Manual Prático Trabalhista e Previdenciário

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Manual Prático Trabalhista e Previdenciário"

Transcrição

1 Manual Prático Trabalhista e Previdenciário Qual é o prazo para pagamento dos salários dos empregados? R: O pagamento deve ser realizado até o 5º dia útil do mês seguinte. Esta deve ser a data em que deve constar no recibo de salário do empregado. Sábado é contado como dia útil para pagamento de salário. Utilize nossa agenda mensal que esta, anexo ao nosso Boletim Informativo. Qual é o prazo para pagamento do GRF/FGTS Fundo de Garantia por Tempo de Serviço? R: O FGTS deve ser recolhido, até o dia 07 (sete) do mês seguinte, caso esta recaia em sábado, domingo ou feriado, deve ser antecipado para o último dia útil imediatamente anterior. Qual é o prazo para pagamento da GPS - Guia da Previdência Social? R: Deve ser recolhida até dia 20 do mês seguinte, caso este recaia em sábado, domingo ou feriado, deve ser antecipado para o último dia útil imediatamente anterior. Qual é o prazo para pagamento do IRRF Imposto de Renda Retido na Fonte? (Folha de pagamento, férias, rescisão de contrato). R: Deve ser recolhido até o dia 20 do mês seguinte ao fato gerador do pagamento, caso este recaia em sábado, domingo ou feriado, deve ser antecipado para o último dia útil imediatamente anterior. Qual é o prazo para pagamento da Contribuição Sindical dos empregados? R: Deve ser recolhida até o último dia útil do mês seguinte ao desconto em folha de pagamento. Descontado anualmente 1 (um) dia de trabalho do empregado e recolhido em favor do sindicato da categoria. Qual é o prazo para pagamento da Contribuição Sindical Patronal? R: Contribuição patronal da empresa ao sindicato patronal. Deve ser recolhida até o último dia útil do mês de Janeiro de cada ano. Recolhida conforme o Capital Social da empresa, através da tabela anual expedida pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Posso contratar um empregado sem que este possua a Carteira de Trabalho? R: Não, conforme determina Art. 13 CLT, a mesma é obrigatória para exercício de qualquer emprego, inclusive de natureza rural. Qual é o prazo para conceder férias aos empregados? R: Após, vencido um ano de trabalho, a empresa/empregador tem até 11 meses para conceder férias para o empregado, referente a este período. Caso a mesma deixe de conceder férias neste período, é obrigada pela Legislação Trabalhista e remunera-la em dobro e passível de autuação e multa perante a fiscalização do ministério do Trabalho. Mensalmente o VANIN CONTADORES envia uma relação de programação de férias. Nossos sistemas de gestão de recursos humanos são elaborados com tecnologia

2 de ponta, que nos permite deixar agendado as férias do empregado, até um ano à frente caso queira. Portanto é só nos informar as datas de férias, que você receberá em tempo hábil os documentos, evitando o vencimento dobrado das mesmas. Qual é o prazo para pagamento de rescisão de contrato de trabalho: a) Dispensa sem justa ou pedido de demissão com aviso prévio trabalhado: R: até o primeiro dia útil imediato ao término do contrato (salvo condição mais favorável ao empregado acordado em Convenção Coletiva) b) Dispensa sem justa causa com aviso prévio indenizado ou reavido: R: até o décimo dia, contado da data da notificação da demissão, quando da ausência do aviso prévio, indenização do mesmo ou dispensa de seu cumprimento. Ex: se o empregado foi demitido com aviso indenizado ou reavido em 10/06 o prazo para pagamento seria no mais tardar até dia 19/06, caso este recaia em sábado, domingo ou feriado, deve ser antecipado para o último dia útil imediatamente anterior. c) Término de Contrato de Trabalho R: até o primeiro dia útil imediato ao término do contrato. d) Rescisão por justa causa R: até o décimo dia, contado da data da notificação da demissão. e) Rescisão por falecimento do trabalhador R: até o décimo dia, contado da data do falecimento. f) Rescisão antecipada do contrato de experiência R: até dez dias da notificação da rescisão contratual; ou a data em que terminaria o contrato, o que ocorrer primeiro. A empresa é obrigada a cumprir e também fazer cumprir as exigências relativas à Saúde Segurança e Medicina do Trabalho? R: Sim. Toda e qualquer empresa deve cumprir as exigências relativas à Saúde e Segurança do Trabalho. Elaborar, manter e fazer cumprir o PPRA Programa de Prevenção de Risco Ambientais do Trabalho; Elaborar, manter e fazer cumprir o PCMSO Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional; O que é CIPA, quais empresas estão obrigadas a manter? R: Comissão Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho Empresas com mais de 20 empregados, e relacionadas de acordo com seu CNAE (Cadastro Nacional de Atividade Econômica), na NR 5 do Ministério do Trabalho, estão obrigadas a manter a CIPA. A empresas desobrigadas da CIPA, esta totalmente desobrigada das exigências do ministério do trabalho em relação às Normas Regulamentadoras em Medicina e Segurança do Trabalho? R: Não, as empresas desobrigadas da CIPA, devem ter pelo menos um empregado treinado em curso de CIPA, e com certificação que deve ficar a disposição da fiscalização do Trabalho.

