Promoção da Alimentação Saudável avanços e prioridades. Encontro Nacional - 22 a 24/04/2009

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1 Promoção da Alimentação Saudável avanços e prioridades Encontro Nacional - 22 a 24/04/2009

2 Promoção da Alimentação Saudável Cenário de atuação da PAS: Enfrentamento da dupla carga Potencialidade do SISVAN na detecção dos riscos de forma precoce na unidade de saúde Amplo processo de distribuição do Guia Alimentar da População Brasileira Prioridade no Pacto pela Saúde Política Nacional de Promoção da Saúde Diretriz da Política Nacional de Alimentação e Nutrição) Repasses fundo a fundo Portaria 1010 e Programa Saúde na Escola Mais Saúde Estratégia Saúde da Família/ NASF incorporação do profissional nutricionista

3 Criação de ambientes favoráveis Políticas Públicas Medidas individuais Orientação dos serviços de saúde organizar as ações de EAN Ações de Promoção da Alimentação Saudável Medidas coletivas Desenvolvimento de habilidades pessoais Educação Alimentar e Nutricional (EAN) Reforço da ação comunitária e participação da sociedade

4 Avanços e ações intersetoriais

5 Regulamentação da propaganda, publicidade, promoção e informação de alimentos Regulamento Técnico sobre oferta, propaganda, publicidade, informação e outras práticas correlatas cujo objeto seja a divulgação ou promoção de alimentos com quantidades elevadas de açúcar, de gordura trans, de sódio e de bebidas com baixo teor nutricional Consulta Pública 71/ 2006 ATIVIDADES: Resultados da Pesquisa de Monitoração de Propaganda de Alimentos Visando à Prática da Alimentação Saudável (OPSAN/ UnB, CNPq e Ministério da Saúde) - principais emissoras de TV (aberta e fechada) e revistas de grande circulação Posicionamento do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional CONSEA em 02/07/2008 Moção de apoio à regulamentação da publicidade de alimentos e bebidas (Congresso de Epidemiologia - Porto Alegre, 24 de setembro de 2008) Resolução N.º 408/2008 do CNS apoiando a proposta da ANVISA Eventos locais São Paulo e Paraná Consulta Regional da OMS em junho de 2009 Expectativa da Audiência Pública no 2º semestre/2009

6 RESOLUÇÃO DO CNS N.º 408, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2008 O Plenário do Conselho Nacional de Saúde, em sua 192ª Reunião Ordinária, realizada nos dias 10 e 11 de dezembro de 2008, no uso de suas competências regimentais e atribuições conferidas pela Lei n 8.080, de 19 de setembro de 1990, e pela Lei n 8.142, de 28 de dezembro de 1990 e pelo Decreto nº 5.839, de 11 de julho de 2006 e conforme estabelecido no artigo 77, 3º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias - ADCT, considerando... RESOLVE: Aprovar as seguintes diretrizes para a promoção da alimentação saudável com impacto na reversão da epidemia de obesidade e prevenção das doenças crônicas não transmissíveis: 7) Zelo pela eqüidade nas práticas de comunicação em saúde, contemplando as diferenças socioculturais e econômicas, com vistas a prevenção de danos causados pelas dificuldades de acesso à informação; 8) Regulamentação da publicidade, propaganda e informação sobre alimentos, direcionadas ao público em geral e em especial ao público infantil, coibindo práticas excessivas que levem esse público a padrões de consumo incompatíveis com a saúde e que violem seu direito à alimentação adequada; 9) Regulamentação das práticas de marketing de alimentos direcionadas ao público infantil, estabelecendo critérios que permitam a informação correta à população, a identificação de alimentos saudáveis, o limite de horários para veiculação de peças publicitárias, a proibição da oferta de brindes que possam induzir o consumo e o uso de frases de advertência sobre riscos de consumo excessivo, entre outros;

