FÉRIAS ANUAIS - Considerações. Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 12/09/2011. Sumário:

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1 FÉRIAS ANUAIS - Considerações Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 12/09/2011. Sumário: 1 - Introdução 2 - Direito a Férias 3 - Período Aquisitivo 4 - Duração Regime de Tempo Parcial Faltas Justificadas Afastamento por Serviço Militar Obrigatório 5 - Perda do Direito Novo Período Aquisitivo Readmissão em 60 dias Licença Remunerada Licença não Remunerada 6 - Concessão e Época das Férias Período Concessivo Férias Fracionadas Empregado Estudante Membros da mesma Família Aviso de Férias - Modelo Período de Férias - Impedimento Afastamento por Licença-Maternidade - Efeitos Aviso Prévio e Férias Concomitante - Impossibilidade 7 - Férias em Dobro 8 - Férias Coletivas Fracionamento Comunicação Empregado com Menos de um Ano de Serviço Férias Proporcionais Inferiores às Férias Coletivas 9 - Remuneração das Férias Salário por Hora Salário por Produção Comissões, Percentagens ou Viagem Adicionais - Horas Extras, Noturno, Insalubridade e Periculosidade 10 - Abono Pecuniário Requerimento - Prazo - Modelo Abono nas Férias Coletivas Contratos em Regime de Tempo Parcial 11 - Prazo de Pagamento Modelo de Recibo Utilização de Via Bancária 12 - Tributação das Férias Contribuição Previdenciária FGTS Imposto de Renda 13 - Adiantamento do 13º salário 14 - Férias na Rescisão de Contrato Empregado com Menos de Um Ano de Serviço 15 - Exemplos Práticos Empregado com Salário Fixo Empregado Comissionista Férias com Abono Pecuniário Férias em Dobro Férias Coletivas - Empregado com Salário Fixo e Gratificação 16 - Prescrição

2 17 - Penalidades 18 - Jurisprudência 1 - INTRODUÇÃO Nesse comentário, analisaremos as regras para concessão de férias normais e coletivas aos empregados celetistas, dispostos nos artigos 129 a 153 da CLT e no artigo 7º, inciso XVII, da Constituição Federal de DIREITO A FÉRIAS Todos empregados, urbanos ou rurais, possuem direito ao gozo de férias anuais, com remuneração integral, acrescida de 1/3 (Art. 129 da CLT c/c art. 7º, XVII, da CF/88). 3 - PERÍODO AQUISITIVO O empregado adquire o direito a usufruir as férias após cada período (aquisitivo) de 12 (doze) meses de vigência do contrato (Art. 130, caput, da CLT). EXEMPLO: Supondo que um empregado fora admitido no dia 16/03/2011, o seu período aquisitivo inicia no dia da admissão e se completará após 12 meses trabalhados, como demonstrado a seguir: Admissão 16/03/ /03/ meses trabalhados Período Aquisitivo (PA): 16/03/2011 a 15/03/ DURAÇÃO As férias serão estabelecidas pelo empregador proporcionalmente pelo número de faltas injustificadas dos empregados, dentro de cada período aquisitivo, na forma do art. 130 da CLT, observando-se o seguinte critério: NÚMERO DE FALTAS INJUSTIFICADAS DIAS CORRIDOS DE FÉRIAS 0 a a a a Mais de 32 0 É vedado descontar do período de gozo de férias as faltas injustificadas, posto que as mesmas já foram utilizadas para redução proporcional das férias. Quando o empregado tiver mais de 32 (trinta e duas) faltas sem justificativa não fará jus a nenhum dia de férias REGIME DE TEMPO PARCIAL A legislação faculta a contratação de empregados em regime parcial. Como tempo parcial considera-se a jornada de trabalho que não exceda de 25 horas de trabalho semanal (Artigo 58A da CLT).

3 O empregado contratado sob regime de tempo parcial terá direito a férias em período inferior aos empregados contratados para trabalhar em tempo normal, que, regra geral, são de 44 horas semanais. Na modalidade do regime de tempo parcial, após cada período de 12 meses de vigência do contrato de trabalho, o empregado em função de sua jornada de trabalho e das faltas não justificadas ocorridas no período aquisitivo terá direito a férias, na seguinte proporção (Artigo 130A da CLT): FALTAS NO PERÍODO AQUISITIVO FALTAS ATÉ 7 MAIS DE 7 DIAS DE FÉRIAS DEVIDO FALTAS JUSTIFICADAS JORNADA SEMANAL DE TRABALHO 8 dias 4 dias Até 5 horas 10 dias 5 dias Mais de 5 horas até 10 horas 12 dias 6 dias Mais de 10 horas até 15 horas 14 dias 7 dias Mais de 15 horas até 20 horas 16 dias 8 dias Mais de 20 horas até 22 horas 18 dias 9 dias Mais de 22 horas até 25 horas A norma trabalhista estabeleceu algumas situações que não são consideradas faltas ao serviço, denominadas de ausências justificadas ou abonadas por liberalidade do empregador (Arts. 131 e 473 da CLT e art. 6º, 1º, da Lei nº 605/49), como segue: a) Até 2 dias consecutivos, em caso de falecimento de cônjuge, ascendente, descendente, irmão ou pessoa, declarada em sua Carteira de Trabalho que viva sob sua dependência econômica; b) Até 3 dias consecutivos, em virtude de casamento; c) Por 5 dias em caso de licença-paternidade; d) Por 1 dia, em cada 12 meses de trabalho, em caso de doação voluntária de sangue devidamente comprovada; e) Até 2 dias consecutivos ou não, para fins de alistamento eleitoral; f) No período de tempo em que tiver de cumprir as exigências do Serviço Militar obrigatório (Art. 65 da Lei nº 4.375/64); g) Durante a licença-maternidade (120 dias) ou aborto espontâneo (2 semanas), de acordo com a legislação previdenciária; h) Por motivo de acidente do trabalho ou enfermidade atestada pelo Instituto Nacional do Seguro Social - INSS, excetuada quando acarretar a perda das férias; i) Justificada pela empresa, entendendo-se como tal a que não tiver determinado o desconto do correspondente salário; j) Durante a suspensão preventiva para responder a inquérito administrativo ou de prisão preventiva, quando for impronunciado ou absolvido; e k) Nos dias em que não tenha havido serviço, salvo na hipótese do inciso III do art l) Convocação para serviço eleitoral (Lei nº 4.737/65); m) Nos dias em que estiver comprovadamente realizando provas de exame vestibular para ingresso em estabelecimento de ensino superior; n) Pelo tempo que se fizer necessário, quando tiver que comparecer a juízo; o) Dispensa do horário de trabalho, para a empregada durante a gravidez, pelo tempo necessário para a realização de, no mínimo, 6 consultas médicas e demais exames complementares (Lei n.º 9.799/99); e p) Outros motivos previstos em Acordo, Convenção ou Dissídio Coletivo de Trabalho. Os motivos elencados acima não acarretam prejuízo ao salário, nem ás férias e nem ao repouso semanal remunerado.