3 O que é EPI Equipamento de Controle Individual? R: O Equipamento de Proteção Individual - EPI é todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção contra riscos capazes de ameaçar a sua segurança e a sua saúde. O empregado pode realizar o exame médico admissional após a data que foi admitido? R: Não, todo e qualquer empregado deve realizar o exame médico admissional impreterivelmente antes da data do início do trabalho. Exames realizados após a data de admissão são considerados nulos, passíveis de multas trabalhistas. Quais empresas estão obrigadas ao controle do cartão ponto/jornada de trabalho de seus empregados? R: Conforme art. 74 CLT, somente as empresas com mais de dez empregados estão obrigadas a realizar o controle da jornada através de sistema de registro manual, mecânico ou eletrônico. Em geral orientamos assim todas as empresas, inclusive com menos de dez empregados, a realizar o controle do Cartão Ponto, pois esse é a prova real que a Empresa tem em relação aos horários que o empregado realiza. Método de Prevenção contra Ações Trabalhistas. O VANIN CONTADORES tem este sistema de controle de ponto eletrônico totalmente integrado com nossa folha de pagamento, disponível para nossos clientes (customizado). De que forma, posso administrar corretamente os horários dos empregados? R: Assim Dispõe o Capitulo II, art. 57 a 75 da CLT. Jornada até 04:00 horas sem necessidade de intervalo Jornada de 04:00 a 06:00 intervalo de 15 minutos Jornada acima de 06:00 intervalo mínimo de 01:00 e máximo de 02:00 horas. Jornada máxima de 08:00 horas diárias, salvo acordo ou convenção coletiva. Jornada máxima de 44:00 horas semanais. Limite máximo de prorrogação da jornada (hora extra) máximo de até 02:00 horas. Descanso de no mínimo 11:00 horas consecutivas, entre 02 jornadas de trabalho. Descanso semanal remunerado de 24:00 consecutivas. Durante o período de experiência o empregado pode trabalhar sem registro em Carteira de Trabalho? R: Não, o empregado deve ser admitido, registrado legalmente, e a empresa pode realizar o contrato de trabalho em caráter de experiência de no máximo 90 dias, salvo convenção coletiva. Vale Transporte pode ser pago em dinheiro? R: Não, O Vale-Transporte constitui benefício que o empregador antecipará ao trabalhador para utilização efetiva em despesas de deslocamento residência-trabalho e vice-versa. Não existe determinação legal de distância mínima para que seja obrigatório o fornecimento do Vale-Transporte, então, o empregado utilizando-se de transporte coletivo por mínima que seja à distância, o empregador é obrigado a fornecê-los.

4 O trabalhador que utiliza veículo próprio para seu deslocamento não terá direito ao vale transporte. Caso venha a optar pelo recebimento do benefício e passar a utilizá-lo de forma irregular, que não seja o deslocamento residência-trabalho e vice-versa, estará cometendo falta grave nos termos do 3º, art. 7º do Decreto nº /87, deve ser orientado pelo empregador para alterar o termo de opção do vale transporte, sob pena de ter seu contrato de trabalho rescindido por justa causa. (artigos 2º, 3º, 5º e 7º do Decreto nº /87). Empregado que sofreu acidente de trabalho, porém não se afastou do mesmo, estou obrigado a informar a CAT Comunicado de Acidente de Trabalho? R: Sim, mesmo que não houve afastamento, o empregador é obrigado a informar a CAT. Empregada mulher que trabalha em regime de escala de revezamento, deve folgar quantos domingos por mês? R: Havendo trabalho aos domingos, deve ser organizada uma escala de revezamento quinzenal, que favoreça o repouso dominical. (Art. 386 CLT). A empregada mulher tem algum descanso especial para amamentação? R: Sim, para amamentar seu próprio filho, até que este complete 6 (seis) meses de idade, a mulher terá direito, durante a jornada de trabalho a 2 (dois) descansos especiais, de meia hora cada um. Existe alguma restrição para a mulher realizar hora extra? R: Sim, Preceitua o art. 384 da CLT, que havendo prorrogação do horário normal do trabalho, será obrigatório um descanso de 15 minutos mínimo, antes da prorrogação. Menor de idade pode trabalhar? R: Sim, somente após o 16 anos. Salvo na condição de aprendiz onde a idade mínima é de 14 anos. Existe alguma restrição ao trabalho do menor? R: Sim, ao menor é proibido: a) Trabalho noturno b) Trabalho em condições insalubres e perigosas c) Em locais prejudiciais a sua moralidade Menor aprendiz pode realizar hora extra? R: Não, conforme art. 432 da CLT é vedado a prorrogação e compensação da jornada do aprendiz. Caso a empresa não cumpra as exigências determinadas em Lei, quais são as penalidade e sanções legais? R: Segue abaixo um quadro das principais infrações e seus valores

5 O que é Reclamatória Trabalhista? Como funciona? R: Empregado, quando desligado da empresa, independente do motivo, tem um prazo de 02 anos para acionar judicialmente seu empregador, requerendo alguns direitos trabalhistas referentes aos últimos 05 anos de trabalho que não foram pagos/cedidos durante a vigência do contrato de Trabalho. O que é Convenção Coletiva de Trabalho? R: Acordo entre sindicato das empresas de uma determinada atividade com o sindicato dos trabalhadores de uma determinada área ou profissão. Garante alguns direitos e benefícios específicos para estes trabalhadores. A empresa deve conhecer esses direitos garantidos na convenção e obedecer? R: Sim, o empresário, deve conhecer os direitos de seus empregados, bem como cumprir e fazer cumprir as determinações constantes nas convenções coletivas. Esses direitos são os principais direitos requeridos em reclamatórias trabalhistas. Quais são as principais multas e infrações que a empresa pode ser autuada por não cumprir as exigências legais trabalhistas? Natureza da infração Valor da Multa (em UFIR) Contratar empregado sem possuir CTPS 378,2847 Deixar de fazer as anotações em CTPS 378,2847 Deixar de conceder as férias no prazo legal 160,0000 Trabalho irregular do menor 378,2847 Deixar de cumprir o Contrato de Trabalho 378,2847 Atraso no pagamento de salário 160,0000 Atraso no pagamento de verbas rescisórias 160,0000 Atraso no pagamento 13º Salário 160,0000 Não cumprir as exigências do Vale Transporte 160,0000 Não respeitar as determinações da duração do trabalho 37,8285 a 3.782,8472 Não cumprir as exigências de Segurança do Trabalho 630,4745 à Não cumprir as exigências de Medicina do Trabalho 378,2844 a 3.782,8472 Não respeitar particularidades Trabalho da Mulher 75,6569 a 756,5694 Deixar de Recolher as Contribuições Sindicais 7,5657 a 7.565,6943 Não recolher o FGTS 10,000 A 100,00000 Em quais situações o empregado pode faltar ao trabalho, sem prejuízo do salário? - Até 02 dias consecutivos, em caso de falecimento do cônjuge, ascendente, descendente, irmão ou pessoa que, declarada em sua Carteira de Trabalho e Previdência Social, viva sob sua dependência econômica. - Até 03 dias consecutivos, em virtude de casamento. - Por 05 dias, em caso de nascimento do filho, no decorrer da primeira semana.

