ANAIS COMO MENSURAR O SISTEMA INOVATIVO DE UMA PEQUENA EMPRESA DE BASE TECNOLÓGICA?

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1 COMO MENSURAR O SISTEMA INOVATIVO DE UMA PEQUENA EMPRESA DE BASE TECNOLÓGICA? BRUNA CARVALHO DA SILVA ( ) UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE MARIANA RODRIGUES DE ALMEIDA ( ) UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE Resumo O objetivo deste estudo é formular um procedimento para a mensuração de um sistema inovativo e apresentar os principais indicadores e métodos sugeridos pela literatura, desenhando, assim, um marco teórico que facilita a compreensão, análise e mensuração do processo de desenvolvimento da inovação em pequenas empresas de base tecnológica. Realizou-se uma sistematização do estado da arte, considerando a evolução do conceito de inovação e sua adequação ao contexto atual das empresas. Como resultado, foi proposto um quadro conceitual que apresenta os procedimentos necessários para mensurar um sistema inovativo. Esta pesquisa é uma contribuição para futuros estudos na área, fornecendo feedbacks para orientar as políticas públicas de fomento e financiamento a pesquisa e desenvolvimento tecnológico, podendo também, subsidiar às pequenas empresas no aprimoramento dos seus processos inovativos internos. Palavras-chave: Inovação tecnológica. Sistema inovativo. Procedimento de mensuração. Pequena empresa de Base Tecnológica. 1. Introdução A globalização, mediante a internacionalização dos mercados, intensificou a concorrência entre empresas, elevando a necessidade de novos produtos e serviços caracterizados por operações de baixo custo, tempo rápido de resposta, confiabilidade de entrega e flexibilidade. Nesse ambiente dinâmico, a inovação tecnológica é considerada como um fator estratégico potencial para o aumento da competitividade, criação de novos e melhores empregos, melhoria da produtividade e, consequentemente, aumento das receitas das organizações empresariais, responsáveis por financiar uma parcela dos avanços tecnológicos, econômicos e sociais das nações. As empresas de alta tecnologia têm sido reconhecidas como fonte de vantagem competitiva, visto que, efetivamente, exploram oportunidades de mercado, desempenhando um papel central na economia. Dessa maneira, faz-se necessário medir e avaliar a mudança tecnológica resultante dos sistemas inovativos desse grupo de empresas a fim de aumentar o conhecimento sobre as forças motrizes e as consequências socioeconômicas da inovação. Embora a inovação seja um processo dinâmico e multidimensional, contextualizado em termos de ideias, aprendizagem, criação de conhecimento, competências e, inerentemente, difícil de quantificar e mensurar, alguns dos seus aspectos podem ser estudados em termos de indicadores de processos e outputs (SMITH, 2005). 1/16

2 Neste contexto, o objetivo geral do presente estudo é formular um procedimento para a mensuração de um sistema inovativo e apresentar os principais indicadores e métodos sugeridos pela literatura desenhando um quadro conceitual que facilite a compreensão, análise e mensuração do processo de desenvolvimento de uma inovação em pequenas empresas de base tecnológica. O trabalho inclui a evolução dos conceitos de inovação, além dos tipos de inovação tecnológica referenciados na literatura; em seguida, são caracterizadas as pequenas empresas de base tecnológica, enfatizando o ciclo de vida e barreiras às inovações. Na sequência se propõe um quadro conceitual para a mensuração dos sistemas inovativos, sendo especificados os principais indicadores e métodos utilizados para capturar os resultados em um processo de desenvolvimento de uma inovação. Finalmente, são apresentadas as conclusões do estudo. 2. Inovação Tecnológica A inovação tecnológica abrange a busca por soluções a problemas tecnológicos, tipicamente desestruturados, de maneira que a informação disponível não fornece uma alternativa praticável (DOSI, 1988). Por sua vez, essas soluções inovativas contribuem para o surgimento de descobertas e criações, envolvendo experiências anteriores, conhecimento formal e capacitações específicas. Delimitada pelos conceitos de ciência e tecnologia, a inovação pode ser visualizada como uma resposta tecnológica a uma demanda de mercado (CARAYANNIS; ROY, 2000). Segundo Matias-Pereira e Kruglianskas (2005, p. 3), a inovação tecnológica deve ser resultado de um ambiente que produz ciência de ponta e influencia direta e indiretamente o setor produtivo, especialmente por meio dos setores de pesquisa e desenvolvimento gerados no bojo das empresas. Nesse sentido, a origem de uma inovação, envolve, primariamente, a geração de muitas invenções relacionadas entre si. Entretanto, quando a solução de um enigma científico básico permanece no ambiente do laboratório, esta não proporciona nenhuma contribuição econômica direta, ou seja, uma descoberta que não explora os limites além dos laboratórios não é uma inovação. Uma inovação inclui não só a pesquisa básica e aplicada, mas também, o desenvolvimento, a manufatura, o marketing, a distribuição, a manutenção, e mais tarde a adaptação e atualização de produtos (SMITH; BARFIELD, 1996). Alguns economistas (SCHUMPETER, 1911; 1927; SOLOW, 1957; NELSON; WINTER, 1974; PAVITT, 1984; DOSI, 1988) se propuseram a explicar o crescimento econômico, fazendo da inovação tecnológica o cerne dos fenômenos econômicos essenciais (FREEMAN et al., 1997). Isto tem desencadeado vários estudos teóricos e empíricos, que, ascendentemente vêm fornecendo novas alternativas para o tratamento da inovação e do progresso técnico. Desde modo, a inovação tecnológica pode ter sua estrutura conceitual baseada em quatro diferentes correntes de pensamento: (a) visão schumpeteriana (SCHUMPETER, 1911; 1927); (b) teoria neoclássica (SOLOW, 1957); (c) teoria evolucionária (NELSON; WINTER, 1974); e, (d) visão neo-schumpeterina (FREEMAN et al., 1997; DOSI, 1988). Em termos gerais, ao longo da evolução dessas correntes de pensamento, o conceito geral de inovação tecnológica foi incorporando novos e diferentes conhecimentos, ainda que, seus princípios básicos sejam comuns na maioria das definições. A Tabela 1 oferece um resumo de diversas explanações para inovação a partir da visão dos autores supracitados. 2/16

