MESTRADOS. ÍNDICE Saiba que competências valorizam as empresas na hora de recrutar PÁGINAS II/III. Mestrados apostam na internacionalização PÁGINA IV

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1 ESTE SUPLEMENTO FAZ PARTE INTEGRANTE DO DIÁRIO ECONÓMICO Nº 5869 DE 24 DE FEVEREIRO DE 2014 E NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE ÍNDICE Saiba que competências valorizam as empresas na hora de recrutar PÁGINAS II/III Mestrados apostam na internacionalização PÁGINA IV Escolas portuguesas marcam pontos nos rankings PÁGINA VI Programas apostam em graus duplos e parcerias com escolas internacionais PÁGINAS VIII/XII Saiba como pagar a sua formação PÁGINAS XIV E XV Como escolher o mestrado certo para a sua carreira PÁGINA XVI Paulo Alexandre Coelho Inquérito revela que 80% dos jovens portugueses admitem trabalhar fora do país. Mestrados garantem carreiras mundiais e subida de salários Os mestrados das escolas portuguesas apostam em parcerias internacionais que garantem duplos graus e facilitam a entrada dos diplomados nos mercados de trabalho em todo o mundo. PUB

2 II Diário Económico Segunda-feira 24 Fevereiro 2014 Saiba que competências procuram A maioria das empresas contactadas pelo Diário Económico revela que prefere contratar alunos com mestrado. NOVABASE GALP A Novabase contrata mestres com mais frequência que licenciados, pois os dois anos de formação superior adicional dão-lhe mais competências e uma maior maturidade, revela o director de recursos humanos, Manuel Beja. A empresa contrata recém-diplomados maioritariamente de Engenharias, TI, Matemática e Gestão, e tem a preocupação de cruzar competências académicas com outros talentos, extra-académicos, tais como responsabilidade e foco na execução, espírito crítico e inventivo, capacidade colaborativa e de trabalho em equipa, de reacção ao imprevisto, de comunicação, etc. Manuel Beja destaca ainda a valorização que é feita do envolvimento dos candidatos em ocupações de Verão, estágios, Erasmus, hobbies, voluntariado, etc. C.C. Apesar de não ser uma regra da empresa, pode fazer mais sentido privilegiar candidatos com mestrado, esclarece fonte oficial da Galp Energia. Tudo depende da função para qual a empresa está a recrutar. A Galp opta por escolher candidatos com uma base sólida de competências técnicas e algumas soft skills que facilitam a aprendizagem e integração na empresa. A escolha inicial é feita com base na formação académica, mas a experiência profissional, as actividades extra- -curriculares e outras características comportamentais avaliadas durante o processo de selecção são tão ou mais importantes, segundo a mesma fonte. Até porque se uma carreira é consistente em termos técnicos, as competências serão determinantes para o seu desenvolvimento. M.Q. PT JERÓNIMO MARTINS SCIENCE4YOU EDP Na hora de recrutar, a PT opta preferencialmente pelos candidatos já com mestrado, por uma questão de maturidade académica e porque o investimento em formação é visto como um factor muito relevante, explica fonte oficial da empresa. Ter média superior a 14 também é importante. Para além de aptidões cognitivas, numéricas, verbais e abstractas e até já algumas competências técnicas, a PT valoriza as características relacionadas com a personalidade, o comportamento, a forma de estar na vida. Assim, candidatos com as seguintes características: Ser confiante, ter menos certezas sobre tudo (ou seja, aceitar que não se sabe tudo), ser perseverante, ter sentido de humor e demonstrar comprometimento são algumas das características decisivas para se ser contratado pela operadora. M.Q. e J.M. A porta de entrada para jovens recém- -diplomados na Jerónimo Martins é o programa de trainees para o qual o grupo recruta alunos de elevado potencial, com mestrado, revela Margarida Manaia, Head of Management Development. Acreditamos que uma formação académica mais profunda, aliada a uma maior maturidade dos candidatos, permitem uma maior adequação à exigência dos desafios com que se deparam, em diferentes áreas funcionais, acrescenta. A par deste programa, existem na Jerónimo Martins outras oportunidades de integração para candidatos com diferentes habilitações académicas. Capacidade de decisão, orientação para resultados, flexibilidade e adaptação a situações de mudança são essenciais para quem quer ir trabalhar para este grupo. C.C. Alémdograuacadémico, o que a Science4you valoriza bastante é a experiência de vida. É muito importante para nós um candidato que apresente uma experiência de vida vasta, como a participação em desportos colectivos ou em associações juvenis, diz o manager da jovem empresa João Saramago. Por isso, nesta empresa de brinquedos científicos não se faz distinção entre licenciados e mestres. Quando recrutamos um recém-licenciado sabemos perfeitamente que não terá uma experiência profissional vasta. No entanto, valorizamos bastante o sentido prático do mesmo. A capacidade de resolver problemas rapidamente. Este tipo de competências são adquiridas na experiência de vida, acrescenta João Saramago. C.C. A EDP prefere mestrado pós-bolonha para a maioria das posições de quadros superiores e estágios profissionais, diz fonte oficial, embora tenha outras que requerem apenas licenciatura e outras o 12º ano (cursos técnico-profissionais). Nos candidatos procura não só competências técnicas, mas capacidade de trabalhar em equipa, abertura para aceitar desafios, etc. São capacidades que podem ser desenvolvidas não só em contexto académico, como também noutros âmbitos, tais como a participação em actividades de voluntariado, em desportos individuais ou de equipa, associativismo ou realização do Programa Erasmus, frisa a mesma fonte, sublinhando: quem desenvolva estas competências terá um perfil mais distintivo e poderá ser alvo de preferência. C.C.

