PROJETO RUMOS DA INDÚSTRIA PAULISTA INVESTIMENTOS

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1 PROJETO RUMOS DA INDÚSTRIA PAULISTA INVESTIMENTOS Janeiro/2015 SUMÁRIO Em, menos indústrias paulistas investiram em relação a Dentre as que investiram, um percentual maior apenas continuou projetos anteriores, ao invés de investir em novos projetos. Além disso, parcela maior de s não conseguiu realizar tudo que havia planejado investir. Tanto as s que não investiram quanto as que investiram parcialmente o que haviam planejado justificaram sua atitude principalmente pela incerteza econômica e pela ociosidade elevada. No fim de, quase um terço das s afirmou que sua capacidade produtiva estava acima da demanda esperada. Com isso, enquanto 63,3% das s investiram em, apenas 58,7% pretendem investir em Com incerteza econômica e ociosidade elevada, tanto os investimentos realizados em quanto os previstos para 2015 tiveram maior concentração na melhoria do processo produtivo em detrimento do aumento da capacidade produtiva. SOBRE A PESQUISA Esta pesquisa tem como objetivo identificar a evolução do investimento e os problemas enfrentados pelo empresário industrial paulista. Os dados foram coletados entre os dias 04 de novembro e 12 de dezembro de com 520 indústrias do Estado de São Paulo O porte das s é composto por: Micro/s (até 99 empregados): 58,1% (302 s); s (de 100 a 499 empregados): 33,3% (173 s); s (500 ou mais empregados): 8,6% (45 s). 1

2 INVESTIMENTOS DE Das s que participaram da pesquisa, 63,3% investiram em. Destas, 66,6% investiram na continuação de projetos anteriores, e 31,9%, em novos projetos. Dentre as s que investiram, 43,8% realizaram todos os investimentos conforme planejado, e 45,0% realizaram os investimentos de forma parcial. Os principais motivos que levaram aos investimentos planejados terem sido realizados apenas parcialmente foram a incerteza econômica (para 78,4% das s), a ociosidade elevada (47,3%) e o custo do crédito (24,3%). Investiu em Destinação Realização Realização parcial - Motivos (Resposta múltipla máximo 3 respostas) Tabela 1: Empresas que investiram em, destinação e realização do investimento por porte s Sim 53,0% 75,7% 84,4% 63,3% Não 47,0% 24,3% 15,6% 36,7% Não respondeu 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% Novos projetos 31,2% 34,4% 26,3% 31,9% Continuação de projetos anteriores 68,8% 61,8% 73,7% 66,6% Não respondeu 0,0% 3,8% 0,0% 1,5% Não havia investimentos planejados 11,3% 9,9% 0,0% 9,4% Completa / como planejada 35,6% 53,4% 44,8% 43,8% Parcial 50,6% 35,9% 52,6% 45,0% Não respondeu 2,5% 0,8% 2,6% 1,8% Reavaliação da demanda/ociosidade elevada 42,0% 46,8% 70,0% 47,3% Incerteza econômica 80,2% 76,6% 75,0% 78,4% Custo do crédito / financiamento 23,5% 23,4% 30,0% 24,3% Dificuldade de obtenção de crédito 22,2% 14,9% 10,0% 18,2% Dificuldade de obtenção de mão-de-obra 11,1% 12,8% 5,0% 10,8% Dificuldade de obtenção de matéria-prima 1,2% 4,3% 0,0% 2,0% Deficiência da infraestrutura 11,1% 10,6% 5,0% 10,1% Restrições relacionadas ao meio-ambiente 0,0% 4,3% 5,0% 2,0% Dificuldades com burocracia 11,1% 12,8% 5,0% 10,8% Dificuldades tecnológicas 8,6% 4,3% 0,0% 6,1% Aumento inesperado no custo previsto 13,6% 4,3% 15,0% 10,8% Outros 4,9% 4,3% 15,0% 6,1% Não respondeu 2,5% 2,1% 0,0% 2,0% 2