3 Autores Schumpeter (1927, p. 295) Nelson e Winter (1974, p. 894) ANAIS Inovação Tecnológica Conceito As inovações são mudanças nas combinações dos fatores de produção, que consistem, principalmente, em mudanças nos métodos de produção e transporte, ou em mudanças na organização industrial, ou na produção de novas fontes de materiais. As inovações são mudanças nas regras de decisão existentes. A inovação é definida como um produto ou processo de produção Pavitt (1984, p. 344) novo ou melhorado, comercializado ou utilizado em um país, quer tinha sido desenvolvido primeiro nesse país ou em outro. Uma inovação é realizada apenas com a primeira transação Freeman et al. (1997) comercial envolvendo um novo produto ou processo. Uma inovação é a implementação de um produto (bem ou serviço) novo ou significativamente melhorado, ou um processo, ou um OCDE (2005, p. 55) novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas. Tabela 1 - Evolução dos conceitos de inovação tecnológica. A intensificação da concorrência expôs o processo de inovação a influências significativas, alterando a natureza e os cenários existentes. As empresas, nesse novo panorama, implementaram uma diversidade de novas práticas com a finalidade de melhorar o desempenho e aumentar o retorno econômico. Diante deste cenário, um conjunto maior de tipos de inovação foi possível, contemplando as dimensões: (a) inovação em produto; (b) inovação em processo; (c) inovação em marketing; e (d) inovação organizacional. No primórdio das discussões sobre inovação, Schumpeter (1911) já assumia um amplo conjunto de variações para as manifestações de novas realizações, englobando os cinco casos seguintes: (1) introdução de um novo bem; (2) introdução de um novo método de produção; (3) abertura de um novo mercado; (4) conquista de uma nova fonte de matérias-primas ou de bens semimanufaturados; e, (5) estabelecimento de uma nova organização de qualquer indústria. Percebe-se com isso, que os tipos de inovação estão gradativamente evoluindo, acompanhando tanto as tecnologias demandadas pelo mercado quanto aquelas empurradas para o mercado. Desse modo, a inovação passa a ser compreendida como um processo de natureza interativa envolvendo duas importantes abordagens: (1) o desenvolvimento tecnológico de uma invenção, combinado com a introdução no mercado aos usuários finais por meio de difusão e adoção; e, (2) o processo de inovação incluindo, automaticamente, a primeira introdução de uma inovação e a reintrodução de uma inovação melhorada. A capacidade de inovar está atrelada ao surgimento de uma mudança de paradigma na ciência, tecnologia e/ou na estrutura de mercado de uma indústria, ou à influência da inovação nos recursos tecnológicos, marketing, habilidades, conhecimentos, ou estratégias existentes na empresa. No entanto, vale enfatizar a existência de algumas limitações associadas às atividades inovativas de empresas privadas, particularmente, as de pequeno porte, como a falta de recursos de capital e a incidência de elevada incerteza no desenvolvimento e comercialização da inovação. Frente a esses tipos de limitações e a contribuição das pequenas empresas de base tecnológica a atividade inovativa, faz-se necessário analisar a dinâmica dos sistemas de inovação desse grupo de empresas, objetivando respaldar futuros estudos na área, bem como fornecer feedbacks na tomada de decisões, no que concerne as políticas públicas de 3/16

4 financiamento e/ou fomento de subsídios financeiros as atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D) no setor privado. 3. Pequena Empresa de Base Tecnológica (PEBT) As pequenas empresas de base tecnológica são conceituadas como aquelas que dispõem de competência rara ou exclusiva em termos de produtos e processos, viáveis comercialmente, que incorporam grau elevado de conhecimento científico (FERRO et al., 1988). Sendo assim, são responsáveis por investir 5% ou mais de suas receitas de vendas anuais em P&D (BALKIN; GOMEZ-MEJIA, 1987), destacando-se por serem, predominantemente, empresas jovens. Normalmente, originam-se em circunstâncias de crescimento altamente restrito, devido ao foco em um único produto e ao caráter de nicho de mercado (HOFFMAN et al., 1998).. A literatura apresenta uma variedade de terminologias para circunscrever esse objeto de estudo, as quais podem ser demarcadas por alguns autores, como: (1) pequenas empresas de alta tecnologia - high technology small firms (O REGAN; SIMS, 2008); (2) empresas baseadas em novas tecnologias new technology-based firms NTBFs (HOFFMAN et al., 1998); (3) empresas emergentes de alta tecnologia high-technology Start-Ups (KOGA, 2005); e, (4) pequenas empresas inovativas Small Innovative Companies (ACS; AUDRETSCH, 1988). Ao longo das últimas décadas, as empresas de alta tecnologia têm sido reconhecidas como fonte de vantagens competitivas, visto que, efetivamente, exploram oportunidades de mercado, desempenhando um papel central na economia, pela criação de empregos (O REGAN E SIMS, 2008). No Japão, as Start-Ups de alta tecnologia são esperadas para revitalizar a economia japonesa pelo estímulo à inovação, criação de novos mercados, e aumento da renda nacional (KOGA, 2005, p. 54). Em uma realidade de países em desenvolvimento, estas empresas têm uma grande representatividade na economia, como no caso de Israel, onde 75% do PNB (Produto Nacional Bruto) de 2000 teve origem nas pequenas empresas de base tecnológica (CHOREV; ANDERSON, 2008). Com frequência, as empresas de alta tecnologia estão presentes nos setores de eletrônica, telecomunicações, aeroespacial, biotecnologia, medicamentos e tecnologia da informação (MILKOVICH et al., 1990). No Brasil, atuam nos setores de informática, biotecnologia, robótica e novos materiais (FERRO et al., 1988). Geralmente, embora em setores distintos, as empresas high-tech apresentam algumas características em comum, entre elas: (1) apresentam ciclo de vida dos produtos mais curto quando compradas com empresas tradicionais; (2) são lideradas por empresários que obtém apoio financeiro de investidores de risco (venture capitalists), os quais, na maioria das vezes, detêm uma parte da empresa; (3) possuem investimentos significativos em P&D focados, principalmente, em produtos na vanguarda da tecnologia (BALKIN; GOMEZ-MEJIA, 1987); e, (4) tendem a ter funcionários que são altamente qualificados, disponibilizando grande proporção de seus ativos em capital intelectual humano, não possuindo, assim, grandes investimentos de capital intensivo, como em empresas tradicionais; (MILKOVICH et al., 1990). Apesar das empresas de alta tecnologia possuir algumas características específicas, os limites entre estas e aquelas de baixa tecnologia são muitas vezes confusos. Com o propósito de explorar as categorias existentes para classificar empresas como de alta ou baixa tecnologia, O Regan e Sims (2008) propõem uma abordagem baseada em critérios de inputs e outputs; assim, na perspectiva dos inputs, a essência de empresas high-tech pode ser capturada 4/16

