A resolução de problemas ambientais locais deve ser um tema-gerador ou a atividade-fim da educação ambiental? 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A resolução de problemas ambientais locais deve ser um tema-gerador ou a atividade-fim da educação ambiental? 1"

Transcrição

1 A resolução de problemas ambientais locais deve ser um tema-gerador ou a atividade-fim da educação ambiental? 1 Philippe Pomier Layrargues Resolução de problemas, uma metodologia privilegiada A Conferência de Tbilisi, realizada pela Unesco em 1977 na ex-urss e considerada o marco conceitual da educação ambiental (Dias, 1993), apresenta uma visão da realidade bastante crítica, demonstrando que as origens da atual crise ambiental estão no sistema cultural da sociedade industrial, cujo paradigma norteador da estratégia desenvolvimentista, pautada pelo mercado competitivo como a instância reguladora da sociedade, fornece uma visão de mundo unidimensional, utilitarista, economicista e a curto prazo da realidade, onde o ser humano ocidental percebe-se numa relação de exterioridade e domínio da natureza. Essa interpretação rompe frontalmente com a percepção ainda cristalizada por muitos educadores que acreditam que as causas dos impactos ambientais são, entre outros fatores, a explosão demográfica, a agricultura moderna, e a crescente urbanização e industrialização, como se tais fenômenos estivessem dissociados da visão de mundo instrumental da sociedade na qual foram originados. Aguilar (1992) acrescenta que a grande relevância de Tbilisi reside na ruptura com as práticas ainda reduzidas ao sistema ecológico, por estarem demasiadamente implicadas com uma educação meramente conservacionista. Então, fortemente atrelado aos aspectos políticos-econômicos e socioculturais, não mais permanecendo restrito ao aspecto biológico da questão ambiental, o documento de Tbilisi ultrapassa a concepção das práticas educativas que são 1 In: REIGOTA, M. (Org.). Verde cotidiano: o meio ambiente em discussão. Rio de Janeiro: DP&A Editora p Doutorado na Universidade Estadual de Campinas em Ciências Sociais, na linha de pesquisa sobre Ambiente, Tecnologia e Desenvolvimento. É biólogo (USU), especialista em Planejamento e Educação Ambiental (UFF), e realizou seu mestrado no Programa de Estudos Interdisciplinares em Ecologia Social e Comunidade, no Instituto de Psicologia da UFRJ. É autor de A Cortina de Fumaça: o discurso empresarial verde e a ideologia da racionalidade econômica (Annablume. 1998).

2 descontextualizadas, ingênuas e simplistas, por buscarem apenas a incorporação do ensino sobre a estrutura e funcionamento dos sistemas ecológicos ameaçados pelo ser humano. Nesse cenário de mudança perceptiva, a Conferência de Tbilisi lançou uma importante recomendação que diz respeito a estratégia metodológica da ação educativa: a resolução de problemas ambientais locais, que deve se configurar como o elemento aglutinador da construção de uma sociedade sustentável: La caracteristica más importante de la educación ambiental consiste probablemente en que apunta a la resolución de problemas concretos. Se trata de que los indivíduos, cualquiera que sea el grupo de la población al que pertenezcan y el nivel en que se sitúen, percibam claramente los problemas que coartan el bienestar individual o colectivo, diluciden sus causas y determinen los medios que pueden resolverlos. De este modo, los individuos estarán en condiciones de participar en la definición colectiva de estrategias y actividades encaminadas a zanjar los problemas que repercuten en la calidad del medio ambiente. (Unesco, 1980). Surge então a estratégia da resolução de problemas ambientais locais, na busca de uma aproximação do vínculo entre os processos educativos e a realidade cotidiana dos educandos, onde a ação local representa a melhor oportunidade tanto do enfrentamento dos problemas ambientais, como da compreensão da complexa interação dos aspectos ecológicos com os políticoeconômicos e socioculturais da questão ambiental. A partir desta ótica, para além de se trabalhar pontualmente questões globais e distantes da realidade, como a redução da camada de ozônio, as queimadas nas florestas tropicais, o comércio do lixo tóxico, a desertificação ou a extinção de espécies, o educador deve priorizar em sua prática a pauta dos problemas locais que afetam as suas comunidades. Alguns anos mais tarde, a própria Unesco (1985) lançou um programa que consistiu na promoção da educação ambiental através da resolução de problemas locais, assumindo-a como uma estratégia metodológica privilegiada para a prática educativa. Com isso, essa metodologia adquiriu crescente destaque como um relevante instrumento para a prática da educação ambiental. A resolução de problemas ambientais locais carrega um valor altamente positivo, pois foge da tendência desmobilizadora da percepção dos problemas globais, distantes da realidade local, e parte do princípio de que é indispensável que o cidadão participe da organização e gestão do seu ambiente de vida cotidiano. Aqui, a participação transcende a clássica fórmula de mera consulta à população, pois molda uma nova configuração da relação Estado e sociedade, já que envolve também o processo decisório. Participação, engajamento, mobilização, emancipação e democratização são as palavras-chave. É neste contexto que o Centre for Educational Research and Innovation (1995) julga que valer-se do contexto local como uma ferramenta para a educação ambiental permite o desenvolvimento da qualidade dinâmica nos educandos, despertando o sentimento da visão crítica e da responsabilidade social, vitais para a formação da cidadania. Porém, a estratégia da resolução de problemas ambientais locais como metodologia da educação ambiental permite que dois tipos de abordagens possam ser realizadas: ela pode ser considerada tanto como um tema-gerador de onde se irradia uma concepção pedagógica comprometida com a compreensão e 2

3 3 transformação da realidade; ou como uma atividade-fim, que visa unicamente a resolução pontual daquele problema ambiental abordado. Portanto, este ensaio objetiva discutir as implicações ideológicas das duas orientações metodológicas do enfoque da resolução de problemas ambientais locais. A partir da abordagem teórica para análise do ambientalismo, a categoria tema-gerador/atividade-fim configura-se no eixo analítico, distinguindo as iniciativas pedagógicas comprometidas com a transformação da realidade daquelas que visam apenas sua adequação às novas realidades. Abordagens teóricas da análise do ambientalismo Viola (1992) esquematizou as três abordagens teóricas usualmente utilizadas para a análise do ambientalismo: o Grupo de Interesse, o Novo Movimento Social, e o Movimento Histórico. Segundo o primeiro enfoque, o ambientalismo seria apenas mais um movimento social, que emerge sob um contexto acentuadamente pragmático, uma vez que possui a função específica de promover a proteção ambiental, frente aos abusos de determinados atores sociais. Este movimento caracteriza-se por não apresentar qualquer desafio ao sistema político e econômico, pois visa uma ação pontual para resolver um problema local específico. Assim destituído de qualquer teor crítico, o combate dirige-se apenas aos indivíduos e instituições considerados poluidores ou depredadores na sociedade. Para o segundo enfoque, o ambientalismo seria um movimento social que identifica no sistema econômico capitalista a origem do problema ambiental, por visualizar contradições inerentes entre os princípios do ambientalismo com relação à doutrina capitalista. Assim apresentado, o ambientalismo seria um movimento portador de algum teor crítico, diferentemente do primeiro enfoque. O combate é aqui dirigido ao sistema econômico, o que evidentemente, apresentase como um elemento perturbador ao sistema político vigente. Já o terceiro enfoque entende o ambientalismo como um movimento de alto teor crítico. Ultrapassa o questionamento do sistema econômico, pois verifica que tanto o capitalismo como o socialismo são oriundos de uma mesma matriz paradigmática. Assim, tal perspectiva considera que a civilização ocidental estaria impregnada de valores culturais anti-ecológicos, e portanto, a manutenção do rumo atual representa a própria insustentabilidade. Dessa forma, o combate é dirigido ao corpo ideológico hegemônico como um todo, o que representa uma ameaça ainda mais forte ao sistema político. Estas abordagens, mais do que sistematizar atores sociais dentro de categorias específicas, denotam uma determinada visão mundo que se tem do problema ambiental. A primeira percebe o mundo sob uma ótica reducionista, abordando apenas um elemento, ou na melhor das hipóteses, um pequeno conjunto de elementos presente no sistema. A segunda já visualiza um subsistema, abordando a complexidade relacional dos elementos internos, e finalmente, a terceira categoria, visualiza o sistema como um todo.

