EDUCAÇÃO EM SAÚDE: UMA ABORDAGEM EPIDEMIOLÓGICA DA HIPERTENSÃO ARTERIAL EM ADOLESCENTES ESCOLARES

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1 EDUCAÇÃO EM SAÚDE: UMA ABORDAGEM EPIDEMIOLÓGICA DA HIPERTENSÃO ARTERIAL EM ADOLESCENTES ESCOLARES Gildásio Lucas de Lucena Mestre em Fisioterapia Nilma Dias Mestre em Saúde Coletiva Marcos Henrique Fernandes Adriana Jussara de Oliveira Bransão Diana Araújo da Silva Keithlen Cruz Moreira Maria Estela de Medeiros Mariana Barros Fernandes Sílvia Castelo Magalhães Talita Pascalle Macêdo Diógenes Acadêmicos de Fisioterapia Universidade Federal do Rio Grande do Norte 1. INTRODUÇÃO De acordo com LIMA (1996), quando se fala sobre educação em saúde, geralmente as pessoas pensam em cuidados pessoais que evitam doenças e que esta temática precisa ser entendendida na perspectiva de uma área temática que integra as ciências sociais e da saúde, numa trabalho unterdisciplinar. Segundo BRANDÃO et al (1996), a hipertensão arterial possui uma alta prevalência, sendo umas das principais responsáveis pelos elevados índices de mortalidade causados pelas doenças cardiovasculares no mundo ocidental, além de proporcionar um grande impacto sócioeconômico. No Brasil, o MINISTÉRIO DA SAÚDE (1993), estimou que aproximadamente 12 milhões de pessoas sofrem de hipertensão arterial, e no ano de 1995 as doenças cardiovasculares foram responsáveis pela segunda causa do números de óbitos em todo Brasil( BRASIL, MINISTÉRIO DA SAÚDE,2001). Já no estado do Rio Grande do Norte, a Secretaria Estadual de Saúde Pública afirma que no ano de 1999 as doenças do aparelho circulatório foram as que provocaram o maior índice de óbitos, dentre as quais a hipertensão arterial obteve um grande destaque. Para KOCH e MION JR (1996), a hipertensão arterial (HÁ) é definida pela obtenção de um conjunto de medidas de pressão arterial que possam apresentar risco a integridade do aparelho cardiovascular, rins e sistema nervoso central. Segundo BRANDÃO et al (1996) e KOCH e MION JR (1996), alguns estudos epidemiológicos apontam que a hipertensão arterial primária no adulto pode ter início na adolescência. Geralmente os médicos consideram a hipertensão como uma doença de adulto, deixando muitas vezes de diagnosticá-la precocemente, prevenindo consequências indesejáveis. 2. JUSTIFICATIVA A Hipertensão Arterial é hoje uma das patologias que mais compromete a qualidade da saúde de um indivíduo, a qual avança com o aumento da faixa etária. Com o objetivo de se controlar o avanço da hipertensão, é que se deve investir em medidas preventivas, as quais o diagnóstico precoce desta doença é fundamental que aconteça. Pensando nesta idéia, é que os adolescentes tornam-se público alvo para a realização desta iniciativa.

