Um Gerador de Sistemas Tutoriais Inteligentes para Auxílio à Alfabetização em Português

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Um Gerador de Sistemas Tutoriais Inteligentes para Auxílio à Alfabetização em Português"

Transcrição

1 Um Gerador de Sistemas Tutoriais Inteligentes para Auxílio à Alfabetização em Português Ana Célia Rocha Mascarenhas, Marco Aurélio de Carvalho Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília (UnB) Caixa Postal Brasília DF Brasil {anacelia, Abstract. Brazil is a country with high tax of illiteracy due to many reasons. Reverting this picture is a hard work which involves sorting out a number of problems, among them the students' difficulties of learning. This paper describes a project for developing an Intelligent Tutoring System Generator to test different schemes for teaching literacy in Portuguese. Resumo. O Brasil é um país com alto índice de analfabetismo, por diversos motivos. Reverter esse quadro é um trabalho longo e que no meio do caminho se depara com alguns problemas, entre eles a dificuldade de aprendizado. Este artigo descreve um Gerador de Sistemas Tutoriais Inteligentes para testar diferentes métodos de alfabetização em Língua Portuguesa. 1. Introdução Segundo Emilia Ferreiro (Ferreiro, 2001), o Brasil é um dos países da América Latina que tem reflexões mais prolongadas e profundas em relação ao problema da alfabetização. Apesar de haverem surgido diversos métodos de alfabetização aqui e em outros países, os métodos mais utilizados no Brasil são baseados em fonologia silábica. Será que esse paradigma foi efetivamente testado? A proposta deste trabalho é apresentar o Gerador de Sistemas Tutoriais Inteligentes (STIs) focado no ensino lingüistico de alfabetização para testar os efeitos no processo de aprendizagem. 2. Sistemas Tutoriais Inteligentes Os Sistemas Tutoriais Inteligentes são programas de computador com propósitos educacionais que incorporam técnicas de Inteligência Artificial. Tradicionalmente a arquitetura de um STI é composta de base de conhecimento, interface com o usuário, modelo do estudante e estratégias de ensino (Burns e Caps, 1998). Os STIs têm sido desenvolvidos de diferentes maneiras, entre as quais: Modelo Diferencial, Modelo de Overlay, Modelo de Perturbação, Modelo de Simulação, Modelo Mentalista e Modelo de Agentes. Wenger sugere que a função principal de um STI é agir como um "veículo de comunicação" (Wenger, 1987). Neste projeto a abordagem utilizada é a do "Overlay do Especialista, baseada em uma Árvore do Conhecimento que contém os temas a serem transmitidos, assumindo-se um caminho de percorrimento da esquerda para a direita e de baixo para cima (Carvalho 2000). Essa estrutura é semelhante às organizações hierárquicas tradicionais de livros e ementas de disciplinas, porém supõe-se que o estudante deva, por exemplo, primeiro ler o item 1.1.1, depois o

2 item 1.1.2, depois o item 1.1, depois o item 1.2.1, e assim por diante. A razão disto é que os ítem mais abrangentes (por exemplo, 1.1) englobam todo o conhecimento dos seus subordinados, portanto suas atividades de ensino só devem ser feitas depois que as mais específicas tenha sido concluídas. A escolha da atividade de ensino a ser exercitada em um dado momento leva em conta o conhecimento e avaliações daquele estudante, o que pode provocar um avanço ou um retrocesso no percurso da árvore. Se o estudante não se saiu bem em um particular "ramo" de conhecimento da árvore, as estratégias de ensino podem reabilitar atividades feitas no passado que sejam consideradas como construtores daquele conhecimento. Dessa forma, atividades de ensino de prioridades absolutas maiores passarão a concorrer na próxima escolha, com maior chance de serem indicadas na rodada seguinte. Ademais, pode ser interessante suspender uma atividade recentemente realizada por algum tempo, de forma que ela não venha a ser escolhida de novo nas próximas rodadas. Esse procedimento evita que uma mesma atividade seja executada exaustivamente sem analisar outros pontos, desmotivando o estudante. Segundo Emilia Ferreiro (Ferreiro, 1985), a solução da deficiência na aprendizagem não pode ser obtida através da repetição múltipla, pois o sujeito irá "repetir seu fracasso". O processo de escolha da atividade de ensino chega ao fim quando o estudante percorreu toda a árvore do conhecimento e a avaliação do sistema o considerou com um conhecimento suficiente, próximo ao conhecimento do especialista. 3. Alfabetização A alfabetização, considerada como o inicio do processo de aprendizagem do ser humano, é um dos pontos mais debatidos em educação em todo mundo, havendo grande polêmica em redor dos seus inúmeros métodos. Tradicionalmente classifica-se os métodos de alfabetização na língua portuguesa em analíticos e sintéticos. Os sintéticos partem da parte para o todo e os analíticos, do todo para as partes. Os métodos sintéticos podem se subdividir em alfabético, fonético ou fônico e silábico. O Alfabetico é o método em que o aluno aprende as letras isoladamente, liga as consoantes às vogais, formando sílabas; reúne as sílabas para formar as palavras e chega ao texto. No método fonético ou fônico, o aluno parte do som da letras, une o som da consoante ao som da vogal, pronunciando a sílaba formada. Já no método silábico o aprendizado concentra-se na observação e identificação das sílabas que compõem as palavras, como unidades fonológicas. Estudos realizados por Charles Fries (Fries, 1962) mostram que na maioria dos casos consegue-se sucesso no processo de alfabetização independentemente do método aplicado. Porém, se o método for mais fácil de ser assimilado e decodificado por quem está aprendendo, o aprendizado será mais rápido e eficaz. Grande parte dos métodos de alfabetização usados no Brasil são silábicos, conforme indicações do Referencial Curricular Nacional para Jovens e Adultos do Ministério da Educação. Na língua inglesa, os métodos de alfabetização de maior sucesso são baseados em consciência fonológica (Phonological Awareness), que se apresentou inicialmente

