COMUNICADO RELATIVAMENTE À SITUAÇÃO DOS BOLSEIROS DA FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E TECNOLOGIA NO REINO UNIDO E AMÉRICA DO NORTE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COMUNICADO RELATIVAMENTE À SITUAÇÃO DOS BOLSEIROS DA FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E TECNOLOGIA NO REINO UNIDO E AMÉRICA DO NORTE"

Transcrição

1 COMUNICADO RELATIVAMENTE À SITUAÇÃO DOS BOLSEIROS DA FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E TECNOLOGIA NO REINO UNIDO E AMÉRICA DO NORTE Londres e Boston, 3 de Agosto de 2012 Exmo. Senhor Presidente do Conselho Diretivo da Fundação para a Ciência e Tecnologia Prof. Doutor Miguel Seabra Av. D. Carlos I, 126, Lisboa Portugal Portuguese Association of Researchers and Students in the United Kingdom Portuguese-American Post-Graduate Society Assunto: Comunicado por parte das Comissões Executivas das Associações Portuguese Association of Researchers and Students in the United Kingdom (PARSUK) e Portuguese-American Post-Graduate Society (PAPS) relativamente à situação dos bolseiros da Fundação para a Ciência e Tecnologia Exmo Prof. Doutor Miguel Seabra, No seguimento do diálogo iniciado aquando do evento LUSO 2012, em Londres, no passado mês de Junho com V. Exª, vimos por este meio expor, no documento em anexo, alguns aspetos relativos à situação dos bolseiros da FCT, associados da PARSUK e da PAPS, que se encontram a realizar trabalho de investigação no Reino Unido e América do Norte. Particularmente, procedemos a uma análise do impacto das recentes alterações efetuadas pela FCT e implementadas no novo regulamento de Bolsas de Investigação nº 234/2012 publicado em Diário da República, 2ª série Nº121 de 25 de Junho de A informação foi recolhida junto dos associados através de questionários realizados independentemente pelas respetivas associações e de comunicações diretas por parte dos membros às respetivas Comissões Executivas. Acreditamos que os dados recolhidos pelas duas associações serão relevantes para a discussão entre as mesmas e a FCT sobre o impacto que as recentes medidas implementadas poderão ter nos seus bolseiros de doutoramento. Agradecemos desde já a atenção e disponibilidade dispensadas para este assunto. Com os melhores cumprimentos, David Tomaz PARSUK, Presidente João Incio PAPS, Presidente

2 COMUNICADO RELATIVAMENTE À SITUAÇÃO DOS BOLSEIROS DA FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E TECNOLOGIA NO REINO UNIDO E AMÉRICA DO NORTE A Portuguese Association of Researchers and Students in the United Kingdom (PARSUK) e a Portuguese-American Post-Graduate Society (PAPS) consideram que uma alteração no montante de verbas concedido à Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) é adequada ao contexto atual da realidade portuguesa. No entanto, após avaliação de questionários enviados às comunidades de bolseiros da FCT na América do Norte e no Reino Unido, abrangida pela PAPS e PARSUK, respetivamente, verificamos que o modo como esta alteração foi implementada nas novas medidas que constam do novo regulamento nº 234/2012 publicado em Diário da República, 2ª série Nº121 de 25 de Junho de 2012, com efeitos imediatos, poderá ter repercussões importantes para a atividade destes bolseiros. Por conseguinte, faremos de seguida uma exposição e análise de alguns pontos e sugerimos alternativas ou alterações a algumas destas medidas. Pontos Comuns PARSUK-PAPS: 1) Alteração do Valor da Comparticipação anual em inscrição, matrícula ou propinas ( tuition fees ) O valor da contribuição anual financiada pela FCT para propinas e outros custos associados ao trabalho de doutoramento tem sido utilizado para: (i) o pagamento de propinas na universidade ou instituição de acolhimento university tuittion fees e/ou outras college fees ; (ii) comparticipar parte das despesas associadas ao trabalho de doutoramento (e.g., para materiais ou reagentes de laboratório, particularmente requeridos no caso das ciências naturais e biomédicas de elevados custos) benchfees. 1.1) Tuition fees 1.1.1) Realidade no Reino Unido e Irlanda O valor médio das propinas (university tuition fees) para doutoramento numa universidade no Reino Unido encontra-se entre os valores de 3828 GBP (4850 EUR) e 6600 GBP (8390 EUR). No caso exemplificativo das universidades de Oxford e Cambridge às university tuition fees acrescem ainda os valores das college fees (e.g. 3828GBP GBP = 6360GBP, 8085 Euros). Nestes casos, o valor atual de financiamento é insuficiente para suprir estes custos.

3 1.1.2) Realidade na América do Norte - Estados Unidos e Canadá No caso de estudantes na América do Norte, o valor de propinas médio para doutoramento numa universidade depende do caráter publico ou privado da mesma e consoante a área de estudo, rondando os $ USD (~ EUR) anuais [esta é mais elevada no caso de ciências naturais ou engenharias, rondando os $ $ USD ( EUR) em universidades privadas]. A maioria dos alunos da área de biomedicina não se encontra inscrita numa universidade americana, mas sim Portuguesa ( visiting students ), enquanto que nas áreas das ciências sociais, economia e engenharia a permanência dos alunos nas instituições requere a sua inscrição. Nestes casos, o valor atual de financiamento é insuficiente para suprir estes custos. Em alguns casos, a data limite para candidaturas a financiamento para propinas que a Universidade poderia atribuir ao bolseiro para o próximo ano lectivo encontra-se já ultrapassado à data de colocação em vigor da atualização do valor anual de comparticipação pela FCT. No caso de bolseiros inscritos em programas doutorais de Universidades Portuguesas mas que se encontram em Universidades Norte-Americanas como estudantes visitantes ( visiting students ), o valor das propinas da Universidade Portuguesa não é suportado pela FCT, nem pela própria Universidade na grande maioria dos casos. Em alguns programas doutorais de Universidades Portuguesas os valores de propinas de doutoramento podem alcançar cerca de EUR por programa, e a estas não são na sua maioria, devido a questões de autonomia da gestão das Universidades, concedidas reduções. Pelo contrário, aos alunos que se encontram a realizar trabalho em Portugal o valor da propina é financiado na sua totalidade pela FCT e aos alunos inscritos em Universidades da América do Norte é concedido pela FCT um financiamento, ainda que parcial, das suas propinas através da comparticipação anual em inscrição, matrícula ou propinas. Consideramos que esta disparidade no financiamento de propinas deverá ser do conhecimento da FCT. No que se refere a estudantes visitantes, em determinados casos a Universidade exige o pagamento de determinadas propinas (que poderá ascender aos USD anuais) para ser possível ingressar no departamento daquela Universidade, bem como ter acesso a serviços de saúde da Universidade ou outros benefícios académicos entre outros.

