CoNTEúDo. Cao s na Saúde. Comissão de Assuntos Políticos. Editorial. Palavra do Presidente. Saúde pública. Entrevista com Fábio Sândoli de Brito

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2 MAIO/JUNHO 2013 ANO 54 Nº 1384 JORNAL DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA Cao s na Saúde SEMESTRE 2013 Faça sua pós-graduação onde você sinta confi ança, escolhendo uma E a culpa é da falta de médicos? CoNTEúDo USA certifi cado pela Novas propostas para modernizar a CBHPM Dia Nacional de Alerta aos Planos de Saúde mobiliza a classe médica Defesa Profissional discute modernização da CBHPM Editorial Palavra do Presidente Entrevista com Fábio Sândoli de Brito Comissão de Assuntos Políticos Saúde pública Casa+segura 5 6 Entrevista com Gilberto Natalini Conselho Cientíico Comissões CT de implantes recebe Ministério Público 8 10 Conselho Deliberativo Dia Nacional de Alerta aos Planos de Saúde Câmara Técnica da CBHPM Agenda Propostas para a modernização da CBHPM Salve Saúde AMB contesta medicina dos pobres Internacional Especialidades Federadas Livros / Títulos 20 Diretoria plena reunida em Brasília

3 A LUTA DA AMB EM DEFESA Do MéDICo Buscando nosso objetivo de informar as atividades da Associação Médica Brasileira, estamos editando mais um número do nosso JAMB. Destacamos que nossa associação desenvolve ações especíicas com a mesma intensidade com que atua em prol de uma pauta comum com as demais entidades médicas do país. Nesta edição, ica bem deinida a posição da AMB em prol do médico e da sociedade tanto em relação à formação, qualiicação e valorização do proissional quanto ao atendimento de qualidade e de fácil acesso para a população, seja via Sistema Único de Saúde ou Saúde Suplementar. Uma das entrevistas mostra o trabalho desenvolvido pelo Coordenador da Comissão Nacional de Honorários Médicos da AMB em torno da CBHPM, integrado com outras instâncias da AMB e Sociedades de Especialidade. A outra entrevista expõe a experiência de um médico, político e administrador, conhecedor do sistema público de saúde e que aderiu à luta por mais recursos para a saúde encetada pela AMB e demais entidades médicas. Com sua vasta experiência, é colaborador da entidade. Em diversos momentos desta publicação, é descrito o trabalho desenvolvido pela AMB por meio de suas diversas diretorias e comissões na área cientíica, de formação e qualiicação médica, como na CNRM Comissão Nacional de Residência Médica, de Defesa Proissional, destacando-se as manifestações do Dia Nacional de Alerta aos Planos de Saúde e ações junto ao governo, em audiência com a Presidenta da República e na entrega de documentos com propostas para promover interiorização da medicina, aperfeiçoamento da formação médica e melhora de instrumentos de inanciamento, gestão e controle. A Associação Médica Brasileira, de forma indignada, posiciona-se contra a atitude do Governo Federal de criar a denominada Medicina dos Pobres, permitindo a admissão de médicos formados fora do país sem que sejam testados seus conhecimentos e habilidades pelo Revalida, pondo em risco a saúde da população. Ficam ainda noticiadas algumas ações desenvolvidas pela entidade em benefício do associado, como o programa de prevenção Salve Saúde, objetivando a redução da incidência de doenças crônicas não transmissíveis, e o Casa+Segura, que visa à redução de acidentes domésticos, além do programa de Combate ao Tabagismo. São apresentadas súmulas das reuniões da Diretoria Plena, do Conselho Deliberativo e Fiscal, notícias das Federadas e Sociedades de Especialidade, além de livros e eventos de interesse da categoria médica. O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no im terás o que colher. Cora Coralina. Associação Médica Mundial DIRETORIA Presidente Florentino de Araújo Cardoso Filho Primeiro vice-presidente Jorge Carlos Machado Curi Segundo vice-presidente Newton Monteiro de Barros Vice-presidentes Lairson Vilar Rabelo; Antonio Fernando Carneiro; Carlos David