Os Apelos Oferecidos ao Receptor e Suas Gratificações

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Os Apelos Oferecidos ao Receptor e Suas Gratificações"

Transcrição

1 Os Apelos Oferecidos ao Receptor e Suas Gratificações Dissertação de Mestrado. Eliana de Almeida Rosa Archilla Universidade Metodista de São Paulo Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social São Bernardo do Campo Resumo Este estudo enfoca as escolhas que os telespectadores fazem, após assistirem às chamadas de filmes a ser apresentados no dia seguinte pela TV Globo, uma emissora brasileira líder de audiência. Nosso interesse foi descobrir quais apelos, presentes nessas chamadas, foram mais eficientes em levar os telespectadores à escolha dos filmes. Analisamos o conteúdo de 174 chamadas (58 dias de programação de TV). O resultado tem mostrado que os telespectadores tendem a escolher as chamadas apresentadas por último (efeito da ordem de apresentação) e os filmes a que já haviam assistido. A pesquisa utilizou a teoria de Usos e Gratificações para categorizar os apelos apresentados nas chamadas. Palavras-chave: telespectadores, apelos, filmes, usos e gratificações. Abstract This study focuses on the choices that TV viewers make after viewing the announcements of movies to be shown the next day by TV Globo, a leading Brazilian TV station. Our interest was to discover which appeals presented in the announcements were more effective in eliciting viewers choices of the movies. A total of 174 TV announcements (58 days of TV programming) were content-analyzed. Results have shown that viewers tend to choose the announcement presented last (order effect) and movies that they have already seen. The research used a uses and gratification approach to, categorize the appeals presented in the announcements. Key words: TV viewers, appeals, movies, uses and gratification. Introdução O objetivo principal deste trabalho foi analisar os apelos que estimulam o receptor a escolher um determinado filme. O receptor do Intercine, programa veiculado através de um poderoso meio de comunicação a televisão, não é um ser passivo. Ele interage por meio de sua escolha, optando por um dos filmes ofertados. Abordamos a evolução dos gêneros dos filmes até chegar à televisão, a motivação humana, a retórica, dada a seu poder de persuasão, e a teoria de Usos e Gratificações, segundo a qual o receptor é um ser ativo. O objeto de estudo 1

2 O objeto deste estudo é a ação interativa da televisão, que analisamos a partir de um estudo sobre a relação do sujeito-receptor com o programa Intercine, transmitido pela Rede Globo de Televisão. O método utilizado pela emissora para atrair o receptor consiste na apresentação, todas as noites, de uma seleção de filmes, com várias chamadas. O telespectador assiste a elas e pode ligar para os telefones indicados, escolhendo aquele a que deseja assistir no dia seguinte. Ao final, as ligações são computadas e o filme que obteve o maior número de ligações é o escolhido. A reflexão sobre as escolhas nos permitiu avaliar as motivações que levam o telespectador a optar por esta programação, que tem mantido elevados índices de audiência porque permite ao receptor a oportunidade de escolher o filme a que gostaria de assistir. Esse aspecto inovador foi justamente o que tornou relevante a sua análise. tabela 1 audiência domiciliarparticipaçãototal de telespectadores18%69% Pela tabela acima, observa-se que o programa Intercine tem mantido uma audiência representativa, o que significa ter passado pelo crivo dos receptores. Dados do Ibope (1996, p. 43) mostram que o índice de participação do programa é de 69% pontos percentuais. Isto quer dizer que, de cada 100 aparelhos ligados neste horário, 69 estão ligados no Intercine. O alcance do programa é de 18% dos domicílios. Os dados apresentados na tabela demonstram, o alcance do programa Intercine e justificam tratá-lo como um instrumento, que promove a interação, a comunicação, com o público. Filmes e interação As primeiras décadas do século XX foram marcantes para a comunicação de massa, que multiplicou e agilizou as informações, as idéias, as crenças e as atitudes, que se desvaneciam no momento seguinte. Cada vez mais se diversificam os meios de comunicação de massa e os receptores. Considerando que o receptor interage com a TV-emissor, suas necessidades têm de ser detectadas e consideradas para que se provoque a adequada motivação. Teobaldo de Andrade (1993, p. 11) afirma que a massa é formada por várias pessoas, sem contigüidade espacial, que participam de um mesmo comportamento coletivo frente a um evento excitante. Na interação via TV, os receptores estão fisicamente distantes, mas unidos por determinados programas. Essa é uma forma de relacionamento humano interpessoal, característico das sociedades urbano-industriais, que fortalece a interatividade entre emissor e receptor. Neste estudo, consideramos o receptor como sujeito que interage, buscando na TV satisfação de necessidades múltiplas. Entre os programas que visam a essa satisfação encontram-se os filmes, que têm origem antes mesmo da TV. A interatividade ocorre quando se usam os veículos apropriados para esse fim. Segundo Cesca (1995, p. 29), veículos de comunicação massiva são aqueles capazes de levar a um grande número de pessoas, rapidamente, uma mensagem, atingindo diferentes públicos de forma indistinta e simultânea. Quando foi inventado, o filme tinha por finalidade proporcionar prazer ao público, embora, ocasionalmente, fosse utilizado como marketing. O filme que atendesse às 2

3 gratificações primárias (ligadas às necessidades básicas do homem, como sexo, amor, riso) era o que obtinha receita mais lucrativa. A produção de filmes não foi linear, pois sofreu influência dos vários momentos históricos. Sua origem se dá no cinema. Segundo Paraire (1994, p ), o cinema percorreu uma trajetória de diferentes fases. Nas primeiras duas décadas da sua história, prevaleceu o gênero heróico, do cinema mudo. Na década de 30, já com o cinema falado, introduziu-se a temática de questões sociais, devido ao período entre guerras. A Segunda Guerra Mundial estimula a realização de filmes antinazistas, de caráter patriótico, que refletiam a indignação do momento. Na década de 50 renasce a temática das epopéias, o filme histórico, que sustenta a idéia dos vencedores, presente na mentalidade coletiva. É neste momento que surge o filme em cores, oferecendo mais espetáculo ao receptor. Com o surgimento da TV, o cinema entra em declínio. Evidentemente, o rápido crescimento da televisão, iniciado no final dos anos 40 e prosseguindo pela década seguinte, teve o mais profundo efeito possível na utilização em massa do cinema. (DeFleur & Ball-Rokeach, 1993, p ). A televisão permitiu um dinamismo aos fatos, impossível ser acompanhado pelo cinema, que precisou então mudar sua técnica para cativar o público. Na década de 80, o cinema passa a enfrentar outro concorrente forte, o videocassete, que proporciona ao receptor domínio maior sobre aquilo a que quer assistir (Araújo, 1995, p ). Para enfrentar essa competição, o cinema torna-se comercial, visando a satisfazer as necessidades do público. A televisão a cabo expande-se na década de 90, e a TV busca novas formas de atrair o receptor. É nesse contexto que surge o Intercine como uma opção interativa, que permite ao cidadão comum buscar satisfação para suas necessidades básicas inerentes à condição de ser social. A conquista do receptor O rápido avanço da tecnologia e das mudanças sociais exige medidas imediatas para se sobreviver no mundo competitivo que se instala, no qual as necessidades têm de ser previstas, analisadas e satisfeitas. Por um longo tempo, os meios de comunicação de massa não consideraram os aspectos psicológicos que determinam as atitudes dos receptores, mas há duas décadas vêm se realizando pesquisas cada vez mais minuciosas sobre a relação entre emissor e receptor no processo de comunicação. O receptor ora se confunde com o consumidor social ora com o desbravador de si mesmo: é um consumidor que não se resume a depositário sedento do irrefletido de desejos, nem uma busca desesperada de si; é um receptor que entre o presente e o futuro luta para não ter o real como pesadelo, um sonho mais difícil de ser enfrentado que o próprio sonho; é como se o real não coubesse mais ao homem, nem mesmo a esperança (Sousa, org., 1995, p. 23). O homem não apenas se submete, também cria cultura, regras, normas, símbolos, crenças e instituições sociais. É um indivíduo que sonha, quer, critica, escolhe e interage. Para interagir adequadamente, o homem precisa ser socializado, isto é, introduzido nas regras e comportamentos sociais. Para isso contribuem vários agentes: 3