4 Conclusão relativa ao ponto 1.1) Tuition fees Pensamos que, caso a caso, através de um diálogo com o doutorando já inscrito num programa doutoral, a FCT poderá avaliar os casos onde as tuition fees exigidas ao bolseiro ultrapassam o limite agora definido pela FCT (5000 EUR), e financiar até ao valor previamente definido ( EUR). Assim, propomos que a FCT subsidie a totalidade do valor das propinas que são exigidas para todas as universidades no Reino Unido, incluindo as college fees nos casos particulares das Universidades de Oxford e Cambridge. No caso Norte-Americano sugerimos que se mantenha o valor prévio de EUR nos casos em que a propina iguale ou exceda este valor, ou a totalidade no caso de a propina seja inferior. 1.2) Bench fees Os cortes para apoio a custos laboratoriais afectam de imediato quem se encontra a meio do seu projecto de doutoramento, tendo consequências diretas para o trabalho laboratorial planeado. Assim sendo, com vista a assegurar a qualidade do trabalho desenvolvido, propomos que esta alteração seja feita de um modo gradual. Assim, sugerimos um período de transição desta medida para os doutorandos já inscritos em programas doutorais, correspondente a manter o valor prévio de Euros por um período mínimo suplementar de um ano. A não existência do período de transição sugerido coloca a generalidade dos atuais bolseiros numa situação muito delicada. Nomeadamente, com a implementação destas alterações a escassos meses da renovação dos contratos, os bolseiros encontram-se impossibilitados de concorrer a fontes de financiamento alternativos (dado que os prazos de candidaturas para fontes de financiamento alternativas encontram-se na sua maioria ultrapassados). Do mesmo modo, é colocada sob o bolseiro a responsabilidade de comunicar pessoalmente a alteração do financiamento aos seus supervisores a meio do seu trabalho de investigação. Os supervisores e alunos vêem-se assim obrigados, em muitos dos casos, a alterar o plano de trabalhos e, eventualmente, a pôr fim a colaborações.

5 Conclusão relativa ao ponto 1.2) Bench fees Sugerimos um período mínimo de transição de um ano desta medida para os doutorandos já inscritos em doutoramento. Este período de transição será aproveitado pelos bolseiros já em contrato para procurar formas de financiamento alternativo, e permitirá o re-planeamento do seu trabalho consoante os recursos disponíveis. A FCT, usando critérios pré-definidos e transparentes, poderá implementar mecanismos para avaliar caso-a-caso (onde, por exemplo, o financiamento do laboratório de acolhimento fosse tido em conta), ou conceder ajuda financeiras para as bench fees para os estudantes que assim o requererem e justificarem. 2) Exclusividade Concordamos inteiramente que o bolseiro deverá procurar financiamentos alternativos para suportar os custos do período de estudos no estrangeiro. No entanto, a condição de exclusividade do bolseiro poderá dificultar o sucesso na obtenção dos referidos financiamentos. 2.1) Atividade Docente A possibilidade de exercício de função docente é contemplada no Estatuto do Bolseiro de Investigação Científica, no Nº4, Artigo 5. No entanto, de acordo com o Nº3 do Artigo 22 do Regulamento de Bolsas de Investigação da Fundação para a Ciência e Tecnologia, e do Nº 2 do Artigo 52º do Estatuto da Carreira de Investigação Científica, aprovado pelo Decreto-Lei nº 124/99, de 20 de abril, a prestação de serviço docente em estabelecimento de ensino superior não pode exceder, em média anual, um total de quatro horas semanais de actividade lectiva. No entanto, esta situação é incompatível com a realidade de algumas Universidades Americanas, que exigem que a atividade docente compreenda um mínimo de dez horas semanais. Como tal, pensamos que é benéfico para o bolseiro a realizar trabalho na América do Norte que este possa recorrer à possibilidade de atividade docente como forma alternativa de financiamento de propinas, ainda que exceda as quatro horas semanais previstas nos artigos acima mencionados. Sugerimos que esta questão seja acompanhada e avaliada caso-a-caso de modo a garantir que a atividade não interfira com o plano de estudos do bolseiro.

6 2.2) Alternativas de financiamento para material necessário à realização do projeto de doutoramento Com a redução do valor do subsídio de comparticipação anual em inscrição, matrícula ou propinas, os bolseiros terão que considerar financiamento alternativo para os seus projetos. Muitas das bolsas na América do Norte incluem financiamento para projeto, bem como o subsídio mensal do bolseiro. Segundo o Nº1 do Artigo 22 do Regulamento de Bolsas de Investigação da Fundação para a Ciência e Tecnologia, a possibilidade de obtenção de outras fontes de financiamento parece estar contemplada, no entanto gostaríamos que a FCT esclarecesse mais detalhadamente as questões processuais desta matéria. Do mesmo modo, existe a possibilidade de o bolseiro colaborar em projectos de investigação da sua instituição para obter financiamento alternativo (10h semanais). Pensamos que nestes casos, esta opção poderia ser tida em consideração pela FCT. 3) Comunicação Sugerimos que a comunicação e o modo como a informação é transmitida aos bolseiros e aos seus supervisores no estrangeiro seja feita no futuro por vias oficiais (e.g., seguindo o exemplo do relativo a outras questões enviado a 5 de Julho de 2012) e com a maior margem de tempo possível onde sugerimos que contenha uma versão de corpo de texto em língua inglesa. Gostaríamos de salientar que as alterações recentemente implementadas não foram ainda comunicadas de forma oficial nem aos bolseiros, nem aos seus supervisores. 4) Pontos particulares à realidade na América do Norte - Estados Unidos e Canadá 4.1) Renovação de Vistos No que se refere a renovação de vistos, o governo norte americano exige que sejam fornecida informação sobre o financiamento para a concessão de renovação (quer para vistos F1 de estudante ou J1 de investigador/estudante visitante). Caso o bolseiro não possa provar que tem este financiamento disponivel, poderá ver o seu visto não renovado, com o concomitante término do programa (http://portuguese.portugal.usembassy.gov/root/visas-port/niv-port/students.html). Para além disso, com a desvalorização progressiva do euro face ao dólar, o valor mínimo de vistos J1 ( USD) poderá não ser alcançado sem o recurso a financiamentos alternativos ou a renegociação do valor de subsidio mensal fornecido pela FCT. Tal como acima referido, pensamos

7 que valor da bolsa mensal deveria ser indexada a uma tabela que tivesse em conta a paridade de poder de compra, evitando estas situações em que o bolseiro vê a sua permissão para se encontrar ou permanecer no país recusada. 4.2) Seguro de Saúde O governo dos Estados Unidos da América requere que indivíduos com visto de não-imigrante (que abrange a quase totalidade dos bolseiros de doutoramento abrangidos pelo financiamento da FCT) adquiram um seguro de saúde valido nos EUA. Ao contrário da situação em Portugal, o governo dos EUA não fornece proteção na saúde para o público em geral e, como tal, essa responsabilidade recai sobre os cidadãos. Os alunos inscritos numa universidade americana encontram-se abrangidos por um seguro de saúde adotado pela Universidade e usufruem de acesso a uma clínica de saúde e de medicina dentária da Universidade. Os alunos visitantes que não se encontram abrangidos por nenhum estatuto oficial na Universidade ou empresa, i.e. que não recebem pagamento dessa instituição (como por exemplo um instituto ou hospital de investigação cientifica) ou não efetuam o pagamento de propinas, não se encontram protegidos por estes serviços e tém de adquirir um seguro de saúde privado válido no estado em que se encontram e que é regra geral mais dispendioso e com menos benefícios, deixando estes alunos com uma elevada insegurança na saúde. À semelhança do que acontece com alunos oriundos de outros países europeus, pensamos que é urgente estabelecer conversações entre o governo português e seguradoras para garantir uma melhor segurança na saude a estes estudantes ou que pelo menos estes alunos sejam melhor acompanhados no processo de transição para os EUA.

