Durante esse período de afastamento a empregada recebe um benefício previdenciário, também chamado de salário maternidade.

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1 ANALISTA TRT E TST Direito do trabalho Renata Orsi 22/08/2012 Aula 09 Modulo I RESUMO SUMÁRIO 1. Continuação: Situações controvertidas na suspensão 1.1. Licença maternidade 2. Contratos por prazo determinado 2.1. Hipóteses de suspensão em que o empregador deve recolher o FGTS 2.2. Suspensão para qualificação do empregado 3. Férias 3.1. Direito as férias Período aquisitivo Férias do trabalhador a tempo parcial Faltas injustificadas Período concessivo Regras formais Férias coletivas Remuneração das férias: 1. Continuação: Situações controvertidas na suspensão 1.1. Licença Maternidade. O período previsto em lei de licença maternidade é de 120 dias, que a empregada ficará afastada do trabalho em razão da maternidade ou adoção, ou em caso de aborto 2 (duas) semanas, conforme artigos 392, 392-A e 395 da CLT. Art A empregada gestante tem direito à licença-maternidade de 120 (cento e vinte) dias, sem prejuízo do emprego e do salário. Art. 392-A. À empregada que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança será concedida licençamaternidade nos termos do art. 392, observado o disposto no seu 5 o. Art Em caso de aborto não criminoso, comprovado por atestado médico oficial, a mulher terá um repouso remunerado de 2 (duas) semanas, ficando-lhe assegurado o direito de retornar à função que ocupava antes de seu afastamento. Durante esse período de afastamento a empregada recebe um benefício previdenciário, também chamado de salário maternidade. A empresa efetua o pagamento do benefício previdenciário e no momento em que esta, for efetuar o pagamento das contribuições patronais devidas ao INSS, é realizada a compensação das parcelas adimplidas a ANALISTA TRT E TST 2012 Anotador(a): Taiza Albuquerque Complexo Educacional Damásio de Jesus

2 título de benefício previdenciário, ou seja, são descontadas do imposto devido pela empresa as parcelas correspondentes ao salário maternidade pagos a empregada. Neste período, há recebimento do salário maternidade e ocorre a contagem do tempo de serviço, devendo o empregador efetuar o recolhimento do (FGTS). É uma suspensão sui generis igual ao acidente de trabalho. Observação: A doutrina entende que a licença maternidade é uma hipótese de suspensão. Contudo, todas as bancas de concursos adotam o entendimento de que é uma hipótese de interrupção, pelo fato de que é a empresa que efetua o adimplemento do benefício previdenciário, que será posteriormente descontado através da compensação. 2. Contratos por prazo determinado. Exemplo: Um trabalhador celebra com determinada empresa, contrato de trabalho de 90 dias, após um mês de trabalho o empregado adoece e permanece afastado por três meses, neste caso o contrato de trabalho encerra no prazo pre fixado, ou seja, depois de decorridos 60 diasde afastamento. Em regra, a suspensão e interrupção do contrato de trabalho não interferem no termo do contrato a prazo. Salvo acordo das partes em contrário. 472, parágrafo 2 da CLT. Art O afastamento do empregado em virtude das exigências do serviço militar, ou de outro encargo público, não constituirá motivo para alteração ou rescisão do contrato de trabalho por parte do empregador. 2º - Nos contratos por prazo determinado, o tempo de afastamento, se assim acordarem as partes interessadas, não será computado na contagem do prazo para a respectiva terminação. Como regra geral apenas na interrupção o empregador deve recolher o FGTS, porém existem casos específicos em que ocorrerá o recolhimento do FGTS na suspensão Hipóteses de suspensão em que o empregador deve recolher o FGTS: Suspensão Acidente de trabalho. (art. 4, parágrafo único da CLT) Serviço militar Licença maternidade Empregado eleito diretor da sociedade (Súmula 269 do TST) Recolhimento do FGTS obrigatório Recolhimento do FGTS obrigatório Recolhimento do FGTS obrigatório Recolhimento do FGTS Facultativo Art. 4º - Considera-se como de serviço efetivo o período em que o empregado esteja à disposição do empregador, aguardando ou executando ordens, salvo disposição especial expressamente consignada. Parágrafo único - Computar-se-ão, na contagem de tempo de serviço, para efeito de indenização e estabilidade, os períodos em que o empregado estiver afastado do trabalho prestando serviço militar... (VETADO)... e por motivo de acidente do trabalho.

