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4 1 Glossario Tecnologias Akonadi O mecanismo de acesso ao armazenamento dos dados do PIM (Personal Information Manager - Gestor de Informações Pessoais) no KDE SC 4. Um único sistema de armazenamento e consulta dos dados permite uma eficiência e capacidade de extensão que não era possível no KDE 3, oned cada componente PIM tinha o seu próprio sistema. Tenha em atenção que o Akonadi não altera os formatos de armazenamento dos dados (vcard, icalendar, mbox, maildir etc.) - simples oferece uma nova forma de aceder e actualizar os dados.</p><p> As razões principais para o desenho e o desenvolvimento do Akonadi são de natureza técnica isto é ter uma única forma de aceder aos dados PIM (contactos, calendários, s..) das diferentes aplicações (isto é KMail, KWord etc.), eliminando assim a necessidade de criar código semelhante aqui e ali.</p><p> Outro objectivo é dissociar as aplicações gráficas, como o KMail, do acesso directo aos recursos externos, como os servidores de correio - o que foi uma razão principal para os relatórios de erros e pedidos de optimização da performance/capacidade de resposta do passado.</p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top >Akonadi para o PIM do KDE</a></p><p> <a href= target= _top >Wikipedia: Akonadi</a></p><p> <a href= target= _top >Techbase - Akonadi</a> Ver Também "GUI". Ver Também "KDE". ARts A plataforma de som no KDE 2 e 3. A sua natureza mono-tarefa causava problemas quando eram usadas duas fontes de som em simultâneo. No ambiente de trabalho Plasma, foi substituída pelo Phonon.</p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top > Wikipedia: ARts</a></p><p> <a href= target= _top >página Web do ARts</a> Ver Também "KDE". Ver Também "Phonon". Ver Também "Plasma". DBus O D-Bus ou Desktop Bus é um sistema de mensagens entre serviços. Desenvolvido pela Red Hat, foi altamente influenciado pelo DCOP do KDE 3, vindo a substituir este último. A maioria dos sistemas operativos POSIX suportam o D-Bus, existindo já uma versão para Windows. É usada pelo Qt 4 e pelo GNOME.</p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top >FreeDesktop.org: O que é o D-Bus?</a></p><p> <a href= target= _top >Wikipedia: D-Bus</a> Ver Também "DCOP". Ver Também "GNOME". Ver Também "KDE". Ver Também "Qt ". DCOP O DCOP, que significa Desktop COmmunication Protocol (Protocolo de Comunicações do Ambiente de Trabalho) é um sistema de comunicações modular entre processos que era usado no KDE 3. Foi substituído pelo D-Bus no KDE SC 4.</p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top >Wikipedia: DCOP</a> Ver Também "D-Bus". Ver Também "KDE". Flake O Flake é uma biblioteca de programação a usar no KOffice 2. Funcionalmente, oferece formas que mostram conteúdos e ferramentas para os manipular. As formas poderão ser ampliadas ou rodadas, podendo ainda ser agrupadas para funcionarem como uma única forma, à volta da qual poderá fluir o texto.</p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top >Wiki do KOffice Wiki:</a> Ver Também "KDE". Ver Também "KParts". 4

5 Obter Coisas Novas O <span class= emphasis ><em>g</em></span>et <span class= emphasis ><em>h</em></span>ot <span class= emphasis ><em>n</em></span>ew <span class= emphasis ><em>s</em></span>tuff (GHNS) ou Obter Coisas Novas é uma norma aberta que facilita aos utilizadores poderem obter e instalar diversas extensões para as suas aplicações. A nossa implementação do GHNS é usada pelo Plasma (por exemplo, para obter novos temas do ambiente de trabalho) e por muitas aplicações e elementos gráficos.</p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top >Página Pessoal do GHNS</a></p><p> <a href= target= _top >Um artigo sobre o GHNS no KDE SC 4</a> Ver Também "KDE". Ver Também "Plasma". GHNS O GHNS é o acrónimo de Get Hot New Stuff (Obter Coisas Novas). Ver Também "Obter Coisas Novas". IO Slave Os IO Slaves permitem às aplicações do KDE acederem aos recursos remotos tão facilmente como aos locais.