5 pelos fatores: (1) grau de ênfase ou investimento em P&D; (2) inovação; (3) criatividade; e, (4) capacidades; enquanto na perspectiva dos outputs, são considerados importantes para a mensuração do desempenho desse grupo de empresas, critérios como: (1) lucratividade; (2) crescimento; e (3) patentes. Para o nascimento e desenvolvimento das pequenas empresas tecnológicas algumas condições ambientais são necessárias. Segundo Ferro et al. (1988), estas condições compreendem uma política estatal favorável, podendo ou não fornecer formas de subsídios e apoio, mão de obra altamente qualificada e uma economia suficientemente desenvolvida para absorver produtos tecnologicamente avançados. Essas empresas dependem de relações com universidades, empresas públicas ou privadas, institutos de pesquisa e desenvolvimento, entre outros, sendo o processo de criação classificado em três formas ideais, embora a realidade seja muito mais rica e complexa: (1) spin-offs; (2) empresas geradas ou estimuladas por grandes empresas; e, (3) empresas criadas por pessoas ligadas a universidade ou a instituições de pesquisa. Por outro lado, o processo de criação de empresas de alta tecnologia está sujeito a diversos obstáculos, os quais incluem: (1) deficiências de recursos financeiros; (2) falta de habilidades específicas dos recursos humanos (FERRO et al., 1988); (3) custos fixos elevados (BALKIN; GOMEZ-MEJIA, 1987; MILKOVICH et al., 1990); (4) elevadas taxas de mudança tecnológica; (5) dependência por inovações radicais para se estabelecerem em determinados setores industriais; (6) exposição a ambientes de incerteza, que requerem uma maior disposição para assumir riscos; e, (7) altas taxas de mortalidade (BALKIN; GOMEZ- MEJIA, 1987). Alguns autores (Hadjimanolis, 1999; Galia e Legros, 2004; Madrid-Guijarro et al., 2009) analisaram as principais barreiras à inovação, que, em um nível macro, podem ser caracterizadas em seis grandes categorias: (1) informacional - falta de informações sobre tecnologia; falta de informação sobre mercado; e, falta de conhecimento básico de negócios; (2) financeira - custo elevado da inovação; acesso difícil a fontes de financiamento externo; e riscos excessivos; (3) governo - burocracia governamental; falta de oportunidade de parcerias com instituições de pesquisa; e, falta de assistência do governo; (4) organizacional - fraquezas nas habilidades gerenciais e falta de infraestrutura; (5) mercado - falta de demanda para a inovação; e, (6) recursos humanos - falta de pessoal qualificado. Neste contexto, a fim de encorajar o desenvolvimento de empresas de alta tecnologia e diminuir as altas taxas de mortalidade das quais são vítimas, têm-se sugerido ações ativas do governo e de agências de desenvolvimento (O REGAN; SIMS, 2008). Todavia, tais ações devem focar nas necessidades específicas dos diferentes estágios do ciclo de vida dessas empresas. Normalmente, um modelo sequencial de desenvolvimento para tecnologias nascentes apresenta-se sob uma natureza de multiestágios, a qual pode variar entre três a dez estágios (Lester et al., 2003). Scott e Bruce (1987) e Auerswald e Branscomb (2003) corroboram que o modelo de crescimento para pequena empresa engloba cinco estágios distintos: (1) pesquisa básica; (2) ideia / invenção; (3) estágio inicial do desenvolvimento tecnológico - EIDT; (4) desenvolvimento do produto; e, (5) produção / marketing e, que, ao longo do processo, diferentes fundos de financiamento são necessários para converter os resultados da pesquisa básica em produtos comerciais de sucesso. Em síntese, o processo de desenvolvimento de uma inovação em uma PEBT implica geração, difusão e utilização de tecnologias (artefatos físicos, know-how técnico) que possuem valor econômico em diferentes esferas. Dessa forma, para compreender o papel relevante que esse grupo de empresas representa no estímulo ao desenvolvimento de novas tecnologias, e 5/16

6 consequentemente da economia, é importante mensurar o sistema inovativo dessas empresas, considerando uma variedade de combinações de medidas e os diferentes estágios que constituem o modelo de crescimento de uma inovação. 4. Mensurando a Inovação nas PEBT s Diante do interesse da política pública em promover a atividade inovativa, estimular o crescimento econômico e a empregabilidade há, claramente, uma crescente necessidade de medir e avaliar a mudança tecnológica para aumentar o conhecimento sobre as forças motrizes e as consequências socioeconômicas da inovação (KLEINKNECHT et al., 2002). A inovação se caracteriza por ser um processo dinâmico e multidimensional, contextualizado em termos de ideias, aprendizagem, criação de conhecimento, competências e capacidades, sendo algumas vezes sugerido como inerentemente impossível de quantificar e mensurar, embora, não se exclua a medição das dimensões-chave dos processos e outputs (SMITH, 2005). Assim, mensurar a mudança tecnológica envolve, tipicamente, um dos três principais aspectos: (1) mensurar uma variável de entrada; (2) uma variável de saída intermediária; ou, (3) uma medida direta da produção inovativa (ACS et al., 2002). Outros autores (ARCHIBUGI; PIANTA, 1996) sugerem que a inovação pode ser analisada, classificada e mensurada por meio várias perspectivas: (1) quanto à tecnologia características técnicas da inovação; (2) quanto ao produto natureza do produto na qual a inovação é provável de ser incorporada; (3) quanto ao setor de produção principal atividade econômica da empresa que gerou a inovação; e, (4) quanto ao setor de uso principal atividade econômica dos usuários da inovação. Geralmente, a quantificação do desempenho inovativo é representada por um processo do tipo input-transformação-output, no qual a combinação de fatores produtivos de entrada resulta em saídas inovativas (SMITH, 2005). Guan e Chen (2010) propõem uma perspectiva ampla para mensurar a inovação, incorporando tanto medidas relacionadas ao processo global quanto aquelas em termos de subprocessos internos, ou seja, os processos de P&D a montante e o processo de comercialização a jusante. Esses autores consideram que inputs originais, acarretam em outputs intermediários que geram os resultados finais. A execução desse processo de transformação é suportada por atividades primárias pesquisa, desenvolvimento e testes destinadas à produção dos outputs intermediários e, atividades secundárias marketing, manufatura e engenharia empreendidas no subprocesso de comercialização. Normalmente, os principais indicadores de entrada e saída apresentados pela literatura para mensuração da inovação envolvem os recursos destinados a P&D e estatísticas de patentes (BASBERG, 1987; ANCHIBUGI; PIANTA, 1996; SMITH, 2005; OCDE, 2005). Apesar da relevância dessas variáveis, foram verificadas a existência de algumas desvantagens que podem sub- ou sobreestimar o desempenho inovativo das empresas (KLEINKNECHT et al., 2002). Em primeiro lugar, as medições de despesas com P&D não mostram a eficiência do processo pelo qual os insumos são transformados em outputs intermediários ou em produtos inovadores, também, não expõem a importância quantitativa ou econômica das inovações produzidas, nem indicam o nível de complexidade tecnológica dos produtos resultantes (COOMBS et al., 1996). As estatísticas de patentes, mesmo estando disponíveis ao público em grandes números e a baixo custo (ANCHIBUGI; PIANTA, 1996), não são bons indicadores do valor econômico (Acs et al., 2002), já que, uma proporção de patentes nunca será traduzida em 6/16