A. Bichara; Sidneuma Ventura; Álvaro R. Barros Costa; Petrônio A. Gomes; José Luiz Wefort; Celso Ferreira Ramos Filho; José Fernando Macedo; Murillo R. Capella. Secretário-geral Aldemir Humberto Soares 1º Secretário Antonio Jorge Salomão 1º Tesoureiro José Luiz Bonamigo Filho 2º Tesoureiro Murilo Rezende de Melo Diretores Acadêmico Marcos Pereira de Ávila Atendimento ao Associado Guilherme B. Brandão Pitta Científico Edmund Chada Baracat Comunicações Jane Maria Cordeiro Lemos Cultural Hélio Barroso dos Reis DAP Robson Freitas de Moura Defesa Profissional Emílio César Zilli Economia Médica Roberto Queiroz Gurgel Marketing José Carlos V. Collares Filho Proteção ao Paciente Rogério Toledo Júnior Relações Internacionais Miguel Roberto Jorge Saúde Pública Modesto A. de Oliveira Jacobino Assuntos Parlamentares José Luiz Dantas Mestrinho JORNAL DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA Diretora responsável Jane Maria Cordeiro lemos Editor Respo nsável Aldemir Humberto Soares; Conselho Editoria l Antonio Jorge Salomão; José Luiz Bonamigo Filho; Edmund Chada Baracat; Florentino de Araújo Cardoso Filho. Editor Executivo César Teixeira (Mtb ) Colaboração Ana Paula Davim, Helena Fernandes Departamento Comercial Fone (11) /6801 Tiragem exemplares Periodicidade Bimestral Impressão RR Donnelley Filiado à ANATEC Redação e Administração Rua São Carlos do Pinhal, São Paulo SP Tel. (11) / (Fax) Assinatura Anual R$ 60,00; avulso R$ 10,00 Fone (11) , ramal 130 Editora Manole Editor gestor: Walter Luiz Coutinho Editora: Karin Gutz Inglez Produção editorial: Fernanda Quinta, Juliana Morais e Cristiana Gonzaga S. Corrêa Capa: Rafael Zemantauskas Projeto gráfico e diagramação: Opus Design Fotografia de capa: Vinicius Pereira/Folhapress Jane Maria Cordeiro Lemos Diretora de Comunicações Os anúncios e opiniões publicados no JAMB são de inteira responsabilidade de seus anunciantes e autores. A AMB e a Editora Manole não se responsabilizam pelo seu conteúdo. 2 JAMB MAIO/JUNHO 2013

4 Florentino Cardoso VIESES DA SAúDE PúBLICA A Associação Médica Brasileira (AMB) tem sido atuante em todos os assuntos que dizem respeito à saúde pública e privada, sempre procurando consenso com as outras entidades médicas e em sintonia com as Federadas e Sociedades de Especialidade. Na saúde suplementar, participamos das atividades que nos dizem respeito, sob a batuta do Dr. Emílio César Zilli, procurando sempre o melhor para o médico e o paciente. Neste momento, trabalhamos especialmente com a hierarquização e contratualização da CBHPM. Nunca deixamos de convidar os diferentes setores envolvidos, sem qualquer veto. Acreditamos que a busca de soluções seja balizada pelo ético, pelo cientíico, possível, factível, etc. Sempre com sólidas argumentações e sabendo conviver com o contraditório. Estaremos sempre unidos em busca das melhores soluções. A saúde pública brasileira vive momentos ruins, pois vislumbramos vieses que não interessam à saúde da população, especialmente a mais pobre e carente, que depende exclusivamente do sistema público de saúde (SUS). A formação médica está em crise, porque temos escolas médicas que não formam os proissionais adequadamente, quer por carência curricular, quer por falhas na estrutura física para o ensino, quer por deiciente corpo docente. Já começamos a segunda centena de escolas. Queremos a quantidade adequada, mas com qualidade. Nosso entendimento é que o governo só pensa na quantidade. Preocupa-nos a maneira não transparente com que o Governo Federal quer patrocinar a vinda de médicos formados fora do Brasil. Se izerem a avaliação (no momento, o Revalida) para aferir conhecimentos, habilidades e atitudes, serão todos bem-vindos. Impressiona-nos a maneira politiqueira como importantes assuntos são tratados, por exemplo o Provab. Não podemos concordar com o bônus (10% dos pontos no concurso da residência médica), nem com o modo como o programa está sendo desenvolvido. Uma atenção básica ideal é aquela que valoriza