3 como uma solução clínica para pessoas que não conseguiam se alfabetizar, mas que vem gradativamente ganhando espaço em escolas como o principal método de alfabetização (Adams 1996, McGuinness 1997). O maior objetivo deste projeto é oferecer condições de teste e comparação experimental de diversos métodos existentes buscando contribuir para o aprimoramento dos mesmos e gerar novos questionamentos pedagógicos para futuros estudos. 4. O Sistema Essa pesquisa teve sua origem no desenvolvimento de um gerador de tutoriais inteligentes para dar suporte à alfabetização em Língua Inglesa (Carvalho 2000). O sistema foi desenvolvido em Java, podendo ser disponibilizado na Internet. Tal sistema é baseado em uma árvore do conhecimento utilizada para organizar o domínio de conhecimento a ser ensinado, associada com as atividades de ensino e as estratégias de ensino, definidas por um professor especialista. A partir da estratégia de ensino e da árvore do conhecimento decide-se a seqüência das atividades de ensino que deverão ser realizadas pelo estudante, de acordo com o seu desempenho, registrado no modelo do estudante. Desta forma é possível implementar tutoriais inteligentes diferentes, correspondendo a diferentes abordagens de ensino para o mesmo tema, conforme descritas por professores especialistas diversos. Como em um programa de perfil básico de alfabetização não espera-se os estudantes possuam conhecimentos da língua escrita, o projeto prevê a introdução de um sistema de síntese de voz para permitir que o computador simule a fala de textos escritos na língua portuguesa. Sintetizadores texto-fala são programas de computador que admitem como entrada um texto irrestrito escrito em linguagem natural e produzem como resultado o som correspondente à leitura deste texto. Ao ser submetido a um sintetizador texto-fala, um texto passa por uma cadeia de transformações, dando origem a uma série de códigos intermediários antes da obtenção do código final: um sinal de áudio. Dessa forma, na maior parte das vezes o estudante ouvirá exemplos e instruções e interagirá com o computador usando apenas o mouse para clicar palavras, ícones ou letras. As falas do computador são produzidas a partir de estímulos pedagógicos escolhidos pelo sistema tutorial e frases previamente estabelecidas pelo professor especialista, conforme a necessidade para a execução de uma atividade de ensino Problemas Para adaptar o sistema para o ensino de alfabetização em Português do Brasil, está sendo necessário solucionar algumas questões descritas a seguir. O sistema original inspira-se nos Temas Geradores da metodologia de Paulo Freire (Freire, 1970) e considera que na alfabetização deve-se partir de palavras extraídas do universo cognitivo e social do estudante, para despertar efetivo interesse e propiciar pronto uso das habilidades e conhecimentos adquiridos no processo de aprendizagem. Foi, portanto, desenvolvido um método para determinação das palavras a serem usadas no ensino a partir de um grupo pequeno de palavras-chave, denominado conjunto de sementes (seed set), associado com um tema específico. Esse conjunto é

4 usado como argumento de pesquisa em um amplo dicionário legível por computador, visando-se obter um subconjunto de palavras associadas com o tema proposto para compor o vocabulário de estímulos. Até o presente momento, entretanto, não foi disponibilizado ao projeto um dicionário em língua Portuguesa que possa atender aos seus requisitos. Na ausência de tal dicionário, um pequeno vocabulário poderá ser criado, colocando-se manualmente os estímulos requeridos. O segundo problema é a disponibilidade de um sintetizador texto-fala em Português Brasileiro, para transformar texto escrito em áudio. Esses textos serão préprogramados pelo professor como incentivo ou tática de ensino. O sistema Digalo, desenvolvido na França, é um candidato a essa função, porém o projeto ainda não obteve a concessão para seu uso nem o acesso às primitivas operacionais requeridas. Outro sintetizador que poderia ser utilizado é o Sistema Festival, desenvolvido na Universidade de Edimburgo, que é, todavia, baseado no Português falado em Portugal. A próxima alternativa seria a gravação em estúdio das frases, e palavras que o sistema viesse a falar. Tal estratégia seria bem menos flexível, já que alterações no vocabulário de ensino ou em textos explicativos poderia exigir novas gravações em estúdio. A Codificação Fonológica ou Simbologia Fonológica das palavras, é geralmente encontrada em dicionários em língua estrangeira. Porém o mesmo não acontece no Brasil, e os dicionários importantes em Português não trazem essa codificação, exceto alguns dicionários de tradução de língua portuguesa para outros idiomas. Esse recurso é uma peça fundamental para o funcionamento do sistema, pois as palavras usadas como estímulo deverão estar apropriadamente classificadas de acordo com seus atributos fonológicos a nível de fonemas, sílabas, rimas e prefixos. Na impossibilidade de obtenção desses atributos nos dicionários legíveis por máquinas, teremos que fornecer manualmente a codificação fonológica a cada uma das palavras do vocabulário. Isso reduzirá, mais uma vez, a flexibilidade do sistema, pois a agregação ou mudança de vocabulário (por exemplo, para adaptar a outra comunidade) deverá ser acompanhada pelo fornecimento da codificação fonológica de todas as novas palavras. 5. Conclusão A Inteligência Artificial Aplicada à Educação possui várias técnicas para oferecer novos meios de ensino utilizando Sistemas Tutoriais Inteligentes. O dilema da eficácia dos métodos de alfabetização é grande e utilizar um método inadequado ou ultrapassado pode dificultar o processo de aprendizagem. A implantação de métodos analíticos e sintéticos em um sistema adequando para as limitações pessoais de um analfabeto já é uma grande contribuição para a alfabetização. Como o sistema pode assumir o método de ensino descrito pelo professor especialista, se alguns grupos de alfabetização utilizarem o sistema com métodos diferentes, além de oferecer um auxilio para a alfabetização fornecerá a oportunidade de comparar os efeitos do desempenho na prática do perfil básico de alfabetização. O objetivo desta pesquisa, uma vez concluída a adaptação do sistema para o Português, é o de testar experimentalmente com grupos de crianças em idade de préalfabetização os efeitos do uso de diferentes sistemas tutoriais inteligentes como acessórios coadjuvantes ao ensino convencional de alfabetização. Dessa forma,

5 pretende-se separar um grupo para aprender com o auxílio do sistema utilizando consciência fonológica das palavras, outro grupo utilizando metodologia silábica e comparar o progresso desses dois grupos entre sí e com um grupo de controle usando computador com um programa não relacionado com alfabetização. A análise deverá considerar se houve melhora na aprendizagem a partir do uso do sistema, e qual dos grupos progrediu mais. Convém observar que os grupos deverão ser compostos por crianças de nível socio-econômico, cultural, e faixa etária equivalentes, e que sejam preferencialmente originários de mesma região geográfica. Poderão ser realizados outros testes com diferentes métodos de alfabetização. O foco inicial nesses dois métodos justifica-se porque os métodos silábicos são muito utilizados no Brasil e os métodos de Consciência Fonológica das palavras vem progressivamente provando melhor desempenho no processo de aprendizado na língua inglesa. Referências Adams, Marilyn Jager(1996) Beginning to read Thinking and Learning about Print London: MIT Press Black, A. W. Taylor, P., and Caley, R. (1998). The Festival Speech Synthesis System. System documentation, Centre for Speech Technology Research Universidade de Edinburgh. Burns, H. L. e Capps, C. G. (1988). Foundations of intelligent tutoring systems: An introducion. In Polson, M. C. and Richardson, J. J., editors, Foundations of Inteligent Tutoring Systems, cap. 1, páginas Lawrence Erlbaum Associates Publishers, Hillsdale, New Jersey. Carvalho, Marco Aurélio, (2000) Generating Intelligent Tutoring Systems for Teaching Reading: combining phonological awareness and thematic approaches. Universidade de Edimburgo, Edimburgo. Elan Informatique (2000) Digalo Ferreiro, Emilia e Teberosky Ana, (1985) Psicogênese da língua escrita. Editora Artes Médicas, Porto Alegre Ferreiro, Emilia (2001) Meu trabalho não é um método, Nova Escola, Editora Abril, São Paulo, Edição Nº139 Freire, Paulo (1970) Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro, Paz e Terra. Fries, C. C. (1962). Liguistics and Reading. Holt, Rinehart and Winston, Inc., Nova York Macedo, R. V. G., Blume, L. R., Rigolino, A. T. B., Milléo, N. M., Prado, N. P. Z. Referencial Curricular Nacional para Jovens e Adultos, Ministério da Educação McGuinness, Diane, (1997) Why Our Children Can t. The Free Press, New York, 1st edition Wenger, E., (1987) Artificial Intelligence and Tutoring Systems, Morgan Kaufmann Publishers, Inc.

