Agenda. Contexto. O Nordeste Territorial. Fórum de Governança da Atividade Econômica. Formas de Financiamento

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Agenda. Contexto. O Nordeste Territorial. Fórum de Governança da Atividade Econômica. Formas de Financiamento"

Transcrição

1

2 Agenda Contexto O Nordeste Territorial Fórum de Governança da Atividade Econômica Formas de Financiamento

3 Área de atuação do BNB Nordeste: 1.554,4 mil Km 2 Semi-árido: 974,4 mil Km 2 (62,7% do território do NE) Semi-árido BNB Área de atuação: 1.775,4 mil Km 2 (em 11 Estados) Municípios atendidos na Bahia: 417 Quantidade de agências: 34 Responde por 63,4% dos financiamentos de longo prazo e 74,5% do crédito rural na Região (Fonte: Sisbacen Abr/08)

4 Missão do BNB Atuar, na capacidade de instituição financeira pública, como agente catalisador do desenvolvimento sustentável do Nordeste, integrando-o na dinâmica da economia nacional

5 Agenda Contexto O Nordeste Territorial Fórum de Governança da Atividade Econômica Formas de Financiamento

6 Nordeste Territorial Estratégia que associa a concessão de crédito ao fortalecimento de cadeias produtivas, visando aumento da competitividade e inclusão social, a partir de ações integradas nas cinco dimensões do desenvolvimento sustentável

7 Nordeste Territorial Projeto Territorial da Atividade Econômica PTAE Planejamento e organização de ações integradas para solução de gargalos e alcance dos objetivos definidos de forma participativa Perfil da atividade Articulação de atores Financiamentos em redes de negócios Parcerias empresariais e institucionais Plano de Ação

8 Nordeste Territorial Econômica Tecnológica Rede de Negócios Conhecimento e Inovação Institucional Ambiental Fóruns de Governança Mitigação de Impactos Ambientais Social Inclusão e melhoria das condições de vida

9 Nordeste Territorial Dimensão Econômica Financiamento à infra-estrutura produtiva e ao custeio, em condições específicas de viabilização da atividade no território, a partir da definição da formação da REDE DE NEGÓCIOS Melhoria da produção e produtividade Ampliação do acesso a mercados Melhoria da rentabilidade Acordos comerciais entre empreendimentos da rede de negócios

10 Nordeste Territorial Dimensão Tecnológica Identificação e disseminação de processos, métodos, sistemas, maquinário e ferramentas que aportem CONHECIMENTO e INOVAÇÃO aos processos produtivos Adoção de tecnologias novas ou diferentes do padrão em vigor nos processos produtivos Capacitação de empreendedores Assistência técnica Desenvolvimento de produtos e serviços

11 Nordeste Territorial Dimensão Ambiental Redução dos IMPACTOS AMBIENTAIS causados pelos empreendimentos e apoio à implementação de PROJETOS AMBIENTAIS Estímulo à adoção de boas práticas e medidas atenuantes Implantação de sistemas de gestão ambiental Identificação e financiamento de projetos ambientais tais como: reflorestamento de áreas degradadas, composição de reserva legal, uso racional da água

12 Nordeste Territorial Dimensão Institucional Articulação, promoção e facilitação nos processos de COOPERAÇÃO e PARCERIA entre atores empresariais e institucionais, e estabelecimento de FORUM DE GOVERNANÇA DA ATIVIDADE Cooperação para elevação do padrão tecnológico da rede de negócios Acordos de compras e vendas em conjunto, com ganhos de escala Fortalecimento e/ou criação de fóruns de governança da atividade econômica no território

13 Nordeste Territorial Dimensão Social Efeitos positivos na QUALIDADE DE VIDA dos empreendedores inseridos nas redes de negócios financiados e INCLUSÃO econômica e social de atores à margem do processo produtivo Crescimento da capacidade técnica e empresarial do produtor e de sua consciência ambiental Acesso à tecnologia e inovação Fortalecimento das relações de confiança e cooperação Eqüidade, participação e empoderamento de atores

14 Nordeste Territorial Rede de Negócios Cadeia Produtiva INSUMOS PRODUÇÃO BENEFICIA MENTO COMERCIA LIZAÇÃO MPE Pronafiano Grande Empresa Informal FNE Ind Médio MPE Grande Empresa Grande Empresa MPE Média Empresa MPE Informal Média Empresa Produtor Rural

15 Agenda Contexto O Nordeste Territorial Fórum de Governança da Atividade Econômica Formas de Financiamento

16 Fórum de governança da atividade econômica Conceito de Governança Capacidade, gerada no território, para gerir os assuntos públicos a partir do envolvimento conjunto e cooperativo dos atores institucionais e econômicos Mayntz (2000)

17 Fórum de governança da atividade econômica Responsabilidade Elaborar e gerir o Plano de Ação do PTAE, visando a elevação do patamar de competitividade e rentabilidade da atividade no território e a promoção do progresso dos empreendimentos integrantes da rede de negócios, pela soluções de gargalos e o aproveitamento de oportunidades de mercado Atores Empreendedores e representações empresariais e sindicais relacionadas à atividade Governo nas esferas municipal e estadual Instituições governamentais e não governamentais Representações sociais Papel do BNB Fortalecer os fóruns setoriais existente e apoiar a criação, onde não existe

18 Fórum de governança da atividade econômica Papel dos Empreendedores e Representações empresariais e sindicais CONSTRUIR padrão de qualidade dos produtos e serviços PACTUAR soluções ligadas à comercialização e outras dificuldades IDENTIFICAR demanda e oferta da produção no território DIMENSIONAR a logística para a atividade

19 Fórum de governança da atividade econômica Papel das esferas municipal e estadual de Governo DEFINIR políticas públicas de apoio à atividade VIABILIZAR soluções de infra-estrutura VIABILIZAR regulamentação da atividade, via legislação APOIAR ações de comercialização PROMOVER e PARTICIPAR dos fóruns de apoio à atividade econômica

20 Fórum de governança da atividade econômica Papel das Instituições Governamentais e Não governamentais VIABILIZAR SOLUÇÕES de consultoria, capacitação e assistência técnica APOIAR e REALIZAR estudos técnicos relacionados à atividade econômica IDENTIFICAR E PROPOR inovações à atividade MONITORAR cumprimento de legislação ambiental ESTIMULAR a articulação da redes de negócios

21 Fórum de governança da atividade econômica Papel das Representações sociais PROPOR ações de apoio à atividade econômica IDENTIFICAR impactos ambientais e propor medidas mitigadoras LEVAR A DEBATE temas relacionados a impactos negativos decorrentes do aumento de competitividade da atividade econômica ENCAMINHAR projetos de políticas públicas para apoio à atividade econômica e proteção social

22 Agenda Contexto O Nordeste Territorial Fórum de Governança da Atividade Econômica Formas de Financiamento

23 NORDESTE CULTURA Finalidade do Programa Estimular a diversidade cultural do Nordeste, com financiamento a projetos e atividades culturais, viabilizando empreendimentos nas áreas de promoção de eventos, artesanato, turismo cultural e religioso, prestação de serviços, dentre outros. Criação de Centros Culturais; Prêmio BNB de Cultura; Cresce Nordeste Cultura.

