EMPREGADO DOMÉSTICO 1. INTRODUÇÃO

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1 EMPREGADO DOMÉSTICO 1. INTRODUÇÃO Antes de entrar na temática acima, mister se faz ressaltar que este trabalho é uma compilação de robusto e conclusivo trabalho elaborado pela renomada equipe COAD, in Manual de Procedimentos - Empregado Doméstico, fascículo 8.7. Há de se ressaltar, que o mesmo reveste - se de significativa fonte de consulta para os que buscam orientações sobre as disposições legais que regulam o trabalho do doméstico. A referida publicação, traz, também, jurisprudências, modelos de documentos, exemplos práticos, e outros comentários pertinentes, não tratados nesta análise perfunctória. Postas essas considerações, vejamos as premissas tratadas. 2. CONCEITOS INICIAIS O empregado doméstico é aquele que presta serviços, de natureza contínua e de finalidade não lucrativa, a pessoa ou a família, no âmbito residencial destas ( Lei 5.859/72, art. 1º) Frise-se aqui que os empregados domésticos são regidos por essa legislação específica ( Lei 5.859/72), pois, embora a Constituição tenha alargado o rol dos direitos, essa legislação especial não está derrogada. Com o advento da Constituição Federal de 1988, muitos direitos que, até então, não se estendiam aos domésticos passaram a contemplar essa categoria, entre eles o direito ao repouso semanal remunerado, a licença à gestante, o décimo terceiro salário, as férias anuais remuneradas, etc. Porém, deve-se ressaltar que, entre esses direitos, não se inclui o da estabilidade provisória, elencado nos artigos 7º, inciso I, e 10, inciso II, letra "b", da CF/88. Há, pois, quem se pronuncie a respeito e defenda a tese de que, muito embora o fato de a doméstica não fazer jus à estabilidade provisória, seja coberto de legalidade ( visto que fundada na Carta Constitucional), é eivado de injustiça. Mas trata-se de matéria polêmica, que tem sido muito discutida em processos perante nossos tribunais. O empregado doméstico não tem os mesmos direitos trabalhistas e previdenciários que os empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Apesar de a Constituição Federal assegurar aos empregados domésticos alguns dos direitos que assegura aos trabalhadores em geral, esses trabalhadores são regidos por legislação específica. 3 - ATIVIDADES ABRANGIDAS Estão abrangidas nesta categoria as atividades de motorista particular, jardineiro, lavadeira, cozinheira, arrumadeira, passadeira, babá, caseiro, enfermeira, garçom, dama de companhia, enfim, todo empregado que, exercendo atividade de natureza contínua, preste serviços dos quais não resulte lucro para o empregador, no âmbito da residência deste. Também é considerado doméstico o empregado de sítio sem atividade econômica.

2 3.1 - DIARISTAS Os empregados diaristas, que prestam serviços de forma descontínua, não são considerados como empregados domésticos. Esses trabalhadores são considerados como trabalhadores autônomos para fins previdenciários. Entretanto, ressaltamos que na relação do diarista com o tomador dos serviços não podem estar presentes os pressupostos caracterizadores do vínculo empregatício. Considera-se empregado toda pessoa física que prestar serviços de natureza NÃO EVENTUAL a empregador, sob a dependência deste e mediante salário. Segundo jurisprudência emanada dos Tribunais do Trabalho, não importa a denominação dada ao pacto laboral pelo tomador dos serviços prestados pelo trabalhador autônomo, pois, estando presente um dos pressupostos da relação de emprego, é bastante para a caracterização do vínculo empregatício. São pressupostos caracterizadores do vínculo empregatício a subordinação hierárquica, salarial e/ou a horário, bem como a HABITUALIDADE com que os serviços são prestados. 4. ADMISSÃO Por ocasião da admissão, o empregado doméstico deve apresentar ao empregador os seguintes documentos: a) Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS); b) atestado de boa conduta, emitido por autoridade policial ou por pessoa idônea, a juízo do empregador; c) atestado de saúde, subscrito por autoridade médica responsável; d) comprovação do endereço do local de sua residência. As exigências constantes das letras "b", "c" e "d" ficam a critério do empregador Empregados indicados por Agências Especializadas Quando o empregado doméstico for indicado por agência especializada caberá a esta, a responsabilidade civil pelos atos ilícitos eventualmente praticados pelo empregado no desempenho de suas atividades. Por ocasião da contratação, a agência firmará compromisso com o empregador, obrigando-se a reparar qualquer dano que venha a ser praticado pelo empregado contratado, pelo período de 1 ano Registro na Carteira de Trabalho Após o recebimento dos documentos relacionados no item anterior, o empregador procederá ao registro do contrato de trabalho do empregado, anotando na Carteira de Trabalho os seguintes dados: a) nome do empregador, por extenso;

