MESTRADO EM DESENVOLVIMENTO E MEIO AMBIENTE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MESTRADO EM DESENVOLVIMENTO E MEIO AMBIENTE"

Transcrição

1 MESTRADO EM DESENVOLVIMENTO E MEIO AMBIENTE ORIENTAÇÕES PARA A PRODUÇÃO DA DISSERTAÇÃO DO MESTRADO Rosália Corrêa Belém/Pará 2012

2 APRESENTAÇÃO Durante o período de existência do Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente foram produzidas muitas dissertações de excelente qualidade. Entretanto, estas produções não apresentavam uniformidade no que se refere às suas estruturas físicas. Os mestrandos elaboravam as suas dissertações com base nas diferentes orientações que recebiam dos seus orientadores e, até mesmo, buscando informações em sites que esclarecem sobre as normas que orientam a elaboração do trabalho escrito. O resultado disso era o desacordo entre os modelos de dissertações adotadas pelos mestrandos e a total ausência de padronização. Outro desacordo que se destaca nesta produção acadêmica corresponde ao procedimento metodológico. Sabemos que os próprios livros de metodologia sugerem essa confusão, quando classificam tipos de métodos; tipos de pesquisas, técnicas de pesquisa e abordagens de formas diferentes. Porém, para os alunos que estão executando as suas pesquisas e carecem de esclarecimentos para assumirem uma metodologia adequada aos seus objetos de estudo, esta confusão causa incertezas e insegurança. Portanto, adotar um padrão de estrutura física da dissertação e a orientação de alguns autores acerca da definição dos elementos que compõem o procedimento metodológico das pesquisas, parece muito proveitoso para as produções futuras e àquelas que estão em andamentos. Ressalto que tal orientação não representa um estímulo ao distanciamento dos autores que apresentam outras definições e menos ainda à limitação da criatividade dos pesquisadores, apenas indica uma direção a ser seguida. É com este propósito que apresento estas orientações para os nossos alunos/mestrandos. Professora Rosália Corrêa

3 SUMÁRIO 1 CONHECIMENTO E CIÊNCIA 5 2 O MÉTODO CIENTÍFICO 6 3 A PESQUISA CIENTÍFICA TÉCNICAS DE PESQUISA TIPOS DE PESQUISA Tipos de pesquisa quanto à sua natureza Tipos de Pesquisa quanto à abordagem do problema proposto Tipo de pesquisa quanto aos objetivos Tipo de pesquisa quanto aos procedimentos técnicos 11 4 O PROJETO DE PESQUISA DEFINIÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA PROCEDIMENTOS PARA A ELABORAÇÃO DO PROJETO DE 12 PESQUISA: 4.3 ESTRUTURA FÍSICA DO PROJETO ESCLARECIMENTOS SOBRE OS ELEMENTOS DA ESTRUTURA DO 14 PROJETO DE PESQUISA 4.5 A PROPOSTA DE PESQUISA E O VÍNCULO COM AS LINHAS DE 15 PESQUISA DO CURSO 4.6 A PROPOSTA DE PESQUISA E O VÍNCULO COM OS PROJETOS EM 16 DESENVOLVIMENTO 5 A DISSERTAÇÃO DEFINIÇÃO DE DISSERTAÇÃO (colocar modelo da estrutura da 16 Dissertação conforme a ABNT) 5.2 ESTRUTURA FÍSICA DA DISSERTAÇÃO ESCLARECIMENTOS SOBRE OS ELEMENTOS DA ESTRUTURA DA 17 DISSERTAÇÃO 6 A ORIENTAÇÃO DA DISSERTAÇÃO ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR ORIENTADOR E A RELAÇÃO 20 ORIENTADOR/ORIENTANDO 6.2 A FREQUENCIA DOCENTE/DISCENTE 21 7 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO A QUALIFICAÇÃO DA DISSERTAÇÃO 21

4 7.2 A DEFESA DA DISSERTAÇÃO 21 8 A RELAÇÃO DAS DISCIPLINAS COM A PRODUÇÃO DA DISSERTAÇÃO 22 E A AVALIAÇÃO DAS DISCIPLINAS 9 A SUBMISSÃO AO COMITÊ DE ÉTICA 22 REFERÊNCIAS 23 ANEXO 1: MODELOS DE CAPA E FOLHA DE ROSTO DO PROJETO DE 24 PESQUISA ANEXO 2: MODELOS DE CAPA; FOLHA DE ROSTO; FICHA 25 CATALOGRÁFICA E FOLHA DE APROVAÇÃO DA DISSERTAÇÃO ANEXO 3: MODELO DE FOLHA DE FREQUÊNCIA DA ORIENTAÇÃO 27 ANEXO 4: MODELO DE FICHA DE AVALIAÇÃO DA QUALIFICAÇÃO 28 ANEXO 5: FICHA DE AVALIAÇÃO DA DEFESA DO MESTRADO 29 ANEXO 6: ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DO PAPER 30

5 1 CONHECIMENTO E CIÊNCIA A noção de conhecimento advém da clareza de que existem, e sempre existirão, lacunas a serem preenchidas, por novas descobertas, nas diferentes áreas do universo científico. Partindo dessa perspectiva, a busca por respostas para superar tais falhas pressupõe uma relação entre o sujeito que deseja conhecer e o objeto a ser conhecido. E, considerando que o sujeito procura respostas para o seu desconhecimento, significa que ele questiona. Portanto, o ponto de partida para o conhecimento é o questionamento sobre algo ainda ignorado, e os elementos desse processo podem ser pensados nesta ordem: o sujeito pensante; o objeto ignorado; o questionamento sobre o objeto ignorado, e a assimilação do objeto pelo sujeito. Nessa direção é possível dizer que o conhecimento ocorre quando o sujeito que identificou o objeto ignorado superou esse desconhecimento ao encontrar a resposta para o seu questionamento. Esse é o princípio do conhecimento. A TRAJETÓRIA DO CONHECIMENTO: SUJEITO REFLEXIVO OBJETO IGNORADO QUESTIONAMENTO SOBRE O OBJETO IGNORADO ASSIMILAÇÃO DO OBJETO PELO SUJEITO = CONHECIMENTO A ilustração acima pressupõe que o conhecimento parte de um sujeito reflexivo, aquele que consegue olhar o mundo a sua volta, pensar sobre o que vê; identificar lacunas e questionar sobre elas. E a academia, pela dinâmica dos acontecimentos no seu cotidiano, é um espaço que fomenta esse processo, valorizando continuamente as novas descobertas. Portanto, o aluno mestrando deve se ocupar, constantemente, da tarefa de refletir e questionar sobre o mundo que o circunda, procurando respostas nas diferentes fontes que estão ao seu alcance. O conhecimento é um processo continuo que não se esgota, ao absorver um objeto antes ignorado, o sujeito desperta para o fato de que essa resposta trouxe, no seu conteúdo, novos questionamentos que necessitam de outras respostas, os quais também vão originar novas perguntas e assim sucessivamente. Assim, as respostas encontradas sempre trazem pistas para outros questionamentos, e eliminam

6 qualquer possibilidade de finitude do processo do conhecimento que sempre irá se adequar ao tempo e ao espaço nos quais ele acontece. Se o conhecimento é um processo, a ciência é um dos seus resultados. A ciência é um tipo de conhecimento que, pelas suas especificidades, garante um resultado mais exato, objetivo, seguro, embora passível de críticas e de questionamentos, e sua validade não é eterna e nem absoluta. A ciência é o conhecimento que a academia tende a valorizar com mais afinco, porque ela responde, com maior rigor, aos questionamentos que são levantados sobre os objetos desconhecidos e, além de responder, é também capaz de fazer recomendações baseadas em orientações mais sólidas e seguras. Tudo isso faz da ciência um conhecimento reconhecido e credibilizado pela academia. Porém, vale destacar que essa posição privilegiada da ciência deve-se ao método científico, este elemento garante à ciência a precisão dos seus resultados. Ao adotar o método científico, o cientista está se amparando num recurso que lhe permite desenvolver o processo do conhecimento com disciplina, rigor, segurança e o mais próximo possível da exatidão, em relação aos dados que ele produz. Entretanto, é necessário lembrar que não existe ciência totalmente verdadeira, as falhas sempre estarão presentes, e isso é salutar na medida em que elas estimulam novos resultados. A academia é responsável por produzir e reproduzir ciência e isso envolve todos aqueles que dela participam. Docentes e discentes são parte do processo de construção do conhecimento científico e devem interagir a partir de uma relação de troca de informação e parceria, superando a relação que prevaleceu no passado de transmissor (professor) e receptor (aluno) do conhecimento. Para isso o aluno mestrando deve conhecer o método científico e a sua aplicação na produção científica, para que possa reconhecer e valorizar este recurso nas suas elaborações individuais, associando-o às perspectivas teóricas que serão utilizadas adequadamente aos seus objetos de estudo. 2 O MÉTODO CIENTÍFICO O Método Científico reúne um conjunto de elementos práticos e teóricos que se destinam a indicar o rumo apropriado para descobrir as respostas dos questionamentos que são feitos sobre o objeto de estudo. É o recurso que facilita o

