O que mudou no R.C.P.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O que mudou no R.C.P."

Transcrição

1 Regulamento das Custas Processuais O que mudou no R.C.P. CFFJ Direção-geral da Administração da Justiça

2 Nota prévia O presente trabalho tem como objetivo ajudar na compreensão das alterações introduzidas ao Regulamento de Custas Processuais pela Lei n.º 7/2012, de 13 de Fevereiro, e que se projetam em mecanismos essenciais que eram acolhidos naquele diploma e que agora são profundamente alterados. Tal é o caso, por exemplo, de reconfiguração de alguns aspetos das isenções de custas, dos momentos de pagamento da taxa de justiça, em particular da segunda prestação, da conversão desta em pagamento antecipado de encargos, mecanismo que aliás é revogado, da garantia dos encargos e consequências da sua omissão, entre outros. Compreendendo duas partes, a sequência dos temas abordados tendencialmente segue o articulado do diploma, apontando as alterações introduzidas. Daí a referência a o que mudou no R.C.P., representando o essencial da parte I, ficando na parte II a análise da Lei n.º 7/2012, de 13 de Fevereiro. A forma como são tratados os temas pretendeu-se simples e despretensiosa, não abdicando porém da terminologia própria e adequada inerente ao R.C.P.. Importa por fim realçar que as orientações propostas no presente texto não são mais do que isso e pretendem tão só constituir um elemento facilitador e uniformizador no tratamento das questões, cedendo sempre, reforça-se sempre, face a decisão ou orientação diversa por parte dos senhores magistrados. 2

3 O que mudou no R.C.P. Parte I Âmbito de aplicabilidade Artigo 2.º do R.C.P. No novo regime de custas passa o artigo 2.º do R.C.P., a prever expressamente a aplicação aos processos que correm junto do balcão nacional de injunções. Na verdade, tratase de um simples esclarecimento, uma vez que a prática já é esta. Isenções Artigo 4.º do R.C.P. A isenção de custas constante da al. c) do n.º 1 do art.º 4.º, do R.C.P., na pretérita versão, só contemplava os magistrados e vogais do Conselho Superior da Magistratura. A nova redação desta regra, alarga de forma expressa a extensão da isenção de custas, aos magistrados e vogais do Conselho Superior do Ministério Público e do Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais. Em conexão com as al. c) e d) do n.º 1 do art.º 4.º, do R.C.P., está o n.º 3 do mesmo preceito, que para além das situações de atuação dolosa, passa agora a prever a perda do direito à isenção nos casos em que o beneficiário atue com culpa grave. A al. e) do n.º 1 do art.º 4.º do R.C.P., viu também o seu segmento final alterado, relativamente à isenção conferida aos partidos políticos, agora em razão dos benefícios não estarem suspensos, nos termos do contencioso previsto nas leis eleitorais. 3

4 A alteração introduzida al. h) do n.º 1 do art.º 4.º, do R.C.P., deixa de exigir o recurso prévio a uma estrutura de resolução de litígios para que o trabalhador ou familiares tenham direito à isenção, mantendo-se porém os requisitos do limite máximo do rendimento ilíquido e a representação pelo Ministério Público ou pelos serviços jurídicos do sindicato (neste caso a título gratuito para o trabalhador). A isenção prevista na al. j) do n.º 1 do art.º 4.º, é agora alargada a todos os recursos, independentemente da instância que emitiu a decisão recorrida, beneficiando os arguidos detidos, sujeitos a prisão preventiva ou em cumprimento de pena de prisão efetiva. A insuficiência económica do arguido é condição para o benefício, cabendo à secretaria em face dos elementos disponíveis nos autos e através do programa informático disponibilizado pela Segurança Social 1, proceder à simulação de modo a concluir ou não pela insuficiência económica do arguido. Os agentes das forças e serviços de segurança, em processo penal por ofensa sofrida no exercício das suas funções, ou por causa delas, passam agora também a beneficiar de isenção, face à redação conferida à al. m) do n.º 1 do art.º 4.º do R.C.P.. A nova regra agora introduzida, conferindo nova redação ao n.º 7 do art.º 4.º, vem determinar que as isenções previstas no R.C.P. não abranjam os reembolsos à parte vencedora a título de custas de parte. Assim, se a parte isenta decair total ou parcialmente, terá que na medida da sua responsabilidade assumir o pagamento das custas de parte ao vencedor. A regra comporta porém a exceção dos casos de insuficiência económica 2 que muito embora não se tratando de casos de isenção, podem beneficiar de apoio judiciário, na modalidade de dispensa de pagamento taxa de justiça e demais encargos com o processo. 1 Disponível em Segurança Social. 2 A insuficiência económica é apreciada tendo em conta o rendimento, o património e a despesa permanente do agregado familiar. Estes fatores, previstos no art.º 8.º da Lei de Apoio Judiciário, lei n.º 34/2004, de 29/7, na redação dada pela lei 47/2007, de 28/8, são pois apreciados tendo em conta os critérios previstos no art.º 8.º-A do mesmo diploma, sendo apenas os casos que se enquadrem na al. a) do art.º 8.º-A, os que relevam para este efeito e a que se refere a modalidade de apoio judiciário prevista na al. a) do art.º 16.º da Lei de Apoio Judiciário, a que corresponde a dispensa de taxa de justiça e demais encargos com o processo. 4

5 Taxa de justiça O aditamento do n.º 7 ao art.º 6.º do R.C.P., vem agora permitir que, quando o valor da causa seja superior a ,00, a parte só pague inicialmente a taxa de justiça correspondente àquele valor de base tributária (16 UC ou no casos dos grandes litigantes, 24 UC). Assim, quanto ao remanescente da taxa o restante será considerado apenas na conta final 3 ; quando o responsável pelo impulso processual não seja condenado a final, prevê o n.º 9 do art.º 14.º do R.C.P., que o mesmo deve ser notificado para efetuar o pagamento do remanescente da taxa, no prazo de 10 dias a contar da notificação da decisão que ponha termo ao processo; é exceção dos pontos anteriores a circunstância de o juiz, atendendo à complexidade da causa e à conduta das partes, determinar a dispensa desse pagamento, n.º 7 ao art.º 6.º do R.C.P... É alterada a redação do n.º 2 ao art.º 7.º do R.C.P., passando agora a prever no âmbito dos recursos jurisdicionais que para além do recorrente, também o recorrido que contraalegue deve pagar taxa de justiça. É introduzida no n.º 3 do art.º 7.º do R.C.P., nova redação atendendo aos casos de interposição do recurso da decisão arbitral ou do recurso subordinado em processo de expropriação, fazendo aplicar a tabela I-A. Trata-se da regra especial sobre taxa de justiça devida nas expropriações que já constava na portaria n.º 419-A/2009, 17/4, art.º 12.º. Passa o n.º 4 do art.º 7.º do R.C.P., a estipular expressamente a taxa de justiça para as injunções europeias 4. Quando os procedimentos de injunção, incluindo os procedimentos europeus de injunção de pagamento, sigam como ação, é devido o pagamento de taxa de justiça pelo autor e pelo 3 No caso do responsável pelas custas. 4 Regulamento (CE) N.o 1896/2006 Do PARLAMENTO EUROPEU e do CONSELHO, de 12 de Dezembro de 2006, que cria um procedimento europeu de injunção. 5

6 réu. É o que vem agora determinar o n.º 6 do art.º 7.º do R.C.P., indicando o prazo, o momento de início de contagem e a especificidade relativa ao autor. Assim, a taxa é paga, no prazo de 10 dias a contar da data da distribuição; no caso do autor, desconta o valor pago para a propositura do procedimento. O n.º 8 do art.º 7.º do R.C.P., é alterado simplificando o conceito de procedimentos ou incidentes anómalos, devendo atender-se a dois critérios, as ocorrências estranhas ao desenvolvimento normal da lide e que devam ser tributados segundo os princípios que regem a condenação em custas. Pagamento da taxa de justiça Primeira ou única prestação da taxa de justiça De acordo com o n.º 1 do art.º 14.º do R.C.P., o pagamento da primeira ou única prestação da taxa de justiça faz-se até ao momento da prática do ato processual a ela sujeito. As alíneas a) e b) deste normativo passam a estipular o momento para o efeito em função do modo de envio da peça processual. Assim conforme a al. a), deve ser comprovado por verificação eletrónica, nos termos da portaria 5 n.º 114/2008, de 6 de Fevereiro, quando a entrega é feita de modo eletrónico; conforme a al. b), na entrega em suporte de papel, juntando o documento comprovativo do pagamento do duc. Segunda prestação da taxa de justiça A segunda prestação da taxa de justiça encontra agora a sua previsão no n.º 2 do art.º 14.º do R.C.P.. Deve ser paga no prazo de 10 dias a contar da notificação para a audiência final, entregando o interessado o documento comprovativo do pagamento ou comprovando a realização desse pagamento no mesmo prazo. 5 A que se refere o n.º 1 do artigo 138.º-A do Código do Processo Civil. 6