4 4.3 - AFASTAMENTO POR SERVIÇO MILITAR OBRIGATÓRIO O tempo de trabalho anterior à apresentação do empregado para serviço militar obrigatório será computado no período aquisitivo, desde que ele compareça ao estabelecimento dentro de 90 (noventa) dias da data em que se verificar a respectiva baixa (Art. 132 da CLT). O período de afastamento não é computado para efeito de férias, sendo o período anterior completado quando o empregado retornar ao serviço, desde que dentro de 90 (noventa) dias da respectiva baixa. O empregador poderá considerar rescindido o contrato de trabalho se o empregado não retornar nos 30 (trinta) dias seguintes a seu licenciamento. 5 - PERDA DO DIREITO Estabelece a CLT em seu artigo 133 que não terá direito a férias o empregado que, no curso do período aquisitivo: I. deixar o emprego e não for readmitido dentro dos 60 (sessenta) dias subseqüentes à sua saída; II. permanecer em prazo de licença, com percepção de salários, por mais de 30 (trinta) dias; III. deixar de trabalhar, com percepção do salário, por mais de 30 (trinta) dias em virtude de paralisação parcial ou total dos serviços da empresa; IV. tiver percebido da Previdência Social, prestações de acidente de trabalho ou de auxílio-doença, por mais de 6 (seis) meses, embora descontínuos (V. Nota); Estas interrupções deverão ser anotadas na CTPS do empregado para acompanhamento do empregador, entretanto, a omissão é mera irregularidade, não produzindo efeitos jurídicos. NOTA ITC: Por força do Enunciado de Súmula nº 46 do TST, as faltas ou ausências decorrentes de acidente do trabalho não são consideradas para os efeitos de duração de férias e cálculo da gratificação natalina. Assim, mesmo que ocorra afastamento superior a 6 meses durante o período aquisitivo de férias, e este for motivado por acidente de trabalho, o empregado manterá seu direito de férias NOVO PERÍODO AQUISITIVO Os casos elencados no item 5 interrompem o curso do período aquisitivo e a sua fluência é retomada com a cessação da causa do evento. Será iniciado um novo período aquisitivo quando o empregado retornar ao serviço, após o implemento de qualquer das condições retro citadas. EXEMPLO: Supondo que um empregado fora admitido em 04/01/2010, que trabalhou até o dia 10/05/2010, se afastando no dia seguinte por doença, ficando afastado até o dia 27/12/2010, o mesmo perderá o direito as férias e terá o início de um novo período aquisitivo a partir do seu retorno em 28/03/ /01/ /05/ /05/ /12/ /12/ /12/2011 Período trabalhado Período afastado Novo período aquisitivo Observa-se que o benefício previdenciário inicia a partir do 16º dia do afastamento, ou seja, em 26/05/2010, assim, o empregado ficou em benefício por 7 meses no mesmo período aquisitivo.

5 O trabalhador não terá direito as férias, nem proporcionais do período 04/01/2010 a 25/05/ READMISSÃO EM 60 DIAS No caso do empregado deixar o serviço tomando a iniciativa da rescisão contratual e se, porventura, voltar ao serviço antes de decorridos 60 (sessenta) dias, o período aquisitivo recomeça a correr no ponto em que se interrompera com o afastamento do empregado LICENÇA REMUNERADA A licença remunerada por mais de 30 (trinta) dias, mesmo descontínuos, substitui as férias alterando seu período aquisitivo. Contudo, caberá a empresa o pagamento do 1/3 constitucional. Se a licença for por tempo inferior, tratar-se-á de falta justificada, que não pode causar qualquer diminuição do repouso anual LICENÇA NÃO REMUNERADA Não há previsão legal de licença não remunerada, esta pode ser concedida pelo empregador a pedido do empregado. Sua concessão, porém, interrompe temporariamente o contrato de trabalho. No entanto, a licença não remunerada não ocasiona a perda do direito a férias, mas, suspende a contagem do período aquisitivo, somando-se o tempo anterior ao posterior até completar 12 (doze) meses. 6 - CONCESSÃO E ÉPOCA DAS FÉRIAS Fica a critério da empresa a concessão das férias nos termos dos artigos 134 a 136 da CLT, que deverão ser concedidas em um só período (período de gozo), nos 12 (doze) meses subseqüentes à data em que o empregado tiver adquirido o direito. A época da concessão das férias será a que melhor consulte os interesses do empregador, todavia, o início das férias, normais ou coletivas, não poderá coincidir com sábado, domingo, feriado ou dia de compensação de repouso semanal, conforme Precedente Normativo nº 100 do TST PERÍODO CONCESSIVO As férias devem ser concedidas ao trabalhador no período de 12 meses subseqüentes a data em que o empregado tiver adquirido o direito, esse período é chamado de período concessivo. EXEMPLO: Tomando como base o exemplo do item 3, retro, se o empregado fora admitido no dia 16/03/2011, o mesmo adquire o direito as férias no dia 15/03/2012, com vimos. Nesse caso, o empregador deve conceder as férias ao empregado entre o dia seguinte da sua concessão até 12 meses após, como demonstrado a seguir: Período Aquisitivo (PA): 16/03/2011 a 15/03/2012. Concessão 16/03/ /03/ meses Período Concessivo (PC): 16/03/2012 a 15/03/2013. NOTA ITC: Observa-se que durante o período concessivo de férias, o empregado está adquirindo o direito a mais um período de férias. Assim, temos um novo período aquisitivo de 16/03/2012 a 15/03/2013.

6 6.2 - FÉRIAS FRACIONADAS Em casos excepcionais poderão as férias serem concedidas em 2 (dois) períodos, um dos quais não poderá ser inferior a 10 (dez) dias corridos. Entretanto, aos menores de 18 (dezoito) anos e aos maiores de 50 (cinqüenta) anos, as férias serão sempre concedidas de uma só vez Empregado Menor Estudante Os empregados menores de 18 (dezoito) anos, quando estudantes, terão o direito de fazer coincidir suas férias com as férias escolares ( 2º, art. 136 da CLT). Orientamos ao empregador solicitar que o empregado apresente uma declaração do estabelecimento de ensino informando a época das férias escolares Membros da Mesma Família Os membros de uma família, que trabalharem no mesmo estabelecimento ou empresa, terão o direito a gozar férias no mesmo período, se assim o desejarem e se deste fato não acarretar prejuízo para o empregador ( 1º, art. 136 da CLT) AVISO DE FÉRIAS - MODELO O empregador, no ato de concessão das férias, deve comunicar o empregado, por escrito, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias, o período de gozo de férias, conforme o seguinte modelo de Aviso de Férias: AVISO DE FÉRIAS Sr(a). (Nome do empregado) Comunicamos a V. Sa., de acordo com o que dispõe o artigo 135 da CLT, que entrará em gozo de férias no dia de de, devendo retornar ao trabalho em de de e completado em de de., de de. (Local) Assinatura do Empregador Ciente: Empregado O aviso deve ser feito em duas vias, sendo que uma via ficará com o empregado e a outra com o empregador.

