Aprovada modificação na Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Aprovada modificação na Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas"

Transcrição

1 Aprovada modificação na Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas Lei Complementar n o 139, sancionada em 10 de novembro de 2011 (PLC 77/2011, do Poder Executivo) Entre os principais avanços do projeto está a ampliação do limite de faturamento da receita bruta anual das pequenas empresas de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões e do Empreendedor Individual de R$ 36 mil para R$ 60 mil. O projeto também prevê que as empresas exportadoras não serão desenquadradas do Simples Nacional desde que o faturamento adicional, decorrente de exportação não ultrapasse R$ 3,6 milhões. O projeto, no entanto traz alguns pontos negativos, como a multa por cada omissão ou informação incorreta no sistema de eletrônico de cálculo do tributo a recolher que não tem limite. Tem-se, também, a criação de mais uma faixa de sublimite estadual para fins de recolhimento do ICMS trazendo perda de competitividade para as empresas sediadas nos estados que utilizam esse sublimite. Brasília-DF, 2011

2 Principais Avanços Reajuste dos valores de enquadramento da microempresa de R$ 240 mil para R$ 360 mil e da pequena empresa de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões. Reajuste do enquadramento do empreendedor individual de 36 mil para 60 mil. Possibilidade das pequenas empresas exportarem até 100% acima do limite de faturamento sem exclusão do regime do Simples Nacional. Inclusão da Empresa Individual de Responsabilidade Limitada no Simples Nacional. Possibilidade de parcelamento e reparcelamento de débitos tributários no Simples Nacional. Redução do prazo de inatividade de três anos para um ano para que as microempresas e empresas de pequeno porte possam solicitar a baixa do registro comercial. O empreendedor individual poderá solicitar a baixa em qualquer momento. Possibilidade de o empreendedor individual contratar outro empregado nos casos de afastamento do trabalhador. Pontos Negativos Obrigatoriedade de adesão a sistema eletrônico para adesão ao Simples Nacional conferindo validade legal a todos os atos administrativos informados eletronicamente, tornando desnecessária a comunicação via postal ou DOU, desde o ato de indeferimento de opção e exclusão de regime privilegiado até as ações fiscais. Criação de multa pela omissão ou prestação de informações incorretas ao sistema eletrônico de cálculo. As empresas estarão sujeitas a multas para cada mês de referência, sendo no de R$ 20,00 para cada grupo de 10 informações incorretas ou omitidas. A multa no caso prestar informações com incorreções ou omissões será devida em qualquer caso, mesmo se a retificação for logo após a transmissão. As informações prestadas mensalmente no sistema eletrônico para fins de cálculo simplificado do valor mensal referente ao SIMPLES terão caráter de confissão de dívida constituindo-se suficientes para exigência dos valores não recolhidos. Criação de mais uma opção de sublimite estadual de enquadramento para efeito de recolhimento do ICMS em faixas percentuais. Exclusão do Simples Nacional no mês subseqüente ao da ocorrência do excesso de limite de receita bruta, exceto nos casos em que o excesso não seja superior a 20% do limite, quando a exclusão mantém-se no ano-calendário subseqüente. 2

3 Veda-se a cessão de créditos para extinção de débitos do SIMPLES. Ratificação da impossibilidade de aproveitamento de quaisquer isenções ou regimes tributários diferenciados além do SIMPLES. Ao procurar simplificar o texto que determina os procedimentos para isenção de tributos nas exportações, omitiu-se a referência ao tratamento tributário da substituição tributária. Revisão dos valores de enquadramento pelo CGSN apenas a partir de Análise e posicionamento da CNI das proposições 1. Empresa Individual de Responsabilidade Limitada - EIRELI Inclusão da empresa individual de responsabilidade limitada no Simples Nacional, respeitando os limites de faturamento. 2. Revisão dos limites de enquadramento Estabelece que o CGSN será responsável por apreciar a necessidade de revisão dos valores expressos em moeda na Lei Complementar 123/2006 a partir de janeiro de A CNI defende que a revisão aconteça a partir de janeiro de Limites de enquadramento das MPE Aumenta os valores de enquadramento das microempresas de R$ 240 mil para R$ 360 mil e das empresas de pequeno porte de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões. A empresa de pequeno porte que tiver obtido receita bruta total em 2011 entre R$ 2,4 milhões (limite atual) e R$ 3,6 milhões (novo limite) poderá continuar no Simples Nacional no próximo ano. 4. Limites de enquadramento das empresas exportadoras Permite que as empresas de pequeno porte exportem até 100% acima do limite de faturamento sem a exclusão do regime do Simples Nacional, desde que o excesso provenha de receitas decorrentes de exportação de mercadorias, inclusive quando realizada por meio de comercial exportadora ou da sociedade de propósito especifico. 3

4 5. Critérios de exclusão do Simples Altera os critérios de exclusão do Simples Nacional por excesso de faturamento. Quando o faturamento bruto acumulado no ano exceder ao limite de enquadramento, a empresa será excluída do Simples Nacional no mês imediatamente posterior ao fato e não mais no ano-calendário sudsequente. No caso do excesso ser inferior a 20% do limite, a exclusão continuará a ocorrer no anocalendário subsequente. A CNI defende o desligamento gradual do Simples para estimular o crescimento das empresas e a proposta caminha na direção contrária. 6. Tratamento tributário da substituição tributária Ao procurar simplificar o texto que determina os procedimentos para isenção de tributos nas exportações, omitiu-se a referência ao tratamento tributário da substituição tributária, ou seja, a forma da redução do montante a ser recolhido. O projeto revoga o procedimento referente às receitas decorrentes da venda de mercadorias sujeitas a substituição tributária, cabe ressaltar que a isenção do valor recolhido relativo a substituição tributária está prevista no parágrafo 12 do artigo 18 da Lei Complementar 123/2006. O benefício da isenção permanece, mas o CGSN terá que regulamentar o procedimento. A questão não deve causar maiores problemas, ainda que possa gerar insegurança jurídica até a regulamentação. 7. Procedimentos simplificados para o Empreendedor Individual Prevê tramite especial e simplificado do processo de abertura, registro, alteração e baixa do Empreendedor Individual, preferencialmente eletrônico e opcional para o empreendedor. 8. Empreendedor Individual Dispensa o uso da firma, com respectiva assinatura autógrafa, o capital, requerimentos, demais assinaturas, informações sobre estado civil e regime de bens, e a apresentação de diversas informações para o Empreendedor Individual. com ressalva A falta de alguns registros pode fazer com que outras empresas não se sintam seguras em comerciar com o Empreendedor Individual e o resultado final pode ser negativo. Recomendamos uma avaliação cuidadosa das obrigações a serem dispensadas. 4