7 alcance dos resultados esperados. Ele aponta a direção que deve ser seguida, a partir das teorias e das técnicas a serem utilizadas na busca do conhecimento. Porém, é necessário esclarecer que a escolha de determinadas teorias e técnicas não são aleatórias, ela está em conformidade com o objeto de estudo selecionado. Alguns estudiosos da Metodologia Científica (GIL, 1994; FACHIN, 1993, e outros) dividem o Método Científico em dois eixos: geral ou de raciocínio e específicos ou de procedimento. Para eles, os métodos de raciocínio são aqueles que consideram os fundamentos e a forma lógica de pensar o objeto estudado, estes métodos estão relacionados ao plano geral da pesquisa. Já os métodos de procedimentos correspondem à aplicação prática adotada na investigação do objeto de estudo e estão relacionados às etapas mais concretas da pesquisa. Os métodos dedutivo, indutivo, hipotético-dedutivo, dialético e fenomenológico são formas de pensar racionalmente o objeto de estudo, enquanto os demais métodos são formas de proceder para garantir a apreensão do objeto. A dedução consiste em pensar o objeto partindo de uma premissa geral para se chegar a situações específicas, neste caso a conclusão deverá ser compatível com a premissa geral. Esta forma de raciocínio parte do complexo para o simples; a indução consiste na relação inversa, parte-se de uma situação específica para se chegar a uma conclusão que representa uma sucessão de fatos semelhantes. Neste caso, parte-se do simples para o complexo; o método hipotético-dedutivo tem origem na percepção de uma lacuna no conhecimento e sugere a elaboração de hipóteses que devem ser testadas na tentativa de falseá-las e encontrar respostas o mais próximo possível da verdade; o método dialético é uma forma de raciocínio que prevê contradições inerentes ao objeto de estudo e que a superação de tais contradições sugerem novas verdades passíveis de outras contradições; o método fenomenológico corresponde ao conhecimento do objeto de estudo a partir das noções de quem vivencia a experiência. Os métodos comparativo, histórico, estatístico, ecológico, sistêmico e etnográfico, são exemplos de métodos de procedimento. O método comparativo busca identificar similitude e diferenças entre dois ou mais fenômenos estudados; o método histórico pretende identificar ocorrências do passado que possam explicar determinadas situações do presente; o método estatístico é aplicado ao estudo de certos aspectos da realidade quando se quer medir o grau de correlação entre dois ou mais fenômenos; o método ecológico corresponde ao estudo das relações

8 existentes entre o homem e o meio em que vive, consiste na análise do processo de interação entre os fatos sociais e os elementos da natureza; o método sistêmico parte do princípio de que a mudança de qualquer um dos elementos que compõe o sistema implica na alteração de todos os outros, os fenômenos são compreendidos como um todo estruturado e devem ser analisados dessa forma; o método etnográfico tem origem na antropologia social, e o seu significado etimológico pode ser descrição cultural, pois corresponde ao estudo da sociedade e da cultura, seus valores e práticas, a partir de sua descrição densa, a qual ultrapassa a mera compilação de fatos externos ao pesquisador; o método experimental reproduz o fenômeno investigado em condições criadas pelo pesquisador, o qual seleciona unidades de estudo equivalentes e aplica estímulos diferenciados a cada uma delas, é o chamado grupo de controle, o objeto de estudo é submetido à influência de determinadas variáveis, sob condições controladas, para que sejam observados os resultados. Estes são apenas alguns exemplos de métodos, mas vale ressaltar que existem outros, que podem ser utilizados, dependendo do objeto a ser investigado. 3 A PESQUISA CIENTÍFICA É um exercício prático de busca e apreensão do conhecimento. Trata-se de uma prática intelectual e técnica submetida a uma organização prévia, a qual prevê disciplina, estudo, sistematização, análise e interpretação. A pesquisa científica obedece à lógica do ciclo, o qual reúne três etapas: Planejamento; execução e resultados, nesta ordem. PLANEJAMENTO EXECUÇÃO RESULTADOS A etapa do Planejamento corresponde à elaboração do Projeto de Pesquisa, o qual corresponde à materialização de um planejamento que nos permite realizar a pesquisa com objetividade, clareza, exatidão e sem perda de tempo, utilizando as informações adquiridas com critérios pré-estabelecidos e disciplina. Para a elaboração desta etapa o pesquisador define, inicialmente, o assunto sobre o qual deseja pesquisar; o seu objeto de estudo e a problematização deste objeto. A partir daí, ele elabora os demais elementos que compõem o Projeto.

9 Depois da elaboração do Projeto segue-se a etapa da execução que consiste da busca das informações necessárias para alcançar os objetivos pretendidos e para responder aos questionamentos e/ou superar lacunas do conhecimento acerca do objeto de estudo apresentado no Projeto. Esta etapa também é conhecida como Coleta dos dados. A etapa final, que corresponde aos Resultados, é elaborada a partir da obtenção dos dados, da análise e interpretação destes. Segundo a orientação de Triviños (1996, p.161), o processo de análise segue esta ordem: forma: pré-análise (organização do material), descrição analítica dos dados (codificação, classificação, categorização), interpretação referencial (tratamento e reflexão). Para Gil (1999, p.166): A análise tem como objetivo organizar e sumariar os dados de tal forma que possibilitem o fornecimento de respostas ao problema proposto para investigação. Já a interpretação tem como objetivo a procura do sentido mais amplo das respostas, o que é feito mediante sua ligação a outros conhecimentos anteriormente obtidos. O resultado da pesquisa pode ser apresentado por meio de diferentes formas de trabalho, dependendo dos propósitos da pesquisa. As formas de apresentar o resultado são as seguintes: Relatórios de Pesquisa; Artigo Científico; Trabalho de Conclusão de Curso (TCC); Monografia; Dissertações; Teses e Comunicações para apresentação em eventos. Cada uma dessas formas de apresentação do resultado possui estrutura distinta, que deve ser considerada pelo pesquisador. 3.1 TÉCNICAS DE PESQUISA São recursos utilizados pelo pesquisador por ocasião da realização da coleta de dados, através dos quais ele obtém as informações necessárias para alcançar o resultado previsto. São exemplos de técnicas de pesquisa: A Observação O Questionário O Formulário Entrevista (Dirigida ou Informal) Grupo Focal; Análise de discurso Análise de Conteúdo

10 História de vida História oral Pesquisa Bibliográfica 3.2 TIPOS DE PESQUISA Em relação aos tipos de pesquisa, foi considerada a classificação de Gil (2002) para fins de organização do procedimento metodológico Tipos de pesquisa quanto à sua natureza: Pesquisa Pura, Teórica ou Básica: desenvolve conhecimentos novos, úteis para o avanço da ciência sem aplicação prática prevista; Pesquisa Aplicada: realizada com o propósito de gerar conhecimentos para aplicação prática e dirigidos à solução de problemas específicos; Tipos de Pesquisa quanto à abordagem do problema proposto: Pesquisa Qualitativa: busca interpretar o fenômeno que investiga. É a interpretação das interpretações dos sujeitos sobre as suas perspectivas, os fatos que testemunham e as suas práticas. Privilegia a análise de microprocessos por meio do estudo das ações sociais dos indivíduos e dos grupos, e parte do princípio de que o homem é produto e produtor de um constructo mental intersubjetivo, o qual orienta a sua percepção sobre a realidade Este tipo de pesquisa dispensa medidas numéricas e análises estatísticas, seu foco são os aspectos mais profundos e subjetivos do objeto de estudo;.pesquisa Quantitativa: A pesquisa quantitativa pressupõe a mensuração dos dados de um universo pesquisado ou de uma amostra que o represente de forma estatisticamente comprovada. A amostra pode ser aleatória ou por extratos pré-definidos. Este tipo de pesquisa é apropriado quando o pesquisador trata o objeto como uma realidade externa e objetiva e ele pretende realizar uma análise das relações entre os fatores que estão presentes no universo pesquisado. Para isso, o pesquisador busca medidas quantificáveis de variáveis e inferências a partir de amostras, usa medidas numéricas para testar construções científicas e hipóteses, ou busca padrões numéricos relacionados a conceitos cotidianos;

11 3.2.3 Tipo de pesquisa quanto aos objetivos: Exploratória: Visa proporcionar maior familiaridade com o problema com vistas a torná-lo explícito ou a construir hipóteses para pesquisas posteriores; Descritiva: realiza a descrição das características do fenômeno ou o estabelecimento de relações entre variáveis; Explicativa: identifica os fatores que determinam ou contribuem para a ocorrência dos fenômenos. Explica a razão, o porquê das coisas Tipo de pesquisa quanto aos procedimentos técnicos: Bibliográfica: elaborada a partir de material já publicado, constituído principalmente de livros, artigos de periódicos e atualmente com material disponibilizado na Internet; Documental: elaborada a partir de materiais que não receberam tratamento analítico; Estudo de caso: corresponde ao estudo profundo de uma unidade social (instituição, grupos; comportamento, etc.) que permita um conhecimento amplo e detalhado. Levantamento: considera a interrogação direta das pessoas cujo comportamento ou situação se deseja conhecer. 4 O PROJETO DE PESQUISA 4.1 DEFINIÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA Consiste na proposta da pesquisa que será realizada, reunindo todos os elementos necessários para efetivá-la. Estes elementos indicam os procedimentos teóricos e práticos que orientam a pesquisa. O Projeto de Pesquisa corresponde à primeira etapa do ciclo da Pesquisa (Planejamento) apresentada no tópico 5 Pesquisa Científica, sendo o ponto de partida para a produção da Dissertação. A composição do Projeto obedece à seguinte estrutura, conforme a NBR 15287, de 1/0/2011 (ABNT):

12 TEMA; PROBLEMA DA PESQUISA; HIPÓTESE OBJETIVOS (GERAL E ESPECÍFICOS); JUSTIFICATIVA; REFERENCIAL TEÓRICO OU REVISÃO TEÓRICA; METODOLOGIA; CRONOGRAMA; ORÇAMENTO; REFERÊNCIAS APÊNDICES E/OU ANEXOS. 4.2 PROCEDIMENTOS PARA A ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: Escolher a área de especialização (Assunto) que possui maior conhecimento, tendo em vista as disciplinas que cursou na fase teórica do mestrado. Se escolher uma área sobre a qual não dispõe de nenhum conhecimento teórico ou não participou de nenhuma pesquisa, certamente levará mais tempo para produzir a dissertação; Delimitar com precisão o tema a ser investigado; Conversar com os orientadores e pesquisadores da especialidade escolhida, a fim de obter esclarecimentos sobre especificidades do tema que poderão ser estudados, e também para obter informações sobre a bibliografia; Iniciar as leituras por obras de caráter geral, resenhas e conclusões de dissertações e teses onde, em geral, estão indicadas as linhas de pesquisas futuras. O objetivo dessas leituras é a delimitação do problema ou questão a investigar; Escolher o método a ser empregado no estudo, pois a qualidade da dissertação depende da adequação do método ao tema, aos objetivos e às hipóteses; isso determina, na maioria das vezes, a estrutura de todo o trabalho.