24 F N E Finalidade do Programa Apoiar a implantação, expansão, modernização e relocalização de empreendimentos rurais, industriais, comerciais e de prestação de serviços, inclusive o turismo, além da infra-estrutura privada. Público Alvo Empresas privadas industriais, inclusive de mineração (pessoas jurídicas e empresários registrados na junta comercial)

25 CREDIAMIGO Finalidade do Programa Por meio deste Programa, os microempreendedores urbanos obtêm acesso a financiamentos para capital de giro e investimento com aval solidário, além de capacitação para o crédito. Público Alvo Empreendedores urbanos da economia informal

26 AGRICULTURA FAMILIAR Com recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF) e também por meio da metodologia do Agroamigo (programa de microcrédito produtivo orientado para o setor rural), os agricultores familiares e pequenos produtores rurais têm acesso ao crédito para diversas atividades, inclusive ARTESANATO, nas unidades produtivas e áreas comunitárias.

27 Obrigado Yêda Brito

Banco do Brasil Desenvolvimento Sustentável. Financiamento do Desenvolvimento Regional

Banco do Brasil Desenvolvimento Sustentável. Financiamento do Desenvolvimento Regional Banco do Brasil Desenvolvimento Sustentável Financiamento do Desenvolvimento Regional Desenvolvimento Regional Sustentável - DRS Visão Participativa - Concertação BB Associações Universidades Região Empresas

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA NA GESTÃO DA CADEIA LOGÍSTICA

RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA NA GESTÃO DA CADEIA LOGÍSTICA RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA NA GESTÃO DA CADEIA LOGÍSTICA Coordenadoria de Economia Mineral Diretoria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral Premissas do Desenvolvimento Sustentável Economicamente

Leia mais

E C O N Ô S O C E N T A L. Cultura e Tradição

E C O N Ô S O C E N T A L. Cultura e Tradição 3º. Seminário Responsabilidade Social com Foco nos Atores Interessados 7 a 8/10/2008 Biodiesel e Agricultura Familiar www.biodiesel.gov.b PNPB Pilares de Sustentação PNPB S O C I A L E C O N Ô M I C O

Leia mais

Francisco Beltrão Inovações e Desafios. Centro de Inovação e Tecnologia de Francisco Beltrão - CITFBE

Francisco Beltrão Inovações e Desafios. Centro de Inovação e Tecnologia de Francisco Beltrão - CITFBE Francisco Beltrão Inovações e Desafios Centro de Inovação e Tecnologia de Francisco Beltrão - CITFBE Agosto de 2015 Política de Desenvolvimento Local Sistema Regional de Inovação Serviços Urbanos CITFBE

Leia mais

Planejamento Estratégico Conselho Moveleiro. Resultados

Planejamento Estratégico Conselho Moveleiro. Resultados Planejamento Estratégico Conselho Moveleiro Resultados PROPÓSITO DO CONSELHO Articular a indústria moveleira para obter: sucesso, excelência, qualificação e informação. Articular de politicas e ações estratégicas

Leia mais

PORTARIA INTERMINISTERIAL MDA e MDS e MMA Nº 239 DE 21 DE JULHO DE 2009

PORTARIA INTERMINISTERIAL MDA e MDS e MMA Nº 239 DE 21 DE JULHO DE 2009 PORTARIA INTERMINISTERIAL MDA e MDS e MMA Nº 239 DE 21 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações para a implementação do Plano Nacional de Promoção das Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade, e dá outras

Leia mais

Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais FIEMG

Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais FIEMG Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais FIEMG Vídeo: A Força de quem FAZ O SISTEMA FIEMG A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais representa as indústrias do Estado e atua na defesa

Leia mais

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Identidade, Competitividade, Responsabilidade

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Identidade, Competitividade, Responsabilidade Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Identidade, Competitividade, Responsabilidade Lezíria do Tejo Alto Alentejo Alentejo Central Alentejo Litoral Baixo Alentejo Planeamento Estratégico Regional

Leia mais

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO SECIS SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA PARA INCLUSÃO SOCIAL

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO SECIS SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA PARA INCLUSÃO SOCIAL MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO SECIS SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA PARA INCLUSÃO SOCIAL PROJETOS ESTRUTURANTES CVTs CENTROS VOCACIONAIS TECNOLÓGICOS O QUE É O CVT? É um espaço voltado

Leia mais

Módulo 5 Fortalecimento de Vínculos Comerciais. Criação de vínculos comerciais verticais e horizontais. cadeia e estratégia.

Módulo 5 Fortalecimento de Vínculos Comerciais. Criação de vínculos comerciais verticais e horizontais. cadeia e estratégia. Módulo 5 Fortalecimento de Vínculos Comerciais Criação de vínculos comerciais verticais e horizontais Módulos Delimitação do projeto Análise da cadeia e estratégia Implementação Monitoria 0 Decisão sobre

Leia mais

Inovação como prioridade estratégica do BNDES

Inovação como prioridade estratégica do BNDES Inovação como prioridade estratégica do BNDES Helena Tenorio Veiga de Almeida APIMECRIO 20/04/2012 Histórico do apoio à inovação no BNDES 2 Histórico do apoio à inovação no BNDES 1950 Infraestrutura Econômica

Leia mais

A Dimensão Social e o Conceito de Desenvolvimento Sustentável

A Dimensão Social e o Conceito de Desenvolvimento Sustentável V Mesa-Redonda da Sociedade Civil Brasil EU A Dimensão Social e o Conceito de Desenvolvimento Sustentável Apresentação da Conselheira Lúcia Stumpf Porto, Portugal 7 a 9 de novembro de 2011 1 Contextualização

Leia mais

Agenda Estratégica Priorizada... 32

Agenda Estratégica Priorizada... 32 Sumário Apresentação................................................................... 8 Metodologia................................................................... 9 Apresentação...................................................................

