UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA UNIR NÚCLEO DE SAÚDE NUSAU DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA DEF CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM EDUCAÇÃO FÍSICA

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA UNIR NÚCLEO DE SAÚDE NUSAU DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA DEF CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM EDUCAÇÃO FÍSICA HEMODINÂMICA ENTRE SEDENTÁRIOS E PRATICANTES DE TREINAMENTO FÍSICO CONTRA RESISTIDO: UM ESTUDO COMPARATIVO MONOGRAFIA DE GRADUAÇÃO Acadêmico: Bruno Saraiva Lopes Porto Velho RO 2010

2 HEMODINÂMICA ENTRE SEDENTÁRIOS E PRATICANTES DE TREINAMENTO FÍSICO CONTRA RESISTIDO: UM ESTUDO COMPARATIVO. Autor: Bruno Saraiva Lopes Orientador: Prof. Dr. Hélio Franklin Rodrigues de Almeida Monografia apresentada ao curso de Educação Física do Núcleo de Saúde da Universidade Federal de Rondônia, como requisito para obtenção do título de graduado em Licenciatura Plena em Educação Física. Porto Velho RO 2010

3 ii Autor: Bruno Saraiva Lopes Título do Trabalho: HEMODINÂMICA ENTRE SEDENTÁRIOS E PRATICANTES DE TREINAMENTO FÍSICO CONTRA RESISTIDO: UM ESTUDO COMPARATIVO Data da Defesa: 14 / 12 / 2010 BANCA EXAMINADORA Prof. Dr. Hélio Franklin Rodrigues de Ameida Orientador Julgamento: Assinatura: Prof. Dra. Ivete de Aquino Freire Julgamento: Assinatura: Prof. Esp. José Carlos Curi Julgamento: Assinatura: NOTA: ( ) Porto Velho 14 de Dezembro de 2010

4 iii DEDICATÓRIA Ao Professor Dr. Hélio Franklin Rodrigues de Almeida por acreditar em mim e em meu projeto de pesquisa.

5 iv AGRADECIMENTOS Sempre entusiasmado e motivado com o curso de Licenciatura Plena em Educação Física, cheguei a um final satisfatório com a consolidação desta graduação. Embora constantes sacrifícios de ordem pessoal e afetiva se fizessem presentes neste longo caminho, sei que as suas superações me fortaleceram cada vez mais, induzindome a profundas reflexões acadêmicas e pessoais. Assim, faço alguns agradecimentos de ordem: Religiosa: A Deus, razão de todas as existências. Pessoal: Aos meus pais: Manoel Lopes Neto e Vânia Maria Saraiva Lopes, pelo apoio e incentivo ao longo destes anos; e A companheira e amiga Janaína da Costa França, pela compreensão, apoio e incentivo ao longo destes anos. Acadêmica: Ao meu Orientador: Prof. Dr. Hélio Franklin Rodrigues de Almeida, pelas orientações seguras, lições de ética, paciência e a altivez de um líder que veio para ficar, com o qual tive o privilégio de conviver e aprender; A Prof. Dr. Ivete de Aquino Freire, pelo incentivo e parceria em produções acadêmicas; e Aos acadêmicos Clarice Lemos e Ualesson Azevedo, pelo apoio prestado na coleta de dados desta pesquisa. Institucional: À Universidade Federal de Rondônia - UNIR, pela formação acadêmica recebida; e À Coordenação da Academia WIN de Porto Velho RO, a qual viabilizou os meios para a coleta de dados desta pesquisa.

6 v SUMÁRIO ELEMENTOS PRÉ TEXTUAIS SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS LISTA DE TABELAS LISTA DE SIGLAS RESUMO ABSTRACT v vii viii ix xi xii ELEMENTOS TEXTUAIS 1. INTRODUÇÃO Problematização Justificativa Objetivos Objetivo geral Objetivos específicos Delimitação do estudo REVISÃO DE LITERATURA Orientações gerais O sistema cardiocirculatório O coração Os vasos sanguíneos O sangue Hemodinâmica Fenômenos hemodinâmicos centrais Freqüência cardíaca Volume sistólico Débito cardíaco Consumo máximo de oxigênio do miocárdio Fenômenos hemodinâmicos periféricos 15