3 Segunda-feira 24 Fevereiro 2014 Diário Económico III as empresas BES INVESTIMENTO EDITORIAL Um passaporte para o mercado mundial SANTANDER TOTTA Recrutamos sobretudo mestres, esclarece Isabel Viegas, directora de recursos humanos do Santander Totta. As funções no banco exigem alguma complexidade técnica e maturidade na relação com os clientes, pelo que permanecer na escola mais um ou dois anos e fazer o mestrado tem-se mostrado relevante, sublinha. Postura comercial, de orientação para o cliente, saber comunicar, falar mais do que uma língua (inglês ou espanhol), mostrar dinamismo na interacção e revelar ter uma postura de gosto por aprender e evoluir, são outros condimentos que valorizamos, acrescenta. Mas é dado valor também ao currículo académico: escola e curso (foco em Gestão, Economia, Finanças e Matemática), notas obtidas e experiências que tenha vivido durante a formação. M.Q. Os alunos ganham maturidade emaisalgumas competências nos dois anos adicionais do mestrado, ROFF defendem algumas empresas. A Roff valoriza nos candidatos capacidade de comunicação, de trabalho em equipa, motivação, flexibilidade e domínio dos idiomas inglês e francês, afirma Sílvia Gusmão, a coordenadora de Recursos Humanos, Formação e Qualidade da consultora tecnológica. Quando está a recrutar, a Roff não utiliza como critério selecção a distinção entre licenciados a mestres, garante Sílvia Gusmão. Desde que tenham as características que a empresa procura e valoriza, éindiferentesefizeram uma licenciatura pós-bolonha, equivalente a três anos, ou um mestrado, que equivale a dois anos depois da licenciatura. A consultora tecnológica, criada há 18 anos, tem hoje cerca de 500 colaboradores espalhados pelo mundo. C.C. Paulo Alexandre Coelho A nossa tradição continua a ser recrutar já com o mestrado concluído, afirma Francisco Cary, vice-presidente do BES Investimento. Embora não sejam as únicas áreas em que recrutam, os diplomados em Gestão e Finanças são os casos prevalecentes e dominantes. Mas também contratam engenheiros, com mestrados em Gestão e Finanças, sublinha. Pode acontecer que façam um pequeno estágio ainda na licenciatura e depois de concluírem o mestrado acabem por voltar e ser contratados pelo BESI. Um dos factores de preferência no recrutamento é estar disponível para a mobilidade, porque neste banco de investimento os quadros podem ir trabalhar momentaneamente para outro país ou estar baseados em Lisboa e passar alguns meses em operações noutros países. M.Q. VILAGALÉ O mais importante num candidato é ter uma sólida formação superior. Essa é a bitola, mesmo para os quadros superiores, garante Fernando Magalhães, o director de recursos humanos da Vila Galé, sem distinguir licenciados de mestres. Quando recruta o grupo hoteleiro procura competências estruturantes da pessoa, que têm a ver com a componente relacional, diz o responsável. Desde logo, a capacidade de descomplicação, ou seja, alguém complicado dá-se mal aqui na casa. Atrapalha e atrapalha-se a si próprio, sublinha. Aliadas à competência técnica, os candidatos devem ter iniciativa, proactividade, interesse e vontade de aprender e crescer, assim como humildade e ambição em doses equilibradas. C.C. Pegue no passaporte e faça-se à estrada. O apelo da última edição da revista de tendências Monocle, que elege 2104 como o ano das migrações, parece estar a ser levado muito a sério pelos jovens portugueses. Trabalhar em Portugal nunca foi uma MADALENA QUEIRÓS Editora hipótese. A resposta dada sem hesitações por Beatriz Rocha, aluna do IMF Brasil- Europa, é apenas um exemplo dos cerca de 80% de jovens talentos portugueses que admitem trabalhar no estrangeiro. Um movimento que responde também à apetência das empresas portuguesas que elegem como alvo preferencial os mercados internacionais. Mobilidade é a nova palavra de ordem do mercado de emprego. Para responder a esta apetência para trabalhar fora de portas as escolas portuguesas apostam em oferecer duplos graus ou períodos de aulas e estudo noutros países. Se a Nova SBE e a Católica-Lisbon apostam no Brasil como parceiro preferencial, o ISCTE vira-se para os Estados Unidos, o ISEG para a Alemanha e a Faculdade de Economia da Universidade do Porto para França. Optar por um mestrado que garanta um período de formação num determinado mercado pode ser a melhor forma de conseguir um lugar numa empresa dessa geografia, quanto mais não seja pelos contactos conseguidos. Hoje, mais que os países, são as cidades que estão na mira dos estudantes como mercados de trabalho preferenciais. Ter um mestrado é também uma garantia de conseguir um emprego (os licenciados têm o triplo do desemprego) e maiores salários (mais 350 euros em média), revela um estudo da Universidade Nova. O grau de mestrado é, assim, um investimento de retorno garantido. Mas há que saber escolher. Neste especial traçamos um guia de como encontrar o mestrado certo para si. Mostramos também qual a melhor forma de conseguir financiamento para o pagar.

4 IV Diário Económico Segunda-feira 24 Fevereiro 2014 OPINIÃO JOSÉ PAULO ESPERANÇA PROFESSOR DA ISCTE BUSINESS SCHOOL Mestrados de Bolonha e atração de alunos estrangeiros Portugal é um destino atraente para os estudantes do ensino superior. A percentagem de alunos estrangeiros, de acordo com o Education at a Glance da OCDE, é muito semelhante ao da Espanha e dos Estados Unidos. Vimos no entanto a seguir a dois grandes blocos países de língua inglesa, com destaque para a Austrália e o Reino Unido e os do norte e centro da Europa, tradicionalmente grandes polos de atração de alunos estrangeiros. Há pelo menos três fatores que justificariam uma posição relativa mais elevada: a qualidade do ensino superior em Portugal, traduzida na posição ocupada nos rankings internacionais, de escolas e cursos; o peso da língua portuguesa, fator de atração tanto para estudantes do mundo lusófono como para os que procuram as oportunidades profissionais do domínio do português - o amplo acesso a oferta de ensino em inglês, na universidade portuguesa, só contribui para facilitar essa integração; e a qualidade de vida que os estudantes estrangeiros encontram em Portugal. Para além do custo relativamente baixo dos mestrados oferecidos em Portugal, a sua qualidade tem sido reconhecida pelas mais variadas avaliações. O Expresso de 16 de janeiro de 2013 registava um total de 49 programas (14 dos quais da ISCTE Business School) oferecidos pelas universidades portuguesas, classificados entre os 100 melhores do mundo na sua categoria pela Eduniversal. Há no entanto obstáculos à captação de alunos estrangeiros, agravados pelo condicionalismo atual da economia portuguesa as perspetivas de carreira e o nível salarial do primeiro emprego após a conclusão do mestrado são pontos fracos que só um elevado crescimento do investimento, interno e externo, poderá ajudar a colmatar. O acordo de Bolonha, particularmente a introdução de um sistema de créditos (ECTS) reconhecidos num vasto conjunto de países europeus, veio facilitar uma crescente mobilidade internacional, reforçada pelo apoio financeiro ao Programa Erasmus. O ensino superior português tem vindo a oferecer uma gama de programas diversificada e atual, mas que urge promover de forma mais eficiente, num quadro de competitividade cada vez mais global. O autor escreve ao abrigo do novo acordo ortográfico Os mestrados já têm muitos alunos internacionais e algumas aulas são integralmente em inglês. O que se aprende num mestrado? Aproximação às empresas e especialização é maior que nas licenciaturas. E a palavra de ordem é internacionalizar. CARLA CASTRO Internacionalização. Especialização. Empreendedorismo. Podem resumir-se nestas três palavras as tendências na área dos mestrados às quais poderíamos juntar uma aproximação cada vez maior ao mercado de trabalho e uma aposta em dotar os alunos de competências ao nível de soft skills, muito valorizadas pelo mercado de trabalho. A internacionalização é cada vez mais uma tendência adquirida e que se vai aprofundando. Há mais mestrados com aulas integralmente em inglês, mais alunos internacionais, visitas a universidades e empresas no estrangeiro ou mesmo um período de aulas noutro país. Quanto ao empreendedorismo