ASSOCIAÇÃO DE INDICADORES DE SAÚDE: USO DA ANTROPOMETRIA NA ESCOLA ASSOCIATION OF HEALTH INDICATORS: USE AT SCHOOL ANTHROPOMETRY

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1 Recebido em: 11/07/2014 Parecer emitido em: 28/07/2014 Artigo original GONÇALVES, L.G. de O.; OLIVEIRA, J.N. de; BERNALDINO, E. de S.; SOUZA, F.D.P. de; BORGES, C.J.; FARIAS, E dos S; Associação de indicadores de saúde: uso da antropometria na escola. Coleção Pesquisa em Educação Física, vol. 13, n. 3, p , ASSOCIAÇÃO DE INDICADORES DE SAÚDE: USO DA ANTROPOMETRIA NA ESCOLA Luis Gonzaga de Oliveira Gonçalves 1,2, Juliana Nunes de Oliveira 2, Elizângela de Souza Bernaldino 2,3, Felipe Damião Pessoa de Souza 2, Célio José Borges 1,2,3, Edson dos Santos Farias 1,2 RESUMO Objetivo: Verificar a importância da antropometria como indicador de saúde em escolares na faixa etária de 07 a 11 anos de uma escola pública em Porto Velho. Método: Participaram 233 escolares (masc. 199 e fem. 114), com idades entre 07 a 11 anos. Através das medidas antropométricas foi avaliado o IMC, %G e CC. Foi utilizada a estatística descritiva básica: médias, desvios padrões. O teste de Correlação de Pearson para verificar a associação do IMC, %G e CC de acordo com a idade e sexo. Resultados: foi observada uma associação positiva entre percentual de gordura (%G), índice de massa corporal (IMC) e circunferência da cintura (CC) em todas as idades no sexo masculino. Ocorreu uma correlação muito alta entre o %G x IMC na idade de 07 anos; e alta nas idades de 08 a 11 anos de idade. Com relação ao %G x CC foi moderada aos 08 e 11 anos; alta aos 7 e 10 anos e muito alta aos 9 anos de idade. O nível de associação entre as variáveis IMC x CC foi muito alta aos 9 e 10 anos e alta nas demais idades. No grupo das meninas no cruzamento de %G com IMC aos 8 e 10 anos a correlação foi alta, nas demais idades moderadas. No %G com CC foi muito alta aos 10 anos, nas demais idades foi alta. Entre o IMC e CC com exceção dos 7 anos que foi muito alta, as demais idades a correlação foi alta. Conclusão: os parâmetros antropométricos através de medidas de peso, estatura, dobras cutâneas e circunferência da cintura quando avaliados pelo sexo e idade através do IMC, %G e CC são dados confiáveis e fidedignos para avaliar e controlar a saúde em escolares. Palavras chave: Antropometria. Saúde Escolar. ASSOCIATION OF HEALTH INDICATORS: USE AT SCHOOL ANTHROPOMETRY ABSTRACT Objective: To investigate the importance of anthropometry as an indicator of health in schoolchildren aged years in a public school in Porto Velho. Methods: Participants were 233 students (male 199 and female 114.), Aged years. Using anthropometric measures was evaluated body mass index, fat percentage and waist circumference. Basic descriptive statistics were used: mean, standard deviation. The Pearson correlation test to verify the association of body mass index, fat percentage and waist circumference according to age and sex. Results: A positive association between body fat percentage (BF%), body mass index (BMI) and waist circumference (WC) at all ages in males was observed. A very high correlation was found between BF% x BMI at age 07 years; and high at ages years old. With respect to BF% x CC was moderate at 8:11 years; High at 7 to 10 years and very high at 9 years of age. The level of association between BMI x WC variables was very high at 9 and 10 years and high in other ages. In the group of girls at the intersection of BF% with BMI at 8 and 10 years, the correlation was high, moderate in other ages. In BF% with WC was very high at 10 years, in most ages was high. Between BMI and WC with the exception of seven years which was very high, the other ages, the correlation was high. Conclusion: Anthropometric parameters through measurements of weight, height, skinfold thickness and waist circumference when assessed by sex and age by BMI, fat percentage and waist circumference are trustworthy and reliable for assessing and monitoring health in school data. Keywords: Anthropometry. School Health. Coleção Pesquisa em Educação Física - Vol. 13, n. 3, ISSN:

2 INTRODUÇÃO A promoção da saúde nos últimos anos tem sido entendida como uma estratégia promissora para enfrentar os múltiplos problemas de saúde pública que afetam a população humana. Nesta vertente, Malta; Merhy (2010), evidencia que no Brasil, a urbanização e a globalização desencadearam mudanças no estilo de vida e no perfil epidemiológico do país, concomitante com a predominância das doenças não transmissíveis e a necessidade emergente de melhorias nos cuidados com a saúde. Dentre as medidas enfatizadas pelo Ministério da Saúde, destacam-se, as ações previstas do Programa Saúde na Escola no que se refere à educação permanente em saúde, a promoção de hábitos alimentares saudáveis, a prática de atividades física e a avaliação nutricional, como importantes meios para incentivar a adoção e manutenção do estilo de vida saudável na fase escolar, especificamente no período da infância e adolescência e sua continuidade na fase adulta (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2009). Esse fato se deve principalmente porque no Brasil, a população infantil tem passado por transformações e transições que proporcionaram mudanças em seus hábitos alimentares e alterações no estilo de vida, que acabaram por afetar diretamente a composição corporal e suas condições de saúde com um aumento na ocorrência do sobrepeso e obesidade (RINALDI et al., 2008; REIS; VASCONCELOS; OLIVEIRA, 2011). Sendo os indicadores de sobrepeso e a obesidade, considerados nos dias atuais um problema de saúde pública, tendo em vista que constituem fatores de risco para o estilo de vida saudável e no desenvolvimento de doenças cardiovasculares, diabetes, entre outras (BERNARDO et al., 2012). Dessa forma, o conhecimento dos fatores de risco, como excesso de peso na infantil tem se mostrado como esta sendo fundamental para definir prioridades e estratégias de ações em Saúde Pública, especialmente na prevenção e no controle dessas morbidades, diminuindo o risco das crianças e jovens se tornarem adultos obesos (MONTEIRO; AERTS; ZART, 2010; REIS; VASCONCELOS; OLIVEIRA, 2011). No ambiente escolar, ações simples como medidas de peso e altura são de suma importância para classificar o estado nutricional e definir rumos para o planejamento e implementação das políticas públicas no país (REIS; VASCONCELOS; OLIVEIRA, 2011). Neste contexto, a aplicabilidade da antropometria na escola tem sido evidenciada em estudos epidemiológicos e no âmbito da saúde pública, como indicador de crescimento, desenvolvimento e saúde em crianças e adolescente, tendo em vista que consiste em uma ferramenta preventiva de baixo custo e muito importante para o diagnóstico, intervenção, controle nutricional e para identificar os riscos associados à saúde dos escolares em geral (ORLONSKI et al., 2009; RICARDO; CALDEIRA; CORSO, 2009). Diante do exposto, este trabalho teve por objetivo verificar a importância da antropometria como indicador de saúde em escolares na faixa etária de 07 a 11 anos do ensino fundamental de uma escola municipal em Porto Velho - RO. MÉTODOS A população alvo deste estudo abrangeu os 556 alunos matriculados no ensino fundamental I de uma escola da rede pública municipal, localizada em uma zona periférica da cidade de Porto Velho/RO. Para a seleção da amostra foi uma técnica de amostragem simples por sorteio, o cálculo do tamanho da amostral utilizado foi o sugerido por Barbetta (2010) com um erro amostral estimado em 5% e nível de confiança de 95%, resultando em 233 escolares, sendo do sexo masculino 199 e feminino 114 com idades entre 07 a 11 anos. O critério de inclusão foi todos os voluntários que assinaram o Termo de Consentimento Livre Esclarecido (TCLE) e participaram em todas as etapas da coleta de dados. A coleta de dados foi