FAESA@Online: Um ambiente para criação e manutenção de cursos a distância

FAESA@Online: Um ambiente para criação e manutenção de cursos a distância FAESA@Online: Um ambiente para criação e manutenção de cursos a distância Short paper Autores: Luciano Lessa Lorenzoni - Apresentador luciano@faesa.br 27-3279152 Denise Frazotti Togneri togneri@zaz.com.br

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

Sistemas Tutores Inteligentes

Sistemas Tutores Inteligentes Sistemas Tutores Leila Cristina Vasconcelos de Andrade Jorge Juan Zavaleta Gavidia Trabalho de conclusão da disciplina Inteligência Artificial do Programa de Pós-Graduação da COPPE-Sistemas da Universidade

Leia mais

LINHA DE PESQUISA E DE INTERVENÇÃO METODOLOGIAS DA APRENDIZAGEM E PRÁTICAS DE ENSINO (LIMAPE)

LINHA DE PESQUISA E DE INTERVENÇÃO METODOLOGIAS DA APRENDIZAGEM E PRÁTICAS DE ENSINO (LIMAPE) História da profissão docente em São Paulo: as estratégias e as táticas em torno dos fazeres cotidianos dos professores primários a instrução pública paulista de 1890 a 1970 Linha de Pesquisa: LINHA DE

Leia mais

Workflow Genético para Planejamento e Gerenciamento de Currículo em EAD

Workflow Genético para Planejamento e Gerenciamento de Currículo em EAD Workflow Genético para Planejamento e Gerenciamento de Currículo em EAD Autor: Robson da Silva Lopes 1, Orientadora: Prof a. Dr a. Márcia Aparecida Fernandes 1 1 Programa de Pós-Graduação em Ciência da

Leia mais

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY.

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY. O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY. Silvana da Silva Nogueira (FECLESC/UECE) Priscila Cavalcante Silva (FECLESC/UECE) Resumo O processo de aquisição

Leia mais

Letramento: considerações históricas e conceituais

Letramento: considerações históricas e conceituais Letramento: considerações históricas e conceituais Aluna: Gessélda Somavilla Farencena Disciplina: Seminário de Leituras Orientadas em Linguística Aplicada Professoras: Desirée Motha-Roth Graciela R. Hendges

Leia mais

AUTORES: CASTRO, M. S.; SANTANA N. F. O.; BILMAIA R. A.

AUTORES: CASTRO, M. S.; SANTANA N. F. O.; BILMAIA R. A. TÍTULO: AS DIFICULDADES E AS COMPLEXIDADES ENCONTRADAS NA ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DENTRO DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO E O RELACIONAMENTO COM O DESENVOLVIMENTO INFANTIL RESUMO AUTORES: CASTRO, M.

Leia mais

Manual do Artikulate. Andreas Cord-Landwehr Ondrila Gupta Tradução: André Marcelo Alvarenga

Manual do Artikulate. Andreas Cord-Landwehr Ondrila Gupta Tradução: André Marcelo Alvarenga Andreas Cord-Landwehr Ondrila Gupta Tradução: André Marcelo Alvarenga 2 Conteúdo 1 Introdução 5 1.1 Conceito de aprendizagem................................. 5 1.2 Primeiros passos no Artikulate..............................

Leia mais

Alfabetização e Letramento: caminhos e descaminhos*

Alfabetização e Letramento: caminhos e descaminhos* Alfabetização e Letramento: caminhos e descaminhos* Magda Soares Doutora e livre-docente em Educação e professora titular emérita da Universidade Federal de Minas Gerais. Um olhar histórico sobre a alfabetização

Leia mais

O USO INTELIGENTE DO COMPUTADOR NA EDUCAÇÃO José A. Valente NIED - UNICAMP

O USO INTELIGENTE DO COMPUTADOR NA EDUCAÇÃO José A. Valente NIED - UNICAMP O USO INTELIGENTE DO COMPUTADOR NA EDUCAÇÃO José A. Valente NIED - UNICAMP INTRODUÇÃO O que seria a utilização do computador na educação de maneira inteligente? Seria fazer aquilo que o professor faz tradicionalmente

Leia mais

Profa. Ma. Adriana Rosa

Profa. Ma. Adriana Rosa Unidade I ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Profa. Ma. Adriana Rosa Ementa A teoria construtivista: principais contribuições, possibilidades de trabalho pedagógico. Conceito de alfabetização: história e evolução.

Leia mais

Boletim de Guia para os Pais das Escolas Públicas Elementar de Central Falls

Boletim de Guia para os Pais das Escolas Públicas Elementar de Central Falls Boletim de Guia para os Pais das Escolas Públicas Elementar de Central Falls O objetivo principal do cartão de relatório elementar é comunicar o progresso do aluno para os pais, alunos e outros funcionários

Leia mais

O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO DA CRIANÇA SEGUNDO EMILIA FERREIRO.

O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO DA CRIANÇA SEGUNDO EMILIA FERREIRO. O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO DA CRIANÇA SEGUNDO EMILIA FERREIRO. Duarte, Karina. Rossi, Karla. Discentes da faculdade de ciências Humanas/FAHU. Rodrigues, Fabiana. Docente da faculdade de ciências Humanas/FAHU.

Leia mais

Na medida em que se cria um produto, o sistema de software, que será usado e mantido, nos aproximamos da engenharia.