3 b) endereço completo; c) cargo ou função a ser exercida; d) data da admissão; e) salário mensal ajustado; e f) assinatura do empregador Contrato de Trabalho O contrato de trabalho da empregada doméstica deve ser realizado por prazo indeterminado. Há polêmica quanto à aplicação do Contrato de Experiência a esses empregados. Entretanto, entendemos que não cabe contrato experimental isto porque o preceito da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) que trata do assunto não se aplica aos domésticos. 5 - DIREITOS ASSEGURADOS PELA CONSTITUIÇÃO FEDERAL A categoria dos trabalhadores domésticos foi uma das que mais benefícios conquistou com a Constituição Federal promulgada em Até o advento da Constituição de 1988, aos domésticos somente eram assegurados férias, salário, que podia ser inferior ao mínimo, e o vale - transporte. Na área da Previdência Social eram assegurados aos domésticos: assistência médica, odontológica e farmacêutica; auxílio - doença; aposentadoria por velhice, invalidez e por tempo de serviço; auxílio - natalidade (esse benefício foi extinto); auxílio - reclusão; auxílio - funeral (esse benefício foi extinto); e pecúlio. Com a promulgação da Constituição de 1988, foram assegurados os seguintes direitos: salário mínimo, fixado em lei, nacionalmente, unificado; repouso semanal remunerado, preferencialmente aos domingos; 13 Salário irredutibilidade salarial; férias com, pelo menos, 1/3 a mais do que o salário normal; licença - gestante de 120 dias, sem prejuízo do emprego e do salário; aviso prévio proporcional ao tempo de serviço, sendo no mínimo de 30 dias; licença - paternidade de 5 dias, até que seja fixado outro limite em lei; aposentadoria; e integração à Previdência Social. 6 - APLICAÇÃO DOS DIREITOS

4 A aplicação de alguns dos direitos assegurados aos domésticos tem gerado controvérsias. Entretanto entendemos que as normas reguladoras dos direitos já existentes, como é o caso, por exemplo, do aviso prévio, 13 salário e do repouso semanal remunerado, devem ser estendidas aos domésticos, naquilo que for compatível DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO O 13 Salário corresponde a 1 /12 da remuneração integral devida ao empregado em dezembro, por mês de serviço do ano correspondente, sendo a fração igual ou superior a 15 dias de trabalho considerada como mês integral. PRIMEIRA PARCELA Entre os meses de fevereiro e novembro de cada ano, o empregador deve pagar, de uma só vez, como adiantamento do 13 Salário, metade do salário recebido pelo empregado no mês anterior. O pagamento da 1ª parcela do 13 Salário pode ser efetuado por ocasião das férias do empregado. Para isto, é necessário que o empregado o requeira ao empregador durante o mês de janeiro. SEGUNDA PARCELA Até o dia 20 de DEZEMBRO de cada ano, o empregador deve pagar a 2ª parcela do 13 Salário. O valor da 2á parcela é a diferença entre a importância correspondente à 1ª parcela, paga até 30 de novembro, e a remuneração devida ao empregado no mês de dezembro, observado o tempo de serviço do empregado no respectivo ano. Ocorrendo a extinção do contrato de trabalho antes de o empregado fazer jus ao 13 Salário integral, o empregador pode compensar o valor da 1ª parcela com o valor proporcional devido e, se não bastar, com outros créditos de natureza trabalhista a que tenha direito o empregado. RECIBO O pagamento do 13 Salário deve ser realizado contra recibo. Não há modelo oficial de recibo, podendo este ser redigido pelo empregador ou adquirido em papelaria FÉRIAS As férias do empregado doméstico são objeto de entendimentos divergentes. A Lei 5.859/72 que rege a situação do doméstico, ao definir a questão das férias estipulou que estas seriam de 20 dias úteis. O Decreto /73, que regulamentou a Lei 5.859/72, dispôs de forma diferente, ou seja, que, excetuado o capítulo das férias, não se aplicam aos domésticos as demais disposições da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Por estas razões, surgiram duas correntes sobre as férias dos domésticos. A primeira, que sustenta ter o empregado doméstico direito a 30 dias de férias, por ser o que