7 6.4.- PERÍODO DE FÉRIAS - IMPEDIMENTO Durante as férias, o empregado não poderá prestar serviço a outro empregador, salvo se estiver obrigado a fazê-lo em virtude de contrato de trabalho regularmente mantido com aquele (Art. 138 da CLT). A legislação vigente reconhece o direito de um empregado trabalhar para duas empresas, isto é, nada impede que ele celebre dois contratos de trabalho, desde que respeitado o artigo supracitado AFASTAMENTO POR LICENÇA-MATERNIDADE - EFEITOS O período no qual a empregada fica afastada em licença-maternidade é considerado como de interrupção do contrato de trabalho, assim, é considerado como tempo de serviço para fins de salário, portanto, não ocasionando prejuízo ao direito de férias (Art. 392 da CLT). Se ocorrer o nascimento da criança no decurso das férias, o gozo delas ficará suspenso durante o período da licença-maternidade (120 dias), pois, o início da mesma não pode ser posterior ao parto. Após o término da licença, deve ser retomado o gozo das férias AVISO PRÉVIO E FÉRIAS CONCOMITANTE - IMPOSSIBILIDADE A empresa não poderá coincidir no período de fruição das férias a comunicação de dispensa sem justa causa do empregado, ou seja, dar ao empregado o aviso prévio, conforme disposto no art. 19 da Instrução Normativa MTE/SRT nº 15/2010. As férias e o aviso prévio são institutos distintos, o primeiro é para descanso do empregado, e o segundo é para o empregado procurar um novo emprego, não podendo os mesmos ocorrerem simultaneamente. 7 - FÉRIAS EM DOBRO O empregado terá direito à remuneração em dobro das férias, quando a empresa não conceder as férias nos 12 (doze) meses subseqüentes à aquisição do respectivo período (Art. 137 da CLT). O pagamento dobrado das férias tem caráter punitivo, imposta ao empregador que descumpre o prazo legal de concessão. Logo, o empregado com direito ao gozo de 30 (trinta) dias corridos de férias, fará jus à remuneração correspondente a 60 (sessenta) dias, com acréscimo do terço constitucional. Ressaltamos que a quantidade de dias de gozo de férias não é alterado, apenas o valor das férias é que será dobrado. EXEMPLO: Tomando como base o exemplo do subitem 6.1, retro, se a empresa conceder férias após 15/03/2013 terá de pagar a remuneração das férias em dobro, como demonstrado a seguir: Período Aquisitivo (PA): 16/03/2011 a 15/03/2012. Período Concessivo (PC): 16/03/2012 a 15/03/2013. Férias concedidas a partir do dia 16/03/2013 em diante. NOTA ITC: Se as férias forem concedidas em parte após o dia 16/03/2013, apenas os dias de férias que recaírem após a referida data serão pagos em dobro. 8 - FÉRIAS COLETIVAS

8 Poderão ser concedidas férias coletivas a todos os empregados da empresa, ou de um estabelecimento, ou de apenas um setor, na forma do art. 139 da CLT. O empregador não está obrigado a estender as férias coletivas a todos os seus empregados, podendo, a seu critério, concedê-las apenas em relação a determinados setores ou estabelecimentos da empresa e, inclusive, conceder férias individuais aos empregados dos setores não abrangidos coletivamente pela medida FRACIONAMENTO As férias coletivas podem ser gozadas em 2 períodos anuais. Entretanto, a legislação trabalhista determina que nenhum desses dois períodos pode ser inferior a 10 dias corridos COMUNICAÇÃO O empregador deve comunicar ao órgão local do MTE, com a antecedência mínima de 15 dias, as datas de início e fim das férias coletivas, mencionando, inclusive, quais os estabelecimentos ou setores que serão abrangidos pela medida, salvo ME e EPP que estão dispensadas, como disposto no art. 51 da LC nº 123/2006. O empregador deve enviar ao sindicato representativo da categoria profissional, cópia da comunicação remetida ao MTE, devendo, também, para esse fim, ser observado o prazo de 15 dias retro mencionado. Para que todos os empregados abrangidos tomem ciência da adoção da medida coletiva, deve ser afixado um aviso, em local visível no estabelecimento em que os mesmos trabalhem, devendo, também, neste caso, ser obedecido o prazo de 15 dias de antecedência EMPREGADO COM MENOS DE UM ANO DE SERVIÇO Os empregados contratados há menos de 12 (doze) meses gozarão na oportunidade, férias proporcionais, iniciando-se, então, novo período aquisitivo (Art. 140 da CLT) Férias Proporcionais Inferiores às Férias Coletivas Caso as férias proporcionais do empregado que ainda não tenha 12 (doze) meses de trabalho sejam inferiores ao período de férias coletivas concedido pela empresa, e, ainda, na impossibilidade de ser ele excluído da medida, o empregador poderá considerar como licença remunerada os dias que excederem àqueles correspondentes ao direito adquirido pelo empregado. EXEMPLO: A empresa dará férias coletivas a todos os empregados de 15 dias em 20/12/2011 a 03/01/2012, e possui um empregado, que foi admitido em 1º de Agosto de 2011: - Este empregado tirá direito a 12,5 dias de férias (5/12); - Iniciará novo período aquisitivo em 20/12/2010; - A empresa pagará 12,5 dias a título de férias proporcionais com adicional de 1/3 constitucional; e - 2,5 dias são pagos a título de licença remunerada (sem acréscimo de 1/3) Férias Proporcionais Superiores às Férias Coletivas Se por ocasião das férias coletivas o empregado tiver direito às férias proporcionais superiores ao período de férias coletivas concedido pela empresa, o empregador deverá conceder o período de férias coletivas ao empregado e complementar os dias restantes em seqüência. EXEMPLO: A empresa concedeu férias coletivas de apenas 10 dias, com início em 16/06/2011 e término em 25/06/2011. Supondo que um empregado foi admitido em 03/12/2010.