6 - Pó 01 dia, em cada 12 meses de trabalho, em caso de doação voluntária de sangue devidamente comprovada. - Até 02 dias consecutivos ou não, para o fim de se alistar eleitor, nos termos da lei respectiva. - No período de tempo em que tiver de cumprir as exigências do Serviço Militar. - Nos dias em que estiver comprovadamente realizando provas de exame vestibular para ingresso em estabelecimento de ensino superior. - Pelo tempo que se fizer necessário, quando tiver que comparecer a juízo. - Pelo tempo que se fizer necessário, quando, na qualidade de representante de entidade sindical, estiver participando de reunião oficial de organismo internacional que o Brasil seja membro. Obs. Salvo condição mais favorável ao empregado estabelecido na Convenção Coletiva de Trabalho de sua categoria.. Quando a empresa deve solicitar os exames médicos ocupacionais aos empregados? Admissional - deverá ser realizado antes que o trabalhador assuma suas atividades. Periódico - deverá ser realizado de acordo com os intervalos mínimos de tempo abaixo discriminados: a) para trabalhadores expostos a riscos ou a situações de trabalho que impliquem o desencadeamento ou agravamento de doença ocupacional, ou, ainda, para aqueles que sejam portadores de doenças crônicas, os exames deverão ser repetidos: a cada ano ou a intervalos menores, a critério do médico encarregado, ou se notificado pelo médico agente da inspeção do trabalho, ou, ainda, como resultado de negociação coletiva de trabalho; de acordo com à periodicidade especificada no Anexo n.º 6 da NR 15, para os trabalhadores expostos a condições hiperbáricas; b) para os demais trabalhadores: anual, quando menores de 18 (dezoito) anos e maiores de 45 (quarenta e cinco) anos de idade; a cada dois anos, para os trabalhadores entre 18 (dezoito) anos e 45 (quarenta e cinco) anos de idade. De retorno ao trabalho - deverá ser realizado obrigatoriamente no primeiro dia da volta ao trabalho de trabalhador ausente por período igual ou superior a 30 (trinta) dias por motivo de doença ou acidente, de natureza ocupacional ou não, ou parto.

7 De mudança de função - deverá ser realizado por mudança de função a e qualquer alteração de atividade, posto de trabalho ou de setor que implique a exposição do trabalhador à risco diferente daquele a que estava exposto antes da mudança. Demissional - no exame médico demissional, será obrigatoriamente realizada até a data da homologação.

ÍNDICE CURSO DE DEPARTAMENTO PESSOAL. DEPARTAMENTO PESSOAL ONLINE www.departamentopessoalonline.com - 3 -

ÍNDICE CURSO DE DEPARTAMENTO PESSOAL. DEPARTAMENTO PESSOAL ONLINE www.departamentopessoalonline.com - 3 - ÍNDICE CURSO DE DEPARTAMENTO PESSOAL INTRODUÇÃO... 008 DISPOSIÇÕES GERAIS... 009 Conceito de empregador... 009 Conceito de empregado... 009 Direitos do empregado... 010 ASSÉDIO MORAL E SEXUAL NO TRABALHO...

Leia mais

DEPARTAMENTO PESSOAL

DEPARTAMENTO PESSOAL DEPARTAMENTO PESSOAL DÚVIDAS MAIS FREQUENTES 1 1. Documentos necessários para admissão Para o processo de admissão, o novo funcionário deverá apresentar a relação de documentos abaixo: *Carteira de Trabalho

Leia mais

1 - Qual o prazo que o empregador tem para efetuar o pagamento de salário ao empregado?

1 - Qual o prazo que o empregador tem para efetuar o pagamento de salário ao empregado? 1 - Qual o prazo que o empregador tem para efetuar o pagamento de salário ao empregado? O pagamento em moeda corrente, mediante recibo, deverá ser feito até o 5º dia útil do período (mês, quinzena, semana)

Leia mais

PAUTA DE REIVINDICAÇÃO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES DOMÉSTICOS DE CAMPINAS, PAULÍNIA, VALINHOS, SUMARÉ e HORTOLÂNDIA

PAUTA DE REIVINDICAÇÃO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES DOMÉSTICOS DE CAMPINAS, PAULÍNIA, VALINHOS, SUMARÉ e HORTOLÂNDIA PAUTA DE REIVINDICAÇÃO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES DOMÉSTICOS DE CAMPINAS, PAULÍNIA, VALINHOS, SUMARÉ e HORTOLÂNDIA CAMPINAS JANEIRO/2014 1 PAUTA DE REIVINDICAÇÃO CLÁUSULA 1ª - PISO SALARIAL Fica estipulado

Leia mais

Menor Aprendiz Perguntas Frequentes

Menor Aprendiz Perguntas Frequentes Menor Aprendiz Perguntas Frequentes A aprendizagem é regulada pela CLT e passou por um processo de modernização com a promulgação das Leis nºs. 11.180/2005, 10.097/2008 e 11.788/2008. O Estatuto da Criança

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010 Termo de CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO que entre si fazem, o Sindicato dos Empregados em Edifícios e em Empresas de Compra, Venda Locação e Administração de Imóveis

Leia mais

Perguntas Frequentes - Trabalhista

Perguntas Frequentes - Trabalhista Perguntas Frequentes - Trabalhista 01) O empregador poderá descontar do empregado as importâncias correspondentes a danos por eles causados? 1º do art. 462 da CLT prevê a possibilidade de que, em caso

Leia mais

DIREITO DO TRABALHO II SUSPENSÃO E INTERRUPÇÃO DO CONTRATO

DIREITO DO TRABALHO II SUSPENSÃO E INTERRUPÇÃO DO CONTRATO DIREITO DO TRABALHO II SUSPENSÃO E INTERRUPÇÃO DO CONTRATO REVISÃO (OAB/FGV 2010.3) Relativamente à alteração do contrato de trabalho, é correto afirmar que (A) o empregador pode, sem a anuência do empregado

Leia mais

PARTE I ROTINAS TRABALHISTAS

PARTE I ROTINAS TRABALHISTAS PARTE I ROTINAS TRABALHISTAS Capítulo 1 Recrutamento... 3 1.1 Possíveis ocorrências de recrutamento... 4 1.1.1 Ampliação do quadro de pessoal... 4 1.1.2 Desligamento de empregado... 5 1.1.3 Promoção...