5 9. Prazo de inatividade para baixa das MPE Alterado o prazo de inatividade de três anos para um ano para solicitar a baixa de empresas ou de registros de microempresas e empresas de pequeno porte, ainda que estejam em débito com obrigações tributárias, previdenciárias ou trabalhistas, sem que a possibilidade exima a responsabilidade pessoal do titular, do sócio ou do administrador da MPE. 10. Prazo de inatividade para baixa do Empreendedor Individual O empreendedor individual poderá solicitar a baixa a qualquer momento, não havendo exigência de período de inatividade. E também torna inexigível a quitação de débitos fiscais, previdenciários e trabalhistas para efetuar o procedimento de baixa, sendo que as cobranças poderão ser realizadas após a efetivação da baixa. 11. Sistema de comunicação eletrônica Obrigatoriedade de aceitação do sistema de comunicação eletrônica no âmbito do Simples Nacional. O acesso da empresa à comunicação do órgão arrecadador ocorrerá por meio de certificação digital ou código específico. Independente do acesso ou não da empresa, a comunicação será considerada oficialmente realizada em 45 dias de sua disponibilização ou prazo superior (a ser estipulado pelo Comitê Gestor). Enquanto não editada a regulamentação do sistema de comunicação eletrônica, os entes federativos poderão utilizar sistemas de comunicação eletrônica, com regras próprias. com ressalva A CNI defendeu que a adoção do Sistema de Comunicação Eletrônica seja opcional para as MPE optantes pelo Simples Nacional. O novo procedimento elevará a despesa das empresas (acesso à internet, certificação digital etc.). Ademais, a autorização para que os entes federativos utilizem sistemas de comunicação eletrônico próprios até que o sistema do Simples Nacional seja regulamentado aumentará a complexidade do processo de comunicação. 12. Vedação de opção ao Simples Veda a opção ao Simples Nacional em razão da ausência ou irregularidade relativa ao cadastro fiscal federal, municipal ou estadual quando exigível. 13. Informações mensais prestadas no Sistema Eletrônico de cálculo do Simples Nacional As informações prestadas no sistema eletrônico para fins de cálculo simplificado do valor mensal devido referente ao Simples terão caráter declaratório e de confissão de divida constituindo-se suficientes para exigência de valores não recolhidos. Veja justificativa à seguir 5

6 14. As empresas passam a estar sujeitas a multas mensais As MPE que não prestarem as informações mensais no Sistema Eletrônico de cálculo no prazo previsto, ou que as prestar com incorreções ou omissões, será intimado a fazê-lo e sujeitar-se-á a multas para cada mês de referencia. A multa no caso de prestar informações com incorreções ou omissões será devida em qualquer caso, mesmo se a retificação for logo após a transmissão. A CNI defende que o procedimento atual de utilização do sistema eletrônico para realização de cálculo simplificado do valor mensal seja mantido. O sistema é utilizado apenas para cálculo do valor devido do Simples Nacional e não tem caráter declaratório e de confissão de divida. A prestação de conta efetiva deve continuar sendo feita na declaração anual, como usual para as demais empresas. O artigo 38-A no inciso I determina multas para as MPEs que deixarem de prestar informações no sistema eletrônico de cálculo ou sua efetuação após o prazo, de 2% (dois por cento) ao mês-calendário ou fração, a partir do primeiro dia do quarto mês do ano subseqüente à ocorrência dos fatos geradores, incidentes sobre o montante dos impostos e contribuições prestadas no sistema eletrônico, o limite da multa é de 20% (vinte por cento). Já o inciso II determina multa de R$ 20,00 (vinte reais) para cada grupo de 10 informações incorretas ou omitidas no sistema eletrônico. Essa multa será devida em qualquer caso, mesmo se a retificação for logo após a transmissão e sem prejuízo ao fisco. Além disto, não é possível dimensionar essa multa, não sabemos quantos campos de informações existem, pode ser que a multa aparentemente diminuta alcance montantes significativos. 15. Limites de enquadramento do Empreendedor Individual Aumento do limite de enquadramento do empreendedor individual de 36 mil para 60 mil. 16. Contratação do empreendedor individual como empregado Diversas disposições no sentindo de igualar o empreendedor individual a empregado, por meio de cobrança de valores equivalentes a tal relação de trabalho. A contratante fica sujeita a todas as obrigações dela decorrentes, inclusive trabalhistas, tributárias e previdenciárias. 17. Empreendedor Individual poderá contratar outro empregado nos casos de afastamento Permite que Empreendedor Individual contrate outro empregado nos casos de afastamento legal do único empregado do empreendedor, inclusive por prazo determinado, até que cessem as condições do afastamento. 6

7 18. Exclusão do Simples Nacional Passa a considerar automaticamente excluída do Simples empresas que realizarem alteração de dados dos CNPJ quanto à natureza jurídica ou a inclusão de atividades econômicas vedadas pela Lei Complementar 123/2006. Posição da CNI: Sem objeção 19. Criação de mais um sublimite estadual de enquadramento para MPE Possibilidade dos Estados adotarem sublimites em faixas percentuais para recolhimento do ICMS pelo Simples Nacional. Para os Estados com participação do PIB em até um por cento as faixas passam a ser de 35%, 50% ou 70% da receita bruta anual (R$ ,00; R$ ,00 e R$ ,00). Para os Estados com participação no PIB entre um por cento e cinco por cento, o sublimite adotado poderá ser de 50% ou 70% da receita bruta anual (R$ ,00 e R$ ,00). A CNI defendeu a extinção dos sublimites estaduais de enquadramento e a criação de mais uma faixa de sublimite caminha na direção contrária. A legislação atual prevê dois sublimites para os Estados com participação no PIB até um por cento (R$ ,00 e R$ ,00). E o Estados com participação no PIB até cinco por centro apenas um sublimite (R$ ,00). Com isso, apesar do aumento do limite para R$ 3,6 milhões, algumas empresas que atualmente não recolhem ICMS no âmbito do Simples Nacional (devido a adoção de sublimites pelos estados) poderão continuar sem recolher. O novo limite inicial é, em valor, praticamente o mesmo do atual. 20. Procedimentos para a compensação e a restituição dos valores do Simples Nacional Possibilita a compensação e a restituição de valores do Simples Nacional recolhidos indevidamente ou em montante superior ao devido garantindo os mesmos índices (SELIC + 1% no mês da compensação/restituição). 21. Cessão de créditos para extinção de débitos do Simples Impossibilita que as microempresas e pequenas empresas utilizem créditos de terceiros para pagar os débitos no Simples Nacional. A CNI defendeu a supressão do referido dispositivo devolvendo às micro e pequenas empresas um direito hoje plenamente reconhecido. A utilização de crédito de terceiros para pagamentos de débitos tributários é uma prática comum e que pode ser utilizada por qualquer empresa. 7

