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1 USINA TERMELÉTRICA GOVERNADOR LEONEL BRIZOLA GE-OPE/OAE/UTE GLB

2 TERMORIO RIO POLÍMEROS REDUC PÓLO PETROQUÍMICO DE DUQUE DE CAXIAS

3 PETROBRAS POTÊNCIA INSTALADA DE MW A TERMORIO É A MAIOR USINA TERMELÉTRICA DO PAÍS POTÊNCIA SUFICIENTE PARA ABASTECER 75 % DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO 4,5 MILHÕES PESSOAS PRODUZ 22 % DA ENERGIA ELÉTRICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO PODE FORNECER ATÉ 400 t/h DE VAPOR PARA A REDUC

4 PETROBRAS BLOCO I BLOCO II BLOCO III CICLO COMBINADO CICLO COMBINADO CICLO COMBINADO COM COGERAÇÃO 330 MW 324,5 MW 382 MW até 400 t/h de vapor

5 PETROBRAS Manutenção CEG Subestação GIS Canteiro da obra Estação de Gás Natural Você está aqui. Água Desmineralizada Água de Incêndio m3 LINHA DE VAPOR - REDUC 2 x m3

6 PRINCIPAIS PARTES DA TURBINA A GÁS PETROBRAS GT 11 N2 ALSTOM Queimadores Entrada de Ar Câmara de Combustão Conexão com o Gerador Expansor ou Turbina Saída dos Gases Compressor

7 PRINCIPAIS PARTES DA TURBINA A GÁS PETROBRAS GT 11 N2 ALSTOM

8 PETROBRAS PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO COMBUSTÃO Combustor Tipo Silo Dry Low NOx Número de Queimadores 37 Emissão de NOx < 25 ppm Emissão CO < 5 ppm

9 PETROBRAS RECUPERADOR DE CALOR (HRSG)

10 PROCESSO DE CICLO COMBINADO LADO GAS ESCAPAMENTO COMVUSTIVEL EFICIENCIA ENTRADA DE AR CICLO ABERTO ~33 % GERADOR G GAS TURBINE TAMBOR RECUPERADOR DE CALOR EFICIENCIA GERADOR G CICLO COMBINADO ~ 50 % TURBINA Á VAPOR TANQUE DE AGUA AGUA DE RESFRIAMIENTO CONDENSADOR LADO VAPOR

11 TESTES DE PERFORMANCE Potência Líquida (MW) Heat Rate (KJ/kWh) Bloco Turbinas Nominal Garantido Real Nominal Garantido Real I TG11/TG12 TV18 383,2 378,2 382, Vapor (t/h) ,4 II III TG21/TG22 TV28 TG31/TG32 TV38 326,6 322,3 330, ,6 322,3 324, Total 1.036, ,7

12 PETROBRAS BLOCO I

13 BLOCO II

14 PETROBRAS BLOCO III

15 GÁS NATURAL CONSUMO: Bacia de Campos Bolívia Distribuição CEG Consumo de ± m 3 /dia Redução de 40 bar para 27 bar BLOCO I m 3 /dia PCI kj/nm 3 BLOCO II m 3 /dia PCI kj/nm 3 BLOCO III BLOCO III m 3 /dia PCI kj/nm 3

16 SUBESTAÇÃO - GIS Subestação blindada isolada a Gás SF6 16 bays Operação remota 2 Linhas de 13.5 km interligadas com São José Furnas 2 Linhas de 1 km interligadas com Reduc

17 TORRE DE RESFRIAMENTO PETROBRAS BLOCO III BLOCO II BLOCO I 3 Torres de Resfriamento consumo total de água de m3/h (s/ projeto)

18 FAIXA OPERACIONAL 50 TERMORIO B II e III - 1 TG + TV Q.S. B II e III - 2 TG + TV Eficiência elétrica [%] B I - 1 TG + TV sem exp. vapor BI - 2TG + TV exp vapor Q.S. mín B I - 2 TG + TV sem exp. vapor BI - 2TG + TV exp vapor Q.S. máx 200 t/h 400 t/h 300 t/h 300 t/h 200 t/h Turbina a Gás 400 t/h Potência [MW]

19 BLOCO I EFICIÊNCIA DA COGERAÇÃO 80 TERMORIO - BLOCO I t/h t/h Eficiência Global [%] t/h 2 TG + TV exp. vapor Q.S. min 2 TG + TV exp. de vapor Q.S. máx 300 t/h t/h t/h Potência [MW]