realizada mediante a autorização das direções das escolas, pais e alunos, através da assinatura do termo de consentimento livre esclarecido. O estudo foi aprovado pelo comitê de Ética em pesquisa com seres humanos da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) (protocolo nº ). As medidas das variáveis antropométricas foram de peso (kg), estatura (cm), dobra cutâneas subescapular (DCSE, mm) e tricipital (DCTR, mm), circunferência da cintura (CC, cm), seguindo a padronização de Petroski (2009). Com base nas medidas de peso e estatura, determinou-se o Índice de Massa Corporal (IMC) = peso (kg) /estatura (m 2 ). O percentual de gordura corporal (%G) foi calculado a partir das equações elaboradas por Slaughter et al., (1988), que utilizam as dobras cutâneas tricipital e subescapular. 50 Coleção Pesquisa em Educação Física - Vol. 13, n. 3, ISSN:

3 Na análise das variáveis quantitativas, foi utilizada a estatística descritiva básica: médias, desvios padrões. O teste de Correlação de Pearson para verificar a associação do IMC, %G e CC de acordo com o sexo e idade. Para classificação do coeficiente Pearson adotou-se o seguinte critério: <r=20 muito baixa, r=0,20-0,39 baixa, r=0,40-0,69 moderada, r=0,70-0,89 alta e r=0,90-1,0 muito alta (MALETTA, 2000). O nível e significância adotado foi de 5%. RESULTADOS Na tabela 1, são apresentadas as características antropométricas de meninos e meninas na faixa etária de 07 a 11 anos de idade, relacionadas com as variáveis: peso corporal, estatura, índice de massa corporal (IMC), circunferência da cintura (CC) e percentual de gordura (%G). Tabela 1. Dados antropométricos da amostra estudada em média (M) e desvio padrão (DP). Variáveis M DP M DP M DP M DP M DP Sexo Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Peso (Kg) 23,0 ± 5,1 23,3 ± 3,3 25,0 ± 4,4 24,5 ± 3,9 29,7± 5,4 27,4 ± 6,1 29,2 ± 5,9 30,8 ± 5,2 34,2 ± 6,1 35,7 ± 6,9 Estatura (cm) 120,3 ± 7,4 122,7 ± 5,7 125,0 ± 6,2 123,7± 5,4 132,8 ± 3,5 129,5± 6,7 133,3 ± 5,4 137,2 ± 6,1 140,9 ± 5,3 143,4 ± 7,4 IMC (Kg/m²) 15,7 ± 1,73 15,5 ± 1,5 15,9 ± 1,8 15,9 ± 1,6 16,8 ± 2,5 16,2 ± 2,7 16,3 ± 2,3 16,3 ± 2,0 17,1 ± 2,1 14,1 ± 7,2 CC (cm) 54,6 ± 4,9 52,7 ± 3,5 55,2 ± 5,0 53,6 ± 3,6 56,3 ± 3,8 56,4 ± 6,3 58,8 ± 6,0 55,3 ± 4,3 61,4 ± 5,5 60,1 ± 4,4 %G 13,9 ± 3,8 15,7 ± 4,9 14,2 ± 4,9 15,4 ± 3,8 13,0 ± 4,3 18,5 ± 6,0 15,8 ± 7,0 19,3 ± 8,3 15,8 ± 8,6 20,8 ± 4,3 Observa-se que houve um crescimento e desenvolvimento linear desses escolares em relação à média e desvio-padrão, com predomínio de maior peso e percentual de gordura para as meninas, na estatura o predomínio maior foi das meninas com exceção aos 7 e 10 anos de idade, a circunferência da cintura foi maior nos meninos em todas as idades. Na tabela 2 é demonstrado uma associação positiva entre as variáveis percentual de gordura (%G), índice de massa corporal (IMC) e circunferência da cintura (CC) em todas as idades pesquisadas no sexo masculino. Tabela 2. Coeficiente de correlação de Pearson entre as variáveis antropométricas no sexo masculino. Variáveis r p r p r p r p r p %G x IMC 0,92 <0,0001 0,72 <0,0001 0,89 <0,0001 0,87 <0,0001 0,89 <0,0001 %G x CC 0,72 0,002 0,57 0,0008 0,91 <0,0001 0,79 <0,0001 0,61 0,007 IMC x CC 0,76 0,008 0,88 <0,0001 0,91 <0,0001 0,94 <0,0001 0,79 <0,0001 (p < 0,05) teste de correlação de Pearson. Coleção Pesquisa em Educação Física - Vol. 13, n. 3, ISSN:

4 Especificamente, pode-se notar que houve uma correlação muito alta entre o %G x IMC na idade de 07 anos; e alta nas idades de 08 a 11 anos de idade. Com relação ao %G x CC foi moderada aos 08 e 11 anos; alta aos 7 e 10 anos e muito alta aos 9 anos de idade. O nível de associação entre as variáveis IMC x CC foi muito alta aos 9 e 10 anos e alta nas demais idades. Em relação ao sexo feminino, a associação das variáveis estudadas em cada faixa etária, são descritos na tabela 3. Tabela 3. Coeficiente de correlação de Pearson entre as variáveis antropométricas no sexo feminino Variáveis r p r p r p r p r p %G x IMC 0,61 0,008 0,85 <0,0001 0,54 0,001 0,81 <0,0001 0,57 0,06 %G x CC 0,68 0,002 0,78 <0,0001 0,76 <0,0001 0,90 <0,0001 0,72 0,01 IMC x CC 0,91 <0,0001 0,81 <0,0001 0,84 <0,0001 0,89 <0,0001 0,72 0,01 (p < 0,05) teste de correlação de Pearson. Verifica-se na tabela 3 que nas meninas, o cruzamento da variável Percentual de Gordura (%G) com o Índice de Massa Corporal (IMC) aos 8 e 10 anos a correlação foi alta, e nas demais idades moderadas. No Percentual de Gordura (%G) com a Circunferência da Cintura (CC) foi muito alta aos 10 anos, nas demais idades foi alta. Entre o Índice de massa Corporal (IMC) e Circunferência da Cintura (CC) com exceção dos 7 anos que foi muito alta, as demais idades a correlação foi alta DISCUSSÃO Apesar de existir muitos trabalhos utilizando a antropometria como indicador de saúde, são poucos os que incentivam sua aplicabilidade como um elo de ligação relevante com a vigilância em saúde no ambiente escolar. Portanto, neste trabalho, a partir da análise dos resultados serão apresentados outros estudos que corroboram com a utilização da antropometria nos aspectos preventivos relacionados com diversas patologias que podem iniciar seu desenvolvimento na fase escolar. Para a verificação dos níveis de saúde da população, o uso de indicadores antropométricos e de aptidão física para averiguar as condições de saúde são amplamente abordados. Com relação à importância da antropometria, a OMS em 2004 no relatório sobre a obesidade, destaca o uso do IMC associado com alguma variável de distribuição da gordura corporal (RCQ, CC) para a identificação de morbidades associadas com a obesidade. Em estudos com crianças e adolescentes (Machado et al., 2014), detectou-se alta associação (r=0,90) do IMC e CC em adolescentes e crianças, respectivamente, de ambos os sexos, Elinder et al., (2014), observou moderada/alta (r=70, r=91) correlação entre IMC e %G entre as crianças americanas. Kuryan et al., (2013) encontraram boa relação no uso da medida da circunferência da cintura com o %G em estudantes. Com o uso do IMC vários estudos têm demonstrado confiabilidade e fidedignidade na classificação de excesso de peso (sobrepeso e obesidade) com o uso do WHO/CDC z-escore e percentis em crianças e adolescentes. Farias; Guerra-Júnior; Petroski, (2008), avaliaram o estado nutricional em escolares de ambos os sexos, na faixa etária de 7 a 10 anos com baixo nível socioeconômico, pertencentes à rede municipal de ensino da cidade de Porto Velho/RO, e identificaram baixos índices de desnutrição ou sobrepeso/obesidade nos escolares, bem como não foi observada diferença significativa entre os sexos para os indicadores de peso ou estatura. Ricardo; Caldeira; Corso (2009) em um estudo transversal com escolares do ensino fundamental do Estado de Santa Catarina, com idades entre 6 a 10 anos de idade, avaliou o índice de massa corporal para diagnosticar sobrepeso e obesidade e como resultado, identificou-se uma prevalência de sobrepeso em 15,4% e de obesidade, 6,0%. 52 Coleção Pesquisa em Educação Física - Vol. 13, n. 3, ISSN:

5 Outro trabalho sobre a monitoração da saúde das crianças em idade escolar foi o de Garnet et al., (2007), em que ao avaliarem o IMC e CC de crianças na faixa etária de 08 anos, constatou-se um elevado número de crianças com sobrepeso/obesidade, após sete anos, ao serem reavaliados, verificou-se que 78,9% das crianças que tinham sobrepeso ou obesidade, e 69,2% que apresentaram circunferência da cintura elevada na primeira avaliação e continuaram na segunda avaliação com alto índice de medida da cintura. No Brasil, dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares, 2008/2009, em que foram utilizadas as medidas antropométricas peso, estatura corporal e pelo IMC, verificou-se uma grande frequência de excesso de peso e obesidade nas faixas etárias acima de 5 anos (IBGE, 2010). Em um estudo de revisão