7 produtos, processos e/ou serviços comercialmente viáveis (BASBERG, 1987; COOMBS et al., 1996); algumas invenções e inovações não são patenteáveis (OCDE, 2005); e, estrategicamente, algumas empresas não comercializam a patente, para impedir que um concorrente possa usá-la (KLEINKNECHT et al., 2002). Esses indicadores tendem a ser ainda mais subestimados, especialmente, nas micro e pequenas empresas em estágio inicial de desenvolvimento, em que a presença de diferentes barreiras e a falta de padronização e formalização, muitas vezes, limita as atividades durante o processo de desenvolvimento inovativo. De acordo com O Regan e Sims (2008), à medida que esse grupo de empresas amadurece o número de registros de patentes e despesas com P&D irá aumentar. Em pesquisa realizada nas Start-Ups de alta tecnologia japonesas, Koga (2005) confirma esse fato, considerando que empresas em estágios iniciais de desenvolvimento, nomeadas de recém-nascidas, possuem restrições orçamentárias, não são tão propensas a receber subsídios e, mesmo que, obtendo fundos de fontes externas, não apresentam forte incentivo para a realização adicional de P&D, podendo, assim, ser incentivada a utilizar esses fundos para outros fins. Em contrapartida, as empresas que estão em fase de crescimento, denominadas como empresas jovens, têm forte demanda por fundos para P&D, isto porque, a P&D é reconhecida como fonte de vantagem competitiva e, portanto, de crescimento. Em virtude dos problemas existentes com o uso dos indicadores tradicionais, muitos pesquisadores estão sugerindo a utilização de indicadores múltiplos (EVANGELISTA et al., 2001; HAGEDOORN et al., 2003; FLOR; OLTRA, 2004; GUAN; CHEN, 2010) para quantificar o desempenho tecnológico, uma vez que estes indicadores vêm a atender ambientes dinâmicos e mais complexos. Nesses ambientes, como nos tradicionais, os processos estão transformando, normalmente, inputs, incluindo as ações, métodos e operações, em outputs. Porém, especialmente, durante os estágios de crescimento da inovação, devido à complexidade, incerteza e à falta de linearidade, uma variedade maior de processos ocorre, resultando em uma multiplicidade de interações e, logo, na existência de inputs e outputs intermediários. Para atender a uma demanda puxada ou empurrada decorrente de forças do mercado (DOSI, 1988), o processo de desenvolvimento tecnológico irá demandar a mobilização de vários tipos de conhecimentos tecnológicos e científicos, mas também, a formação de relacionamentos com clientes, fornecedores, institutos de pesquisa, universidades e associações de indústrias. No entanto, ao transitarem através dos vários estágios de crescimento, as empresas passam a lidar com diferentes obstáculos, resultando na necessidade de competências gerenciais, prioridades e configurações estruturais específicas (HANKS et al., 1993). Desse modo, os processos e subprocessos nos estágios de desenvolvimento da inovação em pequenas empresas, estarão expostos a uma diversidade de limitações, principalmente, no que remete a recursos financeiros. Auerswald e Branscomb (2003) afirmam que para superar esta barreira as empresas devem ser estimuladas por diferentes agentes, incluindo: (1) investidores anjo ; (2) empresas estabelecidas que investem em startups de alta tecnologia; (3) empresas de venture capital; e, (4) programas governamentais especificamente concebidos para este fim. Assim sendo, considerando que para desenvolver uma inovação, o sistema requer processos e subprocessos interconectados, relacionamentos ou parcerias com uma variedade de entidades e auxílio financeiro de diferentes agentes externos, uma releitura dessa rede complexa de processos para promover as atividades inovativas se faz necessária. A Figura 1 7/16

8 expressa uma proposta de leitura da complexa rede dos processos de desenvolvimento da inovação. COLABORAÇÕES MANUFATURA ENGENHARIA Universidade ESTÁGIO INICIAL DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO Centro de Pesquisa ATIVIDADES SECUNDÁRIAS PESQUISA BÁSICA INVENÇÃO DESENVOLVIMENTO DO PRODUTO PRODUÇÃO E MARKETING Cliente COLABORAÇÕES TREINAMENTO Empresa FONTES DE FINANCIAMENTO Fornecedor Empresa P&D DESIGN ATIVIDADES PRIMÁRIAS PESQUISA DE MERCADO Governo Investidores Anjos Áreas de particular interesse de entidades externas e agentes de financiamento. PROTOTIPAGEM PREPRODUÇÃO Venture Capital Figura 1 - Leitura da complexa rede dos processos de desenvolvimento da inovação. Para mensurar esse sistema serão necessários, além de considerar, múltiplos indicadores, fragmentá-los de acordo com os diferentes estágios que constituem o modelo de crescimento de uma inovação. Lev (2001) ressalta que a inovação inclui, tipicamente, três estágios interconectados: (1) estágio de aprendizagem e descoberta centra-se na geração e aquisição de conhecimentos e habilidade (fase de pesquisa); (2) estágio de implementação demonstra a viabilidade técnica (fase de desenvolvimento) e, (3) estágio de comercialização promove a difusão do produto e facilita o retorno financeiro e econômico. Corroborando com este autor, Guan e Chen (2010; 2012) avaliam o processo global de inovação como a interação dos subprocessos de P&D a montante e comercialização a jusante, envolvidos, respectivamente, com atividades primárias e secundárias. Na passagem de um estágio para outro, os outputs de diferentes fases tornam-se inputs de outras. Dessa maneira, os indicadores podem ser segmentados em: (1) inputs originais - tangíveis ou intangíveis; (2) inputs intermediários; (3) outputs intermediários; (4) outputs finais; (5) outcomes; e, (6) capital inovativo. Sustentados nos trabalhos de Lev (2001), Evangelista et al. (2001), Hagedoorn et al. (2003), Auerswald e Branscomb (2003), Flor e Oltra (2004), Milbergs e Vonortas (2004), 8/16