os proissionais e não tem como valorizá-los senão pelo incentivo à boa formação em medicina de família e comunidade. Precisamos ter condições para nos manter atualizados em nossa área do conhecimento, as condições de trabalho precisam ser satisfatórias e a remuneração, compatível. A carreira de Estado é, neste momento, o que mais rápido vislumbramos para melhorar a assistência nas áreas de difícil acesso e provimento. Junte-se a isso o possível envolvimento dos hospitais universitários para interiorizar a medicina, onde não se conseguir interiorizar o médico. As questões mais cruciais da saúde pública continuam sem ser resolvidas de maneira eicaz: subinanciamento, má gestão e corrupção/desvios. Falta vontade política, falta priorizar nosso bem maior: a saúde. O povo brasileiro merece respeito, e a AMB continua altiva e revigorada na luta pela dignidade da nossa população. Chega de ver o sofrimento dos nossos pacientes em longas ilas de espera para consultas, exames e cirurgias. Chega de ver emergências superlotadas, com pacientes em macas no chão, cadeiras e até no chão. Chega de ver pacientes desassistidos e a ocorrência de mortes evitáveis. Florentino Cardoso Presidente da Associação Médica Brasileira MAIO/JUNHO 2013 JAMB 3

5 FÁBIO SÂNDoLI DE BrITo Formado em 1962 pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, especializou-se em Arritmias, Ergometria e Cardiologia do Exercício. Desde 1990, é membro das Sociedades Paulista de Cardiologia e Brasileira de Cardiologia, tendo ocupado vários cargos em ambas. Atualmente, é o coordenador da Comissão Nacional de Honorários Médicos (CNHM) da AMB, uma das mais importantes da entidade. Sândoli concedeu a seguinte entrevista ao Jamb. Arquivo pessoal Como é, atualmente, o processo para a inclusão ou exclusão de procedimentos na CBHPM? Para quem a sociedade de especialidade deve encaminhar sua solicitação? Sândoli A atual CNHM criou uma rotina (planilha) para as solicitações de inclusão, modiicações e exclusão de procedimentos na CBHPM. A AMB somente aceita encaminhamentos das sociedades de especialidade e nunca de associados isolados ou de departamentos das sociedades. Qual é a função principal da CNHM? Sândoli A CNHM analisa as solicitações e veriica se elas se enquadram nos itens contidos na planilha. Em caso positivo, recebem um parecer da CNHM e são encaminhadas à Câmara Técnica da CBHPM, que decidirá por consenso de seus membros, incluindo os representantes das operadoras se vale a aceitação, rejeição ou sugestão de modiicações para aquela solicitação especíica. Como é a nova sistemática da CNHM e da Câmara Técnica Permanente da CBHPM? Sândoli A base de tudo é a elaboração, pela sociedade de especialidade, de um documento seguindo, rigorosamente, todos os itens da planilha, que foi amplamente divulgada pela AMB e enviada a todas as sociedades de especialidade. A planilha pode, também, ser solicitada pelo amb.org.br. Com uma documentação econômica e técnico-cientíica bem elaborada, o encaminhamento para a Câmara Técnica será, com certeza, tranquilo, facilitando o processo de aprovação e, em especial, de aceitação das operadoras dos planos de saúde. Como a diretoria de Economia Médica da AMB se inter-relaciona com a CNHM? Sândoli A atual diretoria de Defesa Proissional, analisando as sistemáticas até então usadas nos encaminhamentos da especialidade, detectou dois pontos importantíssimos e que representavam obstáculos para o bom andamento e a aprovação dos trabalhos na Câmara Técnica. Um era o impacto econômico de um novo procedimento, assim como estudos para justiicarem a classiicação em um determinado porte da CBHPM ou a mudança de porte de um procedimento já existente. Por esse motivo, na CBHPM, temos um representante da Economia Médica que analisa e opina, além de, se necessário, sugerir à Sociedade que contrate experts no assunto para a elaboração do estudo econômico que irá embasar uma determinada solicitação. Poderia também explicar se há inter-relação