4 a família, os vizinhos, os amigos e a televisão, hoje um dos agentes mais influentes na vida da criança. A socialização exige um processo eficaz de comunicação. Comunicar é uma troca de experiências socialmente significativas; é um esforço para a convergência de perspectivas, a reciprocidade de pontos de vista e, implica, dessa forma, certo grau de ação conjugada ou cooperação (Menezes, 1973, p. 151). Toda comunicação pressupõe um emissor, uma mensagem, um canal e um receptor. Neste estudo, o emissor oferece os filmes, passando ao receptor seu tema, usando a televisão como canal; o receptor recebe a mensagem, que provoca uma reação; e o telefone é o canal que o receptor utiliza para comunicar-se como emissor, estabelecendo a interação. Segundo Berlo (1991, p. 50), a forma como as mensagens são transmitidas influencia o receptor, inclusive quanto à escolha de programas ou filmes. O receptor é um participante do processo e assim a comunicação torna-se completa, porque flui em dois sentidos: do emissor ao receptor e do receptor ao emissor. Desse modo, quando o receptor tem a possibilidade de escolha, estabelece-se um processo dialógico, permitindo a interação. Para cativar e seduzir o receptor neste processo interativo, o emissor, com vistas a manter a audiência, ofereceu no programa Intercine filmes com gêneros e apelos diversificados, pelos quais o receptor pode optar. O gênero não nasce ao acaso, é fruto e reflexo de um contexto historicamente determinado. Mas um gênero não morre, porque traz em seu cerne o seu movimento dialético, ou seja, um gênero propicia o nascimento de outro, adaptado às novas necessidades sociais e psicológicas de uma determinada sociedade. O gênero é a codificação historicamente atestada de propriedades discursivas, é fácil conceber a ausência de cada uma das duas componentes dessa definição: a realidade histórica e a realidade discursiva (...) Os gêneros provêm, como qualquer ato de fala, da codificação de propriedades discursivas (Todorov, 1980, p ). O fato de os diversos gêneros nascerem uns dos outros não significa que sejam um mosaico, porque, embora uns tenham elementos de outros, são unidades completas e complexas, que podem ser decodificadas, descritas e analisadas, adquirindo autonomia. Os filmes também apresentam gêneros que, embora nem sempre puros, podem ser categorizados, como se apresenta a seguir. Os filmes estão classificados por gênero, que pode ser identificado pelo tema, pelo estilo de direção, pelo desempenho dos atores, pelo tipo de cenários e pela intenção fundamental. Por essas características, é possível reunir e categorizar os filmes, de acordo com o VídeoBook (1997, p. 531). GêneroCaracterísticas Aventura ação, perigo, lutas, desafios, missões arriscadas Comédia humor, divertimento, sátira, crítica, gargalhada Documentário esporte, ecologia, cultura, educação, reportagens Drama sentimentos, ambições, vitórias e derrotas, super-ação Épicos epopéias, momentos históricos, heróis, megaproduções Erótico atração, desejo, sensualidade, fascínio, sedução Faroeste mocinho, bandido, duelos, tiroteios, diligências Ficção científica futuro, espaço, outros universos, novas dimensões 4

5 Guerra combate, heroísmo e bravura, sorte nas batalhas Infantil desenhos, animação, lendas, diversão, fantasia Musical canto, dança, concertos, shows, balé, ópera Policialtramas, tiras, gângsteres, crimes, investigações Religioso misticismo, fé, conflitos do coração, alegrias, aflições Romance amor, paixão, encontros e desencontros, saudades Suspense tensão, dúvidas e surpresas, fortes emoções Terror horror, pânico, vingança, medo, sobrenatural X-Rated sexo explícito, tentação, intimidade, prazeres proibidos Dada sua diversidade, o gênero é um dos mecanismos utilizados para atrair o receptor, uma vez que possibilita atender a vários públicos diferenciados. O receptor escolhe os meios de comunicação e seleciona os gêneros levando em consideração o que mais o gratifica. Em conseqüência, é importante salientar as gratificações que os receptores obtêm, uma vez que se expõem aos diversos gêneros dos meios de comunicação de massa. Mesmo na escolha dos gêneros há uma busca de gratificação, pois o gênero traz a promessa de satisfazer determinados desejos e expectativas. Berger (1992, p.69-71), Por que as pessoas escolhem este ou aquele tipo de programa? Assume-se que as pessoas escolhem certos tipos de textos baseados nas necessidades que têm e nas gratificações que eles vêem, e que ainda são participantes ativos no processos de comunicação. Para Berger (1992, p. 70) as seguintes gratificações e gêneros encontram-se comumente associados entre si: A mídia e a seleção dos usos e gratificaçõesgênerosinteressecomédiasver figurasnotícia, comédiaexperiências bonitasviagem e história de amorreferênciaeventossatisfação à curiosidade, informar-seciência, novelaidentificação, divindade, poderes divinosficção científicaencontrar distração e diversãoesportesexperiência simpatizantenovelater fortes emoções livres de culpanovela, policialencontrar modelo para imitarnovela, esportesganhar identidadecomerciais e novelareforçar a credibilidade de justiçapolicial e mistérioexperiências românticas de amornovelasver mágicas, maravilhas e milagresficção científicaver o outro cometendo errosesportes e noticiáriover a ordem imposta pelo mundociência e noticiárioparticipação na históriaeventos na mídiaresgatar poderosas emoçõespolicialsatisfação indireta dos impulsos sexuaisnovelas Explorar tabus subjetivos com impunidadenovelasobservar o feio, grotescoficção científicaver valores morais e culturais sustentadosesportesver vilões em açãoespionagem, crime mistério As gratificações, como se vê, são muito variadas, passando pelo interesse, informações, busca da beleza, referenciais, distração, identificação. Isso nos permite concluir que os receptores têm interesse em satisfazer as suas vontades e, portanto, exigem um conteúdo que venha ao encontro de suas necessidades. Explorar os motivos pelos quais as pessoas escolhem determinados filmes requer que se explore, além dos gêneros, a motivação, a retórica e usos e gratificações que levam os indivíduos a optar por determinados filmes. 5

6 O telespectador ativo Entender o termo motivação humana é a compreender o porquê de determinados comportamentos. No entanto, do ponto de vista da audiência, é preciso entender-se a motivação do receptor para análise dos filmes na TV, principalmente na forma interativa, utilizada pelo Intercine. Motivação é termo geral dado a um estado subjacente inferido que energiza o comportamento, provocando a sua ocorrência. Pesquisas fisiológicas intensas têm sido produzidas na área dos mecanismos neurais envolvidos nos estados motivacionais como fome, sede, sexo, exploração de novidades e outros. Além disso, muita pesquisa tem enfatizado os aspectos sociais da motivação, como a necessidade de consideração positiva, e também sobre o modo como formas específicas de comportamento podem ocorrer como resultado da necessidade de estabelecer formas de comunicação ou interação significativas com outras pessoas(...) (Stratton & Hayes, 1994, p. 153). Segundo Maslow, a motivação humana é determinada por uma hierarquia de necessidades que influem no comportamento. Essas necessidades humanas estão dispostas da seguinte maneira: a) necessidades fisiológicas - alimento, roupa e moradia; b) necessidade de segurança - necessidade de estar livre do medo e da privação das necessidades fisiológicas; c) necessidades sociais - necessidade de estabelecer relações com os outros; fazer parte de um grupo; d) necessidade de estima - necessidade do reconhecimento: ser reconhecido pelos outros e ser respeitado; e) necessidade de auto-realização - necessidade que as pessoas sentem de maximizar seu próprio potencial (Chiavenato, 1999, p ). Para Maslow, os indivíduos são motivados a satisfazer a necessidade preponderante em determinado momento, a qual depende da situação do indivíduo e de suas experiências anteriores. Quando uma necessidade começa a ser atendida, outro nível começa a motivar e a dominar o comportamento da pessoa. Cada necessidade deve ser pelo menos parcialmente atendida antes que outra se manifeste. O indivíduo busca constantemente a satisfação, de acordo com a hierarquização das necessidades. Assim, podemos afirmar que o espectador precisa de incentivo para sair do nível de satisfação básica e buscar outras. Outro aspecto que contribui para a escolha do receptor é a retórica. Podemos dizer que a retórica é a arte de convencer as pessoas através do diálogo. A questão da palavra e de seu poder sempre interessou ao homem, uma vez que ela sempre vem acompanhada de magia e fascínio, exercendo um grande poder na sociedade. O estudo do fascínio das palavras e da melhor maneira de convencer norteou grande parte da pesquisa antiga nesse campo em virtude de ser um instrumento poderoso. Os pitagóricos estabeleceram, para a retórica, o princípio da adequação, ou seja, A eficácia de um discurso depende das palavras que o orador produzir a partir de argumentos usados. (Neiva, 1991, p. 171). 6