9 Milbergs et al. (2007) e Guan e Chen (2010; 2012), na Figura 2, propõe-se um quadro conceitual envolvendo os estágios de transformação, as atividades de apoio e os indicadores de entrada e saída originais e intermediários, na tentativa de elucidar o inter-relacionamento entre as partes envolvidas no sistema, quando o propósito for mensurar um processo típico de produção de uma inovação. INPUT INTERMEDIÁRIO INPUT TANGÍVEL OUTPUT INTERMEDIÁRIO OUTPUT FINAL PESQUISA BÁSICA INVENÇÃO EIDT* DESENVOLVIMENTO DO PRODUTO PRODUÇÃO E MARKETING CAPITAL INNOVATIVO Mensuração e Feedback (2) Mensuração e Feedback (3) OUTCOME INPUT INTANGÍVEL Mensuração e Feedback (1) TREINAMENTO ATIVIDADES SECUNDÁRIAS P&D DESIGN ATIVIDADES PRIMÁRIAS PESQUISA DE MERCADO PROTOTIPAGEM PREPRODUÇÃO MANUFATURA ENGENHARIA Sub-processo P&D (2) Sub-processo COMERCIALIZAÇÃO (3) * Estágio inicial de desenvolvimento tecnológico. PROCESSO GLOBAL DE INOVAÇÃO (1) Figura 2 - Quadro conceitual para o processo global de inovação. Com base na Figura 2, observa-se que, para mensurar um sistema inovativo é necessário contemplar os diferentes estágios do processo de desenvolvimento de uma inovação; as variáveis de entrada e saída associadas a cada estágio e as atividades de apoio para auxiliar na concretização do escopo de cada fase. Dessa forma, dependendo do objetivo e objeto de estudo, esse processo pode ser orientado tanto para o nível global (macro sinalizadas pelas linhas tracejadas (1)), levando em consideração todas as interfaces do sistema, quanto para subníveis, nesse caso, denominados por subprocessos, os quais compreendem, na pesquisa e desenvolvimento (ilustradas pelas linhas tracejadas (2)), os estágios de pesquisa básica, invenção, estágio inicial de desenvolvimento tecnológico e desenvolvimento de produto e, na comercialização (identificadas pelas linhas tracejadas (3)), o estágio de produção e marketing. Ressalta-se, ainda, que a mensuração do processo global terá indicadores de entrada tangíveis ou intangíveis, uma sequência de outputs e inputs do processo seguinte (outputs intermediários) e recursos de saída que podem ser representados como outputs finais (um novo/melhorado produto, processo e/ou serviço), além dos outcomes (valor adicionado, lucro 9/16

10 resultados econômicos) e capital inovativo (propriedade intelectual, competências, capital humano) gerados a partir dos efeitos desencadeados pelo processo. Já o subprocesso de P&D compartilha dessa sequência, exceto com relação aos indicadores de saída, que neste, são compreendidos por outputs intermediários, como, por exemplo, patentes. Por fim, o subprocesso de comercialização, diferentemente, dos demais, possui inputs intermediários como indicadores de entrada, podendo englobar variáveis em termos de despesas com ferramental, fabricação e engenharia industrial. Com frequência, esse tipo de modelo de mensuração tem sido, do ponto de vista macro, intitulado pela literatura internacional (Wu et al., 2010; Guan e Chen, 2010; 2012; Wang, 2012) como modelo de dois estágios Sistematização dos principais métodos e indicadores de desempenho para a mensuração de um sistema inovativo Os sistemas de inovação tecnológica são caracterizados por fenômenos de natureza complexa, uma vez que compreendem os determinantes do processo inovativo, ou seja, todos os fatores econômicos, sociais, políticos, organizacionais, institucionais e outros que influenciam o desenvolvimento, a difusão e o uso das inovações (EDQUIST, 2005). Ancorado nesta complexidade, Smith (2005) alerta que esta característica não impede a quantificação das dimensões-chave dos processos. Neste contexto, alguns especialistas têm desenvolvido uma variedade de métricas para a inovação, bem como uma infraestrutura que pode ser utilizada para a coleta de dados (BASBERG, 1987; ARCHIBUGI; PIANTA, 1996; COOMBS et al., 1996; EVANGELISTA et al., 2001; ACS et al., 2002; KLEINKNECHT et al., 2002; HADEGOORN et al., 2003; FLOR; OLTRA, 2004; MILBERGS; VONORTAS, 2004; SMITH, 2005; OCDE, 2005; MILBERGS et al., 2007; NELSON, 2009; GUAN; CHEN, 2010). Com o objetivo de mensurar a inovação, os indicadores são essenciais para avaliar os investimentos e o desempenho das atividades inovativas, e, em seguida, possibilitar aos gestores o gerenciamento da organização com parâmetros adequados para capturar, em particular, o nível de desenvolvimento inovativo das empresas (HAGEDOORN; CLOODT, 2003). Milbergs e Vonortas (2004) afirmam que os indicadores de inovação, ciência e tecnologia têm evoluído em quatro gerações, tornando-se, progressivamente, mais complexos e significativos. Conforme os autores, esse processo evolutivo inclui: (1) métricas de primeira geração, refletindo uma concepção linear de inovação, centrada em indicadores de entrada; (2) métricas de segunda geração, complementando os indicadores de entrada pela contabilização das saídas intermediárias nas atividades de ciência e tecnologia (C e T); (3) métricas de terceira geração, representando um conjunto mais relevante de indicadores de inovação, além de índices com base em surveys e na integração de dados disponíveis publicamente; e, (4) métricas de quarta geração, com base em indicadores de conhecimento, relacionamentos em redes e condições do ambiente interno e externo das organizações. A Tabela 2 expõe a evolução dessas métricas. Uma vez que os resultados de muitos estudos não conduzem a um indicador ou a um conjunto comum de indicadores geralmente aceitos, para representar o desempenho inovativo, alguns autores (EVANGELISTA et al., 2001; HAGEDOORN; CLOODT, 2003; FLOR; OLTRA, 2004; NELSON, 2009; GUAN; CHEN, 2010) têm proposto uma variedade em termos de constructos, métodos, amostras e testes estatísticos de confiança e consistência, capazes de representar o impacto da inovação em um sistema dinâmico e complexo e, dessa forma, permitir a mensuração das dimensões-chave dos processos inovativos. 10/16