3 Quando comparamos com os resultados da pesquisa realizada no ano anterior, temos uma redução do percentual de s que investiram (69,3% em 2013 e 63,3% em ), com um menor percentual de investimento em novos projetos (41,1% em 2013 e 31,9% em ) e um maior percentual de investimentos realizados apenas parcialmente (42,2% em 2013 e 45,0% em ). Em, pesaram mais a incerteza econômica e a ociosidade elevada para a realização parcial dos investimentos, em detrimento de dificuldades de obtenção de crédito e de mão-de-obra, dificuldades com burocracia e aumento inesperado do custo previsto, que são fatores que tiveram maior peso para a realização parcial dos investimentos em Tabela 2: Empresas que investiram no ano, destinação e realização do investimento série histórica 2013 Sim 69,3% 63,3% Investiu em Não 29,5% 36,7% Não respondeu 1,2% 0,0% Novos projetos 41,1% 31,9% Destinação Continuação de projetos anteriores 56,8% 66,6% Não respondeu 2,1% 1,5% Não havia investimentos planejados 8,0% 9,4% Completa / como planejada 49,8% 43,8% Realização Parcial 42,2% 45,0% Não respondeu 0,0% 1,8% Reavaliação da demanda/ociosidade elevada 35,5% 47,3% Incerteza econômica 53,7% 78,4% Custo do crédito / financiamento 23,1% 24,3% Dificuldade de obtenção de crédito 21,5% 18,2% Dificuldade de obtenção de mão-de-obra 16,5% 10,8% Realização parcial Motivos (Resposta múltipla máximo 3 respostas) Dificuldade de obtenção de matéria-prima 2,5% 2,0% Deficiência da infraestrutura 5,8% 10,1% Restrições relacionadas ao meio-ambiente 3,3% 2,0% Dificuldades com burocracia 15,7% 10,8% Dificuldades tecnológicas 6,6% 6,1% Aumento inesperado no custo previsto 19,0% 10,8% Outros 5,8% 6,1% Não respondeu 1,7% 2,0% 3

4 Quanto aos objetivos do investimento, em, os principais foram a melhoria do processo produtivo para 46,8% das s, a introdução de novos produtos para 19,4% e o aumento da capacidade da linha atual para 12,5%. Tabela 3: Principal objetivo dos investimentos realizados em por porte em s Manutenção da capacidade atual 11,9% 9,2% 10,5% 10,6% Aumento da capacidade atual 13,1% 13,7% 5,3% 12,5% Introdução de novos produtos 17,5% 19,1% 28,9% 19,4% Melhoria do processo produtivo 48,2% 45,0% 47,4% 46,8% Novos processos produtivos 3,1% 8,4% 5,3% 5,5% Outros 5,6% 2,3% 2,6% 4,0% Não respondeu 0,6% 2,3% 0,0% 1,2% Em relação a 2013, o objetivo das s esteve mais concentrado na melhoria do processo produtivo em (34,1% em 2013 e 46,8% em ), com redução da participação de introdução de novos produtos (22,3% em 2013 e 19,4% em ) e de aumento da capacidade atual (21,3% em 2013 e 12,5% em ). Tabela 4: Principal objetivo dos investimentos realizados série histórica 2013 Manutenção da capacidade atual 10,5% 10,6% Aumento da capacidade atual 21,3% 12,5% Introdução de novos produtos 22,3% 19,4% Melhoria do processo produtivo 34,1% 46,8% Novos processos produtivos 6,6% 5,5% Outros 4,2% 4,0% Não respondeu 1,0% 1,2% Os recursos utilizados para investimento em vieram principalmente da própria (em média 70% dos recursos). Outros 16% dos recursos vieram de bancos oficiais de desenvolvimento (BNDES, Banco do Nordeste, etc.), 8% de bancos comerciais privados, 4% de bancos comerciais públicos (Banco do 4