5 estabelece o respectivo capítulo da CLT, que foi alterado pelo Decreto - Lei 1.535/77 e a outra, que entende que o Decreto /73 não pode modificar a Lei 5.859/72, que dispõe expressamente que o direito de férias do doméstico é de apenas 20 dias úteis. O Ministério do Trabalho e Emprego, através da Instrução Normativa 1 SRT/88, definiu como sendo de 20 dias úteis as férias dos domésticos, sob o argumento de que o Decreto - Lei 1.535/77 não fez menção expressa à Lei 5.859/72. A Lei 5.859/72 não cogitou o direito a férias proporcionais ao empregado doméstico. Assim, em princípio, no caso de rescisão do contrato de trabalho, o doméstico somente faz jus às férias vencidas. Entretanto, existem jurisprudências emanadas dos Tribunais do Trabalho nos dois sentidos, sem que haja predominância de entendimento Remuneração das Férias A Constituição Federal, promulgada em , assegurou a todos os empregados remuneração de férias com, pelo menos, 1/3 a mais do que o salário normal. Se, após o pagamento das férias, ocorrer reajuste salarial que venha a refletir sobre a remuneração correspondente ao período de fruição, será necessário complementar o valor inicialmente pago, na proporção dos dias sujeitos ao reajuste Prazo para Concessão das Férias As férias devem ser concedidas, por ato do empregador, em um só período, nos 12 meses subseqüentes à data em que o empregado tiver adquirido o respectivo direito. A época da concessão das férias será a que melhor consulte os interesses do empregador. Entretanto, a concessão das férias deve ser participada ao empregado, por escrito, com antecedência mínima de 30 dias, cabendo ao empregado assinar a notificação Pagamento das Férias Na concessão das férias, o empregado deve assinar recibo próprio, que é vendido em papelarias especializadas. O recibo de pagamento das férias deve ser arquivado pelo empregador, durante o prazo prescricional trabalhista, que é de 5 anos. O pagamento da remuneração das férias deve ser efetuado até dois dias antes do início do respectivo período Anotação na Carteira de Trabalho e Previdência Social O empregado não pode entrar em gozo das férias sem que apresente ao empregador sua Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS). O empregador deve anotar, no campo próprio da CTPS do empregado, os seguintes dados: a) período aquisitivo das férias; b) período concessivo;