está a ser muito fomentado nas universidades. O lema é crie o seu próprio emprego. A universidade tenta ensinar como pôr mãos à obra e transformar boas ideias em negócios. E muitas start ups nascem nas universidades, onde são incubadas. Muitas ou pelo menos algumas têm sucesso, sobretudo na área tecnológica, outras não. Mas há muito mais gente a tentar a sua sorte e as cadeiras de empreendedorismo pode-se dizer que estão na moda. Por outro lado, no pós-bolonha os mestrados são cada vez mais especializados em comparação com as licenciaturas, mais teóricas. Até porque Bolonha permite mudar de área da licenciatura para o mestrado. Há quem faça uma licenciatura numa área e só depois se especializa na área que pretende mesmo seguir e que só escolhe durante os três anos da licenciatura. E os programas de mestrado são cada vez mais específicos. Por exemplo, a licenciatura em gestão é mais geral e é depois no mestrado que se aprofunda a área: marketing, finanças, recursos humanos, etc. Com a aproximação cada vez maior das universidades às empresas, estas dão conta ao mundo académico da necessidade de jovens bem preparados não só curricularmente como com aptidões comportamentais e é cada vez mais comum a introdução de disciplinas que pretendem dotar os alunos destas ferramentas para enfrentar o mercado de trabalho. Saber liderar, trabalhar em equipa, a gerir conflitos, etc. são competências que fazem, muitas vezes, a diferença na escolha do candidato a um lugar. Paulo figueiredo INTERNACIONALIZAÇÃO A internacionalização veio para ficar na economia portuguesa e o ensino superior e os mestrados em particular não são excepção. Recebem-se cada vez mais alunos internacionais, fazem-se parcerias com universidades estrangeiras com oportunidade, por vezes, de obter duplo diploma, abrem-se escolas noutros países nomeadamente nos PALOP. A provar que nas salas de aula poderíamos estar em Portugal ou noutro qualquer país, as aulas são também cada vez mais em inglês. EMPREENDEDORISMO É cada vez mais discutido nas universidades, que tentam estimular o espírito empreendedor dos jovens e ensinam desde como se faz um business plan até como saber se uma ideia pode ser um negócio. Muitas são as start ups que nascem nas universidades, nas salas de aula, em trabalhos para disciplinas dos cursos. As universidades tentam captar investidores e criam incubadoras onde os alunos ficam até conseguirem voar sozinhos. Tudo isto se faz num contexto de aproximação muito maior ao mundo empresarial. ESPECIALIZAÇÃO E SOFT SKILLS Os mestrados são a especialização, enquanto as licenciaturas são mais gerais e teóricas. A saúde, por exemplo, é cada vez mais uma área de especialização. E os exemplos são muitos mais: no Direito surgiram os LLM (equiparados aos MBA da Economia e Gestão), que são uma especialização em negócios internacionais; existemjámbaem Aviação; os engenheiros têm especializações cada vez mais específicas: som, energias renováveis, etc.; o marketing digital, etc. Quanto às soft skills, já são incontornáveis em qualquer curso.

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6 VI Diário Económico Segunda-feira 24 Fevereiro 2014 OPINIÃO FRANCISCA GUEDES DE OLIVEIRA, DIRETORA- -ADJUNTA PARA OS DA FACULDADE E ECONOMIA E GESTÃO DA CATÓLICA PORTO O caminho é a internacionalização A declaração de Bolonha assenta numa matriz europeísta: a Europa como uma identidade cultural e social partilhada; de conhecimento, capaz de preparar os seus cidadãos para o desafio global mas que estabeleça uma cidadania europeia. Define como objetivo estratégico a criação de graus académicos comparáveis que promovam a mobilidade de estudantes, professores e investigadores. De 2000 a 2012, a mobilidade dos nossos alunos cresceu de forma impressionante. O número de estudantes enviados triplicou e dos acolhidos quase quadruplicou. Somos o quinto país europeu que envia mais alunos para estudar no estrangeiro. Mas o caminho ainda é longo. Apenas 8% dos estudantes do ensino superior são estrangeiros e destes, menos de 24% são estudantes deslocados com o objetivo específico de estudar. No total do ensino superior, a percentagem de docentes estrangeiros não chega a 4%, sendo o número de graus conjuntos e de recrutamento de investigadores estrangeiros muito baixo. Para vingar, as novas gerações vão ter que ser capazes de trabalhar e cooperar com culturas e espaços diferentes, em equipas internacionais e multiculturais. Este intercâmbio deverá ser profundo e permanente. Quer-se, dentro de portas, um ambiente verdadeiramente internacional, que permita a absorção de culturas e a partilha de valores. O caminho passa por se conseguir atrair profissionais, aumentar o número de duplos graus e de alunos estrangeiros, que tornem efetivamente cosmopolitas as nossas instituições. Deve haver uma verdadeira cooperação interinstitucional que vá mais além dos esquemas de mobilidade. Neste cenário, o 2º ciclo tem um papel fundamental. Os mestrados visam uma especialização profissional ou académica e têm uma duração curta (2 a 4 semestres). Neste ciclo, onde se conjuga uma maior maturidade dos alunos com uma crescente ligação à investigação, deve-se privilegiar a contratação de docentes estrangeiros, o estabelecimento de redes de investigação e a oferta de cursos integralmente em inglês. O caminho é a internacionalização. Os mestrados de Bolonha são um degrau fundamental neste percurso de globalização das vivências e do conhecimento. Nova e Católica entre as melhores do mundo Mestrados de Gestão das duas escolas estão no FT. Nova tem também Finanças. CARLA CASTRO Soma e segue é o que se pode dizer da presença das universidades portuguesas Nova e Católica nos rankings do Financial Times, que são olhados como o barómetro mundial do que de melhor se faz no mundo em termos de ensino superior. As escolas de negócios destas duas universidades têm vindo a consolidar a sua posição, com a Católica-Lisbon SBE a surgir na 52ª posição dos mestrados de Gestão, enquanto a Nova SBE está na 54ª e consegue ainda ser a única portuguesa no ranking dos mestrados de Finanças, na 22ª posição. Por outro lado, a Nova SBE, sendo a escola que em Portugal lecciona o mestrado internacional de gestão CEMS/MIM, chega ao 7º lugar. Este mestrado é ministrado em vários países e resulta de uma parceria entre escolas internacionais de prestígio. Ficando dois lugares abaixo da Católica-Lisbon nos mestrados de Gestão, a Nova SBE consegue a melhor pontuação no que se refere à subcategoria da experiência internacional que proporciona aos alunos durante o programa: 17º lugar contra o 22º da Católica-Lisbon. No que diz respeito ao salário anual médio alcançado pelos alunos depois de concluído o mestrado é apenas ligeiramente superior: euros da Nova SBE e da Católica-Lisbon. Rankings do Financial Times >> Inquéritos Os rankings são elaborados com base em inquéritos feitos a professores, alunos e ex-alunos. >> Subcategorias Além do ranking geral principal, há outras subcategorias que avaliam a exposição a experiências internacionais durante o curso, retorno do investimento feito, média salarial dos ex-alunos, etc. Infografia: Susana Lopes No ranking dos melhores mestrados de Finanças, onde aparece apenas a portuguesa Nova SBE, o salário médio dos ex-alunos é de euros anuais, mas onde este programa que tem uma parte leccionada no Brasil brilha mais é no 2º lugar mundial na subcategoria de experiência internacional. Passando para os líderes mundiais destas tabelas dos melhores mestrados do mundo, segundo o FT, a Europa domina o top ten com a FrançaeaEspanhamuitofortesnosdois rankings. A Alemanha tem um peso maior no top ten de Gestão e o Reino Unido no de Finanças. Mas o melhor mestrado de Gestão domundoéodasuíçauniversidadedest. Gallen, enquanto o melhor de Finanças é o da HEC Paris. Esta predominância da Europa nos mestrados contrasta com os tops mundiais dos MBA onde os Estados Unidos lideram. Uma tendência também destes rankings é para o peso cada vez maior das escolas de negócios asiáticas, com os seus próprios programas ou com cursos em parceria com escolas ocidentais, que abrem em alguns casos campus nestes países. Um bom exemplo é a francesa Essec Business School que está em Singapura.