8 CONCLUSÕES FINAIS Tendo em consideração todos os pontos acima mencionados pensamos que, embora as medidas apresentadas pela FCT sejam justificadas, estas condições poderiam ser renegociadas mediante conversação com o bolseiro, e/ ou o prazo para estas medidas se efectivarem ser alargado por um ano para permitir que o bolseiro se possa adaptar a esta nova realidade. De qualquer modo, deverá haver uma comunicação clara e oficial aos bolseiros afetados sobre as alterações em vigor de modo a colmatar certas falhas burocráticas que ocorram e que ponham em causa o decorrer do trabalho que este se encontra a desenvolver na instituição de acolhimento até à data. A PARSUK e a PAPS encontram-se inteiramente disponíveis para servir de intermediários neste processo para melhor servir os seus membros e a comunidade. Com os melhores cumprimentos, David Tomaz PARSUK, Presidente João Incio PAPS, Presidente

FUNDAÇÃO CONVENTO DA ORADA - ESCOLA SUPERIOR GALLAECIA. Regulamento de Bolsas de Investigação Científica. Capítulo I Disposições gerais

FUNDAÇÃO CONVENTO DA ORADA - ESCOLA SUPERIOR GALLAECIA. Regulamento de Bolsas de Investigação Científica. Capítulo I Disposições gerais FUNDAÇÃO CONVENTO DA ORADA - ESCOLA SUPERIOR GALLAECIA Regulamento de Bolsas de Investigação Científica Capítulo I Disposições gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, segue o modelo aprovado pela

Leia mais

Proposta de Alteração PROPOSTA DE LEI N.º 178/XII ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2014

Proposta de Alteração PROPOSTA DE LEI N.º 178/XII ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2014 Proposta de Alteração O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda propõe a seguinte alteração ao artigo 3.º da Proposta de Lei: Artigo 3.º Utilização das dotações orçamentais 1 [ ]; 2 [ ]; 3 [ ]; 4 [ ]; 5

Leia mais

Regulamento de Bolsas de Investigação Científica

Regulamento de Bolsas de Investigação Científica Regulamento de Bolsas de Investigação Científica REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência

Leia mais

Regulamento de Bolsas de Investigação Científica da Fundação BIAL

Regulamento de Bolsas de Investigação Científica da Fundação BIAL Regulamento de Bolsas de Investigação Científica da Fundação BIAL PREÂMBULO Tendo como objetivo incentivar a investigação centrada sobre o Homem, tanto sob os aspetos físicos como sob o ponto de vista

Leia mais

28-06-12 - Bolsas de Investigação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia

28-06-12 - Bolsas de Investigação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia Investigação 28-06-12 - Bolsas de Investigação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia Já está em vigor o novo diploma que regula as Bolsas de Investigação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).

Leia mais

Regulamento de Bolsas do CCMar

Regulamento de Bolsas do CCMar Regulamento de Bolsas do CCMar CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia ao abrigo do Decreto-Lei nº 123/99, de 20 de Abril,

Leia mais

Aviso de Abertura do Concurso para Atribuição de Bolsas Individuais de Doutoramento, de Doutoramento em Empresas e de Pós- Doutoramento 2015

Aviso de Abertura do Concurso para Atribuição de Bolsas Individuais de Doutoramento, de Doutoramento em Empresas e de Pós- Doutoramento 2015 Aviso de Abertura do Concurso para Atribuição de Bolsas Individuais de Doutoramento, de Doutoramento em Empresas e de Pós- Doutoramento 2015 Nos termos do Regulamento de Bolsas de Investigação da Fundação

Leia mais

Artigo 3º Bolsas de Investigação para Frequência de Estágios

Artigo 3º Bolsas de Investigação para Frequência de Estágios PROGRAMA OPERACIONAL DE VALORIZAÇÃO DO POTENCIAL HUMANO E COESÃO SOCIAL DA RAM EIXO I EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO FORMAÇÃO AVANÇADA DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO DE FORMAÇÃO AVANÇADA E QUALIFICAÇÃO DE RECURSOS

Leia mais

CIRCULAR INFORMATIVA

CIRCULAR INFORMATIVA CIRCULAR INFORMATIVA Nº. 46 Data: 2011/11/04 Para conhecimento de: Pessoal docente, discente e não docente ASSUNTO: Regulamento para Atribuição de Bolsa de Doutoramento ESTeSL/IPL Caixa Geral de Depósitos

Leia mais

Área Científica: Área Científica Genérica: Biotecnologia Área Científica Especifica: Engenharia Biológica.

Área Científica: Área Científica Genérica: Biotecnologia Área Científica Especifica: Engenharia Biológica. Associação da Faculdade de Farmácia para a Investigação e Desenvolvimento Anúncio para atribuição de uma Bolsa de Investigação (BI) para mestre no âmbito do projeto EXPL/DTP-FTO/0308/2013 Doutora Matilde

Leia mais

REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM PSICOLOGIA CLÍNICA E DA SAÚDE

REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM PSICOLOGIA CLÍNICA E DA SAÚDE REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM PSICOLOGIA CLÍNICA E DA SAÚDE Artigo 1º Objeto O Regulamento do 2º Ciclo de Estudos Conducentes ao Grau de Mestre em Psicologia Clínica

Leia mais

PROCEDIMENTO. Ref. Pcd. 3-sGRHF. Bolsas de Investigação Científica da UA, financiadas pela UA ou por outras verbas desde que não provenientes da FCT

PROCEDIMENTO. Ref. Pcd. 3-sGRHF. Bolsas de Investigação Científica da UA, financiadas pela UA ou por outras verbas desde que não provenientes da FCT PROCEDIMENTO Ref. Pcd. 3-sGRHF Bolsas de Investigação Científica da UA, financiadas pela UA ou por outras verbas desde que não provenientes da FCT Data: 14 /07/2011 Elaboração Nome: Fátima Serafim e Helena

Leia mais

INSTITUTO PORTUGUÊS DO MAR E DA ATMOSFERA, I.P.