11 1 a GERAÇÃO (1950s-60s) 2 a GERAÇÃO (1970s-80s) 3ª GERAÇÃO (1990s) Indicadores de Inputs Indicadores de Outputs Indicadores de Inovação Despesas com P&D; Patentes; Surveys de inovação; Capital; Publicações; Indexação; Intensidade tecnológica; Produtos; Capacidade de Funcionários de CeT. Mudança da qualidade. benchmarking inovativo. Tabela 2 - Evolução das métricas de inovação por geração Fonte: Milbergs e Vonortas (2004, p.5) 4ª GERAÇÃO (2000) Indicadores de Processo Conhecimento; Intangíveis; Redes; Demanda; Clusters; Técnicas de gestão; Risco/Retorno; Dinâmica de sistemas. Hagedoorn e Cloodt (2003) investigaram, aproximadamente, 1200 empresas norteamericanas de quatro diferentes setores de alta tecnologia (aeroespacial e defesa, farmacêutico, eletrônico e comunicação, e, maquinários de escritório e computadores) por meio de indicadores de P&D, patentes, citações de patentes e anúncios de novos produtos. Para analisar a utilidade desses indicadores, os autores sugerem a aplicação da análise fatorial, precedida por medidas de correlação, Kaiser-Meyer-Olkin (KMO), adequação da amostra e comunalidade, com o intuito de determinar a adequabilidade do método e a força de associação linear entre as variáveis. Por outro lado, para mensurar o desempenho tecnológico de sistemas de inovação regional, Evangelista et al. (2001) levaram em consideração um conjunto específico de indicadores tecnológicos, fragmentados em quatro grandes dimensões, envolvendo as características estruturais básicas das indústrias, o desempenho inovador, a densidade das empresas e a qualidade das interações sistêmicas entre os principais atores institucionais. Esse estudo empírico compreende, basicamente, uma survey sobre inovação, na qual dados disponibilizados pelo Community Innovation Survey (CIS) são analisados a fim de testar a capacidade de capturar a existência de especificidades regionais em matéria de inovação. Coeficientes de variação cross-regional e análise de variância (ANOVA) são usados para cada um dos indicadores propostos. Enquanto isso, o trabalho realizado por Flor e Oltra (2004) pretende analisar a aplicabilidade de diferentes indicadores de input/output na identificação de empresas inovadoras, com especial atenção para aquelas que se baseiam em informações obtidas de fontes secundárias. São considerados indicadores tecnológicos baseados em inputs inovativos - despesas com P&D, números de funcionários no departamento de P&D, participação de projetos de P&D em parceria com outras organizações, aceitação em programas públicos de apoio financeiro à inovação e base educacional dos funcionários e, em outputs - a análise de patentes, identificação de inovações por meio de informações fornecidas por especialistas do setor, gestores de empresas e a partir de informações divulgadas em revistas técnicas e comerciais. A consistência do indicador é avaliada comparando os resultados obtidos com um indicador baseado em fonte primária (auto-avaliação dos gestores). Para analisar e mensurar o processo de inovação, Guan e Chen (2010) propõem um quadro conceitual construído a partir da perspectiva do sistema associada com a técnica de Análise Envoltória de Dados em Redes (NDEA), a qual fornece medidas de eficiência sistemática e simultânea para o processo global e subprocessos internos, ou seja, o 11/16

12 processo de P&D a montante e de comercialização a jusante. Com a finalidade de avaliar a consistência e confiabilidade do quadro conceitual proposto, este é aplicado a um estudo empírico cross-regional envolvendo empresas de alta tecnologia da China, sendo utilizados indicadores de inputs originais (despesas internas de P&D); outputs intermediários (patentes); outcomes (valor de impostos e lucros, valor agregado, valor exportado e receita de vendas dos novos produtos); e, inputs intermediários, que incluem variáveis, como despesas com a absorção e importação de tecnologias. Alguns trabalhos enfatizaram ainda, variáveis para mensurar a difusão e o transbordamento do conhecimento (BONTIS et al., 1999; ALCÁCER et al., 2006; NELSON, 2009). Nelson (2009) ressalta variáveis relacionadas a patentes, licenças e publicações e afirma que além destas, características como a idade e a localização geográfica representam informações importantes que influenciam o padrão tecnológico da firma. Para compilar os dados de patentes, licenças e publicações, o autor utilizou, respectivamente, os seguintes métodos: (1) ferramenta de análise de dados com programação customizada (customprogrammed data-scraping tool); (2) banco de dados do Escritório de Licenciamento de Tecnologia da Universidade de Stanford - Stanford University Office of Technology Licensing (OTL); e, (3) banco de dados da ISI SciSearch. A inovação é um processo complexo e a escala das atividades requeridas para inovação pode variar consideravelmente (OCDE, 2005), dependendo de cada sistema inovativo. Para ilustrar essa variedade, a Tabela 3 apresenta uma sistematização de trabalhos com os principais indicadores para quantificar os processos de inovação tecnológica. Indicadores Patentes Número de novos / melhorados produtos publicados em revistas técnicas ou de comércio Receita de vendas devido a produtos inovadores Valor devido à exportação de produtos inovadores Valor devido a impostos sobre novos / melhorados produtos Autor(s) Basberg, 1987 Archibugi e Pianta, 1996 Coombs et al., 1996 Rogers, 1998 Evangelista et al., 2001 Kleinknecht et al., 2002 Acs et al., 2002 Hadegoorn et al., 2003 Flor e Oltra, 2004 Smith, 2005 OCDE, 2005 Nelson, 2009 Guan e Chen, 2010 Tabela 3. Sistematização dos principais indicadores para avaliar o ambiente inovativo. Despesas com atividades de P&D Números de funcionários envolvidos com atividades de P&D Número de funcionários da empresa Incentivos financeiros por meio de programas públicos de apoio a inovação Despesas com a importação de tecnologia Idade da empresa Despesas com marketing devido a novos / melhorados produtos Despesas com treinamentos devido a novos / melhorados produtos Despesas com ferramental, fabricação e engenharia industrial 12/16

