Como Criar um GEAS? Apoio:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Como Criar um GEAS? Apoio:"

Transcrição

1 Como Criar um GEAS? Apoio: Agosto 2012

2 Instruções e informações sobre a criação de um Grupo de Estudos em Animais Selvagens Organização: Grupo de Estudos em Animais Selvagens Brasil (GEASBR) - Gestão 2011/2012 Diretoria Presidente Vice-Presidente 1 secretário Carolina Lorieri Vanin (Metodista) Lucas Di Ruzza Salles (USP) Henrique Guimarães Riva (UNESP Araçatuba) Diretor de Finanças Renato Túlio Guimarães Silva (PUC Betim) Diretor de Projetos Verônica Takatsuka Manoel (UnB) Diretor de Divulgação Diretora de Marketing Daniel Shiraishi (FIMCA) Patricia Andalaft Freire (PUC Poços de Caldas) Colaborador Eduardo Lázaro de Faria da Silva (UVV) Redação: Henrique Guimarães Riva (GEASE, UNESP Araçatuba) Verônica Takatsuka Manoel (GEAS UnB) Carolina Lorieri Vanin (GECAS Metodista) Lucas Di Ruzza Salles (GEAS USP São Paulo) Renato Túlio Guimarães Silva (PUC Betim) Revisão: Lilian Silva Catenacci (Diretora Social ABRAVAS - Gestão ) 2

3 Sumário 1. Introdução 4 2. Formação do Grupo Escolha do Orientador Reunião Inicial Busca por Interessados 5 3. Reunião com os Interessados Objetivos do Grupo Frequência das Reuniões Horários das Reuniões Cargos Presidente e Vice-Presidente Tesoureiro Secretário Outros Cargos Diretor de Projetos Diretor de Divulgação Diretor de Eventos Diretor de Marketing Colaboradores Desenvolvimento do Cronograma Divulgação Comunicação ABRAVAS Conclusão 15 3

4 1. Introdução Este arquivo visa facilitar a criação de um GEAS e de modo algum consiste numa série de passos que deve ser seguida a risca. Cada GEAS tem uma história e foi criado de um modo diferente com objetivos diversos. Modifique essa linha de pensamento como quiser. Essas informações compõem sucintamente a experiência de membros de outros grupos de estudos de como transcorreu a criação dos GEAS em outras universidades. 2. Formação do Grupo Inicialmente deve ser formado o grupo base o qual será responsável por todo o trabalho que vem pela frente e deve ser composto por pessoas pró-ativas, que estejam realmente dispostas a participar e trabalhar efetivamente. A escolha desta equipe e a modificação desta ao longo do tempo são os pontos mais importantes. Inicie buscando os alunos que sabidamente se interessam pela área de animais selvagens, pessoas que possam ajudar na seleção dos estudantes e demais membros que irão compor a diretoria Escolha do Orientador Um professor ou profissional que possa dar sugestões e críticas às decisões e ações do grupo é uma parte vital. Esta pessoa é importante para manter o foco do grupo, escolher os temas a abordar, definir os objetivos do grupo. Enfim, ajudar os estudantes na tomada de decisões. Caso não haja um docente, este papel pode ser ocupado por um profissional, um pós-graduando, pessoas de áreas afins que tenham interesse em 4

5 selvagens, ou mesmo um graduando dos últimos anos que já tenha certa experiência em eventos e na área de animais selvagens. Caso essa pessoa não seja encontrada, não desanime, há muitos grupos que não possuem um orientador ativo ou não possuem nenhuma espécie de orientador. Caso contrário, se houver mais de um orientador apto, defina co-orientadores, quanto mais opiniões e pessoas dispostas a ajudar, melhor Reunião Inicial Marque uma reunião entre as pessoas interessadas que encontrou num primeiro momento e o orientador. Nessa reunião será discutido o planejamento neste início. Compartilhe este arquivo, verifique e modifique os passos aqui apresentados. O grupo é de vocês e a criação de um GEAS é diferente em cada universidade. Defina como serão realizados os próximos passos Busca por Interessados Posteriormente procure mais participantes. Há vários modos de buscar estes interessados, em todos eles devem ser deixados claros os objetivos de criar um GEAS e o que será feito depende da logística. Há faculdades menores nas quais o contato com os alunos pode ser mais próximo e em casos de grandes faculdades alguns itens a seguir tornam-se inviáveis. Não se esqueça de incluir os alunos da pós-graduação no planejamento da divulgação. Algumas sugestões: Ir a todas as salas de aula fazendo uma breve apresentação de cinco minutos ou menos para que todos saibam o que essa equipe pretende fazer e para que interessados surjam; 5

6 Passar listas em todas as salas buscando interessados; Divulgar uma data de reunião pré-estabelecida em murais da universidade por cartazes, com semanas de antecedência e em um horário que não haja atividades didáticas ou outras programadas; Via , página na internet, fóruns e/ou redes sociais, divulgar uma data de reunião e/ou buscar interessados por esse meio de comunicação; 3. Reunião com os interessados Deve congregar todos os interessados em participar do grupo. Com a contribuição da opinião de todos serão tomadas decisões importantes para o futuro do grupo. A participação do orientador é bastante importante. Devem ser definidos: 3.1. Objetivos do grupo Este item é muito variável em todos os GEAS e deve ser adaptado de acordo com a universidade e o público que compõe o grupo. Podem ser criados objetivos gerais e específicos, sendo que o segundo é englobado pelo primeiro. Alguns exemplos de objetivos: Complementar a grade curricular deficiente no tema de animais selvagens por meio de palestras teóricas e/ou práticas realizadas por docentes, discentes, pós-graduandos ou profissionais liberais; Discutir casos ou temas propostos através da leitura e apresentação de artigos científicos ou relatos de caso; 6

7 Trocar experiências em estágios, cursos ou eventos entre os estudantes participantes; Agregar estudantes para desenvolver pesquisas na área; Organizar um serviço de atendimento a animais selvagens; Auxiliar centros de conservação, criatórios, zoológicos ou outras instituições; Conscientizar a população da região sobre assuntos relativos a animais selvagens. Todos esses objetivos citados, por exemplo, poderiam ser englobados pelo objetivo geral: Complementar os conhecimentos dos estudantes da universidade em medicina de animais selvagens. A definição dos objetivos deve ocorrer pela opinião de todos e nada impede que estes objetivos sejam alterados ao longo do tempo. O importante é estabelecer o que o grupo quer e está disposto a fazer Frequência e Registro das reuniões A freqüência mínima que possibilita que as coisas ocorram é uma vez por mês. Mas há grupos que se encontram toda semana ou a cada quinze dias. Portanto isso deve respeitar o horário disponível e o tempo que as pessoas estão dispostas a despender com o assunto. Registre a presença de todos em cada reunião por meio de listas. Se for possível, também é interessante comprar um livro ata, para que sirva de lista de presença para todas as reuniões do grupo. 7