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2016

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2016 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2016 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SC002716/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 16/11/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR064091/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46220.006426/2015-78 DATA DO

Leia mais

TREINAMENTO: DEPARTAMENTO PESSOAL COMPLETO-ATENÇÃO AS RECENTES ALTERAÇÕES

TREINAMENTO: DEPARTAMENTO PESSOAL COMPLETO-ATENÇÃO AS RECENTES ALTERAÇÕES TREINAMENTO: DEPARTAMENTO PESSOAL COMPLETO-ATENÇÃO AS RECENTES ALTERAÇÕES PROGRAMA Módulo I - Processo Admissional Providências da Empresa, Documentação Exigida, Exame Médico na Admissão, CAGED, Registro

Leia mais

Recursos Humanos. Cálculos de Folha de Pagamento - Férias e Décimo-Terceiro. Férias - Finalidade. Férias - Direito. Patrícia Ramos Palmieri

Recursos Humanos. Cálculos de Folha de Pagamento - Férias e Décimo-Terceiro. Férias - Finalidade. Férias - Direito. Patrícia Ramos Palmieri Recursos Humanos Patrícia Ramos Palmieri Cálculos de Folha de Pagamento - Férias e Décimo-Terceiro 1 Férias - Finalidade A finalidade básica da concessão das férias é o restabelecimento das forças físicas

Leia mais

Faltas Justificadas e Licenças na Aprendizagem Profissional

Faltas Justificadas e Licenças na Aprendizagem Profissional Faltas Justificadas e Licenças na Aprendizagem Profissional Matheus Florencio Rodrigues Assessor Jurídico do INAMARE www.inamare.org.br Fone: (44) 3026-4233 Juliana Patricia Sato Assessora Jurídico do

Leia mais

CLÁUSULA TERCEIRA VALE TRANSPORTE

CLÁUSULA TERCEIRA VALE TRANSPORTE CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2005/2006 PELO PRESENTE INSTRUMENTO DE CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO DE UM LADO O SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EMPRESAS DE RÁDIODIFUSÃO DO ESTADO DO PARANÁ, A SEGUIR DENOMINADO

Leia mais

CONTRATAÇÃO DE APRENDIZES

CONTRATAÇÃO DE APRENDIZES CONTRATAÇÃO DE APRENDIZES OBRIGATORIEDADE DA CONTRATAÇÃO Estabelecimentos de qualquer natureza são obrigados a contratar aprendizes. Estabelecimento é todo complexo de bens organizado para o exercício

Leia mais

http://www.lgncontabil.com.br/

http://www.lgncontabil.com.br/ 1. INTRODUÇÃO ADMISSÃO DE EMPREGADOS PROCEDIMENTOS Para cada admissão a empresa deve observar, além dos itens descritos nesta matéria, as normas relativas à Segurança do Trabalho, conforme Portaria MTb

Leia mais

1- CONTRATO DE TRABALHO

1- CONTRATO DE TRABALHO 1- CONTRATO DE TRABALHO 1.1 - ANOTAÇÕES NA CARTEIRA DE TRABALHO Quando o empregado é admitido - mesmo em contrato de experiência -, a empresa tem obrigatoriamente que fazer as anotações na carteira de

Leia mais

NORMA CORPORATIVA DEPARTAMENTO PESSOAL

NORMA CORPORATIVA DEPARTAMENTO PESSOAL 1. OBJETIVO Estabelecer a sistemática para rotinas de Departamento Pessoal. 2. DEFINIÇÕES TRCT: Termo de Rescisão de Contrato de Trabalho. DP: Departamento Pessoal; DP Central: Departamento Pessoal de

Leia mais

JORNADA DE TRABALHO SINDIREPA LUCIANA CHARBEL GERÊNCIA DE RELAÇÕES TRABALHISTAS 20 DE JUNHO DE 2013

JORNADA DE TRABALHO SINDIREPA LUCIANA CHARBEL GERÊNCIA DE RELAÇÕES TRABALHISTAS 20 DE JUNHO DE 2013 JORNADA DE TRABALHO SINDIREPA LUCIANA CHARBEL GERÊNCIA DE RELAÇÕES TRABALHISTAS 20 DE JUNHO DE 2013 DURAÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO DIÁRIA: 8 HORAS SEMANAL: 44 HORAS MENSAL: 220 HORAS INTERVALOS PARA DESCANSO

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional PCMSO

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional PCMSO Programa de Controle Médico de Saúde 29/10/2013 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 3 4. Conclusão... 4 5. Informações Complementares...

Leia mais

5. JORNADA DE TRABALHO

5. JORNADA DE TRABALHO 5. JORNADA DE TRABALHO 5.1 DURAÇÃO DA JORNADA A duração normal do trabalho não pode ser superior a oito horas diárias e 44 semanais, sendo facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO que entre si celebram, de um lado, o SINDICATO DAS INDÚSTRIAS DE CELULOSE, PAPEL E PAPELÃO NO ESTADO DE MINAS GERAIS - SINPAPEL, e, de outro

Leia mais

Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho

Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Objetivo A Norma Regulamentadora 9 estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação,

Leia mais

CALENDÁRIO DE OBRIGAÇÕES MENSAIS

CALENDÁRIO DE OBRIGAÇÕES MENSAIS Data Vencimento 07 Obrigação Salário Mensal Fato Gerador e Fundamento Legal Pagamento mensal da remuneração. (ver nota 1) Salário-Mínimo Valor atual de R$ 788,00 - Decreto nº 8.381/14. Pró-labore Código