7 Caso o documento comprovativo do pagamento ou da concessão de benefício de apoio judiciário não tiver sido junto ao processo, estabelece o n.º 3 do art.º 14.º do R.C.P., que a secretaria deve oficiosamente notificar o interessado para, no prazo de 10 dias, efetuar o pagamento da segunda prestação da taxa de justiça, acrescido de multa de igual montante, mas não inferior a 1 UC nem superior a 10 UC. Verificando-se a continuação da omissão do pagamento 6, no dia da audiência final ou da realização de qualquer outra diligência probatória, a secretaria continuará o processo com conclusão para que o tribunal, caso assim o entenda, determine a impossibilidade de realização das diligências de prova que tenham sido ou venham a ser requeridas pela parte em falta. É este o sentido da nova redação do n.º 4 do art.º 14.º do R.C.P.. Já quando se verifiquem as circunstâncias de não haver lugar a audiência final e não for dispensado o pagamento da segunda prestação nos termos do n.º 5 do art.º 14.º da R.C.P., é o montante em questão incluído na conta de custas. Finalmente e ainda no domínio do art.º 14.º, em face do teor do n.º 9, impende sobre a secretaria o dever de notificar: Quem? o responsável pelo impulso processual Em que circunstância? não seja condenado a final, Quando? processualmente, conjuntamente com a notificação da sentença Em que termos? para no prazo de 10 dias contados da notificação da decisão que ponha termo ao processo, remetendo-se o respetivo duc. 6 Não tiver sido junto ao processo o documento comprovativo do pagamento da segunda prestação da taxa de justiça, ou esta e da multa ou ainda da concessão de benefício de apoio judiciário. 7

8 Daqui resulta que esta notificação só tem como destinatário a parte vencedora, nas causas de base tributária superior a ,00, em que o juiz não tenha dispensado o pagamento do remanescente. Dispensa do pagamento da segunda prestação A dispensa do pagamento da segunda prestação encontra a sua previsão no art.º 14.º-A, aditado pelo art.º 4.º da Lei n.º 7/2012, de 13 de Fevereiro. A regra em análise resgata em sede de previsão, o essencial do n.º 2 e 3 do revogado art.º 22.º do R.C.P., no que respeita à natureza, fase ou vicissitude processual, sobre que incide a dispensa. Elenca os casos em que há lugar à dispensa, que é motivada pelas seguintes razões: A natureza do processo casos referidos nas alíneas a), g), h); A fase ou vicissitude em que o processo termina casos referidos nas alíneas b), c), d); A natureza do processo, atendendo à fase ou determinada vicissitude processual casos referidos nas alíneas e), f) i), j); Vendo agora de outra perspetiva, a dispensa do pagamento da segunda prestação da taxa de justiça ocorre: Na jurisdição cível, em razão da natureza do processo, somente no caso da ação de processo civil simplificado. Já relativamente à fase processual releva a circunstância de a ação terminar antes de oferecida a oposição e, ainda quando por falta desta seja proferida sentença, mesmo que precedida de alegações. Há também a considerar os casos em que a ação termina antes da designação da audiência final. Na jurisdição administrativa, nas ações administrativas comuns, atendendo à fase processual, nos mesmos termos que na jurisdição cível nas ações administrativas especiais o em que, nos termos do art.º 91 7.º do Código de Processo nos Tribunais Administrativos, o juiz ou o relator ordene a realização de uma audiência pública, n.º 1, ou quando deferido o requerimento da(s) parte(s) nesse sentido, n.º 2. 7 Cfr. ainda art.º 40.º da ETAF e n.º 3 do art.º 652.º do CPC. 8

9 o em que se verifique o circunstancialismo do art.º 48.º do Código de Processo nos Tribunais Administrativos, processos em massa. Há porém a considerar uma exceção prevista na al. c) do n.º 5 do art.º 48.º, do referido código, caso em que o autor requer a continuação do seu próprio processo. Na jurisdição fiscal, nos processos de impugnação e relativamente à taxa paga pelo impugnante, nas situações previstas no n.º 3 do art.º 112.º do Código de Procedimento e Processo Tributário, no caso do impugnante declarar desistir do processo. Na jurisdição de família, quando em causa estão processos de jurisdição voluntária, cfr. art.º 1409.º e ss do Código de Processo Civil. Na jurisdição de menores, em todos os processos. Na jurisdição laboral, nos processos de acidente de trabalho ou de doença profissional, quando na fase contenciosa, é proferida decisão condenatória imediata ao exame médico, cfr. n.º 3 do art.º 73.º e n.º 2 do art.º 138.º, do Código de Processo de Trabalho. Dispensa do pagamento da taxa Artigo 15.º do R.C.P. A dispensa do pagamento da taxa de justiça continua a ter a sua previsão no art.º 15.º do R.C.P., compreendendo as seguintes realidades: No âmbito do pedido cível processado na ação penal, concede a al. d) do n.º 1 do art.º 15.º do R.C.P., a dispensa do demandante e do arguido demandado, no pedido de indemnização civil apresentado em processo penal, cfr. art.º 71.º e ss. do Código de Processo Penal, quando o respetivo valor seja igual ou superior a 20 UC; Nas acções sobre o estado das pessoas; Nos processos de jurisdição de menores; É aditado o n.º 2 ao art.º 15.º do R.C.P., determinando que as partes dispensadas do pagamento prévio de taxa de justiça devem ser notificadas conjuntamente com a decisão que decida a causa principal, para efetuar o pagamento, no prazo de 10 dias. De salientar que tal 9

10 pagamento é devido independentemente de condenação e do facto de a decisão ser suscetível de recurso ordinário. Omissão do pagamento da segunda prestação da taxa de justiça A omissão do pagamento da segunda prestação 8 da taxa de justiça vem agora prevista nos n.º 3 e n.º 4, do art.º 14.º, do R.C.P.. Caso o documento comprovativo do pagamento da segunda prestação da taxa de justiça ou da concessão de benefício de apoio judiciário não se mostre junto ao processo, ou não se mostre comprovada a realização do pagamento da segunda prestação da taxa de justiça, a secretaria oficiosamente notifica o interessado para: no prazo de 10 dias, efetuar o pagamento, acrescido de multa de igual montante, mas não inferior a 1 UC nem superior a 10 UC, remetendo os respetivos DUC. Porém, e sem prejuízo do prazo adicional de 10 dias concedido no n.º 3, a secretaria deve verificar: se no dia da audiência final ou da realização de qualquer outra diligência probatória o não tenha sido junto ao processo o documento comprovativo do pagamento da segunda prestação da taxa de justiça e da multa o ou da concessão de benefício de apoio judiciário o ou não tiver sido comprovada a realização do pagamento da segunda prestação da taxa de justiça, (caso só a taxa se mostre paga sendo também devida multa, há lugar à aplicação do n.º 3 do art.º 28.º do R.C.P., a respetiva quantia transita, com um acréscimo de 50 %, para a conta de custas, devendo ser paga a final. ) Para efeitos de informar o tribunal que, caso o entenda, determinará a aplicação do segmento final do n.º 4 quanto à impossibilidade de realização das diligências de prova que tenham sido ou venham a ser requeridas pela parte em falta. 8 O regime previsto para a omissão de pagamento da primeira ou única prestação da taxa de justiça não sofreu alterações, mantendo-se por isso em vigor. 10

11 Taxa de justiça no processo penal e contraordenacional São agora definidos os momentos para o pagamento da taxa de justiça devida pela constituição de assistente e pela abertura de instrução nos processos penais. Determina o n.º 3 do art.º 8.º do R.C.P., que o documento comprovativo do pagamento deve ser junto ao processo com: a apresentação do requerimento na secretaria ou no prazo de dez dias a contar da sua formulação no processo. As sanções a aplicar pelo não pagamento atempado, encontram a sua previsão no n.º 4 do art.º 8.º do R.C.P., determinando a notificação, a realizar pela secretaria, indicando ao interessado que deve proceder à apresentação da taxa de justiça devida, no prazo de dez dias, com acréscimo de taxa de justiça de igual montante. O n.º 5 do art.º 8.º do R.C.P., estatui que verificando-se a omissão do pagamento da taxa de justiça devida e do acréscimo de taxa de justiça de igual montante, o requerimento para abertura de instrução ou constituição de assistente sejam considerados sem efeito. A taxa de justiça devida pela impugnação das decisões de autoridades administrativas no âmbito de processos contra-ordenacionais que se encontrava prevista no n.º 4 do art.º 8.º do R.C.P., passou para o n.º. 7 do mesmo artigo, mantendo inalterada a redação. O momento processual a partir de que se inicia o prazo para pagamento da taxa em questão e o procedimento da secretaria, constam agora do n.º 8 do art.º 8.º do R.C.P., mantendo porém o essencial do mecanismo que se encontrava previsto no art.º 13.º da portaria n.º 419-A/2009, 17/4. Assim: A taxa de justiça devida pela impugnação das decisões de autoridades administrativas é de uma unidade de conta e é autoliquidada nos dez dias subsequentes à 1. notificação ao arguido da data de marcação da audiência de julgamento ou 2. do despacho que a não considere necessária, a secretaria deve expressamente indicar ao arguido o prazo e os modos de pagamento da taxa de justiça, juntando o respetivo documento único de cobrança. 11