INSTITUTO PORTUGUÊS DO MAR E DA ATMOSFERA, I.P. INSTITUTO PORTUGUÊS DO MAR E DA ATMOSFERA, I.P. REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO CIENTIFICA Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aplica-se às bolsas atribuídas pelo Instituto Português do Mar

Leia mais

FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN

FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN REGULAMENTO DE BOLSAS DE PÓS-GRADUAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO PARA ESTUDANTES AFRICANOS DE LÍNGUA OFICIAL PORTUGUESA E DE TIMOR-LESTE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artº 1º 1. Com o objetivo de estimular a Investigação

Leia mais

REGULAMENTO DE BOLSAS ANICT

REGULAMENTO DE BOLSAS ANICT REGULAMENTO DE BOLSAS ANICT Preâmbulo Um dos obstáculos identificados por parte dos associados da ANICT para o desejado desenvolvimento da sua carreira académica e científica prende-se com a dificuldade

Leia mais

Estatuto do Bolseiro de Investigação

Estatuto do Bolseiro de Investigação Estatuto do Bolseiro de Investigação O Estatuto do Bolseiro de Investigação foi aprovado pela Lei nº 40/2004, de 18 de agosto, alterada e republicada pelo Decreto- Lei n.º 202/2012, de 27 de agosto. O

Leia mais

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO O Exploratório - Centro Ciência Viva de Coimbra torna pública a abertura de concurso para a atribuição de uma Bolsa de

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO 5ª EDIÇÃO, 2015-16

REGULAMENTO DO CONCURSO 5ª EDIÇÃO, 2015-16 REGULAMENTO DO CONCURSO ESTÁGIOS DE CURTA DURAÇÃO EM PORTUGAL PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE PROVENIENTES DOS PAÍSES AFRICANOS DE LÍNGUA PORTUGUESA E TIMOR-LESTE 5ª EDIÇÃO, 2015-16 Artigo 1º Âmbito O presente

Leia mais

Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior

Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior DESPACHO CONJUNTO Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior Considerando a Decisão da Comissão nº C (2004) 5735,

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DO PORTO

INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DO PORTO REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DAS UNIDADES DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DO PORTO Artigo 1º (Âmbito) O presente regulamento aplica se a todos os cursos ministrados no ISEP, podendo existir casos em

Leia mais

Fundação Cidade Lisboa

Fundação Cidade Lisboa Fundação Cidade Lisboa COLÉGIO UNIVERSITÁRIO DA COOPERAÇÃO - NUNO KRUS ABECASIS REGULAMENTO DE BOLSAS 2015/2016 I - DISPOSIÇÕES GERAIS 1 - O Colégio Universitário da Cooperação Nuno Krus Abecasis da Fundação

Leia mais

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO AVANÇADA E QUALIFICAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO AVANÇADA E QUALIFICAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO DA FORMAÇÃO AVANÇADA E QUALIFICAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS A formação avançada e a qualificação de recursos humanos é uma prioridade da política científica e tecnológica nacional que visa promover

Leia mais

Serviço Nacional de Saúde

Serviço Nacional de Saúde Informação de Custos dos Cuidados de Saúde Serviço Nacional de Saúde A Informação de custos dos Cuidados de Saúde é uma iniciativa do Ministério da Saúde, de abrangência nacional, enquadrada no Programa

Leia mais

COMO OS ESTUDANTES DO ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS AVALIAM OS SEUS CUSTOS Tomás Patrocínio Universidade de Lisboa, Instituto de Educação

COMO OS ESTUDANTES DO ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS AVALIAM OS SEUS CUSTOS Tomás Patrocínio Universidade de Lisboa, Instituto de Educação COMO OS ESTUDANTES DO ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS AVALIAM OS SEUS CUSTOS Tomás Patrocínio Universidade de Lisboa, Instituto de Educação Resumo Como tem sido descrito na literatura (e.g., Johnstone, 1986;

Leia mais

BOLSAS PARA OS EUA. REGULAMENTOS e CANDIDATURAS em: www.fulbrightportugal.org BOLSA FUNDAÇÃO LUSO-AMERICANA / FULBRIGHT PARA DOUTORAMENTOS

BOLSAS PARA OS EUA. REGULAMENTOS e CANDIDATURAS em: www.fulbrightportugal.org BOLSA FUNDAÇÃO LUSO-AMERICANA / FULBRIGHT PARA DOUTORAMENTOS BOLSAS PARA OS EUA REGULAMENTOS e CANDIDATURAS em: www.fulbrightportugal.org Bolsas Fulbright para Portugueses: BOLSA FUNDAÇÃO LUSO-AMERICANA / FULBRIGHT PARA DOUTORAMENTOS Ano Lectivo 2011/2012 Objectivo:

Leia mais

Programa ERASMUS+ Regulamento UBI

Programa ERASMUS+ Regulamento UBI Programa ERASMUS+ Regulamento UBI 1. Critérios de elegibilidade dos estudantes ERASMUS+ O (a) estudante deverá preencher todos os requisitos enunciados nas Normas para a Gestão das Subvenções Erasmus 2014/2015,

Leia mais

REGULAMENTO ACADÉMICO. VIII. Bolsas de Estudo REG-001/V00

REGULAMENTO ACADÉMICO. VIII. Bolsas de Estudo REG-001/V00 Artigo 1º Bolsas Erasmus + 1. Objeto 1.1. As bolsas de estudo Erasmus + são atribuídas pela Agência Nacional PROALV diretamente à Universidade Europeia. Posteriormente, a Universidade Europeia distribui

Leia mais

EDITAL PARA A ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE GESTÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA (BGCT) ATRIBUIÇÃO DE 6 (SEIS) BOLSAS DE GESTÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA

EDITAL PARA A ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE GESTÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA (BGCT) ATRIBUIÇÃO DE 6 (SEIS) BOLSAS DE GESTÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA EDITAL PARA A ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE GESTÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA (BGCT) ATRIBUIÇÃO DE 6 (SEIS) BOLSAS DE GESTÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA No âmbito de protocolo celebrado com a Fundação de Ciência e

Leia mais

REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA

REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia ao abrigo da Lei nº 40/2004,

Leia mais

REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO DO CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA

REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO DO CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO DO CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1 ÂMBITO 1. O presente Regulamento, submetido à aprovação da Fundação

Leia mais

Regulamentos REGULAMENTO DE PROPINAS DA UPORTO

Regulamentos REGULAMENTO DE PROPINAS DA UPORTO Regulamentos REGULAMENTO DE PROPINAS DA UPORTO Aprovado pelo Conselho Geral da UPorto em 26 de Fevereiro de 2010 Alterado pelo Conselho Geral da UPorto em 18 de Março de 2011 Ao abrigo da Lei n.º 37/2003,

Leia mais

O SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais é uma associação privada sem fins lucrativos ( pessoa colectiva de utilidade pública).

O SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais é uma associação privada sem fins lucrativos ( pessoa colectiva de utilidade pública). Ao Jornal I Jornalista Liliana Valente ENQUADRAMENTO PRÉVIO O SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais é uma associação privada sem fins lucrativos ( pessoa colectiva de utilidade pública). Com 44

Leia mais

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO O Centro Ciência Viva de Constância torna pública a abertura de concurso para a atribuição de uma Bolsa de Gestão de Ciência

Leia mais

CURSOS DE COMPLEMENTO DE FORMAÇÃO EM ENSINO DE INGLÊS PARA O 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO NA FCSH/UNL (PARA OS GRUPOS DE DOCÊNCIA 110, 220 E 330)

CURSOS DE COMPLEMENTO DE FORMAÇÃO EM ENSINO DE INGLÊS PARA O 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO NA FCSH/UNL (PARA OS GRUPOS DE DOCÊNCIA 110, 220 E 330) CURSOS DE COMPLEMENTO DE FORMAÇÃO EM ENSINO DE INGLÊS PARA O 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO NA FCSH/UNL (PARA OS GRUPOS DE DOCÊNCIA 110, 220 E 330) Artigo 1º Apresentação 1. No âmbito do Decreto Lei n.º 176/2014,