8 22. Parcelamento de débitos tributários Estabelece a possibilidade de parcelamento de débitos no âmbito do Simples Nacional em até 60 parcelas mensais, na forma prevista pelo CGSN. As parcelas serão atualizadas mensalmente em 1% + Selic, conforme critérios adotados pela Lei / Reparcelamento de débitos tributários Estabelece a possibilidade de reparcelamento dos débitos tributários constantes de parcelamento em curso ou que tenha sido rescindido, inclusive com a inclusão de novos débitos. Confederação Nacional da Indústria Conselho Temático Permanente da Micro e Pequena Empresa COMPEM Unidade de Pesquisa, Avaliação e Desenvolvimento PAD Contato: - tel.: (61)

ESTADO DA PARAÍBA SECRETARIA DE ESTADO DA RECEITA 28576_ LEI GERAL DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS LEI COMPLEMENTAR Nº 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006

ESTADO DA PARAÍBA SECRETARIA DE ESTADO DA RECEITA 28576_ LEI GERAL DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS LEI COMPLEMENTAR Nº 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006 ESTADO DA PARAÍBA SECRETARIA DE ESTADO DA RECEITA 28576_ LEI GERAL DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS LEI COMPLEMENTAR Nº 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006 PERGUNTAS E RESPOSTAS Este documento é de caráter meramente

Leia mais

Simples Nacional e MEI: Alterações para 2012

Simples Nacional e MEI: Alterações para 2012 Simples Nacional e MEI: Alterações para 2012 10/02/2012 O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) aprovou a Resolução nº 94, de 29/11/2011, que consolida todas as resoluções do Simples Nacional voltadas

Leia mais

Simples Nacional: Histórico e Perspectivas

Simples Nacional: Histórico e Perspectivas Simples Nacional: Histórico e Perspectivas Silas Santiago Secretário-Executivo Comitê Gestor do Simples Nacional SIMPLES NACIONAL GESTÃO COMPARTILHADA Comitê Gestor do Simples Nacional, órgão colegiado

Leia mais

Assunto: Simples Nacional - Alterada a legislação das microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo regime tributário simplificado

Assunto: Simples Nacional - Alterada a legislação das microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo regime tributário simplificado Rio de Janeiro, 11 de novembro de 2011. Of. Circ. N 351/11 Assunto: Simples Nacional - Alterada a legislação das microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo regime tributário simplificado Senhor

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*)

Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*) Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*) DOU de 24.5.2005 Dispõe sobre o Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais (Dacon) relativo a fatos geradores ocorridos no ano-calendário

Leia mais

*Lei Complementar 374/2009: CAPÍTULO I DA INSCRIÇÃO, LEGALIZAÇÃO E BAIXA

*Lei Complementar 374/2009: CAPÍTULO I DA INSCRIÇÃO, LEGALIZAÇÃO E BAIXA *Lei Complementar 374/2009: LEI COMPLEMENTAR Nº 374, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. REGULAMENTA O TRATAMENTO DIFERENCIADO E FAVORECIDO ÀS MICROEMPRESAS, ÀS EMPRESAS DE PEQUENO PORTE E AOS MICROEMPRESÁRIOS

Leia mais

SIMPLES NACIONAL 1. NOÇÕES GERAIS

SIMPLES NACIONAL 1. NOÇÕES GERAIS SIMPLES NACIONAL 1. NOÇÕES GERAIS SIMPLES NACIONAL 1.1. O que é O Simples Nacional é um regime tributário diferenciado, simplificado e favorecido previsto na Lei Complementar nº 123, de 2006, aplicável

Leia mais

MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL

MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL Conheça as condições para recolhimento do Simples Nacional em valores fixos mensais Visando retirar da informalidade os trabalhadores autônomos caracterizados como pequenos

Leia mais

PALAVRA DO PRESIDENTE. Prezados(as) Colegas,

PALAVRA DO PRESIDENTE. Prezados(as) Colegas, PALAVRA DO PRESIDENTE Prezados(as) Colegas, Após anos de batalhas junto aos poderes constituídos conquistamos, em 2014, uma das mais relevantes vitórias: A INCLUSÃO DOS CORRETORES DE IMÓVEIS NO SIMPLES

Leia mais

Lei Complementar 123/2006

Lei Complementar 123/2006 Lei Complementar 123/2006 Art. 18-A. O Microempreendedor Individual - MEI poderá optar pelo recolhimento dos impostos e contribuições abrangidos pelo Simples Nacional em valores fixos mensais, independentemente

Leia mais

MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL - MEI - Aspectos Previdenciários e Trabalhistas - Alterações

MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL - MEI - Aspectos Previdenciários e Trabalhistas - Alterações MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL - MEI - Aspectos Previdenciários e Trabalhistas - Alterações Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 20/08/2014. Sumário: 1 - Introdução 2 - Conceito 3 - Opção

Leia mais

Orientações sobre Micro Empreendedor Individual

Orientações sobre Micro Empreendedor Individual Orientações sobre Micro Empreendedor Individual Micro Empreendedor individual Definição Microempreendedor Individual (MEI) é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário.

Leia mais

Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 11/04/2011. 1 - INTRODUÇÃO. nº 123/2006, com a redação dada pela Lei Complementar nº 128/2008.

Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 11/04/2011. 1 - INTRODUÇÃO. nº 123/2006, com a redação dada pela Lei Complementar nº 128/2008. Trabalhistas MICROEMPREENDEDOR - Alterações INDIVIDUAL - MEI - Aspectos Previdenciários e Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 11/04/2011. Sumário: 12 Conceito Introdução 3.1 - Tributação

Leia mais

SIMPLES NACIONAL O que muda a partir de 2012. alterações da Lei Complementar 139/2011

SIMPLES NACIONAL O que muda a partir de 2012. alterações da Lei Complementar 139/2011 SIMPLES NACIONAL O que muda a partir de 2012 alterações da Lei Complementar 139/2011 SIMPLES NACIONAL O que muda a partir de 2012 alterações da Lei Complementar 139/2011 2011. Serviço de Apoio às Micro

Leia mais

CIRCULAR Medida Provisória 252/05

CIRCULAR Medida Provisória 252/05 CIRCULAR Medida Provisória 252/05 A Medida Provisória 252/05, publicada no Diário Oficial em 16 de junho de 2005, instituiu regimes especiais de tributação, alterou parte da legislação de Imposto de Renda,

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Transferência de Crédito de ICMS de Fornecedor Optante do Simples Nacional

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Transferência de Crédito de ICMS de Fornecedor Optante do Simples Nacional 09/01/2015 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 4 3.1 Transferência de Crédito do ICMS pelos Optantes do... 4 3.2 Do Ressarcimento

Leia mais

IN RFB 1.015/10 - IN - Instrução Normativa RECEITA FEDERAL DO BRASIL - RFB nº 1.015 de 05.03.2010