Na medida em que se cria um produto, o sistema de software, que será usado e mantido, nos aproximamos da engenharia. 1 Introdução aos Sistemas de Informação 2002 Aula 4 - Desenvolvimento de software e seus paradigmas Paradigmas de Desenvolvimento de Software Pode-se considerar 3 tipos de paradigmas que norteiam a atividade

Leia mais

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS Daiana Rodrigues dos Santos Prado¹; Francine de Paulo Martins² Estudante do Curso de Pedagogia; e-mail:

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR

ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR INTRODUÇÃO Raquel de Oliveira Nascimento Susana Gakyia Caliatto Universidade do Vale do Sapucaí (UNIVÁS). E-mail: raquel.libras@hotmail.com

Leia mais

CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES PARA USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO AMBIENTE ESCOLAR DA REDE PÚBLICA

CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES PARA USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO AMBIENTE ESCOLAR DA REDE PÚBLICA IV Congresso RIBIE, Brasilia 1998 CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES PARA USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO AMBIENTE ESCOLAR DA REDE PÚBLICA Cristina Vermelho, Glaucia da Silva Brito, Ivonélia da Purificação

Leia mais

READ IN WEB APRENDENDO INGLÊS POR MEIO DA

READ IN WEB APRENDENDO INGLÊS POR MEIO DA READ IN WEB APRENDENDO INGLÊS POR MEIO DA INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS ONLINE ANÁLISE DE UMA SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM BASEADA NAS TIC Marilia Lopes Justino, Roberta Caroline Silva Salomão Universidade Estadual

Leia mais

Como funciona uma aula de inglês na Language Plus

Como funciona uma aula de inglês na Language Plus Como funciona uma aula de inglês na Language Plus professores nativos de inglês. Sobre os Cursos da Language Plus Os Cursos de Inglês da Language Plus foram desenhados especialmente para os profissionais

Leia mais

Projeto Escola com Celular

Projeto Escola com Celular Projeto Escola com Celular Rede Social de Sustentabilidade Autores: Beatriz Scavazza, Fernando Silva, Ghisleine Trigo, Luis Marcio Barbosa e Renata Simões 1 Resumo: O projeto ESCOLA COM CELULAR propõe

Leia mais

ANÁLISE DE NECESSIDADES DO CONTROLADOR DE TRÁFEGO AÉREO: EM BUSCA DE UMA PROPOSTA DE CURSO DA DISCIPLINA LÍNGUA INGLESA COM ENFOQUE NO DESEMPENHO ORAL

ANÁLISE DE NECESSIDADES DO CONTROLADOR DE TRÁFEGO AÉREO: EM BUSCA DE UMA PROPOSTA DE CURSO DA DISCIPLINA LÍNGUA INGLESA COM ENFOQUE NO DESEMPENHO ORAL ANÁLISE DE NECESSIDADES DO CONTROLADOR DE TRÁFEGO AÉREO: EM BUSCA DE UMA PROPOSTA DE CURSO DA DISCIPLINA LÍNGUA INGLESA COM ENFOQUE NO DESEMPENHO ORAL INTRODUÇÃO Patrícia Palhares Tupinambá FERNANDES DE

Leia mais

MSF- MICROSOFT SOLUTIONS FRAMEWORK. Cesar Eduardo Freitas Italo Alves

MSF- MICROSOFT SOLUTIONS FRAMEWORK. Cesar Eduardo Freitas Italo Alves MSF- MICROSOFT SOLUTIONS FRAMEWORK Cesar Eduardo Freitas Italo Alves A ORIGEM DO MSF (MICROSOFT SOLUTIONS FRAMEWORK) Baseado na experiência da empresa na construção de softwares como Office e Windows e

Leia mais

Índice. 1. Metodologia de Alfabetização...3. 2. Aprendizagem da Escrita...3 3. Aprendizagem da Leitura...6

Índice. 1. Metodologia de Alfabetização...3. 2. Aprendizagem da Escrita...3 3. Aprendizagem da Leitura...6 GRUPO 6.1 MÓDULO 6 Índice 1. Metodologia de Alfabetização...3 1.1. Qual o Conhecimento sobre o Sistema de Escrita dos Jovens e Adultos?... 3 2. Aprendizagem da Escrita...3 3. Aprendizagem da Leitura...6

Leia mais

MÉTODO DAS BOQUINHAS

MÉTODO DAS BOQUINHAS MÉTODO DAS BOQUINHAS MÉTODO DAS BOQUINHAS ALFABETIZAÇÃO FONOVISUOARTICULATÓRIA Refletir sobre a educação e sobre novas formas de encarar a aprendizagem tem se tornado constante, principalmente em relação

Leia mais

Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro

Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro Precisamos reinventar a forma de ensinar e aprender, presencial e virtualmente, diante de tantas mudanças na sociedade e no mundo do trabalho. Os modelos tradicionais

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LEITURA EM CRIANÇAS DE 3 A 6 ANOS

A CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LEITURA EM CRIANÇAS DE 3 A 6 ANOS A CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LEITURA EM CRIANÇAS DE 3 A 6 ANOS 1 CAMPOS, Gaziela 2 GUIMARÃES, Suely Fernandes 3 MATTOS, Andressa Melo 4 PEREIRA, Jocimara Lima 5 MONTEIRO, Eliana 6 ANTONIO,

Leia mais

UMA PROPOSTA DE DRAMATIZAÇÃO PARA ABORDAGEM DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO ENSINO MÉDIO

UMA PROPOSTA DE DRAMATIZAÇÃO PARA ABORDAGEM DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO ENSINO MÉDIO UMA PROPOSTA DE DRAMATIZAÇÃO PARA ABORDAGEM DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO ENSINO MÉDIO SOUZA, Caio Henrique Bueno de 1 RODRIGUES, Davi 2 SANTOS, Edna Silva 3 PIRES, Fábio José 4 OLIVEIRA, Jully Gabriela

Leia mais

A PROPOSTA DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA DOS PCN E SUA TRANSPOSIÇÃO ENTRE OS PROFESSORES DE INGLÊS DE ARAPIRACA

A PROPOSTA DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA DOS PCN E SUA TRANSPOSIÇÃO ENTRE OS PROFESSORES DE INGLÊS DE ARAPIRACA Revista Eletrônica de Educação de Alagoas - REDUC ISSN 2317-1170 V. 01, N. 02 (2013) A PROPOSTA DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA DOS PCN E SUA TRANSPOSIÇÃO ENTRE OS PROFESSORES DE INGLÊS DE ARAPIRACA Patrícia

Leia mais

Adultos: questões fundamentais da prática

Adultos: questões fundamentais da prática Alfabetização de Jovens e Adultos: questões fundamentais da prática pedagógica POR QUE SABER LER E ESCREVER? Domínio de habilidades de leitura e escrita é condição para: 1. Enfrentar exigências do mundo

Leia mais

Um Assistente Virtual Inteligente Dirigido por Várias Metodologias Educacionais no Ensino em Informática

Um Assistente Virtual Inteligente Dirigido por Várias Metodologias Educacionais no Ensino em Informática Um Assistente Virtual Inteligente Dirigido por Várias Metodologias Educacionais no Ensino em Informática Abstract. This work shows the evolution of Intelligent Teaching Assistant SAE that include and provide

Leia mais

O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento

O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento A contribuição do interesse e da curiosidade por atividades práticas em ciências, para melhorar a alfabetização de

Leia mais

A apresentação através de fluxos lógicos consegue mostrar mal entendidos e pontos que são controversos.