4 4 A inserção da educação ambiental no ambientalismo Se considerarmos a educação ambiental como a porta-voz do ambientalismo, evidentemente podemos traçar paralelos entre ela e o quadro tipológico da análise do ambientalismo. Nesse sentido, há uma forte similaridade para com a questão da estratégia metodológica da resolução de problemas ambientais locais, orientada seja pelo enfoque da atividade-fim, ou do temagerador da educação ambiental: assim, enquanto a abordagem do Grupo de Interesse está relacionada ao enfoque da resolução de problemas como atividade-fim, a abordagem do Novo Movimento Social e do Movimento Histórico convergem para o enfoque da resolução de problemas ambientais como um temagerador. Considerando o problema ambiental sob a perspectiva do Movimento Histórico, verifica-se que a atual desordem da biosfera é a consequência de uma longa e complexa cadeia de relações entre o mundo humano e o mundo natural. Assim, pode-se dizer que a questão ambiental não é nada mais do que uma das expressões oriundas dos conflitos gerados no interior desta relação. É a materialização do desgaste da relação de uma determinada sociedade a industrializada de consumo com a biosfera, relação essa que se desenrola em bases assimétricas, por declinar-se um diálogo em favor de um monólogo com a natureza. Assim sendo, ao invés de debruçarmos as práticas educativas sobre os aspectos ecológicos, enquanto uma mera disciplina das ciências naturais, devemos considerar prioritariamente a articulação em cadeia dos aspectos políticos, econômicos, culturais, sociais e éticos presentes no problema ambiental abordado. Desconsiderando a questão filosófica do distanciamento da relação sujeito/ser humano versus objeto/natureza, desejamos aqui atentar unicamente ao reducionismo, que decompõe a realidade em fragmentos que reduzem a complexidade dos sistemas, uma vez que desta constatação resulta a interpretação do significado da postura da resolução de problemas ambientais locais ou como atividade-fim ou como tema-gerador. A imagem que deve balisar o nosso raciocínio, daqui em diante, é a do Efeito Dominó. Quando colocamos as peças do jogo em pé e enfileiradas formando uma longa sequência, para em seguida derrubar a peça inicial somente para ver a reação em cadeia das peças sendo velozmente derrubadas umas após as outras até que a última peça em pé por fim caia, o que nos chama a atenção é o processo em si, a dinâmica da queda das peças empurrando a subsequente. É essa imagem que talvez seja a mais apropriada para entendermos o fenômeno da complexidade ambiental. Não foi por acaso que Dorst (1979), analisando o declínio de florescentes civilizações antigas, como a Indu, a Khmeriana, e a Maia por exemplo, rompe com a clássica conclusão de que motivos políticos é que geraram a queda de tais impérios, e demonstra a imbricação de fenômenos naturais potencializados pela interferência antropogênica acima de certos limites ecossistêmicos, numa longa e complexa reação em cadeia, como evidencia a imagem do Efeito Dominó. O caso Maia é exemplar: o plantio de milho em terras agricultáveis cada vez mais inclinadas, acarretou no desmatamento, que por um lado provocou processos

5 5 erosivos, e por outro lado, diminuiu a quantidade e qualidade das águas. A erosão do solo, por sua vez, provocou o assoreamento dos rios, mas também a perda de nutrientes nas lavouras. O assoreamento dos rios, prosseguindo a sequência da reação em cadeia, resultou em inundação nas cidades nas planícies, e na perda da capacidade de transporte fluvial, a melhor alternativa de locomoção dos Maias. O quadro de instabilidade no sistema causou tantos desequilíbrios ecológicos, como sociais, e a resultante foi a instabilidade política, a desestabilização econômica e a desarticulação da organização social, incapaz de responder à altura do desafio, fragilizando todo o império. A educação ambiental entre duas águas Brügger (1994) esclarece que se há necessidade de se colocar o adjetivo ambiental na educação tradicional, é por que esta não é ambiental, ou seja, é potencializadora de ações de degradação ambiental em suas variadas formas. Todavia, a autora reforça que o problema ambiental não possui sua origem simplesmente na falta de educação dos indivíduos, mas sim na visão de mundo que impregna o paradigma hegemônico de valores contrários aos princípios ecológicos. Portanto, entende-se que a pura transmissão de informações a respeito dos processos ecológicos, na perspectiva do conhecer para preservar, é absolutamente insuficiente para a promoção de uma educação que se pretenda crítica e transformadora da realidade. O objeto da educação ambiental não é propriamente a ausência de conhecimentos ecossistêmicos, a desinformação a respeito dos aspectos ecológicos. Antes disso, é a própria visão de mundo instrumental que favorece uma atitude utilitarista, face aos valores culturais da nossa sociedade. Assim como meio ambiente não é sinônimo de natureza, e a problemática sócioambiental não é sinônimo de desequilíbrio ecológico, a educação ambiental não é sinônimo de ensino de ecologia. Se esta equação estiver correta, é sensato julgar que as orientações pedagógicas devem voltar-se majoritariamente à busca de um alcançe maior da educação ambiental, onde a proposta central reside na transformação da realidade. Caso contrário, a prática educativa que privilegia a perspectiva dos aspectos naturais e ecológicos traduz-se num projeto político reformista, e equivale mais a um adestramento ambiental do que à educação ambiental, como prefere dizer a autora acima citada. Fazem coro a esta concepção de educação ambiental, uma série de educadores brasileiros (Dias, 1993; Reigota, 1994; Viezzer & Ovalles, 1995), conscientes da complexidade da questão ambiental, que transcende os aspectos ecológicos, para orbitar na esfera político-ideológica. Até mesmo porque a crise que ora a sociedade industrializada de consumo vivencia não é ecológica, e sim civilizacional. Não é a natureza que se encontra em desarmonia, é a nossa sociedade, e tal consideração simplesmente nos serve como um reforço à necessidade de se priorizar nos conteúdos educativos as relações políticoeconômicas e socioculturais nas práticas pedagógicas, transcendendo a lógica simplista dos conteúdos ecológicos. A educação ambiental não é neutra, é ideológica. Traduz-se em atos políticos, que visam ou a manutenção da correlação de forças sociais na atual

6 configuração, ou a sua transformação. É interessante lembrar que o governo federal brasileiro já havia afirmado que a educação ambiental deve capacitar o educando ao pleno exercício da cidadania, e que a tendência natural seja de que a educação ambiental se transforme em educação política, entendendo que o fundamento da degradação ambiental não está na ignorância dos processos ecológicos da natureza, mas sim no estilo predatório da apropriação dos recursos naturais (CIMA, 1991) que encontra paralelo na apropriação da mão-de-obra da classe trabalhadora. Com efeito, Reigota (1994) reforça esta afirmação, esclarecendo que a educação ambiental deve ser definitivamente compreendida como uma educação política, preparando cidadãos capacitados a entender o por que fazer algo, não se detendo apenas no como fazer; ou seja, enfatizando o componente reflexivo, tão importante quanto o ativo. Desse modo, presencia-se duas vertentes que compõem os projetos políticos ambientalistas: a hegemônica, que no movimento conservador deseja impor um projeto reformista, adequando-se em alguns aspectos às novas realidades, mas mantendo intacta a ideologia da racionalidade econômica; e a subversiva, que busca a tentativa de implantar um projeto transformador, traduzido pela inserção da racionalidade ecológica no núcleo ideológico de nossa sociedade. A primeira vertente se resume apenas na possibilidade de mudança de comportamentos, mas nunca de valores, conforme Brügger (1994) salientou e que em outra ocasião tivemos a oportunidade de discutir, para o caso da educação ambiental praticada ou comprometida com o ambientalismo empresarial (Layrargues, 1996); enquanto que para a segunda vertente, a premissa básica é a própria mudança de valores. Então, se tomamos a prática da resolução de problemas ambientais locais como atividade-fim assim como o Grupo de Interesse, perde-se a possibilidade de compreensão da complexa inter-relação dos componentes político-econômicos e socioculturais da questão ambiental, o que já não acontece quando se entende a resolução de problemas ambientais como tema-gerador. Leonardi (1997), em pesquisa realizada no interior de São Paulo, verificou entre outras coisas, que a proposta educativa de resolução de um problema local na prática, como a recuperação de uma área degradada com o plantio de espécies nativas por exemplo, tem se esgotado nela mesma. Ou seja, a atividade educativa não vingou discussões maiores do que a própria técnica de plantio. A autora suspeita ainda que o mesmo esteja ocorrendo com o caso da coleta seletiva de lixo, que ao invés de ser um tema-gerador do questionamento do consumismo e da lógica produtiva do mercado que impinge a obsolescência crescente dos produtos, torna-se um mero momento do processo de reciclagem que trará algum recurso financeiro para a escola; ao que Vasconcellos (1998) concorda, acrescentando que a educação ambiental no país, na prática está constantemente em função de atividades pontuais e específicas, como por exemplo a organização de hortas e a comemoração de dias especiais como o Dia da Árvore ou o Dia do Meio Ambiente. Não basta promover campanhas educativas para controlar a poluição atmosférica provocada por veiculação motora, se a indústria automobilística não ceder espaço ao transporte coletivo, e o reinado do automóvel particular não for destronado. Não basta controlar as pragas na agricultura, se o padrão 6