entre as Câmaras Técnicas da CBHPM e de Avaliação de Tecnologias, e como elas auxiliam a CBHPM? Sândoli A Câmara Técnica de Novas Tecnologias pode receber diretamente encaminhamentos das Sociedades de Especialidade ou receber consultas da CNHM, quando, é claro, a solicitação se referir à incorporação de uma nova tecnologia. As duas Câmaras se completam e colaboram para a emissão de pareceres que permitam a inclusão na CBHPM. Como funcionará o sistema de construção de diretrizes para a utilização na CBHPM? Será prerrogativa exclusiva da AMB? Sândoli Como citamos, existiam pontos nevrálgicos nos encaminhamentos das reivindicações. Um seria a parte econômica, já comentada, o outro, a informação sobre diretrizes e literatura cientiica, respaldando o novo procedimento ou mudanças em algum já existente. Até recentemente, era comum um pedido vir respaldado por uma série de trabalhos que convergiam para bons resultados, não citando ou analisando o conjunto da literatura favorável e desfavorável. A diretriz deve vir na forma PICO (População, Intervenção Comparação e Outcome Desfecho) e ter as bases da informação cientíica consultadas, as estratégias de busca utilizadas em cada base utilizada, o número de trabalhos recuperados e os critérios de inclusão e exclusão de trabalhos que compuseram as conclusões e sugestões. 4 JAMB MAIO/JUNHO 2013

6 GILBERTO NATALINI Médico cirurgião-geral, formou-se pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo em 1975 e especializou-se em gastrocirurgia. Foi eleito vereador em São Paulo, pela primeira vez, no ano Durante o mandato, apresentou 249 projetos e aprovou mais de 90 leis de impacto para a cidade. Também já ocupou a pasta da Secretaria Municipal de Participação e Parceria de São Paulo, foi secretário de saúde de Diadema e presidiu o Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo, entre outros cargos públicos. Gentilmente, concedeu a seguinte entrevista ao Jamb. Arquivo pessoal O que o sensibilizou a encampar com tanto empenho e dedicação a campanha da AMB por mais verbas para a saúde? Natalini Trabalho com a saúde pública desde os tempos da Escola Paulista de Medicina, no início da década de Participei de todas as lutas, particularmente pela implantação do Sistema Único de Saúde (SUS). No ano 2000, fui eleito vereador e dei continuidade ao comprometimento com a construção do SUS, com o inanciamento e atendimento justo para a população e com o tratamento digno para os médicos e demais funcionários da saúde. Esse é o meu compromisso de vida. Desde que assumiu o mandato como vereador, quais foram suas principais ações na área da saúde? Natalini Como vereador, participei da Comissão de Saúde da Câmara, como presidente e vice, e de subcomissões, em que apresentei diversos projetos de lei beneiciando o setor. Em 2001, ajudei a fazer a transição do Programa de Atenção à Saúde (PAS) para o SUS, trabalhando para habilitar a cidade no sistema, além de outras ações políticas e administrativas para melhorar o inanciamento e a gestão dos serviços. Tivemos vitórias parciais, é verdade, mas todas visando ao avanço e à consolidação do SUS na cidade. Suas ações também são dirigidas à área do meio ambiente. Quais as mais importantes? Natalini Para mim, as áreas de meio ambiente e saúde são irmãs gêmeas. A saúde necessita de um espaço preservado, e o meio ambiente tem relação com as consequências boas ou ruins da saúde humana e dos demais seres vivos. Descobri isso faz muitos anos. No Conasems [Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde], no meu exercício da presidência, criamos a Rede de Municípios Saudáveis das Américas, com sede aqui no Brasil, durante um Congresso em Québec, no Canadá. Hoje, temos vários municípios que se enquadram nessa rede no Brasil, como Sorocaba, Limeira, entre outros. Defendem esse conceito na relação entre saúde pública e preservação da natureza. Saúde e meio ambiente são duas questões aparentemente distintas, mas que têm um caminhar paralelo