5 Brasil, Caixa Econômica Federal, etc.), 1% de financiamento externo e 1% de outras fontes. Enquanto as pequenas s utilizaram um maior percentual de recursos próprios (73% pequenas, 68% médias e 64% grandes), as s de médio porte foram as que mais utilizaram recursos de bancos oficiais de desenvolvimento para realizar investimentos em (20% médias, 13% pequenas e 17% grandes), enquanto as s de grande porte utilizaram mais recursos de financiamento externo (6% das grandes, 0% das pequenas e 1% das médias). Tabela 5: Composição média (em %) das fontes dos recursos empregados nos investimentos realizados em por porte em s Recursos próprios 73% 68% 64% 70% Bancos oficiais de desenvolvimento 13% 20% 17% 16% Bancos comerciais privados 9% 7% 5% 8% Bancos comerciais públicos 4% 3% 7% 4% Financiamento externo 0% 1% 6% 1% Parcerias / joint ventures 0% 0% 0% 0% Emissão de ações e novos sócios 0% 0% 0% 0% Outros 1% 1% 1% 1% Em comparação com os investimentos de 2013, os recursos próprios continuam sendo a principal fonte, mas aumentaram sua participação (65% em 2013 e 70% em ). Podemos destacar também a redução da participação dos bancos privados (de 11% em 2013 para 8% em ). Tabela 6: Composição média (em %) das fontes dos recursos empregados nos investimentos realizados e nos investimentos previstos série histórica 2013 Recursos próprios 65% 70% Bancos oficiais de desenvolvimento 15% 16% Bancos comerciais privados 11% 8% Bancos comerciais públicos 5% 4% Financiamento externo 1% 1% Parcerias / joint ventures 0% 0% Emissão de ações e novos sócios 0% 0% Outros 3% 1% 5

6 Em, apenas 17,0% das s que investiram não compraram máquinas e equipamentos, enquanto 40,8% das s compraram máquinas e equipamentos apenas nacionais, 9,4% apenas importados e 32,2% compararam tanto nacionais quanto importados. Mesmo entre as s de pequeno porte, apenas 19,4% não compraram máquinas e equipamentos em. Tabela 7: Compras de máquinas e equipamentos realizadas em s Sim, somente nacional 47,5% 38,2% 21,0% 40,8% Sim, somente importado 9,4% 10,7% 5,3% 9,4% Sim, nacional e importado 23,7% 34,3% 60,5% 32,2% Não comprou máquinas e equipamentos 19,4% 15,3% 13,2% 17,0% Não respondeu 0,0% 1,5% 0,0% 0,6% Dentre as s que não investiram em, 44,5% não tinham investimentos planejados, 26,2% adiaram os investimentos planejados para depois de 2015 ou cancelaram e 24,1% adiaram para As s que grande porte são as que mais deixaram de investir em porque adiaram os investimentos para 2015 (42,8% grande, 22,5% pequenas e 26,2% médias). Tabela 8: Empresas que não investiram em por porte s Não havia investimentos planejados 46,5% 42,9% 14,3% 44,5% Adiados para ,5% 26,2% 42,8% 24,1% Adiados para depois de 2015/cancelados 24,7% 30,9% 28,6% 26,2% Não respondeu 6,3% 0,0% 14,3% 5,2% Tabela 9: Empresas que não investiram no ano série histórica 2013 Não havia investimentos planejados 47,6% 44,5% Adiados para o ano seguinte 26,2% 24,1% Adiados para depois ou cancelados 22,1% 26,2% Não respondeu 4,1% 5,2% 6

7 Os principais fatores que levaram as s a não investir em foram: a incerteza econômica para 88,5% das s; a reavaliação da demanda/ociosidade elevada para 58,3%; o custo do crédito para 26,0% e a dificuldade de obtenção de crédito para 25,0%. Tabela 10: Principais fatores que levaram a a não investir em (Resposta múltipla máximo 3 respostas) por porte s Reavaliação da demanda/ociosidade elevada 53,7% 70,8% 60,0% 58,3% Incerteza econômica 88,1% 91,7% 80,0% 88,5% Custo do crédito / financiamento 25,4% 20,8% 60,0% 26,0% Dificuldade de obtenção de crédito 25,4% 29,2% 0,0% 25,0% Dificuldade de obtenção de mão-de-obra 16,4% 16,7% 0,0% 15,6% Dificuldade de obtenção de matéria-prima 3,0% 0,0% 0,0% 2,1% Deficiência da infraestrutura 1,5% 0,0% 20,0% 2,1% Restrições relacionadas ao meio-ambiente 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% Dificuldades com burocracia 13,4% 16,7% 0,0% 13,5% Dificuldades tecnológicas 1,5% 0,0% 0,0% 1,0% Aumento inesperado no custo previsto 22,4% 12,5% 20,0% 19,8% Outros 3,0% 0,0% 0,0% 2,1% Não respondeu 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% Em relação a 2013, podemos destacar o aumento do percentual de s que destacaram a incerteza econômica (79,7% em 2013 e 88,5% em ), o aumento inesperado do custo previsto (6,8% em 2013 e 19,8% em ) e as dificuldades com burocracia (5,1% em 2013 e 13,5% em ). 7