3 2.2. Suspensão para qualificação do empregado. Súmula nº 269 do TST. Diretor eleito. Cômputo do período como tempo de serviço. O empregado eleito para ocupar cargo de diretor tem o respectivo contrato de trabalho suspenso, não se computando o tempo de serviço desse período, salvo se permanecer a subordinação jurídica inerente à relação de emprego. É uma hipótese específica de suspensão do contrato de prestação de serviços para qualificação profissional do empregado, prevista no artigo 476-A da CLT( redação dada pela alteração de 2001). Art. 476-A. O contrato de trabalho poderá ser suspenso, por um período de dois a cinco meses, para participação do empregado em curso ou programa de qualificação profissional oferecido pelo empregador, com duração equivalente à suspensão contratual, mediante previsão em convenção ou acordo coletivo de trabalho e aquiescência formal do empregado, observado o disposto no art. 471 desta Consolidação. A intenção na suspensão para qualificação é evitar a demissão em massa de funcionários de determinada empresa, que por se encontrar em dificuldades financeiras não tem meios de manter todos os funcionários. Assim a suspensão para qualificação serve para evitar a demissão em massa, enquanto o funcionário participa de um curso, e durante este período o empregador suspende as atividades e fornece um curso aos empregados, não tendo que custear durante a suspensão salários e encargos trabalhistas. Neste caso, o empregado tem seu contrato de trabalho suspenso e não recebe mais salário, Durante o tempo em que ocorre a suspensão, empregado participa de um curso de qualificação e passa a receber uma bolsa qualificação paga pelo FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), cujo valor é equivalente ao do seguro desemprego. Limite: prazo para suspensão de 2 (dois) a 5 (cinco meses) a depender de tempo de duração do curso, este prazo pode ser prorrogado desde que a empresa custeie a bolsa. Além da bolsa é necessária a previsão expressa em acordo ou convenção coletiva de trabalho, além da aquiescência formal do empregado. E toda vez a empresa desejar suspender as atividades para qualificação do empregado, terá de comunicar o sindicato com antecedência mínima de 15 dias. Outro requisito é a carência de no mínimo 16 meses, entre uma suspensão e outra na mesma empresa. Ademais, prevalece o entendimento de que a carência começa a contar do dia em que teve início à suspensão. Obrigações da empresa. 1) Durante o lapso temporal da suspensão para qualificação profissional, a empresa deverá manter todos os benefícios concedidos ao empregado. (Exemplo: convênio médico, cesta básica etc); Observação: Pode a empresa no período de suspensão (faculdade), fonecer uma ajuda compensatória mensal (que não tem natureza salarial); 2) Durante o período de suspensão, se ocorrer à dispensa do empregado na vigência da suspensão ou até

4 três meses depois do efetivo encerramento, a empresa deverá pagar todas as verbas rescisórias, além de ter que pagar também uma indenização prevista no acordo ou convenção coletiva, que não poderá ser inferior a um salário do empregado. (Não poderá ser inferior ao último salário do empregado). Consequências para a empresa que não fornecer a ministração do curso: a) Deverá pagar todos os salários e todos os encargos para o governo; b) Será responsabilizada administrativamente perante o órgão do Ministério do Trabalho e Emprego e também será uma responsabilizada civilmente pelo FAT(Fundo de Amparo ao Trabalhador). c) Pagará a multa prevista no acordo ou convenção coletiva. 3. Férias Férias são um direito constitucional previsto no artigo 7, inciso XVII e artigos 129 a 153 da CLT. CF - Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social: XVII - gozo de férias anuais remuneradas com, pelo menos, um terço a mais do que o salário normal; CLT - Art Todo empregado terá direito anualmente ao gozo de um período de férias, sem prejuízo da remuneração. CLT - Art As infrações ao disposto neste Capítulo serão punidas com multas de valor igual a 160 BTN por empregado em situação irregular. Conceito: férias é o período em que o trabalhador não presta seus serviços, por determinado número de dias consecutivos, sem prejuízo do salário, em razão de direito adquirido nos doze meses anteriores. As férias têm natureza jurídica de interupção do contrato de trabalho, pois há o pagamento de salário e ocorre a contagem de tempo de serviço. Fundamentos: 1) Ordem fisiológica: para que seja assegurado o descanso do trabalhador, de forma a garantir sua saúde, evitando-se a fadiga e doenças. 2) Ordem Social: para garantir o lazer do trabalhor e o convívio do empregado com a família. 3) Econômica: tem relação com o fortalecimento da empresa, pois o empregado descansado produz mais Direito as férias: Conceitos: Período aquisitivo: o empregado entra na empresa e após doze meses de trabalho adquire direito as férias, este é o denominado período aquisitivo das férias. Período concessivo: da data em que tiver completado o direito a férias, o empregado tem doze para usufruir as férias, é o chamado período concessivo de férias.