A apresentação através de fluxos lógicos consegue mostrar mal entendidos e pontos que são controversos. Módulo 5 Análise Estruturada As dificuldades que são causadas por problemas de comunicação, mudanças de requisitos e técnicas inadequadas de avaliação, tornam a análise estruturada uma fase critica no

Leia mais

11 de maio de 2011. Análise do uso dos Resultados _ Proposta Técnica

11 de maio de 2011. Análise do uso dos Resultados _ Proposta Técnica 11 de maio de 2011 Análise do uso dos Resultados _ Proposta Técnica 1 ANÁLISE DOS RESULTADOS DO SPAECE-ALFA E DAS AVALIAÇÕES DO PRÊMIO ESCOLA NOTA DEZ _ 2ª Etapa 1. INTRODUÇÃO Em 1990, o Sistema de Avaliação

Leia mais

O PROJETO DE PESQUISA. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

O PROJETO DE PESQUISA. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza O PROJETO DE PESQUISA Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza ROTEIRO Escolher um tema de pesquisa Por onde começar? Ler para aprender Estrutura do Projeto de Pesquisa A Definição

Leia mais

As Cartilhas e a Alfabetização

As Cartilhas e a Alfabetização As Cartilhas e a Alfabetização Métodos globais: aprender a ler a partir de histórias ou orações Conhecer e respeitar as necessidades e interesses da criança; partir da realidade do aluno e estabelecer

Leia mais

CURRÍCULO 1º ANO do ENSINO UNDAMENTAL LINGUAGEM

CURRÍCULO 1º ANO do ENSINO UNDAMENTAL LINGUAGEM CURRÍCULO do ENSINO UNDAMENTAL LINGUAGEM ORALIDADE Formar frases com seqüência e sentido. Relacionar palavras que iniciam com vogais. Associar primeira letra/som em palavras iniciadas por vogal. Falar

Leia mais

Atividades Práticas em Leitura e Escrita

Atividades Práticas em Leitura e Escrita Atividades Práticas em Leitura e Escrita Andréa Carla Machado Elaine Cristina dos Santos 2015 Andréa Carla Machado; Elaine Cristina dos Santos Direitos desta edição adquiridos pela Paco Editorial. Nenhuma

Leia mais

MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE

MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE Objectivos gerais do módulo No final do módulo, deverá estar apto a: Definir o conceito de Help Desk; Identificar os diferentes tipos de Help Desk; Diagnosticar

Leia mais

Linguística P R O F A. L I L L I A N A L V A R E S F A C U L D A D E D E C I Ê N C I A D A I N F O R M A Ç Ã O

Linguística P R O F A. L I L L I A N A L V A R E S F A C U L D A D E D E C I Ê N C I A D A I N F O R M A Ç Ã O Linguística P R O F A. L I L L I A N A L V A R E S F A C U L D A D E D E C I Ê N C I A D A I N F O R M A Ç Ã O U N I V E R S I D A D E D E B R A S Í L I A Conceito Ciência que visa descrever ou explicar

Leia mais

ELABORAÇÃO DE CATÁLOGO DESCRITIVO DE SITES PARA O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA

ELABORAÇÃO DE CATÁLOGO DESCRITIVO DE SITES PARA O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA ELABORAÇÃO DE CATÁLOGO DESCRITIVO DE SITES PARA O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA Dayane Ribeiro da Silva (PICV/PRPPG/ UNIOESTE), Greice da Silva Castela (Orientadora), e-mail: greicecastela@yahoo.com.br

Leia mais

Alfabetizar as crianças na idade certa com Paulo Freire e Emilia Ferreiro Práticas socioconstrutivistas

Alfabetizar as crianças na idade certa com Paulo Freire e Emilia Ferreiro Práticas socioconstrutivistas Alfabetizar as crianças na idade certa com Paulo Freire e Emilia Ferreiro Práticas socioconstrutivistas Apoio Pedagógico Memória, cultura e literatura O prazer de ler e recriar o mundo, Elias José Preservando

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA Diretoria de Políticas de Formação, Materiais Didáticos e Tecnologias para a Educação Básica Coordenação Geral de Materiais Didáticos PARA NÃO ESQUECER:

Leia mais

A COMPREENSÃO DO SISTEMA DE ESCRITA: CONSTRUÇÕES ORIGINAIS DA CRIANÇA E INFORMAÇÃO ESPECÍFICA DOS ADULTOS

A COMPREENSÃO DO SISTEMA DE ESCRITA: CONSTRUÇÕES ORIGINAIS DA CRIANÇA E INFORMAÇÃO ESPECÍFICA DOS ADULTOS A COMPREENSÃO DO SISTEMA DE ESCRITA: CONSTRUÇÕES ORIGINAIS DA CRIANÇA E INFORMAÇÃO ESPECÍFICA DOS ADULTOS SILVA, Aparecida Joana Darc de Oliveira SILVA, Eloisa Mariângela de Oliveira E-MAIL: a-nogueira-silva@uol.com.br

Leia mais

A EDUCAÇÃO DO JOVEM E ADULTO SEGUNDO A CONCEPÇÃO DE ALFABETIZAÇÃO FREIREANA

A EDUCAÇÃO DO JOVEM E ADULTO SEGUNDO A CONCEPÇÃO DE ALFABETIZAÇÃO FREIREANA A EDUCAÇÃO DO JOVEM E ADULTO SEGUNDO A CONCEPÇÃO DE ALFABETIZAÇÃO FREIREANA GUILHERME, Cirlene Pereira 1 JESUS, Elitânia Maria de 2 PELOZO, Rita de Cassia Borguetti 3 SIMONELLI, Gisele Colombo 4 RESUMO

Leia mais

softwares que cumprem a função de mediar o ensino a distância veiculado através da internet ou espaço virtual. PEREIRA (2007)

softwares que cumprem a função de mediar o ensino a distância veiculado através da internet ou espaço virtual. PEREIRA (2007) 1 Introdução Em todo mundo, a Educação a Distância (EAD) passa por um processo evolutivo principalmente após a criação da internet. Os recursos tecnológicos oferecidos pela web permitem a EAD ferramentas

Leia mais

Assimilação natural x Estudo formal

Assimilação natural x Estudo formal Escolhemos adaptar este texto para inaugurar o novo site do CEI porque ele apresenta duas abordagens do aprendizado de idiomas como sendo propostas contrastantes. No entanto, acreditamos que o ensino na

Leia mais

DSI é o processo cujo objetivo é introduzir mudanças num sistema de informação, com objetivo de melhorar o seu desempenho.