e integrado. Não podem caminhar uma sem a outra. Na Câmara, dedico 50% do meu tempo à saúde, e os outros 50%, aos projetos envolvendo o setor de meio ambiente. Na saúde, a ideia é resguardar a dignidade dos médicos e demais funcionários, de forma a oferecer um serviço de boa qualidade aos usuários; e no meio ambiente, é preservar o passivo ambiental, além de construir leis e adotar atitudes práticas, visando a tornar São Paulo uma cidade mais sustentável. Há algo mais que gostaria de destacar? Natalini Quero ressaltar a importância da Associação Médica Brasileira e das demais entidades do setor na luta pela saúde do povo brasileiro. Se as coisas têm avançado, isso se deve, em grande parte, ao esforço das nossas lideranças médicas, tendo a AMB como carro-chefe. Reconheço na Associação, no Conasems e no Conselho Federal de Medicina aqueles que lideram o movimento pelo Sistema Único de Saúde com o intuito de fazê-lo atender, cada vez mais, a população. Reconheço neles, também, a liderança técnica e cientíica pelas sociedades de especialidade, para qualiicar o proissional e a prática da medicina no Brasil. Para mim, as entidades médicas e a AMB são faróis, guias pelos quais eu oriento a minha atividade política e, inclusive, a minha atividade prática por exemplo, a iniciativa de criar, na cidade de São Paulo, um abaixo-assinado para ingressar com o projeto de lei de iniciativa popular, visando a garantir a destinação de 10% do orçamento federal para o Sistema Único de Saúde. MAIO/JUNHO 2013 JAMB 5

7 CIENTíFICo DISCuTE APLICAção DE NoVA LEI DE RECONSTRUÇÃO MAMÁRIA um dos itens da pauta da reunião do Conselho Cientíico da AMB, realizada no dia 25 de abril (foto), foi a Lei nº /13, promulgada pela presidente Dilma Roussef e que trata da obrigatoriedade da cirurgia plástica reparadora da mama, no mesmo ato cirúrgico, em casos de mutilação decorrente de tratamento de câncer na rede de unidades integrantes do Sistema Único de Saúde (SUS). Por sugestão de Edmund C. Baracat, diretor cientíico da AMB, o assunto foi levado para o debate entre os representantes da Sociedade Brasileira de Mastologia, de Cancerologia e de Cirurgia Plástica. Todos consideraram a lei muito importante, pois 80% das mulheres não retornam à mesa de cirurgia depois da primeira operação. Além de valorizar a mulher, a reconstrução da mama faz parte do tratamento de Fotos: César Teixeira câncer. No entanto, sua exequibilidade foi questionada, e algumas preocupações foram levantadas, como: quais serviços estariam devidamente aparelhados para tal procedimento; qual o impacto da lei sobre o sistema público; e se o médico seria responsabilizado caso a lei não pudesse ser cumprida por causa de deiciências no sistema público. Baracat pediu, então, que as três especialidades envolvidas (plástica, mastologia e cancerologia) elaborem um documento com argumentos técnicos e enviem à AMB. RESIDÊNCIA MÉDICA Outro assunto debatido foi a residência médica. José Bonamigo, representante da AMB na Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), passou alguns informes sobre o que foi discutido na última plenária do grupo, realizada no mês de abril. Ele mencionou algumas mudanças que podem ocorrer na forma como o Programa de Valorização do Proissional da Atenção Básica (Provab) é aplicado, com boniicação reduzida e apenas em cidades com menos de 50 mil habitantes. O assunto, porém, ainda será tratado nas próximas plenárias da CNRM. A AMB é contra esse tipo de boniicação, inclusive já nos pronunciamos a respeito. Como não existem vagas de residência para todos, achamos que os melhores médicos devem ocupá-las, falou Florentino Cardoso, presidente da AMB. 6 JAMB MAIO/JUNHO 2013