6 c) assinatura do empregador. O campo próprio da Carteira de Trabalho destinado à anotação das férias deve ser preenchido corretamente Abono Pecuniário O abono pecuniário de férias consiste em uma quantia em dinheiro correspondente a 1/3 do período de férias a que o empregado fizer jus. Essa quantia será devida quando o empregado solicitar ao empregador a conversão daquele período de férias em valor monetário. Ao empregado doméstico não foi estendido o direito do abono pecuniário. Desta forma, ele deverá gozar integralmente o período de férias a que tem direito. 7 - AVISO PRÉVIO O aviso prévio é a notificação que, na relação de emprego, uma das partes confere a outra, comunicando a cessação do contrato de trabalho por prazo indeterminado. A notificação do aviso prévio deve ser feita por escrito, em duas vias, sendo uma do empregado e a outra do empregador, que deverá anexá-la ao recibo de quitação das parcelas rescisórias Prazo de Duração A duração do aviso prévio é de 30 dias. A Constituição Federal criou o aviso prévio proporcional ao tempo de serviço que, entretanto, não está vigorando, tendo em vista que o texto constitucional depende de legislação infraconstitucional Integração ao Tempo de Serviço O período de duração do aviso, seja trabalhado ou indenizado, é considerado como de efetivo serviço, inclusive para cálculo das parcelas relativas ao 13g Salário e às férias Redução da Jornada de Trabalho Se a iniciativa da rescisão do contrato partir do empregador, a jornada de trabalho do empregado, durante o curso do aviso prévio, será reduzida em duas horas diárias, sem prejuízo do salário integral Compensação da Redução O empregado poderá trabalhar sem a redução das duas horas diárias, caso em que poderá faltar ao serviço, sem prejuízo do salário integral, por 7 dias Rescisão Pelo Empregador Sem Justa Causa Ocorrendo a rescisão do contrato de trabalho pelo empregador, este poderá optar pela modalidade do aviso prévio a conceder, que pode ser indenizado ou trabalhado Aviso Prévio Indenizado

7 O aviso prévio indenizado determina o imediato desligamento do empregado de sua função habitual. Neste caso, o empregador efetua o pagamento da parcela correspondente ao período do aviso prévio Aviso Prévio Trabalhado Quando da opção pelo aviso prévio trabalhado, o empregador deve comunicar ao empregado que a partir de determinada data, ele deverá aguardar o transcurso do período do aviso prévio, permanecendo no exercício habitual de suas funções, com a jornada reduzida ou a compensação. Ao final desse período, o contrato de trabalho será rescindido, sendo o pagamento da parcela correspondente ao aviso prévio efetuado ao término do prazo estipulado, como saldo de salário. Na hipótese de o empregado não cumprir o prazo do aviso prévio, sem justificativa que abone as suas faltas, o empregador poderá descontar o valor correspondente aos salários devidos Rescisão Pelo Empregado Sem Justa Causa Quando a rescisão do contrato de trabalho ocorre por iniciativa do empregado, sem justa causa, este fica obrigado a conceder o aviso prévio ao empregador, permanecendo no exercício regular de suas funções durante o prazo ajustado. O empregador ficará obrigado a pagar a parcela correspondente ao aviso prévio, mesmo na rescisão de iniciativa do empregado, desde que este permaneça no exercício regular de suas atividades, durante o prazo respectivo. Na rescisão do contrato por iniciativa do empregado, caso este não cumpra o prazo do aviso prévio, o empregador terá o direito de descontar os salários correspondentes ao prazo respectivo. 8 - SALÁRIO MATERNIDADE ( GESTANTE) o Salário - Maternidade é devido à segurada empregada doméstica, durante 28 dias antes e 92 dias após o parto. Em casos excepcionais de repouso antes e depois do parto poderá ser aumentado em mais duas semanas. O início do afastamento do trabalho será determinado com base em atestado médico fornecido pelo SUS. Quando o parto ocorrer sem acompanhamento médico, o atestado será fornecido através de perícia médica do INSS. O Salário - Maternidade é pago diretamente pela Previdência Social à empregada doméstica em valor correspondente ao do seu último salário - de- contribuição. Isto significa dizer que, durante o afastamento da empregada, a remuneração dos 120 dias será paga pela Previdência Social, sem qualquer ônus para o empregador. Entretanto, durante o período de afastamento, o empregador fica obrigado ao recolhimento da contribuição previdenciária da empregada doméstica no valor de 12% do salário devido. O salário - maternidade, a partir de , fica limitado, como benefício previdenciário, ao valor de R$ 1.200,00.