7 A teoria da comunicação faz uso da retórica, considerando que é necessária uma zona comum em que se encontram tanto quem constrói o discurso quanto quem o recebe. A mídia audiovisual tem por finalidade cativar e convencer seu público. Dessa forma, consciente ou inconscientemente, utiliza a retórica de Aristóteles. Para Vigneron (1997, p. 9), a arte retórica apresenta uma metodologia extremamente rigorosa e pedagógica, em que os argumentos contêm o pathos, o ethos e o logos. Pathos são os sentimentos; ethos refere-se ao universo moral; logos ao raciocínio. Ao analisarmos a finalidade da TV na exibição de filmes, podemos considerar que o pathos (os sentimentos) é a fase em que as emoções são buscadas através das imagens exibidas pelos filmes. As imagens mais bonitas e as músicas mexem com a emoção do receptor e chamam a sua atenção em primeiro lugar. São elementos que podem convencer o telespectador a escolher um filme. O ethos, sendo o universo moral, faz com que o telespectador seja levado a escolher um filme que venha ao encontro de suas necessidades. O logos, que é o uso do raciocínio, age quando o indivíduo percebe e analisa, por meio das imagens e das chamadas, que filme melhor reforçaria as suas convicções. As mensagens exibidas nas chamadas( notícias ou atrações do próximo segmento) do filme, somadas à fala do comunicador, estimulam a decisão do indivíduo, que escolhe o conjunto que mais o convence, ou atrai, a partir dos elementos motivacionais. Outro enfoque a ser considerado é a teoria de Usos e Gratificações. Esta teoria vem ganhando espaço nas discussões para fundamentar a relação de interatividade, que parte do pressuposto do receptor ativo. (...) a perspectiva dos usos e gratificações cujo o interesse está no entendimento da decisão do receptor de escolher o meio e o conteúdo da comunicação. O escopo da teoria reside no entendimento e na explicação do por quê um indivíduo opta por passar horas do seu dia diante da TV, ouvindo rádio ou lendo um jornal. Por que o indivíduo voluntariamente decide ser um receptor em vez de engajar-se em outra atividade alternativa? Esta teoria ocupa-se de compreender os fatores que levam o receptor até os meios de comunicação e até os conteúdos que escolhe (Ruótolo, 1998, p.161). A teoria de Usos e Gratificações baseia-se nos seguintes pressupostos: O receptor é ativo e busca os meios de comunicação e os conteúdos que melhor atendam às suas necessidades e desejos. Os motivos que levam à escolha de meios e conteúdos estão sujeitos a inúmeras influências psicológicas, sociais, ambientais e conjunturais A exposição aos meios compete com outras formas potencialmente capazes de satisfazer (gratificar) os mesmos motivos (...) Ruótolo (1998, p.162). De acordo com McQuail (1993, p ), a gratificação esperada pelo espectador pode estar ligada a vários fatores: busca de orientação informativa sobre os mais diversos assuntos; comunicação interpessoal; interação parassocial, na busca de pessoas com as quais conversar, travar contato ou fazer amizades, ainda que ilusórias; entretenimento ou diversão, ou seja, simplesmente passatempo ou relaxamento. Os receptores, com base em suas gratificações, selecionam conteúdos e padrões de uso do que lhes é oferecido, a fim de se sentirem gratificados; e isso é determinante na seleção que a audiência faz. Aceitando que as motivações internas que promovem a 7

8 gratificação levam a determinadas escolhas, admitimos que o receptor dos meios de comunicação de massa é um ser ativo. À medida que a comunicação de massa apresenta uma super-simplificação culturalmente esterilizada e estereotipada de uma realidade desorganizada e não satisfatória, ela dá aos receptores a oportunidade de obter gratificação de apoio às suas teorias implícitas do mundo (McGuire in Blumler & Katz, 1974, p.175). O presente trabalho utilizou a teoria de McGuire in Blumler & Katz (1974, p ), para descrever os apelos analisados, listados a seguir: congruência: coerência; reforço: o conflito é resolvido conforme as minhas opiniões; identificação: mostra gente como eu; atribuição: eventos que estão fora do controle individual, ação do destino; categorização: fácil de ver quem é bom e quem é mau; objetivação: comparação; autonomia: participação e controle do meio ambiente; estimulação: curiosidade, desejo de conhecer novos mundos e novas aventuras; redução de tensão: relaxamento; utilitária: aprender como fazer as coisas; asserção: aprender a conquistar; modelagem: aprender novos comportamentos; relacionamento: aprender a relacionar-se com os demais; passatempo: apenas diversão; filiação: aceitação e afeição nas relações interpessoais; outros. Aspectos dos filmes apresentados no programa Intercine, como por exemplo o conteúdo ficcional, pode referir-se ao aspecto pessoal do telespectador, sugerindo necessidade de auto-estima; funções sociais podem estar relacionadas à necessidade de incorporação; funções de escape podem estar relacionadas à necessidade de aliviar a tensão e reduzir a ansiedade (Blumler & Katz, 1974, p. 23). Cada indivíduo tem as suas necessidades, que o motivam a uma determinada ação, portanto, ele reage visando a uma satisfação. Na maioria das vezes, encontra respostas para os seu problemas nos meios de comunicação de massa. Não há mais como negar que a procura de gratificações influencia o nível de exposição do indivíduo a determinados programas, porque de alguma forma estes interferem em sua vida social ou psíquica, provocando-lhe algum tipo de gratificação. Foi justamente estudando a teoria de Usos e Gratificações que percebemos a base dos apelos e a interação estabelecida com o público, que se mantém fiel ao programa Intercine. O programa Intercine possibilita ao espectador ser ativo, exercer sua participação, porque sua escolha é que determinará o que vai ser transmitido no dia seguinte. A estratégia de estabelecer este vínculo com o receptor é nova e muito promissora, pois focaliza a troca de informações imediata, ou seja, uma retroalimentação instantânea. Por este motivo, o emissor tem condições de saber automaticamente se está agradando o seu público, podendo, assim, escolher os apelos adequados que o levem a sentir a possibilidade de gratificação. A retroalimentação instantânea, que pode ser percebida 8

9 pelo número de ligações, direciona o emissor para a oferta no dia seguinte, instalandose um processo incessante de interação. Metodologia da pesquisa A partir do tema Os apelos oferecidos ao receptor e suas gratificações, definiu-se como objeto a ação interativa da televisão, a partir de um estudo sobre a relação do sujeito-receptor com o programa Intercine, que propicia ao receptor escolher o que quer assistir. Os problemas levantados foram os seguintes: Que apelos apresentados nas chamadas dos filmes exercem maior poder motivador na audiência? Que níveis de audiência são alcançadas com os filmes escolhidos? As variáveis definidas foram: Ordem de apresentação, Apelos escolhidos, Apelos apresentados, Filmes inéditos/não-inéditos, Aproveitamento, Gêneros e Audiência. Para realizar a pesquisa estabelecemos conceitos básicos com base em pesquisa bibliográfica, que nortearam a discussão, e acompanhamos e analisamos as chamadas oferecidas e as respectivas escolhas feitas pelos receptores. O acompanhamento ocorreu de outubro de 1996 a setembro de Para representar o período mencionado extraímos uma amostra de 115 (cento e quinze) dias, com três chamadas em cada dia, perfazendo 345 (trezentos e quarenta e cinco) chamadas. Por uma amostragem aleatória, selecionamos 58 (cinqüenta e oito) dias, com um total de 174 (cento e setenta e quatro) chamadas, que analisamos em várias dimensões. As chamadas incluídas na amostra foram observadas e codificadas, segundo as definições operacionais de cada variável de interesse. Os resultados das codificações foram tabulados eletronicamente e retrabalhados para fins de análise. Análise dos resultados e conclusões Por meio da análise, identificamos a tendência do receptor na escolha dos filmes, visto que não ele é um ser passivo. Sua escolha é determinada por fatores motivadores, que vão ao encontro da satisfação de suas expectativas. Dessa forma, elementos como a paixão, o sofrimento, a angústia, a alegria, o riso, os desejos, a imaginação são norteadores de sua escolha, tanto quanto o domínio que podem exercer sobre o que é transmitido, por isso nota-se uma tendência acentuada pelo já conhecido. Observa-se, também, que os filmes ofertados por último apresentaram um elevado grau de escolha pelo telespectador. No período analisado, o emissor ofereceu um percentual maior de filmes inéditos, ou seja, 118 filmes inéditos num total de 174, representando 68%, porém somente 17% foram escolhidos. Para os filmes reprisados, o emissor ofereceu apenas 56 filmes num total de 174, representando 31%, que tiveram um total de 68% de escolha do receptor. Esse número indica que o domínio sobre o que é escolhido influencia o espectador. Os dados de ordem de apresentação são também decisivos para a escolha, pois a grande maioria ocorreu com os filmes apresentados na 3.ª chamada (68%), embora este resultado possa estar confundido pela elevada incidência de filmes reprisados na 3.ª chamada. Quanto às influências dos apelos na escolha, percebe-se que os filmes mais apresentados pelo emissor e com maior percentual de filmes inéditos (70%), caracterizado pelo gênero aventura, concentram-se nos apelos de congruência. O apelo 9