13 4.3 ESTRUTURA FÍSICA DO PROJETO Estrutura Elementos Apresentação Pré-textuais Textuais Pós-textuais CAPA FOLHA DE ROSTO LISTA DE ILUSTRAÇÃO LISTA DE TABELAS LISTA DE SIGLAS LISTA DE SÍMBOLOS SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 1.1 APRESENTAÇÃO DO TEMA 1.2 PROBLEMA 1.3 HIPÓTESE 1.4 OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos Específicos 1.5 JUSTIFICATIVA 2 REFERENCIAL TEÓRICO 3 METODOLOGIA 4 CRONOGRAMA 5 ORÇAMENTO REFERÊNCIAS GLOSSÁRIO APÊNDICE ANEXO 4.4 ESCLARECIMENTOS SOBRE OS ELEMENTOS DA ESTRUTURA DO PROJETO DE PESQUISA Modelos de Capa e Folha de Rosto estão apresentados no anexo 1. TEMA (OBJETO DE ESTUDO) é uma especificidade que se origina da área de especialização (assunto), considerando a generalidade do assunto e a impossibilidade de alcança-lo em sua amplitude, o pesquisador define um quadro menor para investigar. O pesquisador deve contextualizar de forma sucinta o tema de sua pesquisa com vistas à situação ou o contexto no qual o problema será inserido;

14 PROBLEMA DA PESQUISA indica qual a dificuldade que se pretende resolver/ responder ou a lacuna do conhecimento a ser superada. Em geral, é um questionamento sobre algo que desconhecemos e que será respondido com a realização da pesquisa. Vale lembrar que a pergunta deve ser clara, direta e objetiva, o que certamente facilitará a obtenção da resposta no decorrer da pesquisa; HIPÓTESE é uma suposição relacionada ao problema da pesquisa, elaborada a partir do conhecimento teórico e prático acerca do assunto. Responde de forma provisória ao problema da pesquisa. Com a descoberta da investigação a hipótese pode ser refutada ou corroborada. OBJETIVO GERAL Indica uma ação ampla, ou seja, a meta que se deseja alcançar com a realização da pesquisa. Por ser uma ação o verbo utilizado deve ser na forma verbal de infinito: identificar, compreender, descobrir, caracterizar, descrever, levantar, traçar, analisar, explicar, etc.; OBJETIVOS ESPECÍFICOS são ações pormenorizadas e como tal também são apresentados como indicação das metas que levarão à realização do objetivo geral; JUSTIFICATIVA demonstra a importância do objeto de estudo pesquisado, apresentando dados gerais que possam justificar a pesquisa sobre o tema para os avanços de ordem científica, social, profissional, institucional e pessoal, além de informar as motivações pessoais da escolha. Sua elaboração pressupõe um conhecimento prévio sobre o assunto, sendo que isso é alcançado com as informações obtidas por meio de leituras. REFERENCIAL TEÓRICO constitui um quadro teórico cujo pesquisador circunscreve o seu objeto de estudo com vistas a explicá-lo, utilizando os seus conceitos e buscando identificar categorias analíticas para a sua pesquisa, visando à proposição do desenho metodológico. Destaco o que o diz Minayo (1994, p.19) sobre teoria: é um conhecimento de que nos servimos no processo de investigação como um sistema organizado de proposições, que orientam a obtenção dos dados e a análise dos mesmos, e de conceitos, que veiculam o seu sentido. METODOLOGIA consiste na descrição do procedimento metodológico que vai orientar a realização da pesquisa. Este procedimento inclui os métodos utilizados (de raciocínio e de procedimento); os tipos de pesquisa; a

15 abordagem; as técnicas; o local de realização da pesquisa, no caso de pesquisa de campo; os sujeitos pesquisados (os informantes); e o universo ou amostra (população total ou parcial), em casos de pesquisas que envolvem o método estatístico; CRONOGRAMA é um mapa das atividades da pesquisa e o período em que elas deverão ocorrer. O cronograma é flexível, mas o pesquisador deve tentar obedecê-lo com o maior rigor possível, para alcançar os melhores resultados em sua pesquisa; ORÇAMENTO Diz respeito às despesas com a pesquisa referente a todos os recursos materiais e humanos que serão utilizados. Para fins de Dissertação, este não é um elemento obrigatório; REFERÊNCIAS: listagem dos autores utilizados para a elaboração do Projeto. Deve ser apresentada na ordem alfabética do sobrenome dos autores; APÊNDICE: apresenta elementos complementares elaborados pelo próprio pesquisador. Em geral no apêndice consta o modelo do instrumento da pesquisa que será utilizado na coleta dos dados (questionário, formulário ou roteiro de entrevista). ANEXOS: elementos complementares que não são de autoria do autor do Projeto. 4.5 A PROPOSTA DE DISSERTAÇÃO E O VÍNCULO COM AS LINHAS DE PESQUISA DO CURSO A compatibilidade entre os temas de dissertações e as linhas do curso é um dos critérios que indica a existência de sintonia e coerência entre as partes que integram um Programa de Pós-graduação, ao mesmo tempo em que demonstra a qualidade do curso no sentido do avanço do conhecimento e da produção científica. Com vistas a manter a qualidade do curso e promover a ampliação das produções acadêmicas, o Programa estabelece à adequação das propostas dos alunos mestrandos às duas linhas gerais abaixo relacionadas. a) Gestão, Planejamento e Dinâmica Socioambiental Urbana; b) Planejamento, Tecnologia e Infraestrutura em Ambientes construídos.

16 4.6 A PROPOSTA DE DISSERTAÇÃO E O VÍNCULO COM OS PROJETOS EM DESENVOLVIMENTO A participação dos alunos mestrandos nos Projetos de pesquisas dos docentes do Programa de Mestrado é outro critério que valoriza o curso. Os alunos devem conhecer os projetos em desenvolvimento e deles extrair sub-temas para as suas dissertações. Com isso, os alunos se vinculam aos Projetos do professores/orientadores, na condição de participante dos grupos de pesquisa do Programa. 5 A DISSERTAÇÃO 5.1 DEFINIÇÃO DE DISSERTAÇÃO A dissertação é uma produção acadêmica que discorre sobre determinado tema, de forma abrangente e sistemática com vistas ao título de mestre. Sua elaboração não prevê originalidade, mas requer uma revisão bibliográfica cuidadosa, a sistematização das ideias apresentadas e conclusões sobre o tema estudado. De acordo com Pereira (1989), a Dissertação deve revelar conhecimento da bibliografia atualizada em relação ao tema em estudo e capacidade de sistematização de ideias oriundas de informações pertinentes. Para Severino (2002, p. 152), a Dissertação deve demonstrar uma proposição e não apenas explanar um assunto. É necessário que o aluno mestrando assimile a seriedade da pesquisa que resultará na elaboração da sua dissertação e obedeça às etapas pré-definidas com disciplina e rigor. A qualidade da dissertação depende da forma como a pesquisa foi conduzida. A eficiência na elaboração da dissertação também depende da escolha de um método adequado ao objeto de estudo e dos objetivos propostos. Depois de concluída a redação da dissertação e a sua defesa, o aluno poderá tirar do seu conteúdo elementos para a produção de um artigo e apresentá-lo para publicação em uma revista de circulação nacional. Conforme a subseção 3.10 da NBR 14724:2011 (ABNT), Dissertação é:

17 [...] documentação que apresenta o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico retrospectivo, de tema único e bem delimitado em sua extensão, com o objetivo de reunir, analisar e interpretar informações. Deve evidenciar o conhecimento de literatura existente sobre o assunto e a capacidade de sistematização do candidato. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor), visando a obtenção do título de mestre. Com base na seção 4 da referida norma segue, abaixo, a estrutura da Dissertação. 5.2 ESTRUTURA FÍSICA DA DISSERTAÇÃO Estrutura Elementos Apresentação Pré-textuais Textuais Póstextuais CAPA FOLHA DE ROSTO FOLHA DE APROVAÇÃO DEDICATÓRIA AGRADECIMENTO EPÍGRAFE RESUMO EM PORTUGUÊS RESUMO EM LÍNGUA ESTRANGEIRA LISTA DE ILUSTRAÇÃO LISTA DE TABELAS LISTA DE SIGLAS LISTA DE SÍMBOLOS SUMÁRIO INTRODUÇÃO DESENVOLVIMENTO CONCLUSÃO REFERÊNCIAS GLOSSÁRIO APÊNDICE ANEXO 5.3 ESCLARECIMENTOS SOBRE OS ELEMENTOS DA ESTRUTURA DA DISSERTAÇÃO Modelo de Capa; de Folha de rosto; Ficha Catalográfica e Folha de aprovação estão apresentados no anexo 2.