8 Para que a história e evolução do grupo sejam registradas, recomenda-se que haja um secretário em todas as reuniões. Nas primeiras reuniões, pode ser feito um revezamento entre as pessoas para cumprir esse cargo. Desse modo, todas as atividades e ideias do grupo ficam registradas. Após a organização do seu GEAS, um cargo específico será responsável pela redação das atas Horários das reuniões Deve ser planejado se possível com um horário e dia fixo, criando uma identidade do grupo. Deve ser escolhido um dia e horário que não coincida com outras atividades previstas curriculares ou não. Evitando concorrer com encontros do diretório acadêmico, empresa júnior, atlética ou outros grupos de estudos Cargos Esse é um assunto importante pois a definição de cargos auxilia muito na distribuição de funções. Cada GEAS tem sua distribuição própria de cargos. A seguir está uma pequena definição dos cargos básicos. Estes são: presidente, vice-presidente, tesoureiro e secretário Presidente e Vice-Presidente O presidente e o vice-presidentes são os membros do grupo que mais se preocupam com o cronograma. Discutem as ideias com todos, mas são mais ativos no contato com palestrantes, outros grupos e decisões rápidas que precisam ser tomadas. Precisam ter grande entrosamento e, mais do que todos, devem ser pró-ativos. 8

9 Devem gerenciar, conferir e cobrar os membros do grupo se atividades estão sendo cumpridas dentro do prazo. Como primeira ação, estes cargos deverão verificar perantes às instâncias superiores da universidade e ao orientador, a possibilidade de registro legal do grupo. Como função extra e não menos importante, o presidente e vice-presidente deverá ficar responsável por montar parcerias com empresas ou outras instituições parceiras, como contato para estágios e etc Tesoureiro O responsável pelo caixa do grupo é o tesoureiro. Não se preocupem, vocês conseguirão uma fonte de dinheiro. Ele deve ser uma pessoa muito responsável e, se possível, com conhecimento sobre bancos. Também será a principal pessoa que pensará em fontes de renda para o grupo. Alguns exemplos são: cobrança para emissão de certificados, mensalidades, cursos, eventos, venda de camisetas, brindes como chaveiros, etc Secretário Já o cargo de secretário está relacionado com a papelada; redigindo atas de reuniões, elaboração de cartazes, ofícios, cartas e pedidos. Também pode ser responsável pela divulgação dos eventos colando cartazes e manejando a divulgação online. Deve ser uma pessoa com habilidade para escrever, atenta e organizada, já que sempre será necessário que realize atividades extras após as reuniões Outros Cargos 9

10 Essa é a formação básica, caso haja poucas pessoas interessadas ou poucos estudantes dispostos a desenvolver o grupo. A definição de mais cargos torna o trabalho mais tranquilo e possibilita uma melhor qualidade. Podem ser incluídos cargos como: diretor de projetos, diretor de divulgação, diretor de eventos, diretor de marketing, colaboradores. Tais cargos tem funções mais específicas que diminuem as obrigações dos cargos básicos que foram descritos anteriormente Diretor de Projetos O diretor de projetos funciona como um organizador que ordenaria as ideias, possivelmente escrevendo os possíveis projetos. Também organizaria o cronograma com o auxílio do presidente e vice-presidente. Isso deixa os últimos dois cargos com mais tranquilidade para lidar com outras questões como parcerias, por exemplo. Deve também estar atento a editais e tramites legais para a realização dos projetos dentro da universidade Diretor de Divulgação Como o próprio nome diz, o diretor de divulgação cuidaria da comunicação dos eventos e de todas as atividades do grupo aos demais estudantes. Isso pode ser realizado por cartazes, folders ou avisos em sala e também pela internet por redes sociais ou . A criação desse cargo facilita o trabalho do secretário. Este é um cargo fundamental para o sucesso do grupo, pois ele garantirá que este fique conhecido tanto entre os estudantes, como em instâncias superiores da universidade (o que pode ser útil para conseguir benefícios como transporte ou outras demandas que dependam da administração da universidade). 10

11 O diretor de divulgação também pode ser o responsável por criar um banco de fotos das atividades do grupo e redigir matérias com notícias sobre as ações do GEAS. A criação de um folhetim informativo, por exemplo, é um meio de comunicação que pode ser utilizado Diretor de Eventos Cabe ao diretor de eventos a organização de cursos, encontros, palestras práticas e outros que demandem maior dedicação. Seria interessante que esta pessoa tivesse experiência na organização de semanas acadêmicas, festas, cursos e também que fosse uma pessoa organizada Diretor de Marketing Quanto ao diretor de marketing, deve cuidar da elaboração de produtos do grupo como camisetas, adesivos e chaveiros. Além disso, faz um papel importantíssimo que é o contato com patrocinadores. Esse cargo torna-se necessário com o tempo, já que é muito difícil e pouco aconselhável organizar cursos e encontros logo no início da criação do grupo Colaboradores Já os colaboradores farão um pouco de tudo. Serão pessoas dispostas a ajudar qualquer outro membro da diretoria. Geralmente são membros novos do grupo que tem grande vontade de ajudar, mas ainda não tem experiência ou não tem tempo hábil para assumir cargos de grande responsabilidade. Entretanto, essas pessoas precisam de treinamento já que futuramente ocuparão cargos de grande importância para o funcionamento do seu GEAS. 11

12 Essa foi uma explicação sucinta e básica dos cargos. Repetindo, isso não deve ser seguido como uma receita! Há grupos em que nem sequer há cargos, mas mesmo assim cada pessoa tem a responsabilidade de cumprir seus deveres quando as tarefas são divididas. Isso será diferente em cada lugar Desenvolvimento do Cronograma O cronograma básico deve ser decidido pelos membros da diretoria junto ao profissional orientador. Sugestões de outros interessados são sempre bem vindas, mas, geralmente, a diretoria que abrange o trabalho de organização dos encontros. As primeiras reuniões podem ser palestras teóricas de professores da própria instituição ou profissionais da mesma cidade para evitar gastos iniciais. Alunos com experiências diferentes, como estágios fora da cidade ou do Brasil, também podem ser convidados. A discussão de casos clínicos é interessante, mas depende do esforço do público em ler e acompanhar o desenvolvimento do caso. Geralmente, um tema que está na mídia atual é indicado, pois vem acompanhado por dúvidas e curiosidades. Alunos no início do curso de veterinária ou outros cursos que acompanham as reuniões podem não ter base teórica para entender alguns termos. Deve se tomar cuidado com o tema escolhido e termos técnicos utilizados. Palestras práticas chamam muito a atenção. Demandam um pouco mais de tempo e trabalho para organização, mas atraem maior público, prendem a atenção dos participantes e facilitam a absorção do conteúdo ministrado. Mas demandam espaço e animais a disposição. 12

13 Exibição de documentários ou filmes que abranjam o tema ou provoque uma boa reflexão são indicados, pois, geralmente, não são cansativos, são interativos e há pouco ou nenhum gasto durante a organização do encontro. Ao final da sessão, é muito importante que seja feita a discussão do conteúdo orientada por um profissional ou estudante que entenda do assunto. Com o desenvolvimento da organização do GEAS e a popularização do grupo, cursos podem ser organizados. Demandam um grupo bem estruturado e comprometido com seus objetivos, tempo, capital e planejamento. É uma boa chance para arrecadar fundos, divulgar o grupo e mostrar que estão ativos Divulgação Várias opções já foram citadas e serão brevemente detalhadas abaixo. A emissão de cartazes funciona muito bem, apesar de ser trabalhosa. Deve deixar claro o local, data, horário, tema e palestrante. O design do cartaz é muito importante, já que concorrerá pela atenção nos murais com anúncios de notas, festas e outros grupos. Se for possível, é interessante que seja colorido e contenha uma imagem que exemplifique o tema da palestra. O mesmo cartaz pode ser divulgado online através de redes sociais, , site da faculdade ou blogs. Atualmente, esta forma é uma das mais efetivas. A pessoa ou equipe responsável pela divulgação via internet deve ser pró-ativa a ponto de manter a página online sempre ativa. Constantemente com novas publicações do que o grupo planeja, do que já foi feito, fotos e informações. Caso seja uma faculdade pequena, pode ser feita a divulgação pessoal. Avisando no dia da palestra ou na mesma semana em cada sala de aula, 13