5 Período aquisitivo Período concessivo Período aquisitivo Período concessivo Período aquisitivo Período concessivo Período aquisitivo: São o período de doze meses de trabalho, após o qual o empregado adquire o direito as férias. Nota: o direito a férias esta ligado a assiduidade do trabalhador, desta forma, quanto maior o número de faltas injustificadas, menor será o número de dias de férias a serem gozadas. No artigo 130, a CLT apresenta uma tabela: Art Após cada período de 12 (doze) meses de vigência do contrato de trabalho, o empregado terá direito a férias, na seguinte proporção: Números de faltas injustificadas (soma + 9) Número de dias de férias a gozar (subtrair- 6) até 5 dias 30 dias 6 a 14 dias 24 dias 15 a 23 dias 18 dias 24 a 32 dias 12 dias + de 32 dias 0 Observação: O mês para o direito do trabalho tem 30 dias, e como o nosso calendário tem sete meses no ano em que o mês tem 31 dias (7 dias a mais trabalhados) e um mês que em regra tem 28 dias (2 dias a menos), por essa razão é que empregado pode faltar até 5 dias no ano sem que haja o desconto nas férias, pois 7 2= 5, o resultado é igual a cinco, que são os cinco dias de faltas injustificados que o empregado pode ter sem haja o desconto nas férias. O prazo de férias do doméstico é o mesmo do trabalhador urbano. Com relação à tabela acima, prevalece o entendimento de que a referida tabela prevista no artigo 130 da CLT (vide acima), não se aplica aos empregados domésticos, que são regidos por lei específica Férias do trabalhador a tempor parcial. O artigo 58-A da CLT prevê a hipótese do trabalhador que presta serviços a tempo parcial. Art. 58-A. Considera-se trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda a vinte e cinco horas semanais. É o trabalhador cuja jornada tem duração de até 25 horas semanais, para esta jornada aplicam se três regras. 1) É vedada a realização de horas extras. 2) Período de férias reduzido (máximo de 18 dias de férias). 3) É vedada a venda do abono de férias (é o abono pecuniário, ou seja, um terço de férias que pode ser vendido). Neste caso, o empregado não pode vender um terço de suas férias para o empregador.

6 No artigo 130-A, parágrafo único da CLT estão previstas as regras aplicáveis as férias do empregado a tempo parcial. Art. 130-A. Na modalidade do regime de tempo parcial, após cada período de doze meses de vigência do contrato de trabalho, o empregado terá direito a férias, na seguinte proporção: Parágrafo único. O empregado contratado sob o regime de tempo parcial que tiver mais de sete faltas injustificadas ao longo do período aquisitivo terá o seu período de férias reduzido à metade. Duração do trabalho (Soma +5) Superior às 22h até 25h. Superior a 20 h até 22h Superior às 15h até 20h Superior às 10h até 15h Superior às 5h até 10h Inferior ou igual às 5h ou - Número de dias de férias a serem gozadas (Subtrair dias 16 dias 14 dias 12 dias 10 dias 8 dias Observação: Se o trabalhador a tempo parcial tiver acima de 7 faltas injustificadas no período aquisitivo, perderá metade dos dias de férias, conforme artigo 130-A, parágrafo único da CLT. Art. 130 parágrafo 1º da CLT prevê a vedação ao empregado o desconto do período de férias as faltas injustificadas Art Após cada período de 12 (doze) meses de vigência do contrato de trabalho, o empregado terá direito a férias, na seguinte proporção: 1º - É vedado descontar, do período de férias, as faltas do empregado ao serviço. Exemplo: no caso do empregado ter até cinco faltas injustificadas, ao empregador é vedado o desconto destes dias das férias a que tem direito ao empregado, deste modo, não poderá ocorrer o desconto nem do período de férias e nem remuneração de férias, pois ocorreria bis in idem uma vez que o empregador já efetuou desconto no salário do mês da época em que ocorreu a falta. E caso não tenha descontado, considera-se que praticou ato liberalidade em relação às faltas, sendo vedado também nesta hipótese o desconto na remuneração ou período de férias Faltas injustificadas: Para saber quais as faltas que são consideradas injustificadas, é necessária a utilização do critério de exclusão, deste modo, o que não estiver previsto como falta justificada será automáticamente falta injustificada. Os artigos 131 e 133, da CLT devem ser interpretados em conjunto. Estudar estes artigos.