7 prevalecente ainda é a monocultura intensiva, minando a biodiversidade. Não basta pensar nas gerações futuras, incluindo a perspectiva do longo prazo, se o mercado continua atuando como a instância máxima da regulação social. Não basta enfim, tornar a economia ecológica, se a racionalidade permanece econômica. A educação ambiental desenvolvida a partir da resolução de problemas ambientais orientada como uma atividade-fim, por maior que seja o aprendizado da experiência prática e o desenvolvimento de qualidades dinâmicas e ativas, fomenta a percepção equivocada de que o problema ambiental não está inserido numa cadeia sistêmica de causa-efeito, e que sua solução encontra-se na órbita da esfera técnica. Toma-se a parte pelo todo, e reduz-se a causa pela consequência. Acaba por promover a realização de projetos reformistas, cuja mudança será de ordem puramente comportamental, reduzindo a zero o risco da ameaça de desestabilização da ordem ideológica vigente. O enfoque da resolução de problemas ambientais orientado como atividade-fim não é suficiente como finalidade, partindo-se do pressuposto de que a mudança de valores nos educandos poderá ocorrer por conta própria. Não há garantias de que resolvido o problema alvo da ação pedagógica, o elemento causador da degradação ambiental não venha a se repetir, pois nessa perspectiva não se instala o potencial de crítica ao status quo. Valores não podem ser transmitidos, eles devem ser construídos, e de acordo com o CERI (1995), afirmar que o conhecimento por si só já é capaz de produzir sensibilidade e consciência ambiental, e por conseguinte, novos comportamentos para a formação de uma sociedade sustentável é uma afirmação simplista e arriscada. O CERI sustenta ainda, a existência de uma distinção relevante a apontar, entre educação para o meio ambiente, de uma educação sobre o meio ambiente, e uma educação através do meio ambiente. Apenas a primeira teria reunidas as condições para engajar os educandos na ativa resolução de problemas ambientais locais, envolvendo uma vasta gama de conhecimentos, capacidades, valores e objetivos, que não são atingidos unicamente pelo ensino de conceitos e fatos ambientais (para o caso da educação sobre o meio ambiente) ou pela leitura experimental da natureza (para o caso da educação através do meio ambiente). Como ressalta Aguilar (1992), a finalidade maior da educação ambiental reside na promoção de uma consciência ecológica que envolva o questionamento das verdadeiras causas da degradação ambiental, não se contentando apenas com a preocupação reducionista da proteção ambiental. Nesse sentido, a metodologia da pesquisa-ação (Thiollent, 1992), desponta como uma metodologia de pesquisa social que se configura como uma importante contribuição metodológica capaz de orientar a elaboração de projetos em educação ambiental. Definindo com precisão os objetivos a serem atingidos, a metodologia da pesquisa-ação classifica-os em três esferas: a resolução do problema concreto que demandou a concentração de esforços dos atores sociais envolvidos na questão, a produção de conhecimento teórico propriamente dito, e finalmente, a transformação/conscientização dos participantes como público-alvo. Assim posto, tem-se a garantia de que a resolução de problemas não se tornará a instância prioritária das ações educativas. Dessa forma, a resolução dos problemas configura-se como uma das etapas do processo educativo, e não a 7

8 8 finalidade maior. A possibilidade de articular a metodologia da pesquisa-ação com a resolução de problemas ambientais locais permite evitar que o risco do reducionismo contamine a prática educativa, não se restringindo a mera resolução do problema abordado. Pedagogicamente, segundo o CERI (1995), a atenção conferida à resolução de problemas força os estudantes a se concentrarem nos resultados, o que redunda obviamente numa perspectiva reducionista. E isso faz com que se acredite que é correto e possível achar soluções efetivas e imediatas para os problemas abordados. Todavia, entender o problema, na instância do aprendizado, é mais importante do que resolvê-lo, e neste sentido, o CERI recomenda a metodologia da pesquisa-ação como o instrumento privilegiado para o desenvolvimento da educação ambiental. De fato, relatando suas experiências, Vasconcellos (1998) afirma ter obtido sucesso ao aplicar a metodologia da pesquisa-ação na educação ambiental em escolas com crianças de classes populares, em sua maioria moradoras de favelas da cidade do Rio de Janeiro. Pensar o futuro com os pés no presente Levy (1995) argumenta que o biólogo Vincent Lebeyrie dizia em 1978 que a função maior do ecologismo estava voltada à restituição da complexidade das causas, colocando em xeque o simplismo do raciocínio reducionista; e que 17 anos após esta constatação, o ecologismo não obteve força suficiente para entender a pertinência de tal postulado. Acrescentamos, reconhecidamente sem muita originalidade, que já se passaram mais de duas décadas, e isso não bastou para surtir algum efeito. Todavia, certamente se configura em tempo suficiente para entendermos que a questão ambiental passa mais pela esfera ideológica do que qualquer outra coisa. Enzenberger (1977), discutindo a implicação ideológica da mundialização da questão ambiental causada por problemas globais como por exemplo a chuva ácida e o efeito-estufa, verificou que este fato contribuiu como um dos elementos para a criação da imagem da espaçonave-terra, da expressão estamos todos no mesmo barco, e da máxima pensar global, agir local. Mas Enzenberger pôde concluir também que os atores sociais diretamente vinculados na desordem global da biosfera ficaram camuflados sob o manto do homem genérico e abstrato, uma vez que diante desta nova pauta ambiental a humanidade como um todo estaria comprometida com as causas da interferência na dinâmica da biosfera, e assim diluiu-se a responsabilidade social pelos danos ambientais globais, tendo como resultado, um esvaziamento político daquilo que poderia conter um alto teor crítico. Eleva-se à condição de espécie biológica e não de padrões culturais a causa da crise ambiental. Daí a prevalência da abordagem biologiscista do crescimento populacional do Homo sapiens ser entendida como o maior perigo para a natureza. Aqui, não há uns mais responsáveis do que outros, e tampouco há uns mais atingidos do que outros pela degradação ambiental. Os conflitos sociais que em última análise desgastam a biosfera, tornam-se invisíveis, e todos seriam igualmente responsáveis e atingidos. É preciso que fique claro que assumir o enfoque da resolução de problemas ambientais locais, orientado pragmaticamente a partir da perspectiva de uma atividade-fim, pode produzir, como num passe de mágica, o mesmo efeito