18 O RESUMO é uma síntese da discussão que será apresentada posteriormente em detalhes. É apresentado num único parágrafo com, no máximo 500 (quinhentas) palavras para dissertações e teses. O resumo deve ser escrito, em letras de tamanho inferior às do corpo do texto e com entrelinhamento simples. Abaixo deste deverão constar, no mínimo 03 (três) e no máximo 05 (cinco) palavras-chave, separadas por ponto; O SUMÁRIO apresenta as principais divisões, seções e outras partes da dissertação, na mesma ordem em que o conteúdo é apresentado, acompanhadas dos respectivos números das páginas. Os títulos das seções primárias são apresentados em letras maiúsculas e em negrito, os títulos das seções secundárias, em letras maiúsculas sem negrito, e das seções terciárias com a primeira letra maiúscula e com negrito (exemplo em anexo). O alinhamento de todas essas divisões e subdivisões é junto à margem esquerda. Os números das páginas são alinhados pela margem direita superior, e o título SUMÁRIO deve ser centralizado; A INTRODUÇÃO é o primeiro capítulo da Dissertação, no qual deve constar: uma formulação clara do tema; a sua justificativa; a problemática que foi levantada; os objetivos pretendidos; a exposição metodológica que orientou a busca da solução do problema e uma síntese relacionando as partes constituintes do trabalho. Não deverá apresentar resultados nem conclusões; DESENVOLVIMENTO corresponde à parte principal do texto que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto de forma clara, objetiva e precisa. O conteúdo é dividido em capítulos, sendo que cada capítulo tratará de um subtema derivado do tema geral proposto. Essa exposição supõe três momentos: explicação (tornando evidente o que estava implícito, obscuro ou complexo); discussão (comparando as várias posições que se contrapõem) e demonstração (aplicando a argumentação apropriada à natureza do trabalho, partindo de verdades estabelecidas para a produção de novas verdades). A palavra DESENVOLVIMENTO não deve constar no conteúdo da Dissertação; CONCLUSÃO ou CONSIDERAÇÕES FINAIS é a parte final do texto, onde se afirma, sinteticamente, a ideia central do trabalho e dos pormenores apresentados no texto; os comentários sobre a contribuição da pesquisa e a

19 abertura para novas propostas. Neste item do trabalho também são admitidas sugestões e/ou recomendações. REFERÊNCIAS corresponde à listagem das obras que foram citadas no conteúdo da Dissertação. O sistema de ordenação das Referências, adotado é o de ordem alfabética, sem a separação por tipo de obra. As referências devem ser alinhadas somente à margem esquerda do texto, de forma a se identificar cada documento e apresentadas em espaço simples (1,0), separadas entre si por espaço 1,5. GLOSSÁRIO é uma lista de palavras ou expressões técnicas de uso restrito ou de sentido obscuro, utilizadas no texto, acompanhadas das respectivas definições. É apresentada em ordem alfabética. APÊNDICE é um elemento opcional que consiste em um texto ou documento elaborado pelo autor, a fim de complementar sua argumentação. ANEXO outro elemento opcional que consiste em um texto ou documento não elaborado pelo autor, que serve de fundamentação, comprovação e ilustração. A NBR 14724:2011 (ABNT), também recomenda que os trabalhos acadêmicos sejam elaborados em papel formato A4 de cor branca ou papel reciclado; com margens superior e esquerda 3 cm e inferior e direita 2 cm; o trabalho deve ser digitado em cor preta com fonte de tamanho 12 para todo o conteúdo, exceto as citações com mais de três linhas, as notas de rodapé, as legendas e fontes das ilustrações e das tabelas, a paginação e os dados internacionais de catalogação na publicação (ficha catalográfica colocada no verso na folha de rosto), que devem ser em tamanho menor e uniforme(recomenda-se fonte 10). O trabalho deve ser digitado com espaçamento 1,5 entre as linhas, exceto as citações de mais de três linhas, as notas de rodapé, as referências, as legendas das ilustrações e das tabelas, o texto que aparece na folha de rosto e na folha de aprovação onde consta o tipo do trabalho, o objetivo, o nome da instituição e a área de concentração, que devem ser digitados em espaço simples. Para efeito de paginação, todas as folhas devem ser contadas sequencialmente a partir da folha de rosto, mas a numeração deve constar a partir da primeira folha da parte textual, em algarismos arábicos, no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior. A NBR 14724:2011 não estabelece um tipo de fonte mas recomenda-se para a Dissertação Time New Roman ou Arial.

20 Os autores que constam no conteúdo do trabalho podem ser citados das seguintes formas: por meio de citação direta; de citação indireta; de citação da citação (com o uso do apud) ou em notas de rodapé. 6 A ORIENTAÇÃO DA DISSERTAÇÃO 6.1 ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR ORIENTADOR E A RELAÇÃO ORIENTADOR/ORIENTANDO Neste item cabe destacar a relevância do caráter profissional desta relação. Professor/orientador e aluno/mestrando devem entender a orientação como uma das fases do processo de construção da Dissertação. Dessa forma, devem firmar um compromisso que prevê disciplina e prazos de ambos os lados, para garantir o êxito da orientação e a qualidade do trabalho final. Orientar, neste caso, significa empoderar o orientando a buscar os recursos necessários para a sua produção, incentivando-o a despertar para a sua capacidade de pesquisar e de descobrir o melhor caminho para ter um resultado exitoso, por meio de esclarecimentos acerca do objeto de estudo apresentado pelo orientando; da metodologia adequada; da indicação bibliográfica pertinente e da correção da produção do orientando durante todo o processo de construção da Dissertação. Mas, vale lembrar que a orientação não é uma camisa de força que tira do orientando a possibilidade de ser criativo e de realizar o seu estudo sobre um tema que considera relevante, pois, embora a vinculação do objeto de estudo dos alunos/orientandos às linhas de pesquisas previamente definidas e aos Projetos de Pesquisas desenvolvidos pelos professores/orientadores seja uma exigência do Mestrado, isso não significa que o professor /orientador deva escolher o objeto de estudo do seu orientando, o que cabe a ele são os esclarecimentos sobre a forma como este objeto de estudo pode se adequar às tais exigências. Ao aluno/orientando cabe, inicialmente, a tarefa de refletir sobre as disciplinas do curso, a sua vivencia acadêmica e a própria realidade ao seu redor para construir um objeto de estudo sobre o qual pretende investigar. Esta tarefa exige leitura, estudo e observação constantes para evitar situações que se repetem nos cursos de pós-graduação a exemplo do aluno que, no final do curso, ainda não sabe o que

ANEXO II PROCEDIMENTOS PARA ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA

ANEXO II PROCEDIMENTOS PARA ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA ANEXO II PROCEDIMENTOS PARA ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA A elaboração da monografia deve ter como referência a ABNT NBR 14724/ 2006, a qual destaca que um trabalho acadêmico compreende elementos pré-textuais,

Leia mais

CONSTRUINDO MINHA MONOGRAFIA

CONSTRUINDO MINHA MONOGRAFIA CONSTRUINDO MINHA MONOGRAFIA 1 Prezado(a) aluno(a), Este roteiro foi preparado para auxiliá-lo na elaboração de sua monografia (TCC). Ele o apoiará na estruturação das etapas do seu trabalho de maneira

Leia mais

GUIA PARA ELABORAÇÃO DISSERTAÇÃO DE MESTRADO (SEGUNDO ABNT-NBR 14724) PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM BIOTECNOLOGIA - UFSJ

GUIA PARA ELABORAÇÃO DISSERTAÇÃO DE MESTRADO (SEGUNDO ABNT-NBR 14724) PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM BIOTECNOLOGIA - UFSJ UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI UFSJ CAMPUS CENTRO-OESTE DONA LINDU CCO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOTECNOLOGIA GUIA PARA ELABORAÇÃO DISSERTAÇÃO DE MESTRADO (SEGUNDO ABNT-NBR 14724) PROGRAMA

Leia mais

Guia para Apresentação de Trabalho Acadêmico: de acordo com NBR 14724/2011. São Carlos

Guia para Apresentação de Trabalho Acadêmico: de acordo com NBR 14724/2011. São Carlos Guia para Apresentação de Trabalho Acadêmico: de acordo com NBR 14724/2011 São Carlos Guia para Apresentação de Trabalho Acadêmico As orientações abaixo estão de acordo com NBR 14724/2011 da Associação

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Federal do Amapá Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação Programa de Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas

Ministério da Educação Universidade Federal do Amapá Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação Programa de Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas Ministério da Educação Universidade Federal do Amapá Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação Programa de Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas MANUAL PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE DISSERTAÇÃO (FORMATO

Leia mais

INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR SANT ANA LUCIO MAURO BRAGA MACHADO MANUAL PARA A ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS

INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR SANT ANA LUCIO MAURO BRAGA MACHADO MANUAL PARA A ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR SANT ANA LUCIO MAURO BRAGA MACHADO MANUAL PARA A ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS PONTA GROSSA 2011 LUCIO MAURO BRAGA MACHADO MANUAL PARA A ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS

Leia mais

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE - FANESE NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO NPGE MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE - FANESE NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO NPGE MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE - FANESE NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO NPGE MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS ARACAJU 2012 2 PREFÁCIO A apresentação dos trabalhos acadêmicos

Leia mais

MONOGRAFIA ESTRUTURA DE MONOGRAFIAS

MONOGRAFIA ESTRUTURA DE MONOGRAFIAS MONOGRAFIA Trata-se de uma construção intelectual do aluno-autor que revela sua leitura, reflexão e interpretação sobre o tema da realidade. Tem como base a escolha de uma unidade ou elemento social, sob

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ - Unioeste PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AMBIENTAIS - PPGCA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ - Unioeste PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AMBIENTAIS - PPGCA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ - Unioeste PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AMBIENTAIS - PPGCA Normas para elaboração de Dissertações do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais MODELO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA BIOMÉDICA Regulamento do TCC

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA BIOMÉDICA Regulamento do TCC ANEXO A TERMO DE COMPROMISSO DE ORIENTAÇÃO DO TRABALHO DE Nome do Aluno: Matricula: Título do TCC CONCLUSAO DE CURSO (TCC) Solicito que seja designado como meu Orientador do Trabalho de Conclusão de Curso

Leia mais

NBR 14724/2011 ABNT NBR 14724/2011 NBR 14724/2011 NBR 14724/2011 NBR 14724/2011 NBR 14724/2011 19/10/2011. Objetivo

NBR 14724/2011 ABNT NBR 14724/2011 NBR 14724/2011 NBR 14724/2011 NBR 14724/2011 NBR 14724/2011 19/10/2011. Objetivo Objetivo ABNT Normas para elaboração de trabalhos científicos Esta Norma especifica os princípios gerais para a elaboração de trabalhos acadêmicos, visando sua apresentação à instituição Estrutura Parte

Leia mais

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE MONOGRAFIA

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE MONOGRAFIA ANEXO da Norma 004/2008 CCQ Rev 1, 28/09/2009 UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE QUÍMICA CURSO DE GRADUAÇÃO EM QUÍMICA Salvador 2009 2 1 Objetivo Estabelecer parâmetros para a apresentação gráfica

Leia mais

INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE GOIÁS IESGO FACULDADES IESGO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA

INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE GOIÁS IESGO FACULDADES IESGO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE GOIÁS IESGO FACULDADES IESGO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA MANUAL DE NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA FORMOSA/GO

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E COMUNICAÇÃO CURSOS DE GESTÃO TECNOLÓGICA PIM - III

UNIVERSIDADE PAULISTA INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E COMUNICAÇÃO CURSOS DE GESTÃO TECNOLÓGICA PIM - III UNIVERSIDADE PAULISTA INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E COMUNICAÇÃO CURSOS DE GESTÃO TECNOLÓGICA PIM - III Projeto Integrado Multidisciplinar Cursos Superiores Tecnológicos G. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Trabalho

Leia mais

- TCC A/B - ORIENTAÇÕES PARA ESTRUTURAÇÃO E FORMATAÇÃO (Versão 1.3 Agosto de 2008)

- TCC A/B - ORIENTAÇÕES PARA ESTRUTURAÇÃO E FORMATAÇÃO (Versão 1.3 Agosto de 2008) Faculdade Dom Bosco de Porto Alegre Curso de Sistemas de Informação Trabalho de Conclusão de Curso Prof. Dr. Luís Fernando Garcia - TCC A/B - ORIENTAÇÕES PARA ESTRUTURAÇÃO E FORMATAÇÃO (Versão 1.3 Agosto

Leia mais

Manual para normalização de trabalhos técnicos científicos

Manual para normalização de trabalhos técnicos científicos Padrão FEAD de normalização Manual para normalização de trabalhos técnicos científicos Objetivo Visando padronizar os trabalhos científicos elaborados por alunos de nossa instituição Elaboramos este manual

Leia mais

MODELO DE PROJETO DE PESQUISA DA ADJETIVO CETEP

MODELO DE PROJETO DE PESQUISA DA ADJETIVO CETEP MODELO DE PROJETO DE PESQUISA DA ADJETIVO CETEP REPRESENTAÇÕES GRÁFICAS DOS TRABALHOS Formato: A4 Cor preta Espaçamento entre linhas: 1,5cm Fonte texto: Times New Roman, 12 ou Arial, 11 Margem superior

Leia mais

NORMAS DE FORMATAÇÃO DO TRABALHO FINAL (PIL) Apresentação Gráfica

NORMAS DE FORMATAÇÃO DO TRABALHO FINAL (PIL) Apresentação Gráfica UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA Faculdade de Educação UAB/UnB Curso de Especialização em Educação na Diversidade e Cidadania, com Ênfase em EJA Parceria MEC/SECAD NORMAS DE FORMATAÇÃO DO TRABALHO FINAL (PIL)

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA MESTRADO EM SAÚDE PÚBLICA NORMAS PARA ELABORAÇÃO DA DISSERTAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA MESTRADO EM SAÚDE PÚBLICA NORMAS PARA ELABORAÇÃO DA DISSERTAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA MESTRADO EM SAÚDE PÚBLICA NORMAS PARA ELABORAÇÃO DA DISSERTAÇÃO CAMPINA GRANDE 2015 1 DISSERTAÇÃO A defesa pública da dissertação

Leia mais

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA (ABNT - NBR 15287- válida a partir de 30.01.2006) 1 COMPONENTES DE UM PROJETO DE PESQUISA (itens em negrito são obrigatórios) ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS Capa

Leia mais

BIBLIOTECA DE CIÊNCIAS JURÍDICAS. NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS CIENTÍFICOS: TRABALHOS ACADÊMICOS Aula 1

BIBLIOTECA DE CIÊNCIAS JURÍDICAS. NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS CIENTÍFICOS: TRABALHOS ACADÊMICOS Aula 1 BIBLIOTECA DE CIÊNCIAS JURÍDICAS NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS CIENTÍFICOS: TRABALHOS ACADÊMICOS Aula 1 Paula Carina de Araújo paulacarina@ufpr.br 2014 Pesquisa Pesquisa Atividade básica da ciência

Leia mais

Manual de Trabalho de Conclusão de Curso

Manual de Trabalho de Conclusão de Curso CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Manual de Trabalho de Conclusão de Curso Curso de Engenharia de Produção NATAL RN 2010 Apresentação O curso de Engenharia de Produção institui

Leia mais

5 ESTRUTURA E APRESENTAÇÃO DE MONOGRAFIAS OU TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)... 478 5.1 Ordenamento dos elementos da monografia ou TCC... 48 5.

5 ESTRUTURA E APRESENTAÇÃO DE MONOGRAFIAS OU TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)... 478 5.1 Ordenamento dos elementos da monografia ou TCC... 48 5. 5 ESTRUTURA E APRESENTAÇÃO DE MONOGRAFIAS OU TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)... 478 5.1 Ordenamento dos elementos da monografia ou TCC... 48 5.2 Capa... 48 5.3 Folha de rosto... 51 5.4 Errata... 53

Leia mais

NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE INGRESSO E VITALICIAMENTO DOS NOVOS MEMBROS DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO CEARÁ

NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE INGRESSO E VITALICIAMENTO DOS NOVOS MEMBROS DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO CEARÁ GESTÃO2010/2012 ESCOLASUPERIORDOMINISTÉRIOPÚBLICO(Art.1ºdaLei11.592/89) Credenciada pelo Parecer 559/2008, de 10/12/08, do CEC (Art. 10, IV da Lei Federal n.º 9.394, de 26/12/1996 - LDB) NORMAS PARA ELABORAÇÃO

Leia mais

PROJETO MULDISCIPLINAR DO CURSO DE BACHAREL EM ADMINISTRAÇÃO DA UNIESP FACULDADE DO GUARUJÁ. Prof. Marat Guedes Barreiros

PROJETO MULDISCIPLINAR DO CURSO DE BACHAREL EM ADMINISTRAÇÃO DA UNIESP FACULDADE DO GUARUJÁ. Prof. Marat Guedes Barreiros PROJETO MULDISCIPLINAR DO CURSO DE BACHAREL EM ADMINISTRAÇÃO DA UNIESP FACULDADE DO GUARUJÁ Prof. Marat Guedes Barreiros GUARUJÁ 2º semestre de 2013 PROJETO MULDISCIPLINAR Curso superior de BACHAREL em

Leia mais

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE PRÉ-PROJETOS DE MONOGRAFIA DO CURSO DE DIREITO/FAJ

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE PRÉ-PROJETOS DE MONOGRAFIA DO CURSO DE DIREITO/FAJ Faculdade de Jussara FAJ Curso de Direito Coordenação de Trabalho de Conclusão de Curso MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE PRÉ-PROJETOS DE MONOGRAFIA DO CURSO DE DIREITO/FAJ Jussara 2013 APRESENTAÇÃO Este manual

Leia mais

REGRAS PARA APRESENTAÇÃO DE RELATÓRIO DE ESTÁGIO

REGRAS PARA APRESENTAÇÃO DE RELATÓRIO DE ESTÁGIO 1 REGRAS PARA APRESENTAÇÃO DE RELATÓRIO DE ESTÁGIO Os seguintes padrões atendem às exigências da FTC Feira de Santana, em conformidade com a NBR 14724:2002/2005 da Associação Brasileira de Normas Técnicas