(tornando-os transparentes na rede ). Os recursos remotos (isto é, os ficheiros) podem estar guardados em partilhas de SMB ou algo semelhante. Ver Também "SMB". Ver Também "KDE". KHTML O KHTML é um motor de representação de HTML para o ambiente Plasma do KDE, sendo usado pelo navegador Konqueror. Também oferece uma KPart que permite a todas as aplicações no KDE apresentarem conteúdos Web. Uma novidade, o WebKit do Qt existe também para o Plasma e para o desenvolvimento de outras aplicações. Ver Também "KDE". Ver Também "Konqueror". Ver Também "KParts". Ver Também "Plasma". Ver Também "Web- Kit". KIO O sistema de entradas/saídas do KDE que utiliza os IO Slaves. Ver Também "IO Slave". Ver Também "KDE". Kiosk O Kiosk é uma plataforma para restringir as capacidades dos utilizadores num sistema KDE, ideal em ambientes restritos, como os cafés com Internet. Está presente no KDE 3 e no KDE 4, mas a ferramenta de administração, o Kiosktool existe apenas no KDE 3. Pode ser usada para configurar as aplicações do KDE 4, ou então poderá manter as configurações do Kiosk através da edição manual dos ficheiros. Ver Também "KDE". KParts As KParts são uma tecnologia embebida que permite às aplicações do KDE embeberem outras aplicações do KDE. Por exemplo, a janela de texto usada pelo Konqueror é uma KPart. Ver Também "Konqueror". KSycoca O KSycoca (KDE <span class= emphasis ><em>sy</em></span>stem <span class= emphasis ><em>co</em <span class= emphasis ><em>ca</em></span>che) é uma cache da configuração que, por exemplo, garante um acesso mais rápido aos itens do menu. Ver Também "KBuildSycoca". Nepomuk O Nepomuk é o acrónimo de <span class= emphasis ><em>n</em></span>etworked <span class= emphasis ><em>e</em></span>nvironment for <span class= emphasis ><em>p</em></span> <span class= emphasis ><em>o</em></span>ntology-based <span class= emphasis ><em>m</em></span of <span class= emphasis ><em>u</em></span>nified <span class= emphasis ><em>k</em></span>nowl (Ambiente em Rede de Gestão Personalizada e Baseada em Ontologias). O Nepomuk pretende remover as barreiras artificiais entre a informação, por forma a permitir uma classificação, organização e apresentação dinâmica dos dados ao utilizador. Quer seja obtida a partir da Internet, recebida num ou escrita numa nota, a informação é facilmente 5

6 pesquisável e marcada com dados inteligentes.</p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top >Wikipedia: Ambiente Semântico</a></p><p> <a href= target= _top >Wikipedia: Plataforma NEPOMUK</a></p><p> <a href= target= _top >Página Web do NEPOMUK</a></p><p> <a href= target= _top >NEPOMUK KDE</a></p><p> <a href= target= _top >Página do Nepomuk na Userbase</a> Ver Também "KDE". Phonon Uma API multimédia e multi-plataforma, que interage com as plataformas existentes, como o gstreamer e o xine. O KDE 2 e o 3 dependiam do arts para o som. O Phonon vem substituí-lo.</p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top > Wikipedia: Phonon (KDE)</a></p><p> <a href= target= _top >Página Web do Phonon</a> Ver Também "arts". Ver Também "KDE". Solid O Solid oferece uma única API para a gestão do hardware. Este fica agrupado em domínios. Dado que as infra-estruturas do Solid são acopláveis, o Solid ajuda os programadores de aplicações a escreverem menos código e de uma forma independente da plataforma.</p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top >Descobrir o Solid</a> Ver Também "KDE". Threadweaver Esta biblioteca de programação de tarefas divide o trabalho pelos processadores multinúcleo, onde disponíveis, prioritizando-o entre eles antes da execução. O ThreadWeaver oferece uma interface de tarefas de alto-nível para uma programação multitarefa.