DSI é o processo cujo objetivo é introduzir mudanças num sistema de informação, com objetivo de melhorar o seu desempenho. - DSI DSI é o processo cujo objetivo é introduzir mudanças num sistema de informação, com objetivo de melhorar o seu desempenho. Preocupação: Problema técnicos Mudança na natureza e conteúdo do trabalho

Leia mais

Ambiente Eletrônico Interativo e Colaborativo de Ensino com Síntese de Fala

Ambiente Eletrônico Interativo e Colaborativo de Ensino com Síntese de Fala Ambiente Eletrônico Interativo e Colaborativo de Ensino com Síntese de Fala Mário Uliani Neto, Pei J. Shieh, Fernando O. Runstein, José E. Canhone, Edson J. Nagle, Sílvio A. Spinella FCPqD Fundação Centro

Leia mais

DIFERENTES PRODUÇÕES ESCRITAS DE CRIANÇAS EM CLASSES DE ALFABETIZAÇÃO: ABORDAGENS SINTÉTICAS E DE BASE CONSTRUTIVISTA

DIFERENTES PRODUÇÕES ESCRITAS DE CRIANÇAS EM CLASSES DE ALFABETIZAÇÃO: ABORDAGENS SINTÉTICAS E DE BASE CONSTRUTIVISTA DIFERENTES PRODUÇÕES ESCRITAS DE CRIANÇAS EM CLASSES DE ALFABETIZAÇÃO: ABORDAGENS SINTÉTICAS E DE BASE CONSTRUTIVISTA Fernanda Cargnin Gonçalves 1 Introdução O embate entre os métodos de alfabetização

Leia mais

Índice. 1.Cenário Brasil. 2. Projeto PALMA. 3. Tecnologia Digital na Educação de Jovens e Adultos

Índice. 1.Cenário Brasil. 2. Projeto PALMA. 3. Tecnologia Digital na Educação de Jovens e Adultos 1 Índice 1.Cenário Brasil 2. Projeto PALMA 3. Tecnologia Digital na Educação de Jovens e Adultos 2 1. Cenário Brasil 3 Fonte: IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística 2013 Analfabetismo 41

Leia mais

AS NOVAS TECNOLOGIAS COMO PARCEIRAS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA.

AS NOVAS TECNOLOGIAS COMO PARCEIRAS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA. AS NOVAS TECNOLOGIAS COMO PARCEIRAS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA. MORAES, Camilla Santos 1 Palavras-chave: ensino-aprendizagem de inglês, novas tecnologias, ensino mediado pelo computador.

Leia mais

RBC no Auxílio de Avaliações Imobiliárias

RBC no Auxílio de Avaliações Imobiliárias RBC no Auxílio de Avaliações Imobiliárias Adauto Trigueiro, Alcione da Costa Pinheiro, Clerton Filho, Kátia Silva Unidade Acadêmica de Sistemas e Computação Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)

Leia mais

Testes de ortografia e redação eliminam candidatos a estágio

Testes de ortografia e redação eliminam candidatos a estágio Testes de ortografia e redação eliminam candidatos a estágio Entre cursos com maior reprovação estão pedagogia, jornalismo e turismo. Falta de leitura e hábitos gerados pela internet são fatores motivadores.

Leia mais

2. Sistemas Multi-Agentes (Multi-Agent System - MAS)

2. Sistemas Multi-Agentes (Multi-Agent System - MAS) AORML uma linguagem para modelagem de uma aplicação Multiagentes: Uma Aplicação no Sistema Expertcop. Hebert de Aquino Nery, Daniel Gonçalves de Oliveira e Vasco Furtado. Universidade de Fortaleza UNIFOR

Leia mais

Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum

Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum 1. O direito constitucional à educação é concretizado, primeiramente, com uma trajetória regular do estudante, isto é, acesso das crianças e jovens a

Leia mais

OS LIMITES DO ENSINO A DISTÂNCIA. Claudson Santana Almeida

OS LIMITES DO ENSINO A DISTÂNCIA. Claudson Santana Almeida OS LIMITES DO ENSINO A DISTÂNCIA Claudson Santana Almeida Junho 2012 Introdução O que o leitor encontrará neste artigo? Uma apresentação do sistema de Ensino a Distância (EAD), conhecer as vantagens e

Leia mais

Alemão Básico até Intermediário Superior, A1 B2

Alemão Básico até Intermediário Superior, A1 B2 Básico até Intermediário Superior, A1 B2 Esta folha trata de cursos de apenas uma vez por semana. Além deles nós temos no mesmo nível, um grande número de cursos intensivos. Nós o aconselhamos individualmente

Leia mais

PESQUISA-AÇÃO DICIONÁRIO

PESQUISA-AÇÃO DICIONÁRIO PESQUISA-AÇÃO Forma de pesquisa interativa que visa compreender as causas de uma situação e produzir mudanças. O foco está em resolver algum problema encontrado por indivíduos ou por grupos, sejam eles

Leia mais

RESPOSTA FÍSICA TOTAL

RESPOSTA FÍSICA TOTAL RESPOSTA FÍSICA TOTAL Valdelice Prudêncio Lima UEMS João Fábio Sanches Silva UEMS O método apresentado é baseado na coordenação da fala e da ação, desenvolvido por James Asher, professor de psicologia

Leia mais

Maria Izabel Rodrigues TOGNATO[2]

Maria Izabel Rodrigues TOGNATO[2] PROFESSOR OU EDUCADOR? CIDADANIA UMA RESPONSABILIDADE SOCIAL NO ENSINO DE LITERATURA E DA PRÁTICA DE ENSINO NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA Referência: TOGNATO, M.I.R..