8 Se a remuneração da empregada doméstica for superior ao limite máximo de R$ 1.200,00, caberá ao empregador complementar o valor do salário - maternidade até o limite da remuneração percebida pela mesma, arcando com o ônus da diferença. Caso a empregada doméstica tenha gozado licença - maternidade, a contribuição do 13 Salário será calculada da seguinte forma: a) empregador- 12% sobre o valor bruto do 13 Salário, observado o limite máximo de R$ 1.200,00; b) empregada - alíquota correspondente (8, 9, 11 %) sobre o valor do 13 Salário proporcional ao período efetivamente trabalhado, observado sempre o limite máximo previdenciário. 9 - DIREITOS NÃO ASSEGURADOS PELA CONSTITUIÇÃO Aos domésticos não foram estendidos pela Constituição Federal o regime do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o Seguro - Desemprego, a jornada de trabalho de 44 horas semanais, salário - família e tampouco a garantia de estabilidade no emprego da gestante, quando for o caso JORNADA DE TRABALHO A jornada de trabalho dos domésticos deve ser acertada entre o empregador e o empregado, utilizando-se a norma de direito que determina que os casos omissos devem ser resolvidos por analogia, eqüidade, e o uso e costume, acompanhada sempre de uma grande dose de bom senso. Entretanto, é assegurado o repouso semanal remunerado, preferencialmente, aos domingos. O empregado doméstico não faz jus a hora extra, salvo se houver acordo nesse sentido entre o empregado e o empregador FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO Muito embora a Constituição não tenha assegurado a integração do doméstico ao regime do FGTS, o 3º do artigo 15 da Lei n 8.036/90, possibilita o acesso ao regime na forma que vier a ser previsto em lei. A constitucionalidade desse dispositivo é questionada nos meios doutrinários SEGURO-DESEMPREGO O Governo Federal regulamentou, através da Lei 7.998/90, o Seguro - Desemprego, e por ter sido usado genericamente o termo " trabalhador", bem como por ter previsto que os empregados de pessoas físicas têm direito ao benefício levou alguns a entenderem que os domésticos também seriam beneficiados. Acontece que a Lei 7.998/90 regula o Programa do Seguro - Desemprego, previsto no inciso II do artigo 7º da Carta Magna, que não foi estendido aos domésticos. Assim, os domésticos não fazem jus ao Seguro - Desemprego ACIDENTE DO TRABALHO