7 Plano de melhoria da qualidade nutricional dos alimentos comercializados no Brasil e escolhas alimentares mais saudáveis Redução do consumo excessivo de açúcar, gorduras e sódio na dieta Metas: Eliminação de trans Sal 50% do consumo Açúcar 30% do consumo Gorduras 15% do consumo EAN para consumo mais saudável Promoção de ações voltadas ao ambiente de trabalho, escolas, serviços de saúde e campanhas de mídia para a população; e Melhora rotulagem nutricional alimentos comercializados e fast foods Melhoria da qualidade nutricional dos alimentos comercializados Acordo de Cooperação e GT (MS e ABIA) - 29/11/2007 Discussão: definição dos grupos de alimentos e as respectivas metas de redução dos nutrientes Monitoramento periódico dos alimentos Programa Exploratório ANVISA (INCQS) Pesquisa de rotulagem nutricional (CGPAN) Chamada pública com a Indústria

8 Discussões internacionais sobre o tema América Livre de Gorduras Trans Reunião no Canadá (abril/ 2007), recomendações: - limite máximo de 2% de gordura trans em óleos e margarinas e 5% nos outros alimentos - Rotulagem nutricional - Informações em fast foods e restaurantes Reunião Rio de Janeiro (junho/2008), recomendações: Declaração do Rio de Janeiro: além das recomendações do Canadá, discutiu-se a adequação de processos tecnológicos; produção de óleos vegetais com maior percentual de óleo oléico; e estratégias para redução do uso de trans nos restaurantes e fast foods. Redução do consumo de sal nas Américas Reunião Miami (Jan/2009): - Relato de experiências de alguns países (Reino Unido, Canadá, Austrália) e iniciativas nos demais países das Américas. - Necessidade de estabelecer parcerias, incluindo profissionais de saúde, pesquisadores, mídia e indústria. - Reforço à informação (rotulagem) e à educação do consumidor. - Ação global de algumas indústrias. - Plano gradual: movimento unificado do setor produtivo e redução gradual dos teores evitar impactos no mercado consumidor. - Ação nacional e regional (como no Mercosul).

9 Iniciativa ao aumento do consumo de Frutas, Legumes e Verduras Congresso Pan-Americano de Incentivo ao Consumo de Frutas e Hortaliças para Promoção da Saúde (22 a 24 de Set/2009) GT de organização (CGPAN e INCA MS, MDS, CONSEA, ABH, CONAB e EMBRAPA MAPA, FNDE e MDA) Expectativa: assinatura de um acordo/ protocolo para uma ação integrada de governo para aumentar o consumo de frutas e hortaliças com qualidade. Inscrições e informações: site Revisão da publicação Alimentos Regionais Brasileiros 6 Oficinas de Alimentos Regionais Formação de multiplicadores Novas parcerias

10 Oficinas de Culinária - Alimentos Regionais Brasileiros (Parceria com a UnB/ CET)

11 Metodologia Fase 1: o Levantamento de preparações com frutas e hortaliças de cada região, em parceria com a rede de Alimentação e Nutrição o Seleção das receitas Composição de um cardápio saudável e regional ao longo do dia: 5 refeições/dia (Guia Alimentar) Preparações: panificação e confeitaria, acompanhamentos, pratos principais, guarnições, complementos e molhos Lista de Substituições Fase 2: o Testagem e Adequação Nutricional das receitas, com redução dos teores de açúcar, gorduras e sódio o Realização de 6 oficinas de culinária em parceria com IES e SMS Fase 3 (atual): o Relato da experiência o Formação de um GT com novos parceiros para definição da nova proposta da Publicação Alimentos Regionais Brasileiros

12 Oficinas de Culinária Alimentos Regionais Brasileiros Região Locais Datas Nº de participantes Centro-oeste Brasília, DF 04 e 05/12/ Norte Belém, PA 30 e 31/10/ Nordeste João Pessoa, PB 12 e 13/03/ Natal, RN 25 e 26/03/ Sul Florianópolis, SC 20 e 21/11/ Sudeste Rio de Janeiro, RJ 02 e 03/04/ Total de participantes: 163 o Participantes: Coordenações estaduais de A& N, coordenações municipais de A & N (capitais), centros colaboradores em A & N, centros de referência em A & N, sistema S (SESI, SESC, SENAC, SENAI), MDS, FNDE, FAO, CONSEAs estaduais, ONGs, CRN e Universidades.