14 colocando o cartaz elaborado no plano de fundo dos computadores ou escrevendo na lousa. Caso a programação já esteja estabelecida, a divulgação da próxima palestra pode ser feita no final de cada encontro. Desse modo, os presentes já poderão se programar. Além disso, a programação anual ou semestral deve ser divulgada via internet assim que for possível. 3.7 Comunicação Como já citado anteriormente, a comunicação permitirá que o grupo de estudo seja notado dentro e fora da sua universidade. Por isso, precisa ser feita por uma pessoa também pró-ativa. Ela poderá trabalhar diretamente com o diretor do marketing. Deve ser estabelecido o contato com outros grupos de estudos, com o diretório acadêmico, atlética, empresa júnior e todas as instituições ou grupos que possam ajudar e ser ajudados pelo seu GEAS. Como já citado, esses grupos podem ajudar no início na emissão de cartazes e certificados, arrecadação de fundos ou outros problemas enfrentados. O próprio contato com o GEASBR e com a ABRAVAS é um grande passo e oportunidade para divulgação e trabalho em conjunto. 4. ABRAVAS A Associação Brasileira de Veterinários de Animais Selvagens (ABRAVAS) é uma ótima chance para conhecer o mundo da medicina de animais selvagens. O congresso anual organizado pela associação é uma oportunidade para conhecer personalidades importantes e muitas vezes históricas na criação e desenvolvimento da conservação e medicina de animais selvagens no Brasil. 14

15 Seu GEAS pode se organizar para enviar trabalhos científicos ou participar dos eventos da associação para conseguir contatos e facilitar a organização de um evento na sua própria universidade. A ABRAVAS apoia os estudantes, inclusive apoiou e auxiliou na redação deste documento. 5. Conclusão Criar um GEAS é um processo dinâmico e difícil que demanda muito trabalho e muita força de vontade. E esta não é a parte mais difícil. O grande desafio está em manter esse grupo ativo apesar da entrada e saída de estudantes. A renovação e o treinamento dos novos membros são sem dúvida o mais importante de todo o processo. Esta apostila serve de guia, porém o GEASBR está aberto a discussões e dúvidas por meio do ou do contato com um de nossos diretores. 15

FORMULÁRIO DE APOIO A EVENTOS

FORMULÁRIO DE APOIO A EVENTOS FORMULÁRIO DE APOIO A EVENTOS A ABRAVAS, VISANDO CONTRIBUIR PARA A CAPACITAÇÃO DO PROFISSIONAL QUE TRABALHA COM ANIMAIS SELVAGENS, DECIDIU SISTEMATIZAR E PLANEJAR POSSÍVEIS APOIOS PARA REALIZAÇÃO DE EVENTOS

Leia mais

PROJETO IMAGINAR CONTADORES DE HISTÓRIA DA UNICARIOCA

PROJETO IMAGINAR CONTADORES DE HISTÓRIA DA UNICARIOCA PROJETO IMAGINAR CONTADORES DE HISTÓRIA DA UNICARIOCA A UniCarioca, por meio do Núcleo de Ação Socioambiental (NASA) convida seus alunos a participarem da SEGUNDA EDIÇÃO do projeto IMAGINAR (inicialmente

Leia mais

Art. 2 A Liga possui estatuto, gestão e gerenciamento próprios, tendo a sua Diretoria direitos e deveres para exercer suas funções em estatuto.

Art. 2 A Liga possui estatuto, gestão e gerenciamento próprios, tendo a sua Diretoria direitos e deveres para exercer suas funções em estatuto. Estatuto da Liga de Cirurgia da Universidade Federal de São Carlos. 08/05/2013 Da Disposição Geral Sobre a Liga de Cirurgia da UFSCar Art. 1 - A Liga de Cirurgia da UFSCar é uma instituição acadêmica,

Leia mais

MANUAL DE FORMATURAS FACULDADE DE TECNOLOGIA DA SERRA GAÚCHA

MANUAL DE FORMATURAS FACULDADE DE TECNOLOGIA DA SERRA GAÚCHA MANUAL DE FORMATURAS FACULDADE DE TECNOLOGIA DA SERRA GAÚCHA A conclusão de um curso superior é a celebração de uma grande conquista, portanto a cerimônia de formatura se transforma num momento especial

Leia mais

Regulamentação para Trabalho de Conclusão de Curso - TCC

Regulamentação para Trabalho de Conclusão de Curso - TCC Regulamentação para Trabalho de Conclusão de Curso - TCC Material elaborado pelo corpo docente da EBRAMEC / CIEFATO Para os cursos da Escola Brasileira de Medicina Chinesa Direção Geral: Reginaldo de Carvalho

Leia mais

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E DIRETRIZES DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO. Ji-Paraná RO, 2015.

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E DIRETRIZES DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO. Ji-Paraná RO, 2015. CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E DIRETRIZES DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO Ji-Paraná RO, 15. CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E DIRETRIZES DAS ATIVIDADES

Leia mais

Total (F. corrente + intermediária) 4 - FORMAÇÃO, APERFEIÇOAMENTO, ESPECIALIZAÇÃO 4-1 - CURSOS

Total (F. corrente + intermediária) 4 - FORMAÇÃO, APERFEIÇOAMENTO, ESPECIALIZAÇÃO 4-1 - CURSOS 4 - FORMAÇÃO, APERFEIÇOAMENTO, ESPECIALIZAÇÃO 4-1 - CURSOS A) - Comunicados e informes B) - Material gráfico (cartaz, folder, catálogo) C) - Mala direta (formulário para o cadastro de interessados) D)

Leia mais

UNIVERSIDADE DE RIO VERDE FACULDADES DE ENGENHARIAS E DESIGN REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

UNIVERSIDADE DE RIO VERDE FACULDADES DE ENGENHARIAS E DESIGN REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) UNIVERSIDADE DE RIO VERDE FACULDADES DE ENGENHARIAS E DESIGN REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) INTRODUÇÃO O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e é um componente curricular obrigatório

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO EM UM CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA A DISTÂNCIA

REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO EM UM CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA A DISTÂNCIA REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO EM UM CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA A DISTÂNCIA Telma Aparecida de Souza Gracias Faculdade de Tecnologia Universidade Estadual de Campinas/UNICAMP telmag@ft.unicamp.br

Leia mais

FRANQUIA UnicEAD. para cursos presenciais. Qual minha proposta de parceria? O que eu chamo de Franquia?