7 vi Distribuição do fluxo sanguíneo Diferença arteriovenosa de oxigênio Fenômenos hemodinâmicos periféricos centrais Pressão arterial sanguínea Duplo produto Resistência periférica total METODOLOGIA Caracterização da pesquisa População e amostra Procedimentos para seleção da amostra Descrição do desenho do estudo Controle do estudo Seleção do quadro de avaliadores e controle das condições de testagem Variáveis do estudo Variável dependente Parâmetros funcionais hemodinâmicos Definições conceituais e procedimentos operacionais Parâmetros morfológicos Definições conceituais e procedimentos operacionais Tratamento estatístico Resultados e Discussões Características físicas da amostra Análise das variáveis dependentes Conclusão Propostas de novas investigações 38 ELEMENTOS PÓS TEXTUAIS REFERÊNCIAS 39 ANEXOS 41

8 vii LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 Quadro demonstrativo do desenho da pesquisa 20 FIGURA 2 Protocolo de ELLESTAD apud LEITE (2000) 23 FIGURA 3 Correção da pressão arterial sanguínea 28

9 viii LISTA DE TABELAS TABELA 1 Característica física da amostra 34 TABELA 2 Resultados das variáveis: FCR, PAS, PAD, PAM, VO 2 máx., DC, VS, DP e MIVO 2 máx. 35

10 ix LISTA DE SIGLAS, ABREVIATURAS E SÍMBOLOS AF bpm DC DP E FC FCME FCR GE HAS litros/min. MIVO 2 máx. ml/100g Atividade física Batimentos por minuto Débito cardíaco Duplo produto Estatura Freqüência cardíaca Freqüência cardíaca máxima de esforço Freqüência cardíaca de repouso Grupo de estudo Hipertensão arterial sanguínea Litros por minuto Consumo máximo de oxigênio do miocárdio Mililitros por 100 gramas de músculos ml/100g MIVO 2 máx. Mililitros para cada 100 gramas da massa muscular do miocárdio ml/bpm ml O 2 /1.000 mmhg/bpm PA PAD PAM PAS PAS máx. PCT SC SGA Mililitros por batimento Mililitros de oxigênio para cada litro de sangue Milímetros de mercúrio por batimento cardíaco Pressão arterial sanguínea Pressão arterial diastólica Pressão arterial média Pressão arterial sistólica Pressão arterial sistólica máxima obtida em esforço Peso corporal total Sistema cardiocirculatório Subgrupo A

11 x SGC TFCR VDF VO 2 máx. VS Subgrupo de controle Treinamento físico contra resistido Volume diastólico final Consumo máximo de oxigênio Volume sistólico

12 xi HEMODINÂMICA ENTRE SEDENTÁRIOS E PRATICANTES DE TREINAMENTO FÍSICO CONTRA RESISTIDO: UM ESTUDO COMPARATIVO Bruno Saraiva Lopes RESUMO Este estudo objetivou comparar as variáveis hemodinâmicas entre sujeitos sedentários e praticantes de treinamento físico contra resistido (TFCR). A amostra foi composta por 18 sujeitos do gênero masculino, os quais formaram o grupo de estudo (GE), sendo este divido em dois subgrupos, com as seguintes características físicas: 1) o subgrupo de estudo A (SGEA), composto por 9 sujeitos normotensos com 6 a 24 meses de experiência em TFCR (idade: 20,66 ± 2,397; peso corporal total: 69,65 ± 7,357; estatura:172,06 ± 2,921), e 2) o subgrupo de controle (SGC), composto por 9 sujeitos sedentários (idade: 22,44 ± 2,351; peso corporal total: 75,96 ± 14,054; estatura: 173,73 ± 6,904). As variáveis dependentes deste estudo foram: a) Freqüência Cardíaca de Repouso (FCR); b) Débito Cardíaco (DC); c) Volume Sistólico (VS); d) Pressão Arterial Sistólica (PAS); e) Pressão Arterial Diastólica (PAD); f) Pressão Arterial Média (PAM) g) Duplo Produto (DP); e h) Consumo Máximo de Oxigênio do Miocárdio (MIVO2 máx.), sendo estas, em ambos os subgrupos de estudo, avaliadas através dos mesmos procedimentos de testagem e medição. Inicialmente, para análise das características físicas da amostra utilizou-se a estatística descritiva, e posteriormente, objetivando detectar possíveis diferenças significativas entre os subgrupos de estudo foi aplicado o teste t de Student para amostras independentes. Constatou-se que o SGEA apresentou diferenças significativas apenas nas variáveis PAS (p=0,001), PAD (p=0,026) e PAM (p=0,001), com o mesmo não ocorrendo em nenhuma das variáveis pesquisadas no SGC. Sugere-se que o TFCR não é o sistema de treino mais indicado para promover melhorias significativas em variáveis hemodinâmicas, recomendando-se que os sujeitos ao se iniciarem num programa de TFCR objetivando melhorias funcionais para a qualidade de vida, incluam nas suas sessões de treino, cargas de trabalho físico aeróbias para garantir a obtenção de níveis funcionais hemodinâmicos adequados. PALAVRAS CHAVE: Hemodinâmica, treinamento físico contra resistido