Leia mais

DESPACHO ISEP/P/12/2010

DESPACHO ISEP/P/12/2010 DESPACHO ISEP/P/12/2010 Considerando: 1. A necessidade de regulamentar a tramitação do processo de financiamento, pelo Instituto Superior de Engenharia do Porto, de bolsas para a prossecução nas Unidades

Leia mais

M U N I C Í P I O D E V A L E N Ç A C ÂM ARA MUNIC I PAL

M U N I C Í P I O D E V A L E N Ç A C ÂM ARA MUNIC I PAL REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO Nota justificativa Os municípios são autarquias locais que têm como objetivo primordial a prossecução dos interesses próprios e comuns dos respetivos

Leia mais

REGULAMENTO DAS BOLSAS CENTRO CIENTÍFICO E CULTURAL DE MACAU. CAPITULO I Disposições Gerais. Artigo 1º Âmbito

REGULAMENTO DAS BOLSAS CENTRO CIENTÍFICO E CULTURAL DE MACAU. CAPITULO I Disposições Gerais. Artigo 1º Âmbito REGULAMENTO DAS BOLSAS CENTRO CIENTÍFICO E CULTURAL DE MACAU CAPITULO I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia ao abrigo da Lei

Leia mais

ESCOLA DAS ARTES PROGRAMA ERASMUS ESTÁGIO REGULAMENTO

ESCOLA DAS ARTES PROGRAMA ERASMUS ESTÁGIO REGULAMENTO ESCOLA DAS ARTES PROGRAMA ERASMUS ESTÁGIO REGULAMENTO CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º (Objeto) O presente regulamento rege a mobilidade internacional para estágio dos estudantes de Licenciatura

Leia mais

BOLSA DE INVESTIGAÇÃO CENTRO HOSPITALAR DO PORTO 1 Bolsa (BI.01/2014)

BOLSA DE INVESTIGAÇÃO CENTRO HOSPITALAR DO PORTO 1 Bolsa (BI.01/2014) BOLSA DE INVESTIGAÇÃO CENTRO HOSPITALAR DO PORTO 1 Bolsa (BI.01/2014) Anúncio Encontra-se aberto concurso para a atribuição de uma Bolsa de Investigação, no âmbito das actividades de Ensino, Formação e

Leia mais

PROGRAMA DE CRIAÇÃO DE TALENTOS PARA ANGOLA BOLSA ESCOM Bolsa de Estudo para Cursos Superiores

PROGRAMA DE CRIAÇÃO DE TALENTOS PARA ANGOLA BOLSA ESCOM Bolsa de Estudo para Cursos Superiores PROGRAMA DE CRIAÇÃO DE TALENTOS PARA ANGOLA BOLSA ESCOM Bolsa de Estudo para Cursos Superiores A pretende impulsionar as actividades de Responsabilidade Social em Angola, contribuindo para o seu desenvolvimento.

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO DE BOLSAS SANTANDER TOTTA/ UNIVERSIDADE DE COIMBRA 2015

REGULAMENTO DO CONCURSO DE BOLSAS SANTANDER TOTTA/ UNIVERSIDADE DE COIMBRA 2015 REGULAMENTO DO CONCURSO DE BOLSAS SANTANDER TOTTA/ UNIVERSIDADE DE COIMBRA 2015 Este concurso visa reforçar a cooperação existente entre a Universidade de Coimbra (UC) e as instituições suas parceiras,

Leia mais

Regulamento PAPSummer 2015

Regulamento PAPSummer 2015 Regulamento PAPSummer 2015 Artigo 1º Objectivos do programa, montante e designação das bolsas 1. O programa PAPSummer pretende dar a oportunidade a estudantes portugueses (Estudante) de desenvolver um

Leia mais

REGULAMENTO DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS DA NUTRIÇÃO

REGULAMENTO DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS DA NUTRIÇÃO Campus Universitário de Viseu Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares (ISEIT)/ Viseu REGULAMENTO DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS DA NUTRIÇÃO ANO LETIVO DE 2012-2013

Leia mais

S. R. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA DIREÇÃO-GERAL DO ENSINO SUPERIOR

S. R. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA DIREÇÃO-GERAL DO ENSINO SUPERIOR Regulamento de Formação Avançada e Qualificação de Recursos Humanos da Direção-Geral do Ensino Superior (Aprovado por despacho, de 15 de junho de 2012, do Presidente do Conselho Diretivo da Fundação para

Leia mais

CETAC.MEDIA. Centro de Estudos. das Tecnologias e Ciências da Comunicação. Regulamento

CETAC.MEDIA. Centro de Estudos. das Tecnologias e Ciências da Comunicação. Regulamento Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências da Comunicação Regulamento Julho de 2008 CAPÍTULO I Natureza, Missão, Atribuições e Constituição Artigo 1º Natureza O Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências

Leia mais

Atribuição de Bolsas de Estudo a atletas do programa de preparação paralímpica e surdolímpica

Atribuição de Bolsas de Estudo a atletas do programa de preparação paralímpica e surdolímpica Atribuição de Bolsas de Estudo a atletas do programa de preparação paralímpica e surdolímpica REGULAMENTO Exposição de Motivos A relação entre o desporto e a educação constitui-se como um fator de grande

Leia mais

UNIDADE ACADÊMICA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO UAPPG Edital de pré-seleção para o programa do Colégio Doutoral Tordesillas do Grupo Tordesillas

UNIDADE ACADÊMICA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO UAPPG Edital de pré-seleção para o programa do Colégio Doutoral Tordesillas do Grupo Tordesillas UNIDADE ACADÊMICA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO UAPPG Edital de pré-seleção para o programa do Colégio Doutoral Tordesillas do Grupo Tordesillas O Magnífico Reitor da Universidade do Vale do Rio dos Sinos

Leia mais

RELATÓRIO DE ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE GESTÃO ACADÉMICA REFERENTE AO ANO CIVIL DE 2013. PONTO DE SITUAÇÃO REFERENTE ÀS ACTIVIDADES PLANEADAS

RELATÓRIO DE ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE GESTÃO ACADÉMICA REFERENTE AO ANO CIVIL DE 2013. PONTO DE SITUAÇÃO REFERENTE ÀS ACTIVIDADES PLANEADAS RELATÓRIO DE ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE GESTÃO ACADÉMICA REFERENTE AO ANO CIVIL DE 2013. PONTO DE SITUAÇÃO REFERENTE ÀS ACTIVIDADES PLANEADAS 1. Promover o alargamento da tipologia das certidões disponibilizadas

Leia mais

REGULAMENTO DO FUNDO DE APOIO À COMUNIDADE CIENTÍFICA (FACC)

REGULAMENTO DO FUNDO DE APOIO À COMUNIDADE CIENTÍFICA (FACC) REGULAMENTO DO FUNDO DE APOIO À COMUNIDADE CIENTÍFICA (FACC) CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Âmbito e objeto Artigo 2.º Destinatários dos apoios Artigo 3.º Responsáveis pela candidatura Artigo