13 A partir da Tabela 3, é possível observar que a maioria dos trabalhos utiliza uma variada combinação de medidas e muitas destas são empregadas por mais de um autor, especialmente, aquelas que remetem a patentes e despesas com atividades de P&D, conforme respaldado por Basberg (1987), Anchibugi e Pianta (1996), Smith (2005) e OCDE (2005). Normalmente, esses indicadores são categorizados em inputs e outputs, embora, em alguns casos, variáveis de input são outputs e vice-versa, ou são consideradas como indicadores intermediários, outcomes e, ainda, capital inovativo, estando isto, condicionado ao objetivo do estudo, ao método de avaliação empregado e, principalmente, ao posicionamento do pesquisador sobre a perspectiva de análise a ser utilizada no processo de mensuração. Vale enfatizar, ainda, que fatores como o tamanho amostral, a disponibilidade de dados relevantes e o contexto no qual as variáveis estão sendo utilizadas, podem ocasionar algumas restrições quando à aplicabilidade dessas variáveis, sobretudo, nas micro e pequenas empresas, caracterizadas por uma estrutura com baixo grau de padronização e formalização e pela presença de diferentes barreiras, que, muitas vezes, limita as atividades durante o processo de desenvolvimento inovativo. Por fim, a Tabela 4 proporciona uma sistematização de trabalhos com vários métodos aplicados para mensurar um sistema de inovação. Autor(s) Coombs et al., 1996 Rogers, 1998 Método Análise Fatorial Surveys sobre inovação Evangelista et al., 2001 Kleinknecht et al., 2002 Acs et al., 2002 Hadegoorn et al., 2003 Coeficiente de Variância Análise de Variância (ANOVA) NDEA Análise Econométrica Modelos de Regressão Modelo KPF (Function Production Knowledge Função Cobb-Douglas) Flor e Oltra, 2004 Nelson, 2009 Guan e Chen, 2010 Tabela 4. Sistematização dos métodos aplicados para mensurar um sistema de inovação Salienta-se a dificuldade de identificar a melhor métrica aplicável a estudos na área, visto que, a escolha do método depende, na maioria das vezes, do julgamento e habilidades do pesquisador e da tendência da pesquisa. Todavia, é relevante a predominância das surveys sobre inovação, nas quais as informações se baseiam, essencialmente, em fontes secundárias, como banco de dados públicos e, em alguns casos, fontes primárias, por exemplo, a autoavaliação de funcionários envolvidos no processo de desenvolvimento inovativo. 5. Conclusão 13/16

14 A inovação é constituída por uma arena que envolve novidade multidimensional nos aspectos de aprendizagem ou conhecimento organizacional, o que dificulta o processo de mensuração (SMITH, 2005). Dessa maneira, a fim de facilitar a compreensão e análise do processo de inovação foi proposto um quadro conceitual que apresenta os procedimentos necessários para mensurar um sistema inovativo. A partir deste quadro conceitual concluiu-se que esses procedimentos devem contemplar os diferentes estágios do processo de desenvolvimento de uma inovação; as variáveis de entrada e saída associadas a cada estágio e as atividades de apoio para auxiliar na concretização do escopo de cada fase, de modo que o processo de mensuração da inovação possa ser orientado tanto para o nível global (macro), levando em consideração todas as interfaces do sistema, quanto para os subníveis, neste caso, denominados de subprocessos, os quais compreendem, na pesquisa e desenvolvimento, os estágios de pesquisa básica, invenção, estágio inicial de desenvolvimento tecnológico e desenvolvimento de produto e, na comercialização, o estágio de produção e marketing. Adicionalmente, uma lista extensa dos indicadores utilizados para capturar os resultados do processo inovativo foi sugerida. Percebeu-se que esses indicadores tendem a ser categorizados em inputs e outputs, embora, em alguns casos, variáveis de input passem a ser outputs e vice-versa, mas também, possam ser consideradas como indicadores intermediários, outcomes e, ainda, capital inovativo, estando isto, condicionado ao objetivo do estudo, ao método de avaliação empregado e, principalmente, ao posicionamento do pesquisador sobre a perspectiva de análise a ser utilizada no processo de mensuração. No que concerne aos métodos aplicados para mensurar um sistema de inovação observou-se que é difícil afirmar qual representa a melhor métrica para utilizar em estudos da área, visto que, a escolha do método depende, na maioria das vezes, do julgamento e habilidades do pesquisador e das tendências das pesquisas. Mesmo assim, notou-se uma predominância da aplicação das surveys sobre inovação, nas quais as informações se baseiam, essencialmente, em fontes secundárias, como banco de dados públicos e, em alguns casos, fontes primárias, por exemplo, a autoavaliação de funcionários envolvidos no processo de desenvolvimento inovativo. Nesta arena, faz-se necessário realizar o detalhamento das informações sobre os avanços tecnológicos, para que sejam selecionadas as inovações promissoras com retornos econômicos e, também, o gerenciamento de estratégias operacionais eficientes. 6. Referências ACS, Z.J.; ANSELIN, L.; VARGA, A. Patents and innovation counts as measures of regional production of new knowledge. Research Policy, v. 31, p , ACS, Z.J.; AUDRETSCH, D.B. Innovation in large and small firms: an empirical analysis. The American Economic Review, v. 78, n. 4, p , ALCÁCER, J.; GITTELMAN, M. Patent citations as a measure of knowledge flows: the influence of examiner citations. The Review of Economics and Statistics, v. 88, n. 4, p , ARCHIBUGI, D.; PIANTA, M. Measuring technological change through patents and innovation surveys. Technovation, v. 16, n. 9, p , AUERSWALD, P.E.; BRANSCOMB, L.M. Valleys of death and darwinian seas: financing the invention to innovation transition in the United States. Journal of Technology Transfer, v. 28, p , /16

