BuscaLegis.ccj.ufsc.br

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "BuscaLegis.ccj.ufsc.br"

Transcrição

1 BuscaLegis.ccj.ufsc.br Fato gerador da obrigação tributária e atividades ilícitas Maria do Socorro Carvalho Brito* Sumário: I Introdução. II Fato Jurídico e Fato Gerador da obrigação Tributária. III Fato Gerador e Atividades Ilícitas. Prevalência da Interpretação Econômica do Fato. Conclusão. Bibliografia. I - INTRODUÇÃO O propósito desse trabalho não é fazer um estudo comparado do fato jurídico entre os vários ramos do Direito. Entendemos, entretanto, pertinente a abordagem, considerando a utilização, pelas leis tributárias, da expressão fato gerador para designar a hipótese de incidência do tributo, largamente empregada no dia-a-dia forense e por doutrinadores, e que, associada a atos ilícitos, imediatamente, põe-se em dúvida a possibilidade, face a nítida noção da regra contida no artigo 82 do Código Civil pátrio de que " A validade do ato jurídico requer agente capaz (art. 145, I), objeto lícito e forma prescrita ou não defesa em lei (arts. 129, 130 e 145)." Por este aspeto, ter-se-ia uma incongruência jurídica, mais ainda face a concepção acadêmica que se tem da hormonia que deve ter o sistema jurídico. A irresignação surge, à primeira vista, em decorrência da locução empregada fato - porque, como já demonstrado, relaciona-se, imediatamente, à validade do fato jurídico, previsto na lei civil. Mesmo que se utilize outras expressões, como hipótese de incidência, suporte fático, nem por isso se torna assimilável, de pronto, a tributação das atividades ilícitas. A lei tributária alemã, que serviu de inspiração à disposição contida no artigo 118 do Código Tributário Nacional, através do qual, o nosso ordenamento jurídico admite a tributação, teve diferentes interpretações ao longo do tempo, dentre estas, destaca-se a que veio a ser adotada após a Segunda Guerra, quando a interpretação do fato econômico passou a harmonizar-se com os conceitos de Direito Civil. (1)

2 Passado este momento, voltou a dominar, na doutrina, a interpretação econômica, em detrimento dos conceitos e regras previstas na legislação civil, sendo seguida, inclusive, pelo Código Tributário Nacional. II - Fato Jurídico e Fato Gerador da Obrigação Tributária Toda obrigação depende de suporte jurídico, que a doutrina francesa denomina de fato jurídico, ou seja, são "os acontecimentos a que o direito atribui consequências jurídicas, aptos a criar, modificar, transmitir ou extinguir relações jurídicas." (2) Para CARNELUTTI, citado por A. MACHADO PAUPERIO, " o fato jurídico é o fato material que produz efeitos jurídicos." (3) O Código Civil, artigo 82, ao tratar do fato jurídico, em particular, do ato, expressamente exige para a sua validade objeto lícito. O artigo 145 considera nulo o ato jurídico quando ilícito o seu objeto. O ato ilícito só é ilícito, porque está previsto no ordenamento jurídico, portanto, é um ato jurídico, apenas não tem validade perante o Direito Civil. A. Machado Pauperio afirma, por exemplo, que " no caso dos delitos e quase delitos, os atos ilícitos imputáveis a seu autor, sancionados pelo menos civilmente pela obrigação de reparar o prejuízo causado à vítima, são, em vez de atos, verdadeiros fatos jurídicos." (4) Alfredo Augusto Becker, citando Pontes de Miranda, esclarece que "os crimes são atos jurídicos; porque atos jurídicos não somente os atos conforme o direito, os atos (lícitos) sobre os quais a regra jurídica incide, regulando-os; são-no também os atos ilícitos, sobre os quais incidem regras penais, ou de ofensa aos direitos absolutos, ou de reparação de danos; ou de violação dos direitos de crédito, ou outros." (5) Para o Direito Tributário é irrelevante que o ato seja nulo ou anulável, o que leva a uma desarmonia do sistema jurídico, pois todos os ramos do direito devem estar integrados, inclusive em relação as terminologias. Este é o entendimento de Alfredo Augusto Becker, quando se posiciona no sentido de que " não existe um legislador tributário distinto e contraponível a um legislador civil ou comercial. Os vários ramos do direito não constituem compartimentos estanques, mas são partes de um único sistema jurídico, de modo que qualquer regra jurídica exprimirá sempre uma única regra (conceito ou categoria ou instituto jurídico) válida para a totalidade daquele único sistema jurídico. Esta interessante fenomenologia jurídica recebeu a denominação de cânone hermenêutico da totalidade do sistema jurídico." (6)

3 Paulo de Barros Carvalho ao discorrer sobre a expressão "fato gerador" invoca lição de Norberto Bobbio que coincide com o pensamento do jurista gaúcho anteriormente transcrito: "O rigoroso cuidado na terminologia não é exigência ditada pela gramática para a beleza do estilo, mas é uma exigência fundamental para construir qualquer ciência." (7) A expressão fato gerador, adotada com predominância entre nós, é atribuída a publicação de um artigo do publicista francês Gaston Jèze que, em 1937, fez publicar em Paris intitulado "O fato Gerador do Imposto", que fora traduzido para o português e publicado na Revista de Direito Administrativo número 2. (8) GASTOS JÈZE afirmava que "na técnica de imposto, um elemento essencial é o fato gerador do imposto. Essa expressão aparece corretamente nos estudos doutrinários e nas decisões dos tribunais franceses. Por essa expressão, entende-se o fato ou o conjunto de fatos que permitem aos agentes do fisco exercerem sua competência legal de criar um crédito de tal importância, a título de tal imposto contra tal contribuinte." (9) A terminologia " fato gerador", aliás, não é específica do Direito Tributário e do Direito Penal, considerando que toda e qualquer regra jurídica, seja qual for a sua natureza, civil, comercial, constitucional, tem uma hipótese de incidência. (10) Entre nós, esta terminologia, empregada no Direito Tributário, sofreu várias críticas por parte de doutrinadores, face as impropriedades que o seu uso ensejava e a sua ambiguidade, cabendo a Amilcar Araújo Falcão e Rubens Gomes de Souza manifestarem-se, inicialmente, destacando que a locução dá uma impressão equivocada de que o fato "em si" gera alguma coisa, "quando é a norma que atribui efeitos jurídicos à ocorrência daquele fato. Mas foi Alfredo Becker quem rejeitou aquela expressão, substituindo-a por outras." (11) Crítico ferrenho da terminologia escolhida pelo legislador pátrio e parte considerável da doutrina, bem como da interpretação econômica do Direito Tributário, Alfredo Becker preferiu a expressão hipótese de incidência, chegando a afirmar que "fato gerador não gera coisa alguma além de confusão intelectual." (12) A Constituição Federal adota a expressão fato gerador (arts. 146, III, "a", 150, III, "a" ), competindo ao Código Tributário Nacional defini-lo como sendo " a situação definida em lei como necessária e suficiente à sua ocorrência (art. 114), devendo ser interpretado, segundo o art. 118 do mesmo diploma, abstraindo-se a validade jurídica do ato. III Fato Gerador e Atividades Ilícitas. Prevalência da Interpretação Econômica do Fato. Abstraindo-se a concepção civilista do fato, porquanto a validade do ato não é determinante para o surgimento da obrigação tributária, para o surgimento desta e para àqueles que defendem a tributação o que importa é o efeito econômico dela decorrente.

