade, estrutura fixa e segu-

9 ra. G. H., assim como Ana, personagem principal do conto Amor 6, sabe que este é um espaço de neutralidade, um estado tão puro de vida que é impossível a permanência; perceberam que a vida e o amor, duas noções muito próximas para Clarice, são moventes, vertiginosos, assim como um rio, cujas águas trabalham no dinamismo da correnteza e da não estabilidade. Ficar à margem do rio é permanecer na passividade. Atravessar o rio e chegar ao outro lado é tomar consciência de uma existência não estável, mas voltar à falsa segurança de viver. G. H. experimentou por algumas horas a vida que é periclitante, vacilante, caótica. Ficar no meio do rio seria viver verdadeiramente, estar no rizoma, no neutro do amor, na esquizofrenia. Mas por que não ficar dentro, sem tentar atravessar até a margem oposta? Ficar dentro é a loucura (LIS- PECTOR, 2009, p. 144). As reflexões expostas aqui pretendem funcionar como engrenagens que poderão, virtualmente, potencializar a abordagem do romance APSGH pelo viés da experimentação. O que esperamos perceber neste livro é seu funcionamento na lógica do mundo, promovendo reflexões e acontecimentos. *** A pretensão, portanto, é ler A Paixão Segundo G. H. como um acontecimento. 6 In: LISPECTOR, C. Laços de Família: contos. 12 ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1983.

10 Bibliografia DELEUZE, G.; GUATTARI, F. Mil Platôs: capitalismo e esquizofrenia. Vol. 1. Tradução de Aurélio Guerra Neto e Celia Pinto Costa. 6 ed. Rio de Janeiro: Editora 34, LISPECTOR, C. A Paixão Segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, MOITA LOPES, L. P. da; FABRÍCIO, B. F. Discursos e vertigens: identidades em xeque em narrativas contemporâneas. Veredas. v. 6, p Jul./dez Juiz de Fora: UFJF. Disponível em: < >. Acesso em: 10 fev

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