12 Note-se que, á semelhança do pretérito modelo, somente nos casos em que a coima não tenha sido previamente liquidada, é devida taxa de justiça pela impugnação das decisões de autoridades administrativas. É aditado o n.º 10 do art.º 8.º do R.C.P., regra de aplicação supletiva 9, fixando a taxa de justiça devida no dobro do seu limite mínimo, quando o juiz a não quantifique. Taxas devidas no ato avulso As alterações e aditamentos ao art.º 9.º do R.C.P., vieram simplificar o processo de cálculo do ato avulso. A emissão de certidões, traslados, cópias certificadas ou extratos o pagamento das taxas obedecerá ao seguinte: até 50 páginas 1/5 UC pelo conjunto mais de 50 páginas 1/10 UC por cada conjunto ou fração de 25 páginas Situação que na prática diária dos tribunais causava alguns constrangimentos por ausência de regras claras era a relacionada com o pedido pelas partes e ou mandatários de simples fotocópias. A nova redação do n.º 5 do art.º 9.º do R.C.P., permite agora de modo simples resolver a questão. Passa a ser devida taxa de 1/500 UC, por página, nas simples fotocópias. Encargos Remunerações e despesas No que concerne aos encargos processuais, há desde logo a destacar a revogação das subalíneas iii) e iv), da alínea a) do n.º 1 do art.º 16.º, do R.C.P.. Fica deste modo prejudicada a contagem de encargos relativos a custos com a digitalização de peças processuais ou documentos, assim como com a aquisição de suportes magnéticos necessários à gravação das provas, franquias postais, comunicações telefónicas, telegráficas, por telecópia ou por meios telemáticos que, eram calculados por aplicação das fórmulas previstas no Anexo I, art.º 15.º, da portaria n.º 419-A/2009, 17 de Abril. 9 Face ao n.º 9 do art.º 8.º, onde se prevê a fixação da taxa pelo juiz, dentro dos limites da tabela III 12

13 A nova redação do n.º 4 do art.º 17.º, do R.C.P., no que concerne à retribuição devida às entidades que intervenham nos processos ou que coadjuvem em quaisquer diligências, designadamente os peritos, tradutores, intérpretes, consultores técnicos e liquidatários, administradores e entidades encarregadas da venda extrajudicial em qualquer processo, acrescem as despesas de transporte que se justifiquem: quando requeridas até ao encerramento da audiência, nos termos fixados para as testemunhas desde que não seja disponibilizado transporte pelas partes ou pelo Tribunal. Assim, ao valor previsto dentro dos limites da Tabela IV, desde que verificados os demais pressupostos acima referidos, acrescem as despesas de transporte. Garantia dos encargos Os aspetos relacionados com a garantia dos encargos sofreram alterações substanciais, desde logo por força da revogação dos art.º 21.º, deixando assim de haver pagamentos intercalares, art.º 22.º, anulando o mecanismo de conversão da taxa previamente paga em pagamento antecipado de encargos, mas também pelas revogações dos n.ºs 3 e 5 do art.º 20.º, casos de adiantamento do pagamento a terceiras entidades pelo IGFIJ, IP, bem como montantes pagos relacionados com despesas suportadas pela parte que vença a ação, respetivamente. Temos então que, com a manutenção do art.º 19.º do R.C.P., o IGFIJ, IP, adianta os montantes devidos pelos encargos quando: a parte beneficie de isenção de custas ou de apoio judiciário, não possam ser logo pagas pelo requerente as despesas motivadas pela prestação de instrumentos técnicos de apoio aos tribunais, por parte da Direcção-Geral de Reinserção Social. Nos demais casos, de acordo com as disposições conjugadas do art.º 447.º-C, do Código de Processo Civil, e a nova redação do n.º 1 do art.º 20.º do R.C.P., que viu também alterada a epígrafe, os encargos são pagos o por quem? 13

14 pela parte requerente ou interessada, ( n.º 1 do art.º 20.º do R.C.P., e n.º 1 e segmento inicial do n.º 2, ambos do art.º 447.º-C do CPC) quando realizada oficiosamente a diligência geradora de encargos, a parte que dela aproveita (segmento final do n.º 2 do art.º 447.º-C do CPC) quando as partes tenham o mesmo interesse, tirem o mesmo proveito, não se consiga determinar quem é a parte interessada o encargo é repartido de modo igual entre as partes, ( n.º 3 do art.º 447.º-C do CPC) o o quando? imediatamente ou no prazo de 10 dias a contar da notificação do despacho que ordene a diligência, determine a expedição ou cumprimento de carta rogatória ou marque a data da audiência de julgamento como? através do documento único de cobrança, que deverá ser enviado à(s) parte(s) responsável (eis) pelo pagamento, juntamente com a notificação Omissão do pagamento Quando se verifique a falta de pagamento da provisão para os encargos, a consequência proposta no n.º 1 do art.º 23.º do R.C.P., é a não realização da diligência requerida. Todavia, importa considerar que, se ainda for oportuno, em razão do tipo de processo e da data marcada para a diligência, a parte que não efetuou o pagamento pontual dos encargos pode ainda fazê-lo, nos termos do n.º 2 do art.º 23.º do R.C.P., nos cinco dias posteriores ao termo do prazo previsto (que é imediato ou decorridos dez dias, nos termos do n.º 1 do art.º 20.º do R.C.P.) mediante o pagamento de uma sanção de igual valor ao montante em falta, com o limite máximo de 3UC. 14

15 O n.º 3 do art.º 23.º do R.C.P., confere ainda à parte contrária a permissão de pagar o encargo que a outra não realizou, solicitando guias-duc para o depósito imediato, dentro dos cinco dias posteriores ao termo do prazo de que a parte responsável dispunha, necessariamente sem a sanção. Custas de parte As alterações introduzidas na al. d) do n.º 2 do art.º 25.º e na al. c) do n.º 3 do art.º 26.º do R.C.P., refletem unicamente a manutenção do limite imposto para os honorários dos mandatários mas já não para os honorários do agente de execução. No mais, mantém o essencial da pretérita disciplina. Já particular relevância, assume o aditamento do n.º 6 ao art.º 26.º do R.C.P., porquanto resolve a questão do reembolso ao vencedor da taxa de justiça despendida, nos casos em que o vencido é o Ministério Público ou beneficia de apoio judiciário, ficando a cargo do Instituto de Gestão Financeira e Infra-Estruturas da Justiça, IP. Multas No que respeita às multas processuais, há apenas a referir a introdução de uma regra que passa a prever a condenação em multa por litigância de má fé, cujos valores se encontrarão no arco de 2 a 100 unidades de conta. Conta de custas A conta de custas, nos termos do n.º 1 do art.º 29.º do R.C.P., é elaborada pela secretaria do tribunal que funcionou em 1.ª instância no prazo de 10 dias: após o trânsito em julgado da decisão final, após a comunicação, pelo agente de execução, da verificação de fato que determine a liquidação da responsabilidade do executado, ou quando o juiz o determine, prevê a mesma regra a dispensa da elaboração da conta, que terá como circunstâncias determinantes: 15

16 Não haver quantias em dívida, (al. a) do n.º 1); Nos processos de insolvência não existir qualquer verba na massa insolvente para processamento do pagamento das custas, (al. b) do n.º 1); Nos processos de execução em que o agente de execução não seja o oficial de justiça e nada existir para contar, (al. c) do n.º 1); O responsável pelas custas beneficiar de apoio judiciário na modalidade de dispensa do pagamento de taxa de justiça e demais encargos, (al. d) do n.º 1). Dúvidas do contador Vem agora o n.º 4 do art.º 29.º do R.C.P., disciplinar os casos em que se verifiquem dúvidas do funcionário responsável pela elaboração conta. Assim, exporá as dúvidas, emitindo o seu parecer com indicação de uma via de resolução; seguirão os autos com vista ao Ministério Público; após o que o juiz decidirá; Por fim, o n.º 5 do R.C.P. determina que a notificação da conta às partes, engloba a decisão judicial sobre as dúvidas do contador, devendo ser enviada cópia. Já relativamente ao Ministério Público, a decisão considera-se notificada com o exame da conta. Da decisão judicial proferida sobre as dúvidas do funcionário relativas à elaboração da conta, cabe recurso em um grau, condicionado porém ao montante das custas apuradas ser de valor superior a 50 UC, nos termos do n.º 6 do art.º 31.º do R.C.P.. Conta critérios a observar Sob a epígrafe Conta, também o art.º 30.º do R.C.P., foi alvo de alterações, devendo atender-se para a sua realização, conforme determinado pelo n.º 1, à harmonia com o julgado em última instância, compreendendo as custas da ação, dos incidentes, dos procedimentos e dos recursos. A conjugação do n.º 2 do art.º 30.º do R.C.P., que determina uma só conta por cada sujeito processual, responsável pelas custas, multas, e outras penalidades, que abranja o 16

17 processo principal e os apensos, com o n.º 1 do mesmo preceito, impõe que se atenda ao critério da responsabilidade do(s) sujeito(s) para elaboração da conta. Elaborar-se-á tantas contas quanto o(s) sujeito(s) sobre quem impende a responsabilidade pelas custas. Os critérios para elaboração da conta de custas, resultam do elenco do n.º 3 do art.º 30.º do R.C.P., que viu revogada a al. b), respeitante à conversão da taxa que já se não justifica face à revogação do art.º 22.º. Temos assim que observar no ato de contagem o seguinte, discriminação das taxas de justiça devidas e pagas; discriminação dos reembolsos devidos ao Instituto de Gestão Financeira e das Infra- Estruturas da Justiça, I. P.; pagamentos devidos a outras entidades ou serviços; discriminação das quantias devidas por conta de multas e outras penalidades; discriminação das quantias referentes ao pagamento de coimas e de custas administrativas devidas pela instrução de processos de contra-ordenação; Indicação dos montantes a pagar ou, quando seja caso disso, a devolver à parte responsável; encerramento com a menção da data e assinatura do responsável pela elaboração da conta. Reforma e reclamação da conta Nos termos do art.º 30.º do R.C.P., a conta de custas, caso não esteja de harmonia com as disposições legais, pode ser oficiosamente reformada pelo juiz. Pode também ser reformada, por força de decisão judicial, que decida a reclamação apresentada pelo responsável pelas custas, dispondo para o efeito do prazo de pagamento voluntário, enquanto não o realizar; por qualquer interveniente processual, até 10 dias após o recebimento de quaisquer quantias; pelo Ministério Público, no prazo de 10 dias a contar da notificação da conta. 17