4 Concepção esta que remonta a Roma antiga e a uma passagem histórica do Imperador Vespasiano com o seu filho Tito, sugerindo este ao pai fosse extinto o tributo incidente sobre os mictórios públicos (cloacas). Vespasiano fê-lo cheirar uma moeda e indagou-lhe: "fede"? De imediato Tito respondeu: "non olet" (não fede). (13) Bernardo Ribeiro de Bastos lembra, inclusive, que Albert Hensel e Otmar Buhler criaram o "princípio do non olet", dispondo que toda atividade ilícita deveria ser tributada. (14) Para Ezio Vanoni, citado por Bernardo Ribeiro de Moraes, " o que interessa ao Direito Tributário são os fatos econômicos e não a forma jurídica, razão pela qual a atividade ilícita se rendosa, deve ser tributada." (15) Há quem defenda a tributação das atividades de forma irrestrita. Outros, admitem a tributação, mas são contrários a existência de um tributo específico sobre o ato ilícito, que é o que ocorre entre nós, pois a tributação apenas é possível face as disposições contidas no artigo. 118 do Código Tributário Nacional.. Na Alemanha, já em 1934, a Lei de Adaptação Tributária prescrevia interpretação econômica do fato gerador das atividades ilícitas ou imoral e os negócios jurídicos ineficazes, o que correspondia ao consenso da doutrina germânica, iniciada por E. Becker. (16) Ao analisar o artigo 118 do Código Tributário Nacional, Ricardo Lobo Torres, que o considera "ambíguo, incompleto e contraditório", entende que "se o fato for economicamente ineficaz, não produzindo na realidade os efeitos previstos na lei, deixará de ter repercussões tributárias tanto que anulado, ou inversamente, que será tributado se inválido mas eficaz" (17), tem-se uma interpretação correta do dispositivo. Fabio Fanucchi ao tratar sobre a interpretação e integração da legislação tributária, não diverge da corrente dominante, entendendo que "os atos, fatos, contratos ou negócios, previstos na lei tributária como base de tributação, devem ser interpretados de acordo com os seus efeitos econômicos e não de acordo com a sua forma jurídica." (18) Para explicar a interpretação econômica das leis tributárias Fabio Fanucchi vale-se da lição de Dino Jarach, que compreende: "É equívoco crer que em matéria tributária as leis se interpretem economicamente e não juridicamente. Alguém disse, pero es un desatino (sic), porque as leis sempre se interpretam judicamente e a interpretação econômica não é uma interpretação oposta à jurídica, porém simplesmente, é um critério jurídico no sentido de que ditas leis devem ser interpretadas de modo especial, inerente à sua natureza. Afirmei, em outra oportunidade, que esta especialização não quer dizer que seja fenômeno único ou exclusivo da matéria tributária. Pontos de vista análogos foram sustentados por diversos juristas de direito comercial. Recordei que Vivante, ao tratar do direito comercial em geral, e da matéria de seguros em particular, sustentou que o direito comercial se diferenciava e se libertava dos modelos do direito civil, do qual se originara e era uma parte especial e ao qual volta, segundo a tendência moderna de estabelecer um direito das obrigações comum, sem distinção entre o comercial e o

5 civil. Se distinguia por este critério de interpretação e por aplicar as leis de acordo com o conteúdo real das instituições e da vida econômica efetiva e não simplesmente de acordo com um critério formal. Em matéria tributária, o princípio de interpretação econômica, por uma razão análoga, segue idêntico critério. A matéria tributária também se atém a fenômenos de caráter econômico-financeiro. O critério político que é a base do imposto como já vimos é o da capacidade contributiva, que representa uma apreciação político-social de fenômenos ou manifestações de riqueza. Como característica uniforme de todos os impostos, vemos esta manifestação de riqueza valorada com critério político pelo legislador. A consequência lógica é a de que a aplicação do imposto, de acordo com os fins e funções das instituições fixadas pelo legislador, não pode ser outra senão a de interpretar os fatos segundo a sua natureza econômica, porque só ela é capaz de indicar-nos qual é a realidade que o legislador quis apreciar e valorar para efeitos tributários." (19) Ao comentar o art. 118 do Código Tributário Nacional Aliomar Baleeiro esclarece que "a validade, invalidade, nulidade, anulabilidade ou mesmo a anulação já decretada do ato jurídico são irrelevantes para o Direito Tributário. Praticado o ato jurídico ou celebrado o negócio que a lei tributária prescreve como fato gerador, está nascida a obrigação para com o fisco. E essa obrigação subsiste independentemente da validade ou invalidade do ato. Se nulo ou anulável, não desaparece a obrigação fiscal que dele decorre, nem surge para o contribuinte o direito de pedir repetição do tributo acaso pago sob invocação de que o ato era nulo ou foi anulado. O fato gerador ocorre e não desaparece, do ponto de vista fiscal, pela nulidade ou anulação." (20) Como um dos poucos juristas a se insurgirem contra a interpretação econômica do fato gerador, Alfredo Augusto Becker considera que o entendimento doutrinário, à época e reinante até hoje, não existe no plano jurídico, porquanto alicerçada em fundamentos préjurídicos de natureza ética ou econômica, e não só, tanto os argumentos contrários como a favor da interpretação econômica do fato gerador não são convincentes, pois são insuficientemente fundamentadas ou contraditórias com o sistema jurídico. (21) Diferentemente deste entendimento, encontramos na doutrina de Amilcar Falcão razões para admitir a interpretação econômica do fato, considerando este que "a natureza do fato gerador da obrigação tributária, como um fato jurídico de acentuada consistência econômica, ou um fato econômico de relevância jurídica, cuja eleição pelo legislador se destina a servir de índice de capacidade contributiva." (22) Para os que se filiam a essa corrente, a capacidade contributiva está relacionada, inclusive ao princípio da isonomia fiscal, pois se assim não fossem estar-se-ia privilegiando, com a exoneração tributária, os marginais, criminosos, em detrimento daqueles que, por lei, estão sujeitos ao pagamento de impostos, porque suas atividades lícitas fazem nascer a obrigação tributária. O entendimento jurisprudencial dominante, nos idos de 1956, como lembra Alfredo Augusto Becker, era contrário a interpretação econômica. (23)

6 Na atualidade, o Superior Tribunal de Justiça proferiu decisão admitindo a tributação de atividade ilícita, com arrimo no artigo 118 do Código Tributário Nacional: " EMENTA: Recurso Especial. Penal, Peculato. Condenação. Sonegação Fiscal de Renda proveniente de atuação ilícita. Tributabilidade. Inexistência do bis in idem. Bens jurídicos tutelados nos tipos penais distintos. Punibilidade. São tributáveis, ex vi do art. 118, do Código Tributário Nacional, as operações ou atividades ilícitas ou imorais, posto a definição legal do fato gerador é interpretada com abstração da validade jurídica dos atos efetivamente praticados pelos contribuintes, responsáveis ou terceiros, bem como da natureza do seu objeto ou dos seus efeitos. Não constitui bis in idem a instauração de ação penal para ambos os crimes, posto caracterizados peculato e sonegação fiscal, reduzindo-se, porém, a pena para o segundo crime à vista das circunstâncias judiciais. Recurso conhecido e provido." (24) CONCLUSÃO A discussão doutrinária em torno do fato gerador da obrigação tributária das atividades ilícitas é polarizada entre duas correntes: aqueles que aceitam a interpretação econômica da norma tributária, que é a corrente dominante; e aqueles poucos que não a admite, seja porque prevalece o aspecto econômico e não o jurídico, seja por entenderem que há uma ruptura do sistema jurídico, que deve ser integrado por todos os ramos do direito e por pregarem a unicidade das definições das expressões terminológicas, o que não se evidencia na tributação em estudo, e tem como expoente maior, entre nós, Alfredo Augusto Becker. O Direito Positivo consagrou a expressão fato gerador, como se infere dos dispositivos constitucionais e do próprio Código Tributário Nacional. A nossa legislação não tem regra explícita sobre a tributação das atividade ilícitas, preferindo impor regras genéricas, que se aplicam ao caso mediante a abstração da natureza do ato ou fato e que tem levantado questionamentos doutrinários, por ser ambíguas e contraditórias. Filio-me a posição adotada por Alfredo Augusto Becker, por entender que o ordenamento jurídico deve ser harmonizado, inclusive para dar segurança jurídica, não podendo, o Estado que pune uma atividade ilícita, ser o mesmo a beneficiar-se dela. Deveria sim, ter leis severas que pudessem punir as infrações e retirar do infrator o patrimônio constituído de forma criminosa.