13 xii HEMODYNAMIC BETWEEN SEDENTARY AND PRACTITIONERS OF RESISTANCE AGAINST PHYSICAL TRAINING: A COMPARATIVE STUDY. Bruno Saraiva Lopes ABSTRACT This study aimed to compare hemodynamic variables between sedentary subjects and practitioners of exercise training against resistance (TFCR). The sample consisted of 18 male subjects who formed the study group (GE) which is divided into two subgroups with the following characteristics: 1) the subgroup of study "A" (SGEA), composed of 9 normotensive subjects with 6-24 months experience in TFCR (age: ± 2.397, total body weight: ± 7.357, height: ± 2.921), and 2) the subgroup of control (SGC), composed of 9 sedentary subjects (age: ± 2.351, total body weight: ± , height: ± 6.904). The dependent variables in this study were: a) Resting Heart Rate (FCR), b) Cardiac Output (DC); c) Stroke Volume (VS) d) Systolic blood pressure (PAS), e) Diastolic blood pressure (PAD) f) Mean Arterial Pressure (PAM) g) Double Product (DP), h) Maximal Oxygen Uptake Myocardial Infarction (MIVO2 max.) while the same in both groups of study as assessed through the same testing procedures and measuring. Initially to analyze the physical characteristics of the sample we used descriptive statistics and later aiming to detect possible significant differences between the subgroups was applied to test t de Student for independent sample. It was found that the SGEA only showed significant differences in PAS (p = 0.001), PAD (p = 0.026) and PAM (p = 0.001), which did not occur in any of the variables investigated in the SGC. It is suggested that the TFCR is not the most appropriate training system to promote significant improvements in hemodynamic variables recommending that the subject would commence a program aiming TFCR functional improvements to the quality of life including in their training sessions aerobic physical workloads to ensure the achievement of adequate hemodynamic functional levels. KEYWORDS: Hemodynamic, physical training against resistance.

14 1. Introdução 1.1. Problematização Antigamente os povos exploravam os recursos naturais para sua sobrevivência (caça, pesca, agricultura, etc.), até que, escasseados tais recursos em função do consumo próprio, estes deslocavam-se para uma nova área reiniciando o dito processo. Com o passar do tempo, principalmente após a Revolução Industrial em meados do século XVIII, a comodidade acentuada da vida moderna ocasionada pelo avanço tecnológico, proporciona cada vez mais, baixas taxas de esforços físicos diários ao homem, sendo este fenômeno entendido pela literatura especializada como sedentarismo (NETO, 1997). É consenso na literatura que tal fenômeno é responsável pelo surgimento de diversas patologias crônico-degenerativas, tais como, arteriosclerose, hipertensão arterial sanguínea, diabetes, artrose, osteoartrite, câncer, entre outras, com estas doenças podendo levar a além de uma diminuição funcional orgânica, também ao óbito (SHARKEY, 1998; NIEMAN, 1999; PITANGA, 2004; SIMÃO, 2007). Sobre este aspecto, numa visão epidemiológica os estudos de Powers & Howley (2005), mostram que em 1999 nos Estados Unidos da America do Norte, tais doenças foram responsáveis por mais de 1,5 milhões de mortes, sendo que, no Brasil estas implicam anualmente em um milhão de internações e em 25% dos óbitos ocorridos (OLIVEIRA et al. 2004). Para alguns autores, a atividade física (AF), ou seja, qualquer movimento corporal resultante de uma contração muscular esquelética que gere gasto energético acima dos níveis de repouso (TOPOL, 2005), é entendida como uma ferramenta eficaz na prevenção e no tratamento das doenças anteriormente citadas (SHARKEY, 1998; POWERS & HOWLEY, 2005; TOPOL, 2005; NEGRÃO & BARRETTO, 2006). No entanto, autores mais contemporâneos (RODRIGUES DE ALMEIDA, 2007), sugerem que para AF ter tal propriedade, a mesma deve sofrer um processo de planejamento em relação a sua duração, intensidade, freqüência e repetição, sendo denominado a partir de então como exercício físico. Rodrigues de Almeida (2007), sugere ainda que somente nestes moldes, ou seja, orientada por um profissional com a formação acadêmica competente, a AF tem a propriedade de desenvolver adequadamente os níveis funcionais orgânicos sistêmicos dos sujeitos em geral para atendimento de suas necessidades específicas, estado esse conhecido como aptidão física.