Leia mais

S. R. MINISTÉRIOS DAS ACTIVIDADES ECONÓMICAS E DO TRABALHO E DA CIÊNCIA, INOVAÇÃO E ENSINO SUPERIOR

S. R. MINISTÉRIOS DAS ACTIVIDADES ECONÓMICAS E DO TRABALHO E DA CIÊNCIA, INOVAÇÃO E ENSINO SUPERIOR DESPACHO CONJUNTO Nº Considerando a Decisão da Comissão nº C (2004) 5706, de 24 de Dezembro de 2004, que altera a Decisão C (2000) 1785, de 28 de Julho de 2000, que aprovou o Programa Operacional Ciência,

Leia mais

Mobilidade Estudantil:

Mobilidade Estudantil: Mobilidade Estudantil: 1. Programa Erasmus: Alunos de Economia, Finanças, Gestão e MAEG 2. Protocolo Brasil e China: Alunos de Economia, Finanças, Gestão e MAEG 2 Protocolo Brasil e China As regras a aplicar

Leia mais

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO O Instituto de Investigação Interdisciplinar da Universidade de Coimbra torna pública a abertura de concurso para a atribuição

Leia mais

Regulamento de Admissão às Licenciaturas da Faculdade de Economia e Gestão

Regulamento de Admissão às Licenciaturas da Faculdade de Economia e Gestão Regulamento de Admissão às Licenciaturas da Faculdade de Economia e Gestão Artigo 1º Âmbito e Disposições Gerais 1. O presente Regulamento é aplicável às candidaturas aos cursos de Licenciatura da Faculdade

Leia mais

Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa

Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa FAQ S 1. Quais os requisitos necessários para ingressar num Mestrado? O candidato deverá ser titular do grau de licenciatura ou de mestre sendo as áreas de formação definidas aquando da publicação do edital

Leia mais

Aviso de abertura do exercício de avaliação das Unidades de I&D 2013

Aviso de abertura do exercício de avaliação das Unidades de I&D 2013 Aviso de abertura do exercício de avaliação das Unidades de I&D 2013 Aviso de abertura do exercício de avaliação das Unidades de I&D 2013 A. Âmbito e objetivos do exercício de avaliação A Fundação para

Leia mais

MUNICÍPIO DE CHAVES REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO PARA O ENSINO SUPERIOR

MUNICÍPIO DE CHAVES REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO PARA O ENSINO SUPERIOR REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO PARA O ENSINO SUPERIOR Artigo 1.º Âmbito 1. O presente Regulamento estabelece as normas de atribuição de bolsas de estudo, por parte da Câmara Municipal de

Leia mais

REGULAMENTO DAS BOLSAS RICARDO JORGE CAPITULO I. Disposições Gerais

REGULAMENTO DAS BOLSAS RICARDO JORGE CAPITULO I. Disposições Gerais REGULAMENTO DAS BOLSAS RICARDO JORGE CAPITULO I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia ao abrigo da Lei n.º 40/2004, de 18 de Agosto,

Leia mais

Artigo 1.º Princípios da atividade de investigação

Artigo 1.º Princípios da atividade de investigação REGULAMENTO DE INVESTIGAÇÃO Artigo 1.º Princípios da atividade de investigação A atividade de investigação desenvolvida no âmbito do Centro observa os seguintes princípios e critérios gerais: a) Desenvolvimento

Leia mais

Guia do Estudante Erasmus - Período de Estudos

Guia do Estudante Erasmus - Período de Estudos ESTE ANO VOU CONHECER NOVAS PESSOAS ESTE ANO VOU ALARGAR CONHECIMENTOS ESTE ANO VOU FALAR OUTRA LÍNGUA ESTE ANO VOU ADQUIRIR NOVAS COMPETÊNCIAS ESTE ANO VOU VIAJAR ESTE ANO VOU SER ERASMUS Guia do Estudante

Leia mais

Ponto da situação sobre a aposentação

Ponto da situação sobre a aposentação Ponto da situação sobre a aposentação Com a publicação da Lei nº 11/2008, de 20 de Fevereiro, são introduzidas mudanças pontuais ao regime de aposentação que já tinha sido alterado nos anos mais recentes.

Leia mais

Porto: Partidos debateram problemas dos bolseiros de investigação científica

Porto: Partidos debateram problemas dos bolseiros de investigação científica Porto: Partidos debateram problemas Porto, 25 mai (Lusa) Os problemas dominaram parte do debate que a Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências do Porto promoveu terça-feira, à noite, com PS, PSD,

Leia mais

BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO

BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO Última atualização 15.04.2015 1 Tipos de bolsas 1.1 Quais os tipos de bolsas e montantes definidos no Regulamento das Bolsas? As bolsas distinguem-se de

Leia mais

COMUNICADO FINAL. XXIXª Comissão Bilateral Permanente Washington 5 de Maio de 2011

COMUNICADO FINAL. XXIXª Comissão Bilateral Permanente Washington 5 de Maio de 2011 COMUNICADO FINAL XXIXª Comissão Bilateral Permanente Washington 5 de Maio de 2011 Na 29ª reunião da Comissão Bilateral Permanente Portugal-EUA, que se realizou em Washington, a 5 de Maio de 2011, Portugal

Leia mais

PROPINAS E EMOLUMENTOS 2014-2015 PROPINAS E EMOLUMENTOS 2014 / 2015

PROPINAS E EMOLUMENTOS 2014-2015 PROPINAS E EMOLUMENTOS 2014 / 2015 PROPINAS E EMOLUMENTOS 2014 / 2015 30-06-2014 INTRODUÇÃO Este sistema de propinas e emolumentos constitui um mecanismo inovador que permite ao estudante fasear e planear o seu plano de estudos curricular,

Leia mais

Incentivos à contratação

Incentivos à contratação Incentivos à contratação A empresa poderá beneficiar de incentivos quando pretende contratar novos trabalhadores. Os incentivos de que as empresas podem usufruir quando contratam novos trabalhadores podem

Leia mais

PROGRAMA SÓCRATES / ACÇÃO ERASMUS Gabinete de Relações Internacionais e Apoio a Projectos Europeus REGULAMENTO. Preâmbulo

PROGRAMA SÓCRATES / ACÇÃO ERASMUS Gabinete de Relações Internacionais e Apoio a Projectos Europeus REGULAMENTO. Preâmbulo PROGRAMA SÓCRATES / ACÇÃO ERASMUS Gabinete de Relações Internacionais e Apoio a Projectos Europeus REGULAMENTO Preâmbulo O Programa de Mobilidade de Estudantes SÓCRATES / ERASMUS é uma iniciativa da União

Leia mais

ANO LETIVO 2014 / 2015 I NÚMERO DE VAGAS

ANO LETIVO 2014 / 2015 I NÚMERO DE VAGAS Código IMP.EM.EI.8_ ANO LETIVO 2 / 25 I NÚMERO DE VAGAS. O número total de vagas para o º ano de cada curso, é: VAGAS Medicina Dentária (MD) 2 Ciências Farmacêuticas (CF) 2* Engenharia Biomédica (EB) 8

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO DE APOIO A PROJETOS DE CRIAÇÃO NAS ÁREAS DO CINEMA, DANÇA E TEATRO

REGULAMENTO DO CONCURSO DE APOIO A PROJETOS DE CRIAÇÃO NAS ÁREAS DO CINEMA, DANÇA E TEATRO REGULAMENTO DO CONCURSO DE APOIO A PROJETOS DE CRIAÇÃO NAS ÁREAS DO CINEMA, DANÇA E TEATRO 2015 Enquadramento A Fundação Calouste Gulbenkian (Fundação) concede, através do Programa Gulbenkian de Língua

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO A BOLSAS DE QUALIFICAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO ARTÍSTICA 2016. Preâmbulo

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO A BOLSAS DE QUALIFICAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO ARTÍSTICA 2016. Preâmbulo REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO A BOLSAS DE QUALIFICAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO ARTÍSTICA 2016 Preâmbulo O departamento de Acção Cultural da Fundação GDA, através do programa de Apoio a Bolsas de Qualificação

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO E MESTRADOS EXECUTIVOS DO ISLA CAMPUS LISBOA

REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO E MESTRADOS EXECUTIVOS DO ISLA CAMPUS LISBOA REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO E MESTRADOS EXECUTIVOS DO ISLA CAMPUS LISBOA 1.º OBJECTIVO Os Cursos de Pós-Graduação e Mestrados Executivos do ISLA Campus Lisboa são programas de estudos que visam

Leia mais

Regulamento de Bolsas de Investigação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P.