9 - Período de férias a que o empregado tem direito: 15 dias (6/12); - Iniciou novo período aquisitivo em 16/06/2011; - A empresa pagou 10 dias a título de férias coletivas acrescidas de 1/3 constitucional; - O saldo de 5 dias de férias que o empregado adquiriu também fora pago na seqüência das férias coletivas. 9 - REMUNERAÇÃO DAS FÉRIAS O empregado receberá por ocasião das férias, normais ou coletivas, sua remuneração normal, que compõe a parcela básica e o adicional de 1/3 constitucional, inclui o salário pago diretamente pelo empregador e a média das gorjetas, gratificações, horas-extras, adicionais, entre outras parcelas de natureza variável (Art. 142 da CLT c/c art. 7º, inciso XVII, da CF). Assim, quando do gozo de férias não poderá o empregado receber menos que trabalhando, pois, do contrário haveria redução salarial no período SALÁRIO POR HORA Quando o salário do empregado é pago por hora, com jornadas variáveis, deve ser apurada a média das horas do período aquisitivo, aplicando-se após o valor do salário-hora na data da concessão das férias SALÁRIO POR PRODUÇÃO Quando o salário for pago por tarefa ou por peça tomar-se-á por base a média da produção no período aquisitivo do direito a férias, aplicando-se o valor da remuneração da tarefa ou da peça na data da concessão das férias COMISSÕES, PERCENTAGENS OU VIAGEM Quando o salário for pago por percentagem, comissão ou viagem, apurar-se-á a média percebida pelo empregado nos 12 (doze) meses que precederem a concessão das férias. A empresa deverá observar as estipulações mais benéficas previstas em Acordo, Convenção Coletiva de Trabalho ou Sentença Normativa da respectiva categoria, quanto a atualização monetária do valor das comissões e quanto ao número de meses para a apuração da média ADICIONAIS - HORAS EXTRAS, NOTURNO, INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE Os adicionais por trabalho extraordinário, noturno, insalubre ou perigoso serão computados no salário que servirá de base de cálculo da remuneração das férias. Se no momento das férias o empregado não estiver percebendo o mesmo adicional do período aquisitivo, ou quando o valor deste não tiver sido uniforme, será computada a média dos 12 meses recebida naquele período, após a atualização das importâncias pagas, mediante incidência dos percentuais dos reajustamentos salariais supervenientes ABONO PECUNIÁRIO O abono pecuniário consiste na verba equivalente a conversão de 1/3 (um terço) do período de férias, a que tem direito um empregado, em remuneração paga no ato das férias (Art. 143 da CLT), conhecido popularmente como venda de férias. A base de cálculo do abono pecuniário é a mesma das férias e também será acrescido de um terço constitucional.

10 REQUERIMENTO - PRAZO - MODELO O empregado que pretende ter a conversão de 1/3 de suas férias em abono deve solicitá-la, por escrito, até 15 (quinze) dias antes do término do período aquisitivo. Poderá ser adotado o modelo que segue: REQUERIMENTO DE ABONO DE FÉRIAS Ao (Nome do empregador) Eu, (nome do empregado), portador(a) da CTPS nº, série, venho, por meio desta, solicitar a conversão de 1/3 de minhas férias em abono pecuniário, nos termos do artigo 143, 1º, da CLT., de de. (Local) Assinatura do Empregado Ciente do empregador: Empregador A empresa não poderá rejeitar o pedido, se tiver sido efetuado no prazo certo, mas, será facultativo o atendimento pela empresa se o pedido for efetuado fora do prazo ABONO NAS FÉRIAS COLETIVAS Tratando-se de férias coletivas, a conversão de 1/3 de férias em abono deverá ser objeto de acordo coletivo entre o empregador e o sindicato representativo da respectiva categoria profissional, independendo de requerimento individual a concessão do abono. Nesse caso, todos os empregados terão o abono pecuniário ou nenhum terá CONTRATOS EM REGIME DE TEMPO PARCIAL Os empregados contratados sob o regime de tempo parcial não poderão requerer a conversão de 1/3 de férias em abono pecuniário ÉPOCA DO PAGAMENTO O pagamento da remuneração das férias e do abono pecuniário, com acréscimo de 1/3, deve ser efetuado, em espécie, até 2 (dois) dias antes do início do respectivo período (Art. 145 da CLT) MODELO DE RECIBO A empresa deve solicitar a quitação do empregado dos valores recebidos a título de férias e abono pecuniário em recibo específico, podendo observar o modelo que segue:

11 RECIBO DE FÉRIAS RAZÃO SOCIAL: CNPJ: ENDEREÇO: DIAS DE DURAÇÃO DAS FÉRIAS PERÍODO AQUISITIVO PERÍODO DE GOZO EMPREGADO: DATA DA ADMISSÃO: Nº DO PIS/PASEP: Nº/SÉRIE DA CTPS: FUNÇÃO: Valor das Férias ( dias) Adicional de 1/3 R$ R$ Descontos: INSS IRRF Subtotal R$ R$ R$ R$ Abono Pecuniário ( dias) Adicional de 1/3 Líquido a Pagar R$ R$ R$ Recebi a importância de R$ ( ) correspondente a dias de férias e dias de abono pecuniário, relativa aos 12 meses de trabalho completados em de de, cujo gozo é de de de a de de, pelo que dou plena quitação., de de. (Local) UTILIZAÇÃO DE VIA BANCÁRIA Assinatura do Empregado As empresas situadas em perímetro urbano podem efetuar o pagamento da remuneração das férias e dos salários de seus empregados através de depósito em conta bancária, aberta em estabelecimento de crédito próximo ao local de trabalho, ou, ainda, através de cheque emitido diretamente em favor do empregado. A conta bancária deve ser aberta para esse fim em nome de cada empregado e com o consentimento deste. Entretanto, se o empregado for analfabeto, o pagamento dos salários e da remuneração das férias somente poderá ser efetuado em dinheiro. Os pagamentos efetuados através de via bancária obrigam o empregador a proporcionar ao empregado: a) Horário que permita o desconto imediato do cheque; b) Transporte, caso o acesso ao estabelecimento de crédito exija a utilização do mesmo; c) Condição que impeça qualquer atraso no recebimento das férias.

12 12 - TRIBUTAÇÃO DAS FÉRIAS A seguir apresentamos uma Tabela de Incidências para facilitar a verificação da incidência ou não das contribuições previdenciárias, do FGTS e do imposto de renda sobre os valores pagos a título de férias e de abono pecuniário: VERBAS INSS FUNDAMENTAÇÃO FGTS FUNDAMENTAÇÃO IRRF FUNDAMENTAÇÃO Abono Pecuniário NÃO Lei 8212/91, art. 28 NÃO Lei 8036/90, art. 15 NÃO Solução de Divergência nº 01/2009 de Férias Férias SIM Lei 8212/91, art. 28 SIM Lei 8036/90, art. 15 SIM Lei 7713/88, arts. 3º e 7º normais + e Lei 8134/90, art. 3º 1/3 Férias NÃO Lei 8212/91, art. 28, NÃO Lei 8036/90, art. 15 SIM Lei 7713/88, arts. 3º e 7º Dobra + 1/3 9º e Lei 8134/90, art. 3º Férias na rescisão + 1/3 NÃO Lei 8212/91, art. 28, 9º A seguir explicitaremos a forma de cálculo dos tributos citados CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA NÃO Lei 8036/90, art. 15 NÃO Solução de Divergência nº 01/2009 As contribuições previdenciárias incidirão sobre a remuneração das férias do empregado com acréscimo de 1/3, observando às alíquotas devidas pelos segurados de 8%, 9% ou 11%, conforme a Tabela de Salário-de-contribuição, respeitado o limite máximo mensal (Arts. 20, 28 e 30 da Lei nº 8.212/91). A partir de Julho de 2011 o percentual de determinação do valor das contribuições previdenciárias dos empregados, observadas as faixas salariais em que se situem as respectivas remunerações, será determinado de conformidade com a tabela a seguir; sendo esta aplicada de forma não cumulativa. SALÁRIO-DE-CONTRIBUIÇÃO ALÍQUOTA PARA FINS DE RECOLHIMENTO AO INSS Até R$ 1.107,52 8 % De R$ 1.107,53 até R$ 1.845,87 9 % De R$ 1.845,88 até R$ 3.691,74 11 % Ao final do mês, por ocasião do pagamento da remuneração do mês, o empregador também deverá observar se a remuneração total naquele mês (férias mais saldo de salários) se enquadra em alíquota previdenciária maior do que a que foi aplicada, quando do pagamento da remuneração das férias. Se for o caso, a contribuição do INSS deverá ser recalculada sobre o total da remuneração no mês (com a alíquota maior) e, do resultado encontrado, o empregador deduzirá o INSS já descontado sobre a remuneração das férias. A diferença do valor do INSS encontrada será descontada quando o empregador efetuar o pagamento do saldo de salários ao empregado. As contribuições previdenciárias descontadas dos segurados empregados, assim como as contribuições a cargo da empresa incidentes sobre as remunerações pagas ou creditadas aos segurados empregados devem ser recolhidas no dia 20 do mês seguinte àquele a que se referirem as remunerações, antecipando-se para o dia útil anterior, quando não houver expediente bancário, na Guia da Previdência Social - GPS, com o código respectivo FGTS Apurado o valor da remuneração das férias (salário mensal mais adicionais), acrescido de um terço, incidirá a importância de 8%, se empregado, ou de 2%, se aprendiz, a título de FGTS, que deverá ser recolhido, pela empresa, em conta vinculada do empregado até o dia 7 (sete) do mês subseqüente ao da competência, através da GRF gerada pela GFIP/SEFIP (Lei nº 8.036/1990, art. 15).