7 Art Não será considerada falta ao serviço, para os efeitos do artigo anterior, a ausência do empregado: I - nos casos referidos no art. 473; Il - durante o licenciamento compulsório da empregada por motivo de maternidade ou aborto, observados os requisitos para percepção do salário-maternidade custeado pela Previdência Social; III - por motivo de acidente do trabalho ou enfermidade atestada pelo Instituto Nacional do Seguro Social - INSS, excetuada a hipótese do inciso IV do art. 133; IV - justificada pela empresa, entendendo-se como tal a que não tiver determinado o desconto do correspondente salário; V - durante a suspensão preventiva para responder a inquérito administrativo ou de prisão preventiva, quando for impronunciado ou absolvido; e VI - nos dias em que não tenha havido serviço, salvo na hipótese do inciso III do art Art Não terá direito a férias o empregado que, no curso do período aquisitivo: I - deixar o emprego e não for readmitido dentro de 60 (sessenta) dias subseqüentes à sua saída; II - permanecer em gozo de licença, com percepção de salários, por mais de 30 (trinta) dias; III - deixar de trabalhar, com percepção do salário, por mais de 30 (trinta) dias, em virtude de paralisação parcial ou total dos serviços da empresa; e IV - tiver percebido da Previdência Social prestações de acidente de trabalho ou de auxílio-doença por mais de 6 (seis) meses, embora descontínuos. (Grifos nossos) 1) São consideradas faltas justificadas: a) Os casos referidos no artigo 473 da CLT; Art O empregado poderá deixar de comparecer ao serviço sem prejuízo do salário: I - até 2 (dois) dias consecutivos, em caso de falecimento do cônjuge, ascendente, descendente, irmão ou pessoa que, declarada em sua carteira de trabalho e previdência social, viva

8 b) Decorrente de Licença maternidade e aborto; sob sua dependência econômica; II - até 3 (três) dias consecutivos, em virtude de casamento; III - por um dia, em caso de nascimento de filho no decorrer da primeira semana; IV - por um dia, em cada 12 (doze) meses de trabalho, em caso de doação voluntária de sangue devidamente comprovada; V - até 2 (dois) dias consecutivos ou não, para o fim de se alistar eleitor, nos têrmos da lei respectiva. VI - no período de tempo em que tiver de cumprir as exigências do Serviço Militar referidas na letra "c" do art. 65 da Lei nº 4.375, de 17 de agosto de 1964 (Lei do Serviço Militar). VII - nos dias em que estiver comprovadamente realizando provas de exame vestibular para ingresso em estabelecimento de ensino superior. VIII - pelo tempo que se fizer necessário, quando tiver que comparecer a juízo. IX - pelo tempo que se fizer necessário, quando, na qualidade de representante de entidade sindical, estiver participando de reunião oficial de organismo internacional do qual o Brasil seja membro. c) Decorrente de acidente do trabalho ou outra emfermidade atestada pelo INSS, salvo se excederem o período de seis meses contínuos ou não, por mais de seis, embora descontínuos. Observação: Caso ultrapasse os trintas dias, o empregado perde o direito a férias, porém a empresa é obrigada a efetuar o pagamento do terço de férias, artigo 133, IV da CLT(vide acima ) d) Justificadas pela empresa. e) Supensão para responder a inquérito administrativo(existia na época da ditadura) ou preso preventivamente, serão faltas justificadas apenas se ocorrer absolvição ou imprónúncia. f) Paralização das atividades da empresa, por iniciativa da própria empresa ( lock out ou qualquer outra paralização) de até 30 dias. Observação: Caso ultrapasse os trintas dias, o empregado perde o direito a férias, porém a empresa é obrigada a efetuar o pagamento do terço de férias, artigo 133, III da CLT(vide acima). g) Licença remunerada (é uma hipótese de interrupção): a empresa paga o salário e é considerada falta justificada até 30 dias Observação: Caso ultrapasse os trintas dias, o empregado perde o direito a férias, porém a empresa é obrigada a efetuar o pagamento do terço de férias, artigo 133, II da CLT(vide acima)