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE Bruna Cardoso Cruz 1 RESUMO: O presente trabalho procura conhecer o desempenho profissional dos professores da faculdade

Leia mais

Roteiro sobre Projeto Final do curso Metodologia para Desenvolvimento de Objetos de Aprendizagem

Roteiro sobre Projeto Final do curso Metodologia para Desenvolvimento de Objetos de Aprendizagem Roteiro sobre Projeto Final do curso Metodologia para Desenvolvimento de Objetos de Aprendizagem Este roteiro tem como objetivo apresentar o projeto final do curso. Você deverá elaborar um projeto para

Leia mais

Elaboração do programa das disciplinas

Elaboração do programa das disciplinas Elaboração do programa das disciplinas Curso de Atualização Pedagógica Julho de 2010 Mediador: Adelardo Adelino Dantas de Medeiros (DCA/UFRN) Questões fundamentais O que pretendo alcançar? Uma disciplina

Leia mais

JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS

JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS Educação Matemática na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental (EMEIAIEF) GT 09 RESUMO

Leia mais

ESTUDO DE CASO: LeCS: Ensino a Distância

ESTUDO DE CASO: LeCS: Ensino a Distância ESTUDO DE CASO: LeCS: Ensino a Distância HERMOSILLA, Lígia Docente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais de Garça FAEG - Labienópolis - CEP 17400-000 Garça (SP) Brasil Telefone (14) 3407-8000

Leia mais

Figura 1 Nível de maturidade em gerenciamento de projetos PMI. Fonte: Estudo de Benchmarking do PMI (2013)

Figura 1 Nível de maturidade em gerenciamento de projetos PMI. Fonte: Estudo de Benchmarking do PMI (2013) A elevação da maturidade das organizações em gerenciamento de projetos tem sido muito vagarosa, pois como demonstra a figura 1, 82% das empresas respondentes ao Estudo de Benchmarking do PMI (2013) estão

Leia mais

A LUDICIDADE E A INTERAÇÃO VERBAL NO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA NAS SÉRIES INICIAIS

A LUDICIDADE E A INTERAÇÃO VERBAL NO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA NAS SÉRIES INICIAIS A LUDICIDADE E A INTERAÇÃO VERBAL NO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA NAS SÉRIES INICIAIS HORTA, Gabriela Alias (UNESP- FCT) RESUMO: Este trabalho tem por objetivo discutir a importância das atividades lúdicas

Leia mais

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS Kelly Cristina de Oliveira 1, Júlio César Pereira 1. 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR Brasil kristhinasi@gmail.com,

Leia mais

Bingo Químico em Braille.

Bingo Químico em Braille. Bingo Químico em Braille. Carine Fernanda Drescher * (IC), Julieta Saldanha Oliveira (PQ) e Liana da Silva Fernandes (PQ). E-mail: carinedrescher@gmail.com Rua Riachuelo, CEP- 97050011, 115, apto 305.

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DO USO DE SOFTWARES EDUCACIONAIS PARA O ENSINO- APRENDIZAGEM DE INGLÊS COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA: a visão dos alunos

CONTRIBUIÇÕES DO USO DE SOFTWARES EDUCACIONAIS PARA O ENSINO- APRENDIZAGEM DE INGLÊS COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA: a visão dos alunos CONTRIBUIÇÕES DO USO DE SOFTWARES EDUCACIONAIS PARA O ENSINO- APRENDIZAGEM DE INGLÊS COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA: a visão dos alunos Marli Fátima Vick Vieira 1 ; Gicele Vieira Prebianca 2 ; Tháfila Krum de

Leia mais

A PERCEPÇÃO DE GRADUANDOS EM PEDAGOGIA SOBRE A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA FORMAÇÃO DO EDUCADOR EM UMA FACULDADE EM MONTE ALEGRE DO PIAUÍ - PI

A PERCEPÇÃO DE GRADUANDOS EM PEDAGOGIA SOBRE A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA FORMAÇÃO DO EDUCADOR EM UMA FACULDADE EM MONTE ALEGRE DO PIAUÍ - PI A PERCEPÇÃO DE GRADUANDOS EM PEDAGOGIA SOBRE A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA FORMAÇÃO DO EDUCADOR EM UMA FACULDADE EM MONTE ALEGRE DO PIAUÍ - PI Kássia Hellem Tavares da Silva (*), Lorrane de Castro Miranda, Israel

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS: FORTALECIMENTO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Abril 2015 POLÍTICAS PÚBLICAS

Leia mais

REFORÇO DE PROGRAMAÇÃO ESTRUTURADA EM LINGUAGEM C PARA GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA

REFORÇO DE PROGRAMAÇÃO ESTRUTURADA EM LINGUAGEM C PARA GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA REFORÇO DE PROGRAMAÇÃO ESTRUTURADA EM LINGUAGEM C PARA GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA Andréa Willa Rodrigues Villarim (Voluntário) Marcelo Pereira Rufino (Bolsista) Larissa Aguiar (Bolsista) Nady Rocha

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: TECENDO RELAÇÕES COM O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: TECENDO RELAÇÕES COM O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: TECENDO RELAÇÕES COM O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE Marcia Aparecida Alferes 1 Resumo O presente texto pretende refletir sobre a definição dos conceitos de alfabetização e letramento,

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE EDUCATIVO PARA O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO SOFTWARE DEVELOPMENT FOR EDUCATIONAL PROCESS OF LITERACY

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE EDUCATIVO PARA O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO SOFTWARE DEVELOPMENT FOR EDUCATIONAL PROCESS OF LITERACY DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE EDUCATIVO PARA O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO SOFTWARE DEVELOPMENT FOR EDUCATIONAL PROCESS OF LITERACY Daiyane Akemi Morimoto- Graduanda em Pedagogia- Unisalesiano de Linsday_akemi@hotmail,com

Leia mais

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Apoiar a empregabilidade pela melhora da qualidade do ensino profissionalizante UK Skills Seminar Series 2014 15 British Council UK Skills Seminar

Leia mais

PROVINHA BRASIL E HABILIDADES DE LEITURA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS NÍVEIS DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

PROVINHA BRASIL E HABILIDADES DE LEITURA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS NÍVEIS DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO 1 PROVINHA BRASIL E HABILIDADES DE LEITURA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS NÍVEIS DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO INTRODUÇÃO Solange dos Santos (UFS) A leitura tem sido por muito tempo um tema muito debatido

Leia mais

Planejamento e Gestão das disciplinas na modalidade a distância em Cursos de Graduação Presencial: Conteúdo, Aprendizagem e Construção do Conhecimento

Planejamento e Gestão das disciplinas na modalidade a distância em Cursos de Graduação Presencial: Conteúdo, Aprendizagem e Construção do Conhecimento Planejamento e Gestão das disciplinas na modalidade a distância em Cursos de Graduação Presencial: Conteúdo, Aprendizagem e Construção do Conhecimento Maio/2010 AMARAL, Rita de Cássia Borges de Magalhães

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL. De acordo a LDB 9394/96 o Ensino Fundamental, juntamente com a Educação Infantil e o Ensino Médio, compõe a Educação básica.

ENSINO FUNDAMENTAL. De acordo a LDB 9394/96 o Ensino Fundamental, juntamente com a Educação Infantil e o Ensino Médio, compõe a Educação básica. ENSINO FUNDAMENTAL De acordo a LDB 9394/96 o Ensino Fundamental, juntamente com a Educação Infantil e o Ensino Médio, compõe a Educação básica. Art. 32 "o Ensino Fundamental, com duração mínima de oito

Leia mais

Letramento e Alfabetização. Alessandra Mara Sicchieri Pedagoga e Psicopedagoga, Formada em Letras. Tutora de Pró-Letramento-MEC.