Leia mais

NORMALIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS ABNT TRABALHOS ACADÊMICOS:

NORMALIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS ABNT TRABALHOS ACADÊMICOS: MANUAL PARA TCC www.etecmonteaprazivel.com.br Estrada do Bacuri s/n Caixa Postal 145 Monte Aprazível SP CEP 15150-000 Tel.: (17) 3275.1522 Fax: (17) 3275.1841 NORMALIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS ABNT

Leia mais

Os trabalhos acadêmicos devem ser divididos em: elementos pré-textuais, textuais e

Os trabalhos acadêmicos devem ser divididos em: elementos pré-textuais, textuais e NORMAS PARA A REDAÇÃO DE TESES E DISSERTAÇÕES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA O projeto gráfico é de responsabilidade do autor

Leia mais

FACULDADE ÚNICA DE CONTAGEM CLAUDIANE SANTANA MANUAL DE NORMALIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS CIENTÍFICOS

FACULDADE ÚNICA DE CONTAGEM CLAUDIANE SANTANA MANUAL DE NORMALIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS CIENTÍFICOS FACULDADE ÚNICA DE CONTAGEM CLAUDIANE SANTANA MANUAL DE NORMALIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS CIENTÍFICOS Baseado nas obras de Júnia Lessa França e Ana Cristina de Vasconcellos; Rosy Mara Oliveira. Atualizado

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS Campus de Belo Horizonte Faculdade de Educação ORIENTAÇÕES GERAIS PARA NORMALIZAÇÃO DA MONOGRAFIA

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS Campus de Belo Horizonte Faculdade de Educação ORIENTAÇÕES GERAIS PARA NORMALIZAÇÃO DA MONOGRAFIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS Campus de Belo Horizonte Faculdade de Educação ORIENTAÇÕES GERAIS PARA NORMALIZAÇÃO DA MONOGRAFIA 2014 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS Campus de Belo Horizonte

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Federal do Amapá. Pró-Reitoria de Pós-Graduação Curso de Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas

Ministério da Educação Universidade Federal do Amapá. Pró-Reitoria de Pós-Graduação Curso de Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas Ministério da Educação Universidade Federal do Amapá Pró-Reitoria de Pós-Graduação Curso de Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA Segundo a NBR 15287:2011

Leia mais

2- DETALHES SOBRE A ESTRUTURA DO RELATÓRIO A seguir estão orientações sobre como formatar as diversas partes que compõem o relatório.

2- DETALHES SOBRE A ESTRUTURA DO RELATÓRIO A seguir estão orientações sobre como formatar as diversas partes que compõem o relatório. 1 - ESTRUTURA DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO O relatório do Estágio Supervisionado de todos os cursos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Minas Gerais Campus Formiga - irá mostrar

Leia mais

SISTEMA DE BIBLIOTECAS FMU/FIAM-FAAM/FISP NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA

SISTEMA DE BIBLIOTECAS FMU/FIAM-FAAM/FISP NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA SISTEMA DE BIBLIOTECAS FMU/FIAM-FAAM/FISP NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA São Paulo 2014 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 1 ELEMENTOS EXTERNOS 1.1 CAPA 1.2 LOMBADA 2 ELEMENTOS INTERNOS PRÉ-TEXTUAIS

Leia mais

PIM I. Projeto Integrado Multidisciplinar

PIM I. Projeto Integrado Multidisciplinar PIM I Projeto Integrado Multidisciplinar PIM I - PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR TEMA: Descrição e Análise de Práticas de Gestão Organizacional em uma Empresa. OBJETIVOS: Favorecer aos alunos ingressantes

Leia mais

Presidente da FUSVE Américo da Silva Carvalho. Vice-Presidente Executivo da FUSVE Antônio Orlando Izolani. Reitora da USS Ana Maria Severiano de Paiva

Presidente da FUSVE Américo da Silva Carvalho. Vice-Presidente Executivo da FUSVE Antônio Orlando Izolani. Reitora da USS Ana Maria Severiano de Paiva Presidente da FUSVE Américo da Silva Carvalho Vice-Presidente Executivo da FUSVE Antônio Orlando Izolani Reitora da USS Ana Maria Severiano de Paiva Vice-Reitor da USS Marco Antonio Soares de Souza Pró-Reitor

Leia mais

Trabalho de Conclusão de Curso (Administração) ETEC TEOTÔNIO ALVES PEREIRA

Trabalho de Conclusão de Curso (Administração) ETEC TEOTÔNIO ALVES PEREIRA Trabalho de Conclusão de Curso (Administração) ETEC TEOTÔNIO ALVES PEREIRA Objetivo: Estas diretrizes têm por objetivo padronizar a apresentação dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) dos Cursos Técnicos

Leia mais

INSTITUTO LONG TAO METODOLOGIA CIENTÍFICA

INSTITUTO LONG TAO METODOLOGIA CIENTÍFICA INSTITUTO LONG TAO METODOLOGIA CIENTÍFICA Profa. Ms. Rose Romano Caveiro CONCEITO E DEFINIÇÃO É um conjunto de abordagens, técnicas e processos utilizados pela ciência para formular e resolver problemas

Leia mais

DISCIPLINA: PRÁTICA PROFISSIONAL E ESTÁGIO SUPERVISIONADO I, II E III CIÊNCIAS CONTÁBEIS ACADÊMICOS

DISCIPLINA: PRÁTICA PROFISSIONAL E ESTÁGIO SUPERVISIONADO I, II E III CIÊNCIAS CONTÁBEIS ACADÊMICOS DISCIPLINA: PRÁTICA PROFISSIONAL E ESTÁGIO SUPERVISIONADO I, II E III CIÊNCIAS CONTÁBEIS APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS PROF. DR. MARCOS FRANCISCO R. SOUSA PROF. Me. CELSO LUCAS COTRIM APRESENTAÇÃO

Leia mais

Checklist da Estrutura de Monografia, Tese ou Dissertação na MDT UFSM 2010

Checklist da Estrutura de Monografia, Tese ou Dissertação na MDT UFSM 2010 1 Checklist da Estrutura de Monografia, Tese ou Dissertação na MDT UFSM 2010 Pré-textuais Textuais Pós-textuais Estrutura Elemento OK Capa (obrigatório) Anexo A (2.1.1) Lombada (obrigatório) Anexo H Folha

Leia mais

Normas para Apresentação de Monografias

Normas para Apresentação de Monografias UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE DEPARTAMENTO DE SISTEMAS E COMPUTAÇÃO COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Normas para Apresentação de Monografias Campina Grande, dezembro 2010

Leia mais

GESTÃO HOSPITALAR. PIM VI Projeto Integrado Multidisciplinar

GESTÃO HOSPITALAR. PIM VI Projeto Integrado Multidisciplinar GESTÃO HOSPITALAR PIM VI Projeto Integrado Multidisciplinar 1 PIM PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR TEMA: Elaborar um estudo acerca Estrutura e Funcionamento do Sistema de Saúde Pública e Privada no Brasil.

Leia mais

MODELO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA

MODELO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA MODELO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E ENGENHARIA DE MATERIAIS Elaborado por Prof. Dr. Rodrigo Sampaio Fernandes Um projeto de pesquisa consiste em um documento no qual

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE CIÊNCIAS BÁSICAS DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MICROBIOLOGIA AGRÍCOLA E DO AMBIENTE

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE CIÊNCIAS BÁSICAS DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MICROBIOLOGIA AGRÍCOLA E DO AMBIENTE UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE CIÊNCIAS BÁSICAS DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MICROBIOLOGIA AGRÍCOLA E DO AMBIENTE Comissão Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em

Leia mais

Metodologia Científica. Metodologia Científica

Metodologia Científica. Metodologia Científica Metodologia Científica Metodologia Científica Seqüência da Apresentação Introdução Tipos de pesquisa Tipos de fontes de dados Pesquisa na área de Informática Projeto de pesquisa Metodologia Formato de

Leia mais

DIRETRIZES BÁSICAS PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE PEDAGOGIA TCC2

DIRETRIZES BÁSICAS PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE PEDAGOGIA TCC2 UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS COORDENAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIA COORDENAÇÃO ADJUNTA DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DIRETRIZES BÁSICAS PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO

Leia mais

Guia de Orientação para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

Guia de Orientação para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) 1 Guia de Orientação para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) Gepós Unidade de Gestão de Pós Graduação Como requisito obrigatório para a obtenção do certificado de pós-graduação, o TCC deve ser desenvolvido

Leia mais

NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIAS 2013

NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIAS 2013 NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIAS 2013 Jaciara-MT COMPOSIÇÃO DA MONOGRAFIA MONOGRAFIA Recebe nº página CAPA FOLHA DE ROSTO FOLHA DE APROVAÇÃO DEDICATÓRIA (OPCIONAL) AGRADECIMENTO (OPCIONAL) EPIGRAFE

Leia mais

4 ESTRUTURA E APRESENTAÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO

4 ESTRUTURA E APRESENTAÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO 4 ESTRUTURA E APRESENTAÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO Este capítulo visa a orientar a elaboração de artigos científicos para os cursos de graduação e de pós-graduação da FSG. Conforme a NBR 6022 (2003, p. 2),

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO UNIRIO Centro de Ciências Humanas e Sociais CCHS Programa de Pós-Graduação em Educação Mestrado

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO UNIRIO Centro de Ciências Humanas e Sociais CCHS Programa de Pós-Graduação em Educação Mestrado UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO UNIRIO Centro de Ciências Humanas e Sociais CCHS Programa de Pós-Graduação em Educação Mestrado MANUAL DE DEFESA Exame de Qualificação: banca examinadora

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS SABARÁ

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS SABARÁ INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS SABARÁ MANUAL DE ORIENTAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA Professora Camila Cristina de Paula Pereira 2012 ESCLARECIMENTOS PROJETO ORIENTADO Apresentamos

Leia mais

GUIA PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA UFSJ

GUIA PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA UFSJ UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI UFSJ CAMPUS CENTRO OESTE DONA LINDU GUIA PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA UFSJ DIVINÓPOLIS MG 2009 O Trabalho de

Leia mais

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIAS DO CET/UnB

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIAS DO CET/UnB UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA Centro de Excelência em Turismo MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIAS DO CET/UnB Por: Jakeline V. de Pádua APRESENTAÇÃO As páginas que se seguem especificam os princípios gerais

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC. Título

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC. Título UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC CENTRO DE CIÊNCIAS NATURAIS E HUMANAS Programa de Pós-Graduação em Biotecnociência Título Santo André dd/mm/aaaa Normas para Dissertações Mestrado em Biotecnociência - UFABC.