7 Se, na prática, o Estado apresenta-se impotente, nem por isto deve "matar o direito e ficar com o tributo." (25) Notas 01. TORRES, Ricardo Lobo. Normas de Interpretação e Integração do Direito Tributário. 3ª ed. Rio de Janeiro-São Paulo: Renovar, 2000, p GUSMÃO, Paulo Dourado. Introdução à Ciência do Direito. 7ª ed. Rio-São Paulo: Forense, p PAUPERIO, A. Machado. Introdução à Ciência do Direito. 1ª ed. Riode Janeiro- São Paulo: Forense,1969, p PAUPERIO, A. Machado. Idem, p BECKER, Alfredo Augusto. Teoria Geral do Direito Tributário. 3ª ed. Lejus,1998, p BECKER, Alfredo Augusto. Idem, p CARVALHO, Paulo de Barros. Curso de Direito Tributário. 13ª ed. Editora Saraiva, 2000, p RDA, V. 2, P RDA. v. 2, p BECKER, Alfredo Augusto. Obra citada, p BALEEIRO, Aliomar. Direito Tributário Brasileiro. 11ª ed. Rio de Janeiro: Editora Forense, 1999., p BECKER, Alfredo Augusto. Obra citada, p MORAES, Bernardo Ribeiro. Obra citada, p MORAES, Bernardo Ribeiro. Idem, p MORAES, Bernardo Ribeiro. Idem, ibidem. 16. TORRES, Ricardo Lobo. Obra citada, p TORRES, Ricardo Lobo. Idem, p. 270.

8 18. FANUCCHI, Fábio. Curso de Direito Tributário Brasileiro. 4ª ed. São Paulo: Editora Resenha Tributária, 1979, p FANUCCHI, Fábio. Obra citada, p BALEEIRO, Aliomar. Obra citada., p BECKER, Alfredo Augusto. Obra citada, p FALCÃO, Amilcar de Araújo. Fato Gerador da Obrigação Tributária, 5ª ed. Rio de Janeiro: Editora Forense, 1994, p BECKER, Alfredo Augusto. Obra citada, p Acórdão unânime da Quinta Turma, de , no Recurso Especial nº /RJ, rel. Ministro José Arnaldo da Fonseca, em Revista do Superior Tribunal de Justiça, vol. 118, p BECKER, Alfredo Augusto. Obra citada, p.131. BIBLIOGRAFIA MORAES, Bernardo Ribeiro, Compêndio de Direito Tributário. Compêndio de Direito Tributário. 3ª ed. Rio de Janeiro: Editora Forense, 1995, vol.2.. TORRES, Ricardo Lobo. Normas de Interpretação e Integração do Direito Tributário. 3ª ed. Rio de Janeiro-São Paulo: Renovar, GUSMÃO, Paulo Dourado. Introdução à Ciência do Direito. 7ª ed. Rio de Janeiro- São Paulo: Forense, PAUPERIO, A. Machado. Introdução à Ciência do Direito. 1ª ed. Rio de Janeiro-São Paulo: Forense,1969. BECKER, Alfredo Augusto. Teoria Geral do Direito Tributário. 3ª ed. Lejus, CARVALHO, Paulo de Barros. Curso de Direito Tributário. 13ª ed. Editora Saraiva, RDA, vol. 2. RSTJ, vol. 118

9 BALEEIRO, Aliomar. Direito Tributário Brasileiro. 11ª ed. Rio de Janeiro: Editora Forense, FALCÃO, Amilcar de Araújo. Fato Gerador da Obrigação Tributária, 5ª ed. Rio de Janeiro: Editora Forense, TORRES, Ricardo Lobo. Normas de Interpretação e Integração do Direito Tributário. 3ª ed. Rio de Janeiro-São Paulo: Renovar, FANUCCHI, Fábio. Curso de Direito Tributário Brasileiro. 4ª ed. São Paulo: Editora Resenha Tributária, *Procuradora do Estado de Pernambuco. Disponível em: < >. Acesso em: 03/07/07

Provas escritas individuais ou provas escritas individuais e trabalho(s)

Provas escritas individuais ou provas escritas individuais e trabalho(s) Programa de DIREITO FINANCEIRO E TRIBUTÁRIO II 9º Período: 4h/s Aula : Teórica EMENTA Garantias e Privilégios do Crédito Tributário. Administração Tributária. Ilícitos e sanções tributários. Processo administrativo-fiscal

Leia mais

3 aulas - Aula expositiva

3 aulas - Aula expositiva Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e/ou da Coordenação. PLANO DE CURSO 2013/01 DISCIPLINA: DIREITO TRIBUTÁRIO I PROFESSOR: JOÃO CLAUDIO GONÇALVES LEAL TURMA: 8º EN UNIDADE

Leia mais

ÍNDICE. Alguns estudos do autor... Prefácio...

ÍNDICE. Alguns estudos do autor... Prefácio... ÍNDICE Alguns estudos do autor................... Prefácio..................................... 5 11 Capítulo I - CONCEITO DE DIREITO TRIBUTÁRIO 1. Direito financeiro e direito tributário........ 23 2.

Leia mais

Provas escritas individuais ou provas escritas individuais e trabalho(s).

Provas escritas individuais ou provas escritas individuais e trabalho(s). Programa de DIREITO FINANCEIRO E TRIBUTÁRIO I 8º Período: 4h/s Aula : Teórica EMENTA Noções preliminares de Ciência das Finanças, Direito Financeiro e Direito Tributário. Receita Pública. Despesa Pública.

Leia mais

Unidade II. A afirmação pode ser comprovada da leitura do dispositivo transcrito:

Unidade II. A afirmação pode ser comprovada da leitura do dispositivo transcrito: Unidade II 4 IMUNIDADES TRIBUTÁRIAS A Constituição Federal proíbe a instituição de impostos sobre certas pessoas ou situações. Baleeiro (1976, p. 87) ensina que imunidades tributárias são: vedações absolutas

Leia mais

Direito Tributário Nacional: Princípios Constitucionais Tributários. Fontes do Direito

Direito Tributário Nacional: Princípios Constitucionais Tributários. Fontes do Direito PLANO DE ENSINO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Direito Professor: Leandro Chiarello de Souza E-MAIL: leandrosouza@conection.com.br Período/ Fase: 5ª

Leia mais

Faculdades IESGO Direção Acadêmica Coordenação do Curso de Direito

Faculdades IESGO Direção Acadêmica Coordenação do Curso de Direito Instituto de Ensino Superior de Goiás Faculdades IESGO Direção Acadêmica Coordenação do Curso de Direito PLANO DE ENSINO 1. IDENTIFICAÇÃO: CURSO: DIREITO TURMA: 8º SEMESTRE/NOTURNO DISCIPLINA: DIREITO

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES ESPECIAIS OU PARAFISCAIS (Art.149 c/c 195, CF)