18 Procedimento O procedimento a realizar perante uma reclamação da conta segue agora um diferente figurino por força da alteração do art.º 31.º do R.C.P.. Apresentada a reclamação da conta, o funcionário judicial que tiver efetuado a conta pronuncia-se no prazo de cinco dias; dar-se-á em seguida vista ao Ministério Público; após o que é o processo continuado ao juiz para decisão. Em razão do n.º 5 do art.º 31.º do R.C.P., não é admitida segunda reclamação dos interessados sem o depósito das custas em dívida. A reclamação da conta é um incidente, n.º 6 do art.º 31.º do R.C.P., tributado pela Tabela II, outros incidentes, sendo o arco de tributação entre 0,5 a 5 UC. Pagamento das custas em prestações A alteração introduzida na epígrafe e no n.º 1 do art.º 33.º, do R.C.P., é somente terminológica, passando a designação do pagamento das custas de forma faseada para prestações. A subtileza da alteração introduzida nas al. a) e b) do n.º 2 do art.º 33.º, do R.C.P., o vocábulo até, traduz agora na letra da norma a possibilidade de flexibilização das prestações, dentro do respeito pelos limites impostos pelo valor mínimo e o número máximo, que na prática já se verificava. A nova redação do n.º 2 do art.º 33.º, do R.C.P., vem clarificar e uniformizar o procedimento e o prazo para o responsável por custas requerer o pagamento faseado. O requerimento deve ser acompanhado do plano de pagamento, e apresentado dentro do prazo de pagamento voluntário das custas. 18

19 Incumprimento ordem dos pagamentos Com as alterações introduzidas no art.º 34.º do R.C.P., é estabelecida, salvo disposição em contrário, a seguinte ordem de prioridades quando se trate de quantias depositadas à ordem do tribunal, e este use a faculdade de se fazer pagar diretamente Taxa de justiça; Outros créditos do IGFIJ, IP; Créditos do Estado; Reembolso a outras entidades. Tabelas As tabelas I e II, anexas ao R.C.P., são alteradas nos termos constantes do Anexo I, nos termos do n.º 3 da Lei n.º 7/2012, de 13 de Fevereiro. Muito embora a letra da norma em questão refira a alteração de todas as tabelas, mantém-se inalteradas as tabelas III e IV. Assim, na Tabela I é unicamente alterada a referenciação normativa em cada uma das colunas A, B e C. Já na Tabela II, há a assinalar a introdução da tributação no procedimento de injunção de pagamento europeia, elevando para o dobro os valores devidos face ao procedimento de injunção de pagamento nacionais; no âmbito de competência do Ministério Público, nos processos de tutela dos interesses dos incapazes ou ausentes, sendo este o caso das ações de suprimento do consentimento dos representantes, de autorização para a prática de atos, bem como a confirmação de atos em caso de inexistência de autorização, previstas nas al. a) a d) do n.º 1 do art.º 2.º, do Dec.-Lei n.º 272/2001, de 13 de Outubro. A taxa devida é de 0,75 UC. 19

20 Parte II A Lei n.º 7/2012, de 13 de Fevereiro A Lei n.º 7/2012, de 13 de Fevereiro, observa a seguinte sistematização: O artigo 1.º refere o objeto sobre que incide o diploma que, não é mais do que a sexta alteração ao Regulamento das Custas Processuais. O artigo 2.º introduz alterações a diversos artigos do R.C.P., que foram alvo de análise na parte I. O artigo 3.º introduz alterações nas Tabelas I e II. O artigo 4.º opera o aditamento do art.º 14.º-A, objeto de análise na parte I. O artigo 5.º introduz mecanismos de incentivo à extinção da instância. É objeto desta regra o universo de processos pendentes que tenham dado entrada no tribunal até à data de 13 de Fevereiro de 2012, bem como aqueles que venham a resultar da apresentação à distribuição de providências de injunção requeridas até àquela data, desde que venham a terminar por extinção da instância em razão de: desistência do pedido; desistência da instância; confissão do pedido; transação; que sejam apresentadas até 29 de Março de 2013, um ano após a data de entrada em vigor da Lei 7/2012, de 13 de Fevereiro. O incentivo consiste em dispensa do pagamento das taxas de justiça e dos encargos devidos pela parte ou partes que praticaram o ato que conduziu à extinção da instância. Este incentivo não prejudica o direito ao pagamento da remuneração devida às entidades que intervenham nos processos ou que coadjuvem em quaisquer diligências e aos agentes de execução a título de despesas e honorários, n.º 2 do art.º 5.º. 20

28 de Março 2012 Contencioso de Cobrança

28 de Março 2012 Contencioso de Cobrança Entra em vigor amanhã, dia 29 de Março de 2012, a Lei n.º 7/2012, de 13 de Fevereiro, que procede à alteração e republicação do Regulamento das Custas Processuais. Desde a entrada em vigor do actual Regulamento

Leia mais

Decreto n.º 24/01 De 12 de Abril

Decreto n.º 24/01 De 12 de Abril Decreto n.º 24/01 De 12 de Abril Considerando que pelos serviços prestados pelo Tribunal de Contas e pela sua Direcção dos serviços Técnicos, em conformidade com o disposto no n.º 1 do artigo 43.º,da lei

Leia mais

A. Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado (CIVA)

A. Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado (CIVA) Informação n.º 2/2013_Revista 22/novembro/2013 CRÉDITOS INCOBRÁVEIS E EM MORA IVA e IRC A. Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado (CIVA) Regularização do IVA 1. Créditos vencidos até 31/12/2012 e

Leia mais

Regulamento de Propina

Regulamento de Propina Regulamento de Propina 2015 2015 ÍNDICE SECÇÃO I Curso de Licenciatura em Enfermagem... 4 Artigo 1º Valor da Propina... 4 Artigo 2º Modalidades de pagamento... 4 SECÇÃO II Cursos de Pós-Licenciatura e

Leia mais

Portaria. Gabinete da Ministra da Justiça Praça do Comércio, 1149-019 Lisboa, PORTUGAL TEL + 351 21 322 23 00 EMAIL gmj@mj.gov.pt www.portugal.gov.

Portaria. Gabinete da Ministra da Justiça Praça do Comércio, 1149-019 Lisboa, PORTUGAL TEL + 351 21 322 23 00 EMAIL gmj@mj.gov.pt www.portugal.gov. Portaria O Memorando de Entendimento sobre as Condicionalidades de Política Económica, celebrado entre a República Portuguesa e o Banco Central Europeu, a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional,

Leia mais

PRÁTICA EXTEMPORÂNEA DE ACTOS PROCESSUAIS PENAIS

PRÁTICA EXTEMPORÂNEA DE ACTOS PROCESSUAIS PENAIS PRÁTICA EXTEMPORÂNEA DE ACTOS PROCESSUAIS PENAIS Artº. 107º nº. 5 e 107º A do CPP 145º do CPC APONTAMENTOS PRÁTICOS PARA OFICIAIS DE JUSTIÇA ÍNDICE NOTA INTRODUTÓRIA SANÇÃO PELA PRÁTICA EXTEMPORÂNEA DE

Leia mais

AMN A Z E V E D O, M A R Q U E S & N OVERSA Sociedade de Advogados, R.I.

AMN A Z E V E D O, M A R Q U E S & N OVERSA Sociedade de Advogados, R.I. Tabela de Honorários dos Advogados e Solicitadores (Portaria n.º 1386/2004, de 10 de Novembro repristinada pela Portaria n.º 210/2008, de 29 de Fevereiro) A Lei n.º 34/2004, de 29 de Julho, que procedeu

Leia mais

Guia prático de procedimentos para os. Administradores de Insolvência.

Guia prático de procedimentos para os. Administradores de Insolvência. Guia prático de procedimentos para os Administradores de Insolvência. Índice Introdução 1. Requerimentos 2. Apreensão de bens 2.1. Autos de apreensão de bens 2.2. Apreensão de vencimento 2.3. Apreensão

Leia mais

Curso: Direito Processual Civil-Executivo.

Curso: Direito Processual Civil-Executivo. Curso: Direito Processual Civil-Executivo. Formadora: Luísa Maria Pinto Teixeira. Licenciatura em Direito. Mestrado em Direito Judiciário (Direitos Processuais e Organização Judiciária). 1 Módulo: Os sujeitos

Leia mais

Regimes de Custas desde 15/09/2003

Regimes de Custas desde 15/09/2003 JORNADAS DE ESTUDO CONTA E ENCERRAMENTO DO PROCESSO Armando A Oliveira - Solicitador Regimes de Custas desde 15/09/2003 15 de Setembro de 2003 Reforma da acção executiva Foi reduzido o valor da taxa de

Leia mais

Republicação do Despacho Normativo n. 18 -A/2010, de 1 de julho CAPÍTULO I. Disposições comuns. Artigo 1. Objeto. Artigo 2.