2 É preciso também que se investigue epidemiologicamente o quanto tal patologia já esta presente entre os adolescentes, para que se possa ter a noção do risco que eles já possam estar susceptíveis. Particularmente em Natal, ainda não se têm dados a respeito dos índices da H A nos adolescentes, por isso, se justifica a necessidade do estabelecimento de tal perfil epidemiológico, o que contribuirá na firmação de políticas de saúde que abranjam a saúde do escolar. 3. OBJETIVOS Objetivo Geral Avaliar os níveis de pressão arterial em adolescentes escolares no município de Natal-RN; Objetivos Específicos Determinar a prevalência de HAS nos adolescentes; Fazer uma comparação entre a quantidade de adolescentes hipertensos de escolas da rede pública e de escolas da rede privada de ensino; Investigar qual a relação entre o nível de instrução, sexo e a HA. 4. METODOLOGIA Caracterização da Pesquisa Segundo GIL (pág.,1996), as pesquisas descritivas tem como objetivo primordial a descrição das características de determinada população ou fenômeno ou, então, o estabelecimento de relações entre variáveis. Desta maneira pode-se caracterizar esta pesquisa como sendo do tipo descritiva, haja visto, ela pretender determinar a prevalência de valores da pressão arterial considerados acima do normal entre adolescentes escolares do município de Natal-RN. 4.2 População e Amostra Segundo a Secretaria Estadual de Educação, Cultura e Desporto do Estado do Rio Grande do Norte(2000), o universo de adolescentes matriculados nas escolas da rede pública e privada no município de Natal-RN, com faixa etária de 16 a 18 anos, era de estudantes, sendo alunos de escolas públicas e de escolas privadas. Para um p= 0,08, &=0,05 e Z= 1,96, o tamanho mínimo de amostra foi calculado em 315 adolescentes. ( fórmula usada para o cálculo da amostra anexo 01) Foram selecionados de maneira aleatória 10% das escolas públicas e privada existentes, o que correspondeu a 18 escolas públicas e 08 escolas privadas. Para a realização de tal seleção,as escolas foram enquadradas em intervalos que variaram desde <100 a >500 alunos ( Anexo 02). O número de alunos a serem avaliados em cada escola, foi determinado através de uma divisão proporcional da quantidade de adolescentes existentes em cada das escolas. (Anexo 03). 4.3 Instrumentos utilizados para a coleta dos dados Estetoscópio da marca Litmann; Esfigmomanômetro da marca BD; Fita métrica; Relógio; Ficha para coleta dos valores da PA, (Anexo 04);.

3 4.4 Critérios utilizados para a classificação da Hipertensão Arterial Foram considerados como hipertensos, os adolescentes cujo os valores das pressões sistólicas e/ou diastólicas estavam iguais ou superiores ao percentil de 95º da Second Task Force específico para a idade, o que corresponde a PAS>ou= 142 e PAD>ou= Procedimentos Primeiramente foi realizado um treinamento com 11estudantes do curso de fisioterapia, com o objetivo de torná-los aptos a constituírem a equipe de coletadores da pesquisa. Posteriormente foi feito um piloto na escola privada CELM (localizada no Município de Parnamirim), onde foram avaliados 21 adolescentes. A realização deste piloto foi importante para avaliarmos a nossa forma de trabalho e fazermos as devidas correções técnicas. É importante ressaltar que todos os esfingomomanômetros utilizados no trabalho foram previamente fiscalizados pelo INMETRO. Após esta primeira etapa, começamos de fato o trabalho de campo. Em cada escola procuramos inicialmente a direção, onde apresentávamos o projeto e pedíamos(através de ofício) a autorização para a realização do trabalho, além de solicitarmos a assinatura de um termo de consentimento.(anexo 05) Os dados foram colhidos em horários compreendidos entre 08:00 às 10:00 h e 14:00 às 17.00h, em salas devidamente arejadas. Foi utilizado o método indireto de verificação, onde se empregou o esfigmomanômetro com manguito de 12 cm de largura e a técnica auscultatória com estetoscópio, sendo os valores encontrados corrigidos de acordo com a tabela de correção da pressão arterial. A pressão sistólica foi identificada no momento do aparecimento do primeiro som da série de sons ( fase I de Korotkoff), e a pressão diastólica quando desaparecia os sons( fase V de Korotkoff), auscultando-se cerca de 20 a 30mmHg abaixo do último som para que se confirmasse o seu desaparecimento. O grupo coletador da pesquisa não usou durante a fase de coleta de dados roupas brancas, para se prevenir a hipertensão do jaleco branco, e foi dividido em sub-grupos, onde procurou-se seguir todas as recomendações de KRASILCIC(1996), MION Jr e PIERIN(199.). Uma parte dos coletadores ficava em uma sala com todos os adolescentes a serem pesquisados na escola a ser trabalhada, onde se preenchia os dados pessoais da ficha de coleta dos valores da PA, e se media a circunferência do braço não dominante de cada adolescente. Sempre investigava-se os alunos para ver se eles atendiam as seguintes normas técnicas: 4.6 Considerações Éticas Foi solicitado a Comissão de Bioética da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, o parecer quanto a realização desta pesquisa, o qual foi concedido favorável. (Anexo 06). 4.7 Análise dos dados A análise dos dados foi feita através do cálculo da prevalência pontual de valores de PA que estavam acima dos considerados normais, fazendo uma correlação com o sexo, tipo da escola e o grau de instrução com os referidos índices de prevalência, e utilizando-se um intervalo de confiança(ic) de 95% e p-valor de 0,05. Foi utilizado o teste estatístico paramétrico através do software statístic. 5. RESULTADOS A prevalência da hipertensão arterial encontrada em nossa amostra foi de 4,13%, o que correspondeu a 13 adolescentes. Deste total 12 jovens apresentaram hipertensão arterial sistólica isolada e apenas 01 aluno apresentou valores da P.A sistólica e diastólica elevados.