CONTRIBUIÇÕES ESPECIAIS OU PARAFISCAIS (Art.149 c/c 195, CF) CONTRIBUIÇÕES ESPECIAIS OU PARAFISCAIS (Art.149 c/c 195, CF) Prof. Alberto Alves www.editoraferreira.com.br O art. 149, caput, da Lei Maior prescreve a possibilidade de a União instituir Contribuições

Leia mais

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE- FANESE

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE- FANESE FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE- FANESE MATHEUS BRITO MEIRA GUIA DE ESTUDOS Aracaju 2013 BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE O DIREITO TRIBUTÁRIO. INTRODUÇÃO À DISCIPLINA 1 Matheus Brito Meira

Leia mais

RESUMO EXPANDIDO O OBJETO E A DINÂMICA DAS INCIDÊNCIAS E NÃO INCIDÊNCIAS TRIBUTÁRIAS

RESUMO EXPANDIDO O OBJETO E A DINÂMICA DAS INCIDÊNCIAS E NÃO INCIDÊNCIAS TRIBUTÁRIAS RESUMO EXPANDIDO O OBJETO E A DINÂMICA DAS INCIDÊNCIAS E NÃO INCIDÊNCIAS TRIBUTÁRIAS Ronaldo Vieira Fragoso ronaldo-vf@sefaz.go.gov.br UNIFAN RESUMO Partindo da estrutura lógico-formal da norma de incidência

Leia mais

É devido o IPI na importação?

É devido o IPI na importação? É devido o IPI na importação? Kiyoshi Harada* Sumário: 1 Introdução. 2 O exame do fato gerador do IPI. 3 Interpretação do fato gerador do IPI a partir da matriz constitucional do imposto 1 Introdução Grassa

Leia mais

DISCIPLINA: DIREITO TRIBUTÁRIO E PROCESSO TRIBUTÁRIO

DISCIPLINA: DIREITO TRIBUTÁRIO E PROCESSO TRIBUTÁRIO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PROCURADORIA-GERAL DO ESTADO DISCIPLINA: DIREITO TRIBUTÁRIO E PROCESSO TRIBUTÁRIO QUESTÃO Nº 07 Protocolo: 11914006546-7 tributário e/ou junto com o tema direitos fundamentais

Leia mais

Fato gerador da obrigação tributária: noção fundamental Kiyoshi Harada*

Fato gerador da obrigação tributária: noção fundamental Kiyoshi Harada* Fato gerador da obrigação tributária: noção fundamental Kiyoshi Harada* Costumo dizer que quem domina a teoria geral do fato gerador da obrigação tributária conhece 80% do direito tributário. O conhecimento

Leia mais

RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA NA CISÃO PARCIAL

RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA NA CISÃO PARCIAL RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA NA CISÃO PARCIAL Gilberto de Castro Moreira Junior * O artigo 229 da Lei das Sociedades Anônimas (Lei nº 6.404/76) define a cisão como sendo a operação pela qual a companhia

Leia mais

Controvérsias sobre o fato gerador do IPI

Controvérsias sobre o fato gerador do IPI Controvérsias sobre o fato gerador do IPI Kiyoshi Harada* Não há unanimidade na doutrina e na jurisprudência quanto ao fato gerador do IPI. Muitos doutrinadores sustentam que o produto industrializado

Leia mais

Direito Tributário Constitucional

Direito Tributário Constitucional Faculdade de Direito Milton Campos Reconhecida pelo Ministério da Educação Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Direito Tributário Direito Tributário Constitucional Carga Horária: 32 h/a 1- Ementa Repartição

Leia mais

Incidência ou não do ITBI sobre o valor do bem excedente ao do capital integralizado

Incidência ou não do ITBI sobre o valor do bem excedente ao do capital integralizado Incidência ou não do ITBI sobre o valor do bem excedente ao do capital integralizado Kiyoshi Harada* Grassa séria controvérsia doutrinária e jurisprudencial quanto à questão de saber se incide ou não o

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA. Faculdade de Direito de Campos. Direito Civil. Contratos. Fiança no Contrato de Locação Urbana

PROJETO DE PESQUISA. Faculdade de Direito de Campos. Direito Civil. Contratos. Fiança no Contrato de Locação Urbana PROJETO DE PESQUISA Faculdade de Direito de Campos Direito Civil Contratos Fiança no Contrato de Locação Urbana Ana Luiza P. Machado Bárbara Tavares Caldas Fábia Santos Pereira Campos, 2006 ASSUNTO: Direito

Leia mais

2. A DECADÊNCIA E A PRESCRIÇÃO NO CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO

2. A DECADÊNCIA E A PRESCRIÇÃO NO CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO 1 DECADÊNCIA E PRESCRIÇÃO NO DIREITO CIVIL EM CONFRONTO COM O DIREITO TRIBUTÁRIO Indaga-se: aplicam-se os institutos da decadência e da prescrição no Direito Tributário da mesma forma que são aplicados

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Incidência Tributária sobre operações comerciais envolvendo software Fabiano Pereira dos Santos I Introdução; II Conceito de software; III A questão tributária; IV - Jurisprudência;

Leia mais

PLANO DE ENSINO- CURSO SEMESTRAL - 2015

PLANO DE ENSINO- CURSO SEMESTRAL - 2015 21/02/2011 Página 1 de 5 PLANO DE ENSINO- CURSO SEMESTRAL - 2015 Disciplina DIREITO TRIBUTÁRIO II Curso Graduação Período 7º Período Eixo de Formação Eixo de Formação Profissional Turmas A, B e D Código

Leia mais

CH total: 72h SEMESTRE DE ESTUDO: 7º Semestre

CH total: 72h SEMESTRE DE ESTUDO: 7º Semestre DISCIPLINA: Direito Tributário I CH total: 72h SEMESTRE DE ESTUDO: 7º Semestre TURNO: Matutino / Noturno CÓDIGO: DIR133 1. EMENTA: Direito tributário. O tributo. Teoria da norma tributária. Espécies tributárias.

Leia mais

A inconstitucionalidade na fixação de alíquotas progressivas para o Imposto sobre transmissão causa mortis e doação.

A inconstitucionalidade na fixação de alíquotas progressivas para o Imposto sobre transmissão causa mortis e doação. www.apd.adv.br +55 (27) 3019-3993 A inconstitucionalidade na fixação de alíquotas progressivas para o Imposto sobre transmissão causa mortis e doação. RESUMO: Atualmente muitos contribuintes realizam o

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Juros e multa da dívida ativa tributária e a sua inclusão na base de cálculo do repasse ao legislativo municipal Alberto Jatene I - Relatório Trata-se de questionamento acerca da

Leia mais

A INCONSTITUCIONALIDADE DA INCIDÊNCIA DO IPI NA IMPORTAÇÃO E NA REVENDA DE PRODUTOS IMPORTADOS. Por Carolina Silveira

A INCONSTITUCIONALIDADE DA INCIDÊNCIA DO IPI NA IMPORTAÇÃO E NA REVENDA DE PRODUTOS IMPORTADOS. Por Carolina Silveira A INCONSTITUCIONALIDADE DA INCIDÊNCIA DO IPI NA IMPORTAÇÃO E NA REVENDA DE PRODUTOS IMPORTADOS. Por Carolina Silveira O IPI é tributo de competência da União Federal, conforme se pode observar da análise

Leia mais

1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Direito

1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Direito PLANO DE ENSINO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Direito Professores: Cássio Furlan cassiofurlan@yahoo.com.br Período/ Fase: 6ª Semestre: 2º Ano: 2012

Leia mais

DIVISÃO DE ASSUNTOS ACADÊMICOS Secretaria Geral de Cursos PROGRAMA DE DISCIPLINA

DIVISÃO DE ASSUNTOS ACADÊMICOS Secretaria Geral de Cursos PROGRAMA DE DISCIPLINA DIVISÃO DE ASSUNTOS ACADÊMICOS Secretaria Geral de Cursos PROGRAMA DE DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS CÓDIGO: CIS151 DISCIPLINA: DIREITO FINANCEIRO E TRIBUTÁRIO I CARGA HORÁRIA: 60h