13 IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE As férias serão tributadas por ocasião do efetivo pagamento, independentemente do período em que serão gozadas. Dessa forma, no cálculo do imposto, deve ser considerada a Tabela Progressiva vigente no mês em que as remunerações de férias forem pagas, após efetuadas as devidas deduções (dependentes, contribuição previdenciária, outros). Isso porque, os rendimentos do trabalho assalariado são tributados segundo o regime de caixa. As férias devem sofrer tributação EM SEPARADO dos Salários. Isso significa que no cálculo do imposto incidente sobre as férias pagas num determinado mês não devem ser somados os salários porventura pagos naquele mesmo mês. Como a legislação trabalhista, obriga o empregador a pagar as férias até 2 (dois) dias antes do início do período do gozo, deve-se proceder o cálculo de acordo com o mês que será efetuado o pagamento das férias, e não em relação a competência, de acordo com a Tabela Progressiva vigente na data do pagamento (Arts. 43 e 625 do Decreto nº 3.000/99 - Regulamento do Imposto de Renda - RIR). Para o cálculo do IR/Fonte incidente sobre os rendimentos do trabalho assalariado, deverá ser utilizada a Tabela reproduzida a seguir, em vigor desde Abril de 2011, sendo a dedução por dependente de R$ 157,47: Base de Cálculo Mensal em Alíquota Parcela a Deduzir do Imposto em R$ Até R$ 1.566,61 Isento - De R$ 1.566,62 até R$ 7,5% 117, ,85 De R$ 2.347,86 até R$ 15 % 293, ,51 De R$ 3.130,52 até R$ 22,5% 528, ,63 Acima de R$ 3.911,63 27,5 % 723,95 Para o cálculo do imposto de renda sobre as férias são admitidas as deduções relativas aos dependentes, pensões alimentícias e as contribuições previdenciárias, bem como, para as entidades de previdência privada domiciliadas no País, cujo ônus tenha sido do trabalhador, destinadas a custear benefícios complementares assemelhados ao da Previdência Social. Está dispensada a retenção do imposto o valor igual ou inferior a R$ 10,00 (Dez reais). O Imposto de Renda retido na fonte incidente sobre os rendimentos do trabalho assalariado deve ser recolhido até o último dia útil do segundo decêndio do mês subseqüente à ocorrência do fato gerador, no DARF, com o código Para fins de recolhimento, o fato gerador ocorre no dia do pagamento da remuneração, inclusive férias, ao trabalhador (Artigo 70 da Lei nº /2005; Lei nº /2009) ADIANTAMENTO DO 13º SALÁRIO O empregado poderá receber a primeira parcela do 13º Salário quando do pagamento das férias, no entanto, terá que requerê-la, por escrito, à empresa durante o mês de Janeiro do ano correspondente. NOTA ITC: No Portal da ITC, em Artigos/Matérias, na área Trabalho e Previdência, tem matéria explicativa sobre o assunto, intitulada 13º SALÁRIO - ADIANTAMENTO - Requerimento para Recebimento nas Férias - Ano 2011.

14 14 - FÉRIAS NA RESCISÃO DE CONTRATO Na cessação do contrato de trabalho é devida ao empregado a remuneração, simples ou em dobro, conforme o caso, correspondente ao período de férias, cujo direito tenha adquirido, na forma do art. 146 da CLT. Após doze meses de serviço, o empregado, desde que não tenha sido demitido por justa causa, terá direito à remuneração relativa ao período incompleto de férias, na proporção de 1/12 por mês de serviço ou fração superior a 14 dias EMPREGADO COM MENOS DE UM ANO DE SERVIÇO O empregado que for despedido sem justa causa, ou cujo contrato de trabalho se extinguir em prazo predeterminado, antes de completar doze meses de serviço, terá direito à remuneração relativa ao período incompleto de férias (Art. 147 da CLT). De acordo com a CLT, o empregado que der por encerrado o vínculo empregatício, por sua própria iniciativa, sem justa causa, antes de completar doze meses de serviço na empresa, não teria direito à remuneração correspondente às férias proporcionais. Todavia, o entendimento do TST é no sentido que esses trabalhadores ao pedirem sua demissão com menos de 1 (um) ano de serviço terão direito a férias proporcionais acrescidas de 1/3 constitucional (Súmulas nº 171 e 261 do TST) EXEMPLOS PRÁTICOS Nos subitens a seguir demonstraremos exemplos de cálculo de férias normais, com e sem abono pecuniário, férias coletivas e em dobro, de forma prática e objetiva: EMPREGADO COM SALÁRIO FIXO Um empregado admitido no dia 01/12/2009, com dois dependentes, e no curso do período aquisitivo teve 10 faltas injustificadas, terá férias concedidas a partir de 1º/09/2011: - Período aquisitivo: 01/12/ /11/ Período de gozo: 01/09/2011 a 24/09/ Salário no período de concessão: R$ 2.000,00. CÁLCULO DAS FÉRIAS: Valor das férias: [R$ 2.000,00 : 30] x 24 = R$ 1.600,00. Adicional de 1/3: [R$ 1.600,00 : 3] = R$ 533,33. Total Bruto de Férias = R$ 2.133,33. CÁLCULO DA TRIBUTAÇÃO: INSS: R$ 234,67 (11% sobre R$ 2.133,33). IR/Fonte Dedução do INSS: R$ 234,67. Dedução dos Dependentes: R$ 314,94. Renda Líquida: R$ 1.583,72 (R$ 2.133,33 R$ 234,67 R$ 314,94) Alíquota: 7,5%. Parcela a Deduzir do Imposto: R$ 117,49. Cálculo do Imposto: R$ 1.583,72 x 7,5% = R$ 118,78 R$ 117,49 = R$ 1,29. Não tem IR. FGTS: R$ 170,67 (8% sobre a remuneração das férias R$ 2.133,33). Remuneração líquida de Férias a Receber = R$ 1.898,66 (R$ 2.133,33 - R$ 234,67).