Republicação do Despacho Normativo n. 18 -A/2010, de 1 de julho CAPÍTULO I. Disposições comuns. Artigo 1. Objeto. Artigo 2. Republicação do Despacho Normativo n. 18 -A/2010, de 1 de julho CAPÍTULO I Disposições comuns Artigo 1. Objeto O presente despacho normativo regulamenta os pedidos de reembolso de imposto sobre o valor

Leia mais

REGULAMENTO. Capítulo I Disposições gerais

REGULAMENTO. Capítulo I Disposições gerais REGULAMENTO DO CENTRO DE ARBITRAGEM VOLUNTÁRIA INSTITUCIONALIZADA DO INSTITUTO DOS VALORES MOBILIÁRIOS Capítulo I Disposições gerais Artigo 1º O presente Regulamento aplica-se às arbitragens que decorram

Leia mais

ncpc 12 QUESTÕES SOBRE PRÁTICAS PROCESSUAIS NO (NOVO) CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Armando A. Oliveira 25 de junho de 2015

ncpc 12 QUESTÕES SOBRE PRÁTICAS PROCESSUAIS NO (NOVO) CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Armando A. Oliveira 25 de junho de 2015 ncpc 12 QUESTÕES SOBRE PRÁTICAS PROCESSUAIS NO (NOVO) CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Armando A. Oliveira 25 de junho de 2015 Interação entre A.E. e tribunal Um dos principais entraves ao regular funcionamento

Leia mais

Eliminação de processos e documentos de arquivo

Eliminação de processos e documentos de arquivo Eliminação de processos e documentos de arquivo OT-05 1 Enquadramento legal e objetivo da eliminação: A eliminação de documentos de arquivo é um ato de gestão que tem por objetivo, libertar o arquivo de

Leia mais

Assim, não há lugar a despacho liminar, nem a citação prévia do executado nas execuções baseadas em:

Assim, não há lugar a despacho liminar, nem a citação prévia do executado nas execuções baseadas em: Decreto-Lei n.º 38/2003, de 8 de março A revisão do Código de Processo Civil operada pelo Decreto-Lei n.º 329-A/95, de 12 de dezembro, e pelo Decreto-Lei n.º 180/96, de 25 de setembro, complementada pelo

Leia mais

Nota informativa CÓDIGO DE PROCESSO PENAL - alterações

Nota informativa CÓDIGO DE PROCESSO PENAL - alterações Nota informativa CÓDIGO DE PROCESSO PENAL - alterações DGAJ/DSAJ/DF - 2013 Direção-Geral da Administração da Justiça CÓDIGO DE PROCESSO PENAL - alterações LEI N.º 20/2013, DE 21 DE FEVEREIRO Entram em

Leia mais

Pagamentos à Administração Fiscal

Pagamentos à Administração Fiscal 1 Operações no Sistema de Custas Pagamentos à Administração Fiscal CFFJ Julho 2012 Direção-Geral da Administração da Justiça Pagamentos devidos à Administração Fiscal A exigência do número de identificação

Leia mais

Custas nos Processos sobre o estado das pessoas e jurisdição de menores

Custas nos Processos sobre o estado das pessoas e jurisdição de menores Regulamento das Custas Processuais Custas nos Processos sobre o estado das pessoas e jurisdição de menores CFFJ - 2012 Direção-geral da Administração da Justiça NOTA INTRODUTÓRIA A uniformização do sistema

Leia mais

Projeto de Alteração ao Regulamento Geral e Tabela de Taxas e Licenças do Município de Arganil

Projeto de Alteração ao Regulamento Geral e Tabela de Taxas e Licenças do Município de Arganil Projeto de Alteração ao Regulamento Geral e Tabela de Taxas e Licenças do Município de Arganil Nota Justificativa O Decreto-Lei n.º 48/2011, de 1 de Abril, publicado no âmbito do Programa Simplex, veio

Leia mais

Direito Processual Civil II - Turma A

Direito Processual Civil II - Turma A Direito Processual Civil II - Turma A Regência: Professor Doutor Miguel Teixeira de Sousa 4 de Junho de 2015 Duração: 2h A intentou contra B e C uma ação, na secção cível do Tribunal da comarca do Porto.

Leia mais

5. A rescisão do contrato de trabalho sem prévia instauração de um processo disciplinar é considerado despedimento sem justa causa.

5. A rescisão do contrato de trabalho sem prévia instauração de um processo disciplinar é considerado despedimento sem justa causa. Proc. n 101/97 Prisão Abandono do posto de trabalho Processo disciplinar Nulidades secundárias Legitimidade Processo sumário Conciliação Sumário: 1. Apenas às partes ou seus mandatários é conferida legitimidade

Leia mais

Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Paraná 2ª TURMA RECURSAL JUÍZO C

Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Paraná 2ª TURMA RECURSAL JUÍZO C JUIZADO ESPECIAL (PROCESSO ELETRÔNICO) Nº201070510020004/PR RELATORA : Juíza Andréia Castro Dias RECORRENTE : LAURO GOMES GARCIA RECORRIDO : UNIÃO FAZENDA NACIONAL V O T O Dispensado o relatório, nos termos

Leia mais

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS - GABINETE DO SECRETÁRIO DE ESTADO DOS ASSUNTOS FISCAIS. Despacho normativo n.º 17/2014, de 26 de dezembro

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS - GABINETE DO SECRETÁRIO DE ESTADO DOS ASSUNTOS FISCAIS. Despacho normativo n.º 17/2014, de 26 de dezembro Legislação Diploma Despacho normativo n.º 17/2014, de 26 de dezembro Estado: vigente Resumo: Despacho Normativo que altera o Despacho Normativo nº 18-A/2010, de 1 de julho. Publicação: Diário da República

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA. Lei nº /2012, de de. Sobre a execução da prestação de trabalho em favor da comunidade

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA. Lei nº /2012, de de. Sobre a execução da prestação de trabalho em favor da comunidade DIRECÇÃO NACIONAL DE ASSESSORIA JURÍDICA E LEGISLAÇÃO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Lei nº /2012, de de Sobre a execução da prestação de trabalho em favor da comunidade A presente lei define as regras aplicáveis

Leia mais

Alterações ao SIREVE e PER e ao regime das ações preferenciais e das obrigações

Alterações ao SIREVE e PER e ao regime das ações preferenciais e das obrigações 9 de fevereiro de 2015 Foi publicado no passado dia 6 de fevereiro o Decreto-Lei n.º 26/2015, que introduz alter ao Sistema de Recuperação de Empresas por via Extrajudicial (SIREVE), ao Código da Insolvência

Leia mais

DECRETO N.º 37/VIII. Artigo 1.º Objecto. Artigo 2.º Sentido e extensão

DECRETO N.º 37/VIII. Artigo 1.º Objecto. Artigo 2.º Sentido e extensão DECRETO N.º 37/VIII AUTORIZA O GOVERNO A ALTERAR O REGIME JURÍDICO QUE REGULA A ENTRADA, PERMANÊNCIA, SAÍDA E AFASTAMENTO DE ESTRANGEIROS DO TERRITÓRIO NACIONAL A Assembleia da República decreta, nos termos

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA TCE-TO Nº 003, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. Consolidada pela IN nº 03/2012 de 02/05/2012.

INSTRUÇÃO NORMATIVA TCE-TO Nº 003, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. Consolidada pela IN nº 03/2012 de 02/05/2012. INSTRUÇÃO NORMATIVA TCE-TO Nº 003, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. Consolidada pela IN nº 03/2012 de 02/05/2012. Acresce o 7 ao artigo 9º da Instrução Normativa nº 003, de 23 de setembro de 2009, que estabelece

Leia mais

CÓDIGO DO IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO

CÓDIGO DO IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO Artigo 77.º Serviço de finanças competente 1 - Para efeitos do cumprimento das obrigações do presente diploma, considera-se serviço de finanças competente o da área fiscal onde o sujeito passivo tiver

Leia mais

Artigo 17º do RCP. Boas práticas processuais.

Artigo 17º do RCP. Boas práticas processuais. Artigo 17º do RCP Boas práticas processuais. O presente documento descreve a aplicação prática das alterações ao artigo 17º do RCP (cobrança do custo pelas consultas ao abrigo do 833ºA do CPC) Data: 20

Leia mais

PARECER N.º 185/CITE/2013

PARECER N.º 185/CITE/2013 PARECER N.º 185/CITE/2013 I OBJETO A CITE recebeu um pedido de parecer sobre o assunto referido em epígrafe. A Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) tem por missão prosseguir a igualdade

Leia mais

Breviário de funções do secretário de justiça

Breviário de funções do secretário de justiça Breviário de funções do secretário de justiça Centro de Formação de Funcionários de Justiça Direção-geral da Administração da Justiça Breviário PADRONIZAÇÃO de funções DAS do CUSTAS secretário JUDICIAIS

Leia mais

ACORDO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA PORTUGUESA E O GOVERNO DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA SOBRE COBRANÇA DE ALIMENTOS.