Leia mais

W W W. P R O F E S S O R S A B B A G. C O M. B R

W W W. P R O F E S S O R S A B B A G. C O M. B R Os limites da Contribuição de Melhoria Autor: Hugo de Brito Machado Fonte: http://www.hugomachado.adv.br/conteudo.asp?home=1&secao=2&situacao=2&doc_id=34 Quando a Constituição, explicitamente, limitava

Leia mais

RESTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

RESTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA PAGAMENTO INDEVIDO E RESTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Indaga-se: havendo o pagamento, por erro ou engano, de tributo direto, a exemplo do IPTU ou IPVA, pode-se pedir a sua devolução? 1. Introdução Trata o Código

Leia mais

PLANO DE ENSINO. 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Direito

PLANO DE ENSINO. 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Direito PLANO DE ENSINO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Direito Professores: Cássio Furlan cassiofurlan@yahoo.com.br Período/ Fase: 7ª Semestre: 2º Ano: 2012

Leia mais

O CRÉDITO-PRÊMIO DO IPI E A RESOLUÇÃO n. 71, de 2005, DO SENADO FEDERAL

O CRÉDITO-PRÊMIO DO IPI E A RESOLUÇÃO n. 71, de 2005, DO SENADO FEDERAL O CRÉDITO-PRÊMIO DO IPI E A RESOLUÇÃO n. 71, de 2005, DO SENADO FEDERAL Aldemario Araujo Castro Procurador da Fazenda Nacional Professor da Universidade Católica de Brasília Mestrando em Direito na Universidade

Leia mais

Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro. Planejamento tributário: Uma análise sobre Evasão e Elisão fiscal. Rômulo Souto Cosentino

Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro. Planejamento tributário: Uma análise sobre Evasão e Elisão fiscal. Rômulo Souto Cosentino Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro Planejamento tributário: Uma análise sobre Evasão e Elisão fiscal Rômulo Souto Cosentino Rio de Janeiro 2014 RÔMULO SOUTO COSENTINO Planejamento tributário:

Leia mais

AÇÃO CRIMINAL Nº 231-PE (89.05.03003-3) APTE: JUSTIÇA PÚBLICA APDO: ANCILON GOMES FILHO RELATOR: DESEMBARGADOR FEDERAL ÉLIO SIQUEIRA (CONVOCADO)

AÇÃO CRIMINAL Nº 231-PE (89.05.03003-3) APTE: JUSTIÇA PÚBLICA APDO: ANCILON GOMES FILHO RELATOR: DESEMBARGADOR FEDERAL ÉLIO SIQUEIRA (CONVOCADO) AÇÃO CRIMINAL Nº 231-PE (89.05.03003-3) APTE: JUSTIÇA PÚBLICA APDO: ANCILON GOMES FILHO RELATOR: DESEMBARGADOR FEDERAL ÉLIO SIQUEIRA (CONVOCADO) RELATÓRIO O EXCELENTÍSSIMO SENHOR DESEMBARGADOR FEDERAL

Leia mais

Natureza do Despacho que Concede Isenção Tributária Individual

Natureza do Despacho que Concede Isenção Tributária Individual Natureza do Despacho que Concede Isenção Tributária Individual 1. Introdução * Hugo de Brito Machado Segundo Não são poucos os conflitos entre Fisco e contribuinte decorrentes do desconhecimento do tema

Leia mais

QUEBRA DO SIGILO BANCÁRIO PELO BANCO CENTRAL

QUEBRA DO SIGILO BANCÁRIO PELO BANCO CENTRAL QUEBRA DO SIGILO BANCÁRIO PELO BANCO CENTRAL Kiyoshi Harada * O debate em torno da quebra do sigilo bancário voltou à baila após a manifestação do Procurador-Geral do Banco Central no sentido de que as

Leia mais

Supremo Tribunal Federal

Supremo Tribunal Federal Ementa e Acórdão Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 9 07/04/2015 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 602.295 RIO DE JANEIRO RELATOR AGTE.(S) ADV.(A/S) AGDO.(A/S) : MIN. ROBERTO BARROSO

Leia mais

CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS

CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS Acórdão: 14.710/01/2ª Impugnação: 40.010105776-02 Impugnante: CTBC Celular S.A. Proc. S. Passivo: José Roberto Camargo/Outros PTA/AI: 01.000138911-28 Inscrição Estadual: 702.042559.0063 Origem: AF/Uberlândia

Leia mais

Analisaremos o tributo criado pela Lei 10.168/00 a fim de descobrir se realmente se trata de uma contribuição de intervenção no domínio econômico.

Analisaremos o tributo criado pela Lei 10.168/00 a fim de descobrir se realmente se trata de uma contribuição de intervenção no domínio econômico. &RQWULEXLomRGH,QWHUYHQomRQR'RPtQLR(FRQ{PLFR XPDDQiOLVHGD/HLQž /XFLDQD7ULQGDGH)RJDoD &DUOD'XPRQW2OLYHLUD A Lei 10.168/2000 criou uma contribuição de intervenção no domínio econômico para financiar o Programa

Leia mais

Supremo Tribunal Federal

Supremo Tribunal Federal Diário da Justiça de 04/08/2006 30/05/2006 SEGUNDA TURMA AG.REG.NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 446.003-3 PARANÁ RELATOR : MIN. CELSO DE MELLO AGRAVANTE(S) : MUNICÍPIO DE CURITIBA ADVOGADO(A/S) : ROBERTO DE

Leia mais

TÍTULOS DE CRÉDITO: CONHECENDO A TEORIA GERAL

TÍTULOS DE CRÉDITO: CONHECENDO A TEORIA GERAL 1 TÍTULOS DE CRÉDITO: CONHECENDO A TEORIA GERAL Juliana de Oliveira Carvalho Martins Ferreira 1 RESUMO: Na busca pelo aprimoramento do conhecimento acerca dos títulos de crédito, faz-se necessária uma

Leia mais

Supremo Tribunal Federal

Supremo Tribunal Federal RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 865.121 RIO GRANDE DO SUL RELATOR RECTE.(S) : MIN. LUIZ FUX :MUNICÍPIO DE SOBRADINHO ADV.(A/S) :CLÁUDIO ROBERTO NUNES GOLGO E OUTRO(A/S) RECDO.(A/S) :BANCO ITAULEASING

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br O Estatuto do idoso em Benefício do Réu. Roberto Dantes Schuman de Paula * DA NOVATIO LEGIS IN PEJUS Em outubro de 2003 a ordem jurídica foi inovada com o advento da lei 10741/03,

Leia mais

Direito Tributário. Aula 05. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho

Direito Tributário. Aula 05. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Direito Tributário Aula 05 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos multimídia

Leia mais

GUARDA MUNICIPAL E SEGURANÇA PÚBLICA

GUARDA MUNICIPAL E SEGURANÇA PÚBLICA GUARDA MUNICIPAL E SEGURANÇA PÚBLICA Aristides Medeiros ADVOGADO Consoante estabelecido no art. 144, caput, da Constituição Federal, os órgãos incumbidos da segurança pública, isto é, da segurança geral,

Leia mais

O FATO GERADOR DAS CONTRIBUIÇÕES PIS E COFINS ANTE O REGIME DE COMPETÊNCIA CONTÁBIL

O FATO GERADOR DAS CONTRIBUIÇÕES PIS E COFINS ANTE O REGIME DE COMPETÊNCIA CONTÁBIL O FATO GERADOR DAS CONTRIBUIÇÕES PIS E COFINS ANTE O REGIME DE COMPETÊNCIA CONTÁBIL * Cristina Zanello 1 Resumo: É cada vez maior a utilização indiscriminada de princípios contábeis para interpretar normas

Leia mais

Supremo Tribunal Federal

Supremo Tribunal Federal )1( oãdróca atneme86242 DE-SM Diário da Justiça de 09/06/2006 03/05/2006 TRIBUNAL PLENO RELATOR : MIN. GILMAR MENDES EMBARGANTE(S) : UNIÃO ADVOGADO(A/S) : ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO EMBARGADO(A/S) : FERNANDA

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO EM MANDADO DE SEGURANÇA Nº 31.648 - MT (2010/0037619-1) RELATOR RECORRENTE ADVOGADO RECORRIDO PROCURADOR : MINISTRO MAURO CAMPBELL MARQUES : AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA : EUCLIDES RIBEIRO

Leia mais

Plano de Ensino. Curso: Disciplina: Turma: Turno / Campus: Professor: Direito Direito Processual Tributário - TVI UN Noturno Jose Hable.