15 2 Dentre as diversas manifestações das atividades físicas, se avulta a prática do treinamento físico contra resistido (TFCR), o qual, popularmente é conhecido como musculação. Segundo Fleck & Kraemer (1999), os efeitos fisiológicos deste tipo de treinamento estão claramente delineados, sendo enfatizados em maior escala, os morfológicos relacionados a hipertrofia muscular, ou seja, aos aumentos tanto do tamanho da fibra muscular, como também da quantidade das proteínas envolvidas no processo de contração músculo esquelética (GOLDSPINK, MACDOUGLAS et al., LUTHI et al. apud FLECK & KRAEMER, 2006). Entretanto, em relação aos efeitos funcionais no sistema cardiovascular, ou seja, as alterações dessa metodologia de treino no conjunto de fatores que ocorrem a partir do momento em que o sangue é ejetado na rede vascular em decorrência da sístole cardíaca, fenômeno esse denominado de hemodinâmica (LEITE, 2000), ainda é alvo de discussões acadêmicas. Sobre este assunto, estudos comparando os aspectos funcionais anteriormente citados em atletas, os quais analisam as variáveis: freqüência cardíaca de repouso (THOMAS apud LEITE, 2000), freqüência cardíaca sobre uma mesma intensidade de esforço (ASTRAND apud LEITE, 2000) e até mesmo, o volume cardíaco analisado através da ressonância magnética (ROSKAM apud LAMBERT, 1990), apontam alterações cardiovasculares mais significativas naqueles sujeitos que praticam esportes caracteristicamente de longa duração e baixa intensidade, dominantemente abastecidos do ponto de vista energético pelo sistema aeróbio. Nessa ótica, o TFCR por sua execução cinesiológica apresenta características opostas as atividades físicas aeróbias, uma vez que, seus estímulos físicos são executados com características de baixa duração e moderada/alta intensidades, requerendo um abastecimento energético dominado pelo sistema anaeróbio, impondo portanto, um estimulo diferente ao coração (FLECK & KRAEMER, 2006). Segundo os autores acima citados, nos esforços físicos aeróbios, existe a necessidade fisiológica do bombeamento de um grande volume de sangue sob pressão sanguínea relativamente baixa, enquanto durante o treinamento de força, caracteristicamente anaeróbio, um volume baixo de sangue é bombeado sob alta pressão relativa, sugerindo portanto, adaptações diferenciadas no referido órgão. Ainda Fleck & Kraemer (2006), neste tipo de treinamento existe a necessidade de se analisar o volume e a intensidade da carga de treino aplicada, pois estes fatores implicam em adaptações crônicas ocasionadas no músculo cardíaco. Ainda se tratando de efeitos do TFCR, Santarém (1998) faz referências a aspectos metabólicos influenciados pelo referido sistema de treino, abordando seus