4 Destes hipertensos encontrados, 3,81% eram do sexo masculino e apenas 0,32% do sexo feminino, o que representa uma razão de prevalência (RP) de 11,9/1,0; e um p-valor de 0,0011. ( Tabela IV ). TABELA IV RELAÇÃO DO SEXO COM A HIPERTENSÃO ARTERIAL SEXO TOTAL Hipertenso N-Hipertenso (n %) (n %) (n %) MASCULINO 12 (3,81) 139 (44,12) 151 (74,60) FEMININO 1 (0,32) 163 (51,75) 164 (25,40) TOTAL 13 (4,13) 302 (95,87) 315 (100) As mesmas proporções simples e RP foram encontradas com relação ao tipo da escola, onde 3,81% estudavam na rede pública e 0,32% em escola privada, só ocorrendo diferença em relação ao p-valor, que desta relação foi de 0,1342, o que não dá significância estatística para que se possa afirmar a existência da relação entre o tipo de escola e a H.A. ( Tabela V ) TABELA V RELAÇÃO DO TIPO DE ESCOLA COM A HIPERTENSÃO ARTERIAL ESCOLA TOTAL Hipertenso N-Hipertenso (n %) (n %) (n %) PÚBLICA 12 (3,81) 223 (70,79) 235 (74,60) PRIVADA 1 (0,32) 79 (51,75) 80 (25,40) TOTAL 13 (4,13) 302 (95,87) 315 (100) Quando se analisou a escolaridade dos adolescentes hipertensos, verificou-se que 2,55% deles estão cursando o primeiro grau e 1,58% se encontram estudando no segundo grau,o que dá uma razão de prevalência de 1,6/1,0; e um p-valor de 0,2723, o que estatisticamente também não permite que se faça a relação do grau de instrução com a Hipertensão. ( Tabela VI ). TABELA VI - RELAÇÃO DO GRAU DE INSTRUÇÃO COM A HIPERTENSÃO ARTERIAL GRAU INSTRUÇÃO Hipertenso N-Hipertenso TOTAL (n %) (n %) (n %) 1º GRAU 8 (2,55) 139 (44,12) 147 (46,67) 2º GRAU 5 (1,58) 163 (51,75) 168 (53,33) TOTAL 13 (4,13) 302 (95,87) 315 (100) 6. DISCUSSÃO A prevalência de hipertensão arterial em crianças e adolescentes citada por BONILLA, PORTMAN E ZETMAN (1994), é estimada entre 1,2 a 13%, isto levando-se em consideração diversos estudos. O NATIONAL INSTITUTES OF HEALTH (1993), relata uma prevalência de tal patologia variando de 1,9 a 5,7%. De acordo com FUJIMURA et al (1992), a prevalência de hipertensos crianças e adolescentes está entre 1 a 3%. Em estudos realizados no Brasil, a hipertensão se apresentou no percentual de 6,88 a 8,73%, para uma faixa etária de 6 a 15 anos (BRANDÃO et al, 1996).COSTA (1997), encontrou em sua pesquisa um índice de hipertensão de 1 a 1,5% para a PAS e 2,9 a 8,0% para a PAD. Na cidade de São Paulo, DEBERT-RIBEIRO et al (1981), encontrou uma prevalência de H.A de 5,3% para homens e 2,75 para mulheres, isto numa faixa etária de 15 a 24 anos. Em nosso estudo realizado com adolescentes escolares do município de

5 Natal-RN, a prevalência encontrada foi de 4,13%, o que se encontra dentro da faixa de variação citada pela literatura, apesar de ter que se levar em consideração as variadas metodologias e situações em que os diversos estudos foram realizados. Em relação ao sexo, o maior índice de hipertensão arterial é encontrado nos homens predominantemente até a idade de 40 anos. (BRASIL, Ministério da Saúde, 1993). BRANDÃO et al (2000), afirma que na adolescência os jovens do sexo masculino tendem a apresentar maiores valores de PA que as do sexo feminino, dados estes também corroborados pelo estudo de COSTA (1997), onde a prevalência de H.A essencial foi maior entre os meninos. Desta maneira, o fato de 3,81% dos hipertensos encontrados em nosso estudo serem do sexo masculino e o p-valor encontrado de 0,0011, o que demonstra