9 9 do desaparecimento dos atores sociais e dos condicionantes que propiciaram o surgimento do problema ambiental tido como objeto didático de enfrentamento. Ver os fins, e não os meios, oculta todo o processo que derivou nos fins, e se o único fim visível é a degradação da natureza, omite-se as verdadeiras causas e seus respectivos responsáveis pelo desequilíbrio da relação da sociedade contemporânea com a natureza. A tônica do discurso educativo favorecendo a esfera da ação, em detrimento da reflexão, concentra esforços no caráter corretivo, em detrimento do preventivo. Decorre que, se o fluxo civilizacional da atualidade não é sustentabilista, a ação humana busca apenas conformá-lo, ao invés de substituí-lo. Essa implicação ideológica presente nesta prática pedagógica é uma armadilha que o educador ambiental deve evitar a todo custo. Referências bibliográficas AGUILAR, L.M. Educación ambiental para qué? Nueva Sociedad, 122: BRÜGGER, P. Educação ou adestramento ambiental? Florianópolis: Letras Contemporâneas CERI. Environmental learning for the 21th Century. Paris: OECD CIMA. Subsídios técnicos para elaboração do relatório nacional do Brasil para a CNUMAD. Brasília: CIMA DIAS, G.F. Educação ambiental: princípios e práticas. São Paulo: Gaia, 2ª ed DORST, J. A força do ser vivo. São Paulo: Melhoramentos/Edusp ENZENBERGER, H.-M. Une critique de l écologie politique. In: ROSE, H. et al. L idéologie de/dans la science. Paris: Seuil LAYRARGUES, P.P. Educação ambiental e ambientalismo empresarial: um caso ideológico. In: GEA (Org.) Educação ambiental e a nova ordem mundial. Rio de Janeiro: UFRJ LEONARDI, M.L.A. A educação ambiental como um dos instrumentos de superação da insustentabilidade da sociedade atual. In: CAVALCANTI, C. (Org.) Meio ambiente, desenvolvimento sustentável e políticas públicas. São Paulo: Cortez LEVY, J.-C. Ecologie et transcendance. L aventure humaine, n 1, pp REIGOTA, M. O que é educação ambiental. São Paulo: Brasiliense THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa-ação. São Paulo: Cortez/Autores Associados. 5ª ed UNESCO. La educación ambiental: las grandes orientaciones de la Conferencia de Tbilisi. Paris: ONU UNESCO. Educación ambiental: hacia una pedagogia baseada en la resolución de problemas. Paris: ONU VASCONCELLOS, H.S.R. A pesquisa-ação em projetos de educação ambiental. In: PEDRINI, A. de G. (Org.) Educação ambiental: reflexões e práticas contemporâneas. Petrópolis: Vozes VIEZZER, M.L. & OVALLES, O. Manual latino-americano de educ-ação ambiental. São Paulo: Gaia

10 VIOLA, E. O movimento ambientalista no Brasil ( ): da denúncia e conscientização pública para a institucionalização e o desenvolvimento sustentável. In: GOLDENBERG, M. (Org.) Ecologia, ciência e política. Rio de Janeiro: Revan

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA *

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA * EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA * Ana Rosa Salvalagio 1 Clarice Ana Ruedieger Marise Waslawosky Christmann Neida Maria Chassot INTRODUÇÃO: A educação ambiental se constitui numa forma abrangente de educação,

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

ESTAGIÁRIOS ATUANDO NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NÃO FORMAL: RELATANDO EXPERIÊNCIAS

ESTAGIÁRIOS ATUANDO NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NÃO FORMAL: RELATANDO EXPERIÊNCIAS ESTAGIÁRIOS ATUANDO NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NÃO FORMAL: RELATANDO EXPERIÊNCIAS NORONHA, Maria Glícia Rocha da Costa e Silva mglicia@gmail.com CORASOLLA, Marine Alvarez Martinez acorasolla@gmail.com ANDRADE,

Leia mais

Educação Ambiental Crítica: do socioambientalismo às sociedades sustentáveis

Educação Ambiental Crítica: do socioambientalismo às sociedades sustentáveis Educação Ambiental Crítica: do socioambientalismo às sociedades sustentáveis Ciclo de Cursos de Educação Ambiental Ano 4 Secretaria de Estado do Meio Ambiente Coordenadoria de Planejamento Ambiental Estratégico

Leia mais

GESTÃO AMBIENTAL E CIDADANIA

GESTÃO AMBIENTAL E CIDADANIA GESTÃO AMBIENTAL E CIDADANIA João Sotero do Vale Júnior ¹ a) apresentação do tema/problema: A questão ambiental está cada vez mais presente no cotidiano da população das nossas cidades, principalmente

Leia mais

REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO SUPERIOR

REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO SUPERIOR REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO SUPERIOR LUIZ, Cintya Fonseca; AMARAL, Anelize Queiroz & PAGNO, Sônia Fátima Universidade Estadual do Oeste do Paraná/Unioeste. cintya_fonseca@hotmail.com;

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL:

EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL: EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL: AÇÃO TRANSFORMADORA IV Seminário Internacional de Engenharia de Saúde Pública Belo Horizonte Março de 2013 Quem sou eu? A que grupos pertenço? Marcia Faria Westphal Faculdade

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: O QUE PENSAM E FAZEM OS PROFESSORESDE UMA ESCOLA PÚBLICA NO NORTE DO PARANÁ

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: O QUE PENSAM E FAZEM OS PROFESSORESDE UMA ESCOLA PÚBLICA NO NORTE DO PARANÁ EDUCAÇÃO AMBIENTAL: O QUE PENSAM E FAZEM OS PROFESSORESDE UMA ESCOLA PÚBLICA NO NORTE DO PARANÁ Giovana Candido dos Santos (PICV), Thalita Toledo de Oliveira, Amanda Lipinski Fernandes Maciel, Jorge Sobral

Leia mais

PERSPECTIVAS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL QUANDO ANALISADA SOB A CÁTEDRA FORMAL Terezinha Corrêa Lindino UNIOESTE

PERSPECTIVAS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL QUANDO ANALISADA SOB A CÁTEDRA FORMAL Terezinha Corrêa Lindino UNIOESTE 1 PERSPECTIVAS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL QUANDO ANALISADA SOB A CÁTEDRA FORMAL Terezinha Corrêa Lindino UNIOESTE Resumo O presente trabalho procura vincular a Educação formal aos princípios da Educação Ambiental

Leia mais

O PAPEL DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS: REFLEXÕES A PARTIR DE UMA EXPERIÊNCIA EM ESCOLAS PÚBLICAS

O PAPEL DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS: REFLEXÕES A PARTIR DE UMA EXPERIÊNCIA EM ESCOLAS PÚBLICAS O PAPEL DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS: REFLEXÕES A PARTIR DE UMA EXPERIÊNCIA EM ESCOLAS PÚBLICAS Wagner José de Aguiar 1 ; Fernando Joaquim Ferreira Maia 2 Núcleo Multidisciplinar

Leia mais

PROPOSTA DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM RECURSOS HÍDRICOS PARA O ESTADO DO PARÁ.

PROPOSTA DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM RECURSOS HÍDRICOS PARA O ESTADO DO PARÁ. PROPOSTA DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM RECURSOS HÍDRICOS PARA O ESTADO DO PARÁ. WALDELI ROZANE SILVA DE MESQUITA Secretaria Executiva de Ciência Tecnologia e Meio Ambiente, Núcleo de Hidrometeorologia

Leia mais

2. Os estudantes sujeitos do Ensino Médio e os direitos à aprendizagem e ao desenvolvimento humano na Área de Ciências Humanas

2. Os estudantes sujeitos do Ensino Médio e os direitos à aprendizagem e ao desenvolvimento humano na Área de Ciências Humanas 1. O Passado das ciências (Integração). O papel das Ciências Humanas? 2. Os estudantes sujeitos do Ensino Médio e os direitos à aprendizagem e ao desenvolvimento humano na Área de Ciências Humanas Contexto

Leia mais

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais

Page 1 of 6. Capítulo III Educação e Sustentabilidade MEIO AMBIENTE, EDUCAÇÃO E CIDADANIA: DESAFIOS DA MUDANÇA. Pedro Jacobi\USP 1

Page 1 of 6. Capítulo III Educação e Sustentabilidade MEIO AMBIENTE, EDUCAÇÃO E CIDADANIA: DESAFIOS DA MUDANÇA. Pedro Jacobi\USP 1 Page 1 of 6 Capítulo III Educação e Sustentabilidade Para ler o PDF instale o programa leitor, clique aqui. Versão para Impressão em PDF, clique aqui. MEIO AMBIENTE, EDUCAÇÃO E CIDADANIA: DESAFIOS DA MUDANÇA

Leia mais

PROJETO CHICO MENDES: Ciclos da vida: ambiente, saúde e cidadania

PROJETO CHICO MENDES: Ciclos da vida: ambiente, saúde e cidadania 2010 PROJETO CHICO MENDES: Ciclos da vida: ambiente, saúde e cidadania Mogi Guaçu/SP PROJETO CHICO MENDES CICLOS DA VIDA: AMBIENTE, SAÚDE E CIDADANIA Equipe FMPFM Prof. Ms. Glauco Rogério Ferreira Desenvolvimento