Leia mais

Estrutura Geral do Projeto. Propostas e iniciativas internacionais

Estrutura Geral do Projeto. Propostas e iniciativas internacionais Usos Inovadores do Gás Natural (GN) Promoção da eficiência energética em Arranjos Produtivos Locais (APLs) Temas Estrutura Geral do Projeto As investigações em Viena As investigações em Viena Propostas

Leia mais

Nove áreas temáticas do programa

Nove áreas temáticas do programa Nove áreas temáticas do programa Com base no Plano de Ação FLEGT da União Europeia, a gerência do programa estabeleceu nove áreas temáticas apoiadas pelo programa. Sob cada tema, há uma lista indicativa

Leia mais

1ª Jornada Internacional da Gestão Pública. O caso MDIC. BRASÍLIA (DF), 13 de março de 2013

1ª Jornada Internacional da Gestão Pública. O caso MDIC. BRASÍLIA (DF), 13 de março de 2013 1ª Jornada Internacional da Gestão Pública O caso MDIC BRASÍLIA (DF), 13 de março de 2013 ANTECEDENTES INÍCIO DE 2011 Contexto de mudança de Governo; Necessidade de diagnóstico organizacional; Alinhamento

Leia mais

ENCADEAMENTO PRODUTIVO Oportunidade para as pequenas empresas Bom negócio para as grandes

ENCADEAMENTO PRODUTIVO Oportunidade para as pequenas empresas Bom negócio para as grandes ENCADEAMENTO PRODUTIVO Oportunidade para as pequenas empresas Bom negócio para as grandes ENCADEAMENTOS PRODUTIVOS COMPETITIVIDADE SUSTENTABILIDADE INOVAÇÃO PRODUTIVIDADE CADEIA DE VALOR APRESENTAÇÃO O

Leia mais

Objetivo do programa. Desenvolvimento competitivo e sustentável. Promoção de parcerias estratégicas. Produtividade. Valor agregado. Ganho de qualidade

Objetivo do programa. Desenvolvimento competitivo e sustentável. Promoção de parcerias estratégicas. Produtividade. Valor agregado. Ganho de qualidade Objetivo do programa Desenvolvimento competitivo e sustentável Produtividade Promoção de parcerias estratégicas Valor agregado Ganho de qualidade Contextualização Os 3 Pilares para o desenvolvimento da

Leia mais

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Declaração Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável das áreas onde atuamos e das

Leia mais

Plano Nacional de Turismo

Plano Nacional de Turismo Plano Nacional de Turismo 2011-2015 Conceito Conjunto de diretrizes, metas e programas que orientam a atuação do Ministério do Turismo, em parceria com outros setores da gestão pública nas três esferas

Leia mais

Projeto Na Medida MICROEMPRESA. Palestra de sensibilização Na Medida PARA MICROEMPRESÁRIOS. Competências Gerais. Modalidade. Formato.

Projeto Na Medida MICROEMPRESA. Palestra de sensibilização Na Medida PARA MICROEMPRESÁRIOS. Competências Gerais. Modalidade. Formato. Projeto Na Medida PARA MICROEMPRESÁRIOS Palestra de sensibilização Na Medida Compreender a relevância do papel dos micro e pequenos empresários na economia brasileira e a necessidade da adoção das melhores

Leia mais

CASE - MARKETING DE DESTINO PARA EVENTOS

CASE - MARKETING DE DESTINO PARA EVENTOS CASE - MARKETING DE DESTINO PARA EVENTOS Premissas Importantes Os eventos têm importância significativa na área do turismo, além de ser a atividade que mais crescem nesse segmento. Segundo Zanella (2003),

Leia mais

Wanessa Dose Bittar Formação Cursos Extras Experiências

Wanessa Dose Bittar Formação Cursos Extras Experiências Wanessa Dose Bittar Formação -Especializada em Engenharia de Produção ( UFJF) -Graduada em Educação Artística ( UFJF) -Técnica em Design ( CTU) Cursos Extras -Educação Empreendedora pelo Endeavor Brasil

Leia mais

Atuação CAIXA no Financiamento de Energia, Saneamento Ambiental e MDL

Atuação CAIXA no Financiamento de Energia, Saneamento Ambiental e MDL Atuação CAIXA no Financiamento de Energia, Saneamento Ambiental e MDL Nome: Denise Maria Lara de Souza Seabra Formação: Enga. Civil e Sanitarista Instituição: Caixa Econômica Federal Agenda Contextualização

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2016

PROJETO DE LEI Nº, DE 2016 PROJETO DE LEI Nº, DE 2016 (Do Sr. Evair de Melo) Institui a Política Nacional de Incentivo à Produção de Borracha Natural de Qualidade. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Esta Lei institui a Política

Leia mais

Conhecimentos Bancários. Item Crédito Rural

Conhecimentos Bancários. Item Crédito Rural Conhecimentos Bancários Item 2.2.7- Crédito Rural Conhecimentos Bancários Item 2.2.7- Crédito Rural Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR) Normas BACEN Conhecimentos Bancários Item 2.2.7- Crédito Rural

Leia mais

UNESP. ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL: conceitos e objetivos. Antonio Lázaro Sant Ana (Prof. Unesp Ilha Solteira) Abril de 2014

UNESP. ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL: conceitos e objetivos. Antonio Lázaro Sant Ana (Prof. Unesp Ilha Solteira) Abril de 2014 UNESP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO CÂMPUS DE ILHA SOLTEIRA Disciplina Comunicação e Extensão Rural Curso de Agronomia ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL: conceitos e objetivos

Leia mais

CADERNO DE ATIVIDADES

CADERNO DE ATIVIDADES CADERNO DE ATIVIDADES PRIORIDADES DO PLANO DIRETOR 4 ANOS Considerando os... Desafios Desafios Desafios Desafios Desafios Defina em grupo as prioridades, segundo os critérios de... PRIORIDADES DO PLANO