significância estatística entre o sexo masculino e a HÁ, faz com que este resultado esteja de acordo com o referido pela literatura, causando preocupação na medida que, o prognóstico da hipertensão é pior para jovens do sexo masculino, segundo COWAN E JULIAN(1996). BRANDÃO et al (2000), comenta que existe algumas tentativas de se relacionar esta predominância masculina com o grau de maturação sexual, porém esta relação ainda não conseguiu ser provada. O nível de instrução de acordo com estudo feito nas cidades de Volta Redonda e Porto Alegre, se relaciona inversamente proporcional com a prevalência da HA. (BRASIL, Ministério da Saúde, 1993). CHOR (1998), observou que o grau de escolaridade estava associado a realização do tratamento da H.A, onde bancários do Rio de Janeiro que possuíam curso superior tinham seis vezes mais chances de se tratar, quando comparado com os que não possuíam tal grau de escolaridade. O que foi encontrado em nossa realidade no município de Natal, é que os adolescentes hipertensos que estão cursando o primeiro grau, o que corresponde a 2,55%, são a maioria quando comparado com o percentual de 1,58% de hipertensos que cursam o segundo grau. Este achado faz pensar que a escolaridade pode interferir e influenciar no nível sócio-cultural de um indivíduo, o que torna-se fundamental para que se consiga compreender os fatores que podem ser responsáveis pela existência da hipertensão arterial, já que esta patologia em um grande número de casos resulta da interação de fatores constitucionais com fatores ambientais, porém não houve significância estatística em nosso estudo entre a comparação do grau de instrução com a hipertensão arterial, devido o p-valor encontrado de 0,2723. SPRITZER (1996), diz que nos E.U.A observou-se que o nível socioeconômico se correlacionou inversamente com a prevalência da hipertensão arterial, onde os fatores de riscos para o desenvolvimento de tal patologia estão intimamente ligados ao referido nível em que o indivíduo se encontra. Apesar de não investigarmos o nível socioeconômico dos adolescentes classificados como hipertensos, o fato de 3,81% deles estudarem em escolas da rede pública de ensino e apenas 0,32% na rede privada, nos faz levantar a possibilidade de nossos resultados estarem de acordo com SPRITZER (1996), isto devido a nossa realidade municipal, onde a maior parte dos estudantes das escolas públicas possuírem condições socioeconômicas inferiores as dos estudantes das escolas privadas, o que os tornam mais susceptíveis aos fatores de riscos para o desenvolvimento da H.A, contudo esta relação entre tipo de escola e hipertensão arterial não obteve significância estatística, já que o p-valor encontrado nesta situação foi de 0,1342, porém o resultado encontrado aponta na direção esperada. 7. CONCLUSÃO Dos 315 adolescentes com idade de 16 a 18 anos que fizeram parte da amostra deste trabalho, 4,13% tinham os níveis de pressão acima dos considerados normais pela Second Task Force. Deste universo de hipertensos, a maior parte eram do sexo masculino, estudavam na escolas públicas e cursavam o primeiro grau, podendo-se apenas afirmar estatisticamente que a variálvel sexo foi o único fator destes que obteve relação considerável com a hipertensão arterial. Acredito que a família e a escola dos adolescentes são os principais responsáveis pela formação da personalidade e pela modulação de hábitos salutares, o que os tornam elementos