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8 VIII Diário Económico Segunda-feira 24 Fevereiro 2014 OPINIÃO DANIEL TRAÇA DIRETOR ADJUNTO DA NOVA SBE Uma porta para as maiores multinacionais A Nova SBE oferece o CEMS-MIM, um dos melhores mestrados do mundo. AlunosdaNova SBE podem sonhar com carreiras mundiais O processo de Bolonha permitiu à Nova School of Business and Economics (Nova SBE) reformular a sua oferta académica de acordo com um mercado de trabalho global. Assim, com Bolonha, a Nova SBE passa a poder oferecer mestrados totalmente lecionados em inglês, nas áreas da Economia, Finanças e Gestão. Estes, além da excelência académica, proporcionam um conjunto de outras ferramentas como à vontade para circular em ambientes internacionais e multiculturais, capacidade analítica, apetência para correr riscos, para pensar fora da caixa e para se desafiar continuamente, permitindo aos nossos alunos sonhar com uma carreira mundial. Com as aulas em inglês, passamos também a poder recrutar professores no mercado internacional, o que nos tornou ainda Actualmente, na Nova SBE, cerca de 30% dos professores e 1/3 dos estudantes são estrangeiros. mais atractivos para alunos estrangeiros. Actualmente, na Nova SBE cerca de 30% dos professores e 1/3 dos alunos são estrangeiros, encontrando-se representadas cerca de 30 nacionalidades diferentes, destacando-se a nacionalidade alemã (10% dos alunos de mestrado são alemães). De referir também que mais de 85% dos professores residentes na escola obtiveram o seu grau de doutoramento em universidades europeias ou norte-americanas e este contagiante ambiente multicultural reflete-se nos nossos programas. Posteriormente, com o reconhecimento internacional, patente nos rankings mundiais mais relevantes e nas acreditações (a Nova SBE tem a acreditação Triple Crown - a mais importante distinção atribuída às escolas de negócios no mundo inteiro), a Nova SBE passou a figurar na lista das melhores do mundo, requisitada pelos melhores estudantes que passaram a poder escolher estudar em Portugal. O autor escreve ao abrigo do novo acordo ortográfico Foto cedida pela Telefónica Digital Margarida Fezas Vital, antiga aluna do CEMS - MIM, com 24 anos, acaba de ser promovida a business manager da Telefónica Digital. Uma ponte para o mercado global O IMF oferece um duplo grau da Nova SBE e da Getúlio Vargas em São Paulo. Londres, São Paulo e Lisboa. Três economias fortes que os alunos do Internacional Master in Finances (IMF) da Nova SBE têm oportunidade de conhecer ao vivo. O programa, que se estreou este ano, garante seis meses de formação na prestigiada Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo, e uma semana em Londres com aulas na Cass Business School e visitas ao quartel-general dos maiores mercados financeiros e bancos de investimento. Com 21 anos, João Pissara frequenta o IMF e destaca as visitas às empresas, em Londres, como um dos pontos fortes do programa. Foi muito útil perceber como é a vida das pessoas que trabalham na Bolsa de Londres, numa agência de rating ou num banco de investimento ou em empresas em São Paulo, diz Filipa Silva, que frequenta a primeira edição do programa. Trabalhar numa economia emergente como o Brasil num banco de investimento é o principal objectivo de João Pissara. Por isso escolheu este programaporqueconsideraqueéomestrado Um grupo de alunos da primeira edição do IMF numa visita à internacional Metal Exchange, em Londres EUROS Quem concorrer este mês tem redução de 20% nesta propina. certo para quem quer trabalhar no Brasil. Também o alemão Sebastian Schram escolheu o programa porque permite ter uma experiência completamente diferente num país emergente. Uma fácil inserção no mercado de emprego internacional é outro dos pontos fortes deste mestrado. Consideramos o IMF um programa inovador e por isso vamos receber dois alunos no final, garantiu ao Económico Francisco Cary, vice-presidente do BESI. Um sistema EUROS Há diversas sistemas para financiar esta propina. Foi a sua frontalidade, capacidade de comunicação e de apontar ineficências que poderiam ser resolvidas na empresa, sem medos, que a levou a ser escolhida como mentora do CEO da Telefónica. A portuguesa Margarida Fezas Vital tem apenas 24 anos e está no programa de mentoring de uma das maiores empresas de telecomunicações do planeta. O objectivo deste programa Reverse da Telefónica é permitir a pessoas que acabam de entrar na empresa serem mentoras de quem ocupa os lugares de topo da organização. Acaba de ser promovida a business manager da empresa, o que significa que responde perante um membro do conselho executivo mundial da Telefónica Digital. Uma oportunidade de emprego que surgiu quando frequentava o mestrado CEMS- MIM, que em Portugal é oferecido pela Nova SBE. Um mestrado internacional considerado um dos melhores do mundo e que garante aos seus alunos ofertas de trabalho nas melhores empresas do planeta. Elevada empregabilidade, salários altos e uma forte experiência internacional foram os três factores que garantiram a chegada ao topo do ranking do Financial Times do Mestrado em Gestão Internacional ( Master in Internacional Management - MIM). Um programa pré-experiência profissional, leccionado numa rede das melhores escolas do mundo. A ligação às empresas está no ADN deste mestrado que resulta de uma parceria das escolas com cerca de 60 multinacionais onde se incluem gigantes mundiais de vários sectores. Este é um mestrado que, à partida, oferece uma maior experiência internacional. Os alunos são obrigados a fazer um dos semestres numa escola internacional da rede, que inclui nomes prestigiados como a London School of Economics, a HEC Paris, a italiana BocconieaespanholaESADE,eum estágio numa empresa de um terceiro país. M.Q. de mentores, antigos alunos da Nova que estão a vencer em vários mercados mundiais, é outra das especificidades desta formação. Amaro Matos, um dos fundadores do IMF, destaca que este é um programa que permite uma forte exposição aos mercados emergentes e um ambiente internacional. Para a segunda edição do IMF já foram apresentadas 40 candidaturas de 16 países. Pode concorrer até ao final de Maio, mas se o fizer até ao final do mês terá uma redução de 20%. M.Q. Foto cedida pela Nova SBE