</p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top >Porquê ser Multitarefa?</a> Ver Também "KDE". WebKit O motor de representação de HTML, nascido a partir de uma divisão do KHTML. Adoptado pela Apple e desenvolvido para o Safari. O Webkit traz toda a sua funcionalidade de volta para o KDE SC 4, onde está disponível através do Qt.</p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top >página Web do Web- Kit</a></p><p> <a href= target= _top >Wikipedia: WebKit</a> Ver Também "KDE". Ver Também "KHTML". X.Org Suavização Se for referido no contexto do KDE, o anti-aliasing significa na maior parte dos casos o suavizar dos tipos de letra visíveis no ecrã. O Qt versão 3.3 ou superiores, usado em conjunto com o X.Org torna isto possível também com o KDE. Ver Também "KDE". Ver Também "Qt ". X-Server O X-Server representa uma camada básica sobre a qual as várias interfaces como o KDE são desenvolvidas. Gere a interacção básica do rato e do teclado (tanto da máquina local como de máquinas remotas) e oferece as rotinas gráficas elementares para desenhar rectângulos ou outras primitivas. Ver Também "KDE". Ver Também "GUI". 6

7 Aplicações Dolphin O gestor de ficheiros por omissão no KDE SC 4. Tem um painel lateral (Locais), mas a navegação é feita principalmente pela barra de localização por cima da janela principal. É possível dividir as janelas, podendo também aplicar vistas de forma individual às janelas. A montagem e desmontagem de dispositivos USB pode ser feita no painel lateral. Também poderá adicionar outras pastas ao painel de Locais. Finalmente, ainda é possível obter uma vista em árvore.</p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top >Wikipedia: Dolphin</a></p><p> <a href= target= _top >Introdução ao KDE 4 - Dolphin</a></p><p> <a href= target= _top >Userbase: Tutorial de Gestão de Ficheiros</a> Ver Também "KDE". Ver Também "Konqueror". KBuildSycoca O KBuildSycoca4 é um programa da linha de comandos e recria o KSycoca. Isto é útil, por exemplo, se alguns ou todos os módulos do Configuração do Sistema estão em falta. Ver Também "KSycoca". Ver Também "Configuração do Sistema". KInfoCenter O Kinfocenter teve origem como parte do Kcontrol, tornando-se independente no KDE 3.1. No KDE SC 4, foi substituído por alguns módulos da Configuração do Sistema, principalmente pelo Solid, voltando a ser introduzido como uma aplicação no KDE SC 4.5.</p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top >Wikipedia: KInfoCenter</a> Ver Também "KDE". Ver Também "Solid". Ver Também "Configuração do Sistema". Konqueror O Konqueror é um navegador na web, visualizador de imagens e outros formatos e uma parte fundamental do projecto KDE. Pode encontrar mais informações acerca do Konqueror em <a href= target= _top >www.konqueror.org</a>. Ver Também "KDE". KRunner A mini-linha de comandos que é acedida a partir do menu clássico, da combinação de teclas Alt+F2 ou com o botão direito do rato no ecrã. No KDE SC 4, um nome parcial irá mostrar todas as ocorrências possíveis.</p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top >UserBase: Utilização do KRunner</a> Ver Também "KDE". Ver Também "Plasma". KWin O KWin é o gestor de janelas. É aqui poderá alterar as decorações das janelas e os temas. O KDE SC 4 aumenta o KWin para oferecer o suporte à composição de efeitos 3D no ambiente de trabalho.</p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top >UserBase: KWin</a> Ver Também "KDE". Ver Também "X-Server". Mini-CLI Mini <span class= emphasis ><em>c</em></span>ommand <span class= emphasis ><em>l</em></span> <span class= emphasis ><em>i</em></span>nterface (Interface de Linha de Comandos). Sinónimo do KRunner. Ver Também "KRunner". Pager Um pager ou paginador é um pequeno programa ou applet que mostra a posição das janelas no seu ecrã e, se tiver vários Ecrãs Virtuais, dá-lhe uma vista geral sobre todos. Ver Também "KDE". Ver Também "Kickoff". Ver Também "Kicker". Ver Também "Painel". Ver Também "Plasma". Ver Também "Ecrãs Virtuais". 7