Plano de Ensino. Curso: Disciplina: Turma: Turno / Campus: Professor: Direito Direito Processual Tributário - TVI UN Noturno Jose Hable. Curso: Disciplina: Turma: Turno / Campus: Professor: Direito Direito Processual Tributário - TVI UN Noturno Jose Hable Ementa Conceito de processo e procedimento; processo administrativo tributário e processo

Leia mais

PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS TRIBUTÁRIOS

PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS TRIBUTÁRIOS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS TRIBUTÁRIOS FERNANDA CURY DE FARIA 1 RESUMO O presente artigo objetiva abordar as questões concernentes aos princípios constitucionais tributários, princípios estes previstos

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RELATOR : MINISTRO CASTRO MEIRA ADVOGADO : LUIZ ANTÔNIO MUNIZ MACHADO E OUTRO(S) EMENTA DIREITO SINDICAL. CONTRIBUIÇÃO SINDICAL RURAL. ART. 8º, IV, DA CF/88. COMPETÊNCIA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. PUBLICAÇÃO

Leia mais

TRATAMENTO TRIBUTÁRIO DIFERENCIADO PARA AS FARMÁCIAS DE MANIPULAÇÃO

TRATAMENTO TRIBUTÁRIO DIFERENCIADO PARA AS FARMÁCIAS DE MANIPULAÇÃO TRATAMENTO TRIBUTÁRIO DIFERENCIADO PARA AS FARMÁCIAS DE MANIPULAÇÃO Eduardo Augusto Cordeiro Bolzan 1 As farmácias de manipulação, aqui entendidos aqueles estabelecimentos de aviamento, manipulação 2 de

Leia mais

PODER JUDICIáRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL FRANCISCO WILDO

PODER JUDICIáRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL FRANCISCO WILDO ORIGEM : 37ª VARA FEDERAL DE PERNAMBUCO - PE RELATÓRIO O Sr. Des. Fed. FRANCISCO WILDO (Relator): Tratam-se de apelações criminais interpostas por ROMERO SANTOS VERAS e ROMERO SALES GOMES em face de sentença

Leia mais

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS NA CONSTRUÇÃO CIVIL

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS NA CONSTRUÇÃO CIVIL NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS NA CONSTRUÇÃO CIVIL Schubert de Farias Machado Advogado em Fortaleza SUMÁRIO: 1. A posição dos Estados. 2.Invalidade do convênio ICMS 71/89. 2.1. Invalidade formal. 2.2. Invalidade

Leia mais

a) conjunto de atos administrativos tendentes ao reconhecimento de uma situação jurídica pertinente à relação entre o Fisco e o contribuinte

a) conjunto de atos administrativos tendentes ao reconhecimento de uma situação jurídica pertinente à relação entre o Fisco e o contribuinte Unidade VIII I. PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO 1. Acepções e espécies a) conjunto de atos administrativos tendentes ao reconhecimento de uma situação jurídica pertinente à relação entre o Fisco e o

Leia mais

INSTITUTO BRASILEIRO DE DIREITO TRIBUTÁRIO

INSTITUTO BRASILEIRO DE DIREITO TRIBUTÁRIO INSTITUTO BRASILEIRO DE DIREITO TRIBUTÁRIO Av. Brig. Luiz Antonio, 290 7º conjs. 71/72 01318-902 São Paulo SP Fone/fax: 3105-8206 Expediente das 13 às 18h E-mail: ibdt@ibdt.com.br DIREITO TRIBUTÁRIO Curso

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fl. 12 Fls. 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta Interna nº 20 - Data 25 de agosto de 2014 Origem COORDENAÇÃO-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO ADUANEIRA (COANA) ASSUNTO: NORMAS DE ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

ISS Exame do PLC nº 386/12

ISS Exame do PLC nº 386/12 ISS Exame do PLC nº 386/12 Kiyoshi Harada* O nobre Senador Romero Jucá apresentou o PLC nº 386/12 que introduz importantes alterações na LC nº 116/03, lei de regência nacional do ISS. As modificações a

Leia mais

Limitações na ação de consignação em pagamento. Sumário: 1 Conceito. 2 Sua disciplina legal. 3 Limites da ação em consignação em pagamento.

Limitações na ação de consignação em pagamento. Sumário: 1 Conceito. 2 Sua disciplina legal. 3 Limites da ação em consignação em pagamento. Limitações na ação de consignação em pagamento Kiyoshi Harada* Sumário: 1 Conceito. 2 Sua disciplina legal. 3 Limites da ação em consignação em pagamento. 1 Conceito O que significa consignação em pagamento?

Leia mais

MARCO CIVIL DA INTERNET LEI Nº 12.965, DE 23/04/2014

MARCO CIVIL DA INTERNET LEI Nº 12.965, DE 23/04/2014 MARCO CIVIL DA INTERNET LEI Nº 12.965, DE 23/04/2014 1. EMENTA A Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014, estabeleceu princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil, conhecido

Leia mais

TÉCNICO DA RECEITA FEDERAL/2000

TÉCNICO DA RECEITA FEDERAL/2000 TÉCNICO DA RECEITA FEDERAL/2000 01) A prestação de serviço militar é compulsória e não constitui sanção a ato ilícito, porém não tem a natureza de tributo porque não é prestação pecuniária. Os impostos,

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 712.998 - RJ (2004/0180932-3) RELATOR : MINISTRO HERMAN BENJAMIN RECORRENTE : MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO PROCURADOR : MARIANA RODRIGUES KELLY E SOUSA E OUTRO(S) RECORRIDO : ADELINO

Leia mais

Olá, pessoal! Neste ponto, trago uma pequena noção sobre alguns conceitos 1.4.5. CONCEITOS IMPORTANTES

Olá, pessoal! Neste ponto, trago uma pequena noção sobre alguns conceitos 1.4.5. CONCEITOS IMPORTANTES Olá, pessoal! Neste ponto, trago uma pequena noção sobre alguns conceitos importantes para um melhor entendimento de temas futuros, ok! 1.4.5. CONCEITOS IMPORTANTES 1. FATO GERADOR/ HIPÓTESE DE INCIDÊNCIA

Leia mais

Capacitação Livre em Direito Tributário

Capacitação Livre em Direito Tributário Capacitação Livre em Direito Tributário Rede LFG - Comércio S.E SERVICOS EDUCACIONAIS LTDA - ME CNPJ: 10.220.574/0001-29 Rua dos Algibebes, 26 COMÉRCIO, CEP: 40015-060/SALVADOR - BA Contato: Lauana Fontenele

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5.ª REGIãO Gabinete da Desembargadora Federal Margarida Cantarelli

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5.ª REGIãO Gabinete da Desembargadora Federal Margarida Cantarelli APELAÇÃO CÍVEL Nº 550822-PE (2001.83.00.010096-5) APTE : INSS - INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL REPTE : PROCURADORIA REPRESENTANTE DA ENTIDADE APDO : LUZIA DOS SANTOS SANTANA ADV/PROC : SEM ADVOGADO/PROCURADOR

Leia mais

Reconhecer as diversas espécies de tributos cobrados pela União, pelos Estados e pelos Municípios;

Reconhecer as diversas espécies de tributos cobrados pela União, pelos Estados e pelos Municípios; 1. IDENTIFICAÇÃO CÓDIGO DA DISCIPLINA: D-45 PERÍODO: 9 CRÉDITO: 04 NOME DA DISCIPLINA: DIREITO TRIBUTARIO II NOME DO CURSO: DIREITO 2. EMENTA CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 Impostos.