13 Região Centro-oeste oeste Galinhada com pequi Pão de jatobá Arroz com baru Bolo de jenipapo Empadão goiano

14 Região Norte Arroz com tucumã Pirarucu de casaca Salada verde com jambu Mousse de açai Biscoitinho de castanha do Pará

15 Região Nordeste João Pessoa Frigideira de maturi Umbuzada Bolo de sirigüela Pão de macaxeira Vatapá de inhame

16 Região Sul Bolo de tangerina Sopa de beterraba Sagu com maçã Matambre recheado Cuca de banana

17 Região Sudeste Bolo brasileirinho Angu com espinafre Muqueca capixaba Compota de abiu Cuscuz paulista

18 Oficinas de Culinária Alimentos Regionais Brasileiros Centro-oeste Norte Sudeste Nordeste Sul

19 Oficinas de Culinária Alimentos Regionais Brasileiros Um agradecimento especial aos parceiros fundamentais do processo... Região Locais Parceiros Centro-oeste Brasília, DF Universidade de Brasília/ CET Norte Belém, PA Universidade Federal do Pará Nordeste João Pessoa, PB Universidade Federal da Paraíba Natal, RN Universidade Federal do Rio Grande do Norte Sul Florianópolis, SC Universidade Federal de Santa Catarina Sudeste Rio de Janeiro, RJ Instituto de Nutrição Annes Dias - Inad

20 Ações estratégicas da PAS para 2009 Atenção: priorização dos recursos do FAN

21 Promoção da Alimentação Saudável no serviço de saúde Cenário: Dados alarmantes sobre o perfil alimentar e nutricional das crianças: anemia, sobrepeso/ obesidade, consumo de alimentos PNDS Chamada nutricional Pesquisas pontuais Déficit de cresc. (6,8%) Obesidade (7,4%) (PNDS 2006) Anemia (50%) Diagnóstico das atividades educativas detectou que os municípios não priorizam o tema alimentação complementar nas UBS Formação do hábito alimentar: influência genética, familiar e ambiental Papel do setor saúde (profissional de saúde) no cuidado da criança Pesquisa implementação 10 passos: efeito no AM, melhor qualidade no consumo de alimentos e diminuição de morbidades Estratégia Nacional de Alimentação Complementar Saudável ENACS Oficina II Mostra de Alimentação e Nutrição (2008) Carta Acordo com a IBFAN processo de capacitação dos tutores nacionais e estaduais Integração da Rede Amamenta

22 Fluxograma de implementação da ENACS Etapa 1: Curso de formação dos tutores nacionais em Alimentação Complementar (SP) 04 a 08/05/2009 Etapa 2: Curso de formação dos tutores estaduais em Alimentação Complementar (SP) com as ATANs e CECANS 29/06 a 03 de julho de 2009 Integração: Rede Amamenta + Rede AC 40 horas com 2 oficinas nas UBS Plano de ação dos estados para implementação da ENACS, junto com a Rede Amamenta formação dos tutores municipais (organização das oficinas) Etapa 3: Curso de formação dos tutores municipais em Aleitamento e AC Monitoramento: Indicadores - diversidade da dieta + processo de implementação Etapa 4: Implementação de estratégias/ ações nas UBS e ESF implementar a ENACS Ex. Oficinas sobre os 10 passos para os responsáveis de crianças com 4 meses e aos 8 meses