FRANQUIA UnicEAD. para cursos presenciais. Qual minha proposta de parceria? O que eu chamo de Franquia? FRANQUIA UnicEAD para cursos presenciais Qual minha proposta de parceria? Parceria de prestação de serviços educacionais, onde eu lhe concedo o direito de uso sobre meus materiais dos cursos à distância,

Leia mais

Fase. Tempo Necessário. b - Material gráfico (cartaz, folder, catálogo) Tempo Necessário. Tempo Necessário

Fase. Tempo Necessário. b - Material gráfico (cartaz, folder, catálogo) Tempo Necessário. Tempo Necessário 4-0 FORMAÇÃO, APERFEIÇOAMENTO, ESPECIALIZAÇÃO 4-1 CURSOS 4-1a Cursos a - Comunicados e informes - Avisos aos instrutores. 4-1b Cursos b - Material gráfico (cartaz, folder, catálogo) - Um exemplar deve

Leia mais

Plano de Ação da CPA

Plano de Ação da CPA Centro Universitário do Estado do Pará - CESUPA Plano de Ação da CPA Ano 2014 CPA/CESUPA 2014 C o m i s s ã o P r ó p r i a d e A v a l i a ç ã o C P A / C E S U P A APRESENTAÇÃO O plano de ações da CPA

Leia mais

MÍDIA FJU - A VOZ DA FORÇA JOVEM

MÍDIA FJU - A VOZ DA FORÇA JOVEM P R O J E T O ANO 2015 MÍDIA FJU - A VOZ DA FORÇA JOVEM #QUEMSOMOS O MÍDIA FJU é o projeto da Força Jovem Universal responsável por divulgar e fazer conhecido tudo o que acontece na FJU, tanto para o público

Leia mais

FACULDADE 7 DE SETEMBRO LABORATÓRIO DE PESQUISA DE OPINIÃO E MERCADO

FACULDADE 7 DE SETEMBRO LABORATÓRIO DE PESQUISA DE OPINIÃO E MERCADO FACULDADE 7 DE SETEMBRO LABORATÓRIO DE PESQUISA DE OPINIÃO E MERCADO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO, FINS E OBJETIVOS Art. 1º As presentes normas visam regulamentar e disciplinar, em termos de sua administração,

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÃO DAS LIGAS ACADÊMICAS CURSO DE MEDICINA UNIFENAS BH? ATIVIDADES COMPLEMENTARES

MANUAL DE ORIENTAÇÃO DAS LIGAS ACADÊMICAS CURSO DE MEDICINA UNIFENAS BH? ATIVIDADES COMPLEMENTARES MANUAL DE ORIENTAÇÃO DAS LIGAS ACADÊMICAS CURSO DE MEDICINA UNIFENAS BH ATIVIDADES COMPLEMENTARES 1- O QUE É UMA LIGA ACADÊMICA? As Ligas Acadêmicas são entidades sem fins lucrativos. As Ligas Acadêmicas

Leia mais

Sumário. Guia do Aluno

Sumário. Guia do Aluno Sumário Guia do Aluno 1. Roteiro de estudo...3 2. Acessando seu ambiente acadêmico...5 3. Ferramentas...6 3.1 Avisos...6 3.2 Calendário...7 3.3 Tarefas...8 3.4 Informações pessoais...9 3.5 Minhas notas

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1º Este Regulamento estabelece as políticas da disciplina de Trabalho

Leia mais

SESSÃO 7: Transformando os sonhos em ação

SESSÃO 7: Transformando os sonhos em ação CURRÍCULO DO PROGRAMA SESSÃO 7: Transformando os sonhos em ação Para muita gente, os sonhos são apenas sonhos. Não levam necessariamente a ações diretas para transformar tais sonhos em realidade. Esta

Leia mais

Coordena as reuniões da Assembléia Geral (Comissão e todos os formandos da turma); Coordena e supervisiona as atividades da Comissão de Formatura.

Coordena as reuniões da Assembléia Geral (Comissão e todos os formandos da turma); Coordena e supervisiona as atividades da Comissão de Formatura. A comissão O primeiro passo é formar uma Comissão, escolhida pela(s) turma(s). Essa Comissão deve ser composta por pessoas disponíveis, responsáveis e interessadas em acompanhar todas as etapas do processo.

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PARANÁ. Campus Paranaguá. Credenciada pelo Decreto nº 9538, de 05/12/2013 D.O.E. 05/12/2013

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PARANÁ. Campus Paranaguá. Credenciada pelo Decreto nº 9538, de 05/12/2013 D.O.E. 05/12/2013 REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS 2015. PARTE I DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art. 1º. O Trabalho de Conclusão de Curso TCC será desenvolvido

Leia mais

FACULDADES UNIDAS DO VALE DO ARAGUAIA

FACULDADES UNIDAS DO VALE DO ARAGUAIA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC O Trabalho de Conclusão de Curso está estruturado sob a forma de elaboração de um artigo científico, sendo este resultado de um trabalho integrado entre as disciplinas

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO GERALDO DI BIASE

CENTRO UNIVERSITÁRIO GERALDO DI BIASE CENTRO UNIVERSITÁRIO GERALDO DI BIASE Life Sistemas Manual do Professor 1. Introdução O Centro Universitário Geraldo Di Biase apresenta, neste manual, os serviços do Sistema Life Educacional que você,

Leia mais

Este evento busca oportunizar a divulgação de resultados de pesquisa de alunos regularmente matriculados em cursos de graduação.

Este evento busca oportunizar a divulgação de resultados de pesquisa de alunos regularmente matriculados em cursos de graduação. MANUAL OFICIAL O EVENTO O IDEAU Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai reconhece a importância do trabalho acadêmico, as habilidades de criação e de inovação dos alunos de cada um de

Leia mais

Ambientação ao Moodle. João Vicente Cegato Bertomeu

Ambientação ao Moodle. João Vicente Cegato Bertomeu Ambientação ao Moodle João Vicente Cegato Bertomeu AMBIENTAÇÃO A O MOODLE E S P E C I A L I Z A Ç Ã O E M SAUDE da FAMILIA Sumário Ambientação ao Moodle 21 1. Introdução 25 2. Histórico da EaD 25 3. Utilizando

Leia mais

MANUAL DE FORMATURA 2013

MANUAL DE FORMATURA 2013 MANUAL DE FORMATURA 2013 Manual de Formatura da FACIG 1 MANUAL DE FORMATURA DA FACIG FACULDADE DE CIÊNCIAS GERENCIAIS DE MANHUAÇU válido para turmas que Colarão Grau a partir de dezembro de 2012 1. FORMATURA

Leia mais

ÁREA DO PROFESSOR (TUTOR)

ÁREA DO PROFESSOR (TUTOR) ÁREA DO PROFESSOR (TUTOR) 2- FÓRUM O fórum serve para avaliar os alunos através da participação na discussão sobre um ou mais assuntos, inserção de textos ou arquivos. Os fóruns de discussão compõem uma

Leia mais

REGULAMENTO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC

REGULAMENTO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC REGULAMENTO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC I. DA FINALIDADE E OBJETIVO Art. 1º. Este Regulamento tem por finalidade normatizar as atividades relacionadas aos Trabalhos de Conclusão de Curso de Graduação

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 03/2009, DE 5 DE JANEIRO DE 2009

RESOLUÇÃO Nº 03/2009, DE 5 DE JANEIRO DE 2009 RESOLUÇÃO Nº 03/2009, DE 5 DE JANEIRO DE 2009 Altera o Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso - TCC do Curso de Economia, na forma do Anexo. O Reitor da Universidade Regional de Blumenau, no uso

Leia mais

INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE RIO VERDE REGULAMENTO PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO FISIOTERAPIA

INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE RIO VERDE REGULAMENTO PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO FISIOTERAPIA INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE RIO VERDE REGULAMENTO PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO FISIOTERAPIA Capítulo I Definições e Finalidade Art. 1º - O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

Leia mais

Proposta de Parceria ABRAVAS - ALVEFAS 2015

Proposta de Parceria ABRAVAS - ALVEFAS 2015 Proposta de Parceria ABRAVAS - ALVEFAS 2015 Associação com destaque nacional e internacional, voltada para a conservação de fauna, bem-estar animal e preservação ambiental, a Associação Brasileira de Veterinários