8 Configuração do Sistema Este é o projecto e o nome do ficheiro do centro de controlo do KDE. O Configuração do Sistema permite-lhe personalizar praticamente todas as opções de configuração do KDE. Ver Também "KDE". Ver Também "KInfoCenter". Terminologia do Ambiente de Trabalho Actividades As actividades são conjuntos de elementos do Plasma que têm o seu próprio papel de parede</p><p> Funcionam de forma semelhante aos Ecrãs Virtuais, mas não tanto. Por exemplo, poderá ter uma actividade de trabalho, com as fontes RSS de modificações, uma nota com as suas tarefas, uma Vista em Pastas com os seus ficheiros de trabalho e um papel de parede subtil.</p><p> Logo a seguir, poderá ter a sua actividade de tempos livres, com antevisões das fotos da família e dos animais de companhia, as fontes RSS dos seus blogs favoritos, uma vista em pastas que mostra a sua colecção de filmes, uma applet do Twitter e, por exemplo, o seu papel de parede dos Xutos e Pontapés que já ouve desde os anos 80.</p><p> Às 17:00 em ponto, poderá mudar da actividade de trabalho para a sua actividade de tempos-livres.</p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top >FAQ do Plasma</a> Ver Também "KDE". Ver Também "Virtual Desktops". Contentor Um contentor é um agrupamento de topo de elementos. Cada contentor faz a gestão da disposição e dos dados de configuração do seu conjunto de elementos, de forma independente dos outros contentores.</p><p> O resultado final é que poderá agrupar os elementos gráficos dentro de um contentor, de acordo com a relevância do seu padrão de trabalho, em vez de os agrupar por pastas.</p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top >FAQ do Plasma</a> Ver Também "KDE". Ver Também "Elemento". Arrastar e Largar Este conceito tenta substituir várias acções como a cópia de ficheiros de um lugar para outro através de um certo movimento de rato, isto é carregando numa janela do Konqueror, movendo o rato para outra janela enquanto o botão do rato se mantém carregado e largando o botão do rato (correspondendo a largar o objecto) copia os ficheiros. Ver Também "Konqueror". Extensor Os extensores são uma espécie de janela especial que pode crescer para fora de um painel do Plasma, por exemplo. Os extensores têm componentes destacáveis. Os extensores são um conceito novo que surgiu no Plasma do KDE 4.2. O Kuiserver (a interface que recolhe todas as tarefas em execução e as coloca numa única janela) irá tirar partido dos extensores, para que possa destacar várias tarefas e vigiar a sua evolução em separado.</p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top >FAQ do Plasma</a> Ver Também "KDE". Ver Também "Plasma". GNOME <span class= emphasis ><em>g</em></span>nu <span class= emphasis ><em>n</em></span>etwork <span class= emphasis ><em>o</em></span>bject <span class= emphasis ><em>m</em></span>odel <span class= emphasis ><em>e</em></span>nvironment, um dos ambientes GUI líderes no UNIX. Ver Também "GUI". GUI Abreviatura de <span class= emphasis ><em>g</em></span>raphical <span class= emphasis ><em>u</em <span class= emphasis ><em>i</em></span>nterface. Cada ambiente gráfico (como o KDE) é uma GUI. A maioria das GUIs suportam o rato e/ou janelas para gerir os programas. Ver Também "KDE". 8