8 MÉDICOS ESTRANGEIROS Bonamigo: debate sobre Residência Médica. TÍTULO DE ESPECIALISTA E CERTIFICADO DE ÁREA DE ATUAÇÃO Sobre a renovação dos currículos dos programas, ainda não há prazo para que os trabalhos sejam iniciados. Henrique Carrete Jr., presidente do Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR) e novo coordenador da Comissão de Valorização do Título de Especialista e Certiicado de Área de Atuação, também apresentou um resumo sobre a retomada das atividades do grupo. A primeira reunião da Comissão ocorreu em abril e, a princípio, será feito um trabalho interno com as Sociedades para que os títulos e certiicados de todas as especialidades médicas sejam valorizados de forma igual. Vamos focar nosso trabalho nessas diferenças e em como cada sociedade entende e encara a residência médica. Vamos levantar as fontes pagadoras que contratam médicos portadores de título de especialista ou certiicado de área de atuação, explicou Carrete. No mês de maio, o Cientíico reuniu-se novamente, dessa vez para tratar da proposta do Governo Federal em contratar médicos estrangeiros para atuar no país sem que tenham que passar pela prova de revalidação de seus diplomas. O importante é que, neste momento, o Conselho Cientíico, por meio de todas as Sociedades de Especialidade que o compõe, esteja unido e atuante, frisou Baracat. COMISSÃO DE ENSINO DO CFM Nessa oportunidade, José Roberto Baratella, presidente da Associação Brasileira de Cirurgia Pediátrica (Cipe), informou que tem representado a AMB nas reuniões da Comissão de Ensino do Conselho Federal de Medicina (CFM) e relatou alguns dos assuntos que têm chegado ao grupo para serem discutidos: criação do Instituto Nacional de Supervisão e Avaliação da Educação Superior (Insaes), autarquia que avaliará e supervisionará os cursos de graduação e as instituições federais e privadas de ensino superior existentes no Brasil; abertura de novas vagas de graduação em Medicina na Bahia; e projetos de lei relativos à educação médica. PUBLICAÇÕES EM CONGRESSOS MÉDICOS Ao inal, Maurício Rocha e Silva, editor da revista cientíica Clinics, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, explicou a importância da presença de publicações desse tipo em congressos médicos para o aumento de artigos publicados e solicitou parcerias com as Sociedades de Especialidade. Carrete: valorização do Título de Especialista. MAIO/JUNHO 2013 JAMB 7

9 DELIBErATIVo reúne-se NO RIO DE JANEIRO Coube ao Rio de Janeiro sediar a primeira reunião do Conselho Deliberativo da AMB em O encontro, realizado no dia 12 de abril, aconteceu na sede da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro (Somerj). Na pauta de discussões, foram levantados assuntos como o projeto de lei de iniciativa popular pela defesa de mais recursos para a saúde, que já arrecadou mais de 1,2 milhão de assinaturas; o Clube Médico e o plano de previdência para associados; a assembleia da Associação Médica Mundial, que será realizada em outubro, em Fortaleza; a relação entre associações de especialidade e Ministérios da Saúde e Educação, entre outros. A preocupação em oferecer assistência ao associado levou a atual diretoria a diversiicar a oferta de planos de previdência, visando a garantir uma aposentadoria tranquila aos médicos. Estamos desenvolvendo vários estudos para oferecer o que há de melhor nessa área ao médico. Já izemos uma parceria com o Itaú e, em breve, teremos outras novidades, informou o diretor do Departamento de Assistência e Previdência (DAP), Robson Moura. Robson informou, ainda, que o trabalho desenvolvido pela AMB na área de previdência será extensivo às Federadas e Sociedades de Especialidade, visando a oferecer cobertura a médicos de todas as regiões do país. O presidente Florentino Cardoso aproveitou para informar que a AMB também estuda propostas para transferir o gerenciamento do Clube Médico a empresas espe- cializadas no ramo. Nesse sentido, já foram feitos contatos com o Itaú, o Bradesco e o Icatu. Achamos que quem deve administrar esse produto é uma empresa com expertise no setor, e não a AMB, declarou Florentino. O Clube Médico não deixará de existir, apenas terá uma empresa que fará o seu gerenciamento, completou. Robson: benefícios aos associados. Fotos: César Teixeira 8 JAMB MAIO/JUNHO 2013