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 1 DE 9 DE NOVEMBRO DE 2012

RESOLUÇÃO Nº 1 DE 9 DE NOVEMBRO DE 2012 1 RESOLUÇÃO Nº 1 DE 9 DE NOVEMBRO DE 2012 Regulamenta a orientação, elaboração e apresentação do Trabalho de Graduação nos cursos tecnológicos da Fatec Professor Fernando Amaral de Almeida Prado. A diretora

Leia mais

TÍTULO I DA LIGA E SUA FINALIDADE CAPÍTULO I CAPÍTULO II

TÍTULO I DA LIGA E SUA FINALIDADE CAPÍTULO I CAPÍTULO II TÍTULO I DA LIGA E SUA FINALIDADE CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA E DURAÇÃO Art. 1 - A Liga Acadêmica de Medicina Legal, fundada na cidade de Araguaína no estado do Tocantins, no dia 07 de dezembro

Leia mais

AGENDAMENTO E REALIZAÇÃO DE EVENTOS (DA SMCC E DE TERCEIROS)

AGENDAMENTO E REALIZAÇÃO DE EVENTOS (DA SMCC E DE TERCEIROS) FINALIDADE: Esta norma por finalidade normatizar a realização de eventos, tanto da própria SMCC (Diretoria ou Departamentos e Comitês Científicos da SMCC) quanto eventos de terceiros, realizados nas dependências

Leia mais

MANUAL PARA ALUNOS INGRESSANTES NO PROGRAMA DE PÓS- GRADUAÇÃO EM CLÍNICA MÉDICA.

MANUAL PARA ALUNOS INGRESSANTES NO PROGRAMA DE PÓS- GRADUAÇÃO EM CLÍNICA MÉDICA. MANUAL PARA ALUNOS INGRESSANTES NO PROGRAMA DE PÓS- GRADUAÇÃO EM CLÍNICA MÉDICA. 2014 SUMÁRIO CAPÍTULO PÁGINA 1) INTRODUÇÃO 1 2) SECRETARIA 1 2-1) COORDENAÇÃO 1 2-2) FUNCIONÁRIOS 1 2-3) HORARIO DE FUNCIONAMENTO

Leia mais

SUGESTÕES PARA O DEBATE SOBRE O REGIMENTO INTERNO

SUGESTÕES PARA O DEBATE SOBRE O REGIMENTO INTERNO SUGESTÕES PARA O DEBATE SOBRE O REGIMENTO INTERNO Os Fóruns estão começando a rever seus Regimentos Internos e conferindo se estes estão colaborando da melhor forma possível para seu funcionamento. Este

Leia mais

Curso de Serviço social

Curso de Serviço social 3 1 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC O objetivo geral do Trabalho de Conclusão de Curso - TCC é servir de instrumento estimulador à aplicação, no campo prático, de conhecimentos adquiridos no decorrer

Leia mais

Cursos Online. Universidade do Corretor Alta Performance em Vendas de Alto Valor. Guia de Boas Vindas Primeiros passos. www.andrevinicius.

Cursos Online. Universidade do Corretor Alta Performance em Vendas de Alto Valor. Guia de Boas Vindas Primeiros passos. www.andrevinicius. Cursos Online Universidade do Corretor Alta Performance em Vendas de Alto Valor Guia de Boas Vindas Primeiros passos www.andrevinicius.com/ead Universidade do Corretor Olá! Tudo bem? É com imenso prazer

Leia mais

Diretoria de Marketing

Diretoria de Marketing Proposta de Candidatura Diretoria de Marketing Lucas Ferreira Rios 1. Dados Básicos de Identificação Nome: Lucas Ferreira Rios Idade: 25 anos Cargo Atual: Auxiliar Executivo de Marketing Ingresso na Empresa:

Leia mais

FACULDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO E CULTURA FABEC BRASIL REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

FACULDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO E CULTURA FABEC BRASIL REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO FABEC BRASIL REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Artigo 1º - O presente regulamento tem por finalidade normatizar as atividades relacionadas ao Trabalho

Leia mais

Perguntas Frequentes Colação de Grau FURB

Perguntas Frequentes Colação de Grau FURB COLAÇÃO DE GRAU 1) Quem está apto a colar grau? O acadêmico que concluir, com assiduidade e aproveitamento, todos os componentes curriculares do curso em que se encontra matriculado, inclusive as atividades

Leia mais

Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem?

Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem? SAIBA TUDO SOBRE O ENEM 2009 Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem? Até 2008, o Enem era uma prova clássica com 63 questões interdisciplinares, sem articulação direta com os

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO CAPÍTULO I DA NATUREZA

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO CAPÍTULO I DA NATUREZA UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1º Este Regulamento estabelece a normatização das disciplinas

Leia mais

RESOLUÇÃO FADISA N.º 03/2011 CONSELHO SUPERIOR DA FACULDADE DE DIREITO SANTO AGOSTINHO (FADISA)

RESOLUÇÃO FADISA N.º 03/2011 CONSELHO SUPERIOR DA FACULDADE DE DIREITO SANTO AGOSTINHO (FADISA) RESOLUÇÃO FADISA N.º 03/2011 CONSELHO SUPERIOR DA FACULDADE DE DIREITO SANTO AGOSTINHO (FADISA) O Presidente do CONSELHO SUPERIOR DA FACULDADE DE DIREITO SANTO AGOSTINHO (FADISA), Professor Ms. ANTÔNIO

Leia mais

Educação Infantil Primeira Edição de 2014

Educação Infantil Primeira Edição de 2014 AVISOS GERAIS Educação Infantil Primeira Edição de 2014 03 à 07 de Fevereiro Primeira Semana de Aulas Foi com muita alegria que recebemos nossos queridos alunos durante esta primeira semana de aula! Sabemos

Leia mais

NORMAS GERAIS DE ESTÁGIO PARA O CURSO DE PÓS- GRADUAÇÃO: GESTÃO, SUPERVISÃO E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL

NORMAS GERAIS DE ESTÁGIO PARA O CURSO DE PÓS- GRADUAÇÃO: GESTÃO, SUPERVISÃO E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL NORMAS GERAIS DE ESTÁGIO PARA O CURSO DE PÓS- GRADUAÇÃO: GESTÃO, SUPERVISÃO E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL APRESENTAÇÃO Este manual destina-se a orientação dos procedimentos a serem adotados durante o estágio

Leia mais

Educação Financeira e Previdenciária Case - Fundação CEEE. Magdarlise Dal Fiume Germany Gerente Relações Institucionais

Educação Financeira e Previdenciária Case - Fundação CEEE. Magdarlise Dal Fiume Germany Gerente Relações Institucionais Educação Financeira e Previdenciária Case - Fundação CEEE Magdarlise Dal Fiume Germany Gerente Relações Institucionais Programa de Educação Financeira e Previdenciária - Criação Aprovado pela PREVIC em

Leia mais

A PRESENTAÇÃO SUMÁRIO

A PRESENTAÇÃO SUMÁRIO SUMÁRIO Apresentação Como ter sucesso na educação à distância A postura do aluno online Critérios de Avaliação da aprendizagem do aluno Como acessar a plataforma Perguntas freqüentes A PRESENTAÇÃO O Manual

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I Dos Objetivos. CAPÍTULO II Da Estrutura Acadêmica

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I Dos Objetivos. CAPÍTULO II Da Estrutura Acadêmica UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MIDIAS NA EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I Dos Objetivos Art. 1º. A Especialização em Mídias na Educação