9 O benefício do acidente do trabalho não é devido ao empregado doméstico. O acidente ocorrido no desempenho das funções do empregado doméstico dá direito à percepção do benefício previdenciário do auxílio - doença. Para fazer jus ao benefício do auxílio - doença, é necessário que o segurado empregado doméstico tenha cumprido um mínimo de 12 contribuições mensais, sem interrupção, que determine a perda da qualidade de segurado. O auxílio - doença para o empregado doméstico é contado do início da incapacidade ou, a contar da data da entrada do requerimento, quando requerido após o 30 dia do afastamento da atividade ESTABILIDADE DA GESTANTE A empregada doméstica não se beneficia da garantia de emprego, de até 5 meses após o parto, prevista no artigo 10, inciso II, letra "b" do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias: Segundo a jurisprudência emanada dos Tribunais do Trabalho, a disposição transitória mencionada deve ser interpretada em consonância com o parágrafo único do artigo 7º da Constituição Federal, que não estende à doméstica a proteção contra despedida sem justa causa em caso de gravidez. Entretanto, a Justiça do Trabalho entende que a empregada doméstica, despedida em estado gravídico, faz jus ao salário - maternidade pago pelo empregador. Isto porque, ao despedi-la, o empregador impede que ela receba o benefício junto à Previdência Social PAGAMENTO DO SALÁRIO Ao efetuar o pagamento do salário, o empregador deve emitir o correspondente recibo, no qual conste, discriminado, o valor do mesmo, bem como das parcelas deduzidas, que será assinado pelo empregado. Embora esse procedimento não seja exigido pela legislação pertinente, deve ser adotado, uma vez que, na hipótese de ocorrer reclamação perante a Justiça do Trabalho, não é aceita prova testemunhal do pagamento dos salários, sendo exigido sempre recibo escrito EMPREGADO ANALFABETO No caso de ser o empregado analfabeto e na impossibilidade de ser obtida a aposição de sua impressão digital no recibo, o pagamento deverá ser efetuado na presença de uma pessoa que assinará o recibo, a seu rogo, diante de duas testemunhas REAJUSTE DE SALÁRIOS Com a desindexação da economia, os reajustes salariais serão negociados entre empregadores e empregados, não podendo ser baseados em índices de preços. Com a extinção do Índice de Preços ao Consumidor - série r (IPC- r), a correção automática pela inflação deixa de existir para salários. Cabe aos empregadores domésticos decidir se reajustarão o salário de seus empregados, seguindo a política aplicável aos trabalhadores em geral, ou se aguardarão índice para reajustamento do salário mínimo. No caso de pagamento de salário mínimo, o reajuste ocorrerá sempre que o referido valor for alterado, ou seja, em 1º de maio ANOTAÇÃO NA CARTEIRA DE TRABALHO E PREVIDÊNCIA SOCIAL

10 As variações salariais, decorrentes dos aumentos concedidos espontaneamente pelo empregador, também devem ser anotadas na Carteira de Trabalho e Previdência Social, conforme dados a seguir: a) data da alteração; b) valor do salário reajustado; c) especificação da função; d) assinatura do empregador DESCONTOS Do salário do doméstico podem ser descontadas as parcelas in natura, concedidas pelo empregador, nas seguintes proporções: alimentação - até 25% do salário mínimo, quando preparada na residência do empregador, aplicando-se por analogia os termos da Lei 3.030/56; vale - transporte - até 6% do salário contratado; moradia - até 25% do salário contratual, aplicando-se por analogia o 3 do artigo 458 da CLT; vestuário e higiene - o percentual varia de acordo com cada região, de acordo com percentuais fixados VALE-TRANSPORTE O empregador doméstico deve adquirir o Vale- Transporte para fornecer ao seu empregado, a fim de atender às necessidades deste no deslocamento entre a residência e o local de trabalho. O empregado somente poderá ser descontado em até 6% do seu salário - base, arcando o empregador com a diferença. O empregador poderá ficar isento de fornecer o Vale - Transporte, desde que o empregado assine formulário próprio, vendido em papelaria especializada, citando o motivo da dispensa IR/FONTE O empregador doméstico fica obrigado a reter e a recolher o Imposto de Renda na Fonte, quando a remuneração do empregado doméstico ultrapassar o limite de isenção. O recolhimento do imposto, quando for o caso, deve ser efetuado através do Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF), preenchido em duas vias com o Código CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA Com a regulamentação da profissão do empregado doméstico, este passou à condição de segurado obrigatório da Previdência Social, na categoria de contribuinte individual Salário - de - Contribuição A contribuição mínima do empregado doméstico para a Previdência Social é calculada com base no salário mínimo vigente, tomando seu valor mensal, diário ou horário, conforme o ajustado e o tempo de trabalho efetivo durante o mês.