Leia mais

O Desenvolvimento da Agricultura e Política Rural

O Desenvolvimento da Agricultura e Política Rural 7º Seminário Estadual de Agricultura O Desenvolvimento da Agricultura e Política Rural Deputado Estadual José Milton Scheffer Vice-Presidente da Comissão de Agricultura e Política Rural da ALESC Território

Leia mais

Excelência na Gestão

Excelência na Gestão Mapa Estratégico 2012-2014 Visão Até 2014, ser referência no atendimento ao público, na fiscalização e na valorização das profissões tecnológicas, reconhecido pelos profissionais, empresas, instituições

Leia mais

Escrito por Administrator Seg, 22 de Novembro de :55 - Última atualização Seg, 22 de Novembro de :09

Escrito por Administrator Seg, 22 de Novembro de :55 - Última atualização Seg, 22 de Novembro de :09 MISSÃO O Serviço Social tem como missão dar suporte psico-social e emocional ao colaborador e sua família. Neste sentido, realiza o estudo de casos, orientando e encaminhando aos recursos sociais da comunidade,

Leia mais

Plano de Desenvolvimento Institucional

Plano de Desenvolvimento Institucional Plano de Desenvolvimento Institucional Âmbito de atuação Missão Visão Elementos Duráveis Princípios Elementos Mutáveis (periodicamente) Análise Ambiental Objetivos Estratégicos Metas Planos de Ação PDI

Leia mais

PLANO DE GOVERNO PRESSUPOSTOS E VALORES BÁSICOS

PLANO DE GOVERNO PRESSUPOSTOS E VALORES BÁSICOS PLANO DE GOVERNO PRESSUPOSTOS E VALORES BÁSICOS O Plano de Ação Governamental do Município de Itinga assume os seguintes pressupostos ou valores básicos: Métodos democráticos e participativos de gestão;

Leia mais

Encadeamento Produtivo Estratégia de atuação do Sistema SEBRAE PEQUENAS E GRANDES EMPRESAS TRABALHANDO JUNTAS PELA SUSTENTABILIDADE

Encadeamento Produtivo Estratégia de atuação do Sistema SEBRAE PEQUENAS E GRANDES EMPRESAS TRABALHANDO JUNTAS PELA SUSTENTABILIDADE Encadeamento Produtivo Estratégia de atuação do Sistema SEBRAE PEQUENAS E GRANDES EMPRESAS TRABALHANDO JUNTAS PELA SUSTENTABILIDADE Encadeamento Produtivo Estratégia para aumentar a competitividade, a

Leia mais

Rede de Pesquisa, Inovação, Tecnologia, Serviços e Desenvolvimento Sustentável. em Microbacias Hidrográficas

Rede de Pesquisa, Inovação, Tecnologia, Serviços e Desenvolvimento Sustentável. em Microbacias Hidrográficas PROGRAMA RIO RURAL Núcleo de Pesquisa Participativa Pesagro-Rio / Rio Rural Rede de Pesquisa, Inovação, Tecnologia, Serviços e Desenvolvimento Sustentável em Microbacias Hidrográficas Facilitar a integração

Leia mais

introdução ao marketing - gestão do design

introdução ao marketing - gestão do design introdução ao marketing - gestão do design Universidade Presbiteriana Mackenzie curso desenho industrial 3 pp e pv profa. dra. teresa riccetti Fevereiro 2009 A gestão de design, o management design, é

Leia mais

Gestão 2009/ ª CNCTI Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação

Gestão 2009/ ª CNCTI Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação Gestão 2009/2011 4ª CNCTI Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação Brasília 28 de maio de 2010 Histórico A formação do Fórum (Vitória 2001) a necessidade de maior articulação para estreitar

Leia mais

COOPERATIVISMO. COORDENADORA Nora Beatriz Presno Amodeo

COOPERATIVISMO. COORDENADORA Nora Beatriz Presno Amodeo COOPERATIVISMO COORDENADORA Nora Beatriz Presno Amodeo npresno@ufv.br 86 Currículos dos Cursos do CCA UFV Bacharelado ATUAÇÃO O Bacharel em Cooperativismo compete dirigir, fomentar e assessorar cooperativas,

Leia mais

Agenda Internacional da Indústria. 22 de setembro de 2016

Agenda Internacional da Indústria. 22 de setembro de 2016 Agenda Internacional da Indústria 22 de setembro de 2016 Apresentação 1. Panorama do Comércio Exterior Brasileiro 2. CNI 3. Área Internacional da CNI 4. Agenda Internacional da Indústria 5. Pesquisa Desafios

Leia mais

Focus Group. Clusters Transfronteiriços: Competitividade, Inovação e Internacionalização

Focus Group. Clusters Transfronteiriços: Competitividade, Inovação e Internacionalização Focus Group Clusters Transfronteiriços: Competitividade, Inovação e Internacionalização VISÃO SISTÉMICA DO CLUSTER: CLUSTERS / FILEIRAS TRADICIONAIS Madeira / papel (presença da Europac Kraft Viana); Automóvel

Leia mais

PROPOSTA DE PILARES PARA O PRÓXIMO PROGRAMA DE APOIO AS POLÍTICAS (PSI) APRESENTAÇÃO AO SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DO FMI E PERSPECTIVAS

PROPOSTA DE PILARES PARA O PRÓXIMO PROGRAMA DE APOIO AS POLÍTICAS (PSI) APRESENTAÇÃO AO SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DO FMI E PERSPECTIVAS PROPOSTA DE PILARES PARA O PRÓXIMO PROGRAMA DE APOIO AS POLÍTICAS (PSI) APRESENTAÇÃO AO SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DO FMI E PERSPECTIVAS MAPUTO, 11 DE MARÇO DE 2013 ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO

Leia mais

Regionalização e Segmentação do Turismo. Natal, 23 de março de 2010

Regionalização e Segmentação do Turismo. Natal, 23 de março de 2010 Regionalização e Segmentação do Turismo Natal, 23 de março de 2010 Núcleo Estratégico do Turismo Nacional Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo Ministério do Turismo MTur Conselho

Leia mais

Para a Unimed, sustentabilidade significa o equilíbrio entre SAÚDE AMBIENTAL, SAÚDE SOCIAL e SAÚDE ECONÔMICA.