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10 X Diário Económico Segunda-feira 24 Fevereiro 2014 OPINIÃO FRANCISCO VELOSO DEAN DA CATÓLICA-LISBON Como fazer negócios com o Brasil A Católica aposta num mestrado com duplo grau, com a Getúlio Vargas. Católica Lisbon ganhou um enorme capital internacional O modelo dos mestrados de Bolonha permitiu uma abertura aos mercados internacionais e a que alunos de áreas de licenciatura diferentes de gestão ou economia pudessem vir fazer os seus mestrados nestas áreas. Na Católica-Lisbon temos assistido a uma maior diversidade do background académico dos nossos candidatos. Temos cada vez mais candidatos que provêm de áreas científicas diversas como saúde, engenharia, arquitetura, turismo e ciências sociais e políticas, entre outras. O aumento da diversidade da formação de base dos nossos candidatos tem contribuído para o enriquecimento e troca de experiências entre os alunos. Para além do mercado nacional, estamos também com uma forte atuação no mercado internacional, com um crescimento exponencial de candidatos oriundos fora de Portugal. No último ano, as candidaturas internacionais aumentaram em mais de 50%. Consequentemente, registamos um forte aumento de alunos internacionais que escolhem a Católica-Lisbon para fazer o seu programa de mestrado. Neste momento, cerca de 50% dos alunos em sala são internacionais, representando mais de 40 nacionalidades, desde o Cazaquistão, à Alemanha, Noruega, Brasil, Colômbia, entre muitas outras. Estes excelentes resultados demonstram o enorme capital internacional que a Católica-Lisbon alcançou através das acreditações atribuídas pelas três agências de certificação internacional de Business Schools, a chamada Triple Crown. Para além disso, a constante ascensão nos rankings do Financial Times são fruto da sua aposta na excelência e estratégia de internacionalização. A Católica-Lisbon conquistou, em 2013, a melhor posição portuguesa de sempre no ranking das melhores Business Schools da Europa ao integrar o top 25. Este mercado internacional que a Católica-Lisbon tem mobilizado através da sua excelência pode ser também explorado por outras escolas, não só em gestão, mas em muitas outras áreas do saber. O autor escreve ao abrigo do novo acordo ortográfico Bruno Barbosa O programa prevê três trimestres de aulas em Lisboa e outros três no Rio de Janeiro. Estudar um semestre em França Alunos da Universidade do Porto rumam à Kedge Business School, em Marselha. Um semestre do mestrado de Gestão da Faculdade de Economia da Universidade do Porto é passado na Kedge Business School, em Marselha, e permite aos alunos o acesso ao duplo diploma. Habitualmente, o semestre fora do país ocorre no segundo semestre do primeiro ano do mestrado. Além desta experiência internacional, os alunos deste mestrado realizaram, este ano, uma viagem de negócios de quatro dias a Madrid organizada pelo FEP Finance Club, da Associação de Estudantes da FEP, com o apoio do Serviço de Relações Externas e Integração Académica da faculdade (SEREIA). Através de três itinerários de visitas a empresas, abrangendo diferentes áreas de negócio, os alunos tiveram a oportunidade de conhecer diferentes saídas e perfis profissionais e ficar ao corrente de diversas oportunidades de recrutamento. Philip Morris, Escuela Universitaria Real Madrid, Ernst & Young, Galp, BBVA, Merrill Lynch, foram algumas das empresas visitadas. A atestar da internacionalização e in- Bruno Barbosa EUROS Aestevalor acresce a viagem e estadia no Brasil. Um mestrado com duplo grau académico na Católica-Lisbon School of Business and Economics e na Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (EBAPE), que integra a Fundação Getúlio Vargas no Rio de Janeiro. A Católica não teve dúvidas em escolher como parceira aquela que foi considerada pelo Ministério da Educação brasileiro a melhor faculdade de Administração, em Esta é a mais recente aposta da Católica. Chama-se International Master of Science in Management, majors in Marketing or Strategy & Consulting e oferece aos alunos três trimestres de aulas em Lisboa e mais nove meses no Brasil. A vantagem deste programa é proporcionar aos alunos experiência em duas escolas de referência na Europa e América Latina e ter contacto com a realidade empresarial dos países emergentes, explica Fernando Machado, diretor das Iniciativas Pré-Experiência da Católica-Lisbon SBE. Até porque O mestrado em Gestão da FEP dá acesso a duplo diploma com a Kedge Business School. tenção de captar alunos internacionais, este master in management é leccionado integralmente em inglês. Os alunos da FEP têm ainda a possibilidade de obter um certificado internacional QTEM - The Network Master in Quantitative Techniques for Economics and Management. Esta rede internacional, que congrega universidades e empresas, permite aos estudantes o acesso a escolas internacionais sem pagamento de propinas (pagam não se pode ignorar que, com o Mundial de Futebol, este ano, e os Jogos Olímpicos em 2016, o Brasil está transformado num dos centros económicos do planeta e já é considerado a 6ª maior economia do mundo. Por isso, hoje são cada vez mais as companhias que olham para este mercado como prioritário, sublinha o responsável pelo programa. Nesta primeira edição apostam na criação de uma turma com alunos de todo o mundo. Brasileiros, portugueses, a que se deverão juntar estudantes do resto da Europa e de outras regiões, sublinha este responsável. As candidaturas estão abertas até 28 de Abril. As aulas começam no início de Setembro, em Lisboa, e os alunos transferem-se para o Rio de Janeiro em Abril de Um programa que oferece, assim, uma experiência cultural e exposição internacional em duas das mais maravilhosas cidades do mundo, descreve o texto de apresentação. Além de permitir criar um ponte com todas as economias que falam português. M.Q. apenas a propina na FEP) e a estágios EUROS Valor anual da propina do mestrado de Gestão da FEP. internacionais na rede de empresas associadas do QTEM para apoio à empregabilidade dos seus diplomados. O certificado internacional QTEM atesta que o estudante realizou um mestrado internacional em Economia e Gestão, com a aquisição de competências analíticas e quantitativas que permitirão apoiar a tomada de decisão em ambientes internacionais. C.C.