11 Quando o empregado perceber salário superior ao mínimo vigente, o cálculo incidirá sobre a remuneração constante do contrato de trabalho registrado em sua CTPS, respeitado o limite máximo previdenciário. A contribuição é devida em função da admissão da empregada e não da data da inscrição na Previdência Social. Isto significa dizer que a contribuição será devida a partir do mês da competência de admissão da empregada, independentemente de a sua inscrição ter sido realizada em data posterior àquela º Salário Sobre a primeira parcela do 13º Salário não há incidência de contribuição previdenciária. A contribuição sobre o 13 Salário incide sobre o valor total recebido a esse título, quando do pagamento da última parcela, ou seja, em dezembro ou no mês em que ocorrer rescisão do contrato de trabalho. A contribuição sobre o 13º salário é em separado da remuneração do mês da quitação do mesmo Alíquota Aplicável A contribuição previdenciária do empregado doméstico é calculada com base nas alíquotas de 8, 9 ou 11%, aplicadas de forma não cumulativa, de acordo com a faixa salarial em que esteja situada a remuneração percebida e de acordo coma a tabela vigente. A contribuição do empregador doméstico é de 12% do salário de contribuição do empregado doméstico, observado o limite máximo previdenciário Contribuição Proporcional Quando a admissão, a dispensa, o afastamento ou a falta do empregado doméstico ocorrer no curso do mês, o percentual de contribuição incidirá sobre 1/30 do salário - de- contribuição, por dia de trabalho efetivamente prestado Desconto na Remuneração do Empregado No ato do pagamento da remuneração do empregado doméstico, o empregador deve descontar a contribuição previdenciária devida pelo empregado. O desconto da contribuição legalmente autorizado sempre se presumirá feito, oportuna e regularmente, pelo empregador doméstico a isso obrigado. Portanto, é inadmissível a alegação de qualquer omissão para o mesmo se eximir do recolhimento, ficando, inclusive, os empregadores domésticos diretamente responsáveis pelas importâncias que deixarem de descontar, ou que tiverem descontado em desacordo com a forma fixada na legislação Recolhimento das Contribuições Compete ao empregador efetuar o recolhimento das contribuições previdenciárias devidas. O recolhimento dessas contribuições será efetuado através da Guia de Recolhimento do Contribuinte Individual (GRCI), da mesma forma que analisamos no item, inclusive quanto a utilização da GPS. O empregador deverá reter uma cópia da segunda via da guia para guardá-la como comprovante necessário.

12 Prazo de Recolhimento A contribuição previdenciária deve ser recolhida até o dia 15 do mês seguinte àquele a que as contribuições se referirem. Não havendo expediente bancário neste dia, o recolhimento deve ser antecipado Recolhimento Fora do Prazo O recolhimento das contribuições previdenciárias fora do prazo previsto acarreta a incidência de juros de mora, multa e correção monetária para os débitos anteriores a Recolhimento Trimestral O empregador doméstico pode optar pelo recolhimento trimestral da contribuição previdenciária, desde que o empregado a seu serviço receba salário de até R$ 130,00. O recolhimento trimestral deve ocorrer até o dia 15 do mês subseqüente ao do término do respectivo trimestre civil. Assim, por exemplo, o trimestre Janeiro, Fevereiro e Março pode ser recolhido até Nesse caso, no campo 02 - Competência (mês/ano) da GRCI deve ser registrado o último mês do respectivo período, independentemente de se tratar de uma, duas ou três competências. O recolhimento trimestral não se aplica à contribuição do 13 Salário do empregado doméstico, que deve ser recolhida até o dia 20 de dezembro de cada ano, devendo ser registrado no Campo "02 - COMPETÊNCIA" da GRCI o mês 13 e o ano a que se refere INSCRIÇÃO PREVIDENCIÁRIA A inscrição do empregado doméstico na Previdência Social pode ser realizada nos postos de arrecadação e fiscalização do INSS, ou pelo telefone DOCUMENTAÇÃO O ato da inscrição será formalizado com a apresentação dos seguintes documentos: a) Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), devidamente assinada pelo empregador; b) Carteira de Identidade; c) CPF/CIC, se tiver; d) Título de Eleitor, se tiver. Efetivada a inscrição, será entregue ao doméstico o Comprovante de Inscrição de Contribuinte Individual, e o segurado deve adquirir em papelaria a GRCI ou a GPS DEPENDENTES A inscrição dos dependentes do empregado doméstico é incumbida ao próprio segurado, devendo ser feita, sempre que possível, no ato de sua inscrição como segurado obrigatório da Previdência Social FALTA DE COMPROVAÇÃO DO PAGAMENTO DOS SALÁRIOS, DAS FÉRIAS E DO 13 SALÁRIO