10 de congruência, cujo percentual de oferta do emissor é de 26%, é aquele que vai ao encontro da necessidade que as pessoas têm de manter o equilíbrio, com liberdade, selecionando conteúdos e oferecendo oportunidades de gratificação. O indivíduo vive em constante conflito, em todos os aspectos da vida, e os meios de comunicação de massa permitem-lhe identificar e buscar soluções para seus problemas. Como exemplo de congruência citamos Jogos Patrióticos, no qual Harrison Ford, consegue evitar um atentado mas transforma a sua família em alvo de grupo terrorista. O apelo passatempo apresentou o menor percentual de filmes inéditos (38%) e ofertados (7%) pelo emissor; é caracterizado pelo gênero comédia; este apelo visa proporcionar ao receptor descontração, divertimento, prazer e alegria. Como exemplo de passatempo citamos A família Adams, Raul Júlia, Anjelica Huston e Christopher Lloyd, uma galera de arrepiar, tocando o maior terror. O filme apresenta modelos, como o da família ideal, mas ao mesmo tempo trata-se de uma família diferente que deve interagir com as famílias normais. Nessa interação, são apresentadas cenas engraçadas, que permitem a diversão ao espectador. Embora a temática seja do cotidiano, tanto personagens como a forma como se apresentam são ficcionais, permitindo ao receptor distanciar-se de seu mundo e de seus problemas para divertir-se. Na relação Oferta-Aproveitamento (escolha-audiência), percebe-se que o apelo passatempo garante um índice expressivo de audiência (15,8 pontos), gerando o maior percentual de aproveitamento (61,5%). O apelo passatempo tem o maior número de reprises apresentadas. Os apelos modelagem, utilitária e asserção foram os que geraram os maiores índices de audiência, apesar de não muito ofertados pelo emissor, mas quando oferecidos tendem a ser escolhidos pelo receptor. Nos três tipos de apelo, há a possibilidade de o receptor aprender novos comportamentos, o que leva a perceber uma busca pelo mudança. Embora fossem categorizados como outros nas tabelas anteriores, esses filmes tiveram audiência alta quando oferecido. Tem-se como orientação da audiência dos filmes o índice do apelo de congruência e de passatempo, reforçando a idéia de que, embora o passatempo não seja muito ofertado pelo emissor, garante um índice alto de audiência; mas o apelo congruência, o mais ofertado, não garante a preferência de audiência do receptor. Reforça-se a idéia de que o receptor está em busca de lazer e divertimento, por isso escolhe o passatempo, e talvez, se este apelo fosse mais apresentado e a oferta deste gênero fosse maior, isto poderia garantir um índice maior de audiência. Os dados devem considerar o período analisado, uma vez que o receptor é um receptor ativo e vários fatores podem influenciar o seu comportamento. REFERÊNCIAS BIBIOGRÁFICAS Chamada utilizada pela emissora Chamada exibida pela emissora PAGE PAGE 1 10

11 PAGE 10 IBOPE Instituto Brasileiro de Opinião e Pesquisas Estatísticas ANDRADE, Cândido Teobaldo de Souza. Para entender relações públicas. 4ª ed., São Paulo: Loyola, CESCA, Cleuza Gimenes. Comunicação dirigida escrita na empresa. São Paulo: Summus, PARAIRE, Philippe. O cinema de Hollywood. São Paulo: Martins Fontes, DEFLEUR, Melvin L., BALL-ROKEACH, Sandra. Teorias da comunicação de massa. Riode Janeiro: Jorge Zahar, ARAÚJO, Inácio. O Cinema: em movimento. Scipione: São Paulo, SOUSA, Mauro Wilton de org. Sujeito, o lado oculto do receptor. São Paulo: Brasiliense, MENEZES E.. Fundamentos sociológicos da comunicação. In. SÁ coord.) Fundamentos científicos da comunicação humana. Petrópolis: Vozes, BERLO, David K. O processo da comunicação: teoria e prática. 7ª ed.. São Paulo: Martins Fontes, TODOROV, Tzvetan. Os gêneros do discurso. São Paulo: Martins Fontes, VIDEOBOOK. Banco de dados Almir Coutinho Pollig, montado pelo cineasta Walter Lima Júnior. Editora e gráfica Polar Ltda, BERGER, Arthur Asa. Popular culture genres. Tradutor João Pires Archilla. 2 v.. California: Ed. New Burry Park, Ibidem p. 70. STRATTON, Peter & HAYES, Nicky. Dicionário de Psicologia. Pioneira. São Paulo, CHIAVENATO, Idalbeto. Teoria Geral da Administração. 5o ed.. 2v.. Rio de Janeiro: Campus, NEIVA, Eduardo JR.. Comunicação: teoria e prática social. São Paulo: Brasiliense VIGNERON, Jacques. A retórica na Comunicação Empresarial. Relatos de Pesquisa. São Paulo, RUÓTOLO, Antônio Carlos. Audiência e recepção: perspectivas. Revist Comunicação e Sociedade. São Bernardo do Campo: UMESP, No. 30, , Ibidem p McQUAIL, Denis. Actividades, satisfacciones y Usos de la Audiência. IN: Introducción a la Teoria de la Comunicación de Masas. Barcelona: Ediciones Paidós, BLUMLER, Jay G. & KATZ, Elihu. The Uses of Mass Communications. Current Perspectives on Gratifications Research. Tradução Márcia P. Tondato. III v.. Beverly Hills/ London: Sage Publications, chapter 1 p and chapter 8 p , Ibidem, p

12 Ibidem, p

DO GLOBAL AO LOCAL: TELESPECTADORES MOGIANOS ASSISTEM AO JORNAL DA TV DIÁRIO POR SE IDENTIFICAREM COM O QUE VÊEM NA TV

DO GLOBAL AO LOCAL: TELESPECTADORES MOGIANOS ASSISTEM AO JORNAL DA TV DIÁRIO POR SE IDENTIFICAREM COM O QUE VÊEM NA TV DO GLOBAL AO LOCAL: TELESPECTADORES MOGIANOS ASSISTEM AO JORNAL DA TV DIÁRIO POR SE IDENTIFICAREM COM O QUE VÊEM NA TV CRISTIANE DE SOUSA JAGENESKI RESUMO: ESTE ESTUDO TEM COMO OBJETIVO IDENTIFICAR OS

Leia mais

Negociação: conceitos e aplicações práticas. Dante Pinheiro Martinelli Flávia Angeli Ghisi Nielsen Talita Mauad Martins (Organizadores)

Negociação: conceitos e aplicações práticas. Dante Pinheiro Martinelli Flávia Angeli Ghisi Nielsen Talita Mauad Martins (Organizadores) Negociação: conceitos e aplicações práticas Dante Pinheiro Martinelli Flávia Angeli Ghisi Nielsen Talita Mauad Martins (Organizadores) 2 a edição 2009 Comunicação na Negociação Comunicação, visão sistêmica

Leia mais

2. Abordagens empíricas da Comunicação

2. Abordagens empíricas da Comunicação 2. Abordagens empíricas da Comunicação A Abordagem Empírico-Experimental (ou da Persuasão) é o nome dado a um conjunto de estudos de base psicológica (ainda sob forte influência behaviorista, mas já se

Leia mais

ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR.

ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR. ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR. Autor: Wagner de Araújo Baldêz 1 - UFOP. Orientador: William Augusto Menezes 2 - UFOP. O objetivo desse artigo é relatar

Leia mais

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO A presente pesquisa aborda os conceitos de cultura e clima organizacional com o objetivo de destacar a relevância

Leia mais

A REAÇÃO DO JOVEM MARINGAENSE FRENTE ÀS PROPAGANDAS QUE INCENTIVAM A PRÁTICA ESPORTIVA ATRAVÉS DA MÍDIA

A REAÇÃO DO JOVEM MARINGAENSE FRENTE ÀS PROPAGANDAS QUE INCENTIVAM A PRÁTICA ESPORTIVA ATRAVÉS DA MÍDIA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 A REAÇÃO DO JOVEM MARINGAENSE FRENTE ÀS PROPAGANDAS QUE INCENTIVAM A PRÁTICA ESPORTIVA ATRAVÉS DA MÍDIA Ivania Skura 1, Julia Cristina Paixão 2, Joaquim

Leia mais

PROJETO TE VEJO NA ESCOLA

PROJETO TE VEJO NA ESCOLA PROJETO TE VEJO NA ESCOLA Flávia Oliveira Machado 1 Isabela Mayara Cheida José Leonardo Gallep Maria do Carmo Palhaci (coordenadora) Maria Helena Gamas (coordenadora) RESUMO O projeto em questão visa a

Leia mais

PESQUISA DE DEMANDA E PLANEJAMENTO: UM ESTUDO DE CASO DA MÜNCHEN FEST PONTA GROSSA - PR

PESQUISA DE DEMANDA E PLANEJAMENTO: UM ESTUDO DE CASO DA MÜNCHEN FEST PONTA GROSSA - PR 110. ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( x ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA PESQUISA DE DEMANDA E PLANEJAMENTO:

Leia mais

A criança e as mídias

A criança e as mídias 34 A criança e as mídias - João, vá dormir, já está ficando tarde!!! - Pera aí, mãe, só mais um pouquinho! - Tá na hora de criança dormir! - Mas o desenho já tá acabando... só mais um pouquinho... - Tá

Leia mais

DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO

DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO Érika Cristina Mashorca Fiorelli, UNESP - Presidente Prudente-SP, SESI/SP; Ana

Leia mais

Entrevista sobre o Programa Kulto

Entrevista sobre o Programa Kulto Entrevista sobre o Programa Kulto Ficha de Identificação Nome: Rute Gil Empresa: Estado do Sítio Cargo/Função: Produtora e Guionista Programa: Kulto Questões 1. Qualidade - Na sua opinião, o que pode ser

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO DOMÍNIO DA COMUNICAÇÃO ORAL PARA O SECRETÁRIO EXECUTIVO

A IMPORTÂNCIA DO DOMÍNIO DA COMUNICAÇÃO ORAL PARA O SECRETÁRIO EXECUTIVO A IMPORTÂNCIA DO DOMÍNIO DA COMUNICAÇÃO ORAL PARA O SECRETÁRIO EXECUTIVO Neusa Kreuz 1 RESUMO: É indiscutível a grande importância da linguagem oral no processo interacional humano. Trata-se da primeira

Leia mais

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes Unidade IV Marketing Profª. Daniela Menezes Comunicação (Promoção) Mais do que ter uma ideia e desenvolver um produto com qualidade superior é preciso comunicar a seus clientes que o produto e/ ou serviço

Leia mais

1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido

1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido 1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido No estudo da Comunicação, a publicidade deve figurar como um dos campos de maior interesse para pesquisadores e críticos das Ciências Sociais e Humanas.