9 Pasta Pessoal Este é o local no sistema em que todos os seus ficheiros são mantidos. Poderá gravar os seus ficheiros fora desta pasta, mas todas as aplicações estão configuradas para propor esta pasta como um local onde escrever os seus ficheiros. Assim, também é mais simples quando está a manter as suas coisas aqui.</p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top >Wikipedia: Pasta Pessoal</a> Ver Também "Dolphin". KDE Abreviatura de K Desktop Environment (Ambiente de Trabalho K), é uma GUI líder nos sistemas baseados em UNIX. Poderá obter mais informações detalhadas em <a href= target= _top >www.kde.org</a>.</p><p> O KDE é mais que apenas um conjunto de aplicações. É uma comunidade composta por programadores, tradutores, contribuintes, artistas, escritores, distribuidores e utilizadores em todo o mundo. A nossa equipa tecnológica internacional compromete-se a criar o melhor software livre para o ambiente de trabalho. Para além disso, não só os contribuintes mas também os utilizadores e fãs do software KDE poderão ser encontrados em todo o mundo, dando uma ajuda aos outros utilizadores, espalhando as notícias ou apenas desfrutando da experiência. Ver Também "GUI". Kicker No KDE 3, a barra recolocável, normalmente no fundo do ecrã (chamada de Painel), onde os lançadores de aplicações, o Paginador e os botões de execução das aplicações residiam. Ver Também "Panel". Ver Também "Plasma". Kickoff No KDE SC 4 (e nalgumas versões posteriores do KDE 3), é um menu de lançamento das aplicações onde estas estão ordenadas por grupo funcional. Os Favoritos substituem as Aplicações mais usadas no Menu Clássico, podendo adicionar aplicações a ele. O botão direito do rato também oferece a possibilidade de adicionar as aplicações ao ambiente de trabalho ou ao painel. Poderá ter um acesso rápido às aplicações menos usadas através do campo de pesquisa. Os outros menus estão a ser reorganizados, dado que o KDE SC 4 pode ser usado com mais que um lançador, caso seja necessário.</p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top >Uma vista de Olhos no Kickoff</a> Ver Também "KDE". Ver Também " Pager ". Ver Também "Panel". Ver Também "Plasma". Oxygen O Oxygen é o tema predefinido do KDE SC 4. Desenhado para conferir uma brisa de ar fresco ao ambiente de trabalho, removendo os ícones simplistas e de banda desenhada, substituindo-os por um tema limpo e com ícones foto-realistas. O Oxygen usa uma paleta sem saturação para evitar que os ícones se tornem uma distracção e usa os detalhes dos gráficos vectoriais (SVG).</p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top >Wikipedia: Projecto Oxygen</a></p><p> <a href= target= _top >Ícones do Oxygen</a> Ver Também "KDE". Ver Também "KSVG". Ver Também "Plasma". Painel Refere-se ao painel que normalmente se encontra no fundo do ecrã. Ver Também "KDE". Ver Também "Kicker". Ver Também "Kickoff". Ver Também "Plasma". Plasma No KDE SC 4, o ambiente de trabalho Plasma substitui o KDesktop, o Kicker e o motor de elementos SuperKaramba. As applets chamam-se Plasmóides e vão desde elementos informativos até mini-aplicações, como calculadoras e dicionários. Os elementos de outras fontes, como os elementos do SuperKaramba ou os Google Gadgets também são suportados.</p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top >Wikipedia: Plasma</a></p><p> <a href= target= _top >Página Web do Plasma</a></p><p> <a href= 9

10 Extracção target= _top >FAQ do Plasma</a></p><p> <a href= target= _top >Afinar o Plasma</a> Ver Também "KDE". Ver Também "Kicker". Ver Também "Elemento". O processo de ler dados áudio de um CD-ROM e os armazenar em seguida no disco rígido. Ecrãs Virtuais Um conceito popular nos gestores de janelas baseados no UNIX é o dos ecrãs virtuais. Isto significa que não tem apenas um ecrã onde colocar as suas janelas mas sim vários. Quando mudar para um ecrã diferente (normalmente com um paginador), só irá ver as janelas que iniciou nesse ecrã virtual ou que moveu para ele. Também poderá tornar uma janela fixa, o que significa que aparece em todos os ecrãs virtuais. </p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top >FAQ do Plasma</a> Ver Também "KDE". Ver Também "Kickoff". Ver Também "Paginador". Desenvolvimento do KDE Qt Git i18n A GUI do KDE é desenvolvida com