Leia mais

NORMAS DE REDAÇÃO PARA QUALIFICAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE DISSERTAÇÕES E TESES

NORMAS DE REDAÇÃO PARA QUALIFICAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE DISSERTAÇÕES E TESES 1 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001/ DE 30 DE MAIO DE 2011/ PRODEMA-UFS DE Estas normas de redação foram definidas como diretrizes básicas pelo Colegiado do Núcleo de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente

Leia mais

Trabalhos Científicos Usuais: Caracterização e Estrutura

Trabalhos Científicos Usuais: Caracterização e Estrutura Trabalhos Científicos Usuais: Caracterização e Estrutura Iniciação à Pesquisa em Informática Profª MSc. Thelma E. C. Lopes e-mail: thelma@din.uem.br 2 Texto Científico: o que é? A elaboração do texto científico

Leia mais

Normas para Redação da Dissertação/Tese

Normas para Redação da Dissertação/Tese Normas para Redação da Dissertação/Tese Estrutura A estrutura de uma dissertação, tese ou monografia compreende três partes fundamentais, de acordo com a ABNT (NBR 14724): elementos prétextuais, elementos

Leia mais

Metodologia do Trabalho Científico

Metodologia do Trabalho Científico Metodologia do Trabalho Científico Diretrizes para elaboração de projetos de pesquisa, monografias, dissertações, teses Cassandra Ribeiro O. Silva, Dr.Eng. METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA Porque escrever

Leia mais

ANEXO II - Trabalho de conclusão de curso (TCC)

ANEXO II - Trabalho de conclusão de curso (TCC) ANEXO II - Trabalho de conclusão de curso (TCC) O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) compreende a elaboração de trabalho de caráter individual teórico, projetual ou aplicativo, com observância de exigências

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE MEMORIAL. Compilado por Gildenir Carolino Santos

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE MEMORIAL. Compilado por Gildenir Carolino Santos ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE MEMORIAL Compilado por Gildenir Carolino Santos Campinas 2005 compiled by Gildenir Carolino Santos Ficha catalográfica elaborada por Gildenir Carolino Santos CRB-8ª/5447 R741

Leia mais

Estrutura, redação e apresentação do relatório de pesquisa 7

Estrutura, redação e apresentação do relatório de pesquisa 7 UNIDADE 7 Estrutura, redação e apresentação do relatório de pesquisa 7 Objetivos de aprendizagem Identificar os componentes que integram os elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais de um relatório

Leia mais

NORMAS PARA REDAÇÃO E IMPRESSÃO DE DISSERTAÇÕES E TESES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO EM PRODUÇÃO VEGETAL

NORMAS PARA REDAÇÃO E IMPRESSÃO DE DISSERTAÇÕES E TESES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO EM PRODUÇÃO VEGETAL NORMAS PARA REDAÇÃO E IMPRESSÃO DE DISSERTAÇÕES E TESES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO EM PRODUÇÃO VEGETAL AQUIDAUANA MS 2009 1. PAPEL E PROCESSO DE MULTIPLICAÇÃO O papel

Leia mais

Curso de Comunicação Social - Publicidade e Propaganda NORMAS PARA ELABORAÇÃO / APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS

Curso de Comunicação Social - Publicidade e Propaganda NORMAS PARA ELABORAÇÃO / APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS Curso de Comunicação Social - Publicidade e Propaganda NORMAS PARA ELABORAÇÃO / APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS 1 ESTRUTURA A estrutura e a disposição dos elementos de um trabalho acadêmico são as

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ - UESC PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BOTÂNICA - PPGBOT. ANEXO 1 Normas de editoração e estruturação de dissertações

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ - UESC PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BOTÂNICA - PPGBOT. ANEXO 1 Normas de editoração e estruturação de dissertações UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ - UESC PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BOTÂNICA - PPGBOT ANEXO 1 Normas de editoração e estruturação de dissertações 1ª edição Ilhéus BA 2012 SUMÁRIO SUMÁRIO... 2 APRESENTAÇÃO...

Leia mais

ROTEIRO PARA CRIAÇÃO DE UM ARTIGO CIENTÍFICO

ROTEIRO PARA CRIAÇÃO DE UM ARTIGO CIENTÍFICO ROTEIRO PARA CRIAÇÃO DE UM ARTIGO CIENTÍFICO Finalidade de um Artigo Científico Comunicar os resultados de pesquisas, idéias e debates de uma maneira clara, concisa e fidedigna. Servir de medida da produtividade

Leia mais

Manual TCC Administração

Manual TCC Administração 1 Manual TCC Administração 2013 2 Faculdade Marista Diretor Geral Ir. Ailton dos Santos Arruda Diretora Administrativo-Financeiro Sra. Rafaella Nóbrega Coordenador do Curso de Administração e Gestão de

Leia mais

ESTRUTURA E APRESENTAÇÃO DO PROJETO/ARTIGO 1. O PROJETO DE PESQUISA

ESTRUTURA E APRESENTAÇÃO DO PROJETO/ARTIGO 1. O PROJETO DE PESQUISA ESTRUTURA E APRESENTAÇÃO DO PROJETO/ARTIGO 1. O PROJETO DE PESQUISA A primeira etapa para a organização do TCC nos cursos de pós-graduação lato sensu a distância consiste na elaboração do projeto de pesquisa,

Leia mais

PADRÃO PARA FORMATAÇÃO DE TRABALHOS

PADRÃO PARA FORMATAÇÃO DE TRABALHOS 1. ESTRUTURA DA MONOGRAFIA PADRÃO PARA FORMATAÇÃO DE TRABALHOS A estrutura de uma monografia compreende as seguintes partes: a) elementos pré-textuais; b) elementos textuais; c) elementos pós-textuais.

Leia mais

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE ALTA FLORESTA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIODIVERSIDADE E AGROECOSSISTEMAS

Leia mais

DIRETRIZES PARA A REDAÇÃO DE TESES E DISSERTAÇÕES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOENGENHARIA

DIRETRIZES PARA A REDAÇÃO DE TESES E DISSERTAÇÕES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOENGENHARIA 1 DIRETRIZES PARA A REDAÇÃO DE TESES E DISSERTAÇÕES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOENGENHARIA O projeto gráfico é de responsabilidade do autor do trabalho, ou seja, o que não consta no texto destas

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO UNIDADE DE ENSINO DE SÃO CARLOS ESTRUTURA DE TRABALHO ACADÊMICO MANUAL PARA O ALUNO

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO UNIDADE DE ENSINO DE SÃO CARLOS ESTRUTURA DE TRABALHO ACADÊMICO MANUAL PARA O ALUNO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO UNIDADE DE ENSINO DE SÃO CARLOS ESTRUTURA DE TRABALHO ACADÊMICO MANUAL PARA O ALUNO São Carlos 2009 2 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO

Leia mais

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS APRESENTAÇÃO O trabalho deve ser digitado e impresso em papel formato A4. O texto deve ser digitado, no anverso das folhas, em espaço 1,5, letra do tipo

Leia mais

1 ROTEIRO PARA PROJETO DE PESQUISA

1 ROTEIRO PARA PROJETO DE PESQUISA Roteiro para projeto de pesquisa Gildenir Carolino Santos, 2005. 1 ROTEIRO PARA PROJETO DE PESQUISA Antes de passar para a construção ou montagem de um projeto de pesquisa, é importante saber que esse

Leia mais

Pré-texto. Texto. Pós-texto. Estrutura do Trabalho Final de Curso. A estrutura do Trabalho Final de Curso compreende: pré-texto, texto e pós-texto.