ACORDO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA PORTUGUESA E O GOVERNO DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA SOBRE COBRANÇA DE ALIMENTOS. Decreto n.º 1/2001 Aprova o Acordo entre o Governo da República Portuguesa e o Governo dos Estados Unidos da América sobre Cobrança de Alimentos, assinado em Lisboa em 30 de Maio de 2000 Nos termos da

Leia mais

Lei nº 7/2009, de 12 de Fevereiro [1] Código Civil. 2012 16ª Edição. Atualização nº 1

Lei nº 7/2009, de 12 de Fevereiro [1] Código Civil. 2012 16ª Edição. Atualização nº 1 Lei nº 7/2009, de 12 de Fevereiro [1] Código Civil 2012 16ª Edição Atualização nº 1 1 [1] Código do Trabalho CÓDIGO CIVIL Atualização nº 1 ORGANIZAÇÃO BDJUR BASE DE DADOS JURÍDICA EDITOR EDIÇÕES ALMEDINA,

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº./XII/3.ª REFORÇA A PROTEÇÃO DE DEVEDORES DE CRÉDITO À HABITAÇÃO EM SITUAÇÃO ECONÓMICA MUITO DIFÍCIL

PROJETO DE LEI Nº./XII/3.ª REFORÇA A PROTEÇÃO DE DEVEDORES DE CRÉDITO À HABITAÇÃO EM SITUAÇÃO ECONÓMICA MUITO DIFÍCIL Grupo Parlamentar PROJETO DE LEI Nº./XII/3.ª REFORÇA A PROTEÇÃO DE DEVEDORES DE CRÉDITO À HABITAÇÃO EM SITUAÇÃO ECONÓMICA MUITO DIFÍCIL (1ª ALTERAÇÃO À LEI N.º 5/2012, DE 9 DE NOVEMBRO) Exposição de motivos

Leia mais

LEI N.º 15/2001, DE 5 DE JUNHO Artigo 1.º ÍNDICE. Lei n.º 15/2001

LEI N.º 15/2001, DE 5 DE JUNHO Artigo 1.º ÍNDICE. Lei n.º 15/2001 LEI N.º 15/2001, DE 5 DE JUNHO Artigo 1.º Lei n.º 15/2001 Artigo 1.º Regime Geral das Infracções Tributárias... 15 Artigo 2.º Norma revogatória... 16 Artigo 5.º Alteração da Lei das Finanças Locais...

Leia mais

FACULDADE DOM BOSCO Credenciada através da Portaria nº. 2.387 de 11/08/2004, publicada no D.O.U. de 12/08/2004. Resolução nº 001/011

FACULDADE DOM BOSCO Credenciada através da Portaria nº. 2.387 de 11/08/2004, publicada no D.O.U. de 12/08/2004. Resolução nº 001/011 Resolução nº 001/011 Regulamentar a Arbitragem Expedita. do Curso de Direito; - Considerando a necessidade de Regulamentar a Arbitragem Expedita O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão aprovou, e eu

Leia mais

Regulamento do pagamento de propinas e outras taxas de frequência do Instituto Politécnico de Leiria PREÂMBULO

Regulamento do pagamento de propinas e outras taxas de frequência do Instituto Politécnico de Leiria PREÂMBULO DESPACHO N.º /2015 Regulamento do pagamento de propinas e outras taxas de frequência do Instituto Politécnico de PREÂMBULO Considerando a experiência adquirida no Instituto Politécnico de (IP) com a aplicação

Leia mais

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO (EXEMPLO) Março 2015. Avaliação e Financiamento de Unidades de Investigação

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO (EXEMPLO) Março 2015. Avaliação e Financiamento de Unidades de Investigação PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO (EXEMPLO) Março 2015 Avaliação e Financiamento de Unidades de Investigação Protocolo de Colaboração (Exemplo) O Termo de Aceitação (TA) do financiamento atribuído pela Fundação

Leia mais

CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO Rafael Carvalho Rezende Oliveira 2ª para 3ª edição

CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO Rafael Carvalho Rezende Oliveira 2ª para 3ª edição A 3ª edição do livro CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO foi atualizada com o texto do PL de novo CPC enviado pelo Congresso Nacional à sanção presidencial em 24.02.2015. Em razão da renumeração dos artigos

Leia mais

MANUAL DE CANDIDATURA A PRESIDENTE DA REPÚBLICA

MANUAL DE CANDIDATURA A PRESIDENTE DA REPÚBLICA MANUAL DE CANDIDATURA A PRESIDENTE DA REPÚBLICA PR 2016 LEI ELEITORAL para o PRESIDENTE DA REPÚBLICA (LEPR) Decreto-Lei nº 319-A/76, de 3 de maio Com as alterações introduzidas pelas pelos seguintes diplomas

Leia mais

M U N I C Í P I O D E V A L E N Ç A C ÂM ARA MUNIC I PAL

M U N I C Í P I O D E V A L E N Ç A C ÂM ARA MUNIC I PAL REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO Nota justificativa Os municípios são autarquias locais que têm como objetivo primordial a prossecução dos interesses próprios e comuns dos respetivos

Leia mais

Seguro Garantia É o seguro que garante o fiel cumprimento das obrigações assumidas pelo tomador perante o segurado, conforme os termos da apólice.

Seguro Garantia É o seguro que garante o fiel cumprimento das obrigações assumidas pelo tomador perante o segurado, conforme os termos da apólice. 2 Definição Seguro Garantia É o seguro que garante o fiel cumprimento das obrigações assumidas pelo tomador perante o segurado, conforme os termos da apólice. Partes Seguradora - Sociedade de seguros garantidora,

Leia mais

Regulamento das Custas Processuais

Regulamento das Custas Processuais Regulamento das Custas Processuais Aprovado pelo Decreto-Lei n o 34/2008, de 26 de Fevereiro. O presente diploma entra em vigor no dia 20 de Abril de 2009 conforme disposto na Lei n o 64-A/2008, de 31

Leia mais

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL PORTARIA CONJUNTA Nº 900, DE 19 DE JULHO DE 2002. Disciplina o pagamento ou parcelamento de débitos de que trata o art. 11 da Medida Provisória nº 38, de 14 de maio de 2002.

Leia mais

Processo de arbitragem n.º 78/2015. Sentença

Processo de arbitragem n.º 78/2015. Sentença Processo de arbitragem n.º 78/2015 Demandante: A Demandada: B Árbitro único: Jorge Morais Carvalho Sentença I Processo 1. O processo correu os seus termos em conformidade com o Regulamento do Centro Nacional

Leia mais

Março é mês de pagamento especial por conta

Março é mês de pagamento especial por conta Março é mês de pagamento especial por conta Ao contrário do que constava da proposta de lei, não se verificam grandes alterações no regime fiscal dos pagamentos especiais por conta em consequência da reforma

Leia mais

Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo

Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo Acórdãos STA Processo: 0409/11 Data do Acordão: 11-05-2011 Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo Tribunal: Relator: Descritores: Sumário: 2 SECÇÃO ISABEL MARQUES DA SILVA RECLAMAÇÃO PRESCRIÇÃO DO

Leia mais

9 de Junho 2014 Contencioso de Cobrança

9 de Junho 2014 Contencioso de Cobrança PROCEDIMENTO EXTRAJUDICIAL PRÉ-EXECUTIVO A Lei n.º 32/2014, de 30 de Maio, aprovou o procedimento extrajudicial pré-executivo (PEPEX), que visa a identificação de bens penhoráveis antes de ser instaurada

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO CONSELHO NACIONAL PARA A ECONOMIA SOCIAL

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO CONSELHO NACIONAL PARA A ECONOMIA SOCIAL REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO CONSELHO NACIONAL PARA A ECONOMIA SOCIAL CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS Artigo 1. (Natureza) O Conselho Nacional para a Economia Social, adiante também identificado como CNES,

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2015 R E S O L V E:

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2015 R E S O L V E: ESTADO DO PARANÁ INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2015 O Desembargador Fernando Wolff Bodziak, 2º Vice-Presidente e Supervisor-Geral dos Juizados Especiais, no uso de suas atribuições legais e CONSIDERANDO o

Leia mais

Seguro Garantia - Seguro que garante o fiel cumprimento das obrigações assumidas pelo tomador perante o segurado, conforme os termos da apólice.

Seguro Garantia - Seguro que garante o fiel cumprimento das obrigações assumidas pelo tomador perante o segurado, conforme os termos da apólice. GUIA DE SEGURO GARANTIA PARA CONSULTA FENSEG QUEM SÃO AS PARTES Seguro Garantia - Seguro que garante o fiel cumprimento das obrigações assumidas pelo tomador perante o segurado, conforme os termos da apólice.

Leia mais

TRIBUNAL ARBITRAL DO DESPORTO REGULAMENTO DO SERVIÇO DE CONSULTA

TRIBUNAL ARBITRAL DO DESPORTO REGULAMENTO DO SERVIÇO DE CONSULTA TRIBUNAL ARBITRAL DO DESPORTO REGULAMENTO DO SERVIÇO DE CONSULTA REGULAMENTO DO SERVIÇO DE CONSULTA INDICE ARTIGO 1.º - Norma habilitante ARTIGO 2.º - Serviços de consulta ARTIGO 3.º - Requerimento ARTIGO

Leia mais

Sumários de Acórdãos do

Sumários de Acórdãos do 2013 Sumários de Acórdãos do Tribunal Constitucional Direito do Trabalho Centro Informático 2014 ADVERTÊNCIA O texto aqui apresentado foi disponibilizado antes da publicação, pelo que pode não coincidir

Leia mais

Lei nº 37/81, de 3 de Outubro

Lei nº 37/81, de 3 de Outubro Lei nº 37/81, de 3 de Outubro TÍTULO I Atribuição, aquisição e perda da nacionalidade CAPÍTULO I Atribuição da nacionalidade Artigo 1.o Nacionalidade originária 1 São portugueses de origem: a) Os filhos