base na biblioteca Qt, a qual fornece vários elementos gráficos (denominados por Widgets ), os quais são usados para construir o ambiente de trabalho. Pode encontrar mais informações sobre o Qt em <a href= target= _top >www.trolltech.com</a>. Ver Também "KDE". Ver Também "GUI". Ver Também "Widget". O Git é um sistema de controlo de versões distribuído, livre e de código aberto, desenhado para lidar com todos os tipos de projectos, desde os muito pequenos até aos muito grandes, com velocidade e eficiência. </p><p> Cada clone do Git é um repositório completo, contendo todo o histórico e capacidades de gestão de versões, não estando dependente do acesso à rede ou de um servidor central. As ramificações e reuniões das mesmas são rápidas e simples de fazer.</p><p> O Git é usado para o controlo de versões dos ficheiros, da mesma forma que muitas ferramentas como o Mercurial, Bazaar, Subversion, CVS, Perforce e o Visual SourceSafe fazem.</p><p> Decidiu-se que o Git irá ser o sistema de controlo de versões principal do KDE, substituindo o SVN. Já está a ser usado por alguns projectos do KDE, como o Konversation e o Amarok.</p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top >Página Web do Git</a> Ver Também "KDE". Ver Também "SVN". Abreviatura de internationalization ou internacionalização. O KDE suporta várias línguas diferentes, usando várias técnicas de i18n que facilitam a tradução da GUI assim como da documentação do KDE para todas essas línguas. Pode ser encontrada mais informação sobre o processo de i18n em <a href= target= _top >l10n.kde.org</a>. Ver Também "KDE". Ver Também "GUI". Kross O Kross é uma plataforma de programação, que permite o suporte para diversas outras linguagens de programação. Um sistema de plugins permite o suporte para mais linguagens no futuro. Ver Também "KDE". KDOM Um componente KPart que disponibiliza algumas capacidades de DOM (<span class= emphasis ><em>d</em> <span class= emphasis ><em>o</em></span>bject <span class= emphasis ><em>m</em></span>odel) do KHTML para todas as aplicações. O KSVG2 funciona sobre o KDOM no KDE SC 4. Ver Também "KDE". Ver Também "KHTML". Ver Também "KParts". Ver Também "KSVG". 10

11 KJS O motor de JavaScript da plataforma KDE. Ver Também "KDE". Ver Também "KParts". Ver Também "Plasma". KSVG O KSVG activa o suporte para gráficos vectoriais num navegador KHTML; o KSVG2 alarga isso para o KDE SC 4. Ver Também "KDE". Ver Também "KHTML". Ver Também "KParts". l10n Soprano Strigi Widget SVN Abreviatura de localization (localização), o processo de adaptar um programa ao ambiente local. Isto inclui isto é a moeda usada para os valores monetários ou o formato da hora. Ver Também "i18n". O Soprano é um sub-projecto do Nepomuk, oferecendo um repositório para a recolha de informações, como as marcas, classificações, etc. Isto disponibiliza a informação ao Strigi.</p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top >Wikipedia: Soprano</a> Ver Também "KDE". Ver Também "Nepomuk". Ver Também "Strigi". XMLGUI Um servidor de pesquisas com indexação, o Strigi pretende ser rápido e leve. Também usa o código SHA-1 para ajudar na identificação de ficheiros duplicados.</p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top >Wikipedia: Strigi</a> Ver Também "KDE". Ver Também "Nepomuk". Ver Também "Soprano". Elementos gráficos como barras de posicionamento, botões ou campos de entrada que são utilizados pelo KDE para construir a interface gráfica. Ver Também "KDE". Ver Também "GUI". Abreviatura de <span class= emphasis ><em>subversion</em></span>. O SVN é uma forma muito elegante de gerir as versões dos ficheiros, de modo a permitir que mais do que um programador trabalhe com facilidade no mesmo projecto. Poderá encontrar uma descrição de como obter a última versão (para os programadores) do código do KDE através de SVN anónimo em <a href= target= _top >http://developer.kde.org/source/anonsvn.html</a>. Mais informações sobre o SVN estão disponíveis em <a href= target= _top >http://subversion.tigris.or Ver Também "Git". Uma plataforma de programação para desenhar as interfaces do utilizador. É extremamente usada pelo KParts.