Leia mais

Departamento pessoal do Empregador doméstico PEC 66/2012 EC 72 /2013

Departamento pessoal do Empregador doméstico PEC 66/2012 EC 72 /2013 Departamento pessoal do Empregador doméstico PEC 66/2012 EC 72 /2013 A PEC n 66 de 2012 Veio com O OBJETIVO de alterar a redação do parágrafo único do art. 7º da Constituição Federal para estabelecer a

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2006 / 2007

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2006 / 2007 2006 / 2007 O SINDICATO NACIONAL DAS EMPRESAS DE AVIAÇÃO AGRÍCOLA SINDAG e o SINDICATO DOS TÉCNICOS AGRÍCOLAS DE NÍVEL MÉDIO NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SINTARGS, firmam a presente CONVENÇÃO COLETIVA

Leia mais

13º SALARIO Posteriormente, a Constituição Federal de 1988, em seu art. 7º,

13º SALARIO Posteriormente, a Constituição Federal de 1988, em seu art. 7º, 13º SALARIO Trabalhadores beneficiados Farão jus ao recebimento do 13º salário os seguintes trabalhadores: a) empregado - a pessoa física que presta serviços de natureza urbana ou rural à empresa, em caráter

Leia mais

TÓPICO (em ordem alfabética) PÁGINA Nº

TÓPICO (em ordem alfabética) PÁGINA Nº ÍNDICE DO MANUAL DE ROTINAS TRABALHISTAS TÓPICO (em ordem alfabética) PÁGINA Nº INTRODUÇÃO 6 SIGLAS UTILIZADAS 7 ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL E GERÊNCIA DE REC HUMANOS 8 ABANDONO DE EMPREGO 19 ACIDENTE NO

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO Mediador - Extrato Instrumento Coletivo CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2008/2009 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: ES000053/2009 DATA DE REGISTRO NO MTE: 05/02/2009 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR001382/2009 NÚMERO

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO Página 1 de 7 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2012/2013 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SC002511/2012 DATA DE REGISTRO NO MTE: NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR053502/2012 NÚMERO DO PROCESSO: 46220.005004/2012-32 DATA

Leia mais

Contratação e Modelo de Contrato

Contratação e Modelo de Contrato Contratação e Modelo de Contrato Deveres da Empresa Firmar contrato especial de aprendizagem com o adolescente e inscrevê-lo em curso de aprendizagem desenvolvido por uma entidade qualificada de ensino

Leia mais

TERMO ADITIVO À CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO PARA OS SUPERMERCADOS REFERENTE AO PERÍODO NATALINO ANO 2013/2014

TERMO ADITIVO À CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO PARA OS SUPERMERCADOS REFERENTE AO PERÍODO NATALINO ANO 2013/2014 TERMO ADITIVO À CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO PARA OS SUPERMERCADOS REFERENTE AO PERÍODO NATALINO ANO 2013/2014 Por este instrumento e na melhor forma de direito, de um lado o SINCOMERCIÁRIOS SINDICATO

Leia mais

INFORMATIVO 14/2015 LEI COMPLEMENTAR REGULAMENTA DIREITO DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS

INFORMATIVO 14/2015 LEI COMPLEMENTAR REGULAMENTA DIREITO DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS Data do boletim informativo Volume 1, Edição 1 Digite o título aqui INFORMATIVO 14/2015 LEI COMPLEMENTAR REGULAMENTA DIREITO DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS Lei Complementar nº 150, de 1º de junho de 2015 -

Leia mais

PAUTA DE REIVINDICAÇÕES PATRONAL - 2012 (Fetquim/CUT)

PAUTA DE REIVINDICAÇÕES PATRONAL - 2012 (Fetquim/CUT) PAUTA DE REIVINDICAÇÕES PATRONAL - 2012 (Fetquim/CUT) CLÁUSULA PRIMEIRA - VIGÊNCIA E DATA-BASE As partes fixam a vigência da presente Convenção Coletiva de Trabalho no período de 1º de novembro de 2012

Leia mais

T E R M O A D I T I V O VIGÊNCIA: 1º/02/2012 A 31/01/2013

T E R M O A D I T I V O VIGÊNCIA: 1º/02/2012 A 31/01/2013 TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO que entre si celebram, de um lado, representando a categoria profissional, o SINDICATO DOS AUXILIARES DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR DO ESTADO DE MINAS GERAIS SAAE/MG,

Leia mais

CONTRATO DE TRABALHO. O que devo saber? Índice

CONTRATO DE TRABALHO. O que devo saber? Índice CONTRATO DE TRABALHO O que devo saber? Índice Assunto Resposta nº? Acidente de Trabalho 8, 22, 23 Acordo de compensação de horário 26 Admissão de empregado 1, 3, 4 Atestado médico 6, 7, 9 Aviso prévio

Leia mais

Módulo Recursos Humanos

Módulo Recursos Humanos Módulo Recursos Humanos Folha de Pagamento Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Recursos Humanos Folha de Pagamento. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas

Leia mais

Módulo de Rescisão. Passaremos a explicar abaixo os campos da tela do cálculo da rescisão:

Módulo de Rescisão. Passaremos a explicar abaixo os campos da tela do cálculo da rescisão: Módulo de Rescisão Para calcular a rescisão, é necessário informar para quem se deseja calcular (Código, Divisão, Tomador), depois informar tipo de dispensa, data de aviso prévio, data de pagamento, dias

Leia mais

NÚCLEO PREPARATÓRIO DE EXAME DE ORDEM

NÚCLEO PREPARATÓRIO DE EXAME DE ORDEM ENDEREÇAMENTO E QUALIFICAÇÃO EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DA... VARA DO TRABALHO DE... A, estado civil..., profissão..., portador do RG nº..., inscrito no CPF nº..., portador da CTPS..., série...,

Leia mais

TRABALHADORES DOMÉSTICOS

TRABALHADORES DOMÉSTICOS Trabalho realizado pela advogada dra. Marília Nascimento Minicucci, do escritório do conselheiro prof. Cássio de Mesquita Barros Júnior TRABALHADORES DOMÉSTICOS Foi publicado, no Diário Oficial da União