16 3 efeitos sobre o perfil lipídico de seus praticantes, o qual contribui de forma direta a saúde cardiovascular, diminuindo a ação de fatores de risco coronariano. Porém, os estudos realizados sobre o referido assunto estão inconclusivos, pois sugerem que indivíduos submetidos a um TFCR, apresentam após os procedimentos experimentais, níveis de colesterol que variam de baixo, normal e alto em suas classificações (HURLEY, KRAEMER, DESCHENES & FLECK, STONE et al. apud FLECK & KRAEMER, 2006). Ampliando as perspectivas de discussões sobre o tema, Monteiro (2004) faz uma abordagem sobre a contribuição do TFCR para pré púberes e idosos quando prescrito, orientado e controlado de forma metodologicamente adequada, proporcionando ganhos de força muscular em ambas as populações, além de quebrar o paradigma que restringe o TFCR às crianças. Especificamente com relação a idosos, o referido autor ressalta também a melhora da qualidade física equilíbrio nesta população, fato esse que minimiza o risco de lesões, uma vez que, de maneira geral em atividades cotidianas os idosos são mais propensos a quedas e conseqüentemente a contusões. Ainda sobre o TFCR, Aaberg (2001) faz referência aos benefícios relacionados a melhoria da postura corporal nas populações em geral, fato que, segundo o mencionado autor, possibilita a minimização do gasto energético para manutenção de diferentes posições corpóreas no dia a dia, contribuindo assim de maneira funcional para as atividades físicas cotidianas e influenciando positivamente na qualidade de vida de seus praticantes. Sobre outras perspectivas de aplicabilidade do TFCR, Simão (2007) descreve os seus efeitos profiláticos e terapêuticos, bem como, apresenta propostas metodológicas de avaliação funcional, prescrição e controle de cargas de treino, além de mostrar estudos que relatam claramente os benefícios ocasionados em sujeitos portadores de patologias como cardiopatias, osteoporose, diabetes e obesidade. Diante destas constatações, verifica-se que são várias as pesquisas e opiniões sobre o assunto, sendo que, até o momento parece ser impossível estabelecer-se uma opinião acadêmica definitiva sobre o tema. Diante disso formulou-se o seguinte problema de pesquisa: EXISTEM DIFERENÇAS HEMODINÂMICAS ENTRE SEDENTARIOS E PRATICANTES DE TREINAMENTO FÍSICO CONTRA RESISTIDO?

17 Justificativa Em se tratando de TFCR, observa-se na literatura especializada uma ênfase em trabalhos que analisam algumas variáveis hemodinâmicas de atletas fisiculturistas, basistas e levantadores de peso, estudando-os tanto em situação fisiológica de repouso (FLECK, HAYKOWSKY et al., GEORGE et al., SALTIN & ASTRAND apud FELCK & KRAEMER, 2006), como em condições de esforço físico (FALKEL, FLECK & MURRAY apud FLECK & KRAEMER, 2006). Considerando que não foi encontrado na literatura disponível, nenhum estudo que averiguasse possíveis diferenças entre praticantes de TFCR e sedentários, e ainda, de acordo com as sugestões de Negrão & Barreto (2006), os quais publicaram que é inviável no momento qualquer conclusão que se faça sobre o tema, pressupõe-se que tais aspectos ainda não estão totalmente esclarecidos, justificando assim a realização desta pesquisa Objetivos Objetivo geral Averiguar possíveis diferenças hemodinâmicas entre sedentários e praticantes de TFCR Objetivos específicos Testar, medir e avaliar possíveis alterações nos parâmetros funcionais fisiológicos hemodinâmicos: a) Freqüência Cardíaca de Repouso (FCR); b) Débito Cardíaco (DC); c) Volume Sistólico (VS); d) Pressão Arterial Sistólica (PAS); e) Pressão Arterial Diastólica (PAD); f) Pressão Arterial Média (PAM) g) Duplo Produto (DP); e h) Consumo Máximo de Oxigênio do Miocárdio (MIVO2 máx.), decorrentes de um TFCR supostamente sistematizado em bases metodológicas. Testar, medir e avaliar os parâmetros morfológicos: a) Peso Corporal Total (PCT); e b) Estatura (E) Servir como diretriz de pesquisa; e

18 5 Comparar os resultados deste estudo com outros similares desenvolvidos no Brasil ou no exterior Delimitação do estudo O estudo propõe-se a investigar possíveis diferenças hemodinâmicas entre sedentários e praticantes de TFCR da cidade de Porto Velho (RO), todos do gênero masculino, com idades entre 18 e 30 anos e possuindo entre 6 e 24 meses de experiência no referido sistema de treinamento.