13 A inexistência de recibos escritos relativos ao pagamento dos salários, das férias e do 13 Salário, bem como da devida anotação na Carteira de Trabalho, poderá levar o empregado a apresentar reclamação contra esse procedimento, na Justiça do Trabalho ou na Delegacia Regional do Trabalho, o que poderá acarretar ao empregador a condenação ao pagamento dos valores correspondentes, acrescidos de correção monetária, se for o caso, além das custas processuais PRESCRIÇÃO Embora haja divergência sobre o assunto, entendemos que o empregado doméstico está amparado pelo prazo prescricional de 5 anos estabelecido pela Constituição Federal DISPENSA DO EMPREGADO Ocorrendo a dispensa do empregado doméstico, este somente faz jus às seguintes parcelas: a) saldo de salários; b) férias vencidas, acrescidas de 1/13; c) aviso prévio de 30 dias; e d) 13 Salário, integral ou proporcional. Caso a rescisão do contrato seja promovida pelo empregado doméstico, as parcelas rescisórias serão as seguintes: a) saldo de salários; b) férias vencidas, acrescidas de 1/3; c) 13 Salário, integral ou proporcional. Em relação ao aviso prévio, deve ser observado o comentado neste trabalho RECIBO DE RESCISÃO DE CONTRATO DE TRABALHO Embora a legislação não estabeleça, o empregador deve exigir do empregado doméstico a assinatura da rescisão do contrato de trabalho, dando quitação dos valores pagos, devendo manter esse documento em seu poder durante o prazo de 5 anos, a fim de comprovar os respectivos pagamentos no caso de futura reclamação. A quitação dos valores recebidos pelo empregado na rescisão do contrato de trabalho pode ser feita no domicílio do empregador, através do formulário padronizado denominado Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho, que pode ser adquirido em papelarias especializadas HOMOLOGAÇÃO DA RESCISÃO No caso do empregado doméstico, não há obrigatoriedade de homologação da rescisão do contrato de trabalho junto ao órgão local do Ministério do Trabalho e Emprego (MTb). No aso de trabalhador menor, o recibo de quitação também deve ser assinado pelo pai, mãe ou responsável legal. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Constituição Federal artigo 7, parágrafo único ; Lei 3.030, de (DO-U de ); Lei 5.859, de (DO-U, de ); Lei 7.195, de ; Lei 7.418, de ; Lei 7.619, de ; Lei 7.998, de ; Lei 8.036, de ; Lei 8.212, de ; Lei 8.213, de ; Lei 8.444, de ; Lei 8.981, de ; Medida Provisória , de ; Decreto - Lei 1.535, de ; Decreto - Lei 5.452, de Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) - artigos 487 ao 491 (DO-U, de ); Decreto , de (DO-U, de ); Decreto , de ; Decreto , de ; Resolução 657 INSS, de ); Resolução 648 INSS, de ; Instrução Normativa Conjunta 2 INSS-DAF-DSS, de ;

14 Instrução Normativa 1 SRT, de ; Ordem de Serviço 136 INSS-DAF, de ; Ordem de Serviço Conjunta 83 INSS-DAF-DSS, de ).

Pessoa ou família que admite a seu serviço empregado doméstico (Decreto nº 71.885/1973, art. 3º, II).

Pessoa ou família que admite a seu serviço empregado doméstico (Decreto nº 71.885/1973, art. 3º, II). FONTE: www.iobonlineregulatorio.com.br EMPREGADO DOMÉSTICO: Considera-se doméstico o empregado que presta serviços de natureza contínua e de finalidade não lucrativa a pessoa ou família, no âmbito residencial

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