9 Perda do direito as férias: A perda do direito as férias esta prevista no artigo 133 da CLT(vide acima): A) O empregado que deixa o emprego e não retorna dentro de 60 dias (readmitido). Exemplos: dispensado, pediu demissão, contrato encerrado. Observações: 1) Para que a empresa possa efetuar a paralização do serviço é necessário efetuar três comunicações no prazo de 15 dias, o sindicato, o empregado e o Ministério do Trabalho, Artigo 133, parágrafo 3 da CLT: 3º - Para os fins previstos no inciso lil deste artigo a empresa comunicará ao órgão local do Ministério do Trabalho, com antecedência mínima de 15 (quinze) dias, as datas de início e fim da paralisação total ou parcial dos serviços da empresa, e, em igual prazo, comunicará, nos mesmos termos, ao sindicato representativo da categoria profissional, bem como afixará aviso nos respectivos locais de trabalho. 2) O empregado terá 90 dias para comparecer na empresa, se desejar computar o período aquisitivo anterior nas férias, no caso de volta ao trabalho. Artigos 132 e 472, parágrafo 1 da CLT: Período concessivo: Art O tempo de trabalho anterior à apresentação do empregado para serviço militar obrigatório será computado no período aquisitivo, desde que ele compareça ao estabelecimento dentro de 90 (noventa) dias da data em que se verificar a respectiva baixa. Art O afastamento do empregado em virtude das exigências do serviço militar, ou de outro encargo público, não constituirá motivo para alteração ou rescisão do contrato de trabalho por parte do empregador. 1º - Para que o empregado tenha direito a voltar a exercer o cargo do qual se afastou em virtude de exigências do serviço militar ou de encargo público, é indispensável que notifique o empregador dessa intenção, por telegrama ou carta registrada, dentro do prazo máximo de 30 (trinta) dias, contados da data em que se verificar a respectiva baixa ou a terminação do encargo a que estava obrigado. É o período de doze meses após o período aquisitivo em que o empregado deve usufruir as férias. A partir do artigo 134 a CLT trata do período concessivo. Art As férias serão concedidas por ato do empregador, em um só período, nos 12 (doze) meses subseqüentes à data em que o empregado tiver adquirido o direito.

10 Regra geral: O Artigo 136 da CLT determina como regra geral, que o período de férias do empregado será fixado conforme os interesses do empregador. Art A época da concessão das férias será a que melhor consulte os interesses do empregador. Nota: O empregador deve comunicar o empregado por escrito com antecedência mínima de 30 dias, mediante recibo do empregado. Exceções: a) O empregado menor estudante: tem direito de fazer coincidir suas férias com as férias escolares, não é obrigatório é facutativo. b) Os empregados membros de uma mesma família. : poderão gozar suas férias no mesmo período se assim o desejarem e se não resultar prejuízo ao serviço Regras formais: O período de férias deve ser anotado na carteira de trabalho e também na ficha de registro do empregado. Exceção: Na microempresa não há a necessidade de anotar as férias do empregado na carteira de trabalho e na folha de registro dos empregados. Observação: A determinação prevista no artigo 135 da CLT, não se aplica as microempresas que são regidas pela Lei 123/2006. Regra geral: Art não poderá sair de férias sem entregar a carteira para anotação por parte do empregador. As férias não podem ser francionadas, sendo usurfruidas em um só período. Artigo 134 da CLT (vide acima). Exceção: em casos excepcionais as férias podem ser fracionadas, em até dois períodos, desde que, um dos períodos não seja inferior a 10 dias. Observação: é vedado o francionamento das férias, dos menores de 18 anos e dos maiores de 50 anos Férias coletivas. As férias coletivas estão previstas no artigo 139 da CLT: Observações: Art. 139 Poderão ser concedidas férias coletivas a todos os empregados de uma empresa ou de determinados estabelecimentos ou setores da empresa.