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12 XII Diário Económico Segunda-feira 24 Fevereiro 2014 OPINIÃO JOÃO SÉRGIO RIBEIRO, VICE-PRESIDENTE DA ESCOLA DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DO MINHO Conhecer por dentro o BCE Alunos do ISEG visitam Frankfurt e encontram-se com Vítor Constâncio. Bruno Barbosa Uma maior capacidade de atrair estudantes estrangeiros O facto de todas as disciplinas corresponderem a créditos ECTS (European Credit Transfer and Accumulation System), permite uma comparabilidade dos mestrados, facilitando o reconhecimento das qualificações, com vantagens para o esforço de internacionalização que a Escola de Direito da Universidade do Minho tem desenvolvido com grande sucesso junto de Universidades estrangeiras, a nível do intercâmbio de estudantes, preparação de projetos de dupla titulação e graus conjuntos. Outra das decorrências de Bolonha é a possibilidade de concentrar os programas em períodos mais curtos, o que se traduz numa superior capacidade de atração de estudantes estrangeiros, para quem a possibilidade de completar o grau num período de aproximadamente um ano constitui uma vantagem inegável. Na Escola de Direito temos vários mestrados com a duração de três semestres e um, especialmente vocacionado para um público internacional e por isso integralmente lecionado em inglês, que pode ser completado em 12 meses. O autor escreve ao abrigo do novo acordo ortográfico Na Escola de Direito da Universidade do Minho há vários mestrados com três semestres. Visitar os locais mais emblemáticos do centro financeiro de Frankfurt faz parte do programa do mestrado em Finanças do ISEG (Instituto Superior de Economia e Gestão). O ex-líbris desta viagem de cinco dias, que ocorre sempre na Primavera, durante o primeiro ano do mestrado, é a visita ao Banco Central Europeu, onde os alunos se encontram com o vice-governador português, Vítor Constâncio. Esta viagem inclui outros pontos altos: a visita à bolsa de Frankfurt, ao Deutsche Bank e ao Museu do Dinheiro do Bundesbank. Os alunos vão ainda à European Insurance and Occupational Pensions Authority (EIOPA), que faz parte do sistema europeu de supervisão financeira e tem sede nesta cidade alemã, e à Goethe University s House of Finance onde se encontram com estudantes locais e têm uma sessão com o director financeiro da Lufthansa. A universidade, fundada em 1914, é uma das maiores instituições de ensino superior da Alemanha e tem mais de 37 mil alunos. A oportunidade de passar duas semanas na Universidade de Delaware, nos Estados Unidos, é a viagem da business school do ISCTE-IUL e destina-se preferencialmente aos alunos do mestrado em Finanças, uma vez que é desenhada a pensar neles. O programa chama-se UD/ISCTE-IUL Microstructure, Trading&Bloomberg Program e inclui aulas no Lerner College Exelon Trading Center da Universidade de Delaware e visitas à Bloomberg e ao centro financeiro de Nova Iorque, com paragem na bolsa. A visita a Delaware é opcional, já que implica custos adicionais à propina do mestrado, que ronda os cinco mil euros. A Universidade de Delaware é uma das mais antigas instituições de ensino superior dos Estados Unidos. Foi a primeira do Estado de Delaware, quando se chamava Newark College, e foi fundada em 1833, na cidade de Newark. O mestrado em Finanças inclui ainda uma visita a Madrid que se insere no programa Mid-Week do ISCTE-IUL e que existe em vários mestrados desta EricThayer / Reuters Exclusivamente leccionado em inglês, este mestrado tem um limite de 40 alunos, incluindo internacionais, e a ida a Frankfurt pretende expô-los à realidade profissional que se vive neste importante coração financeiro da Europa. O programa curricular está dividido em três grandes áreas: corporate finance, investimentos financeiros e derivados. A viagem a Frankfurt ocorre sempre na Primavera e está incluída na propina do Frankfurt é a cidade eleita pelo mestrado Duas semanas nos Estados Unidos de Finanças do ISEG. 6mil EUROS Propina do mestrado em Finanças do ISEG. mestrado (seis mil euros total para os três semestres lectivos mais um de trabalho final de mestrado). Também a pós-graduação em Análise Financeira do ISEG que dá equivalência ao primeiro ano do mestrado em Finanças tem uma viagem anual a um grande centro financeiro. Em 2012 os alunos foram a Nova Iorque e em 2013 a Chicago. C.C. ISCTE-IUL proporciona aos alunos uma estadia na Universidade de Delaware. escola. Consiste na estadia residencial durante meia semana fora de Portugal, que Propina do EUROS pretende proporcionar aos mestrado em alunos visitas a universidades e empresas locais. Nos a Delaware). Finanças (não inclui viagem últimos anos, tem decorrido em Barcelona, Madrid e Sevilha, em Espanha; Pforzheim e Heidelberg, na Alemanha; e ainda em Viena, na Áustria. O mestrado em Finanças da business school do ISCTE-IUL tem, por outro lado, parcerias para doubles degrees com as francesas Kedge Business School e France Business School. Estas viagens ao estrangeiro, sejam a opcional a Delaware ou as obrigatórias Mid-Weeks, são incentivadas pelo ISCTE-IUL porque proporcionam aos alunos o contacto com uma visão mais alargada de culturas, experiências e contactos internacionais, de decisiva importância num mundo cada vez mais global e na abertura de carreiras profissionais além-fronteiras, defende An- inclui estadia em Delaware e uma ida à bolsa A viagem aos EUA dos alunos do ISCTE tónio Robalo, professor da ISCTE Business School. de Nova Iorque e à Bloomberg. C.C. ChipEast/Reuters

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14 XIV Diário Económico Segunda-feira 24 Fevereiro 2014 PERGUNTAS & RESPOSTAS Saiba como pedir apoio para pagar o seu mestrado O MIM do Instituto de Empresa está colocado no 5º lugar do ranking do Financial Times. Entre bolsas e vários créditos na banca, os alunos têm hoje várias soluções para pagar os estudos. ANA PETRONILHO Apesar da crise e das dificuldades financeiras das famílias, são cada vez mais as soluções disponíveis para conseguir financiar os estudos. Desde as bolsas de estudo e sistema de crédito de garantia mútua do Estado, às bolsas e apoios oferecidos pelas autarquias e pelas instituições de utilidade pública, também a banca está atenta aos problemas financeiros das famílias tendo vindo a alargar o leque nas opções de crédito. Conheça algumas das propostas que existem. 1 Onde se deve dirigir? Há várias soluções para conseguir financiar o seu mestrado: bolsas de estudo, crédito da banca, empréstimos de garantia mútua, apoio social nas universidades ou até programas de apoio nas câmaras municipais ou instituições de utilidade pública, como a Gulbenkian ou a Fundação Oriente. Caso queira concorrer a uma bolsa de estudo deve consultar as regras no site da Direcção-Geral de Ensino Superior (DGES). Se optar por pedir um crédito junto da banca pode dirigir-se a um dos sete balcões que oferecem o crédito de garantia mútua CGD, Santander Totta, BPI, Millennium bcp, Montepio, Crédito Agrícola e BES ou para conhecer as condições de créditos para formação, que estão disponíveis em qualquer banco. 2 O que deve ter em atenção? No caso de recorrer à banca peça várias simulações para facilitar a decisão. Na garantia mútua as condições são semelhantes em qualquer um dos bancos, mas fora deste sistema o crédito para a formação oferece condições diferentes. Depois de estudar as ofertas de crédito disponíveis, escolha a que tiver a Taxa Anual Efectiva Global (TAEG) mais baixa. Entre as duas soluções na banca o sistema de crédito com garantia mútua pode ser mais vantajoso. Isto porque o spread é mais baixo e é possível a qualquer estudante conseguir o financiamento sem dar qualquer tipo de garantia ao banco. 