15 NOTA ITC: A empresa ainda terá de remunerar os dias trabalhados no mês de setembro de EMPREGADO COMISSIONISTA Vejamos um caso de empregado sem dependentes, com salário fixo e mais comissões, observando-se os dados abaixo: - Período aquisitivo: 03/06/2010 a 02/06/ Período concessivo: 1º/09/2011 a 30/09/2011 (Mês com 30 dias). - Salário fixo: R$ 780,00. - Salário variável: conforme tabela abaixo. COMISSÕES PERCEBIDAS NOS ÚLTIMOS 12 MESES MÊS COMISSÕES (R$) DSR S/ COMISSÕES (R$) Setembro/ ,00 310,00 Outubro/ ,00 388,80 Novembro/ ,00 670,00 Dezembro/ ,00 367,31 Janeiro/ ,00 361,54 Fevereiro/ ,00 325,00 Março/ ,00 296,30 Abril/ ,00 452,50 Maio/ ,00 342,31 Junho/ ,00 336,00 Julho/ ,00 330,77 Agosto/ ,00 281,48 Total de comissões = R$ ,00. Média de comissões = R$ 1.873,33 (R$ ,00 : 12). Total de DSR s/ comissões = R$ 4.462,01. Média de DSR s/ comissões = R$ 371,83 (R$ 4.462,01 : 12). REMUNERAÇÃO BASE P/ CÁLCULO DE FÉRIAS: R$ 780,00 + R$ 1.873,33 + R$ 371,83 = R$ 3.025,16. CÁLCULO DAS FÉRIAS: Valor das férias: ([R$ 3.025,16 : 30] x 30) = R$ 3.025,16. Adicional de 1/3: (R$ 3.025,16 : 3) = R$ 1.008,39. Total bruto de férias = R$ 4.033,55. CÁLCULO DA TRIBUTAÇÃO: INSS: R$ 406,09 (11% sobre R$ 3.691,74 - teto). IR/Fonte Dedução do INSS: R$ 406,09. Renda Líquida: R$ 3.627,46 (R$ 4.033,55 - R$ 406,09). Alíquota: 22,5%. Parcela a Deduzir do Imposto: R$ 528,37. Cálculo do Imposto: R$ 3.627,46 x 22,5% = R$ 816,18 R$ 528,37 = R$ 287,81. Imposto a Reter = R$ 287,81. FGTS: R$ 322,68 (8% sobre R$ 4.033,55). Remuneração líquida de Férias a Receber = R$ 3.339,65 (R$ 4.033,55 R$ 406,09 R$ 287,81).

16 FÉRIAS COM ABONO PECUNIÁRIO Supondo que um empregado com um dependente, admitido em 02/03/2011, requereu o abono pecuniário e gozará férias no mês de Outubro (31 dias), sem faltas injustificadas no período aquisitivo, com a seguinte situação: - Período aquisitivo: 02/03/2010 a 01/03/ Período concessivo: 03/10/2011 a 22/10/ Salário no período de concessão: R$ 1.200,00. CÁLCULO DAS FÉRIAS: Valor das férias: ([R$ 1.200,00 : 31] x 20) = R$ 774,19. Adicional de 1/3: (R$ 774,19 : 3) = R$ 258,06. Total das férias = R$ 1.032,25. Abono Pecuniário: ([R$ 1.200,00 : 31] x 10) = R$ 387,10. Adicional de 1/3: (R$ 387,10 : 3) = R$ 129,03. Total bruto de Férias (R$ 1.032,25 + R$ 516,13) = R$ 1.548,38. CÁLCULO DA TRIBUTAÇÃO: INSS: R$ 82,58 (8% sobre R$ 1.032,25). IR/Fonte Não tem IR. FGTS: R$ 82,58 (8% sobre R$ 1.032,25). Remuneração líquida de Férias a Receber = R$ 1.465,80 (R$ 1.548,38 R$ 82,58). NOTA ITC: A empresa ainda terá de remunerar os dias trabalhados no mês de outubro de 2011, não esquecendo que o mês tem 31 dias FÉRIAS EM DOBRO O empregado, sem dependentes, com salário fixo de R$ 700,00, na situação que segue, tem direito ao gozo de 30 dias corridos de férias, contudo, fará jus à remuneração correspondente a 60 dias, pois, tem suas férias quitadas fora do prazo legal, com acréscimo do 1/3 constitucional, veja o cálculo: - Período aquisitivo: 01/09/ /08/2010; - Período de gozo: 01/11/2011 a 30/11/2011. CÁLCULO DAS FÉRIAS: Valor das férias: ([R$ 700,00 : 30] x 30) = R$ 700,00. Adicional de 1/3: (R$ 700,00 : 3) = R$ 233,33. Dobra das férias: ([R$ 700,00 : 30] x 30) = R$ 700,00. Adicional de 1/3 s/ dobra: (R$ 700,00 : 3) = R$ 233,33. Total bruto de Férias (R$ 933,33 + R$ 933,33) = R$ 1.866,66. CÁLCULO DA TRIBUTAÇÃO: INSS: R$ 74,67 (8% sobre R$ 933,33). IR/Fonte

17 Dedução do INSS: R$ 74,67. Renda Líquida: R$ 1.791,99 (R$ 1.866,66 - R$ 74,67). Alíquota: 7,5%. Parcela a Deduzir do Imposto: R$ 117,49. Cálculo do Imposto: R$ 1.791,99 x 7,5% = R$ 134,40 R$ 117,49 = R$ 16,91. Imposto a Reter = R$ 16,91. FGTS: R$ 74,67 (8% sobre R$ 933,33). Remuneração líquida de Férias a Receber = R$ 1.775,08 (R$ 1.866,66 R$ 74,67 R$ 16,91) FÉRIAS COLETIVAS - EMPREGADO COM SALÁRIO FIXO E GRATIFICAÇÃO Analisaremos, neste, um cálculo de 15 dias de férias coletivas que serão dadas a todos os empregados da empresa em Outubro/2011, mês que tem 31 dias. * Salário mensal: R$ 1.600,00; * Gratificação de função: R$ 640,00; * Período: 10/10/2011 a 24/10/2011. CÁLCULO DAS FÉRIAS: Valor das férias: ([R$ 2.240,00 : 31] x 15) = R$ 1.083,87. Adicional de 1/3: (R$ 1.083,87 : 3) = R$ 361,29. Total bruto de férias coletivas = R$ 1.445,16. CÁLCULO DA TRIBUTAÇÃO: INSS: R$ 130,06 (9% sobre R$ 1.445,16). IR/Fonte Não tem IR. FGTS: R$ 115,61 (8% sobre R$ 1.445,16). Remuneração líquida de Férias a Receber = R$ 1.315,51 (R$ 1.445,16 R$ 130,06). NOTA ITC: A empresa ainda terá de remunerar os dias trabalhados no mês de outubro de 2011, não esquecendo que o mês tem 31 dias PRESCRIÇÃO A prescrição do direito de reclamar a concessão de férias ou o pagamento da respectiva remuneração será contada do término do prazo de concessão das férias ou se for o caso, da cessação do contrato de trabalho (Art. 149 da CLT). A contagem do prazo prescricional, começa após vencido o prazo anterior, como prevê a Carta Constitucional (Art. 7º, XXIX), fixando em 5 (cinco) anos durante o contrato de trabalho, prazo que, em nenhuma hipótese, poderá ir além de 2 (dois) anos após a extinção do contrato de trabalho PENALIDADES As empresas que cometerem alguma infração referente as férias, previstas nos artigos 129 a 152 da CLT, serão punidas com multas de valor igual a R$ 170,26 por empregado em situação irregular (Art. 153 da CLT e Portaria MTE nº 290/97).