Letramento e Alfabetização. Alessandra Mara Sicchieri Pedagoga e Psicopedagoga, Formada em Letras. Tutora de Pró-Letramento-MEC. Letramento e Alfabetização Alessandra Mara Sicchieri Pedagoga e Psicopedagoga, Formada em Letras. Tutora de Pró-Letramento-MEC. 13/04/2011 O ATO DE LER E ESCREVER DEVE COMEÇAR A PARTIR DE UMA COMPREENSÃO

Leia mais

Unidade II ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO. Profa. Ma. Adriana Rosa

Unidade II ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO. Profa. Ma. Adriana Rosa Unidade II ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Profa. Ma. Adriana Rosa Ementa Propostas para aquisição da língua escrita. Oralidade e comunicação. A escola e o desenvolvimento da linguagem. O ensino da escrita.

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB ANEXO II Edital Pibid n /2012 CAPES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO

Leia mais

O uso de Objetos de Aprendizagem como recurso de apoio às dificuldades na alfabetização

O uso de Objetos de Aprendizagem como recurso de apoio às dificuldades na alfabetização O uso de Objetos de Aprendizagem como recurso de apoio às dificuldades na alfabetização Juliana Ferreira Universidade Estadual Paulista UNESP- Araraquara E-mail: juliana.ferreiraae@gmail.com Silvio Henrique

Leia mais

Guia do Aluno da Graduação Personalizada em Gestão da Tecnologia da Informação

Guia do Aluno da Graduação Personalizada em Gestão da Tecnologia da Informação Guia do Aluno da Graduação Personalizada em Gestão da Tecnologia da Informação Prezado Aluno, Seja bem-vindo à Graduação Personalizada em Gestão da Tecnologia da Informação! Antes de dar início à sua graduação

Leia mais

Testes de Usabilidade

Testes de Usabilidade Testes de Usabilidade Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro Setembro de 2012 Prof. Edwar Saliba Júnior 1 Reflexão Ao fazer referência à questão da qualidade da relação

Leia mais

Alfabetização e letramento. Professora : Jackeline Miranda de Barros

Alfabetização e letramento. Professora : Jackeline Miranda de Barros Alfabetização e letramento Professora : Jackeline Miranda de Barros O que é alfabetização? O que é letramento? Qual o melhor método? Como alfabetizar? Para início de conversa, vamos exercitar nossa memória...

Leia mais

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5 Para entender bancos de dados, é útil ter em mente que os elementos de dados que os compõem são divididos em níveis hierárquicos. Esses elementos de dados lógicos constituem os conceitos de dados básicos

Leia mais

BUSCANDO UM PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE PARA AUXILIAR A GESTÃO DE PRODUÇÃO DO PBL-VE E DO PBL-VS

BUSCANDO UM PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE PARA AUXILIAR A GESTÃO DE PRODUÇÃO DO PBL-VE E DO PBL-VS 973 BUSCANDO UM PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE PARA AUXILIAR A GESTÃO DE PRODUÇÃO DO PBL-VE E DO PBL-VS Jéssica Magally de Jesus Santos 1 ; Gabriela Ribeiro Peixoto Rezende Pinto 2 1. Bolsista

Leia mais

MÉTODOS DE ENSINO PARA O FUTSAL ESCOLAR

MÉTODOS DE ENSINO PARA O FUTSAL ESCOLAR MÉTODOS DE ENSINO PARA O FUTSAL ESCOLAR Rafael Rodrigo Klein, Universidade Federal de Santa Maria UFSM, Santa Maria, Rio Grande do Sul - Brasil RESUMO Este trabalho é um relato de experiência acerca de

Leia mais

O ENSINO DE COMPREENSÃO ORAL EM LÍNGUA INGLESA: IMPLICAÇÕES PARA A FORMAÇÃO DOCENTE

O ENSINO DE COMPREENSÃO ORAL EM LÍNGUA INGLESA: IMPLICAÇÕES PARA A FORMAÇÃO DOCENTE O ENSINO DE COMPREENSÃO ORAL EM LÍNGUA INGLESA: IMPLICAÇÕES PARA A FORMAÇÃO DOCENTE MEIRELES, Mirelly Karolinny de Melo/UNIDERC 1 mirellyk@yahoo.com.br NASCIMENTO, Kaline Brasil Pereira/UEPB 2 k.aline.brasil@hotmail.com

Leia mais

Fundamentação Teórica

Fundamentação Teórica Atividades Estruturadas 1 Fundamentação Teórica Atividades Estruturadas, embasadas no Art. 2º, item II da Resolução CNE/CES nº 3, de 2 de julho de 2007, implicam a construção de conhecimento, com autonomia,

Leia mais

Trabalhe rimas, aliterações e consciência silábica para facilitar o processo de alfabetização

Trabalhe rimas, aliterações e consciência silábica para facilitar o processo de alfabetização Reportagens ALFABETIZAÇÃO De sílaba em sílaba Trabalhe rimas, aliterações e consciência silábica para facilitar o processo de alfabetização Por Eloísa Bombonatti* Refletir sobre o sistem a alfabético Estim

Leia mais

Programa de Alfabetização na Língua Materna

Programa de Alfabetização na Língua Materna Programa de Alfabetização na Língua Materna 2014 Itatiba/ Campinas/SP BRASIL IES2 Inovação, Educação e Soluções Tecnológicas Ltda 1. Definição do PALMA O PALMA é um programa de alfabetização complementar

Leia mais

Desfazendo Mitos e Mentiras Sobre Línguas de Sinais

Desfazendo Mitos e Mentiras Sobre Línguas de Sinais Desfazendo Mitos e Mentiras Sobre Línguas de Sinais Renê Forster 1 Resumo: Este artigo apresenta uma das cartilhas desenvolvidas pelo Programa Surdez com informações sobre a LIBRAS e as línguas de sinais

Leia mais

Resenha de livro. Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3

Resenha de livro. Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3 Resenha de livro Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3 A presente resenha do livro de Moretto, (2007) em sua 2 edição tem o intuito de mostrar que a avaliação é um

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

Projetos de informatização educacional. Ketiuce Ferreira Silva 3º Período G1 Professora: Gilca

Projetos de informatização educacional. Ketiuce Ferreira Silva 3º Período G1 Professora: Gilca Projetos de informatização educacional Ketiuce Ferreira Silva 3º Período G1 Professora: Gilca O uso do computador como instrumento de educação ainda não é uma realidade para muitos no Brasil, mas aqui

Leia mais