Leia mais

OBSERVAÇÕES E EFEITOS DA MODULAÇÃO DAS ADIS 4357 E 4425 NO CÁLCULO DOS ATRASADOS EM AÇÕES CONTRA A FAZENDA PÚBLICA SEM PRECATÓRIO EXPEDIDO.

OBSERVAÇÕES E EFEITOS DA MODULAÇÃO DAS ADIS 4357 E 4425 NO CÁLCULO DOS ATRASADOS EM AÇÕES CONTRA A FAZENDA PÚBLICA SEM PRECATÓRIO EXPEDIDO. OBSERVAÇÕES E EFEITOS DA MODULAÇÃO DAS ADIS 4357 E 4425 NO CÁLCULO DOS ATRASADOS EM AÇÕES CONTRA A FAZENDA PÚBLICA SEM PRECATÓRIO EXPEDIDO. Bernardo Rücker No último dia 25 de maio de 2015, o Plenário

Leia mais

LATROCÍNIO COM PLURALIDADE DE VÍTIMAS

LATROCÍNIO COM PLURALIDADE DE VÍTIMAS LATROCÍNIO COM PLURALIDADE DE VÍTIMAS ALESSANDRO CABRAL E SILVA COELHO - alessandrocoelho@jcbranco.adv.br JOSÉ CARLOS BRANCO JUNIOR - jcbrancoj@jcbranco.adv.br Palavras-chave: crime único Resumo O presente

Leia mais

COLEGIADO DO CURSO DE DIREITO Reconhecimento renovado pela portaria MEC nº 608 de 19.11.13, DOU de 20.11.13 PLANO DE CURSO

COLEGIADO DO CURSO DE DIREITO Reconhecimento renovado pela portaria MEC nº 608 de 19.11.13, DOU de 20.11.13 PLANO DE CURSO COLEGIADO DO CURSO DE DIREITO Reconhecimento renovado pela portaria MEC nº 608 de 19.11.13, DOU de 20.11.13 Componente Curricular: Direito Tributário I Código: DIR -569 Pré-requisito: ------ Período Letivo:

Leia mais

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Autorizado pela Portaria no 1.393 de 04/07/01 DOU de 09/07/01 PLANO DE CURSO

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Autorizado pela Portaria no 1.393 de 04/07/01 DOU de 09/07/01 PLANO DE CURSO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Autorizado pela Portaria no 1.393 de 04/07/01 DOU de 09/07/01 Componente Curricular: DIREITO TRIBUTÁRIO Código: CTB-262 Pré-requisito: ---------- Período Letivo: 2015.2 Professor:

Leia mais

FATO GERADOR DO ICMS NA IMPORTAÇÃO RE 540.829-SP - 11/09/2014

FATO GERADOR DO ICMS NA IMPORTAÇÃO RE 540.829-SP - 11/09/2014 FATO GERADOR DO ICMS NA IMPORTAÇÃO RE 540.829-SP - 11/09/2014 ASPECTOS HISTÓRICOS Em passado remoto, o Estado de São Paulo tentou instituir a cobrança do ICMS na importação de mercadorias e o fez por decreto.

Leia mais

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Autorizado pela Portaria nº 1.393 de 04/07/01 DOU de 09/07/01

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Autorizado pela Portaria nº 1.393 de 04/07/01 DOU de 09/07/01 CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Autorizado pela Portaria nº 1.393 de 04/07/01 DOU de 09/07/01 Componente Curricular: DIREITO TRIBUTÁRIO Código: CTB-262 Pré-requisito: ---------- Período Letivo: 2013.1 Professor:

Leia mais

Ementas das disciplinas do 3º período

Ementas das disciplinas do 3º período 1 Disciplina: Direito Empresarial I (Teoria Geral) C/H: 080 H/A Teoria Geral. O Direito Comercial. Evolução Histórica. Fontes. Atividade empresarial. Regime Jurídico da livre iniciativa. Registro de empresa.

Leia mais

PARECERES JURÍDICOS. Para ilustrar algumas questões já analisadas, citamos abaixo apenas as ementas de Pareceres encomendados:

PARECERES JURÍDICOS. Para ilustrar algumas questões já analisadas, citamos abaixo apenas as ementas de Pareceres encomendados: PARECERES JURÍDICOS Partindo das diversas obras escritas pelo Prof.Dr. AURY LOPES JR., passamos a oferecer um produto diferenciado para os colegas Advogados de todo o Brasil: a elaboração de Pareceres

Leia mais

TRIBUTÁRIO EM FOCO #edição 6

TRIBUTÁRIO EM FOCO #edição 6 TRIBUTÁRIO EM FOCO #edição 6 Maio de 2012 NOVIDADE NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA "GUERRA DOS PORTOS" - ICMS NAS IMPORTAÇÕES - RESOLUÇÃO DO SENADO Nº 13, DE 26 DE ABRIL DE 2012 DECISÕES JUDICIAIS PARTICIPAÇÃO

Leia mais

CÓPIA. Coordenação Geral de Tributação

CÓPIA. Coordenação Geral de Tributação Fl. 101 Fls. 1 Coordenação Geral de Tributação Solução de Consulta Interna nº 4 Data 6 de fevereiro de 2014 Origem DRF/BSB/DF (E PROCESSO Nº 10104.720008/2013 12) ASSUNTO: NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO

Leia mais

Evolução do fenômeno da tributação

Evolução do fenômeno da tributação Evolução do fenômeno da tributação COM A GRADATIVA EVOLUÇÃO DAS DESPESAS PÚBLICAS, PARA ATENDER ÀS MAIS DIVERSAS NECESSIDADES COLETIVAS, TORNOU-SE IMPRESCINDÍVEL AO ESTADO LANÇAR MÃO DE UMA FONTE REGULAR

Leia mais

08/11/2012 PLENÁRIO : MIN. GILMAR MENDES

08/11/2012 PLENÁRIO : MIN. GILMAR MENDES Decisão sobre Repercussão Geral Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 11 08/11/2012 PLENÁRIO REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 675.505 RIO DE JANEIRO RELATOR RECTE.(S) ADV.(A/S) RECDO.(A/S)

Leia mais

Configuração de grupo econômico e responsabilidade tributária. Fabiana Del Padre Tomé Doutora e professora PUC/SP

Configuração de grupo econômico e responsabilidade tributária. Fabiana Del Padre Tomé Doutora e professora PUC/SP Configuração de grupo econômico e responsabilidade tributária Fabiana Del Padre Tomé Doutora e professora PUC/SP O cenário atual Redirecionamento de execuções fiscais contra empresas do grupo econômico

Leia mais

Palavras-chaves: Impeachment, Presidente da Republica, Infrações Político- administrativas.