18 Em caso de reincidência, embaraço ou resistência à fiscalização, emprego de artifício ou simulação com o objetivo de fraudar a lei, a multa será aplicada em dobro JURISPRUDÊNCIA - SÚMULAS DO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO - TST Súmula 7 - FÉRIAS (mantida) - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e A indenização pelo não-deferimento das férias no tempo oportuno será calculada com base na remuneração devida ao empregado na época da reclamação ou, se for o caso, na da extinção do contrato. Súmula 14 - CULPA RECÍPROCA (nova redação) - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e Reconhecida a culpa recíproca na rescisão do contrato de trabalho (art. 484 da CLT), o empregado tem direito a 50% (cinqüenta por cento) do valor do aviso prévio, do décimo terceiro salário e das férias proporcionais. Súmula 46 - ACIDENTE DE TRABALHO (mantida) - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e As faltas ou ausências decorrentes de acidente do trabalho não são consideradas para os efeitos de duração de férias e cálculo da gratificação natalina. Súmula 81 - FÉRIAS (mantida) - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e Os dias de férias gozados após o período legal de concessão deverão ser remunerados em dobro. Súmula TAREFEIRO. FÉRIAS (mantida) - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e A remuneração das férias do tarefeiro deve ser calculada com base na média da produção do período aquisitivo, aplicando-se-lhe a tarifa da data da concessão (ex-prejulgado nº 22). Súmula FÉRIAS PROPORCIONAIS. CONTRATO DE TRABALHO. EXTIN-ÇÃO (republicada em razão de erro material no registro da referência legislativa), DJ Salvo na hipótese de dispensa do empregado por justa causa, a extinção do contrato de trabalho sujeita o empregador ao pagamento da remuneração das férias proporcionais, ainda que incompleto o período aquisitivo de 12 (doze) meses (art. 147 da CLT) (ex-prejulgado nº 51). Súmula FÉRIAS PROPORCIONAIS. PEDIDO DE DEMISSÃO. CONTRATO VIGENTE HÁ MENOS DE UM ANO (nova redação) - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e O empregado que se demite antes de complementar 12 (doze) meses de serviço tem direito a férias proporcionais. Súmula FÉRIAS. TERÇO CONSTITUCIONAL (mantida) - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e O pagamento das férias, integrais ou proporcionais, gozadas ou não, na vigência da CF/1988, sujeita-se ao acréscimo do terço previsto no respectivo art. 7º, XVII. - ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS E PRECEDENTES NORMATIVOS DO TST OJ-SDI COMISSÕES. CORREÇÃO MONETÁRIA. CÁLCULO (inserida em ) O valor das comissões deve ser corrigido monetariamente para em seguida obter-se a média para efeito de cálculo de férias, 13º salário e verbas rescisórias. OJ-SDI FÉRIAS INDENIZADAS. FGTS. NÃO-INCIDÊNCIA (inserido dispositivo) - DJ Não incide a contribuição para o FGTS sobre as férias indenizadas.

19 OJ-SDI FÉRIAS. GOZO NA ÉPOCA PRÓPRIA. PAGAMENTO FORA DO PRAZO. DOBRA DEVIDA. ARTS. 137 E 145 DA CLT. (DEJT divulgado em 09, 10 e ) É devido o pagamento em dobro da remuneração de férias, incluído o terço constitucional, com base no art. 137 da CLT, quando, ainda que gozadas na época própria, o empregador tenha descumprido o prazo previsto no art. 145 do mesmo diploma legal. PN FÉRIAS. INÍCIO DO PERÍODO DE GOZO (positivo) O início das férias, coletivas ou individuais, não poderá coincidir com sábado, domingo, feriado ou dia de compensação de repouso semanal. PN FÉRIAS. CANCELAMENTO OU ADIANTAMENTO (positivo) Comunicado ao empregado o período do gozo de férias individuais ou coletivas, o empregador somente poderá cancelar ou modificar o início previsto se ocorrer necessidade imperiosa e, ainda assim, mediante o ressarcimento, ao empregado, dos prejuízos financeiros por este comprovados. - DECISÕES DOS TRIBUNAIS DISPENSA POR JUSTA CAUSA. INDISCIPLINA. OCORRÊNCIA. O acervo dos autos demonstra, às escâncaras, que o reclamante incorreu reiteradamente na mesma falta grave de indisciplina, restando sobejamente justificada sua dispensa por justa causa, exatamente como decidido em sentença. Responsabilidade civil do empregado por dano material sofrido pelo empregador. Havendo acordo prévio entre as partes, de que em caso de dano causado pelo empregado deverá ressarcir ao empregador os prejuízos causados, bem assim restando demonstrada a culpa, o dano e o nexo de causalidade, presentes estão os elementos necessários à condenação daquele ao pagamento de indenização por danos materiais causados a esse. Na hipótese, restou provado que o dano foi causado por culpa do reclamante que, desobedecendo a ordem do empregador de não carregar pessoas no caminhão de entregas, deu azo a que ocorressem os dois assaltos que causaram expressivo dano material ao reclamado, razão pela qual deve ressarci-lo pelo prejuízo causado, ademais que havia pactuação contratual prévia nesse sentido. DANO MORAL. TRANSPORTE IRREGULAR DE VALORES. À luz do disposto no art. 3º da Lei nº 7.102/83, o transporte de valores somente pode ser realizado por empresa especializada. Na hipótese, ao exigir do obreiro o transporte de valores, em desconformidade com a legislação pertinente, o reclamado, além de extrapolar os limites das cláusulas do contrato de trabalho, atentou contra a segurança e tranquilidade do reclamante, provocando-lhe graves abalos de ordem moral, razão pela qual deve reparar o dano com o pagamento da indenização correspondente. Recurso adesivo patronal. Pagamento de férias proporcionais na dispensa por justa causa. Não cabimento. O Colendo TST, em , não obstante adequar a sua Súmula de nº 171 aos termos da Convenção nº 132 da OIT no que tange às demais hipóteses de rescisão contratual, houve por bem ressalvar o tema em debate nestes autos, conforme se observa da novel redação da aludida cristalização, segundo a qual "salvo na hipótese de dispensa do empregado por justa causa, a extinção do contrato de trabalho sujeita o empregador ao pagamento da remuneração das férias proporcionais, ainda que incompleto o período aquisitivo de 12 (doze) meses". Assim, acorde com doutrina e jurisprudência majoritárias, não são devidas férias proporcionais em caso de dispensa por justa causa. (TRT 23ª R.; RO ; 1ª T.; Rel. Des. Roberto Benatar; DEJTMT 02/06/2011; p. 27) FÉRIAS. SUSPENSÃO DO CONTRATO DE TRABALHO DURANTE O PERÍODO CONCESSIVO. 1. Na hipótese, as férias relativas ao período aquisitivo de a deveriam, em tese, ser concedidas ao autor no lapso de a Ocorre que, no curso do período concessivo, o contrato de trabalho do reclamante foi suspenso em razão do gozo do auxílio-doença, suspensão esta que perdurou até , quando obteve alta médica previdenciária. 3. Sendo assim, a reclamada não descumpriu a obrigação de conceder as férias relativas ao período aquisitivo de 1999/2000, apenas ficou impedida de fazê-lo em virtude da suspensão do contrato de trabalho. Portanto, sem lesão, não há falar em fluência de prazo prescricional. Prescrição afastada. 4. Por fim, inexistindo, nos autos, prova de que o autor tenha efetivamente usufruído as referidas férias, faz jus à indenização respectiva. 5. Recurso provido no tópico. (TRT 2ª R.; RO ; Ac. 2011/ ; 4ª T.; Relª Desª Fed. Maria Isabel Cueva Moraes; DOESP 20/05/2011; p. 216)