15 BALKIN, D.B.; GOMEZ-MEJIA, L.R. Toward a contingency theory of compensation Strategy. Strategic Management Journal, v. 8, n. 2, p , BASBERG, B.L. Patents and the measurement of technological change: a survey of the literature. Research Policy, v. 16, p , BONTIS, N.; DRAGONETTI, N.C.; JACOBSEN, K.; ROOS, G. The knowledge toolbox: a review of the tools available to measure and manage intangible resources. European Management Journal, v. 17, n. 4, p , CARAYANNIS, E.G.; ROY, R.I. Davids vs Goliaths in the small satellite industry: the role of technological innovation dynamics in firm competitiveness. Technovation, v. 20, n. 6, p , CHOREV, S.; ANDERSON, A. Success factors for high-tech start-ups: views and lessons of israeli experts. In: Groen, A., Oakey, R.; Van Der Sijde, P.; Cook, G. New technology-based firms in the new millennium, v. 6, n. 15, p , COLOMBO, M.G.; DELMASTRO, M. How effective are technology incubators? Evidence from Italy. Research Policy, v. 31, p , COOMBS, R.; NARANDREN, P.; RICHARDS, A. A literature-based innovation output indicator. Research Policy, v. 25, p , DOSI, G. Sources, procedures and microeconomic effects of innovation. Journal of Economic Literature, v. 26, n. 3, p , EDQUIST, C. Systems of innovation: perspectives and Challenges. In: Fagerberg, J., Mowery, D. C.; Nelson, R.R. (Eds.). The Oxford Handbook of Innovation. Oxford: Oxford University Press, p , EVANGELISTA, R.; IAMMARINO, S.; MASTROSTEFANO, V.; SILVANI, A. Measuring the regional dimension of innovation. Lessons from the Italian Innovation Survey. Technovation, v. 21, p , FERRO, J. R.; TORKOMIAN, A.L.V. A criação de pequenas empresas de alta tecnologia. Revista de Administração de Empresas, v. 28, n. 2, p , FLOR, M.L.; OLTRA, M.J. (2004). Identification of innovation firms through technological innovation indicators: an application to the Spanish ceramic tile industry. Research Policy, v. 33, p , FREEMAN, C.; SOETE, L. The economics of Industrial Innovation. 3.ed. London: Routledge, GALIA, F.; LEGRES, D. Complementarities between obstacles to innovation: evidence from France. Research Policy, v. 33, p , GUAN, J.; CHEN, K. Measuring the innovation production process: a cross-region empirical study of China s high-tech innovations. Technovation, v. 30, p , GUAN, J.; CHEN, K. Modeling the relative efficiency of national innovation systems. Research Policy, v. 41, p , HADJIMANOLIS, A. Barriers to innovation for SMEs in a small less developed country (Cyprus). Technovation, v. 19, p , HAGEDOORN, J.; CLOODT, M. Measuring innovative performance: is there an advantage in using multiple indicators? Research Policy, v. 32, p , HOFFMAN, K.; PAREJO, M.; BESSANT, J.; PERREN, L. Small firms, ReD, technology and innovation in the UK: a literature review. Technovation, v. 18, n. 1, p , KLEINKNECHT, A.; VAN MONTFORT, K.; BROUWER, E. The non-trivial choice between innovation indicators. Economics of Innovation and New Technology, v. 11, n. 2, p , /16

16 KOGA, T. R&D subsidy and self-financed R&D: the case of japanese high-technology Start- Ups. Small Business Economics, v. 24, n. 1, p , LESTER, D.L., PARNELL, J.A.; CARRAHER, S. Organizational life cycle: a five-stage empirical scale. International Journal of Organizational Analysis, v. 11, n. 4, p , LEV, B. Intangibles: management, measurement, and reporting. Washington: Brookings Institution Press, MADRID-GUIJARRO, A.; DOMINGO, G.; VAN AUKEN, H. Barriers to innovation among spanish manufacturing SMEs. Journal of Small Business Management, v. 47, n. 4, p , MATIAS-PEREIRA, J.; KRUGLIANSKAS, I. Gestão da inovação: a lei de inovação tecnológica como ferramenta de apoio às políticas industrial e tecnológica do Brasil. RAE eletrônica, v. 4, n. 2, p. 1-21, MILBERGS, E.; VONORTAS, N. Innovation Metrics: measurement to insight. National Innovation Initiative 21st Century Working Group. Center for Accelerating Innovation and George Washington University, MILBERGS, E.; KALWEIT, B.; BOEGE, R. Innovation vital signs. Framework Report, v Washington: Center for Accelerating Innovation, MILKOVICH, G.T.; BARRY A.; GERHART, B.A.; HANNON, J.M. The effects of research and development intensity on managerial compensation in large organizations. CAHRS Working Paper Series, NELSON, A.J. Measuring knowledge spillovers: what patents, licenses and publications reveal about innovation diffusion. Research Policy, v. 38, n. 6, p , NELSON, R.R.; WINTER, S.G. Neoclassical vs. evolutionary theories of economic growth: critique and prospectus. The Economic Journal, v. 84, n. 336, p , OCDE. Proposed guidelines for collecting and integrating technological innovation data, OSLO Manual. Paris: Organization for Economic Cooperation and Development, PAVITT, K. Sectorial patterns of technical change: towards a theory and a taxonomy. Research Policy, v. 13, p , SCHUMPETER, J.A. The theory of economic development. Cambridge: Harvard University Press, SCHUMPETER, J.A. The explanation of the business cycles. Economica, v. 21, p , SCOTT, M.; BRUCE, R. Five stages of growth in small business. Long Range Planning, v. 20, n. 3, p , SMITH, B.L.; BARFIELD, C.E. Technology, ReD, and the economy. Washington: The Brookings Institution, SMITH, K. Measuring innovation. In: Fagerberg, J.; Mowery, D.C.; Nelson, R.R. (Eds.). The Oxford Handbook of Innovation. Oxford: Oxford University Press, SOLOW, R.M. Technical change and the aggregate production function. The Review of Economics and Statistics, v. 39, n. 3, p , WANG, M.S. Could innovation capital impact on firm performance? study by panel data two stage regression with board composition. Applied Mechanics and Materials, v. 145, p , WU, J.; ZHOU, Z.; LIANG, L. Measuring the performance of Chinese regional innovation systems with two-stage DEA-based model. International Journal of Sustainable Society, v. 2, n. 1, p , /16

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