Leia mais

Manual de Recursos Humanos

Manual de Recursos Humanos Manual de Recursos Humanos Associação dos Amigos do Paço das Artes Francisco Matarazzo Sobrinho Organização Social de Cultura 1 Finalidade: Disponibilizar princípios básicos de gestão de pessoal que devem

Leia mais

CAPÍTULO I - VIGÊNCIA E ABRANGÊNCIA CAPÍTULO II - REMUNERAÇÃO E PAGAMENTO

CAPÍTULO I - VIGÊNCIA E ABRANGÊNCIA CAPÍTULO II - REMUNERAÇÃO E PAGAMENTO CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO, QUE ENTRE SI FAZEM, DE UM LADO O SINDICATO DOS CONDUTORES DE VEÍCULOS RODOVIÁRIOS E TRABALHADORES EM TRANSPORTES DE CARGAS EM GERAL E PASSAGEIROS NO MUNICÍPIO DO RIO DE

Leia mais

Dispensa Sem Justa Causa. Dispensa com Justa Causa. (**) Culpa Recíproca ou Força Maior. Rescisão Indireta. Pedido de Demissão

Dispensa Sem Justa Causa. Dispensa com Justa Causa. (**) Culpa Recíproca ou Força Maior. Rescisão Indireta. Pedido de Demissão RESCISÃO DE CONTRATO DE TRABALHO VERBAS RESCISÓRIAS (Antes de qualquer procedimento rescisório, importante ler os cuidados especiais ao final Verbas adicionais) Dispensa Sem Justa Causa AvisoPrévio Dispensa

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2016 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PR001597/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 11/05/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR024152/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46212.007124/2015-16 DATA DO

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO PISO SALARIAL

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO PISO SALARIAL 1 de 7 28/12/2015 17:24 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2016/2016 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SC003175/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 21/12/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR081080/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 47620.002006/2015-72

Leia mais

Unidade II CONTABILIDADE FINANCEIRA. Prof. Carlos Barretto

Unidade II CONTABILIDADE FINANCEIRA. Prof. Carlos Barretto Unidade II CONTABILIDADE FINANCEIRA Prof. Carlos Barretto Contabilidade financeira Na Unidade II veremos as peculiaridades da folha de pagamento de uma empresa com funcionários mensalistas No Modulo I

Leia mais

PL 4330 Reunião realizada no dia

PL 4330 Reunião realizada no dia PL 4330 Reunião realizada no dia PL 4330 Propostas de alteração Observações das Centrais Sindicais Dispõe sobre o contrato de prestação de serviço a terceiros e as relações de trabalho dele decorrentes.

Leia mais

Parágrafo Único -- Não serão compensados os aumentos decorrentes de promoção, transferência, equiparação salarial e término de aprendizagem.

Parágrafo Único -- Não serão compensados os aumentos decorrentes de promoção, transferência, equiparação salarial e término de aprendizagem. CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO CELEBRADA ENTRE O SINDIMVET SINDICATO DOS MÉDICOS VETERINÁRIOS DO ESTADO DE SÃO PAULO e SINPAVET SINDICATO PATRONAL DOS MÉDICOS VETERINÁRIOS DO ESTADO DE SÀO PAULO PERÍODO

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014 1 Entre as partes, de um lado, representando a Categoria Profissional, o SINDICATO DOS EMPREGADOS DE AGENTES AUTONOMOS DO COMÉRCIO E EM EMPRESAS DE ASSESSORAMENTO,

Leia mais

DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO 1ª Parcela

DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO 1ª Parcela DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO 1ª Parcela Sumário 1. Introdução 2. Quem Tem Direito 3. Valor a Ser Pago 3.1 - Empregados Admitidos Até 17 de Janeiro 3.2 - Empregados Admitidos Após 17 de Janeiro 3.3 - Empregados

Leia mais

NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional(107.000-2)

NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional(107.000-2) Página 1 de 6 NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional(107.000-2) 7.1. Do objeto. 7.1.1. Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece a obrigatoriedade de elaboração e implementação, por parte

Leia mais

PAUTA DE REVINDICAÇÃO - 2015/2016 ELENCO DE REIVINDICAÇÃO DOS TRABALHADORES DO SESC-AR/DF

PAUTA DE REVINDICAÇÃO - 2015/2016 ELENCO DE REIVINDICAÇÃO DOS TRABALHADORES DO SESC-AR/DF PAUTA DE REVINDICAÇÃO - 2015/2016 ELENCO DE REIVINDICAÇÃO DOS TRABALHADORES DO SESC-AR/DF CLÁUSULA PRIMEIRA VIGÊNCIA E DATA-BASE As partes fixam a vigência do presente Acordo Coletivo de Trabalho no período

Leia mais

ACORDO COLETIVO 2008/2009

ACORDO COLETIVO 2008/2009 SINDICATO DO COMÉRCIO VAREJISTA E ATACADISTA DE VITÓRIA DA CONQUISTA ACORDO COLETIVO 2008/2009 SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO EM VITÓRIA DA CONQUISTA - BAHIA 01 DE MARÇO DE 2008 CONVENÇÃO COLETIVA

Leia mais

3ª CLÁUSULA PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS: Os empregados participarão nos lucros de suas empresas empregadoras, na forma que vier estabelecida em lei.

3ª CLÁUSULA PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS: Os empregados participarão nos lucros de suas empresas empregadoras, na forma que vier estabelecida em lei. 2009/2010 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO FIRMADA ENTRE O SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMERCIO DE JACOBINA E O SINDICATO PATRONAL DO COMERCIO VAREJISTA DE JACOBINA E REGIÃO, PARA O PERIODO DE 01 DE JUNHO

Leia mais

b) Não remunerados: Não entram no cômputo da jornada de trabalho. Exemplo: 15 minutos ou 1 hora até 2 horas intrajornada.

b) Não remunerados: Não entram no cômputo da jornada de trabalho. Exemplo: 15 minutos ou 1 hora até 2 horas intrajornada. 1 PERÍODOS DE DESCANSO Os períodos de descanso são necessidades biológicas, fisiológicas do corpo humano para que possa recompor suas energias e continuar trabalhando com eficiência. Além de o lazer ser