3 Quanto pode pedir? O montante máximo dos empréstimos de garantia mútua é de 25 mil euros. Nos restantes empréstimos o valor pode subir até aos 60 mil euros. Qualquer um destes créditos pode ser aplicado em licenciatura, mestrado, doutoramento ou pós-graduação. 4 Qual é o spread? No crédito com garantia mútua o spread máximo é de 1%, que pode baixar para os alunos que tenham mais A banca emprestou aos estudantes cerca de 224 milhões de euros, nos últimos seis anos lectivos. Só no último ano, o valor chegou aos 22 milhões. de 14 valores de média. Para os estudantes com médias entre os 14 e os 16 valores, o spread pode descer para os 0,65% e, se o estudante conseguir ultrapassar esta média, desce até aos 0,2%. Se o banco permitir, opte por receber o dinheiro em tranches. É a opção mais barata porque só paga juros sobre o valor entregue em cada tranche. Nos restantes tipos de crédito o spread médio ronda os 3% a 3,5% indexado à Euribor a três ou a seis meses. 5 Quanto tempo tenho para pagar o empréstimo? No sistema de garantia mútua, após a conclusão do curso o aluno tem um ano para começar a pagar o crédito. Enquanto frequenta o curso não é exigido qualquer pagamento ao banco, é o chamado período de carência. Depois deste período o aluno tem entre seis a dez anos para concluir o pagamento. Nos outros créditos o período de carência pode variar entre os seis e os 42 meses. 6 Como apresentar candidatura a uma bolsa de estudo? A candidatura à bolsa de estudo do Estado tem de ser feita através da Internet, no site da DGES. Não existem prazos para as candidaturas que podem ser entregues ao longo do ano lectivo. No entanto, se a candidatura for entregue entre 25 de Junho e 30 de Setembro o estudante recebe o valor da bolsa por inteiro. Caso seja entregue mais tarde, o valor da bolsa de estudo a atribuir é proporcional ao valor calculado para os restantes meses que completam um ano lectivo. 7 Quais são os critérios de elegibilidade? Para ter acesso a uma bolsa de estudo os rendimentos anuais do agregado familiar não podem ultrapassar 14 vezes o Indexante de Apoio Social (419,22 euros) acrescido do valor da bolsa paga. Além disso, é exigido ao aluno que esteja inscrito no mínimo em 30 créditos (ECTS) e não pode ter um património mobiliário acima dos 100 mil euros. É exigido ainda um aproveitamento escolar no mínimo de 60% das disciplinas em que o aluno está inscrito e não pode ter dívidas ao Fisco. 8 Qual o valor máximo e mínimo da bolsa? A bolsa mínima corresponde ao valor da propina máxima, que este ano é de euros, e a bolsa máxima pode ascender a um máximo de 5.677,42 euros anuais, que correspondem a dez meses (período do ano lectivo). Craig Hartley/Bloomberg

15 Segunda-feira 24 Fevereiro 2014 Diário Económico XV >> MIM DO IE LEVA A MUDAR DE VIDA Uma paixão crescente pelas start-ups e empreendedorismo levou-me a abrir o meu próprio negócio. Vasco Fino que frequentou a Master in Management (MIM) da IE business school, considerado o 5º melhor do mundo no ranking do FT, recorda: Comecei a olhar para a minha vida profissional de uma maneira diferente. Quando o seu primeiro projecto falhou lembrou-se do ensinamento que teve na primeira aula com o director do programa: Todos nós iríamos falhar no nosso primeiro negócio. Foi através da rede de antigos alunos do IEnegócios que conseguiu obter todas as entrevistas de trabalho necessárias para conseguir um bom emprego no Brasil. Mas a paixão pelo empreendedorismo voltou e este analista de privaty equity já está a lançar-se num novo negócio. A analista de vinhos Filipa Ramos não esquece a sua primeira sessão de trabalho de grupo compessoasdetodoomundo e com backgrounds totalmente diferentes. Frequentou a classe de MM de Inicialmente estranhou tanta diversidade, mas depois descobriu que essa eraamelhorfontede aprendizagem do meu mestrado: ser capaz de trabalhar com todos, lidar com opiniões opostas em todos os momentos, ao mesmo tempo encontrar uma maneira de equilibrar ideias, aprender e entregar excelência. Acredita que o programa a levou mais longe e que acabou por provocar uma mudança radical na sua vida profissional. Trabalhava na Google e, agora, está a trabalhar numa empresa de vinho da família. SANTANDER TOTTA O Santander Totta emprestou metade dos 22 milhões que foram disponibilizados aos estudantes, no ano passado, pela banca. Além do crédito com garantia mútua, o Santander oferece o Crédito Universitário Plus para licenciaturas, mestrados, pós-graduações ou doutoramentos, em Portugal ou no estrangeiro. Os montantes máximos são 25 mil euros para cursos em Portugal e50mileurosparaostiradosno estrangeiro. As verbas são libertadas no momento da formalização do crédito. BANCO ESPÍRITO SANTO O BES tem mais duas ofertas de crédito para estudantes, além do sistema de garantia mútua: a Linha BESup Vida Académica e o Crédito BESup Futuro. Os montantes variam entre os mil e os 30 mil euros e o Vida Académica não tem prazo de devolução. A taxa de juro é indexada à Euribor de seis meses, acrescida de um spread de 5,35% que pode baixar 0,25% caso o estudante tenha uma média de 14 valores ou 0,5% se a instituição de ensino tiver um protocolo com o banco. MILLENNIUM BCP Actualmente o Millennium só dispõe do sistema de crédito com garantia mútua. Através deste crédito o estudante pode financiar licenciaturas, mestrados, doutoramentos, pós-graduações e não lhe é exigida qualquer garantia patrimonial, sendo o Estado o fiador. O crédito tem o período de carência durante um ano e cada estudante pode pedir no máximo 25mileuros.O spread máximoéde1% e pode baixar para 0,65% para os alunos com notas de 14 a 16 valores e para os 0,2% para quem tem média de 16 valores. CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS Além do crédito com garantia mútua, a CGD oferece o Crediformação Caixa que pode ser aplicado em propinas ou despesas associadas aos cursos, em Portugal ou no estrangeiro, como viagens, estadias ou material escolar. Através deste crédito os estudantes podem pedir entre 35 e 60 mil euros e tem um período de carência e de amortização que pode ir até 16 anos. A taxa de juro é indexada à Euribor a 3 meses acrescida de um spread de 3,5% e com uma TAEG de 4,4%. BANIF O Banif já não oferece o sistema de garantia mútua mas tem o Crédito Formação Académica. O montante disponível varia entre os cinco e os 30 mil euros, chegando aos 50 mil euros para cursos no estrangeiro. O prazo de reembolso varia de 24 a 120 meses, após a carência do capital que tem a duração de um ano, sendo que os juros acumulam ao capital no final do período de carência. A taxa de juro está indexada à Euribor a três meses acrescida de um spread de 3,25%. CRÉDITO AGRÍCOLA O Crédito Agrícola disponibiliza o Crédito ao Ensino e o Crédito Pessoal, além do sistema de garantia mútua. Através do crédito é possível pedir um montante entre os cinco e os 60 mil euros, caso o curso seja no estrangeiro. O prazo de amortização varia entre os24eos120meseseataxadejuro pode ser variável indexada à Euribor a um mês mais um spread até 4%, que pode baixar segundo as notas do aluno. Mas também pode ser fixa entre os 3,5% e os 5%.