19 2. Revisão de literatura 2.1. Orientações gerais Em atenção ao problema de pesquisa deste estudo e com o intuito de possibilitar um melhor entendimento deste capítulo, procurou-se estabelecer a organização dos conteúdos abordados na seguinte seqüência de tópicos: a) sistema cardiocirculatório; b) coração; c) vasos sanguíneos; d) sangue; e) hemodinâmica; f) fenômenos hemodinâmicos periféricos; g) fenômenos hemodinâmicos centrais; e h) fenômenos hemodinâmicos periféricos centrais O sistema cardiocirculatório Powers & Howley (2005), descrevem o sistema cardiocirculatório (SC) humano como um circuito hermeticamente fechado, formado pelo coração e vasos sanguíneos, cujo funcionamento gera uma pressão hidrostática capaz de levar o sangue a todos os tecidos do organismo, e através do transporte de oxigênio, nutrientes, remoção dos produtos da degradação dos tecidos do organismo e regulação da temperatura corporal, possibilitando a manutenção de um estado funcional constante interno, conhecido como homeostase orgânica. Neste aspecto, durante a transição do estado fisiológico de repouso para o esforço físico, novas demandas de oxigênio e nutrientes são solicitadas pelas estruturas celulares, e visando atender tal necessidade, o SC redistribui o fluxo sanguíneo mediante a ajustes funcionais no coração e nos vasos sangüíneos, os quais aumentam o fluxo de sangue nas regiões musculares em atividade metabólica acentuada, bem como, diminuem nas menos requeridas, mantendo a homeostase orgânica (POWERS & HOWLEY, 2005). De acordo com Leite (2000), as estruturas anatômicas que compõem SC, sofrem alterações morfofuncionais especificas após um programa de exercícios físicos com características execucionais diferenciadas, as quais, melhoram o funcionamento do mesmo em condições fisiológicas tanto em repouso como em esforço físico, reduzindo as chances de problemas cardiovasculares supostamente relacionados ao sedentarismo. Entretanto, estudos de Negrão & Barreto (2006) sugerem que os efeitos funcionais cardiocirculatórios ocasionados pelo TFCR estão inconclusivos até o momento, pois as

20 7 pesquisas realizadas apontam resultados controversos e tornam impossível estabelecerse uma opinião acadêmica sobre o tema O coração Leite (2000) define o coração como sendo uma bomba central contrátil propulsora, situada na metade medial do mediastino inferior, cujo funcionamento é responsável pela ejeção do sangue na rede vascular. Quanto a sua estrutura, Tortora (2007) relata que o referido órgão é formado por quatro camadas: a) o pericárdio, o qual dividi-se em duas camadas: 1) pericárdio fibroso, formado por tecido conjuntivo irregular denso, resistente e inelástico; e 2) o pericárdio seroso, mais profundo, constituído por uma membrana menos densa, os quais formam uma camada dupla em torno do coração; b) o epicárdio, formado por uma membrana serosa, pouco densa e transparente; c) o miocárdio, composto por tecido muscular cardíaco semelhante ao músculo esquelético por conter proteínas do tipo actina, miosina, troponina e tropomiosina, além de exigir minerais para ativar o mecanismo da bomba de sódio potássio, cujo funcionamento é necessário para promover o deslizamento dos filamentos protéicos entre si, causando a contração muscular; e d) o endocárdio, mais interno, constituído de tecido endotelial e camada subendotelial espessa de fibras elásticas e colágenas. No que tange a sua morfologia, o coração segundo Powers & Howley (2005) afirmam que este possui quatro câmaras, visto como duas bombas em uma, sendo que o átrio e o ventrículo direito formam a bomba direita, enquanto o átrio e o ventrículo esquerdo formam a bomba esquerda. Ainda sobre sua estrutura, o coração possui também: a) os septos interatrial e interventricular, sendo ambos compostos por tecido muscular, os quais separam os átrios e os ventrículos respectivamente, evitando a mistura entre o sangue dos dois lados do coração; b) as válvulas atrioventriculares direita (válvula tricúspide) e esquerda (válvula mitral) que conectam os átrios aos ventrículos direito e esquerdo respectivamente, formadas por tecido conjuntivo denso recoberto pelo endocárdio, as quais através de um complexo mecanismo de ação das cordas tendíneas, evitam o fluxo retrógrado dos ventrículos para o interior dos átrios; e c) as válvulas semilunares pulmonar (ventrículo direito) e aórtica (ventrículo esquerdo), também constituídas por tecido conjuntivo denso recoberto pelo endocárdio, cujo desempenho mantêm o fluxo unidirecional dos ventrículos para o interior das artérias. Tortora (2007) sugere que cada uma das camadas anteriormente descritas, exerce uma função diferente no coração, sendo estas: a) proteção do órgão cardíaco,