</p><p> Mais informações:</p><p> <a href= target= _top >Wikipedia: XMLGUI</a></p><p> <a href= target= _top >Wikipedia: Qt Style Sheets</a> Ver Também "GUI". Ver Também "Kparts". Ver Também "Qt ". Diversos RFC <span class= emphasis ><em>r</em></span>equest <span class= emphasis ><em>f</em></span>or <span class= emphasis ><em>c</em></span>omment. Uma forma comum de publicar novas ideias para protocolos ou procedimentos de modo a serem avaliados pela comunidade da Internet. Ainda que os RFCs não sejam obrigatórios, muitas das aplicações tentam aderir a eles, logo que tenham sido aprovados pela comunidade. Podem ser encontradas mais informações sobre os RFCs na <a href= target= _top >Página Principal do RFC</a>. 11

12 Vários protocolos SMB <span class= emphasis ><em>s</em></span>erver <span class= emphasis ><em>m</em></span>essage <span class= emphasis ><em>b</em></span>lock. Um protocolo de rede usado nas redes do Microsoft Windows para aceder aos sistemas de ficheiros dos outros computadores. Ver Também "IO Slave". IRC Máquina <span class= emphasis ><em>i</em></span>nternet <span class= emphasis ><em>r</em></span>elay <span class= emphasis ><em>c</em></span>hat. Um protocolo definido no RFC 1459, que trata da especificação para permitir a conversação por texto em tempo-real. Ver Também "RFC". Isto pode ser um nome do seu ficheiro /etc/hosts (omeucomputador), um nome da Internet (www.kde.org) ou um endereço IP ( ). Impressão ACLs Abreviatura de <span class= emphasis ><em>a</em></span>ccess <span class= emphasis ><em>c</em></ <span class= emphasis ><em>l</em></span>ists; as ACLs são usadas para verificar o acesso de um dado utilizador (autenticado). Está disponível um suporte preliminar para ACLs na impressão com o CUPS; isto será melhorado nas versões futuras. Ver Também "Autenticação". Protocolo AppSocket APSfilter O AppSocket é um protocolo para a transferência de dados de impressão, e também é conhecido por Direct TCP/IP Printing. A Hewlett-Packard usou o AppSocket para adicionar algumas pequenas extensões à sua volta e foram bem sucedidos para lhe mudar o nome e comercializá-la com a designação HP JetDirect... Ver Também "Protocolo HP JetDirect". Ver Também "Direct TCP/IP Printing". O APSfilter é usado principalmente no contexto da impressão clássica no UNIX (LPD do estilo BSD). É um shell script sofisticado, disfarçado de programa de filtragem tudo-emu,. Na realidade, o APSfilter inova os scripts reais para efectuar as tarefas necessárias. Envia as tarefas de impressão automaticamente através desses filtros baseando-se numa análise inicial do tipo do ficheiro de impressão. É desenvolvido e mantido por Andreas Klemm</p><p>É semelhante ao Magicfilter e utiliza na sua grande maioria o Ghostscript para a conversão dos ficheiros. Algumas distribuições de Linux (como a SuSE ) usam o APSfilter, outras utilizam o Magicfilter (por exemplo, a Red Hat ), algumas têm ambas para se poder escolher (como o *BSD).</p><p> O CUPS não tem necessidade do APSfilter, dado que corre o seu próprio reconhecimento de ficheiros (baseando-se nos tipos MIME) e aplica a sua própria lógica de filtragem. Ver Também "Ghostscript". Ver Também "Magicfilter". Ver Também "Tipos MIME". Ver Também "printcap". Autenticação Provar a identidade de uma certa pessoa (talvez através do utilizador/senha ou através de um certificado) é denominada normalmente por autenticação. Uma vez autenticado, o utilizador pode ou não obter o acesso a um dado recurso, baseando-se possivelmente em ACLs. Ver Também "ACLs". 12