20 RSR DECORRENTE DE HORAS EXTRAS. NÃO INTEGRAÇÃO À REMUNERAÇÃO. Nos termos da Orientação Jurisprudencial nº 394/TST-SDI-I, a majoração do valor do repouso semanal remunerado, em razão da integração das horas extras habitualmente prestadas, não repercute no cálculo das férias, da gratificação natalina, do aviso prévio e do FGTS, sob pena de configurar bis in idem. (TRT 5ª R.; RecOrd ; 5ª T.; Rel. Des. Paulino César Martins Ribeiro do Couto; DEJTDF 01/06/2011; p. 55) LOCK OUT. PARALISAÇÃO DAS ATIVIDADES POR INICIATIVA DA EMPRESA. DIREITO DO EMPREGADO ÀS FÉRIAS E DEMAIS VERBAS DO PERÍODO. Reconhecida pelo juízo de origem, em face da prova produzida, a prática do lock out pela ré (cessação transitória das atividades por iniciativa da empregadora), inclusive com a condenação dos salários devidos pelo período de paralisação, não há que se falar, pois, de exclusão do direito à remuneração de férias mais 1/3 do período sendo inaplicável, no contexto, o disposto no art. 133, III, da CLT, eis que não se trata de suspensão considerada regular. Sentença que se reforma, no particular. CONTINUIDADE DO CONTRATO. INTERESSE PRESUMIDO. VERBAS RESCISÓRIAS. Mera declaração do preposto da reclamada, de que a rescisão se deu por "desinteresse" das partes em manter o contrato não representa prova capaz de elidir a presunção de continuidade da prestação laboral, que milita em favor do obreiro. A afirmativa do preposto deveria ser ratificada através de prova testemunhal ou documental, não tendo a ré se desincumbido deste ônus satisfatoriamente, o que por si só já asseguraria o direito às verbas rescisórias pela dispensa injusta. Ainda que assim não fosse, o contexto retratado nos autos autorizaria, inclusive, o acolhimento da pretensão de rescisão indireta, eis que o reclamado, confessadamente, vinha atrasando pagamentos, além de realizá-los apenas parcialmente, quando o fazia, e isto perdurou de 2004 até o final do pacto, em Logo, não se mostra razoável exigir do trabalhador a continuidade da prestação laboral nessas condições, em que a empresa sequer cumpre com a obrigação mais básica da relação de trabalho, qual seja o pagamento da remuneração devida. Recurso obreiro provido neste ponto. (TRT 2ª R.; RO ; Ac. 2011/ ; 4ª T.; Rel. Des. Fed. Ricardo Artur Costa e Trigueiros; DOESP 18/03/2011; p. 551) TERÇO CONSTITUCIONAL DE FÉRIAS. FÉRIAS CONCEDIDAS DENTRO DO PERÍODO CONCESSIVO. PAGAMENTO EM DOBRO. INDEVIDO. ART. 137 DA CLT. Não há controvérsia nesta sede recursal quanto ao direito da reclamante de perceber o terço de férias sobre os 45 dias de férias, por força do art. 7º, XVII, da CF/88. Com efeito, pois se o período de férias da obreira é de 45 dias em razão de Lei Municipal, o terço constitucional deve incidir sobre o total do período concedido, por se tratar de verba acessória ao salário do mês de férias. Contudo, a obreira não faz jus ao pagamento em dobro do terço de férias sobre os 15 dias restantes, pois o art. 137 da CLT prescreve que as férias somente serão pagas em dobro quando concedidas após o período concessivo de que trata o art. 134, o que não foi o caso. Correta a sentença. Recurso desprovido. (TRT 22ª R.; RO ; Rel. Des. Francisco Meton Marques de Lima; DEJTPI 21/01/2011) FÉRIAS. VENDA INTEGRAL. PAGAMENTO EM DOBRO. Se a ré paga a dobra das férias, mas não assegura ao autor o direito de efetivamente gozá-las, viola, não só a Constituição Federal (art. 7º, XVII), como também a Declaração Universal dos Direitos Humanos (art. 24). (TRT 17ª R.; RO ; Rel. Des. Carlos Henrique Bezerra Leite; DEJTES 03/08/2010) JUSTA CAUSA. FÉRIAS PROPORCIONAIS. CONVENÇÃO Nº 132 DA OIT. INAPLICABILIDADE. ENTENDIMENTO PREVALECENTE NO COLENDO TST. DISCIPLINA JUDICIÁRIA. A Convenção nº 132 da OIT, de 1970, promulgada pelo Brasil por meio do Decreto nº 3.197, de 5 de outubro de 1999, encontra-se em pleno vigor no ordenamento jurídico pátrio, conferindo aos empregados despedidos por justa causa o direito às férias proporcionais, desde que tenham trabalhado por período superior a 6 meses. A citada norma jurídica não distingue os empregados em decorrência da espécie de extinção do contrato de trabalho para lhes conferir direito às férias indenizadas, desassociando este direito do poder punitivo do empregador, na medida em que o ato faltoso do empregado não guarda correlação com o recebimento das férias. Assim, tratando-se de regra jurídica mais benéfica ao trabalhador, a Convenção nº 132 da OIT merecia, sem dúvidas, ser aplicada ao presente caso.

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