Regulamento de Bolsas de Investigação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P. Regulamento de Bolsas de Investigação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P. Regulamento de Bolsas de Investigação da FCT, I. P., aprovado pelo Regulamento nº 234/2012, de 25 de junho, alterado

Leia mais

E R A S M U S Guia do Estudante ERASMUS. Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa. Guia do Estudante

E R A S M U S Guia do Estudante ERASMUS. Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa. Guia do Estudante ERASMUS Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa Guia do Estudante Normas Gerais A mobilidade de estudantes, uma das acções mais frequentes do Programa, inclui duas vertentes de actividade: realização

Leia mais

CONTRATO DE BOLSA Entre FUNDAÇÃO BIAL . Considerando I. II. III. IV. Primeira

CONTRATO DE BOLSA Entre FUNDAÇÃO BIAL . Considerando I. II. III. IV. Primeira CONTRATO DE BOLSA Entre FUNDAÇÃO BIAL, instituição de utilidade pública, com o número de identificação de pessoa colectiva 503 323 055, com sede na Avenida da Siderurgia Nacional, S. Mamede do Coronado,

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA. Regulamento do Terceiro Ciclo de Estudos. Conducente ao Grau de Doutor/a em Direito

FACULDADE DE DIREITO UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA. Regulamento do Terceiro Ciclo de Estudos. Conducente ao Grau de Doutor/a em Direito FACULDADE DE DIREITO UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Regulamento do Terceiro Ciclo de Estudos Conducente ao Grau de Doutor/a em Direito (versão em vigor a partir de 26 de março de 2015) Artigo 1.º Objeto 1

Leia mais

REGULAMENTO Programa ISPA ACTIVO - Bolsas de Mérito Social

REGULAMENTO Programa ISPA ACTIVO - Bolsas de Mérito Social REGULAMENTO Programa ISPA ACTIVO - Bolsas de Mérito Social Elaborado por: Aprovado por: Versão Direção ISPA CRL 1.0 (Prof. Doutor Emanuel Gonçalves) Revisto e confirmado por: Data de Aprovação Inicial

Leia mais

REGULAMENTO DAS BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO PARA PÓS-GRADUAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO DESTINADAS A ESTUDANTES AFRICANOS DE LÍNGUA PORTUGUESA E DE TIMOR LESTE

REGULAMENTO DAS BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO PARA PÓS-GRADUAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO DESTINADAS A ESTUDANTES AFRICANOS DE LÍNGUA PORTUGUESA E DE TIMOR LESTE REGULAMENTO DAS BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO PARA PÓS-GRADUAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO DESTINADAS A ESTUDANTES AFRICANOS DE LÍNGUA PORTUGUESA E DE TIMOR LESTE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artº. 1º. 1. Com o fim principal

Leia mais

Deliberação n.º 762/2003

Deliberação n.º 762/2003 Deliberação n.º 762/2003 de 27 de Maio Deliberação n.º 763/2003. - Por deliberação da Secção Permanente do Senado, em reunião de 5 de Fevereiro de 2003, foi aprovada a criação do curso de Mestrado em Ciências

Leia mais

O Relatório da OCDE: A avaliação do sistema de ensino superior em Portugal. Lisboa, 13 de Dezembro de 2006

O Relatório da OCDE: A avaliação do sistema de ensino superior em Portugal. Lisboa, 13 de Dezembro de 2006 O Relatório da OCDE: A avaliação do sistema de ensino superior em Portugal Lisboa, 13 de Dezembro de 2006 O relatório de avaliação do sistema de ensino superior em Portugal preparado pela equipa internacional

Leia mais

INQUÉRITO AOS ESTUDANTES DO IST QUE REALIZARAM UM PERÍODO DE ESTUDOS FORA DA ESCOLA. Área de Estudos e Planeamento (AEP) Alexandra Sevinate Pontes

INQUÉRITO AOS ESTUDANTES DO IST QUE REALIZARAM UM PERÍODO DE ESTUDOS FORA DA ESCOLA. Área de Estudos e Planeamento (AEP) Alexandra Sevinate Pontes INQUÉRITO AOS ESTUDANTES DO IST QUE REALIZARAM UM PERÍODO DE ESTUDOS FORA DA ESCOLA INQUÉRITOS AOS ESTUDANTES EM MOBILIDADE histórico Designação interna Objetivos População alvo Serviço Modalidade Responsável

Leia mais

ACEF/1112/20967 Relatório final da CAE

ACEF/1112/20967 Relatório final da CAE ACEF/1112/20967 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fundação Minerva - Cultura - Ensino E Investigação

Leia mais

DIREÇÃO REGIONAL DE JUVENTUDE E DESPORTO DESTACAMENTO DE DOCENTES PARA O MOVIMENTO ASSOCIATIVO DESPORTIVO ANO LETIVO 2014/2015

DIREÇÃO REGIONAL DE JUVENTUDE E DESPORTO DESTACAMENTO DE DOCENTES PARA O MOVIMENTO ASSOCIATIVO DESPORTIVO ANO LETIVO 2014/2015 REGULAMENTO Artigo 1.º Objeto 1 - O presente regulamento define as condições de candidatura ao destacamento de docentes para entidades que operam no Sistema Desportivo Regional e regula os procedimentos

Leia mais

Serviços de Acção Social do Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Regulamento de Atribuição de Bolsa de Apoio Social

Serviços de Acção Social do Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Regulamento de Atribuição de Bolsa de Apoio Social Serviços de Acção Social do Instituto Politécnico de Viana do Castelo Regulamento de Atribuição de Bolsa de Apoio Social O Conselho de Ação Social do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, atento à

Leia mais

Fundo Universitário AMI

Fundo Universitário AMI Fundo Universitário AMI Regulamento Geral Preâmbulo Desde 1994, ano em que se inaugurou o primeiro centro social da AMI (Olaias) e até 2014, os Serviços Sociais da AMI apoiaram 64.317 pessoas em situação

Leia mais

47720 Diário da República, 2.ª série N.º 233 6 de Dezembro de 2011

47720 Diário da República, 2.ª série N.º 233 6 de Dezembro de 2011 47720 Diário da República, 2.ª série N.º 233 6 de Dezembro de 2011 UNIVERSIDADE DA MADEIRA Aviso (extracto) n.º 23548/2011 Nos termos do disposto no n.º 6 do artigo 12.º da Lei n.º 12 -A/2008, de 27 de