Leia mais

Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil - São Paulo

Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil - São Paulo REGULAMENTO DO CENTRO DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DA CÂMARA PORTUGUESA DE COMÉRCIO NO BRASIL SÃO PAULO Artigo 1º O Centro de Arbitragem 1.1. O Centro de Mediação e Arbitragem da Câmara Portuguesa de Comércio

Leia mais

Projeto de Decreto-Lei de regulamentação do Balção Nacional do Arrendamento. Preâmbulo

Projeto de Decreto-Lei de regulamentação do Balção Nacional do Arrendamento. Preâmbulo Projeto de Decreto-Lei de regulamentação do Balção Nacional do Arrendamento Preâmbulo A Lei n.º 31/2012, de 27 de fevereiro aprovou medidas destinadas a dinamizar o mercado de arrendamento urbano, alterando

Leia mais

DECRETO Nº 2.547-R DE 13/07/2010 DOE-ES de 14/07/2010

DECRETO Nº 2.547-R DE 13/07/2010 DOE-ES de 14/07/2010 GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO DECRETO Nº 2.547-R DE 13/07/2010 DOE-ES de 14/07/2010 Introduz alterações no RICMS/ES, aprovado pelo Decreto n.º 1.090- R, de 25 de outubro de 2002. O GOVERNADOR

Leia mais

S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA Despacho n.º 341/2015 de 6 de Fevereiro de 2015

S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA Despacho n.º 341/2015 de 6 de Fevereiro de 2015 S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA Despacho n.º 341/2015 de 6 de Fevereiro de 2015 Considerando que nos termos do disposto na Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas o empregador público deve elaborar regulamentos

Leia mais

Conselho da Justiça Federal

Conselho da Justiça Federal RESOLUÇÃO Nº 440, DE 30 DE MAIO DE 2005 Dispõe sobre o pagamento de honorários de advogados dativos, peritos, tradutores e intérpretes, em casos de assistência judiciária gratuita e disciplina os procedimentos

Leia mais

de Ofertas de Emprego REGULAMENTO ESPECÍFICO

de Ofertas de Emprego REGULAMENTO ESPECÍFICO Incentivo à Aceitação de Ofertas de Emprego REGULAMENTO ESPECÍFICO Incentivo à aceitação de Ofertas de Emprego Regulamento Específico Página 1 de 20 Incentivo à aceitação de Ofertas de Emprego Regulamento

Leia mais

ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE. Data: 2016-01-14 Pág. 1 de 13

ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE. Data: 2016-01-14 Pág. 1 de 13 ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE Data: 2016-01-14 Pág. 1 de 13 Artigo 1.º Âmbito Em cumprimento do disposto no Artigo 158.º, n.º 3, do Anexo I, da Lei n.º 147/2015, de 9 de setembro (que aprova

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DA LOUSÃ

CÂMARA MUNICIPAL DA LOUSÃ CÂMARA MUNICIPAL DA LOUSÃ Regulamento das Taxas e Preços Municipais Nota justificativa A disciplina legal atinente à matéria das taxas a cobrar pelas autarquias locais encontra-se plasmada na Lei que estabelece

Leia mais

Agências de Viagens e Turismo. O que o cliente deve saber

Agências de Viagens e Turismo. O que o cliente deve saber Agências de Viagens e Turismo O que o cliente deve saber Agências de Viagens e Turismo O que o cliente deve saber Índice pág. 1. Informações relevantes 1.1. Antes da viagem 1.2. Durante a viagem 1.3.

Leia mais

UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE REGULAMENTO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM REGIME PÓS-LABORAL

UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE REGULAMENTO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM REGIME PÓS-LABORAL UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE REGULAMENTO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM REGIME PÓS-LABORAL Preâmbulo A necessidade de expandir a informação superior dos profissionais integrados no mercado trabalho constitui

Leia mais

INFORMAÇÕES PRÉ-CONTRATUAIS PARA PARTICULARES RENTING GO EXPRESS

INFORMAÇÕES PRÉ-CONTRATUAIS PARA PARTICULARES RENTING GO EXPRESS INFORMAÇÕES PRÉ-CONTRATUAIS PARA PARTICULARES RENTING GO EXPRESS Valor da retribuição a pagar pelo Cliente 4ª Valor da retribuição a pagar pelo Cliente 1. Os serviços prestados pela LeasePlan em conformidade

Leia mais

CAPÍTULO I Disposições gerais

CAPÍTULO I Disposições gerais ESTATUTOS DO CONSELHO DAS FINANÇAS PÚBLICAS Aprovados pela Lei n.º 54/2011, de 19 de outubro, com as alterações introduzidas pelo artigo 187.º da Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro (Grafia adaptada em

Leia mais

REGULAMENTO BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO PARA ESTRANGEIROS

REGULAMENTO BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO PARA ESTRANGEIROS I. DISPOSIÇÕES GERAIS Artº 1º 1. Com o fim de estimular a difusão da cultura portuguesa em países estrangeiros, a Fundação Calouste Gulbenkian, através do Serviço de Bolsas Gulbenkian, concede bolsas de

Leia mais

3. Quais são as restrições existentes, se as houver, quanto ao tipo de provas que podem ser obtidas através de videoconferência?

3. Quais são as restrições existentes, se as houver, quanto ao tipo de provas que podem ser obtidas através de videoconferência? Itália 1. É possível a obtenção de provas através de videoconferência com a participação de um tribunal do Estado-Membro requerente ou directamente por um tribunal desse Estado-Membro? Em caso afirmativo,

Leia mais

ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE. CAPÍTULO I Estatuto do Provedor

ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE. CAPÍTULO I Estatuto do Provedor ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE Artigo 1.º Âmbito Em cumprimento do disposto no Artigo 158.º, n.º 3, do Anexo I, da Lei n.º 147/2015, de 9 de setembro (que aprova o regime jurídico de acesso

Leia mais

RERD. Regime Excecional de Regularização de Dívidas Fiscais e à Segurança Social FAQS

RERD. Regime Excecional de Regularização de Dívidas Fiscais e à Segurança Social FAQS RERD Regime Excecional de Regularização de Dívidas Fiscais e à Segurança Social FAQS Nota: As questões e respostas aqui indicadas destinam-se a exemplificar a aplicação prática do regime excecional de

Leia mais

Lei n.º 23/2010, de 30 de agosto. Artigo 1.º Alterações à Lei n.º 7/2001, de 11 de maio

Lei n.º 23/2010, de 30 de agosto. Artigo 1.º Alterações à Lei n.º 7/2001, de 11 de maio Lei n.º 23/2010, de 30 de agosto A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.º Alterações à Lei n.º 7/2001, de 11 de maio Os artigos

Leia mais

O PROCESSO JUDICIAL E A PERÍCIA - CONSIDERAÇÕES INICIAIS

O PROCESSO JUDICIAL E A PERÍCIA - CONSIDERAÇÕES INICIAIS Curso de Avaliações Prof. Carlos Aurélio Nadal cnadal@ufpr.br AULA 01 O PROCESSO JUDICIAL E A PERÍCIA - CONSIDERAÇÕES INICIAIS Conflito de interesses - duas pessoas possuem interesse sobre o mesmo bem

Leia mais

Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Oliveira de Azeméis

Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Oliveira de Azeméis Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Oliveira de Azeméis PREÂMBULO O voluntariado é definido como um conjunto de ações e interesses sociais e comunitários, realizadas de forma desinteressada

Leia mais

CARTA DE. Identificação. públicos. imparcialidade. Pública. 1 Estado de Direito. Democrático. 7 Justiça. 3 Isenção. Fonte: PLACOR

CARTA DE. Identificação. públicos. imparcialidade. Pública. 1 Estado de Direito. Democrático. 7 Justiça. 3 Isenção. Fonte: PLACOR REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE CARTA DE SERVIÇO DO TRIBUNAL ADMINISTRATIVO I. Identificação da Instituição Tribunal Administrativo II. Missão Garantir a justiça administrativa, fiscal e aduaneira ao cidadão,

Leia mais

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS. Decreto-Lei n.º 215/89, de 1 de Julho (Revisto pelo Decreto-Lei n.º 198/2001, de 3 de Julho)

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS. Decreto-Lei n.º 215/89, de 1 de Julho (Revisto pelo Decreto-Lei n.º 198/2001, de 3 de Julho) ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS Decreto-Lei n.º 215/89, de 1 de Julho (Revisto pelo Decreto-Lei n.º 198/2001, de 3 de Julho) Artigo 2.º Conceito de benefício fiscal e de despesa fiscal e respectivo controlo

Leia mais

Contratação. Contrato de trabalho

Contratação. Contrato de trabalho Contratação Contrato de trabalho O contrato de trabalho pode ser escrito ou verbal. Contudo, os seguintes contratos têm de ser reduzidos a escrito: Contrato de trabalho com trabalhador estrangeiro (exceto

Leia mais

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO 5910 Diário da República, 1.ª série N.º 201 17 de outubro de 2012 MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO Decreto-Lei n.º 225/2012 de 17 de outubro O Decreto -Lei n.º 27 -C/2000, de 10 de março, que cria o

Leia mais

Regulamento de Bolsas de Investigação Científica da Fundação BIAL

Regulamento de Bolsas de Investigação Científica da Fundação BIAL Regulamento de Bolsas de Investigação Científica da Fundação BIAL PREÂMBULO Tendo como objetivo incentivar a investigação centrada sobre o Homem, tanto sob os aspetos físicos como sob o ponto de vista

Leia mais

Alterações ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas

Alterações ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas Alterações ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas O Governo divulgou recentemente um conjunto de medidas de revisão e aperfeiçoamento do atual Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas,

Leia mais

ACTA DE REUNIÃO DE TRABALHO

ACTA DE REUNIÃO DE TRABALHO NOME José Henrique Delgado Carvalho Teresa Maria de Melo Madail Manuel Nunes Ferreira Fernando J. F. Brites Maria Manuela Araújo Novais Estrela Celeste Simões Agentes de Execução INTERVENIENTES FUNÇÃO

Leia mais

Curso Preparatório para o Concurso Público do TRT 12. Noções de Direito Processual Civil Aula 1 Prof. Esp Daniel Teske Corrêa

Curso Preparatório para o Concurso Público do TRT 12. Noções de Direito Processual Civil Aula 1 Prof. Esp Daniel Teske Corrêa Curso Preparatório para o Concurso Público do TRT 12 Noções de Direito Processual Civil Aula 1 Prof. Esp Daniel Teske Corrêa Sumário Jurisdição Competência Ação Partes, Ministério Público e Intervenção

Leia mais

MUNICÍPIO DO PORTO SANTO CÂMARA MUNICIPAL

MUNICÍPIO DO PORTO SANTO CÂMARA MUNICIPAL CADERNO DE ENCARGOS PROCESSO Nº 3 RH-2015 Apoio Técnico na área de Gestão de Recursos Humanos - Prestação de Serviços Ajuste Direto 1 de 10 ÍNDICE CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS... 3 Cláusula 1.ª - Objecto...