11 Principal diferença: a) Para a concessão de férias coletivas em dois períodos não se exige a ocorrência de casos excepcionais. Porém, nenhum dos períodos pode ser inferior a 10 dias. Artigo 139, parágrafo 1º da CLT: Art º - As férias poderão ser gozadas em 2 (dois) períodos anuais desde que nenhum deles seja inferior a 10 (dez) dias corridos. Nota: Durante as férias o empregado não pode trabalhar; salvo se obrigado por contrato de trabalho regularmente mantido. ( emprego anterior, no caso de não coincidir as férias das duas empresas). Sanções legais aplicáveis em caso de não gozo das férias no período concessivo: O artigo 137 da CLT prevê o pagamento das férias em dobro, se o empregador não conceder as férias no período concessivo. O pagamento em dobro não exime o empregador da obrigação de conceder as férias. Art Sempre que as férias forem concedidas após o prazo de que trata o art. 134, o empregador pagará em dobro a respectiva remuneração. Ademais, caso o empregador se recuse a conceder as férias, o empregado pode entrar com uma reclamação trabalhista para fixação judicial de férias, além disso, o juiz poderá fixar multa diária(astreintes) de 5% do salário mínimo em caso de descumprimento, devendo ainda comunicar o Ministério do Trabalho para adoção das providências cabíveis. As férias dobradas funcionam da seguinte maneira: o empregado usufrui e por isso recebe o terço, além disso, recebe o valor da dobra (a dobra tem natureza indenizatória, já as férias mais um terço tem natureza salarial) acrescida de um terço. Este é o entendimento que prevalece no TST: OJ 386 SDI-1 do TST: OJ 386 SDI-1 do TST. Férias. Gozo na época própria. Pagamento fora do prazo. Dobra devida. Arts. 137 e 145 da CLT. É devido o pagamento em dobro da remuneração de férias, incluído o terço constitucional, com base no art. 137 da CLT, quando, ainda que gozadas na época própria, o empregador tenha descumprido o prazo previsto no art. 145 do mesmo diploma legal. O empregado tem direito a férias dobradas, se o empregador não pagar as férias dois dias antes do empregado sair de férias ou caso as férias não sejam integramente usurfruidas dentro do período concessivo. Exemplo: 28 dias no período concessivo e dois dias no período posterior. Nesta hipótese, a Súmula 81 do TST entende que a dobra recairá apenas sobre os dias que ultrapassar: Súmula nº 81 do TST. Férias. Os dias de férias gozados após o período legal de concessão deverão ser remunerados em dobro. Observação: Na hipótese de não concessão das férias, a prescrição para exigi-las começa a correr a partir: a) do último dia do período concessivo na vigência do contrato de trabalho; ou

12 b) da data do ajuizamento da reclamação trabalhista no caso de extinção do contrato (prescrição bienal), caso em que retroage até cinco anos (prescrição quinquenal) da data do ajuizamento. Artigo 149 da CLT: Exemplo a): Período aquisitivo Período concessivo 12 meses 12 meses 5 anos. Art A prescrição do direito de reclamar a concessão das férias ou o pagamento da respectiva remuneração é contada do término do prazo mencionado no art. 134 ou, se for o caso, da cessação do contrato de trabalho. O prazo de 5 anos começa a corre a partir do térmido do período concessivo. Art. 149 da CLT. Exemplo b): Retroage 5 anos Período concessivo 12 meses 12 meses 12 meses 2 anos - prescrição bienal Início da contagem da prescrição Extinção do contrato Reclamação trabalhista O prazo de prescrição retroage 5 anos da data de ajuizamento da reclamação trabalhista. Exemplo c): Exemplo: o contrato teve início em 1995 e em 2005 não houve o gozo de férias, tendo ocorrido à extinção do contrato em Período Retroage 5 anos Término do prazo de prescrição Concessivo 12 meses 12 meses 12 meses 12 meses 12 meses 12 meses 12 meses 12 mese Início da contagem da prescrição Extinção do contrato O prazo de 5 anos começa a corre a partir do térmido do período concessivo. Assim, o prazo vencia em Conforme artigo 149 da CLT (vide acima). 3. Remuneração das férias: a) Durante o período de férias o empregado recebe a remuneração normal mais um terço, de acordo com o artigo 7, XVII da CF (vide acima). O artigo 142 da CLT trata do cálculo da remuneração de férias em casos específicos: Art O empregado perceberá, durante as férias, a remuneração que lhe for devida na data da sua concessão. 1º - Quando o salário for pago por hora com jornadas variáveis,