8 Tabela 11: Principais fatores que levaram a a não investir no ano (Resposta múltipla Máximo 3 respostas) série histórica 2013 Reavaliação da demanda/ociosidade elevada 59,3% 58,3% Incerteza econômica 79,7% 88,5% Custo do crédito / financiamento 32,2% 26,0% Dificuldade de obtenção de crédito 32,2% 25,0% Dificuldade de obtenção de mão-de-obra 16,9% 15,6% Dificuldade de obtenção de matéria-prima 10,2% 2,1% Deficiência da infraestrutura 10,2% 2,1% Restrições relacionadas ao meio-ambiente 0,0% 0,0% Dificuldades com burocracia 5,1% 13,5% Dificuldades tecnológicas 0,0% 1,0% Aumento inesperado no custo previsto 6,8% 19,8% Outros 5,1% 2,1% Não respondeu 0,0% 0,0% Das s que participaram da pesquisa, 55,6% consideram que sua capacidade produtiva atual é adequada em relação à demanda esperada pela. Para outros 22,3%, a capacidade produtiva atual é mais que adequada, para 10,4%, é muito mais do que adequada, para 6,0%, é pouco adequada e, para 2,1%, ela é muito pouco adequada. Tabela 12: Capacidade produtiva no fim de em relação à demanda esperada pela por porte s Muito pouco adequada 2,7% 1,2% 2,2% 2,1% Pouco adequada 5,6% 6,9% 4,5% 6,0% Adequada 56,3% 52,6% 62,2% 55,6% Mais do que adequada 20,9% 24,9% 22,2% 22,3% Muito mais do que adequada 10,9% 10,4% 6,7% 10,4% Não respondeu 3,6% 4,0% 2,2% 3,6% 8

9 Quando comparamos com a pesquisa de 2013, temos um aumento do percentual de s que consideravam sua capacidade produtiva ao final do ano em relação à demanda esperada mais do que adequada (19,6% em 2013 e 22,3% em ) e das que a consideram muito mais do que adequada (6,5% em 2013 e 10,4% em ). Tabela 13: Capacidade produtiva no fim do ano em relação à demanda esperada pela série histórica 2013 Muito pouco adequada 2,4% 2,1% Pouco adequada 12,1% 6,0% Adequada 56,8% 55,6% Mais do que adequada 19,6% 22,3% Muito mais do que adequada 6,5% 10,4% Não respondeu 2,6% 3,6% INTENÇÃO DE INVESTIMENTO EM 2015 Em 2015, 58,7% das s pretendem investir. O principal destino dos investimentos é a continuação de projetos anteriores, para 61,0% das s que pretendem investir, mas 38,0% s estarão destinando seus investimentos a novos projetos em Tabela 14: Empresas que pretendem investir em 2015 e destinação do investimento por porte Pretende investir em 2015 Destinação s Sim 52,0% 66,5% 73,3% 58,7% Não 48,0% 33,5% 26,7% 41,3% Não respondeu 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% Novos projetos 34,4% 44,3% 33,3% 38,0% Continuação de projetos anteriores 64,3% 54,8% 66,7% 61,0% Não respondeu 1,3% 0,9% 0,0% 1,0% 9