Para a Unimed, sustentabilidade significa o equilíbrio entre SAÚDE AMBIENTAL, SAÚDE SOCIAL e SAÚDE ECONÔMICA. SUSTENTABILIDADE Para a Unimed, sustentabilidade significa o equilíbrio entre SAÚDE AMBIENTAL, SAÚDE SOCIAL e SAÚDE ECONÔMICA. Na busca deste equilíbrio, propõe-se a reduzir resíduos e emissões, estimular

Leia mais

E AUTONOMIA DAS MULHERES

E AUTONOMIA DAS MULHERES E AUTONOMIA DAS Faz-se necessário identificar as organizações de mulheres artesãs e possibilitar a articulação das cadeias produtivas de artesanatos geridas por mulheres. o que orienta o Programa O desafio

Leia mais

INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DE MINAS GERAIS. Agência de Promoção de Investimentos de Minas Gerais. Minas Gerais

INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DE MINAS GERAIS. Agência de Promoção de Investimentos de Minas Gerais. Minas Gerais INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DE MINAS GERAIS Agência de Promoção de Investimentos de Minas Gerais Minas Gerais MARÇO DE 2012 Histórico: ANOS 60: MINAS, 5ª POSIÇÃO NO PIB DO BRASIL Economia: Agropecuária

Leia mais

Missão. Visão. Objetivos Estratégicos (OE)

Missão. Visão. Objetivos Estratégicos (OE) Identidade Organizacional - Acesso à informação - IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos R O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) é uma autarquia

Leia mais

BASES PARA AS NOSSAS AÇÕES

BASES PARA AS NOSSAS AÇÕES QUEM SOMOS Uma Instituição sem fins econômicos, voltada para o estudo, pesquisa e divulgação de informações e conhecimentos técnicos e científicos que digam respeito à busca de respostas e soluções economicamente

Leia mais

COMUNICADO. 1. Ambiente de Negócios 1.2 Contexto dos Pequenos Negócios no Brasil 1.3 Políticas públicas de apoio aos Pequenos Negócios

COMUNICADO. 1. Ambiente de Negócios 1.2 Contexto dos Pequenos Negócios no Brasil 1.3 Políticas públicas de apoio aos Pequenos Negócios COMUNICADO O SEBRAE NACIONAL Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, por meio da Universidade Corporativa SEBRAE, comunica que, na prova, serão avaliados conhecimentos conforme as áreas descritas

Leia mais

Apresentação ao Comitê de Negócios 01/07/2004

Apresentação ao Comitê de Negócios 01/07/2004 Fórum Regional do PROMINP - PE Apresentação ao Comitê de Negócios Pré Workshop 18/01/2006 01/07/2004 Fórum Regional do PROMINP MG Estabelecimento da REDE PETRO-MG, como rede inicial da Rede Brasil de Tecnologia

Leia mais

Restauração de paisagens e florestas

Restauração de paisagens e florestas Restauração de paisagens e florestas Desenvolvimento de estratégias subnacionais e integração de agendas globais Marco Terranova Um conceito com enfoque na funcionalidade dos ecossistemas A restauração

Leia mais

A Mamona ainda pode funcionar no PNPB?

A Mamona ainda pode funcionar no PNPB? A Mamona ainda pode funcionar no PNPB? Wilson José Vasconcelos Dias SEAGRI/SUAF - BAHIA TEMAS A SEREM TRATADOS Analise da potencialidade e viabilidade da inclusão da mamona na PNPB Ações governamentais

Leia mais

Comunidade Intermunicipal do Oeste OesteCIM

Comunidade Intermunicipal do Oeste OesteCIM Comunidade Intermunicipal do Oeste OesteCIM É uma pessoa coletiva de direito público de natureza associativa e âmbito territorial e visa a realização de interesses comuns aos Municípios que a integram,

Leia mais

SECRETARIA NACIONAL DE ECONOMIA SOLIDÁRIA

SECRETARIA NACIONAL DE ECONOMIA SOLIDÁRIA SECRETARIA NACIONAL DE ECONOMIA SOLIDÁRIA BALANÇO E PERSPECTIVAS Maio - 2012 ECONOMIA SOLIDÁRIA Formas de organização econômica de produção, comercialização, finanças e consumo que têm por base o trabalho

Leia mais

PROJETO CAMPO FUTURO CUSTO DE PRODUÇÃO DO CACAU EM GANDU-BA

PROJETO CAMPO FUTURO CUSTO DE PRODUÇÃO DO CACAU EM GANDU-BA PROJETO CAMPO FUTURO CUSTO DE PRODUÇÃO DO CACAU EM GANDU-BA Os produtores de Gandu se reuniram, em 13/05, para participarem do levantamento de custos de produção de cacau para o projeto Campo Futuro, uma

Leia mais

ANEXO III REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO

ANEXO III REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO ANEXO III REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO PLANOS ESTRATÉGICOS DE DESENVOLVIMENTO URBANO AVISO DE CONCURSO Nº ALT20 06 2016 18 ALT20 16 2016 19 ALT20 43 2016 20 DOMÍNIO DA SUSTENTABILIDADE E EFICIÊNCIA

Leia mais

INFLUÊNCIAS NA GESTÃO DE REDES

INFLUÊNCIAS NA GESTÃO DE REDES INFLUÊNCIAS NA GESTÃO DE REDES Vera M. L. Ponçano Rede de Saneamento e Abastecimento de Água Aracaju, 10 dezembro 2015 REDES: TECNOLÓGICAS TEMÁTICAS - PÚBLICAS FATORES DE INFLUÊNCIA: PESSOAL, SOCIAL, TECNOLÓGICO,

Leia mais

Fortalecendo o mercado de seguros para um desenvolvimento sustentável

Fortalecendo o mercado de seguros para um desenvolvimento sustentável Fortalecendo o mercado de seguros para um desenvolvimento sustentável Confederação Nacional de Seguros São Paulo 15 de Setembro Francisco Gaetani Secretário Executivo do Ministério do Meio Ambiente A Nova

Leia mais

PODER EXECUTIVO DECRETO Nº DE 15 DE ABRIL DE 2013.