16 XVI Diário Económico Segunda-feira 24 Fevereiro 2014 OPINIÃO JOSÉ MIGUEL SARDICA, DIRETOR DA FAC. DE CIÊNCIAS HUMANAS DA UCP Os mestrados pós-bolonha são pensados para jovens com pouca ou nenhuma experiência profissional e que terminaram há pouco a licenciatura. A oportunidade de ligar empresas às universidades Bolonha veio harmonizar o espaço de ensino superior europeu, esclarecendo divergências e menorizando assimetrias que não facilitavam a circulação de alunos e docentes entre países. Neste aspeto, houve vantagens práticas evidentes para a mobilidade académica, que, na Faculdade de Ciências Humanas (FCH) da Universidade Católica Portuguesa (UCP), aumentou e continua a crescer de forma sustentada. Por outro lado, os mestrados de Bolonha vieram abrir possibilidades. A uma vertente fundamentalmente ligada à investigação, juntaram-se vias mais profissionalizantes. Na FCH, esta situação foi vista como uma oportunidade: ligar as empresas à universidade, e garantir que a universidade continua a ser uma referência no desenvolvimento dos saberes teóricos e práticos que as empresas necessitam. Os estágios internacionais no âmbito de consórcios como o AETC-Atlantic Erasmus Training Consortium são um dos melhores exemplos destas sinergias. Não podemos ver o modelo mestrados Bolonha isolado de todo o processo de abertura do espaço europeu de ensino superior, com a mobilidade Erasmus, já com mais de quarto de século, e que agora dá um passo adiante com o Erasmus+. A internacionalização na FCH não está só virada para a Europa, mas também para o Brasil, para os Estados Unidos, para a China, num total de mais de 70 universidades, de que são exemplo mais recente o programa de mestrado Global Scholars in Communication Studies (com a Kent State University Ohio) e em Educação de Infância (com a Fundação Aga Khan). Sempre numa perspetiva multidisciplinar, os mestrados da FCH representam o próprio espírito da escola: valorizar as humanidades como denominador comum de todas as áreas e aplicações do conhecimento, do ensino e da investigação, porque elas enriquecem, enraízam, educam e qualificam os alunos para os desafios cívicos, éticos, científicos e técnicos da vida do trabalho, no espaço nacional e internacional. O autor escreve ao abrigo PERGUNTAS & RESPOSTAS Como escolher o melhor mestrado? As dúvidas são muitas. Deixamos algumas dicas para ajudar na decisão. CARLA CASTRO Devo fazer mestrado na área da licenciatura ou posso mudar radicalmente de área e ter sucesso na mesma? E se me ficasse pela licenciatura? Sempre poderia trabalhar durante um tempo e voltar depois para fazer mestrado... Seria uma boa opção? Estas e outras dúvidas semelhantes invadem muitos jovens universitários. O Diário Económico deixa-lhe algumas pistas para tentar orientar a decisão, que nem sempre é fácil. 1 Devo fazer o mestrado logo a seguir à licenciatura ou esperar? Os mestrados pós-bolonha estão pensados para os alunos jovens e com pouca ou nenhuma experiência profissional. Não é, de todo, como antes de Bolonha em que a licenciatura era mais longa e depois seguia, habitualmente, para mestrado quem queria apostar na carreira académica. Agora, com as licenciaturas mais curtas (três anos), os mestrados (de dois) são para os alunos seguirem directamente os estudos antes de entrarem no mercado de trabalho. Enquanto as licenciaturas são mais teóricas e abrangentes, os mestrados são para fazer a especialização, mais virados para as empresas e o mundo do trabalho. O que não quer dizer que alunos já com carreira profissional não possam ser aceites em alguns mestrados, mas para esses há outras ofertas como mestrados executivos ou MBA. 2 É melhor escolher a mesma faculdade da licenciatura ou ir para outra? Bolonha trouxe mobilidade. Os alunos já podem mudar de área da licenciatura para o mestrado, de faculdade e mesmo de país. Na escolha de outra faculdade deve levar em conta o prestígio da mesma e do curso em questão, que é muito valorizado na hora de encontrar um emprego, e o preço, que varia, uma vez que nos mestrados não há tecto para o preço da propina. Mudar de faculdade pode até ser uma mais valia para o aluno que adquire novas experiências e tem de se adaptar a um novo contexto académico. 3 Posso mudar radicalmente de área da licenciatura para o mestrado? Nalguns casos em que os alunos mudam de áreas de línguas ou humanidades a transição para economia ou áreas financeiras é mais difícil, mas possível. Nalgumas faculdades existem os chamados cursos ponte, que preparam esses alunos para adquirirem as noções básicas antes de entrarem no mundo financeiro e dos negócios. 4 Devo fazer estágios e ter experiências profissionais? O mais possível. As empresas e organizações dizem-no sem pruridos: hoje em dia, mais do que um aluno com notas brilhantes, valorizam as soft skills, que se aprendem muito fora da universidade. E aqui entra a importância do desporto, do voluntariado, dos estágios e experiências profissionais nem que seja a servir à mesa ou na apanha da fruta. Por isso, é aconselhável que os alunos no mestrado ou ainda antes, durante a licenciatura, façam estágios de Verão ou trabalhem seja no que for. Há muitas empresas com programas organizados de estágios de Verão, com possibilidade ou não de depois integrar os quadros da empresa. Se a experiência for no estrangeiro, tanto melhor. Paulo Figueiredo

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