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI Nº 5.269, DE 2001 (Apensos os Pls. 2.134/96, 2.415/96, 3.046/97, 3.422/97, 4.052/98, 4.360/98, 1.568/99, 2.029/99, 2.089/99, 2.507/00, 3.573/00, 3.235/00,

Leia mais

Introdução. Introdução

Introdução. Introdução Prof. Dr. ANDERSON SONCINI PELISSARI Introdução O propósito do marketing e satisfazer as necessidades e desejos dos clientes-alvo. Dessa forma, a análise do comportamento do consumidor visa identificar

Leia mais

Motivação. O que é motivação?

Motivação. O que é motivação? Motivação A motivação representa um fator de sobrevivência para as organizações, pois hoje é um dos meios mais eficazes para atingir objetivos e metas. Além de as pessoas possuírem conhecimento, habilidades

Leia mais

cinema: o que os cariocas querem ver

cinema: o que os cariocas querem ver cinema: o que os cariocas querem ver perfil cultural dos cariocas como foi feita a pesquisa 1.501 pessoas entrevistadas, a partir de 12 anos, de todos os níveis econômicos, em todas as regiões da cidade.

Leia mais

TELEVISÃO x CRIANÇA: novo alvo da publicidade televisiva.

TELEVISÃO x CRIANÇA: novo alvo da publicidade televisiva. TELEVISÃO x CRIANÇA: novo alvo da publicidade televisiva. Mariana Carneiro da Cunha CAMPELO 1 Resumo Ao longo dos anos, na publicidade televisiva brasileira, vem ocorrendo algumas mudanças na comunicação

Leia mais

PRÁTICA DOCENTE E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO: A TV NA SALA DE AULA 1

PRÁTICA DOCENTE E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO: A TV NA SALA DE AULA 1 PRÁTICA DOCENTE E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO: A TV NA SALA DE AULA 1 Autora: Maria Thaís de Oliveira Batista Graduanda do Curso de Pedagogia Unidade Acadêmica de Educação/CFP/UFCG Email: taholiveira.thais@gmail.com

Leia mais

RESENHA DO LIVRO - INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS A Teoria na Prática Howard Gardner

RESENHA DO LIVRO - INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS A Teoria na Prática Howard Gardner RESENHA DO LIVRO - INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS A Teoria na Prática Howard Gardner Introdução Histórico Inteligência Múltipla X Educação Avaliação A Pluralidades das Inteligências INTRODUÇÃO A principal idéia

Leia mais

TEORIA ORGANÍSMICA - GOLDSTEIN

TEORIA ORGANÍSMICA - GOLDSTEIN TEORIA ORGANÍSMICA - GOLDSTEIN Precursor SMUTS 1926 EVOLUÇÃO E HOLISMO HOLISMO - GREGO HOLOS TOTAL COMPLETO - UNIFICAÇÃO Descartes séc. XVII Divisão do indivíduo em duas entidades separadas, mas inter-relacionadas:

Leia mais

Estudos de Audiência e Recepção: mais do que números do Ibope - aspectos históricos 1

Estudos de Audiência e Recepção: mais do que números do Ibope - aspectos históricos 1 Estudos de Audiência e Recepção: mais do que números do Ibope - aspectos históricos 1 Carla Pollake da Silva 2 Universidade Metodista de São Paulo UMESP Docente Resumo Muitas pessoas quando ouvem falar

Leia mais

A OFERTA DE CONTEÚDO MULTIPLATAFORMA NA TELEVISÃO ABERTA BRASILEIRA ENTRE OS ANOS DE 2005 E 2011

A OFERTA DE CONTEÚDO MULTIPLATAFORMA NA TELEVISÃO ABERTA BRASILEIRA ENTRE OS ANOS DE 2005 E 2011 Ciências Humanas e Sociais Comunicação A OFERTA DE CONTEÚDO MULTIPLATAFORMA NA TELEVISÃO ABERTA BRASILEIRA ENTRE OS ANOS DE 2005 E 2011 Ingo A.F. von Ledebur 1 Thiago H. Ruotolo da Silva 2 Gabriela Rufino

Leia mais

Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS

Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DO SERVIÇO FEDERAL DE PROCESSAMENTO DE DADOS (SERPRO) - PCS A Política de Comunicação do Serviço

Leia mais

Uma Escuridão Maior Sobre o Mundo

Uma Escuridão Maior Sobre o Mundo Uma Escuridão Maior Sobre o Mundo CERTAMENTE UMA NOVA MENSAGEM DE DEUS deve responder a uma grande necessidade, uma necessidade tão grande que a humanidade não pôde compreender ou para qual ela não pôde

Leia mais

BENEFÍCIOS X CARACTERÍSITCAS DOS PRODUTOS

BENEFÍCIOS X CARACTERÍSITCAS DOS PRODUTOS BENEFÍCIOS X CARACTERÍSITCAS DOS PRODUTOS COMO CONQUISTAR O CORAÇÃO E A MENTE DOS CLIENTES Ter empatia com o cliente. Enxergar os benefícios da mesma maneira que o cliente. Tenha certeza de que o produto

Leia mais

TÍTULO: O PAPEL DA LIDERANÇA NA MOTIVAÇÃO DENTRO DO AMBIENTE ORGANIZACIONAL UM ESTUDO NA EMPRESA VISÃO DIGITAL 3D E-COMMERCE

TÍTULO: O PAPEL DA LIDERANÇA NA MOTIVAÇÃO DENTRO DO AMBIENTE ORGANIZACIONAL UM ESTUDO NA EMPRESA VISÃO DIGITAL 3D E-COMMERCE TÍTULO: O PAPEL DA LIDERANÇA NA MOTIVAÇÃO DENTRO DO AMBIENTE ORGANIZACIONAL UM ESTUDO NA EMPRESA VISÃO DIGITAL 3D E-COMMERCE CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Roteiro VcPodMais#005

Roteiro VcPodMais#005 Roteiro VcPodMais#005 Conseguiram colocar a concentração total no momento presente, ou naquilo que estava fazendo no momento? Para quem não ouviu o programa anterior, sugiro que o faça. Hoje vamos continuar

Leia mais

SEMANA DO SERVIDOR PÚBLICO sugestão de palestrantes. Otimize seu orçamento e mantenha um bom nível de palestrantes.

SEMANA DO SERVIDOR PÚBLICO sugestão de palestrantes. Otimize seu orçamento e mantenha um bom nível de palestrantes. SEMANA DO SERVIDOR PÚBLICO sugestão de palestrantes Otimize seu orçamento e mantenha um bom nível de palestrantes. resultados positivos para os servidores? qualidade de vida fernando rocha wesley schunk

Leia mais

Cinema como ferramenta de aprendizagem¹. Angélica Moura CORDEIRO². Bianca da Costa ARAÚJO³ Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, PB.

Cinema como ferramenta de aprendizagem¹. Angélica Moura CORDEIRO². Bianca da Costa ARAÚJO³ Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, PB. Cinema como ferramenta de aprendizagem¹ Angélica Moura CORDEIRO² Bianca da Costa ARAÚJO³ Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, PB. RESUMO Este artigo pronuncia o projeto Criancine que

Leia mais

BEM-VINDO à NET DIGITAL.

BEM-VINDO à NET DIGITAL. BEM-VINDO à NET DIGITAL. Prepare-se para ter muito mais TV pelo seu controle remoto. Parabéns! A partir de agora, você está em um mundo com muito mais programação com qualidade de imagem e som digital

Leia mais

Comunicação A INFLUÊNCIA DA CONTAÇÃO DA HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Comunicação A INFLUÊNCIA DA CONTAÇÃO DA HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Comunicação A INFLUÊNCIA DA CONTAÇÃO DA HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL MENDONÇA, Magda Letícia Bezerra 1 Palavras-chave: Histórias, Educação infantil A presente apresentação refere-se a parte do trabalho

Leia mais

Ciclos educativos. Desenvolvimento Humano

Ciclos educativos. Desenvolvimento Humano Estágios; Processo; Desenvolvimento; Conhecimento; Experiência cultural; Múltiplas inteligências; Aprendizagem; Educação; Desenvolvimento Humano Ciclos educativos Infantil; Fundamental; Fund. I e II Médio;

Leia mais

COMPETÊNCIAS E COMPORTAMENTO DOS LÍDERES NO CENÁRIO ATUAL

COMPETÊNCIAS E COMPORTAMENTO DOS LÍDERES NO CENÁRIO ATUAL COMPETÊNCIAS E COMPORTAMENTO DOS LÍDERES NO CENÁRIO ATUAL 1.Osnei FranciscoAlves 2. Jéssica Barros 1. Professor das Faculdades Integradas Santa Cruz. Administrador, MBA Executivo em Gestão de Pessoas e

Leia mais

POR QUE OFERECER UM ATENDIMENTO MULTICANAL?