PODER EXECUTIVO DECRETO Nº DE 15 DE ABRIL DE 2013. DECRETO Nº 44.159 DE 15 DE ABRIL DE 2013. DISPÕE SOBRE A CONSTITUIÇÃO DO RIO CRIATIVO - PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA CRIATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO,

Leia mais

CONSTRUINDO O PLANO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE

CONSTRUINDO O PLANO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE 2009 PROGRAMA NACIONAL DE CAPACITAÇÃO DE GESTORES AMBIENTAIS PNC/PR Elias Araujo Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos CONSTRUINDO O PLANO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE Texto de apoio

Leia mais

Diretoria de Agronegócios. BB e o Agronegócio

Diretoria de Agronegócios. BB e o Agronegócio Diretoria de Agronegócios BB e o Agronegócio Importância do Agronegócio no Brasil + 35% nas exportações do país 197,9 40,9% 41,1% 37,4% 55,1 58,2 60,4 20,6 23,8 24,8 41,9% 73,1 30,6 160,6 40,4% 137,5 118,3

Leia mais

26 de Maio de 2015 GESTÃO EM SEGURANÇA E SAUDE NO TRABALHO COM OBJETIVOS E RESULTADOS AAPSA

26 de Maio de 2015 GESTÃO EM SEGURANÇA E SAUDE NO TRABALHO COM OBJETIVOS E RESULTADOS AAPSA 26 de Maio de 2015 GESTÃO EM SEGURANÇA E SAUDE NO TRABALHO COM OBJETIVOS E RESULTADOS AAPSA ARMANDO HENRIQUE PRESIDENTE FENATEST DIRETOR SINTESP DIRETOR DA FORÇA SINDICAL COORDENAÇÃO TRIPARTITE FOLHA DE

Leia mais

Minuta Circular Normativa

Minuta Circular Normativa Minuta Circular Normativa 1. INTRODUÇÃO 1.1. Objetivo a) Estabelecer princípios e diretrizes para orientar as ações de natureza socioambiental nos negócios da Desenbahia e no seu relacionamento com clientes

Leia mais

Período: a definir Local: São Paulo

Período: a definir Local: São Paulo Período: a definir Local: São Paulo Objetivo: Este seminário tem por objetivo conhecer e discutir o tema Biocombustíveis sob várias perspectivas relacionadas com economia, tecnologia de produtos e processo,

Leia mais

A responsabilidade socioambiental é uma preocupação global, fundamental para a qualidade de vida das futuras gerações.

A responsabilidade socioambiental é uma preocupação global, fundamental para a qualidade de vida das futuras gerações. A responsabilidade socioambiental é uma preocupação global, fundamental para a qualidade de vida das futuras gerações. Levando em considerações os aspectos sociais, econômicos e ambientais, o Sistema Federação

Leia mais

PROTOCOLO DE INTENÇÕES

PROTOCOLO DE INTENÇÕES PROTOCOLO DE INTENÇÕES O presente documento tem por objetivo formalizar a participação das entidades abaixo assinadas na iniciativa do código de conduta voluntário para plantas ornamentais. CAPÍTULO I

Leia mais

Considerações Legais do Marco Regulatório da Lei das Integrações

Considerações Legais do Marco Regulatório da Lei das Integrações Considerações Legais do Marco Regulatório da Lei das Integrações Roberto Xavier Lopes Porto Alegre, 22 de novembro de 2016 Lei 13.288/2016 Tipificação do contrato de integração vertical Lei 13.288/2016

Leia mais

2.1. Subcoordenador Técnico Operacional (Código STO) 1 vaga Atribuições:

2.1. Subcoordenador Técnico Operacional (Código STO) 1 vaga Atribuições: PRORROGAÇÃO DO EDITAL PARA SELEÇÃO DE BOLSISTAS PROJETO CVDS Manaus, 24 de Novembro de 2014. 1. CONTEXTUALIZAÇÃO O Centro Vocacional para o Desenvolvimento Sustentável (CVDS), trata-se de um projeto piloto

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO COMÉRCIO

CONSELHO NACIONAL DO COMÉRCIO CONSELHO NACIONAL DO COMÉRCIO Dia:17/11/2015 Cidade do Mindelo Cabo verde Amilcar Aristides Monteiro - Diretor Geral - Direção Geral da Indústria e Comércio (DGIC) AGENDA TIMELINE 1976 Integração na Comunidade

Leia mais

Apresentar alternativas compensatórias a estas medidas.

Apresentar alternativas compensatórias a estas medidas. SUSTENTABILIDADE DOS FUNDOS CONSTITUCIONAIS DE FINANCIAMENTO: efeito das medidas excepcionais necessárias frente à manutenção do patrimônio dos Fundos Constitucionais de Financiamento. Discutir os efeitos

Leia mais

Sustentabilidade nas instituições financeiras Uma visão sobre a gestão de riscos socioambientais

Sustentabilidade nas instituições financeiras Uma visão sobre a gestão de riscos socioambientais Sustentabilidade nas instituições financeiras Uma visão sobre a gestão de riscos socioambientais Como as instituições financeiras devem tratar a gestão de riscos socioambientais? O crescente processo de

Leia mais

Instituto Votorantim. Núcleo de estratégia social. Direcionador e impulsionador da performance social do Grupo Votorantim. Crescimento Econômico

Instituto Votorantim. Núcleo de estratégia social. Direcionador e impulsionador da performance social do Grupo Votorantim. Crescimento Econômico A Votorantim é uma empresa 100% brasileira, presente em 21 países e com 96 anos de atividade. Busca a perenidade e a expansão constante dos negócios, tendo o desenvolvimento sustentável como caminho para

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº, DE 2005 (Do Sr. Fernando de Fabinho)

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº, DE 2005 (Do Sr. Fernando de Fabinho) PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº, DE 2005 (Do Sr. Fernando de Fabinho) Autoriza o Poder Executivo a criar o Pólo de Desenvolvimento e Turismo da região geográfica Nordeste, com sede na cidade de Paulo Afonso

Leia mais

Desenvolvimento Industrial em. Moçambique. African Iron&Steel Conference, de 23 de Juhno de 2015, Hotel Avenida, Maputo, Moçambique

Desenvolvimento Industrial em. Moçambique. African Iron&Steel Conference, de 23 de Juhno de 2015, Hotel Avenida, Maputo, Moçambique República de Moçambique African Iron&Steel Conference, de 23 de Juhno de 2015, Hotel Avenida, Maputo, Moçambique Direcção Nacional da Industria Desenvolvimento Industrial em Moçambique Eng. Mateus Matusse

Leia mais

ESTRATÉGIAS PARA A CONSOLIDAÇÃO DE UMA POLÍTICA DE CT&I PARA O NORDESTE

ESTRATÉGIAS PARA A CONSOLIDAÇÃO DE UMA POLÍTICA DE CT&I PARA O NORDESTE ESTRATÉGIAS PARA A CONSOLIDAÇÃO DE UMA POLÍTICA DE CT&I PARA O NORDESTE - Articulação Nacional em Tecnologia Social - Grupo de Trabalho do Terceiro Setor - Secretaria de Ciência e Tecnologia e Inclusão

Leia mais

FUNDAÇÃO COORDENAÇÃO DE PROJETOS, PESQUISAS E ESTUDOS TECNOLÓGICOS - COPPETEC.