10 Comparando com a pesquisa realizada em 2013 em relação aos investimentos planejados para, temos queda do percentual de s que pretendem investir (70,8% previsto para e 58,7% previsto para 2015). Tabela 15: Empresas que pretendem investir no ano seguinte e destinação do investimento série histórica Pretende investir Destinação 2015 Sim 70,8% 58,7% Não 26,8% 41,3% Não respondeu 2,4% 0,0% Novos projetos 38,6% 38,0% Continuação de projetos anteriores 60,1% 61,0% Não respondeu 1,3% 1,0% Os principais objetivos dos investimentos que serão realizados em 2015 são a melhoria do processo produtivo para 42,3% das s, a introdução de novos produtos para 19,7% e o aumento da capacidade da linha atual para 15,1%. As s de pequeno porte são as que mais pretendem investir na introdução de novos produtos (21,0% pequenas, 18,3% médias e 18,2% grandes) e em novos processos produtivos (9,6% pequenas, 2,6% médias e 6,1% grandes), enquanto as médias são as que mais pretendem investir no aumento da capacidade atual (20,9% médias, 10,8% pequenas e 15,1% grandes). Tabela 16: Principal objetivo dos investimentos previstos para 2015 por porte para 2015 s Manutenção da capacidade atual 13,4% 9,6% 12,1% 11,8% Aumento da capacidade atual 10,8% 20,9% 15,1% 15,1% Introdução de novos produtos 21,0% 18,3% 18,2% 19,7% Melhoria do processo produtivo 40,1% 44,3% 45,5% 42,3% Novos processos produtivos 9,6% 2,6% 6,1% 6,5% Outros 4,5% 2,6% 3,0% 3,6% Não respondeu 0,6% 1,7% 0,0% 1,0% 10

11 Na comparação com o investimento que havia sido previsto para, temos um aumento da participação de manutenção da capacidade atual (6,5% previsto para e 11,8% previsto para 2015) e redução da intenção de aumento da capacidade atual (19,5% previsto para e 15,1% previsto para 2015). Tabela 17: Principal objetivo dos investimentos previstos série histórica 2015 Manutenção da capacidade atual 6,5% 11,8% Aumento da capacidade atual 19,5% 15,1% Introdução de novos produtos 20,1% 19,7% Melhoria do processo produtivo 39,2% 42,3% Novos processos produtivos 7,5% 6,5% Outros 4,1% 3,6% Não respondeu 3,1% 1,0% As fontes dos recursos que serão utilizados para investimento em 2015 são os recursos da própria (em média 64% dos recursos), o BNDES (21%), os bancos comerciais privados (6%), os bancos comerciais públicos (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, etc.) (5%) e outras fontes (4%). Tabela 18: Composição média (em %) das fontes dos recursos empregados nos investimentos previstos para 2015 por porte para 2015 s Recursos próprios 63% 64% 64% 64% Bancos oficiais de desenvolvimento 19% 24% 20% 21% Bancos comerciais privados 7% 6% 6% 6% Bancos comerciais públicos 6% 3% 6% 5% Financiamento externo 1% 0% 3% 1% Parcerias / joint ventures 1% 1% 0% 1% Emissão de ações e novos sócios 1% 0% 0% 0% Outros 2% 2% 1% 2% 11

12 Ao compararmos com o investimento previsto para, podemos destacar o aumento da participação dos recursos próprio (59% previsto para e 64% previsto para 2015) e redução da participação dos bancos comerciais privados (11% previsto para e 6% previsto para 2015). Tabela 19: Composição média (em %) das fontes dos recursos empregados nos investimentos previstos série histórica 2015 Recursos próprios 59% 64% Bancos oficiais de desenvolvimento 20% 21% Bancos comerciais privados 11% 6% Bancos comerciais públicos 6% 5% Financiamento externo 1% 1% Parcerias / joint ventures 1% 1% Emissão de ações e novos sócios 0% 0% Outros 2% 2% Para 40,3% das s, os investimentos previstos para 2015 pretendem atender principalmente mercado interno, para 37,1% pretendem atender somente o mercado interno, enquanto, para 18,0% pretendem atender igualmente os mercados interno e externo. Apenas 1,7%, indicaram que os investimentos visam principalmente a atender o mercado externo. Tabela 20: Mercado consumidor que os investimentos de 2015 pretendem atender por porte s Somente mercado interno 45,2% 29,6% 24,2% 37,1% Principalmente mercado interno 36,3% 48,7% 30,3% 40,3% Igualmente mercados interno e externo 14,0% 18,3% 36,4% 18,0% Principalmente mercado externo 1,3% 1,7% 3,0% 1,7% Somente mercado externo 0,6% 0,0% 0,0% 0,3% Não respondeu 2,6% 1,7% 6,1% 2,6% 12