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL (EA)

EDUCAÇÃO AMBIENTAL (EA) EDUCAÇÃO AMBIENTAL (EA) Processos educativos que procuram incorporar em suas propostas pedagógicas as implicações tanto teóricas quanto práticas do ideário ambientalista. A EA teve sua origem vinculada

Leia mais

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Eliane Aparecida Toledo Pinto Docente da Faculdade Municipal de Filosofia,

Leia mais

PROFISSIONALIZAÇÃO E ESCOLARIZAÇÃO: A EXPERIÊNCIA DE ARTICULAÇÃO DO SENAI-PA CARNEIRO, Verônica Lima UFPA GT-09: Trabalho e Educação

PROFISSIONALIZAÇÃO E ESCOLARIZAÇÃO: A EXPERIÊNCIA DE ARTICULAÇÃO DO SENAI-PA CARNEIRO, Verônica Lima UFPA GT-09: Trabalho e Educação PROFISSIONALIZAÇÃO E ESCOLARIZAÇÃO: A EXPERIÊNCIA DE ARTICULAÇÃO DO SENAI-PA CARNEIRO, Verônica Lima UFPA GT-09: Trabalho e Educação Introdução A investigação e análise contidas neste trabalho tomam por

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA E MODELAGEM MATEMÁTICA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA E NO DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL RESUMO

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA E MODELAGEM MATEMÁTICA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA E NO DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL RESUMO FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA E MODELAGEM MATEMÁTICA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA E NO DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL Edvard Luiz da Silva Filho, edvardluiz@folha.com.br - FMU, Brasil. RESUMO

Leia mais

Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global

Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global Este Tratado, assim como a educação, é um processo dinâmico em permanente construção. Deve portanto propiciar a reflexão,

Leia mais

4CEDMEOUT01 RESUMO. Palavras-chave: Percepção, Educação Ambiental, Meio Ambiente INTRODUÇÃO

4CEDMEOUT01 RESUMO. Palavras-chave: Percepção, Educação Ambiental, Meio Ambiente INTRODUÇÃO 4CEDMEOUT01 PERCEPÇÃO DE EDUCANDOS DO ENSINO MÉDIO DA ESCOLA ESTADUAL DR. TRAJANO NÓBREGA, MUNICÍPIO DE SOLEDADE-PB, SOBRE OS CONCEITOS DE MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL Hugo da Silva Florentino (1);

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL E DO MEIO AMBIENTE: um debate necessário

SERVIÇO SOCIAL E DO MEIO AMBIENTE: um debate necessário SERVIÇO SOCIAL E DO MEIO AMBIENTE: um debate necessário SILVA, IVANNA SILIANA DO NASCIMENTO 1, ALVES, MARIA GERALDA 2, SILVA, IRBIA SONALY DO NASCIMENTO 3, NASCIMENTO, MARIA ANAZUILA 4, LEANDRO, DARLANIA

Leia mais

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense Projeto de Extensão Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense 1.0 - JUSTIFICATIVA Considerando que a Extensão Universitária tem entre as suas

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UMA NECESSÁRIA RELAÇÃO PARA A CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA. Dayane

Leia mais

Química Ambiental para Jovens e Adultos (EJA): Estratégias de ensino em busca da identidade ambiental

Química Ambiental para Jovens e Adultos (EJA): Estratégias de ensino em busca da identidade ambiental Química Ambiental para Jovens e Adultos (EJA): Estratégias de ensino em busca da identidade ambiental Patrícia Alves de Abreu e Sousa 1, Luciana Nobre de Abreu Ferreira Universidade Federal do Piauí, Centro

Leia mais

EDUCAR PARA UM FUTURO SUSTENTÁVEL: UM ESTUDO ENVOLVENDO PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA

EDUCAR PARA UM FUTURO SUSTENTÁVEL: UM ESTUDO ENVOLVENDO PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA EDUCAR PARA UM FUTURO SUSTENTÁVEL: UM ESTUDO ENVOLVENDO PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA 1 DEUS, Josiani Camargo & 1 AMARAL, Anelize Queiroz 1 Universidade Estadual do Oeste do Paraná/Unioeste RESUMO Nos

Leia mais

Trabalhos na área ambiental influenciam o comportamento dos alunos em Instituições de Ensino Superior?

Trabalhos na área ambiental influenciam o comportamento dos alunos em Instituições de Ensino Superior? Trabalhos na área ambiental influenciam o comportamento dos alunos em Instituições de Ensino Superior? Patrícia P Gomes¹ Camilla M dos Santos 2 Erika M Ferreira 2 Resumo O presente artigo teve como objetivo

Leia mais

Fragmentos da historia da educação ambiental (EA)

Fragmentos da historia da educação ambiental (EA) Fragmentos da historia da educação ambiental (EA) Aldenice Alves Bezerra 1 Resumo Este trabalho é resultado de uma pesquisa exploratória onde foi utilizado como procedimento para coleta de dados um levantamento

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE SERVIÇO SOCIAL INTRODUÇÃO AO SERVIÇO SOCIAL EMENTA: A ação profissional do Serviço Social na atualidade, o espaço sócioocupacional e o reconhecimento dos elementos

Leia mais

Meio Ambiente e Governança Global: da Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos ao pós-rio+20

Meio Ambiente e Governança Global: da Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos ao pós-rio+20 Ciclo de Debates sobre Bioética, Diplomacia e Saúde Pública Meio Ambiente e Governança Global: da Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos ao pós-rio+20 Samira Santana de Almeida 1 RELATÓRIO

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

O processo de planejamento participativo da unidade escolar

O processo de planejamento participativo da unidade escolar O processo de planejamento participativo da unidade escolar Pedro GANZELI 1 Resumo: Nos últimos anos, com o avanço das políticas educacionais que postulam a descentralização, a gestão da unidade escolar

Leia mais

Novas estratégias no ensino de geografia para vestibulandos

Novas estratégias no ensino de geografia para vestibulandos Novas estratégias no ensino de geografia para vestibulandos Renata de Souza Ribeiro (UERJ/FFP) Thiago Jeremias Baptista (UERJ/FFP) Eixo: Fazendo escola com múltiplas linguagens Resumo Este texto relata

Leia mais

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA Luís Armando Gandin Neste breve artigo, trato de defender a importância da construção coletiva de um projeto político-pedagógico nos espaços

Leia mais

LEI Nº 445 DE 07 DE JUNHO DE 2004. O GOVERNADOR DO ESTADO DE RORAIMA: Faço saber que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 445 DE 07 DE JUNHO DE 2004. O GOVERNADOR DO ESTADO DE RORAIMA: Faço saber que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 445 DE 07 DE JUNHO DE 2004 Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental, cria o Programa Estadual de Educação Ambiental e complementa a Lei Federal nº 9.795/99,

Leia mais

A EPISTEMOLOGIA NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

A EPISTEMOLOGIA NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL A EPISTEMOLOGIA NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Nilson Duarte Rocha 1 Lúcio Jorge Hammes 2 Resumo Este artigo apresenta a epistemológica para a efetivação de uma educação ambiental transformadora do sujeito-aluno

Leia mais

ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE

ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE Elaine Barbosa da Silva Xavier Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco - Mestranda Neuma Kelly Vitorino

Leia mais

Helena Beatriz de Moura Belle *

Helena Beatriz de Moura Belle * 196 PADILHA, Paulo Roberto. Planejamento dialógico: como construir o projeto políticopedagógico da escola. 2 ed. São Paulo: Cortez; Instituto Paulo Freire, 2002 (Guia da Escola Cidadã, v. 7). Helena Beatriz

Leia mais

RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Maria Celina Melchior Dados da autora Mestre em Educação, Avaliadora Institucional do INEP/SINAES/MEC, atuou como avaliadora in loco do Prêmio Inovação em Gestão

Leia mais

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE.

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE. TRABALHO DOCENTE: POR UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA, TRANSFORMADORA E EMANCIPATÓRIA OLIVEIRA, Marinalva Luiz de Prefeitura da Cidade do Recife GT-22: Educação Ambiental Resumo Este trabalho tem o objetivo

Leia mais

INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL

INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL Jair Bevenute Gardas Isabel Corrêa da Mota Silva RESUMO A presente pesquisa objetiva um conhecimento amplo sobre a temática interdisciplinaridade, idealizando

Leia mais

FILOSOFIA A DISTÂNCIA: CONSIDERAÇÕES SOBRE AS PRINCIPAIS DIFICULDADES DE UM CURSO DE FILOSOFIA NA MODALIDADE EAD.