Palavras-chaves: Impeachment, Presidente da Republica, Infrações Político- administrativas. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA IMPEACHMENT Fernando França Caron Especialista em Direito Constitucional pela Faculdade Damásio de Jesus Docente do Curso de Direito da UNILAGO RESUMO A Constituição Federal de

Leia mais

Prof. Alexandre Lugon

Prof. Alexandre Lugon DIREITO TRIBUTÁRIO ROTEIRO DAS AULAS Assistente Técnico Administrativo do Ministério da Fazenda PARTE III Prof. Alexandre Lugon OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA LEI FATO GERADOR SUJEITO ATIVO SUJEITO PASSIVO DEVER

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br O Casamento Inexistente Daniel Barbosa Lima Faria Corrêa de Souza* O Código Civil, tanto o de 1916 quanto o de 2002, não oferece subsídios para a determinação da noção de inexistência

Leia mais

tributo e suas espécies

tributo e suas espécies CAPÍTULO I Direito Tributário, tributo e suas espécies Sumário 1. Breve introdução ao Direito Tributário 2. Tributo 3. Espécies tributárias: 3.1. Impostos; 3.2. Taxas; 3.3. Contribuição de melhoria; 3.4.

Leia mais

Remuneração de Dirigentes de Entidades Sem Fins Lucrativos

Remuneração de Dirigentes de Entidades Sem Fins Lucrativos Remuneração de Dirigentes de Entidades Sem Fins Lucrativos Tomáz de Aquino Resende Promotor de Justiça. Coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Tutela de Fundações de Minas Gerais.

Leia mais

A PROBLEMÁTICA CONTEMPORÂNEA DA RESPONSABILIDADE PENAL DA PESSOA JURÍDICA

A PROBLEMÁTICA CONTEMPORÂNEA DA RESPONSABILIDADE PENAL DA PESSOA JURÍDICA A PROBLEMÁTICA CONTEMPORÂNEA DA RESPONSABILIDADE PENAL DA PESSOA JURÍDICA CLÁUDIO RIBEIRO LOPES Mestre em Direito (Tutela de Direitos Supraindividuais) pela UEM Professor Assistente da UFMS (DCS/CPTL)

Leia mais

PADRÃO DE RESPOSTA PEÇA PROFISSIONAL

PADRÃO DE RESPOSTA PEÇA PROFISSIONAL PEÇA PROFISSIONAL Petição inicial: Queixa-crime. Endereçamento: Vara Criminal da Comarca de São Paulo SP. Vara criminal comum, visto que as penas máximas abstratas, somadas, ultrapassam dois anos. Como

Leia mais

Supremo Tribunal Federal

Supremo Tribunal Federal Decisão sobre Repercussão Geral Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 9 19/09/2013 PLENÁRIO REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 759.244 SÃO PAULO RELATOR RECTE.(S) ADV.(A/S) RECDO.(A/S) PROC.(A/S)(ES)

Leia mais

MATERIAL DE APOIO MONITORIA

MATERIAL DE APOIO MONITORIA Delegado Federal Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.01.2010 Aula n.º 08 MATERIAL DE APOIO MONITORIA Índice 1. Artigos Correlatos 1.1 Lançamento por homologação 2. Jurisprudência

Leia mais

Controladoria MANUAL DO Estratégica

Controladoria MANUAL DO Estratégica Controladoria MANUAL DO Estratégica ALUNO 2010 Universidade Cruzeiro do Sul www.cruzeirodosul.edu.br Unidade: Planejamento Tributário (Parte I) MATERIAL TEÓRICO Responsável pelo Conteúdo: Prof. Esp. Daniel

Leia mais

COMUNICADO nº 033/2013. Aos: Senhores prefeitos, secretários dos municípios e executivos de Associações de Municípios.

COMUNICADO nº 033/2013. Aos: Senhores prefeitos, secretários dos municípios e executivos de Associações de Municípios. COMUNICADO nº 033/2013 Aos: Senhores prefeitos, secretários dos municípios e executivos de Associações de Municípios. Referente: Contribuição Sindical. A na busca de auxiliar os gestores públicos municipais

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br ICMS no Contrato de Demanda Reservada de Potência de Energia Elétrica Tenille Gomes Freitas* 1. ICMS O ICMS (imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre

Leia mais

constitucional dos Estados e Municípios d) supletiva da legislação dos Estados e Municípios e) concorrente com os Estados e os Municípios

constitucional dos Estados e Municípios d) supletiva da legislação dos Estados e Municípios e) concorrente com os Estados e os Municípios 01- O estabelecimento de normas gerais em matéria de legislação tributária sobre obrigação, lançamento, crédito, prescrição e decadência tributários, deverá fazer-se, segundo norma contida na Constituição,

Leia mais

O acórdão em análise é oriundo do Superior Tribunal de Justiça, no julgamento de um agravo regimental em Recurso Especial e assim dispõe:

O acórdão em análise é oriundo do Superior Tribunal de Justiça, no julgamento de um agravo regimental em Recurso Especial e assim dispõe: 3. COMENTÁRIOS À JURISPRUDÊNCIA 3.1 QUESTÕES PONTUAIS SOBRE EXECUÇÃO PENAL ÉRIKA DE LAET GOULART MATOSINHO Oficial do Ministério Público do Estado de Minas Gerais Bacharel em Direito 1. Escolha do acórdão

Leia mais

A MP 685/2015 e a declaração de planejamentos tributários. Marco Aurélio Greco

A MP 685/2015 e a declaração de planejamentos tributários. Marco Aurélio Greco A MP 685/2015 e a declaração de planejamentos tributários Marco Aurélio Greco FISCO x CONTRIBUINTE Relação tensa Atitudes frequentes: Autoridade da lei Estratégias de bloqueio Aumento da complexidade das

Leia mais

Coordenação Geral de Tributação

Coordenação Geral de Tributação Fls. 2 1 Coordenação Geral de Tributação Solução de Consulta nº 98 Data 3 de abril de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA IRPF DANO MORAL. PESSOA FÍSICA.

Leia mais

Fato gerador do ISS. Kiyoshi Harada*

Fato gerador do ISS. Kiyoshi Harada* Fato gerador do ISS Kiyoshi Harada* Este é um tema aparentemente pacífico, mas na prática vem causando muitas dúvidas. senão confusões. Façamos considerações pertinentes para melhor explicitar o aspecto

Leia mais

DISCIPLINA: DIREITO CIVIL

DISCIPLINA: DIREITO CIVIL ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PROCURADORIA-GERAL DO ESTADO DISCIPLINA: DIREITO CIVIL QUESTÃO Nº 75 Protocolo: 11913003347-0 Recurso Indeferido, conforme motivação a seguir explicitada. Os bens coletivos

Leia mais

TRIBUTO - ISENÇÃO FISCAL - REVOGAÇÃO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA

TRIBUTO - ISENÇÃO FISCAL - REVOGAÇÃO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA TRIBUTO - ISENÇÃO FISCAL - REVOGAÇÃO - A isenção fiscal deve ser revogada tão logo desapareça o interesse público que a motivou. No entanto. se o beneficio foi outorgado como incentivo a determinado projeto

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA IV - OBJETIVOS ARTEC. I Curso DIREITO. II Disciplina DIREITO E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA I (D-53) III.

PROGRAMA DE DISCIPLINA IV - OBJETIVOS ARTEC. I Curso DIREITO. II Disciplina DIREITO E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA I (D-53) III. PROGRAMA DE DISCIPLINA I Curso DIREITO II Disciplina DIREITO E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA I (D-53) III. PRÉ-Requisito DIREITO FINANCEIRO ECONOMICO (D-46) Área: Ciências Sociais Ano: 2013.1 IIII Ementa Período:

Leia mais