Leia mais

Orientações iniciais para estabelecimento de um SPIN Software and Systems Process Improvement Network

Orientações iniciais para estabelecimento de um SPIN Software and Systems Process Improvement Network 2010 Orientações iniciais para estabelecimento de um SPIN Software and Systems Process Improvement Network Material desenvolvido pelo SPIN São Paulo para apoio à formação de novos SPIN s versão 2 Orientações

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM ENGENHARIA ELÉTRICA Ifes Campus Vitória TÍTULO I DOS OBJETIVOS E DA ORGANIZAÇÃO GERAL

REGIMENTO INTERNO DA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM ENGENHARIA ELÉTRICA Ifes Campus Vitória TÍTULO I DOS OBJETIVOS E DA ORGANIZAÇÃO GERAL REGIMENTO INTERNO DA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM ENGENHARIA ELÉTRICA Ifes Campus Vitória TÍTULO I DOS OBJETIVOS E DA ORGANIZAÇÃO GERAL Art. 1º - O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do

Leia mais

Apostila Coordenador

Apostila Coordenador Apostila Coordenador Índice Passo-a-passo para acessar... 5 Acesso aos dados do aluno... 6 Consultando o cadastro de alunos... 9 Consultando a matrícula de alunos... 10 Registrando e tratando ocorrências

Leia mais

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários ESTATUTO DA LIGA GERIATRIA E GERONTOLOGIA - LIG Capítulo I - Da Natureza e Finalidade ART. 1º - A LIGA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA é uma entidade sem fins lucrativos, com duração ilimitada, sob a supervisão

Leia mais

GUIA ACADÊMICO DISCENTE. Instruções aos estudantes

GUIA ACADÊMICO DISCENTE. Instruções aos estudantes UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA GUIA ACADÊMICO DISCENTE Instruções aos estudantes atualizado emabril de 2013 A

Leia mais

Plano de Ação para Mídias Sociais: ebook para agências de turismo. Copyright 2015. Agente no Turismo Strategia Consultoria Turística Ltda.

Plano de Ação para Mídias Sociais: ebook para agências de turismo. Copyright 2015. Agente no Turismo Strategia Consultoria Turística Ltda. Plano de Ação para Mídias Sociais: ebook para agências de turismo Copyright 2015 Agente no Turismo Strategia Consultoria Turística Ltda. Todos os direitos reservados. Pode ser compartilhado com conteúdo,

Leia mais

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários ESTATUTO DA LIGA ACADÊMICA DE ESPORTES E SAÚDE - LIES Capítulo I - Da Natureza e Finalidade ART. 1º - A Liga Acadêmica de Esportes e Saúde é uma entidade sem fins lucrativos, com duração ilimitada, sob

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO

RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA CIVIL CAMPUS CAMPO MOURÃO ENGENHARIA CIVIL CARLOS HENRIQUE FELIPE POÇAS RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO Relatório de Estágio

Leia mais

1ª a 5ª série. (Pró-Letramento, fascículo 1 Capacidades Linguísticas: Alfabetização e Letramento, pág.18).

1ª a 5ª série. (Pró-Letramento, fascículo 1 Capacidades Linguísticas: Alfabetização e Letramento, pág.18). SUGESTÕES PARA O APROVEITAMENTO DO JORNAL ESCOLAR EM SALA DE AULA 1ª a 5ª série A cultura escrita diz respeito às ações, valores, procedimentos e instrumentos que constituem o mundo letrado. Esse processo

Leia mais

Estatuto Grêmio Estudantil da Escola Estadual de Educação Profissional Estrela

Estatuto Grêmio Estudantil da Escola Estadual de Educação Profissional Estrela Estatuto Grêmio Estudantil da Escola Estadual de Educação Profissional Estrela Capítulo I Da denominação, da sede, fins e duração ART. 1º - O Grêmio Estudantil da Escola Estadual de Educação Profissional

Leia mais

CONSIDERANDO a aprovação em reunião do dia 19/03/2007, pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão;

CONSIDERANDO a aprovação em reunião do dia 19/03/2007, pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão; RESOLUÇÃO CEPE/CA Nº 189/2007 Aprova o Regulamento do Programa de Residência em Medicina Veterinária, da Universidade Estadual de Londrina. contidos no processo nº 13270/2006; CONSIDERANDO os pronunciamentos

Leia mais

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DO OESTE PAULISTA - UNOESTE. Capítulo I. Da Denominação

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DO OESTE PAULISTA - UNOESTE. Capítulo I. Da Denominação ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DO OESTE PAULISTA - UNOESTE Capítulo I Da Denominação Artigo 1º A Liga Acadêmica de Medicina da Universidade do Oeste Paulista é uma Associação

Leia mais

MANUAL DO TRABALHO DE GRADUAÇÃO

MANUAL DO TRABALHO DE GRADUAÇÃO Faculdade de Tecnologia de Mogi das Cruzes (FATEC-MC) MANUAL DO TRABALHO DE GRADUAÇÃO Setembro-2014 1 Sumário 1. Objetivo... 3 2. Trabalho de Graduação... 3 3. Áreas Temáticas... 3 4. Responsabilidades

Leia mais

Planos estratégicos de comunicação 2013/2014 Programa Áreas Protegidas da Amazônia - ARPA

Planos estratégicos de comunicação 2013/2014 Programa Áreas Protegidas da Amazônia - ARPA 1. Plano de Comunicação interna 1.1 Aspectos estruturantes 1.1.1 Objetivo O objetivo maior do plano de comunicação interna é fortalecer a gestão do Programa Arpa, a coesão entre parceiros e agentes diretamente

Leia mais

REGIMENTO DO PROGRAMA ASSOCIADO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO/UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

REGIMENTO DO PROGRAMA ASSOCIADO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO/UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA REGIMENTO DO PROGRAMA ASSOCIADO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO/UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA TÍTULO I - DOS OBJETIVOS E DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - O Programa Associado

Leia mais

MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES

MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS - FACISA CURSO DE ADMINISTRAÇÃO MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES Belo Horizonte 2011 INFORMAÇÕES E PROCEDIMENTOS ATIVIDADES O QUÊ? As atividades complementares

Leia mais

MANUAL DE ELABORAÇÃO DE PROJETO

MANUAL DE ELABORAÇÃO DE PROJETO MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE GESTÃO DO TRABALHO E DA EDUCAÇÃO NA SAÚDE DEPARTAMENTO DE GESTÃO DA EDUCAÇÃO NA SAÚDE PROJETO DE PROFISSIONALIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA ÁREA DE ENFERMAGEM PROFAE CHAMADA

Leia mais

MANUAL ACADÊMICO E OPERACIONAL DO CURSO TÉCNICO E/OU QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

MANUAL ACADÊMICO E OPERACIONAL DO CURSO TÉCNICO E/OU QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL FUNDAÇÃO DE APOIO CEFET ESCOLA TÉCNICA MARACANÃ UCP UNIDADE DE CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL MANUAL ACADÊMICO E OPERACIONAL DO CURSO TÉCNICO E/OU QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL REDE DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DO RIO

Leia mais

Art. 1. O presente Regulamento tem por objetivo normatizar o conjunto de atividades relacionadas com o Trabalho de Conclusão Curso (TCC);

Art. 1. O presente Regulamento tem por objetivo normatizar o conjunto de atividades relacionadas com o Trabalho de Conclusão Curso (TCC); Regulamenta o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), fixados no Projeto Pedagógico dos cursos de graduação da Faculdade Sequencial, e dá outras providências: O COLEGIADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO, no uso

Leia mais

Comece o quanto antes! Logo que receber seu kit Mary Kay, experimente todos os produtos, pratique em você mesma. Inclua tudo na sua rotina diária.