21 8 desempenhada pelo pericárdio; b) lubrificação do referido órgão, realizada pelo epicárdio; c) contrações musculares que ejetam o sangue a partir das câmaras cardíacas, exercida pelo miocárdio; e d) proteção das câmaras e válvulas, atribuída ao endocárdio. No tocante da sua funcionalidade, Powers & Howley (2005) relatam que o lado direito do coração bombeia para o interior dos pulmões através das artérias pulmonares, o sangue parcialmente depletado de oxigênio e com alta concentração de dióxido de carbono, resultante das trocas gasosas entre os tecidos do organismo, processo este denominado circulação pulmonar. Ainda nos pulmões, o sangue é novamente abastecido de oxigênio e o dióxido de carbono se difunde do vaso sanguíneo para o alvéolo, processo esse conhecido como difusão gasosa através dos tecidos alvéolo pulmonar e vaso sanguíneo. Logo após, o sangue, através das veias pulmonares retorna ao coração pelo lado esquerdo do referido órgão, sendo posteriormente bombeado através da artéria aorta aos vários tecidos do corpo através da circulação sistêmica. De acordo com Jacob et al. (2008), ambos os processos de circulação acima mencionados, só são possíveis mediante as ações das câmaras cardíacas, as quais se denominam sístole e diástole, correspondendo ao período de contração e relaxamento do músculo cardíaco. Enquanto os átrios exercem simultaneamente a sístole, os ventrículos estão concomitantemente desempenhando a diástole, e vice versa. Este processo denomina-se ciclo cardíaco e para uma melhor compreensão desse assunto, descreve-se detalhadamente abaixo as fases dos processos anteriormente mencionados, referindo-se aos padrões de contração e relaxamento dos ventrículos, visto que, a sístole ventricular cardíaca é dividida em três fases: a) contração isovolumétrica; b) ejeção máxima; e c) ejeção reduzida. Para os referidos autores, a contração isovolumétrica tem início no momento em que os ventrículos começam a se contrair e dura até a abertura das válvulas semilunares, sendo que neste momento, os ventrículos estão adequadamente preenchidos de sangue com as válvulas atrioventriculares fechadas e seu volume sanguíneo permanece constante. Em seguida, começa a fase de ejeção máxima, quando o músculo cardíaco se contrai aumentando a pressão sanguínea dentro do compartimento, forçando a abertura das válvulas semilunares, momento este em que um grande volume de sangue arterial é lançado em altíssima velocidade na artéria aorta e em menor velocidade nas artérias pulmonares. Por fim, à medida que o sangue é ejetado na rede vascular, ocorre a redução no volume sanguíneo nos ventrículos, diminuindo a pressão sanguínea dentro do compartimento, com o sangue sendo ejetado em menor quantidade, fase conhecida como ejeção reduzida.