23 Implementação da ENACS Situação atual da Rede Amamenta Próximos passos: Envolvimento da rede de A&N Priorizar a formação destes tutores em AC Voltar nas UBS Oficina de AC (6 horas) Formação de novos tutores com a rede integrada (AM + AC) Monitoramento Estado Data Oficina N. Tutores AC Dez/ AM Jun/2008 (macro) 9 PR Jul/2008 (macro) 16 Dez/2008 (local) 30 AL Maio/2008 (macro) 16 Julho/08 26 Março/09 25 DF Agosto/2008 (macro) PB Março/ Julho/2008 (macro) RR Mar/2009 (local) MS Nov/ ES 4 TOTAL 253 tutores

24 Elaboração de materiais para a ENACS Caderno de Atenção Básica: Aleitamento Materno e Alimentação Complementar Revisão do Guia da Criança e conteúdo dos Dez Passos para Crianças Menores de Dois Anos Cadernos de tutores Material Mães/ Responsáveis

25 Promoção da Alimentação Saudável no espaço escolar Portaria Interministerial MS/ MEC nº , de 08 de Maio de 2006 Eixos prioritários: I - ações de educação alimentar e nutricional; II - estímulo à produção de hortas escolares para a realização de atividades com os alunos e a utilização dos alimentos produzidos na alimentação ofertada na escola; III - estímulo à implantação de boas práticas de manipulação de alimentos nos locais de produção e fornecimento de serviços de alimentação do ambiente escolar; IV - restrição ao comércio e à promoção comercial no ambiente escolar de alimentos e preparações com altos teores de gordura saturada, gordura trans, açúcar livre e sal e incentivo ao consumo de frutas, legumes e verduras; e V - monitoramento da situação nutricional dos escolares. Atividades prioritárias: Escolas Particulares parceria FENEP Escolas Públicas Programa Saúde na Escola Monitoramento discussão de indicadores

26 Promoção da Alimentação Saudável no espaço escolar (privado) Acordo de cooperação/ parceria com a Federação Nacional das Escolas Particulares (FENEP) Contratualizar modelo de implantação da cantina saudável Premiação para as escolas em 2009 que implementar um Protocolo de Cantinas Saudáveis Atividades 1º mês Recebimento do manual Preparação para a mudança da cantina e apoio dos funcionários Comunicação àescola Diagnóstico das preferências da clientela Oferta e divulgação dos primeiros lanches saudáveis. Atividades 2º mês Dar destaque aos lanches saudáveis. Retirar as propagandas de alimentos não saudáveis. Negociar com fornecedores. Degustação com os pais. Atividades educativas (mural) Atividades 3º mês Realizar correções. Fazer promoções de lanches saudáveis. Fazer propaganda dos novos lanches. Melhorar a disposição da cantina. Parceria com sistema S e Universidades para treinamento para os funcionários sobre higiene. Atividades 4º mês Permanecer com a degustação de alimentos saudáveis Avaliar a implantação. Compartilhar experiências com outros donos de cantina. Reavaliar preferências da clientela. Atividades 5º mês Modificar outros lanches. Fortalecer o contato com outros donos de cantina. Avaliar com a escola as conquistas adquiridas. Atividades 6º mês Manter a participação em cursos e treinamentos, inclusive para funcionários. Manter o contato outros donos de cantina.

27 Promoção da Alimentação Saudável e o Programa Saúde na Escola Situação atual do PSE: - Municípios que aderiram: municípios de < IDEB aderiram (646) - 52 municípios do Mais Saúde aderiram (55) - Municípios estão em fase de envio do plano ou de finalização de elaboração (nova pactuação pelo processo eleitoral) - Financiamento: Setor Saúde 13ª parcela da ESF (PAB variável) e Setor Educação Kits educativos + equipamentos 1. Materiais de Nutrição para avaliação clínica e nutricional: balança portátil, infantômetro/ estadiômetro e fita métrica. 2. Materiais educativos: álbum seriado O que é vida saudável? e Manual Operacional para profissionais da saúde e da educação: promoção da alimentação saudável - Seminários estaduais Saúde e Educação- em organização Grupo de trabalho intersetorial nos estados (vinculação das Coordenações de A&N)