13 Tabela 21: Mercado consumidor que os investimentos do ano seguinte pretendem atender série histórica 2015 Somente mercado interno 34,8% 37,1% Principalmente mercado interno 44,0% 40,3% Igualmente mercados interno e externo 16,7% 18,0% Principalmente mercado externo 1,4% 1,7% Somente mercado externo 0,0% 0,3% Não respondeu 3,1% 2,6% Os principais fatores que poderiam impedir total ou parcialmente a realização dos investimentos planejados para 2015 são: a incerteza econômica para 79,3% das s que pretendem investir em 2015; a reavaliação da demanda/ociosidade elevada para 49,5%, o aumento inesperado no custo previsto do investimento para 34,8%, o custo do crédito para 25,9% e a dificuldade de obtenção de crédito para 24,3%. Tabela 22: Principais fatores que podem levar a realização parcial ou cancelamento do investimento planejado para 2015 (Resposta múltipla máximo 3 respostas) por porte s Reavaliação da demanda/ociosidade elevada 39,5% 60,9% 57,6% 49,5% Incerteza econômica 81,5% 74,8% 84,8% 79,3% Custo do crédito / financiamento 26,8% 25,2% 24,2% 25,9% Dificuldade de obtenção de crédito 30,6% 19,1% 12,1% 24,3% Dificuldade de obtenção de mão-de-obra 10,8% 8,7% 3,0% 9,2% Dificuldade de obtenção de matéria-prima 3,8% 4,3% 3,0% 3,9% Deficiência da infraestrutura 4,5% 7,8% 9,1% 6,2% Restrições relacionadas ao meio-ambiente 1,9% 5,2% 0,0% 3,0% Dificuldades com burocracia 19,1% 14,8% 12,1% 16,7% Dificuldades tecnológicas 7,0% 0,9% 9,1% 4,9% Aumento inesperado no custo previsto 29,3% 41,7% 36,4% 34,8% Outros 3,8% 4,3% 9,1% 4,6% Não respondeu 3,2% 0,9% 3,0% 2,3% 13

14 Na comparação com o investimento previsto para, temos um aumento da participação de incerteza econômica (72,4% previsto para e 79,3% previsto para 2015), reavaliação da demanda (42,3% previsto para e 49,5% previsto para 2015), aumento inesperado do custo previsto (28,3% previsto para e 34,8% previsto para 2015) e dos fatores ligados a crédito (custo do crédito aumentou participação de 21,2% para 25,9% e dificuldade de obtenção de crédito de 21,2% para 24,3%). Tabela 23: Principais fatores que podem levar a realização parcial ou cancelamento do investimento planejado para o ano seguinte (Resposta múltipla máximo 3 respostas) série histórica 2015 Reavaliação da demanda/ociosidade elevada 42,3% 49,5% Incerteza econômica 72,4% 79,3% Custo do crédito / financiamento 21,2% 25,9% Dificuldade de obtenção de crédito 21,2% 24,3% Dificuldade de obtenção de mão-de-obra 16,7% 9,2% Dificuldade de obtenção de matéria-prima 6,1% 3,9% Deficiência da infraestrutura 6,8% 6,2% Restrições relacionadas ao meio-ambiente 4,8% 3,0% Dificuldades com burocracia 16,7% 16,7% Dificuldades tecnológicas 5,5% 4,9% Aumento inesperado no custo previsto 28,3% 34,8% Outros 3,8% 4,6% Não respondeu 2,0% 2,3% Em 2015, 34,1% das s planejam comprar mais máquinas (nacionais ou importadas) que em, 30,5% planejam comprar a mesma quantidade, 19,4% planejam comprar menos máquinas que em e 11,8% não planejam comprar. Quanto apenas às máquinas e equipamentos importados, 32,8% planejam comprar a mesma quantidade que em, 28,8% não planejam comprar em 2015, 16,7% planejam comprar mais, e 9,9% planejam comprar menos. 14