6 relevantes na busca de uma melhor qualidade de vida da nossa população.desta maneira os profissionais de saúde devem dar mais atenção a estes segmentos, passando a desenvolver programas que venham prevenir problemas de saúde mais sérios no futuro de tais jovens, que geralmente eleva o número de óbitos por doenças cardiovasculares e aumenta também o ônus com tratamentos de saúde. Como sugestão fica a idéia de que os estabelecimentos de ensino possuam uma equipe de saúde dentro de quadro humano, que seja capaz acompanhar o desenvolvimento dos adolescentes, não se preocupando só com medidas antropométricas feitas por tradicionais exames médicos, devendo também identificar os principais desvios do normal e prevenir situações futuras indesejáveis. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BONILLA, Felix; PORTMAN Rj; YETMAN Rj. Primary hypertension in children and adolescents. In: HOLLIDAY MA, Barratt TM, AYNER ED, eds. Pediatric Nephrology. 3. Ed. Baltimore: Williams & Wilkins, 1994; BRANDÃO, Andréa A. Avaliação da pressão arterial em crianças e adolescentes: Estudo do Rio de Janeiro. Revista HiperAtivo, Rio de Janeiro, v. 3, n. 2, p , abr./jun., BRASIL, Ministério da Saúde Sistema Único de Saúde. Doenças Cardiovasculares no Brasil. Dados Epidemiológicos, Assistência Médica, Brasília, BRASIL,Ministério da Saúde. Informação de Saúde. Mortalidade. Disponível em: da saúde.com.br. Acesso 26 mar.2001 CHOR, Dôra. Hipertensão Arterial entre Funcionários de Banco Estatal no Rio de Janeiro. Hábitos de Vida e Tratamento. Arquivo Brasileiro de Cardiologia, Rio de Janeiro, v. 71, n. 5, p , COSTA, Rosana Salles. Associação de medidas antropométricas com a P.A em adolescentes do município de R.J. 75p. Dissertação(mestrado), Instituto de Medicina Social da Universidade Estadual do Rio de Janeiro,1997. COWAN, J. Campbell; JULIAN, Dasmond G. Hipertensão e Cardiopatia.--.IN:-. Cardiologia. 6 ed. São Paulo: Santos Livraria e Editora, Cap. 14, p Hipertensão e cardiopatia. DEBERT-RIBEIRO M B et al.hipertension and economic activities in São Paulo. Brasil, Hipertension suppl, v. 3,n.6,p , FUJIMURA, Maria Danisi et al.hipertensão Arterial. In:MARCONDES, Eduardo. Pediatria Básica. 8 ed. São Paulo: Sarvier pt. 21, p GIL, Antônio Carlos. Como classificar as pequisas--.in:-. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 3 ed. São Paulo: Atlas, Cap. 4, p KOCH, Vera H; MION JR, Décio. Hipertensão arterial secundária na criança. Revista HiperAtivo, Rio de Janeiro, v. 3, n. 2, p , abr./jun., LIMA, Maria Alice Dias da Silva. Educação em saúde: Algumas reflexões e implicações. Revista gaúcha de Enfermagem. Porto Alegre, v.17,n.2,p.87-91, jul NATIONAL INSTITUTES OF HEALTH -NATIONAL HEART, LUNG AND BLOOD INSTITUTE the fifth report of the joint National committee on detection, evaluation, and treatment of high blood pressure U.S. Department of Health and Human Services/ Public Health Service. NIH publication No , Maryland, 1993 (jan). SPRITZER, Nelson. Epidemiologia da Hipertensão Arterial Sistêmica. Revista Medicina de Ribeirão Preto, v. 29, p , abr./set., SULLIVAN,S. Educação em Saúde: A chave para um ambiente enriquecido.--in:-. Fisioterapia : Avaliação e Tratamento. São Paulo: Manole,1996. cap.31, p

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