IN RFB 1.015/10 - IN - Instrução Normativa RECEITA FEDERAL DO BRASIL - RFB nº 1.015 de 05.03.2010 IN RFB 1.015/10 - IN - Instrução Normativa RECEITA FEDERAL DO BRASIL - RFB nº 1.015 de 05.03.2010 O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL SUBSTITUTO, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III

Leia mais

COMISSÃO MISTA PARA DISCUSSÃO DA LEGISLAÇÃO DA MICRO EMPRESA E EMPRESA DE PEQUUENO PORTE

COMISSÃO MISTA PARA DISCUSSÃO DA LEGISLAÇÃO DA MICRO EMPRESA E EMPRESA DE PEQUUENO PORTE PROPOSTAS PARA TRATAMENTO TRIBUTÁRIO DA MICROEMPRESA E EMPRESA DE PEQUENO PORTE EM MATO GROSSO Comissão criada pela Portaria nº 030/SUGP/SEFAZ de 04/05/04 LEGENDA ATENDIDO PTA RP 2004 1. MINUTA DE LEI

Leia mais

Gestão do Malha Fina GMF - Procedimentos Gerais

Gestão do Malha Fina GMF - Procedimentos Gerais Gestão do Malha Fina GMF - Procedimentos Gerais O sistema eletrônico de cruzamento de dados, denominado Gestão do Malha Fina foi instituído, no âmbito da Secretaria da Fazenda, considerando a necessidade

Leia mais

PUBLICADO NO ÓRGÃO OFICIAL DO MUNICÍPIO Nº 1750 DO DIA 06/08/2012.

PUBLICADO NO ÓRGÃO OFICIAL DO MUNICÍPIO Nº 1750 DO DIA 06/08/2012. PUBLICADO NO ÓRGÃO OFICIAL DO MUNICÍPIO Nº 1750 DO DIA 06/08/2012. DECRETO N 1426/2012 Regulamenta a entrega da Declaração Mensal de Serviços Eletrônica por prestadores e tomadores de serviços e dá outras

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011 Recolhimento Espontâneo 001 Quais os acréscimos legais que incidirão no caso de pagamento espontâneo de imposto ou contribuição administrado pela Secretaria da Receita

Leia mais

CARTILHA PARA CONDOMINIOS DAS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS DOS CONDOMÍNIOS SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

CARTILHA PARA CONDOMINIOS DAS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS DOS CONDOMÍNIOS SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CARTILHA PARA CONDOMINIOS DAS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS DOS CONDOMÍNIOS SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Os condomínios comerciais e residenciais devem proceder à retenção e o recolhimento do Imposto Sobre Serviços

Leia mais

Referência: Resolução CGSN nº 122/15 - Simples Nacional - esocial, supressão de atividades permitidas, ativos intangíveis Alterações.

Referência: Resolução CGSN nº 122/15 - Simples Nacional - esocial, supressão de atividades permitidas, ativos intangíveis Alterações. Of. Circ. Nº 269/15 Rio de Janeiro, 02 de setembro de 2015. Referência: Resolução CGSN nº 122/15 - Simples Nacional - esocial, supressão de atividades permitidas, ativos intangíveis Alterações. Senhor(a)

Leia mais

EFD Contribuições (PIS/COFINS) Atualizado com a Instrução Normativa RFB nº 1.280/2012

EFD Contribuições (PIS/COFINS) Atualizado com a Instrução Normativa RFB nº 1.280/2012 PIS/COFINS EFD Contribuições (PIS/COFINS) Atualizado com a Instrução Normativa RFB nº 1.280/2012 CONTEÚDO 1. INTRODUÇÃO 2. CERTIFICADO DIGITAL 3. OBRIGATORIEDADE 3.a Dispensa de Apresentação da EFD-Contribuições

Leia mais

CIRCULAR SUACIEF nº 013/2012 Em 11 de abril de 2012. Assunto Sobre a autorização de impressão de NF para Micro Empreendedor Individual - MEI.

CIRCULAR SUACIEF nº 013/2012 Em 11 de abril de 2012. Assunto Sobre a autorização de impressão de NF para Micro Empreendedor Individual - MEI. CIRCULAR SUACIEF nº 013/2012 Em 11 de abril de 2012 Assunto Sobre a autorização de impressão de NF para Micro Empreendedor Individual - MEI. Senhor Inspetor, Em reunião da qual participei hoje e onde estavam

Leia mais

Regime Tributário Unificado e Simplificado

Regime Tributário Unificado e Simplificado SUPER SIMPLES, uma abordagem para escolas de idiomas A partir de 1/7/07, estará em funcionamento o regime único de tributação, instituído pela Lei Complementar nº123, conhecida também como Super Simples

Leia mais

DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE

DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE 1 SIMPLES NITERÓI. Lei nº 2115 de 22 de dezembro 2003. A Câmara Municipal de Niterói decreta e eu sanciono e promulgo a seguinte Lei: TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Fica instituído, na forma

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO LEI N. 1.021, DE 21 DE JANEIRO DE 1992 "Define microempresa para efeito fiscal previsto na Lei Complementar n. 48/84 e dá outras providências." O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE seguinte Lei: FAÇO SABER que

Leia mais

http://www.consultorpublico.com.br falecom@consultorpublico.com.br

http://www.consultorpublico.com.br falecom@consultorpublico.com.br LEI COMPLEMENTAR Nº 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006. (ESTATUTO NACIONAL DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE) O ESTATUTO NACIONAL DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE E O ESTADO E MUNICÍPIOS

Leia mais

O arquivo da EFD-Contribuições deverá ser validado, assinado digitalmente e transmitido, via Internet, ao ambiente Sped.

O arquivo da EFD-Contribuições deverá ser validado, assinado digitalmente e transmitido, via Internet, ao ambiente Sped. 001 O que é a EFD-Contribuições? A EFD-Contribuições é a Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep, da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e da Contribuição

Leia mais

MANUAL DO PGMEI. 1 Introdução. 1.1 Apresentação do Programa

MANUAL DO PGMEI. 1 Introdução. 1.1 Apresentação do Programa PGMEI PGMEI Pág. 1 MANUAL DO PGMEI 1 Introdução 1.1 Apresentação do Programa O Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional para o Microempreendedor Individual (PGMEI) é um sistema

Leia mais

AGENDA TRIBUTÁRIA FEDERAL: DEZEMBRO DE 2015 - ADE CODAC Nº 37, DE 20/11/2015

AGENDA TRIBUTÁRIA FEDERAL: DEZEMBRO DE 2015 - ADE CODAC Nº 37, DE 20/11/2015 AGENDA TRIBUTÁRIA FEDERAL: DEZEMBRO DE 2015 - ADE CODAC Nº 37, DE 20/11/2015 Divulga a Agenda Tributária do mês de dezembro de 2015. O COORDENADOR-GERAL DE ARRECADAÇÃO E COBRANÇA, no uso da atribuição