Comece o quanto antes! Logo que receber seu kit Mary Kay, experimente todos os produtos, pratique em você mesma. Inclua tudo na sua rotina diária. POR ONDE COMEÇAR??? 1. Comece o quanto antes! Logo que receber seu kit Mary Kay, experimente todos os produtos, pratique em você mesma. Inclua tudo na sua rotina diária. Vai ganhar confiança, aprender

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ. CURSO DE PSICOLOGIA UFC Campus de Sobral MANUAL DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA APLICADA S.P.A

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ. CURSO DE PSICOLOGIA UFC Campus de Sobral MANUAL DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA APLICADA S.P.A UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CURSO DE PSICOLOGIA UFC Campus de Sobral MANUAL DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA APLICADA S.P.A UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CURSO DE PSICOLOFIA Campus de SOBRAL MANUAL DO SERVIÇO

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GATROENTEROLOGIA DA EPM-UNIFESP CAPÍTULO I DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GATROENTEROLOGIA DA EPM-UNIFESP CAPÍTULO I DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GATROENTEROLOGIA DA EPM-UNIFESP CAPÍTULO I DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO Art. 1 O Programa de Pós-Graduação em da UNIFESP-EPM, tem como objetivo a formação, capacitação

Leia mais

Universidade de São Paulo Faculdade de Medicina. Regulamento do Programa de Pós-Graduação em Alergia e Imunopatologia

Universidade de São Paulo Faculdade de Medicina. Regulamento do Programa de Pós-Graduação em Alergia e Imunopatologia Regulamento do Programa de Pós-Graduação em Alergia e Imunopatologia I - COMPOSIÇÃO DA COMISSÃO COORDENADORA DE PROGRAMA (CCP) A CCP terá como membros titulares 3 (três) orientadores plenos credenciados

Leia mais

Programa Cultura é Currículo Projetos: Lugares de Aprender: a escola sai da escola e Escola em Cena

Programa Cultura é Currículo Projetos: Lugares de Aprender: a escola sai da escola e Escola em Cena Programa Cultura é Currículo Projetos: Lugares de Aprender: a escola sai da escola e Escola em Cena Síntese da Orientação Técnica dos dias 6, 7 e 8/03/2012 com Supervisores de Ensino e Professores Coordenadores

Leia mais

UMA PROPOSTA DISCENTE DE AVALIAÇÃO SOBRE A FORMAÇÃO DE ENGENHEIROS NA UFJF. Elisângela Cristina dos Santos

UMA PROPOSTA DISCENTE DE AVALIAÇÃO SOBRE A FORMAÇÃO DE ENGENHEIROS NA UFJF. Elisângela Cristina dos Santos UMA PROPOSTA DISCENTE DE AVALIAÇÃO SOBRE A FORMAÇÃO DE ENGENHEIROS NA UFJF Elisângela Cristina dos Santos Rua Aladim Silva, 128 Bairro: Retiro, Juiz de Fora / MG - CEP: 36072-560 annaeorei@yahoo.com.br

Leia mais

Universidade Federal de Uberlândia Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA - CEP

Universidade Federal de Uberlândia Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA - CEP Universidade Federal de Uberlândia Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA - CEP Considerações iniciais: 1- Hoje os projetos são submetidos para os Comitês de Ética somente

Leia mais

REGULAMENTO DO COMPONENTE CURRICULAR TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

REGULAMENTO DO COMPONENTE CURRICULAR TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO REGULAMENTO DO COMPONENTE CURRICULAR TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 1. Das Disposições Preliminares Art. 1 o. Este Regulamento tem por finalidade normatizar as atividades

Leia mais

Página 1 de 19 Data 04/03/2014 Hora 09:11:49 Modelo Cerne 1.1 Sensibilização e Prospecção Envolve a manutenção de um processo sistematizado e contínuo para a sensibilização da comunidade quanto ao empreendedorismo

Leia mais

Faculdade La Salle Mantida pela Sociedade Porvir Científico Credenciada pela Portaria Ministerial nº. 2.653 de 07/12/01 D.O.U. de 10/12/01.

Faculdade La Salle Mantida pela Sociedade Porvir Científico Credenciada pela Portaria Ministerial nº. 2.653 de 07/12/01 D.O.U. de 10/12/01. FACULDADE DE LUCAS DO RIO VERDE SUPERVISÃO DE ESTÁGIO E TCC/TC REGULAMENTO DE PROJETO E VERSÃO FINAL DE TC/ TCC CURSOS DE ADMINISTAÇÃO E CIÊNCIAS CONTÁBEIS Lucas Do Rio Verde / MT 2009 SUMÁRIO CAPÍTULO

Leia mais

Fundação Educacional Lucas Machado Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais

Fundação Educacional Lucas Machado Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais Fundação Educacional Lucas Machado Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais CONGRESSO ACADÊMICO DE MEDICINA - Portfólio de Patrocínio - ÍNDICE 1. CARTA DE APRESENTAÇÃO 2. DADOS PRINCIPAIS 3. HISTÓRICO

Leia mais

APRESENTAÇÃO MANUAL E REGULAMENTO DE MONOGRAFIA DO CURSO DE DIREITO AINDA SUJEITO À APROVAÇÃO DO CONSEPE.

APRESENTAÇÃO MANUAL E REGULAMENTO DE MONOGRAFIA DO CURSO DE DIREITO AINDA SUJEITO À APROVAÇÃO DO CONSEPE. APRESENTAÇÃO MANUAL E REGULAMENTO DE MONOGRAFIA DO CURSO DE DIREITO AINDA SUJEITO À APROVAÇÃO DO CONSEPE. A UNISA UNIVERSIDADE CIDADE DE SANTO AMARO, a fim de propiciar aos acadêmicos de Direito os meios

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS REGULAMENTO

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS REGULAMENTO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS REGULAMENTO Guarapuava 2013 1 CAPÍTULO I DAS CONSIDERAÇÕES INICIAIS Art. 1º As atividades de Estágio Curricular Supervisionado do Curso de

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA CÉSAR LATTES Rua Marco Aurélio Gatti, nº 59 Vila Santa

FACULDADE DE TECNOLOGIA CÉSAR LATTES Rua Marco Aurélio Gatti, nº 59 Vila Santa Terezinha, Itu/SP FACULDADE DE TECNOLOGIA CÉSAR LATTES Rua Marco Aurélio Gatti, nº 59 Vila Santa Terezinha, Itu/SP FACULDADE DE TECNOLOGIA CÉSAR LATTES Rua Marco Aurélio Gatti, nº 59 Vila Santa Manual

Leia mais

manual liga elo7 2.0 ORIENTAÇÕES E RECOMENDAÇÕES PARA PLANEJAMENTO DE EVENTOS

manual liga elo7 2.0 ORIENTAÇÕES E RECOMENDAÇÕES PARA PLANEJAMENTO DE EVENTOS ORIENTAÇÕES E RECOMENDAÇÕES PARA PLANEJAMENTO DE EVENTOS Olá Elosetter, Então você está com vontade de organizar um evento? O Elo7 incentiva as ações que fortaleçam e integram a comunidade artesanal e