FUNDAÇÃO COORDENAÇÃO DE PROJETOS, PESQUISAS E ESTUDOS TECNOLÓGICOS - COPPETEC. FUNDAÇÃO COORDENAÇÃO DE PROJETOS, PESQUISAS E ESTUDOS TECNOLÓGICOS - COPPETEC. CHAMADA PÚBLICA PARA CONTRATAÇÃO DE AGENTES DE DESENVOLVIMENTO SOLIDÁRIO DO PROJETO BRASIL LOCAL ETNODESENVOLVIMENTO E ECONOMIA

Leia mais

CONGRESSO NACIONAL COMISSÃO MISTA DE PLANOS, ORÇAMENTOS PÚBLICOS E FISCALIZAÇÃO PROJETO DE LEI DE REVISÃO DO PLANO PLURIANUAL PARA

CONGRESSO NACIONAL COMISSÃO MISTA DE PLANOS, ORÇAMENTOS PÚBLICOS E FISCALIZAÇÃO PROJETO DE LEI DE REVISÃO DO PLANO PLURIANUAL PARA CONGRESSO NACIONAL COMISSÃO MISTA DE PLANOS, ORÇAMENTOS PÚBLICOS E FISCALIZAÇÃO PROJETO DE LEI DE REVISÃO DO PLANO PLURIANUAL PARA 2004-2007 (Projeto de Lei nº 41/2005-CN) PARECER DA COMISSÃO SUBSTITUTIVO

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 29 DE JANEIRO DE 2007.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 29 DE JANEIRO DE 2007. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 29 DE JANEIRO DE 2007. O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

IX Simpósio de Pesquisas dos Cafés do Brasil

IX Simpósio de Pesquisas dos Cafés do Brasil IX Simpósio de Pesquisas dos Cafés do Brasil Experiências Minas Gerais / EMATER - MG Curitiba Junho de 2015 PRESENÇA NO ESTADO DE MINAS GERAIS 93% dos municípios mineiros Escritório Central em Belo Horizonte

Leia mais

Opções de Mitigação de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Setores-Chave do Brasil

Opções de Mitigação de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Setores-Chave do Brasil Opções de Mitigação de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Setores-Chave do Brasil Roberto Schaeffer (PPE/COPPE/UFRJ) Comissão Mista de Mudanças Climáticas do Congresso Nacional, 23 de maio de 2013 Objetivo

Leia mais

Universidade Salvador - UNIFACS. Economia

Universidade Salvador - UNIFACS. Economia Universidade Salvador - UNIFACS Economia Economia move o mundo As questões econômicas fazem parte do dia a dia das pessoas e a influência dos princípios da Economia está presente em situações que vão desde

Leia mais

PAULO FERRAZ GUIMARÃES ATUAÇÃO REGIONAL DO BNDES. Cadernos do Desenvolvimento vol. 5 (7), outubro 2010

PAULO FERRAZ GUIMARÃES ATUAÇÃO REGIONAL DO BNDES. Cadernos do Desenvolvimento vol. 5 (7), outubro 2010 240 PAULO FERRAZ GUIMARÃES ATUAÇÃO REGIONAL DO BNDES O presente texto tem por objetivo fazer um breve relato da atuação regional recente do BNDES baseado na apresentação realizada no Seminário de Comemoração

Leia mais

Programa de Gestão Econômica, Social e Ambiental da Soja Brasileira

Programa de Gestão Econômica, Social e Ambiental da Soja Brasileira Programa de Gestão Econômica, Social e Ambiental da Soja Brasileira 1. Por que acreditamos no Soja Plus? 2. Como produziremos grandes resultados? 3. O que já realizamos em 2011? 4. O que estamos realizando

Leia mais

(Do Sr. Rubens Otoni) O Congresso Nacional decreta:

(Do Sr. Rubens Otoni) O Congresso Nacional decreta: PROJETO DE LEI N o 6220, DE 2005 (Do Sr. Rubens Otoni) Insere o parágrafo 4º no art. 2º da Lei nº 11.097, de 13 de janeiro de 2005, que dispõe sobre a introdução do biodiesel na matriz energética brasileira.

Leia mais

Luciano Coutinho Presidente

Luciano Coutinho Presidente O papel do BNDES no desenvolvimento brasileiro nos próximos anos ANEFAC São Paulo, 30 de julho de 2012 Luciano Coutinho Presidente Papel dos Bancos de Desenvolvimento no mundo Apoiar e financiar o desenvolvimento

Leia mais

Papel dos Bancos de Desenvolvimento e das Agências de Fomento no apoio aos APLs

Papel dos Bancos de Desenvolvimento e das Agências de Fomento no apoio aos APLs Papel dos Bancos de Desenvolvimento e das Agências de Fomento no apoio aos APLs Brasília, abril de 2014 Sumário da Apresentação Política Nacional de Desenvolvimento Regional PNDR; Programa Rotas de Integração

Leia mais

ECOLOGIA E ECONOMIA 1. CARACTERÍSTICAS DA SOCIEDADE MODERNA

ECOLOGIA E ECONOMIA 1. CARACTERÍSTICAS DA SOCIEDADE MODERNA ECOLOGIA E ECONOMIA 1. CARACTERÍSTICAS DA SOCIEDADE MODERNA Altas taxas de mudanças Incremento das inovações tecnológicas Incremento nas inovações sociais Ambiente de incertezas Globalização: mercados

Leia mais

Fortalecimento do extrativismo sustentável: a participação do Ipea

Fortalecimento do extrativismo sustentável: a participação do Ipea Fortalecimento do extrativismo sustentável: a participação do Ipea Ipea - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada Júlio César Roma Técnico de Planejamento e Pesquisa da Diretoria de Estudos e Políticas