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA LEI Nº 3.256, DE 24 DE DEZEMBRO DE 2003 Institui o programa de recuperação de créditos tributários da fazenda pública municipal REFIM e dá outras providências. Piauí Lei: O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA,

Leia mais

Operação Concorrência Leal

Operação Concorrência Leal 1 O que é? Operação Concorrência Leal O GESSIMPLES efetuou o cruzamento de informações da DASN de 2010 e 2011 com outras informações dos 130 mil contribuintes optantes pelo Simples Nacional no Estado,

Leia mais

ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO II DA DEFINIÇÃO DE MICROEMPRESA SOCIAL

ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO II DA DEFINIÇÃO DE MICROEMPRESA SOCIAL ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR LEI Nº 6.559, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2004 Publicada no DOE em 31 de dezembro de 2004 DISPÕE SOBRE A MICROEMPRESA SOCIAL, ESTABELECENDO TRATAMENTO TRIBUTÁRIO DIFERENCIADO,

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR nº, de 2014.

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR nº, de 2014. PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR nº, de 2014. (do Sr. Guilherme Campos e outros) Altera a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006 para reorganizar e simplificar a metodologia de apuração do imposto

Leia mais

MANUAL DO PGMEI. 1 Introdução. 1.1 Apresentação do Programa

MANUAL DO PGMEI. 1 Introdução. 1.1 Apresentação do Programa PGMEI PGMEI Pág. 1 MANUAL DO PGMEI 1 Introdução 1.1 Apresentação do Programa O Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional para o Microempreendedor Individual (PGMEI) é um sistema

Leia mais

NORMA DE EXECUÇÃO Nº 03, DE 21 DE JUNHO DE 2011

NORMA DE EXECUÇÃO Nº 03, DE 21 DE JUNHO DE 2011 NORMA DE EXECUÇÃO Nº 03, DE 21 DE JUNHO DE 2011 * Publicada no DOE em 28/06/2011 Estabelece procedimentos a serem observados pelos agentes fiscais para fins de lançamento do crédito tributário relativo

Leia mais

ANO XXII - 2011-3ª SEMANA DE ABRIL DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 16/2011 TRIBUTOS FEDERAIS SIMPLES NACIONAL

ANO XXII - 2011-3ª SEMANA DE ABRIL DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 16/2011 TRIBUTOS FEDERAIS SIMPLES NACIONAL ANO XXII - 2011-3ª SEMANA DE ABRIL DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 16/2011 TRIBUTOS FEDERAIS REGIME DE TRIBUTAÇÃO UNIFICADA (RTU) - HABILITAÇÃO E CREDENCIAMENTO DE INTERVENIENTES - NORMAS GERAIS Introdução

Leia mais

Conselho Temático Permanente da Micro e Pequena Empresa O Simples Nacional e o ICMS

Conselho Temático Permanente da Micro e Pequena Empresa O Simples Nacional e o ICMS Conselho Temático Permanente da Micro e Pequena Empresa O Simples Nacional e o ICMS Unidade de Pesquisa, Avaliação e Desenvolvimento Unidade de Política Econômica O Simples Nacional e o ICMS* Adesão ao

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI COMPLEMENTAR Nº 127, DE 14 DE AGOSTO DE 2007 Mensagem de veto Altera a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006. O PRESIDENTE

Leia mais

SIMPLES NACIONAL. Panorama para 2010

SIMPLES NACIONAL. Panorama para 2010 SIMPLES NACIONAL Panorama para 2010 SILAS SANTIAGO Rio de Janeiro, 14 de janeiro de 2010. Fundamentação legal Histórico: Fundamentação legal Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte

Leia mais

EFD-Contribuições Informações PIS/COFINS

EFD-Contribuições Informações PIS/COFINS EFD-Contribuições Informações PIS/COFINS 1. Introdução 2. Obrigatoriedade e dispensa 3. Periodicidade e prazo de entrega (Alterações IN nº 1.305/2012 e ADE Cofis nº 65/2012) 4. Dispensa do Dacon 5. Forma

Leia mais

CAPÍTULO I DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA

CAPÍTULO I DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA LEI Nº 2.182, DE 24 DE MAIO DE 2011. Institui a Nota Fiscal Eletrônica de Serviços no Município de Louveira, define forma, prazo e declarações de recolhimento do ISSQN pelo Sistema Eletrônico e dá outras

Leia mais

Esclarecimento de dúvidas sobre Regularidade Fiscal

Esclarecimento de dúvidas sobre Regularidade Fiscal Esclarecimento de dúvidas sobre Regularidade Fiscal Inteligência coletiva o conhecimento é construído de forma colaborativa, com a participação de todos Manter a regularidade Fiscal Atualização cadastral

Leia mais

Noções Gerais sobre o Simples Nacional e as obrigações dos contribuintes de ICMS no Estado do Pará

Noções Gerais sobre o Simples Nacional e as obrigações dos contribuintes de ICMS no Estado do Pará Noções Gerais sobre o Simples Nacional e as obrigações dos contribuintes de ICMS no Estado do Pará Apresentação para Contadores nos Municípios de Redenção, Xinguara, Rio Maria e Santana do Araguaia ESPONSÁVEL:

Leia mais

Receita Federal do Brasil. Lei Complementar 128. Alterações na Legislação Previdenciária

Receita Federal do Brasil. Lei Complementar 128. Alterações na Legislação Previdenciária Lei Complementar 128 Alterações na Legislação Previdenciária Microempreendedor Individual MEI Conceito: É o empresário individual, referido no art. 966 do Novo Código Civil, que tenha auferido receita

Leia mais

ANO XXII - 2011-4ª SEMANA DE ABRIL DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 17/2011 PIS/PASEP/COFINS IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA

ANO XXII - 2011-4ª SEMANA DE ABRIL DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 17/2011 PIS/PASEP/COFINS IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA ANO XXII - 2011-4ª SEMANA DE ABRIL DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 17/2011 PIS/PASEP/COFINS ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL DO PIS/PASEP E DA COFINS - EFD-PIS/COFINS - NORMAS GERAIS Introdução - Pessoas Jurídicas

Leia mais

AULA 11 MICROEMPRESA - CARACTERÍSTICAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE NO BRASIL

AULA 11 MICROEMPRESA - CARACTERÍSTICAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE NO BRASIL AULA 11 MICROEMPRESA - CARACTERÍSTICAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE NO BRASIL A Lei Complementar 123/2006 estabelece normas gerais relativas ao tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Diferencial de alíquota para produtos com destino industrialização

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Diferencial de alíquota para produtos com destino industrialização Segmentos industrialização 09/01/2014 Título do documento Sumário Sumário... 2 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 3 4. Conclusão... 7 5. Informações Complementares...