Leia mais

Pós-Graduação em Educação: Novos Paradigmas GUIA DO ALUNO

Pós-Graduação em Educação: Novos Paradigmas GUIA DO ALUNO GUIA DO ALUNO Prezado(a) Aluno(a), O Guia do Aluno é um instrumento normativo que descreve os padrões de qualidade dos processos acadêmicos e administrativos necessários ao desenvolvimento dos cursos de

Leia mais

REGULAMENTO DE ATIVIDADE COMPLEMENTAR

REGULAMENTO DE ATIVIDADE COMPLEMENTAR REGULAMENTO DE ATIVIDADE COMPLEMENTAR CURSO DE MARKETING www.ffb.edu.br SUMÁRIO Título I Das Considerações Gerais... 5 Título II Dos Objetivos... 5 Título III Das Atividades Complementares... 6 Título

Leia mais

Guia das Ligas Acadêmicas do Curso de Medicina da USFCar

Guia das Ligas Acadêmicas do Curso de Medicina da USFCar Guia das Ligas Acadêmicas do Curso de Medicina da USFCar Organizado e escrito pelo Grupo de Trabalho das Ligas Acadêmicas do Curso de Medicina da UFSCar em Setembro de 2010 sendo baseado no Guia para Construção

Leia mais

PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS - PAE

PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS - PAE CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIREÇÃO ACADÊMICA CPA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS - PAE SÃO LUIS MA 2009 DIRETORIA ACADÊMICA Diretor

Leia mais

ABROVET ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ONCOLOGIA VETERINÁRIA

ABROVET ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ONCOLOGIA VETERINÁRIA ABROVET ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ONCOLOGIA VETERINÁRIA Comissão de Elaboração Adriana Tomoko Nishiya Carolina Scarpa Carneiro Katia Cristina Kimura Lucas Campos Rodrigues Luiz Roberto Biondi Maria Lucia

Leia mais

ESTATUTO LIGA ACADÊMICA PRÓ-RIM

ESTATUTO LIGA ACADÊMICA PRÓ-RIM ESTATUTO LIGA ACADÊMICA PRÓ-RIM TÍTULO I DA DEFINIÇÃO E SUA FINALIDADE Artigo 1 - A Liga Acadêmica Pró-Rim é uma associação civil e científica livre, de duração indeterminada, sem fins lucrativos, com

Leia mais

UVV POST Nº65 08 a 14/09 de 2014 UVV POST. Publicação semanal interna Universidade Vila Velha - ES Produto da Comunicação Institucional

UVV POST Nº65 08 a 14/09 de 2014 UVV POST. Publicação semanal interna Universidade Vila Velha - ES Produto da Comunicação Institucional UVV POST Publicação semanal interna Universidade Vila Velha - ES Produto da Comunicação Institucional Nos dias 2 e 3 de setembro, com o objetivo de promover a integração entre os discentes, professores

Leia mais

Instituto de Economia. Curso de Graduação Bacharelado em Relações Internacionais. Regulamento para Monografia

Instituto de Economia. Curso de Graduação Bacharelado em Relações Internacionais. Regulamento para Monografia CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente regulamento visa normatizar as atividades relacionadas a Trabalho de Conclusão do Curso (TCC) de Graduação - Bacharelado em Relações Internacionais

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO NÍVEL TÉCNICO PARTE I INFORMAÇÕES PARA BOLSISTAS

MANUAL DO USUÁRIO NÍVEL TÉCNICO PARTE I INFORMAÇÕES PARA BOLSISTAS PROGRAMA PETROBRAS DE FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS (PFRH) MANUAL DO USUÁRIO NÍVEL TÉCNICO PARTE I INFORMAÇÕES PARA BOLSISTAS Versão 06/maio/2010 SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO 2 INTRODUÇÃO 3 MODALIDADES DE AUXÍLIO

Leia mais

SIATEX NOVO MANUAL SIATEX. www.siatex.ufba.br

SIATEX NOVO MANUAL SIATEX. www.siatex.ufba.br NOVO MANUAL SIATEX www.siatex.ufba.br Outubro 2013 1 ÍNDICE APRESENTAÇÃO... 3 CADASTRO... 4 ACOMPANHAMENTO... 7 CANCELAMENTO... 7 RELATÓRIO... 8 Inscrição Externa... 8 Upload da assinatura... 10 CERTIFICAÇÃO...

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO, NATUREZA, FINALIDADES E OBJETIVOS DOS CURSOS Art. 1. Os Cursos de Pós-Graduação Lato sensu do Instituto Federal de Rondônia

Leia mais

1. DA MODALIDADE DO PROGRAMA E DOS SEUS OBJETIVOS

1. DA MODALIDADE DO PROGRAMA E DOS SEUS OBJETIVOS REGIMENTO INTERNO DOS CURSOS DE DESENVOLVIMENTO DE SERVIDORES PRÓ-REITORIA DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS 1. DA MODALIDADE DO PROGRAMA E DOS SEUS OBJETIVOS

Leia mais

Medicina Veterinária

Medicina Veterinária Medicina Veterinária OPORTUNIDADES E PERSPECTIVAS NA INDÚSTRIA VETERINÁRIA Círculo virtuoso UNIVERSIDADE FORMA PROFISSIONAIS MERCADO DE TRABALHO Feed Back Empatia e comunicaçã o Valores pessoais (altruismo,

Leia mais

DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN

DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN Autor: Anne Charlyenne Saraiva Campos; Co-autor: Emerson Carpegiane de Souza Martins

Leia mais

Aqui você encontrará orientações para auxiliar sua auto-aprendizagem e informações gerais sobre o curso, tais como:

Aqui você encontrará orientações para auxiliar sua auto-aprendizagem e informações gerais sobre o curso, tais como: Bem vindo à Uniapae! Prezado (a) Estudante, Que bom tê-lo (a) conosco! Ao ter escolhido estudar na modalidade a distância, por meio de um ambiente virtual de aprendizagem, o aluno optou por uma forma de

Leia mais

DIRETÓRIO CENTRAL DOS ESTUDANTES DO IBMEC DCE- IBMEC ESTATUTO SOCIAL

DIRETÓRIO CENTRAL DOS ESTUDANTES DO IBMEC DCE- IBMEC ESTATUTO SOCIAL DIRETÓRIO CENTRAL DOS ESTUDANTES DO IBMEC DCE- IBMEC ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I DENOMINAÇÂO, SEDE E FINALIDADE E DURAÇÂO Artigo 1º - O Diretório Central dos Estudantes do IBMEC, doravante designado DCE-IBMEC,

Leia mais

REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DISTÚRBIOS DA COMUNICAÇÃO HUMANA: CAMPO FONOAUDIOLÓGICO CAPÍTULO I DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO

REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DISTÚRBIOS DA COMUNICAÇÃO HUMANA: CAMPO FONOAUDIOLÓGICO CAPÍTULO I DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DISTÚRBIOS DA COMUNICAÇÃO HUMANA: CAMPO FONOAUDIOLÓGICO CAPÍTULO I DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO Art. 1º - O Programa de Pós-Graduação em "Distúrbios de Comunicação

Leia mais

FACULDADE 7 DE SETEMBRO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Estágio Regimento Interno

FACULDADE 7 DE SETEMBRO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Estágio Regimento Interno FACULDADE 7 DE SETEMBRO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Regimento Interno Objetivo: Promover a prática profissional para os alunos do Curso de Sistemas de Informação criando as circunstâncias necessárias: ao exercício

Leia mais