Leia mais

COMPOSIÇÃO DO CÁLCULO DA TAXA DE ENCARGOS SOCIAIS (MEMÓRIA DE CÁLCULO)

COMPOSIÇÃO DO CÁLCULO DA TAXA DE ENCARGOS SOCIAIS (MEMÓRIA DE CÁLCULO) COMPOSIÇÃO DO CÁLCULO DA TAXA DE ENCARGOS SOCIAIS (MEMÓRIA DE CÁLCULO) ESCLARECIMENTOS PRELIMINARES Inicialmente é necessário esclarecer que este estudo permite ser moldado às características de cada empresa,

Leia mais

1. VIGÊNCIA A presente convenção terá vigência de 12 (doze) meses a contar de 1º de julho de 2.012.

1. VIGÊNCIA A presente convenção terá vigência de 12 (doze) meses a contar de 1º de julho de 2.012. EMPREGADOS EM SOCIEDADES DE FOMENTO MERCANTIL FACTORING Entre as partes, de um lado, representando a Categoria Profissional, o SINDICATO DOS EMPREGADOS DE AGENTES AUTONOMOS DO COMÉRCIO E EM EMPRESAS DE

Leia mais

Desde 2013, nove direitos já estavam valendo, como hora extra e jornada de trabalho de 8 horas diárias (veja mais detalhes abaixo).

Desde 2013, nove direitos já estavam valendo, como hora extra e jornada de trabalho de 8 horas diárias (veja mais detalhes abaixo). 02/06/2015 07h40 - Atualizado em 02/06/2015 13h01 Regulamentação dos direitos das domésticas é publicada Trabalhadoras terão adicional noturno, seguro-desemprego e mais 5 direitos. Emenda constitucional

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2016 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MG000363/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 03/02/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR002753/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46211.000337/2015-27 DATA DO

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO PISO SALARIAL

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO PISO SALARIAL Página 1 de 7 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015/2015 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SC000170/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 03/02/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR000920/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46301.000168/2015-16

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015/2016

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015/2016 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015/2016 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR029594/2015 DATA E HORÁRIO DA TRANSMISSÃO: 21/05/2015 ÀS 15:50 SINDICATO DOS EMP NO COM DE CONSELHEIRO LAFAIETE, CNPJ n. 19.721.463/0001-70,

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA REMESSA DE DOCUMENTOS PARA CONTABILIZAÇÃO

MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA REMESSA DE DOCUMENTOS PARA CONTABILIZAÇÃO MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA REMESSA DE DOCUMENTOS PARA CONTABILIZAÇÃO Através deste manual, a Tecnicont pretende orientar seus clientes e facilitar os procedimentos a serem realizados no envio de documentos

Leia mais

CÁLCULOS TRABALHISTAS

CÁLCULOS TRABALHISTAS CÁLCULOS TRABALHISTAS Remuneração - Salário acrescido da média das variáveis (exemplo: comissões) dos últimos 12 meses. - Média: soma das 6 maiores parcelas variáveis mês a mês, divididas por 6, dentro

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2014/2014 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RJ000529/2014 DATA DE REGISTRO NO MTE: 04/04/2014 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR002949/2014 NÚMERO DO PROCESSO: 46215.003317/2014-97 DATA DO

Leia mais

PROCEDIMENTOS DA FISCALIZAÇÃO DO MINISTÉRIO DO TRABALHO Conceito Incumbe às autoridades competentes a proteção dos direitos trabalhistas, para tal

PROCEDIMENTOS DA FISCALIZAÇÃO DO MINISTÉRIO DO TRABALHO Conceito Incumbe às autoridades competentes a proteção dos direitos trabalhistas, para tal PROCEDIMENTOS DA FISCALIZAÇÃO DO MINISTÉRIO DO TRABALHO Conceito Incumbe às autoridades competentes a proteção dos direitos trabalhistas, para tal utilizam-se dois meios, o administrativo que se dá através

Leia mais

Auxiliar Jurídico. Módulo IV. Aula 01

Auxiliar Jurídico. Módulo IV. Aula 01 Auxiliar Jurídico Módulo IV Aula 01 1 CÁLCULOS TRABALHISTAS Neste módulo você irá aprender a realizar os cálculos de verbas rescisórias e Liquidação de Sentença. I. VERBAS RESCISÓRIAS Podemos entender

Leia mais

PROPOSTA DE CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015 / 2016. São fixados os seguintes salários para admissão a partir de 1º de maio de 2014:

PROPOSTA DE CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015 / 2016. São fixados os seguintes salários para admissão a partir de 1º de maio de 2014: PROPOSTA DE CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015 / 2016 CLÁUSULA 1ª - DO PISO SALARIAL São fixados os seguintes salários para admissão a partir de 1º de maio de 2014: a) Fica afixado o piso salarial da

Leia mais

DIREITOS DO TRABALHADOR ADOLESCENTE

DIREITOS DO TRABALHADOR ADOLESCENTE DIREITOS DO TRABALHADOR ADOLESCENTE 1 Aprendizagem 2 LEGISLAÇÃO Consolidação das Leis do Trabalho (art. 428 e seguintes da CLT) Lei 10.097/2000 Decreto 5.598, de 01/12/2005 Portarias n.ºs 615; 616/2007

Leia mais

FETIA ESP FEDERAÇÃO DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DE ALIMENTAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO CONVEÇÃO COLETIVA DE TRABALHO

FETIA ESP FEDERAÇÃO DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DE ALIMENTAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO CONVEÇÃO COLETIVA DE TRABALHO FETIA ESP FEDERAÇÃO DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DE ALIMENTAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO CONVEÇÃO COLETIVA DE TRABALHO Entre as partes, de um lado, SINDICATO DAS INDÚSTRIAS DE PANIFICAÇÃO E CONFEITARIA

Leia mais

GR ASSESSORIA LTDA. Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho. Fones 3274.7841 / 3091.0306 / 3257.4685 / 87578392 / 8778.

GR ASSESSORIA LTDA. Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho. Fones 3274.7841 / 3091.0306 / 3257.4685 / 87578392 / 8778. GR ASSESSORIA LTDA Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho Fones 3274.7841 / 3091.0306 / 3257.4685 / 87578392 / 8778.4561 PCMSO Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional PPRA Programa

Leia mais

Como é calculado o salário do aprendiz?