28 Promoção da Alimentação Saudável no espaço escolar (público) Recapitulando sobre o Programa Saúde na Escola: Objetivo: Integração das redes do Sistema de Educação e do Sistema Único de Saúde - articulação entre as Escolas Públicas e as Unidades Básicas / Saúde da Família, por meio da realização de ações dirigidas aos alunos. Operacionalização: - Vinculação território-escola a um território-ubs/sf - Critério de adesão: plano de adesão e elaboração do projeto pelos municípios Legislação: DECRETO Nº 6.286, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2007 Institui o Programa Saúde na Escola - PSE, e dá outras providências. PORTARIA Nº 1.861, DE 4 DE SETEMBRO DE 2008 Estabelece recursos financeiros pela adesão ao PSE para Municípios com equipes de Saúde da Família, priorizados a partir do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), que aderirem ao Programa Saúde na Escola (PSE). PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 675, DE 4 DE JUNHO DE 2008(*) republicada em 27 de agosto de 2008 Institui a Comissão Intersetorial de Educação e Saúde na Escola. PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 1.399, DE 14 DE NOVEMBRO DE 2008 publicada em 14 de novembro de 2008 Designa os representantes da Comissão Intersetorial de Educação e Saúde na Escola.

29 Programa Saúde na Escola Ações previstas: 1. Avaliação das condições de Saúde (clínica, psicossocial, nutricional e saúde bucal) 2. Promoção da Saúde e prevenção de doenças 2.1. Ações de Segurança Alimentar e Promoção da Alimentação Saudável Alimentação Escolar Saudável Programa de hábitos alimentares saudáveis 2.2. Promoção das Práticas Corporais e Atividade Física nas Escolas 2.3. Educação para a Saúde Sexual, Saúde Reprodutiva e Prevenção das DST/AIDS 2.4. Prevenção ao Uso de Álcool, Tabaco e Outras Drogas 2.5. Promoção da Cultura de Paz e Prevenção das Violências 3. Monitoramento e avaliação da saúde dos estudantes e avaliação do PSE Estudos para Monitoramento e Avaliação da Situação de Saúde dos Estudantes Encarte Saúde no Censo Escolar (INEP/MEC) Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE/SVS/MS) Sistema de Monitoramento do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (PN-DST/AIDS e UNESCO) Pesquisa Nacional do Perfil Nutricional e Consumo Alimentar dos Escolares 4. Educação permanente e capacitação dos profissionais da educação, da saúde e de jovens para o PSE

30 Promoção da Alimentação Saudável e o Programa Saúde na Escola Objetivos: Implementar ou fortalecer o monitoramento do estado alimentar e nutricional dos escolares, diagnosticando práticas alimentares inadequadas e referenciando para os serviços de saúde SISVAN Web; e Tornar a escola um espaço de formação de hábitos e escolhas alimentares saudáveis, com criação de rede de apoiadores locais para a questão alimentar e nutricional, empoderando os sujeitos para suas escolhas alimentares, com respeito à cultura alimentar local.

31 SISVAN e PAS no PSE SAÚDE (ESF) EDUCAÇÃO Direção da escolas e PNAE) PREPARAÇÃO PARA AVALIAÇÃO NUTRICIONAL NA ESCOLA CONDUÇÃO DA AVALIAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL NA ESCOLA DIGITAÇÃO DOS DADOS E GERAÇÃO DE RELATÓRIOS AVALIAÇÃO DOS DADOS E DECISÃO LOCAL ARTICULADA O que fazer: *obesidade?? * baixo peso?? * carências nutricionais?? REFERENCIA PARA AS UBS/ ESF AÇÕES DE PROMOÇÃO DE ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NAS ESCOLAS Organização das ações de nutrição na atenção primária à Saúde Implementação do Manual Operacional

32 Materiais educativos de Nutrição no PSE

33 Obrigada!!! Equipe de Promoção da Alimentação Saudável Patrícia Chaves Gentil Ana Maria Cavalcante Helen Altoé Duar Luanda Arantes Mariana Pinheiro Tais Porto Oliveira (61)

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