Leia mais

PARCELAMENTO DE TRIBUTOS FEDERAIS REFIS DA COPA

PARCELAMENTO DE TRIBUTOS FEDERAIS REFIS DA COPA PARCELAMENTO DE TRIBUTOS FEDERAIS REFIS DA COPA INTRODUÇÃO Após a mobilização de vários setores da economia juntamente com as proposições formuladas pelo Congresso Nacional, foi publicada a Lei 12.996/2014,

Leia mais

Empresa Júnior constitui ou não Instituição de Educação?

Empresa Júnior constitui ou não Instituição de Educação? 1 Sumário I. Introdução... 3 II. Empresa Júnior constitui ou não Instituição de Educação?... 3 III. As Imunidades Tributárias das Empresas Juniores... 4 IV. Incidência de Tributos sobre Empresas Juniores:...

Leia mais

SIMPLES NACIONAL PARA CORRETORES DE IMÓVEIS

SIMPLES NACIONAL PARA CORRETORES DE IMÓVEIS SIMPLES NACIONAL PARA CORRETORES DE IMÓVEIS APRESENTAÇÃO: SESCON BLUMENAU Leila P. Franke SESCON BLUMENAU Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações

Leia mais

67. As ME e EPP, optantes ou não pelo Simples Nacional, podem emitir que tipo de nota fiscal?

67. As ME e EPP, optantes ou não pelo Simples Nacional, podem emitir que tipo de nota fiscal? OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS 67. As ME e EPP, optantes ou não pelo Simples Nacional, podem emitir que tipo de nota fiscal? Nas operações de vendas a contribuinte, a Nota Fiscal, modelos 1 e 1-A ou a Nota Fiscal

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 6140, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2011. ALTERA OS ARTS. 54, 59, 62 E 69 DA LEI Nº 2657, DE 26 DE DEZEMBRO DE 1996, QUE DISPÕE SOBRE O IMPOSTO SOBRE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS E SERVIÇOS, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

QSM NEWS B O L E T I M I N F O R M A T I V O. São Paulo, 02 de janeiro de 2012 - Ano 8 - nº 01 ANO NOVO, NOVAS MUDANÇAS!

QSM NEWS B O L E T I M I N F O R M A T I V O. São Paulo, 02 de janeiro de 2012 - Ano 8 - nº 01 ANO NOVO, NOVAS MUDANÇAS! QSM NEWS B O L E T I M I N F O R M A T I V O São Paulo, 02 de janeiro de 2012 - Ano 8 - nº 01 www.qsm.com.br ANO NOVO, NOVAS MUDANÇAS! O fato de mudarmos de ano nos faz revigorados e prontos para novos

Leia mais

MICRO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL - MEI

MICRO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL - MEI MICRO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL - MEI 1. NOÇÕES GERAIS MICRO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL - MEI 1.1. O que é Micro Empreendedor Individual? É o contribuinte que tenha auferido receita bruta no ano calendário

Leia mais

MICRO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL - MEI

MICRO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL - MEI MICRO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL - MEI 1. NOÇÕES GERAIS MICRO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL - MEI 1.1. O que é Micro Empreendedor Individual? É o contribuinte que tenha auferido receita bruta no ano calendário

Leia mais

DECRETO N. 134/2010, DE 28 DE OUTUBRO DE 2010.

DECRETO N. 134/2010, DE 28 DE OUTUBRO DE 2010. DECRETO N. 134/2010, DE 28 DE OUTUBRO DE 2010. Institui o gerenciamento eletrônico do ISS - Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - e a emissão de Documento de Arrecadação Municipal - DAM - por meios

Leia mais

esocial esocial Diminuir o custo de produção, o controle e disponibilização das informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais;

esocial esocial Diminuir o custo de produção, o controle e disponibilização das informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais; Ref.: nº 26/2015 esocial 1. Conceito O esocial é um projeto do Governo Federal que vai coletar as informações descritas em seu objeto, armazenando-as em Ambiente Nacional, possibilitando aos órgãos participantes,

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SMFA Nº 01/2010

INSTRUÇÃO NORMATIVA SMFA Nº 01/2010 INSTRUÇÃO NORMATIVA SMFA Nº 01/2010 Define as regras e os prestadores de serviços e substitutos tributários do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza obrigados a efetuar a Declaração Eletrônica Mensal

Leia mais

Art. 1º O art. 1º da Resolução CGSN nº 3, de 28 de maio de 2007, passa a vigorar com a seguinte redação:

Art. 1º O art. 1º da Resolução CGSN nº 3, de 28 de maio de 2007, passa a vigorar com a seguinte redação: RESOLUÇÃO CGSN Nº 115, DE 4 DE SETEMBRO DE 2014 DOU de 08/09/2014 Publicação: 08/09/2014 Altera a Resolução CGSN nº 3, de 28 de maio de 2007, que dispõe sobre a composição da Secretaria Executiva do Comitê

Leia mais

DECRETO Nº 659 DE 26 DE MAIO DE 2014. O PREFEITO MUNICIPAL DE TUPANDI, no uso de suas atribuições legais, D E C R E T A

DECRETO Nº 659 DE 26 DE MAIO DE 2014. O PREFEITO MUNICIPAL DE TUPANDI, no uso de suas atribuições legais, D E C R E T A DECRETO Nº 659 DE 26 DE MAIO DE 2014. REGULAMENTA A LEI MUNICIPAL N.º 1.209, DE 02 DE MAIO DE 2014, QUE INSTITUI A NOTA FISCAL ELETRÔNICA DE SERVIÇOS, A DECLARAÇÃO ELETRÔNICA DE SERVIÇOS, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

LEI Nº 13.043, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2014 LEI DE CONVERSÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 651 ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA

LEI Nº 13.043, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2014 LEI DE CONVERSÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 651 ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA LEI Nº 13.043, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2014 LEI DE CONVERSÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 651 ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA A Medida Provisória (MP) nº 651/14 promoveu diversas alterações na legislação tributária

Leia mais

PARCELAMENTO ORDINÁRIO PORTO ALEGRE

PARCELAMENTO ORDINÁRIO PORTO ALEGRE PARCELAMENTO ORDINÁRIO PORTO ALEGRE 1 A - PARCELAMENTO ORDINÁRIO DE TRIBUTOS MUNICIPAIS 1 Em regra, os créditos tributários junto à Fazenda Municipal de Porto Alegre podem ser pagos em até 24 (vinte e

Leia mais

PGDAS CÁLCULO DO VALOR DEVIDO. Maio/2008

PGDAS CÁLCULO DO VALOR DEVIDO. Maio/2008 PGDAS CÁLCULO DO VALOR DEVIDO Maio/2008 1 CÁLCULO DO VALOR DEVIDO Será disponibilizado sistema eletrônico para realização do cálculo simplificado do valor mensal devido referente ao Simples Nacional. (LC123/2006,