POR QUE OFERECER UM ATENDIMENTO MULTICANAL? POR QUE OFERECER UM ATENDIMENTO MULTICANAL? Por que oferecer um atendimento multicanal? Este livro reúne em uma única fonte dicas para inovar na experiência com clientes, de um jeito simples e prático;

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS E O LAZER VOLTADO PARA A INCLUSÃO DA PESSOA COM NECESSIDADES ESPECIAIS EM SALVADOR

POLÍTICAS PÚBLICAS E O LAZER VOLTADO PARA A INCLUSÃO DA PESSOA COM NECESSIDADES ESPECIAIS EM SALVADOR 71 POLÍTICAS PÚBLICAS E O LAZER VOLTADO PARA A INCLUSÃO DA PESSOA COM NECESSIDADES ESPECIAIS EM SALVADOR RESUMO Débora Matos Maia Graduada em Educação Física Universidade Federal da Bahia Ana Caroline

Leia mais

EMPREENDEDORISMO UNIMÓDULO

EMPREENDEDORISMO UNIMÓDULO EMPREENDEDORISMO UNIMÓDULO Prof. Ricardo Suñer Romera Neto rsromera@hotmail.com Prof. Ricardo Suñer Romera Neto 1 Ementa Estudo dos fundamentos, experiências e conhecimentos acumulados a respeito das atividades

Leia mais

ÍNDICE APRESENTAÇÃO... 11 PRIMEIRA PARTE A RELAÇÃO CONSIGO MESMO. 1. AUTOCONHECIMENTO... 15 1.1 Processos... 16 1.2 Dificuldades...

ÍNDICE APRESENTAÇÃO... 11 PRIMEIRA PARTE A RELAÇÃO CONSIGO MESMO. 1. AUTOCONHECIMENTO... 15 1.1 Processos... 16 1.2 Dificuldades... ÍNDICE APRESENTAÇÃO... 11 PRIMEIRA PARTE A RELAÇÃO CONSIGO MESMO 1. AUTOCONHECIMENTO... 15 1.1 Processos... 16 1.2 Dificuldades... 19 2. AUTOESTIMA... 23 2.1 Autoaceitação... 24 2.2 Apreço por si... 26

Leia mais

TIPOS DE TEXTOS E ARGUMENTAÇÃO LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS prof. ALEMAR RENA alemarrena@gmail.com

TIPOS DE TEXTOS E ARGUMENTAÇÃO LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS prof. ALEMAR RENA alemarrena@gmail.com TIPOS DE TEXTOS E ARGUMENTAÇÃO LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS prof. ALEMAR RENA alemarrena@gmail.com TIPOS RELACIONADOS À FUNÇÃO REFERENCIAL: RESUMO RESUMO DESCRITIVO > Resume estrutura temática > Inclui

Leia mais

LEITURAS DO MEDO: As notícias sobre violência e sua relação com o aumento do sentimento de insegurança.

LEITURAS DO MEDO: As notícias sobre violência e sua relação com o aumento do sentimento de insegurança. LEITURAS DO MEDO: As notícias sobre violência e sua relação com o aumento do sentimento de insegurança. Jaquelaine SOUSA 1 Dalva Borges de SOUZA 2 Programa de Pós-Graduação em Sociologia/Faculdade de Ciências

Leia mais

A PRÁTICA DA ATIVIDADE FÍSICA: SERÁ QUE EU CONSIGO? UM ENFOQUE PSICOLÓGICO 1

A PRÁTICA DA ATIVIDADE FÍSICA: SERÁ QUE EU CONSIGO? UM ENFOQUE PSICOLÓGICO 1 A PRÁTICA DA ATIVIDADE FÍSICA: SERÁ QUE EU CONSIGO? UM ENFOQUE PSICOLÓGICO 1 Márcia Pilla do Valle 2 Todos sabemos que a prática de uma atividade física é fundamental para a saúde do indivíduo. Cada vez

Leia mais

- Propaganda. Desenvolver um programa integrado de Marketing que proporcione valor superior. - Conceber produtos, serviços e marcas

- Propaganda. Desenvolver um programa integrado de Marketing que proporcione valor superior. - Conceber produtos, serviços e marcas Introdução e Noções de Mercados Compreendendo o processo de Marketing ADMINISTRAÇÃO - Produtos - Serviços - Mercados - Processos MARKETING COMUNICAÇÃO - Propaganda Marketing é uma filosofia de negócio

Leia mais

AS TEORIAS MOTIVACIONAIS DE MASLOW E HERZBERG

AS TEORIAS MOTIVACIONAIS DE MASLOW E HERZBERG AS TEORIAS MOTIVACIONAIS DE MASLOW E HERZBERG 1. Introdução 2. Maslow e a Hierarquia das necessidades 3. Teoria dos dois Fatores de Herzberg 1. Introdução Sabemos que considerar as atitudes e valores dos

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE DESENHOS ANIMADOS NA CULTURA VISUAL EDUCAÇÃO INFANTIL

A UTILIZAÇÃO DE DESENHOS ANIMADOS NA CULTURA VISUAL EDUCAÇÃO INFANTIL 20 a 24 de outubro de 2008 A UTILIZAÇÃO DE DESENHOS ANIMADOS NA CULTURA VISUAL EDUCAÇÃO INFANTIL Caroline de Souza Gervazio 1 ; Luciana Figueiredo Lacanallo 2, Maria Ângela Garcia de Almeida 3 RESUMO:

Leia mais

Utilização do vídeo, CD e DVD na sala de aula

Utilização do vídeo, CD e DVD na sala de aula Utilização do vídeo, CD e DVD na sala de aula José Manuel Moran A seguir são apresentadas sugestões de utilização de vídeo, CD e DVD. Vídeo como produção Como documentação, registro de eventos, de aulas,

Leia mais

EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA

EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA Aline Mendes da SILVA, Marcilene Cardoso da SILVA, Reila Terezinha da Silva LUZ, Dulcéria TARTUCI, Maria Marta Lopes FLORES, Departamento de Educação UFG - Campus

Leia mais

COMO AVALIAR O TEXTO LITERÁRIO CRITÉRIOS DE ANÁLISE

COMO AVALIAR O TEXTO LITERÁRIO CRITÉRIOS DE ANÁLISE COMO AVALIAR O TEXTO LITERÁRIO CRITÉRIOS DE ANÁLISE Literatura Infantil aspectos a serem desenvolvidos A natureza da Literatura Infanto-Juvenil está na Literatura e esta é uma manifestação artística. Assim,

Leia mais

Planejamento Multimídia. Prof. Bruno Moreno

Planejamento Multimídia. Prof. Bruno Moreno Planejamento Multimídia Prof. Bruno Moreno Sumário 03/03/2011 Ainda Novo Consumidor Vídeo da Não é uma Brastemp Público-alvo Concorrência Apresento-lhes Maria Luiza Vídeo sobre Novo Consumidor http://www.youtube.com/watch?v=riovee0wquq

Leia mais

Análise Semiótica de Anúncio de TV

Análise Semiótica de Anúncio de TV Análise Semiótica de Anúncio de TV DADOS TÉCNICOS: Título: Segredos; Anunciante: Etti ; Criação: Fábio Fernandes e Renata Flori; Agência: F/Nazca; Produto: Molho de Tomate Salsaretti; Ano de veiculação

Leia mais

OS PADRÕES NORMATIVOS DE GÊNERO E SEXUALIDADE: UMA ANÁLISE A PARTIR DO FILME A BELA E A FERA

OS PADRÕES NORMATIVOS DE GÊNERO E SEXUALIDADE: UMA ANÁLISE A PARTIR DO FILME A BELA E A FERA OS PADRÕES NORMATIVOS DE GÊNERO E SEXUALIDADE: UMA ANÁLISE A PARTIR DO FILME A BELA E A FERA Geane Apolinário Oliveira UEPB Geane-cg@hotmail.com Introdução O presente artigo tem por objetivo enfatizar

Leia mais

A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar

A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar Ulisses F. Araújo * * Professor Doutor da Universidade de São Paulo. Escola de Artes, Ciências e Humanidades. 1 Um dos objetivos

Leia mais

Instruções e Dicas Especializadas de Montagem Autor: Denison Guizelini, para o Animecon de 2010

Instruções e Dicas Especializadas de Montagem Autor: Denison Guizelini, para o Animecon de 2010 Instruções e Dicas Especializadas de Montagem Autor: Denison Guizelini, para o Animecon de 2010 As instruções a seguir fazem parte do conjunto das Regras do Concurso de Vídeo-Clips do Animecon 2010. Estas

Leia mais

DEFESA CANAL GNT 7/3/2013 DEFESA

DEFESA CANAL GNT 7/3/2013 DEFESA 7/3/2013 DEFESA O Canal O CANAL O GNT é um canal voltado para o universo feminino, com conteúdo direcionado para estilo de vida e atualidade. Tem como foco a programação nacional, que caracteriza-se pela

Leia mais

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior.