10 Somerj sediou a primeira reunião do Conselho Deliberativo do ano. O presidente da AMB aproveitou o evento para reforçar o convite às Federadas e Especialidades da AMB para que participem da assembleia da Associação Médica Mundial (WMA), prevista para o período de 16 a 19 de outubro, no Ceará. É muito importante a participação de, pelos menos, um representante de cada Federada ou Especialidade, para conhecer o funcionamento e saber como são tomadas as decisões na WMA. O assunto mais importante em pauta nessa reunião será a Declaração de Helsinki, cuja expectativa é a de que a sua nova versão seja votada, airmou Cardoso. Outro assunto destacado pelo presidente da AMB foi o relacionamento entre as entidades médicas e os Ministérios da Saúde e Educação, envolvendo temas como residência médica, Programa de Valorização do Proissional da Atenção Básica (Provab), importação de médicos e revalidação automática de diplomas. A impressão que temos é a de que muitos assuntos relacionados à saúde pública chegam extremamente iltrados à Presidência da República, não traduzindo a realidade encontrada em nosso país, disse Cardoso, ao elencar as últimas ações do governo na área da saúde. Em seguida, o diretor de defesa proissional da AMB, Emílio César Zilli, apresentou o trabalho que vem sendo realizado referente à Classiicação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM). Ele destacou, ainda, a nova composição de sua Câmara Técnica, que contará com os seguintes integrantes como convidados: Edmund C. Baracat (Diretor Cientíico da AMB); Roberto Gurgel (Diretor de Economia Médica); Rogério Toledo Jr. (Diretor de Proteção ao Paciente da AMB); Ana Cláudia Murahovschi (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias); Karla S. C. Coelho (ANS) e Maria Inês Dolci (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor). O evento foi encerrado com um tradicional espaço reservado às Federadas e Especialidades, em que apresentaram seus respectivos relatos. MAIO/JUNHO 2013 JAMB 9

11 César Teixeira AMMG/Divulgação DIA NACIoNAL DE ALErTA AOS PLANOS DE SAÚDE MoBILIzA A CLASSE MéDICA Médicos de vários Estados, dentre eles Alagoas, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Sul, Rondônia, Sergipe, São Paulo, e do Distrito Federal suspenderam o atendimento a consultas e outros procedimentos eletivos exceto para casos de emergências e urgências por até 24 horas, no dia 25 de abril, durante o Dia Nacional de Alerta aos Planos de Saúde. Em todo o país, as entidades médicas locais realizaram ações de apoio e esclarecimento à sociedade. A mobilização é um alerta às operadoras dos planos de saúde, aos gestores públicos e à sociedade em geral sobre o comprometimento da qualidade da assistência à saúde oferecida aos quase 50 milhões de usuários dos planos privados. Em todo o país, representantes das Comissões Estaduais de Honorários Médicos (CEHM) pleiteiam das operadoras garantia urgente de honorários médicos dignos, reajustes determinados em contratos, além do im da interferência no trabalho médico no momento do diagnóstico e da prescrição. Segundo as estimativas das entidades locais, na Bahia, a adesão ao movimento de para- lisação chegou a 80%. Em Goiás, 12 operadoras de planos de saúde tiveram o atendimento eletivo suspenso pelo fato de não terem cumprido acordos irmados ou por não terem negociado com a categoria. No Distrito Federal, além da suspensão de atendimento, foram distribuídas cartilhas à população e realizada uma concentração durante todo o dia no Centro Clínico Sul. Em Belo Horizonte, houve a suspensão dos atendimentos eletivos entre 9 e 14 horas, além de audiência pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). No Rio de Janeiro, aconteceu uma manifestação no centro da capital, com carro de som, banners, faixas e distribuição de panletos. Na capital sergipana, foi realizado um café da manhã com a imprensa na sede da Sociedade Médica de Sergipe (Somese), para explicar os objetivos do movimento. No Piauí, em Pernambuco e no Acre, os médicos suspenderam o atendimento em adesão ao movimento nacional. No Paraná, o Dia Nacional de Alerta aos Planos de Saúde foi marcado por uma reunião entre representantes do Conselho Regional de Medicina do Estado do Paraná (CRM- -PR), da Associação Médica do Paraná (AMP), 10 JAMB MAIO/JUNHO 2013