FILOSOFIA A DISTÂNCIA: CONSIDERAÇÕES SOBRE AS PRINCIPAIS DIFICULDADES DE UM CURSO DE FILOSOFIA NA MODALIDADE EAD. FILOSOFIA A DISTÂNCIA: CONSIDERAÇÕES SOBRE AS PRINCIPAIS DIFICULDADES DE UM CURSO DE FILOSOFIA NA MODALIDADE EAD. Márcia Marques Damasceno Mestrado em Ética e Filosofia Política pela UFC Tutora à Distância

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL, CURRÍCULO E CIDADANIA: O CASO DO MUNICÍPIO DE DUQUE DE CAXIAS

EDUCAÇÃO AMBIENTAL, CURRÍCULO E CIDADANIA: O CASO DO MUNICÍPIO DE DUQUE DE CAXIAS EDUCAÇÃO AMBIENTAL, CURRÍCULO E CIDADANIA: O CASO DO MUNICÍPIO DE DUQUE DE CAXIAS Cleonice Puggian - Doutora em Educação, Universidade de Cambridge. Docente do Programa de Ensino das Ciências na Educação

Leia mais

Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto ***

Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto *** A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DE FILOSOFIA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO DE PEDAGOGIA * Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto *** Resumo: Este estudo foi construído a partir de uma pesquisa realizada na própria

Leia mais

A PRÁTICA DE ENSINO EM QUÍMICA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE COMO TEMA TRANSVERSAL

A PRÁTICA DE ENSINO EM QUÍMICA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE COMO TEMA TRANSVERSAL A PRÁTICA DE ENSINO EM QUÍMICA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE COMO TEMA TRANSVERSAL Ana Maria G. D. MENDONÇA 1, Darling L. PEREIRA 2,,José J. MENDONÇA 3, Aluska M. C. RAMOS 4 Maria S. B. DUARTE

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Fome Zero: Eixos Articuladores Acesso ao alimento Bolsa Família Alimentação escolar (PNAE) Cisternas Restaurantes Populares Agricultura Urbana / Hortas

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

PRÁTICAS FORMATIVAS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: PERSPECTIVAS DE UM ESTUDO NA REVISTA TRABALHO & EDUCAÇÃO DO NETE/UFMG

PRÁTICAS FORMATIVAS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: PERSPECTIVAS DE UM ESTUDO NA REVISTA TRABALHO & EDUCAÇÃO DO NETE/UFMG PRÁTICAS FORMATIVAS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: PERSPECTIVAS DE UM ESTUDO NA REVISTA TRABALHO & EDUCAÇÃO DO NETE/UFMG Adriane Suely Rodrigues do Nascimento (Bolsista PIBIC-CNPq) Universidade Federal do Pará

Leia mais

PEDAGOGIA DO ESPORTE: A IMPORTÂNCIA DA UTILIZAÇÃO DA SITUAÇÃO PROBLEMA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DOS JOGOS ESPORTIVOS COLETIVOS

PEDAGOGIA DO ESPORTE: A IMPORTÂNCIA DA UTILIZAÇÃO DA SITUAÇÃO PROBLEMA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DOS JOGOS ESPORTIVOS COLETIVOS PEDAGOGIA DO ESPORTE: A IMPORTÂNCIA DA UTILIZAÇÃO DA SITUAÇÃO PROBLEMA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DOS JOGOS ESPORTIVOS COLETIVOS Prof. Ms.Camila Corrêa Moura Prof. Ms. Larissa Rafaela Galatti

Leia mais

LEI Nº. 2.510, DE 23 DE MAIO DE 2011.

LEI Nº. 2.510, DE 23 DE MAIO DE 2011. 1 LEI Nº. 2.510, DE 23 DE MAIO DE 2011. Institui a Política Municipal de Educação Ambiental, e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE ANANINDEUA estatui e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I

Leia mais

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA PELA FACED/UFBA NA FORMAÇÃO DOS ALFABETIZADOES NA ALFASOL

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA PELA FACED/UFBA NA FORMAÇÃO DOS ALFABETIZADOES NA ALFASOL 1 Pesquisas e Práticas Educativas ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA PELA FACED/UFBA NA FORMAÇÃO DOS ALFABETIZADOES NA ALFASOL DANIELA DE JESUS LIMA FACED/UFBA INTRODUÇÃO - O presente

Leia mais

A TRANSVERSALIDADE DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL COM O APOIO DA MÚSICA, EM UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL I

A TRANSVERSALIDADE DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL COM O APOIO DA MÚSICA, EM UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL I A TRANSVERSALIDADE DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL COM O APOIO DA MÚSICA, EM UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL I CAMPELO, Luciana Galdino de Azevedo¹; RODRIGUES, Andreza Alves Guimarães²; ARAÚJO, Albanira Duarte

Leia mais

Eixo Temático ET-13-025 - Educação Ambiental

Eixo Temático ET-13-025 - Educação Ambiental 546 Anais do Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental e Sustentabilidade - Vol. 1: Congestas 2013 Eixo Temático ET-13-025 - Educação Ambiental AVALIAÇÃO DO CONSUMO CONSCIENTE DE ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS

Leia mais

OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL E SUA INFLUÊNCIA NA REPRESENTAÇÃO DE AMBIENTE EM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL Lucia de Fatima Estevinho Guido

OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL E SUA INFLUÊNCIA NA REPRESENTAÇÃO DE AMBIENTE EM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL Lucia de Fatima Estevinho Guido OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL E SUA INFLUÊNCIA NA REPRESENTAÇÃO DE AMBIENTE EM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL Lucia de Fatima Estevinho Guido Universidade Federal de Uberlândia Este trabalho apresenta resultados

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

VI-120 EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UMA ESTRATÉGIA PARA A PARTICIPAÇÃO NOS CONSELHOS DE MEIO AMBIENTE

VI-120 EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UMA ESTRATÉGIA PARA A PARTICIPAÇÃO NOS CONSELHOS DE MEIO AMBIENTE VI-120 EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UMA ESTRATÉGIA PARA A PARTICIPAÇÃO NOS CONSELHOS DE MEIO AMBIENTE Mary Dias Lobas Castro 1 Educadora Ambiental, Coordenadora Geral do Conselho Municipal de Desenvolvimento Sustentável,

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO DE QUÍMICA: CONTEXTUALIZAÇÃO EM ESCOLAS NA CIDADE DE BELÉM-PA

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO DE QUÍMICA: CONTEXTUALIZAÇÃO EM ESCOLAS NA CIDADE DE BELÉM-PA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO DE QUÍMICA: CONTEXTUALIZAÇÃO EM ESCOLAS NA CIDADE DE BELÉM-PA Ana Alice Pimentel MARINHO 1 - analice.pimentel@hotmail.com Fernando Santana RODRIGUES 1 - fsantanarodrigues@hotmail.com

Leia mais

Unidade II EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Profa. Lucy Almeida

Unidade II EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Profa. Lucy Almeida Unidade II EDUCAÇÃO AMBIENTAL Profa. Lucy Almeida Ecocidadania e movimentos sociais Crise ambiental do mundo globalizado: A crise ambiental do mundo globalizado trouxe a necessidade de se desenvolver a

Leia mais

Educação popular, democracia e qualidade de ensino

Educação popular, democracia e qualidade de ensino Educação popular, democracia e qualidade de ensino Maria Ornélia Marques 1 Como se poderia traduzir, hoje, o direito de todas as crianças e jovens não somente de terem acesso à escola de oito anos, mas

Leia mais

para a Reciclagem da Lata de Alumínio, ou seja, qual a sua real contribuição?

para a Reciclagem da Lata de Alumínio, ou seja, qual a sua real contribuição? Nome: Data: Vilson Ervandil Messa dos Santos 14 de janeiro de 2013 Referência de Leitura: LAYARGUES, Philippe. O cinismo da reciclagem: o significado ideológico da reciclagem da lata de alumínio e suas

Leia mais

SEGURANÇA ALIMENTAR, SUSTENTABILIDADE, EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REFLEXÕES A CERCA DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR.