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Comparativo leiaute DIPJ 2014 x ECF

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Comparativo leiaute DIPJ 2014 x ECF Comparativo leiaute DIPJ 2014 x ECF 05/05/2014 Título do documento Sumário Sumário... 2 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas Pelo Time da Eficiência Comercial... 3 3. Análise da Legislação... 4 3.1 Comparativo

Leia mais

Resolução Conjunta SF/PGE Nº 1 DE 28/02/2013 (Estadual - São Paulo)

Resolução Conjunta SF/PGE Nº 1 DE 28/02/2013 (Estadual - São Paulo) Resolução Conjunta SF/PGE Nº 1 DE 28/02/2013 (Estadual - São Paulo) Data D.O.: 01/03/2013 Disciplina os procedimentos administrativos necessários à liquidação de débitos fiscais do Imposto sobre Operações

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 27 DE MARÇO DE 2003

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 27 DE MARÇO DE 2003 Ministério da Previdência Social Instituto Nacional do Seguro Social Diretoria Colegiada INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 27 DE MARÇO DE 2003 Dispõe sobre a contribuição para o financiamento da aposentadoria

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Tributos Microempreendedor Individual (MEI)

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Tributos Microempreendedor Individual (MEI) 04/09/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 4 3.1 Contratação de Empregado... 7 3.2 Cessão ou Locação de Mão-de-Obra... 7

Leia mais

EXIGÊNCIA DE INSCRIÇÃO DE EMPRESA ESTRANGEIRA NO CADASTRO NACIONAL DE PESSOA JURÍDICA (CNPJ), SEGUNDO A INSTRUÇÃO NORMATIVA (SRF) N 200 DE 2002.

EXIGÊNCIA DE INSCRIÇÃO DE EMPRESA ESTRANGEIRA NO CADASTRO NACIONAL DE PESSOA JURÍDICA (CNPJ), SEGUNDO A INSTRUÇÃO NORMATIVA (SRF) N 200 DE 2002. EXIGÊNCIA DE INSCRIÇÃO DE EMPRESA ESTRANGEIRA NO CADASTRO NACIONAL DE PESSOA JURÍDICA (CNPJ), SEGUNDO A INSTRUÇÃO NORMATIVA (SRF) N 200 DE 2002. Em 13 de setembro de 2002, a Secretaria da Receita Federal

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 255 - Data 15 de setembro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: SIMPLES NACIONAL CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA SUBSTITUTIVA. EMPRESAS

Leia mais

Como aplicar os avanços da Lei Complementar 123/2006 na área de Compras Governamentais Tema: Compras Governamentais

Como aplicar os avanços da Lei Complementar 123/2006 na área de Compras Governamentais Tema: Compras Governamentais Como aplicar os avanços da Lei Complementar 123/2006 na área de Compras Governamentais Tema: Compras Governamentais Análise realizada em 25/08/2014. Consultores: Maurício Zanin, Maria Aparecida e Mauro

Leia mais

VARGAS CONTABILIDADE atendimento@vargascontabilidaders.com.br ORIENTAÇÃO

VARGAS CONTABILIDADE atendimento@vargascontabilidaders.com.br ORIENTAÇÃO VARGAS CONTABILIDADE atendimento@vargascontabilidaders.com.br ORIENTAÇÃO PREVIDÊNCIA SOCIAL Décimo Terceiro Salário Nesta orientação, vamos apresentar como deve ser preenchida a declaração do SEFIP Sistema

Leia mais

Dívidas não parceladas anteriormente

Dívidas não parceladas anteriormente Débitos abrangidos Dívidas não parceladas anteriormente Artigo 1º da Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 6, de 2009 Poderão ser pagos ou parcelados, em até 180 (cento e oitenta) meses, nas condições dos arts.

Leia mais

FORMALIZAÇÃO formalização será feita pela internet no endereço no endereço www.portaldoempreendedor.gov.br, a partir de 01/07/2009.

FORMALIZAÇÃO formalização será feita pela internet no endereço no endereço www.portaldoempreendedor.gov.br, a partir de 01/07/2009. M.E.I. (Micro empreendedor Individual) Lei Complementar numero 128 de 19 de dezembro de 2008. Considera-se MEI o empresário individual a que se refere o art. 966 da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002

Leia mais

SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL. Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas. Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014

SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL. Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas. Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014 SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014 Sistema Tributário Nacional Conjunto de regras jurídicas

Leia mais

Legislação Comentada. Anexo II-A da Parte II da Resolução SEFAZ nº 720/14

Legislação Comentada. Anexo II-A da Parte II da Resolução SEFAZ nº 720/14 Legislação Comentada Anexo II-A da Parte II da Resolução SEFAZ nº 720/14 2 A foi instituída no Estado do Rio de Janeiro em 13 de maio de 2014 com a publicação do Decreto nº 44.785, que alterou o Anexo

Leia mais

Simples Nacional. Seminário de Direito Tributário. Assunto: PGDAS. Palestrante: Adalgisa G. M. Sabino

Simples Nacional. Seminário de Direito Tributário. Assunto: PGDAS. Palestrante: Adalgisa G. M. Sabino Simples Nacional Seminário de Direito Tributário Assunto: PGDAS Palestrante: Adalgisa G. M. Sabino 1 CÁLCULO E PGDAS Conceitos Básicos para Cálculo Regime de Tributação: Competência e Caixa Segregação

Leia mais

MUNICÍPIO DE CAUCAIA

MUNICÍPIO DE CAUCAIA LEI N 1765, DE 25 DE AGOSTO 2006. Institui o Programa de Recuperação Fiscal - REFIS no Município de Caucaia, e dá outras providências. A PREFEITA MUNICIPAL DE CAUCAIA, no uso de suas atribuições legais,

Leia mais

Instrução Normativa RFB n 1.353/13 MAIO DE 2.013

Instrução Normativa RFB n 1.353/13 MAIO DE 2.013 Instrução Normativa RFB n 1.353/13 MAIO DE 2.013 PRINCIPAIS CONSIDERAÇÕES O Art. 1 da IN RFB n 1353/13 instituiu a Escrituração Fiscal Digital do Imposto sobre a Renda e da Contribuição Social sobre o

Leia mais

MATERIAL EXTRAIDO DA REVISTA SEMANA COAD Nº 19 PG. 285 / 2009

MATERIAL EXTRAIDO DA REVISTA SEMANA COAD Nº 19 PG. 285 / 2009 MATERIAL EXTRAIDO DA REVISTA SEMANA COAD Nº 19 PG. 285 / 2009 Informativo 19 - Página 285 - Ano 2009 ORIENTAÇÃO MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL Opção pelo SIMEI Conheça as condições para recolhimento

Leia mais

http://www.merchant.com.br

http://www.merchant.com.br DOU de 29.10.2004 Dispõe sobre a retenção de tributos e contribuições nos pagamentos efetuados pelas pessoas jurídicas de direito privado a outras pessoas jurídicas pela prestação de serviços. O SECRETÁRIO

Leia mais

XII Seminário Internacional de Países Latinos Europa América.