sobre métodos de avaliação da composição corporal em crianças, no período entre 1990 e 2007, Patton; McPherson (2013) encontraram 265 artigos sobre o referido tema, após criteriosa análise, foram selecionadas 48 publicações que atendiam o objetivo do estudo, observaram-se quando comparados os métodos laboratoriais mais caros (ex: DEXA; Plestimografia e Bioimpedância elétrica) com outros mais simples e baratos (ex: IMC; %G e CC), encontrou-se uma moderada/alta associação. Isso pode significar uma possibilidade de acessibilidade para métodos confiáveis de verificação da composição corporal em crianças e adolescentes e a sua utilização no ambiente escolar para controle e monitoramento de excesso de peso. Para verificar a associação entre as medidas antropométricas simples com a Síndrome Metabólica, França et al., (2010), avaliaram 109 crianças de 07 a 11 anos de escolas públicas de Tabatinga, Brasília DF, para o diagnóstico da síndrome metabólica, adaptado à idade, utilizou-se o critério National Cholesterol Education Programa e as medidas antropométricas realizadas como possíveis preditores, foram: índice de massa corporal (IMC), circunferência da cintura (CC), relação cintura/quadril (RCQ), índice de conicidade (índice C) e o percentual de gordura corporal, os resultados indicaram que os principais preditores da Síndrome Metabólica foram: IMC r= 0,81; CC r= 0,79 e %G r= 0,79, assim, pode-se inferir que medidas antropométricas utilizadas adequadamente, servem como um importante auxílio em um processo preventivo para a Síndrome Metabólica em escolares. Em um Estudo epidemiológico transversal, de base populacional escolar, em crianças e adolescentes de ambos os sexos, na faixa etária de 7 e 17 anos, Carvalho; Dutra; Araújo, (2009), procuraram identificar associação entre a obesidade, caracterizada pelas variáveis: circunferência da cintura (CC), índice de massa corporal (IMC) e prega cutânea triciptal (PTR), com a pressão elevada nessa população, o referido estudo, avaliou-se estudantes (masc. 547 idade: 12,4 ± 2,9 anos), e foi identificado uma prevalência de obesidade (IMC, PCT, CC), respectivamente, de 13,7%, 14,8% e 9,3%. A Pressão arterial elevada - PAE foi identificada em 7,7% da amostra estudada. Também, houve associação significativa da obesidade (IMC, PCT, CC) com PAE (*p < 0,0001). Observou-se correlação forte (*p < 0,01) entre CC e IMC; moderada entre CC e PCT, CC e PAS, IMC e PAS (*p < 0,01); fraca entre PAD e CC, PCT e IMC, e entre PAS e PCT (*p < 0,05). Em um trabalho de caráter transversal, que teve como objetivo investigar a associação entre Hipertensão Arterial e adiposidade corporal de crianças e adolescentes obesos na faixa etária de 7 a 14 anos, que procuraram atendimento junto ao Sistema Único de Saúde (SUS), na cidade de Campo Grande/MS, para tratamento da obesidade, foi verificado que o grupo dos hipertensos apresentou níveis mais elevados de IMC e o %GC quando comparado com o normotenso (p<0,05) (FERREIRA; AYDOS, 2009). Pinho et al., (2010) em um estudo transversal realizado no município Bezerros/PE, analisaram os indicadores antropométricos de 735 crianças da rede pública de ensino, na faixa etária de 1 a 7 anos, e constataram que a obesidade e a baixa estatura aparecem como os principais problemas nutricionais relativos aos dados antropométricos. O autor aponta a necessidade de monitoramento do estado nutricional e de atuação articulada entre escolas e serviços de saúde para a prevenção e controle efetivo dos desvios nutricionais. Monteiro; Aerts; Zart (2010), avaliaram o estado nutricional de escolares da rede pública municipal de Gravataí/SC, segundo sexo, faixa etária, maturidade sexual, localização da escola e percepção da imagem corporal. Como resultados, identificaram um estado nutricional eutrófico em 64,3%; e 31,1% com sobrepeso/obesidade, 6,4% desnutrição e 8,2% risco para baixo peso. Reis; Vasconcelos; Oliveira (2011) em uma pesquisa de revisão, analisaram a abordagem do perfil antropométrico dos escolares brasileiros, em 28 estudos publicados nas bases de dados Scielo, Lilacs e Medline, no período entre 1985 e Os resultados mostraram que, nas regiões Norte, Nordeste e nas áreas carentes existe maior prevalência de desnutrição, enquanto nas regiões Sudeste, Sul e zonas mais favorecidas há maior prevalência de sobrepeso e obesidade, bem como verificou a coexistência das duas condições nas mesmas localidades. Coleção Pesquisa em Educação Física - Vol. 13, n. 3, ISSN:

6 De uma forma mais crítica, podemos estabelecer, diante dos estudos apresentados, que medidas de composição corporal simples e de baixo custo, podem ser utilizadas para avaliar tantos padrões de crescimento e desenvolvimen to quanto para quantificar a gordura corporal relativa em crianças e adolescentes. O aumento da prevalência da obesidade infantil e o fato de se tratar de um fator de risco para a obesidade adulta, além de preditor de doenças cardiovasculares, tornam a avaliação criteriosa da composição corporal na criança uma importante variável de promoção da saúde na escola. O momento de iniciar a educação para a prevenção de patologias é na fase escolar. Quanto mais novas as crianças tiverem noção de bons hábitos de saúde, sua importância e como adquiri-los, menores serão os gastos futuros em internações. Struempler et al., (2014) ressalta o grande valor que a Educação Física assume por estar no local apropriado para o início da educação para a saúde, e a valorização da disciplina que tem uma influência fundamental no período escolar fase do crescimento e desenvolvimento das crianças e adolescentes, trabalhando os conceitos educação e saúde relacionada ao comportamento de prevenção e fator de risco com a comunidade escolar os pais, as crianças e adolescentes. Nos últimos anos, observa-se na literatura uma preocupação constante quanto aos cuidados em prevenção da saúde. A estimulação para o conhecimento em relação aos fatores riscos associado às doenças crônicas degenerativas; a promoção do estilo de vida saudável e a utilização de estratégias eficientes para implementação das políticas públicas; a aplicabilidade de programas de intervenção e promoção de saúde, para o desenvolvimento de ações preventivas na escola. A antropometria como um indicador nutricional deve ser usada de forma continuada pelo profissional de Educação Física na escola para acompanhar o crescimento e desenvolvimento dos seus alunos e por ser este um método também usado por outros profissionais da área da saúde. Isso possibilitará ao profissional de Educação Física ter mais visibilidade e facilidade na comunicação com os demais profissionais sempre que for necessário. Nesse sentido, os indicadores antropométricos ao se associarem, confirmam a importância das medidas antropométricas para a identificação dos níveis de saúde das crianças, possibilitando assegurar que pelo menos nessa amostra, pode-se utilizar qualquer um dos métodos como indicador de saúde devido a sua associação entre elas, principalmente com o percentual de gordura corporal. CONSIDERAÇÕES FINAIS Para avaliação do estado nutricional de crianças e adolescentes, o índice de massa corporal ainda é um preditor indicado para avaliar e classificar o excesso de peso (sobrepeso e obesidade) em crianças e adolescentes. O presente estudo mostrou uma correção positiva entre os indicadores IMC X %G, IMC X CC e CC X %G moderada e alta correção para medir e avaliar a gordura. Os parâmetros antropométricos de medir a massa corporal, a estatura, a circunferência da cintura, as dobras cutâneas, possibilita verificar as associações entre as variáveis estudadas IMC, %G e CC, e constatar que, ao se utilizar com critérios metodológicos e científicos, podemos trazer informações importantes monitorar e controlar os aspectos de saúde em escolares. REFERÊNCIAS BARBETTA, P.A. Estatística aplicada às ciências sociais. Florianópolis: 7ª ed. Florianópolis: UFSC, BERNARDO, C.O.; PUDLA, K.J.; LONGO, G.Z.; VASCONCELOS, F.A.G. Fatores associados ao estado nutricional de escolares de 7 a 10 anos: aspectos sociodemográficos, de consumo alimentar e estado nutricional dos pais. Revista Brasileira de Epidemiologia. v.15, n.3, p , mar CARVALHO, K.M.B.; DUTRA, E.S.; ARAUJO, M.S.N. Obesidade e Síndrome metabólica. In: CUPPARI, L. Nutrição na doença crônica não transmissível. Barueri, SP: Manole, p , Coleção Pesquisa em Educação Física - Vol. 13, n. 3, ISSN:

7 ELINDER, L.S.; HEINEMANS, N.; ZEEBARI, Z.; PATTERSON, E. Longitudinal changes in health behaviours and body weight among Swedish school children - associations with age, gender and parental education - the SCIP school cohort. BMC Public Health. v. 13, n. 1. P , jun FARIAS, E.S.; GUERRA-JÚNIOR, G.; PETROSKI, E. L. Estado nutricional de escolares em Porto Velho, Rondônia. Revista de Nutrição. v. 21, n.4, p , abr FERREIRA, J.S.; AYDOS, R. D. Adiposidade corporal e hipertensão arterial em crianças e adolescentes obesos. Revista Brasileira em Promoção da Saúde. v. 22, n. 2, p , FRANÇA, A.K.T. da C.; SANTOS, A.M. dos; CALADO, I.L.; SANTOS, E.M.dos; CABRAL, P.C.; SALGADO, J.V.L.; GOLDRAICH, N.P.; FILHO, N.S. Filtração glomerular e fatores associados em hipertensos atendidos na atenção básica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, São Paulo, v. 94, n. 6, p , GARNET, S.P.; BAUR, L.A.; SRINIVASAN, S.; LEE, J.W.; COWELL, C. Body mass index and waist circumference in midchildhood and adverse cardiovascular disease risk clustering in adolescence. American Journal of Clinical Nutrition. v. 86, n.3, p , mar IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa de orçamento familiares, Rio de Janeiro, KURYAN, R.; FRANKEL, D.; CERVONI, B.; KOLTUN, A.; LOWELL, B.; ALTSHULER, L.; ROSENBAUM, M.; SHELOV, S.P.; CAREY, D.E.; ACCACHA, S.; FENNOY, I.; RAPAPORT, R.; ROSENFELD, W.; TEN, S.; SPEISER, P.W. Effects of parental origins and length of residency on adiposity measures and nutrition in urban middle school students: a cross-sectional study. International Journal of Pediatric Endocrinology. v. 13, n. 1. p MACHADO, T.C.; NASCIMENTO, V.G.; SILVA, J.P.; BERTOLI, C.; LEONE, C. Body composition of preschool children and relation to birth weight. Revista Associação Médica Brasileira. v. 60, n. 2, p , fev MALETTA, C.H.M. Bioestatística: Saúde Pública. 3. ed. Belo Horizonte: Independente, MALTA, D.C.; MERHY, E.E. O percurso da linha do cuidado sob a perspectiva das doenças crônicas não transmissíveis. Interface Comunicação, Saúde e Educação. v. 14, p MONTEIRO, L.N; AERTS, D.; ZART, V.B. Estado nutricional de estudantes de escolas públicas e fatores associados em um distrito de saúde do Município de Gravataí, Rio Grande do Sul. Epidemiologia e Serviços. Saúde. v.19, n.3, p , mar MINISTÉRIO DA SAÚDE. Cadernos de Atenção Básica Saúde na escola Série B. Textos Básicos de Saúde. Brasília, ORLONSKI, S.; DELLAGRANA, R.A.; RECH, C.A.; ARAÚJO, E.D.S. Estado nutricional e fatores associados ao déficit de estatura em crianças atendidas por uma unidade de ensino básico de tempo integral. Revista Brasileira de Crescimento e Desenvolvimento Humano. v.19, n.1, p , jan PATTON, I.T.; MCPHERSON, A.C. Anthropometric measurements in Canadian children: a scoping review. Can J Public Health. v. 17, n. 5, p , Set PETROSKI, E.L. Antropometria: técnicas e padronizações. 3. ed. Porto Alegre: Palloti, PINHO, C.P.S.; SILVA, J.E.M.; SILVA, A.C.G.; ARAÚJO, N.N.A.; FERNANDES, C.E.; PINTO, F.C.L. Avaliação antropométrica de crianças em creches do município de Bezerros, PE. Revista Paulista de Pediatria. v. 28, n. 3, p , REIS, C.E.G.; VASCONCELOS, I.A.L.; OLIVEIRA, O.M.V. Panorama do estado antropométrico dos escolares brasileiros. Revista Paulista de Pediatria. v. 29, n.1, p jan Coleção Pesquisa em Educação Física - Vol. 13, n. 3, ISSN:

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