20 NOSSO PESSOAL QUADRO DE PESSOAL QUADRO TEMPORÁRIOS ESTAGIÁRIOS Gerência da Planta Gerência de Operações 24 - Gerência de Manutenção Elétrica e I&C Gerência de Manutenção Mecânica Gerência de QSMS 8 1 Gerência de Administração 5 1 Gerência de Avaliação da Produção 1-1 Total CONTRATADOS Conservação e Limpeza 25 Vigilância 27 Manutenção Ar Condicionado 4 Total 56

21 MELHORIAS IMPLEMENTADAS ANTES DA ENTREGA DA PLANTA: 1. PINTURA E IDENTIFICAÇÃO DOS TANQUES E TUBULAÇÕES; 2. TROCA DE TODAS AS VÁLVULAS DOS HIDRANTES ; 3. INSTALAÇÃO DE TAMPAS DE CHAPAS NO COMPARTIMENTO DE ÓLEO DAS S.A.O.; 4. CONSTRUÇÃO DOS ACESSOS AOS BLOCOS SOBRE A BRITA; 5. MUDANÇA DA PORTA DA RECEPÇÃO PARA ANTI PANICO 6. PINTURA PARA IDENTIFICAÇÃO DOS EXTINTORES DE INCENDIO; 7. CONSTRUÇÃO DO ALMOXARIFADO NO MEZZANINO DA OFICINA; 8. PINTURA EPOXI DO PISO DA OFICINA 9. AQUISIÇÃO E ADAPTAÇÃO DO CARRO DE EMERGÊNCIA;

22 MELHORIAS IMPLEMENTADAS 10. TRADUÇÃO DAS TELAS DO SISTEMA OPERACIONAL PARA PORTUGUÊS; 11. TRANSFERÊNCIA DO COMPUTADOR QUE ENVIA DADOS DO CEMS PARA A FEEMA PARA O SETOR DE QSMS; 12. AQUISIÇÃO DE KIT S DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PARA CONTENÇÃO DE VAZAMENTOS DE ÓLEOS E QUÍMICOS; 13. AQUISIÇÃO E INSTALAÇÃO DE CANHÕES MONITORES FIXOS COM ADIÇÃO DE LGE NOS HIDRANTES DA PLANTA; 14. INSTALAÇÃO DE PLACAS DE IDENTIFICAÇÃO NO ARRUAMENTO, INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA; 15. CERTIFICAÇÃO DO LABORATÓRIO QUÍMICO PELA FEEMA; 16. IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA DE RESÍDUOS E INSTALAÇÃO DE COLETORES SELETIVOS NO ARRUAMENTO E NAS DEPENDENCIAS; 17. DESENVOLVIMENTO DE NOVO FORNECEDOR NACIONAL PARA OS FILTRO DE AR DAS TURBINAS Á GÁS;

23 MELHORIAS IMPLEMENTADAS 18. SUBSTITUIÇÃO DOS RALOS DE PLASTICOS POR METÁLICOS NA ÁREA DAS TURBINAS; 19. ELABORAÇÃO DO FOLDER PARA VISITANTE EM PAPEL RECICLAVEL. 20. DOAÇÃO DOS RESÍDUOS RECICLÁVEIS PARA A COOPERATIVA DE CATADORES DA COMUNIDADE DE CAMPOS ELÍSEOS 21. INSTALAÇÃO DE ESTRADOS ANTIDERRAPANTE DE PVC NOS VESTIÁRIOS. 22. INSTALAÇÃO PREVENTIVA DE CORDÕES ABSORVENTES DE ÓLEO NO CANAL PERIFÉRICO; 23. COMPRA DE SOFTWARE PARA ACOMPANHAMENTO DOS OBJETIVOS E METAS DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 24. MELHORIA DO ANALISADOR NO SAMPLING PANEL 25. COMPRA DO DETERGENTE BIODEGRADÁVEL PARA LAVAGEM DAS TURBINAS

24 MELHORIAS IMPLEMENTADAS 26. INSTALAÇÃO DO MEDIDOR DE VAZÃO PARA O EFLUENTE DAS TORRES DE RESFRIAMENTO; 27. MELHORIA DESENVOLVIDA PARA TESTAR OS VGVS ANTES DA PARTIDA 28. DISTRIBUIÇÃO DOS EPI'S DE PROTEÇÃO ELÉTRICO NOS MODULOS ELÉTRICOS 29. MODIFICAÇÃO DA OPERAÇÃO DAS BOMBAS DE RESFRIAMENTO COM MEIO CICLO COMBINADO EM OPERAÇÃO, GERANDO MENOR CONSUMO ENERGÉTICO) 30. SISTEMA DE INJEÇÃO AUTOMÁTICA DE METABISULFITO DE SÓDIO NO EFLUENTE DAS TORRES DE RESFRIAMENTO, PARA EVITAR UM POSSÍVEL DESCARTE DE AGUA COM ALTO NÍVEL DE CLORO; 31. IMPLEMENTAÇÃO DO PI SISTEMA DE MONITORAMENTO DAS TURBINAS A GÁS;