12 do Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná (Simepar) e das Sociedades de Especialidade médicas, tendo como convidados os procuradores-chefes do Ministério Público do Trabalho da 9ª Região, realizada na sede da AMP. Em entrevista coletiva, o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), a Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs) e o Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers) explicaram à imprensa detalhes do movimento. Em São Paulo, o movimento foi dividido em duas etapas. No dia 23 de abril, lideranças médicas do Estado apresentaram, em coletiva de imprensa, uma nova pesquisa de opinião, conduzida pela Associação Paulista de Medicina (APM), com a avaliação de 5 mil proissionais de saúde, dentre eles médicos de 22 especialidades, cirurgiões-dentistas e isioterapeutas, sobre a relação com as operadoras de planos de saúde. Os dados mostram que 46% dos médicos, 62% dos isioterapeutas e 69% dos dentistas consideram as operadoras de planos de saúde ruins ou péssimas. Os números também revelam glosas mensais, interferência na autonomia proissional e alto índice de opção por redução de procedimentos, em virtude de baixos honorários. A saúde suplementar continua em crise. No ano passado, apresentamos pesquisa com a opinião dos pacientes, e vemos, hoje, do ponto de vista dos proissionais, que as diiculdades são as mesmas. Os médicos sob pressão das operadoras, os pacientes com diiculdades de acesso, disse Florisval Meinão, presidente da APM. No dia 25 de abril, o movimento ocupou toda a extensão da Avenida Paulista, com faixas e cartazes, visando a chamar a atenção da população. A concentração inal ocorreu em frente ao edifício da TV Gazeta, quando foram soltos 10 mil balões pretos, simbolizando o luto dos proissionais pelo descaso das operadoras com o trabalho dos médicos. Em seguida, ocorreu uma coletiva à imprensa, na sede da Associação Médica Brasileira, a poucos metros do local. A saúde suplementar possui problemas graves de desassistência, os pacientes encontram uma grande diiculdade de acesso, sem falar na morosidade na solução dessas falhas por parte do órgão regulador responsável. Por isso, estamos mobilizados hoje para exigir a desburocratização do acesso e a agilidade na correção desses problemas, além da valorização do trabalho médico, disse Jorge Carlos Machado Curi, 1º vice-presidente da AMB, aos jornalistas. Estavam presentes ainda na coletiva Antônio Salomão, 1º secretário da AMB; Roberto D Avila, presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM); Geraldo Ferreira, presidente da Federação Nacional de Medicina (Fenam); Florisval Meinão, presidente da APM; Renato Azevedo, presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp); e Cid Célio Carvalhaes, presidente do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp). Esse foi o quinto protesto em três anos consecutivos: os anteriores ocorreram em 7 de abril e em 21 de setembro de 2011; em 25 de abril e de 10 a 25 de outubro de César Teixeira Cinco principais pontos das reivindicações dos médicos: 1. Reajuste das consultas, com base em critérios a serem deinidos em cada Estado, tendo como referência a CBHPM em vigor (2012). 2. Reajuste dos procedimentos, tendo como balizador a CBHPM em vigor. 3. Contratualização baseada na proposta das entidades médicas nacionais. 4. Re-hierarquização dos procedimentos, feita com base na CBHPM. 5. Apoio ao Projeto de Lei 6.964/10, que trata da contratação e da periodicidade de reajuste dos honorários pagos aos médicos. MAIO/JUNHO 2013 JAMB 11

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