Leia mais

Em seguida, prestam-se breves esclarecimentos sobre algumas questões frequentes sobre o acordo mencionado acima:

Em seguida, prestam-se breves esclarecimentos sobre algumas questões frequentes sobre o acordo mencionado acima: Acordo Ibérico entre Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário (CESPU) e Universidade Alfonso X El Sabio de Madrid permite o ingresso de alunos licenciados em Ciências Biomédicas pela

Leia mais

AVISO DE ABERTURA DO CONCURSO PARA ATRIBUIÇÃO DE 7 BOLSAS INDIVIDUAIS DE DOUTORAMENTO EM EMPRESA

AVISO DE ABERTURA DO CONCURSO PARA ATRIBUIÇÃO DE 7 BOLSAS INDIVIDUAIS DE DOUTORAMENTO EM EMPRESA AVISO DE ABERTURA DO CONCURSO PARA ATRIBUIÇÃO DE 7 BOLSAS INDIVIDUAIS DE DOUTORAMENTO EM EMPRESA PROGRAMA DE DOUTORAMENTO RESEARCH AND DEVELOPMENT OF DRUGS (DRUGS R&D) Ref.ª PDE/00017/2013 INTRODUÇÃO O

Leia mais

Regulamento do Gabinete Erasmus da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa

Regulamento do Gabinete Erasmus da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa Regulamento do Gabinete Erasmus da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º (Objecto) O presente regulamento estabelece a orgânica do Gabinete Erasmus, bem

Leia mais

U CAN Bolsas de Estudo Universitárias Regulamento. Preâmbulo

U CAN Bolsas de Estudo Universitárias Regulamento. Preâmbulo U CAN Bolsas de Estudo Universitárias Regulamento Preâmbulo O Programa Escolhas, tutelado pela Presidência do Conselho de Ministros e integrado no Alto Comissariado para as Migrações, I.P., tem como um

Leia mais

Regulamento de Propina

Regulamento de Propina Regulamento de Propina 2015 2015 ÍNDICE SECÇÃO I Curso de Licenciatura em Enfermagem... 4 Artigo 1º Valor da Propina... 4 Artigo 2º Modalidades de pagamento... 4 SECÇÃO II Cursos de Pós-Licenciatura e

Leia mais

Resolução do Conselho de Ministros n.º 34/2012

Resolução do Conselho de Ministros n.º 34/2012 Resolução do Conselho de Ministros n.º 34/2012 A Resolução do Conselho de Ministros n.º 16/2012, de 14 de fevereiro, que aprova os critérios de determinação do vencimento dos gestores públicos, estabelece

Leia mais

Regulamento de Bolsas de Formação Avançada da ARDITI- Agência Regional para o Desenvolvimento da Investigação, Tecnologia e Inovação

Regulamento de Bolsas de Formação Avançada da ARDITI- Agência Regional para o Desenvolvimento da Investigação, Tecnologia e Inovação Regulamento de Bolsas de Formação Avançada da ARDITI- Agência Regional para o Desenvolvimento da Investigação, Tecnologia e Inovação Capítulo I Objeto e âmbito de aplicação Artigo 1.º Objeto 1. O presente

Leia mais

GUIA do ESTUDANTE ERASMUS+ 2015-2016

GUIA do ESTUDANTE ERASMUS+ 2015-2016 GUIA do ESTUDANTE ERASMUS+ 2015-2016 Esclarecimentos de dúvidas/informações adicionais: Carolina Peralta/Isabel Silva Gabinete de Relações Internacionais - GRI Rua de Santa Marta, 47, 1º Piso sala 112-1169-023

Leia mais

BOLSAS DE ESTUDO PARA APERFEIÇOAMENTO EM MÚSICA REGULAMENTO. DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º

BOLSAS DE ESTUDO PARA APERFEIÇOAMENTO EM MÚSICA REGULAMENTO. DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º BOLSAS DE ESTUDO PARA APERFEIÇOAMENTO EM MÚSICA REGULAMENTO DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º 1. Com o fim de estimular a valorização profissional e a especialização nos diversos domínios da Música, a Fundação

Leia mais

Reitoria. É revogado o Despacho RT-34/2014, de 2 junho. Universidade do Minho, 5 de dezembro de 2014. O Reitor. António M. Cunha. despacho RT-55/2014

Reitoria. É revogado o Despacho RT-34/2014, de 2 junho. Universidade do Minho, 5 de dezembro de 2014. O Reitor. António M. Cunha. despacho RT-55/2014 Reitoria despacho RT-55/2014 A Universidade do Minho tem vindo a atrair um número crescente de estudantes estrangeiros, que hoje representam um importante contingente da sua comunidade estudantil. Com

Leia mais

Programa Ciência sem Fronteiras. Graduação Sanduíche nos EUA Chamada Pública CAPES nº 01/2011

Programa Ciência sem Fronteiras. Graduação Sanduíche nos EUA Chamada Pública CAPES nº 01/2011 Programa Ciência sem Fronteiras Graduação Sanduíche nos EUA Chamada Pública CAPES nº 01/2011 A CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, vinculada ao Ministério da Educação,

Leia mais

NCE/11/00621 Decisão de apresentação de pronúncia - Novo ciclo de estudos

NCE/11/00621 Decisão de apresentação de pronúncia - Novo ciclo de estudos NCE/11/00621 Decisão de apresentação de pronúncia - Novo ciclo de estudos NCE/11/00621 Decisão de apresentação de pronúncia - Novo ciclo de estudos Decisão de Apresentação de Pronúncia ao Relatório da

Leia mais

REGULAMENTO DAS BOLSAS PRAXIS XXI CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GENÉRICAS. Artigo 1º Âmbito

REGULAMENTO DAS BOLSAS PRAXIS XXI CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GENÉRICAS. Artigo 1º Âmbito REGULAMENTO DAS BOLSAS PRAXIS XXI CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GENÉRICAS Artigo 1º Âmbito O presente regulamento aplica-se às acções de formação previstas na Medida 4 da Intervenção Operacional para a Ciência

Leia mais

Município de Vieira do Minho

Município de Vieira do Minho REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO AO ASSOCIATIVISMO Preâmbulo O Associativismo constitui um esteio importante e singular de intervenção da sociedade civil na realização e prática de atividades de índole cultural,

Leia mais

Informação de Custos dos Cuidados de Saúde. Serviço Nacional de Saúde

Informação de Custos dos Cuidados de Saúde. Serviço Nacional de Saúde Informação de Custos dos Cuidados de Saúde Serviço Nacional de Saúde A Informação de custos dos Cuidados de Saúde é uma iniciativa que se pretende que venha a ter abrangência nacional, enquadrada no Programa

Leia mais

CAPÍTULO VII (Disposições Finais e Transitórias)

CAPÍTULO VII (Disposições Finais e Transitórias) Artigo 18º (Comissão Eleitoral) 1. O procedimento eleitoral será conduzido por uma comissão eleitoral constituída por dois vogais, designados pelo Conselho Científico de entre os seus membros, e presidida

Leia mais