25 MELHORIAS IMPLEMENTADAS ANO 2006: 32. ELABORAÇÃO DO FORMULÁRIO INTEGRADO PARA SUGESTÃO DE MELHORIAS E SOLICITAÇÃO DE MODIFICAÇÃO DE PROJETO TRATADOS NO MESMO PROCEDIMENTO ; 33. RECEBEMENTO DA INFORMAÇÃO ON-LINE DO VOLUME CONSUMIDO ATRAVÉS DAS INFORMAÇÕES DO BARTON, LOCALIZADO NA ESTAÇÃO DE MEDIÇÃO DA CEG, 34. PINTURA NO PISO PARA DELIMITAÇÃO DA FAIXA DE PEDESTRES SEM EPIS 35. AQUISIÇÃO DE ARMÁRIOS ESPECIAIS PARA PRODUTOS INFLAMAVEIS, QUIMICOS ÁCIDOS E BASES; 36. FORNECIMENTO DO CAFÉ DA MANHÃ PARA A FORÇA DE TRABALHO NO REFEITÓRIO DA PLANTA 37. INSTALAÇÃO DE TOMADAS NO INTERIOR DOS PRÉDIOS DAS TURBINAS A GÁS PARA OS DESUMIDIFICADORES,

26 MELHORIAS IMPLEMENTADAS 38. CONSTRUÇÃO DE GALPÃO PARA DEPOSITO TEMPORÁRIO DE RESÍDUOS E PRODUTOS INFLAMÁVEIS; 39. CERTIFICAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA DA USINA EM JANEIRO DE 2006 PELO BVQI, DE ACORDO COM AS NORMAS ISO / ISO E OHSAS ; 40. UTILIZAÇÃO DE CONTAINERS PARA DEPÓSITO DE GLP E PRODUTOS QUÍMICOS 41. ORGANIZAÇÃO DO PRIMEIRO WORKSHOP TÉCNICO, COM 24 PALESTRAS

27 GERÊNCIA DE OPERAÇÃO DIVIDIDA EM QUATRO ÁREAS: EQUIPE OPERATIVA EQUIPE QUIMICA EQUIPE DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO EQUIPE DE CONTROLE OPERACIONAL

28 GERÊNCIA DE OPERAÇÃO EQUIPE OPERATIVA: 1. COMUNICAÇÃO COM CLIENTES E FORNECEDORES 2. LIBERAÇÃO DE SERVIÇO 3. ELABORAÇÃO DE INSTRUÇÕES & PROCEDIMENTOS 4. ELABORAÇÃO DE RELATÓRIOS 5. ANÁLISE DE FALHAS (TEMPO REAL E PÓS-OPERAÇÃO) 6. ROTINAS DE CONSERVAÇÃO

29 GERÊNCIA DE OPERAÇÃO EQUIPE QUIMICA MANTER CONTROLE ÓTIMO DAS CONDIÇÕES QUÍMICAS DAS ÁGUAS UTILIZADAS E DESCARTADAS NA UTE. 1. RESPONSÁVEL PELOS ANALISES / RELATORIOS QUIMICOS DA UTE. 2. RESPONSAVEL DOS ANALISES DOS DESCARTES LIQUIDOS DA UTE. 3. RESPONSAVEL PELO EFLUENTE LIQUIDO PROCOM AGUA / FEEMA 4. RESPONSAVEL ANTE A POLICIA FEDERAL E EXERCITO DOS PRODUTOS QUIMICOS CONTROLADOS UTILIZADOS NA UTE. 5. RESPONSAVEL DO TREINAMENTO DO SISTEMA CICLO AGUA VAPOR E INSTRUMENTAÇÃO ANALITICA.

30 GERÊNCIA DE OPERAÇÃO EQUIPE DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO: ABSORVER KNOW HOW DOS SISTEMAS DE CONTROLE, COM O OBJETIVO DE MINIMIZAR POSSÍVEIS CUSTOS COM A MANUTENÇÃO, DESENVOLVIMENTO E OPERAÇÃO 1. SER O ADMINISTRADOR DO SISTEMA DE CONTROLE DA UTE. 2. ESTUDAR E IMPLEMENTAR AS SOLICITAÇÕES DE MELHORIAS NO SISTEMA DE CONTROLE 3. MANTER TREINADO AO PESSOAL NO CONHECIMENTO DA INTERPRETAÇÃO DAS LOGICAS DE CONTROLE 4. RESPONSAVEL PELAS COMUNICAÇÕES DO SISTEMA DE CONTROLE COM OUTROS SISTEMAS. ( Envio de dados a FEEMA, Implementação do PI, etc.)