SEGURANÇA ALIMENTAR, SUSTENTABILIDADE, EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REFLEXÕES A CERCA DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR. SEGURANÇA ALIMENTAR, SUSTENTABILIDADE, EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REFLEXÕES A CERCA DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR. Jonas da Silva Santos Universidade do Estado da Bahia UNEB DEDC XV jonasnhsilva@hotmail.com jonas.ss@inec.org.br

Leia mais

ROTEIRO DE ORIENTAÇÃO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO Ensino Médio. Professor: ANTÔNIO CARLOS Disciplina: Geografia Série: 2ª

ROTEIRO DE ORIENTAÇÃO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO Ensino Médio. Professor: ANTÔNIO CARLOS Disciplina: Geografia Série: 2ª ROTEIRO DE ORIENTAÇÃO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO Ensino Médio Professor: ANTÔNIO CARLOS Disciplina: Geografia Série: 2ª Conceitos e conteúdos enfocados: Desenvolvimento e Sustentabilidade; Economia Verde;

Leia mais

TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA FORMAÇÃO DOCENTE: SUBSÍDIOS PARA UMA REFLEXÃO

TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA FORMAÇÃO DOCENTE: SUBSÍDIOS PARA UMA REFLEXÃO TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA FORMAÇÃO DOCENTE: SUBSÍDIOS PARA UMA REFLEXÃO Monique da Silva de Araujo UNESA monique_msa@yahoo.com.br Daniela Punaro Baratta de Faria UNESA daniela.punaro@gmail.com

Leia mais

EXPERIÊNCIAS COLETIVAS POPULARES: PRÁTICAS SOCIAIS NASCIDAS NAS PERIFERIAS

EXPERIÊNCIAS COLETIVAS POPULARES: PRÁTICAS SOCIAIS NASCIDAS NAS PERIFERIAS Círculo de Cultura: Eixo 1 - A educação que emancipa frente às injustiças, desigualdades e vulnerabilidades. EXPERIÊNCIAS COLETIVAS POPULARES: PRÁTICAS SOCIAIS NASCIDAS NAS PERIFERIAS Cezar Luiz De Mari

Leia mais

Educação Ambiental na Escola com Ênfase em Unidades de Conservação. MÓDULO 4 Educação Ambiental, Sustentabilidade e Escolas Sustentáveis

Educação Ambiental na Escola com Ênfase em Unidades de Conservação. MÓDULO 4 Educação Ambiental, Sustentabilidade e Escolas Sustentáveis Educação Ambiental na Escola com Ênfase em Unidades de Conservação MÓDULO 4 Educação Ambiental, Sustentabilidade e Escolas Sustentáveis Secretaria de Estado da Educação do Paraná Superintendência de Educação

Leia mais

ENSAIO ACERCA DAS POLÍTICAS BRASILEIRAS ATUAIS PARA O ENSINO DE NOVE ANOS

ENSAIO ACERCA DAS POLÍTICAS BRASILEIRAS ATUAIS PARA O ENSINO DE NOVE ANOS ENSAIO ACERCA DAS POLÍTICAS BRASILEIRAS ATUAIS PARA O ENSINO DE NOVE ANOS 2015 Karen Cristine Teixeira Adriano Schlösser Gabriela Rodrigues Universidade Federal de Santa Catarina (Brasil) E-mail de contato:

Leia mais

Página 1 de 8. Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Página 1 de 8. Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Página 1 de 8 LEI Nº 3325, de 17 de dezembro de 1999 Dispõe sobre a educação ambiental, institui a política estadual de educação ambiental, cria o Programa estadual de Educação Ambiental e complementa

Leia mais

Uma perspectiva de ensino para as áreas de conhecimento escolar CIÊNCIAS NATURAIS

Uma perspectiva de ensino para as áreas de conhecimento escolar CIÊNCIAS NATURAIS Uma perspectiva de ensino para as áreas de conhecimento escolar CIÊNCIAS NATURAIS A proposta A proposta de ensino das Ciências Naturais se fundamenta na construção do pensamento científico acerca dos fenômenos

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA ELEMENTOS COMPLEMENTARES NO COTIDIANO ESCOLAR

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA ELEMENTOS COMPLEMENTARES NO COTIDIANO ESCOLAR EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA ELEMENTOS COMPLEMENTARES NO COTIDIANO ESCOLAR LUZ, Janes Socorro da 1, MENDONÇA, Gustavo Henrique 2, SEABRA, Aline 3, SOUZA, Bruno Augusto de. 4 Palavras-chave: Educação

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA HISTÓRIA ECOLÓGICA PARA A EDUCAÇÃO DOS CIDADÃOS E CIDADÃS E FUTUROS TRABALHADORES

A IMPORTÂNCIA DA HISTÓRIA ECOLÓGICA PARA A EDUCAÇÃO DOS CIDADÃOS E CIDADÃS E FUTUROS TRABALHADORES A IMPORTÂNCIA DA HISTÓRIA ECOLÓGICA PARA A EDUCAÇÃO DOS CIDADÃOS E CIDADÃS E FUTUROS TRABALHADORES Bruna Maria Jacques Freire de Albuquerque, Universidade Católica de Pernambuco, exbolsista de Iniciação

Leia mais

O SUJEITO DOS DIREITOS HUMANOS

O SUJEITO DOS DIREITOS HUMANOS O SUJEITO DOS DIREITOS HUMANOS Marconi Pequeno * * Pós-doutor em Filosofia pela Universidade de Montreal. Docente do Programa de Pós-Graduação em Filosofia e membro do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos

Leia mais

Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental

Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental GOVERNO DO ESTADO DE SÃO APULO SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DIRETRIZES PEDAGÓGICAS O que se espera

Leia mais

O SIGNIFICADO DA FORMAÇÃO CONTINUADA DOCENTE

O SIGNIFICADO DA FORMAÇÃO CONTINUADA DOCENTE O SIGNIFICADO DA FORMAÇÃO CONTINUADA DOCENTE Lilian Kemmer Chimentão Resumo O presente estudo tem como objetivo a compreensão do significado e da importância da formação continuada docente para o exercício

Leia mais

A FORMAÇÃO DOCENTE E A CRISE AMBIENTAL. O QUE MUDOU?

A FORMAÇÃO DOCENTE E A CRISE AMBIENTAL. O QUE MUDOU? A FORMAÇÃO DOCENTE E A CRISE AMBIENTAL. O QUE MUDOU? Resumo RAMOS, Elisabeth Christmann UFPR lis_ramos@hotmail.com SILVA, Wagner Pereira UFPR wagnerrun81@hotmail.com Eixo temático: Formação de professores

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: que lugar é este?

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: que lugar é este? Universidade do Sul de Santa Catarina UNISUL maria.schlickmann@unisul.br Palavras iniciais... As reflexões que apresento neste texto são um recorte de estudo que venho realizando na minha tese de doutorado.

Leia mais

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná.

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. O Curso de Formação de Docentes Normal, em nível médio, está amparado

Leia mais

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 Ulisses F. Araújo 2 A construção de um ambiente ético que ultrapasse

Leia mais

O SIGNIFICADO DO ENSINO DE BIOLOGIA PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

O SIGNIFICADO DO ENSINO DE BIOLOGIA PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS O SIGNIFICADO DO ENSINO DE BIOLOGIA PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Maikon dos Santos Silva 1 Mirian Pacheco Silva 2 RESUMO: Muitos alunos da Educação de Jovens e Adultos não relacionam

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

RESPEITAR O MEIO AMBIENTE É COISA DE GENTE INTELIGENTE DUARTE, Inaraline (FINAN/G) SILVA,Alves Sueli (FINAN/G) NUNES, JÉSSICA (FINAN/G)

RESPEITAR O MEIO AMBIENTE É COISA DE GENTE INTELIGENTE DUARTE, Inaraline (FINAN/G) SILVA,Alves Sueli (FINAN/G) NUNES, JÉSSICA (FINAN/G) RESPEITAR O MEIO AMBIENTE É COISA DE GENTE INTELIGENTE DUARTE, Inaraline (FINAN/G) SILVA,Alves Sueli (FINAN/G) NUNES, JÉSSICA (FINAN/G) Resumo: Este artigo aborda a proposta de trabalhar o meio ambiente