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior. Cotas Pra Quê? 1 Sarah Rocha MARTINS 2 Luan Barbosa OLIVEIRA 3 Camilla Alves Ribeiro PAES LEME 4 Instituto de Ensino Superior de Rio Verde, Rio Verde, Goiás RESUMO Este documentário foi planejado e desenvolvido

Leia mais

7. POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO. 7.1- Comunicação 7.2- Publicidade 7.3- Promoção 7.4- Marketing directo

7. POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO. 7.1- Comunicação 7.2- Publicidade 7.3- Promoção 7.4- Marketing directo 7. POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO 7.1- Comunicação 7.2- Publicidade 7.3- Promoção 7.4- Marketing directo A COMUNICAÇÃO Comunicar Comunicar no marketing emitir mensagem para alguém emitir mensagem para o mercado

Leia mais

Liderança, gestão de pessoas e do ambiente de trabalho

Liderança, gestão de pessoas e do ambiente de trabalho Glaucia Falcone Fonseca O que é um excelente lugar para se trabalhar? A fim de compreender o fenômeno dos excelentes locais de trabalho, devemos primeiro considerar o que as pessoas falam sobre a experiência

Leia mais

CINEARES: CINEMA, CULTURA E INTEGRAÇÃO SOCIAL

CINEARES: CINEMA, CULTURA E INTEGRAÇÃO SOCIAL CINEARES: CINEMA, CULTURA E INTEGRAÇÃO SOCIAL Área Temática: Cultura Vânia Lionço (Coordenadora da Ação de Extensão) Vânia Lionço 1 Lowrrane Paollo Pinheiro 2 Valquíria Gandolpho Maciel do Nascimento 3

Leia mais

Inovação e o Telejornalismo Digital

Inovação e o Telejornalismo Digital Inovação e o Telejornalismo Digital Prof. Antonio Brasil Cátedra UFSC - RBS 2011 Telejornalismo Digital Novas práticas, desafios e oportunidades O que é Telejornalismo Digital Inovação tecnológica Interatividade

Leia mais

COMO A PROPAGANDA FUNCIONA?

COMO A PROPAGANDA FUNCIONA? COMO A PROPAGANDA FUNCIONA? Definição: a manipulação planejada da comunicação visando, pela persuasão, promover comportamentos em benefício do anunciante que a utiliza. Funções: cabe a propaganda informar

Leia mais

COLÉGIO ESTADUAL SÃO VICENTE DE PAULO Ensino Fundamental, Médio e Normal PROJETO RÁDIO VOZES

COLÉGIO ESTADUAL SÃO VICENTE DE PAULO Ensino Fundamental, Médio e Normal PROJETO RÁDIO VOZES COLÉGIO ESTADUAL SÃO VICENTE DE PAULO Ensino Fundamental, Médio e Normal PROJETO RÁDIO VOZES IRATI 2005 RESUMO Dentro do Programa Ética e Cidadania Ensino Médio Construindo Valores na Escola, o Projeto

Leia mais

CRM Uma ferramenta tecnológica inovadora

CRM Uma ferramenta tecnológica inovadora CRM Uma ferramenta tecnológica inovadora Nelson Malta Callegari (UTFPR) nelson.estudo@gmail.com Prof Dr. João Luiz Kovaleski (UTFPR) kovaleski@pg.cefet.br Prof Dr. Antonio Carlos de Francisco (UTFPR) acfrancisco@pg.cefetpr.br

Leia mais

PRÁTICAS DE LEITURAS SIGNIFICATIVAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

PRÁTICAS DE LEITURAS SIGNIFICATIVAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL PRÁTICAS DE LEITURAS SIGNIFICATIVAS NOS ANOS INICIAIS Resumo DO ENSINO FUNDAMENTAL MARTINS, Esilda Cruz UEPG maria.esilda@hotmail.com Eixo Temático: Práticas e Estágios nas Licenciaturas. Agência Financiadora:

Leia mais

O Jornalista como divulgador das informações científicas: o caso do Programa Vida & Saúde

O Jornalista como divulgador das informações científicas: o caso do Programa Vida & Saúde O Jornalista como divulgador das informações científicas: o caso do Programa Vida & Saúde Resumo Priscila Mathias Rosa ¹ Paula Regina Puhl² Universidade Feevale, Novo Hamburgo, RS O artigo trata de que

Leia mais

A nova leitura feminina: o que as adolescentes estão lendo? Eixo temático Livre

A nova leitura feminina: o que as adolescentes estão lendo? Eixo temático Livre A nova leitura feminina: o que as adolescentes estão lendo? Cintia Kath Blank 1 Ana Paula Damasceno 2 Eixo temático Livre RESUMO Observa-se na história da leitura feminina hábitos de leitura estabelecidos

Leia mais

CANAL SAÚDE REDE DE PARCEIROS OFICINAS DE MULTIPLICAÇÃO

CANAL SAÚDE REDE DE PARCEIROS OFICINAS DE MULTIPLICAÇÃO 1. Oficina de Produção CANAL SAÚDE REDE DE PARCEIROS OFICINAS DE MULTIPLICAÇÃO Duração: 03 dias Público ideal: grupos de até 15 pessoas Objetivo: Capacitar indivíduos ou grupos a produzirem pequenas peças

Leia mais

Palavras-chave: 1. Artes; 2. Audiovisual 3. Educação; 4. Rádio; 5. Vídeo

Palavras-chave: 1. Artes; 2. Audiovisual 3. Educação; 4. Rádio; 5. Vídeo Artes Audiovisuais: Estratégia cooperativa na modalidade Educação Jovem e Adulta - EJA STEFANELLI, Ricardo 1 Instituto Federal de Educação Tecnológica de São Paulo RESUMO O presente trabalho na disciplina

Leia mais

O Projeto Pedagógico na Educação Infantil

O Projeto Pedagógico na Educação Infantil O Projeto Pedagógico na Educação Infantil Renata Lopes de Almeida Rodrigues (UERJ) A cada ano letivo a história se repete: a busca por um tema norteador do trabalho em sala de aula durante o ano o tema

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NO DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL DA CRIANÇA RESUMO

A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NO DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL DA CRIANÇA RESUMO A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NO DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL DA CRIANÇA *Sandra Rejane Silva Vargas **Luiz Fernandes Pavelacki RESUMO O presente trabalho tem como principal objetivo identificar qual a importância

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DA MÍDIA Profa. Marli Hatje Educação Física e as Novas TICs CEFD/UFSM

CARACTERÍSTICAS DA MÍDIA Profa. Marli Hatje Educação Física e as Novas TICs CEFD/UFSM CARACTERÍSTICAS DA MÍDIA Profa. Marli Hatje Educação Física e as Novas TICs CEFD/UFSM Jornal Revista Televisão Rádio Internet - Relata o que já passou e o que vai acontecer; -Credibilidade; - Cobertura

Leia mais

EVOLUÇÃO DA MÍDIA AUDIOVISUAL ANDRÉIA SOARES F. DE SOUZA

EVOLUÇÃO DA MÍDIA AUDIOVISUAL ANDRÉIA SOARES F. DE SOUZA EVOLUÇÃO DA MÍDIA AUDIOVISUAL ANDRÉIA SOARES F. DE SOUZA Cronograma de Evolução da Mídia Audiovisual no Brasil Gráfico representativo do desenvolvimento de mídia audiovisual no Brasil década a década A

Leia mais

1 Introdução. 1.1 A Nova Era Digital

1 Introdução. 1.1 A Nova Era Digital 11 1 Introdução Com o advento da nova era da internet, conhecida com web 2.0, e o avanço das tecnologias digitais, o consumidor passa a ter maior acesso à informação bem como à facilidade de expressar

Leia mais

DIREÇÃO ADMINISTRATIVA

DIREÇÃO ADMINISTRATIVA Prof. Jairo Molina Gestão em Petróleo e Gás 2 DIREÇÃO ADMINISTRATIVA Para que a Empresa funcione adequadamente ela precisa ser dirigida. Em outros termos, ela precisa ser governada e orientada para os

Leia mais

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS Lourdes Helena Rodrigues dos Santos - UFPEL/F/AE/PPGE Resumo: O presente estudo pretende compartilhar algumas descobertas,

Leia mais

Luau Bom D+ Bom D+ Verão. Desafio Ciclístico

Luau Bom D+ Bom D+ Verão. Desafio Ciclístico 4 Luau Bom D+ 10 Bom D+ Verão 16 Desafio Ciclístico 22 Triathlon Bahia de Todos os Santos 28 Revezamento a Nado Farol a Farol 34 Carnaval 2013 Record Bahia O que já era bom ficou ainda melhor. A primeira

Leia mais

Jogo, imagem e tecnologia possibilidades de ludicidade 1

Jogo, imagem e tecnologia possibilidades de ludicidade 1 Jogo, imagem e tecnologia possibilidades de ludicidade 1 Lynn Alves 2 A presença dos jogos na história da humanidade tem início com a própria evolução do homem, antes até de serem estabelecidas normas

Leia mais

Palavras-chave: Peças publicitárias; comerciais marcantes; televisão; criatividade. Área do conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas.