Leia mais

Lei Nº , de 26 de junho de 2009

Lei Nº , de 26 de junho de 2009 Lei Nº 11.958, de 26 de junho de 2009 Altera as Leis nos 7.853, de 24 de outubro de 1989, e 10.683, de 28 de maio de 2003; dispõe sobre a transformação da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca da

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DA I CONFERENCIA NACIONAL DE EMPREGO E TRABALHO DECENTE

RELATÓRIO FINAL DA I CONFERENCIA NACIONAL DE EMPREGO E TRABALHO DECENTE RELATÓRIO FINAL DA I CONFERENCIA NACIONAL DE EMPREGO E TRABALHO DECENTE Realizada de 08 a 11 de agosto de 2012 MÁRIO DOS SANTOS BARBOSA Assessor Especial para Assuntos Internacionais Coordenador da I CNETD

Leia mais

O FUTURO DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL RESULTADOS DE UMA PESQUISA DE PROSPECÇÃO TECNOLÓGICA PARA A CADEIA PRODUTIVA DA CONSTRUÇÃO HABITACIONAL

O FUTURO DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL RESULTADOS DE UMA PESQUISA DE PROSPECÇÃO TECNOLÓGICA PARA A CADEIA PRODUTIVA DA CONSTRUÇÃO HABITACIONAL Seminário Internacional Sobre Prospecção em C,T&I Perspectivas de Integração Ibero-Americana 07 e 08 de julho de 00 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Secretaria de Tecnologia

Leia mais

O PNPB e a Organização da Produção de Biodiesel

O PNPB e a Organização da Produção de Biodiesel O PNPB e a Organização da Produção de Biodiesel Renata Lèbre La Rovere GEI/IE/UFRJ Selena Herrera LIMA/COPPE/UFRJ 1 O Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel - PNPB BIODIESEL: combustível produzido

Leia mais

Núcleo de Inteligência Competitiva do Setor de Farmácias de Manipulação do Rio de Janeiro. Sandro Albuquerque

Núcleo de Inteligência Competitiva do Setor de Farmácias de Manipulação do Rio de Janeiro. Sandro Albuquerque Núcleo de Inteligência Competitiva do Setor de Farmácias de Manipulação do Rio de Janeiro Sandro Albuquerque Cenário Farmacêutico Magistral Movimenta US$ 1,3 bilhão por ano no Brasil, cerca de 9% do mercado

Leia mais

SÍNTESE DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS (LEI , DE 02 DE AGOSTO DE 2010) NA PERSPECTIVA DAS CENTRAIS DE ABASTECIMENTO BRASILEIRAS

SÍNTESE DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS (LEI , DE 02 DE AGOSTO DE 2010) NA PERSPECTIVA DAS CENTRAIS DE ABASTECIMENTO BRASILEIRAS SÍNTESE DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS (LEI 12.305, DE 02 DE AGOSTO DE 2010) NA PERSPECTIVA DAS CENTRAIS DE ABASTECIMENTO BRASILEIRAS O QUE SÃO OS RESÍDUOS SÓLIDOS? Art. 3º, item XVI - material,

Leia mais

GEOR GESTÃO ESTRATÉGICA ORIENTADA PARA RESULTADOS PROJETO: ARTESANATO DE TRÊS MARIAS MG PROJETO: ARTESANATO EM TRÊS MARIAS COM FOCO NO COURO DO PEIXE

GEOR GESTÃO ESTRATÉGICA ORIENTADA PARA RESULTADOS PROJETO: ARTESANATO DE TRÊS MARIAS MG PROJETO: ARTESANATO EM TRÊS MARIAS COM FOCO NO COURO DO PEIXE PROJETO: ARTESANATO EM TRÊS MARIAS COM FOCO NO COURO DO PEIXE Público Alvo: Artesãos e pescadores de Três Marias para o desenvolvimento do artesanato, com foco no Couro do Peixe. Objetivo Geral: Consolidar

Leia mais

Atuação do Banco do Nordeste

Atuação do Banco do Nordeste São Luis MA Novembro de 2012 Atuação do Banco do Nordeste O Banco do Nordeste tem como área básica de atuação os nove Estados da região Nordeste, o norte e os Vales do Mucuri e do Jequitinhonha do Estado

Leia mais

AGRICULTURA SUSTENTÁVEL: INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE

AGRICULTURA SUSTENTÁVEL: INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE AGRICULTURA SUSTENTÁVEL: INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE MECANISMOS DE POLÍTICAS DE CRÉDITO RURAL JOÃO CLAUDIO DA SILVA SOUZA SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA Brasília, 31 de julho de 2015 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,

Leia mais

Mais de 600 empresas de tecnologia Quarto destino internacional de eventos no Brasil (ICCA) Líder na produção de ostras no Estado 15 centros

Mais de 600 empresas de tecnologia Quarto destino internacional de eventos no Brasil (ICCA) Líder na produção de ostras no Estado 15 centros Lei Municipal de Inovação Florianópolis Florianópolis Capital da Inovação Mais de 600 empresas de tecnologia Quarto destino internacional de eventos no Brasil (ICCA) Líder na produção de ostras no Estado

Leia mais

PROJETO VIDA NO TRÂNSITO PARANÁ

PROJETO VIDA NO TRÂNSITO PARANÁ PROJETO VIDA NO TRÂNSITO PARANÁ PACTO NACIONAL PELA REDUÇÃO DE ACIDENTES NO TRÂNSITO Ação do Governo Federal, lançada em 11/05/2011 pelos Ministérios da Saúde e das Cidades; Resposta brasileira à demanda

Leia mais

Projeto Inclusão Social Urbana Nós do Centro. Prefeitura de São Paulo União Européia

Projeto Inclusão Social Urbana Nós do Centro. Prefeitura de São Paulo União Européia Projeto Inclusão Social Urbana Nós do Centro Prefeitura de São Paulo União Européia Histórico do Projeto Cooperação técnica bilateral da Prefeitura de São Paulo com a União Européia com duração de quatro

Leia mais

Sonhar sozinho poder ser apenas um sonho; quando sonhamos juntos é mais fácil tornar uma realidade." Dom Helder

Sonhar sozinho poder ser apenas um sonho; quando sonhamos juntos é mais fácil tornar uma realidade. Dom Helder Turismo Rural e Natural Sonhar sozinho poder ser apenas um sonho; quando sonhamos juntos é mais fácil tornar uma realidade." Dom Helder O Associativismo como Indutor do Crescimento Empresarial Caso ACETER

Leia mais