Pré-texto. Texto. Pós-texto. Estrutura do Trabalho Final de Curso. A estrutura do Trabalho Final de Curso compreende: pré-texto, texto e pós-texto. Estrutura do Trabalho Final de Curso A estrutura do Trabalho Final de Curso compreende: pré-texto, texto e pós-texto. Pré-texto Capa Folha de Rosto Dedicatória Agradecimentos Epígrafe Resumo Sumário Texto

Leia mais

ABNT NBR 15287 NORMA BRASILEIRA. Informação e documentação Projeto de pesquisa Apresentação

ABNT NBR 15287 NORMA BRASILEIRA. Informação e documentação Projeto de pesquisa Apresentação NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 15287 Primeira edição 30.12.2005 Válida a partir de 30.01.2006 Informação e documentação Projeto de pesquisa Apresentação Information and documentation Research project Presentation

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP. FACULDADE (do aluno) CURSO. TÍTULO DO PROJETO Subtítulo do Projeto AUTOR DO PROJETO

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP. FACULDADE (do aluno) CURSO. TÍTULO DO PROJETO Subtítulo do Projeto AUTOR DO PROJETO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP FACULDADE (do aluno) CURSO TÍTULO DO PROJETO Subtítulo do Projeto AUTOR DO PROJETO TÍTULO DO RELATÓRIO AUTOR(ES) DO RELATÓRIO SÃO PAULO 200_ NOTA PRÉVIA

Leia mais

OBRIGATÓRIO= + OPCIONAL= *

OBRIGATÓRIO= + OPCIONAL= * Lombada* UFRGS FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS BIBLIOTECA GLÁDIS W. DO AMARAL ORIENTAÇÃO SOBRE A ESTRUTURA DO TRABALHO ACADÊMICO Elementos póstextuais INDICES * PARTE INTERNA ANEXOS * APENDICES * GLOSSARIO

Leia mais

ESTRUTURA DE UM TRABALHO MONOGRÁFICO (NBR 14724/2005)

ESTRUTURA DE UM TRABALHO MONOGRÁFICO (NBR 14724/2005) Errata Folha de Rosto Capa ESTRUTURA DE UM TRABALHO MONOGRÁFICO (NBR 14724/2005) Epígrafe Resumo L. estrangeira Resumo Agradecimentos Dedicatória Folha de Aprovação Anexos Apêndices Glossário Referências

Leia mais

FACULDADE PAN AMAZÔNICA CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA. MANUAL ESPECÍFICO Projeto Integrado Multidisciplinar I PIM I

FACULDADE PAN AMAZÔNICA CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA. MANUAL ESPECÍFICO Projeto Integrado Multidisciplinar I PIM I FACULDADE PAN AMAZÔNICA CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA MANUAL ESPECÍFICO Projeto Integrado Multidisciplinar I PIM I Este manual atende todos os cursos de gestão 1º semestre, turmas ingressantes em fevereiro

Leia mais

Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências da Saúde Programa de Pós-Graduação em Gerontologia

Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências da Saúde Programa de Pós-Graduação em Gerontologia Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências da Saúde Programa de Pós-Graduação em Gerontologia Av. Av. Prof. Moraes Rego s/n - Cidade Universitária - CEP: 50739-970 Recife PE Fone: (81)21268538

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA OU DO TRABALHO CIENTIFICO

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA OU DO TRABALHO CIENTIFICO 39 INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA OU DO TRABALHO CIENTIFICO 1. MONOGRAFIA Monografias são exposições de um problema ou assunto específico, investigado cientificamente, assim, não exige originalidade,

Leia mais

Normas técnicas para a monografia de graduação da Faculdade de Letras

Normas técnicas para a monografia de graduação da Faculdade de Letras UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO FACULDADE DE LETRAS DIREÇÃO ADJUNTA DE GRADUAÇÃO SEÇÃO DE ENSINO Normas técnicas para a monografia de graduação da Faculdade de Letras 2 SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO...

Leia mais

METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO MATERIAL DIDÁTICO DA ABNT

METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO MATERIAL DIDÁTICO DA ABNT METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO MATERIAL DIDÁTICO DA ABNT www.abnt.org.br Objetivos da normalização Comunicação Simplificação Níveis de normalização Menos exigente (Genérica) INTERNACIONAL REGIONAL

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI CAMPO GRANDE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS MANUAL PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO INTEGRADOR 2009.

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI CAMPO GRANDE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS MANUAL PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO INTEGRADOR 2009. FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI CAMPO GRANDE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS MANUAL PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO INTEGRADOR 2009.2 Campo Grande, outubro de 2009. Versão 2/2009 1/18 SUMÁRIO:

Leia mais

PIM III. Projeto Integrado Multidisciplinar

PIM III. Projeto Integrado Multidisciplinar PIM III Projeto Integrado Multidisciplinar PIM III - PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR TEMA: Descrição e análise de práticas de gestão em empresas hospitalares de médio porte. OBS: O Projeto deverá ser

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 013, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2012.

RESOLUÇÃO Nº 013, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2012. Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Câmpus Porto Alegre RESOLUÇÃO Nº 013, DE 13 DE NOVEMBRO

Leia mais

Uma instituição qualificando a ação profissional

Uma instituição qualificando a ação profissional Uma instituição qualificando a ação profissional SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO...03 2. FORMAÇÃO GERAL...05 2.1 TIPO DE PAPEL...05 2.2 MARGEM...05 2.3 ESPAÇAMENTO...05 2.4 TIPO E TAMANHO DA FONTE...06 2.5 PAGINAÇÃO...06

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE PIRENÓPOLIS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE PIRENÓPOLIS 0 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE PIRENÓPOLIS MANUAL PARA FORMATAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS DA UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE PIRENÓPOLIS PIRENÓPOLIS 2012 1 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 1

Leia mais

MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA PESQUISA CIENTÍFICA

MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA PESQUISA CIENTÍFICA MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA PESQUISA CIENTÍFICA Toda pesquisa deve passar por uma fase preparatória de planejamento devendo-se estabelecer certas diretrizes de ação e fixar-se uma estratégia global.

Leia mais

Universidade Presidente Antônio Carlos REDE DE BIBLIOTECAS ROSY MARA OLIVEIRA (ORG.)

Universidade Presidente Antônio Carlos REDE DE BIBLIOTECAS ROSY MARA OLIVEIRA (ORG.) ROSY MARA OLIVEIRA (ORG.) Colaboração: Dirlhê Maria Lima Pereira Bibliotecária FUPAC Itabirito ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA BARBACENA SUMÁRIO 1 PROJETO DE PESQUISA...2 1.1 Capa...2 1.2

Leia mais

FACULDADE DE EDUCAÇÃO DE COSTA RICA-FECRA INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO LAURADAIANE REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC CURSO: LETRAS

FACULDADE DE EDUCAÇÃO DE COSTA RICA-FECRA INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO LAURADAIANE REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC CURSO: LETRAS FACULDADE DE EDUCAÇÃO DE COSTA RICA-FECRA INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO LAURADAIANE REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC CURSO: LETRAS INTRODUÇÃO FORMAS E REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO

Leia mais

MODELO DE RELATÓRIO DE ESTÁGIO DO CURSO DE GESTÃO AMBIENTAL CURSO DE GESTÃO AMBIENTAL - RELATÓRIO DE ESTÁGIO

MODELO DE RELATÓRIO DE ESTÁGIO DO CURSO DE GESTÃO AMBIENTAL CURSO DE GESTÃO AMBIENTAL - RELATÓRIO DE ESTÁGIO MODELO DE RELATÓRIO DE ESTÁGIO DO CURSO DE GESTÃO AMBIENTAL Estrutura formal do relatório Estrutura Elemento Capa Folha de Rosto Pré-textuais Folha de Identificação Sumário 1. Introdução Textuais 2. Atividades

Leia mais

REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO CURSO TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO

REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO CURSO TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO CURSO TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO O Curso Técnico em Segurança do Trabalho estabelece em seu Plano Pedagógico de Curso a realização do Estágio Curricular

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CAMPUS CENTRAL NATAL DIRETORIA DE ENSINO E TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO CIVIL

INSTITUTO FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CAMPUS CENTRAL NATAL DIRETORIA DE ENSINO E TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO CIVIL INSTITUTO FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CAMPUS CENTRAL NATAL DIRETORIA DE ENSINO E TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO CIVIL NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE UM RELATÓRIO TÉCNICO Eurípedes de Medeiros Junior 1 Mara Matos

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001/2013 PPGLET. O Colegiado do Programa de Pós-Graduação em Letras, Cultura e Regionalidade, da Universidade RESOLVE:

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001/2013 PPGLET. O Colegiado do Programa de Pós-Graduação em Letras, Cultura e Regionalidade, da Universidade RESOLVE: INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001/2013 PPGLET Estabelece os procedimentos para o Exame de Qualificação para os discentes vinculados ao Programa de Pós-Graduação em Letras, Cultura e Regionalidade Mestrado O Colegiado

Leia mais

ORIENTAÇÃO PARA DEFESA DO PROJETO DE DISSERTAÇÃO

ORIENTAÇÃO PARA DEFESA DO PROJETO DE DISSERTAÇÃO ORIENTAÇÃO PARA DEFESA DO PROJETO DE DISSERTAÇÃO Orientações para elaboração e defesa do projeto O projeto de pesquisa será apresentado na disciplina de Seminário II, no seguinte formato: O projeto deverá

Leia mais

NORMAS PARA A ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA APRESENTADA NO FINAL DO CURSO

NORMAS PARA A ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA APRESENTADA NO FINAL DO CURSO U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D E O U R O P R E T O - U F O P ESCOLA DE MINAS EM C O L E G I A D O C U R S O E N G E N H A R I A D E C O N T R O L E E A U T O M A Ç Ã O ( C E C A U ) NORMAS PARA

Leia mais

ABNT NBR 14724 [terceira edição atualizada em 2011]

ABNT NBR 14724 [terceira edição atualizada em 2011] ABNT NBR 14724 [terceira edição atualizada em 2011] Professora Alcione Mazur 25/07/11 Cancela e substitui a edição anterior. ABNT NBR 14724: 2005 Não houve alterações na estrutura do trabalho, mas em uma

Leia mais