Leia mais

II. Contrato Principal: o documento contratual, seus aditivos e anexos, que especificam as obrigações e direitos do segurado e do tomador.

II. Contrato Principal: o documento contratual, seus aditivos e anexos, que especificam as obrigações e direitos do segurado e do tomador. SEGURO-GARANTIA - CONDIÇÕES GERAIS Este seguro garante o fiel cumprimento das obrigações assumidas pelo tomador no contrato principal, firmado com o segurado, conforme os termos da apólice. I. Seguro-Garantia:

Leia mais

a) conjunto de atos administrativos tendentes ao reconhecimento de uma situação jurídica pertinente à relação entre o Fisco e o contribuinte

a) conjunto de atos administrativos tendentes ao reconhecimento de uma situação jurídica pertinente à relação entre o Fisco e o contribuinte Unidade VIII I. PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO 1. Acepções e espécies a) conjunto de atos administrativos tendentes ao reconhecimento de uma situação jurídica pertinente à relação entre o Fisco e o

Leia mais

Pº C.Co.36/2012 SJC-CT

Pº C.Co.36/2012 SJC-CT Pº C.Co.36/2012 SJC-CT Consulente: Registo Nacional de Pessoas Coletivas. Sumário: Publicação das alterações de estatutos das fundações com natureza de Instituições Particulares de Solidariedade Social(IPSS)

Leia mais

Murillo Lo Visco 1 Editora Ferreira

Murillo Lo Visco 1 Editora Ferreira Olá pessoal! Sabemos que se aproxima a prova do concurso destinado a selecionar candidatos para provimento de vagas no cargo de Fiscal de Rendas de 3ª Categoria, do quadro da Secretaria de Estado de Fazenda

Leia mais

INCIDENTE DE QUALIFICAÇÃO (Arts. 185 a 191 do CIRE)

INCIDENTE DE QUALIFICAÇÃO (Arts. 185 a 191 do CIRE) INCIDENTE DE QUALIFICAÇÃO (Arts. 185 a 191 do CIRE) Artigo 185.º Tipos de insolvência A insolvência é qualificada como culposa ou fortuita, mas a qualificação atribuída não é vinculativa para efeitos da

Leia mais

FUNDO DE COMPENSAÇÃO DO TRABALHO (FCT) MECANISMO EQUIVALENTE (ME) FUNDO DE GARANTIA DA COMPENSAÇÃO DO TRABALHO (FGCT)

FUNDO DE COMPENSAÇÃO DO TRABALHO (FCT) MECANISMO EQUIVALENTE (ME) FUNDO DE GARANTIA DA COMPENSAÇÃO DO TRABALHO (FGCT) Informação n.º 3/2013 08/novembro/2013 FUNDO DE COMPENSAÇÃO DO TRABALHO (FCT) MECANISMO EQUIVALENTE (ME) FUNDO DE GARANTIA DA COMPENSAÇÃO DO TRABALHO (FGCT) Legislação O Orçamento de estado para 2013,

Leia mais

PRÁCTICA PROCESSUAL CIVIL

PRÁCTICA PROCESSUAL CIVIL PRÁCTICA PROCESSUAL CIVIL 3ª Sessão Carla de Sousa Advogada 1º Curso de Estágio 2011 1 Síntese da Sessão II Patrocínio Judiciário Mandato judicial Poderes conferidos Representação sem mandato Insuficiência

Leia mais

Ministério da Administração do Território

Ministério da Administração do Território Ministério da Administração do Território A Lei Da Nacionalidade Lei N.º 01/05 De 01 de Julho Tornando se necessário proceder a alterações das principais regras sobre a atribuição, aquisição e perda da

Leia mais

Novas regras para insolvência avançam em Maio, mas falta regular actividade dos gestores.

Novas regras para insolvência avançam em Maio, mas falta regular actividade dos gestores. Administradores de insolvência ainda sem estatuto Novas regras para insolvência avançam em Maio, mas falta regular actividade dos gestores. Económico, 23-04-12 As novas regras para o processo de insolvência

Leia mais

Gouvijovem. Programa de Apoio à Fixação de Jovens no Concelho de Gouveia. Regulamento

Gouvijovem. Programa de Apoio à Fixação de Jovens no Concelho de Gouveia. Regulamento Gouvijovem Programa de Apoio à Fixação de Jovens no Concelho de Gouveia Regulamento Gouvijovem Programa de Apoio à Fixação de Jovens no Concelho de Gouveia Regulamento Preâmbulo O Concelho de Gouveia vem

Leia mais

CONTRATO DE COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA UNIDADES DE MICROPRODUÇÃO

CONTRATO DE COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA UNIDADES DE MICROPRODUÇÃO CONTRATO DE COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA UNIDADES DE MICROPRODUÇÃO Entre, com sede em, com o capital social de ( Euros), matriculada na Conservatória do Registo Comercial de, com o número de matrícula e

Leia mais

Modelos artigo 15ºA da Portaria 331-B/2009

Modelos artigo 15ºA da Portaria 331-B/2009 Modelos artigo 15ºA da Portaria 331-B/2009 Implementação de actos específicos para cumprimento do disposto no artigo 15ºA da Portaria 331-B/2009 de 30 de Março. Proposta de modelos para SISAAE/GPESE e

Leia mais

OFÍCIO CIRCULAR Nº 2 / DGPGF / 2015

OFÍCIO CIRCULAR Nº 2 / DGPGF / 2015 OFÍCIO CIRCULAR Nº 2 / DGPGF / 2015 Às Escolas Básicas e Secundárias. Agrupamentos de Escolas Escolas Profissionais Públicas. X X X DATA: 2015/janeiro/07 ASSUNTO: Processamento de Remunerações em 2015

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL PARA EMPRÉSTIMO OU COMPARTICIPAÇÃO NA AQUISIÇÃO DE MANUAIS ESCOLARES NOTA JUSTIFICATIVA:

REGULAMENTO MUNICIPAL PARA EMPRÉSTIMO OU COMPARTICIPAÇÃO NA AQUISIÇÃO DE MANUAIS ESCOLARES NOTA JUSTIFICATIVA: REGULAMENTO MUNICIPAL PARA EMPRÉSTIMO OU COMPARTICIPAÇÃO NA AQUISIÇÃO DE MANUAIS ESCOLARES NOTA JUSTIFICATIVA: Considerando que, decorrente da imposição da lei fundamental, incumbe ao Estado assegurar

Leia mais

Legislação MINISTÉRIO DA JUSTIÇA. Decreto-Lei n.º 177/2014, de 15 de dezembro

Legislação MINISTÉRIO DA JUSTIÇA. Decreto-Lei n.º 177/2014, de 15 de dezembro Legislação Diploma Decreto-Lei n.º 177/2014, de 15 de dezembro Estado: vigente Resumo: Cria o procedimento especial para o registo de propriedade de veículos adquirida por contrato verbal de compra e venda,

Leia mais

São serviços de comunicações eletrónicas os serviços oferecidos mediante

São serviços de comunicações eletrónicas os serviços oferecidos mediante O que são serviços de comunicações eletrónicas? São serviços de comunicações eletrónicas os serviços oferecidos mediante remuneração e que consistem no envio de sinais através de redes de comunicações

Leia mais

Vamos lá... *** a) Artigo 168: No caso de interrupção de pagamento de débito parcelado, o saldo proporcional

Vamos lá... *** a) Artigo 168: No caso de interrupção de pagamento de débito parcelado, o saldo proporcional Olá pessoal, tudo bem? Muitos estudos? Espero que sim. Vou começar a trabalhar com vocês alguns aspectos importantes da Legislação do ICMS RJ que podem ser cobrados no próximo concurso para Auditor Fiscal

Leia mais

Decreto-Lei n.º 142/99 de 30 de Abril

Decreto-Lei n.º 142/99 de 30 de Abril Decreto-Lei n.º 142/99 de 30 de Abril A Lei n.º 100/97, de 13 de Setembro, estabelece a criação de um fundo, dotado de autonomia financeira e administrativa, no âmbito dos acidentes de trabalho. O presente

Leia mais