Palavras-chave: Peças publicitárias; comerciais marcantes; televisão; criatividade. Área do conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas. COMERCIAIS MARCANTES Açucena Vieira de Morais, Daniella Zarro Teixeira Silva Pinto, James da Silva Costa, Ariane Fernanda da Silva Costa, Silene Fernandes Bicudo Univap Universidade do Vale do Paraíba/FCSAC

Leia mais

Faça amizades no trabalho

Faça amizades no trabalho 1 Faça amizades no trabalho Amigos verdadeiros ajudam a melhorar a saúde, tornam a vida melhor e aumentam a satisfação profissional. Você tem um grande amigo no local em que trabalha? A resposta para essa

Leia mais

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA Thaís Koseki Salgueiro 1 ; Ms. Ozilia Geraldini Burgo 2 RESUMO: Este projeto tem como objetivo apresentar o trabalho de campo desenvolvido

Leia mais

A intervenção da educação musical no processo de reabilitação do deficiente visual 1

A intervenção da educação musical no processo de reabilitação do deficiente visual 1 A intervenção da educação musical no processo de reabilitação do deficiente visual 1 Paulo Roberto de Oliveira Coutinho Universidade Federal do Rio de janeiro Paulobass2000@yahoo.com.br Resumo: O foco

Leia mais

Cinema e História - um olhar cultural sobre os espaços de sociabilidades

Cinema e História - um olhar cultural sobre os espaços de sociabilidades Cinema e História - um olhar cultural sobre os espaços de sociabilidades Eliane A Silva Rodrigues * Desde que a humanidade se afirmou capitalista, conheceu a modernidade e as indústrias se desenvolveram

Leia mais

ATIVIDADE DE NEGOCIÇÃO

ATIVIDADE DE NEGOCIÇÃO ATIVIDADE DE NEGOCIÇÃO A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO NA NEGOCIAÇÃO RIO BRANCO- ACRE 2013 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...3 1- A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO...4 2- COMUNICAÇÃO E NEGOCIAÇÃO...6 2.1 Os quatros conceitos

Leia mais

Programacao. programacao de aniversario

Programacao. programacao de aniversario Programacao programacao de aniversario Teatro de Tabuas comemora 13 anos com temporada em Campinas Duas estruturas itinerantes estarao em atividade O grupo Teatro de Tábuas, sediado na cidade de Campinas,

Leia mais

NET revoluciona oferta de HD com novos produtos e conteúdos em alta definição

NET revoluciona oferta de HD com novos produtos e conteúdos em alta definição NET revoluciona oferta de HD com novos produtos e conteúdos em alta definição Pioneira em alta definição no Brasil, NET lança novo decodificador HD e novos pacotes de canais neste formato, disponíveis

Leia mais

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES EDIT MARIA ALVES SIQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA). Resumo Diferentes instrumentos de avaliação (ENEM, SIMAVE) tem diagnosticado o despreparo dos alunos

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Lúcia Peranzoni 1 Fabiana Lacerda da Silva 2 Resumo: O presente trabalho foi desenvolvido na disciplina Estágio Básico II no segundo semestre de 2011, tendo

Leia mais

Filme: Ilha das Flores

Filme: Ilha das Flores Filme: Ilha das Flores Gênero: Documentário, Experimental Diretor: Jorge Furtado Elenco: Ciça Reckziegel Ano: 1989 Duração: 13 min Cor: Colorido Bitola: 35mm País: Brasil Disponível no Porta Curtas: www.portacurtas.com.br/curtanaescola/filme.asp?cod=647

Leia mais

Anuncie na Play! PROPOSTA COMERCIAL. Prezados,

Anuncie na Play! PROPOSTA COMERCIAL. Prezados, PROPOSTA COMERCIAL Prezados, Apresentamos a V.Sas. proposta de prestação de serviços de veiculação de anúncios publicitários na rádio Play FM, sintonizada na frequência 107,5 do dial FM dos rádios e acessada

Leia mais

Ora, é hoje do conhecimento geral, que há cada vez mais mulheres licenciadas, com mestrado, doutoramentos, pós-docs e MBA s.

Ora, é hoje do conhecimento geral, que há cada vez mais mulheres licenciadas, com mestrado, doutoramentos, pós-docs e MBA s. Bom dia a todos e a todas, Não é difícil apontar vantagens económicas às medidas de gestão empresarial centradas na igualdade de género. Em primeiro lugar, porque permitem atrair e reter os melhores talentos;

Leia mais

OS JOGOS DIDÁTICOS ONLINE NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO FORMAL

OS JOGOS DIDÁTICOS ONLINE NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO FORMAL ELIANE ROSA DO ORIÊNTE FABIANA DA SILVA BEZERRA FANÇA JEISEBEL MARQUES COUTINHO JÉSSICA MEIRE DE ALMEIDA GOMES JÚLIA DA SILVA MELIS OS JOGOS DIDÁTICOS ONLINE NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO

Leia mais

O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA.

O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Autor: Paulo Vitor Tavares, Ms. Palavras-chave: EAD, Televisão, Videoaula, IFSC.

Leia mais

Palestra - "GESTÃO DE PROGRAMAS E SISTEMAS DE EAD - ADOÇÃO DE FORMAS INSTITUCIONAIS E GERENCIAIS COMPATÍVEIS COM A EAD"

Palestra - GESTÃO DE PROGRAMAS E SISTEMAS DE EAD - ADOÇÃO DE FORMAS INSTITUCIONAIS E GERENCIAIS COMPATÍVEIS COM A EAD Palestra - "GESTÃO DE PROGRAMAS E SISTEMAS DE EAD - ADOÇÃO DE FORMAS INSTITUCIONAIS E GERENCIAIS COMPATÍVEIS COM A EAD" PALESTRANTE: Maria Luiza Angelim Coordenadora do Curso de Especialização em Educação

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

Vinheta Sala de Cinema 1. Felipe Bruno 2 Graciene Silva de SIQUEIRA 3 Universidade Federal do Amazonas, Parintins, AM

Vinheta Sala de Cinema 1. Felipe Bruno 2 Graciene Silva de SIQUEIRA 3 Universidade Federal do Amazonas, Parintins, AM Vinheta Sala de Cinema 1 Felipe Bruno 2 Graciene Silva de SIQUEIRA 3 Universidade Federal do Amazonas, Parintins, AM RESUMO Esse trabalho surgiu a partir das atividades de um projeto de extensão (Pibex)

Leia mais

O lugar da oralidade na escola

O lugar da oralidade na escola O lugar da oralidade na escola Disciplina: Língua Portuguesa Fund. I Selecionador: Denise Guilherme Viotto Categoria: Professor O lugar da oralidade na escola Atividades com a linguagem oral parecem estar

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 27

PROVA ESPECÍFICA Cargo 27 29 PROVA ESPECÍFICA Cargo 27 QUESTÃO 41 A importância e o interesse de uma notícia são avaliados pelos órgãos informativos de acordo com os seguintes critérios, EXCETO: a) Capacidade de despertar o interesse

Leia mais

Mostra de Projetos 2011 PROJETO "DIREITO E CINEMA"

Mostra de Projetos 2011 PROJETO DIREITO E CINEMA Mostra de Projetos 2011 PROJETO "DIREITO E CINEMA" Mostra Local de: Cornélio Procópio. Categoria do projeto: Projetos finalizados. Nome da Instituição/Empresa: (Campo não preenchido). Cidade: Cornélio

Leia mais

TV UNIVERSITÁRIA: TELEJORNALISMO ALTERNATIVO

TV UNIVERSITÁRIA: TELEJORNALISMO ALTERNATIVO TV UNIVERSITÁRIA: TELEJORNALISMO ALTERNATIVO Fabiana Piccinin 1 Esse artigo faz uma crítica ao modelo de telejornalismo adotado pelas Tvs comerciais brasileiras, apresentando uma nova proposta de jornalismo

Leia mais

WORKSHOP Sanguecine Sanguecine

WORKSHOP Sanguecine Sanguecine WORKSHOP Sanguecine é um workshop sobre a história, a produção e o mercado de cinema de gênero em âmbito mundial. Ele é derivado de um cineclube dedicado exclusivamente ao cinema fantástico e de gênero

Leia mais