31 GERÊNCIA DE OPERAÇÃO CONTROLE OPERACIONAL : AUDITAR E CONTROLAR A EVOLUÇÃO DOS PRINCIPAIS PARÂMETROS DOS EQUIPAMENTOS, INDICADORES OPERACIONAIS E DO SISTEMA DE GESTÃO. 1. RESPONSÁVEL PELO ENVIO DIÁRIO DA PLANILHA DE CONTROLE OPERACIONAL. 2. RESPONSÁVEL PELA COORDENAÇÃO DAS REUNIÕES DE INDISPONIBILIDADE. 3. ACOMPAMHAMENTO DIARIO, SEMANAL, MENSUAL E ANUAL DA EFICIÊNCIAS DOS PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS DA UTE. 4. RESPONSÁVEL PELA EMISSÃO DO BALANCED SCORECARD. 5. RESPONSÁVEL PELO RELATÓRIO DE EMSSIÃO EQUIVALENTE DE CARBONO. 6. RESPONSÁVEL PELO RELATÓRIO DE EMISSÃO EQUIVALENTES PARA FEEMA. 7. RESPONSÁVEL PELOS CÁLCULOS DE CUSTOS MARGINAIS DE OPERAÇÃO E CUSTOS DE GERAÇÃO DE VAPOR ATRAVÉS DE ANÁLISES EXERGO- ECONOMICAS. 8. RESPONSÁVEIS PELA COORDENAÇÃO DE PROJETOS DA ANEEL

32 PETROBRAS GERÊNCIA DE QSMS

33 SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO CERTIFICADO

34 TRADUÇÃO DAS TELAS OPERATIVAS ORIGINAL - INGLÊS

35 TRADUÇÃO DAS TELAS OPERATIVAS PORTUGUÊS

36 TRADUÇÃO DAS TELAS OPERATIVAS ORIGINAL - INGLÊS

37 TRADUÇÃO DAS TELAS OPERATIVAS PORTUGUÊS

38 GERÊNCIA DE QSMS QUALIDADE SEGURANÇA DO TRABALHO MEIO AMBIENTE SAÚDE OCUPACIONAL SGI SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA CERTIFICADO EM JAN/06. PSP - 15 DIRETRIZES SMS PETROBRAS EM IMPLANTAÇÃO GCL GERENCIAMENTO DE CONFORMIDADE LEGAL / SISLEG NORMAS ISO 9001/2000 ISO 14001/2004 OHSAS 18001/99 SEGURANÇA PGR- PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCO PAE PLANO DE AÇÃO EM EMERGÊNCIAS BRIGADA DE CONTROLE DE EMERGÊNCIA SOCORRISTAS CIPA / DDS PAM / APELL - C.ELÍSEOS PPRA / LTCAT / MAPA DE RISCO AREA PROTEGIDA-URGÊNCIA / EMERGÊNCIA MÉDICA PERIGOS E RISCOS DO TRABALHO AUDITORIAS COMPORTAMENTAIS AUTORIZAÇÃO PARA TRABALHOS NA UTE RELATO E INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES E INCIDENTES NORMA OHSAS 18001/99 - DIRETRIZES DO PSP PETROBRAS

39 GERÊNCIA DE QSMS SAÚDE MEDICINA OCUPACIONAL PCMSO / PPP / LAUDO ERGONÔMICO CAMPANHAS DE VACINAÇÃO GRIPE / TÉTANO REGISTROS DE OCORRÊNCIAS ANORMAIS DE SAÚDE NORMAS - OHSAS 18001/99 - DIRETRIZES DO PSP PETROBRAS MEIO AMBIENTE GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS/COLETA SELETIVA ASPECTOS E IMPACTOS AMBIENTAIS CONDIÇÕES DE VALIDADE DA LO- FEEMA CEMS- EMISSÕES ATMOSFÉRICAS EMQAM- ESTAÇÃO DE MONITORAMENTO DA QUALIDADE DO AR PROCON ÁGUA EFLUENTES LÍQUIDOS LIBERAÇÃO DE DESCARTE DE EFLUENTES KPA- KITS DE PROTEÇÃO AMBIENTAL NORMAS ISO 14001/ DIRETRIZES DO PSP PETROBRAS