13 Comunicação bidireccional No contexto da impressão, um servidor ou uma máquina podem receber informações adicionais vindas da impressora (mensagens de estado, etc.) ou provenientes de um pedido. O AppSocket ( = HP JetDirect), o CUPS e o IPP suportam a comunicação bidireccional, enquanto o LPR/LPD e a impressão do BSD não... Ver Também "Protocolo AppSocket". Ver Também "CUPS". Ver Também "Direct TCP/IP Printing". Ver Também "HP JetDirect". Ver Também "IPP". Ver Também "LPR/LPD". Impressão tipo-bsd Termo genérico para as diversas variantes do método de impressão tradicional do UNIX. A sua primeira versão apareceu no início dos anos 70 no UNIX da BSD e foi formalmente descrito no RFC 1179 só por volta de 1990</p><p>Na altura em que a impressão remota do BSD foi desenhada pela primeira vez, as impressoras eram dispositivos ligados em série ou de outra forma qualquer a uma máquina (em que a Internet dificilmente consistia em mais do que 100 nós!); as impressoras usavam bandas intermináveis de papel picotado, alimentadas através de um mecanismo de tracção, com linhas simples de texto ASCII martelado mecanicamente no meio, a partir de caixotes por baixo da mesa, devolvendo o papel como uma cobra de papel dobrada em ziguezague. As impressões remotas consistiam numa máquina vizinha na sala ao lado a enviar um ficheiro para impressão. Como a tecnologia mudou! As impressoras utilizam papel normal, têm inteligência incluída para criar as imagens das páginas que são enviadas para elas usando uma das PDLs (page description languages), muitas delas são por si próprias nós da rede, com CPU, RAM, disco e um Sistema Operativo próprio e estão ligadas a uma rede com provavelmente milhões de utilizadores...</p><p>é uma prova vasta do conceito do UNIX para fazer as coisas, que fez a Impressão em Linha funcionar mesmo sob essas condições. Mas a altura chegou para que se mude para algo novo -- o IPP. Ver Também "IPP". Ver Também "CUPS". Ver Também "LPR/LPD printing". CUPS Abreviatura de <span class= emphasis ><em>c</em></span>ommon <span class= emphasis ><em>u</em> <span class= emphasis ><em>p</em></span>rinting <span class= emphasis ><em>s</em></span>ystem; o CUPS é o sistema de impressão mais moderno do UNIX e do Linux, oferecendo também serviços de impressão multi-plataforma para os clientes do Microsoft Windows e do Apple Mac OS. Baseado no IPP, resolve os problemas da impressão antiquada à BSD, oferecendo a autenticação, cifra e ACLs, entre muitas outras funcionalidades. Ao mesmo tempo, é retrocompatível o suficiente para servir todos os clientes legados que ainda não estão preparados para o IPP através do LPR/LPD (como o BSD). O CUPS é capaz de controlar qualquer impressora PostScript utilizando o PPD (PostScript Printer Description) fornecido pelo fabricante, destinado originalmente para a impressão no Microsoft Windows NT. A impressão no KDE é mais poderosa se se basear no CUPS. Ver Também "ACLs". Ver Também "Autenticação". Ver Também "Impressão à BSD". Ver Também "IPP". Ver Também "LPR/LPD". Ver Também "PPD". CUPS -FAQ A <a href= target= _top >CUPS-FAQ</a> é um recurso valioso para responder a várias perguntas de qualquer pessoa inexperiente com a impressão no CUPS. Daemon Abreviatura de <span class= emphasis ><em>d</em></span>isk <span class= emphasis ><em>a</em></sp <span class= emphasis ><em>e</em></span>xecution <span class= emphasis ><em>mon</em></span>ito Os Daemons ou servidores estão presentes em todos os sistemas UNIX para realizar as tarefas independentes da intervenção do utilizador. Os leitores mais familiarizados com o Microsoft Windows podem querer comparar os servidores e as tarefas pelas quais são responsáveis com os serviços. Um exemplo de um servidor presente na maioria dos sistemas UNIX legado é o LPD (Line Printer Daemon); o CUPS é visto com frequência como 13

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