22 9 O processo anteriormente descrito, só é possível mediante a uma ação anterior, denominada diástole ventricular cardíaca, a qual é dividida em quatro fases: a) protodiástole; b) relaxamento isovolumétrico; c) enchimento rápido; e d) enchimento reduzido. A protodiástole corresponde ao fechamento das válvulas semilunares, precedido do relaxamento isovolumétrico, o qual compreende a abertura das válvulas atrioventriculares, com o sangue passando em alta velocidade dos átrios para os ventrículos, iniciando então a fase de enchimento rápido. Em seguida, esta velocidade diminui iniciando a fase de enchimento reduzido, sendo estas duas fases responsáveis pela passagem aproximada de 70% do volume sanguíneo ventricular (POWERS & HOWLEY, 2005). Segundo Leite (2000), o coração sofre alterações anatômicas e fisiológicas, decorrentes dos constantes ajustes realizados pelo SC em função da prática regular de atividades físicas sistematizadas, sendo que, as principais modificações ocorrem na cavidade ventricular mediante estímulos físicos aeróbios que mobilizem na sua execução um grande volume de massa muscular corporal, bem como, na parede ventricular em função de estímulos físicos anaeróbios. De acordo com o mesmo autor, o aumento da cavidade ventricular possibilita ao coração, bombear um maior volume sanguíneo, oferecendo oxigênio e nutrientes em maior escala durante um esforço físico qualquer, e conseqüentemente promove um aumento da tolerância ao desempenho físico sobre uma mesma taxa de intensidade Os vasos sanguíneos Os vasos sangüíneos representam um conjunto de tubos fechados classificados em artérias e veias, as quais conectam o coração com as estruturas celulares, possibilitando o fluxo sanguíneo aos diversos tecidos do corpo humano, bem como, o seu retorno ao coração (MCARDLE et al., 2008). Conforme Tortora (2007), as artérias são compostas por três camadas de revestimentos ou túnicas, sendo: a) a túnica íntima, mais interna e constituída por uma camada contínua de células endoteliais quem revestem a face interna de todo o sistema circulatório, além de uma membrana basal e de uma lâmina de tecido elástico, chamada de lâmina elástica interna; b) a túnica média, mais espessa, formada por fibras elásticas e musculares lisas, dispostas em anéis em torno do lúmen (interior da artéria); e c) a túnica externa, composta por fibras colágenas e elásticas, se sobrepondo e envolvendo as túnicas anteriores.

23 10 Sobre a estrutura das veias, o referido autor afirma que estas embora não possuam as lâminas elásticas internas e externas encontradas nas artérias, são formadas pelas mesmas três túnicas acima descritas, apresentando aspectos diferentes no que se refere à sua espessura relativa, já que as túnica íntima e túnica externa das veias são mais espessas, e a túnica média das mesmas é muito mais densa, com poucas fibras elásticas e musculares lisas. A maioria das veias possuem válvulas internas formadas por pregas membranosas, as quais mantêm o fluxo sanguíneo unidirecionalmente para o coração. De acordo com Leite (2000), o sangue é ejetado pelo ventrículo esquerdo na artéria aorta, sendo que, a medida com que esta se afasta do coração, ramifica-se para formar uma árvore de vasos menores até se tornarem microscópicas, resultando nas arteríolas e posteriormente nos capilares, os quais são os menores e mais numerosos vasos sanguíneos, sendo estes os responsáveis por todas as trocas metabólicas necessárias para a manutenção da homeostase orgânica. Dando continuidade ao processo anteriormente descrito, Powers & Howley (2005) relatam que o sangue passa dos leitos capilares para pequenos vasos venosos denominados vênulas, sendo que, à medida que se dirigem ao coração, aumentam de tamanho tornando-se veias, atingindo a densidade máxima ao desembocar no lado direito do coração trazendo o sangue das partes superior e inferior do corpo (veia cava superior e inferior). Sobre os efeitos dos exercícios físicos nos vasos sanguíneos, Simão (2007) afirma que exercícios físicos aeróbios e anaeróbios, induzem a alterações morfológicas, configuradas tanto pelo aumento do número de capilares, como da própria densidade capilar. No entanto, estudos de Fleck & Kraemer (2006) sugerem que os efeitos do TFCR sobre tais alterações, são possibilitadas apenas por programas de treinamento físico que preconizem um alto volume e uma baixa intensidade nas suas cargas, ou seja, que solicitem em maior escala o sistema energético aeróbio. Tais afirmações, mostram que as referidas adaptações proporcionam um maior aporte sanguíneo aos músculos ativos durante a atividade física, e também, favorecem ao processo de remoção de metabolitos das células musculares para o sangue, permitindo dessa forma, um maior desempenho e tolerância a cargas de trabalho físico realizadas em altos níveis de intensidade.

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