40 GERÊNCIA DE QSMS ESTRUTURA DA PADRONIZAÇÃO CONTROLE E DISTRIBUIÇÃO DE DOCUMENTOS QUALIDADE PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO ASSINATURA DE REVISTAS DE QUALIDADE, MEIO AMBIENTE E SEGURANÇA PARTICIPAÇÃO EM CURSOS,SEMINÁRIOS,WORKSHOPS PROCEDIMENTOS INTEGRADOS E INSTRUÇÕES DE TRABALHO NORMA ISO 9001/ DIRETRIZES DO PSP PETROBRAS

41 GERÊNCIA DE QSMS NOSSAS METAS IMPLANTAR O PSP PROGRAMA DE SEGURANÇA DE PROCESSO 15 DIRETRIZES CORPORATIVAS DE SMS DA PETROBRAS IMPLANTAR A NORMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL ADEQUAR A TERMORIO PELOS CRITÉRIOS DO PNQ

42 GERÊNCIA DE MANUTENÇÃO Estruturação da Manutenção Treinamento Básicos nos Sistemas da UTE Acompanhamento do Comissionamento Estruturação das Oficinas: Elétrica, Mecânica e I&C Estudo e Análise da Documentação de O&M Elaboração de Instruções de Trabalho e Procedimentos Elaboração do Plano de Manutenção Aquisição de sobressalentes emergenciais Processo de aquisição dos sobressalentes em conjunto com a PETROBRAS Adequação as NR s 13 e 10. Auditorias de Certificação

43 GERÊNCIA DE MANUTENÇÃO Planejamento das Atividades SM OP FO SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE OPERAÇÃO DA PLANTA FREQUÊNCIA DE OPERAÇÃO A Falha do Equipamento põe em Risco a Segurança das Pessoas, das Instalações ou o Meio Ambiente? A Falha do Equipamento provoca Parada da Planta? O Equipamento está 100% do Tempo em Operação e Não Possui Redundância ou Influência na Operação da Planta? S S S S M O P F O N N S N CI N CI CONDIÇÃO DE INSTALAÇÃO O Equipamento Esta em Local Inóspito? A B C Criticidade do Equipamento

44 GERÊNCIA DE MANUTENÇÃO Tipos de Manutenção: Corretiva ( run to failure ) Preventiva Preservação Planejamento das Atividades Inspeções Visuais (Rotas) Preditiva Preventiva por Estado Preventiva Sistemática (tempo/hora)

45 GERÊNCIA DE MANUTENÇÃO EXEMPLOS DE REGISTROS : INSPEÇÕES VISUAIS ROTAS PREDITIVA CERTIFICADOS Controle das Atividades

46 PETROBRAS GERÊNCIA DE MANUTENÇÃO Exemplos de Resultados Alcançados Inspeção tipo A da GT11 e GT12 Planejamento antes de sua execução Acompanhamento direto de todas as etapas da inspeção Importância dessa participação direta dos empregados próprios Realização em tempo reduzido Nacionalização dos Filtros de Ar das GT s Desenvolvimento de fornecedores Testes de performance

47 GERÊNCIA ADMINISTRATIVA Compras Controle e administração do almoxarifado Gestão de RH da planta Controle financeiro Site Implantação da norma de responsabilidade Serviços terceirizados Refeitório Limpeza e conservação da planta Limpeza e conservação da linha de transmissão Limpeza e conservação da EMQAM Vigilância Transporte de funcionários social. TREINAMENTOS Programa Anual de Treinamento (PAT) Controle Acompanhamento Viabilização (transporte, inscrição e hospedagem) [%] TREINAMENTOS JAN FEV MAR ABR MAI JUN ACUMULADO ,7 TREINAMENTOS 14,7 1,2 6,9 5,4 10,6 11,7 ACUMULADO ,7 7,9 7,6 7,1 7,8 8,4 META 3,0 3,0 3,0 3,0 3,0 3,0 3,0

48 GERÊNCIA DE PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO Apuração e Contabilização Mensal da Medição Fiscal Confecção do Informativo Termorio Participação e execução do PMO da Usina (Planejamento Mensal da Operação) Participação dos estudos energéticos anuais e suas revisões quadrimestrais do ONS Acompanhamento e análise dos estudos Elétricos junto ao ONS Acompanhamento do rumo da regulamentação do Setor Elétrico Enquadramento da Usina

49 NOSSA EQUIPE AGRADEÇE A SUA VISITA USINA TERMELÉTRICA GOV. LEONEL BRIZOLA

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