13 apurar-se-á a média do período aquisitivo, aplicando-se o valor do salário na data da concessão das férias. 2º - Quando o salário for pago por tarefa tomar-se-á por base a media da produção no período aquisitivo do direito a férias, aplicando-se o valor da remuneração da tarefa na data da concessão das férias. 3º - Quando o salário for pago por percentagem, comissão ou viagem, apurar-se-á a média percebida pelo empregado nos 12 (doze) meses que precederem à concessão das férias. 4º - A parte do salário paga em utilidades será computada de acordo com a anotação na Carteira de Trabalho e Previdência Social 5º - Os adicionais por trabalho extraordinário, noturno, insalubre ou perigoso serão computados no salário que servirá de base ao cálculo da remuneração das férias. 6º - Se, no momento das férias, o empregado não estiver percebendo o mesmo adicional do período aquisitivo, ou quando o valor deste não tiver sido uniforme será computada a média duodecimal recebida naquele período, após a atualização das importâncias pagas, mediante incidência dos percentuais dos reajustamentos salariais supervenientes. a 1) Artigo 142, parágrafo 1º da CLT trata do horista: a média do que recebeu no período aquisitivo. a 2) Artigo 142, parágrafo 2º da CLT trata do tarefeiro (tarefeiro é aquele que recebe por produção ou tarefa): a média de produção no período aquisitivo. a 3) Artigo 142, parágrafo 3º da CLT trata do comissionista (comissionista é aquele que recebe por comissão): a média dos doze últimos meses que antecederem a concessão das férias, que pode abranger o período aquisitivo e o concessivo. a 4) Artigo 142, parágrafo 4º da CLT trata do salário pago em utilidades( pago em bens), o valor das utilidades também é computado para o cálculo da remuneração de férias. a 5) Artigo 142, parágrafo 5º da CLT trata dos adicionais recebidos habitualmente, devendo ser computados no cálculo da remuneração de férias o adicional noturno, de insalubridade etc. a 6) OJ 181 SDI-1 do TST: OJ 181 SDI-1 do TST. Comissões. Correção monetária. Cálculo. O valor das comissões deve ser corrigido monetariamente para em seguida obter-se a média para efeito de cálculo de férias, 13º salário e verbas rescisórias. a 7) A Súmula 354 do TST determina que as gorjetas incidam para o cálculo de todas as verbas trabalhistas, exceto quatro:

14 1) Aviso prévio 2) Hora extra 3) Adicional noturno 4) Descanso semanal remunerado. Deste modo, as gorjetas são computadas para o cálculo de férias. Observações: Súmula nº 354 do TST. Gorjetas. Natureza jurídica. Repercussões. As gorjetas, cobradas pelo empregador na nota de serviço ou oferecidas espontaneamente pelos clientes, integram a remuneração do empregado, não servindo de base de cálculo para as parcelas de aviso-prévio, adicional noturno, horas extras e repouso semanal remunerado. 1) Prazo para pagamento das férias: o artigo 145 da CLT prevê que o pagamento deve ser efetuado até dois dias antes do gozo das férias, bem como o abono de férias (um terço vendido), caso não haja o pagamento aplica-se a OJ 386 da SDI-1 do TST(vide acima). CLT - Art O pagamento da remuneração das férias e, se for o caso, o do abono referido no art. 143 serão efetuados até 2 (dois) dias antes do início do respectivo período 2) Súmula 253 do TST: a gratificação semestral decorre de liberalidade do empregador, e não repercuti nas férias. Súmula nº 253 do TST. Gratificação semestral. Repercussões. A gratificação semestral não repercute no cálculo das horas extras, das férias e do aviso prévio, ainda que indenizados. Repercute, contudo, pelo seu duodécimo na indenização por antigüidade e na gratificação natalina. b) O terço de férias se aplica a todas as espécies de férias, com base na Súmula 328 do TST. Súmula nº 328 do TST. Férias. Terço constitucional. O pagamento das férias, integrais ou proporcionais, gozadas ou não, na vigência da CF/1988, sujeita-se ao acréscimo do terço previsto no respectivo art. 7º, XVII.

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