Leia mais

CATEGORIA: Pôster Eixo Temático: Ciências Sociais (Educação Ambiental)

CATEGORIA: Pôster Eixo Temático: Ciências Sociais (Educação Ambiental) V1.2012 CATEGORIA: Pôster Eixo Temático: Ciências Sociais (Educação Ambiental) VIVÊNCIAS EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL ATUANDO JUNTO À COMUNIDADE PIRACICABANA E AO CAMPUS LUIZ DE QUEIROZ Rodolfo Ferreira da Costa

Leia mais

A QUESTÃO DA POBREZA NA SOCIEDADE DE CLASSES E SEU ACIRRAMENTO NO NEOLIBERALISMO

A QUESTÃO DA POBREZA NA SOCIEDADE DE CLASSES E SEU ACIRRAMENTO NO NEOLIBERALISMO A QUESTÃO DA POBREZA NA SOCIEDADE DE CLASSES E SEU ACIRRAMENTO NO NEOLIBERALISMO Maria Cristina de Souza ¹ Possui graduação em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas -PUCCAMP(1988),

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO

REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO BACHETI, Luciane Serrate Pacheco, FERNANDES, Márcia Alessandra de Souza, SILVA, Maria Izabel

Leia mais

A DIVERSIDADE E CURRÍCULO: DESAFIOS PARA UMA ESCOLA DEMOCRÁTICA

A DIVERSIDADE E CURRÍCULO: DESAFIOS PARA UMA ESCOLA DEMOCRÁTICA A DIVERSIDADE E CURRÍCULO: DESAFIOS PARA UMA ESCOLA DEMOCRÁTICA Josenilson Felizardo dos Santos 1 INTRODUÇÃO É possível compreender o papel da escola diante de todo o processo de ensino aprendizagem. E

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA INTERDISCIPLINAR DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO CONTEXTO ESCOLAR LIMA,

REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA INTERDISCIPLINAR DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO CONTEXTO ESCOLAR LIMA, REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA INTERDISCIPLINAR DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO CONTEXTO ESCOLAR LIMA, Maria Jacqueline Girão Soares. jaclima@centroin.com.br GT: Educação Ambiental / n. 22 Introdução Entre professores

Leia mais

Módulo Educação Ambiental Prof. Fernando Santiago dos Santos

Módulo Educação Ambiental Prof. Fernando Santiago dos Santos Campus São Roque Curso de Extensão Educação Ambiental e Parasitoses Módulo Educação Ambiental Prof. Fernando Santiago dos Santos Aula 1 06 de abril de 2011 1. Definições de Educação Ambiental 2. O paradigma

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL A PARTIR DO LÚDICO NO ENSINO DE CIÊNCIAS

EDUCAÇÃO AMBIENTAL A PARTIR DO LÚDICO NO ENSINO DE CIÊNCIAS EDUCAÇÃO AMBIENTAL A PARTIR DO LÚDICO NO ENSINO DE CIÊNCIAS Oliveira, C.S.P. (1) ; Barbosa, R.F.M. (1) ; Maknamara, M. (1) sarinhac.s@hotmail.com (1) Aluna do Curso de Graduação em Ciências Biológicas,

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

TRANSVERSALIDADE. 1 Educação Ambiental

TRANSVERSALIDADE. 1 Educação Ambiental TRANSVERSALIDADE Os temas transversais contribuem para formação humanística, compreensão das relações sociais, através de situações de aprendizagens que envolvem a experiência do/a estudante, temas da

Leia mais

EUNEDS INTRODUÇÃO FINALIDADE E OBJECTIVOS

EUNEDS INTRODUÇÃO FINALIDADE E OBJECTIVOS EUNEDS INTRODUÇÃO O mandato para desenvolver uma Estratégia para a Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS) decorre da declaração apresentada pelos ministros do ambiente da CEE/ONU na 5ª Conferência

Leia mais

Palavras chaves: Formação de professores; Educação ambiental; Trabalhos de campo; Sensoriamento remoto, cidadania.

Palavras chaves: Formação de professores; Educação ambiental; Trabalhos de campo; Sensoriamento remoto, cidadania. FORMAÇÃO DE PROFESSORES: DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS ESCOLARES DE EDUCAÇÃO SÓCIO AMBIENTAL COM O USO INTEGRADO DE MAPAS, FOTOS AÉREAS, IMAGENS DE SATÉLITE E TRABALHOS DE CAMPO DOS SANTOS,VÂNIA MARIA NUNES

Leia mais

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL JOSÉ MATEUS DO NASCIMENTO zenmateus@gmail.com POLIANI SANTOS DA SILVA poliany_mme@hotmail.com MARIA AUXILIADORA DOS SANTOS MARINHO Campus IV(CCAE)

Leia mais

Gestão para um mundo melhor EMPREENDEDOR/Entrevista. Julho 1999.

Gestão para um mundo melhor EMPREENDEDOR/Entrevista. Julho 1999. GESTÃO PARA UM MUNDO MELHOR Gestão para um mundo melhor EMPREENDEDOR/Entrevista. Julho 1999. RESUMO: Para o consultor e empresário Oscar Motomura, a sociedade global precisa evoluir, abandonando sua ganância

Leia mais

A DIDÁTICA NA FORMAÇÃO DOCENTE: ENTRE A INOVAÇÃO TÉCNICA E A EDIFICANTE

A DIDÁTICA NA FORMAÇÃO DOCENTE: ENTRE A INOVAÇÃO TÉCNICA E A EDIFICANTE A DIDÁTICA NA FORMAÇÃO DOCENTE: ENTRE A INOVAÇÃO TÉCNICA E A EDIFICANTE Ilma Passos Alencastro Veiga 1 Edileuza Fernandes da Silva 2 Odiva Silva Xavier 3 Rosana César de Arruda Fernandes 4 RESUMO: O presente

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE RESENDE AGÊNCIA DO MEIO AMBIENTE DO MUNICÍPIO DE RESENDE

PREFEITURA MUNICIPAL DE RESENDE AGÊNCIA DO MEIO AMBIENTE DO MUNICÍPIO DE RESENDE PREFEITURA MUNICIPAL DE RESENDE AGÊNCIA DO MEIO AMBIENTE DO MUNICÍPIO DE RESENDE CONVÊNIO PUC - NIMA/ PETROBRAS / PMR PROJETO EDUCAÇÃO AMBIENTAL Formação de Valores Ético-Ambientais para o exercício da

Leia mais

PROJETO RECICLAR PARA PRESERVAR

PROJETO RECICLAR PARA PRESERVAR PROJETO RECICLAR PARA PRESERVAR FABIA GRAVINA VIEIRA ROCHA Colégio e Faculdade Modelo do Paraná- Curitiba/PR fabiagravina@hotmail.com RESUMO Sensível à necessidade de reflexão sobre as relações dos seres

Leia mais

CONTEÚDOS ATITUDINAIS E PROCEDIMENTAIS NO ENSINO DA METAMORFOSE DE BORBOLETAS

CONTEÚDOS ATITUDINAIS E PROCEDIMENTAIS NO ENSINO DA METAMORFOSE DE BORBOLETAS IX CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE INVESTIGACIÓN EN DIDÁCTICA DE LAS CIENCIAS Girona, 9-12 de septiembre de 2013 COMUNICACIÓN CONTEÚDOS ATITUDINAIS E PROCEDIMENTAIS NO ENSINO DA METAMORFOSE DE BORBOLETAS

Leia mais

Mídia, linguagem e educação

Mídia, linguagem e educação 21 3 22 Mídia, Linguagem e Conhecimento Segundo a UNESCO (1984) Das finalidades maiores da educação: Formar a criança capaz de refletir, criar e se expressar em todas as linguagens e usando todos os meios

Leia mais

EDUCAÇÃO, ESCOLA E TECNOLOGIAS: SIGNIFICADOS E CAMINHOS

EDUCAÇÃO, ESCOLA E TECNOLOGIAS: SIGNIFICADOS E CAMINHOS 1 EDUCAÇÃO, ESCOLA E TECNOLOGIAS: SIGNIFICADOS E CAMINHOS Daniela da Costa Britto Pereira Lima UEG e UFG Juliana Guimarães Faria UFG SABER VI Ensinar a compreensão 5. Educação para uma cidadania planetária

Leia mais