15 Tabela 24: Previsão de compra de máquinas e equipamentos pelas s em 2015 em relação a por porte Total Importados Total Total Não planeja comprar 16,6% 7,0% 6,1% 11,8% 35,0% 24,4% 15,2% 28,8% Reduzir-se muito 2,6% 7,8% 0,0% 4,3% 2,6% 1,7% 0,0% 2,0% Reduzir-se 12,1% 13,0% 36,4% 15,1% 5,1% 10,4% 12,1% 7,9% Manter-se inalteradas 31,2% 31,3% 24,2% 30,5% 28,7% 36,5% 39,4% 32,8% Aumentar 29,9% 38,3% 27,3% 32,8% 14,0% 18,3% 15,2% 15,7% Aumentar muito 0,6% 1,7% 3,0% 1,3% 0,0% 1,7% 3,0% 1,0% Não respondeu 7,0% 0,9% 3,0% 4,2% 14,6% 7,0% 15,1% 11,8% Em relação ao que havia sido planejado para, temos uma queda do percentual de s que planejam comprar mais máquinas e equipamentos (38,2% previsto para e 34,1% previsto para 2015) e um aumento do percentual de s que planejam comprar menos máquinas e equipamentos (14,3% previsto para e 19,4% previsto para 2015). Tabela 25: Previsão de compras de máquinas e equipamentos pelas s no ano seguinte série histórica Total 2015 Importados 2015 Não planeja comprar 12,3% 11,8% 28,0% 28,8% Reduzir-se muito 2,4% 4,3% 2,1% 2,0% Reduzir-se 11,9% 15,1% 6,5% 7,9% Manter-se inalteradas 32,1% 30,5% 30,7% 32,8% Aumentar 34,8% 32,8% 18,4% 15,7% Aumentar muito 3,4% 1,3% 2,7% 1,0% Não respondeu 3,1% 4,2% 11,6% 11,8% Quanto às s que não planejam investir em 2015, os principais fatores que as levaram a tomar esta decisão são a incerteza econômica para 86,5%, a ociosidade elevada para 60,0% e o custo do crédito para 22,3%. Para as s de pequeno e médio porte a ociosidade elevada foi mais importante (62,8% das pequenas e 58,6% das médias a citaram ante 33,3% das grandes), enquanto o custo do crédito foi mais importante para as s de grande porte (33,3% das grandes o citaram ante 22,8% das pequenas e 19,0% das médias). 15

16 Tabela 26: Principais fatores que levaram a a decidir não investir em 2015 (Resposta múltipla máximo 3 respostas) por porte s Reavaliação da demanda/ociosidade elevada 62,8% 58,6% 33,3% 60,0% Incerteza econômica 86,2% 89,7% 75,0% 86,5% Custo do crédito / financiamento 22,8% 19,0% 33,3% 22,3% Dificuldade de obtenção de crédito 22,1% 20,7% 16,7% 21,4% Dificuldade de obtenção de mão-de-obra 10,3% 10,3% 16,7% 10,7% Dificuldade de obtenção de matéria-prima 2,8% 5,2% 0,0% 3,3% Deficiência da infraestrutura 3,4% 8,6% 0,0% 4,7% Restrições relacionadas ao meio-ambiente 2,1% 0,0% 0,0% 1,4% Dificuldades com burocracia 7,6% 8,6% 8,3% 7,9% Dificuldades tecnológicas 0,7% 0,0% 0,0% 0,5% Aumento inesperado no custo previsto 6,2% 6,9% 0,0% 6,0% Outros 10,3% 3,4% 8,3% 8,4% Não respondeu 3,4% 3,4% 8,3% 3,7% Em suma, menos s investiram em do que haviam investido em Além disso, 45,0% das s que investiram realizaram os investimentos de forma parcial. Das s que investiram, um menor percentual investiu em novos projetos, dando mais continuidade a projetos anteriores. O principal objetivo do investimento realizado em foi melhoria do processo produtivo, que foi apontado por mais s em do que em 2013, enquanto introdução de novos produtos e aumento da capacidade produtivas foram apontados por menos s em. Em 2015, menos s esperam investir do que investiram em. Com cerca de um terço das s que participaram da pesquisa considerando que sua capacidade produtiva no final de acima da demanda esperada, o principal objetivo do investimento previsto para 2015 é a melhoria do processo produtivo, com redução da intenção de aumento da capacidade atual pelas s. A incerteza econômica e a ociosidade elevada foram os principais fatores que levaram as s a não investir ou investir parcialmente em e a não planejar investir em 2015 ou que poderiam levar a a não realizar os investimentos planejados para Apesar de também terem sido os principais fatores apontados na pesquisa anterior, nesta pesquisa foram indicados por mais s como principais fatores que interferiram ou podem interferir em suas decisões de investimento. 16

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