XII Seminário Internacional de Países Latinos Europa América. XII Seminário Internacional de Países Latinos Europa América. La Gestión Contable, Administrativa y Tributaria en las PYMES e Integración Europa-América 23 24 de junio 2006 Santa Cruz de la Sierra (Bolívia)

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIAS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIAS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIAS EIRELI X MEI ALUNA: Karen Lorena Guzmán Rodriguez 3º ano de Ciências Contábeis 2012 EMPRESA INDIVIDUAL DE RESPONSABILIDADE LTDA DEFINIÇÃO A Definição do Empresário Individual

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 924, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2009

RESOLUÇÃO Nº 924, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2009 RESOLUÇÃO Nº 924, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2009 Institui o Programa de Parcelamento de Débitos Fiscais no âmbito do Sistema CFMV/ CRMVs, destinado à regularização de débitos de anuidades, multas, taxas, emolumentos

Leia mais

1. Qual o significado da sigla MEI? 2. Qual é a definição de MEI? 3. Quem pode se enquadrar como MEI?

1. Qual o significado da sigla MEI? 2. Qual é a definição de MEI? 3. Quem pode se enquadrar como MEI? FAQ -MEI 1. Qual o significado da sigla MEI? R: MEI é a sigla utilizada para Micro Empreendedor Individual 2. Qual é a definição de MEI? R: O MEI é o empresário individual a que se refere o art. 966 do

Leia mais

Escola de Gestão Pública Municipal - EGEM

Escola de Gestão Pública Municipal - EGEM Escola de Gestão Pública Municipal - EGEM CURSO SOBRE OPERACIONALIZAÇÃO DO SIMPLES NACIONAL Professor: JOHNNY BERTOLETTI RACIC PROMOÇÃO REALIZAÇÃO APOIO APRESENTAÇÃO DA EGEM O ano de 2007 marcou o início

Leia mais

Dispõe sobre a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF).

Dispõe sobre a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF). INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF Nº 974, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF). O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso das atribuições

Leia mais

República Federativa do Brasil Estado do Ceará Município de Juazeiro do Norte Poder Executivo

República Federativa do Brasil Estado do Ceará Município de Juazeiro do Norte Poder Executivo DECRETO N.º 501, DE 27 DE SETEMBRO DE 2011. Regulamenta a instituição do gerenciamento eletrônico do ISSQN- Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, a escrituração econômico-fiscal e a emissão de documento

Leia mais

DECRETO Nº. 531 DE 01 DE JULHO DE 2012.

DECRETO Nº. 531 DE 01 DE JULHO DE 2012. DECRETO Nº. 531 DE 01 DE JULHO DE 2012. Regulamenta o uso da Nota Fiscal de Serviços Eletrônica no ISSQN, a forma e o prazo de recolhimento dos tributos municipais e respectivos acréscimos perante o Código

Leia mais

Prefeitura Municipal de Ibirataia Estado da Bahia

Prefeitura Municipal de Ibirataia Estado da Bahia DECRETO Nº 3857, de 29 de setembro de 2015. "Institui e Regulamenta a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS e) no Município de Ibirataia e dá outras providências." O Prefeito do Município de Ibirataia,,

Leia mais

MANUAL DO PGMEI Versão Janeiro/2016

MANUAL DO PGMEI Versão Janeiro/2016 MANUAL DO PGMEI Versão Janeiro/2016 PGMEI Pág. 1 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 3 1.1 APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA... 3 1.2 OBJETIVO DO PROGRAMA... 3 1.3 A QUEM SE DESTINA... 3 1.4 TRIBUTOS ABRANGIDOS PELO SIMEI...

Leia mais

Area : Fiscal Data: 11/08/2015 Autor : Sueli Sousa Revisor : Sueli Sousa

Area : Fiscal Data: 11/08/2015 Autor : Sueli Sousa Revisor : Sueli Sousa 2015-08/02 - Boletim Informativo SISCOSERV Area : Fiscal Data: 11/08/2015 Autor : Sueli Sousa Revisor : Sueli Sousa IRKO Organização Contábil Ltda. Rua Dom Jose de Barros, 177 2º andar São Paulo - Fone:

Leia mais

Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Presidente: Claudio Avelino Mac-Knight Filippi Gestão: 2014-2015

Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Presidente: Claudio Avelino Mac-Knight Filippi Gestão: 2014-2015 Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Presidente: Claudio Avelino Mac-Knight Filippi Gestão: 2014-2015 Resenha de Matérias Técnicas Nº. 844, de 17 09 2015 Matéria Especial: CONSOLIDAÇÃO

Leia mais

Super Simples Indícios da Reforma Tributária Brasileira

Super Simples Indícios da Reforma Tributária Brasileira Super Simples Indícios da Reforma Tributária Brasileira 1. Introdução O dia 7 de agosto do corrente ano entrou para a história como uma das mais importantes datas para a possível concretização da reforma

Leia mais

Manual. Declaração Anual Simplificada para o Microempreendedor Individual DASN - SIMEI

Manual. Declaração Anual Simplificada para o Microempreendedor Individual DASN - SIMEI Manual Declaração Anual Simplificada para o Microempreendedor Individual DASN - SIMEI Sumário DASN-SIMEI 1. Definições...2 2. Acesso à Declaração...3 3. Apresentação do Programa...3 4. Requisitos Tecnológicos...4

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BAMBUÍ Praça Mozart Torres, 68 Bairro Centro Cep.: 38.900-000 BAMBUÍ - MG CNPJ: 20.920.567/0001-93

PREFEITURA MUNICIPAL DE BAMBUÍ Praça Mozart Torres, 68 Bairro Centro Cep.: 38.900-000 BAMBUÍ - MG CNPJ: 20.920.567/0001-93 . DECRETO Nº 1.763 DE 18 DE MARÇO DE 2014. PREFEITO MUNICIPAL DE BAMBUÍ, em vigor, Estado de Minas Gerais, no uso de suas atribuições legais, DECRETA: CAPÍTULO I DO SISTEMA ELETRÔNICO DE GESTÃO DO ISSQN

Leia mais

Compra e recebimento de Crédito de ICMS para pagamento de conta de Energia Elétrica

Compra e recebimento de Crédito de ICMS para pagamento de conta de Energia Elétrica Compra e recebimento de Crédito de ICMS para pagamento de conta de Energia Elétrica Engº Francisco Antônio Ramos de Oliveira Gerente de Negócios faro@cpfl.com.br 14 9148 5978 São Paulo, 16 de junho de

Leia mais