Como é calculado o salário do aprendiz? Como é calculado o salário do aprendiz? 1º PASSO - Cálculo da hora nua: Hora nua = salário mínimo / 150 horas (n. de horas/mês) * 150 = 30 horas semanais x 5 semanas Ex.: 424,00 / 150 = 2,826 Salário base

Leia mais

Férias Proporcionais Até 5 faltas 6 a 14 faltas 15 a 23 faltas 24 a 32 faltas

Férias Proporcionais Até 5 faltas 6 a 14 faltas 15 a 23 faltas 24 a 32 faltas FÉRIAS ASPECTOS GERAIS Férias é o período de descanso anual, que deve ser concedido ao empregado após o exercício de atividades por um ano, ou seja, por um período de 12 meses, período este denominado

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2015. Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2015. Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2015 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MG002515/2014 DATA DE REGISTRO NO MTE: 10/07/2014 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR038779/2014 NÚMERO DO PROCESSO: 46211.004745/2014-77 DATA

Leia mais

PAUTA DE REVINDICAÇÃO - 2014/2015 ELENCO DE REIVINDICAÇÃO DOS TRABALHADORES DO SERVICO SOCIAL DO DISTRITO FEDERAL

PAUTA DE REVINDICAÇÃO - 2014/2015 ELENCO DE REIVINDICAÇÃO DOS TRABALHADORES DO SERVICO SOCIAL DO DISTRITO FEDERAL PAUTA DE REVINDICAÇÃO - 2014/2015 ELENCO DE REIVINDICAÇÃO DOS TRABALHADORES DO SERVICO SOCIAL DO DISTRITO FEDERAL O SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ENTIDADES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO PISO SALARIAL

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO PISO SALARIAL 1 de 5 05/11/2014 10:02 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2015 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SC002761/2014 DATA DE REGISTRO NO MTE: 04/11/2014 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR066410/2014 NÚMERO DO PROCESSO: 46220.007110/2014-12

Leia mais

PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL - PCMSO

PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL - PCMSO 1 PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL - PCMSO PORTARIA Nº 3.214 DE 08/06/78 - NR7 (com redação dada pela Portaria nº 24 de 29/12/94 e Portaria nº 8 de 08/05/96) DO OBJETO A Norma Regulamentadora

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2011/2012

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2011/2012 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2011/2012 Suscitante: Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo, com sede à Rua Rondinha, 72/78, Chácara Inglesa, São Paulo, S.P, CEP: 04140-010, inscrito no CNPJ/MF

Leia mais

RESUMO DA PAUTA UNIFICADA DE REIVINDICAÇÕES EMPREGADOS NO COMÉRCIO VAREJISTA DE VINHEDO E ITATIBA - NEGOCIAÇÃO COLETIVA 2010/2011

RESUMO DA PAUTA UNIFICADA DE REIVINDICAÇÕES EMPREGADOS NO COMÉRCIO VAREJISTA DE VINHEDO E ITATIBA - NEGOCIAÇÃO COLETIVA 2010/2011 RESUMO DA PAUTA UNIFICADA DE REIVINDICAÇÕES EMPREGADOS NO COMÉRCIO VAREJISTA DE VINHEDO E ITATIBA - NEGOCIAÇÃO COLETIVA 2010/2011 1 REAJUSTE SALARIAL: salários fixos ou parte fixa dos salários mistos reajustamento

Leia mais

CLÁUSULA 1 A. - ATUALIZAÇÃO SALARIAL CLÁUSULA 2 A. SALÁRIO NORMATIVO CLÁUSULA 3 A. - SALÁRIO ADMISSIONAL CLÁUSULA 5 A. - ADICIONAL DE INSALUBRIDADE

CLÁUSULA 1 A. - ATUALIZAÇÃO SALARIAL CLÁUSULA 2 A. SALÁRIO NORMATIVO CLÁUSULA 3 A. - SALÁRIO ADMISSIONAL CLÁUSULA 5 A. - ADICIONAL DE INSALUBRIDADE CONVENÇÃO COLETIVA COM VIGÊNCIA A PARTIR DE 01 DE ABRIL DE 2007 FEITA ENTRE O SINDICATO DOS EMPREGADOS EM INSTITUIÇOES BENEFICENTES, RELIGIOSAS E FILANTRÓPICAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E O SINDICATO

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PB000202/2009 DATA DE REGISTRO NO MTE: 17/06/2009 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR021878/2009 NÚMERO DO PROCESSO: 46224.002474/2009-17 DATA

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» LEGISLAÇÃO «21. A Previdência Social, mediante contribuição, tem por fim assegurar aos seus beneficiários meios indispensáveis de manutenção. NÃO é segurado obrigatório da Previdência

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2015 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: AM000415/2014 DATA DE REGISTRO NO MTE: 17/09/2014 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR044279/2014 NÚMERO DO PROCESSO: 46202.014239/2014-03 DATA

Leia mais

ATUALIZAÇÃ ÇÃO TRABALHISTA. Alexandre Corrêa

ATUALIZAÇÃ ÇÃO TRABALHISTA. Alexandre Corrêa ATUALIZAÇÃ ÇÃO TRABALHISTA Alexandre Corrêa ATUALIZAÇÃ ÇÃO O TRABALHISTA PROGRAMA EMPREGADO DOMÉSTICO (Aspectos Legais) EMPREGADO DOMÉSTICO A Lei 5859/72 regulamentada pelo Decreto 71885/73 tornou reconhecida

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: GO000007/2014 DATA DE REGISTRO NO MTE: 09/01/2014 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR072509/2013 NÚMERO DO PROCESSO: 46208.000014/2014-10 DATA

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO PISO SALARIAL

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO PISO SALARIAL ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2016 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PR003439/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 26/08/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR046249/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46212.012779/2015 14 DATA DO

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2012

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2012 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MG002058/2012 DATA DE REGISTRO NO MTE: 15/05/2012 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR018377/2012 NÚMERO DO PROCESSO: 46211.004510/2012-13 DATA DO

Leia mais